Tudo postado por Cláudio Chamini
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Creatina - Entenda Mais A Respeito Deste Suplemento Por Markus B
@fisiculturismo, novidade houve sim, e algumas desfazem dúvidas que aparecem neste próprio tópico. Resumo as principais. Cabelo: o medo de calvície vinha de um único estudo com jogadores de rúgbi, que viu o DHT subir durante a fase de saturação, mas nem mediu queda de cabelo. Um ensaio randomizado publicado no Journal of the International Society of Sports Nutrition testou 5 g por dia de creatina monoidratada contra placebo por 12 semanas em homens treinados, medindo densidade e espessura dos fios, e não encontrou diferença nem no cabelo nem nos hormônios. É um estudo só, curto e com homens, mas é a melhor evidência disponível hoje. Rins: em pessoas saudáveis, as revisões continuam sem mostrar dano renal com as doses usuais. O que muda é a creatinina do exame de sangue, que sobe com a suplementação sem significar lesão. Quem usa creatina deve avisar isso ao médico, para o resultado não ser interpretado errado. Além do músculo: cresceu bastante a pesquisa em idosos, junto com o treino de força, para preservar massa e força, e em função cognitiva, especialmente em situações de privação de sono. Nessa parte os resultados são promissores, mas ainda menos consistentes que no desempenho. Forma e dose: a monoidratada segue sendo a mais estudada, e as formas mais caras não mostraram vantagem. A saturação com 20 g por dia não é obrigatória. Com 3 a 5 g por dia, o músculo satura em três a quatro semanas. @Arnaldo Santos, sobre o suco de uva, o efeito existe, mas não é do suco em si. Carboidrato junto aumenta a insulina, e isso eleva a captação de creatina pelo músculo. Só que os estudos clássicos usaram quase 100 g de açúcar por dose. Na prática, tomar junto com uma refeição, como o @Markus B sugeriu, resolve sem esse excesso de açúcar. @EverTonSN, o seu relato também tem explicação. Uma parte das pessoas responde pouco à creatina, geralmente quem já tem estoques altos no músculo, por exemplo quem come muita carne. E, como o @Markus B disse, o ganho de massa vem do treino e do superávit. A creatina ajuda a treinar mais forte, e é isso que você sentiu. Para conferir a dose de creatina pelo seu peso, a calculadora do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/creatina/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Proteção para ciclo de enantato e dianabol
@rocklock, vou separar as três dúvidas: quando começar a TPC, o que proteger e o que ajustar no próprio ciclo. A TPC depende do éster mais longo do ciclo, que aqui é o enantato. Como ele leva vários dias para cair, a TPC costuma começar por volta de duas semanas depois da última aplicação. O dianabol sai rápido do corpo e não muda essa conta. O clomifeno e o tamoxifeno que você citou são os remédios usados para isso: eles bloqueiam o estrogênio no cérebro e fazem o LH voltar a subir. A duração e a dose dependem do tamanho do ciclo e de como foi a supressão, por isso o ideal é dosar testosterona total, LH e FSH antes de começar e repetir uns 30 a 45 dias depois do fim da TPC. É esse segundo exame que diz se o eixo voltou, não o calendário. Sobre o fígado, a parte do @Batata... sobre água e alimentação faz bem para o corpo todo, mas nenhum chá, fruta ou suplemento protege o fígado contra um 17-alfa-alquilado de forma comprovada. O que protege é dose e tempo. O dianabol a 40 ou 50 mg por dia é uma dose alta, e é ele que mais pesa no fígado, na pressão e na retenção desse ciclo. Doses menores, na faixa de 20 a 30 mg, por quatro semanas, já dão o empurrão inicial que se espera dele, com bem menos carga. Fazer TGO, TGP e GGT antes e no meio do ciclo mostra como o seu fígado está reagindo, e evitar álcool nesse período ajuda mais que qualquer protetor. Dois pontos para não esquecer. O dianabol aromatiza bastante, e junto com 500 mg de enantato o estradiol sobe rápido. Sensibilidade ou caroço no mamilo é sinal para agir cedo, não para esperar. E a pressão costuma subir com essa combinação, então vale medir em casa durante o ciclo. Como você vai montar o ciclo exato num tópico novo, o gerador de protocolo hormonal do site pode ajudar a organizar TPC e exames de controle. É uma simulação para servir de rascunho, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo Deposteron + queda do libido
@Black.Heart, antes de escolher entre HCG, tribulus ou turkesterona, falta o exame que decide o caso: LH e FSH. Testosterona de 257 ng/dl sozinha não diz onde está o problema. Se o LH e o FSH vierem baixos ou no limite inferior junto com a testosterona baixa, o defeito está no comando, no cérebro, e é o padrão típico de eixo que não se recuperou bem depois de um ciclo. Aí faz sentido falar em estimular o eixo, com clomifeno ou HCG, como o @Arnaldo Santos levantou, mas com o médico conduzindo e exames de controle. Se o LH e o FSH vierem altos, o cérebro está mandando o sinal e o testículo não está respondendo. Nesse caso, nenhum estimulante resolve, e a investigação é outra. Junto com eles, vale pedir estradiol, prolactina, SHBG, TSH e repetir a testosterona total de manhã, em jejum, porque um resultado isolado pode enganar. Sobre a receita que você recebeu, o ponto que mais me incomoda é a oxandrolona. Ela é um andrógeno, e qualquer andrógeno de fora sinaliza ao cérebro que tem hormônio sobrando, o que tende a reduzir ainda mais o LH. Para quem quer recuperar a produção própria, ela vai no sentido contrário. Pode até melhorar a libido enquanto você usa, mas mascara o problema. A turkesterona tem pouquíssimo estudo em humanos, e o tribulus, nos estudos controlados, não aumentou a testosterona de homens, mesmo em dose alta. Eu discutiria essa conduta com o endocrinologista, ou buscaria uma segunda opinião com quem trabalhe com hipogonadismo depois de uso de esteroides. Quanto a aplicar testosterona de 15 em 15 dias e depois fazer TPC, isso seria começar um novo ciclo, e você voltaria ao mesmo ponto lá na frente. Se, depois da investigação, o eixo não voltar, a reposição de testosterona bem conduzida é uma opção médica, mas é uma decisão de longo prazo e não deve ser tomada às cegas. O @Micael Silva levantou a ansiedade, e ela pode piorar a ereção, mas com a testosterona total caindo de 997 para 257 não dá para atribuir tudo a ela. Primeiro o hormônio, depois o resto. Sono ruim e ganho de gordura também derrubam a testosterona e merecem atenção. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Sibutramina + Winstrol
