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Matérias sobre atletas e modelos

119 matérias nesta categoria

  1. Cláudio Chamini ·
    Subir da categoria leve para a pesada e vencer com mais de 90 kg não foi a consequência de uma arrancada farmacológica. Para Marcelo Pelaio, foi o resultado de amadurecer o físico por etapas, aprender a obedecer um mestre e repetir o trabalho por anos. A frase que resume sua trajetória é direta: só alcança o propósito quem suporta o processo. Em Livecast Os Honoráveis #Episódeo 29 Marcelo Pelaio, do canal Os Honoráveis, Pelaio conversa com Alessandro Valentim, Renato Ventura e Samuel Vieira. Co
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  2. Cláudio Chamini ·
    Chegar ao segundo lugar de um campeonato com apenas seis meses de musculação seria o ponto alto da história de muita gente. Para José Carlos Santos, foi apenas o começo de uma trajetória que reuniu oito títulos mundiais, décadas de observação do próprio corpo e uma decisão incomum: recusar o caminho profissional quando o preço financeiro e biológico deixou de fazer sentido. Em Episódeo #41 - Os Honoráveis com JOSÉ CARLOS SANTOS, do canal Alessandro Valentim, o fisiculturista reconstrói sua forma
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  3. Cláudio Chamini ·
    Peptídeo não é sinônimo de tratamento comprovado. Entre moléculas experimentais, compostos vendidos sem controle e protocolos hormonais de fisiculturismo, a diferença entre uma hipótese promissora e uma conduta clínica pode desaparecer rápido. Em “Gabriel Kaminski - Peptídeos Biorreguladores”, o farmacêutico separa os peptídeos curtos de substâncias como BPC-157 e TB-500, expõe doses enviadas pelos espectadores e insiste em um limite decisivo: novidade bioquímica não é autorização para uso human
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  4. Cláudio Chamini ·
    Sete meses depois de começar a treinar musculação de verdade, Alex dos Anjos já estava num palco. Entrou com 78 kg, terminou em quinto entre 12 atletas e ficou uma posição à frente de um veterano que treinava havia 15 anos. O resultado não virou atalho. Abriu uma carreira marcada por genética rara, treino básico, erros de preparação, punições esportivas, cirurgia na coluna e uma ausência que ainda pesa: ele nunca chegou ao Mr. Olympia. Em "Os Honoráveis - Episódio #4 Alex dos Anjos", do canal Al
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  5. Cláudio Chamini ·
    Leyvina Barros saiu do sétimo lugar para o terceiro no Ms. Olympia em uma temporada. O salto não veio de fazer mais de tudo. Veio de cortar excesso de cardio, manter carboidrato em momentos estratégicos, programar descanso e trocar a busca constante por carga por um treino orientado a detalhes. Em "Leyvina Barros Top 3 Ms. Olympia", do canal Alessandro Valentim, quatro pessoas participam da conversa. As experiências abaixo pertencem a Leyvina porque aparecem em respostas dirigidas a ela e em rel
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  6. Cláudio Chamini ·
    Edson Prado não trata o tamanho que alcançou como produto de um segredo. Para ele, o físico nasceu da combinação entre alimentação, treinamento, estudo e capacidade de transformar experiência em método. A mesma lógica aparece quando fala de carreira: músculo abre a porta, mas não sustenta sozinho uma vida profissional. Em um episódio de "Os Honoráveis", do canal Alessandro Valentim, o ex-atleta e treinador reconstrói decisões que marcaram sua trajetória no Brasil e nos Estados Unidos. Entre quat
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  7. Cláudio Chamini ·
    Lucas Rocha precisou ser derrotado, trocar de categoria, errar a finalização e até perder uma subida ao palco antes de conquistar o título Novice no Muscle Contest Campinas. A trajetória começou em 2020, quando estreou sem saber posar, e ganhou método com comparações semanais, treinos de 55 a 70 minutos e anos de prática de posing. Em "EP 26 - Musclecontest Campinas com Lucas Rocha", do Saúde & Hipertrofia Podcast, o atleta, coach, árbitro e promotor detalha a preparação que conduziu sozinho
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  8. Cláudio Chamini ·
