ThunderCat Postado 20 de abril de 2006 Postado 20 de abril de 2006 O cara falou que os suspeitos ainda nao foram julgados, logicamente os nomes nao podem ser divulgados porque pode traze-lo complicacao.. isso eh obvio!! Fora isso o cara ta aqui tentando ajudar e nego metendo pau.. fala serio Cochicalifa desculpe-me mas vc tá errado, a justiça não proporciona sigilo sobre nome de pessoas ou instituições que estão sendo processadas, exemplo disso: veja o caso da Daslu, ele já foram julgados?? Não, mas seus nomes foram divulgados desde o dia em que a polícia baixou lá, e mesmo eles estando em liberdade. E os programas policiais de tv? os presos ainda não foram julgados mas tão lá aparecendo, falando besteiras que vão ser usadas contra eles no tribunal. O mesmo, creio que, vale pra aí nos EUA onde vc mora, Martha Stwart, seu nome foi divulgado antes mesmo dela ser julgada. O único momento em que deve haver sigilo é durante as investigações policiais, claro! a policia quer pegar em flagrante os criminosos. Depois lembrem-se que em se tratando de falsificações, também ocorrem outros crimes, como lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, e tantos outros, e isso foge completamente da competência da Anvisa. E o cara disse em 6meses, 35 industrias pegas. Isso é assunto de policia, não de anvisa, e os delegados adoram aparecer na tv. Flw
Knjaz Postado 20 de abril de 2006 Postado 20 de abril de 2006 O Thunder está certo. Segredo de Justiça é só para casos de interesse público, ou assuntos da vara de família - tipo divórcio.
cochicalifa Postado 20 de abril de 2006 Postado 20 de abril de 2006 Ok, e quanto a protecao das marcas envolvidas? Digamos que laboratorios clandestinos estao falsificando produtos da Probiotica. Voce vai comprar algum produto deles denovo? Nao, porque vc vai estar com medo de ser falsificado e torrar seu dinheiro em aspirina. Voce acha que os laboratorios falsos sao os mesmos que colocam o produto a venda? eles com certeza remetem estes a lojas de suplementos que, por sua vez, compram de fornecedores mais baratos para ter um lucro maior e poder dar todos esses descontos que voces ficam maravilhados ao ver em sites de suplementos. Por isso, a solucao seria divulgar as diferencas de rotulo e embalagem entre os produtos falsificados e os originais, e nao divulgar as marcas que estao envolvidas, tendo em vista que alem deles ja estar sendo prejudicados pela falsificacao, vao ainda ter complicacoes com imagem na mente do consumidor. Desculpe-me por me intrometer em assustos juridicos que nao entendo completamente nada, mas pode ter certeza que de marketing eu entendo alguma coisa.. e divulgar marcas envolvidas nao eh nem um pouco bom...
Knjaz Postado 20 de abril de 2006 Postado 20 de abril de 2006 Ok, e quanto a protecao das marcas envolvidas? Digamos que laboratorios clandestinos estao falsificando produtos da Probiotica. Voce vai comprar algum produto deles denovo? Nao, porque vc vai estar com medo de ser falsificado e torrar seu dinheiro em aspirina. Voce acha que os laboratorios falsos sao os mesmos que colocam o produto a venda? eles com certeza remetem estes a lojas de suplementos que, por sua vez, compram de fornecedores mais baratos para ter um lucro maior e poder dar todos esses descontos que voces ficam maravilhados ao ver em sites de suplementos. Por isso, a solucao seria divulgar as diferencas de rotulo e embalagem entre os produtos falsificados e os originais, e nao divulgar as marcas que estao envolvidas, tendo em vista que alem deles ja estar sendo prejudicados pela falsificacao, vao ainda ter complicacoes com imagem na mente do consumidor. Desculpe-me por me intrometer em assustos juridicos que nao entendo completamente nada, mas pode ter certeza que de marketing eu entendo alguma coisa.. e divulgar marcas envolvidas nao eh nem um pouco bom... Pois é, mas esse é um assunto jurídico.
Supinado Postado 21 de abril de 2006 Postado 21 de abril de 2006 Pelo oq intendi ele falou de falsificacoes nao? Nao de empresas que tao ai no mercado e fazendo safadeza. oq ouvi de um amigo, era que falsificadores pegavam embalagens vazias de marcas famosas, e adulteravam o produto. sei la. algo desse tipo
ThunderCat Postado 21 de abril de 2006 Postado 21 de abril de 2006 Cochicalifa, Numa divulgação sobre falsificação de produtos, as marcas lesadas não precisam (e não devem) ser o enfoque principal da notícia, mas sim os criminosos. Veja um exemplo, quando se pega um posto de combustível que adultera a gasolina, é o dono e os responsáveis que vão preso e tem seus nomes divulgados em jornais, e não se o posto é da Esso ou da Texaco. A mídia e a polícia querem fuder com os bandidos e não com suas vítimas. Além de que esses bando falsificariam várias marcas, muitas até importadas, e não se especializariam numa única marca.
cochicalifa Postado 22 de abril de 2006 Postado 22 de abril de 2006 Ok, entao foram divulgados os laboratorios clandestinos Vagabol - Ribeirao preto SP Plagiobom - Rio de Janeiro e ai, te adianta alguma coisa? fora isso o posto de gasolina adultera a gasolina e vende as lojas de suplementos provalvemnte nao sabem da falsificacao acho q as lojas de suplementos q tem q correr atras de saber os laboratorios falsos e escolher mto bem seus fornecedores.. e o consumidor por sua vez tem q escolher lojas nao pelo preco mas sim na responsabilidade do dono em escolher bem a fonte de compra de seus produtos
Mentzer Postado 22 de abril de 2006 Postado 22 de abril de 2006 o consumidor por sua vez tem q escolher lojas nao pelo preco mas sim na responsabilidade do dono em escolher bem a fonte de compra de seus produtos Como vou saber se o dono é trambiqueiro ou não?
cochicalifa Postado 22 de abril de 2006 Postado 22 de abril de 2006 ok, desisto, vc esta coberto de razao... nao discuto mais
Supinado Postado 22 de abril de 2006 Postado 22 de abril de 2006 Suponha que, um grupo de falsificadores esteja atuando fortemente em SP. a principal marca que eles falsificam é a Integralmédica POR EXEMPLO. A integralmedia por sua vez, fabrica seus produtos com total responsabilidade, todos testados e aprovados. (POR EXEMPLO). Bom, quem esta sendo lezado na situacao nao é só o consumidor, como tambem a marca. A marca nao tem nada av com o grupo de falsificadores. É obvio que para nos, consumidores, o melhor seria saber o nome dos produtos e as marcas que mais sao falsificadas. Mas isso implicaria em serias dificuldades pra Integralmedica nao? O que poderiao fazer no caso, era criarem algum jeito de se distinguir os produtos originais dos falsificados, como fazem com cartucho de tinta. Uma forma do proprio consumidor, na hora da compra, saber se aquilo ali tem chances de ser falsificado ou nao.
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