Jump to content

Hipertrofia: o que é mais importante para o ganho de massa [muscular]?

Para hipertrofia o fator mais importante não é o número de repetições, a carga ou a frequência semanal do treino. Seria o volume de treinamento?

Personal trainer Gilvan e aluna

Hipertrofia muscular

A hipertrofia muscular é o aumento da área da secção transversa do músculo pelo aumento do volume das fibras musculares. Para que que a hipertrofia (ganho de massa muscular) ocorra, além dos fatores nutricionais, hormonais e genéticos, alguns fatores devem ser observados na parte específica do treino.

Durante um treinamento de musculação, para que se possa garantir bons estímulos e para que ocorra de maneira significativa a hipertrofia, os fatores mais relevantes são:

  • carga utilizada;
  • velocidade de execução;
  • ordem dos exercícios;
  • intervalos de descanso;
  • frequência de treino;
  • volume de treino.

Segundo a literatura, das diversas variáveis apontadas acima, o volume de treino é aquela que exerce o fator mais impactante para o processo de ganho de massa magra.

Volume de treino

O volume de treino é, basicamente, a quantidade de trabalho que o individuo realizar na sessão de treinamento. Esse trabalho ou volume de treino é quantificado ou expresso pelo número de repetições, número de séries, carga levantada e frequência de treino.

Shoendfeld et al 2016 confirma que 10 (dez) ou mais séries semanais produzem ganhos superiores a 5 (cinco) a 9 (nove). E que 5 (cinco) a 9 (nove) séries semanais provocam mais hipertrofia do que 5 (cinco) ou menos series semanais, números computados por grupamento muscular treinado.

Colquhoun et al 2018 analisou homens com no mínimo 6 (seis) meses de experiência em treinamento de força. Os participantes realizaram um protocolo periodizado de treinamento com volume equalizado. Um grupo treinou 6 (seis) vezes por semana, realizando a metade do volume por sessão de outro grupo que treinou 3 (três) vezes por semana. Nos resultados obtidos, após 6 (seis) semanas, não foram encontradas diferenças de hipertrofia entre os dois grupos.

Brigatto 2019 analisou homens com 4 (quatro) anos de experiência com TF (treinamento de força). Um grupo trabalhou com volume total equalizado de 1 (uma) série de 16 (dezesseis) repetições  e outro grupo com 2 (duas) séries de 8 (oito) repetições. Após 8 (oito) semanas, não foram encontradas diferenças significativas de hipertrofia entre os grupos.

Número de séries 

Segundo as evidências cientificas atuais, até 5 (cinco) séries por semana para cada grupamento muscular podem ser consideradas como um volume baixo, recomendado para iniciantes. 5 (cinco) a 9 (nove) séries constituem um volume moderado, recomendado para intermediários. 10 (dez) a 20 (vinte) séries representam um volume alto, recomendado para avançados. Atletas de alto nível (normalmente hormonizados) podem realizar entre 20 (vinte) a 45 (quarenta e cinco) séries por grupamento muscular por semana.

Resumo do número adequado de séries semanais por grupamento muscular (músculo trabalhado) de acordo com o nível do indivíduo:

  • iniciante: até 5 (cinco) séries;
  • intermediário: de 5 (cinco) a 9 (nove) séries;
  • avançado: de 10 (dez) a 20 (vinte) séries;
  • atletas de alto nível: de 20 (vinte) a 45 (quarenta e cinco) séries.

Hipertrofia e volume de treino

As evidências científicas revelam que o que determina o resultado final ou hipertrofia é o volume de treino, independente da frequência de treino, repetições ou carga utilizada. O volume de treino ou trabalho é o fato essencial para o resultado hipertrofia.

Por meio da nossa experiência e observação prática, quanto mais dias na semana a pessoa treinar, menor será a necessidade de se colocar um volume tão grande na sessão de treino.

Por outro lado, se a pessoa treina poucas vezes na semana, é necessário um volume um pouco mais elevado para que se apresentem resultados equiparáveis aos de quem treina todos os dias da semana. 

Uma pessoa que treina apenas 3 (três) vezes por semana pode ter os mesmos resultados de hipertrofia de uma pessoa que treina todos os dias, desde que o volume de treino semanal seja o mesmo. 

E esse aumento de volume de treino numa sessão de treinamento pode resultar num treino demasiadamente longo, demorado. Um treino mais volumoso acaba sendo um treino mais longo.

Treinos muito volumosos e longos numa única sessão de treinamento (em torno de 1 hora e 30 minutos) podem ser inviáveis em razão das obrigações cotidianas e consequente falta de tempo. 

Indivíduos muito bem treinados ou avançados na musculação teriam ainda mais dificuldade para aplicar um volume maior de treino num dia, pois a alta intensidade e alto volume não seriam suportados fisiologicamente.

Bom volume de treino em tempo razoável

A questão que deve ser respondida é: como podemos deixar um treino com um bom volume, alta intensidade e com duração razoável (em torno de 50 minutos)?

Algumas estratégias ou técnicas de treino podem ser adotadas (serão objeto de matérias explicativas específicas):

  • SST (Sarcoplasma Stimulating Trainingou treino estimulante do sarcoplasma );
  • rest-pause (pausa-descanso);
  •  bi-set (série dupla);
  • 3/7.

Essas técnicas ou métodos de treinamento permitem que o treino seja realizado com alta intensidade, com alto volume, sem aumento do tempo da sessão de treino.

