Tudo postado por Cláudio Chamini
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Stanozolol e menstruação
É comum, sim. @Foston tem razão em dizer que costuma voltar sozinha. O stanozolol, como os outros andrógenos, freia o eixo que comanda a ovulação (LH e FSH), e sem ovulação a menstruação não vem. Depois que a droga sai, o eixo volta aos poucos, na maioria das vezes em algumas semanas a poucos meses. No seu caso também pesa a parada do anticoncepcional antes do ciclo. Só a suspensão da pílula já pode atrasar o retorno do ciclo menstrual por um tempo, independente do esteroide. O que vale fazer para tirar a dúvida com segurança: O teste de farmácia negativo é um bom sinal, mas o beta-hCG no sangue é mais sensível e encerra a questão da gravidez. Como houve relação durante o ciclo, mesmo com preservativo, vale fazer. Se passar de três meses sem menstruar depois do fim do ciclo, ou antes disso se surgirem outros sinais (corrimento de leite pelo mamilo, dor pélvica, acne ou pelos aumentando), procure o ginecologista e leve LH, FSH, estradiol, prolactina, TSH e testosterona total. Esses exames separam a supressão pelo esteroide de outras causas, como prolactina alta ou alteração de tireoide. Sobre usar tamoxifeno para "chamar" a menstruação, como foi sugerido: não recomendo fazer isso por conta própria. Em mulheres, o tamoxifeno age no endométrio e nos ovários de um jeito diferente do que acontece na TPC masculina. Ele pode provocar cisto ovariano e sangramento irregular, e não resolve a causa. Quando é preciso induzir o sangramento, o ginecologista costuma usar outros recursos, como um progestágeno por alguns dias, depois de excluir gravidez. E um ponto para os próximos ciclos: já que você parou o anticoncepcional, mantenha um método eficaz sempre que usar qualquer esteroide, porque andrógenos podem masculinizar o feto. O DIU de cobre é uma opção sem hormônio. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1° Ciclo. Iniciante nos mundo dos AE's.
Já que o seu medo principal é a libido depois do ciclo, o ponto que mais pesa nisso é o anastrozol dentro do kit de TPC. Na TPC, o objetivo é que o eixo volte a produzir testosterona, e o estradiol tem papel direto na libido e na função erétil. Derrubar o estradiol com um inibidor de aromatase nessa fase é uma das causas mais comuns de libido no chão depois do ciclo. A TPC com SERM (clomifeno ou tamoxifeno) já protege a mama sem baixar o estradiol. Só faz sentido usar anastrozol se um exame mostrar estradiol alto com sintoma, e mesmo assim em dose baixa e por pouco tempo. Sobre o resto do kit: o clomifeno a 100 mg por dia é uma dose alta para manter. Os protocolos costumam usar 50 mg por dia, ou 50 a 25 mg em quatro semanas, e doses altas aumentam alteração de humor e visual sem acelerar a recuperação. A silimarina não tem papel na TPC. E intra-ciclo, sem oral metilado, não há necessidade de protetor hepático como Xantinon. Se escolher a oxandrolona, quem protege o fígado é a dose moderada e o exame, e não o suplemento. HCG num ciclo de 8 semanas com dose moderada não é obrigatório. Ele ajuda mais em ciclos longos ou em quem já teve recuperação lenta. Entre oxandrolona e masteron, para ganho seco e menos risco para a libido, o masteron injetável faz sentido, desde que a marca seja confiável e você aceite que, como derivado de DHT, ele pode acelerar a queda de cabelo em quem tem tendência. Com testosterona em dose moderada como base, os dois funcionam. Sem confiança na marca, mais vale ficar só com a testosterona. O que mais protege a libido no pós-ciclo é este conjunto: dose moderada, duração curta, estradiol não derrubado, TPC no tempo certo (cerca de 14 dias depois da última aplicação de enantato, ou 3 a 4 dias depois do propionato) e exame de testosterona, LH e FSH umas quatro a seis semanas depois do fim da TPC para confirmar. Para simular o protocolo com TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como rascunho para ajuste, e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Dieta para tentar baixar %bf sem perder massa magra
Montar a dieta sozinho com aplicativo, depois de não se adaptar ao nutricionista, foi um bom passo. Agora vale fechar a conta. Os seus números, 280 g de proteína, 160 de carboidrato e 90 de gordura, dão cerca de 2.570 kcal. Os sugeridos por @Apollo Galeno, 180, 150 e 100, dão em torno de 2.220 kcal. São 350 kcal a menos por dia, e quase toda a diferença sai da proteína. Isso ajuda no cutting sem custo nenhum para o músculo. A proteína de 280 g estava bem acima do necessário. Para quem treina em déficit, as pesquisas mostram benefício até algo como 1,6 a 2,2 g por quilo. Nos seus 94 kg, isso fica entre 150 e 200 g. Passar disso vira caloria cara que não constrói músculo extra. Os 180 g estão dentro dessa faixa. Um sinal para observar: você foi de 91,5 para 94 kg no primeiro mês. Com treino recém-iniciado, parte disso é glicogênio e água, que o músculo passa a armazenar quando volta a treinar, e parte pode ser a dieta acima do gasto. A balança sozinha vai confundir nesta fase, porque como iniciante você consegue perder gordura e ganhar massa ao mesmo tempo. Meça a cintura na altura do umbigo toda semana, no mesmo horário. Se a cintura cai, o caminho está certo, mesmo com o peso parado. E mantenha os horários de refeição o mais fixos possível dentro de cada turno. O que importa é o total do dia, e não a hora exata. Sobre o treino, com um mês de academia, um ABCDE (cada músculo uma vez por semana) não é o mais eficiente. Para iniciante, um full body três vezes por semana ou um superior e inferior quatro vezes costuma dar resultado mais rápido, porque cada músculo é estimulado duas a três vezes por semana. Para conferir calorias e macros de uma recomposição, perdendo gordura e ganhando massa ao mesmo tempo, a calculadora de recomposição corporal do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/recomposicao-corporal/
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Ciclo Oxan c/ Enantato
