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  1. Bom, meu nome é Pricilla, tenho 26 anos e vou começar do começo rsrs. Treino desde os 21 anos, levemos em consideração que, nos primeiros 2 anos eu só ia pra academia pra cumprir horário. Fazia 20 minutos de esteira com muita preguiça, nunca completava o número de repetições e séries que o instrutor pedia e morcegava quase que o tempo todo. Entrei na academia pq me assustei com uma foto minha de biquíni (vou postar) nessa época eu pesava 65kg e estava totalmente sedentária, porém, até os meus 19 anos sempre fui muito ativa, fiz ballet clássico desde os 03 anos e sempre fui amante da dança. Logo após entrar na academia fiquei internada por 3 dias com uma infecção intestinal grave, o que me trouxe alguns problemas com a alimentação. Por conta das minhas restrições, comecei uma dieta forçada, especificamente por saúde, mas fui beneficiada esteticamente. Emagreci 3kg e comecei a empolgar nos treinos. Nos últimos 3 anos, mudei meu comportamento radicalmente nos treinos, me dedico, sempre busco informações e nada de roubar nas séries rsrs. Cheguei a pesar 54kg, sem acompanhamento médico ou de um personal exclusivo. Seguia a ficha da academia (que era, basicamente, igual pra todo mundo) mantinha minha alimentação legal, na medida do possível, e tinha lá meus dias de jacar. Não faço consumo de bebidas alcoólicas, não fumo e não uso drogas. Me apaixonei pelo esporte "Fisiculturismo", em especial pela modalidade "Bikini Fitness". Acho aquele shape maravilhoso. E é próximo disso que eu quero chegar. Não penso em competir (quem sabe um dia haha). Mas por enquanto só admiro e me inspiro. Acho lindo o estilo "Welness", mas não é o que eu busco. Enfim... Após definir minha meta de shape, dedicar nos treinos e me alimentar por conta própria com que eu achava que era certo e nunca ver os resultados que eu esperava, decidi buscar ajuda profissional. Tenho um endocrinologista especialista em metabologia, uma personal de confiança e uma farmácia confiável pra fazer meus manipulados. Vou postar as fotos do primeiro dia do ciclo. Lembrando que, fiquei 1 mês sem treinar, por conta de uma cirurgia odontológica que me deixou com complicações em um nervo da face e em uma glândula salivar (que sorte a minha, neh!?). Mas a dieta mantive em dia! Atualmente estou 59kg; Tenho 1,64 de altura; Treino de segunda a sexta, sem faltar; Treino na parte da manhã (08:30 até 09:30, aproximadamente); Trabalho em uma casa lotérica, portanto, trabalho sentada o dia todo, em um ambiente de estresse elevado; Estou seguindo a rotina alimentar perfeitamente há 45 dias, aproximadamente. Meu ciclo terá duração de 02 meses. E o médico me receitou os seguintes manipulados: - Testosterona em gel, 5mg a base de pentravan (aplicar nos braços ou ombros até completa absorção antes de dormir); - Oxandrolona 6mg, pra tomar da seguinte forma: -- 1 cápsula de 12 em 12 horas durante 07 dias -- 1 cápsula de 08 em 08 horas durante 14 dias -- 2 cápsulas de 08 em 08 horas durante 7 dias -- 1 cápsula de 08 em 08 horas durante 14 dias -- 1 cápsula de 12 em 12 horas durante 07 dias. - E "Caloriburn", uma espécie de termogênico manipulado nas farmácias aqui de Minas. Tomar 1 cápsula no café da manhã. Bom, vou colocar as fotos do primeiro dia e vou postando quaisquer reações e efeitos. Vamos ver o que acontece... Preciso ouvir a "voz da experiência", @Foston@Apollo Galeno @Bravo Costa Boa sorte pra mim!
  2. Como já dizia um velho conhecimento de mundo: “tudo em excesso faz mal”. Por mais antigo e falado por nossas mães e avós, o ditado é muito atual. Podemos ver que, realmente, consumir, fazer, beber qualquer coisa em excesso pode fazer muito mal. Beber álcool em excesso faz mal, mas uma taça de vinho pode trazer vários benefícios; fazer exercícios em excesso causa vários problemas, incluindo lesões e rompimentos de ligamentos, porém de maneira moderada só faz bem ao organismo; comer chocolates em excesso não somente engorda, como pode causar diabetes, hipoglicemia reativa, entre outras doenças, mas quando consumido moderadamente, pode até emagrecer, afinal é um termogênico e acelera o metabolismo. Tudo em excesso pode causar prejuízos ao organismo, entretanto quando consumido de forma moderada pode trazer diversos benefícios. Em vários estudos foi possível perceber que tal situação também pode acontecer com a admirada proteína. Praticantes de musculação a conhecem muito bem, pois ela é a principal fomentadora de músculos. É a partir dela que o organismo consegue o tão desejado aminoácido, que formará novas células, que, consequentemente, aumentarão os músculos. Mesmo a proteína advinda da carne branca, se consumida de forma exagerada, poderia causar problemas em indivíduos suscetíveis a tais. As controvérsias são muitas. Alguns médicos dizem que a proteína não causa problema e outras relatam, assim como praticantes de musculação que tiveram doenças por causa do excesso, que a grande quantidade de proteína pode sim causar vários problemas ao organismo. Veremos a seguir como funciona a metabolização da proteína, desde a hora que ela é consumida até a assimilação pelo corpo ou excreção do nutriente. Quando nos alimentamos de carnes vermelhas, brancas, ovos, leite e suplementos como Whey Protein (tida como a melhor opção de se consumir proteína em sua forma concentrada), também consumimos outros nutrientes, vitaminas e claro, muita proteína. Essa proteína é composta de diferentes aminoácidos, os quais são responsáveis por criar músculos. Quando consumimos a carne, branca ou vermelha, consumimos os músculos de animais, que são compostos, basicamente, de aminoácidos. Por tanto, assimilamos ao nosso organismo os músculos dos animais que comemos. Porém, quando as proteínas chegam ao organismo e não são necessárias, seja porque os músculos não estão sendo tão exercitados ao ponto de causar rupturas nas suas fibras, as quais necessitariam de novos aminoácidos para rearrumar as fissuras causadas pelas lesões da atividade física, os aminoácidos assimilados pelo corpo se depositam em locais que servem de reserva de energia, assim como o abdômen, os quadris, e, até mesmo, em órgãos e veias. O fígado é o responsável por transformar o excesso de proteína em gordura; além disso, durante o processo de oxidação da proteína, ocorre a formação de amônia e ureia no sangue. A amônia é um composto tóxico e pode causa problemas hepáticos e nos rins. No fígado, a proteína que vira reserva de energia, também poderia se acumular dentro desse órgão, causando perda de apetite, inchaço no barriga, cansaço, dor de cabeça, enjoo, vômitos etc. O grande problema nos rins é que tudo que deve ser externado pelo organismo passa por eles. Portanto, os rins filtrariam aquele sangue carregado de amônia e ureia, mantendo as duas substâncias, depois as eliminando pela urina posteriormente, e deixando o sangue purificado para continuar seu caminho pelo organismo. Quando ocorre o grande consumo, o fígado, produzindo gordura devido à elevada carga de proteína não assimilada pelos músculos, e os rins, com a grande quantidade de substâncias tóxicas retidas ali após a filtração, se sobrecarregam, causando disfunções hepáticas e renais. Outro problema, principalmente em relação aos rins, aponta que indivíduos com problemas renais em formação, quando sobrecarregam este com o consumo exagerado de proteínas, poderia desencadear um problema renal precoce. Perda óssea e osteoporose também estão ligadas ao consumo em grande quantidade de proteína. Estudos indicam que indivíduos com predisposição à perda óssea, como mulheres na pré-menopausa, tem maior probabilidade de desenvolver tal problema quando consomem de maneira exagerada as proteínas. Contudo, a maioria das pessoas que desenvolvem tais problemas, supracitados, como dito anteriormente, tem alguma predisposição para tal situação, seja genética ou alguma disfunção de outra natureza. Nenhum outro estudo conseguiu, ainda, provar que a proteína, quando consumida em excesso, poderia causar qualquer tipo de problema em indivíduos saudáveis. Quando a quantidade de proteína consumida for de igual proporção aos exercícios realizados, a mesma será, quase que por completo, assimilada pelos músculos, os quais necessitarão dos aminoácidos, criando mais células nas fibras, aumentando, consequentemente, os músculos e não causando nem um outro problema por excesso. Qual a quantidade correta para o consumo de proteínas? Quando forem montar suas dietas, nunca levem em consideração o cálculo para consumo de proteínas de outros atletas e principalmente os bodybuilding, eles costumam ter uma média de consumo de 3gr de proteínas por cada KG de seu peso, ou até mais, mas lembre-se, eles tem uma intensidade maior de treino e uma necessidade maior de todos os nutrientes já que sua massa muscular é extramente maior do que iniciantes e intermediários e isso não é uma conclusão difícil de se chegar. Elabore uma dieta e calcule todas as necessidades calóricas de acordo com sua realidade atual e com o tempo e sua evolução, vá fazendo novos ajustes. Não estou dizendo que a partir de hoje você não deva mais tomar seu shake de Whey Protein e outros suplementos, apenas que tudo seja bem calculado para suprir suas necessidades. Sempre digo isso aqui, mas vale lembrar mais uma vez, excesso de suplementos não irão acelerar seus ganhos, eles funcionam muito bem e trazem ótimos resultados, mas quando tomados na medida certa. Se você não possuir conhecimentos suficientes para elaborar uma dieta, consulte um nutricionista esportivo e faça exames periódicos para que seja sanada qualquer dúvida a respeito dos suplementos e alimentos consumidos. Faça exercícios diários, beba muito líquido e consuma alimentos saudáveis e de maneira moderada. por Raquel Torres Costa Bressan Redatora formada em Letras pela Universidade Federal de Viçosa.
