Ir para conteúdo
Imagem sintética e meramente ilustrativa. Não é uma foto real.

Fernando Superman: da academia de Ubatuba à conta real de um shape de elite

De 50 kg aos 15 anos aos R$ 31 mil por mês que custa manter o físico: a trajetória, os erros e a conta aberta de Fernando Superman.

Aos 15 anos ele pesava 50 kg e tinha 25 cm de braço. Dois anos depois estava com 105 kg, sem ter usado nada, cheio de estrias e comendo até vomitar. Hoje mantém um físico que custa cerca de R$ 31 mil por mês, conta feita em voz alta e item por item. Entre um ponto e outro cabem um mestre de academia de bairro, um emprego em loja de material de construção, um ano de alcoolismo e a decisão de nunca competir. Foi essa trajetória inteira que Fernando Superman abriu em "FERNANDO SUPERMAN - ESPECIAL BBZINHO CINZA BDAY", do Monster Cast.

É uma história de maromba, mas o que a sustenta não é treino. É trabalho, escolha de gente e uma disposição incomum de dizer em público quanto custa e quanto dói.

Cinquenta quilos e um irmão maior

A entrada na academia não teve nada de inspiradora. Os pais se separaram de forma traumática quando ele tinha entre 12 e 15 anos, os três irmãos ficaram com a mãe e ele escolheu ficar com o pai, que estava em depressão profunda e falava em se matar. A conta dessa escolha veio rápido: o irmão mais velho, com mais de 1,90 m e bem mais pesado, o espancou na rua por causa dela.

Foi essa a origem. Com 50 kg e 25 cm de braço, karatê não resolveria a diferença, e ele foi treinar para conseguir se defender. Largou a escola, virou ajudante de açougueiro em um mercadinho e começou a circular com gente errada, algo que ele descreve com uma clareza que quem viveu perto sabe reconhecer: não é preciso cometer nada para pagar, basta estar do lado de quem tem pendência quando alguém aparece para cobrar.

Terra, o mestre que segurou a barra

Quem tirou o adolescente daquela rota foi o dono da academia, conhecido como Terra. A academia ficava perto da rodoviária de Ubatuba, custava R$ 35 por mês, e houve reclamação geral quando a mensalidade subiu R$ 5. A primeira cena de treino que ele viu na vida foi Terra se preparando para o Mister Santos fazendo rosca direta com 50 kg de cada lado.

O método da casa era brutal e literal. Leg press com séries de 40 repetições até vomitar, com balde ao lado. Remada curvada com 70 kg de cada lado por 20 repetições, também até vomitar. Terra treinava com a academia fechada, para não assustar os próprios alunos. O primeiro treino que passaram ao novato foi levantamento terra, com a justificativa de ser o mais completo e o mais básico ao mesmo tempo.

Vale registrar uma coisa que contraria o estereótipo daquela geração. Ninguém ali incentivou o garoto a usar nada. Os atletas da academia, incluindo um campeão mundial de supino que levantava 280 kg pesando 90 kg, diziam que ele tinha que crescer natural, e combinaram que no dia em que ele decidisse usar sentariam juntos para discutir o que seria. As seringas eram escondidas e descartadas longe. Havia um cuidado que hoje soa deslocado.

De 50 kg a 105 kg comendo até passar mal

A instrução nutricional cabia em uma frase: para ganhar peso, come à vontade a comida mais calórica que der. Sem contagem, sem macro, sem noção do que era carboidrato ou proteína. Ele saiu de 50 kg aos 15 anos para 105 kg aos 17, natural, com estrias que carrega até hoje.

O relato do que isso significava na prática é desconfortável e útil. Panela inteira de arroz com frango comida de colher, direto da panela. Um episódio em que vomitou no meio da refeição e continuou comendo. Um dia em que comeu 72 ovos, comprados a R$ 2 a dúzia. Uma vez engoliu um ovo visivelmente esverdeado e não passou mal, o que ele atribui a estar alienado demais no objetivo para registrar o que estava fazendo.

