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Cláudio Chamini

Colaborador
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Tudo que Cláudio Chamini postou

  1. O Foston levantou um ponto importante: não é uma boa mistura para tratar no improviso. Mesigyna é um anticoncepcional combinado injetável, com estrogênio e progestagênio. Oxandrolona é um derivado androgênico. Quando você junta anticoncepcional hormonal, SOP, histórico de acne forte e uso de oxandrolona por 3 meses, fica impossível decidir só por "vai atrapalhar meus ganhos?". Pode atrapalhar parte da resposta estética? Pode, porque anticoncepcional hormonal pode aumentar SHBG e reduzir testosterona livre, além de mudar retenção, libido e percepção de composição corporal em algumas mulheres. Mas parar por conta própria também pode dar problema: risco de gravidez, piora de irregularidade menstrual, piora de sintomas da SOP, rebote de acne e bagunça hormonal. Então a resposta não é simplesmente "para" ou "continua". Sobre acne, a oxandrolona pode piorar bastante, principalmente em quem já teve acne a ponto de usar Roacutan. SOP também já costuma vir com maior sensibilidade androgênica em muitas mulheres. Então, se a acne apareceu ou piorou durante o uso, eu ligaria esse alerta diretamente à oxandrolona, mesmo com dose de 5 mg. O caminho prático: converse com ginecologista/endócrino sobre trocar ou não o método contraceptivo, levando em conta SOP, risco de trombose, acne, exames e necessidade real de contracepção. Não faça essa troca no meio do uso da oxandrolona sem acompanhamento. Exames úteis aqui: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, GGT, glicemia, insulina, testosterona total e livre, SHBG, DHEA-S, androstenediona, estradiol, progesterona, prolactina, TSH e avaliação de pressão. Com SOP, dieta, treino, sono, peso corporal e sensibilidade à insulina costumam mudar muito o quadro. Minha opinião: se a acne já está aparecendo e você já tem histórico importante, eu reavaliaria a continuidade da oxandrolona antes de pensar apenas em trocar o anticoncepcional para "render mais". Primeiro saúde, pele, exames e controle da SOP. Depois estética. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  2. Pela foto, eu não vejo nada que indique uma "deficiência" evidente de peitoral. Vejo um físico de 15 anos, ainda em desenvolvimento, com pouca massa muscular total e provavelmente alguma sobra de pele por você ter sido ex-obeso. Isso muda bastante a aparência do peito e pode dar a impressão de assimetria ou de que ele não está saindo. O Foston foi bem preciso: nessa fase, não faz sentido tentar detalhar parte inferior, superior, interno, externo. Primeiro você precisa construir peitoral como um todo. Quanto mais massa você ganhar em peito, ombro, costas e braços, melhor essa região vai assentar visualmente. Eu faria o básico muito bem feito por bastante tempo: supino inclinado, supino reto com halteres ou barra, algum crucifixo/crossover controlado e progressão de carga. Não precisa destruir o peito com mil variações. Precisa executar bem, anotar cargas, comer direito e dormir. Também não treinaria peitoral inferior como prioridade. Se você exagera em declinado/paralelas tentando corrigir algo que ainda nem tem massa suficiente para avaliar, pode só reforçar uma impressão ruim. Dê mais atenção ao peitoral superior e ao volume geral. Com 15 anos, seu corpo ainda vai mudar muito. Pense em horizonte de 2 a 3 anos, não de 2 a 3 meses. Se treinar sério, comer proteína suficiente e não voltar ao ganho de gordura, seu peitoral vai melhorar bastante. A assimetria pequena é normal em praticamente todo mundo.
  3. Sobre laboratório underground, eu teria cuidado para não usar acne, dor na aplicação ou propaganda de influenciador como régua principal. Ter zero acne não significa que o produto é bom. Pode significar que sua resposta individual foi melhor, que a dose real está mais baixa, que o estradiol ficou diferente, que o veículo irritou menos ou até que o produto não está batendo como deveria. Da mesma forma, ter muita acne não prova que o produto é melhor. Acne pode vir de dose, estradiol, DHT, genética, dieta, higiene, estresse e outros fatores. O que ajuda a avaliar se está "batendo" é exame bem feito e contexto. Se você usa testosterona, por exemplo, faz sentido comparar testosterona total/livre, estradiol, SHBG, hemograma, hematócrito, perfil lipídico e sintomas com a dose que está usando e o tempo desde a última aplicação. Mesmo assim, exame não prova esterilidade nem controle de qualidade do lote. O maior problema de underground não é só subdosagem. É também contaminação, solvente ruim, concentração errada, lote irregular e armazenamento ruim. Inflamação recorrente, nódulo, dor fora do padrão, febre, vermelhidão que aumenta ou secreção são sinais para parar de tratar como "normal de aplicação". Minha opinião: se está usando, faça exames e acompanhe resposta de forma objetiva. Se puder fazer com acompanhamento médico e produto regular, melhor. Se for usar mercado paralelo, pelo menos não troque de marca a cada bujão por propaganda, não confie em relato isolado e não ignore reação local. E lembre que "matéria-prima alemã" em underground é frase fácil de falar e difícil de comprovar. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  4. Para 1 ano de treino, a divisão Upper/Lower + ABC pode funcionar, mas eu ajustaria para ela não virar só um monte de exercícios repetidos na semana. O Mashle acertou em colocar agachamento livre e dar mais atenção para posterior. Seu treino de pernas está muito dominante de máquina e quadríceps: extensora, hack e leg aparecem nos dois dias. Eu deixaria um dia mais voltado para quadríceps e outro mais voltado para posterior/glúteo. Uma estrutura boa seria: peito/ombro/tríceps, costas/bíceps, pernas com foco em quadríceps, descanso, upper, lower com foco em posterior/glúteo, descanso. Assim você treina tudo duas vezes na semana sem atropelar recuperação. No treino de pernas, eu colocaria pelo menos um movimento livre ou mais global: agachamento livre, terra romeno, stiff, terra sumô ou alguma variação bem executada. Não precisa colocar tudo de uma vez. Escolha 1 ou 2 e progrida carga/técnica. Também cuidaria do volume. Você colocou muito exercício com 3 séries, mas não disse intensidade, carga, repetições, proximidade da falha e progressão. Crescimento não vem só de listar exercícios. Vem de repetir bem, progredir e recuperar. Para a maioria dos grupos, algo perto de 10 a 16 séries semanais bem feitas já resolve muito para seu nível. Minha sugestão prática: mantenha menos exercícios por treino, execute melhor e anote carga/repetições. Se em 4 semanas você não consegue progredir em nada, o problema pode ser volume demais, descanso ruim ou treino pouco objetivo.
