Ir para conteúdo

dougwar

Membro
  • Total de itens

    127
  • Registro em

  • Última visita

  1. a fase de saturação serve para dar um up na dosagem e depois mante-la estavel em uma dosagem alta, se vc eh a favor da fase de saturação tera q fazer todas as vezes sim. t+
  2. foi mal mas ultima mente estou muito ocupado mas pretendo resolver isso rapido
  3. procura na net, q tem os produtores esse eh da "arla", mais pedido minimo eh 40kg, esse eh comprado da importadora deles aki no brasil. o gosto naum eh ruim nem bom a divisão, vai da R$40, o kilo. por causa dos engargos. T+
  4. quem confirmou ate agora foi carma cD_Bolt Brunow2r True_Brujah Eddie X Novatoo1
  5. meu email deu pau vamo negociar por aki msm Nome completo: Cep: email: Quantidade de whey que deseja: postem estas informaçoes via mp, q passo o preço, e d como adquirir, naum tenho uma lista d quem vai pedir aqueles q pagarem primeiro levam t+
  6. bom galera to tendo uns contra tempos aki mas o mais rapido possivel respondo os email ok.
  7. por outro lado vitaminas do complexo B fazem uma melhor regeneração de pele
  8. no site esta dizendo q a glutamina eh proibida tb
  9. eu tomo este medicamento a uns 3 anos qdo tenho crise de asma, quase todo dia, uso 200mcg cada dose, jah da um puta gás
  10. Pra quem fala tanto dos suplementos importados Notícias Análises a 52 dos produtos mais vendidos nos EUA Suplementos desportivos ainda contaminados com esteróides e estimulantes 16.12.2007 Por Duarte Ladeiras Os suplementos ainda são um risco para os atletas Vários anos depois de um estudo pago pelo Comité Olímpico Internacional (COI) ter provado que os atletas podem registar inadvertidamente controlos de doping positivos ao usarem suplementos nutricionais, outra pesquisa veio mostrar que na indústria dos complementos pouco mudou. O laboratório inglês HFL analisou 52 suplementos comercializados nos EUA e descobriu que continua a haver contaminação com substâncias não indicadas nos rótulos, nomeadamente esteróides anabolizantes (25 por cento) e estimulantes (11,5 por cento), cujo consumo é proibido no desporto. Entre os anos 2000 e 2002, o COI e o laboratório antidoping alemão analisaram 634 suplementos de 13 países e concluíram que quase 15 por cento estavam contaminados com esteróides ou pró-hormonas, que dentro do corpo se transformam em esteróides. A percentagem registada só em produtos comprados nos EUA era de 18,8 por cento. O estudo agora realizado pelo HFL e orientado pela Informed-Choice, organização sem fins lucrativos, tinha como propósito saber se o cenário mudou. “Ficámos muito surpreendidos com os resultados. (...) Não fomos atrás de produtos que pareciam duvidosos. Analisámos produtos que são comuns e de topo, que podem atrair um miúdo de um liceu”, afirmou ao “USA Today” o director-executivo do laboratório inglês, Dave Hall. De facto, no próprio relatório o HFL explica que foram compradas em lojas e sites norte-americanos as marcas mais vendidas entre os tipos de suplementos mais comuns (crescimento muscular, perda de peso, recuperação física e vitaminas). O único factor que pode ter influenciado os resultados finais foi a decisão de não incluir produtos de empresas que fazem análises regulares. Dos suplementos testados, o maior índice de contaminação registou-se nos complementos que estimulam o corpo a produzir mais testosterona: quase todos tinham esteróides anabolizantes (androstenediona, androstenediol e DHEA). Entre os dopantes encontrados está ainda a efedrina, um estimulante banido há poucos anos pela Food and Drug Administration, autoridade de controlo alimentar a farmacológico nos EUA. “Fica claro que nem todos os produtores de suplementos seguem as boas práticas de fabrico e que os necessários controlos nem sempre são implementados, de modo a garantirem a segurança dos atletas e do público em geral que usam complementos”, argumenta o laboratório na conclusão do estudo, considerando necessário que os atletas “saibam os riscos associados”. Segundo Hoffman, a contaminação é geralmente acidental e deve-se à limpeza incorrecta das linhas de fabrico ou a matéria-prima contaminada importada do Sudeste asiático, da Índia ou do Leste europeu. Como o HFL não divulgou as marcas contaminadas, não é possível verificar se estão à venda em Portugal, cujas lojas comercializam suplementos populares nos EUA. Estudo do HFL (publicado no site do USA Today) INVESTIGATION INTO SUPPLEMENT CONTAMINATION LEVELS IN THE US MARKET HFL 2007 http://www.usatoday.com/sports/hfl-supplement-research-report.pdf
×
×
  • Criar Novo...