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Cláudio Chamini

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Tudo que Cláudio Chamini postou

  1. http://musclecontestinternational.com/wp-content/uploads/2022/02/MCI-IRON-GAMES.png Inscrição Atletas: Online: $75.00 USD por classeNo dia: R$ 450,00 por classePromo Teen/Junior: $41.00 USD online / R$ 250,00 no diaPromo Estreantes: $61.00 USD online / R$ 300,00 no diaIngressos Visitantes: VIP: R$ 180,00 (Inteira) / R$ 90,00 (Meia)Normal: R$ 120,00 (Inteira) / R$ 60,00 (Meia)Backstage: R$ 450,00Categorias: Extensa lista (Bodybuilding, Classic Physique, Mens Physique, Womens Physique, Figure, Wellness, Bikini, Fit Model e subs). Status: Regional. Contato: WhatsApp +55 11 95618-4519, Emails: ron@musclecontest.com, candice@musclecontest.com Página do evento: NPC Muscle Contest IRON GAMES 2025 OBSERVAÇÃO: dados do evento obtidos em 26 de abril de 2025. Status Olympia não encontrado. Consulte a página oficial para dados atualizados e mais precisos.
  2. Inscrição Atletas: Online: $205.00 USD por classe (+ taxa 4%) até 14/Out: $280 USD (+ taxa $5) após 14/Out. Categorias: Extensa lista (Bodybuilding, Mens Physique, Classic Physique, Bikini, Figure, Wellness, Womens Physique, Fit Model e subs). Inclui IFBB Pro League Men’s Physique. Status: Regional, PRO QUALIFIER & OLYMPIA QUALIFIER. Contato: Telefone / WhatsApp: +63 918 830 9828, Emails gerais: ron@musclecontest.com, candice@musclecontest.com Página do evento: NPC Muscle Contest PHILIPPINES 2025 OBSERVAÇÃO: dados do evento obtidos em 26 de abril de 2025. Endereço exato TBD. Preço de Ingressos não encontrado. Consulte a página oficial para dados atualizados e mais precisos.
  3. Status: Natural Regional Qualifier. Contato: Telefone / WhatsApp: +63 918 830 0828 Página do evento: NPC Muscle Contest PHILIPPINES naturals 2025 OBSERVAÇÃO: dados do evento obtidos em 26 de abril de 2025 (via PDF). Endereço TBD. Taxas/Categorias listadas no PDF parecem inconsistentes. Ingressos/Status Olympia não encontrados. Consulte a página oficial para dados atualizados e mais precisos.
  4. Status: Natural Regional Qualifier. Contato: Telefone / WhatsApp: +63 918 830 0828 Página do evento: NPC Muscle Contest PHILIPPINES naturals 2025 OBSERVAÇÃO: dados do evento obtidos em 26 de abril de 2025 (via PDF). Endereço TBD. Taxas/Categorias listadas no PDF parecem inconsistentes. Ingressos/Status Olympia não encontrados. Consulte a página oficial para dados atualizados e mais precisos.
  5. Categorias: ESTREANTE, NOVICE, OPEN, MASTER E TEEN. Premiação: Troféus (1-3, Overall, Melhor Torcida, Melhor Coach), Medalhas (4-5). Contato: Mário Carvalho (Organizador). Página do evento: NPC CLASSIC CONTEST Anápolis 2025 OBSERVAÇÃO: dados do evento obtidos em 26 de abril de 2025 (via info do usuário). Taxas, Ingressos, Status Regional/Olympia, Contato detalhado não informados. Consulte a página oficial para dados atualizados e mais precisos.
  6. http://musclecontestinternational.com/wp-content/uploads/2022/02/MCI-RIO-GRANDE-DO-NORTE.png Inscrição Atletas: Online: $75.00 USD por classeNo dia: R$ 450,00 por classePromo Teen/Junior: $41.00 USD online / R$ 250,00 no diaPromo Estreantes: $61.00 USD online / R$ 300,00 no diaIngressos Visitantes: VIP: R$ 180,00 (Inteira) / R$ 90,00 (Meia)Normal: R$ 120,00 (Inteira) / R$ 60,00 (Meia)Backstage: R$ 450,00Categorias: Men's Bodybuilding (Masters, Teen, Junior, True Novice, Novice, Special, Open). Status: Regional. Contato: WhatsApp +55 11 95618-4519 Página do evento: NPC Muscle Contest RIO GRANDE DO NORTE 2025 OBSERVAÇÃO: dados do evento obtidos em 26 de abril de 2025. Status Olympia e Email não encontrados. Consulte a página oficial para dados atualizados e mais precisos.
  7. Inscrição Atletas: Online: $75.00 USD por classeNo dia: R$ 450,00 por classePromo Teen/Junior: $41.00 USD online / R$ 250,00 no diaPromo Estreantes: $61.00 USD online / R$ 300,00 no diaIngressos Visitantes: VIP: R$ 180,00 (Inteira) / R$ 90,00 (Meia)Normal: R$ 120,00 (Inteira) / R$ 60,00 (Meia)Backstage: R$ 450,00Categorias: Extensa lista (Bodybuilding, Classic Physique, Mens Physique, Womens Physique, Figure, Wellness, Bikini, Fit Model e subs). Status: Regional. Contato: WhatsApp +55 11 95618-4519, Emails: ron@musclecontest.com, candice@musclecontest.com Página do evento: NPC Muscle Contest VALE DO PARAíBA 2025 OBSERVAÇÃO: dados do evento obtidos em 26 de abril de 2025. Status Olympia não encontrado. Consulte a página oficial para dados atualizados e mais precisos.
  8. É muito comum quem está começando a treinar se perguntar como medir o percentual de gordura. Quem ainda não sabe sobre a importância do %GC (percentual de gordura corporal), pode ler a matéria sobre isso aqui do site. Mas, agora, a pergunta natural é: como calcular o percentual de gordura corporal? Quais são os métodos disponíveis? Existem opções para medir gordura corporal em casa ou preciso de equipamentos caros? Vamos explorar as principais técnicas para medição de gordura corporal, desde as mais precisas até as acessíveis, ajudando você a entender qual abordagem pode ser a melhor para seus objetivos. Como medir o percentual de gordura (%GC) Existem diversas formas de realizar a avaliação de gordura corporal, divididas entre métodos clínicos (mais precisos) e caseiros (mais acessíveis). Esses métodos são: Métodos profissionais (geralmente requerem equipamento especializado, ambiente controlado e um técnico treinado): DEXA (absorciometria por raios-X de dupla energia). Pesagem hidrostática (pesagem subaquática). Bod Pod (ADP - pletismografia por deslocamento de ar). Dobras cutâneas (quando realizado por um profissional treinado). BIA (bioimpedância elétrica - equipamentos profissionais, mais complexos). Métodos caseiros de acesso pessoal (podem ser feitos em casa ou com equipamentos ou ferramentas mais simples e acessíveis, embora a precisão possa ser menor): BIA (bioimpedância elétrica - balanças e aparelhos portáteis de uso doméstico). Dobras cutâneas por auto-medição. Fita métrica (usando fórmulas ou calculadoras online/apps). Estimativa visual (baseados em comparação visual ou análise de fotos). Apps (baseados em análise de fotos por inteligência artificial). Vamos tratar de cada um desses 10 métodos a seguir. Métodos clínicos ou laboratoriais (profissionais) Realizados por profissionais treinados em ambientes controlados, oferecem maior precisão. 1. DEXA (absorciometria por dupla emissão de raios-X) Considerado por muitos o "padrão-ouro" atual. Usa raios-X de baixa energia para quantificar massa gorda, massa magra e densidade óssea, inclusive por regiões do corpo. A margem de erro é baixa (geralmente 1-3%). Prós: alta precisão, dados regionais, mede densidade óssea, pode estimar gordura visceral. Contras: custo elevado, acessibilidade limitada, requer técnico, exposição mínima à radiação (contraindicado para gestantes). 2. Pesagem hidrostática (hydrostatic weighing) Provavelmente você não verá nenhum profissional realizando esta pesagem atualmente. É bem trabalhosa. Mas como funciona a pesagem hidrostática? Ela se baseia no princípio de Arquimedes, comparando o peso em terra com o peso submerso. Como a gordura flutua mais que músculo, o peso submerso ajuda a calcular a densidade corporal e, consequentemente, o %GC. Foi um padrão-ouro histórico, com alta precisão (erro ±1.5-3%) se feito corretamente. Prós: alta precisão. Contras: inconveniente (submersão total, expirar o ar), requer tanque especializado, menos disponível hoje. 3. Bod pod (pletismografia por deslocamento de ar - ADP) Mede o volume corporal pelo deslocamento de ar numa câmara fechada, calcula a densidade e estima o %GC. É rápido e confortável, com boa precisão (erro ±1-3%). Prós: rápido, não invasivo, boa precisão. Contras: custo/disponibilidade, requer roupa justa/touca, sensível a condições externas, pode ser menos preciso em extremos de IMC. 4. Dobras cutâneas (skinfolds) - avaliação profissional Este é um exemplo de medição antropométrica. Um profissional treinado utiliza um adipômetro para medir a espessura da gordura subcutânea em locais específicos. Como usar adipômetro para medir gordura? O profissional pinça a dobra de pele e gordura e mede sua espessura com o aparelho. Essas medidas são inseridas em equações preditivas. A precisão do método das dobras cutâneas depende muito da habilidade do avaliador (erro ±3.5-7%). Prós: equipamento acessível/portátil, rápido. Contras: depende da experiência do avaliador, pode ser desconfortável, mede só gordura subcutânea. A soma das dobras pode ser mais útil para acompanhar progresso do que o %GC estimado. 