Tudo postado por Cláudio Chamini
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Quem tem ovário policísticos, pode usar anabolizantes?
@Ana Sofia, respondendo direto: sim, teria problema, e é um dos perfis em que o anabolizante tem maior chance de dar errado. Pelos no corpo, voz um pouco grossa e muitas espinhas, junto com microcistos no ovário, são sinais de excesso de androgênio. Se a causa for síndrome dos ovários policísticos (SOP), o corpo já está com mais hormônio masculino do que o ideal. Somar um esteroide anabolizante por cima tende a piorar exatamente esses sinais, e a voz em especial pode engrossar de forma permanente. Antes de qualquer decisão, o mais útil é fechar o diagnóstico. Microcisto no ultrassom, sozinho, não fecha SOP, e voz grossa com pelos pede descartar outras causas de excesso de androgênio. Os exames que costumam entrar nessa investigação são testosterona total e livre, SHBG, DHEA-S, 17-hidroxiprogesterona, prolactina, TSH, LH e FSH, além de glicemia e insulina de jejum. A SOP vem muito associada a resistência à insulina, e isso pesa tanto quanto a parte estética. Sobre o anticoncepcional, vale equilibrar o que foi dito no tópico. Nas diretrizes internacionais de SOP, o anticoncepcional combinado é tratamento de primeira linha justamente para pelos e acne. Ele aumenta a SHBG e baixa a testosterona livre, e nesse quadro esse é o efeito desejado, não um efeito colateral. Ele não trata a causa, e nisso @Foston tem razão: dieta, perda de gordura quando há excesso, musculação e, em alguns casos, metformina melhoram a resistência à insulina e muitas vezes o próprio ciclo menstrual. Os dois caminhos se complementam. A ressalva correta é a da trombose: anticoncepcional com estrogênio somado a anabolizante aumenta esse risco, mais um motivo para não juntar os dois. Sobre o "já nasceu favorecida", que @Joaninha comentou: a ideia faz sentido do ponto de vista do treino, mas a testosterona alta da SOP não costuma funcionar como vantagem. Ela vem junto com mais risco metabólico e cardiovascular a longo prazo, e por isso merece tratamento. Se o objetivo é potencializar resultado, o melhor investimento agora é o diagnóstico fechado com o ginecologista ou endocrinologista, uma dieta organizada e um treino com progressão de carga. Como pediu o @Apollo Galeno, postar a dieta e o treino permite ajudar nessa parte. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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2º Ciclo - Deposteron 400mg + Oxandrolona 50mg
@Lobeca, respondendo às duas perguntas que ficaram em aberto. Uso contínuo em dose de manutenção (o cruise de 150 a 200 mg por semana que o @Apollo Galeno citou) não produz ganhos expressivos. A função dele é manter, não construir. Ele segura parte do que foi ganho no ciclo e evita o vale hormonal de uma TPC, mas não é uma forma de crescer acima da média. O que gera ganho notável continua sendo treino, dieta e tempo de prática. Com 1 ano de treino ainda há muito espaço para ganhar sem ficar dependente de testosterona exógena para sempre, e essa decisão pesa: depois de anos de cruise, muita gente não consegue recuperar a produção própria. É impossível ter filhos usando testosterona? Não é impossível, e é aqui que vale um aviso para o @Marcos...V. Testosterona não é anticoncepcional confiável. Nos estudos da Organização Mundial da Saúde que testaram 200 mg de enantato por semana justamente como método contraceptivo masculino, cerca de dois terços dos homens chegaram a zero espermatozoides. O restante ficou com contagem baixa, mas não zerada, e houve gestações nesse grupo. Como a resposta varia muito de pessoa para pessoa, a única forma de saber em que situação cada um está é o espermograma. "Até hoje nada aconteceu" não garante que não vá acontecer. No sentido oposto, para quem quer ter filhos: a recuperação depois de parar costuma demorar. Na análise conjunta de Liu e colaboradores (Lancet, 2006), com homens que usaram hormônio como contraceptivo, cerca de dois terços voltaram a uma contagem normal em 6 meses, perto de 90% em 12 meses e praticamente todos em 24 meses. Isso em homens saudáveis, com uso controlado e por pouco tempo. Com anos de ciclos e doses altas pode demorar mais. Por isso o conselho de se preparar com cerca de 1 ano de antecedência é sensato, e o "virar a chave" que o @EmBusca DoX citou significa isso: espermograma, suspensão planejada e, quando necessário, tratamento com urologista ou especialista em reprodução. Fazer o espermograma agora, como foi sugerido, é a melhor decisão. Ele vira a referência para comparar depois. Para simular um blast e cruise ou uma reposição com exames de controle e bloqueio de cenários de risco, o gerador de protocolo hormonal do site serve como rascunho para discussão, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1ciclo feminino com oxandrolona! Qual dosagem?
@Camisfac, vou começar pela acne, porque é o seu maior receio e porque uma informação do tópico precisa de ajuste. A Deca (nandrolona) também pode dar acne e também pode virilizar mulheres. Ela é um androgênio como os outros, com ação androgênica menor que a da testosterona, mas não zero. O agravante é que o decanoato tem éster longo: se a voz começar a mudar ou a acne explodir, a droga continua no sangue por semanas depois da última aplicação. Para quem tem medo de colateral, a vantagem de um oral de meia-vida curta como a oxandrolona é justamente poder parar e ver o nível cair em poucos dias. Na oxandrolona, a acne depende muito da dose e da sensibilidade de cada pele. Quem já teve acne forte tem mais chance de ter de novo. Os pontos práticos: Dose baixa reduz o risco. Em ciclos femininos, a faixa mais usada fica entre 5 e 10 mg por dia, por 6 a 8 semanas. Acima disso, acne e virilização ficam bem mais frequentes. Cuidado tópico desde o início, como sabonete com ácido salicílico e um gel com peróxido de benzoíla ou adapaleno à noite, com orientação dermatológica. Isso costuma segurar acne leve e moderada. Isotretinoína (Roacutan) junto com anabolizante oral não é boa combinação. As duas sobrecarregam fígado e colesterol, e a isotretinoína exige anticoncepção rigorosa por causar malformação fetal. Anticoncepção também importa para o próprio ciclo, já que o anabolizante pode masculinizar um feto do sexo feminino. Sinais para parar na hora: rouquidão ou voz mais grave, pelos novos no rosto, aumento do clitóris e acne que não cede ao tratamento tópico. Sobre o objetivo em si: ganhar 8 kg em um ano com a barriga junto é sinal de superávit maior do que o necessário. Com 1,57 m, a maior parte do ganho de massa magra possível em um ano fica bem abaixo disso. Ajustar a dieta para uma fase de cutting bem feita deve secar o abdômen mais do que qualquer oral. Esteroide não escolhe de onde a gordura sai. @renatobhmg tem razão sobre a importância dos exames, mas vale o aviso: desde 2023, a Resolução CFM 2.333 proíbe o médico de prescrever anabolizante com finalidade estética, de ganho de massa ou de desempenho. Na prática, um endocrinologista pode acompanhar exames e saúde, mas não deve montar ciclo estético. Para simular dose, exames de controle e bloqueio de cenários de risco, o gerador de protocolo hormonal do site serve como rascunho para discussão, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Testosterona