A leitura que ele faz hoje disso é mais equilibrada do que a prática de então. Vê muito jovem perdendo tempo tentando crescer limpo demais, quando o que aquela fase pede é comer, construir estrutura e lapidar depois. Treino e dieta são processos biológicos, e a matemática exata serve mais para conversar do que para descrever o que acontece no corpo.

Cinco anos sem treinar, três horas da manhã na Augusta

Aos 17 ele foi para São Paulo com o pai, e a maromba sumiu da vida por cinco a seis anos. Trabalhou como ajudante de barman em um restaurante na Augusta e saía do serviço às duas ou três da manhã, quando não havia ônibus. Ia a pé da Augusta até a Vila Madalena, e passou a raspar a cabeça na gilete para parecer mais perigoso no caminho.

Depois veio o Almanara, restaurante de alto padrão em Alphaville, onde a lição foi de observação. Aprendeu que quem tem muito dinheiro costuma andar de chinelo e camiseta simples, que o cara arrumado demais em geral é o assalariado, e que dá para identificar quem realmente importa pela movimentação dos seguranças à paisana ao redor. Também registra não ter sido destratado uma única vez por esse público.

Meio milhão por mês e um diretor que morreu

O capítulo mais formativo não aconteceu em academia nenhuma. Contratado como vendedor em uma loja de material de construção, ele perguntou aos veteranos quanto vendiam os melhores. A resposta foi de R$ 120 mil a R$ 130 mil por mês. Ele disse, na inocência, que dava para vender R$ 400 mil, e riram da cara dele.

Em seis meses estava vendendo meio milhão por mês, e chegou a passar de R$ 600 mil. A seção onde trabalhava, na menor loja da rede em metragem, saiu da vigésima terceira posição entre cerca de trinta lojas para a terceira em vendas. Ele ganhava R$ 1.500.

O método não tinha nada de mágico e é inteiramente transferível. O gargalo que ninguém cobria era o pós-venda. Ele anotava o telefone de todos os clientes, marcava a data prevista de entrega e ligava antes de entrar no expediente para perguntar se tinha chegado tudo certo. Caixa de piso quebrada virava troca mais vale-compra, o que gerava uma nova compra e um cliente que não aceitava ser atendido por mais ninguém. Havia dia de loja vazia com fila na mesa dele. A frase que resume o aprendizado é a que ele repete até hoje: você não faz venda, faz cliente.

Foi promovido em um ano e três meses, quando o padrão da empresa era dois anos, e a promoção precisou ser ocultada da equipe para evitar retaliação. O mentor por trás disso era um diretor chamado Alejandro, o mais bem pago da unidade e ao mesmo tempo o mais despojado, sem relógio, sem broches, descendo ao chão de loja para brincar com todo mundo pelo nome. No sábado ele passou pela loja como sempre. No domingo caiu andando de skate no Parque Villa-Lobos com a mulher grávida e morreu.

Um ano de uísque no café da manhã

A morte do mentor virou combustível e depois virou doença. Ele decidiu levantar sozinho a bandeira do outro e passou a se cobrar mês a mês, sempre acima do anterior. Acumulou quatro celulares e todas as broncas da seção.

O quadro que ele descreve é de alcoolismo funcional, e ele o nomeia sem eufemismo. Acordava e tomava de um terço a meia garrafa de uísque, misturado com café, no lugar do café da manhã. Fumava cerca de um maço por dia. Não almoçava. O prêmio depois de fechar uma venda grande era ir ao vestiário tomar mais um gole, um café e um cigarro. Aos 24 anos começou a ter cabelos brancos.

Vale a honestidade que veio junto, porque ela é a parte útil para quem passa por isso. Ele diz que continua alcoólatra, no presente, anos depois de ter parado. Passar pelo corredor de bebidas do supermercado ainda o faz salivar, e a lembrança do uísque com café ainda é descrita como um estímulo animal, não racional. Por isso não toma nem uma dose.