5. BIA profissional (análise de bioimpedância elétrica) Por fim, temos o exame profissional de BIA (bioimpedância). E muitos perguntam: exame de bioimpedância funciona? Ele envia uma corrente elétrica segura pelo corpo. A gordura oferece mais resistência que a massa magra (rica em água). O aparelho mede essa resistência (impedância) e usa fórmulas com dados do usuário para estimar a água corporal, MLG e %GC. Modelos profissionais usam mais eletrodos e frequências. A precisão é um ponto de debate (erro ±3.5-5% ou mais), pois é muito sensível à hidratação, alimentação, exercício recente etc. Tende a superestimar %GC em magros e subestimar em obesos. Prós: rápido, não invasivo. Contras: precisão variável e sensível a fatores externos, menos confiável que DEXA/Hidrostática/Bod Pod, contraindicado para portadores de marca-passo. Métodos caseiros e acessíveis (como medir gordura corporal em casa) Estas opções são mais convenientes e baratas, ideais para quem quer saber como medir gordura corporal em casa ou sem equipamento caro (na maioria dos casos é suficiente). São melhores para monitorar tendências (não calculam com precisão o percentual, mas podem ajudar muito em calcular o aumento ou a diminuição desse percentual). 1. BIA caseira (balanças e dispositivos domésticos) Funcionam com o mesmo princípio da BIA profissional, mas de forma simplificada. São geralmente menos precisas e muito suscetíveis a variações diárias (hidratação, etc.). Prós: convenientes, acessíveis, úteis para acompanhar tendências com uso consistente. Contras: baixa precisão absoluta. Focar na evolução (aumento ou diminuição do percentual), não no número exato. Como usar a BIA caseira A chave para tirar o máximo proveito de uma balança de bioimpedância caseira é a consistência. Como ela é sensível a muitas variáveis, o objetivo é minimizar essas variações para poder comparar as leituras ao longo do tempo e identificar tendências reais. Siga estes passos: Escolha um horário e cumpra-o: pese-se sempre no mesmo horário e nas mesmas condições. O mais recomendado é: pela manhã: logo após acordar. após usar o banheiro: esvazie a bexiga e, se possível, o intestino. antes de comer ou beber qualquer coisa: em jejum. antes de se exercitar: o exercício altera significativamente a hidratação e a temperatura corporal. Pés limpos e secos: suba na balança com os pés descalços, limpos e completamente secos. A umidade ou sujeira pode afetar a condução elétrica. Posicionamento correto: certifique-se de que seus pés estejam posicionados corretamente sobre os eletrodos metálicos da balança, conforme indicado no manual do seu aparelho. Distribua o peso igualmente. Permaneça imóvel: fique parado sobre a balança durante todo o processo de medição, até que o resultado seja exibido. Movimentar-se pode gerar leituras imprecisas. Use pouca ou nenhuma roupa: pese-se nu ou usando sempre a mesma roupa leve (como roupa íntima). O peso da roupa pode variar e interferir na leitura da composição corporal. Hidratação é crucial (mas consistente): evite medir após consumir grandes quantidades de líquidos ou cafeína, ou se estiver desidratado. Tentar manter um nível de hidratação similar no horário da pesagem ajuda na consistência. Atenção ao ciclo menstrual: para mulheres, as flutuações hormonais durante o ciclo menstrual podem causar retenção de líquidos e alterar significativamente os resultados. Esteja ciente disso e observe as tendências ao longo de vários ciclos, em vez de se apegar a flutuações pontuais. Foco na tendência: lembre-se do ponto principal e não se apegue ao número absoluto de gordura corporal que a balança mostra num dia específico. O mais importante é observar a tendência ao longo das semanas e meses. O percentual está subindo, descendo ou se mantendo estável? É essa informação que tem valor. Consulte o manual: cada balança pode ter recomendações específicas. Leia o manual do fabricante do seu dispositivo. Seguindo estas dicas, você poderá usar sua balança de BIA caseira como uma ferramenta útil para monitorar o progresso dos seus objetivos de saúde e forma física, focando sempre na evolução e não em números isolados. 2. Dobras cutâneas (auto-medição) Tentar usar um adipômetro em si mesmo. A precisão é extremamente baixa devido à dificuldade de localizar os pontos e aplicar a pressão correta. Saber como medir dobras cutâneas passo a passo corretamente é um desafio na auto-medição. Prós: custo baixíssimo do equipamento. Contras: muito impreciso, não recomendado para estimar %GC. Como usar o adipômetro em casa É crucial começar reforçando o que foi dito nos "contras": a auto-medição de dobras cutâneas com adipômetro é extremamente imprecisa e não é recomendada para obter um valor confiável do seu percentual de gordura corporal (%GC). A dificuldade em localizar os pontos exatos, pinçar corretamente apenas a pele e a gordura subcutânea (sem pegar músculo) e aplicar a pressão consistente do adipômetro em si mesmo compromete muito o resultado. No entanto, se você ainda assim quiser tentar usar um adipômetro em casa, mais como um exercício de curiosidade do que para obter dados precisos, siga os princípios gerais (sabendo das dificuldades): Escolha pontos acessíveis: foque em locais que você consiga alcançar e visualizar razoavelmente bem. Os pontos mais comuns e minimamente viáveis para auto-medição são: Tríceps: na parte de trás do braço, a meio caminho entre o ombro e o cotovelo. A dobra é vertical. Suprailíaca: diagonalmente, logo acima do osso do quadril (crista ilíaca). Abdominal: verticalmente, cerca de 2-3 cm ao lado do umbigo. Nota: pontos como o subescapular (abaixo da omoplata) são praticamente impossíveis de medir corretamente sozinho. Tente pinçar corretamente: use o dedo polegar e o indicador da mão livre para "pinçar" uma dobra de pele e da gordura logo abaixo dela, no local escolhido. Tente puxar a dobra para longe do músculo que está por baixo. A pinça deve ser firme o suficiente para segurar a dobra. A dificuldade aqui é enorme na auto-medição. Aplique o adipômetro: com a outra mão, posicione as garras do adipômetro perpendicularmente à dobra cutânea, cerca de 1 cm abaixo dos seus dedos. Solte o gatilho do adipômetro para que ele exerça pressão sobre a dobra. Faça a leitura: espere 2 a 4 segundos para a pressão estabilizar e leia a medida na escala do adipômetro (geralmente em milímetros). Anote o valor. Repita (opcional): idealmente, você soltaria a dobra, esperaria um pouco e repetiria a medição no mesmo local mais uma ou duas vezes, tirando a média. Na prática da auto-medição, conseguir repetir no exato mesmo ponto com a exata mesma pinça é muito difícil. Use fórmulas com cautela extrema (não recomendado): existem fórmulas (como Jackson & Pollock de 3 ou 7 dobras) que usam essas medidas para estimar o %GC. Dado a altíssima probabilidade de erro nas suas medidas caseiras, o resultado dessas fórmulas será igualmente impreciso e potencialmente enganoso. Não baseie suas avaliações ou decisões nesses números. Foco na variação relativa: se você conseguir ser extremamente consistente na sua técnica (o que é improvável sozinho) e medir sempre nos mesmíssimos pontos, talvez possa notar se a medida em milímetros em um ponto específico está aumentando ou diminuindo ao longo do tempo. Não confie no %GC calculado, mas talvez na variação da espessura da dobra em si (ex: a dobra suprailíaca diminuiu 2mm), mas mesmo isso é questionável na auto-medição. 3. Fitas métricas (circunferências) Uma forma de medição antropométrica simples. Medem-se circunferências (pescoço, cintura, quadril) e usam-se fórmulas (ex: US Navy) ou uma calculadora de percentual de gordura online. Como medir gordura corporal com fita métrica e aplicar a fórmula de percentual de gordura correta pode dar uma estimativa, mas a precisão varia. Prós: barato, fácil, rastreia mudanças nas dimensões. Contras: Estimativa indireta, não diferencia músculo, precisão variável. Como usar a fita métrica em casa (para estimar %GC) Como mencionado, usar a fita métrica para medir circunferências é uma maneira acessível de acompanhar mudanças no seu corpo e obter uma estimativa do percentual de gordura corporal (%GC), especialmente quando combinado com fórmulas como a da Marinha dos EUA (US Navy). A chave, novamente, é a consistência na medição. O que você vai precisar: Uma fita métrica flexível e não elástica (como as de costura). Onde anotar as medidas (papel, celular, etc.). Acesso a uma calculadora online que use o método US Navy ou similar, ou a fórmula em si. Passo a passo para realizar as medições: Prepare-se: Faça as medições diretamente sobre a pele ou sobre uma camada fina e consistente de roupa (como roupa íntima). Evite medir sobre roupas grossas. Mantenha a fita métrica justa (rente à pele), mas sem apertar ou comprimir a pele e a gordura. Certifique-se de que a fita esteja nivelada (paralela ao chão) ao redor da parte do corpo que você está medindo. Fique em pé, relaxado, com os pés juntos e o peso distribuído igualmente. Não tensione os músculos. Para maior consistência, faça as medições sempre no mesmo horário (ex: pela manhã, antes do café) e nas mesmas condições. Meça sua altura: Fique descalço, com as costas e calcanhares encostados em uma parede reta. Mantenha a cabeça erguida, olhando para frente. Peça para alguém marcar o ponto exato no topo da sua cabeça na parede ou use um objeto reto (como um livro) sobre a cabeça para marcar. Meça a distância do chão até a