  3. A proteína é um nutriente vital para os seres vivos, pois consiste em uma macromolécula presente em todas as células de organismos vivos. Como os carboidratos e as gorduras, as proteínas contêm átomos de carbono, hidrogênio e oxigênio, diferindo-se pela presença, principalmente, de nitrogênio (16% da molécula), juntamente com enxofre, fósforo e ferro. As proteínas são formadas por combinações dos vinte aminoácidos em diversas proporções e cumprem funções estruturais, reguladoras, de defesa e de transporte nos fluídos biológicos. Os aminoácidos livres estão em equilíbrio dinâmico na célula e nos fluidos biológicos, o qual é dependente do anabolismo e do catabolismo orgânico, sendo esse processo denominado turnover proteico. Os principais tecidos responsáveis por esse equilíbrio são o muscular e visceral, sendo estas últimas responsáveis pela síntese de proteínas sanguíneas fundamentais na homeostase celular. As melhores fontes proteicas são de origem animal, no entanto, a ingestão de misturas de cereais e leguminosas nos fornecem também as quantidades de aminoácidos necessárias para a síntese proteica. As proteínas ocupam uma posição chave na reparação e na formação de tecido muscular depois do exercício. Ao levantar um peso, os músculos são forçados a se alongar quando prefeririam se contrair. Essa ação causa minúsculas rupturas nas fibras musculares, que são a razão da dor muscular sentida 1 ou 2 dias após o exercício intenso. Em resposta, o organismo faz as fibras musculares aumentarem de tamanho e as fortalece para protegê-las de rompimentos futuros. O material de construção para esse processo provém principalmente da proteína alimentar, desmembrada em aminoácidos durante a digestão. Como explicado anteriormente, os aminoácidos entram na corrente sanguínea e são transportados para as células musculares para serem sintetizados em proteínas. Há dois tipos principais de proteína muscular: actina e miosina. No desenvolvimento muscular, ocorre o aumento quantitativo de actina e miosina, e este processo faz com que as fibras musculares aumentem em diâmetro e força e se contraiam com mais vigor. A digestão das proteínas começa no estômago, com a enzima pepsina secretada no suco gástrico, seguida pela ação das enzimas proteolíticas provenientes do pâncreas e da mucosa do intestino delgado. Essas enzimas não são secretadas na forma ativa, mas como proenzimas ou zimogêneos; posteriormente, pela ação de outros compostos, são ativadas pela perda de uma hidrólise parcial. Assim, por exemplo, ácido clorídrico do estômago desnatura as proteínas e transforma o pepsinogênio em pepsina. Essa enzima começa a clivagem das proteínas dos alimentos, principalmente das ligações envolvendo os aminoácidos aromáticos e a leucina. As proenzimas pancreáticas são ativadas pela enteroquinase do suco intestinal, que transforma o tripsinogênio em tripsina por meio do processo de hidrólise, o qual é continuado por uma ativação em cascata das outras proenzimas pancreáticas pela ação da tripsina. A secreção de enzimas proteolíticas parece ser regulada pela presença de proteína da dieta no intestino delgado. Os eventos que ocorrem no intestino durante a digestão de proteínas estão bem estabelecidos. As enzimas do suco pancreático mostram uma grande especificidade, especialmente nas ligações adjacentes à lisina ou à arginina (tripsina) ou nos aminoácidos aromáticos (quimio-tripsina) e ainda nos aminoácidos alifáticos neutros (elastase). A maior parte da proteína que entra no intestino, quer de origem dietética, quer de origem endógena, é digerida e absorvida na forma de aminoácidos. Para uma ingestão diária média de proteína de 90 a 100g, a contribuição das secreções digestivas endógenas equivale aproximadamente a 60 a 70g, que no intestino são digeridas e absorvidas; proteínas plasmáticas (~2g) e 6 a 12g de proteína aparecem nas fezes. Outro fator importante na absorção das proteínas dos alimentos é a sua digestibilidade, que é definida como a relação entre proteína ou nitrogênio absorvido e proteína ou nitrogênio ingerido. Em geral, as proteínas de origem animal têm digestibilidade ao redor de 90 e 95%, como se verifica no leite, na carne e no ovo. As proteínas dos vegetais têm digestibilidade menor. Após a absorção intestinal, os aminoácidos são transportados diretamente ao fígado pelo sistema porta. Esse órgão exerce um papel importante como modulador da concentração de aminoácidos plasmáticos. Cerca de 20% dos aminoácidos que entram no fígado são liberados para a circulação sistêmica, cerca de 50% são transformados em uréia e 6% em proteínas plasmáticas. Os aminoácidos liberados na circulação sistêmica, especialmente os de cadeia ramificada (isoleucina, leucina e valina) são depois metabolizados pelo músculo esquelético, pelos rins e por outros tecidos. O destino dos aminoácidos em cada tecido varia de acordo com as necessidades de momento daquele tecido, havendo um equilíbrio dinâmico entre as proteínas tissulares, os aminoácidos ingeridos pela dieta e os aminoácidos circulantes. Há um contínuo processo dinâmico de síntese e catabolismo proteico, específico em cada tecido, denominado, como já vimos, turnover proteico. A vida média de uma proteína corresponde ao tempo que o organismo leva para renovar a metade da quantidade dela. Certas enzimas intracelulares têm vida média de algumas horas. A hemoglobina tem vida média de 120 dias e o colágeno, cerca de 365 dias. Como fonte de energia, as proteínas são equivalentes aos carboidratos, fornecendo 4kcal/g. No entanto elas são consideradas mais “caras” do que os carboidratos, pois demandam maior quantidade de energia para a sua metabolização. Sendo assim, uma condição fundamental para se garantir a adequada utilização pelo organismo da proteína ingerida é que seja satisfeita a necessidade energética, pois a deficiência de energia acarreta em desvio de proteínas a partir de suas funções plásticas e reparadoras em detrimento da produção de energia. Entre os 21 aminoácidos naturais, vários devem estar presentes na dieta para satisfazer as necessidades do organismo, enquanto outros não; em consequência, a qualidade nutricional das proteínas pode ser determinada pelo tipo e pela quantidade de seus aminoácidos constituintes. Alguns aminoácidos são classificados como essenciais porque sua síntese no organismo é inadequada para satisfazer as necessidades metabólicas e devem ser fornecidos como parte da dieta. Esses aminoácidos são: treonina, triptofano, histidina, lisina, leucina, isoleucina, metionina, valina, fenilanina e possivelmente arginina. Ausência ou inadequada ingestão de alguns desses aminoácidos resulta em balanço nitrogenado negativo, perda