@Quelzinha24, 30 dias de gel sem mudança ainda não permitem concluir que não funcionou. Na libido feminina, o consenso internacional de 2019 sobre testosterona em mulheres recomenda avaliar a resposta depois de 3 a 6 meses, e não de semanas. O gel também não muda a composição corporal de forma perceptível na dose de reposição. Ele não foi feito para isso. Dito isso, a pergunta "será que tem outra coisa além da testosterona?" é a pergunta certa. Uma testosterona total de 26 ng/dL fica dentro da faixa de referência de muitos laboratórios para mulheres, como já foi comentado no tópico. Então ela dificilmente explica sozinha o cansaço, a libido baixa e o ganho de peso. Os suspeitos que mais pesam no seu quadro: Esteatose hepática, pedra na vesícula e 44% de gordura juntos apontam com força para resistência à insulina. Vale pedir glicemia e insulina de jejum (para o cálculo do HOMA-IR), hemoglobina glicada e perfil lipídico completo, se ainda não estiverem nos exames. TSH e T4 livre, se não foram pedidos, porque hipotireoidismo causa exatamente cansaço, ganho de peso e libido baixa. Ferritina e ferro, que costumam cair em mulheres que menstruam e derrubam a disposição. A vitamina D em 27 está na faixa de insuficiência para muitas referências e vale corrigir, embora sozinha não explique tudo. Sono. Cansaço, libido baixa e excesso de peso são também o retrato clássico da apneia do sono, que muita gente tem sem saber. Sobre a dieta, uma observação honesta: o cardápio que você listou parece render bem menos que 110 g de proteína e 220 g de carboidrato. Pelas porções descritas, a conta fica mais perto de 70 a 80 g de proteína e menos de 100 g de carboidrato. Quando a soma do papel é muito diferente do total estimado, é comum existir consumo fora do registro, como beliscos, café com açúcar ou fim de semana diferente. Por isso o pedido de colocar tudo, inclusive o que parece pequeno, faz diferença. Subir a proteína para perto de 1,4 a 1,6 g por quilo de peso de referência também ajuda na fome e na preservação de massa magra. Para checar o risco de apneia com base nos sintomas, a calculadora de risco de apneia do site é rápida e serve para decidir se vale pedir um exame do sono ao médico: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/apneia/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Oxandrolona primeira vez
@Jholy, antes do ciclo, vale olhar o "estacionei nos 71" com outros olhos. Perder 10 kg e depois parar na balança, enquanto a força continua subindo, é exatamente o que acontece quando o corpo começa a trocar gordura por músculo. O peso fica igual, mas a composição muda. Fita métrica na cintura, fotos mensais nas mesmas condições e as cargas dos exercícios principais mostram isso melhor que a balança. Se nada disso estiver mudando há meses, o ajuste costuma estar na dieta, e esse é o pedido do @Apollo Galeno e de @Leili Santos: sem dieta, treino e fotos não dá para saber onde está o freio. Sobre a oxandrolona, como você perguntou sobre virilização: Se este é um ciclo feminino, 20 mg por dia já está acima da faixa mais usada, que fica entre 5 e 10 mg. A virilização depende da dose e do tempo. Os sinais para acompanhar são rouquidão ou voz mais grave, pelos novos no rosto, acne forte, aumento do clitóris e menstruação irregular. Diante de qualquer um deles, o certo é parar e não esperar o fim do ciclo, porque a voz em especial pode não voltar. Usar um método contraceptivo confiável durante o ciclo também é indispensável. Se este é um ciclo masculino, a oxandrolona sozinha derruba a produção de testosterona sem repor nada. O resultado costuma ser ganho pequeno e, às vezes, queda de libido e disposição. Por isso, em homens, a base de qualquer ciclo costuma ser a testosterona. Nos dois casos, a oxandrolona é um oral que derruba o HDL e sobrecarrega o fígado. Perfil lipídico, TGO, TGP e gama-GT antes e no meio do ciclo são o mínimo. Para organizar dose, exames e cenários de risco, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve de rascunho para discussão, não de prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo Feminino de Boldenona
@world fitness, a informação mais importante do tópico apareceu no fim: a voz dela engrossou no uso anterior e não voltou. Isso muda a avaliação de risco de qualquer androgênio daqui para frente, inclusive em dose baixa. O espessamento das cordas vocais causado por androgênio é considerado irreversível na maior parte dos casos. A sensibilidade de quem já teve esse efeito é maior, e um novo ciclo tende a aprofundar o que já mudou. O aumento do clitóris também ter regredido não garante que vá regredir de novo. Concordo com @Toxi e @Foston que 100 mg por semana é bem melhor que 150 ou 200 mg, mas a boldenona continua sendo um derivado da testosterona com ação androgênica real, e a meia-vida longa do éster faz o nível no sangue demorar semanas para cair depois da última aplicação. Se a voz começar a mudar no meio do ciclo, a droga ainda vai ficar circulando por um bom tempo. Por isso, se ela seguir com o plano, o combinado precisa ser claro desde o primeiro dia: qualquer rouquidão, voz falhando, pelo novo no rosto ou alteração do clitóris significa parar na hora, sem esperar o fim do ciclo. Sobre a vitamina E a 1000 UI como "TPC": ela não tem papel nenhum na recuperação hormonal, e essa dose não é inofensiva. A meta-análise de Miller e colaboradores (Annals of Internal Medicine, 2005) associou doses a partir de 400 UI por dia a aumento de mortalidade, e uma meta-análise no BMJ (2010) encontrou aumento de risco de AVC hemorrágico. Como o @Toxi disse, mulher não tem TPC estabelecida. O marcador prático da recuperação é o ciclo menstrual voltar ao normal depois do fim. Ela também não usa anticoncepcional. Com relato anterior de quase infertilidade, pode parecer que gravidez não é uma preocupação, mas é. Androgênio durante a gestação pode masculinizar um feto do sexo feminino. Um método confiável, como camisinha ou DIU de cobre, é indispensável durante o ciclo e por algumas semanas depois. Exames antes e no meio do ciclo também ajudam a acompanhar com segurança: hemograma com hematócrito, perfil lipídico, TGO, TGP e, pelo histórico, avaliação ginecológica. Para conferir mecanismo, meia-vida e colaterais da boldenona, o orientador de fármacos do site resume isso por substância: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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2° ciclo oxandrolona