marca. Anote em centímetros (cm). Meça a circunferência do pescoço: Passe a fita ao redor do pescoço, logo abaixo do "pomo de Adão" (laringe). Mantenha a fita nivelada. Anote em cm. Meça a circunferência da cintura: Para homens: meça horizontalmente ao redor do abdômen, no nível do umbigo. Para mulheres: meça horizontalmente ao redor da parte mais estreita do seu tronco, geralmente um pouco acima do umbigo (a cintura natural). Relaxe o abdômen (não encolha a barriga!) e meça no final de uma expiração normal. Anote em cm. Meça a circunferência do quadril (apenas para mulheres): Passe a fita horizontalmente ao redor da parte mais larga dos seus quadris e nádegas. Mantenha os pés juntos. Anote em cm. Calcule o percentual de gordura estimado (%GC): Com as medidas anotadas (altura, pescoço, cintura e, para mulheres, quadril), insira esses valores em uma calculadora online específica para o método da fita métrica (procure por "calculadora gordura corporal US Navy" ou similar). Alternativamente, se você encontrar a fórmula matemática específica (existem variações), pode calcular manualmente. Interprete com cautela: Lembre-se que número obtido é uma estimativa indireta. Ele não mede a gordura diretamente e pode ser influenciado pela sua estrutura óssea e massa muscular. O maior valor está no acompanhamento. Use essas medições (tanto as circunferências em cm quanto o %GC estimado) para monitorar tendências ao longo do tempo. Seus objetivos são diminuir a circunferência da cintura e/ou o %GC estimado? Ou talvez aumentar a massa magra, o que pode ou não refletir muito nessas medidas específicas? Use como mais um dado no seu acompanhamento geral. Seguindo estes passos de forma consistente, a fita métrica se torna uma ferramenta útil e barata para ter uma noção das mudanças nas suas dimensões corporais e uma estimativa da composição corporal, complementando outras formas de avaliação. 4. Estimativa visual Uma forma de saber seu percentual de gordura sem balança ou equipamentos. Compara-se a aparência com fotos de referência de %GC conhecidos. É muito subjetivo. Prós: Gratuito. Contras: Baixa precisão, subjetivo. Como fazer a estimativa visual em casa A estimativa visual é, como o nome diz, uma tentativa de avaliar seu percentual de gordura corporal (%GC) comparando sua aparência física com imagens de referência. É um método gratuito, mas altamente subjetivo e com baixa precisão. Serve mais para ter uma ideia geral ou situar-se em uma faixa (ex: magro, médio, acima do peso) do que para obter um número exato. Passo a passo: Encontre Imagens de Referência Confiáveis: Procure online por termos como "percentual de gordura visual", "body fat percentage comparison pictures", "estimativa visual %GC". Busque por conjuntos de imagens que mostrem diferentes corpos (separados por sexo masculino e feminino) em vários níveis de percentual de gordura (ex: 5%, 10%, 15%, 20%, 25%, 30%+). Dê preferência a fontes que pareçam mais críveis (sites de saúde, fitness, artigos educativos), mas lembre-se que mesmo nessas fontes, o %GC associado às imagens é, muitas vezes, também uma estimativa. Observe sua própria aparência: Fique em frente a um espelho de corpo inteiro, em um local bem iluminado. Se preferir, tire fotos (de frente, de lado e, se possível, de costas). Use o mínimo de roupa possível (roupa íntima ou de banho) para poder ver claramente os contornos do seu corpo, a definição muscular e as áreas de acúmulo de gordura. Mantenha uma postura relaxada e natural. Não encolha a barriga ou flexione os músculos, a menos que as fotos de referência também mostrem poses flexionadas (o que é menos comum para avaliação geral). Compare honestamente com as referências: Olhe para as imagens de referência do seu sexo. Preste atenção a detalhes chave e compare com o seu corpo: Definição abdominal: os músculos abdominais são visíveis? Quantos "gomos"? Há apenas um contorno leve ou nenhuma definição? Vascularização: veias são visíveis nos braços, ombros, pernas ou abdômen? Quão proeminentes? (Geralmente mais visível em %GC mais baixos). Separação muscular: os diferentes grupos musculares (ombros, braços, peito, costas, pernas) são bem definidos e separados visualmente? É possível ver estrias ou detalhes finos nos músculos? Formato e contorno geral: o corpo parece mais "arredondado" e "macio" ou mais "angular" e "denso"? Distribuição de gordura: onde a gordura parece se acumular mais em você (barriga, quadris, rosto, peito)? Compare com os padrões nas fotos. Identifique a imagem mais próxima: Tente encontrar a imagem de referência que mais se assemelha à sua aparência atual, considerando os pontos acima. O percentual de gordura associado a essa imagem será a sua estimativa visual. É comum sentir que você se encaixa entre duas imagens. Nesse caso, sua estimativa seria uma faixa (ex: "entre 15% e 20%"). Entenda as limitações: Subjetividade extrema: sua autoavaliação pode ser influenciada por sua percepção pessoal, dismorfia corporal ou simplesmente falta de experiência em avaliar. O que parece "15%" para você pode parecer "20%" para outra pessoa. Variação individual: pessoas acumulam gordura de formas diferentes (genética). Duas pessoas com o mesmo %GC real podem ter aparências distintas. Além disso, a quantidade de massa muscular afeta muito a aparência visual para um mesmo %GC. Imprecisão: não use esse número como um dado concreto. É apenas um palpite educado baseado em comparação visual. A estimativa visual pode dar um ponto de partida ou uma noção muito geral, especialmente se você repetir o processo ao longo do tempo para ver se visualmente percebe mudanças que o aproximam de imagens com %GC mais baixo ou mais alto. No entanto, para dados mais confiáveis, utilize outros métodos (mesmo os caseiros como BIA ou fita métrica, usados consistentemente, podem ser melhores para rastrear tendências). 5. Aplicativos (Apps) Podem usar fotos (IA para estimativa visual) ou dados de circunferência inseridos (atuando como uma calculadora de percentual de gordura). A precisão depende do algoritmo e da qualidade dos dados. Prós: Convenientes, acessíveis. Contras: Precisão variável. Quais são os aplicativos que usam inteligência artificial para calcular o %GC Listamos alguns aplicativos que estão disponíveis para lhe ajudar a ter uma noção do seu percentual de gordura corporal: Plataforma B-YOU: utiliza inteligência artificial e visão computacional para medir o corpo a partir de fotos 2D, extraindo medidas corporais precisas e estimativas como percentual de gordura. Pode ser usada para saúde, fitness, moda e e-commerce, oferecendo praticidade e privacidade ao usuário. Shaped - Avaliação Corporal por Inteligência Artificial: software que realiza análise detalhada da composição corporal a partir de duas fotos tiradas com celular, fornecendo estimativas de percentual de gordura e outras métricas corporais. Zing Coach: ferramenta que analisa o corpo com apenas duas fotos para estimar o percentual de gordura e oferece planos de treino personalizados baseados nos resultados. A análise é feita com IA e é gratuita para uso inicial. Plixi - Calculadora de Gordura: aplicativo que usa dados de dobras cutâneas (medidas com adipômetro) combinados com fórmulas científicas para calcular o percentual de gordura corporal. Embora não use fotos, é uma calculadora precisa para quem tem acesso às medidas físicas. Dieta.ai: embora focado em análise nutricional e contagem de calorias a partir de fotos de alimentos, o Dieta.ai também oferece análise corporal com IA para estimar percentual de gordura, taxa metabólica basal e acompanhamento de medidas corporais. É crucial entender e reforçar as limitações dos métodos caseiros, que servem para identificar tendências ao longo do tempo, não um valor absoluto exato. Qual o melhor método para medir gordura corporal? Muitos se perguntam qual o melhor método para medir gordura corporal. A resposta depende de um balanço entre seus objetivos e recursos: Precisão: DEXA, Hidrostática, Bod Pod oferecem a maior precisão. Dobras ou BIA profissionais são intermediários. Métodos caseiros têm menor precisão absoluta. Custo: laboratoriais são caros; profissionais, intermediários; caseiros, baratos/gratuitos. Acessibilidade: varia de limitada (laboratoriais) a alta (caseiros). Objetivo: pesquisa e clínica exigem precisão. Acompanhamento geral pode usar métodos acessíveis consistentemente. Conforto: Considere a praticidade e o conforto pessoal com cada procedimento. Dicas para medir percentual de gordura corretamente: independentemente do método, a consistência é chave, especialmente para métodos caseiros. Tente medir sempre nas mesmas condições (horário, nível de hidratação, antes de comer ou se exercitar) para poder comparar os resultados ao longo do tempo e observar tendências reais. Recomendação geral: uma avaliação profissional mais precisa (DEXA, Bod Pod, ou dobras/BIA bem feitas) esporadicamente (6-12 meses) como referência, combinada com monitoramento frequente de tendências com métodos caseiros (BIA, fita, fotos), pode ser a melhor