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napoli

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    napoli recebeu uma reação de Cláudio Chamini em Intervalos de pausa   
    Meus amigos, achei esse artigo muito interessante e tive o trabalho de traduzi-lo para vocês.

    Dá trabalho para ler mas, acho que será bem esclarecedor para muitos.

    ****

    Diário de Pesquisa de Força e Condicionamento, 2005, 19(1), 23–26

    2005 Associação Nacional de Força & Condicionamento
    UMA COMPARAÇÃO DE 3 INTERVALOS DE PAUSA DIFERENTES NO VOLUME TOTAL DE EXERCÍCIOS DURANTE UM TREINO

    JEFFREY M. WILLARDSON E LEE N. BURKETT

    Departamento de Exercício e Wellness, Universidade Estadual do Arizona, Tabela, Arizona 85212.

    - Willardson, J.M., e L.N. Burkett. Uma comparação de 3 intervalos de pausa diferentes no volume total de exercícios completados durante um treinamento.
    - J. Força Cond. Res. 19(1):23–26. 2005. – O propósito desta pesquisa foi comparar diferenças entre 3 intervalos de pausa diferentes no volume total do agachamento e supino reto durante um treino. Quinze alunos de faculdade se ofereceram para participar deste estudo (idade 20.73 +/- 2.60 anos; massa corporal 80.73 +/- 10.80 kg). Todos os sujeitos executaram 3 sessões de prova, durante 4 séries de agachamento e supino reto foram executadas com um máximo de 8 repetições (8RM) de carga. Durante cada sessão de prova, o agachamento e o supino reto foram executados com 1, 2, ou 5 minutos de intervalo de pausa entre séries. O volume foi definido como o número total de repetições completadas em 4 séries para cada condição de pausa. A análise estatística foi administrada separadamente para o agachamento e supino reto. Análises de discrepância foram repetidas uma só vez como demonstrou Bonferroni em diferenças significantes para cada condição de pausa para ambos os exercícios testados (p < 0.05). A condição de pausa de 5 minutos resultou no volume mais alto completado, seguida em ordem descendente pelas condições de 2 e 1 minuto de pausa. A habilidade para executar um volume mais alto de treinamento com uma determinada carga pode estimular maiores adaptações de força.

    INTRODUÇÃO

    Quando criamos programas de treinamento de força devem ser consideradas muitas variáveis. A manipulação de variáveis de treinamento é determinada pelas metas do programa e as necessidades do indivíduo. Treinamentos de força podem ser estruturados para enfatizar carga, força, hipertrofia ou resistência. Variáveis que são frequentemente manipuladas para realizar estas metas incluem intensidade, volume, freqüência, velocidade de repetição, e descanso entre séries (1, 2).
    A tempo de pausa entre séries é considerado um fator importante que pode ser manipulado para ajustar a meta de um programa. Quando treinamos para aumento de força, são recomendados períodos de pausa mais longos de 2–5 minutos para permitir maior recuperação e manutenção da intensidade de treinamento (1, 2, 13). Estudos prévios mostraram que o tamanho da pausa entre séries tem um significante efeito no volume total completado durante um treinamento, que pode afetar adaptações de força subseqüentes (10).
    Kraemer (6) utilizou uma amostra de jogadores da Primeira Divisão da Associação Nacional Colegial Atlética de Futebol para determinar o efeito de um intervalo de pausa de 3 minutos contra um 1 minuto de intervalo de pausa no número total de repetições completados em 3 séries de supino reto e leg press com 10 repetições máximas fixas (10RM) de carga. Quando descansando 3 minutos entre séries, cada jogador pôde completar 10 repetições para todos as 3 séries. Porém, quando descansando 1 minuto entre séries, uma redução significante no número total de repetições foi observado (p. 0.05).
    Um estudo semelhante através de Larson (9) utilizou uma amostra de homens que treinavam por recreação para determinar o efeito de 3 intervalos de pausa diferentes no número total de repetições completados em 4 séries de agachamento com 85% de uma 10RM de carga.
    Os 3 intervalos de pausa incluíram (a) uma taxa de pós-exercícios de taxa cardíaca (HR) igual a 60% de máximo previsto para a idade HR, ( um tempo de intervalo de 3 minutos, e © uma relação trabalho/pausa de 1:3.
    Nenhuma diferença significante foi observada entre cada condição de pausa para o número total de repetições completado. Porém, dentro de cada condição, o número de repetições executadas para cada série declina significativamente entre a primeiro e a quarta séries (p. 0.05).
    Finalmente, um estudo de Weir (12) utilizou uma amostra de colegiais para determinar o efeito de 4 diferentes intervalos de pausa em um máximo de repetiçoes no supino reto. Cada indivíduo executou 2 repetições máximas de supino reto, separadas por 1, 3, 5, ou 10 minutos de pausa entre séries. Os resultados não demonstraram nenhuma diferença significante entre os intervalos de pausa na habilidade para executar uma repetição máxima no supino reto (p. 0.05).
    Os resultados destes estudos sugerem que o desempenho sobre repétições em séries múltiplas seja dependente do tamanho da pausa entre séries e a carga que são erguidas.
    Porém, nenhum estudo prioritário examinou o efeito de intervalos de pausa entre séries em volume de exercício quando treinando com cargas entre 1RM e 10RM. Cargas dentro desta faixa são freqüentemente usado por atletas e levantadores amadores para manter ou aumentar força (1, 2). Então, o propósito deste estudo era comparar os efeitos de 3 intervalos de pausa diferentes no agachamento e supino reto completados em 4 séries com 8 RM de carga.

    MÉTODOS

    Aproximação experimental do Problema

    Um grupo de 15 universitários masculinos ofereceram-se para este estudo (idade, 20.73 +/- 2.60 anos; massa corpórea, 80.73 +/- 10.80 kg). Todos os sujeitos foram classificados como levantadores amadores tendo executado um mínimo de 3 treinamentos de força por semana durante os 3 anos prévios. Foi exigido de todos a assinatura de um consentimento, conforme regulamentos sobre pesquisas humanas.
    A coleta de dados aconteceu em um período de 4 semanas com 1 sessão de teste por semana. Durante a primeira sessão de testes, 8 RM foram determinadas para cada pessoa, usando procedimentos unificados para teste de força sub-máxima (7).
    Durante as próximas 3 sessões de prova, 4 séries do agachamento e supino reto foram


    TABELA 1. Médias +/- valores padrão para repetições completadas.

    Set1-----------------Set2------------Set3------------Set4--------------total
    Supino Reto
    1 min
    7.47 +- 1.06--4.40 +- 1.64--2.87 +- 1.30--2.40 +- 1.18--17.13 +- 4.42
    2 min
    7.73 +- 0.46--5.73 +- 1.39--4.20 +- 1.47--3.93 +- 1.58--21.60 +- 4.52
    5 min
    7.60 +- 0.91--6.53 +- 1.55--6.00 +- 1.41--5.60 +- 1.24--25.73 +- 4.23

