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duduhaluch

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    finasterida só serve p queda de cabelo quando o motivo é conversão em DHT
     
    e no caso da oxan, embora seja um derivado do DHT, ela ñ se converte e nem aumenta DHT, então a queda de cabelo ocorre no pós-ciclo  justamente pelo rebote do estradiol e do cortisol
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    tanto o estradiol elevado como o cortisol contribuem para a queda de cabelo, e esses hormônios estão em alta no pós-ciclo
     
    leia o meu artigo e outros artigos de tpc 
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    duduhaluch recebeu uma reação de Cláudio Chamini em O mito da alta hepatoxidade dos esteroides (DUDU)   
    concordo mestre, já observei o mesmo
     
    sempre q possível exames, cuidem de suas taxas
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    duduhaluch recebeu uma reação de Cláudio Chamini em O mito da alta hepatoxidade dos esteroides (DUDU)   
    O estudo envolveu 31 homens idosos, com idades entre 65 e 80 anos. Os homens foram divididos em três grupos, um grupo não recebendo nada (GRUPO 1), tendo um grupo recebendo 50mg (GRUPO 2),  e o outro grupo recebendo 100mg (GRUPO 3), fazendo uso diário por um período de doze semanas. Foram medidas a massa magra, força, LDL, HDL, colesterol total, triglicerídios séricos, PSA (marcador de câncer na prostata) e enzimas hepáticas (fígado). Os resultados foram estes:
    Legendas:
    *Grupo 1
    *Grupo 2 (50mg) Barra Branca representativa
    *Grupo 3 (100mg)
    Os números representam desde o início até a semana 12 de um teste de uma repetição de força máxima. Grupo 2 e 3 tiveram diferenças significativas de ganha de força em comparação ao grupo Grupo 1.
     
    Legendas:
    *Grupo 1
    *Grupo 2 (50mg) Barra Branca representativa
    *Grupo 3 (100mg)
    Mudanças na composição corporal também foram notadas para uma perda de gordura significativas no Grupo 2 e 3, entretanto a perda foi aproximadamente igual, indicando uma ausência de uma resposta relacionada com a dose para a variação da perda de gordura, já o  ganho de massa magra foram significativos nos dois grupos que usaram oximetalona, sendo a dosagem de 100mg (Grupo 3) com maior ganho de massa magra.
    Mudanças nos níveis hormonais também foram detectadas após as 12 semanas, níveis de LH e SHBG diminuíram respectivamente. Não houve mudanças significativas no PSA,
    total ou LDL valores de colesterol ou triglicérides em jejum. No entanto, verificou-se uma redução significativa nos níveis de HDL (redução 19% (50m) e 23 (100mg) pontos respectivamente, os grupos), enzimas hepáticas (transaminases AST e ALT) aumentaram apenas em doses de 100 mg, mas as mudanças não foram dramáticas, e não foram
    acompanhado por aumento hepático ou o desenvolvimento de qualquer doença hepática grave.
    Assim os pesquisadores, após as doze semanas concluíram que a oximetalona melhorou a força muscular (LBM) e voluntária máxima e diminuição da massa gorda em homens mais velhos. O principal fator negativo do impacto do uso da oximetalona, foi a redução do colesterol bom (HDL), o que é um legítima preocupação quando se trata de avaliar o risco de um possível desenvolvimento de doença cardiovascular e não se sabe se o uso da substância oximetalona a longo prazo, pode ser um risco para possíveis fatores negativos a saúde. No entanto, o estudo apresentou um melhor desempenho e composição corporal, com poucos fatores negativos e que podem ser reversíveis.
    Citações minhas: o estudo mostra ser positivo para o uso de Anadrol, para a composição corporal, espero que vocês aproveitem o artigo e leiam, deu mó trabalhão traduzir e resumir isso aí... 
     
    Fonte: Effects of an oral androgen on muscle and metabolism in older, community-dwelling men. Schroeder et al. Am J Physiol Endocrinol Metab 284:
    E120-28
    TRADUÇÃO: DETROX 
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    duduhaluch recebeu uma reação de Cláudio Chamini em O mito da alta hepatoxidade dos esteroides (DUDU)   
    A alta hepatoxidade dos esteróides é um dos mitos mais divulgados sobre esteróides, e um dos que causa mais medo entre os usuários, e como veremos, sem nenhum fundamento científico. Muito desse mito também é divulgado por artigos sobre esteróides, e quase sempre se referências confiáveis, como a afirmação de que o hemogenin é um esteróide que pode provocar câncer de fígado [1].

    "Nós temos dito há anos que se você tomar esteróides 17AA 9alfa-alquelados), você acabará por ficar com problemas de fígado. Nunca combine 17 AA, jamais ir além de 50mg/ dia, nunca vá mais de 4 semanas, etc Tudo isso é uma porcaria! Como eu e você veremos através de alguns estudos, hoje, você verá que esteróides 17AA podem ser hepatotóxicos, mas não ao grau que você pensaria.
    Para fazer um esteróide hepatóxico, é necessário apenas uma pequena alteração de uma molécula de esteróide; uma ligação forte que não podem ser prontamente quebrada por enzimas no fígado. Esta pode ser uma ligação na posição 17, ou mesmo na posição 1 (como na primobolan ou proviron). Porque o fígado não pode facilmente quebrar os esteróides antes ele é liberado na corrente sanguínea, o que também resulta na esteróides por via oral para se tornar mais bio-disponível.

    Podemos ver que o fígado tem de trabalhar mais para quebrar estes esteróides. As enzimas no sangue e tecidos facilmente metabolizar outros esteróides tais como a testosterona.Comumente, este aumento na atividade do fígado tem sido visto como um processo prejudicial, mas como você verá, este aumento é, em si, é irrelevante. O fígado é o filtro do corpo humano - pode descobrir o que fazer com qualquer coisa. O único verdadeiro problema surge quando a pessoa mantém seu fígado em plena explosão por longos períodos de tempo." [2]

    As quatro mais comuns manifestações graves de toxicidade hepática induzida por esteróides são colestase intra-hepática, peliose hepática, adenoma hepatocelular e carcinoma hepatocelular. Colestase intra-hepática refere-se a uma condição em que o fígado não pode mais adequadamente transportar e metabolizar biliar (obstrução do ducto biliar). Isso pode coincidir com icterícia, ou amarelamento da pele e os olhos como bilirrubina constrói nos tecidos do corpo. Colestase é geralmente resolvido com a cessação imediata do uso de esteróides. Peliose hepática é uma condição rara e muito grave, caracterizada por cistos cheios de sangue no fígado. Adenoma hepatocelular é um tumor raro do fígado não-malignas (não cancerosos). Embora em alguns casos, não requerem intervenção adicional que não seja a abstinência do uso de esteróides, hepatocelular ademona pode levar a vida em risco de sangramento ou insuficiência hepática. O carcinoma hepatocelular se refere ao câncer de fígado malignos. Esta última consequência e talvez o mais grave de uso de esteróides só foi documentada em um previamente saudável usuário recreativo de esteróides [1].