estratégia para a maioria das pessoas. Tabela Comparativa dos Métodos: Método Princípio Básico Precisão (Erro Típico) Custo Estimado Acessibilidade Prós Contras DEXA Raio-X de dupla energia (3 componentes) ±1-3% Alto Baixa Alta precisão, dados regionais, densidade óssea, estima VAT Caro, limitado, radiação (baixa), requer técnico Pesagem Hidrostática Densidade corporal (peso terra vs. água) ±1.5-3% Alto Muito Baixa Alta precisão histórica Inconveniente, desconfortável, requer tanque, menos comum Bod Pod (ADP) Densidade corporal (deslocamento de ar) ±1-3% Alto Baixa/Média Rápido, confortável, boa precisão Caro, limitado, requer roupa justa, sensível a condições Dobras Cutâneas (Profissional) Medição antropométrica (gordura subcutânea) ±3.5-7% Médio/Baixo Média/Alta Acessível, portátil, rápido Depende do avaliador, invasivo, menos preciso em extremos BIA (Profissional) Impedância elétrica (água vs. gordura) ±3.5-5%+ Médio Média/Alta Rápido, não invasivo, fácil Precisão variável, sensível à hidratação/outros fatores BIA (Caseira - Balanças/Portáteis) Idem BIA Profissional (simplificado) Variável (geralmente >5%) Baixo Alta Conveniente, acessível, bom para tendências Baixa precisão absoluta, muito sensível a fatores externos Fita Métrica (Fórmulas/Calculadoras) Medição antropométrica (circunferências) ±3-5%+ Muito Baixo Alta Barato, fácil, rastreia dimensões Estimativa indireta, precisão variável, não diferencia músculo Estimativa Visual ou Apps (Foto) Comparação visual/ Algoritmos de imagem Altamente Variável Gratuito/Baixo Alta Conveniente, sem equipamento (visual) Subjetivo (visual), precisão depende da referência/algoritmo/foto Conclusão Exploramos os principais métodos para medir gordura corporal, desde os clínicos aos caseiros. Vimos quais são os métodos para medir gordura corporal mais comuns e como cada um funciona, com suas vantagens e desvantagens. A escolha depende dos seus objetivos e recursos, mas lembre-se: consistência é chave para acompanhar seu progresso. Depois de medir o seu percentual de gordura, você pode descobrir se está na faixa saudável ou não de %GC. Fontes de consulta Body fat percentage - Wikipedia. Disponível em: https://en.wikipedia.org/wiki/Body_fat_percentage. Acesso em 26 de abr. de 2025. 9.3 Body Composition - Nutrition and Physical Fitness. Disponível em: https://pressbooks.calstate.edu/nutritionandfitness/chapter/9-3-body-composition/. Acesso em 26 de abr. de 2025. Body Composition | UC Davis Sports Medicine UC Davis Health. Disponível em: https://health.ucdavis.edu/sports-medicine/resources/body-fat. Acesso em 26 de abr. de 2025. How Does ShapeScale Measure Body Fat Percentage, & How Does It Compare To Other Methods?. Disponível em: https://business.shapescale.com/content/posts/shapescale-body-fat-percentage-accuracy-compared-to-other-methods. Acesso em 26 de abr. de 2025. Risks of Too Little and Too Much Body Fat - Nutrition: Science and .... Disponível em: https://openoregon.pressbooks.pub/nutritionscience2e/chapter/unknown-3/. Acesso em 26 de abr. de 2025. Ideal Body Fat Percentage: For Men and Women - Healthline. Disponível em: https://www.healthline.com/health/exercise-fitness/ideal-body-fat-percentage. Acesso em 26 de abr. de 2025. Body Fat Percentage Averages for Men & Women (Very Well Health .... Disponível em: https://www.acefitness.org/about-ace/press-room/.... Acesso em 26 de abr. de 2025. Subcutaneous adipose tissue & visceral adipose tissue - PMC. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6702693/. Acesso em 26 de abr. de 2025. The 10 Best Ways to Measure Your Body Fat Percentage - Healthline. Disponível em: https://www.healthline.com/nutrition/ways-to-measure-body-fat. 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Disponível em: https://healthcare.utah.edu/integrative-health/whole-person-health/movement-fitness/testing/bod-pod. Acesso em 26 de abr. de 2025. Skinfold Caliper Testing | University of Utah Health. Disponível em: https://healthcare.utah.edu/integrative-health/whole-person-health/movement-fitness/testing/skinfold-caliper. Acesso em 26 de abr. de 2025. Skinfold Calipers - Science for Sport. Disponível em: https://www.scienceforsport.com/skinfold-calipers/. Acesso em 26 de abr. de 2025. Average Body Fat Percentage Chart for Men and Women - Verywell Health. Disponível em: https://www.verywellhealth.com/body-fat-percentage-chart-8550202. Acesso em 26 de abr. de 2025. Bioelectrical Impedance Analysis (BIA) - Science for Sport. Disponível em: https://www.scienceforsport.com/bioelectrical-impedance-analysis-bia/. Acesso em 26 de abr. de 2025. Bioelectrical Impedance Analysis: Should You Try It? - Verywell Fit. 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Validating Accuracy: A Deep Dive into Spren Vision™ for Body .... Disponível em: https://www.spren.com/blog/validating-accuracy-a-deep-dive-into-spren-vision-tm-for-body-composition-analysis. Acesso em 26 de abr. de 2025. Body Composition | UNM Ex. Phys. Lab. Disponível em: https://www.exphyslab.unm.edu/body-composition. Acesso em 26 de abr. de 2025. Hydrostatic Weighing: What It Measures, How It Works, When It's Done. Disponível em: https://www.healthline.com/health/hydrostatic-weighing. Acesso em 26 de abr. de 2025. The US Navy Body Fat Calculator | RippedBody.com. Disponível em: https://rippedbody.com/how-calculate-body-fat-percentage/. Acesso em 26 de abr. de 2025. Como você mede seu percentual de gordura corporal? Compartilhe nos comentários.
  9. Parabéns, @rafitness ! Acompanhando sua evolução aqui no tópico, é nítido o quanto seu trabalho tem sido consistente e inteligente. Você manteve o foco não só no uso correto dos compostos, mas também em pilares fundamentais como dieta, hidratação e treino intenso — isso faz toda a diferença na qualidade dos resultados e na minimização dos colaterais. A atualização constante dos relatos também é muito valiosa para o fórum como um todo, porque dá uma visão real de como é a resposta prática ao ciclo. Continua firme nessa pegada que você ainda tem muito potencial para refinar ainda mais esse shape impressionante!
  10. @CaptainChaos, você tomou a decisão correta ao realizar o exame de estímulo para verificar a qualidade do GH antes de utilizar. Esse tipo de cuidado evita surpresas negativas, considerando que o mercado de hormônio do crescimento é um dos mais sujeitos a falsificações. O protocolo que você mencionou — aplicação intramuscular de 5 UI e coleta sanguínea duas horas depois para medir o pico de GH — está alinhado com a prática mais utilizada para esse tipo de avaliação. Sobre a Cooper Pharma especificamente, compartilho da mesma linha de pensamento do @Apollo Galeno e de outros colegas que comentaram: não é um laboratório com tradição consolidada em GH de uso humano. Eles têm mais história em formulações genéricas e medicamentos básicos. Em geral, quando se fala em GH de qualidade comprovada, os nomes mais seguros ainda são Genotropin, Saizen, Norditropin e, no mercado paralelo, Jintropin original. Fora disso, mesmo que um lote funcione razoavelmente bem, a variabilidade é muito grande. Além disso, como o Keto comentou, o custo-benefício do GH em protocolos focados puramente em estética costuma ser bastante questionável. Para recuperação de lesões, como no seu caso, o uso pode ser mais justificável, mas ainda assim seria interessante ter o máximo de certeza da pureza e concentração real do produto. Se no futuro quiser discutir ajustes de protocolo para uso de GH em reabilitação de lesões (dose, timing e combinação com peptídeos como GHRP-6 ou CJC-1295, por exemplo), é só chamar. Boa recuperação para você!
  11. Vander, pela sua descrição, é muito provável que o problema esteja relacionado à composição do veículo usado nesse lote específico da Sustan da Advanced Labs. Essa reação que você relatou — dor persistente e febre nas primeiras 48 horas — costuma indicar que o óleo utilizado pode estar impuro, contaminado, ou que o produto tenha excesso de solventes como álcool benzílico ou óleo de baixa qualidade. Embora o @Foston tenha dito que usa a marca há anos sem problema, é importante lembrar que mesmo marcas conhecidas podem ter variações entre lotes, principalmente quando não se trata de produtos de grau farmacêutico humano. Essas reações não são normais e podem comprometer sua saúde. Trocar agora para a Durateston da Lander foi uma boa decisão. A tendência é que você perceba melhora no conforto das aplicações, porque o padrão de controle da Landerlan é mais próximo ao farmacêutico. De toda forma, se mesmo com o novo produto continuar tendo febre, seria importante avaliar possíveis infecções bacterianas e, nesse caso, buscar atendimento médico. Resumo: o que você passou indica um problema com o produto em si, e não com sua técnica de aplicação. Melhor evitar continuar usando esse lote. Boa sorte nos próximos passos do ciclo, e mantenha sempre atenção máxima à procedência dos AEs que utiliza. Se quiser depois, podemos conversar sobre formas de minimizar desconfortos em aplicações futuras também.