Existe uma metodologia que se chama High Density Training (HDT), que é o treino de alta intensidade, alto volume e curta duração. O HDT é basicamente uma combinação de vários métodos na série do treinamento para fugir do tradicional  “fazer a série, descansar, e repeti-la”.

Por exemplo: em 15 minutos uma pessoa pode realizar 4 séries de 10 RM (repetições máximas) com 2 minutos de descanso realizando aproximadamente 40 repetições, ou pode, com a mesma carga inicial, usar uma combinação de intervalos de rest-pause (pausa-descanso), drop set, repetições parciais e repetições isométricas, resultando num total de 120 a 150 repetições, com um volume total muito maior no mesmo espaço de treino.

A seguir, o link de uma matéria sobre métodos de treinamento que podem ser utilizados para aumentar o seu volume de treino e a hipertrofia:

Conclusão

Sempre respeite seu nível de treino. Comece com um volume mais baixo e vá aumentando gradativamente o volume a depender de quantos dias treine na semana (observe o número de séries semanais recomendadas para iniciantes, intermediários e avançados).

À medida que for se aproximando de um nível mais avançado, passe a aumentar gradativamente a intensidade do seu treino com mais volume, para melhores resultados em termos de ganho de massa muscular.

Vale lembrar que é importante periodizar (trocar) corretamente o treino para não entrar em overtraining (fatiga crônica por excesso de treino a longo prazo). Lembre-se que o treino deve ter qualidade e intensidade. O aumento do volume do treino ou da sua quantidade não pode tornar muito extensa a sessão de treinamento (em torno de mais de 50 minutos).

Procure sempre um profissional de educação física competente para orientação e direção acerca da melhor estratégia de treino, de acordo com seu nível, objetivo e tempo disponível, dentre outros fatores pessoais que devem ser observados.

Curta, compartilhe e comente no Instagram

 


User Feedback

Recommended Comments

Agora, contribuinte disse:

Professor @Gilvan Carlos do Nascimento Júnior, pode explicar um pouco sobre os métodos de treinamento, principalmente sobre o 3/7 e SST? Nunca tinha ouvido falar sobre eles! Obrigado!

O metodo 3/7 é funciona basicamente assim: o praticante irá colocar uma carga que faça no máximo 8 a 12 repetições e vai  realizar 3 repetições pausa 10 "faz 4 repetições pausa 10" faz 5 repetições pausa 10" faz 6 repetições pausa 10" e finaliza com 7 repetições, descansa de 1 a 2 minutos para repetir a série mais uma ou 2 vezes dependendo do nível do praticante e fase atual da periodização do treino. No total vc um volume de 25 repetições com uma carga que ele faria no máximo 12 repetições ou seja mais do que dobra as repetições, prolonga a falha, e o SST tem 3 variações dele, é mais complexo de explicar ele aqui Mais vou explicar uma das variações, vai colocar carga pra 8 rep máximas e realizar 3 séries até a falha com 15" descanso aí reduz 20% da Carga e faz até a falha com a excêntrica em 5 segundose concêntrica 1, depois reduz carga 20% faz até a falha com concnetirca em 5 segundos e excêntrica ao contrário da etapa anterior, aí pra finalizar ainda descansa 10" e sustenta na isometria até a falha, essa é uma das variações que tem do método, diria q a mais complexa ainda tem outras duas, uma vc vai por uma carga de 10 rep e fazer séries até a falha variando o tempo de descanso em 45/30/15/10/15/30/45 segundos, essa é outra variação do método e ainda tem mais outro mais pra não ficar MT longo a explicação parar por aqui, são excelentes método avançado para quem já tá no platô é sensacional precisa estar apto para realizar lo 

Em 31/07/2019 em 15:43, Nandinha maromba disse:

Excelente materia, parabéns ao autor, bem esclarecedor

Obrigado fico feliz de ter contribuído de alguma forma 

Share this comment


Link to comment
Share on other sites
1 hora atrás, Gilvan Carlos do Nascimento Júnior disse:

metodo 3/7

 

1 hora atrás, Gilvan Carlos do Nascimento Júnior disse:

o SST tem 3 variações dele, é mais complexo de explicar ele aqui

@Gilvan Carlos do Nascimento Júnior já temos um bom tema para próximas matérias! Seria legal abordar os métodos de treinamento de modo mais detalhado, talvez uma boa matéria sobre cada um deles individualmente.

Share this comment


Link to comment
Share on other sites
Agora, fisiculturismo disse:

 

@Gilvan Carlos do Nascimento Júnior já temos um bom tema para próximas matérias! Seria legal abordar os métodos de treinamento de modo mais detalhado, talvez uma boa matéria sobre cada um deles individualmente.

