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Imagem sintética e meramente ilustrativa. Não é uma foto real.

Paulo Muzy: medicina, musculação e rotina de professor

Muzy abre a preparação de 24 horas que rendeu um vice-campeonato, o braço que caiu de 54 cm para 42 cm e os números que usa para falar de esteroide.

Paulo Muzy passou quase 4 horas no Monster Cast em abril de 2024, em "PAULO MUZY - CONVERSA SEM FILTRO E COM HISTÓRIAS", e a conversa não ficou no campo das ideias. Saiu de lá com dados de consultório, cifras de estudo projetadas na tela, a cronologia exata do pior ano da vida dele e a descrição do treino que tinha feito naquela mesma manhã, exercício por exercício. Esta matéria organiza o que é verificável ali, com o aviso que precisa vir antes de qualquer relato hormonal: nada aqui é protocolo, é depoimento e opinião técnica de quem estava falando.

Marília, 1992, e uma musculação que ninguém queria fazer

A entrada não veio do fisiculturismo, veio do cinema de ação. Ele cita Comando para Matar e Predador como referência, tinha 3 primos que treinavam, e conheceu a sala de musculação pelo poliesportivo da cidade. O ano é 1992, sem internet e sem publicação em português.

O detalhe que ele faz questão de registrar é o preconceito da época, e ele é específico: em Marília, quem cursava educação física queria ser técnico de natação, não professor de academia. Os técnicos de futebol e de ciclismo diziam que musculação deixava o atleta atarracado, sem flexibilidade e pesado demais. O único que mandava os atletas para a sala de peso era o técnico da equipe de natação do clube local. Ele lembra também que o professor Valdemar foi o primeiro a buscar conhecimento fora do país e mesmo assim foi malvisto no meio acadêmico, e que Rodolfo Peres chegou a ser chamado no conselho para se justificar por ser coautor de um livro sobre o tema.

A consulta de R$ 200 numa sala alugada por hora

O começo profissional foi literalmente um coworking. Ele e Rodolfo Peres alugavam por hora a mesma salinha de um fisioterapeuta amigo na Avenida Paulista, e trocavam pacientes entre a parte nutricional e a parte médica. A consulta custava R$ 200. Antes disso, o consultório tinha sido ainda menor: 1 paciente por semana, com R$ 50 pagos de aluguel por hora de sala.

O paciente mais citado da conversa era o próprio entrevistador, atendido em 2011, com ficha guardada até hoje. Os números da ficha: 67,9 kg com 12,1% de gordura, lutador de jiu-jítsu que competia até 61 kg. A demanda era começar a usar hormônio. A resposta foi não, e o argumento é o mais reaproveitável da entrevista: aos 19 anos, só o fato de treinar já produz amadurecimento muscular, e esse amadurecimento vai até os 35 anos. Somado a isso, o jiu-jítsu ocupava exatamente a janela de recuperação. Um atleta profissional de fisiculturismo, na definição dele, é pago para ficar quieto e descansar, não para treinar.

O músculo é uma obra que nunca sai do prazo

A parte técnica tem uma analogia que ele desenvolve por vários minutos. Músculo não é prédio que sobe andar por andar, é uma casa em reforma permanente, com pedreiros quebrando de um lado e construindo do outro. O ambiente anabólico é o que define quantos pedreiros ficam de cada lado.

Os números que sustentam a imagem: a taxa de renovação muscular fica entre 1% e 2% ao dia, de modo que entre 50 e 100 dias o tecido é essencialmente novo, o que explica por que se mede ciclo de treinamento em 3 meses. Depois de um treino, as primeiras 6 horas concentram a maior parte da resposta, e há uma síntese tardia que se estende até 72 horas. Estudo de 2016 mostrou que o exercício eleva a síntese independentemente da alimentação, o que muda a conta de quem treina na sexta e passa o sábado fora da rotina: o prejuízo não fica só naquele dia.