    Dorian Yates não dominou o Mr. Olympia treinando durante horas todos os dias. O inglês concentrou o trabalho em cerca de 3,5 horas semanais, levou poucas séries a uma intensidade extrema e registrou cada treino entre 1983 e 1997. A mesma precisão que construiu seis títulos consecutivos também conviveu com sinais de lesão ignorados, anti-inflamatórios, uma transfusão e um tendão do tríceps quase arrancado do osso. Em "The Price Of Bodybuilding Success Ep. 2", o cirurgião ortopédico Chris Raynor r
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  9. Cláudio Chamini ·
    Ronnie Coleman não se tornou oito vezes Mr. Olympia treinando com prudência. A mesma disposição para ultrapassar limites que construiu um dos físicos mais importantes da história também o fez continuar agachando depois de uma hérnia de disco, voltar à barra antes de uma reabilitação adequada e insistir em cargas enormes mesmo após cirurgias. Em “The PRICE Of Bodybuilding Success Ep. 1”, o cirurgião ortopédico Chris Raynor reconstrói essa trajetória e chega a uma conclusão incômoda: o problema nã
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  10. Cláudio Chamini ·
    Treinar por duas ou três horas, seis ou até sete dias por semana, parecia dedicação máxima. Para Chris Bumstead, porém, essa rotina acabou se tornando o sinal de que esforço sem recuperação também limita o crescimento. Em "The Recovery Protocol I Wish I Had Known In My 20s", o seis vezes campeão do Mr. Olympia Classic Physique organiza a recuperação em quatro pilares: luz, nutrientes, estresse e sono. Não é uma lista abstrata. Bumstead descreve horários, hábitos e mudanças concretas. Ele caminha
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  11. Cláudio Chamini ·
    Os braços de 73 cm que transformaram Arlindo de Souza no ‘Popeye brasileiro’ não eram o resultado de uma hipertrofia fora da curva. O volume vinha principalmente de óleo mineral injetado, inflamação e tecido cicatricial. A aparência chamou atenção em programas de televisão, mas não entregava força proporcional e deixou um depósito estranho que o organismo não conseguia simplesmente remover. Em The Brazilian Popeye Died at 55, o cirurgião ortopédico Chris Raynor reconstrói quatro níveis de dano a
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  12. Cláudio Chamini ·
    Um atleta Open com cerca de 140 kg não é construído com “uma dose moderada” nem com uma lista vaga de recursos. Em “Leandro Peres & Donaire - Protocolos Open + Resenha”, Leandro Peres e seu treinador Donaire abriram o off-season atual com números: 750 mg de enantato de testosterona, 450 mg de NPP, 150 mg de MENT, 50 mg de Hemogenin antes do treino, 8 UI de GH por dia e 15 UI de insulina rápida. A utilidade do caso está menos em copiar a planilha e mais nas decisões ao redor dela. O MENT seri
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  13. Cláudio Chamini ·
    Andrew Huberman não construiu sua carreira a partir de uma rotina perfeita. Aos 14 ou 15 anos, passou por um programa residencial fechado depois de abandonar aulas, entrar em conflitos e se perder durante o divórcio conturbado dos pais. Aos 18 anos, dormia em carros e quartos emprestados, tinha um primeiro ano universitário desastroso e continuava se envolvendo em brigas. Em “Andrew Huberman: You Must Control Your Dopamine! The Shocking Truth Behind Cold Showers!”, entrevista concedida ao canal
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  14. Cláudio Chamini ·
    Suplemento bom não compensa treino ruim, sono curto nem dieta que não cabe na rotina. Em “Episódio 11 - Suplementos alimentares”, do Saúde & Hipertrofia Podcast, o nutricionista esportivo Leonardo Beguine desmonta a expectativa de transformação rápida e trata creatina, beta-alanina, cafeína e whey como ferramentas de efeito pequeno, porém útil, quando a indicação e a dose fazem sentido. A aula tem números, situações de consultório e critérios que permitem sair da propaganda. A creatina apare
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  15. Cláudio Chamini ·
    Aos 15 anos ele pesava 50 kg e tinha 25 cm de braço. Dois anos depois estava com 105 kg, sem ter usado nada, cheio de estrias e comendo até vomitar. Hoje mantém um físico que custa cerca de R$ 31 mil por mês, conta feita em voz alta e item por item. Entre um ponto e outro cabem um mestre de academia de bairro, um emprego em loja de material de construção, um ano de alcoolismo e a decisão de nunca competir. Foi essa trajetória inteira que Fernando Superman abriu em "FERNANDO SUPERMAN - ESPECIAL B