    Agachamento
    1 min
    7.87 +- 0.52--5.93 +- 1.90--4.47 +- 1.85--4.20 +- 1.94--22.47 +- 4.79
    2 min
    8.00 +- 0.00--6.67 +- 1.45--6.07 +- 1.53--4.80 +- 1.82--25.53 +- 4.29
    5 min
    8.00 +- 0.00--7.80 +- 0.56--7.00 +- 1.65--6.00 +- 1.77--28.80 +- 3.08

    executadas com um 1 , 2, ou 5 minutos de intervalo entre séries. Um procedimento de balanceamento doi utilizado para determinar a ordem de exercícios e o intervalo entre séries para cada sessão de testes. Foi permitido às pessoas continuar com os treinamentos normais ao longo da duração do estudo com as seguintes exceções: (a) foi instruído as pessoas que não efetuassem o agachamento e o supino reto em seus treinos pessoais, e ( foi instruído as pessoas para não treinarem nos dias agendados para os testes.
    Antes dos testes, as pessoas executaram séries de aquecimento para cada exercício. O primeiro aquecimento foi executado a 50% de 8RM para 10 repetições, enquanto o segundo aquecimento foi executado a 75% de 8RM para 5 repetições. Na terceira série, a resistência foi elevada a 8RM, e 4 séries foram executadas séries até o esgotamento. Depois de completadas as 4 séries, os participantes tiveram 5 minutos de pausa antes de começar o aquecimento para o próximo exercício. Quando a pessoa pode exceder 8 repetições na primeira série de exercícios, a cargar foi elevada em 5 libras para o supino reto e 10 libras para o agachamento.
    Para assegurar que todas as pessoas estavam executando o exercício aproximadamente na mesma velocidade para cada repetição, cada série era cronometrada usando um cronômetro de mão. Um observador alertava sobre a cadência para as fases excêntricas e concêntricas de cada repetição. A velocidade de repetição consistiu em 3 segundos para a fase excêntrica seguida por 1 segundo na fase concêntrica.
    O mesmo observador foi utilizado em todas as séries para reduzir o potencial de erro.
    O agachamento e o supino reto foram executado com uma barra Olímpica para alcance total do movimento. O agachamento foi executado em um suporte de proteção. Os freios do suporte foram ajustados para permitir que a pessoa desça até o ponto onde os topos das coxas ficassem paralelos ao chão. Se o participante estivesse impossibilitado completar uma repetição, foi-lhe instruído que repousasse o peso nos freios.
    A supino reto foi executado em um banco tradicional. Os participantes baixavam o peso até o ponto onde tocasse o tórax antes de aplicar a força para erguê-lo até o ponto inicial sobre as articulações do ombro.
    Um observador foi utilizado durante todos as séries de agachamento e supino reto para ajudar a guardar o peso no suporte e assegurar que mantivessem técnica formal.

    Análises estatísticas

    A análise estatística foi administrada separadamente para o agachamento e supino reto. Condições de pausa para ambos os exercícios foram comparadas usando 1 vez o método de análises repetidas de discrepância de Bonferroni. O nível alfa foi fixado em 0.05 para que uma diferença fosse considerada significante. Foi confiabilidade foi avaliada Intraclass entre as 3 últimas séries. O volume foi definido como o número total de repetições completadas em 4 séries para cada condição de pausa.

    RESULTADOS

    O volume completado para o agachamento era significativamente diferente entre 1 e 5 minutos e entre 2 e 5 minutos de condição de pausa (p< 0.05; vide Tabela 1). Porém, o volume completado não era significativamente diferente entre 1 e 2 minutos de condição de pausa (p=0.056). A confiabilidade Intraclass para o agachamento foi de 0.99.
    Os resultados para o supino reto foram semelhantes ao informado para o agachamento. O volume completado para o supino reto foi significativamente diferente entre toda as condições de pausa (p< 0.05; vide Tabela 1). A condição de pausa de 5 minutos permitiu o volume mais alto, seguido em ordem descendente pelas 2 e 1-minuto de condição de pausa.
    A confiabilidade Intraclass para a supino reto foi de 0.99.

    DISCUSSÃO

    Os resultados para ambos os exercícios demonstraram que, aumentando o intervalo de pausa entre séries, o número total de repetições completadas também aumentava. Não havia diferença significante no volume de agachamento completado entre 1 e 2 minutos de condição de pausa (p< 0.056).
    Isto indica que as pessoas exibiram um maior grau de resistência executando o agachamento do que ao executar o supino reto.
    Talvez porque os músculos inferiores do corpo são mais usados diariamente comparados aos músculos superiores, um alto nível de resistência foi exibido ao executar o agachamento. Em contraste com o agachamento, o volume completado para a supino reto era significativamente diferente entre todas as condições de pausa (p< 0.05). Estes resultados podem ser explicados pela teoria do corredor que propõe explicar o recrutamento de fibras musculares durante um série de resistência sub-máxima de exercícios (11, 14).
    Quando erguendo uma quantia sub-máxima de resistência, são recrutadas primeiramente as fibras musculares lentas. Como as fibras lentas se cansam progressivamente, são recrutadas as fibras musculares rápidas, continuando a produzir força suficiente. Finalmente, quando todas as fibras do músculo estiverem esgotadas e não podem produzir força suficiente, a série é terminada (11, 14). Quando consideramos o intervalo de pausa entre séries, as fibras lentas requerem menor tempo de recuperação devido às suas características oxidativas, consideramos então que as fibras rápidas requerem recuperação mais longa devido às características glicoliticas delas (13).
    Por as fibras rápidas anaeróbicamente gerarem energia pela glicolise, estas fibras acumulam altos níveis de ácido láctico durante exercício de alta intensidade. A acumulação de ácido láctico tem sido mostrado por baixar o pH intra-celular pela dissociação de íon de hidrogênio (H1) que resultam em fadiga do músculo (4, 5). Intervalos pequenos de 1 minuto ou menos têm mostrado um aumento significativo nos níveis de ácido láctico durante treinos de força ( 8 ). O tempo necessário para a dispersão do ácido láctica em exercícios de alto-intensidade foi entre 4–10 minutos (4). Neste estudo, a condição de pausa de 5 minutos, dispôs que as fibras rápidas tem uma provável maior liberação de ácido láctico, o que permitiu as pessoas completarem um volume mais alto de
    treinamento, contra as condições de 1 e 2 minutos de pausa.
    Os resultados deste estudo são diferentes do demonstrados por Kraemer (6), que achou que quando pessoas descansaram 3 minutos entre séries, eles foram capazes de completar todas as 10 repetições em 3 séries de supino reto com 10-RM carga. As pessoas não completaram todas as 8 repetições nas 4 séries de supino reto e de agachamento em nosso estudo, com 8 RM de carga, até mesmo descansando 5 minutos entre séries (vide Tabela 1). Estas diferenças nos resultados podem ser consideradas através de diferenças no estado de treinamento das pessoas.
    Os voluntários utilizados por Kraemer (6) eram jogadores de futebol de primeira divisão acostumados a treinamentos com esforço máximo em séries múltiplas. Estas pessoas estavam possivelmente adaptadas ao ponto que mais repetições fossem possíveis com intervalos de pausa menores entre séries. Em contrapartida, as pessoas de nosso estudo são amadores e raramente treinam com esforço máximo em séries múltiplas.
    Larson (9) utilizou uma amostra de amadores treinados e demonstrou resultados que eram consistentes com o estudo atual, com um declínio significante em número de repetições completadas em 4 séries de agachamento com 85% de 10 RM de carga.
    A carga mais alta utilizada em nosso estudo pode ter sido outro fator que responde por resultados que diferem dos de Kraemer (6). por exemplo, com um aumento de carga, há uma maior gasto de trifosfato de adenosina intramuscular (ATP) e fosfocreatina (PCr) provendo a energia necessária para a contração muscular (13). A recuperação de ATP requer 3 - 5 minutos, enquanto a recuperação de PCr requer 8 minutos e cria a necessidade assim de intervalos de pausa mais longos para manter o volume de treinamento com uma carga mais alta (3).
    Weir (12), porém, não mostrou nenhuma diferença na habilidade para repetição máxima no supino reto seguindo 1, 3, 5, ou 10 minutos de intervalo de pausa entre séries. Uma limitação deste estudo era que as pessoas só executaram séries de 2 e 1RM. Em mais que 2 séries efetuadas, pausas de intervalo mais longas podem ter resultado em desempenho superior. O estudo atual, possibilitou as pessoas manterem um maior volume de treinamento com maior extensão quando descansando 5 minutos entre séries para ambos, o agachamento e supino reto.
    Embora intervalos de pausa mais longos parecem resultar em um volume de treinamento mais alto, alguns estudos examinaram os efeito de intervalos de pausa entre séries sobre os ganhos de força. Robinson (10) dividiu 33 homens treinados em 3 grupos, baseados em 3 minutos, 90 segundos, e 30 segundos de intervalo de pausa entre séries. O volume erguido foi comparado entre os grupos e foram definidas as repetições executadas multiplicadas pelo peso erguido. Como conclusão do estudo, o grupo de 3 minutos demonstrou significativamente maior ganho de força no agachamento (p< 0.05). Os autores concluíram que o intervalo de 3 minutos de pausa conduziu a um maior ganho de força devido à habilidade para manter um volume de treino mais alto.
    Embora Robinson (10) demonstrou que 3 minutos de intervalo de pausa resultam em um volume de treinamento mais alto, um intervalo de pausa mais longo pode produzir um volume até mais alto de treinos e, por conseguinte, maior ganho de força. O estudo atual demonstrou uma relação entre a resposta do tempo de pausa entre séries e o volume de treinamento completado. Porém, também devem ser considerados a pratica de intervalos de pausa mais longos, e pode haver um ponto de diminuição de ganhos, ainda não determinado, onde um intervalo de pausa mais longo não possibilita nenhum volume adicional.