  5. Hemogenin e dianabol juntos é uma combinação que eu evitaria. Mesmo quando o hemogenin é injetável, a lógica de risco não desaparece. Você continua falando de drogas muito fortes para retenção, pressão arterial, perfil lipídico, apetite, desconforto, hematócrito e estresse sistêmico. Dianabol já costuma piorar retenção e pressão em muita gente. Hemogenin também pode fazer isso com força. Juntar os dois aumenta a chance de ganhar peso rápido, mas boa parte pode ser água, glicogênio e colateral, não necessariamente massa muscular limpa. Outro ponto: tamoxifeno em mãos não resolve o principal problema dessa combinação. Tamox pode ajudar em sensibilidade mamária em alguns cenários, mas não controla pressão, não protege perfil lipídico, não resolve fígado, não baixa hematócrito e não corrige retenção por dieta/dose. Inibidor de aromatase também não é para usar no escuro, porque estradiol baixo demais derruba libido, articulação, humor e performance. Se a pessoa ainda está perguntando se dá para usar hemogenin + dianabol + testosterona, provavelmente não é uma boa hora para usar esse tipo de combinação. Eu preferiria uma estratégia mais simples, com menos variáveis, exames antes e durante, dieta organizada e pressão monitorada. Exames mínimos antes de pensar nisso: hemograma, hematócrito, TGO, TGP, GGT, bilirrubinas, creatinina, ureia, perfil lipídico, glicemia, insulina, testosterona total e livre, estradiol, prolactina e pressão arterial acompanhada de verdade. Se pressão já estiver ruim, sono ruim, BF alto ou colesterol ruim, eu tiraria essa ideia da mesa. Minha opinião: não juntaria hemogenin e dianabol. Se o objetivo é ganhar massa, dá para fazer algo mais simples, mais previsível e muito mais fácil de corrigir se aparecer colateral. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  6. uma resposta no tópico respondeu a Cláudio Chamini em Tópicos sobre esteroides
    Depois de uma bariátrica e 40 kg a menos, a prioridade não deveria ser começar pela oxandrolona. Pelas fotos, existe margem boa para recomposição: ganhar massa, melhorar postura, costas, glúteos e coxas, e deixar a pele menos evidente com mais tônus muscular. Mas isso vem principalmente de treino bem montado, proteína suficiente e tempo. O Batata tem razão em um ponto importante: manipular 20 mg para fracionar não é o ideal para primeiro contato, ainda mais em mulher. A chance de errar dose ou oscilar demais fica maior. E oxandrolona pode dar acne, queda de cabelo, aumento de oleosidade, alteração de voz, alteração de libido, mudança menstrual e piora de colesterol. Não é só "tonificação". No seu caso, por ter feito bariátrica, eu teria atenção extra com exames e nutrição. Antes de pensar em hormônio, olharia hemograma, ferritina, ferro, B12, folato, vitamina D, cálcio, PTH, albumina, proteínas totais, zinco, magnésio, TGO, TGP, GGT, creatinina, glicemia, insulina, perfil lipídico, TSH, testosterona total e livre, SHBG, estradiol e prolactina. Pós-bariátrica com deficiência nutricional e treino pesado é receita para cansaço, queda de cabelo e pior recuperação. Sobre treino em horários variáveis, isso não é problema. O corpo não exige horário perfeito. Exige consistência. Se você treina às 6h, 13h ou 20h conforme o trabalho, tudo bem. O que precisa é ter um treino planejado, progressão de carga e alimentação minimamente ajustada ao horário do treino. Minha sugestão prática: poste dieta com quantidades, exames e treino. Mire proteína bem distribuída no dia, creatina pode manter, e foque em musculação progressiva por pelo menos 8 a 12 semanas antes de decidir usar oxandrolona. Se nesse período força, medidas e fotos melhorarem, talvez você nem precise entrar com hormônio agora. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  7. O Batata já matou o principal: você precisa de variações específicas de crucifixo invertido/voador invertido. Pelo treino que colocou, você tem muita puxada e muita remada, mas isso não garante posterior de ombro. Se a execução estiver indo para dorsal, trapézio e bíceps, o posterior só participa como coadjuvante. Para ele aparecer, precisa de exercício em que você consiga sentir a escápula controlada e o braço abrindo na linha certa. Eu faria assim: 2 a 3 vezes por semana, colocaria 3 a 4 séries de posterior no começo do treino de costas ou ombro, antes de estar fadigado. Boas opções são voador invertido, crucifixo invertido no banco inclinado, face pull bem executado e crucifixo na polia, unilateral ou bilateral. Algumas dicas que mudam muito: use carga menor, não transforme em remada, não encolha o ombro, pense em afastar os braços e não em puxar com a mão, segure 1 segundo no pico da contração e controle a volta. Posterior de ombro costuma responder melhor a execução limpa e volume bem feito do que a roubar carga. Também olhe sua frequência. Se no ABCx2 você treina costas duas vezes, pode colocar posterior em uma sessão mais pesado/controlado e na outra mais metabólico, com repetições mais altas. Algo como 10 a 15 reps em um dia e 15 a 25 reps no outro já funciona bem.