Show podemos ver essa possibilidade sim 

Share this comment


Link to comment
Share on other sites
15 horas atrás, Gilvan Carlos do Nascimento Júnior disse:

O metodo 3/7 é funciona basicamente assim: o praticante irá colocar uma carga que faça no máximo 8 a 12 repetições e vai  realizar 3 repetições pausa 10 "faz 4 repetições pausa 10" faz 5 repetições pausa 10" faz 6 repetições pausa 10" e finaliza com 7 repetições, descansa de 1 a 2 minutos para repetir a série mais uma ou 2 vezes dependendo do nível do praticante e fase atual da periodização do treino. No total vc um volume de 25 repetições com uma carga que ele faria no máximo 12 repetições ou seja mais do que dobra as repetições, prolonga a falha, e o SST tem 3 variações dele, é mais complexo de explicar ele aqui Mais vou explicar uma das variações, vai colocar carga pra 8 rep máximas e realizar 3 séries até a falha com 15" descanso aí reduz 20% da Carga e faz até a falha com a excêntrica em 5 segundose concêntrica 1, depois reduz carga 20% faz até a falha com concnetirca em 5 segundos e excêntrica ao contrário da etapa anterior, aí pra finalizar ainda descansa 10" e sustenta na isometria até a falha, essa é uma das variações que tem do método, diria q a mais complexa ainda tem outras duas, uma vc vai por uma carga de 10 rep e fazer séries até a falha variando o tempo de descanso em 45/30/15/10/15/30/45 segundos, essa é outra variação do método e ainda tem mais outro mais pra não ficar MT longo a explicação parar por aqui, são excelentes método avançado para quem já tá no platô é sensacional precisa estar apto para realizar lo 

Obrigado fico feliz de ter contribuído de alguma forma 

Virei seu fã @Gilvan Carlos do Nascimento Júnior! Explicou tudo completinho! 👏🏻 Esperando as próximas publicações!

Share this comment


Link to comment
Share on other sites


Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Add a comment...

×   Pasted as rich text.   Paste as plain text instead

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.


  • Similar Content

    • By Batata...
      O que fazer quando não se pode consultar um nutricionista?
      Nem todos podemos ir a um nutricionista esportivo, seja por falta de dinheiro, seja pela falta de bons profissionais, ou por outro motivo. Este artigo não irá suprir a carência de um nutricionista, pois você dificilmente irá saber como funcionam as interações de alimentos, como podem ser manipulados ao seu favor. Por isso, é tão importante um nutricionista, mas nosso objetivo aqui é dar dicas de como montar uma dieta (repisando: para quem não pode ir a um nutricionista).
      Dieta é fundamental
      A dieta é o ponto fundamental na construção de qualquer objetivo, seja ela para ganho de massa muscular ou para perda de gordura, definição e etc. Precisamos ter uma dieta que atenda nossas individualidades, que supram nossas necessidades e que sejam feitas baseada em nossos objetivos.
      Princípios básicos de dietas
      Devemos fazer um levantamento de nossos dados, número de refeições, horários e verificar a adequação de macronutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras) e micronutrientes (vitaminas e minerais) de acordo com nossas necessidades e levando em conta idade, sexo e estado fisiológico.  
      Temos que determinar o valor energético total, estimativa individual das necessidades energéticas, considerando fator atividade.
      O número de refeições deve variar entre 4 a 6 refeições/dia, podendo ultrapassar esse número. Devemos planejar e distribuir o valor energético total entre as refeições, deve-se verificar a adequação de macro e micronutrientes de acordo com cada objetivo.
      É interessante mantermos uma boa distribuição ao longo do dia e ter uma boa variedade no cardápio e utilizar maior quantidade de alimentos in natura diminuindo o consumo de alimentos muito processados. 
      Tipos de alimentos
      Alimentos e grãos integrais, como pão integral, quinoa e arroz integral devem ter preferência, ao contrário dos refinados – em geral, brancos. Eles contém uma gama de vitaminas e minerais que, durante o processo de refinamento, são perdidos, assim como as fibras. Sem falar no menor índice glicêmico, ou seja, os carboidratos neles contidos causam menos picos de insulina, que é algo importante para quem tem interesse em reduzir ou manter seu peso.
      Frutas e vegetais devem fazer parte de uma dieta balanceada. Frutas como morango, framboesa, ameixa, maçã e melão possuem muitos anti-oxidantes, que são substâncias que ajudam a prevenir a formação de radicais livres no organismo. Radicais livres, em última análise, são danosos e podem causar desde envelhecimento precoce até câncer.
      Micronutrientes são importantes
      Micronutrientes têm um papel muito importante dentro do organismo e dentro do anabolismo muscular também. São responsáveis por diversos co-fatores dentro do organismo humano e responsáveis também por uma melhor qualidade na vida. Um exemplo de co-fator que os micronutrientes participam é referente a síntese proteica, super importante para nós praticantes de musculação.
      Portanto não deixe de incluir legumes, verduras, frutas, folhas em sua alimentação. 
      Gorduras também são necessárias
      Você precisa de gorduras para sobreviver, especialmente para o funcionamento do cérebro, que é composto de gordura em 2/3, além do sistema nervoso em geral e produção de hormônios.
      Coloque ênfase em óleos e gorduras saudáveis na sua dieta: especialmente mantendo o equilíbrio de ômega 3 e ômega 6, que possuem ação anti-inflamatória, ajudando na cura e prevenção de várias condições clínicas. Minimize o consumo de gorduras saturadas de fonte animal: dê preferência a cortes magros, e laticínios desnatados.
      Altos níveis de gordura saturada estão ligados a aumento do colesterol ruim (LDL) e doenças cardiovasculares, além de cânceres.
      Evite gorduras trans, algumas ocorre naturalmente em carnes e laticínios, mas a maioria é adicionada artificialmente, e essas gorduras não têm qualquer benefício para a saúde, muito pelo contrário, aumentam o colesterol ruim, e como se não bastasse, ainda reduzem o bom (HDL).
      Ganho de Massa Muscular
      O ideal é que você ganhe 0,5Kg/semana de massa (mais que isso pode passar a ser gordura). Se não estiver conseguindo atingir esse objetivo, aumente em 10 a 20% sua quantidade calórica. Se tiver ganhando mais do que isso, diminua a quantidade de calorias em 10%.
      Definição Muscular
      Procure perder de 0,5 a 1Kg/semana (mais do que isso pode ser massa muscular). Se não estiver reduzindo o peso diminua em 10% sua quantidade calórica, se estiver perdendo mais do que isso, deixe seu déficit calórico em apenas 10%.
      Montando sua dieta
      Cada refeição deve ser estruturada para incluir uma fonte de proteína de qualidade e uma de carboidrato complexo e fibroso. Essa combinação de proteína e fibras fará com que a digestão dos carboidratos seja mais lenta, evitando picos de insulina.
      Calcule sua quantidade de calorias diárias, depois faça a divisão correta da quantidade de proteínas, carboidratos e gorduras da sua dieta. A primeira regra é: sempre coma proteínas (de qualidade e carboidratos juntos, prestando atenção apenas na quantidade de cada macronutriente que você irá ingerir.
      Comer carboidratos sozinhos, principalmente carboidratos simples (doces, pães brancos, biscoitos e etc), causará um rápido aumento da taxa de açúcar no sangue. Adicionando-se proteínas irá diminuir a digestão dos carboidratos, deixando seus níveis de açúcar mais estáveis, além do que, você ficará mais saciado durante mais tempo. O consumo de proteínas em cada refeição aumentará o efeito térmico em seu corpo, acelerando seu metabolismo.
      Um bom ponto de partida para a maioria das pessoas na divisão de macronutrientes será algo em torno de:
      Carboidratos 50%,  Proteínas 30% e Gorduras 20% - com pequenas variações para mais ou para menos.
      Para você montar sua própria dieta é importante que você saiba que:
      1 grama de carboidrato possui 4 calorias; 1 grama de proteína possui 4 calorias; 1 grama de gordura possui 9 calorias (não importa o tipo de gordura, boa ou ruim, as calorias são as mesmas). Segue um sistema de  planilhas onde você pode calcular sua Taxa de metabolismo Basal (TMB) - seu valor energético total (VET) - uma planilha de alimentos para pesquisa e outra para montagem da sua dieta. 
      Uma planilha para dias "ON" com treinos e outra para dias "OFF" sem treinos e uma planilha para impressão. Há uma introdução na planilha que explica como utilizá-la.
      Tabela_Dieta_Alimentos.xlsx
      Referências:
      Phytonutrients as therapeutic agents
      Dietary fats and health: dietary recommendations in the context of scientific evidence.
    • By Na Area
      Um cara tah vendendo GLICEROL PURO (100%) ou glicerina, e tá dizendo que há um ganho de massa de até 2kg por mês e que não é gordura e quando parar de tomar perde só de 10 a 20% do que ganhou...
      https://www.gigafarma.com.br/glicerina-bi-dest-farmax-100ml-un.html
      É verdade?
      Os entendidos aí, tem como ser?
      Eu sei que ele causa hiper-absorção de água, mas daí a construção muscular é um caminho bizarro hein?
      Abraço