@marianaluiza, respondendo direto as duas perguntas e depois o ponto que mais pesa. 40 mg todo dia ou dia sim, dia não: a meia-vida da oxandrolona fica perto de 10 horas. No esquema de dia sim, dia não, o nível sobe muito no dia da dose e praticamente zera no dia seguinte. Isso reduz a exposição semanal pela metade, mas não resolve o problema principal, que é a dose de 40 mg em si. Em ciclos femininos, a faixa mais usada fica entre 5 e 10 mg por dia, justamente porque a virilização depende da dose. Voz mais grave, pelos no rosto, aumento do clitóris e alteração do ciclo menstrual aparecem com muito mais frequência acima disso, e a voz em especial pode não voltar. Você já passou por 60 mg no ciclo anterior. Vale se observar com honestidade: rouquidão, voz falhando, pelos novos e menstruação irregular são sinais para parar, não para ajustar. @Locemar tem razão em sugerir suspender e reorganizar antes de continuar. Tamoxifeno durante ou depois: não ajuda e pode atrapalhar. Em mulheres ele age como antiestrogênio na mama e como estrogênio em outros tecidos, pode bagunçar a ovulação e o ciclo e aumenta o risco de trombose. Não existe protocolo de TPC feminina estabelecido. O seu ex tinha razão nesse ponto, mas pelo motivo errado: o eixo hormonal feminino também é suprimido pelo anabolizante, e a recuperação acontece sozinha depois que a droga sai. O marcador prático dessa volta é o ciclo menstrual normalizar. Se ficar mais de 3 meses sem menstruar depois de parar, vale avaliação ginecológica. Um ponto que ninguém levantou: você não usa anticoncepcional. Anabolizantes podem masculinizar um feto do sexo feminino, e a oxandrolona é contraindicada na gestação. Se houver qualquer chance de gravidez, um método confiável, como camisinha ou DIU de cobre, é indispensável durante o uso e por algumas semanas depois. Também vale fazer perfil lipídico e enzimas do fígado (TGO, TGP e gama-GT). Doses altas de oral derrubam o HDL e sobrecarregam o fígado. Perder 41 kg com dieta e treino é um resultado enorme, e ele veio do seu trabalho, não da droga. Para simular um protocolo com dose, exames de controle e bloqueio de cenários de risco alto, o gerador de protocolo hormonal do site serve como rascunho para discussão, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Novos hábitos
@Diana2019, o treino ficou sem comentário até agora, então vamos a ele, e depois a dúvida do leite. A estrutura é boa para quem está com 7 semanas. AB feito 5 vezes por semana, alternando, faz cada grupo ser treinado de 2 a 3 vezes na semana, e essa frequência é ótima para quem está começando. Os ajustes que eu faria: Progressão de carga. Tudo em 3 séries de 18 repetições funciona como adaptação, mas daqui para frente o que faz o músculo crescer é a carga subir ao longo das semanas. Uma forma simples: trabalhar entre 10 e 15 repetições e, quando conseguir fazer 15 em todas as séries com boa execução, aumentar o peso. Posterior de coxa e glúteo. No treino A, mesa flexora e banco flexor são praticamente o mesmo movimento, e banco abdutor com glúteo no aparelho também se sobrepõem. Trocaria a flexora por um stiff com halteres e o glúteo no aparelho por elevação pélvica, que é um dos exercícios com mais ativação de glúteo. Abdominal. São 4 exercícios por semana. Pode ficar, mas é a parte com menor retorno. Como tempo de treino é limitado, vale priorizar os exercícios grandes e deixar o abdominal no fim, sem pressa. Sobre leite e derivados: pode consumir, sim. A preocupação com a gordura se resolve escolhendo as versões desnatadas ou magras. Iogurte natural desnatado, queijo cottage, ricota e leite desnatado são boas fontes de proteína e cálcio, ajudam a fechar a meta de proteína e cabem perfeitamente num cutting. Só não fazem sentido se houver intolerância à lactose ou se as calorias do dia já estiverem estouradas. Na dieta do dia típico, a proteína já está razoável, mas o total de comida parece baixo para treinar 5 vezes por semana, como o @davidevh apontou. Um café da manhã com pouca proteína e poucos carboidratos em volta do treino costuma cobrar no desempenho. Vale incluir uma fonte de carboidrato antes do treino, como já está nas opções que o @Locemar passou, e conferir se a proteína do dia chega perto de 1,6 a 2 g por quilo. Para montar o treino já com as trocas e com uma progressão organizada, o gerador de treino do site ajuda como ponto de partida para ajustar depois: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
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Duvidas qual melhor winstrol ou oxandrolona
@Lineangel, a rotina descrita tem um problema que nenhum hormônio resolveria: 3 horas de exercício por dia, sendo 2 de corrida e caminhada, com uma dieta bem restrita em gordura e sem controle de quantidade. Esse cenário favorece perder peso na balança, mas também perder massa magra junto. É o oposto do que se quer para "definir", que depende de ter músculo por baixo da gordura. Sobre a barriga: treinar abdominal não tira gordura da barriga. Um estudo de Vispute e colaboradores (2011) testou 6 semanas de treino abdominal com dieta controlada e não encontrou redução da gordura abdominal em relação a quem não fez. A gordura sai do corpo todo, numa ordem que é em grande parte genética, e a barriga costuma ser a última a sair, principalmente depois de gestações. Os 3 kg em duas semanas vieram, na maior parte, de água e glicogênio, o que é normal no começo. O que costuma funcionar melhor nessa situação: Musculação como prioridade, com carga progressiva, 3 a 5 vezes por semana. A corrida pode continuar porque claramente faz parte da sua vida, mas em volume menor, para sobrar energia para recuperar. Proteína alta, perto de 1,6 a 2 g por quilo por dia. Isso protege a massa magra no déficit e ajuda muito com a fome. Gordura em quantidade adequada, perto de 0,8 g por quilo. Cortar gordura demais atrapalha a produção hormonal e a saciedade, e não acelera o emagrecimento. Como @Joaninha resumiu, a dieta precisa ser adequada, e não restrita. Sobre a pergunta original, Winstrol ou oxandrolona: a marca Winstrol saiu do mercado, mas o estanozolol continua circulando com outros nomes. Os dois são orais com impacto no fígado e no colesterol, e os dois podem virilizar em mulheres: voz mais grave, pelos no rosto, aumento do clitóris. A voz, em especial, pode não voltar ao normal. Nenhum deles tira gordura localizada. O receio de colaterais que você citou é uma leitura correta do risco, e com treino e dieta ajustados ainda há muito espaço para mudar o corpo antes de pensar nisso. Como a dieta é o ponto que mais trava o resultado, o gerador de dieta do site monta um cardápio inicial com os seus dados. É uma simulação para ajustar com o tempo, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/dieta/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Iniciante (ajuda )