Sobre intensidade, ele resume um achado que costuma ser mal citado: treinar até a falha com carga alta ativa todas as células, e treinar até a falha com carga baixa, na faixa de 35% a 40% de 1 RM, desgasta sem ativar tudo. As fibras que não foram ativadas degradam mais. Daí a hierarquia que ele defende, com execução na base, peso em seguida e volume por último. A frase que ele empresta de um colega é direta: o volume é a rainha da hipertrofia, mas o peso é o rei.

5 anos para descobrir que existia perna

Um dado curioso de quando era médico da federação, por volta de 2012: mediram quanto tempo um praticante levava, em média, para começar a treinar membros inferiores. A resposta foi 5 anos. Ele credita a mudança de hoje à informação disponível, e cita que virou comum ver alguém com 20 anos já treinando glúteo com técnica, coisa que não existia quando ele fazia agachamento sem saber por quê.

A digressão histórica sobre método também rende. De um lado a escola de volume, com 50 séries por segmento e 3 horas de treino. Do outro, a alta intensidade e baixo volume, que ficou famosa por um experimento em que um fisiculturista aposentado teria ganhado 28 kg em 30 dias, e um segundo caso de 8 kg em 1 mês. O problema da segunda escola, na leitura dele, não foi a carga em si: foi que atleta treinado deixa de sentir a lesão. Ele lembra que Dorian Yates usava nubain, um analgésico potente, para treinar, o que significa treinar anestesiado. E acrescenta uma distinção clínica que raramente aparece em conversa de academia: com esteroide, o que rompe tende a ser a junção miotendínea, sem esteroide, o que rompe tende a ser o tendão.

A preparação de 24 horas que virou vice-campeonato

A história do Mister Santos de 2008 é a melhor da entrevista. Ele estava se trocando na academia, sem preparação nenhuma, quando um atleta o viu, pediu para tirar a camiseta, mandou fazer algumas poses e decretou que ele competiria no dia seguinte. A preparação inteira durou 24 horas e consistiu em frango desfiado, nada de água e gravações de Jay Cutler para aprender a posar. Ele diz que assistiu e concluiu que jamais faria aquilo.

O bronzeador manchou o banco do motorista da BMW 1993 dele e a mancha nunca saiu. No palco, sem saber posar, ele procurava o treinador na plateia para saber o que fazer, e chegou a obedecer a um sujeito errado que gritava do outro lado. Terminou em 2º lugar, atrás de Artur Andrade, com Sergião em 3º e Gustavo Alegretti em 4º. Tinha 27 anos e estava no terceiro ano de residência em ortopedia. Meses depois atendeu no pronto-socorro um dos árbitros daquele campeonato, que lhe disse que, com pose melhor, o primeiro lugar era possível.

O plano de voltar em 2009 morreu numa madrugada. Voltando de moto do treino, 2 motociclistas o fecharam batendo a roda traseira na dianteira dele. Ele ralou 50 m no asfalto, quebrou o polegar da mão direita e fraturou o rádio esquerdo. Precisou de 2 cirurgias para recuperar o movimento da mão e ficou com uma artrose pós-traumática que dá para palpar até hoje. Em segundos, como ele mesmo resume, deixou de ser um dos cirurgiões mais rápidos da turma e o vice-campeão do Mister Santos para virar o cara com as 2 mãos imobilizadas.

Farmácia de cidade pequena nos anos 90

O que vem daqui em diante é relato de época e opinião médica, não recomendação de uso.

Em 1995 se comprava testosterona e nandrolona na farmácia sem receita. Ele descreve o farmacêutico da cidade como o coach informal do lugar, que orientava 2 ampolas de 50 mg e 2 de 25 mg e mandava voltar 3 semanas depois para pegar HCG. O estanozolol injetável de laboratório conhecido custava R$ 4 e não era falsificado porque ninguém dava a mínima para aquilo. Metenolona era artigo raro, vinha da Alemanha e a ampola precisava ser serrada.