  12. Carlinha, você já tem um físico muito bom para o estágio em que está e, sinceramente, seu raciocínio de focar agora em dieta e treino foi o mais acertado. O pessoal te orientou bem: é importante construir uma base sólida antes de recorrer a qualquer tipo de intervenção hormonal. A ideia do @Batata... de sugerir dieta levemente hipercalórica (uns 300 kcal acima do seu gasto) com macronutrientes ajustados foi excelente e é mais do que suficiente para você evoluir nesse momento. Quanto aos AEs, se futuramente optar mesmo por usar, começar com algo leve e seguro como a oxandrolona em doses baixas (5 a 10 mg/dia) é de fato a melhor escolha para mulheres, justamente porque o risco de virilização é muito menor quando comparado a outros compostos. Também achei muito pertinente o comentário da @RenatinhaSA sobre treinar superiores com a mesma dedicação dos inferiores. Treino forte e equilibrado é o que diferencia o shape de atleta. E sobre o método contraceptivo, se possível, realmente vale conversar com seu médico para avaliar alternativas ao anticoncepcional oral, já que ele pode impactar de forma significativa na composição corporal e na resposta aos treinos. Resumindo: com sua dedicação atual e pequenos ajustes na dieta e no treino, você ainda tem um excelente potencial de progresso natural antes de pensar em um ciclo. Mantenha o foco e parabéns pela evolução até aqui! Se quiser depois montar uma estratégia de dieta para potencializar essa nova fase, é só falar.
  13. @igorsanchez10, a sua dúvida é bastante comum e válida, principalmente sendo seu primeiro ciclo. Sim, é relativamente normal sentir dor e certo inchaço no local da aplicação de testosterona enantato, especialmente se o músculo foi contraído no momento da injeção, como você mencionou. Quando o músculo não está relaxado, o óleo do veículo pode ficar mal distribuído e gerar mais reação inflamatória local. O colega @Batata... já pontuou muito bem alguns cuidados essenciais: assepsia rigorosa, aplicação lenta e em músculos relaxados são fundamentais para minimizar esses efeitos. Além disso, sempre é bom alternar os locais de aplicação (glúteos, vasto lateral, deltóide) para não sobrecarregar uma única área e evitar formação de nódulos. Compressas mornas e massagens leves podem ajudar a dispersar o óleo e aliviar o desconforto. Mas atenção: se a dor piorar, se houver aumento de vermelhidão, calor local intenso ou febre, pode ser sinal de infecção, e nesse caso você deve procurar atendimento médico sem demora. Fique atento à técnica de aplicação e, se continuar tendo dúvidas, é melhor buscar orientação presencial com um profissional da área. Seguindo os cuidados corretos, a tendência é que as próximas aplicações sejam mais tranquilas. Se quiser depois, também posso te passar algumas dicas sobre volumes de aplicação e agulhas mais indicadas para cada músculo. Aprenda mais sobre o enantato nesta página:
  14. Antes de qualquer coisa, é fundamental ressaltar: você tem 17 anos. Isso, por si só, já é um fator que inviabiliza qualquer recomendação de uso de esteroides anabolizantes. O seu eixo hormonal ainda está em formação e qualquer intervenção externa agora pode comprometer seriamente seu desenvolvimento natural, prejudicando inclusive sua estatura, sua função hormonal futura e até sua fertilidade. Sobre a proposta de usar Deca com Durateston para subir de categoria no esporte, o raciocínio fisiológico até faria sentido para adultos, pois são compostos que promovem aumento de massa magra. Mas no seu caso, o prejuízo que pode vir seria muito maior que qualquer ganho de peso. Como já disseram outros colegas, seu foco agora deveria ser: Alimentação hipercalórica ajustada – sem pular refeições, com boa densidade calórica e nutricional. Treinamento estruturado – voltado para força e hipertrofia. Recuperação adequada – sono de qualidade e descanso entre sessões. Consistência – o corpo leva tempo para construir massa muscular de forma sólida. Se você fizer isso direito, já pode ganhar de 2 a 5 kg em poucos meses naturalmente, sem riscos para sua saúde. E o principal: você estará construindo uma base sólida que vai te dar vantagem no esporte a longo prazo. Conselho final: abandone completamente essa ideia de ciclo por enquanto. Continue evoluindo no treino e na alimentação e deixe para pensar em qualquer tipo de intervenção hormonal somente quando seu corpo estiver completamente maturado, se ainda for o caso. Se quiser, posso te ajudar com ideias para montar uma estratégia de treino e dieta para ganho de peso de forma saudável.
  15. @Anessaferreiraz, que bom que você parou o uso assim que percebeu que algo não estava normal. O pessoal que respondeu já orientou corretamente: o ADE é um produto veterinário, formulado para aplicação em bois e cavalos, não para seres humanos. Quando é utilizado em pessoas, ele pode causar reações inflamatórias graves, necrose tecidual e até complicações sistêmicas perigosas, como infecções generalizadas. Essa vermelhidão com coceira que você descreveu é um claro sinal de processo inflamatório local, possivelmente relacionado à reação ao veículo oleoso do produto ou até a uma infecção bacteriana. Pomadas clareadoras não resolvem o problema na raiz; o ideal é que um médico avalie, principalmente para descartar a necessidade de drenagem de abscesso ou antibioticoterapia. De maneira geral, suplementação vitamínica para atletas deve ser feita por via oral e supervisionada. Usar injetáveis veterinários para “melhorar o shape” é sempre uma prática de altíssimo risco, que não compensa de forma alguma os possíveis resultados estéticos. Agora o mais importante é focar em se recuperar totalmente. Busque um profissional de saúde e continue evoluindo no treino e alimentação de forma segura. Se precisar depois de dicas de suplementação adequada para melhorar performance de forma segura, estou à disposição.
  16. @Raphael_R, muito bom você abrir esse espaço para troca de experiências. Sobre a sua pergunta, realmente é difícil achar trembolona de qualidade alta hoje em dia fora dos grandes labs tradicionais. Você comentou sobre a Tri Trembo da Landerlan, que tem uma boa fama e um histórico razoável de consistência no mercado, mas como percebeu, o impacto de colaterais pode variar bastante dependendo da formulação (acetato, enantato ou a mistura das três). Se você está buscando acetato especificamente e quer um custo-benefício interessante sem recorrer a under muito duvidoso, geralmente as opções mais seguras envolvem labs que têm testes laboratoriais disponíveis. Alguns relatos recentes, tanto aqui no fórum quanto de atletas que acompanho, falam bem das trembos acetato da King Pharma e da Gold Labs. São marcas que costumam entregar concentração próxima do declarado, sem muita adulteração. Agora, independente da marca, trembolona é sempre uma droga agressiva. Mesmo quando a procedência é boa, os efeitos adversos são quase inevitáveis — especialmente em doses superiores a 300 mg/semana. Frequência de aplicação também influencia muito na estabilidade dos colaterais, e no caso do acetato, aplicações frequentes (EOD ou ED) minimizam bastante picos hormonais que acabam acentuando efeitos negativos.
  17. @Victor.A, você descreveu que ela está em uma fase de ganhos e que o protocolo atual com 75 mg/semana de Primobolan vem trazendo excelente evolução, sem colaterais, o que é um sinal muito positivo. Sobre a sugestão do treinador de incluir stanozolol, mantenho a linha de raciocínio de alguns colegas que já comentaram: a introdução do stano, especialmente em mulher, precisa ser avaliada com bastante cautela. O stanozolol é reconhecidamente mais androgênico do que o Primobolan, e o risco de efeitos de virilização (espessamento da voz, acne, queda de cabelo, hipertrofia do clitóris) não pode ser subestimado, ainda que a dose semanal sugerida esteja relativamente baixa. Em fase de bulk, a necessidade de densidade que o stano oferece é discutível. Normalmente ele é utilizado em momentos de cutting ou contest prep, quando o foco está na qualidade muscular extrema. A resposta do @Batata...foi bem colocada: cada organismo reage de maneira única. Existem mulheres que toleram o stanozolol sem grandes problemas e outras que apresentam colaterais mesmo em microdoses. O mais importante aqui é a vigilância: caso optem por incluir o stano, o monitoramento tem que ser muito próximo e, ao primeiro sinal de virilização, interromper o uso imediatamente. Pessoalmente, avaliando que ela já está respondendo muito bem apenas com o Primobolan, sem efeitos colaterais, e que ainda está longe da fase de contest, tenderia a sugerir manter apenas o Primo até consolidar mais os ganhos. Depois, com o físico mais próximo do objetivo, pode-se estudar protocolos voltados à definição, onde o stano, ou até outras opções mais seguras como a oxandrolona, poderiam ter espaço. No final, como dito, tudo depende da confiança no treinador e no acompanhamento contínuo da atleta. Desejo boa evolução para ela! Se precisar, podemos também debater possíveis ajustes futuros.