@Mari_82, antes de pensar em estanozolol ou sibutramina, tem uma pista no próprio relato que merece atenção: a fome muito grande. Quem trata hipotireoidismo com levotiroxina (o Synthroid de 150 é em microgramas, não miligramas) pode ter fome aumentada quando a dose está acima do necessário, e também quando ainda está abaixo e o metabolismo segue lento. "Controlada" precisa significar TSH e T4 livre recentes dentro da meta, com a medicação tomada em jejum, 30 a 60 minutos antes do café, e longe de cálcio, ferro, café e soja, que reduzem a absorção. Se o último exame tem mais de 3 meses ou a forma de tomar mudou, vale repetir. Sobre ter engordado nos 3 primeiros meses de treino: isso é bem comum e nem sempre é gordura. Músculo novo segura mais glicogênio e água, e o treino aumenta o apetite. Se a comida não for medida, a fome extra cobre com folga o gasto do treino. "Como de tudo menos farinha branca, fritura, doce e refrigerante" é uma boa base de qualidade, mas não controla quantidade. Por isso o pedido do @Apollo Galeno para lançar a rotina no MyFitnessPal faz tanto sentido. Com os números na mão dá para ajustar proteína, que ajuda muito na saciedade, e o déficit. Acompanhar a cintura com fita métrica uma vez por semana também ajuda a separar gordura de água. Sobre o que foi proposto: Estanozolol não emagrece, como o @Locemar já disse. Ele não queima gordura por conta própria, é um oral com carga para o fígado e o colesterol, e em mulheres tem risco alto de virilização (voz mais grave, pelos, aumento do clitóris), com efeitos que podem não voltar. Sibutramina é medicamento controlado, com notificação de receita B2 e termo de responsabilidade assinado pelo médico e pelo paciente. Pela RDC 50/2014 da Anvisa, ela é contraindicada com IMC abaixo de 30. Com 1,76 m e 78 kg o IMC fica perto de 25, então não há indicação formal. Ela também aumenta frequência cardíaca e pressão, por isso não combina com treino intenso sem avaliação cardiológica. O caminho com mais chance de funcionar é ajustar a tireoide pelo exame, medir a dieta por 2 a 3 semanas e só então criar um déficit moderado com proteína alta. Para achar quantas calorias por dia geram um déficit moderado com os seus dados, a calculadora de déficit do site faz essa conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1º Ciclo de Oxandrolona + Deposteron
@Carlos Lorentz, o número que mais chama atenção no plano é a oxandrolona a 80 mg por dia. Isso é de duas a quatro vezes o que a maioria dos ciclos masculinos usa, e o custo sobe junto com a dose. Em estudo com homens saudáveis usando 20 mg por dia por 12 semanas, o HDL caiu na casa de 20 a 30%. Com 80 mg a queda costuma ser bem maior, e a sobrecarga no fígado também cresce, por ser uma droga oral 17-alfa-alquilada. Para quem tem 40 anos e treina luta de alta intensidade, o perfil de colesterol pesa de verdade no risco cardiovascular. Sobre o primeiro ciclo só de oxandrolona não ter dado resultado: não tem relação com "metabolismo resistente". Não sentir efeito da cafeína é tolerância, comum em quem usa todo dia, e não diz nada sobre resposta a esteroide. O mais provável é que a oxandrolona sozinha tenha derrubado a sua produção de testosterona sem colocar nada no lugar. O ganho fica pequeno e às vezes vem até queda de libido e disposição. É por isso que @Arnaldo Santos. tem razão em colocar a testosterona como base. Sobre o tempo, também concordo com ele. Com cipionato, 8 semanas é curto, porque o éster leva algumas semanas para estabilizar no sangue. Um ciclo com testosterona isolada por 10 a 12 semanas, numa dose moderada, costuma entregar mais com menos risco do que um ciclo curto com oral em dose alta. A sugestão de avaliar reposição faz sentido como pergunta, mas reposição é tratamento para hipogonadismo diagnosticado e não é caminho estético. Antes de qualquer decisão, vale ter em mãos testosterona total e livre, LH, FSH, estradiol, prolactina, perfil lipídico, hemograma com hematócrito, TGO, TGP, gama-GT e PSA. Se a testosterona basal vier baixa, a conversa é de reposição com acompanhamento. Se vier normal, o ciclo é uma escolha estética e merece ser montado com essa clareza. Desde 2023, a Resolução CFM 2.333 proíbe o médico de prescrever anabolizante com finalidade estética, de ganho de massa ou de desempenho, o que muda o que esperar de uma consulta sobre isso. Para organizar exames, auxiliares, TPC e exames de controle conforme o seu caso, o gerador de protocolo hormonal do site monta um rascunho e bloqueia combinações de risco alto. Serve como simulação para discutir, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Avaliação de Treino ABCD
@AngryPlays, para um primeiro plano montado sozinho a base está boa: tem os exercícios certos, agachamento livre e terra entram, e nada ali é perigoso. O que dá para melhorar é a distribuição. O ponto principal é a frequência. No ABCD cada músculo é treinado uma vez por semana. As meta-análises sobre o tema, como a de Schoenfeld e colaboradores (2016), mostram vantagem para treinar cada grupo pelo menos duas vezes por semana com o mesmo volume total. Como você já treina 5 vezes, dá para reorganizar sem gastar mais tempo. Alguns desequilíbrios no plano atual: Ombro: desenvolvimento frente, desenvolvimento com halter, elevação frontal e elevação frontal com barra trabalham praticamente a mesma porção, o deltoide anterior, que já trabalha pesado nos supinos do dia de peito. Falta deltoide posterior. Troque as duas elevações frontais por crucifixo inverso ou face pull. Costas: tem duas puxadas verticais e uma remada. Vale ter uma remada pesada com peso livre, como remada curvada ou serrote, no lugar da puxada triângulo. Braço: 18 séries de bíceps e tríceps num dia só, depois de já terem trabalhado nos dias de peito, costas e ombro, é mais volume do que um iniciante recupera bem. Duas variações de cada um com 3 séries já bastam. Pernas: agachamento, terra e leg press no mesmo dia é muita carga axial e cansaço acumulado. Posterior de coxa fica só com a flexora. Um stiff no lugar do terra resolve as duas coisas. Na panturrilha, o sentado trabalha principalmente o sóleo. Acrescente a panturrilha em pé para o gastrocnêmio. Uma divisão que resolve quase tudo com 4 ou 5 dias é superior e inferior alternados (superior A, inferior A, descanso, superior B, inferior B), com um quinto dia opcional para braço e ombro posterior. Cada músculo passa a ser treinado duas vezes por semana, com 10 a 16 séries semanais para os grupos grandes. Com 1,65 m e 85,7 kg, a dieta vai decidir boa parte do resultado. Se o objetivo for ganhar músculo e reduzir gordura ao mesmo tempo, isso é possível nessa fase inicial, desde que a proteína esteja alta e o déficit seja pequeno. Para montar a versão superior e inferior com os exercícios e séries já distribuídos, o gerador de treino do site ajuda como ponto de partida, para você ajustar depois: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