    APLICAÇÕES PRÁTICAS

    O agachamento e o supino reto são exercícios comuns prescritos em treinos de força. Quando projetando treinos de força, o tempo de pausa prescrito entre séries dependente de sua na meta, o treinamento, o estado do indivíduo, e a carga que é erguida. Este estudo demonstrou que um intervalos de 5 minutos entre séries permitem volumes mais alto a ser completados quando treinando com 8 RM de carga. A habilidade para executar
    um volume mais alto de treinamento com uma determinada carga pode estimular maiores adaptações de força, como demonstrado por Robinson (10). uma limitação do estudo atual era que o ganho em força não foi mensurado e as pessoas não estavam separadas em grupos designados para diferentes intervalos de pausa. Pesquisas futuras deveriam continuar examinando mudanças na força muscular, dependente das diferenças nos intervalo de pausa entre séries.

    REFERÊNCIAS

    1. AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Position stand: Progression models in resistance training for healthy adults. Med. Sci. Sports Exerc. 34(2):364–380. 2002.
    2. BAECHLE, T.R., R.W. EARLE, AND D. WATHEN. Resistance training. In: Essentials of Strength Training and Conditioning. T.R. Beachle and R.W. Earle, eds. Champaign, IL: Human Kinetics, 2000. pp. 395–425.
    3. HARRIS, R.C., R.H.T. EDWARDS, E. HULTMAN, L.O. NORDESJO, B. NYLIND, AND K. SAHLIN. The time course of phosphocreatine resynthesis during the recovery of quadriceps muscle in man. Pflugers Arch. 97:392–397. 1976.
    4. HULTMAN, E., AND H. SJOHOLM. Biomechanical causes of fatigue. In: Human Muscle Power. N.L. Jones, M.R. McCartney, and A.J. McComas, eds. Champaign, IL: Human Kinetics, 1986. pp. 215–238.
    5. JONES, N.L. [H1] control in exercise: Concepts and controversies. In: Biochemistry of Exercise VII. A.W. Taylor, P.D. Gollnick, H.J. Green, C. Ianuzzo, E.G. Noble, G. Metivier, and J.R. Sutton, eds. Champaign, IL: Human Kinetics, 1990. pp. 333–339.
    6. KRAEMER, W.J. A series of studies: The physiological basis for strength training in American football: Fact over philosophy. J. Strength Cond. Res. 11(3):131–142. 1997.
    7. KRAEMER, W.J., AND A.C. FRY. Strength testing: Development and evaluation of methodology. In: Physiological Assessment of Human Fitness. P. Maud and C. Foster, eds. Champaign, IL: Human Kinetics, 1995. pp. 115–138.
    8. KRAEMER, W.J., B.J. NOBLE, M.J. CLARK, AND B.W. CULVER. Physiologic responses to heavy-resistance exercise with very short rest periods. Int. J. Sports Med. 8(4):247–252. 1987.
    9. LARSON, G.D., AND J.A. POTTEIGER. A comparison of three different rest intervals between multiple squat bouts. J. Strength Cond. Res. 11(2):115–118. 1997.
    10. ROBINSON, J.M., M.H. STONE, R.L. JOHNSON, C.M. PENLAND, B.J. WARREN, AND R.D. LEWIS. Effects of different weight training exercise/rest intervals on strength, power, and high intensity exercise endurance. J. Strength Cond. Res. 9(4):216–221.
    1995.
    11. SALE, D.G. Influence of exercise and training on motor unit activation. Exer. Sport Sci. Rev. 15:95–151. 1987.
    12. WEIR, J.P., L.L. WAGNER, AND T.J. HOUSH. The effect of rest interval length on repeated maximal bench presses. J. Strength Cond. Res. 8(1):58–60. 1994.
    13. WEISS, L.W. The obtuse nature of muscular strength: The contribution of rest to its development and expression. J. Appl. Sport Sci. Res. 5(4):219–227. 1991.
    14. ZATSIORSKY, V.M. Training intensity. In: Science and Practice of Strength Training. Champaign, IL: Human Kinetics, 1995. pp. 85–107.


    BONS TREINOS e fiquem com Deus.
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    napoli recebeu uma reação de Cláudio Chamini em Efeitos do destreinamento   
    Foca: o gigante, ve se encontra esse artigo e posta pois acho que irá ser de grande valia.

    Locemar: valeu pela força e vc sabe que acredito em seus conhecimentos, estamos aí.