    Entre os diversos estudos, os casos relatados de usuários de esteróides com problemas hepáticos é quase sempre raro e muitas vezes a culpa dos esteróides é duvidosa.

    Alguns casos conhecidos e comprovados sobre a hepatoxidade dos esteróides se referem ao abuso por longos períodos de tempo, como o da menina japonesa de 14 anos que apresentou lesões no fígado após ser submetida a tratamento com oximetolona (hemogenin) com 30mg por dia durante 6 anos [3]. Existe também relatos de atletas alemães que entre os anos 60 e 80 que usaram altas doses de turinabol (100-150mg/dia) e não tiveram problemas relacionados à hepatoxidade [4].

    Em 1999, pesquisadores tentaram provar que a hepatotoxicidade dos esteróides é exagerada [5].Neste estudo, 15 dos participantes eram fisiculturistas usando esteróides e 10 eram não-esteróides fisiculturistas. Dados foram comparados a 49 pacientes com hepatite viral e com 592 estudantes de medicina sedentários e praticantes de atividade física.

    Todos os bodybuilders mostraram aumentos do aspartato aminotransferase (AST), cinase aminotransferase (ALT) e creatina alanina (CK), enquanto gama-glutamiltranspeptidase (GGT) estavam na gama normal. Em comparação, os pacientes com hepatite mostraram aumento da ALT, AST e GGT enquanto que o grupo controle de estudantes de medicina apresentaram níveis aumentados de CK. A partir deste, os investigadores sugeriram que é a correlação entre AST, ALT e GGT que mostra disfunção hepática verdadeira. Tenha em mente, podemos apenas imaginar que os 15 usuários de esteróides estavam usando 17 AA esteróides, e não sabemos que doses que foram utilizadas., Mas o senso comum nos diz que os resultados são provavelmente relevantes. [2]

    Então o que podemos concluir de tudo isso?

    Primeiro, 17 AA esteróides são hepatotóxico em doses elevadas tomadas durante um tempo longo. Por outro lado, os ciclos curtos e dosagens pequenas parecem estar perfeitamente seguras, sem necessidade de proteções hepáticas como silimarina, etc. Eu sugiro que doses máximas devem ser 500mg a 900mg por dia. Eles devem ser reciclados para talvez 8 semanas, e se necessário um intervalo de 3 meses a partir deles deve ser dado. Usando as técnicas acima mencionadas, o fígado pode ser saudável para um longo período de tempo. Simplificando, a histeria em torno da "hepatoxidade" dos esteróides, é baseada principalmente na sabedoria popular.



    [1] https://forums.steroid.com/anabolic-steroids-questions-answers/450672-liver-health-william-l.html#.UPxW-CeABMg .html (W. Llewellyn)
    [2] http://forums.steroid.com/showthread.php?269806-Hepatoxicty-Fact-or-Fiction#.UPxW-CeABMg (Roy Harper)
    [3] J Gastroenterol 2000;35(7):557-62, Multiple hepatic adenomas caused by long-term administration of androgenic steroids for aplastic anemia in association with familial adenomatous polyposis. Nakao A, Sakagami K, Nakata Y, Komazawa K, Amimoto T, Nakashima K, Isozaki H, Takakura N, Tanaka N.
    [4] W. Llewellyn, Anabolics 2006.
    [5] Clin J Sport Med 1999 Jan;9(1):34-9, Anabolic steroid-induced hepatotoxicity: is it overstated? Dickerman RD, Pertusi RM, Zachariah NY, Dufour DR, McConathy WJ.


    DUDU Haluch, tradução e adaptação
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    duduhaluch recebeu uma reação de Cláudio Chamini em TPC Completa: drogas, ponte, dieta e treino (DUDU)   
    Depois de escrever vários tópicos sobre as melhores alternativas, drogas, para uma terapia pós ciclo, vou fazer um resumo aqui das melhores estratégias para construir uma TPC poderosa, afim de recuperar seu eixo hormonal rapidamente e consolidar os ganhos de um ciclo.
    Muitas pessoas me perguntam quais as drogas para se usar na TPC, e acabam se esquecendo que a dieta e o treino desempenham um papel muito importante na recuperação do eixo HPT (hipotálamo-pituítaria-testicular).
    Recuperar o eixo hormonal rapidamente é fundamental não só para manutenção dos ganhos do ciclo, com também para se manter saudável, uma vez que grandes variações hormonais podem prejudicar sua saúde e destruir seus ganhos.

    1) Drogas:
    Várias drogas podem ser utilizadas durante a TPC, sendo que as principais são os anti-estrógenos (SERM´s e inibidores de aromatase). Para um ciclo comum de 8-12 semanas considero o Tamoxifeno como droga de base, devendo ser usado por 4-8 semanas (dependendo da meia-vida das drogas utilizadas no ciclo e do tempo que vc levou para iniciar a TPC), em uma dose de 20mg por dia.
    Por ser muito semelhante, mas muito mais fraco q o tamox, considero o uso de clomid dispensável, com pouco ou nenhum benefício adicional e com maiores riscos de colaterais. 
    O uso de inibidores de aromatase deve ser considerado em ciclos mais longos e pesados, seja durante o ciclo e/ou também nas primeiras semanas da TPC, tanto para controlar estradiol, progesterona, prolactina, como tb para estimular LH, FSH e testosterona, acelerando a recuperação pós-ciclo.
    Seria recomendável o acompanhamento com exames, uma vez q os IA´s podem ser mto agressivos no controle do estradiol.
    O uso de HCG também é de grande valia durante ciclos pesados e supressivos, além de evitar atrofia testicular, vai tornar a recuperação pós-ciclo mais fácil, já que ele imita o LH, mantendo seu eixo ligado, elevando níveis de testosterona endógena. Pode ser usado nas primeiras semanas da TPC (já que o HCG inibe o LH não é bom usar durante toda a TPC).
    Cabergolina e Bromocriptina devem ser consideradas em ciclos com drogas q elevam os níveis de prolactina significativamente (deca, mas principalmente trembolona e hemogenin). No final do ciclo, e de preferência considerando exames ou sintomas relacionados à prolactina.