O ciclo daquela geração, segundo ele, era uma pirâmide de 7 semanas, subindo de 1 a 4 e voltando a 1, e acabava ali. O contraste com hoje é o ponto: além de contínuo, o uso virou empilhamento, e ninguém tira nada. Começa com testosterona, entra uma droga para força, entra outra para estética, e quando se percebe são 5 ou 6 substâncias sem que a pessoa saiba o que cada uma está fazendo. A crítica mais dura foi para quem se gaba de usar 6 g por semana sem ser campeão de nada, e o veredicto nesse caso foi que a pessoa não é boa, é imbecil.

O dado de consultório que sustenta o resto: 80% do volume de atendimento dele é gente que se deu mal com medicação. Ele diz que gostaria de estar tratando outra coisa, e que faltam médicos dispostos a atender esse público sem julgar, porque o juramento profissional começa justamente por não julgar o paciente.

Os slides que ele levou para o estúdio

A parte mais densa foi projetada na tela. O primeiro ponto derruba uma crença comum: testosterona não é o principal hormônio da síntese proteica, esse papel é da insulina. A ação primária da testosterona é bloquear a miostatina, o que impede a via que inibe proliferação e induz morte celular no músculo. A prova por contraste vem do diabético tipo 1 sem insulina, com braço fino e sarcopenia.

O segundo ponto explica o teto que todo usuário acaba encontrando. Ativação excessiva da via Akt leva à degradação do receptor androgênico, o que significa que aumentar dose passa a produzir menos, e não mais. Estradiol alto age por outro caminho, alterando a produção do receptor. A leitura prática é que o platô nem sempre é falta de comida ou de treino.

O terceiro ponto é a faixa. Ele mostra que o benefício existe em zona fisiológica, com favorecimento entre 600 e 800 ng/dL, e que acima disso aparecem dislipidemia, cardiomegalia, risco de infarto, adiposidade abdominal e queda de sensibilidade à insulina.

Sobre IGF-1, a correção é contraintuitiva. O IGF-1 que interessa para hipertrofia é de resposta local, responde a estímulo tensional e não a GH. O IGF-1 sistêmico, que aparece no exame, é lipogênico. Aplicar IGF-1 direto, na avaliação dele, é erro grave, porque favorece hipertrofia de músculo liso, e é essa a origem do abdômen distendido que virou marca registrada de uma geração de competidores. Sobre ibutamoren, o resumo foi que não se trata de GH oral, e sim de uma máquina de dar fome.

Sobre SARMs, ele mostra um levantamento norte-americano de 2017 com 210 produtos analisados, em que apenas uma pequena minoria continha o que o rótulo declarava. O número que usou em voz alta foi de 9 a cada 100. O recado veio junto: a agência sanitária brasileira pode ser criticada em muitas frentes, mas o filtro que ela aplica antes da venda evita exatamente esse tipo de problema.

Por fim, o estudo observacional de mortalidade, com 11 anos de acompanhamento, apontando risco de morte geral 2,8 vezes maior entre usuários de esteroides anabolizantes, com 2,24 vezes para causas naturais e cerca de 3,5 vezes para causas não naturais. Ele fez questão de apontar a limitação antes de citar o número, lembrando que estudo observacional não é intervencionista e que o trabalho registrou uso, sem quantificar dose. A conclusão que tira não é proibitiva: se a pessoa decidiu dirigir a 200 por hora, que preste mais atenção do que quem está dentro da velocidade.

Dependência não é a mesma coisa que hipogonadismo

Uma distinção que ele detalhou item a item. Sintomas de hipogonadismo incluem sensação de perda de massa muscular, queda de função cognitiva, agitação, depressão, sensação de culpa, baixa autoestima, aumento de estresse, fadiga, distúrbio de sono e queda de apetite. Já os critérios de dependência aparecem quando entram perda de tamanho, peso e força acompanhada de incapacidade de descansar, aumento de agressividade, humor deprimido ligado especificamente à alteração da forma física, ideação suicida, insatisfação com a autoimagem, dores de cabeça, insônia e anorexia. O exemplo que ele dá do gatilho é banal e por isso preciso: alguém comenta que a pessoa emagreceu, e o mundo acaba.