de peso, crescimento menor em crianças e pré-escolares e sintomatologia clínica. Os aminoácidos não essenciais – alanina, ácido aspártico, asparagina, ácido glutâmico, glicina, prolina e serina – são igualmente importantes na estrutura proteica; no entanto, se houver deficiência na ingestão de um deles, ele pode ser sintetizado em nível celular a partir de aminoácidos essenciais ou de precursores contendo carbono e nitrogênio. Pode parecer que quanto mais material de construção (proteína) o organismo recebe, mais músculo ele desenvolve. Pelo menos é esta a linha de pensamento seguida pelos atletas de força há anos. No entanto, não é bem assim que funciona. Comer o dobro de proteína não dobrará o volume dos músculos. Além disso, outro problema de quem come proteína demais é que o excesso pode ser armazenado no organismo em forma de gordura. Para criar massa muscular é preciso manter um balanço nitrogenado positivo. Mas isso não significa necessariamente que se deve ingerir mais proteína. As células musculares assimilam a quantidade exata de nutrientes de que necessitam para o crescimento, e o treinamento de força contribui para que elas aproveitem melhor as proteínas disponíveis. O exercício de força representa um potente estímulo para a ocorrência de hipertrofia na fibra muscular em humanos. O processo de hipertrofia ocorre quando a taxa de síntese proteica muscular excede a taxa de degradação, acarretando em saldo positivo do balanço proteico muscular. O aumento desse saldo ocorre após uma única sessão de exercício de força, sendo geralmente aceito que o crescimento muscular ocorre após semanas ou meses de treinamento como consequência das elevações crônicas e transitórias na síntese proteica, que supera a degradação proteica durante o período de recuperação entre as sessões consecutivas de treinamento. A síntese proteica muscular pode permanecer elevada por até 48 horas pós- exercício. Visando maximizar o ganho de massa muscular, é necessário otimizar os fatores que promovem a síntese proteica e diminuem a degradação proteica. Não obstante, uma miríade de potenciais fatores pode influenciar no metabolismo proteico muscular, incluindo tipo, intensidade, frequência e duração do exercício, fatores hormonais e a extensão do período de recuperação. Além disso, fatores nutricionais podem influenciar no metabolismo proteico, sendo que tais intervenções nutricionais são comumente difundidas entre atletas e praticantes recreacionais de exercício de força, os quais acreditam que a ingestão de determinados suplementos nutricionais, após uma sessão de treinamento ou durante o treinamento habitual, possa aumentar o ganho normal na hipertrofia da fibra muscular. Há muitos anos tem-se debatido a questão da quantidade de proteína que um atleta deve consumir. Até o início do século passado, a proteína foi considerada o combustível mais importante para a prática de exercícios físicos. Não obstante, naquela época, começaram a se acumular resultados demonstrando que, na realidade, os principais combustíveis utilizados durante o exercício eram carboidratos e lipídeos. Consequentemente, a opinião científica mudou, passando a acreditar que a prática do exercício físico pouco afetava a necessidade proteica. Entretanto, dados recentes obtidos por meio de novas técnicas experimentais indicam que a prática regular de exercícios pode aumentar a necessidade de proteínas e aminoácidos. Esse aumento da necessidade proteica, causado pelo treinamento, pode ocorrer de forma direta, devido a mudanças no metabolismo de aminoácidos, ou indireta, como resultado do consumo insuficiente de energia. Como praticante de treinamento de força ou fisiculturista, o atleta precisa de mais proteína do que uma pessoa menos ativa. Sua necessidade é um pouco maior que os 0,8g diários/kg de peso da DRI, a qual é baseada nas necessidades de quem não pratica exercício. Garantir a ingestão adequada de proteína para a síntese proteica é fundamental para se otimizar o ganho e manutenção de massa magra quando se quer secar. As recomendações variam de acordo com a modalidade esportiva: modalidades de endurance de 1,0 a 1,6g/kg de peso/dia; modalidades de força e explosão de 1,6 a 2,0g/kg de peso/dia; modalidades intermitentes de 1,4 a 1,7g/kg de peso/dia. É extremamente importante que a proteína seja bem distribuída ao longo do dia em todas as refeições para estimular melhor mTOR e otimizar a síntese proteica. A ingestão de carboidratos imediatamente após o exercício de força pode aumentar a subsequente ressíntese de glicogênio quando comparada ao mesmo intervalo de tempo algumas horas posteriormente, mas a ingestão de carboidratos não garante síntese proteica. A ingestão de uma mistura de aminoácidos ou de um hidrolisado de proteínas após uma sessão de exercício de força estimula a taxa de síntese proteica no músculo humano e promove balanço proteico muscular positivo. Isso acontece por conta dos aminoácidos de cadeia ramificada (ACR), ou de um único aminoácido, como a leucina. No que concerne, esta aumenta a fosforilação de proteínas envolvidas na regulação da síntese proteica, a leucina estimula a mTOR, que sinaliza a hipertrofia muscular. Os ACR podem atuar no balanço proteico muscular também por meio da diminuição da lesão e da degradação proteica muscular induzida pelo exercício físico. A proteína é fundamental em todas as fases da vida e em diferentes estados fisiológicos, considerando, nesse caso, também o exercício físico. O aumento da massa muscular, que representa um objetivo perseguido por atletas em todos os tempos, desde a antiguidade até os dias atuais, especialmente por fisiculturistas, é conseguido somente com muito treinamento e dedicação, alimentação adequada, orientação de treinador capacitado, médico e nutricionista. A quantidade de proteína a ser consumida diariamente por atletas e praticantes de atividade física deve ser preconizada e orientada por profissionais capacitados. Somente dessa forma a proteína exercerá seu papel relevante no processo de síntese proteica no decorrer do treinamento de força, ao mesmo tempo que permitirá a ocorrência de um balanço nitrogenado positivo no adulto. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ACADEMY OF NUTRITION AND DIETETICS, AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, AND DIETITIANS OF CANADA. Canada, 2016. Disponível em: www.dietitians.ca/sports. Acesso em: 10/09/2016. BIESEK, Simone; ALVES, Letícia Azen; GUERRA, Isabela. Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. 2 ed. São Paulo: Editora Manole, 2010. KLEINER, Susan M; GREENWOOR-ROBINSON, Maggie. Nutrição para o Treinamento de Força. 3 ed. São Paulo: Editora Manole, 2009.