@LeonardoDasAgulhas, sua intuição está certa. Reduzir a testosterona aos poucos no fim do ciclo não ajuda a recuperação do eixo. Ainda é uma prática comum, por isso vale explicar. O eixo (LH e FSH) fica suprimido sempre que há testosterona exógena acima do que o corpo produz sozinho, e 100 mg por semana já passa disso. Com 200 e depois 100 mg, o eixo continua desligado do mesmo jeito. A diferença é que a supressão dura mais semanas, e o resultado dessas semanas fica menor. A recuperação só começa quando o éster sai do corpo, e é aí que a TPC entra. Então a desmama não deixa a saída mais suave para o eixo. Ela só adia o recomeço. No caso do @Dr.Dre, com os 8 ml de enantato restantes, o caminho mais simples é manter a dose do ciclo até completar o tempo planejado, de 8 a 10 semanas, e começar a TPC cerca de 14 dias depois da última aplicação, que é o tempo para o enantato cair. O que sobrar do frasco fica para outra ocasião, se for o caso. @Locemar acertou que aplicar duas vezes por semana é melhor que uma, porque o nível fica mais estável, e que a oxandrolona entrou cedo e alta para um primeiro ciclo. Só na desmama eu discordo. Escrevi com mais detalhe sobre dose decrescente em outro tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116804-primeiro-ciclo-com-durateston-da-schering/?do=findComment&comment=1066441 Para confirmar a recuperação, faça LH, FSH e testosterona total umas quatro a seis semanas depois de terminar a TPC. Se ainda estiverem baixos, aí sim é caso de avaliação médica, e não de improvisar outro ciclo. Para montar a TPC com o tempo certo para cada éster, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como rascunho para ajuste, e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Low Dose - Enantato + Deca
Sobre a última dúvida, trocar o ABC por ABCDE justamente no ciclo: eu iria na direção contrária. Hormonizado, a síntese proteica volta à base mais rápido e a recuperação entre sessões melhora. O próprio Perfil Desativado contou que fica recuperado em uns três dias. Uma divisão em que cada músculo é treinado uma vez por semana desperdiça esse ganho. As revisões que compararam frequências com o mesmo volume semanal mostram resultado igual ou um pouco melhor treinando cada músculo duas vezes por semana. Então o upgrade com mais chance de render é manter o volume e distribuir em duas sessões por grupo, com um ABC em rotação de seis dias, um ABCD superior e inferior, ou um push, pull, legs duas vezes. Variar carga e velocidade, como você já faz, é útil. Mas o estímulo novo que mais pesa é a progressão registrada: carga ou repetição subindo de uma semana para a outra nos exercícios principais. No ciclo, isso costuma acontecer quase toda semana, e vale anotar para aproveitar. Dois detalhes do ciclo. O primeiro: enantato e decanoato são ésteres longos, então duas aplicações por semana já deixam os níveis estáveis. Três não fazem mal, só não são necessárias. O segundo: a deca demora a estabilizar e também a sair do corpo, então a TPC só começa umas três semanas depois da última aplicação dela. Por isso, termine a deca antes da testosterona, como está no plano do @Apollo Galeno. Inclua prolactina e estradiol nos exames de controle por volta da sexta semana. Libido caindo, mamilo sensível ou dificuldade de ereção durante o ciclo costumam estar ligados a eles. Para comparar a divisão atual com uma versão de frequência 2, o gerador de treino do site monta um ponto de partida para ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Perda de gordura após ter bebê
Resposta direta à pergunta: nenhuma substância entrega perda de gordura rápida sem déficit calórico, e os anabolizantes queimam pouca gordura por conta própria. O que eles fazem no cutting é ajudar a manter massa magra enquanto a dieta tira gordura. Por isso, o motor do resultado vai ser o déficit bem montado, e não o ciclo. Quem promete secar rápido com substância costuma estar falando de clembuterol, termogênico forte ou diurético, e no pós-parto esses são justamente os que mais trazem risco para o coração e para a pressão. Antes de pensar em ciclo, o pós-parto pede alguns exames que mudam a estratégia. TSH e T4 livre, porque a tireoidite pós-parto é comum, passa despercebida e trava a perda de peso. Hemograma e ferritina, porque anemia depois do parto derruba o rendimento no treino. Glicemia e perfil lipídico. Vale também uma avaliação de diástase abdominal e de assoalho pélvico antes de voltar às cargas altas de agachamento e terra, principalmente se o parto foi recente. Se mesmo assim decidir voltar a ciclar, o ponto inegociável é a contracepção. Andrógenos podem masculinizar o feto, e a fertilidade volta antes do que muita gente imagina depois do parto, mesmo sem menstruação regular. Um método eficaz antes da primeira dose é obrigatório, e o DIU de cobre é uma opção sem hormônio. Como você já usou oxandrolona e stanozolol, retome com a menor dose que funcionou antes, nunca acima, e observe rouquidão e a alteração de voz, que são os sinais de parar na hora. O formulário pedido por @Apollo Galeno, com peso, altura, tempo desde o parto e dieta atual, permite montar um déficit realista. Para começar a calcular a meta de calorias do cutting com os seus dados, a calculadora de cutting do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo de Oxandrolona Primeiro ciclo: objetivo de perder a barriga e definição
O objetivo que você descreveu, perder barriga e definir, é o ponto em que a oxandrolona menos ajuda. Gordura abdominal sai com déficit calórico mantido por semanas. O esteroide no máximo ajuda a segurar massa magra durante o déficit, e para isso uma dose moderada de testosterona faz o mesmo trabalho com bem menos impacto no fígado e no colesterol. Sem o BF medido e sem uma dieta com números, fica impossível saber se o problema é hormonal ou só de calorias. Na grande maioria dos casos é calorias. Sobre as duas opções, alguns pontos técnicos: Ciclo só de oxandrolona, sem base de testosterona, suprime sua produção natural do mesmo jeito. Com 40 a 60 mg por dia, a queda vem rápido, e é comum ter libido baixa e desânimo no meio do ciclo, porque a oxandrolona não substitui as funções da testosterona. Nessa faixa de dose, o HDL costuma despencar. Em estudo com 20 mg por dia, a queda média já foi de cerca de 30%, e com 60 mg é pior. As enzimas do fígado também podem subir. Faça perfil lipídico, TGO, TGP e GGT antes e no meio do ciclo. Subir de 40 para 60 e descer de novo não traz vantagem. A resposta depende da dose estável, e a escada só complica. Dividir em três tomadas também não é necessário. Duas por dia bastam. Quatro semanas é pouco tempo para justificar a supressão e a TPC. Se for fazer, a opção de 8 semanas faz mais sentido, mas numa dose estável e menor. A TPC proposta está pesada. Clomifeno 100 mg junto com tamoxifeno 40 mg ao mesmo tempo soma efeitos colaterais, como alteração visual e de humor, sem ganho claro na recuperação. Um dos dois na dose usual, ou a combinação em doses menores, costuma resolver. Para oxandrolona, a TPC começa poucos dias depois da última dose, porque a meia-vida dela é curta. Confirme com LH, FSH e testosterona total umas quatro a seis semanas depois do fim. O formulário pedido por @Apollo Galeno ajuda justamente a responder isso com dados: idade, tempo de treino e, principalmente, a dieta. Para achar a meta calórica de um cutting com o seu peso, a calculadora de cutting do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ Se depois disso ainda quiser simular um ciclo, o gerador de protocolo hormonal monta um rascunho com base de testosterona, exames e TPC, para ajuste e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Foi sugerido a mim um ciclo de stano + dura!