    2) Ponte com esteroides:
    Acredito q seja uma idéia interessante usar baixas doses de drogas de MV curta, durante o intervalo entre o ciclo (considerando um ciclo onde foram usadas drogas de meia-vida longa como dura, deca, boldenona, cipionato, etc) e a TPC.
    A idéia é atingir a homeostase saindo do ciclo lentamente e também evitar um rebote do cortisol, principalmente enquanto os níveis hormonais exógenos estão caindo e sua testosterona natural está baixa.
    Drogas como dianabol e oxandrolona em doses de 10-30mg /dia podem ser mto interessantes, uma vez q causam fraca inibição do eixo HPT, e poderiam ser usadas não só na ponte, mas tb durante as primeiras semanas da TPC, em paralelo com tamoxifeno. Usar em pirâmide decrescente é uma excelente idéia (2 semanas com 30mg/dia, 2semanas com 20mg/dia, etc).

    3) Dieta:
    Em geral a dieta não precisa sofrer muitas modificações, mesmo porque uma redução ou aumento das calorias podem levar a perda dos ganhos de massa muscular ou ao ganho de gordura. O principal aqui é manter a qualidade dos alimentos, uma vez q os esteróides podem prejudicar várias funções do organismo, como colesterol, função hepática e renal, pressão arterial.
    Gorduras boas são fundamentais para elevar os níveis de testosterona, assim como normalizar os níveis de colesterol, então o uso de alimentos e suplementos ricos em ômega 3 e 6, azeite, castanhas, óleo de linhaça, óleo de prímula, etc, é fundamental para recuperação saudável do corpo na TPC.
    O uso das vitaminas D e E também ajuda a elevar os níveis de testosterona de maneira significativa, assim como vitamina C para inibir cortisol, que é alto no pós ciclo. Tribulus é um auxiliar, que embora não tenha efeitos comprovados para elevar os níveis de testo, muitos usuários afirmam sentir uma melhora na libido. Silimarina pode ser considerada para melhorar função hepática em alguns casos, principalmente se houver abuso de drogas orais 17AA.

    4) Treino:
    O treino durante a TPC deve ser pouco volumoso, simples e pesado. A idéia é dar mais tempo de descanso e também estimular a produção de testosterona com séries de ~4-8 repetições. Treinar 3x por semana com exercícios básicos seria o ideal na minha opinião.

    Exemplo de TPC para um ciclo básico de 10 semanas:
    1-10 testo 600mg 1-10 deca 400mg 4-8 dianabol 50mg tsd HCG:
    1-10 500UI por semana (250UI segunda e quinta) Ponte:
    11-13 diana 20mg tsd  14-16 diana 10mg tsd Tamox:
    14-20 20mg tsd vitamina E 1000UI por dia, 30 dias
    abraços, DUDU HALUCH
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    finasterida só serve p queda de cabelo quando o motivo é conversão em DHT
     
    e no caso da oxan, embora seja um derivado do DHT, ela ñ se converte e nem aumenta DHT, então a queda de cabelo ocorre no pós-ciclo  justamente pelo rebote do estradiol e do cortisol
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    tanto o estradiol elevado como o cortisol contribuem para a queda de cabelo, e esses hormônios estão em alta no pós-ciclo
     
    leia o meu artigo e outros artigos de tpc 
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    duduhaluch recebeu uma reação de fisiculturismo em O mito da alta hepatoxidade dos esteroides (DUDU)   
    concordo mestre, já observei o mesmo
     
    sempre q possível exames, cuidem de suas taxas
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    duduhaluch recebeu uma reação de fisiculturismo em O mito da alta hepatoxidade dos esteroides (DUDU)   
    O estudo envolveu 31 homens idosos, com idades entre 65 e 80 anos. Os homens foram divididos em três grupos, um grupo não recebendo nada (GRUPO 1), tendo um grupo recebendo 50mg (GRUPO 2),  e o outro grupo recebendo 100mg (GRUPO 3), fazendo uso diário por um período de doze semanas. Foram medidas a massa magra, força, LDL, HDL, colesterol total, triglicerídios séricos, PSA (marcador de câncer na prostata) e enzimas hepáticas (fígado). Os resultados foram estes:
    Legendas:
    *Grupo 1
    *Grupo 2 (50mg) Barra Branca representativa
    *Grupo 3 (100mg)
    Os números representam desde o início até a semana 12 de um teste de uma repetição de força máxima. Grupo 2 e 3 tiveram diferenças significativas de ganha de força em comparação ao grupo Grupo 1.
     
    Legendas:
    *Grupo 1
    *Grupo 2 (50mg) Barra Branca representativa
    *Grupo 3 (100mg)
    Mudanças na composição corporal também foram notadas para uma perda de gordura significativas no Grupo 2 e 3, entretanto a perda foi aproximadamente igual, indicando uma ausência de uma resposta relacionada com a dose para a variação da perda de gordura, já o  ganho de massa magra foram significativos nos dois grupos que usaram oximetalona, sendo a dosagem de 100mg (Grupo 3) com maior ganho de massa magra.
    Mudanças nos níveis hormonais também foram detectadas após as 12 semanas, níveis de LH e SHBG diminuíram respectivamente. Não houve mudanças significativas no PSA,
    total ou LDL valores de colesterol ou triglicérides em jejum. No entanto, verificou-se uma redução significativa nos níveis de HDL (redução 19% (50m) e 23 (100mg) pontos respectivamente, os grupos), enzimas hepáticas (transaminases AST e ALT) aumentaram apenas em doses de 100 mg, mas as mudanças não foram dramáticas, e não foram
    acompanhado por aumento hepático ou o desenvolvimento de qualquer doença hepática grave.
    Assim os pesquisadores, após as doze semanas concluíram que a oximetalona melhorou a força muscular (LBM) e voluntária máxima e diminuição da massa gorda em homens mais velhos. O principal fator negativo do impacto do uso da oximetalona, foi a redução do colesterol bom (HDL), o que é um legítima preocupação quando se trata de avaliar o risco de um possível desenvolvimento de doença cardiovascular e não se sabe se o uso da substância oximetalona a longo prazo, pode ser um risco para possíveis fatores negativos a saúde. No entanto, o estudo apresentou um melhor desempenho e composição corporal, com poucos fatores negativos e que podem ser reversíveis.
    Citações minhas: o estudo mostra ser positivo para o uso de Anadrol, para a composição corporal, espero que vocês aproveitem o artigo e leiam, deu mó trabalhão traduzir e resumir isso aí... 
     
    Fonte: Effects of an oral androgen on muscle and metabolism in older, community-dwelling men. Schroeder et al. Am J Physiol Endocrinol Metab 284:
    E120-28
    TRADUÇÃO: DETROX 
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    duduhaluch recebeu uma reação de Cih_Pandora em Ciclos sem TESTOSTERONA e LOW DOSES (DUDU)   
    Blz galera, voltando a escrever sobre ciclos aqui p vcs, p coclocar algumas ideias novas, já q parei de escrever pq estavam denunciando meu perfil.
     