@Iniciante2017, perder 17 kg é um resultado muito bom, e o fato de você estar com acompanhamento de endocrinologista ajuda bastante. Vou direto nas duas dúvidas que ficaram. Termogênico junto com sibutramina eu não usaria. A sibutramina age aumentando a ação da noradrenalina e da serotonina, e um dos efeitos conhecidos dela é subir a frequência cardíaca e a pressão. A maioria dos termogênicos é feita de cafeína em dose alta, sinefrina ou outros estimulantes que fazem exatamente a mesma coisa. Somar os dois é somar carga no coração, com palpitação, insônia e ansiedade, sem ganho real na perda de peso. Se um dia surgir a ideia de juntar qualquer coisa, a pessoa certa para decidir é o seu endocrinologista, que conhece a sua pressão e os seus exames. Inclusive o café do dia a dia vale comentar com ele. O winstrol não ajuda a emagrecer. Ele não queima gordura, e em mulher está entre os esteroides que mais causam engrossamento da voz, que costuma ser permanente. O @Toxi e o @Micael Silva estão certos em mandar deixar de lado. O Lipostabil também não é caminho: foi proibido pela Anvisa para gordura localizada. O que mais vai somar agora é o que ainda não entrou: treino. Na perda de peso com remédio, uma parte do que sai é músculo, e é a musculação que segura essa massa e o metabolismo para quando a sibutramina for retirada. Esse é o ponto que o @Toxi levantou sobre o reganho. Começar com duas ou três sessões por semana de corpo inteiro, com caminhada nos outros dias, já faz diferença. Junto com isso, proteína em todas as refeições. O whey que o @Micael Silva citou é uma forma prática de bater a meta, sem precisar de mais nada. Para saber quanta proteína comer por dia com os seus dados, a calculadora do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Oxandrolona: 3 comprimidos por dia - Durateston: 1 ml a cada 3 dias
@Efrain Temoteo, você fez bem em desconfiar. O @Toxi está certo: esse ciclo precisa de TPC, e a lista de suplementos que te passaram não faz o papel dela. Vale entender o porquê. Durante o ciclo, a testosterona de fora desliga o LH e o FSH, e o testículo para de produzir. A TPC existe para religar esse sinal, com medicamentos que agem no eixo, como clomifeno ou tamoxifeno, além de exames que confirmam a volta. Creatina, glutamina, arginina, vitamina C, B12 e caseína podem ter seu lugar na dieta, mas nenhum deles mexe no LH. Usar isso como TPC é sair do ciclo com a produção desligada e torcer para ela voltar sozinha, o que às vezes demora muitos meses, com libido baixa e perda de parte do ganho nesse meio tempo. O argumento de que antigamente ninguém fazia TPC não ajuda: muita gente daquela época ficou com o eixo travado por anos. Fazendo as contas do protocolo: Durateston de 1 ml a cada 3 dias dá cerca de 580 mg por semana. Para um primeiro ciclo é bastante, e 250 a 500 mg por semana já dão resultado claro com menos colateral. As 15 ampolas nesse ritmo duram umas seis semanas e meia. Os 200 comprimidos de oxandrolona, a 30 mg por dia, duram mais de nove semanas. Ou seja, o oral passaria semanas sozinho depois do fim do injetável, sem base de testosterona. Tomar a oxandrolona de 4 em 4 horas não é necessário. Duas tomadas por dia já seguram o nível. Antes de começar, faça exames: testosterona total, LH, FSH, estradiol, hemograma, perfil lipídico e enzimas do fígado. Eles são a referência para saber se a TPC funcionou lá no fim. Para comparar esse plano com um protocolo montado do zero, com TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site serve como rascunho para discutir com um médico, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Durateston e diminuição do libido
@Alessandro Gomes, o que você está sentindo tem explicação, e na grande maioria dos casos de uma aplicação só, volta ao normal. Quando entra testosterona de fora, o cérebro reduz o LH e o FSH, que são os sinais que mandam o testículo produzir testosterona e espermatozoides. Sem esse sinal, o testículo diminui de tamanho, o volume do sêmen cai e, quando a testosterona aplicada vai embora, sobra um período em que a sua produção ainda não voltou. É nessa janela que aparecem libido baixa e dificuldade de ereção. O Durateston tem um éster de ação longa, então o nível dele cai devagar, e a supressão dura mais do que muita gente imagina. Com uma ampola só, a recuperação costuma acontecer em algumas semanas, às vezes um ou dois meses. Não é dano permanente. Sobre o que o @Arnaldo Santos sugeriu: tribulus e ZMA não têm evidência de acelerar essa recuperação, e o Proviron não ajuda o eixo a voltar, ele é um andrógeno e pode até atrasar. Eu não gastaria com eles. O que eu faria no seu lugar: se até umas oito semanas depois da aplicação a libido e a ereção não estiverem melhorando, dosar testosterona total, LH, FSH e estradiol. Esse resultado mostra se o eixo está voltando sozinho ou se está travado. Se estiver travado, um urologista ou endocrinologista pode usar medicação para estimular o retorno, como o @Toxi comentou sobre a TPC. Levar a informação de que você usou Durateston, quando e quanto, poupa tempo na consulta. E a ansiedade conta muito aqui. Preocupação constante com a ereção piora a ereção, o que cria um ciclo difícil. Dormir bem, continuar treinando e evitar ficar se testando ajudam enquanto o corpo se ajusta. Se os pensamentos ruins que você mencionou ficarem pesados, conversar com alguém faz diferença, e o CVV atende de graça pelo 188, a qualquer hora. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Tempo do enantato de trembo no corpo?