Antes do ciclo, vale olhar a dieta com calma, porque ela explica boa parte da estagnação. Do jeito que está escrita, carboidrato só aparece na aveia do pré-treino e na fruta. Almoço e jantar são proteína com salada. Somando tudo, a dieta provavelmente fica bem abaixo do que você gasta, com treino de musculação e mais 12 a 16 km de bicicleta de 3 a 5 vezes por semana. Isso ajuda a perder gordura no começo, mas trava o ganho de massa e derruba o rendimento no treino. Os ajustes sugeridos por @Apollo Galeno, com batata ou mandioca no almoço, mais um ovo e whey no pré-treino, vão na direção certa. E o lanche precisa ser definido, mesmo que seja algo prático para levar. Sobre o ciclo, para um primeiro com 33 anos, 65 kg e 15% de gordura, a recomendação mais segura é começar só com testosterona. Ela sozinha entrega a maior parte do resultado, e você aprende como o seu corpo responde: estradiol, pressão, hematócrito, humor, pele. Somar stanozolol no primeiro ciclo acrescenta toxicidade para o fígado e uma queda forte do HDL, e se aparecer algum colateral você não sabe qual dos dois causou. Se a escolha for a Durateston, lembre que ela é uma mistura com ésteres curtos, então pede aplicação pelo menos duas vezes por semana para não oscilar. Um enantato ou cipionato puro é mais simples de manejar. O que precisa estar planejado antes da primeira aplicação: exames de base (hemograma, perfil lipídico, TGO e TGP, creatinina, glicemia, testosterona total, LH, FSH, estradiol e PSA), a TPC já definida, e o acompanhamento do nutricionista ajustando calorias para cima durante o ciclo. Gordura concentrada no abdômen e nas coxas é um padrão de distribuição muito comum. Ela sai por último, com déficit sustentado, e não com escolha de hormônio. Para achar as calorias e os macros de uma recomposição (perder gordura e ganhar massa ao mesmo tempo), a calculadora de recomposição corporal do site ajuda a conferir os números da dieta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/recomposicao-corporal/ E para simular o primeiro ciclo com exames e TPC, o gerador de protocolo hormonal monta um rascunho para discutir com quem acompanha, e não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Treino - AJUDA PLZZ (ABCAB)
A ideia de treinar cada músculo duas vezes por semana está certa para o seu momento, mas do jeito que a semana fechou, isso só acontece com o tronco. Recomeçando sempre na segunda pelo treino A, o A e o B caem duas vezes por semana, e o C, que é a perna inteira, só uma. Ou seja, o único treino que ficou com frequência 1 é justamente o maior grupo do corpo. Dois jeitos simples de resolver. O primeiro é girar a sequência sem reiniciar na segunda: A, B, C, A, B, e na semana seguinte C, A, B, C, A. Cada treino aparece de 8 a 10 vezes a cada duas semanas. O segundo, que costuma funcionar melhor para quem treina de segunda a sexta, é dividir em superior e inferior. Por exemplo: superior, inferior, descanso, superior, inferior, e a sexta livre ou com braço e panturrilha. Ajustes no conteúdo: A elevação lateral sentada trabalha o deltoide lateral, não o posterior. Para o posterior, entre com crucifixo inverso no peck deck ou com halter, curvado. No treino B, duas variações de encolhimento e mais punho somam 9 séries de trapézio e antebraço. É volume demais para músculos que já trabalham em toda remada e puxada. Uma variação de encolhimento basta, e o tempo que sobra pode virar mais uma série de costas. Agachamento livre e agachamento frontal no mesmo dia, com leg press no meio, é bastante quadríceps e pouco posterior. Trocar o frontal por uma mesa flexora ou por um afundo equilibra a perna. Fora isso, o principal agora não é a divisão, e sim progredir carga. Com 17 anos e 64 kg em bulking, anote peso e repetições de cada exercício e tente vencer o caderno toda semana, seja com uma repetição a mais ou com um pouco mais de carga. E não economize na comida, porque é ela que vai segurar esse volume. Se quiser comparar com uma divisão superior e inferior montada para o seu nível, o gerador de treino do site dá um ponto de partida para ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
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Deposteron: duas ampolas de uma vez na Quinta-feira ou uma na Quinta e outra na Segunda-feira?