    • By torque
      Já vi em vários tópicos muita gente preocupada com o fato dos exercícios aeróbios poderem atrapalhar o processo de hipertrofia muscular.
      Isso realmente pode ocorrer se o volume de treinamento aeróbio for alto, mas o fato é que muitos não se dão conta de que o cortisol, o hormônio catabólico que é o maior vilão do crescimento muscular, é segregado para a corrente sanguínea não apenas pelo estímulo do estresse físico, mas também pelo estresse mental ou emocional.
      Assim, pessoas que ficam muito tensas, agitadas, ansiosas, e deprimidas durante o dia , têm também uma maior concentração desse hormônio no sangue, e seus músculos terão uma maior dificuldade em hipertrofiar, já que o cortisol rivaliza com a testosterona durante o processo de recuperação e anabolismo das proteínas contráteis no descanso entre as sessões de treinamento.Sei que é difícil não se estressar nos dias de hoje, mas para potencializar a hipertrofia é importante buscar relaxar o máximo possível, fazer atividades de lazer ou que sejam prazeirosas e esquentar menos a cabeça com problemas do dia-a-dia.Os seus músculos e todo o seu corpo com certeza agradecerá.

    • By Renato França
      Muitas mulheres se queixam de dificuldade para ganhar massa muscular (mesmo com treino regular e dieta), flacidez, celulite, retenção hídrica e facilidade para engordar ou dificuldade de perder gordura. Não é novidade para ninguém que alimentação desequilibrada e sedentarismo contribuem para tudo isso. Mas hoje vou trazer algumas informações sobre outro fator, os anticoncepcionais, que pode ter relação com essas queixas e que está presente na vida de boa parte das mulheres em idade reprodutiva.

      O uso de anticoncepcionais é muito difundido hoje em dia e é prescrito para diversas finalidades, não só inibir a ovulação e agir como contraceptivo propriamente dito. Mas também, em alguns casos, para controle da oleosidade da pele e acne, síndrome dos ovários policísticos, irregularidades do fluxo menstrual, hirsutismo (produção excessiva de pêlos nas mulheres). O problema é que muitas vezes para controlar um desses aspectos, ocorre a desregulação de todo eixo dos hormônios sexuais e outros sintomas surgem, ou seja, “tampa de um lado e descobre de outro”. 