  8. DNP é uma das coisas mais perigosas que aparecem no meio do fisiculturismo. Não dá para tratar como se fosse apenas mais um termogênico forte. O ponto crítico é que ele desacopla a produção de energia na mitocôndria. Na prática, parte da energia vira calor. Se a dose passa do que o corpo tolera, a temperatura pode subir de forma difícil de controlar. E aí não estamos falando de "suar bastante" ou "passar mal". Estamos falando de hipertermia grave, desidratação, confusão mental, taquicardia, arritmia, rabdomiólise, insuficiência renal e morte. Outro problema é a falsa segurança dos primeiros dias. A pessoa usa, acha tranquilo, sobe dose e só depois percebe que acumulou efeito. Quando começa a dar ruim, pode ser rápido. E comprar reagente químico, manipular pó e pesar miligramas em casa aumenta ainda mais o risco, porque qualquer erro pequeno vira uma diferença enorme. Para quem já usou ou está usando e começou com calor fora do normal, frequência cardíaca muito alta, falta de ar, confusão, fraqueza extrema, vômitos, urina muito escura, redução importante da urina, temperatura subindo ou sensação de que não consegue resfriar o corpo: isso é atendimento de urgência, não é coisa para resolver com mais água, banho gelado e eletrólito. Também não misturaria DNP com diurético, álcool, estimulantes, sauna, treino pesado em calor, déficit agressivo ou qualquer estratégia que piore desidratação e temperatura. Isso aumenta muito a chance de dar problema. Minha opinião é simples: para estética, não vale a pena. O risco é desproporcional. Dá para perder gordura com dieta, cardio, treino, ajuste de sono e, em alguns casos, medicações muito mais controláveis. DNP é o tipo de atalho que pode cobrar caro demais. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  9. Faby, pelas fotos dá para ver que você já recuperou bastante coisa depois da gestação. Tem boa estrutura de perna e glúteo, e a cintura ainda tem margem para melhorar com rotina, dieta e treino. Isso é um cenário em que eu seguraria a oxandrolona por enquanto. O plano que o Batata montou faz sentido para essa fase: comida mais organizada, treino com exercícios livres, progressão de carga e atualização com medidas. O que vai te dar resultado agora não é um "up" hormonal, é transformar esse retorno em consistência por algumas semanas. Seu ponto mais delicado é o sono. Bebê de 9 meses muda tudo. Sono ruim piora fome, recuperação, humor, retenção, performance e vontade de beliscar. Então eu não colocaria uma droga agora, porque se aparecer acne, queda de cabelo, alteração de humor, voz, libido ou irritação, fica difícil separar o que é hormônio, o que é sono ruim e o que é rotina puxada. Sobre comida, pela sua descrição inicial não parecia pouca comida de forma absurda, mas faltava organização fina. O ajuste do Batata colocou mais estrutura e mais previsibilidade. Siga isso por algumas semanas antes de concluir que precisa de algo a mais. Minha sugestão prática: faça as medidas que ele pediu, tire fotos sempre no mesmo padrão, registre cargas dos principais exercícios e acompanhe cintura/quadril/perna. Se em 3 ou 4 semanas cintura reduzir, cargas subirem e fotos melhorarem, você está no caminho certo. Se travar, ajusta dieta e cardio. A oxandrolona pode esperar. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  10. BobaAlegre, dá para montar um caminho bem melhor do que oxandrolona agora. Pelas fotos, seu acúmulo é mais evidente em quadril, coxas e região abdominal baixa, mas você tem uma estrutura boa para recomposição. O ponto principal é que oxandrolona não vai resolver gordura localizada, celulite, lipedema, dieta irregular ou falta de musculação. Ela pode até melhorar aparência muscular em algumas pessoas, mas no seu cenário atual o custo-benefício fica ruim. Tem três sinais importantes no seu relato: LDL em 176, histórico recente de pedra nos rins e hidratação ainda baixa. Oxandrolona pode piorar perfil lipídico, e isso pesa bastante quando o LDL já está alto. Além disso, se sua rotina de água ainda oscila e você já teve cálculo renal, eu não colocaria mais uma variável antes de arrumar a base. Sobre musculação para corrida e natação: sim, é possível e é uma das melhores escolhas para você. O treino de força pode melhorar economia de corrida, estabilidade de quadril, proteção de joelho, força de posterior/glúteo, postura e potência na natação. Não precisa virar um treino de fisiculturista pesado logo de cara. Três sessões por semana já mudariam bastante o jogo. Eu começaria com musculação 3x por semana, corrida 2x e natação 1x, ajustando volume para não virar excesso. Na musculação, daria prioridade para agachamento ou leg press, levantamento terra romeno, cadeira flexora, remada, puxada, desenvolvimento, exercícios de core e glúteo médio. Isso fortalece para os esportes e ainda ajuda a mudar o corpo. Na dieta, eu não tentaria fazer a dieta perfeita de uma vez. Seu primeiro alvo deveria ser tirar o caos. Exemplo: café da manhã simples, almoço com proteína + arroz/batata/feijão + salada, jantar parecido, água programada ao longo do dia e reduzir refrigerante/ultraprocessados por etapas. Se você tentar sair de uma rotina bagunçada para uma dieta de atleta, a chance de abandonar é maior. Meta prática para as próximas 4 semanas: 2 litros de água por dia como piso, musculação 3x, manter corrida/natação, organizar 3 refeições básicas e repetir exames. Eu olharia colesterol total, LDL, HDL, triglicerídeos, glicemia, insulina, hemograma, TGO, TGP, GGT, creatinina, ureia, TSH, vitamina D e, pelo histórico renal, acompanhamento com urina/avaliação conforme seu médico orientar. Minha opinião: esquece oxandrolona por enquanto. Com seu BF, LDL e histórico de cálculo, o melhor resultado virá de musculação, dieta simples e hidratação. Depois que isso estiver rodando por alguns meses, você reavalia com exames e fotos. Aí a conversa fica muito mais segura. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  11. Sobre HCG, eu teria bastante cautela com compra aleatória pela internet. O problema não é só "achar quem venda". HCG é um produto muito sensível a procedência, conservação e cadeia fria. Se vier mal armazenado, falsificado, vencido ou reconstituído de forma errada, você pode achar que está usando algo útil e, na prática, estar usando produto fraco ou inútil. Isso bagunça completamente qualquer tentativa de TPC ou manutenção de função testicular. O Chorulon veterinário tem a mesma ideia farmacológica, mas isso não significa que seja uma solução simples para todo mundo. Tem questão de acesso, legalidade, armazenamento, diluição, dose, indicação e acompanhamento. Usar HCG sem saber exatamente onde você está no ciclo, qual droga usou, por quanto tempo, como estão LH, FSH, testosterona, estradiol e volume testicular pode atrapalhar mais do que ajudar. Se a dúvida é TPC, o melhor caminho é primeiro organizar dados: quais drogas usou, doses, tempo, data da última aplicação, sintomas, exames atuais e objetivo. HCG costuma ser mais útil em alguns contextos antes da TPC propriamente dita ou em situações de atrofia/supressão importante. Já SERM, inibidor de aromatase e ajuste de prolactina dependem de exame e sintoma. Não é uma peça isolada que resolve tudo. Minha sugestão prática: não compre de marketplace aleatório nem de perfil sem procedência. Converse com médico ou farmacêutico, veja possibilidade regular, confirme armazenamento e faça exames. Se não tiver acesso confiável ao produto, é melhor ajustar a estratégia do que montar uma TPC baseada em algo duvidoso. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  12. Paulo, primeiro ponto: sair de 137 kg para 83 kg é uma baita conquista. Isso mostra disciplina e tempo de estrada. Justamente por isso eu não jogaria uma combinação ruim agora para tentar acelerar a última etapa. Com 1,74 m, 83 kg e cerca de 29% de gordura, o foco ainda deveria ser baixar gordura preservando massa, não montar um ciclo com várias drogas androgênicas. Masteron e stano costumam fazer mais sentido em pessoas já mais secas, quando a composição corporal permite ver o acabamento. Com BF alto, o risco de colateral e frustração aumenta, e o visual pode mudar bem menos do que você espera. Também tem um ponto técnico: stanozolol costuma ser péssimo para perfil lipídico, articulações e cabelo em quem tem predisposição. Masteron pode piorar cabelo/acne/próstata em sensíveis. E empilhar drogas parecidas dificulta saber o que está funcionando e o que está dando problema. Para cutting, o que vai mandar de verdade é déficit calórico, proteína, treino bem feito, cardio, sono e adesão. Se seus exames estão "ok", poste os números. Às vezes a pessoa fala que está tudo bem, mas LDL, HDL, triglicerídeos, hematócrito, enzimas hepáticas, glicemia, insulina ou pressão já estão dando sinais. Para alguém que saiu de obesidade importante, eu olharia isso com carinho antes de qualquer hormônio. Minha sugestão prática: padronize o tópico com fotos sem rosto, dieta com quantidades, treino, cardio, exames e histórico de peso. Enquanto isso, eu faria mais uma fase de 8 a 12 semanas de cutting organizado. Proteína alta, déficit moderado, treino de força mantendo cargas, cardio progressivo e acompanhamento de cintura/peso médio semanal. Se você reduzir esse BF primeiro, qualquer estratégia futura fica mais segura e mais eficiente. Resumindo: você já fez a parte mais difícil, que foi sair de 137 kg. Agora não precisa jogar três drogas para terminar o trabalho. Precisa de ajuste fino, constância e dados melhores. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  13. Você trouxe poucas informações, mas já dá para te orientar em alguns pontos. Ereção fraca na 6ª semana usando testosterona com deca não é algo raro. Pode acontecer por estradiol alto, estradiol baixo, prolactina alta, dose mal ajustada, produto ruim/subdosado, pressão alterada, sono ruim, ansiedade, dieta ruim, excesso de cardio, pouca recuperação ou simplesmente porque a deca não está casando bem com você. Sem exame, fica impossível saber qual desses é o principal. O erro seria tentar corrigir no chute. Por exemplo: tomar anastrozol sem saber estradiol pode piorar libido se zerar demais. Tomar cabergolina sem saber prolactina também não é brincadeira. A primeira coisa prática é fazer exames agora, não depois que o ciclo acabar. Eu olharia hemograma, hematócrito, colesterol total e frações, triglicerídeos, TGO, TGP, GGT, creatinina, ureia, glicemia, testosterona total e livre, estradiol sensível se tiver disponível, prolactina, SHBG, LH, FSH e pressão arterial. Sobre não ganhar força e volume: se você está sem dieta, comendo muito doce e fazendo cardio todo dia, o ciclo não vai fazer milagre. Anabolizante amplifica uma base. Se a base está bagunçada, ele também amplifica colateral, retenção, pressão, desânimo e frustração. Na prática, eu faria três coisas agora: organizaria dieta com proteína e carbo controlados, reduziria o improviso com açúcar, e faria exames para entender libido/ereção antes de colocar qualquer remédio novo. Se a ereção piorou claramente depois da deca, faz sentido conversar com um médico sobre a continuidade dela, porque para algumas pessoas a combinação com nandrolona derruba bem a função sexual. Também complete o tópico com fotos sem rosto, dieta com quantidades, treino, cardio, dose exata por semana, há quanto tempo está usando cada coisa e exames. Aí dá para ajudar muito melhor. Do jeito que está, dá para apontar o caminho, mas não dá para fechar conduta. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  14. Thays, bem-vinda de volta. Pelas fotos, seu ponto de partida é melhor do que talvez você esteja sentindo agora. Você tem bom volume de glúteos e pernas, e isso é uma vantagem enorme para o objetivo que colocou. O que está faltando neste momento é reduzir gordura e retenção, principalmente em cintura/abdômen, sem sacrificar esse volume de membros inferiores. Eu concordo com a linha que o pessoal já trouxe: oxandrolona agora não é a melhor primeira jogada. Você voltou a treinar há 1 semana depois de praticamente o ano parada. Nesse momento, seu corpo ainda vai responder muito ao básico bem feito. Entrar com oxandrolona antes de consolidar treino, dieta, rotina e exames pode mascarar o que está funcionando e aumentar risco de colateral sem necessidade. Se você consegue dormir 8 horas, isso é um ponto excelente. Pouca gente com rotina puxada consegue. Eu usaria isso a seu favor: treino curto, intenso e bem executado, cardio regular, dieta simples e repetível. Para sua rotina, o plano bom é o que você consegue cumprir mesmo em semana ruim. Sobre dieta, eu só teria cuidado para não deixar baixo demais. Com 71 kg, treino e cardio, uma dieta muito apertada pode aumentar vontade de doce, irritação, queda de performance e belisco fora do plano. Eu manteria proteína bem distribuída, colocaria legumes/salada com volume nas refeições, deixaria fruta estrategicamente para a vontade de doce e não teria medo de carbo em quantidade controlada, principalmente perto do treino. Na prática, eu faria 3 a 4 semanas assim: fotos padronizadas, peso em jejum algumas vezes por semana, cintura, treino consistente e cardio possível. Se o fim de semana permite 1 hora de cardio, ótimo, mas sem transformar isso em compensação. Use como ferramenta, não como castigo. Sobre exames de março, servem como referência antiga, mas eu repetiria antes de qualquer hormônio. Seu triglicerídeo estava 184 e colesterol total 208, então vale olhar isso de novo junto com hemograma, TGO, TGP, GGT, creatinina, glicemia, insulina, TSH, testosterona total e livre, SHBG, estradiol e prolactina. Minha opinião: não use a oxandrolona agora. Faça o básico muito bem por algumas semanas, atualize fotos e medidas, repita exames e depois reavalia. Você tem estrutura para responder bem sem pressa. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  15. Seu relato ficou bem interessante porque você trouxe exames antes, durante e depois. Isso muda bastante a qualidade da discussão. O aumento de testosterona com clomifeno faz sentido pelo mecanismo: ele bloqueia parcialmente o feedback estrogênico no hipotálamo/hipófise, sobe LH e FSH, e o testículo responde produzindo mais testosterona. No seu caso a resposta foi forte. A testosterona total subiu bastante, a livre subiu menos proporcionalmente porque o SHBG também subiu, e depois de parar a total caiu para 775 com SHBG voltando para uma faixa mais baixa. Isso é coerente. Sobre o LH em 11,49 depois de parar: eu não interpretaria isoladamente como problema, principalmente tão perto do uso. Pode ser resíduo do estímulo do clomifeno, variação temporal ou o eixo ainda tentando se reorganizar. O que importa é acompanhar a tendência. Eu repetiria em 4 a 6 semanas, junto com testosterona total e livre, SHBG, estradiol, FSH e sintomas. Se LH continuar alto com testosterona caindo, aí começa a levantar hipótese de testículo precisando de mais estímulo para entregar a mesma produção. Se LH cair e testosterona estabilizar, foi só fase de transição. Sobre estradiol em torno de 53 sem sintoma: eu teria cuidado com anastrozol. Estradiol não é inimigo. Ele participa de libido, articulação, humor, sensibilidade à insulina e saúde cardiovascular. Se você está sem ginecomastia, sem retenção importante, sem queda de libido e sem piora clara de humor, eu não ficaria perseguindo número com inibidor de aromatase. Duas microdoses provavelmente não destruíram nada, mas ficar pingando anastrozol para "normalizar" exame pode te jogar para baixo sem necessidade. Sobre manter testosterona perto de 800 para sempre sem colateral: aí é a parte difícil. Dá para otimizar sono, composição corporal, álcool, treino, estresse, vitamina D se houver deficiência, tireoide, resistência à insulina e alimentação. Isso pode melhorar sua média natural. Mas manter artificialmente um número específico por anos, sem nenhum custo, geralmente não existe. Clomifeno contínuo pode funcionar em alguns casos, mas pode trazer colaterais visuais, humor, alteração de SHBG, estradiol, desconforto e não é algo para usar como suplemento eterno. Eu acompanharia também hemograma, hematócrito, perfil lipídico, enzimas hepáticas, glicemia, insulina, pressão arterial e, se a performance esportiva é o foco, sono e recuperação. O ganho de disposição que você sentiu é relevante, mas eu não tomaria a melhor semana do protocolo como referência de vida normal. O teste real é ver onde seu eixo estabiliza 30 a 60 dias depois, sem Indux, sem Recycle e sem anastrozol. Minha sugestão prática: não mexa mais agora, não use anastrozol sem sintoma claro, repita exames em 4 a 6 semanas e compare com seu basal. Se estabilizar entre 600 e 800, ótimo. Se voltar perto do basal mas você estiver bem, também não é fracasso. O objetivo deveria ser performance, libido, humor e saúde sustentáveis, não casar com um número de testosterona. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  16. Renatinha está certa: sem padronizar o tópico, fica difícil ajudar com precisão. Mas já dá para adiantar alguns pontos importantes. Se você fez 8 meses de bulking e está em cutting há apenas 1 semana, eu não teria pressa para entrar com oxandrolona agora. Primeiro vale ver como seu corpo responde ao déficit, ao cardio e ao ajuste de treino. Às vezes a primeira fase do cutting já derruba retenção, melhora cintura e define bastante sem precisar mexer em hormônio. Sobre queda de cabelo e espinhas, sua preocupação faz sentido. Oxandrolona costuma ser vista como "leve", mas em mulher ela pode dar acne, oleosidade, queda de cabelo, alteração de voz, aumento de pelos, mudança de libido, alteração menstrual e piora do perfil lipídico. A dose menor reduz risco, mas não zera risco. Se você tiver tendência familiar a calvície, acne forte ou sensibilidade androgênica, eu teria ainda mais cautela. Para o pessoal conseguir te orientar melhor, coloque: idade, fotos padronizadas sem rosto, objetivo do cutting, dieta com quantidades, treino, cardio, exames recentes, percentual de gordura aproximado, ciclo menstrual, uso de anticoncepcional ou outros remédios, histórico de acne/quedade cabelo e se já usou qualquer hormônio antes. Exames úteis antes de pensar em usar: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, GGT, creatinina, glicemia, insulina, TSH, testosterona total e livre, SHBG, estradiol, progesterona, prolactina e DHEA-S. Para mulher, isso ajuda muito a não entrar no escuro. Minha opinião: faça pelo menos algumas semanas de cutting bem controlado antes de decidir. Se peso, medidas e fotos estiverem respondendo, talvez você nem precise usar agora. Se for usar, a decisão precisa ser feita com exames, fotos, dieta ajustada e monitoramento de colaterais desde o início. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  17. O Foston já apontou o caminho certo: converse com o médico que acompanha sua reposição e resolva a questão da receita de forma organizada. Em testosterona transdérmica manipulada, eu não escolheria farmácia só pelo preço e muito menos por não pedir receita. O ponto mais importante é consistência. Creme hormonal depende de base, concentração, homogeneização, estabilidade, orientação de aplicação e repetibilidade entre lotes. Duas farmácias podem escrever "200 mg/g" no rótulo e entregar experiências bem diferentes na prática. O que eu avaliaria antes de trocar: farmácia com responsável técnico acessível, boa reputação local, emissão correta de nota e rótulo, rastreabilidade do lote, orientação clara de conservação e aplicação, e histórico de pacientes que mantêm exames estáveis usando aquela manipulação. Depois da troca, eu não confiaria só em sensação. Repetiria exames após algumas semanas no mesmo padrão de uso, olhando testosterona total e livre, estradiol, hemograma, hematócrito, perfil lipídico e sintomas. Também vale revisar se essa dose e essa forma ainda fazem sentido para você. Às vezes o problema não é só preço da farmácia, mas uma estratégia que ficou cara, instável ou pouco prática ao longo do tempo. Gel/creme pode funcionar, mas exige disciplina de aplicação, cuidado com transferência para outras pessoas e acompanhamento de exames. Minha sugestão: peça ao seu médico uma prescrição atualizada e converse sobre opções de farmácia e de apresentação. Procurar uma que "não pede receita" pode parecer mais fácil agora, mas é justamente o tipo de atalho que aumenta risco de produto ruim, dose inconsistente e acompanhamento bagunçado. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  18. Salve, _CADMAN. O primeiro ponto é que, se você está estagnado nos 100 a 103 kg e ainda não tem dieta organizada, o gargalo provavelmente não é falta de droga. Para buscar 110 kg com alguma qualidade, a dieta precisa vir antes do protocolo. Sem isso, você pode ganhar peso, mas boa parte pode vir de retenção, gordura, piora de pressão, apetite bagunçado e queda de qualidade do shape. O protocolo que você colocou é forte: 500 mg de testosterona, 400 mg de deca e 30 mg de dianabol por dia. Para 41 anos, sem exames na mesa e sem percentual de gordura informado, eu não começaria por aí. Dianabol costuma jogar retenção, pressão e desconforto gastrointestinal para cima. Deca pode complicar libido, prolactina e recuperação do eixo. Testosterona nessa faixa também exige atenção a hematócrito, estradiol, pressão, acne, sono e perfil lipídico. Se o objetivo é volume, eu faria primeiro uma base de 4 a 6 semanas com dieta e exames. Algo prático: calcular o consumo atual por alguns dias, subir calorias de forma controlada, manter proteína perto de 1,8 a 2,2 g/kg, distribuir carbo principalmente perto do treino e acompanhar peso médio semanal, cintura e pressão. Se o peso não sobe com cintura controlada, sobe um pouco as calorias. Se a cintura sobe rápido demais, o superávit está alto ou a qualidade da dieta está ruim. Antes de qualquer protocolo, eu olharia pelo menos hemograma, hematócrito, colesterol total e frações, triglicerídeos, TGO, TGP, GGT, creatinina, ureia, glicemia, insulina, TSH, testosterona total e livre, estradiol, prolactina, PSA e pressão arterial. Aos 41 anos, esses dados mudam bastante a decisão. Sobre treino, a divisão A/B/C/D pode funcionar, mas o que vai mandar é volume semanal, progressão e recuperação. Para crescer, eu garantiria pernas bem feitas, costas fortes, básicos bem executados e controle de carga. Abdômen em dia de ombro não resolve muita coisa se sono, comida e progressão estiverem ruins. Minha opinião: antes de pensar em dura + deca + diana, organize dieta, exames e pressão. Se depois disso ainda fizer sentido usar algo, entraria com uma estratégia mais simples, mais fácil de monitorar e com menos variáveis. Empilhar três drogas logo de cara deixa mais difícil saber o que está ajudando e o que está dando colateral. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  19. Com 19 anos, 1,79 m, 75 kg e já treinando há alguns anos, eu não procuraria um "ciclo pouco agressivo" para esse objetivo. O problema é que, quando falamos de anabolizante, não existe uma opção que dê resultado real e ao mesmo tempo não mexa de forma relevante no eixo hormonal. Pode ser menos agressivo que outras escolhas, mas ainda pode afetar testosterona natural, libido, acne, humor, perfil lipídico, pressão, fertilidade e recuperação pós-uso. Para o que você descreveu, que é baixar um pouco a gordura, dar mais acabamento e melhorar pontos fracos, o caminho mais inteligente seria fazer uma fase de recomposição ou cutting leve por 8 a 12 semanas. Déficit pequeno, proteína alta, treino com progressão real e cardio bem colocado costumam mudar bastante o visual em alguém da sua idade. Na prática, eu faria assim: manteria creatina, ajustaria proteína para algo perto de 1,8 a 2,2 g/kg/dia, controlaria calorias sem zerar carbo, colocaria 3 a 5 sessões semanais de cardio moderado e revisaria o treino para ver se braços, ombros, costas e peito estão recebendo volume suficiente. Treinar todos os dias pode funcionar, mas só se a recuperação estiver boa. Se carga, sono, libido e disposição estão caindo, talvez o problema não seja falta de droga, seja excesso de estímulo e pouca recuperação. Se quiser fazer direito, tire fotos padronizadas, meça cintura, acompanhe peso médio semanal e faça exames básicos antes de pensar em qualquer hormônio: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, creatinina, glicemia, insulina, TSH, testosterona total e livre, estradiol e prolactina. Isso já mostra muito sobre sua base. Minha opinião direta: para "boost de verão", eu não usaria anabolizante aos 19 anos. Você ainda tem muita margem natural. Se fizer 10 semanas bem feitas de dieta, treino e cardio, provavelmente chega mais seco, com aparência melhor e sem comprar um problema hormonal desnecessário para resolver uma questão estética de curto prazo. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  20. Konik, dá para ver que você saiu daquele cenário inicial mais bagunçado e entrou numa fase bem mais consistente. Pelas fotos atuais, ainda tem gordura para tirar, principalmente em abdômen e cintura, mas também dá para notar boa estrutura de ombro, braço e tronco. Isso é um sinal bom: não parece um caso de "preciso colocar mais droga", parece muito mais um caso de manter constância e deixar a dieta fazer o trabalho por mais algumas semanas. O ponto que eu ajustaria agora é controle. Treinar 6 vezes na semana, correr no domingo e comer limpo no feeling funciona por um tempo, mas depois fica difícil saber se o peso travou por retenção, falta de déficit, queda de gasto, excesso de gordura na dieta ou simples oscilação. Você não precisa virar escravo da planilha, mas por 3 ou 4 semanas eu registraria peso em jejum, cintura, fotos nas mesmas posições e uma média aproximada de calorias e macros. Sobre manter 250 mg de dura e 100 mg de deca: é uma combinação bem mais conservadora do que muita gente faz, mas ainda exige exame. Eu olharia pelo menos hemograma, hematócrito, perfil lipídico, TGO, TGP, GGT, creatinina, ureia, glicemia, insulina, testosterona total e livre, estradiol, prolactina, TSH e pressão arterial. Com deca, libido, ereção, humor e prolactina merecem atenção. Com testosterona, estradiol, pressão, acne, sono e hematócrito entram no radar. Na dieta, cuidado com o erro de cortar carbo demais por medo. Você está treinando pesado e quer preservar massa. Se o carbo fica baixo demais, o treino cai, o NEAT cai, a recuperação piora e a pessoa acha que precisa mexer na droga. Eu preferiria um déficit moderado, proteína alta, gordura sem exagero e carbo distribuído perto do treino. O cardio pode continuar, mas eu não transformaria isso em punição diária. Melhor algo sustentável do que um plano que você aguenta por 10 dias e depois compensa no fim de semana. Minha sugestão prática: mantenha o plano por mais 4 semanas, meça cintura e peso, faça exames e compare as fotos no mesmo ângulo. Se a cintura estiver caindo e a força estiver razoável, está indo bem. Se o peso não muda mas a cintura cai, também está indo bem. Se cintura, peso e fotos travarem juntos por 2 ou 3 semanas, aí sim faz sentido ajustar dieta/cardio antes de pensar em qualquer aumento de fármaco. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  21. uma resposta no tópico respondeu a Cláudio Chamini em Tópicos sobre esteroides