  18. @Eduardo Franco, entendo sua intenção de buscar uma melhora na definição corporal adicionando o stanozolol, mas é importante fazer algumas ponderações técnicas antes de tomar essa decisão. O stanozolol realmente tem efeito de aumento da dureza muscular, porém, como o colega @Foston já apontou, é um composto com perfil de colaterais bastante agressivo. Seu uso pode comprometer articulações, alterar negativamente o perfil lipídico (diminuindo HDL e aumentando LDL) e gerar hepatotoxicidade relevante, especialmente em administração oral. Mesmo injetável, que é menos tóxico para o fígado, o stanozolol ainda apresenta esses problemas. Além disso, você está apenas começando o ciclo com durateston. Alterar ou adicionar drogas no meio do caminho sem planejamento detalhado pode atrapalhar sua resposta adaptativa ao ciclo e aumentar muito os riscos de efeitos adversos. Para um primeiro ciclo, o mais indicado seria manter a simplicidade: um composto apenas, como a testosterona, para que você conheça como seu organismo responde em termos de ganhos e colaterais. Portanto, minha sugestão é que você finalize seu ciclo apenas com o durateston, ajuste a dieta e o treino focando na definição, e só em próximos protocolos — com mais experiência e um planejamento estruturado — avalie incluir compostos adicionais, de preferência mais seguros do que o stanozolol. Se quiser, também é importante começar a pensar na estrutura da TPC (terapia pós-ciclo) adequada para recuperar seu eixo hormonal ao final do ciclo. Quer seguir conversando sobre isso?
  19. uma resposta no tópico respondeu a Cláudio Chamini em Tópicos sobre esteroides
    Fala, parceiro! Li seu relato e achei importante comentar. Pelo que descreveu, você está finalizando um ciclo de Sustanon XT e Deca, usando doses moderadas, e cogitando estender o protocolo apenas com Sustanon que sobrou do amigo. Tecnicamente, isso seria uma extensão do ciclo atual, e não exatamente um "segundo ciclo" isolado. O problema maior de prolongar o tempo de exposição ao anabolizante é o impacto acumulado no eixo HPT (hipotálamo-hipófise-gonadal), o que pode dificultar mais a recuperação natural depois. Não é só questão de dose, mas também de duração. Se seu objetivo é saúde a longo prazo, o mais prudente seria finalizar o ciclo conforme planejado, fazer uma TPC adequada e, depois de recuperar totalmente, pensar num próximo protocolo. Estender "só um pouco" parece inofensivo, mas pode virar uma bola de neve, especialmente se a recuperação hormonal for prejudicada. Sobre associar novamente Sustanon e Deca agora: na prática, manteria o mesmo padrão de ação dos compostos que já está usando, mas reforço que o problema principal aqui é tempo sob supressão, não apenas quais drogas usar. No seu caso, considerando que fez exames antes e quer fazer tudo com consciência, meu conselho é: encerre o ciclo como previsto, cuide da TPC, e mantenha foco no treino, dieta e recuperação. Mais pra frente, com calma, você pode programar um novo ciclo, já com uma estratégia mais definida para evolução contínua e segura.
  20. Tenho acompanhado o crescimento da Spectrum Pharma no mercado internacional e também observei alguns lotes distribuídos no Brasil recentemente. A apresentação do produto realmente é de alto nível, e a utilização de códigos autenticadores é um diferencial interessante para o cenário atual. Pelos relatos clínicos e experiências que analisei em fóruns internacionais, a consistência das concentrações hormonais nos lotes da Spectrum é boa, comparável a marcas mais tradicionais como Landerlan e Alpha Pharma. Entretanto, é importante sempre lembrar que, sem exames de sangue para confirmar os níveis hormonais durante o uso, qualquer percepção de qualidade ainda é subjetiva. Mesmo produtos de qualidade superior podem apresentar variação entre lotes, especialmente em laboratórios que ainda estão consolidando a distribuição em novos mercados. Se você tiver oportunidade, recomendo realizar exames de testosterona total e livre, além de hemograma e perfil lipídico, para monitorar os efeitos do enantato ou cipionato utilizados. Dessa forma, além da percepção física, você terá dados objetivos para avaliar o produto. No geral, a Spectrum vem se mostrando uma opção bastante competitiva, principalmente considerando custo-benefício.
  21. Sobre o Dianabol da Monster Labs, é importante você saber que a Monster Labs é considerada um laboratório underground. Isso quer dizer que não tem registro em agência sanitária oficial (tipo ANVISA, FDA, etc.) e, por consequência, a qualidade do produto pode ser bastante variável. Não existe um controle rigoroso de produção, então você corre risco de pegar um lote subdosado, contaminado ou até falsificado. Não encontrei relatos consistentes ou testes laboratoriais confiáveis que atestem a eficácia ou a pureza dos produtos da Monster Labs. E, sinceramente, quando se fala de saúde, ainda mais mexendo com hormônio, eu não me arriscaria. Quando o objetivo é usar methandrostenolona (que é o princípio ativo do Dianabol), sempre recomendo optar por laboratórios de renome. Algumas opções confiáveis que a galera usa com bons resultados são: Landerlan (Paraguai) – muito bem avaliada; Balkan Pharmaceuticals (Europa) – bastante confiável também; Hilma Biocare, Alpha Pharma (dependendo do lote, são alternativas aceitáveis, mas ainda sim vale analisar caso a caso). Meu conselho: se não encontrar uma marca confiável no momento, é melhor segurar a ansiedade do que meter uma droga de procedência duvidosa. Os riscos vão desde infecções sérias até problemas hepáticos graves, porque o Dianabol já é um 17-alfa-alquilado, ou seja, naturalmente hepatotóxico mesmo sendo de boa procedência. Se quiser usar e fazer certo, procure também fazer um protocolo de suporte hepático (por exemplo, usando silimarina ou ácido alfa-lipóico), monitorar transaminases hepáticas (TGO/TGP) e montar uma TPC (terapia pós-ciclo) adequada para preservar seus ganhos e saúde. O ideal mesmo é utilizar apenas medicamentos com prescrição médica e comprados em farmácia.
  22. Fala, irmão! Vamos lá @Khayo1! Li seu relato com atenção. Primeiro, parabéns pela organização das informações, isso facilita bastante entender o quadro. Pelo seu histórico, você teve uma queda na libido e ereções, iniciou aplicação de Durateston e Deca, percebeu melhora rápida, mas depois piorou. Iniciou uma TPC com Clomifeno, Tamoxifeno e Anastrozol. A testosterona total e livre aumentaram, mas a libido e a qualidade das ereções não se estabilizaram de forma consistente. Sobre a sua dúvida: pausar o Clomifeno agora pode sim ser uma atitude inteligente, desde que acompanhada de exames e de avaliação médica. Tempo de uso do Clomifeno: Você está utilizando há 4 meses, o que já é um período prolongado para uma TPC comum. Prolongar muito o uso pode bagunçar o eixo hormonal, em especial aumentando LH e FSH em excesso, o que pode provocar uma desregulação do sistema. Exames recentes: Seu LH (12,04) e FSH (5,53) estão elevados, o que indica que o Clomifeno está estimulando seu eixo, mas talvez até demais para a necessidade atual. A testosterona total está boa (751 ng/dL) e o estradiol (29,1) também está em um patamar interessante. Libido x Testosterona: Nem sempre testosterona alta significa libido alta. Existem outros fatores — psicológicos, sensibilidade androgênica, DHT — e inclusive o próprio processo de "desmame" de medicamentos influencia nisso. Sugestão (não é prescrição médica): Pensar sim em pausar o Clomifeno agora, observando como o corpo reage nas próximas 4 a 8 semanas. Monitorar com novos exames hormonais cerca de 4 semanas após a pausa para avaliar se o eixo se mantém ativo sozinho (testosterona, LH, FSH, estradiol, prolactina e DHT). Evitar novos usos de Anastrozol ou qualquer bloqueador de aromatase se o estradiol continuar nessa faixa (baixar demais o estradiol também derruba a libido e a qualidade das ereções). Cuidar de hábitos de vida: sono de qualidade, treino moderado, alimentação adequada e redução do estresse são fatores importantíssimos para a recuperação hormonal completa. Importante: Caso os níveis de testosterona comecem a cair muito após a pausa, ou a libido e ereções piorem drasticamente, é fundamental procurar um endocrinologista especializado em saúde hormonal masculina. Resumo: Sim, pausar o Clomifeno é uma estratégia plausível no seu caso, mas com acompanhamento e sem pressa para tirar conclusões nas primeiras semanas. Esta resposta não substitui uma consulta médica. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar ou interromper qualquer tratamento. Combinado?