A virada veio quando olhou para os chefes e viu o gerente envelhecido dez anos em dezoito meses e a diretora aparentando bem mais que os 39 anos que tinha, ganhando R$ 12 mil. Concluiu que era o melhor vendedor do mundo de uma coisa que odiava, obra, e que se aplicasse o mesmo esforço em algo que amava o resultado seria outro. Voltou de férias e pediu demissão. A seção, que ele deixou vendendo três milhões, voltou para um milhão e meio.

Loja de suplemento, o primeiro ciclo e a consultoria paga no crediário

O retorno à musculação passou por uma loja de suplementos no Frei Caneca, onde virou um dos melhores vendedores usando o oposto do empurrão. Se o cliente pedia um produto caro sem precisar, ele oferecia o mais barato e ajustava a dose de verdade, explicando que 3 g de glutamina não fazem efeito e que o útil ali seria algo em torno de 15 g. O ganho vinha da recorrência, não da margem daquela venda.

Foi nessa fase, entre 24 e 25 anos, que veio o primeiro protocolo: boldenona com enantato, três aplicações por semana, finalizando com oxandrolona. Nunca fez terapia pós-ciclo, nem nesse nem depois. O segundo protocolo foi durateston de farmácia com meio mililitro de trembolona em dias alternados, e o resultado imediato foi acne severa. É também o marco que ele aponta para o início dos problemas de sono que o acompanham desde então.

O encontro com Júlio Balestrin merece registro pelo desfecho. Levado por um cliente que virou amigo, pagou R$ 600 de consultoria no cartão de uma loja de departamentos, parcelado em duas vezes. Júlio olhou para ele, mandou o acompanhante sair da sala e disse que ele precisava competir, que a genética, a linha e a proporção eram melhores que as de nomes já estabelecidos. Vindo de alguém conhecido por não elogiar ninguém, aquilo pesou.

O que aconteceu na sequência é a decisão mais madura da história. Na mesma sala ele viu o protocolo de um atleta profissional que estava sendo preparado, comparou com a própria realidade de quem não tinha dinheiro para comer frango direito e concluiu que aquilo não era para ele naquele momento. Escolheu não competir e seguir treinando em paz, para não trocar prazer por frustração.

O conteúdo que mudou tudo e a demissão que veio junto

A virada de exposição veio de uma gravação com Toguro, que viralizou. O preço foi imediato: ele foi demitido da loja de suplementos por causa da participação. O apelido Superman já existia antes, herdado das costas largas de quem nadava na infância, e acabou colado por uma namorada.

Duas recusas dessa fase explicam a carreira melhor que qualquer número. A primeira foi não emendar em conteúdo de balada e carnaval, mesmo sendo aconselhado a surfar a onda enquanto ela existia, por entender que estaria se prostituindo por visualização e que depois criticaria o próprio material. Consequência prática: como não ficou dependente da imagem de outra pessoa, sobreviveu ao ciclo que engoliu vários que apareceram depois.

A segunda foi comercial. Depois de mostrar o contrato vigente para provar que não estava blefando sobre o próprio valor, ouviu de um dono de marca a proposta de trabalhar três meses de graça, só por suplemento, para depois discutir salário. Em outra ocasião fechou um acordo no aperto de mão, pediu demissão do patrocinador anterior confiando na palavra, e na hora de assinar o valor combinado tinha sumido. Recusou, e a razão não foi o dinheiro: não se entra em uma relação que já começa errada.

A caixa aberta: o que ele realmente usa

Aqui vale o enquadramento antes dos números. O que segue é o relato de um profissional que vive disso, com acompanhamento farmacêutico, exames periódicos e uma estrutura financeira que quase ninguém tem. Não é recomendação, não é dose de referência e não deve ser copiado.

A primeira coisa que ele desmonta é a própria lenda. O número que circula na internet, de 12 g a 15 g por semana, veio de um lote falsificado. A prova é o resultado: usando o que o rótulo dizia ser 15 g, ele definhou até 90 kg. Se houvesse fármaco de verdade naquele frasco, o efeito teria sido o oposto. A conclusão que ele tira é a mais útil de toda a conversa, e vale para qualquer pessoa que use qualquer coisa comprada fora de farmácia: a distância entre o que está no rótulo e o que está no frasco costuma ser enorme, e passar a usar produto de farmácia significou, na prática, poder usar menos da metade.