O paciente de 18 anos e a mãe que comprava as ampolas

O caso mais desconfortável da conversa. Um rapaz de 18 anos parou de estudar para tirar um ano sabático e usava hormônio comprado pela própria mãe, que acreditava que o filho tinha o físico de um influenciador conhecido. O rapaz estava com 35% a 40% de gordura e descrevia a rotina como dieta: passava a noite no videogame e pedia pizza, comendo só o recheio, porque a massa engordaria.

Muzy abriu o perfil do tal influenciador na frente da mãe e perguntou se aquilo ali era o filho dela. Achou que nunca mais os veria. Voltaram, e na consulta de retorno, durante a recuperação glandular, o rapaz contou que estava havia mais de 3 meses sem ereção.

A hérnia, o braço de 42 cm e a semana seguinte

Ele conta que sempre quis um número a mais no braço. Queria 36 cm, chegou a 36 e quis 38, chegou a 38 e quis 40, e assim por diante até 54 cm. E então acordou um dia sem conseguir levantar o braço nem escovar os dentes, com 3 hérnias cervicais, e foi para a cirurgia. O braço caiu de 54 cm para 42 cm. Na volta, não conseguia levantar um halter de 1 kg sem a mão tremer, e ele descreve o ponto de partida não como zero, e sim como menos 30.

A cirurgia foi em 7 de agosto. Em 14 de agosto, 7 dias depois, a mãe dele morreu. Ele estava na fisioterapia quando recebeu a ligação, chegou antes da ambulância, colocou a mãe no chão e iniciou a reanimação. O socorro levou 40 minutos. Ele ajudou a carregar a maca com 1 semana de pós-operatório de coluna, seguiu reanimando dentro da ambulância batendo a cabeça no armário a cada solavanco, e só soltou a mãe na porta da sala de emergência, quando um colega pôs a mão no peito dele e disse que dali em diante ele era filho, não médico.

Quem apareceu para tirá-lo daquilo, segundo ele, foram Renato Cariani e Júlio Balestrin, que atravessavam a cidade de São Caetano até a zona oeste para treinar com ele nem que fosse por 30 minutos. Nada disso foi filmado ou postado na época.

A rotina que ele descreve sem romantizar

O preço aparece nos exames. Ele tem hipotireoidismo e transtorno de sono crônico, e associa parte disso à restrição de sono de anos. Tem diabetes dos 2 lados da família e monitora a hemoglobina glicada, que fica em torno de 5,25, o equivalente a uma glicemia média entre 98 e 104. Quando usou corticoide na covid, esse número subiu para a faixa de 6,5 a 6,7, no limite do diagnóstico de diabetes, e voltou ao normal depois. Sobre GH, ele relata efeito de inibição da suprarrenal, com sono constante e um vazio de memória entre 2021 e 2023.

A rotina de hoje, na descrição dele: acorda às 5h, estuda até as 7h, faz a transmissão das 7h às 8h, treina até por volta das 9h30, e atende do começo da tarde até as 21h. Sexta é dia de cirurgia, com chegada ao hospital às 5h30 e cirurgias que começam entre 6h e 7h. Na fase da residência era pior: plantão 4 vezes por semana, dormindo em casa 3 noites, durante 2 a 3 anos, e ele conta que acordava tendo de olhar a agenda para saber em que hospital estava. A alimentação daquele período era ficar sem comer e tomar um shake no fim do dia.

A história da faculdade fecha o retrato. O bandejão custava R$ 14,20 por refeição e dava direito a almoçar ou jantar, nunca aos dois. Ele levava um pote de sorvete de presente para a funcionária em troca de um prato reforçado, dividia no meio, jantava metade e almoçava a outra metade no dia seguinte. Quando não conseguia, virava jejum até a noite seguinte.