  23. Fala @Porchat, tudo certo? Vi que você pediu uma sugestão de TPC simples e eficaz para o ciclo de Dianabol + Durateston + Trembolona. Vou te passar um exemplo ilustrativo de protocolo completo, seguro e eficiente para proteger seus ganhos e recuperar seu eixo hormonal. Quando iniciar a TPC Durateston contém ésteres longos, então o ideal é esperar 14 a 21 dias após a última aplicação para iniciar a TPC. Trembolona também influencia. Se for Enantato, manter o intervalo de 21 dias. Se for Acetato, seria possível começar antes, mas, por segurança, manter os 21 dias é mais seguro. Resumo: Finalizou o ciclo → Espera 21 dias → Inicia a TPC. TPC Proposta Fase 1 – Reativação dos testículos HCG (gonadotrofina coriônica) será usado para estimular a produção natural de testosterona antes de iniciar Tamoxifeno e Clomifeno. Aplicar 1.000 UI de HCG a cada 2 dias, totalizando 5 aplicações (5.000 UI no total). Iniciar 10 dias após a última aplicação de Durateston. Exemplo de aplicação: Dia 10: 1.000 UI Dia 12: 1.000 UI Dia 14: 1.000 UI Dia 16: 1.000 UI Dia 18: 1.000 UI Após a última aplicação de HCG, aguardar 3 dias para iniciar a próxima fase. Fase 2 – Modulação de estrogênio e recuperação do eixo HPT Protocolo de Tamoxifeno e Clomifeno: Semana 1-2: Tamoxifeno 40 mg/dia + Clomifeno 100 mg/dia Semana 3-4: Tamoxifeno 20 mg/dia + Clomifeno 50 mg/dia Tomar ambos preferencialmente à noite. Suplementação de suporte durante a TPC Vitamina D3: 5.000 UI/dia ZMA: zinco 30 mg + magnésio 450 mg + vitamina B6 10 mg à noite Ômega 3: 2 a 3 gramas/dia Tribulus terrestris (opcional): 1.500 mg/dia Ashwagandha (opcional): 600 mg/dia Exames recomendados (antes e depois da TPC) Testosterona Total e Livre LH e FSH Estradiol Cortisol Prolactina Perfil lipídico Função hepática (TGO, TGP) Observações importantes Durante o ciclo, o uso de inibidor de aromatase como Anastrozol é essencial para evitar rebote de estrogênio. Ciclos com Trembolona exigem monitoramento da prolactina. Se necessário, considerar o uso de Cabergolina. A dieta durante a TPC deve ser rica em gorduras boas para estimular a produção hormonal natural. Cronograma da TPC Dia Ação Dia 0 Última aplicação de Dura/Trembo Dia 10 Iniciar HCG (1.000 UI) Dia 12 HCG (1.000 UI) Dia 14 HCG (1.000 UI) Dia 16 HCG (1.000 UI) Dia 18 HCG (1.000 UI) Dia 21 Iniciar Tamoxifeno + Clomifeno Semana 1-2 Tamoxifeno 40 mg/dia + Clomifeno 100 mg/dia Semana 3-4 Tamoxifeno 20 mg/dia + Clomifeno 50 mg/dia Pós-TPC Realizar exames laboratoriais Atenção: Esta resposta tem caráter apenas informativo. Não substitui consulta médica. Sempre procure um profissional da saúde antes de iniciar o uso de qualquer medicamento ou suplemento. Beleza?
  24. Além do peso e do IMC A busca por um corpo "definido", "tonificado" ou simplesmente "saudável" é um objetivo comum. Frequentemente, essa busca se traduz em números na balança ou no cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). No entanto, essas métricas populares, embora úteis em certos contextos, não contam a história completa. O verdadeiro protagonista na avaliação da nossa composição corporal, tanto para a saúde quanto para a estética, é o percentual de gordura corporal (%GC), também conhecido internacionalmente como Body Fat Percentage (BF%). Mas existe muita confusão sobre o que esse número realmente significa. Nesta matéria vamos desmistificar o %GC. Você aprenderá: O que exatamente ele representa? Quais os tipos de gordura no nosso corpo? Por que o %GC é uma métrica superior ao peso e ao IMC para avaliar sua saúde e composição corporal real? Quais as limitações do peso na balança e do IMC? O objetivo é fornecer informações confiáveis e baseadas em evidências para que você entenda melhor sua própria composição corporal. Vamos começar! Afinal, o que é percentual de gordura corporal (%GC)? Para navegar no mundo da saúde e do fitness, entender o %GC é fundamental. Definição simples e composição corporal O Percentual de Gordura Corporal (%GC) representa qual proporção do seu peso total é composta por tecido adiposo (gordura). Ele é calculado como a massa total de gordura dividida pela massa corporal total, multiplicada por 100. Avaliar a composição corporal significa entender quanto do seu peso vem da massa gorda (gordura) versus a massa livre de gordura (MLG), que inclui músculos, ossos, órgãos, água e outros tecidos. Saber seu %GC dá uma visão muito mais precisa da sua saúde e condicionamento do que apenas o peso ou o IMC. Tipos de gordura no corpo Nosso corpo possui diferentes tipos de gordura, cada um com sua função essencial. Primeiramente, temos a gordura essencial, que é o mínimo necessário para funções vitais. Ela está presente nos nervos, cérebro, medula óssea e órgãos, sendo crucial para a regulação hormonal e funções reprodutivas. É importante notar que mulheres necessitam de uma porcentagem maior de gordura essencial (cerca de 10-13% segundo o American Council on Exercise - ACE) do que homens (cerca de 2-5%), devido às demandas específicas do corpo feminino. Reduzir a gordura corporal abaixo desses níveis essenciais é perigoso e compromete gravemente a saúde. Além da gordura essencial, temos a gordura de armazenamento. Esta funciona como nossa reserva de energia, além de fornecer isolamento térmico e proteger os órgãos internos contra choques. A gordura de armazenamento se divide principalmente em dois tipos: a gordura subcutânea, localizada logo abaixo da pele (aquela que conseguimos "beliscar"), que compõe a maior parte do armazenamento e influencia nossa aparência; e a gordura visceral, que se acumula profundamente na cavidade abdominal, envolvendo órgãos vitais como fígado e pâncreas. Embora o excesso de gordura subcutânea não seja ideal, a gordura visceral é considerada metabolicamente mais ativa e perigosa, sendo um fator de risco significativo para diversas doenças crônicas. Portanto, entender essa estrutura é crucial. A meta não é eliminar toda a gordura, mas sim preservar a essencial, controlar a de armazenamento e, principalmente, minimizar a gordura visceral. Nomes e siglas comuns Você pode encontrar essa métrica sendo referida como: %GC: Percentual de Gordura Corporal. BF%: Body Fat Percentage (sigla internacional comum). IMG: Índice de Massa Gorda. Apesar das siglas diferentes, todas se referem à porcentagem de gordura no corpo. A Importância do %GC em diferentes contextos Monitorar e entender seu %GC é importante por várias razões interligadas, que vão além da simples perda de peso. A importância do percentual de gordura se manifesta em diversas áreas: Para a saúde: o %GC é um indicador de saúde mais robusto que o peso ou o IMC. Níveis elevados de gordura corporal, particularmente a gordura visceral, estão fortemente associados a um risco aumentado de doenças crônicas graves, impactando diretamente a saúde cardiovascular (risco de infarto, AVC), além de aumentar chances de desenvolver diabetes tipo 2, hipertensão arterial e síndrome metabólica. Isso ocorre porque o tecido adiposo em excesso libera substâncias inflamatórias. Por outro lado, um %GC excessivamente baixo também acarreta riscos significativos (desequilíbrios hormonais, baixa imunidade, fadiga). Manter o %GC numa faixa saudável é, portanto, vital. Para o desempenho atlético: para atletas, a composição corporal é um fator determinante. Em muitos esportes, um menor %GC pode ser vantajoso, melhorando a relação potência-peso e a eficiência. Contudo, a massa muscular é igualmente crucial. O %GC ideal varia enormemente dependendo do esporte. Uma ênfase excessiva na redução do %GC pode levar a práticas prejudiciais e à condição RED-S, comprometendo saúde e desempenho. Para a estética: o %GC desempenha um papel central na aparência física "definida". A visibilidade da musculatura depende diretamente da espessura da camada de gordura subcutânea que a cobre. Quanto menor o %GC, mais aparentes se tornam os músculos. Reconhecer que a faixa ideal de %GC difere para saúde, performance e estética é fundamental para uma abordagem equilibrada. %GC vs. IMC vs. peso: entendendo as diferenças fundamentais No universo da avaliação corporal, três métricas frequentemente surgem: o peso na balança, o Índice de Massa Corporal (IMC) e o Percentual de Gordura Corporal (%GC). Entender a diferença entre IMC e percentual de gordura, assim como suas vantagens e desvantagens sobre o peso na balança, é crucial. Peso na balança: simples, mas superficial O peso indica apenas a massa total. Sua principal limitação é não diferenciar os componentes dessa massa: músculo, gordura, ossos, água, etc. Por que o peso na balança não mostra a composição corporal? Porque você pode perder gordura e ganhar músculo, melhorando sua composição corporal, mas a balança pode não refletir esse progresso positivo. Flutuações diárias também mascaram mudanças reais na gordura. IMC: uma ferramenta de triagem com falhas individuais O IMC (Índice de Massa Corporal) é uma medida calculada que relaciona o peso de uma pessoa à sua altura, usando a fórmula: IMC = peso (kg) / altura (m)². É útil para triagem populacional, mas falho individualmente. Ele não mede gordura diretamente e, crucialmente, não diferencia massa gorda de magra. É aqui que entendemos por que o IMC pode enganar atletas ou indivíduos