O uso atual é declarado com limites claros. Trembolona em 1 mL por dois dias seguidos, com queda para meio mililitro no terceiro, porque não aguenta manter. Tentou chegar a 700 mg por semana e não conseguiu, ficando em torno de 500 mg. A base é testosterona com primobolan e NPP. Oximetolona a 25 mg já embrulha o estômago, e ele não usa 50 mg. O HDL estava em 18.

Nunca fez pausa real. Desde os 24 ou 25 anos está sempre com algo em uso, e o mais próximo de um intervalo foram duas semanas em 2018 usando apenas durateston de farmácia duas vezes por semana. Sobre isso ele não constrói justificativa técnica, apenas descreve.

A conversa cobre ainda o que costuma faltar nesse tipo de relato. Trembolona destrói o sono, e ele já chegou a acordar às cinco da tarde. Como carrega um distúrbio de sono grave, que quase exigiu internação, hoje trata sono como inegociável. Para dormir usa combinações simples e baratas, incluindo glicina em torno de 5 g, chás de camomila, erva-cidreira e capim-limão, com melatonina em dose mínima, na faixa de 0,5 mg, que já produz efeito. Para acne, orienta procurar médico no caso da isotretinoína e desconfiar de produto de mercado negro que em três doses diárias sequer descama a pele, além de medidas simples como evitar banho quente e usar nicotinamida tópica a 5%.

A conta que quase ninguém mostra

O trecho mais valioso do encontro é uma calculadora aberta ao vivo, e ela deveria circular mais que qualquer foto de shape. Somando o que ele usa por mês:

  • hormônio de crescimento, à razão de cerca de R$ 650 por caneta: em torno de R$ 15 mil

  • itens de farmácia: cerca de R$ 2.500

  • manipulados, entre protetor hepático, protetor de articulação, enzimas digestivas e sensibilizadores de insulina: cerca de R$ 8.500 somados

  • demais hormônios: cerca de R$ 2 mil

  • alimentação: entre R$ 4 mil e R$ 5 mil, sem contar refeições fora

  • suplementação, avaliada a preço de venda: cerca de R$ 2.500

O total fica em torno de R$ 31 mil por mês, aproximadamente R$ 360 mil por ano, e isso cobre apenas a manutenção do físico. Não entra aluguel, lazer, plano de saúde, academia nem transporte. Se entrasse IGF-1 no protocolo, seriam uns R$ 8 mil a mais. A comparação que ele usa é com automobilismo: dá para brincar de kart, mas Fórmula 1 é para poucos, e o carro de Fórmula 1 quebra mais e tem manutenção mais cara que o carro comum.

Duas conclusões desse bloco valem mais que a soma. A primeira é que o gasto com contenção de dano cresce de forma desproporcional quando se sobe a dose, e por isso muitas vezes é mais inteligente ficar no meio-termo do que subir e não conseguir bancar a proteção correspondente. A analogia dele é direta: subir o morro blindado, de colete e capacete, ou não subir. A segunda é que isso não é uma compra, é um aluguel. Interrompido o pagamento, o físico vai embora.

Serve de contraste o começo. Houve uma fase em que R$ 690 era exatamente o valor que faltava para comprar o hormônio de crescimento do mês, e a decisão sobre trabalhar mais ou não passava por isso.

Por que ele nunca subiu no palco

Ele mantém a posição de nunca ter competido e não vê incoerência nisso. O argumento é que a musculação importa mais do que o fisiculturismo, e que o fisiculturismo é a ponta, a Fórmula 1, uma bandeira útil justamente porque levantá-la levanta a musculação inteira junto. O que o move é ver a musculação virar o maior esporte do Brasil, acima do futebol.

Sobre uso para quem não vai competir, a resposta é curta e sem heroísmo. Vale muito mais a pena melhorar a vida do que perseguir o extremo, e trembolona não é para quem quer apenas um físico bom. Ele mesmo passou um ano e dois meses sem usar em determinado período, e continua defendendo que o natural bem treinado já está muito acima da média.