    Vamos lá, esse texto serve principalmente p galera que cicla e faz TPC. O erro da galera está em achar que um ciclo como deca e testosterona (principalmente as de meia-vida longa) é um bom ciclo pq gera ganhos de ~8-12kg, mas a verdade é que esses ganhos são a maior parte ilusórios, pq são ganhos mto rápidos e de qualidade bem duvidosa (mta água em geral). E isso é feita às custas de uma grande supressão do eixo HPT, e tb com o risco de colaterais mais agressivos devido a forte variação hormonal causa da por esse tipo de ciclo pq, além de inibir LH e FSH, os níveis muito altos de hormônio tb afetam outros hormônios como estradiol, prolactina, DHT, além de seus efeitos no sistema nervoso central (efeitos a longo prazo sobre os sistemas serotoninérgicos e dopaminérgicos do cérebro), que acabam por te deixar fadigado após o ciclo, seu psico fica na merda.
     
    Infelizmente a maioria da galera q quer ciclar subestima esses colaterais, e muitos mesmo desistem de treinar, ficam depressivos após o ciclo, e acabam ficando pior do que antes. Não tenho dúvidas que a depressão pós-ciclo é dos piores colaterais de um ciclo de esteroides. Acredito que os novatos e usuários recreativos devem sempre ter na dieta a base de sua evolução, pq sabem que após o ciclo vc volta a ser natural, e se vc faz um ciclo mto supressivo pode levar meses para ter potencial para evoluir novamente, mesmo fazendo uma boa TPC, pq a agressão que um ciclo desses faz no organismo é algo que não tem uma recuperação rápida.
     
    Uma evolução lenta usando low doses é muito mais proveitosa pq torna a adaptação do organismo mais fácil, levando a uma recuperação do eixo mais rápida e tb não causando uma variação hormonal tão agressiva, ne um crash hormonal tão forte após o ciclo. Quando alguém diz: “se for ciclar, cicla direito”; ela está totalmente enganada em acreditar que qualquer droga ou dose usada vai causar o mesmo efeito deletério no organismo. Nem os ganhos serão tão grandes, mas os colaterais e supressão do eixo muito menos. É muito diferente vc usar drogas que causam uma forte supressão do eixo (como deca, trembolona, testosterona) ou drogas que ficam um longo tempo no corpo causando feedback negativo (durateston, boldenona, deca, cipionato, enantato), e usar drogas que causem uma supressão do eixo mais suave (sem zerar LH e FSH em doses baixas: oxandrolona, primobolan, dianabol), e que deixam o organismo rapidamente deixando de causar feedback, e propiciando um rápido ambiente hormonal para recuperação do eixo, drogas essas que tb causam variações hormonais menos agressivas. Então vc pode fazer um ciclo só com oxandrolona ou só dianabol, ou mesmo apenas stanozolol (parece ser mais supressivo e mtos reclamam de queda na libido com ele), usando doses moderadas, esperando ganhos de ~4-8kg em ~6-8 semanas, mas com uma recuperação pós-ciclo mto mais rápida, e consequentemente ganhos mais sólidos.
     
    Aí vc pode falar que testosterona é sempre a base de um ciclo por causa da libido e blabla, então eu te pergunto, “e depois do ciclo de um ciclo usando testo, como fica sua libido?”. Vc fica na merda, pq um ciclo com drogas como testosterona influenciam violentamente a libido, e toda excitação que vc teve durante o ciclo te deixa na merda depois do ciclo (quanto maior sua libido durante um ciclo, maior a chance de uma queda agressiva após o ciclo), então não se empolgue. Testosterona passou a ser base de ciclos justamente na época que os atletas passaram a se manter constantemente hormonizados, e quando os anti-estrogênicos se tornaram mais populares, parece que final dos anos 80 e anos 90. Antes disso os ciclos mais comuns eram com deca e dianabol, mas sem uma consciência e entendimento sobre recuperação do eixo HPT. Não estou falando mal da testosterona, estou querendo apenas tirar essa ilusão da necessidade de ciclar com testo, sendo que sua libido tende a cair de forma mais violenta após um ciclo usando testosterona (pela suapoderosa influência no LH, FSH, e tb em outros hormônios responsáveis pela libido, como estradiol, DHT e prolactina). Claro que vc pode ter uma queda na libido ciclando sem testosterona, usando oxandrolona, dianabol, primobolan, stanozolol ou turinabol, mas a tendência é não sofrer com isso após o ciclo e nem ter uma queda violenta durante o ciclo, e se isso for um incômodo mto grande basta usar uma testosterona de ação rápida apenas para melhorar sua libido.
     
    A mensagem que quero deixar aqui é que “grandes ganhos levam a problemas maiores”, e para um cara que pretende se manter natural após um ciclo, o mais eficiente no longo prazo para sua evolução e bem-estar é usar o esteroide como um aliado à sua dieta e treinamento, e não a única arma para sua evolução. Tenha certeza que é mto mais fácil para seu corpo lidar com uma variação hormonal suave que aumenta 5kg, do que uma variação hormonal que aumente 10kg e cause uma zona nos seus hormônios endógenos. A evolução mais lenta e consistente é a mais eficiente para seu corpo.
     
    dudu haluch
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    duduhaluch recebeu uma reação de davidevh em CRUISE / TRH - artigo (DUDU)   
    Cruise ou ponte é a fase em que usuários de esteroides que ficam hormonizados constantemente usam basicamente para 3 finalidades principais:
     
    1)      Manutenção dos ganhos do ciclo (BLAST);
    2)      Manutenção da saúde, regulação das taxas alteradas durante o ciclo (TGO, TGP, creatinina, colesterol (total, HDL, LDL), hemograma, painel hormonal, etc);
    3)      Quebrar platô, uma vez que os ganhos tendem a estagnar em ciclos muito longos (>10-12 semanas), diminuindo significativamente o custo-benefício de se manter em altas doses de esteroides androgênicos.
     