@Otavi, a resposta curta é que não existe um jeito de acelerar a saída de um éster injetável, e vale entender o motivo. O enantato de trembolona e o cipionato de testosterona ficam guardados no músculo, dissolvidos no óleo, e vão sendo liberados aos poucos para o sangue. O que limita a velocidade é essa liberação lenta do depósito, não o fígado ou o rim. Por isso, beber muita água, fazer aeróbico, usar diurético ou "desintoxicante" não muda o tempo. As meias-vidas de ésteres como esses ficam em torno de uma semana, com variação grande entre pessoas e entre estudos, e a regra que o @Toxi citou, de cerca de cinco meias-vidas, dá uma ideia de quando o nível no sangue fica desprezível: na faixa de cinco a seis semanas depois da última aplicação. Já a detecção em exame antidoping é outra história. Os laboratórios procuram metabólitos, que podem aparecer na urina por bem mais tempo do que a droga ativa no sangue, e os métodos atuais pegam metabólitos de longa duração de vários esteroides. Diuréticos e agentes mascarantes também estão na lista de proibidos, então tentar acelerar a eliminação só soma outro resultado positivo. Para quem compete em federação testada, a única conta que funciona é não usar. Se a curiosidade for sobre quando o próprio corpo volta a produzir, aí o tempo importa por outro motivo: a TPC começa depois que os ésteres caíram o suficiente, e a recuperação do eixo é confirmada com testosterona total e LH algumas semanas depois do fim da TPC. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Relato Sobre Stimerex ES
@MAROMBATIJUCANO, relato com dados é sempre útil, então deixo algumas observações para quem chegar aqui pesquisando o Stimerex ES. Pelo rótulo, a versão ES traz extrato de efedra, com 25 mg de alcaloides de efedrina por comprimido. É por isso que você sente calor e foco: a efedrina é um estimulante adrenérgico que aumenta frequência cardíaca, pressão e gasto energético. Nos Estados Unidos, o FDA proibiu suplementos com alcaloides de efedrina em 2004, e esse produto chegou a ser apreendido pelas autoridades de lá. Aqui no Brasil, efedrina é medicamento, não ingrediente de suplemento. Sobre a balança: 400 g por dia nos primeiros dias é real, mas não é gordura. Para perder 400 g de gordura por dia seria preciso um déficit de cerca de 3.000 kcal diárias. O que sai no começo é principalmente água e glicogênio, já que estimulantes aumentam a diurese e a sudorese e costumam tirar um pouco do apetite. A perda de gordura de verdade aparece mais devagar, nas medidas e nas fotos ao longo das semanas. Vale continuar o relato justamente por isso, porque a curva das primeiras semanas é a que mais engana. O ponto que eu acompanharia mais de perto é a soma. Você está com testosterona de reposição e oxandrolona, que já mexem com pressão e colesterol, e entrou com um estimulante que sobe a pressão e acelera o coração. Aos 39 anos isso merece pressão medida em casa algumas vezes por semana, em repouso, além de prestar atenção em palpitação, dor de cabeça forte, falta de ar ou dor no peito. Esses sinais pedem parar na hora. Também evite somar outras fontes de cafeína e não use no fim da tarde, porque sono ruim joga contra a perda de gordura. Para acompanhar se a perda está vindo de gordura e não de massa magra, a calculadora de massa magra do site ajuda a comparar as medidas ao longo das semanas: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/massa-magra/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo deposteron+durateston: qual protocolo?
@Ricardopereira, a primeira coisa a saber é que Durateston e Deposteron são o mesmo hormônio. Os dois são testosterona, só muda o éster, que é a "cauda" que controla a velocidade de liberação. O Durateston é uma mistura de quatro ésteres, com 250 mg por ampola de 1 ml. O Deposteron é cipionato de testosterona, com 100 mg por ml, ou seja, 200 mg na ampola de 2 ml. Usar os dois juntos não soma efeitos diferentes, só soma testosterona. Por isso não existe "qual tomar primeiro": o que conta é o total de testosterona por semana. Se você tem os dois em casa, o mais simples é usar um de cada vez. Por exemplo, acabar um e continuar com o outro na mesma dose semanal, ajustando a conta porque as concentrações são diferentes. Para quem nunca usou, a dose costuma ficar na faixa de 250 a 500 mg por semana, dividida em duas aplicações. Acima disso, os colaterais crescem mais rápido do que o resultado. O que o @Arnaldo Santos e o @Toxi quiseram dizer, e eu concordo, é que antes de aplicar você precisa conhecer o básico. Em resumo: Exames antes de começar: testosterona total, LH, FSH, estradiol, hemograma, perfil lipídico, enzimas do fígado e PSA se tiver idade para isso. Saber que a testosterona de fora desliga a sua produção durante o ciclo, e que por isso existe a TPC, que começa algumas semanas depois da última aplicação, dependendo do éster. Ter um plano para os colaterais mais comuns: acne, estradiol alto com sensibilidade no mamilo, hematócrito alto e pressão. Ter dieta e treino organizados, porque sem isso o ciclo vira água e gordura. Para ver um ciclo montado com doses, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site faz uma simulação que pede seus exames e bloqueia cenários de risco. Use como rascunho para discutir, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Deca durabolin: quantas ampolas são permitidas por semana?
