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Imagem sintética e meramente ilustrativa. Não é uma foto real.

Jorlan Vieira: treino, palco e desejo de verdade

Doses, cargas, custos e a trajetória inteira: Jorlan Vieira abre o que usa, o quanto usa e o que pensa de quem usa muito mais.

Jorlan Vieira sentou no Monster Cast para gravar "JORLAN VIEIRA - ALL DAY IS BACK" por mais de 5 horas e abriu praticamente tudo: a carga que colocou no hack, o quarto onde a geladeira quebrada virava guarda-roupa, o dia em que a polícia entrou na academia com fuzil por causa de uma denúncia, o que ele usa, o quanto usa e o que acha de quem usa muito mais. É uma conversa que fica melhor quanto mais longa fica, porque as histórias vão saindo de dentro das outras.

O que segura tudo é uma tese só, repetida de várias formas: no fisiculturismo existe uma ordem, e quase todo mundo tenta inverter. Primeiro vem querer. Depois a rotina. Depois o corpo. Depois o palco. Quem começa pelo final compra a fantasia do atleta antes de virar um.

Os 400 kg do hack e os 24 anos que vieram antes

O ponto de partida da conversa é o hack squat com 400 kg que viralizou. Ele não trata aquilo como treino de terça-feira. Foi o terceiro exercício da sessão, numa máquina que ele elogia pela angulação, com elástico preso para tirar a tensão do fundo do movimento, que é exatamente onde a lesão acontece. E foi a segunda vez na vida que colocou aquele peso.

“Eu tenho 24 anos de treino, então não é uma carga cotidiana.” A frase é o antídoto contra o corte de trinta segundos. Ele não nega o ego, nega a leitura: chama de superação, de assistir a quem admira fazendo aquilo e conseguir entrar na mesma curva. E completa com o exemplo oposto, do mesmo mês: tentou levantamento terra com 240 kg e não tirou do chão. Tirou 220. Contou assim mesmo, sem maquiar, e ainda lembrou que sua pior lesão foi fazendo terra, o que transforma cada tentativa em algo que ele descreve como quebrar o próprio tabu.

Há também o supino inclinado na barra com 80 kg de cada lado, cinco repetições, com a academia parada assistindo. Ele conta que pensou, antes de deitar: se fizer menos de quatro aqui, vai ficar feio.

A geladeira que virou armário

A parte mais dura da conversa não tem carga nenhuma. É o inventário do quarto na Ilha do Governador, na época em que tudo que sobrava ia para comida e suplemento.

A maçaneta quebrou e ele parafusou uma chave de boca no lugar, e ficou assim. O guarda-roupa lotou porque, em casa de mãe antiga, metade das portas é da família. A geladeira do pai estragou no andar de cima, ele desceu o aparelho para o quarto e passou a guardar roupa dentro. A cama de madeira quebrou e ele dormiu com o colchão no chão por anos. A frigideira começou preta e terminou cinza de tanto uso, com o revestimento saindo junto com o frango.

Tudo isso porque o dinheiro tinha destino fixo. Naquela época a barra de proteína que ele gostava custava R$ 12, o mesmo preço do quilo do frango, e a escolha era sempre a mesma. Ele trabalhava numa loja de suplementos, pegava ônibus com mochila nas costas, dava consultoria de manhã e cumpria expediente ao meio-dia. Uma academia decente na ilha custava R$ 200 por mês, quase vinte anos atrás, com muito menos estrutura do que o CT onde ele treina hoje, onde a diária sai por cerca de R$ 50.

O flagrante com fuzil e a matéria que nunca foi ao ar

Nessa mesma época veio o episódio que ele conta sem tirar o nome de ninguém, mas sem suavizar nada. Alguém que convivia com ele na academia, que já tinha pedido dica de treino e de dieta, denunciou-o por exercício ilegal da profissão. A denúncia foi mapeada em cima da rotina dele: sabiam o horário em que ele passava para ver duas alunas antes de abrir a loja.