    1)      Manutenção dos ganhos:
    Na terapia de reposição homonal (TRH) convencional as doses usadas de testosterona costumam ficar na faixa de ~100mg por semana (ou 200-250mg a cada 2-3 semanas), com o objetivo de melhora da função sexual, restabelecimento da sensação de bem-estar geral, manutenção da massa muscular, queima de gordura, etc.  No caso do bodybuilding como a finalidade é a manutenção dos ganhos do ciclo as doses de testosterona no Cruise devem ser suprafisiológicas, uma vez que não é possível manter muita massa muscular com baixo percentual de gordura com doses de testosterona em níveis fisiológicos. Alguns atletas podem optar por outra droga como base no Cruise (deca, boldenona, primobolan, etc), mas em geral a maioria vai preferir testosterona como base, e eu acredito ser a melhor escolha pelos seus efeitos e também por uma manutenção mais equilibrada e controlada dos níveis hormonais. A dose usada no Cruise vai depender da estrutura corporal e experiência do usuário, como também das doses total de andrógenos usadas no BLAST e da dose de esteroides androgênicos auxiliares que ele possivelmente pode querer usar com a testosterona no Cruise, mas acredito que uma boa dose fica na média de ~200-300mg de testosterona por semana (~900-1400 ng/dl). A fim de manter níveis de testosterona mais estáveis os esteres enantato e cipionato são as melhores opções.
     
    2)      Regulação das taxas:
    A escolha das drogas no Cruise depende fundamentalmente das drogas que foram usadas durante o BLAST. Taxas como TGO, TGP, bilirrubinas podem estar alteradas se drogas 17 AA (hemogenin, dianabol, oxandrolona, turinabol, halotestin, stanozolol) foram usadas durante ou no final do ciclo, então essas drogas deveriam ser evitadas durante o Cruise ou usadas cuidadosamente, e cuidados com a dieta devem ser fundamentais para regularizar essas taxas. Taxas hormonais como hormônios da tireoide (T3, T4, TSH) não costumam sofrer alterações significativas como o uso de esteroides androgênicos. A maior preocupação dos usuários em geral é com os níveis de estradiol (E2), que naturalmente estarão elevados com o uso de drogas aromatizantes durante o ciclo, e não deve ser uma preocupação se a relação entre testosterona e estradiol permanecer aproximadamente constante (T:E2), já que a redução dos níveis de testosterona durante o Cruise devem levar a uma redução nos níveis de estradiol. No entanto se foram usados inibidores de aromatase (IA: anastrozol, letrozol, exemestano) durante o BLAST, deve-se tomar cuidado para que a suspensão deles durante o Cruise não leve a um efeito rebote do estrogênio enquanto níveis de testosterona são menores nessa fase. Portanto recomendo que as doses de IA devam ser reduzidas gradativamente e que se use drogas anti-estrogênicas (SERM’s: tamoxifeno ou clomid; proviron)  durante o Cruise para controlar possíveis colaterais estrogênicos (ginecomastia, pressão alta, retenção, etc) devido a um desequilíbrio entre andrógenos e estrógenos. Portanto os níveis de estradiol não precisam ficar necessariamente no intervalo normal (10-50 pg/mL), uma vez que a relação entre T:E2 permaneça aproximadamente constante, o mesmo valendo para a relação T:DHT, já que níveis de DHT serão maiores com doses maiores de testosterona. Alguns usuários também se preocupam com níveis de prolactina, mas em geral esse hormônio fica dentro dos intervalos de referência, e sua alteração em geral não é uma preocupação, já que os principais colaterais são ginecomastia (que em geral pode ser resolvida com o uso de Dostinex ou Parlodel), inibição do eixo HPT (que não é uma preocupação para quem está on fire). Uma das principais taxas alteradas durante o uso constante de esteroides androgênicos é o colesterol (total, LDL, HDL), principalmente por drogas como stanozolol, hemogenin, portanto essas drogas devem ser evitadas durante o cruise, mesmo porque a própria testosterona já reduz níveis de HDL, assim como deca. Esse é mais um motivo para adicionar tamoxifeno no seu Cruise, já que além bloquear efeitos estrogênicos ele mostrou melhorar perfil lipídico (reduzindo colesterol total e LDL). A alternativa mais eficiente para aumentar níveis de HDL significativamente é o uso de Niacina, considerando que o usuário já mantém uma alimentação saudável durante o ciclo, mas o cuidado com as drogas escolhidas é fundamental.
     
    3)      Quebra de platô e escolha das drogas no Cruise:
    Como disse anteriormente a melhor escolha para droga base no Cruise é a testosterona (~200-300mg por semana), mas o usuário também pode combinar drogas anabólicas auxiliares para ajudar na manutenção dos ganhos pensando numa possível sinergia com a testosterona. Se orais 17 AA não foram usados durante o ciclo podem ser uma boa escolha para o Cruise, principalmente os que não alteram significativamente o colesterol (dianabol, oxandrolona, primobolan, turinabol) em doses de ~10-30mg por dia. Drogas injetáveis em doses baixas também podem ser uma opção (masteron, primobolan, deca, boldenona). Para potencializar a quebra de platô para o próximo BLAST é importante que as doses totais de esteroides androgênicos usadas no Cruise não sejam muito altas, e acredito que uma média boa seja que a dose semanal total de androgênicos usadas no Cruise seja ~1/4 – 1/5 da dose semanal total usada no BLAST. O tempo de duração do Cruise também não deve ser muito curto (<4 semanas), e acredito que um tempo razoavelmente bom para quebrar platô e regular as taxas seja da ordem de ~6-8 semanas, sendo muito aconselhável que os exames para verificar suas taxas sejam feitos aproximadamente no final do Cruise. Alguns usuários também podem querer usar HCG durante o cruise, principalmente se tiverem muita atrofia testicular durante o ciclo ou se desejar aumentar volume ejaculatório (mais por uma questão de bem-estar por sentir suas bolas vivas, do que uma necessidade). O uso do proviron também é uma boa opção, já que além do efeito anti-estrogênico ele também reduz níveis de SHBG significativamente (aumentando testosterona livre, disponibilidade dos andrógenos), e muitos usuários relatam grande melhora na libido e na sensação de bem estar usando essa droga.
     
    Para finalizar, acredito que o treinamento no Cruise deve ser menos volumoso, com cargas boas, a fim de manter um bom estímulo para segurar os ganhos, mas também dar mais descanso para o corpo, por se tratar de um período recuperativo e de manutenção dos ganhos. Dieta de bulk ou cutting jamais devem ser feitas no Cruise, é totalmente contraprodutivo para ganhos, já que como disse é uma fase para tentar manter o máximo possível dos ganhos e regular suas taxas, a fim de manter sua saúde da melhor forma possível usando esteroides androgênicos constantemente.
     