Dividir em segunda e quinta é melhor, e a explicação de @Locemar está certa. O cipionato do Deposteron tem meia-vida em torno de 8 dias. Aplicado de uma vez só, ele gera um pico alto nos primeiros dias e um vale no fim da semana. Com duas aplicações, o nível fica mais estável, o estradiol oscila menos e colaterais como retenção e oleosidade tendem a ser menores. A dose total da semana continua a mesma, então a mudança não altera o que o médico prescreveu. Já que ele confirmou em áudio que pode fazer duas vezes, siga assim. Sobre a tontura logo depois das duas ampolas: 4 ml de óleo num ponto só é bastante volume. O mais comum é reação vasovagal, aquela queda de pressão momentânea ligada à dor e à tensão da aplicação. Mas existe um quadro mais específico, a microembolia pulmonar por óleo, que costuma vir com tosse seca e vontade de tossir logo após a injeção, falta de ar ou aperto no peito. Geralmente passa em minutos ou horas. Se acontecer de novo com falta de ar que não passa, vale procurar atendimento. Com volumes menores por aplicação e aspiração antes de injetar, esse risco cai. O que mais chama atenção no protocolo é a oxandrolona. Sessenta mg por dia somados a 400 mg de testosterona é uma dose alta para um primeiro ciclo. Nessa faixa, o HDL costuma despencar, e as enzimas do fígado podem subir. Faça perfil lipídico, TGO, TGP, GGT e hemograma antes e por volta da quarta semana. E não precisa tomar de 6 em 6 horas. A meia-vida dela permite dividir em duas tomadas por dia sem perda. O treino em jejum não é absurdo, como @Locemar explicou. Os estudos mostram que ele não atrapalha a hipertrofia quando a proteína total do dia está bem distribuída. O que muda é o rendimento: muita gente perde carga e volume treinando de manhã sem nada no estômago. No seu caso, com 100 kg, 8 horas de sono e treino pesado, uma refeição leve com proteína e um pouco de carboidrato, de 60 a 90 minutos antes, tende a render mais. Teste as duas formas e compare as cargas no caderno. Para rever o protocolo inteiro com exames de controle e TPC e levar a conversa para o médico com mais base, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação para ajuste, e não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Primobolan KingPharma: dificuldade na aplicação
Duas partes deste tópico merecem uma resposta organizada, porque ainda hoje trazem gente pela busca. A primeira é o óleo grosso que não sobe na seringa, relatado por @mcmg lá no começo. Óleo espesso não indica produto falso nem problema na aplicação. Enantato de metenolona em concentração alta costuma ser viscoso, e óleo frio fica ainda mais. O que resolve: aquecer o frasco na mão ou em água morna por alguns minutos antes de aspirar, e aspirar com uma agulha mais grossa, como a 40x12 ou a 25x8 de calibre 21G. Depois, trocar por uma agulha mais fina para aplicar. Injetar ar em excesso no frasco também atrapalha, porque cria pressão e espuma. O ideal é injetar um volume de ar igual ao que vai ser retirado, e não mais. Injetar devagar é o certo para óleo denso, e não causa dano. Dor por dois ou três dias no local é comum. Calor, vermelhidão que aumenta, inchaço endurecido que cresce ou febre depois de três dias já não são normais e pedem avaliação. A segunda é o caso de @Fer Serres, com espinhas fortes e queda de cabelo usando oxandrolona e um primobolan de origem duvidosa. O teste de testosterona total sugerido no tópico faz sentido e é barato. Metenolona e oxandrolona não aparecem como testosterona no exame. Então, se o resultado vier muito alto, a hipótese mais provável é que algum dos frascos tinha testosterona no lugar do que dizia o rótulo, como @Apollo Galeno apostou. Se vier normal, os colaterais vêm mesmo dos derivados de DHT, como @Foston explicou. Sobre as espinhas, as duas opções levantadas são reais. Antibióticos da família das tetraciclinas, como doxiciclina ou limeciclina, costumam ser o primeiro passo para acne inflamatória moderada. A isotretinoína é a mais eficaz para casos graves ou que voltam, mas ela também sobrecarrega o fígado e os lipídios, e por isso não se inicia durante um ciclo com oral metilado. Além disso, em quem pode engravidar, exige anticoncepção rigorosa, porque causa malformação fetal. As duas precisam de dermatologista. A acne costuma melhorar bastante semanas depois que os andrógenos saem do corpo, então o fim do ciclo já é parte do tratamento. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo Enantato x Stano
O ciclo está bem montado na estrutura. Tem uma base de testosterona, um composto só por cima e a TPC planejada antes de começar. Respondendo às dúvidas e ajustando dois pontos das respostas: HCG num ciclo de 8 semanas com 600 mg não é obrigatório. Muita gente se recupera bem só com a TPC. Ele ajuda quem tem histórico de recuperação lenta ou atrofia testicular muito incômoda, e aí costuma entrar em doses baixas, na faixa de 250 a 500 UI duas vezes por semana, durante o ciclo. Não é algo para usar só no final. Stanozolol: 50 mg em dias alternados dá cerca de 175 mg por semana, uma dose comum para esse objetivo. Quatro semanas funcionam, e seis, como o @Arnaldo Santos. sugeriu, também são usuais. Só não é verdade que a forma injetável poupa o fígado. O stanozolol injetável é a mesma molécula metilada em 17-alfa do oral, e a toxicidade vem dessa estrutura, e não do caminho de entrada. Faça TGO, TGP e perfil lipídico antes e durante, porque o HDL costuma cair bastante com ele. Estender o enantato para 10 semanas também faz sentido, mas não precisa começar com 400 mg e subir. Pode entrar direto nos 600 mg. Anastrozol só se o estradiol subir no exame e vier com sintoma, como sensibilidade no mamilo ou retenção importante. Uso preventivo por conta própria costuma derrubar o estradiol demais, e isso piora articulação, libido e perfil lipídico. A TPC começando cerca de 15 dias depois da última aplicação de enantato está no tempo certo. @Christian Brandao, respondi o seu ciclo com boldenona e Deposteron no tópico que você abriu: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116829-ciclo-de-ganho-de-massa-bruta-com-qualidade/?do=findComment&comment=1066453 Para montar esse protocolo com exames de controle e TPC em forma de simulação, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como rascunho para ajuste, e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Modo Zyzz em ação