    Fiquem com Deus.
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    napoli recebeu uma reação de Cláudio Chamini em Efeitos do destreinamento   
    Crio aqui este tópico para que possamos discutir os efeitos e etc do destreinamento.
    Muitos aqui já experimentaram a sensação ruim desse monstro e ficaram na dúvida sobre a melhor forma de retorno, o que continua um assunto bastante controverso.
    Imagino desde um “amante da maromba” com 10 anos de treino, até um esforçado iniciante com 1 ou 2 anos de treino que, após conjunturas da vida, se vêem obrigados a parar de 6 meses até 1 ano, as nossas amadas rotinas de treino.
    Muitos são os fatores que nos influenciam e que são de consenso geral, stress emocional, situação financeira, acidentes, ou até mesmo a priorização das necessidades.
    Se já é difícil determinar QUANDO devemos retornar, imaginem o quão difícil não é tentar minimizar os efeitos do destreinamento.
    Afinal quem é que não deseja poder voltar com a mesma performance que tinha ao parar?
    Entra aí o fator auto-estima em baixa, diminuição da força, rápida estafa, recondicionamento mental, necessidade de força de vontade redobrada e, já que estamos em um tópico sério, o ego abatido.
    Mas apesar de tudo parecer apontar contra, o atleta retrna aos treinos, e aí se inicia nossa discussão
    Há uma grande dificuldade em predeterminar o exato estado de recuperação orgânico individual, por este fato devemos estar continuamente nos indagando sobre sensações subjetivas relacionadas ao estado de ânimo, sono, cansaço ou dores, que podem ser de grande ajuda na determinação de uma recuperação plena do organismo. Períodos muito prolongados de inatividade, podem produzir as reações citadas.
    A recuperação plena do organismo poderá ocorrer em momentos diferenciados, e em relação direta aos fatores exógenos e intensidade do treinamento, como sono adequado, alimentação balanceada e suficiente volume calórico, estímulo ou sobrecarga muito forte e periódica etc.
    E quanto à inatividade física? Se o treinamento regular com sobrecargas provoca aumento da massa muscular, a ausência do mesmo provoca a redução da massa muscular como uma reação natural do organismo. É o que ocorre com alguém que teve o braço engessado por algumas semanas. A inatividade provoca o atrofiamento muscular do membro. É muito comum entre leigos ouvir que os músculos , "despencaram" após os atletas pararem de treinar musculação ou quando envelhecem. Despencar é um pouco trágico, mas como vimos anteriormente, ocorre uma diminuição da massa muscular, pois o organismo não manterá uma sobrecarga desnecessária em massa muscular que não estiver sendo utilizada regularmente; porém, ao retornar os treinos, a massa muscular anteriormente desenvolvida retornará mais facilmente. Obviamente, não é como começar do zero novamente.
    Um número surpreendentemente grande de estudos científicos têm sido conduzidos sobre o destreinamento e, embora nem todos os resultados cheguem às mesmas conclusões, há uma consistência razoável. Os jornais "Medicine and Science in Sports" e "Sports & Exercise and Sports Medicine" recentemente publicaram revisões de 60 estudos sobre destreinamento, o que dá uma boa idéia da velocidade que você pode esperar perder as adaptações ao treinamento conseguidas com tanto trabalho.
    De 2 a 4 semanas sem treinamento. Seu VO2 máximo diminuirá até 10%, principalmente devido à redução do seu volume de sangue. Uma das adaptações dos exercícios de resistência é a elevação no volume sanguíneo, e quando você para de treinar essa adaptação é perdida relativamente rápido. Quando o seu volume de sanguíneo diminui, menos sangue retorna ao seu coração para ser bombeada a cada batida. Isso significa que o volume de sangue bombeado a cada batida do coração diminui. Desta forma, sua freqüência cardíaca aumenta para correr no mesmo ritmo que antes.
    Outros efeitos do destreinamento incluem perda de flexibilidade, diminuição do ritmo no limiar de lactato, e grande redução na concentração de glicogênio nos músculos e atividade aeróbica da enzima. O interessante é que quanto mais em forma você está, maiores deverão ser a perdas.
    Segundo Coyle 1994, os sistemas corporais regridem na mesma proporção da diminuição do estímulo. Ou seja, se a parada é repentina como nas lesões, a regressão é rápida. Convertino 1997, citado por Fabiana Evangelista e Patrícia Brum na Revista paulista de Educação Física mostrou que o débito cardíaco máximo sofreu uma redução de 26% após 21 dias de destreinamento. Em outro estudo realizado pelo mesmo pesquisador, a redução do débito cardíaco e volume sistólico foram de 23% em apenas 10 dias. Isso demonstra claramente que a queda é vertiginosa nos primeiros dias. Depois, a curva de perda é mais lenta. Menos mal. Afastamentos de 21 a 84 dias, a perda não é total e o retorno às atividades não partem do zero, além disso, a evolução costuma ser mais rápida.
    Os efeitos de redução não se restringem ao sistema cardiovascular, mas também à massa muscular incluindo o miocárdio. Fator que sabidamente interfere no volume de sangue bombeado a cada batimento cardíaco. Da mesma forma a capacidade dos músculos esqueléticos levar e consumir oxigênio, (diferença artério-venosa) também diminui significativamente. A rede capilar perde facilmente a sua elasticidade dificultando o fluxo do sangue. Quanto maior a performance com relação ao VO² Máx. mais rápida e maior é a perda. Ou seja, atletas de elite têm mais para perder do que as pessoas comuns.
    O destreinamento é muito percebido aos adeptos à musculação especialmente à hipertrofia muscular abrangendo mesmo aos simples mortais.
    Isso reforça a importância da prescrição lenta gradual e progressiva seguindo os chamados princípios da Educação Física. O da continuidade diz respeito à freqüência semanal escolhida seja 3, 4 ou 5 vezes. Alguns alunos, logo ao se matricularem numa academia querem "entrar de sola" malhando todo dia. Começam a ver que não dá certo e ora, numa semana vão três vezes, ora duas, ora nenhuma. Resultado. Não chegam a lugar nenhum. É importante estabelecer uma rotina viável de um mínimo de três vezes por semana com intervalos regulares.
    Para relembrar e podermos continuar a discussão:
    Na musculação, como existem dois tipos conhecidos de hipertrofia muscular, a sarcoplasmática e a miofibrilar, a primeira pode ser mais suscetível ao destreinamento em virtude do aumento da seção transversal (tamanho do músculo) se dar em virtude do acúmulo de substâncias no citoplasma da célula muscular (sarcoplasma). A miofibrilar se refere a multiplicação das miofibrilas protéicas com capacidade contrátil (Santarém 1999). Ou seja, na miofibrilar o músculo é maior porque as fibras musculares, por assim dizer, são mais grossas.
    Acredita-se numa resposta mais lenta desta ao destreinamento do que a sarcoplasmática que tem mais líquidos no músculo.
    Existe ainda uma outra forma associada a destreinamento citada por Zatsiorsky 1999 na área de musculação. O músculo pode diminuir a seção transversal sem perda real de força quando o aluno resolve ficar executando sempre a mesma série, mesmo intervalo, mesmo método e mesma carga. A variação de métodos e exercícios mesmo sendo para o mesmo grupo muscular, teoricamente tem a intenção de recrutar o maior número de unidades motoras mantendo o maior volume muscular e força geneticamente possível.
    É muito comum acontecer a dor muscular após a fase inicial de uma sessão de treinamento, mas a maioria das pessoas desconhece a sua causa. Causa esta que nem mesmo os estudiosos do caso chegam a um consenso, portanto, necessitam mais estudos para uma conclusão definitiva.
    Sem ter conhecimento de causa, muitos práticos de atividade física associam esta dor a inúmeros fatores, os quais na maioria das vezes não estão corretos. A dor muscular pode acontecer: logo após uma sessão inicial de treino, 12 horas até 2 dias após e em ambos os períodos. A dor muscular imediata (aguda) é provocada pelo excesso de metabólicos que criam um edema (inchaço) na musculatura, período este que inicia-se o processo de recuperação da musculatura. Além da dor muscular aguda há a dor muscular de início retardado, esta mais freqüente e na maioria das vezes associada à fase do exercício aonde há a resistência do peso (fase excêntrica).
    Novamente relembrando:
    É importante ressaltar que o movimento na musculação essencialmente tem duas fases: fase concêntrica (os músculos movimentam o implemento) e fase excêntrica (os músculos sustentam a volta do implemento à posição inicial). A fase excêntrica do movimento também é a principal responsável pelas lesões estruturais nas fibras musculares, lesões estas que estão ligadas ao desempenho do treinamento de força. Quando ocorrem as lesões nas fibras musculares, as mesmas criam mecanismos de recuperação para reparar os danos causados, mas estas lesões não têm que ser consideradas como malefício para o organismo, pelo contrário, quando ocorre esta recuperação da fibra muscular acontece o aumento da resistência muscular à dor e a hipertrofia muscular (aumento da fibra muscular).
    É importante lembrar que em um treinamento constante, sem interrupções, há adaptação à dor, ou seja, o indivíduo consegue repetir a mesma sessão de treinamento, causando lesões estruturais às fibras musculares parecidas, sem ter a mesma dor das primeiras sessões.
    É comum observar a dor apenas no início ou na mudança do treinamento, quando acontece uma desadaptação. Para a dor muscular ser prevenida ou diminuída deve-se iniciar um treinamento com baixa intensidade (e com um aumento gradual) e com baixo componente excêntrico dos movimentos; para um resultado imediato contra a dor pós-treino, atletas utilizam-se de treinamentos iniciais exaustivos, os quais geram muita dor inicialmente mas as dores futuras são diminuídas
    Desculpem por me extender tanto e gostaria muito de saber suas opiniões a respeito.
    Abraços a todos, fiquem com Deus e paz!
    Referências:
    1. EVANGELISTA, Fabiana de Sant'Anna ? BRUM, Patrícia Chakur. Efeitos do Destreinamento Físico Sobre a "Performance" do Atleta: Uma Revisão Das Alterações Cardiovasculares e Músculo-Esqueléticas.
    2. Revista Paulista. Educação Física, São Paulo, 13(2): 239-49, jul./dez. 1999.
    3. MCARDLE, William D., Katch I. Frank & Katch L. Victor. ? Fisiologia do Exercício - Energia, Nutrição e Desempenho humano - Ed. Guanabara Koogan S. A. - 4ª edição - Rio de Janeiro R.J. 1998
    4. ZATSIORSKY, Vladimir M. - Ciência e Prática do Treinamento de Força - São Paulo - S.P. - Phorte Editora Ltda, 1999.
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    napoli recebeu uma reação de Cláudio Chamini em Vomitar (náusea ou enjôo) após o treino   
    Bom artigo necro. Esclarecedor para os iniciantes.