      Vários desses sintomas e queixas são gerados e/ou piorados por maus hábitos de vida, resistência à insulina, dieta com alta carga inflamatória, deficiências nutricionais, má gestão do stress, etc. Então, se melhorar a dieta e atuar na correção desses desequilíbrios, não haveria necessidade do uso dos anticoncepcionais para fins secundários. Já para o fim primário, a contracepção, há métodos não hormonais que podem ser usados e isso tem de ser conversado e acordado com o ginecologista de acordo com o caso de cada paciente.

      A maior parte dos contraceptivos, seja por via oral (pílula), transdérmico (adesivo) ou anel vaginal, são contraceptivos combinados, compostos de um tipo de estrogênio associado a uma progestina. Ambos são hormônios sintéticos e, portanto, são interpretados de forma diferente do estrogênio e progesterona produzidos pelo corpo, o que leva a uma cascata de alterações hormonais. Vou falar de algumas delas que podem levar a uma maior resistência na obtenção de resultados de hipertrofia muscular e redução do percentual de gordura com a dieta e treino.

      Os hormônios sexuais, como a testosterona, circulam no sangue com uma parte ligada a albumina, parte ligada a globulina ligadora dos hormônios sexuais (SBGH) e uma parte livre (fração ativa do hormônio). É bom salientar que a testosterona é produzida em maior quantidade por homens, mas as mulheres também produzem testosterona (10 a 25 vezes menos) e ela tem funções fisiológicas importantes também no corpo feminino.

      Quando uma mulher toma um anticoncepcional composto por hormônios sintéticos, eles se ligam muito mais a albumina sérica do que a globulina ligadora dos hormônios sexuais (SBGH) e ocorre uma resposta exacerbada na produção de SHBG. Com uma quantidade de SHBG muito maior do que o necessário para transportar os hormônios sexuais produzidos pelo corpo, praticamente toda a testosterona fica ligada a SHBG e sobra uma fração ínfima de testosterona livre (fração ativa da testosterona). Essa baixa testosterona livre, mesmo que o valor de testosterona total esteja normal, pode levar a sintomas de deficiência de testosterona como: maior dificuldade para ganho de massa muscular, maior tendência ao ganho de gordura e retenção hídrica, baixa libido, maior sensação de fadiga e cansaço físico e mental.

      Essa alterações hormonais são confirmadas nos exames de sangue que solicito e analiso das minhas pacientes em uso de anticoncepcionais. Algumas delas demonstram maior dificuldade em evoluir em resposta a dieta e treino. Vamos a alguns dados da literatura:

      Um estudo feito por Piltonen e colaboradores (2012), no Departamento de Ginecologia e Obstetrícia de Oulu na Finlândia, verificou que o uso de anticoncepcionais combinados tanto por via oral, transdérmica e vaginal, em mulheres jovens e com peso normal, levou ao aumento de marcadores de inflamação crônica (proteína C reativa), piora da sensibilidade à insulina, aumento da SHBG e consequentemente redução da testosterona livre. Ou seja, independente da via de administração as alterações metabólicas são as mesmas.

      Lee e colaboradores (2009) analisaram a resposta em mulheres jovens (18 a 31 anos) a 10 semanas de treino resistido e verificaram um ganho muscular 40% menor em mulheres que faziam uso de contraceptivos orais em comparação às mulheres que não faziam uso. Os autores concluíram que esse resultado negativo no grupo que tomava anticoncepcional se deveu aos menores níveis de DHEA e S-DHEA (importantes para síntese de testosterona), IGF-1 (fator de crescimento semelhante à insulina – importante para a construção muscular) e maior nível de cortisol (hormônio do stress, que tem ação catabólica).
      Além disso, os autores comentaram que outro fator que limitou o ganho muscular foi que as progestinas que compõe o anticoncepcional se ligam competitivamente aos receptores de testosterona, impedindo a ligação da própria testosterona ao seu receptor e assim reduzindo seus efeitos.

      Não comentei sobre o risco de trombose venosa, pois não era o foco do texto. Mas, basta uma lida rápida na bula de um anticoncepcional que você verá o tanto de ressalvas e alertas quanto ao aumento do risco de eventos tromboembólicos. 

      A minha dica é, pense 2 vezes em tomar ou continuar tomando anticoncepcionais hormonais e converse com um médico ATUALIZADO e com visão global da sua saúde. Também não se engane pensando que os que são de baixa dosagem são inofensivos, pois essas alterações são observadas inclusive nesses casos (vejo isso na prática nos resultados dos exames de pacientes). Se quiser tirar a dúvida, minha dica é que faça regularmente exames de sangue completos para monitorar todas essas variáveis e não colocar sua saúde em risco, nem limitar seus resultados da dieta e treino.