Duas dívidas pagas

Duas histórias fecham o retrato. A primeira é que ele voltou e reformou a academia do mestre, que estava funcionando literalmente no meio da obra, com o concreto exposto e o dono dormindo na garagem com a mulher durante a pandemia. Virou sócio, colocou equipamentos e a casa saiu de cerca de 80 alunos para mais de 500, com mensalidade de R$ 150. Depois vendeu a própria parte por um valor simbólico, com a justificativa de que entrou para ajudar e que não faria sentido rachar meio a meio um negócio tocado por outra pessoa enquanto ele vive em São Paulo.

A segunda é o costume de dormir no chão, que ele mantém. Nasceu da época em que morava na academia, embaixo de uma escada, e o colchão encharcava toda vez que chovia forte. Passou a dormir sobre um tatame e nunca desfez o hábito, mesmo depois de comprar cama.

Conclusão

O que sustenta essa história não é dose nem genética. É um mestre que apareceu na hora certa, um mentor de fora da maromba que ensinou a trabalhar, e um método de venda que vale para qualquer profissão: entregar o combinado e voltar para conferir. As duas decisões que mais pesaram foram recusas, não conquistas. Não competir quando viu que a conta não fechava, e não vender a própria imagem por audiência fácil.

Fica também o alerta que ele mesmo entrega sem que ninguém peça. Um lote falsificado que produziu emagrecimento em vez de ganho, HDL em 18, sono destruído a ponto de exigir tratamento, anos sem nenhuma pausa e uma conta mensal de R$ 31 mil apenas para manter o que está no espelho. Nada disso é receita. Qualquer decisão envolvendo hormônios exige avaliação, exames e acompanhamento de profissional habilitado, e a automedicação continua sendo o caminho mais rápido para transformar objetivo estético em problema clínico.

FAQ

Ele realmente usava 15 g de hormônio por semana?

Não. Esse número veio de um lote falsificado, e a prova está no resultado: usando o que o rótulo apresentava como 15 g, ele emagreceu até 90 kg. Passar a usar produto de farmácia significou reduzir para menos da metade, com resposta melhor.

Quanto custa manter um físico desse nível?

Cerca de R$ 31 mil por mês, ou aproximadamente R$ 360 mil por ano, considerando hormônio de crescimento, itens de farmácia, manipulados de proteção, demais hormônios, alimentação e suplementação. Não estão incluídos moradia, lazer, plano de saúde nem academia.

Como ele saiu de 50 kg para 105 kg?

Em dois anos, dos 15 aos 17, sem usar nada e sem qualquer noção de dieta. A instrução do treinador era comer à vontade a comida mais calórica disponível, o que na prática significou panelas inteiras de arroz com frango e episódios como comer 72 ovos em um único dia.

Por que ele nunca competiu?

Porque viu de perto o protocolo de um atleta profissional em preparação e comparou com a própria realidade financeira da época, quando não tinha dinheiro nem para comer frango adequadamente. Concluiu que aquilo geraria frustração e preferiu treinar sem a pressão do palco.

Qual foi a maior lição fora da academia?

O pós-venda. Anotar o contato de cada cliente, checar se a entrega chegou certa antes de o cliente reclamar e resolver o problema com troca mais crédito transformou vendas isoladas em recompras. A síntese que ele repete é que não se faz venda, se faz cliente.

O que ele recomenda para quem não pretende competir?

Que priorize a vida acima do extremo. Considera que um praticante natural bem treinado já está muito acima da média e que substâncias como a trembolona não fazem sentido para quem busca apenas um bom físico, pelo custo em sono, pele e saúde mental.

Referências

  1. MONSTER CAST. FERNANDO SUPERMAN - ESPECIAL BBZINHO CINZA BDAY. YouTube, 22 dez. 2022. Disponível em: https://www.youtube.com/live/WT-d1DqTEfE. Acesso em: 31 jul. 2026.

Vídeo no YouTube sobre o tema

Comentários

Comentários Destacados

Não há comentários para mostrar.

Crie uma conta ou entre para comentar

Account

Navigation

Pesquisar

Pesquisar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.