    Renato, pelo seu próprio relato, eu seria mais conservador aqui. Você começou sem dieta, sem exames, sem saber aplicar, sem saber dose, sem saber TPC e já teve vermelhidão, endurecimento e dor local depois da primeira aplicação. Isso não é cenário bom para continuar tentando ajustar no improviso. A orientação do Batata sobre assepsia, frequência e organização geral faz sentido para reduzir erro grosseiro se a pessoa insistir em usar. Mas no seu caso específico, eu justifico uma postura mais cautelosa: você ainda não domina o básico e está dependendo do que vendedor falou. Vendedor de produto não é acompanhamento. Sobre seringa de insulina, via subcutânea, intramuscular, deltóide, coxa ou glúteo: isso não deveria ser decidido por tentativa e erro em fórum. Aplicação errada pode dar nódulo, inflamação, abscesso, dor persistente e outros problemas. Se a vermelhidão voltar, aumentar, ficar quente, vier febre, saída de secreção ou dor piorando, precisa procurar atendimento. TPC também não dá para montar no escuro. Precisa saber o que usou, quanto usou, por quanto tempo, sintomas e exames. Com uma única aplicação, a decisão pode ser diferente de alguém que usou por semanas ou meses. Minha opinião: pare de procurar dose e TPC agora, faça exames, organize dieta e treino, e procure um médico para avaliar essa aplicação e o que fazer depois. Você ganhou de 65 para 75 kg em pouco mais de 1 ano. Ainda tem muita coisa para extrair sem se colocar nesse risco. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  22. A questão não é criticar por criticar. É que as suas perguntas mostram risco real. Aplicação, TPC, dor em mamilo, escolha de agulha, local de aplicação e momento de iniciar medicação não são detalhes soltos. Dependem de quem você é, idade, sexo, exames, histórico de saúde, percentual de gordura, pressão, protocolo usado, tempo de uso, dose, sintomas e acompanhamento. Sem isso, qualquer resposta vira chute com cara de orientação. Durateston não é suplemento. Pode mexer com eixo hormonal, estradiol, hematócrito, pressão, acne, queda de cabelo, fertilidade, libido e risco de ginecomastia. E TPC também não é receita fixa. Usar remédio de TPC sem saber o que está acontecendo nos exames pode atrapalhar em vez de ajudar. Se quer ajuda de verdade, padronize o tópico e coloque dados. Se quer apenas uma resposta rápida para fazer mesmo assim, o fórum não deveria validar isso. A melhor orientação, com as informações atuais, é não iniciar ou não continuar sem acompanhamento e exames. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  23. Para jiu-jitsu, mais músculo nem sempre significa melhor desempenho. Às vezes o cara ganha peso, fica mais forte na musculação, mas perde mobilidade, gás, velocidade de transição e conforto no próprio jogo. Se ele saiu de 50 kg para 71 kg, é muita mudança corporal. O corpo precisa reaprender distância, base, pressão, explosão e resistência com outro peso. Isso não se resolve necessariamente com anabolizante. Pode até piorar se ganhar mais massa e ficar ainda mais pesado para a categoria ou para o estilo de luta. Eu colocaria o foco em força relativa: barra fixa, remadas, agachamentos, levantamento terra bem feito, empurrar, puxar, core anti-rotação, pegada, mobilidade de quadril e condicionamento específico no tatame. Drill bem feito e rola controlado também valem ouro. Creatina faz sentido. Beta-alanina e nitrato podem ajudar algumas pessoas em esforço de alta intensidade, mas precisam ser testados antes, porque podem dar desconforto gastrointestinal ou simplesmente não compensar. Bicarbonato pode funcionar, mas também é campeão de embrulhar o estômago se a pessoa erra dose ou timing. Hormônio, especialmente em jovem, eu deixaria fora da conversa. Primeiro ajuste categoria, dieta, força relativa, mobilidade e condicionamento. Para luta, performance é mais do que aparência. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  24. A resposta curta é: para o que você quer, eu não usaria hormônio agora. Com 19 anos, 75 kg, 1,79 m e alguns anos de treino, você ainda tem muita margem para evoluir com dieta, treino, sono e periodização. O tal “boost” de verão parece pequeno na cabeça, mas pode custar caro se mexer no eixo hormonal sem necessidade. Não existe ciclo que garanta “não afetar tanto a produção natural” e “não prejudicar libido”. A partir do momento que entra hormônio de fora, o corpo pode reduzir a produção própria. Em alguns casos volta bem, em outros não volta como era. E ninguém sabe em qual grupo vai cair antes de fazer a besteira. Se a ideia é baixar um pouco gordura e melhorar pontos fracos, o caminho mais inteligente é ajustar dieta, aumentar precisão do treino, controlar cardio e acompanhar medidas/fotos. Se quiser investigar algo, faça exames para saber como está sua saúde, mas não para procurar justificativa para ciclar. Guarda esse cartucho. Usar cedo demais para um ajuste estético pequeno costuma ser uma troca ruim. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  25. Alana, eu concordo com a linha que já passaram: oxandrolona não é o caminho agora. No seu caso tem um ponto a mais que pesa bastante: hipertireoidismo em uso de Tapazol. Isso não é detalhe. Antes de pensar em qualquer hormônio, seu eixo tireoidiano precisa estar bem acompanhado e estável. Alterações de tireoide já podem mexer com peso, frequência cardíaca, ansiedade, disposição, sono e tolerância ao treino. Colocar oxandrolona em cima de uma base ainda em construção só aumenta a chance de confundir tudo. Você já saiu de quase 94 kg para 87 kg em pouco tempo. Isso é sinal de que o básico está funcionando, mesmo que a cabeça esteja cobrando mais. Com BF alto, ansiedade e pouco tempo de processo, o melhor investimento é aderência: dieta realista, musculação bem feita, Muay Thai sem exagerar na recuperação, sono e acompanhamento médico do hipertireoidismo. O corpo atlético que você quer não vem de um ciclo inicial. Vem de meses de consistência. A oxandrolona pode trazer colaterais em mulher mesmo em doses baixas, como acne, queda de cabelo, alteração de voz, aumento de pelos, alteração de libido, alteração menstrual e piora de exames. Não faz sentido correr esse risco antes de dominar dieta e treino. Posta a dieta e a divisão completa do treino como pediram. Aí dá para ajudar muito melhor sem pular etapas. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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