    Fique na paz.
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    Caso seja para um campeonato as regras rezam que deve tocar o peitoral sem descansar o peso nele e manter por 1-2 segs antes de elevar a carga.

    Boa sorte
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    napoli recebeu uma reação de Cláudio Chamini em Pull over: é para peitoral ou para dorsal e romboides?   
    A discusão sobre esse exercício é bem extensa.
    Como fonte rápida você pode acessar:
    http://www.exrx.net/WeightExercises/Pec ... lover.html

    Mas discordo do músculo agonista mostrado, recomendo este livro como fonte de estudo sobre o assunto.
    Cinesiologia Clínica - -BRUNNSTROM, Signe
    É um livro que apresenta uma ampla análise da atividade muscular, com ênfase na anatomia viva e em observações clínicas.
    A cinesiologia tem ramificações que atingem muitos ramos de estudo, tais como anatomia, fisiologia, mecânica, física, matemática, ortopedia, neurologia, patologia e psicologia.
    Boa sorte
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    napoli recebeu uma reação de Cláudio Chamini em Posso malhar com tendinite?   
    diminui as cargas e consulte um MÉDICO.
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    napoli recebeu uma reação de Cláudio Chamini em Posso malhar com tendinite?   
    Observe que o user diz ter sido vítima de um "acidente" na academia, talvez seja melhor utilizar de cautela ao invés de treinar na mesma intensidade.
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    napoli recebeu uma reação de Cláudio Chamini em Posso malhar com tendinite?   
    Ola amigo, já passei por isso também, o que funcionou para mim foi engolir o orgulho próprio e iniciar um período com cerca de 2 meses com pesos bem leves e técnica perfeita.

    Isso juntamente com um tratamento, fez o problema sumir porém depois tive que entrar em readaptação, o que com força de vontade também passou.

    Fique com Deus.
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    napoli recebeu uma reação de Cláudio Chamini em Por que dá vontade de bocejar durante o treino?   
    Certo Taurino, eu entendi seu ponto de vista. Como disse antes: "Olhe amigo, darei minha opinião porém pode não ser a mais acertada..."
    Pode ser que eu tenha até viajado mas postei o que penso.
    Mas achei sensacional as outras explicações e inclusive sua crítica.
    Valeu pela honradez e educação. Quem sabe a gente ainda não troque algumas idéias sobre esse assunto.
    Abraços e boa sorte.
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    napoli recebeu uma reação de Cláudio Chamini em Por que dá vontade de bocejar durante o treino?   
    Vou tentar resumir, meu negócio não é muito psicologia mas...
    Nós que levamos a sério a musculação, mas também é aplicado a qualquer esporte para atletas sérios, nos cobramos constantemente em relação a resultados, massa, medidas, definição e por aí vai.
    Essas exigências podem, repito, podem gerar um grande stress emocional (como as pessoas que treinam e se acham sempre pequenas, ou os frangos que desejam crescer em 1 dia o que não cresceram a vida toda, etc), esse stress comprovadamente libera substâncias que induzem a fadiga e consequentemente ao sono.
    Não obstante isso, vocês já ouviram falar de pessoas que, ficaram depre e só pensavam em dormir? A mecânica desse stress é bem parecida com isso.
    Cito um axioma antigo "Men sana in corpore sao" (mente sã em corpo são).
    Nossa mente trabalha de forma a procurar estímulos para a continuidade de nosso trabalho, principalmente nós que levamos o fisiculturismo como estilo de vida e não somente como diversão.
    Quem já não brincou com um camarada dizendo (apesar dele estar grandão): Que foi cara? Você emagreceu pacas! ou Você tá gordo demais! (mas ele tá definidão).
    Só para azucrinar nosso camarada. rsrs
    Inversamente, quão bem não nos faz quando nossa namorada diz: putz você está demais! causando um "pump" em nossa força de vontade e amor próprio.
    Pois é, tudo isso induz nossa mente a levantar defesas para situações adversas aos nossos objetivos, o que pode induzir a cansaço, estafa, esgotamento e até ao sono, mesmo estando nos cuidando bem nos outros sentidos.
    Mas sei que isso contribui com uma parcela bem pequena para a sua indagação inicial.
    Mais uma vez, desculpe por me prolongar, não quero parecer chato valeu?
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    napoli recebeu uma reação de Cláudio Chamini em Por que dá vontade de bocejar durante o treino?   
    Olhe amigo, darei minha opinião porém pode não ser a mais acertada.
    Esse "sono" de que falou depende de vários fatores.
    Partindo do mais básico: você está descansando adequadamente?
    Será que não está treinando demais?
    Bem, dentre muitos fatores posso pensar em alguns.
    Os treinos alteram a homeostase (equilíbrio fisiológico) do corpo causando fadiga muscular e déficit de performance. Durante o período de recuperação o organismo deve restabelecer a homeostase. Além disso deve haver uma hipercompensação como resposta ao stress (físico) causado pelo treino, para que haja adaptações do organismo, visando uma melhor performance no próximo treino (princípio da sobrecarga).
    Para maximizar os benefícios dessa adaptação, o próximo treino deveria ocorrer após o término da fase de hipercompensação. O problema é que a gente não sabe quando isso acontece.
    Além disso, intensidades maiores de treinamento, geram stress psicológico pela nossa ansiedade em constatar que o esforço está sendo útil; isto é, atingindo nossos objetivos.
    A recuperação de um treino com sobrecarga pode ser dividida em 3 fases principais:
    • SONO E REPOUSO
    • HIDRATAÇÃO E NUTRIÇÃO
    • RELAXAMENTO E SUPORTE EMOCIONAL
    A primeira, como perguntei antes, é óbvia, pelo menos 8 h sono/dia.
    A segunda também é muito importante, se alimentar adequadamente, pois ao nos exercitarmos existe uma pequena queda no nível de glicogênio (hipoglicemia) o que também pode causar esse sono, quanto a hidratação, é recomendado o consumo de bebida contendo de 6% a 8% (6 a 8g por 100 ml) de carboidrato, principalmente se esta for maltodextrina ou frutose, pois mantém uma absorção lenta de glicose, prevenindo que o movimento muscular cesse e o atleta apresente hipoglicemia.
    Além do que em um treino deve se consumir bastante água.
    Dessa forma a suplementação e hidratação inibi o catabolismo protéico, acelera a ressíntese do glicogênio, prevenindo a elevação do L-triptofano, que induz o sono.
    E por fim, procure estar bem e se livre, o máximo possível (se é que é realmente possível, hehehe), do stress, acredite em você e tenha persistência, sabendo que chegará ao seu objetivo.
    Desculpe por me extender tanto, espero que tenha ajudado.
    Boa sorte.
  13. Curtir
    Genericamente entre 0-2 kg de diferença depende de sua alimentação, quantidade de água ingerida, se fez ou não suas necessidades fisiológicas e até mesmo sua transpiração.

    Não encane com isso ok? Persista nos treinos, se alimente 6x dia, durma 8hs x noite, suplemente bem.

    Boa sorte
  14. Curtir
    napoli recebeu uma reação de Cláudio Chamini em Número de repetições x hipertrofia   
    Locemar, manda aí sua observações e teses que a gente faz o "acréscimo" ao post.