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DIETA CUTTING
@henriquesilvasp, fiz a conta da dieta revisada pelo @Apollo Galeno para tirar a dúvida que ficou entre o MyFitnessPal e as sugestões de @ak087 e @Degcastro. Somando os 6 ovos, 450 g de frango ou peixe, whey, aveia, banana, arroz, feijão, batata-doce, purê, castanhas, pasta de amendoim e as duas colheres de azeite, a dieta fica mais ou menos assim: Proteína: entre 180 e 220 g, dependendo de as carnes serem pesadas cruas ou prontas. Gordura: perto de 80 a 85 g, ou seja, cerca de 1 g por quilo, que é a faixa que o Degcastro sugeriu. Carboidrato: perto de 130 a 145 g, contando legumes e salada. Total: algo entre 2000 e 2250 kcal. Então a proteína já está na faixa de 170 a 180 g que o ak087 achou ideal, ou acima dela, e não precisa aumentar mais. Os 192 g de carboidrato que o aplicativo mostrou na versão anterior quase certamente vieram de cadastro trocado. O erro mais comum é lançar arroz, feijão ou aveia como "cru" quando a pesagem foi do alimento cozido, ou o contrário. Arroz cru tem quase três vezes mais carboidrato por grama que arroz cozido. Defina um padrão, por exemplo pesar tudo pronto, e cadastre no aplicativo exatamente a versão pesada. Sem isso, a regra de baixar 10 g de carboidrato por semana fica sem referência. Outro ajuste útil: só baixe carboidrato quando a média de peso de 7 dias parar por duas semanas seguidas, e não toda semana por calendário. Com 85 kg, perder perto de 0,5 a 0,8 kg por semana é um ritmo que preserva massa magra. @Tiago41149, os 2,6 kg em seis dias no início do cutting são, na maior parte, água e glicogênio. Cada grama de glicogênio estocado no músculo e no fígado fica junto com cerca de 3 g de água. Quando as calorias e o carboidrato caem, esse estoque esvazia e a balança despenca na primeira semana. Isso não é perda de músculo nem de gordura nesse ritmo. O ritmo real só aparece a partir da segunda ou terceira semana. Os números de massa gorda e massa magra da bioimpedância também oscilam muito com a hidratação, então vale comparar sempre nas mesmas condições: mesmo horário, em jejum e depois de urinar. Para conferir quantas calorias e quanto déficit fazem sentido para o peso e a rotina de cada um, a calculadora de cutting do site faz essa conta com os próprios dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/
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Maca Peruana na melhora da saúde
Vale calibrar a parte da libido, porque é por ela que quase todo mundo compra maca. A evidência existe, mas é modesta. A revisão sistemática de Shin e colaboradores (BMC Complementary and Alternative Medicine, 2010) encontrou só quatro ensaios clínicos randomizados, com amostras pequenas: dois mostraram melhora de desejo sexual em homens saudáveis e em mulheres na menopausa, um mostrou efeito em disfunção erétil leve e um não mostrou nada em ciclistas. A conclusão dos autores foi de evidência limitada. No estudo clássico de Gonzales (2002), com 1,5 g a 3 g por dia, a melhora do desejo só apareceu a partir da oitava semana. O ponto que mais interessa a quem treina: nesses estudos a maca não alterou testosterona nem estradiol. Ou seja, ela não funciona como "pró-hormonal natural" e não ajuda em ganho de massa. Se o efeito vier, é sobre o desejo por uma via que ainda não está clara, e não sobre hormônio. Sobre os nutrientes: numa porção de 10 g, fibras, ferro, cobre e vitamina C entram em quantidade pequena perto do que a comida do dia já fornece. A maca não substitui fruta, verdura e carne nessas funções. Descrever como "excelente suplemento" é otimista demais para o que os dados mostram. Um teste honesto seria 8 a 12 semanas de uso contínuo, avaliando apenas a libido, sabendo que boa parte das pessoas não percebe diferença. Para comparar nível de evidência, dose e timing da maca com outros suplementos, o orientador de suplementos do site organiza isso por item: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/
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Testosterona, LH e E2 baixos: TRT ou remédio?"
@Elias Alves Franca, sobre os 4 dias de gel sem sentir nada: é exatamente o esperado. A testosterona não age como um estimulante que dá efeito no mesmo dia. O estudo que melhor mapeou esse tempo (Saad e colaboradores, European Journal of Endocrinology, 2011) mostra que libido e interesse sexual começam a melhorar por volta de 3 semanas e chegam ao platô perto de 6 semanas. Disposição e humor seguem um ritmo parecido, de 3 a 6 semanas. Já a ereção é a mais lenta: a melhora pode levar até 6 meses, e em alguns casos o máximo só aparece perto de 1 ano. Por isso a avaliação justa do gel acontece entre 6 e 12 semanas de uso diário e correto, com exame de controle, e não na primeira semana. O exame de controle no gel tem um detalhe que muita gente erra. A coleta deve ser feita de manhã, cerca de 2 a 6 horas depois da aplicação, sempre no mesmo esquema, e o local de onde sai o sangue não pode ser o mesmo braço onde o gel foi passado, porque isso contamina a amostra e o resultado vem falsamente alto. Além da testosterona total e livre, vale repetir estradiol, hematócrito e PSA. Também vale olhar o que @Apollo Galeno e @Foston já levantaram: sono de 6 horas, estresse em casa e peso acima do ideal derrubam testosterona e libido por conta própria. A reposição corrige o hormônio, mas não corrige isso. Se a ereção continuar fraca mesmo com a testosterona em faixa boa, a causa pode ser vascular ou emocional, e aí a investigação muda de direção. Sobre o pedido de contato por WhatsApp: as dúvidas dos exames podem ser postadas aqui mesmo, com os valores e as faixas de referência digitados. Assim mais gente ajuda e o seu telefone não fica exposto no fórum. @Katyfcps, sobre a prescrição de 1 g de gel a 3% por dia: essa conta merece ser conferida com o endocrinologista. Cada grama a 3% contém 30 mg de testosterona aplicados na pele. O consenso internacional de 2019 sobre testosterona em mulheres usa como referência um creme a 1% em 0,5 ml por dia, ou seja, cerca de 5 mg aplicados. A dose prescrita é cerca de seis vezes maior. A absorção do Pentravan varia, então o número final no sangue pode ser menor que essa conta sugere, mas é justamente por isso que o controle precisa ser por exame: testosterona total antes e por volta de 3 a 6 semanas depois do início, com o objetivo de ficar dentro da faixa feminina normal, nunca acima. Sinais como acne nova, aumento de pelos no rosto, voz mais grave ou aumento do clitóris são motivo para parar e reavaliar, porque alguns deles, como a voz, podem não voltar. Outro ponto honesto: a evidência mais sólida de benefício da testosterona na libido feminina é em mulheres na pós-menopausa. Antes da menopausa os dados são bem mais escassos. Com cortisol alto, ferro e vitaminas baixos e 2 horas de aeróbico em jejum todos os dias, há outros suspeitos fortes para o cansaço e a queda de libido. Corrigir ferro, vitaminas, sono e o volume de treino pode resolver uma parte importante disso antes de qualquer hormônio. Para entender mecanismo, doses usuais e colaterais da testosterona nas diferentes vias, o orientador de fármacos do site ajuda a organizar as perguntas para levar à consulta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo de qualidade muscular