  4. A turma mais jovem da maromba de hoje tem uma grande vantagem em relação ao pessoal, vamos dizer, mais antigo no negócio (e eu fico enquadrado nessa categoria dos coroas). Com o aparecimento e a popularização da internet, é cada vez mais simples e rápido que as informações se espalhem. E o interessante é que isso gerou um outro tipo de comportamento: a vontade de muita gente de soltar informações. Os bodybuilders profissionais não ficaram de fora disso, e atualmente é possível encontrarmos bons artigos escritos pelo próprio atleta, ou até uma transcrição de tudo que foi dito em um determinado seminário encabeçado por algum desses profissionais, e ainda com mais um aspecto interessante, que é saber do próprio cara como ele treinava, comia e suplementava. O que fica de fora, por razões óbvias, é o uso de esteróides e outras drogas. A pouco tempo, um grande símbolo do bodybulding profissional, o britânico Dorian "the shadow" Yates, seis vezes vencedor do título de Mr. Olympia, tem se mostrado bem disposto e acessível a quem se interesse por temas ligados a toda sua preparação na época das competições. E é sobre a relação entre Yates e a proteína que vamos tratar agora . Curiosamente, Dorian, que teve seu auge nos anos 90, diz que raramente as publicações especializadas se interessavam pelo modo como ele comia, mas sempre buscavam informações sobre seus métodos de treino, o que era uma pena, porque segundo o próprio Yates, após sua primeira vitória como Mr. Olympia em 1992, o mutante inglês teve acesso a muitos técnicos e nutricionistas, e ele credita às dúvidas e sugestões que obteve com esse pessoal o principal fator para seu reinado olímpico. Em relação a proteína, Dorian diz que o segredo é saber quais os melhores tipos de proteína para você, determinar a quantidade correta a ser consumida, e em quais momentos do dia. O NÚMERO MÁGICO Em seus seminários recentes, Dorian sempre é questionado sobre a quantidade de proteína que utilizava em sua época de competição. Para ele, não existe essa "verdade" de que só conseguimos absorver 30 gramas de proteína por refeição, a cada três horas. Houveram períodos da sua dieta que chegou a ingerir 500 gramas de proteína por dia, e segundo ele vários e vários bodybuilders fazem o mesmo nos dias de hoje. E agora o leitor do TP deve pensar nos inúmeros experts no assunto que insistem em que tudo isso é loucura, que o fígado vai explodir, os rins vão se desintegrar, e que você pode virar um zumbi. Bom, o amigo aqui prefere confiar no que alguém do nível do Dorian faz, afinal, basta uma boa olhada nas fotos do cara nas épocas de competição para saber que ele não era de brincadeira. A grande questão é saber diferenciar as atividades exercidas pelo atleta, seus objetivos, e claro, as drogas que farão parte do trabalho, e que garantirão que toda essa proteína seja absorvida e metabolizada. Dorian dedicou grande parte de seu tempo de competição estudando os melhores usos das proteínas, e claro que já sabia o que todos nós também sabemos hoje: o correto seria de 1 a 2 gramas para cada quilo de peso corporal. O negócio é que o sujeito não estava nem um pouco interessado em fazer parte da maioria, mas se destacar, ser o campeão. A dúvida é se um excesso desse nutriente poderia ser bem absorvido. Yates foi achar essa resposta junto as pesquisas feitas com atletas de levantamento europeus, principalmente os da antiga União Soviética. Dorian viu que eles treinavam três vezes por dia, e em alguns caso até quatro, e não eram raros os treinos que totalizavam seis horas diárias. Peraí, peraí...e o tal do Overtraining? Esse pessoal acreditava que o overtreinamento podia ser evitado com uma alta ingestão de proteínas, indo de 4 a 6 gramas para casa quilo de peso corporal. Já de posse desse tipo de informação, Dorian correu atrás de dois especialistas no assunto: Dr. Jim Wright, principal editor de ciências da revista Flex Magazine, e do já nosso conhecido Dr. Mauro Di Pasquale, o grande nome por trás da Dieta Metabólica (o leitor do TP pode achar muito material sobre Di Pasquale em nossos arquivos). Com toda essa bagagem em mãos, Yates já estava com a certeza de que menos do que 3 gramas de proteína, mesmo em épocas de alta restrição calórica nas vésperas de competição, era idiotice. A coisa começava a partir desse número, 3 gramas. DIETA DE BODYBUILDING X DIETA NORMAL Ainda não satisfeito com as conclusões de sua pesquisa, Dorian resolveu dar uma estudada em dietas de outros tipos de atletas, mas logo percebeu um problema. Em outros esportes, o atleta pode perder algum peso nas vésperas da sua competição, principalmente nos esportes com várias categorias de peso. Mas mesmo assim a diferença não é assim tão grande, sendo quase toda a perda de água. No bodybuilding a coisa é bem diferente, e nesse universo a variação de peso pode ser enorme, entre o que o atleta pesa em off-season e o que vai pesar no pre-contest. Depois disso tudo, Dorian já havia chegado a uma conclusão. Usaria 3 gramas de proteína para cada quilo de peso corporal total em seu período de off-season, quando pesava cerca de 136 a 137 Kgs. Isso ia dar mais de 400 gramas diárias no total, que seriam dividas em sete refeições. Durante seu reinado como Mr. Olympia, Dorian chegou a subir essa quantidade, indo até 4 gramas para cada quilo de peso, mas constatou que era demais, dificultando mais ainda sua dieta quando entrava na fase de pré-competição (pre contest). Outro detalhe importante é que para subir essa quantidade de proteínas, Yates precisaria retirar carboidratos, que seriam substituídos pela proteína, e isso certamente comprometeria a qualidade dos treinos e sua capacidade de recuperação. Um ponto importante para todos os marombeiros interessados em baixar seus percentuais de gordura, sejam competidores ou não, é manter a mesma quantidade de proteínas todo o tempo. Mesmo na fase de dieta, Dorian não alterava essa quantidade de proteína ingerida. Para conseguir o máximo de definição, ele reduzia a quantidade de carboidratos, mantendo cerca de 20% do seu total calórico como gordura. Na medida em que Dorian entrava em pre-contest, e a quantidade de proteína começava a ganhar destaque em termos de percentual, Yates procurava beber mais e mais água, porque já tinha constatado que essa alta quantidade de proteína tinha grande chance de causar desidratação, e alem disso, esse aumento de água é extremamente importante para a manutenção de todo processo anabólico. Nesse período Dorian ingeria de 6 a 7 litros. PROTEÍNA SÓLIDA Embora todos já saibamos de vários tipos de alimentos que servem como boas fontes de proteína, quando chega a fase da dieta, essas opções de comida, entre os competidores, diminui bastante. Yates usava peito de peru e de frango, carne vermelha magra (músculo ou patinho) e ovos (uma gema para cada quatro claras cozidas). Imediatamente após o treino, Dorian ingeria aproximadamente 25 gramas de proteína em um shake composto Whey Protein e Maltodextrina ou Dextrose. A primeira refeição do dia era composta de 12 ovos, sendo três desses com as gemas, mais aveia e iogurte, e aqui já eram 60 gramas de proteínas. Nas outras refeições principais eram mais 80 gramas em cada, e vinham do frango, peru ou carne vermelha PROTEÍNA LÍQUIDA Com três refeições sólidas, Dorian já conseguia 220 gramas de proteinas, e para chegar nas quase 200 restantes seria preciso o uso de shakes. Yates diz que em 1992, quando se preparava para faturar seu primeiro Olympia, teve um grande aprendizado em relação ao uso de suplementos, e que se refletiria na sua condição do ano seguinte, 1993, ano em que o próprio Yates considerou seu melhor ano em termos de qualidade muscular. Logo após a vitória de 1992, Dorian foi convidado para uma sessão de fotos. Estando muito esgotado, ele aumentou a ingestão de carboidratos, mesmo sob o risco de que poderia perder alguma definição. Aproveitou também para mudar de suplemento. Até aquela época, ele apenas usava shakes de proteína isolada, mas havia