    Gostei da sugestão, vou a caça.
  15. Curtir
    napoli recebeu uma reação de Cláudio Chamini em Número de repetições x hipertrofia   
    Quilagem é o controle das cargas.

    O cálculo é feito com base em sua RM para aquele determinado exercício, portanto cada exercício terá uma carga de RM para você.
    è um processo que exige supervisão ou um bom parceiro pois chega a ser perigoso.
    Quando fizer essa medida, normalmente não se treina no dia.
    O processo, a grosso modo, é simples:
    É a maior carga que consegue suportar, executando 1 repetição com perfeição técnica.
    Para cada aumento de carga, aguarda-se normalmente 5 minutos de descanso.
    Ex: supino- coloca-se 100kg e faz-se 1 repetição, consegue com perfeição, ok.
    Espera-se 5 minutos e aumenta a carga - 110 kg - execução ok, aumenta-se a carga e descanse.
    Carga em 120 - não consegue a repetição, ou se diminui um pouco até ter uma medida mais precisa ou assume-se o último valor, portanto sua RM fica em 110 kG.
    A partir daí é só calcular os %.



    Para hipertrofia, cadências médias e longas com isometria final. A melhor varia de um para outro e só você pode determinar qual delas dá melhor resultado para você. É lógico que depende também do seu nível de treinamento.



    Genericamente sim. De cada uma das últimas séries.



    Sim. Água. 1,5 litros por treino é bom.

    Fique com Deus.
  16. Curtir
    napoli recebeu uma reação de Cláudio Chamini em Número de repetições x hipertrofia   
    Este é um assunto tão complexo e polêmico que trará muitos benefícios ao nosso fórum.

    Já amplamente discutido, tento colocar alguma base para essas mesmas discussões.

    Em tudo o que foi dito, não estou entrando no mérito do número de fibras recrutadas, seções transversais e etc, ok?

    De uma certa forma é consenso na Educação Física que mais repetições com pouco peso objetiva-se o desenvolvimento da Resistência da Força. Pode-se com isso obter definição muscular mas não hipertrofia.

    A questão da hipertrofia é bastante polêmica e pouco esclarecida. Os indivíduos, reagem ao treinamento de forma diferente uns dos outros. O importante no treinamento é a modificação periódica das cargas e dos exercícios, assim como da alimentação equilibrada ou balanceada e suficiente.

    No quadro 01 abaixo, se encontram os possíveis números de repetições e o grau de hipertrofia muscular atingido no treinamento segundo Hatfield,1985 in Rodrigues; 1990,1992.

    QUADRO 1
    - 1 a 5 repetições : maior síntese de proteína contrátil (fibra IIb), Grau de hipertrofia níve3 (bom).
    - 6 a 12 repetições : maior síntese de proteína contrátil + hipertrofia sarcoplasmática (fibras IIa e IIb) . Grau de hipertrofia nível 4 (ótimo).
    - 12 a 20 repetições : maior hipertrofia sarcoplasmática + síntese de proteína contrátil (fibra IIc). Grau de hipertrofia nível 2 (regular).
    - >20 repetições : hipertrofia sarcoplasmática (fibra Tipo I). Grau de hipertrofia 1 (baixo)

    Para que possamos entender um pouco melhor a influência do numero de repetições sobre as respostas do treinamento, inclui abaixo os tipos de fibras musculares e as suas características.
    Nomenclatura variada dos tipos de fibras:

    Tipo I (Resistência)
    Vermelhas
    Tônicas
    Lentas
    Slow twitch fibers (ST)
    Tipo I - Subtipo: I C

    Tipo II (Força e velocidade)
    Brancas
    Fásicas
    Rápidas
    Tipo IIA – rápida oxidativa
    Tipo IIB – rápida glicolítica
    Fast twitch fibers (FT)
    Tipo II- Subtipos
    II A
    II B
    II C*
    II AB
    II AC
    Fonte: Chiesa;1999, Fleck & Kraemer;1999, Bacurau;2000.

    Nos treinos que visam a hipertrofia máxima, utilizamos treinamentos para todos os tipos de fibras musculares ou seja; utilizamos comumente números de repetições entre 4 até 20. As cargas de treinamento para a realização de 1 a 3 movimentos são muito perigosas para a maioria da população que treina em academias, assim como, a segurança dos equipamentos pode criar o risco de sérias lesões.

    Como observado no quadro 01, trabalhar entre 4 a 20 repetições nos traz respostas positivas com graus de hipertrofia , regular, bom e ótimo. Sabemos que as fibras de força são aproximadamente 45% mais hipertrofiadas nos indivíduos que treinam força em comparação com aqueles que treinam resistência, por este fato o treinamento visando hipertrofia é 70% para a força e 30% para a resistência de força em linhas gerais, não sendo uma regra estabelecida.

    Devemos ter em mente que o “contador de repetições ideais” não existe, e esta rigidez numérica é totalmente desprovida de comprovações confiáveis. O número de repetições é um fator fundamental, mas jamais deve ser analisado isoladamente dentro do complexo contexto que origina a hipertrofia muscular, para sermos mais precisos devemos analisar a velocidade da contração tanto excêntrica quanto concêntrica, tempo de pausa na contração e no alongamento, ênfase dada em determinados ângulos etc...

    Antes de sair por aí dizendo que existe um número ideal de repetições para hipertrofia é necessário que se conheça os prováveis mecanismos de hipertrofia.

    VARIÁVEIS DE CONTROLE DE SOBRECARGA

    12 variáveis – 6 volume e 6 intensidade

    VOLUME
    - séries
    - repetições
    - n° de exercícios por grupo muscular
    - n° de exercícios totais
    - frequência semanal
    - parcelamento

    INTENSIDADE
    - quilagem
    - amplitude
    - velocidade
    - intervalo recuparetivo entre exercícios
    - intervalo recuparetivo entre séries
    - sequência de exercícios

    Essas variáveis dentro de alguns tipos de treinamento:

    FORÇA PURA
    - QUILAGEM = 90 a 100% de 1RM
    - AMPLITUDE = total
    - VELOCIDADE = lenta
    - INTERVALO RECUPERATIVO ENTRE EXERCÍCIOS = 3 a 5 min
    - INTERVALO RECUPERATIVO ENTRE SÉRIES = 3 a 5 min
    - SEQÜÊNCIA DE EXERCÍCIOS = todas possíveis
    - SÉRIES = 1 a 6
    - REPETIÇÕES = 1 a 6 RMs
    - N° DE EXERCÍCIOS POR GRUPO MUSCULAR = 1 a 3 (*)
    - N° DE EXERCÍCIOS TOTAIS = (*)
    - FREQÜÊNCIA SEMANAL = 2 a 6
    - PARCELAMENTO = poderá ocorrer

    AUMENTO DE VOLUME MUSCULAR (HIPERTROFIA)
    - QUILAGEM = 80 a 85% de 1RM
    - AMPLITUDE = total
    - VELOCIDADE = média a lenta
    - INTERVALO RECUPERATIVO ENTRE EXERCÍCIOS = 1 a 2 min
    - INTERVALO RECUPERATIVO ENTRE SÉRIES = 50 s a 1 min e 30s
    - SEQÜÊNCIA DE EXERCÍCIOS = principalmente concentrado por
    segmento corporal ou agonista/antagonista
    - SÉRIES = 2 a 6
    - REPETIÇÕES = 8 a 12 RMs
    - N° DE EXERCÍCIOS POR GRUPO MUSCULAR = 1 a 4 (*)
    - N° DE EXERCÍCIOS TOTAIS = (*)
    - FREQÜÊNCIA SEMANAL = 3 a 6
    - PARCELAMENTO = poderá ocorrer