O ponto que mais precisa de ajuste é a ideia de colocar stanozolol nas semanas 11 a 14, enquanto você espera a boldenona e o enantato saírem. Esse intervalo existe justamente para o corpo ficar sem andrógeno e o eixo poder começar a voltar quando a TPC entrar. O stanozolol nessa janela mantém a supressão. Na prática, você estende o ciclo por mais quatro semanas, atrasa a recuperação e ainda soma um metilado em 17-alfa, com carga no fígado e queda forte do HDL, no momento em que o perfil lipídico já vem castigado. O ganho de qualidade nessas semanas não compensa o adiamento da recuperação. A boldenona por 10 semanas também rende pouco. O undecilenato é um éster muito longo e leva várias semanas para estabilizar no sangue, então boa parte do ciclo passa com ela ainda subindo. E com 600 mg dela mais 500 mg de testosterona, o hematócrito é o ponto de risco principal, porque a boldenona estimula muito a produção de glóbulos vermelhos. Faça hemograma antes, repita lá pela quinta ou sexta semana e observe pressão, dor de cabeça e vermelhidão no rosto. Sobre o objetivo de ganho seco: com 19% de gordura, o mais eficiente seria baixar o percentual antes ou durante o ciclo, com déficit leve, porque qualquer superávit nesse ponto de partida vai somar gordura junto. Usar tamoxifeno só se a sensibilidade no mamilo aparecer está correto. O HCG faz mais sentido se for planejado durante o ciclo, e não decidido no final. Se for seu primeiro ciclo (não ficou claro no tópico), essas doses estão bem acima do necessário. Testosterona sozinha em dose moderada já entregaria a maior parte do resultado. Para simular o protocolo com exames de controle e o tempo certo da TPC para cada éster, o gerador de protocolo hormonal do site monta um rascunho para ajuste, e não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Opiniões stano
@delacosta, o detalhe mais importante do seu relato é que no primeiro ciclo as bilirrubinas subiram junto com as enzimas. Isso é um sinal de colestase, o tipo de lesão hepática típica dos esteroides metilados em 17-alfa, como o stanozolol. Quem já teve essa reação tem mais chance de repetir com a mesma classe de droga, mesmo em ciclo curto e com o fígado tendo normalizado depois. Pelo seu histórico, eu deixaria o stano de fora. Os 120 reais pesam menos que repetir aquele exame. O masteron (drostanolona) faz sentido como substituto para o fim do ciclo. É injetável, não é metilado em 17-alfa, tem impacto hepático bem menor e entrega a mesma proposta de qualidade e secura no final. Os pontos de atenção são três. Ele também reduz o HDL, menos que o stano mas reduz. Por ser derivado de DHT, pode acelerar a queda de cabelo em quem tem tendência. E o propionato, a forma mais comum, pede aplicações frequentes. A rigidez articular que você sentiu com o stano costuma ser menor com ele. Também vale lembrar que, com a nandrolona saindo na semana 10, a TPC precisa esperar a deca sair do corpo, então planeje esse fim de ciclo pensando nisso. @LIZA_432, sobre a sua dúvida: você contou que, com testosterona e depois com oxandrolona e primobolan, já teve mudanças por virilização. Isso mostra que seu corpo responde forte a andrógenos. Testosterona somada a stanozolol tende a reproduzir e ampliar esse quadro, e mudança de voz e crescimento do clitóris costumam ser permanentes. Peça ao médico a dose exata em miligramas de cada um e o motivo clínico da prescrição. Desde 2023, o Conselho Federal de Medicina proíbe prescrever anabolizantes com finalidade estética ou de ganho de massa. Se o objetivo for esse, você tem todo o direito de questionar a indicação. E se usar qualquer andrógeno, mantenha contracepção eficaz. Para comparar stanozolol, drostanolona e os demais em perfil hepático, lipídico e androgênico, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Dúvidas sobre um 2° ciclo de oxandrolona
Que bom ver o tópico de volta. Dá para tirar bastante coisa das medidas que você atualizou, e o principal está nelas: a cintura foi de 70 para 79 cm, enquanto o quadril caiu de 103 para 100. Nove centímetros de cintura em poucos meses, com 2.800 a 3.000 kcal por dia, indicam que boa parte dos 2 kg a mais foi gordura, e não músculo. Coxa e panturrilha cresceram, o que é ótimo. Mas o superávit está largo demais para 70 kg de peso corporal, e a oxandrolona não muda essa conta. Cortar algo como 300 a 400 kcal, principalmente no arroz e na batata das refeições longe do treino, e acompanhar a cintura a cada duas semanas deve manter o ganho de perna e frear a barriga. Sobre o ciclo, o que mais me preocupa é o plano de observar e aumentar a dose se não sentir nada. Com um produto de origem incerta, você não sabe se cada cápsula tem 5 ou 20 mg, e subir a dose às cegas é exatamente como se chega à mudança de voz e ao crescimento do clitóris, que podem não voltar. Em vez da sensação, use um marcador objetivo. Faça um perfil lipídico agora e repita na terceira ou quarta semana. Oxandrolona verdadeira em dose de uso derruba o HDL de forma clara. Se o HDL cair muito, a dose real já é alta, e é hora de reduzir, não de subir. E 20 mg por dia durante 12 semanas já fica acima do que se costuma usar em ciclos femininos longos. Como @Foston e @Arnaldo Santos. disseram, ciclo mais longo combina com dose menor. Rouquidão, voz mais grave ou pelos novos no rosto são sinais para parar na hora. No treino, a quarta-feira já mostra o problema: as pernas estão tão doloridas que o treino vira alongamento. São três dias de perna com agachamento e terra pesados na segunda, e a recuperação não fecha. Duas sessões de perna bem distribuídas, por exemplo segunda (foco em quadríceps) e sexta (foco em posterior e glúteo), com membros superiores na quarta, devem render mais que três sessões com a do meio perdida. Vitamina E e complexo B não precisam entrar se a alimentação está variada como essa. O multivitamínico já cobre o que eles dariam. Para recalcular as calorias com o seu peso e o nível de treino atuais, a calculadora de TDEE do site ajuda a achar o ponto de superávit pequeno: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Fiz ciclo errado de Oxan