      Por fim, não quero dizer que mulheres que tomam anticoncepcionais não podem conseguir alcançar bons resultados estéticos, porque tenho pacientes que mesmo tomando chegam a excelentes resultados. No entanto, provavelmente se não tomassem chegariam um pouco mais longe.
      Por Nutricionista Renato França
      Sócio-proprietário da Clínica de Nutrição Esportiva e Funcional Renato França em Brasília - DF Diplomado pelo The Institute for Functional Medicine (EUA) Especialista em musculação e treinamento de força pela UnB Instagram: https://www.instagram.com/nutricionistarenatofranca/ Fanpage: https://www.facebook.com/renato.franca1
    • By Rafael Bracca dos Santos
      Encontramos muitas opções de  suplementos no mercado, porém, alguns deles são os que consideramos de maior importância no processo de saúde, longevidade e, também, performance.
      Existe uma épica frase que diz assim: "que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio", Hipócrates - pai da medicina moderna.
      Então devemos primeiramente, antes de pensar em remédio, pensar nos "remédios da farmácia de Deus", que são nossos alimentos. A cura e a prevenção da maioria das doenças está tudo na natureza que Deus criou.
      Lembrando que este artigo é informativo e de forma alguma tem a intenção de realizar alguma prescrição generalizada, o que seria incabível, antiético e sem sentido.
      Segue abaixo uma lista de alguns suplementos que consideramos essenciais para saúde, performance e longevidade.
      Magnésio Dimalato
      Pode ser manipulado na forma de Dimalato, que é uma forma quelada, deste mineral.
      Os minerais só são altamente biodisponiveis se ingeridos na forma quelada. Uma forma interessante é o ZMA, que é a junção de Zinco + Magnésio, contanto que seja de alta qualidade como o ZMA da @blackskullusa, por exemplo.
      O Magnésio é considerado um santo remédio. Remédio da farmácia de Deus, melhor antiarrítmico existente no planeta:
      bom para o cérebro; bom para combater dores; bom para fibromialgia; ajuda a prevenir diabetes; fortalece os ossos através da fixação de cálcio neles; ajuda a regular o potássio no corpo; rejuvenesce todo o organismo; diminui a insônia por regular o GABA no nosso sistema (ótimo se ingerido com glutamina); participa da regulação e formação do ciclo de Krebs; sintetiza a Glutationa, que é o antioxidante mais poderoso do seu corpo, e ele precisa de magnésio para sua formação; participa de mais de 300 funções bioquímicas do nosso corpo. Aproximadamente 80% das pessoas no mundo são deficientes de magnésio. As melhores formas apresentadas em forma de suplementos são magnésio dimalato, magnésio aspartato (fórmula do Zma @blackskullusa), treonato de magnésio, citrato de magnésio e cloreto de magnésio.
      Outro detalhe importante é que não adianta pedir magnésio sérico como forma de exame para deficiência do mineral. Esta base não é das melhores para identificar deficiência.
      Temos 9 possíveis sintomas de deficiência de magnésio, que são:
      cãibras nas pernas; insônia; dores musculares (fibromialgia); ansiedade; hipertensão; diabete tipo 2; fadiga; dores de cabeça (enxaqueca); osteoporose. A junção de zinco e magnésio também pode ser considerada uma combinação fantástica para estímulo natural de testosterona. Para aqueles que buscam melhora da disposição, melhora da qualidade do sono e melhor recuperação muscular.
      Este é um aliado que consideramos vital, não só para benefícios diretos citados acima, como também indiretos. Toda doença hoje tem algum grau de associação com deficiência de magnésio (Dr Normal Shealy, 2013, PhD, Neurocirurgião americano).
      DHA 500mg ou Ômega 3 1g
      Este é um maravilhoso suplemento que deve fazer parte da dieta de todas as pessoas.
      Porém, existem muitos ômega 3 de péssima qualidade no mercado. Para saber a qualidade, primeiramente, devemos avaliar o preço. Produtos que custam menos de R$ 75,00 a R$ 90,00 para 120 cápsulas dificilmente serão de alta qualidade.
      Outro marcador interessante é o cheiro. Se você abrir o pote e ele apresentar cheiro de peixe, provavelmente está altamente contaminado.
      Ômega 3 deve se ter sua encapsulação com altos padrões de qualidade e isso tem um custo, como citei acima. Estes ômega 3 baratinhos de farmácia são péssimos e ainda podem causar intoxicação com mercúrio, além, de gerar azia e refluxo.
      Portanto, tome estes cuidados para garantir os benefícios de melhora da saúde. O ômega 3 é excepcional para:
      fornecer ação anti-inflamatória; aumentar o sistema imune; melhorar a qualidade da pele; tem ação antitrombótica; inibe agregação plaquetária; promove a saúde cardiovascular; diminui as chances de alzheimer no futuro; dentre muitos outros benefícios. Iodo Lugol 5%
      Considerado um suplemento excepcional para aumentar a capacidade neuronal e cognitiva, saiba que você ingere metade do Iodo que seu pai ingeria no passado.
      Japoneses consomem 100 vezes mais iodo por dia  que o brasileiro. É inquestionável a inteligência diferenciada dos japoneses. Hoje o solo é pobre e o iodo que utilizamos no sal é apresentado na forma orgânica, que pode ser cancerígena se consumida em excesso.