    Fonte:
    Dudu Haluch
     
    Abraços, DUDU HALUCH
     
  13. Curtir
    duduhaluch recebeu uma reação de davidevh em CRUISE / TRH - artigo (DUDU)   
    eu disse no texto manin:
     
    "O tempo de duração do Cruise também não deve ser muito curto (<4 semanas), e acredito que um tempo razoavelmente bom para quebrar platô e regular as taxas seja da ordem de ~6-8 semanas, sendo muito aconselhável que os exames para verificar suas taxas sejam feitos aproximadamente no final do Cruise."
  14. Confuso
    duduhaluch recebeu uma reação de Patricia Guilherme em ESTERÓIDES e CICLOS para MULHERES (DUDU)   
    Nesse artigo pretendo falar sobre o uso de esteróides anabolizantes por mulheres, seja em nível recreativo, ou em uso competitivo. Como sabemos o nível de testosterona produzido pelas mulheres é cerca de 20 vezes menor que no homem, e isso faz com que o corpo das mulheres tenha uma resposta anabólica com doses de esteróides anabolizantes muito menores que um homem. Também sabemos que a testosterona e os androgênios são os hormônios responsáveis pelas características sexuais masculinas, e isso faz com que efeitos virilizantes (crescimento de pêlos, engrossamento da voz, hipertrofia do clitóris, masculinização da face e do corpo) causados pelo uso de esteroides androgênicos sejam uma preocupação adicional pelas mulheres, além dos outros colaterais comuns (acne, oleosidade, queda de cabelo, etc). Quando se fala em ciclos para mulheres a escolha das drogas em geral está diretamente relacionada com a preocupação com os efeitos colaterais virilizantes, mas muitas atletas (níveis Figure, Fitness, Bodybuilding principalmente) não tem essa preocupação, e não hesitam em usar qualquer tipo de esteróide androgênico ou doses tão altas como os homens para entrar em nível competitivo. De qualquer forma qualquer esteróide pode provocar virilização em algum nível, mesmo em doses baixas, mesmo porque algumas mulheres podem ter efeitos virilizantes pela sua própria produção natural de testosterona ou por estarem muito próximas do limiar onde efeitos virilizantes podem acontecer. 


    No artigo “Esteróides e Treinamento para Mulheres” [1] já foi falado sobre os efeitos benéficos e colaterais dos esteróides androgênicos (como também da importância de mudança no treinamento com o uso de androgênios), então nesse artigo vou falar sobre o uso de esteróides anabolizantes por mulheres, considerando o grau de virilização causado por cada droga. Podemos construir uma escala aproximada de acordo com o grau de risco virilização de cada droga. Para isso, vamos considerar doses normais usadas por mulheres (50-100mg deca, 50mg de stano dsdn, 20-30mg de oxandrolona dia, etc).

    ESCALA DA VIRILIZAÇÃO:

    1) Hemogenin (~25mg dia)
    2) Primobolan (~20-30mg dia oral, ~150mg semana injetável)
    3) Oxandrolona (~20-30mg dia)
    4) Turinabol (~20-30mg dia)
    5) Boldenona (~100mg semana)
    6) Proviron (~25-50mg dia)
    7) Masteron (~150mg semana injetável)
    8 ) Stanozolol (~20-30mg dia oral, ~25-50mg dsdn injetável)
    9) Deca (~50-100mg semana)
    10) Testosterona (~50-100mg semana)
    11) Dianabol (~10-20mg dia)
    12) Halotestin
    13) Trembolona (~100-150mg semana)


    Essa é só uma aproximação, dentro das doses usuais usadas pelas mulheres, mesmo porque seria muito difícil mensurar o grau de virilização de cada droga, considerando a ausência de relatos confiáveis e estudos científicos, então eu não me importaria se a ordem de muitas drogas fosse alterada nessa escala. Só estou dizendo, que dentro dessa aproximação, os primeiros lugares da escala tendem a apresentar menor risco de virilização que as drogas da parte de baixo da escala. Apesar do hemogenin estar em primeiro lugar [2], eu não optaria por ele para um primeiro contato devido aos seus outros colaterais (retenção, pressão alta, etc), e a maioria das mulheres se dá muito bem em um primeiro contato com oxandrolona e primobolan. O uso de stanozolol é muito comum pelas mulheres, por ser uma droga muito anabólica, mas virilização e inchaço com ela são muito comuns, sem contar os colaterais pós-ciclo mais severos (queda da libido, ganho de gordura, depressão, etc). 


    Atletas femininas das diferentes categorias usam as mais diversas drogas, então muito da diferença no grau de virilização e quantidade de massa muscular está relacionado às doses utilizadas muito mais que as drogas escolhidas. Atletas biquíni (toned, wellness) podem utilizar testosterona em doses baixas e ter excelentes resultados, sem efeitos virilizantes severos, enquanto atletas de categorias como Figure, Fitness e Bodybuilding usam doses maiores de testosterona, trembolona, deca, stanozolol, em geral sem preocupação com virilização.

    - TPC PARA MULHERES:

    Acredito que os ciclos mais seguros para mulheres, principalmente iniciantes, não devem passar de 6-8 semanas [3], e acho muito importante uma TERAPIA PÓS-CICLO (TPC) para elas, para controlar efeitos colaterais pós-ciclo devidos ao rebote do estrogênio, já que durante o ciclo o excesso de andrógenos provoca um grande desequilíbrio hormonal. Na verdade, a maior parte dos efeitos colaterais acontece no pós-ciclo (acne, oleosidade, queda na libido, ganho de gordura, depressão) por esse aumento drástico nos níveis de estrogênio. Dessa forma a TPC para mulheres tem uma finalidade principal diferente que nos homens (controle do estrogênio, enquanto nos homens é regularização do eixo HPT). Dan Duchaine já recomendava doses de 10-20mg de tamoxifeno por dia para controlar/minimizar esses colaterais [4]. O uso de clomid ou algum inibidor de aromatase também pode ser uma alternativa. Lembrando que essas drogas estimulam hormônio luteinizante (LH), que estimula a ovulação, então é bom ter cuidado para não engravidar após o ciclo. O uso pode ser feito por média de 4 semanas ou mais, de acordo com o ciclo e o a gravidade dos colaterais. O restante do protocolo TPC, incluindo dieta, treino e vitaminas pode ser seguido na forma padrão, como na referência [5].

    - ANTICONCEPCIONAL DURANTE O CICLO:


    Existe muita dúvida sobre o uso de anticoncepcional durante o ciclo, e o que posso dizer é que a funcionalidade do anticoncepcional fica comprometida durante (atrapalha os ganhos e perde efetividade) e após o uso dos androgênios, já que ambos são hormônios antagônicos. Esteróides androgênicos por si só já inibem ovulação, mas após o ciclo o quadro hormonal fica totalmente alterado, e o excesso e depois queda do estrogênio impede a regularidade do efeito do anticoncepcional. Deve-se enfatizar que um nível moderado e constante de estrogênio circulante exerce um efeito de retroalimentação negativo na secreção de LH, enquanto durante o ciclo menstrual um nível elevado de estrogênio exerce um efeito de retroalimentação positivo e estimula a secreção do LH [6]. Então é importante esperar as coisas voltarem ao normal para voltar com o uso regular do anticoncepcional. De qualquer forma, é possível que o uso contínuo do anticoncepcional torne o processo de regularização mais rápido (estou especulando aqui rsrs), e o seu uso pós-ciclo também restabelece mais rapidamente os níveis de gordura perdidos pelo uso de androgênios em certas regiões que sofrem muita influência do estrogênio, como os seios, coxas, glúteos, e infelizmente na barriga também.