Com TGO acima de 200, o certo é parar já, e não terminar a semana. Não existe benefício em completar a cartela de um oral que está mexendo no fígado, e para a oxandrolona em mulher não há TPC a fazer. Parar de uma vez não causa efeito rebote. Então a dúvida sobre fracionar a cápsula para sair aos poucos deixa de existir. Tem um detalhe nesse exame que pode mudar a leitura. A TGO (AST) não vem só do fígado: o músculo também tem muita, e treino pesado de perna com agachamento, terra e stiff pode elevá-la sozinho por vários dias. Quando a origem é hepática, a TGP (ALT) costuma subir junto ou até mais. Por isso, ao repetir os exames, peça também CK (creatinoquinase), GGT, fosfatase alcalina e bilirrubinas, e colha depois de pelo menos três dias sem treino pesado. Se a CK vier alta e a TGP estiver só um pouco alterada, boa parte daquele 200 é muscular. Se TGP, GGT ou bilirrubinas estiverem altas, é o fígado, e aí a suspeita levantada por @Foston, de que a cápsula tinha outra substância, ganha força. Na maioria dos casos de alteração por esteroide oral, as enzimas normalizam em algumas semanas depois de parar. Repita com 3 a 4 semanas. Urina escura, fezes claras, coceira pelo corpo ou olhos amarelados são sinais para procurar atendimento sem esperar. O manipulado com NAC, ácido lipoico e silimarina tem baixo risco, mas a evidência para acelerar a recuperação é fraca. O que realmente resolve é retirar a causa, beber água e evitar álcool e outros medicamentos desnecessários nesse período. E um ponto importante: você parou o anticoncepcional há um mês. Enquanto houver qualquer andrógeno em uso, e por segurança até as enzimas normalizarem, use um método eficaz. Andrógenos podem masculinizar um feto. Sobre o resultado: 3 kg a menos e redução de medidas em um mês de dieta low carb é um bom resultado, e vem da dieta, não da oxandrolona. Mantenha o acompanhamento com a nutricionista que você gostou. Para quando decidir voltar a pensar em algum protocolo, o orientador de fármacos do site ajuda a comparar o perfil hepático de cada substância: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Primeiro ciclo de oxodrolona
Quero acrescentar um ponto sobre o anticoncepcional, porque a pergunta foi por que muitas meninas param. A explicação de @Locemar sobre a SHBG está correta: o anticoncepcional oral aumenta essa proteína e reduz a testosterona livre que o corpo produz. Mas isso não é motivo para parar o anticoncepcional por causa de um ciclo, e sim o contrário. Andrógenos como a oxandrolona podem masculinizar um feto, e por isso quem usa precisa de contracepção eficaz durante todo o ciclo. Se quiser trocar o método, faça isso com o ginecologista e sem intervalo sem proteção. O DIU de cobre, por exemplo, não tem hormônio e não mexe na SHBG. Sobre a cápsula de 20 mg: tomar de 12 em 12 horas daria 40 mg por dia. É, como @Foston disse, umas quatro vezes o que se costuma usar num primeiro ciclo feminino, que fica na faixa de 2,5 a 10 mg. Nessa dose, o risco de mudança de voz e de crescimento do clitóris, que podem não voltar, sobe muito. Cápsula manipulada não dá para dividir com precisão. Abrir e separar o pó a olho gera doses muito irregulares. Se a decisão for usar, o caminho é conseguir cápsulas na dose certa, e não adaptar essas. O mais importante, porém, @Apollo Galeno já disse: antes de qualquer ciclo, um mês de dieta certa. Com as medidas que você passou e o fim de semana com lanche de rua, cerveja e refrigerante, é bem provável que a falta de resultado do ciclo anterior tenha vindo daí, e não só da oxandrolona falsificada. Um fim de semana assim apaga facilmente o déficit da semana inteira. Os ajustes sugeridos por @Locemar no café, no almoço e no lanche das 17h são um bom começo. Mantenha-os também de sexta a domingo, e não só nos dias úteis. Para saber quantas calorias você gasta e a partir daí acertar o déficit, a calculadora de TDEE do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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CICLO DE STANO, DURA E DIANABOL
Dose certa sem saber idade, peso, tempo de treino, dieta e se é o primeiro ciclo não existe. Mas dá para corrigir a estrutura, que é o que mais pesa. Stanozolol e Dianabol em comprimido são dois orais metilados em 17-alfa. Juntos, somam carga no fígado e derrubam o HDL de forma pesada. E puxam para lados opostos: o Dianabol retém água e aromatiza, enquanto o stanozolol seca. Num primeiro ciclo, a combinação mais sensata é usar a Durateston como base e no máximo um oral por cima. Quem nunca ciclou consegue um ótimo resultado só com a testosterona. A Durateston é uma mistura de quatro ésteres, uns curtos e um longo. Para o nível não oscilar, ela pede aplicação pelo menos duas vezes por semana, e não uma ampola a cada 7 ou 15 dias, como muita gente faz. Os 10 ml do frasco precisam cobrir o ciclo inteiro na dose escolhida. Então faça a conta de quantas semanas eles rendem antes de começar, para não ficar no meio do caminho. A TPC, com a Durateston, começa em torno de três semanas depois da última aplicação, por causa do éster longo. Antes de começar, faça exames de base: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, testosterona total, LH, FSH e estradiol. Se for usar oral, repita as enzimas do fígado e o perfil lipídico no meio do ciclo. O que @Locemar quis dizer, de um jeito direto, é que o pessoal ajuda bem mais quando o tópico vem com os dados. Se postar idade, peso, altura, treino, dieta e histórico, a conversa rende. Para estudar antes, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação com base de testosterona, exames e TPC, e bloqueia combinações de risco inaceitável. É ponto de partida, e não prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Médico Endocrinologista em SP
Indicação de nome de médico não cabe aqui, mas dá para deixar critérios que servem para qualquer cidade, e uma atualização importante para quem chega hoje a este tópico. A atualização: desde 2023, a Resolução 2.333 do Conselho Federal de Medicina proíbe o médico de prescrever esteroides anabolizantes com finalidade estética, de ganho de massa ou de desempenho esportivo, para atletas amadores ou profissionais. Ou seja, o médico que hoje "monta o ciclo" com você para ficar maior está infringindo o código de ética, seja endocrinologista ou não. O que continua permitido, e é o que realmente importa, é tratar deficiência hormonal comprovada e acompanhar a saúde de quem usa por conta própria: pedir exames, interpretar, ajustar pressão, colesterol e hematócrito, e conduzir a recuperação do eixo depois. Os critérios para escolher esse acompanhamento: Confira no site do CRM se o médico tem RQE, o registro de especialista. "Medicina esportiva" sem RQE é só o nome de um consultório. Para a parte hormonal, os especialistas mais preparados costumam ser endocrinologistas, urologistas e médicos do esporte com título. Um bom sinal é exatamente o que você descreveu: uma investigação de base completa antes de qualquer decisão. Ecocardiograma, teste ergométrico e ultrassom de carótida e abdome mostram cuidado com o risco cardiovascular, que é o mais sério no uso de esteroides. Um mau sinal é a escolha da droga antes de saber o objetivo e os exames, ou sugerir stanozolol e "algo mais forte" para quem nunca usou. A lógica mais segura para um primeiro uso é uma base moderada de testosterona injetável, e não dois compostos com metilação em 17-alfa. Quando levar os resultados no retorno, peça também o plano de saída: como e quando vai ser a recuperação do eixo e quais exames vão confirmar. Se quiser chegar com um rascunho para discutir, o gerador de protocolo hormonal do site simula protocolo, exames de controle e TPC, sem valor de prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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4 meses de Deposteron e TPC