    POTÊNCIA MUSCULAR
    - QUILAGEM = 60 a 70% de 1RM
    - AMPLITUDE = parcial (método ‘roubado’)
    - VELOCIDADE = máxima
    - INTERVALO RECUPERATIVO ENTRE EXERCÍCIOS = 2 a 5 min
    - INTERVALO RECUPERATIVO ENTRE SÉRIES = 2 a 3 min
    - SEQÜÊNCIA DE EXERCÍCIOS = principalmente alternado por
    segmentos corporais ou agonista/antagonista
    - SÉRIES = 1 a 3
    - REPETIÇÕES = 6 a 14 RMs
    - N° DE EXERCÍCIOS POR GRUPO MUSCULAR = 1 a 3 (*)
    - N° DE EXERCÍCIOS TOTAIS = 30 a 40 (*)
    - FREQÜÊNCIA SEMANAL = 2 a 4
    - PARCELAMENTO = preferencialmente sem parcelamento

    RESISTÊNCIA MUSCULAR LOCALIZADA
    - QUILAGEM = 40 a 60% de 1RM
    - AMPLITUDE = total
    - VELOCIDADE = média
    - INTERVALO RECUPERATIVO ENTRE EXERCÍCIOS = 30 s a 1 min e
    30 s
    - INTERVALO RECUPERATIVO ENTRE SÉRIES = 20 a 1 min
    - SEQÜÊNCIA DE EXERCÍCIOS = principalmente concentrado por
    segmentos corporais
    - SÉRIES = 3 a 6
    - REPETIÇÕES = 20 a 40 RMs
    - N° DE EXERCÍCIOS POR GRUPO MUSCULAR = 1 a 4 (*)
    - N° DE EXERCÍCIOS TOTAIS = (*)
    - FREQÜÊNCIA SEMANAL = 2 a 6
    - PARCELAMENTO = preferencialmente sem parcelamento

    INICIANTES (ADAPTAÇÃO)
    - QUILAGEM = 30 a 50% de 1RM
    - AMPLITUDE = total
    - VELOCIDADE = média
    - INTERVALO RECUPERATIVO ENTRE EXERCÍCIOS = 2 a 5min
    - INTERVALO RECUPERATIVO ENTRE SÉRIES = 2 a 5 min
    - SEQÜÊNCIA DE EXERCÍCIOS = alternado por segmentos corporais
    em forma de circuito
    - SÉRIES = 1 a 2
    - REPETIÇÕES = 15 a 25 RMs
    - N° DE EXERCÍCIOS POR GRUPO MUSCULAR = 1 a 2 (*)
    - N° DE EXERCÍCIOS TOTAIS = (*)
    - FREQÜÊNCIA SEMANAL = 2 a 4
    - PARCELAMENTO = preferencialmente sem parcelamento

    Respostas hormonais.

    Tempos de contração moderados a altos e descasos curtos entre as séries produzem maiores picos de GH, porém lembre-se que é discutível a influência deste hormônio na hipertrofia muscular. Já os treinos de cargas altas com períodos longos de descanso, liberam maiores quantidades de testosterona .

    Hidratação celular (HÄUSSINGER, et al, 1993; WALDEGGER, et al, 1997; MILLAR ; et al, 1997)

    Para que se consiga um melhor fluxo sangüíneo local é recomendável não prolongar muito os descansos e manter tempos de contração suficientes para originar os desequilíbrios na homeostase necessários a ocorrência desta reação (diminuição do pH, elevação do lactato...).

    Microlesões (RUSSELL et al, 1992; SCHULTZ et al, 1995)

    As microlesões são geradas principalmente por contrações excêntricas.

    TEMPO DE CONTRAÇÃO X REPETIÇÕES

    Segundo VERKHOSHANSKY (2000) - “a chave para o tamanho muscular é levantar um peso de cerca de 80% do máximo por 8-12 repetições durante 40-60 segundos” (p.27). POLIQUIN por exemplo, refere-se a tempos entre 20 e 70 segundos como ideais para ganhos de massa muscular. Este autor propõe uma perspectiva de análise onde leva-se em conta o tempo da fase excêntrica, da pausa e da fase concêntrica, por exemplo, realizar agachamento com 3 séries de 6 repetições com tempo 321, significa que você levaria 3 segundos para descer, pararia no “fundo” do agachamento durante 2 segundos e subiria em 1 segundo (o primeiro digito se refere a fase excêntrica o segundo a pausa e o terceiro a fase concêntrica).

    CONCLUSÃO

    Para alcançar seus objetivos é imprescindível usar racionalmente todas as estratégias.
    Prender-se a números de repetições pode até prejudicar seu desenvolvimento. O segredo está em manipular todas as variáveis de acordo com o músculo, características individuais e o objetivo do treino. Deve-se organizar tudo adequadamente dentro de um planejamento a curto prazo, que deve estar devidamente estabelecido no planejamento de médio prazo, o qual por sua vez é componente do planejamento a longo prazo. A montagem e prescrição de séries são fatores muito complexos e o menor detalhe deve ser visto sempre como componente desta estrutura intrincada e potencialmente instável, o sucesso tem muito a ver com o conhecimento e manipulação destas variáveis.

    HÄUSSINGER D, et al, Cellular hydration state: an important determinant of protein catabolism in health and disease. Lancet, 341(8856):1330-2 1993 May 22;

    MILLAR ID ; et al, Mammary protein synthesis is acutely regulated by the cellular hydration state. Biochem Biophys Res Commun, 230 (2):351-5 1997 Jan 13

    POLIQUIN, C. The Poliquin Principles. Dayton Writers Group, California, 1997

    RUSSELL B, et al. Repair of injured skeletal muscle: a molecular approach. Med Sci Sports Exerc 1992 Feb;24(2):189-96).

    SCHULTZ E, et al. Effects of skeletal muscle regeneration on the proliferation potential of satellite cells. Mech Ageing Dev 1985 Apr;30(1):63-72.

    VERKHOSHANSKI, Y.V. Hipertrofia Muscular: Body-building. Editora Ney Pereira, Rio de Janeiro, 2000.

    WALDEGGER S, et al, Effect of cellular hydration on protein metabolism. Miner Electrolyte Metab, 23(3-6):201-5 1997;

    PAULO GENTIL - http://www.fisiculturismo.com.br/artigo ... %B5es.html

    UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - CENTRO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS - Aprofudamento em ginástica: musculação

    BOA SORTE E BONS TREINOS.

    Fiquem com Deus.
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    napoli recebeu uma reação de MashleMuscle em Quanto peso você pega na rosca direta?   
    Valeu pela boa explicação, sabia que podia contar contigo. É que as vezes a mente por aqui falha... é a idade chegando.....

    Obrigado.
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    napoli recebeu uma reação de MashleMuscle em Quanto peso você pega na rosca direta?   
    Ae cara, tenho 85kg e pego o mesmo que você para 10 reps sem "gangorra" mas meu braço é bem menor que o seu.
    Mas não postei para isso essencialmente. Seguinte: também tenho esse problema de dor no ante-braço mas faço com a barra reta porque sempre me constou que a barra W daria um menor rendimento justamente por aliviar a pegada.
    Você notou alguma diferença em seu rendimento? Me interessa muito pois, caso não tenha notado, iniciarei os treinos com a W.
    Antecipadamente, um abraço brother!
    Valeu.
  19. Curtir
    napoli recebeu uma reação de MashleMuscle em Quanto peso você pega na rosca direta?   
    Amigo, não me leve a mal mas é possível fazer a rosca direta com halteres sim.
    É o que rotulam como rosca "simultanea", feita sem inclinação.
    Mas o clássico e o de maior rendimento é realmente com a barra.
    Valeu.
  20. Curtir
    napoli recebeu uma reação de MashleMuscle em Quanto peso você pega na rosca direta?   
    Pegada na largura dos ombros.
    25 kg cada lado + barra - 3x8
  21. Curtir
    napoli recebeu uma reação de MashleMuscle em Poses compulsórias   
    Caso queiram posso colocar em votação para fixar o tópico.
  22. Curtir
    napoli recebeu uma reação de MashleMuscle em Poses compulsórias   
    1) Duplo Bíceps Frontal ( de frente )