Li o texto inteiro, Everton. Ter escrito tudo isso em vez de guardar já diz bastante sobre você. Foram duas decepções ao mesmo tempo, da namorada e do colega, e é normal a raiva ainda estar aí uma semana depois. O @Bruce Slajvic falou por experiência, e tem razão: com 17 anos, isso pesa muito agora e vai pesar bem menos daqui a alguns meses. Usar esse sentimento como combustível no treino funciona por um tempo. Mas o que sustenta evolução por anos é o treino virar algo seu, e não uma resposta para alguém. Pelo que você contou, ele já era isso antes de tudo acontecer, o lugar em que você se sente você mesmo. Vale proteger isso. Uma coisa que talvez passe despercebida: a escolha pela engenharia florestal foi madura. Você pesou financeiro, futuro e oportunidade, mesmo com o coração puxando para o outro lado. E nada impede de manter a academia como paixão, e até como renda depois. E um ponto prático, que tem a ver com o seu corpo. O ciclo de Dianabol com Durateston que você fez foi com 16 ou 17 anos, numa fase em que o eixo hormonal ainda está terminando de amadurecer. Vale fazer testosterona total, LH e FSH para confirmar que sua produção voltou ao normal. Oscilação de humor, irritabilidade e desânimo também podem ter um componente hormonal depois de ciclo, somado ao que você está vivendo. E se a raiva ou a tristeza não aliviarem nas próximas semanas, conversar com alguém de verdade, um psicólogo de carne e osso e não só o da academia, ajuda mais do que parece. Não tem nada de fraqueza nisso. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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GH de caneta prescrito por médico
Três dúvidas deste tópico continuam aparecendo muito em quem pesquisa GH de caneta, então vale deixar as respostas juntas. Conversão de mg para UI: na somatropina, 1 mg corresponde a cerca de 3 UI. Uma caneta de Genotropin de 12 mg tem 36 UI, e 4 UI por dia equivalem a mais ou menos 1,3 mg. Por isso @diseaseX desconfiou, com razão, do "0,6 UI": provavelmente era 0,6 mg, o que dá umas 1,8 UI. No caso do @Gustavo lobo ruas denucci, 0,02 mg não é uma dose útil de nada. Quase certamente era o passo mínimo do seletor da caneta, e não a dose. Antes de usar qualquer caneta, confira na bula do modelo exato quanto cada clique ou marcação entrega. Canetas da mesma marca têm apresentações diferentes. Reutilizar seringa de insulina: não compensa. A agulha é tão fina que perde a ponta já na primeira perfuração e também perde a camada de silicone que faz ela deslizar. A partir da segunda aplicação, ela rasga mais do que perfura. Isso machuca o tecido, aumenta a chance de formar nódulos e lipodistrofia no local e abre porta para infecção, porque a agulha já esteve exposta. O custo de uma seringa nova é pequeno perto do valor do GH que vai dentro dela. Onde comprar: @Foston resumiu o ponto principal. A somatropina é uma proteína que se degrada fora da faixa de 2 a 8 °C, e caneta de vendedor paralelo raramente tem garantia da cadeia de frio. Pode até ser verdadeira e ter perdido potência no caminho. Farmácia comum e drogarias especializadas vendem com receita, e sites comparadores mostram o preço atualizado. Fiz essa conta de custo mensal com preços de agora em outro tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116852-receio-quanto-ao-pre%C3%A7o-do-gh/?do=findComment&comment=1066449 Para consultar mecanismo, doses usadas e colaterais da somatropina antes de gastar, o orientador de fármacos do site é um bom ponto de partida: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Boldenona + Testanat
Fazendo a conta semanal, dá 1.000 mg de testosterona e 1.200 mg de boldenona, mais de 2 g de andrógeno por semana para 64,5 kg. O Perfil Desativado não exagerou. É uma dose de atleta de palco pesado, num corpo que ainda não chegou perto do teto natural de massa. Pausar no sábado e domingo não faz diferença. Enantato e undecilenato de boldenona são ésteres longos, que ficam no sangue por dias. O nível não cai no fim de semana. Na prática, é um ciclo contínuo de nove semanas na dose cheia. O risco que mais pesa nessa dose é o hematócrito. A boldenona é conhecida por estimular muito a produção de glóbulos vermelhos, e somada a 1 g de testosterona o sangue engrossa rápido. Isso aumenta o risco de trombose e de pico de pressão. Em seguida vêm a pressão arterial e o perfil lipídico. Se for seguir com algo parecido, faça hemograma, lipidograma, TGO/TGP, creatinina, estradiol e medição de pressão antes. Repita o hemograma e a pressão por volta da quarta semana. Hematócrito passando de 52 a 54%, pressão acima de 14 por 9 de forma repetida, dor de cabeça forte e persistente ou vermelhidão no rosto são sinais para reduzir ou parar. Sobre a idade, @Apollo Galeno e Perfil Desativado estão preocupados com o ponto certo, que é o eixo hormonal. São quatro ciclos em cerca de dois anos começando aos 17, e ninguém sabe ainda se a sua produção natural se recupera completamente entre um e outro. Um exame simples responde isso: testosterona total, LH e FSH colhidos agora, antes de começar. Se vierem baixos, seu eixo já não voltou do último ciclo, e somar mais um em dose alta aumenta a chance de precisar de reposição cedo, com impacto na fertilidade. E para ganhar massa magra com 64,5 kg e 12% de gordura, o fator limitante hoje é comida, e não dose. Com dieta de bulking bem calculada, uma fração dessa dose entrega praticamente o mesmo resultado, com bem menos risco. Para simular uma alternativa com dose mais baixa, exames de controle e TPC, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como ponto de partida. Ele bloqueia cenários de risco inaceitável e não é prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo stan ox clembuterol dura e trembo
Trembo nesse ciclo seria somar risco em cima de um protocolo que já está pesado nos pontos errados. Vou por partes. A base de testosterona está baixa demais. Uma Durateston a cada 15 dias dá menos de 20 mg de testosterona por dia, média, e com picos e vales grandes. Com oxandrolona e stanozolol suprimindo seu eixo, essa dose não mantém nem a testosterona fisiológica. Justamente a libido, que é o motivo de você colocar a Dura, tende a cair no meio do ciclo. Se é para ter testosterona como base, ela precisa ser semanal e numa dose que realmente substitua a sua produção. Os dois compostos principais são metilados em 17-alfa, e isso vale também para o stanozolol injetável, porque a molécula é a mesma do oral. Somar 40 mg de oxandrolona com stanozolol dobra a carga no fígado e derruba o HDL de forma pesada. Em seis semanas não é raro o HDL ficar abaixo de 20. Se mantiver os dois, faça TGO, TGP, GGT, bilirrubinas e perfil lipídico antes e na terceira semana. Mas o mais sensato seria escolher um deles. O clembuterol é o ponto que mais me preocupa. Se o comprimido é de 20 mcg, 8 por dia dão 160 mcg, acima do que a maioria das pessoas tolera com segurança. Os efeitos mais sérios não são tremor e insônia. São taquicardia sustentada, arritmia e queda de potássio, que dá câimbra e pode afetar o ritmo cardíaco. Em modelos animais, ele também provoca hipertrofia do coração. Quem usa costuma parar num teto bem menor, monitorando frequência cardíaca em repouso e pressão todos os dias. Frequência de repouso que não baixa, palpitação ou dor no peito são motivos para interromper na hora. E vale olhar o objetivo. Com 88 kg e 10% de gordura, perder 4 kg mantendo massa é perfeitamente alcançável com déficit bem feito e uma base moderada de testosterona. O ganho marginal de colocar trembo e clembuterol em dose alta é pequeno perto do risco cardiovascular que eles somam. O @Apollo Galeno pediu o formulário porque dieta, exames e histórico dos quatro ciclos anteriores mudam a leitura, e vale responder lá. Para simular um protocolo de cutting com base de testosterona, auxiliares e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como ponto de partida. Ele bloqueia combinações de risco inaceitável e não é prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Projeto 18tão - o Início