Cláudio Chamini respondeu a tópico de Leandro Henrique Pereira dos Santos em Tópicos sobre esteroides@Leandro Henrique Pereira dos Santos, a quantidade não é algo que o paciente escolhe. Quem define quantas ampolas, a dose e a duração é o médico que assina, e é ele quem deve preencher a receita. A deca está na lista de anabolizantes da Portaria 344, que exige receita de controle especial em duas vias, com uma retida na farmácia. Receita assinada em branco para o próprio paciente completar é irregular, e a farmácia pode recusar. O número de ampolas que o @Toxi lembra é da experiência dele, e as regras de validade e preenchimento dessas receitas passaram por atualização recente. O jeito seguro de não errar é pedir ao próprio médico que preencha a quantidade do tratamento que ele planejou e, na dúvida, perguntar ao farmacêutico da farmácia onde você vai comprar, que é quem confere a receita. Aproveitando: se a deca foi indicada para você, vale saber a dose semanal e por quanto tempo antes de comprar, porque isso muda bastante a quantidade de ampolas. Ela suprime a produção natural de testosterona com força e é a que mais costuma derrubar a libido quando usada sem testosterona junto. Se o objetivo é estético e não tratamento, converse isso abertamente com o médico, porque o plano de exames e de recuperação depois muda. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Meu ciclo de oxandrolona e gel de testosterona
@Tie, das coisas que você relatou, a que mais pesa não são as espinhas, é a voz. A mudança de voz por andrógeno vem do engrossamento das cordas vocais, e essa alteração costuma ser permanente, mesmo depois que o hormônio sai do corpo. Enquanto o uso continua, ela pode avançar. Por isso, com a voz mudando há um mês, eu não levaria o ciclo até o fim só para completar o planejado. As últimas semanas acrescentam pouco ao resultado que você já teve e somam risco num efeito que não volta. Vale conversar com o seu médico sobre parar agora, e se a voz não estabilizar, uma avaliação com otorrino ou fonoaudiólogo ajuda a entender o que ficou. Sobre as espinhas: as que vêm do excesso de andrógeno costumam melhorar nas semanas seguintes ao fim do ciclo, à medida que a oleosidade da pele volta ao normal. Nas costas e no peito a melhora é mais lenta, e as manchas que ficam depois podem levar meses para clarear. Se continuar forte, o caminho do @Foston com isotretinoína em dose baixa existe, mas tem duas condições: enzimas do fígado normais depois do ciclo, como ele lembrou, e contracepção rigorosa durante todo o uso, porque a isotretinoína causa malformação grave no feto. Antes disso, dá para tentar tratamento tópico com dermatologista. Também concordo com o @Foston que as doses foram altas para mulher, e o tempo também. Quatro meses é bem mais longo que a maioria dos ciclos femininos de oxandrolona, e chegar a 60 mg por dia, somado ao gel de testosterona no início, explica os colaterais fortes. Num próximo, se houver, dose menor e ciclo mais curto rendem uma proporção bem melhor entre resultado e risco. A bioimpedância do fim vai ser útil. Compare massa magra e água corporal, e não só o peso, porque parte do ganho em ciclo é água e glicogênio. Refazer a medida umas quatro a seis semanas depois de parar mostra o quanto ficou de verdade. E perfil lipídico e enzimas do fígado no fim do ciclo fecham a conta de um uso tão longo. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo deca + dura + bold
@Henrique Parente, o @Toxi já desfez o mito do carboidrato à noite, então vou no que mais pesa nesse ciclo: deca, durateston e boldenona juntas, em dose alta, por oito semanas. O primeiro ponto é o tempo. A deca e a boldenona têm ésteres longos e levam algumas semanas para chegar ao nível estável. Num ciclo de oito semanas, boa parte do período é subida, e o efeito continua por semanas depois da última aplicação. Isso conta na hora de planejar a TPC, que com deca começa bem mais tarde do que com testosterona sozinha. A nandrolona ainda suprime o eixo com força, então a recuperação tende a ser mais lenta. O segundo é a libido. A deca é a que mais costuma derrubar a libido e a ereção, e isso não melhora com anastrozol. Manter a testosterona igual ou acima da dose de deca ajuda. Se mesmo assim a libido cair, vale dosar prolactina e estradiol antes de mexer em qualquer coisa às cegas. O terceiro, e o que eu mais acompanharia, é o sangue. Testosterona, nandrolona e boldenona juntas sobem bastante o hematócrito, e a boldenona é conhecida por isso. Com três injetáveis em dose alta, um hemograma no meio do ciclo, perfil lipídico e pressão medida algumas vezes por semana são o mínimo. Hematócrito acima de 52 a 54% já pede ajuste de dose ou doação de sangue com orientação médica. Sobre "crescer seco": com 14% de gordura e 3.850 kcal, quem define se você cresce seco é o superávit, não a combinação de drogas. Se o peso subir mais de meio quilo a um quilo por semana depois das duas primeiras, a sobra está virando gordura e retenção, principalmente com a deca. Pesar e medir a cintura toda semana mostra isso cedo. Para revisar o ciclo com TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site faz uma simulação que serve de rascunho, não de prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo dura deca oxandrolona com acompanhamento por endocrinologista
@uil, o desconforto no local depois da primeira aplicação de Durateston é muito comum e quase sempre vem do propionato, o éster de ação mais curta da mistura, que irrita o músculo. Costuma doer por dois ou três dias e melhorar com as aplicações seguintes. Ajuda variar o local, aplicar devagar e deixar a ampola em temperatura ambiente antes. O que não é normal é vermelhidão que se espalha, calor no local, inchaço que cresce depois do terceiro dia ou febre. Isso pede avaliação, porque pode ser infecção. Sobre aplicar em dias alternados ou duas vezes por semana: o total da semana é o que decide o efeito. Com 250 mg por semana, tanto faz dividir em duas aplicações de 125 mg ou em doses menores em dias alternados. A frequência maior deixa o nível um pouco mais estável, mas com a mistura de ésteres do Durateston duas aplicações por semana já seguram bem. O que o @trembomon chamou de obrigatório vale mais para quem usa só propionato. Para você, menos furadas também significam menos dor local. Agora, um ponto que pesa mais que a frequência. Você contou ao @Felipemoscardini que a sua testosterona veio baixa. Testosterona baixa com 21% de gordura merece investigação antes de qualquer ciclo: LH, FSH, prolactina, TSH, glicemia e qualidade do sono, porque obesidade abdominal e apneia derrubam a produção. Se a causa for essa, ela continua lá depois do ciclo, e a recuperação volta para o mesmo patamar baixo de antes, ou pior. Por isso guardar os exames de agora é importante: eles são a sua referência para a TPC e para decidir depois se faz sentido uma reposição de verdade. O HCG de 5.000 UI, depois de diluído, tem prazo de validade curto na geladeira, e esse prazo varia conforme o fabricante. Confira a bula do seu antes de planejar as doses. Se o prazo não cobrir as sete aplicações, o melhor é ajustar o esquema ao prazo, e não aumentar a dose só para não perder produto. A oxandrolona subindo até 60 mg por dia nas últimas semanas pesa no colesterol e no fígado. Repetir o perfil lipídico e as enzimas do fígado no meio do ciclo mostra se dá para manter esse plano. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Trembo, Dura, Bold e outros venenos
@STL, a pergunta que você fez ao @fabio28 é a que mais importa no relato dele. Ele mesmo contou que só começou a ver resultado quando mudou a dieta, cortou o álcool e entrou com aeróbico. Com gordura alta, o ciclo não troca gordura por músculo sozinho. Quem tira a gordura é o déficit calórico. O que o hormônio faz é ajudar a manter e até ganhar algum músculo enquanto você está em déficit, o que com 23% de gordura é bem possível, principalmente se o treino estiver bom. Na prática, para o seu caso: déficit moderado, de 300 a 500 kcal por dia, proteína alta, em torno de 2 g por kg de peso, e carga no treino mantida. Se o peso cai rápido demais, perde-se músculo junto, com ou sem ciclo. Pesar e medir a cintura toda semana mostra se a dieta está funcionando, sem depender só do espelho. Vale também uma conta que costuma ser esquecida. Com gordura mais alta, a testosterona converte mais em estradiol, como o @Guaxa explicou, e a pressão e o colesterol já tendem a estar menos favoráveis. Por isso, quem cicla acima do peso deveria fazer exames antes e durante: hemograma com hematócrito, perfil lipídico, enzimas do fígado, estradiol e pressão medida com frequência. @fabio28, sobre o próximo plano de 500 mg de testosterona com 500 mg de trembolona: é uma carga alta, principalmente pela trembolona. Ela derruba o HDL, sobe a pressão, piora o sono e pode subir a prolactina, e isso soma com o que a testosterona alta já faz no hematócrito. Com 19% de gordura, a dieta ainda vai entregar mais do que dobrar a trembolona. Se for ciclar mesmo assim, dose menor de trembolona e exames no meio do ciclo deixam a margem de segurança bem maior. E, como você comentou que o fígado não estava bom antes, vale refazer as enzimas antes de começar, porque a silimarina não substitui esse controle. Para achar as calorias do déficit com os seus próprios dados, a calculadora de cutting do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Oxandrolona + cobavital: posso tomar junto?
@Priscilabarros, pode tomar Cobavital junto com a oxandrolona, não há interação direta entre os dois. Mas vale entender o que o Cobavital faz, porque isso explica o ganho e a perda de peso que você viveu. O efeito dele vem quase todo da ciproeptadina, um anti-histamínico que aumenta muito o apetite e dá sonolência. A cobamamida (uma forma de vitamina B12) entra junto, mas não é ela que faz engordar. Ou seja, você ganhou peso porque passou a comer mais, e perdeu quando parou porque o apetite voltou ao normal e a comida diminuiu. A barriga estufada costuma ser o volume extra de comida e de carboidrato, além de alguma retenção. Saber disso muda a estratégia: o que segura o peso é manter as calorias, com ou sem remédio. Se o Cobavital ajuda você a comer, ele pode ser uma ferramenta por um tempo, mas a meta é chegar numa rotina em que a dieta se sustente sem ele. Como o @Micael Silva e o @fisiculturismo disseram, quem seca é a dieta, não a oxandrolona. Para a sua nutricionista, eu discordo de esconder o uso. Ela precisa saber do Cobavital e da oxandrolona para montar a dieta certa e interpretar os seus exames. Mesmo sem ser esportiva, ela consegue fazer um plano bom se souber o objetivo. Leve também a data do campeonato e a categoria. Isso define se a fase agora é de ganhar ou de secar. Sobre os 33% de gordura, adipômetro é muito dependente de quem mede, e erros grandes são comuns, ainda mais em quem ganhou peso rápido. Vale repetir a medição com outro avaliador, ou fazer uma bioimpedância, antes de decidir a dieta com base nesse número. Duas respostas rápidas. A creatina pode continuar, ela não interfere no ciclo. E não comece TPC no meio do ciclo. Em mulher, ela nem é necessária no formato masculino. Começar com 10 mg, partindo o comprimido em duas tomadas de 5 mg, é uma dose razoável. Como você já tem tendência a espinhas, a oxandrolona pode piorar a pele. Se a acne ficar forte ou a voz mudar, reduza ou pare. E mantenha um anticoncepcional eficaz durante o uso. Para conferir o percentual de gordura com um método padronizado de dobras, a calculadora do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/calculadoras-percentual-gordura-corporal/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Queda de cabelo com propionato
@titanbarbosafc, o @Toxi explicou bem o mecanismo: parte da testosterona vira DHT pela enzima 5-alfa-redutase, e é o DHT que encolhe os folículos de quem tem predisposição genética à calvície. As entradas do lado da sua mãe contam, porque essa herança vem dos dois lados da família. Sobre a queda parar depois do ciclo, a resposta tem duas partes. Uma parte do que você está vendo pode ser só aceleração: fios que já iam cair caem antes, e essa queda diminui quando a testosterona volta ao normal. Outra parte pode ser miniaturização de verdade, fios que voltam mais finos ou não voltam. Essa parte tende a ficar. Quanto mais longo e mais alto o ciclo, maior essa parcela. Seis semanas de 300 mg por semana é um ciclo curto, o que joga a seu favor. O que ajuda agora, de mais para menos eficaz: Reduzir a exposição. Você está na quarta semana de seis. Se a queda estiver forte, encurtar o ciclo é a medida mais direta. Avaliação com dermatologista. Ele consegue diferenciar uma queda passageira de uma calvície que está começando, e discutir tratamento como o minoxidil tópico, que estimula o folículo e não mexe com hormônio. A finasterida reduz a conversão em DHT e é o remédio clássico para calvície masculina, mas também tem efeitos colaterais, como queda de libido em parte dos usuários. Usar só durante o ciclo dá resultado limitado, porque o efeito dela é lento. O saw palmetto tem evidência bem mais fraca que a finasterida. Pode ajudar pouco, mas não conte com ele para conter a queda. Para os próximos ciclos, a lista do @Toxi é útil: os derivados de DHT tendem a ser os piores para o cabelo de quem tem predisposição. Se a calvície se confirmar, vale pesar se o ganho compensa, porque a cada ciclo o folículo perde um pouco mais. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1º Ciclo feminino de oxandrolona manipulada por laboratório