     
    2) Expansão Dorsal Frontal ( de frente )

     
    3) Peito Lateral ( melhor lado )

     
    4) Duplo Bíceps Posterior ( de costas )

     
    5) Expansão Dorsal Posterior ( de costas )

     
    6) Tríceps Lateral ( melhor lado )

     
    7) Abdominais e Coxa ( mãos na nuca e contração de pernas )

     
    De brinde a não compulsória/não obrigatória: Most muscular

     
    Pose compulsória:

     
    Pose compulsória

     
     
     
    Valeu?
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    napoli recebeu uma reação de MashleMuscle em Poses compulsórias   
    Crio este tópico como curiosidade e talvez até uma tentativa dos usuários usarem critérios (adaptados é lógico) mais profissionais sobre suas opiniões nas fotos publicadas.
    Poses Compulsórias para Homens (IFBB)
    1) Duplo Bíceps Frontal (de frente)
    Em pé de frente para os Árbitros, com as pernas e pés alinhados e uma curta distancia entre eles, o competidor levantara ambos os braços até o nível dos ombros e contraí-los até os cotovelos.
    As mãos devem estar cerradas e voltadas para baixo de modo a causar uma contração dos músculos do bíceps e antebraço, que são os principais grupos musculares que serão avaliados nesta pose.
    Alem disso, o competidor deve tentar contrair os outros músculos tanto o quanto possível para os Árbitros examinarem todo o físico, da cabeça aos pés.
    O arbitro deve primeiro avaliar os músculos bíceps olhando por completo, o desenvolvimento de pico do músculo, notando se há ou não um divisão definido entre as seções anterior e posterior, e continuara a examinar da cabeça aos pés olhando o desenvolvimento dos antebraços, deltóides, peitorais, peitoral-deltoide unidos, abdominais, coxas, e panturrilhas.
    O arbitro devera olhar também para a densidade, a definição, e o equilíbrio total da musculatura.
    2) Expansão Dorsal Frontal (de frente)
    Em pé de frente para os Árbitros, com as pernas e os pés ligeiramente distantes, o competidor posicionara as mãos abertas, ou punhos cerrados, contra, ou presas, na parte inferior da cintura ou abdominal oblíquos e ira expandir os músculos grande dorsal (latissimus).
    Ao mesmo tempo, devera tentar o tanto quanto possível os outros músculos frontais.
    Deve ser estritamente proibido para o competidor levantar-se na exibição do tronco de modo a mostrar a parte interna do quadríceps.
    O arbitro deve primeiro ver se o competidor pode mostrar uma boa expansão dos músculos grande dorsal (latissimus), criando assim um tronco em forma de V.
    Então o arbitro deve continuar com o exame da cabeça aos pés, notando primeiro o aspecto geral do físico e então concentrar nos aspectos mais detalhados dos vários grupos musculares.
    3) Peito Lateral (melhor lado)
    O competidor pode escolher um lado para esta pose, além de mostrar o "melhor" braço.
    O competidor ficara em pé com seu lado direito ou esquerdo voltado para os Árbitros e dobrara o braço mais próximo dos Árbitros posicionado a ângulo direito, com o punho cerrado e, com a outra mão, segurar o punho.
    A perna mais próxima dos Árbitros será flexionada no joelho e repousando sobre os dedos.
    O competidor então irá expandir o peito e pela pressão para cima do braço flexionado e contrair o bíceps tanto quanto possível.
    Ele também ira contrair os músculos da coxa, em particular, o grupo bíceps femoral, e pela pressão para baixo nos dedos do pé, mostrar os músculos da panturrilha contraídos.
    O arbitro deve prestar atenção particular nos músculos peitorais e o arco da caixa torácica, o bíceps, o bíceps femoral e as panturrilhas, concluindo com o exame da cabeça aos pés.
    Nesta pose o arbitro deve ser capaz de examinar os músculos da coxa e da panturrilha de perfil, que ajudar em classificar seu desenvolvimento comparativo mais precisamente.
    4) Duplo Bíceps Posterior (de costas)
    Em pé de costas para os Árbitros, o competidor ira flexionar os braços e os punhos como na pose Duplo Bíceps Frontal, e colocara um dos pés para trás, repousando sobre os dedos.
    Ele ira então contrair os músculos dos braços como também os músculos dos ombros, parte superior e inferior das costas, coxas e panturrilhas.
    O arbitro ira primeiro examinar os músculos dos braços e então fazer um exame da cabeça aos pés, durante a qual terá mais grupos musculares para olhar do que em qualquer outra pose.
    Isto inclui o pescoço, os deltóides, o bíceps, o tríceps, antebraços, trapézios, redondos, infra-espinhais, eretores da espinha, oblíquos externos, grande dorsal (latíssimos dorsal), glúteos, bíceps femoral, e panturrilhas.
    Esta pose, provavelmente mais do que as outras, ajudara o arbitro a determinar a qualidade da densidade, definição, e equilíbrio total da musculatura.
    5) Expansão Dorsal Posterior (de costas)
    Em pé de costas para os Árbitros, o competidor colocara as mãos no quadril com os cotovelos mantidos abertos, e um dos pés repousando sobre os dedos.
    Ele ira então contrair o grande dorsal (latíssimos dorsal) tão aberto quanto possível e mostrar uma contração da panturrilha por pressionar a parte de trás dos dedos no solo.
    O competidor deve fazer um esforço para mostrar a panturrilha oposta que foi mostrada durante a pose de Duplo Bíceps Posterior assim o arbitro pode avaliar ambas as panturrilhas igualmente.
    Deve ser estritamente proibido para o competidor puxar para cima na exposição do tronco assim como mostrar o glúteo máximo.
    O arbitro ira olhar para uma boa expansão do grande dorsal, mas também para uma boa densidade muscular e ira novamente concluir com o exame da cabeça aos pés.
    6) Tríceps Lateral (melhor lado)
    O competidor pode escolher um lado para esta pose para assim mostrar o "melhor" braço.
    Em pé com seu lado esquerdo ou direito voltado para os Árbitros, colocar ambos os braços para trás, ou unir os dedos ou segurar na frente do braço pelo punho com a parte posterior da mão.
    A perna mais próxima dos Árbitros estará flexionada no joelho e com planta do pé repousando no solo. O competidor exercera pressão contra a parte frontal do seu braço, causando uma contração do músculo tríceps.
    Ele ira também levantar o peito e contrair os músculos abdominais como também os músculos da coxa e da panturrilha.
    O arbitro examinara primeiro os músculos tríceps, e concluir com um exame da cabeça aos pés. Nesta pose, o arbitro deve ser capaz de examinar os músculos da coxa e da panturrilha de perfil, que ajudara a graduar seu desenvolvimento comparativo mais precisamente.
    7) Abdominais e Coxa (mãos na nuca e contração de pernas)
    Em pé de frente para os Árbitros, o competidor colocara ambos os braços atrás da cabeça e colocara uma perna à frente.
    Ele então ira contrair os músculos abdominais por "apertando" o tronco levemente para frente.
    Ao mesmo tempo, ele ira contrair os músculos da coxa da perna que esta a frente.
    O arbitro examinara os músculos abdominais e da coxa, e então concluirá com um exame da cabeça aos pés.
    Talvez nossas avaliações se tornem mais interessantes com elas.
    Abraços e fiquem com Deus.
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    napoli recebeu uma reação de fisiculturismo em Frank zane: qual sistema de treinamento usava?   
    Estou tentando baixar um video com o titulo "Frank Zane Routine", se der certo eu aviso.
  25. Curtir
    napoli recebeu uma reação de fisiculturismo em Não está crescendo? Não consegue descobrir o porquê? Entre aqui!   
    Está mais para um tópico da seção nutrição.

    Bastante útil e didático.

    Valeu.

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