Projeto com prazo e ponto fraco definido é o jeito certo de fazer off. Deixo alguns ajustes para esses próximos meses renderem mais. O primeiro é o ritmo de ganho. Oito quilos em um mês é muito rápido, mesmo na sua idade, com hormônio a favor. Uma parte disso é glicogênio e água, que entram logo que as calorias sobem, e isso é normal. Mas se o ritmo continuar, boa parte dos próximos quilos vai ser gordura, e o cutting de dois meses no final vai ter trabalho demais. Para quem já treina, um ganho de 0,25 a 0,5% do peso por semana costuma ser o ponto em que o músculo acompanha. Nos seus 80 kg, isso dá algo como 1 a 1,5 kg por mês. Tire as medidas agora (cintura na altura do umbigo, braço, coxa, peito) e acompanhe a cintura a cada duas semanas. Se ela crescer mais rápido que o resto, é sinal de reduzir um pouco as calorias. Sobre as assimetrias, uma diferença pequena entre os lados é normal em todo mundo e raramente some por completo. O que ajuda é incluir exercícios unilaterais: afundo, búlgaro, leg press com uma perna, desenvolvimento e elevação lateral com halter, remada unilateral. Comece sempre pelo lado mais fraco e faça no lado forte o mesmo número de repetições que o fraco conseguiu, sem passar disso. Ombro esquerdo maior também pode ter a ver com postura ou com o lado dominante, então vale olhar a execução dos exercícios em vídeo. Para a proporção entre perna e tronco, o caminho é priorizar a perna: colocar a perna no começo da semana, quando você está descansado, e treinar duas vezes por semana com volume de verdade. E mantenha o tronco em manutenção, sem cortar, mas também sem aumentar o volume dele agora. Para acertar a meta de calorias que dá esse ritmo de ganho mais limpo, a calculadora de bulking do site faz a conta com o seu peso e o seu nível de atividade: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/
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Pró-hormonal Dragon HYDRA ou TYPHON são bons?
O rótulo postado por @Duuds já mostra o problema. DMZ (dimetazina) e methylstenbolone não são "pró-hormonais" no sentido antigo, de precursor que o corpo converte. São esteroides anabolizantes orais de verdade, os chamados designer steroids, criados para escapar da regulação e vendidos como suplemento. Os dois são 17-alfa-metilados, a mesma modificação química que deixa oxandrolona e stanozolol orais resistentes ao fígado, só que sem estudo nenhum de dose e segurança em humanos. @Gamma resumiu bem: é esteroide em comprimido, com a desvantagem de ninguém saber a dose real nem o perfil de toxicidade. E o risco para o fígado não é teórico. Existe relato de caso publicado de um homem jovem e saudável que usou um produto com exatamente essa dupla, dimetazina e methylstenbolone, pelos 30 dias indicados no rótulo. Ele desenvolveu icterícia colestática, com bilirrubina altíssima, e só normalizou cerca de dez semanas depois de parar. Os sinais para interromper e procurar atendimento são urina escura cor de coca-cola, fezes claras, coceira no corpo sem motivo e olhos ou pele amarelados. Quem usar qualquer produto desse tipo deve fazer TGO, TGP, GGT, fosfatase alcalina e bilirrubinas antes e durante, além do perfil lipídico, porque o HDL costuma despencar com metilados. O "protetor" que vem no kit não impede essa colestase. Sobre a pergunta de @Gabryelly: sim, é verdade que pode aumentar o clitóris. Isso não é exclusivo desses produtos, qualquer andrógeno pode causar, e @Foston está certo ao dizer que é possível. O número de 7 cm não é uma regra, porque o quanto cresce varia muito de pessoa para pessoa. O ponto que importa é que esse aumento, a mudança de voz e os pelos no rosto costumam ser permanentes. E num produto sem dose confiável, não há como controlar a exposição. Retenção de líquido também é relatada. Eu não conheço estudo sobre a composição do Typhon, e é justamente esse o problema: sem saber o que tem no comprimido, não dá para prever o efeito. Para quem, como @Duuds, quer entender um primeiro ciclo intramuscular com auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação para estudo e ajuste com um médico, e não uma prescrição. Ele também bloqueia combinações de risco inaceitável: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Como usar HCG: separar as doses e guardar no freezer?
Como este tópico aparece bem na busca sobre dividir HCG, vale organizar o que ficou espalhado nas respostas, com duas correções. A conta. Um frasco de 5.000 UI dividido em 1 ml dá 500 UI a cada 0,1 ml. Então 0,5 ml são 2.500 UI, e não 250, como @DedoVerde já tinha apontado. Para doses pequenas, o jeito mais simples é diluir em mais volume. Com 5.000 UI em 5 ml, cada 0,1 ml tem 100 UI, e 250 UI ficam em 0,25 ml, ou 25 unidades na seringa de insulina de 100 unidades. Diluindo em 2 ml, cada 0,1 ml tem 250 UI, o que também facilita. O importante é anotar a diluição usada e fazer a conta a partir dela, sempre em UI. Freezer nunca. Nisso @FrancoSirena e @Fellipe Rech acertaram. O HCG é uma proteína, e o ciclo de congelar e descongelar degrada a molécula. Depois de diluído, ele vai para a parte interna da geladeira, entre 2 e 8 °C. Sobre quanto tempo dura, a bula do Choriomon orienta usar logo após a reconstituição e descartar o restante, com o diluente de soro fisiológico que vem na caixa. Ou seja, o fabricante não garante validade de 30 dias depois de diluído. A pergunta de @Giga2019 tem resposta clara: o soro da própria embalagem não tem conservante e serve para dose única. Para dividir em várias aplicações, a prática corrente é a água bacteriostática, que tem álcool benzílico a 0,9% como conservante e segura o produto na geladeira por algumas semanas. Mas isso é uso fora da bula, sem garantia formal de potência. A correção que considero mais importante: não fabrique água bacteriostática em casa. A ideia apareceu no tópico, mas acertar a concentração do álcool benzílico e manter tudo estéril fora de um ambiente controlado é muito difícil. Um erro aí vira abscesso ou infecção. A água bacteriostática é vendida pronta em loja de material hospitalar. Para o @Marcuro, que trouxe a mesma dúvida com a dose prescrita de 1.500 UI, fiz a conta completa no seu tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116837-hcgme-ajudem-por-favor/?do=findComment&comment=1066455 As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo Feminino Depo Testosterona