4 meses para o físico de um filme

Sobre a preparação de Marcos Mion para o papel de lutador, ele dá o prazo e a equipe: 4 meses de trabalho, feito por ele com Eduardo Corrêa e Renato Cariani, sendo que a primeira preparação do ator com esse grupo tinha sido por volta de 2017. O comentário mais interessante é o de manejo: o ator estuda por conta própria e chega com 3 ou 4 conceitos novos, quase sempre corretos para outra pessoa e errados para ele. Aos 45 anos, argumenta Muzy, ninguém tem margem para testar por curiosidade.

O treino que ele tinha feito naquela manhã

O melhor exemplo prático da entrevista é o dia da própria gravação. Ele tinha voltado de uma viagem de 10 horas de avião com 5 horas de diferença de fuso, dado aula das 8h às 18h no sábado e no domingo, e acordado às 4h30 para treinar às 5h.

A regra que aplicou é a mesma que tinha ensinado no curso: em situação de estresse adrenal ou tireoidiano, se treina intensidade, não volume, porque a demanda metabólica por minuto de treino é menor. Na prática, o treino de peito, deltoide e bíceps que normalmente sairia em 4 exercícios por segmento, totalizando 48 séries e 1 hora e meia, virou uma sequência de bisséries e trisséries concluída em 40 minutos. Ele aumentou a densidade, subiu a intensidade e cortou o volume.

Conclusão

O que sustenta essa conversa não é a defesa nem o ataque ao uso hormonal, é a insistência em transformar tudo em número verificável: 1% a 2% de renovação muscular por dia, 600 a 800 ng/dL de faixa fisiológica, 2,8 vezes de mortalidade, 9 em 100 produtos com rótulo confiável, 80% do consultório ocupado por quem se deu mal. O conselho final para quem está pensando em começar foi construído sobre isso, e é o inverso da promessa habitual: esteroide não é resolvedor, é acelerador, e acelera tanto o certo quanto o errado. Quem deveria usar não está pensando nisso, porque já tem estrutura. Quem está pensando é justamente quem não construiu força, técnica nem flexibilidade metabólica. Na formulação dele, a hora boa de usar é quando a pessoa concluir que não precisa.

FAQ

Quantas vezes Paulo Muzy competiu?

Uma vez, no Mister Santos de 2008, com preparação de 24 horas montada na véspera. Ficou em 2º lugar. O plano de voltar em 2009 acabou num acidente de moto que fraturou o polegar direito e o rádio esquerdo, exigiu 2 cirurgias e deixou artrose pós-traumática.

O que aconteceu com o braço dele?

Chegou a 54 cm e caiu para 42 cm depois da cirurgia de 3 hérnias cervicais. Na volta ao treino, não conseguia levantar um halter de 1 kg sem a mão tremer.

Qual é a faixa de testosterona que ele considera saudável?

Ele aponta favorecimento entre 600 e 800 ng/dL. Acima disso, na zona suprafisiológica, cita dislipidemia, cardiomegalia, risco de infarto, adiposidade abdominal e queda de sensibilidade à insulina.

Por que aumentar a dose para de funcionar?

Porque a ativação excessiva da via Akt leva à degradação do receptor androgênico, e o estradiol alto interfere na produção desse mesmo receptor. O platô, nesse caso, não é falta de comida nem de treino.

O que ele diz sobre IGF-1 aplicado?

Que é um erro. O IGF-1 útil para hipertrofia é de resposta local e depende de estímulo tensional, enquanto o sistêmico é lipogênico e favorece hipertrofia de músculo liso, origem do abdômen distendido visto em competidores.

Qual foi o recado para quem pensa em começar a usar?

Que esteroide é acelerador, não resolvedor, e que acelera tanto o acerto quanto o erro. Quem está pensando em usar geralmente é quem ainda não construiu força, técnica nem base metabólica. A hora boa, segundo ele, é quando a pessoa concluir que não precisa.

Referências

  1. MONSTER CAST. PAULO MUZY - CONVERSA SEM FILTRO E COM HISTÓRIAS. 29 abr. 2024. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=wP-rrHrdf9c. Acesso em: 1 ago. 2026.

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