decidido por fazer uma experiência passando a usar proteína concentrada, caseína e albumina. Após essas duas mudanças, para sua surpresa, ele havia ganho mais volume, e sem perda nenhuma de qualidade. Uma possível explicação para isso é que uma dieta alta em proteínas, especialmente quando combinada com baixas quantidades de carboidratos, resulta em um ambiente de alta acidose, o que significa uma alteração no equilíbrio ácido-base do sangue. Esse quadro leva a um balanço negativo de nitrogênio, dificultando a síntese de proteína pelo organismo. Aumentando a quantidade de carbos na dieta, e passando para um tipo de whey de absorção mais lenta, Yates estava conseguindo reverter essa situação. Em relação ao whey isolada, como a absorção é tão rápida, muito dos aminoácidos acabam sendo usados na geração de energia, e com isso novo aumento de acidez no sangue. Fazendo a troca por formas de proteína de absorção lenta, fica bem mais difícil para o nosso organismo aumentar a acidez no sangue. A partir de 1993, Yates passaria a ter um cuidado especial com os tipos de proteína que eram usadas em seus shakes. Durante o dia, Dorian passou a usar fontes de proteínas de absorção lenta, combinando whey concentrada com caseína ou albumina. Já no caso da whey isolada, ele passaria a usar três shakes, que eram tomados do seguinte modo primeiro logo antes do treino, o segundo durante, e o terceiro imediatamente no fim do treino. Desse modo, Dorian acreditava cobrir completamente toda e qualquer deficiência de aminoácidos, e com poucas chances de alterar o equilíbrio ácido-base sanguíneo. CONCLUSÃO Embora os estudos sobre o uso de proteínas na dieta continue a evoluir, nós já temos praticamente toda a informação necessária para saber como e quando usar certos tipos de proteína nas nossas dietas. Tenha certeza de que você está ingerindo um mínimo de 2 gramas para cada quilo de peso corporal magro. Estude sobre as diferenças de absorção e de BVs (biological values - valores biológicos) entre os tipos que podem ser usados em seus shakes. Seguindo tudo isso corretamente, será possível uma grande mudança em seu corpo em poucas semanas. __________________
  5. Olá, pessoal. Assim como hoje está sendo meu primeiro acesso ao site, logicamente este está sendo meu primeiro tópico pedindo a ajuda de vocês. Eu venho pesquisando há mais ou menos um mês sobre como dividir os macronutrientes em minha dieta, assim como a minha ingestão calórica. Não sou profissional nisso mas pratico exercícios físicos e musculação há mais ou menos 3 anos (digo abertamente que há mais ou menos um ano que criei vergonha na cara e decidi mudar). Quando consegui perder 20 kg em um mês, seja eles de água ou não, eu não sabia nem pensava em procurar saber mais de dietas. Apenas fechei a boca e segui uma dieta básica de peito de frango, batata-doce e ovos, retirando arroz e feijão, passado por meu professor da academia. Até que mudei e comecei a pesquisar mais. Então vamos aos fatos: Eu fiz um calculo sobre meu peso e altura e constatou-se que que devo consumir 3410 kcal/dia -20% (devido aos exercícios que faço de 4~5 dias/semana), sendo o total 2728 kcal/dia. Quero fazer uma dieta com os macros 40-40-20, mas estou achando a qtde. de calorias alta demais para um dia só. Sendo que tenho 1,76m de altura e 120 kg acho essa ingestão de kcal alta demais. Minha pergunta é: vocês acham que essa caloria/dia está adequada para meu tipo físico (endomorfo)? E os macros 40-40-20 seria uma boa para reduzir meu peso do jeito certo ou seria isso mesmo? Eu, quando sigo a dieta à risca, consumo em média 1900~2000 kcal/dia, podendo nem chegar a isso, mas não sinto nem um tipo de vertigem ou algo do tipo. Aguardo a ajuda de cada um de vocês e peço desculpa se minhas dúvidas viraram quase um artigo. Peço desculpas também se saí da regra do fórum, sendo que, como eu disse, é a primeira vez que acesso o mesmo. Obrigado!
  6. Olá pessoal. Bem, eu estou acompanhando alguns relatos que encontro pelos buscadores e resolvi fazer o meu. Sou nova nessa vida fit, então perdoem qualquer besteira sem sentido, caso eu escreva alguma. Eu comecei a treinar em julho de 2014, comecei com 99kg. Minha altura é 1.57 e tenho 30 anos (na época estava com 29). Treinei certinho até dezembro, quando parei, pois passei 6 meses fora do país. Nesse período de treino meu peso caiu pra 92kg, sem termo, apenas com dieta e malhando de seg a sex, 1h por dia (30 min força + 30 min transport). Nesse tempo viajando ganhei 4kg. Ou seja, voltei agora em junho/2015 com 96kg. Assim que retornei já voltei a treinar, mas não ia todo dia. Apenas agora em agosto que comecei a levar a sério e ir todo dia, de seg a sáb. Comecei a tomar Lipo 6 Black em setembro com dieta, tudo certinho e equilibrado. Meu treino diário é: 40 min transport + força (entre 35/45 min) + 50 min spinning + 50 min gin localizada (essa de seg a quinta só). Hoje tentei fazer hiit na esteira, coloquei 10 minutos (30 'x 30'), mas no quarto minuto eu dei stop, não aguentei. Meu objetivo é emagrecer e definir, dar uma secada mesmo. Comecei hoje com o Black Mamba. Não senti os efeitos que li pela web. Tomei ele cheia de medo de sentir as tonturas, as dores de cabeça... mas não senti nada disso, apenas fiquei bem mais disposta do que eu ficava com o Lipo 6 black. Pra não dizer que não senti nada, quando fui amarrar meu tênis tive um enjoo e parecia que meus orgãos todos iam sair pela boca, mas passou assim que levantei, rs. Bem, me pesei hoje assim que cheguei na academia e estou com 85 kg. Meu peso ideal é 55 kg, mas não pretendo chegar a isso, na verdade acho bem impossível, então coloquei minha meta para entre 65/70kg. Se conseguir eliminar mais peso e mais gordura, ótimo, mas não acho possível chegar aos 55 kg. Minha alimentação atual é: acordo, tomo o Mamba com 400ml de água; 30 minutos depois tomo um suco detox e vou para a academia. Volto e tomo 200ml de protein com leite desnatado; mais ou menos 1 horas depois do shake eu almoço (entre 14/14h30) 2 a 3 filezinhos de frango temperados apenas com pimenta (cortei total sódio, açúcar, carboidratos e frituras. No shake tem 1g de carboidrato, e é com 1g que sobrevivo. E a única gordura que consumo é a do azeite extra virgem, para fazer o frango. Estava usando óleo de côco, mas tenho sangue português, me tira tudo, mas não me tira o azeite); Por volta das 17h como uma fruta; às 18h30 dois ovos mexidos e 20h30 mais 2/3 filezinhos de frango. Se eu continuo com fome, como um pouco de gelatina zero ou alguma barrinha zero e pronto. Ah, e bebo de 2.5L a 3L de água por dia. Não faço dia do lixo e quando tenho vontade de comer um doce ou alguma coisa assim, pego alguma receita fit pela internet e faço, mas só fiz 2 vezes. Vou fazer meus relatos todo domingo ou segunda, pra quem quiser acompanhar. Aceito dicas e sugestões de como posso melhorar, se estou fazendo tudo certinho, o que tem de errado e tal. Obrigada!
  7. OLÁ CAROS AMIGOS, TENHO UM ASSUNTO QUE GOSTARIA DE DEBATER COM OS AMANTES DE NUTRIÇÃO ESPORTIVA, RESOLVI COLOCAR ESSE DEBATE AQUI NOS SUPLEMENTOS PQ ESSE É UM CASO DIRETAMENTE RELACIONADO A ALBUMINA E É MUITO "RECEITADO" AQUI.... TENHO LIDO MUITO NESSE FÓRUM A SEGUINTE INDICAÇÃO... "TOME ALBUMINA ANTES DE DORMIR... POR SER UMA PROTEINA DE ABSORÇÃO LENTA", TRATAM ISSO COMO UMA REGRA BÁSICA INTOCÁVEL, OS NOVATOS ESCUTAM LEEM ISSO E JÁ NO PROXIMO POST JÁ RECOMENDAM PARA ALGUM OUTRO NOVATO... NÃO VENHO AQUI DIZER QUE ESTÁ ERRADO, MAS JÁ LI MUITOS ESTUDOS AO LONGO DA VIDA QUE DIZIAM QUE A PROTEINA INGERIDA ANTES DE DORMIR É QUASE TODA EXCRETADA PELA ORGANISMO E QUE O MOMENTO QUE EVITA ISSO É ENTRE 60 A 90MIN. ANTES DE DORMIR, O QUE PIORA SENDO PROTEINAS DE ABSORÇÃO LENTA... POR ISSO, TRAGO ESSE DEBATE COM MEDO DESSAS AFIRMAÇÕES ATIRADAS NO FÓRUM NÃO PASSE DE UMA "LENDA URBANA" DA MUSCULAÇÃO... ALGUÉM CONHECE ESTUDOS CONFIÁVEIS QUE DEFENDAM ESSE INGESTÃO??? PQ SE FOR POR PURA DEDUÇÃO, ACHO QUE TEM MUITOS PONTOS A SEREM REVISTOS!!!!!!! ABRAÇOS E BOM TREINO!!!!!!