Chegou uma equipe do conselho, acompanhada de uma equipe de TV com câmera grande e de dois policiais de fuzil. Ele saiu escoltado no meio do supermercado, sem algema, e foi levado a assinar termo na delegacia, onde a delegada disse que o seguia nas redes. A resposta que ele deu à repórter na porta da academia não foi ao ar. A resposta era que, se o órgão formasse profissionais capazes, ninguém precisaria procurar um atleta para aprender a treinar, e que a falha estava na formação, não em quem era procurado. O que foi ao ar foi a versão de investigação.

O que mais o assustou não foi a delegacia. Foi a mãe, idosa, com histórico de AVC e problema cardíaco, ligando a televisão e vendo aquilo. Anos depois ele voltou à mesma academia e diz que a pessoa continua no mesmo lugar, ganhando o mesmo dinheiro.

Off não é passeio, é empurrar comida

Ele ama treinar e detesta a dieta, e diz isso sem rodeio. Pesar comida e comer sem vontade é a pior parte do processo. E ele inverte a crença comum: para ele, pré-contest é mais fácil que um bom off, porque em preparação a fome ajuda, enquanto no off é preciso empurrar comida com o estômago cheio.

A conta que ele dá para ilustrar não é figura de linguagem: 500 a 600 g de arroz com 300 g de carne ou frango a cada três horas, e ainda um mingau com 200 g de aveia no meio. É esse volume que separa quem cresce de quem apenas mantém, e é por isso que ele ironiza quem come 150 g de arroz com 150 g de frango e já procura enzima digestiva. O erro clássico, na leitura dele, é a combinação que virou padrão: comer menos, tomar mais e treinar médio.

Sobre off limpo, a crítica é específica e vale mais que o debate estético. O atleta moderno mantém o abdômen trincado o ano inteiro, mas para isso segue com hormônio de crescimento, insulina e comida alta o tempo todo. O off antigo era feio, e ele lembra que os físicos de off dos anos 90 eram irreconhecíveis, mas era um off de fato descansado. O corpo hoje, diz ele, nunca sai da química, e a rede social é quem cobra a conta.

A caixa aberta: o que ele diz usar

Antes dos números, o alerta que ele mesmo faz na conversa: nada ali é prescrição, é relato de um atleta com décadas de estrada, acompanhamento e um corpo que ele conhece. Doses de hormônio fora de contexto médico envolvem risco cardiovascular, hepático, hormonal e psiquiátrico real, e copiar número de podcast é o caminho mais curto para o pronto-socorro.

Feita a ressalva, ele foi direto. O máximo de testosterona que já usou em uma semana foi 1 g, e não como padrão, mas como pico isolado, com retorno logo em seguida. O protocolo dele nunca passou de três substâncias ao mesmo tempo: uma base de testosterona, uma droga de suporte como nandrolona ou boldenona, e um oral, do tipo anabol ou oximetolona. O limite pessoal que ele estabeleceu tem uma imagem que ele repete: uma seringa de 3 mL por dia, e nada além. No momento da conversa estava em cerca de 1,5 mL diário, e brinca que o dia em que treinou bem rende um pouco mais.

Vale separar os dois números, porque eles não se somam. Aquele 1 g de testosterona é peso de substância, o equivalente a 4 mL de um produto a 250 mg/mL, ou 4 ampolas do blend mais comum nas farmácias brasileiras, divididas ao longo da semana. Já os 3 mL diários são volume total de líquido na seringa, somando tudo que ele aplica junto naquele dia, e não testosterona pura. Comparar um com o outro como se fossem a mesma medida é o erro mais frequente de quem lê protocolo alheio.

Aos 39 anos, fora de preparação, ele diz manter sempre uma dose mínima de reposição, aplicada a cada 15 ou 20 dias, com o argumento de que ficar zerado naquela idade já é prejuízo. E há um ponto que ele faz questão de marcar: para ele, o ergogênico hoje serve muito mais à estética do que ao treino. Diz sentir diferença clara apenas nos orais de ação rápida, como oximetolona, e considera ilusão a ideia de que uma boldenona ou uma nandrolona vá mudar o rendimento de uma sessão.