      Iodo deve ser consumido na forma inorgânica. "Ah, mas eu não tenho bócio", ok, não estamos discutindo saúde básica, sobrevivência, estamos discutindo sobre ter uma saúde de excelência que gere longevidade e menor risco de doenças futuras como câncer de mama, câncer de ovário ou câncer de próstata por exemplo, que são coisas completamente distintas.
      O Iodo é desintoxicante, desinfetante, elimina metais pesados, quela mercúrio, quela chumbo, quela cádmio, você não fica gripado, dentre outros benefícios.
      Existem vários livros médicos relatando esses benefícios como o Livro do Dr David Bronstein, maior especialista de Iodo e tireóide no mundo. E aqui no Brasil um livro muito interessante do Dr Juliano Pimentel.
      Pessoas com hipotireoidismo também podem se beneficiar com o uso conjunto de Lugol, selênio e zinco.
      Em muitos casos, pacientes que estão usando doses altíssimas de T4 sem que o problema da tireóide seja resolvido, podem usar conjuntamente com o tratamento medicamentoso estes três suplementos citados acima (Lugol, selênio e zinco).
      Eles podem auxiliar a tratar o problema, não deixando ativar o t3 reverso, e com muito menos t4 já se pode resolver o problema.
      Uma regra importante é que você necessita ingerir, juntamente com o iodo, o selênio,  para garantir ótima absorção.
      Selênio
      Uma cápsula em jejum com Lugol 5% é excelente para regulação do sistema endócrino e coadjuvante no processo de absorção do Iodo (LUGOL 5%).
      A dose depende de cada pessoa. Benefícios:
      combate radicais livres; aumenta a imunidade; auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares; auxilia na perda de peso; auxilia no trabalho nutricional de aumento de massa muscular. Vitamina D3
      A dose individual depende do resultado dos exames sanguíneos. A deficiência de vitamina D é verificada em 97% dos brasileiros. Esta vitamina é considerada o melhor anticâncer existente no planeta.
      Procure manter altos no sangue os níveis de vitamina D, ele deve estar sempre acima de 50 nanogramas por ml, por isso, a necessidade dos exames, inclusive este dado está publicado na literatura.
      A vitamina D protege o organismo de 85% dos cânceres que você poderia eventualmente desenvolver.
      Ela deve ser consumida com algum tipo de gordura por ser lipossolúvel.
      Tomar sol também pode ser uma opção "natural" para aumentos dos níveis de vitamina D (necessita ser entre 12h e 14h, por 20 minutos por dia, com 70% do corpo descoberto).
      Vitamina K2
      É a vitamina antienvelhecimento. Afirma-se que 80% das doenças cardíacas e morte súbita poderiam ser completamente evitadas se este nutriente não estivesse deficiente.
      Em uma semana sem ingesta já se encontra em deficiência. Anti-rugas, anticáries e anticâncer. É considerada a peça chave que estava faltando no quebra-cabeça da nutrição adequada.
      Excepcional captador de cálcio, removendo, por exemplo, uma calcificação da válvula aórtica e sinalizando para os ossos que é onde deveria estar diminuindo o risco de DCV e acabando com a osteoporose, duas doenças consideradas irmãs.
      Outro fator importantíssimo, e que deveria ser obrigatório, é o uso da combinação de vitamina K2 (carreador de cálcio, tirando da artéria e enviando pro osso), magnésio (auxilia o cálcio a segurar no osso) e vitamina D3 (garante melhor absorção do cálcio) em pessoas que estão suplementando com cálcio.
      E há derivados ainda melhores, como uma Whey Protein de alta qualidade, como é o caso da Whey Zero da @blackskullusa, onde cada 100g de produto fornece cerca de 600mg de cálcio altamente biodisponível.
      Essa medida garante que todos os benefícios possam ser desfrutados sem risco de osteoporose, DCV, morte súbita, AVC dentre outros problemas relacionados à calcificação de artérias por deficiência nutricional.
      Custos
      "”Ah mas essa suplementação é cara?".  Isso depende do que você considera caro. Quem não investe em saúde hoje, investirá na doença amanhã.
      Vejo muitas pessoas gastarem R$ 200,00 a R$ 300,00 em uma festa para ficarem 2 a 3 horas. Pergunto: uma suplementação para 30 dias por menos de R$ 500,00  é cara?
      Caso sua saúde seja sua prioridade, não é caro.
      Vamos analisar a média em reais desse investimento por mês:
      vit D3; vit K2; magnésio dimalato; Lugol 5%; selênio; ômega 3 1g. Total deste investimento: R$ 250,00 por mês.
      Não são essas fórmulas manipuladas que custam R$ 2.000,00 a R$ 3.000,00 por mês como algumas pessoas pensam. Não são essas fórmulas caríssimas que são essenciais à saúde.
      É possível a suplementação para se ter saúde com produtos com preço infinitamente mais acessível.
      As formulações acima citadas podem ser inseridas na rotina nutricional por um custo baixo e são suficientes para a maioria das pessoas.
      Espero que tenham gostado do material apresentado. Para saber exatamente quais suplementos tomar e a posologia para prevenção, tratamento e manutenção da sua saúde, procure um nutricionista ou médico nutrólogo.
      Sigam no instagram:
      @clinicaortomecularbracca @rafaelbracca Referências bibliográficas:
      A.V da Costa. O magnésio e o que ele pode fazer por você. E. Thesaurus, 2010. Brasília, pág. 283.
      Alzheimer’s Association. Alzheimer’s facts and figures. https://www.alz.org/alzheimers-dementia/facts-figures