@Carolbitt, que azar com a bolsa. Mas o relato serve justamente para quem está pensando no próximo ciclo, inclusive você, então deixo algumas observações. A menstruação adiantada logo na primeira semana tem explicação. A oxandrolona, como todo andrógeno, interfere no eixo que controla o ciclo menstrual, e a resposta mais comum é o ciclo ficar irregular: adiantar, atrasar, vir mais fraco ou sumir por um tempo. Isso costuma normalizar algumas semanas depois de parar. Escape ou sangramento fora de hora é comum. Já um sangramento muito intenso ou que não para merece avaliação ginecológica. E, como você já não usava anticoncepcional, vale lembrar que menstruação irregular não impede gravidez, e andrógeno na gestação pode masculinizar o feto. Contracepção eficaz durante o ciclo é parte da segurança. Sobre o próximo ciclo, o seu histórico ajuda a decidir a dose. Com a deca você teve rouquidão, e a voz demorou a voltar. Isso mostra que o seu corpo é sensível aos efeitos androgênicos. O @Mestre já tinha observado que 40 mg por dia está acima do que costuma aparecer nos relatos de mulheres. Você ganhou 4 kg em quatro semanas com só algumas espinhas, o que é ótimo. Mas, na mesma dose, um ciclo de oito semanas inteiras aumenta bastante a chance de a voz mudar de novo, e dessa vez pode não voltar. E o mais provável é que a voz tenha voltado porque a exposição foi curta, e não por causa da TPC. Tem ainda um lado prático. Se o custo pesa, uma dose de 10 a 20 mg por dia rende o mesmo frasco por duas a quatro vezes mais tempo, com risco bem menor. Para muitas mulheres, a diferença de resultado entre 15 e 40 mg é pequena perto da diferença no risco. Na dieta, a estrutura está boa, com proteína em quase todas as refeições. Antes do próximo ciclo, perfil lipídico e enzimas do fígado ajudam a ter um ponto de partida para comparar. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Qual seria a melhor droga para ciclar com trembolona e Dianabol? Propionato, ciclo 6 ou stano?
@Pedro Henri, começando pela dúvida das abreviaturas: os números indicam as semanas do ciclo. "1-8" quer dizer da semana 1 até a semana 8, "8-12" da semana 8 até a 12, e assim por diante. Então, no exemplo do @Arnaldo Santos, a trembolona vai da primeira à oitava semana, a boldenona da primeira à décima segunda, o Dianabol entra só nas últimas cinco semanas, o HCG segue até a semana 15, a 16 fica sem nada e a TPC começa na 17. Só não use aquele ciclo como referência para você. São cinco substâncias, com 1.400 mg de injetáveis por semana mais Dianabol, montado por alguém com anos de uso. É o planejamento dele, não um modelo para quem está voltando. Agora, o seu caso. Você ganhou 5 kg em quatro meses só com comida e treino, voltando de uma pausa. Isso é memória muscular funcionando, e ela ainda tem bastante para entregar. A sua meta de 70 a 72 kg está a poucos quilos de distância e é bem possível de alcançar sem nada, em poucos meses. Ciclar agora, nessa fase, troca um ganho que viria de graça por supressão, exames e TPC. Se mesmo assim decidir ciclar, eu deixaria a trembolona de fora. Ela é das mais pesadas que existem: insônia, suor noturno, ansiedade, agressividade, queda do HDL e aumento da pressão, além de poder subir a prolactina. Com o Dianabol junto, que retém líquido e também sobe a pressão, a sua preocupação com retenção se confirma, e a carga no coração é alta. Para um ciclo de bulking moderado, testosterona como base, como o @Arnaldo Santos disse, com no máximo mais um composto (Deca ou um curso curto de Dianabol nas primeiras semanas) já entrega muito para quem tem 67 kg. Faça exames de base antes, e lembre que o M-stane do ciclo anterior também pesou no fígado e no colesterol. Para rascunhar o ciclo com TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site faz uma simulação que pede exames e bloqueia cenários de risco. É ponto de partida, não prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Dosagem baixa de stanozolol dá efeito colateral?
@Caike Henrique, o @Toxi resumiu bem: com 1 ml por semana durante quatro semanas, o resultado vai ser pequeno e os colaterais aparecem do mesmo jeito. Vale entender por quê. O estanozolol aquoso costuma vir em 50 mg por ml e sai do corpo rápido, em cerca de um dia. Com uma aplicação por semana, você tem um ou dois dias de nível alto e o resto da semana praticamente sem nada. Na prática, são quatro picos isolados, que mal dão estímulo para ganho, mas já bastam para mexer no colesterol. O estanozolol é um dos esteroides que mais derrubam o HDL e sobem o LDL, mesmo em dose baixa, e por ser 17-alfa-alquilado também pesa no fígado. Muita gente sente as articulações secas e doloridas com ele. Sobre a TPC, se você for homem, mesmo essa dose suprime a produção de testosterona durante o uso. Com quatro semanas, a recuperação costuma vir sozinha em algumas semanas depois de parar, mas a libido pode cair nesse período. O jeito seguro de saber é dosar testosterona total e LH antes e uns 30 a 45 dias depois. Se você for mulher, a conta muda: o estanozolol é um dos que mais causam virilização, e a voz costuma ser o primeiro sinal. Se a ideia é ter resultado de verdade num primeiro contato, a sugestão do @Jose Ailton de usar testosterona como base é mais coerente do que estanozolol sozinho. Só um ajuste: 50 mg em dias alternados já dá uns 175 mg por semana, mais de três vezes o que você tinha planejado. Silimarina e Xantinon, como o @Guga pitbull sugeriu, não protegem o colesterol, que é o principal problema aqui. O que protege é dose e tempo curtos, dieta com gordura boa, aeróbico e perfil lipídico antes e depois. Para comparar os colaterais esperados de cada substância antes de decidir, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo de oxandrolona e mais alguma outra droga. Primobolan?