    Referências:

    [1] Esteróides e Treinamento para Mulheres 1 (DUDU)

    [2] http://thinksteroids...steroids-women/

    [3] Ciclos para MULHERES (DUDU)

    [4] Underground Steroid Handbook 2, Dan Duchaine.

    [5] TPC Completa (DUDU)

    [6] Fisiologia médica, W. Ganong, 22ª edição, Cap. 23.


    Abraços, DUDU HALUCH
  15. Joinha
    duduhaluch recebeu uma reação de Enigma0012 em CRUISE / TRH - artigo (DUDU)   
    eu disse no texto manin:
     
    "O tempo de duração do Cruise também não deve ser muito curto (<4 semanas), e acredito que um tempo razoavelmente bom para quebrar platô e regular as taxas seja da ordem de ~6-8 semanas, sendo muito aconselhável que os exames para verificar suas taxas sejam feitos aproximadamente no final do Cruise."
  16. Obrigado
    duduhaluch recebeu uma reação de Enigma0012 em CRUISE / TRH - artigo (DUDU)   
    Cruise ou ponte é a fase em que usuários de esteroides que ficam hormonizados constantemente usam basicamente para 3 finalidades principais:
     
    1)      Manutenção dos ganhos do ciclo (BLAST);
    2)      Manutenção da saúde, regulação das taxas alteradas durante o ciclo (TGO, TGP, creatinina, colesterol (total, HDL, LDL), hemograma, painel hormonal, etc);
    3)      Quebrar platô, uma vez que os ganhos tendem a estagnar em ciclos muito longos (>10-12 semanas), diminuindo significativamente o custo-benefício de se manter em altas doses de esteroides androgênicos.
     
    1)      Manutenção dos ganhos:
    Na terapia de reposição homonal (TRH) convencional as doses usadas de testosterona costumam ficar na faixa de ~100mg por semana (ou 200-250mg a cada 2-3 semanas), com o objetivo de melhora da função sexual, restabelecimento da sensação de bem-estar geral, manutenção da massa muscular, queima de gordura, etc.  No caso do bodybuilding como a finalidade é a manutenção dos ganhos do ciclo as doses de testosterona no Cruise devem ser suprafisiológicas, uma vez que não é possível manter muita massa muscular com baixo percentual de gordura com doses de testosterona em níveis fisiológicos. Alguns atletas podem optar por outra droga como base no Cruise (deca, boldenona, primobolan, etc), mas em geral a maioria vai preferir testosterona como base, e eu acredito ser a melhor escolha pelos seus efeitos e também por uma manutenção mais equilibrada e controlada dos níveis hormonais. A dose usada no Cruise vai depender da estrutura corporal e experiência do usuário, como também das doses total de andrógenos usadas no BLAST e da dose de esteroides androgênicos auxiliares que ele possivelmente pode querer usar com a testosterona no Cruise, mas acredito que uma boa dose fica na média de ~200-300mg de testosterona por semana (~900-1400 ng/dl). A fim de manter níveis de testosterona mais estáveis os esteres enantato e cipionato são as melhores opções.
     
    2)      Regulação das taxas:
    A escolha das drogas no Cruise depende fundamentalmente das drogas que foram usadas durante o BLAST. Taxas como TGO, TGP, bilirrubinas podem estar alteradas se drogas 17 AA (hemogenin, dianabol, oxandrolona, turinabol, halotestin, stanozolol) foram usadas durante ou no final do ciclo, então essas drogas deveriam ser evitadas durante o Cruise ou usadas cuidadosamente, e cuidados com a dieta devem ser fundamentais para regularizar essas taxas. Taxas hormonais como hormônios da tireoide (T3, T4, TSH) não costumam sofrer alterações significativas como o uso de esteroides androgênicos. A maior preocupação dos usuários em geral é com os níveis de estradiol (E2), que naturalmente estarão elevados com o uso de drogas aromatizantes durante o ciclo, e não deve ser uma preocupação se a relação entre testosterona e estradiol permanecer aproximadamente constante (T:E2), já que a redução dos níveis de testosterona durante o Cruise devem levar a uma redução nos níveis de estradiol. No entanto se foram usados inibidores de aromatase (IA: anastrozol, letrozol, exemestano) durante o BLAST, deve-se tomar cuidado para que a suspensão deles durante o Cruise não leve a um efeito rebote do estrogênio enquanto níveis de testosterona são menores nessa fase. Portanto recomendo que as doses de IA devam ser reduzidas gradativamente e que se use drogas anti-estrogênicas (SERM’s: tamoxifeno ou clomid; proviron)  durante o Cruise para controlar possíveis colaterais estrogênicos (ginecomastia, pressão alta, retenção, etc) devido a um desequilíbrio entre andrógenos e estrógenos. Portanto os níveis de estradiol não precisam ficar necessariamente no intervalo normal (10-50 pg/mL), uma vez que a relação entre T:E2 permaneça aproximadamente constante, o mesmo valendo para a relação T:DHT, já que níveis de DHT serão maiores com doses maiores de testosterona. Alguns usuários também se preocupam com níveis de prolactina, mas em geral esse hormônio fica dentro dos intervalos de referência, e sua alteração em geral não é uma preocupação, já que os principais colaterais são ginecomastia (que em geral pode ser resolvida com o uso de Dostinex ou Parlodel), inibição do eixo HPT (que não é uma preocupação para quem está on fire). Uma das principais taxas alteradas durante o uso constante de esteroides androgênicos é o colesterol (total, LDL, HDL), principalmente por drogas como stanozolol, hemogenin, portanto essas drogas devem ser evitadas durante o cruise, mesmo porque a própria testosterona já reduz níveis de HDL, assim como deca. Esse é mais um motivo para adicionar tamoxifeno no seu Cruise, já que além bloquear efeitos estrogênicos ele mostrou melhorar perfil lipídico (reduzindo colesterol total e LDL). A alternativa mais eficiente para aumentar níveis de HDL significativamente é o uso de Niacina, considerando que o usuário já mantém uma alimentação saudável durante o ciclo, mas o cuidado com as drogas escolhidas é fundamental.
     