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  16. Cláudio Chamini ·
    Talento e genética privilegiada não seguram ninguém no fisiculturismo de alto nível. Em "Revealing All the Secrets of Bodybuilding", publicado no canal Wolfteam Forum, Dennis Wolf resume o filtro com um número desconfortável: mesmo entre os atletas talentosos, apenas um em cada cem chega ao topo. O resto desaparece pelo caminho, e ele diz ter conhecido muitos desses casos pessoalmente. O Big Bad Wolf, apelido que ele carrega desde os palcos, fala de dentro dessa estatística: foi um dos poucos qu
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  17. Cláudio Chamini ·
    Legado não nasce no dia do troféu. Nasce no jeito como o atleta treina quando ninguém está aplaudindo, na pessoa que ele vira durante a preparação e no padrão que deixa para quem vem depois. Em “Mike O'Hearn: Why I Ignored The Judges (And Built a Legacy)”, Ben Pakulski recebe Mike O'Hearn para uma aula longa sobre fisiculturismo, masculinidade, disciplina, família, mentoria e treino para durar décadas. A pauta vai muito além de uma biografia de campeão. A trajetória de Mike aparece como exemplo
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  18. Cláudio Chamini ·
    Um físico competitivo pode abrir portas, mas não sustenta uma carreira inteira sozinho. Em "FELIPE FRANCO - RUMO AO OLYMPIA?", do Monster Cast, Felipe Franco aparece menos como personagem de bastidor maromba e mais como alguém tentando organizar a própria história em torno de 5 eixos: treino, palco, dinheiro, família e política esportiva. O ponto forte não é só a ambição de chegar ao Olympia. É a forma como ele liga essa ambição a uma trajetória anterior, marcada por sala de musculação, exposiç
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  19. Cláudio Chamini ·
    Gorgonoid ocupa um lugar curioso na maromba brasileira: não é atleta profissional, não se vende como dono da verdade e mesmo assim virou uma das vozes que muita gente do meio assiste antes de formar opinião. Em "GORGONOID - PODCAST DOS ESPECIALISTAS", do Monster Cast, o personagem que aparece por trás das piadas é um comunicador que cresceu aprendendo em público, mexendo com tecnologia, testando formatos e criando uma comunidade que acompanha fisiculturismo como quem acompanha noticiário esporti
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  20. Cláudio Chamini ·
    Paulo Muzy passou quase 4 horas no Monster Cast em abril de 2024, em "PAULO MUZY - CONVERSA SEM FILTRO E COM HISTÓRIAS", e a conversa não ficou no campo das ideias. Saiu de lá com dados de consultório, cifras de estudo projetadas na tela, a cronologia exata do pior ano da vida dele e a descrição do treino que tinha feito naquela mesma manhã, exercício por exercício. Esta matéria organiza o que é verificável ali, com o aviso que precisa vir antes de qualquer relato hormonal: nada aqui é protocolo
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  21. Cláudio Chamini ·
    Aos 17 anos, Júlio Balestrin tinha 1,84 m e 61 kg. Vinte e poucos anos depois, chegou a 132 kg de off-season, colecionou títulos nacionais, virou pro no Arnold Classic Brasil e passou temporadas treinando no Kuwait ao lado de gente do topo do Mr. Olympia. Em "JULIO BALESTRIN - REFERÊNCIA NO FISICULTURISMO", do Monster Cast, essa travessia é contada com um nível de detalhe raro: pesos, gramas, ciclos antigos, colaterais, valores e os erros que quase encerraram tudo. A história dele funciona com
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  22. Cláudio Chamini ·
    Antes de virar referência para quem estuda hormônios, nutrição e fisiculturismo, Dudu Haluch era um sujeito de fórum, livro aberto e dúvida na cabeça. Em "DUDU HALUCH - O GURU DOS HORMÔNIOS E NUTRIÇÃO!", do Monster Cast, a trajetória dele aparece como uma mistura rara no meio maromba: curiosidade de nerd, vivência prática, crítica acadêmica e vontade declarada de ensinar. Dá para entender pela trajetória dele por que virou uma figura tão citada entre atletas, coaches e praticantes antigos de mu
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  23. Cláudio Chamini ·