  8. Proteína demais faz mal? Essa é uma pergunta que gira nas academias e em fóruns de musculação pelo mundo todo. Nosso meio está rodeado de informações equivocadas, profissionais mal informados e muitos, muitos curiosos metidos a estudiosos e que quase sempre passam a mensagem errada. A Organização Mundial da Saúde diz que a dose diária e saudável de proteína para um adulto é de 0,8 grs/kg de peso corporal/dia. Alguns estudos realizados há 40 anos diziam que muita proteína era prejudicial aos rins. Estes fatos não condizem com a verdade e apenas servem de munição para médicos e jornalistas desatualizados na hora comentar os hábitos alimentares dos atletas envolvidos em atividades como exercício resistido. Proteína demais faz mal? A resposta da Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva ( International Society os Sports Nutrition - ISSN) é um grande e sonoro NÃO. O Comitê de pesquisas da entidade, formado por nove especialistas e autoridades mundiais em pesquisas na área, formulou um estudo onde se comprovaram vários fatos que os culturistas já sabiam a anos. Agora a ciência, e ciência com autoridade, pois a entidade em questão é um órgão de reconhecimento mundial, comprova e firma sua posição a favor de um consumo maior de proteínas pelas pessoas que praticam atividades físicas e ainda por cima enterra velhos mitos tais como o que muita proteína prejudica os rins. O estudo realizado pela ISSN é importantíssimo pelo fato de que este texto formaliza a posição oficial da entidade em relação ao consumo de proteínas por pessoas ativas. Chame sua namorada, sua mãe, seu pai, sua avó, enfim, todos que sempre só assistem aos programas sensacionalistas da TV e que sempre ficam te enchendo por você comer proteína demais ou tomar seus shakes diariamente. Agora eu, você, todos nós podemos mostrar e comprovar por meio de um estudo cientifico realizado por uma entidade de renome mundial, séria e por um corpo de pesquisadores do mais alto escalão que o consumo de proteína mais alto, o consumo de suplementos a base de proteínas e aminoácidos são importantes e totalmente seguros. Quantidade adequada de proteína Por décadas, os culturistas são conhecidos por ingerirem quantidades enormes de comida, especialmente proteína. Temos relatos de atletas que chegam a ingerir até 4, 6 grs de proteína por quilo de peso corporal. Não é novidade para nenhum marombeiro bem informado que a necessidade protéica de quem treina com pesos é muito maior do que a de uma pessoa normal. Por isso comemos muita, mas muita proteína. Um dos valores mais aceitos pela comunidade culturista hoje são 2 grs/kg peso/dia para atletas naturais. A OMS recomenda 0,8 grs/kgs peso/dia; você já se perguntou de onde eles tiraram este número? Segundo o texto, a necessidade diária protéica é calculada medindo o balanço nitrogenado do corpo; calcula-se a quantidade de nitrogênio ingerido (proteína ingerida em um dia) e calcula-se a quantidade de nitrogenio excretada na urina. Acontece que essa técnica pode subestimar a quantidade mínima de proteína pois não leva em conta a atividade atlética realizada e não leva em conta os efeitos anabólicos de uma ingestão maior de proteínas. Nas palavras dos autores: "Na verdade, uma abundancia de estudos indica que os indivíduos engajados em atividades físicas requerem níveis maiores de ingestão proteica do que os 0,8grsproteina/kgs peso/ dia, independente do tipo de exercicio ou de sua condição física." O estudo finaliza essa parte dizendo que atletas que treinam com peso devem consumir 2,0 gramas de proteína pro quilo de peso por dia e que a ingestão abaixo deste nível pode ser prejudicial, pois levaria a uma recuperação inadequada. Consumir proteína acima da recomendação da OMS é seguro? O maior mito e o maior erro sobre o consumo de proteínas é dizer que o consumo continuo e elevado de proteína é prejudicial aos rins e que pode causar perda de cálcio nos ossos, aumentando as chances de osteoporose. Sempre que alguém de fora do meu circulo de amigos ou familiares me conhece e fica sabendo que costumo consumir 800-1000grs de carne ou frango por dia, ela começa a me dar sugestões e conselhos do tipo: "Cuidado, não coma tanta proteína." "Proteina demais faz mal!" "Você vai ter problemas nos rins se continuar fazendo isso." O consenso geral é esse. Proteína demais vai te matar. Vai te causar problemas irreversíveis nos rins. Inclusive nutricionistas e médicos ainda dizem isso. Segundo Stalin, uma mentira dita mil vezes torna-se uma verdade. Com tanta gente dizendo que comer muita proteína faz mal, todos aqueles que estão de fora do esporte, que não estão ligados tão diretamente ao ramo da musculação acabam tendo a certeza de que isso é verdade. Mas e se todos estiverem certos? E se o consumo elevado de proteína realmente for prejudicial? Felizmente as pesquisas mais recentes demonstram o contrario. A maioria das pesquisas que demonstram que consumir quantidades de proteína acima da recomendação da OMS podem causar problemas, utilizam como objeto de estudo pessoas ou animais com problemas renais já existentes. Por isso a única conclusão é que proteína em grande quantidade pode aumentar os problemas já existentes nos rins, e não causar problemas em pessoas saudáveis. Além da inexistência de evidencias comprovando que o uso de proteína acima da recomendação da OMS trás problemas renais, a ISSN diz que o consumo um pouco mais alto de proteína acaba sendo benéfico á saúde pois acaba ajudando a prevenir problemas como diabetes, colesterol alto, sindrome metabólica e obesidade. Outra preocupação antiga sobre o consumo mais alto de proteina é a perda de cálcio nos ossos o que poderia levar a osteoporose. As evidencias deste problema são encontradas em artigos com sérios erros e falhas metodológicas pedendo seu valor cientifico e credibilidade. Todos que treinam com pesos deveriam tomar um suplemento proteíco Agora que vimos e temos certeza que podemos e devemos consumir mais proteína para maximizar os ganhos, precisamos encontrar uma maneira de conseguir consumir toda essa proteína. Nem sempre é possível consumir a quantidade de 2,0 grs de proteína/Kg de peso corporal/ dia somente comendo carne ou ovos. Muitas vezes motivos de força maior como trabalho ou estudos nos impedem de sentar à mesa e consumir uma refeição sólida. A conveniência é um fator chave nos suplementos a base de proteína. Pode-se levar o shake a qualquer lugar, é fácil de preparar e simples e rápido de consumir. Se, sujeira, sem demora. Ainda existem pessoas, até médicos, dizendo que suplementos fazem mal e que se você tomar por um período de tempo elevado, com certeza vai ter problemas. Os suplementos ainda sofrem um preconceito relativamente grande e são extremamente mal-entendidos pelo grande público. Muitos os consideram como "bombas", outros consideram e tratam como remédios, mas na verdade pouca gente entende o seu funcionamento e importância dentro de um plano de treinamento. A indústria de suplementos se especializou fortemente na última década e hoje temos uma variedade imensa de produtos. Mas sem dúvida nenhuma, o suplemento número 1 , o mais primordial são os pós protéicos. Carnes vermelha ou branca têm entre 20 e 25% de proteína em relação ao peso (cru), o leite, que é um alimento tido como protéico, na verdade tem uma concentração muito baixa de proteína- apenas 3%. É bem verdade que os suplementos protéicos de maior valor biológico são derivados do leite (whey e caseina) mas a concentração deles no leite in natura é tão pequena que nem deveriaser considerada. Para se ter uma idéia, são necessários entre 200 e 300 litros de leite para produzir 900grs de whey protein de boa qualidade. Nos suplementos em pós, podemos encontrar concentrações entre 80 e 100% de proteína. Voltando ao exemplo da minha casa, sempre que alguém vem nos visitar e vê os inúmeros potes de suplemento na cozinha, a pessoa fica espantada e novamente vêm os conselhos. Eu deveria parar com esses "remédios