@Butterfly89, um detalhe do seu primeiro relato pesa mais do que a escolha entre primobolan e boldenona: no ciclo com estanozolol você já teve crescimento de pelos e queda de cabelo. Isso mostra que o seu corpo é sensível aos efeitos androgênicos. Para quem já reagiu assim, a regra é menos substâncias e doses mais baixas, e não mais. Por isso eu faria diferente do que foi sugerido. Oxandrolona sozinha, em dose baixa (5 a 10 mg por dia, por 6 a 8 semanas), já costuma tirar uma mulher de um platô. A pirâmide até 40 mg que o @Arnaldo Santos montou chega a quatro vezes essa dose, e somada à boldenona fica numa faixa em que voz, pelos e clitóris mudam com facilidade, às vezes para sempre. Ao primeiro sinal de rouquidão, pare. Sobre a TPC, quem te disse que em mulher não é necessária estava mais perto do certo. O tamoxifeno e o clomifeno não religam nada no corpo feminino como fazem no homem, e o clomifeno é justamente um remédio de indução de ovulação, que aumenta a chance de gravidez, inclusive de gêmeos. A espironolactona é usada para pelos e acne em algumas mulheres, mas é diurética e mexe com o potássio, então só com acompanhamento. O que se faz depois de um ciclo feminino curto é parar e acompanhar a volta da menstruação. E mantenha o anticoncepcional durante o ciclo: andrógeno na gravidez pode masculinizar o feto. O Lipo 6 e a sinefrina são estimulantes com efeito pequeno na perda de gordura e aumentam a frequência cardíaca, ainda mais junto de um ciclo. Com 14% de gordura e 53 kg, você já está magra. Secar o abdômen a partir daqui é mais questão de um déficit pequeno e constante por algumas semanas. E o platô depois de um ano e meio de boa evolução é normal. Antes de qualquer substância, vale mudar o estímulo: trocar exercícios, trabalhar com progressão de carga planejada, ajustar o volume por grupo e conferir se as calorias acompanharam o seu ganho. O gerador de treino do site ajuda a montar um plano novo como ponto de partida, para ajustar depois: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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CICLO APENAS DE OXANDROLONA
@marcus1, você pediu avaliação de toda a estrutura, então vou além do ciclo, porque o ponto de maior risco nem é a oxandrolona. Cafeína a 500 mg antes do treino junto com clembuterol é a combinação mais perigosa do plano. Quinhentos miligramas já é a dose de quatro a cinco cafés fortes de uma vez. O clembuterol acelera o coração e causa tremor e palpitação por conta própria, e tem meia-vida longa, de cerca de 35 horas. Ou seja, ele ainda está agindo quando a próxima dose de cafeína chega. Os dois somados, com aeróbico em jejum e dieta baixa em calorias, são o cenário clássico de taquicardia forte e arritmia. Se for manter algum estimulante, a cafeína sozinha numa dose bem menor, entre 100 e 200 mg, já ajuda no treino. Sobre a oxandrolona, o @trembomon tem razão de pedir dose mais baixa e menos tempo. Ela suprime menos o eixo em dose baixa, mas a 80 mg por dia a supressão é forte, e a queda do HDL também. Com familiares com gordura no fígado e uma barriga de 114 cm, que sugere gordura visceral alta, eu faria antes um ultrassom de abdome, enzimas do fígado, perfil lipídico, glicemia e insulina de jejum. Se o fígado já tiver gordura, um oral 17-alfa-alquilado em dose alta não é uma boa ideia. A silimarina tem pouca evidência de proteger contra isso. O tribulus para a libido não vai segurar nada. Em homens, os estudos não mostram aumento de testosterona. Se a libido cair durante o ciclo, é sinal de testosterona baixa, que nenhum fitoterápico corrige. Na dieta, a proteína está ótima, mas faltam duas coisas: gordura e vegetais. Vinte gramas de gordura por dia é pouco demais para manter a produção hormonal, justamente num ciclo sem testosterona de base. Colocar ovos, azeite, castanhas e uma porção de verduras e legumes em duas refeições resolve. E com 105 kg, a dieta sozinha, bem feita, tira muita gordura nos primeiros meses, como o @trembomon disse. A oxandrolona ajuda a segurar músculo, mas quem tira a gordura é o déficit. Para achar um déficit que funcione sem ser agressivo demais, a calculadora de cutting do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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BCAA para pos Bariatrica
@Ricardo coelho, parabéns pelos 36 kg a menos e por já estar na musculação tão cedo. Depois da bariátrica, treinar é a melhor forma de fazer o peso que sai ser mais gordura e menos músculo. O BCAA pode ser tomado, mas, no seu caso, ele não é o que mais faz diferença. Ele é só uma parte da proteína, três aminoácidos de nove essenciais. Para quem consegue comer proteína suficiente no dia, ele não acrescenta nada. O desafio depois da bariátrica é justamente esse: o estômago pequeno faz a pessoa se encher rápido, e a proteína costuma ficar abaixo do necessário. Por isso o seu whey isolado é bem mais útil do que o BCAA. Ele entrega a proteína completa, com bastante leucina, em pouco volume. A meta mais comum depois da cirurgia é de pelo menos 60 a 80 g de proteína por dia, e quem treina para ganhar massa geralmente precisa de mais. Na prática, ajuda comer a proteína primeiro em cada refeição, antes do carboidrato e da salada, e usar o whey em mais de um momento do dia se a comida não fechar a conta. Como o @Jose Ailton disse, a dieta vem antes de qualquer suplemento. Dois cuidados que valem para o seu caso. Bariátrica reduz a absorção de vitamina B12, ferro, cálcio e vitamina D, e a falta deles derruba energia e recuperação no treino. A suplementação e os exames de controle passados pela equipe da cirurgia precisam seguir em dia. E converse com a nutricionista da equipe antes de mudar quantidades, porque nessa fase o espaço de cada refeição é pequeno e precisa ser bem aproveitado. Sobre a flacidez, o músculo ajuda a preencher e melhora bastante o contorno, mas pele que esticou muito nem sempre volta por completo. Isso não é falha do treino. Para calcular uma meta de proteína com o seu peso, a calculadora de proteína diária do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo bold + Stan feminino: nervosismo, espinhas e fome