    Jorlan Vieira sentou no Monster Cast para gravar "JORLAN VIEIRA - ALL DAY IS BACK" por mais de 5 horas e abriu praticamente tudo: a carga que colocou no hack, o quarto onde a geladeira quebrada virava guarda-roupa, o dia em que a polícia entrou na academia com fuzil por causa de uma denúncia, o que ele usa, o quanto usa e o que acha de quem usa muito mais. É uma conversa que fica melhor quanto mais longa fica, porque as histórias vão saindo de dentro das outras. O que segura tudo é uma tese só,
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  24. Cláudio Chamini ·
    Leo Stronda passou 5 horas no Monster Cast, em "LEO STRONDA - MONSTER COM O MONSTRO", e, ao contrário do que o rótulo de influenciador sugere, quase nada do que ele contou é abstrato. Tem cifra de cachê, nome de laboratório, dose de hormônio de crescimento, carga na barra no dia em que o peitoral descolou do osso e o número de quilos que ele perdeu queimado num leito de hospital. Esta matéria pega o que é verificável na conversa e organiza em ordem, com o aviso que precisa vir antes de qualquer
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  25. Cláudio Chamini ·
    Fernando Sardinha chegou ao Monster Cast, em "FERNANDO SARDINHA - O SEGREDO DA LONGEVIDADE NO BODYBUILDING", com 57 anos, 41 de treino e uma lista de números que ele faz questão de dizer em voz alta, porque cansou de ouvir que dizer o que fez da vida é carteirada. São cerca de 150 competições, mais de 120 títulos, 4 recordes mundiais e um limite de 11 campeonatos disputados dentro de um mesmo ano. Ele passou mais de 3 horas explicando o que fez e o que deixou de fazer para continuar subindo no p
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  26. Cláudio Chamini ·
    Caio Bottura tinha 29 anos quando sentou no Monster Cast para gravar "CAIO BOTTURA - DE VOLTA PARA O MEIO MAROMBA", direto da Flórida, para explicar por que abandonou um canal que rendia seis dígitos por mês. Ele passou mais de 4 horas destrinchando números que nunca tinha aberto: quanto ganhava, quanto usava, quanto pesava, o que a testosterona dele marcava no exame quando era natural e quanto cobra hoje por hora de tatuagem. O que vem abaixo é relato pessoal e opinião dele, não recomendação, e
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  27. Cláudio Chamini ·
    A mídia maromba brasileira não nasceu pronta, com estúdio bonito, patrocínio grande e atleta sabendo se posicionar. Ela veio de câmera estranha dentro da academia, página de Facebook, insistência em aparecer, gente sendo criticada por gravar treino e uma mistura de bastidor, resenha, shape e empreendedorismo. Em "TOGURO - A HISTÓRIA DA MÍDIA MAROMBA", do Monster Cast, Toguro aparece como um dos personagens centrais dessa virada. A lição mais forte não é apenas sobre fama. É sobre transformar m
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  28. Cláudio Chamini ·
    Marcão dos Veneno sentou no Monster Cast em janeiro de 2022, em "MARCÃO DOS VENENO - RESULTADO TA DANDO!", e passou quase 3 horas respondendo pergunta de super chat com número na mão. Saiu de lá com a conta do próprio auge somada ao vivo, com o relato da hipoglicemia em que ele não tinha força para levar o garfo à boca e com a lista de cargas que sustenta o físico dele. Esta matéria organiza o que é verificável naquela conversa, com o aviso que precisa vir antes de qualquer relato hormonal alhei
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  29. Cláudio Chamini ·
    Quatro campeonatos em doze meses, uma filha nascida no meio da preparação e um oitavo lugar no Mr. Olympia que ele mesmo se recusa a comemorar. Foi assim a temporada de Rafael Brandão, e em "RAFAEL BRANDÃO - ABRINDO A CAIXA DE PANDORA", do Monster Cast, ela é destrinchada até o fundo: calendário, dieta em gramas, finalização, protocolo hormonal lido em voz alta, exames alterados, cirurgia marcada e a briga com o próprio treinador. Poucas vezes um atleta de Open desse nível expõe a operação intei
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  30. Cláudio Chamini ·
    Na entrevista "Depois de 35 anos no fisiculturismo, descobri que NÃO precisava de carboidrato para ganhar músculos", do Modo Primal Podcast, Daniel Montalvão coloca em discussão uma das crenças mais resistentes da musculação: a ideia de que carboidrato alto, muitas refeições, marmita o dia inteiro e carga agressiva de comida são obrigatórios para construir ou manter um físico competitivo. A história é interessante porque não vem de alguém olhando o fisiculturismo de fora. Vem de um atleta, tre
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