de engordar", essas coisas tem bomba dentro etc . Para aqueles que dependem dos pais para comprar suplementos, a coisa pode ficar pior ainda, pois os pais zelosos nem sempre compreendem e tem acesso as fontes confiáveis de informação nesta área. Para nossa satisfação e maior tranqüilidade, a ciência, através dos estudos da Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva, comprova que suplementos são eficazes, seguros e necessários para pessoas que praticam esportes como musculação. A comissão que montou o texto encontrou e demonstrou diversos fatos importantes. Um deles é que as melhores fontes de proteína na forma de suplementos são whey (proteína do soro do leite) e caseína. Ambas as proteínas tiveram sua eficiência e superioridade comprovada através de inúmeros estudos divulgados no texto. Segundo o texto, a ingestão de proteína em pó na forma de whey ou caseína aumenta a síntese protéica pós treino e atua positivamente no balanço nitrogenado. Ainda são destacados os efeitos positivos no sistema imunológico e na saúde de um modo geral em indivíduos que utilizam proteína em pó(suplemento a base de whey ou caseína) logo após o treino. Os estudos demonstraram o papel da whey na melhora da dor muscular tardia e no sistema imunológico quando utilizado após o treino e de forma freqüente. As palavras dos autores: "É posição da Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva que indivíduos que se exercitam deveriam consumir proteína de alta qualidade dentro do período de tempo que compreende sua sessão de treinamento (antes, durante e depois do treino)" Pelo que podemos ver acima, um importante órgão de pesquisas na área de nutrição esportiva formou uma comissão e coletou os mais confiáveis dados á disposição atualmente para montar um texto e deixar claro a sua posição e opinião. Neste texto a Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva firmou sua posição e aprova os seguintes termos: · Pessoas que treinam com pesos necessitam de uma quantidade bem maior de proteína do que a recomendação da OMS. · Uma ingestão de 2 gramas de proteína por quilo de peso corporal por dia é não somente necessário para melhorar a performance, como também totalmente seguro. · Quando parte de uma alimentação balanceada e saudável, doses mais altas de proteína não prejudicam ou causam qualquer problemas renais ou perda óssea. · Suplementos alimentares a base de proteína são uma forma segura, eficiente e prática para garantir que se consuma as quantidades mínimas de proteína exigidas. Bibliografia: International Society of Sports Nutrition position stand: protein and exercise - Campbell B. , Kreider R.B., Ziegenfuss T., La Bounty P., Roberts M. , Burke D. , Landis J. , Lopez H. , Antonio J. J Int Soc Sports Nutr. 2007 Sep 26;4:8. Fonte : Miguel Chain (http://www.diariodoculturismo.com.br)
  9. Olá amigos, gostaria de saber a opinião dos especialistas sobre a proteína texturizada de soja... Segundo as informações nutricionais, 50gramas (uma xícara de chá) contem 24 gramas e proteína. Ou seja, comendo uma xícara de chá de proteína texturizada de soja eu obtenho o equivalente a 4 ovos cozidos. Fora que é zero de gordura e cada 50 gramsas, tem 10 gramas de fibras. Vale a pena pelo preço. Eu compro um saco de 500 gramas por 2 reais. Ou seja, comendo 100 gramas por dia ( 2 xícaras de chá), eu obtenho 48 gramas de proteína (equivalente a 8 ovos) pelo preço de 40 centavos... Geralmente eu como cru mesmo, mastigando e dando pequenos goles dagua pra ajudar a engolir... parece um sucrilhos sem açucar... Não vale a pena misturar com leite porque o lance vira uma esponja dificil de engolir. Por isso acho mais facil mastigar e só depois jogar agua na boca, só pra engolir. Alguem poderia me dizer qual o melhor momento pra eu comer essa proteína? Antes ou depois do exercício? Lembrando que meu objetivo é hipertrofia. Abs!
  10. Malho a um bom tempo, tenho grande tendencia a engordar, por isso, vou fazer uma dieta hipocalorica, mas quero perder o minimo possivel de massa muscular, vou continuar meu treinamento de musculação, mas objetivando a definição, pois já obtive grande ganho de massa. pergunto: 1- devo continuar com o meu combo: albumina (2colheres ao acordar e 2 antes de dormir), malto(30g antes do treino), whey proteína (30g depois do treino com 2 colheres malto), ou devo mudar alguma coisa, pois dizem que muita proteina pode acabar virando gordura ou coisa assim ,enfim iria me engordar. meu treino é: seg.A qua.B sex.c ,terça e quinta deixo para fazer abdominais e aerobicos 2-qual a medida que vcs me indicariam com os suplementos acima?ou se devo parar de tomar algum deles? grato a todos que puderem me ajudar.
  11. O consumo isolado de frutas e barras de cereais tem aumentado a cada dia. Como esses carboidratos são digeridos rapidamente, acabam provocando mais fome e a baixa do metabolismo. O ideal é conciliar um tipo de proteína magra que é digerida lentamente, mantendo a glicemia estável e o apetite controlado. Dicas: uma fruta com queijo minas frescal (2 pedaços) uma fruta com ovo cozido Iogurte com quinoa em flocos tapioca com queijo cotage
  12. Comprei um whey isolado da brn Foods e gostaria saber se devo tomar e se vai ser eficaz, não conheço a marca e comprei sem pesquisar. Alguém já tomou e pode me dizer se é bom? http://www.netshoes.com.br/produto/100-whey-isolada--brn-foods-900g-E55-0148-799?campaign=gglepqpla&gclid=Cj0KCQiAlpDQBRDmARIsAAW6-DNV_s62GJg50BtId2cz3-3Y6U_agvF-y8KJ7hYBqs4f74WZsweJZMQaAi8MEALw_wcB
  13. galera não tenho grana para comprar whey então qual alimento que contem prot. de rápida absorção para ingerir logo após o treino.
  14. - retirado da página de Dudu Haluch O grande equívoco com as proteínas está tanto em achar que seu excesso promove ganho de massa muscular, como também achar que seu excesso pode promover ganho de gordura. Embora em ambos os casos possa existir uma certa contribuição das proteínas para promover ganhos (menos provável para acúmulo de gordura), dependendo do estado nutricional e hormonal do indivíduo, assim como de outros estímulos fisiológicos (treinamento), o ganho de massa muscular e gordura parece depender muito mais de um superávit calórico via carboidratos. Aí vem também o efeito paradoxal da insulina e dos carboidratos, que podem favorecer tanto o ganho de massa muscular, como também o ganho de gordura. Nós sabemos que a melhor forma de perder gordura é através do corte de calorias, principalmente pela redução dos carboidratos da dieta (vantagem metabólica), em parte para reduzir calorias, em parte porque baixos níveis de insulina favorecem a lipólise e oxidação de gorduras. Por outro lado, muitos acham que elevar proteínas em uma dieta visando ganho de volume muscular é vantajoso, mas não parece ser o caso. Mesmo que aminoácidos possam estimular síntese proteica através da sinalização intracelular da via mTOR (leucina principalmente), isso por si só não é suficiente para promover hipertrofia, e o excesso de aminoácidos tende a ser oxidado já que aminoácidos não podem ser armazenados. Bom, você poderia testar isso fazendo uma dieta hiperproteica (~3-5 g/kg) low carb, sem nenhum uso de hormônios anabólicos claro, mas estudos mostram que mesmo em uma dieta normal o excesso de proteínas não promove ganhos de massa muscular (logicamente você terá ganhos se comer carboidratos em boa quantidade). Claro que a resposta que cada pessoa tem aos carboidratos pode ser variável, dependendo de sua sensibilidade à insulina, e indivíduos treinados tendem a ter uma necessidade menor de carboidratos (metabolismo mais eficiente), apesar de terem uma dificuldade muito maior para ter ganhos que os novatos ("quanto mais treinado um indivíduo, menos treinável ele é"). Dudu Haluch
  15. oi tenho 14 anos, 1.79 e 68kg. Que proteína me aconcelham a tomar mas sem mts hidratos de carbono? estou pensando em tomar Whey protein e albumina, que acham? Sem ser red bull que outra bebida "tira" as toxinas musculares? obrigado