O hormônio de crescimento que só chegou em 2013

Esse é o dado que resume a carreira inteira. Ele começou a competir em 2001. Só usou hormônio de crescimento pela primeira vez em 2013, doze anos depois, e a dose foi de 4 UI por dia, por quatro a cinco semanas, que foi o que o bolso permitiu.

Ele usa isso como base de um raciocínio sobre desigualdade no esporte, e é honesto nas duas direções. Diz que sabe exatamente o que é esforço e que não sabe o que é investimento, porque nunca teve patrocínio. E completa com a pergunta que ninguém responde: se com dinheiro para 4 UI ele chegou onde chegou, onde teria chegado com 12. Não trata isso como desculpa, e sim como a medida de quanto estrutura pesa.

Na mesma linha entra a história de ir a pé até a academia, dois a três quilômetros, treinar perna, voltar a pé e ainda cozinhar em casa, preparando o Arnold.

Os três protocolos

Uma das passagens mais úteis da conversa é a explicação de por que perguntar "o que você toma" quase nunca produz uma resposta verdadeira. Ele descreve três camadas: existe o protocolo real, que só o atleta conhece, existe o que ele divide com os amigos próximos, e existe o que ele diz publicamente, que costuma ser uma versão manobrada. Às vezes há ainda uma quarta camada, o que o preparador de fato passou, que pode ser mais severo do que qualquer uma das versões.

E cita a frase que ouviu de um atleta, sem revelar o nome: você acha mesmo que eu cheguei até aqui sem saber o que tomar e o quanto tomar. É uma resposta que fecha o assunto e explica todo o resto.

Quando o número deixa de fazer sentido

A partir daí ele comenta doses de terceiros, sempre marcando o que é declaração pública e o que é conversa de bastidor. Cita um caso de mercado que circulou nos anos 90, de um profissional flagrado com cerca de 200 ampolas de testosterona para um período de 45 a 60 dias, e faz a divisão em voz alta para mostrar o absurdo. Menciona que Rodrigo Scarpelli chegou a mostrar no próprio Instagram uma aplicação diária de 400 mg de trembolona, e duvida em seguida, com um argumento técnico: se o produto fosse mesmo dosado, seria muito difícil tolerar aquilo. Lembra ainda que o Bad Boy declarou no mesmo estúdio usar 6 mL por dia, um pouco de tudo.

A preocupação central dele, porém, não é a dose em si, é a velocidade. Ele descreve ter visto um atleta de ponta passar de halteres de 65 kg com 15 a 20 repetições para 90 kg em cerca de um mês e meio, e diz que quem levanta peso sabe que a progressão não funciona assim. Compara com Ronnie Coleman, que veio do levantamento básico e já tinha 30 e poucos anos quando fazia as cargas que ficaram famosas, e observa que hoje se pega um garoto cru e ele vira monstro em pouco tempo.

O argumento fecha com uma leitura de corpo: músculo é maturidade, e maturidade leva tempo. Ele diz enxergar volume sem densidade em alguns físicos acelerados, e que essa foi exatamente a sensação que teve ao ver Dallas McCarver competir antes da morte dele. Cita também Luke Sandoe. E lembra o caso do garoto que competiu, foi a uma rave dias depois e morreu: saiu de uma finalização com diurético, voltou a comer normalmente, mexeu com a função cardíaca e ainda somou droga recreativa. Ele conta que decidiu, quando virou atleta, reservar o organismo apenas para química, comida e treino, e diz nunca ter usado nada recreativo.

Pose antes do corpo

O conselho mais repetido da conversa é também o mais barato de seguir. Ele começou a treinar pose em 1999, antes de ter físico nenhum, trancado no quarto de cueca assistindo Mr. Olympia em fita VHS, suando como se estivesse na sauna, com a mãe do lado de fora sem entender o que acontecia ali dentro.

A lógica era simples: o corpo ele iria buscar de qualquer jeito, mas a apresentação precisava começar cedo, porque se deixasse para depois iria falhar. Ele conta que a comparação de palco hoje decide justamente aí, quando dois atletas chegam em condição parecida e quem se mostra melhor leva. E cita a resposta que deu ao garoto que apareceu na academia dizendo que um amigo achava que ele tinha condição de virar atleta: tem que partir de você, não do seu amigo.