musculosos: eles podem ser classificados como "sobrepeso" ou "obesidade" pelo IMC mesmo tendo baixo %GC, pois o índice não reconhece a massa muscular. Além disso, o IMC não indica onde a gordura está localizada (a localização visceral é mais perigosa) e pode gerar o diagnóstico equivocado de "falso magro" em pessoas com peso normal mas alto %GC e baixa musculatura, mascarando riscos metabólicos. Fica claro por que o IMC não é suficiente para avaliar a saúde de forma isolada. %GC: a visão mais clara da sua composição corporal Reafirmando, o %GC mede diretamente a proporção da massa corporal total que é composta por gordura. As vantagens do percentual de gordura sobre o peso na balança e o IMC são claras para avaliações individuais: ele quantifica a adiposidade real, reflete mudanças verdadeiras na composição corporal (gordura vs. músculo), é um melhor indicador de risco metabólico e alinha-se com metas estéticas. Especialistas o consideram uma métrica superior para avaliações personalizadas de saúde e fitness. Qual métrica usar e quando? A visão integrada A abordagem mais completa envolve usar as métricas em conjunto, entendendo o papel de cada uma. Use o peso na balança para monitoramento frequente de tendências gerais (semanalmente), ciente das flutuações. Utilize o IMC como uma ferramenta inicial de triagem de risco populacional, interpretando o resultado individual com cautela. E use o %GC para uma avaliação precisa da composição corporal, acompanhamento de mudanças reais, avaliação de risco e metas estéticas. Como interpretar o percentual de gordura corporal em conjunto com as outras métricas? Veja os exemplos: Peso estável + %GC diminuindo = Provável recomposição corporal (ótimo!). Peso diminuindo + %GC estável ou aumentando = Possível perda de músculo (alerta!). Peso aumentando + %GC aumentando = Ganho de gordura. Peso aumentando + %GC diminuindo = Provável ganho de músculo (bom para hipertrofia). IMC "normal" + %GC elevado = "Falso magro" (focar em melhorar a composição). Conclusão Nesta matéria, desvendamos o que é percentual de gordura corporal, por que ele é tão importante e quais as diferenças cruciais entre %GC, IMC e peso. Entender essas bases é o primeiro passo para uma jornada mais informada sobre sua saúde e composição corporal. Agora que você já sabe o que é percentual de gordura, podemos detalhar sobre como calcular esse percentual de gordura corporal. Fontes de consulta Body fat percentage - Wikipedia. Disponível em: https://en.wikipedia.org/wiki/Body_fat_percentage. Acesso em 26 de abr. de 2025. Body Fat Percentage: Understanding and Measuring Body Fat | Withings. Disponível em: https://www.withings.com/us/en/health-insights/about-body-fat. Acesso em 26 de abr. de 2025. 9.3 Body Composition - Nutrition and Physical Fitness. Disponível em: https://pressbooks.calstate.edu/nutritionandfitness/chapter/9-3-body-composition/. Acesso em 26 de abr. de 2025. BODY COMPOSITION. Disponível em: https://co.ng.mil/Portals/25/H2F/Body%20Composition.pdf. Acesso em 26 de abr. de 2025. Body Composition | UC Davis Sports Medicine UC Davis Health. Disponível em: https://health.ucdavis.edu/sports-medicine/resources/body-fat. Acesso em 26 de abr. de 2025. Normal Weight Obesity: How to Manage a 'Skinny Fat' Body Composition - NASM Blog. Disponível em: https://blog.nasm.org/skinny-fat. Acesso em 26 de abr. de 2025. BMI vs. Body Fat Percentage: What's the Difference?. Disponível em: https://primarypreventioncenter.com/body-fat-percentage. Acesso em 26 de abr. de 2025. O que significa a sigla "bf" usada nas academias. Disponível em: https://maisenergiaesaude.com.br/edfisica/significado-sigla-bf-academia/. Acesso em 26 de abr. de 2025. Risks of Too Little and Too Much Body Fat - Nutrition: Science and .... Disponível em: https://openoregon.pressbooks.pub/nutritionscience2e/chapter/unknown-3/. Acesso em 26 de abr. de 2025. Adipose Tissue (Body Fat): Anatomy & Function - Cleveland Clinic. Disponível em: https://my.clevelandclinic.org/health/body/24052-adipose-tissue-body-fat. Acesso em 26 de abr. de 2025. A Guide To Achieving a Healthy Body Fat Percentage | InBody USA. Disponível em: https://inbodyusa.com/blogs/inbodyblog/your-body-and-you-a-guide-to-body-fat/. Acesso em 26 de abr. de 2025. ACE Body Composition Percentage Chart - TomTom. Disponível em: http://download.tomtom.com/open/manuals/band/html/en-us/ACEBodyCompositionPercentageChart-Ibiza.htm. Acesso em 26 de abr. de 2025. Ideal Body Fat Percentage: For Men and Women - Healthline. Disponível em: https://www.healthline.com/health/exercise-fitness/ideal-body-fat-percentage. Acesso em 26 de abr. de 2025. Body Fat Percentage: Calculation, Age and Gender Chart - MedicineNet. Disponível em: https://www.medicinenet.com/what_should_your_body_fat_percentage_be/article.htm. Acesso em 26 de abr. de 2025. Ideal Body Fat Percentage For People Assigned Male At Birth - Klarity Health Library. Disponível em: https://my.klarity.health/ideal-body-fat-percentage-for-people-assigned-male-at-birth/. Acesso em 26 de abr. de 2025. What Body Fat Percentages Actually Look Like - Kubex Fitness. Disponível em: https://kubexfitness.com/blog/body-fat-percentages-actually-look-like/. Acesso em 26 de abr. de 2025. Body Fat Percentage Averages for Men & Women (Very Well Health .... Disponível em: https://www.acefitness.org/about-ace/press-room/in-the-news/8602/body-fat-percentage-charting-averages-in-men-and-women-very-well-health/. Acesso em 26 de abr. de 2025. Best practice recommendations for body composition considerations .... Disponível em: https://bjsm.bmj.com/content/57/17/1148. Acesso em 26 de abr. de 2025. Body composition: What are athletes made of? - NCAA.org. Disponível em: https://www.ncaa.org/sports/2015/5/21/body-composition-what-are-athletes-made-of.aspx. Acesso em 26 de abr. de 2025. Subcutaneous adipose tissue & visceral adipose tissue - PMC. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6702693/. Acesso em 26 de abr. de 2025. Body Fat - The Nutrition Source. 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Disponível em: https://www.unimedfortaleza.com.br/blog/cuidar-de-voce/percentual-de-gordura-mitos-e-verdades. Acesso em 26 de abr. de 2025. Falso magro: entenda por que peso não mensura saúde - Forbes. Disponível em: https://forbes.com.br/forbessaude/2023/06/eduardo-rauen-falso-magro/. Acesso em 26 de abr. de 2025. The Best Ways to Get Abs (With or Without a Six-Pack) - Healthline. Disponível em: https://www.healthline.com/nutrition/best-ways-to-get-abs. Acesso em 26 de abr. de 2025. Você sabe o percentual de gordura ideal para o corpo? Saiba aqui! - Epulari. Disponível em: https://www.useepulari.com.br/blog/percentual-de-gordura-ideal. Acesso em 26 de abr. de 2025. Open-access Avaliação da composição corporal pela densitometria de corpo inteiro: o que os radiologistas precisam saber - SciELO. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rb/a/xCP7kTVvddp4Qr9FG9PD8CN/?lang=pt. Acesso em 26 de abr. de 2025. Sebenta composição corporal - Sigarra. Disponível em: https://sigarra.up.pt/fadeup/pt/conteudos_service.conteudos_cont?pct_id=42280&pv_cod=1712qaTawyc8. Acesso em 26 de abr. de 2025. IMC: Por que a fórmula não é suficiente para determinar quadro .... Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/alimentacao/imc-por-que-a-formula-nao-e-suficiente-para-determinar-quadro-nutricional/. Acesso em 26 de abr. de 2025. Composição corporal por densitometria: princípios e aplicação clínica - Fleury. Disponível em: https://www.fleury.com.br/medico/artigos-cientificos/composicao-corporal-por-densitometria-principios-e-aplicacao-clinica. Acesso em 26 de abr. de 2025. Advantages And Disadvantages Of Different Types Of Scales: Body Composition Scales Vs. Bathroom Scales | Kinetik Wellbeing. Disponível em: https://www.kinetikwellbeing.com/advantages-disadvantages-different-scales-body-composition-scales/. Acesso em 26 de abr. de 2025. About Body Mass Index (BMI) | BMI | CDC. Disponível em: https://www.cdc.gov/bmi/about/index.html. Acesso em 26 de abr. de 2025. BMI Frequently Asked Questions | BMI | CDC. Disponível em: https://www.cdc.gov/bmi/faq/index.html. Acesso em 26 de abr. de 2025. IMC: você sabe calcular seu peso adequado? - Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/eu-quero-ter-peso-saudavel/noticias/2017/imc-voce-sabe-calcular-seu-peso-adequado. Acesso em 26 de abr. de 2025. INDICADORES DE SAÚDE -SISVAN - DataSUS. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/SISVAN/CNV/notas_sisvan.html. Acesso em 26 de abr. de 2025. sigarra.up.pt. Disponível em: https://sigarra.up.pt/fadeup/pt/conteudos_service.conteudos_cont?pct_id=42280&pv_cod=34aaXairaa2f. Acesso em 26 de abr. de 2025. O que vale mais para você? BF, IMC ou peso na balança? Compartilhe nos comentários.
  25. until

    Evento conjunto com HEALTHY BODY BRASIL (feira fitness). O evento mais grandioso do fitness e fisiculturismo no Sul do Brasil. Página do evento: NPC Confronto de Titas 2025 OBSERVAÇÃO: dados do evento obtidos em 26 de abril de 2025 (via info do usuário). Local exato, Taxas, Ingressos, Categorias, Status, Contato não informados. Consulte a página oficial para dados atualizados e mais precisos.

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