  16. Queria saber se esta proteina é boa . Ela e mais barata que as outras , e porque não é tão usada?
  17. Ei pessoal, tranquilo ? Bom, parece pegadinha e tal, mas não é. É um produto do bodybuilding, pra quem toma bcaa é sem dúvida o melhor CxB do mercado inteiro. O preço sai por volta de R$110 sem ser taxado e se for taxado, vc paga 60 % do preço, que dá R$176. Apesar do risco de ser taxado, 1 kg é mt coisa, se vc calcular ainda vale a pena ! Eu vou pedir um daqui uns 5 dias, quem quiser, só comprar ! Obs: Não estou ganhando nada, só pra avisar os marombeiros para economizarem ! :} Obs² : Ele vem com citrulina, vitaminas, minerais e glutamina ! Quando eu tomar vou usar 5 g por dose, 10 g é mt coisa... Obs³: Dizem q não mistura mt bem, mas nada que um shake chacoalhado várias vezes não misture. Nome : BCAA Extended Performance Marca: Muscle Gauge Nutrition http://www.bodybuilding.com/store/mgn/bcaaextendedperformance.html Se duvidarem que estou passando o site errado, entrem na página inicial do BB.com e procurem pelo nome do produto. Abraços e bons treinos !
  18. Fala galera, Acompanho o forum ja alguns anos, mas nunca postei, fui aprendendo somente com as pesquisas aqui. To com umas duvidas com relaçao a suplementação na minha dieta que irei começar semana que vem, e gostaria de saber a opniao de quem manja mais do assunto. idade -28 tempo de treino - 8 anos, entre idas e vindas altura 1.90 peso 92kg ( comecei musculaçao tinha a mesma altura só que com 78/79 kg) medidas - nao tenho, só braço que medi para ver a diferença do esquerdo para o direito, pois quebrei a 1 ano atras 41cm esquerdo e 40cm direito(quebrei) Basicamente a ideia é de ganho de massa muscular (dieta hipercalorica), para em seguida dar uma secada. Minha duvida é em relaçao a suplementaçao: 1 - 7:30 - café da manha + refeiçao liquida(contendo 34 gramas de proteína, 47g de Malto, 45g de aveia e 5 gramas de Creatina); 2 -10:30 - lanche + refeicao liquida (contendo 34 gramas de proteína, 47g de Malto, 45g de aveia e 5 gramas de Creatina) 3 -12:30 - almoço 4 -15:30 - pré treino - lanche + refeição liquida ( contendo 34 gramas de proteína, 94g de Malto, 45g de aveia e 5 gramas de Creatina) 16:30 treino 5 - 17:30 - pós treino -refeição liquida (contendo 34 gramas de proteína, 94g de Malto, 45g de aveia e 5 gramas de Creatina) 6 - 18:30/19:00 - jantar 7- 22:00 refeiçao liquida( 48 gramas caseina com leite para demorar para o corpo absorver, ja que vou ficar 7/8 horas sem comer nada) total proteina - 184 gramas ( mais a proteina consumida durantes as refeiçoes solidas) total carbo - 282 gramas ( mais o carbo consumido durante as refeiçoes solidas) Creatina será 20 gramas na 1º semana, depois 10grams, tomarei somente 2 vezes ao dia depois do treino e ao acordar. Duvidas: 1 - Moro nos EUA, e por possuir carteira de atleta da universidade tenho desconto para compra de suplementos. O médico de esportes aqui, recomendou eu tomar em torno de 300 gramas de proteina dia, somando suplementos e alimentaçao. Li algum tempo atras que 2 gramas ja é o suficiente, mas nesse caso para mim ficaria em torno de 3,33 gramas dia, posso mandar ver nessa quantidade? 2- Incluo mais algum suplemento na dieta? ( tenho algumas capsulas de nano vapor, lipo 6 que meu colega de apartamento deixou aqui para mim, mas pretendo usar mais para frente no cut). Tava pensando em tomar um tribulus, será que ajuda ou é dinheiro jogado fora? Marcas: Proteina - Learn Pro-Matrix (NLN) 34 gramas proteina, é um composto time release, possui 3 tipos de proteina Malto - CarboGain -(Now Sports) 47 gramas de carbo por sccop Caseina (Optimum) 24 gramas por scoop Creatina - (Myogenix) Todos esse suplementos foram deixados aqui pelo meu colega de apartamento. Vou tomar, mas ao terminar não sei se mantenho as marcas, mas pretendo pegar tudo optimum e creatina universal, só o carbo que vou manter. A caseina nao seria necessaria ja que a proteina é time release, porem ja que ta aqui vou tomar até acabar. Obrigado pelo espaço e opnioes serão bem vindas!!
  19. PESSOAL MINHA MÃE, MEU TIO, PESSOAS QUE CONHEÇO, E ATÉ EM CONVERSAS QUE OUVI DE OUTRAS PESSOAS, SEMPRE COMENTAM QUE MOCOTÓ DEIXA A PESSOA MUITO FORTE. SERÁ QUE É VERDADE ISSO ? APESAR DO MOCOTÓ SER UMA PARTE DO BOI ONDE SÓ TEM MÚSCULOS MUITO DESENVOLVIDOS, ISSO INFLUENCIA NA QUALIDADE DO ALIMENTO ? ALGUÉM JÁ OUVIU FALAR SOBRE ISSO, QUE MOCOTÓ DEIXA FORTE ? EU ATÉ DECIDI COMPRAR PARA FAZER EM CASA, E O PRÓPRIO AÇOUGUEIRO BRINCOU, DISSE QUE TO QUERENDO VIRAR O HULK COMENDO MOCOTÓ - EU SEI QUE FOI UM EXAGERO - MAIS NO FUNDO TODO MUNDO TEM ESSE PENSAMENTO. SERÁ QUE É MESMO UMA ALIMENTO TÃO BOM ASSIM ?
  20. Essa lista é a da revista MUSCLE & Fitness, que relacionou os 27 melhores suplementos proteicos levando em conta: preço, qualidade, finalidade e gosto, nessa ordem. Há muitas criticas, até porque alguns destes suplementos anunciam na revista. 1) VP2- Whey Protein 2) Grow- Low-carb grow mrp 3) Lean Desert- protein 4) Dymatize- supreme whey 5) EAS- precision Protein 6) HSN- ADVANSE DRIVER PROTEIN (POST WORKOUT) 7) HSN- ADVANSE DRIVER PROTEIN (PRE-WORKOUT) 8 ) ISS-MXPRO 40 9) ISS- MICELLAR MATRIX 10) ISS-Complete whey powder 11) Labrada - PROPLETE GOLD 12) MAX MUSCLE- HIGH 5 13) MRM -ISO BOLIC 14) Molecular Nutrition - WHEY RUITY 15) Nitro-tech 16) Designer Whey 17) Nutrabolics - ISOBOLIC 18) ON -100% WHEY PROTEIN 19) PVL Inc - Whey Gourmet <---- i whant to try this one! 20) Prolab- Lean Mass Matrix 21) San - Anabolic Infusion 22) Sports Science Research- Gourmet Protein 23) Syntrax - Nectar 24) Universal Nutrition- WHEY PRO 25) VPX MICELLEAN 26) WEIDER NUTRITION -SUPER WHEY 27) Xtreme Formulations- ULTRA PEPTIDE
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