A preocupação com a ampola aberta procede. Ampola de vidro é feita para uso único, e depois de quebrada não existe forma de fechar de novo com segurança. Das opções que o @Foston listou, a mais segura é passar o conteúdo para um frasco estéril vazio, daqueles de tampa de borracha com lacre, vendidos em loja de material hospitalar. O passo a passo: Limpe o gargalo da ampola com álcool 70% antes de quebrar. Aspire com uma agulha de filtro (de 5 mícrons), ou pelo menos com uma agulha grossa nova, para não puxar lascas de vidro. Injete no frasco estéril limpando a borracha com álcool. A partir daí, cada dose é tirada do frasco com seringa de insulina nova, sempre limpando a borracha antes. Isso resolve a contaminação e o vidro. Guarde o frasco em temperatura ambiente, protegido da luz. Na geladeira, testosterona em óleo tende a cristalizar, e plástico filme em volta da ampola não veda nada. Deixar várias seringas de insulina já cheias, ou pôr a ampola inteira numa seringa e ir trocando a agulha, como a @Joaninha sugeriu, funciona para poucos dias. Por semanas, o êmbolo de borracha fica em contato prolongado com o óleo e o solvente, e não há dado de estabilidade para isso. Com a dose baixa que você vai usar, uma ampola dura muitas semanas, então o frasco estéril compensa. Tem um cuidado mais importante que a conservação. Você contou que no uso anterior a voz mudou e o clitóris cresceu. Esses dois efeitos costumam ser permanentes e mostram que seu corpo responde forte a andrógeno. Qualquer rouquidão ou mudança nova de voz neste ciclo é sinal para parar, mesmo na dose baixa. Vale fazer hemograma, perfil lipídico e testosterona total antes e por volta da quarta semana, para saber em que nível você está de fato. Sobre os suplementos: creatina serve em qualquer horário, desde que seja todo dia, como a @Degcastro disse. O efeito vem do estoque acumulado no músculo, não do horário da dose. Já a L-carnitina oral tem evidência fraca para perda de gordura em quem não tem deficiência. O corpo produz o que precisa, e a absorção da forma oral é baixa. Não faz diferença se toma de manhã ou antes do treino. Se quiser conferir o nível de evidência dela e de outros suplementos antes de investir, o orientador de suplementos do site mostra isso por item: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1º Ciclo de Oxan
Sobre o treino, que ficou em aberto: a divisão de terça a quinta funciona, não tem problema treinar três dias seguidos quando cada dia trabalha grupos diferentes. O ajuste que mais rende no seu caso é o glúteo e o posterior, que hoje recebem um estímulo forte só na terça e um pouco na quinta. Dá para aproveitar a segunda ou a sexta, depois da corrida ou em outro horário, com uns 20 minutos em casa usando o material que você já tem. Por exemplo: elevação de quadril com miniband, 3 a 4 séries até perto da falha, abdução com miniband deitada de lado ou em pé, e coice com a caneleira de 2 kg. Isso não atrapalha a recuperação da perna de terça, porque a carga é baixa, e ainda dá uma segunda dose semanal de estímulo para o glúteo. Com o tempo, a caneleira de 2 kg fica leve. Aí o jeito de progredir é fazer mais repetições, pausar 2 segundos no topo ou fazer o exercício com uma perna só. O restante está bem pensado. Corrida de 5 km duas vezes por semana e HIIT ou aeróbio em jejum no fim de semana já é um volume de cardio bom para quem está em déficit. Não precisa acrescentar mais. Se o rendimento de terça cair, o primeiro corte é o HIIT de domingo, que fica perto demais do treino de perna. Uma correção importante para quem lê o tópico: AE e anticoncepcional não são incompatíveis. Na verdade, é o contrário. Andrógenos podem causar malformação no feto, então quem usa e pode engravidar precisa de um método eficaz. Se a pessoa não quer hormônio, o DIU de cobre é uma opção. O cuidado que existe é somar risco de trombose quando o anticoncepcional é combinado com estrogênio e há outros fatores, como tabagismo ou histórico familiar. E sobre o Seretide: ele não tem interação relevante conhecida com a oxandrolona. Mas como a asma é sua condição de base, qualquer falta de ar diferente do padrão durante um ciclo, principalmente com dor no peito ao respirar fundo, precisa ser avaliada logo, e não tratada como crise comum com a bombinha. E vale conferir o laboratório com calma antes de comprar. Selo e indicação de fórum não garantem o conteúdo. Para montar essa rotina com os três dias de academia e as sessões em casa, o gerador de treino do site dá um ponto de partida para ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo bulking de 12 semanas
A lista que o @Apollo Galeno passou cobre bem o que importa. Deixo só três ajustes que ajudam na consulta. O primeiro é a vitamina D. O exame certo é a 25-hidroxivitamina D (25-OH vitamina D). A 1,25-di-hidroxicolecalciferol é a forma ativa, que só se pede em situações específicas, como doença renal ou alteração de cálcio. Se o endócrino pedir a 25-OH, está correto. O segundo é saber ler os resultados colhidos durante o ciclo. Com 400 mg de enantato, a testosterona total vai vir muito acima da referência, e LH e FSH vão estar perto de zero. Isso é esperado e não é doença. Conte ao médico o que você está usando, com dose e data de início, porque sem isso ele pode interpretar esses números como alteração de hipófise ou de tireoide e investigar no escuro. O atendimento é sigiloso. O terceiro é a prioridade. No seu caso, os exames que mais mudam a conduta agora são hemograma (hematócrito), perfil lipídico e TGO/TGP. Cinco semanas de 60 mg de oxandrolona costumam derrubar o HDL com força, e isso normalmente se recupera algumas semanas depois de parar. É bom ter esse número registrado. Pressão arterial medida na consulta também entra nessa lista. Sobre os resultados, subir de 62 para 70 kg e de 27 para 33 cm de braço em cinco semanas tem bastante memória muscular de quem já tinha treinado um ano, e também água e glicogênio. A estagnação depois que a oxandrolona acabou é em parte essa água saindo, e não necessariamente perda de músculo. Por isso a orientação do Perfil Desativado e do Apollo de consolidar faz sentido: o que segura os ganhos a partir daqui é a dieta com números, principalmente proteína e calorias, e uma TPC bem planejada. Com enantato, a TPC costuma começar em torno de duas semanas depois da última aplicação, com exames de LH, FSH e testosterona algumas semanas depois para confirmar que o eixo voltou. Para montar esse fim de ciclo, com TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como rascunho para levar ao endócrino, e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Qual dosagem para ciclo de oxandrolona?