      Acetyl-L-Carnitine WebMD. Vitamins and Supplements. Acetyl-L-Carnitine. Accessed 5-14-14, https://www.webmd.com/vitamins-and-supplements/qa/what-is-acetyllcarnitine-alc
      Brownstein D. Clinical Experience with Inorganic Non-radioactive Iodine/Iodide. The Original Internist. 12(3):105-108, 2005.
      D’Amour P, Rousseau L, Hornyak S, Yang Z, Cantor T. Influence of Secondary Hyperparathyroidism Induced by Low Dietary Calcium, Vitamin D Deficiency, and Renal Failure on Circulating Rat PTH Molecular Forms. Int J Endocrinol.
      Finley JW, Bogardus, GM. Breast Cancer and Thyroid Disease Quart. Review Surg Obstet Gyn 17:139-147, 1960.
      Garcia-Solis Pand others. Inhibition of N-methyl-N-nitrosourea-induced mammary carcinogenesis by molecular iodine ([I.sub.2]) but not by iodide (I) treatment: evidence that [I.sub.2] prevents cancer promotion. Mol Cell Endocrinol2005;236:49-57.
      Ghent WR and others. Iodine replacement in fibrocystic disease of the breast. Can J Surg 1993;36:453-460.
      Henderson S. High carbohydrate diets and Alzheimer’s disease. Med Hypotheses 2004; 62:689- 700.
      Hollowell J. Use of Iodine for Water Disinfection: Iodine Toxicity and Maximum Recommended Dose. Environmental Healthy Perspectives, Aug 1, 2000.
      Institute of Medicine (US) Committee to Review Dietary Reference Intakes for Vitamin D and Calcium; Ross AC, Taylor CL, Yaktine AL, et al., editors. Dietary Reference Intakes for Calcium and Vitamin D. Washington (DC): National Academies Press (US); 2011
      Jones G. Pharmacokinetics of vitamin D toxicity. Am J Clin Nutr. 2008;88(2):582S-6S. [Pubmed].
      Johnson RJ et al. Potential role of sugar (fructose) in the epidemic of hypertension, obesity and the metabolic syndrome, diabetes, kidney disease, and cardiovascular disease.
      Kanazawa I, Tanaka K, Ogawa N, Yamauchi M, Yamaguchi T, Sugimoto T. Undercarboxylated osteocalcin is positively associated with free testosterone in male patients with type 2 diabetes mellitus. Osteoporos Int. 2013;24(3):1115-9.
      Khansari N et al. Chronic Inflammation and Oxidative Stress as a major cause of agerelated diseases and cancer. Recent Patents on Inflammation and Allergy Drug Discovery 2009, 3, 73-80.
      Kirmani S, Atkinson EJ, Melton LJ 3rd, Riggs BL, Amin S, Khosla S. Reltationship of testosterone and osteocalcin levels during growth. J Bone Miner Res. 2011;26(9):2212-6.
      Leaky gut and magnesium deficiency: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK507249/
      Magnesium Therapy, by Patricia Ann Braun, M.D. http:// pbraunmd.org/magnesium.htm.
      Magnesium: The Nutrient that Could Change Your Life, by J.I. Rodale http://www.mgwater.com/rodtitle.shtml
      McCANN JC and AMES B. Vitamin K, an example do triage theory: is micronutrient inadequacy linked to diseases of aging? Am J Nutr 2009, Oct, 90(4): 889-907.
      McTiernan A and others. Incidence of Thyroid Cancerin Women in Relation to Known or Suspected Risk Factors for Breast Cancer. Cancer Research 47, 292-295, January 1, 1987.
      McCullough ML, Bostick RM, Daniel CR, Flanders WD, Shaukat A, Davison J, Rangaswamy U, Hollis BW. Vitamin D status and impact of vitamin D3 and/or calcium supplementation in a randomized pilot study in the Southeastern United States. J Am Coll Nutr. 2009;28(6):678-86. [PubMed].
      Mercola J. Avoid This Food to Help Slow Aging. Mercola.com. February 22, 2012 http://bit.ly/S3Nf84.
      M.G. Enig. Know Your Fats: The Complete Primer for Understanding the Nutrition of Fats, Oils and Cholesterol. Bethesda Press, 2000, p. 106.
      Miller, DW. Iodine for Health, http://www.lewrockwell.com/miller/miller20.html.
      Miller, DW. Extrathyroidal Benefits of Iodine. Journal of American Physicians and Surgeons. Volume 11, Number 4, Winter 2006.
      Miller, DW. Iodine for Health. http://www.lewrockwell.com/miller/miller20.html.
      Ottoboni F and Ottoboni A. The Modern Nutritional Diseases. Second Edition. 2012. Chapter Ten : The Diet-Disease Connection; Chapter 12: Disease Prevention- the Shunned Science. Fernley, NV: Vincente Books.
      Reiman E, Kewei C, Alexander G, et al. Functional brain abnormalities in young adults at genetic risk for late-onset Alzheimer’s dementia. Proc Natl Acad Sci USA 2004;101(1):284-289.
      The dangers of magnesium deficiency in endurance athletes: https://www.healthline.com/nutrition/magnesium-deficiency-symptoms
      The Magnesium Miracle, by Carolyn Dean, M.D., N.D., Ballantine Books, 2007.
      Weaver CM, Heaney RP. 2006. Food sources, supplements, and bioavailability. In: WeaverCM, HeaneyRP, editors. Calcium & human health. Totowa , N.J. : Humana Press. 137 p. [Springer].
      Zhang L and others. Nonradioactive iodide effectively induces apoptosis in genetically modified lung cancer cells. Cancer Res 2003;63:5065-5072.
      50, Kiel, D.P., Kauppila, LI., Cupples, LA, Hannan, M.T., O'Donnell, C.J., Wilson and P.W. (2001). Bone loss and the progression of abdominal aortic calcification over a 25-year period: the Framingham heart study. Calcif Tissue Int 68:271-276. Erratum in: Calcif Tissue Int (2004) 74:208. 5l. McFarlane, S.l., Muniyappa. R. Shin, J.J., Bahtiyar: G. and Sowers, J.R. (2004), Osteoporosis and Cardiovascular Disease. Endocrine 23(l): l-l0.
×
×
  • Create New...