A falha que quase ninguém alcança

Perguntado sobre treinar até a falha em todo exercício, ele responde com uma distinção que vale o ingresso: existe falha do músculo e existe falha do movimento. Parar porque não consegue mais completar a amplitude total não é falha muscular, é o fim daquele padrão de movimento. Falha de verdade é quando nem a musculatura estabilizadora nem a sinergista conseguem mais mover a barra, o supino morre no peito e alguém precisa tirar o peso.

É por isso que ele defende o sistema de bombeamento associado a Ronnie Coleman e Johnnie Jackson, que mantém sangue circulando até um ponto próximo da falha real. E é por isso que acha inviável levar quatro ou cinco exercícios de peito à falha na mesma sessão.

Sobre periodização, a resposta é coerente com o personagem e vem com uma confissão. Ele já testou um sistema com semana de força, semana tensional e semana metabólica, achou o método bom e desistiu porque o engessava: chegava o dia do metabólico com vontade de fazer força e não podia. Prefere deixar o corpo falar, aceita que sua própria semana de estímulo diferente acaba funcionando como um deload informal, mas faz questão de dizer que não é o que preparadores mais técnicos pregam, e que isso vale para um profissional com 25 anos de treino, não para quem treina há um ano e confunde cansaço com preguiça.

Sobre progressão, a regra que ele dá é objetiva: antes de progredir carga, progrida repetição, para ganhar domínio do movimento.

Condição vence tamanho

A parte técnica de palco é onde ele fica mais duro. A tese é que o esporte migrou para o volume e que a arbitragem seguiu o gosto do público, e ele acha isso um erro.

Os exemplos são todos verificáveis. Phil Heath competiu ao lado de Kai Greene com cerca de 15 kg a menos e parecia o dobro, porque tinha músculo redondo, fundo e separado. Flex Wheeler, na leitura dele o melhor físico de todos os tempos, deixou de ganhar títulos por condição, não por tamanho. Paul Dillett sempre perdeu para adversários menores porque não tinha costas. Big Ramy, que ele viu de perto na sauna com Ramon pesando 114 kg de palco, ainda estava faltando, e ele imagina o resultado com 109 kg em condição.

A frase que fecha o raciocínio é a mais utilizável de todas: se tamanho fosse o critério, não haveria motivo para fazer dieta nem finalização. E o problema prático que ele aponta é que o atleta pesado não quer subir na balança e ver o número cair.

Ele também aplica isso ao mercado brasileiro. Diz que o país trata os campeonatos como se fossem disputa interna, quando o adversário é o mundo, que a notícia do resultado dos árabes correu e que atletas do Irã, da Arábia Saudita e do Egito estão olhando para cá. Defende, inclusive, que marcas brasileiras patrocinem estrangeiros e façam intercâmbio, mesmo sabendo que o público não vai gostar.

O quinto lugar que valeu mais que o Arnold

Perguntado sobre o melhor resultado da carreira, ele não escolhe o título. Escolhe um quinto lugar em Ohio.

Foi a competição em que perdeu a pesagem e teve de subir na categoria acima, em que empurrou um carrinho com barra por cerca de 1,5 km na neve e em que cozinhava a própria comida no banheiro do hotel. Diz que valeu mais que o Arnold que venceu, porque naquele o nível não era alto o bastante para desafiá-lo, e ser campeão sem entregar o próprio máximo é algo com que o atleta ainda dorme depois.

O segundo lugar no Arnold de Ohio, na primeira vez em que competiu nos Estados Unidos, ele conta com a mesma tranquilidade: só percebeu que poderia ter ganhado quando a ficha caiu, dias depois, e na hora estava satisfeito por ter cumprido a missão.

Dessa mesma trajetória vem o detalhe que quase ninguém lembra: ele afirma ter sido o primeiro atleta brasileiro a publicar gravações de treino no YouTube, quando debochavam dele por isso, e admite sem drama que não teve malícia comercial nenhuma, porque nem sabia que aquilo iria monetizar um dia.