Respondendo por partes, porque são dúvidas boas. Depois de mais de dois meses, o cipionato não está mais agindo. Com meia-vida em torno de 8 dias, em cinco a seis semanas depois da última aplicação o que resta no sangue já é desprezível, mesmo partindo de 600 mg por semana. O que você sente hoje é o seu eixo ainda sem voltar, e não a droga. Depois de quatro meses de supressão completa, a recuperação costuma levar de semanas a meses, e varia muito de pessoa para pessoa. Sobre a bula do tamoxifeno, a contradição tem explicação. Aquele texto descreve dados obtidos em mulheres, no contexto do tratamento de câncer de mama, em que o hormônio de referência é o estrogênio do ciclo menstrual. No homem, o efeito que interessa é outro. O hipotálamo e a hipófise usam o estradiol como sinal de "já tem hormônio suficiente". O tamoxifeno bloqueia esse sinal, e o cérebro responde aumentando o LH e o FSH. Isso está bem documentado em homens, inclusive em estudos de hipogonadismo. Então os SERMs ajudam, sim. O problema no seu caso é a dose. Os protocolos de TPC usam 20 mg por dia, e 5 a 10 mg tende a ser fraco para um eixo que ficou quatro meses desligado. Sobre libido sem testosterona exógena: a selegilina não é agonista de dopamina, é um inibidor da MAO-B. A evidência para usá-la em libido é fraca, e ela tem interação séria com vários medicamentos. A cabergolina só faz sentido se a prolactina estiver alta no exame. Usada sem indicação, ela não melhora a libido e ainda traz efeitos como náusea e queda de pressão. O tratamento da libido aqui é recuperar a testosterona. A ordem prática é esta: fazer os exames que o Perfil Desativado listou, com destaque para testosterona total, LH, FSH, estradiol e prolactina. Se LH e FSH estiverem baixos ou normais-baixos com testosterona baixa, é o quadro de eixo ainda suprimido, e vale levar ao urologista ou endocrinologista o histórico completo do ciclo. Os médicos que entendem disso existem, e com os exames em mãos a conversa sai do "procure outro especialista" e vai para opções como SERM em dose adequada ou HCG. Se a prolactina vier alta, aí a cabergolina entra na conversa. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Stanozolol e menstruação
É comum, sim. @Foston tem razão em dizer que costuma voltar sozinha. O stanozolol, como os outros andrógenos, freia o eixo que comanda a ovulação (LH e FSH), e sem ovulação a menstruação não vem. Depois que a droga sai, o eixo volta aos poucos, na maioria das vezes em algumas semanas a poucos meses. No seu caso também pesa a parada do anticoncepcional antes do ciclo. Só a suspensão da pílula já pode atrasar o retorno do ciclo menstrual por um tempo, independente do esteroide. O que vale fazer para tirar a dúvida com segurança: O teste de farmácia negativo é um bom sinal, mas o beta-hCG no sangue é mais sensível e encerra a questão da gravidez. Como houve relação durante o ciclo, mesmo com preservativo, vale fazer. Se passar de três meses sem menstruar depois do fim do ciclo, ou antes disso se surgirem outros sinais (corrimento de leite pelo mamilo, dor pélvica, acne ou pelos aumentando), procure o ginecologista e leve LH, FSH, estradiol, prolactina, TSH e testosterona total. Esses exames separam a supressão pelo esteroide de outras causas, como prolactina alta ou alteração de tireoide. Sobre usar tamoxifeno para "chamar" a menstruação, como foi sugerido: não recomendo fazer isso por conta própria. Em mulheres, o tamoxifeno age no endométrio e nos ovários de um jeito diferente do que acontece na TPC masculina. Ele pode provocar cisto ovariano e sangramento irregular, e não resolve a causa. Quando é preciso induzir o sangramento, o ginecologista costuma usar outros recursos, como um progestágeno por alguns dias, depois de excluir gravidez. E um ponto para os próximos ciclos: já que você parou o anticoncepcional, mantenha um método eficaz sempre que usar qualquer esteroide, porque andrógenos podem masculinizar o feto. O DIU de cobre é uma opção sem hormônio. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1° Ciclo. Iniciante nos mundo dos AE's.
Já que o seu medo principal é a libido depois do ciclo, o ponto que mais pesa nisso é o anastrozol dentro do kit de TPC. Na TPC, o objetivo é que o eixo volte a produzir testosterona, e o estradiol tem papel direto na libido e na função erétil. Derrubar o estradiol com um inibidor de aromatase nessa fase é uma das causas mais comuns de libido no chão depois do ciclo. A TPC com SERM (clomifeno ou tamoxifeno) já protege a mama sem baixar o estradiol. Só faz sentido usar anastrozol se um exame mostrar estradiol alto com sintoma, e mesmo assim em dose baixa e por pouco tempo. Sobre o resto do kit: o clomifeno a 100 mg por dia é uma dose alta para manter. Os protocolos costumam usar 50 mg por dia, ou 50 a 25 mg em quatro semanas, e doses altas aumentam alteração de humor e visual sem acelerar a recuperação. A silimarina não tem papel na TPC. E intra-ciclo, sem oral metilado, não há necessidade de protetor hepático como Xantinon. Se escolher a oxandrolona, quem protege o fígado é a dose moderada e o exame, e não o suplemento. HCG num ciclo de 8 semanas com dose moderada não é obrigatório. Ele ajuda mais em ciclos longos ou em quem já teve recuperação lenta. Entre oxandrolona e masteron, para ganho seco e menos risco para a libido, o masteron injetável faz sentido, desde que a marca seja confiável e você aceite que, como derivado de DHT, ele pode acelerar a queda de cabelo em quem tem tendência. Com testosterona em dose moderada como base, os dois funcionam. Sem confiança na marca, mais vale ficar só com a testosterona. O que mais protege a libido no pós-ciclo é este conjunto: dose moderada, duração curta, estradiol não derrubado, TPC no tempo certo (cerca de 14 dias depois da última aplicação de enantato, ou 3 a 4 dias depois do propionato) e exame de testosterona, LH e FSH umas quatro a seis semanas depois do fim da TPC para confirmar. Para simular o protocolo com TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como rascunho para ajuste, e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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