@Loraah, a evolução de 17 para 14% em pouco tempo, voltando de cirurgia, mostra que treino e dieta estão bem encaixados. Mas os três efeitos que você listou merecem ser lidos com atenção, porque eles dizem algo sobre a dose. Nervosismo, espinhas e fome muito aumentada são sinais típicos de carga androgênica alta. A fome é marca conhecida da boldenona. As espinhas e a agitação costumam vir da soma das duas substâncias. Não é só psicológico. Para uma mulher, 1 ml de boldenona por semana, dependendo da concentração do frasco (normalmente 200 ou 250 mg/ml), já fica bem acima do que costuma ser usado em ciclos femininos. O estanozolol é o que mais me preocupa. Ele é um dos esteroides que mais causam virilização em mulheres, e a voz costuma ser o primeiro sinal. A rouquidão aparece aos poucos, às vezes só como cansaço na voz no fim do dia ou dificuldade com notas agudas. Se perceber qualquer mudança desse tipo, pare o estanozolol na hora, porque a alteração nas pregas vocais tende a ficar. O @Az_Rio tem razão na parte técnica: o estanozolol aquoso dura pouco no corpo, e uma aplicação por semana faz o nível subir e cair bastante. Mas distribuir na semana não deixa o ciclo mais seguro, só mais estável. E a aplicação subcutânea de estanozolol aquoso não é uma boa ideia. É uma suspensão de cristais que irrita o tecido sob a pele e aumenta o risco de nódulo e abscesso. O que faria sentido no seu lugar: manter só a boldenona, numa dose menor, ou pelo menos tirar o estanozolol se as espinhas e a agitação continuarem. Use contracepção eficaz durante e por algumas semanas depois, porque a boldenona demora a sair do corpo. E faça perfil lipídico e hemograma. A combinação derruba o HDL e a boldenona sobe o hematócrito. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo de 100 mg de boldenona + 40 mg de oxandrolona
@Lds37, como o @Az_Rio entendeu que o ciclo é feminino e você seguiu nessa linha, vou responder pensando no corpo feminino, que é onde a dose e a TPC mudam mais. Começando pela TPC. Em mulher não existe TPC no sentido masculino, e nesse ponto o @Micael Silva está certo. O eixo hormonal feminino costuma voltar sozinho depois de um ciclo curto, e o sinal de que voltou é a menstruação retomando o ritmo. Ir diminuindo a dose aos poucos no fim, o "desmame", não acelera essa volta. Ele só prolonga o tempo de exposição ao andrógeno. Para a oxandrolona, que sai rápido do corpo, parar direto é o mais simples. A boldenona é diferente: o éster dela é muito longo e continua agindo por várias semanas depois da última aplicação, então os efeitos não somem assim que você para. O tribulus depois do ciclo não ajuda a manter os ganhos. Os estudos não mostram efeito hormonal relevante. O que mais me preocupa é a dose. Oxandrolona a 40 mg por dia é o quádruplo do que costuma ser usado por mulheres, e somada à boldenona o risco de virilização fica alto. Voz mais grave, aumento do clitóris e pelos no rosto podem não voltar. Se você ganhou 8 kg com a oxandrolona sozinha antes, fica claro que o seu corpo responde bem, e usar uma substância só, em dose baixa, reduz muito esse risco. Ao primeiro sinal de rouquidão ou mudança na voz, o certo é parar tudo. E discordo de suspender o anticoncepcional. Engravidar usando andrógeno pode masculinizar o feto, e a boldenona continua no sangue por semanas. Contracepção eficaz durante e depois do ciclo é parte da segurança, não um detalhe. Sobre ter parado de evoluir depois dos 8 kg, isso costuma ser dieta. Parte do ganho do primeiro ciclo foi água e glicogênio, e o que restou precisa de superávit calórico e progressão no treino para continuar. Faça perfil lipídico, enzimas do fígado e hemograma antes de começar, porque os dois juntos pesam no HDL e a boldenona sobe o hematócrito. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Evolução (c/ fotos) dos 20 aos 30 anos
Dez anos de treino contados com honestidade, inclusive a fase em que tudo era feito errado, é o tipo de relato que mais ajuda quem está começando. A melhor evolução vir justamente depois que dieta e treino de corpo inteiro entraram na rotina diz muito sobre onde está o resultado. @Suells05, com 1,62 m e 50 kg, o que vai fazer glúteo e coxa crescerem é a combinação de comer mais e treinar pesado essas regiões com progressão. Sem comida suficiente, o treino estimula, mas o músculo não tem material para crescer. Alguns pontos práticos: Na alimentação, o primeiro passo é sair do equilíbrio para um pequeno superávit, algo como 200 a 300 kcal acima do que você gasta, com proteína em todas as refeições. Para o seu peso, algo entre 80 e 100 g de proteína por dia já é uma boa meta. Ganhar meio quilo a um quilo por mês é um ritmo ótimo e mantém a gordura sob controle. No treino, glúteo e coxa respondem bem a duas ou três sessões por semana. A base são exercícios compostos e pesados: agachamento, levantamento terra romeno, hip thrust (elevação pélvica com barra), afundo ou búlgaro e leg press com os pés mais altos na plataforma. Trabalhe na faixa de 6 a 12 repetições, chegando perto da falha, e tente aumentar carga ou repetições toda semana. Cadeira abdutora e coice ajudam, mas como complemento, não como base. E paciência com o tempo. Quem voltou depois de uma pausa costuma recuperar rápido o que tinha. Depois disso, a evolução é mais lenta e se mede em meses, por fotos e medidas, mais do que pela balança. Para ver a execução correta de cada exercício e quais músculos ele trabalha, o orientador de exercícios do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/