O tripé: genética, dinheiro e dedicação

No fim, ele resume o esporte em três fatores e pede que o entrevistador escolha o mais importante. A resposta dele é dedicação, com a ressalva imediata de que sem recurso a dedicação trava, e que sem genética o teto existe de qualquer jeito.

O exemplo que usa é o mais honesto possível, porque envolve gente que ele admira. Compara a evolução de dois profissionais brasileiros e observa que um deles progrediu mais rápido depois de largar a vida que tinha e mudar de cidade para focar. Sobre outro, diz que é psicopata no treino de perna, que trabalha de verdade, e que a questão nunca foi esforço. É a demonstração prática do que ele quer dizer: se todo mundo correr o mesmo circuito, ainda assim um vai de Ferrari, outro de Gol e outro de Fusca.

E há um recado final sobre torcida que ele repete de várias maneiras. O bodybuilding brasileiro nunca esteve tão alto, com mais profissionais, mais patrocínio e mais expectativa do que em qualquer momento anterior. O que corrói isso não é o adversário estrangeiro, é a rivalidade interna e a torcida que apoia enquanto o atleta vence e vira as costas na primeira colocação abaixo do esperado. Ele lembra que uma dor de barriga doze horas antes derruba qualquer preparação, e que quem xinga um competidor de 24 anos por um resultado ruim não entende nada do esporte.

Conclusão

O que Jorlan Vieira entrega nessa conversa não é um protocolo, é uma escala. Ele mostra o que fez, o quanto usou, quanto tempo levou, o que custou e onde ficou aquém, e usa a própria trajetória como régua para medir o que vê hoje. Quem procurar ali um atalho vai sair frustrado, porque a mensagem é o contrário do atalho.

Sobre a parte hormonal, vale repetir o que ele mesmo diz de outra forma: os números que aparecem em podcast são o relato de quem tem duas décadas de treino, acompanhamento e um corpo conhecido, e ainda assim ele fala em limites, em dose mínima e em ter dinheiro para pagar um médico que não julgue. Qualquer uso fora de acompanhamento médico é decisão de risco, e o próprio episódio traz o lembrete mais concreto disso: os nomes que ele cita ao falar de velocidade e excesso são de gente que morreu jovem.

FAQ

Quanto Jorlan Vieira diz já ter usado de testosterona?

Ele afirma que o máximo em uma semana foi 1 g, como pico isolado e não como padrão, e que nunca combinou mais de três substâncias ao mesmo tempo: uma base de testosterona, uma droga de suporte e um oral. Não é prescrição nem recomendação.

Quando ele passou a usar hormônio de crescimento?

Só em 2013, doze anos depois de estrear em competição, com 4 UI por dia durante quatro a cinco semanas, que foi o que ele tinha condição financeira de comprar.

Qual carga ele usou no hack squat que viralizou?

400 kg, no terceiro exercício da sessão, com elástico para reduzir a tensão no fundo do movimento. Ele destaca que foi a segunda vez na vida que colocou aquele peso e que tem 24 anos de treino.

O que ele quer dizer com "três protocolos"?

Que existe o protocolo real, conhecido só pelo atleta, o que ele divide com amigos próximos e o que ele declara publicamente, geralmente uma versão amenizada. Por isso desconfia de entrevista sobre dose.

Qual a crítica dele ao off-season moderno?

Que o off limpo mantém o atleta sob hormônio de crescimento, insulina e comida alta o ano inteiro, sem descanso real. Para ele, o off antigo era feio, mas era descanso de verdade.

Por que ele diz que condição vence tamanho?

Porque a comparação de palco premia separação, glúteo e detalhe de costas. Ele cita Phil Heath com cerca de 15 kg a menos que Kai Greene parecendo maior, e Flex Wheeler perdendo títulos por condição, não por volume.

Referências

  1. MONSTER CAST. JORLAN VIEIRA - ALL DAY IS BACK. [S. l.], 19 ago. 2022. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=oat-0hEbvKg. Acesso em: 26 jul. 2026.

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