Não tome o comprimido de 20 mg inteiro. Para um primeiro ciclo feminino, essa dose é alta demais. O que costuma se usar fica entre 2,5 e 10 mg por dia, e quem está começando fica na parte de baixo dessa faixa. Como você só conseguiu o de 20 mg, a saída é partir o comprimido. Com um cortador de comprimidos de farmácia, que custa pouco, dá para dividir em quatro partes de cerca de 5 mg. Metade (10 mg) já é o teto, e não o ponto de partida. O corte nunca sai perfeitamente igual, então a dose varia um pouco de um dia para o outro. Por isso não tente frações ainda menores. Uma tomada por dia resolve. A meia-vida da oxandrolona permite isso, então não precisa dividir de 12 em 12 horas. A razão para ficar na dose baixa é a voz. Num estudo com meninas com síndrome de Turner, uma dose de 0,06 mg por quilo por dia (o que, para 64 kg, daria menos de 4 mg) já causou alteração de voz em 42% delas. Adulta não é igual a menina, mas o dado mostra que a margem é estreita. Rouquidão, voz mais grave, aumento de pelos no rosto ou crescimento do clitóris são sinais para parar na hora, porque podem não voltar. Antes de começar, também vale ter um perfil lipídico e TGO/TGP como base, porque a oxandrolona derruba o HDL de forma importante mesmo em dose moderada. Sobre a dieta, jejum intermitente e cortar carboidrato funcionam para perder gordura, mas o que mais pesa num ciclo é a proteína. Sem uma meta diária em torno de 1,6 a 2 g por quilo, boa parte do que a oxandrolona poderia entregar se perde. E carboidrato perto do treino ajuda a render mais na academia, não precisa zerar. Para organizar o ciclo, os exames de antes e de depois e os sinais de alerta, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação como ponto de partida para ajuste, e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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HCG,me ajudem por favor
A conta está quase certa. Diluindo os 5.000 UI em 1 ml, cada 0,1 ml tem 500 UI. Então, para 1.500 UI por dose, a marcação é 0,30 ml na seringa de insulina (30 unidades). Os 0,33 ml, um terço exato, dão cerca de 1.650 UI. Com três aplicações de 1.500 UI, a semana fecha em 4.500 UI, e sobra um resto pequeno na ampola. Se a ideia do médico é usar os 5.000 UI inteiros na semana, aí são os 0,33 ml por dose. Vale confirmar com ele qual dos dois números ele quer, porque a diferença é pequena mas existe. Geladeira sim, congelador nunca. Congelar degrada a proteína do HCG. Depois de diluído, guarde na parte interna da geladeira, entre 2 e 8 °C, longe da porta e protegido da luz. Tem um detalhe importante: a bula do Choriomon orienta usar logo após a reconstituição e descartar o que sobrar. Ou seja, o fabricante não garante a estabilidade do produto diluído por uma semana inteira. Na prática, muita gente faz como o Perfil Desativado descreveu, com água bacteriostática (que tem conservante) no lugar do diluente que vem na caixa, e guarda por mais tempo. Mas isso é uso fora da bula. No seu caso, que é tratamento prescrito para testosterona baixa com osteoporose, o melhor é perguntar ao médico ou ao farmacêutico se ele aceita esse esquema ou se prefere outra forma de dividir a dose. Uma aplicação que perdeu potência no fim da semana atrapalha justamente o que o tratamento quer corrigir. Como a osteoporose já apareceu, também vale conferir no acompanhamento se foram investigadas as causas da testosterona baixa, como prolactina, função da tireoide e hipófise, e se vitamina D, cálcio e densitometria estão sendo seguidos. O HCG trata o hormônio, mas o osso também precisa desse controle. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Planejamento de 1° ciclo de oxandrolona
Muita gente chega a este tópico pela busca "falta de ar", como o @nati1000 contou. Por isso vale deixar registrado o ponto mais importante: falta de ar com dor no peito que piora ao respirar fundo, durante o uso de esteroide, não é algo para esperar passar nem para resolver com bombinha em casa. Esse conjunto de sintomas é o sinal clássico de embolia pulmonar, um coágulo que vai parar no pulmão. Andrógenos aumentam o hematócrito e mexem na coagulação, e o risco cresce quando há anticoncepcional hormonal, tabagismo, viagem longa, imobilidade ou histórico familiar de trombose. Na maioria das vezes não é isso, mas é justamente o tipo de caso que se descarta no pronto-socorro, com exame físico, eletrocardiograma, D-dímero e, se preciso, tomografia. Os outros sinais que pesam para procurar atendimento no mesmo dia são falta de ar que aparece em repouso, frequência cardíaca alta sem motivo, desmaio ou quase desmaio, tosse com sangue e dor ou inchaço na panturrilha de um lado só. A sensação de queda de pressão, mãos geladas e tremendo, descrita no relato de @morena27, também entra nessa lista. Existem causas bem mais benignas. Ansiedade, por exemplo, dá muito a sensação de que "o ar não entra", aquele suspiro que nunca satisfaz. Crise alérgica ou asmática também pode aparecer. Mas só dá para ficar tranquilo com a causa benigna depois de descartar a grave, e não antes. Por isso discordo da ideia de omitir o uso ao médico, levantada pelo @Micael Silva. O @ippo explicou bem o motivo: sem saber do esteroide, o médico investiga no escuro e pode deixar passar justamente a causa relacionada ao ciclo. O atendimento é sigiloso, e o médico está ali para tratar, não para julgar. Sobre a dose, também vale uma correção para quem lê hoje. Existe estudo com oxandrolona em meninas com síndrome de Turner, em que a dose de 0,06 mg por quilo por dia, que para 60 kg dá menos de 4 mg, causou alteração de voz em 42% delas. Foi um estudo com meninas, então não dá para transpor direto para adultas. Mesmo assim, ele mostra que 20 mg por dia, e ainda mais 30 ou 40 mg, estão longe de ser uma dose leve para mulher. Rouquidão ou voz mais grave são sinais para parar na hora, porque essa mudança pode não voltar. Dividir em três tomadas por dia também não é necessário, uma ou duas bastam. Para conferir mecanismo, doses usadas e colaterais da oxandrolona antes de qualquer novo ciclo, o orientador de fármacos do site é um bom ponto de partida: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.