    3)      Quebra de platô e escolha das drogas no Cruise:
    Como disse anteriormente a melhor escolha para droga base no Cruise é a testosterona (~200-300mg por semana), mas o usuário também pode combinar drogas anabólicas auxiliares para ajudar na manutenção dos ganhos pensando numa possível sinergia com a testosterona. Se orais 17 AA não foram usados durante o ciclo podem ser uma boa escolha para o Cruise, principalmente os que não alteram significativamente o colesterol (dianabol, oxandrolona, primobolan, turinabol) em doses de ~10-30mg por dia. Drogas injetáveis em doses baixas também podem ser uma opção (masteron, primobolan, deca, boldenona). Para potencializar a quebra de platô para o próximo BLAST é importante que as doses totais de esteroides androgênicos usadas no Cruise não sejam muito altas, e acredito que uma média boa seja que a dose semanal total de androgênicos usadas no Cruise seja ~1/4 – 1/5 da dose semanal total usada no BLAST. O tempo de duração do Cruise também não deve ser muito curto (<4 semanas), e acredito que um tempo razoavelmente bom para quebrar platô e regular as taxas seja da ordem de ~6-8 semanas, sendo muito aconselhável que os exames para verificar suas taxas sejam feitos aproximadamente no final do Cruise. Alguns usuários também podem querer usar HCG durante o cruise, principalmente se tiverem muita atrofia testicular durante o ciclo ou se desejar aumentar volume ejaculatório (mais por uma questão de bem-estar por sentir suas bolas vivas, do que uma necessidade). O uso do proviron também é uma boa opção, já que além do efeito anti-estrogênico ele também reduz níveis de SHBG significativamente (aumentando testosterona livre, disponibilidade dos andrógenos), e muitos usuários relatam grande melhora na libido e na sensação de bem estar usando essa droga.
     
    Para finalizar, acredito que o treinamento no Cruise deve ser menos volumoso, com cargas boas, a fim de manter um bom estímulo para segurar os ganhos, mas também dar mais descanso para o corpo, por se tratar de um período recuperativo e de manutenção dos ganhos. Dieta de bulk ou cutting jamais devem ser feitas no Cruise, é totalmente contraprodutivo para ganhos, já que como disse é uma fase para tentar manter o máximo possível dos ganhos e regular suas taxas, a fim de manter sua saúde da melhor forma possível usando esteroides androgênicos constantemente.
     
    Fonte:
    Dudu Haluch
     
    Abraços, DUDU HALUCH
     
  17. Curtir
    finasterida só serve p queda de cabelo quando o motivo é conversão em DHT
     
    e no caso da oxan, embora seja um derivado do DHT, ela ñ se converte e nem aumenta DHT, então a queda de cabelo ocorre no pós-ciclo  justamente pelo rebote do estradiol e do cortisol
  18. Curtir
    tanto o estradiol elevado como o cortisol contribuem para a queda de cabelo, e esses hormônios estão em alta no pós-ciclo
     
    leia o meu artigo e outros artigos de tpc 
  19. Joinha
    duduhaluch recebeu uma reação de GabrielCarv em CRUISE / TRH - artigo (DUDU)   
    Cruise ou ponte é a fase em que usuários de esteroides que ficam hormonizados constantemente usam basicamente para 3 finalidades principais:
     
    1)      Manutenção dos ganhos do ciclo (BLAST);
    2)      Manutenção da saúde, regulação das taxas alteradas durante o ciclo (TGO, TGP, creatinina, colesterol (total, HDL, LDL), hemograma, painel hormonal, etc);
    3)      Quebrar platô, uma vez que os ganhos tendem a estagnar em ciclos muito longos (>10-12 semanas), diminuindo significativamente o custo-benefício de se manter em altas doses de esteroides androgênicos.
     
    1)      Manutenção dos ganhos:
    Na terapia de reposição homonal (TRH) convencional as doses usadas de testosterona costumam ficar na faixa de ~100mg por semana (ou 200-250mg a cada 2-3 semanas), com o objetivo de melhora da função sexual, restabelecimento da sensação de bem-estar geral, manutenção da massa muscular, queima de gordura, etc.  No caso do bodybuilding como a finalidade é a manutenção dos ganhos do ciclo as doses de testosterona no Cruise devem ser suprafisiológicas, uma vez que não é possível manter muita massa muscular com baixo percentual de gordura com doses de testosterona em níveis fisiológicos. Alguns atletas podem optar por outra droga como base no Cruise (deca, boldenona, primobolan, etc), mas em geral a maioria vai preferir testosterona como base, e eu acredito ser a melhor escolha pelos seus efeitos e também por uma manutenção mais equilibrada e controlada dos níveis hormonais. A dose usada no Cruise vai depender da estrutura corporal e experiência do usuário, como também das doses total de andrógenos usadas no BLAST e da dose de esteroides androgênicos auxiliares que ele possivelmente pode querer usar com a testosterona no Cruise, mas acredito que uma boa dose fica na média de ~200-300mg de testosterona por semana (~900-1400 ng/dl). A fim de manter níveis de testosterona mais estáveis os esteres enantato e cipionato são as melhores opções.
     
    2)      Regulação das taxas:
    A escolha das drogas no Cruise depende fundamentalmente das drogas que foram usadas durante o BLAST. Taxas como TGO, TGP, bilirrubinas podem estar alteradas se drogas 17 AA (hemogenin, dianabol, oxandrolona, turinabol, halotestin, stanozolol) foram usadas durante ou no final do ciclo, então essas drogas deveriam ser evitadas durante o Cruise ou usadas cuidadosamente, e cuidados com a dieta devem ser fundamentais para regularizar essas taxas. Taxas hormonais como hormônios da tireoide (T3, T4, TSH) não costumam sofrer alterações significativas como o uso de esteroides androgênicos. A maior preocupação dos usuários em geral é com os níveis de estradiol (E2), que naturalmente estarão elevados com o uso de drogas aromatizantes durante o ciclo, e não deve ser uma preocupação se a relação entre testosterona e estradiol permanecer aproximadamente constante (T:E2), já que a redução dos níveis de testosterona durante o Cruise devem levar a uma redução nos níveis de estradiol. No entanto se foram usados inibidores de aromatase (IA: anastrozol, letrozol, exemestano) durante o BLAST, deve-se tomar cuidado para que a suspensão deles durante o Cruise não leve a um efeito rebote do estrogênio enquanto níveis de testosterona são menores nessa fase. Portanto recomendo que as doses de IA devam ser reduzidas gradativamente e que se use drogas anti-estrogênicas (SERM’s: tamoxifeno ou clomid; proviron)  durante o Cruise para controlar possíveis colaterais estrogênicos (ginecomastia, pressão alta, retenção, etc) devido a um desequilíbrio entre andrógenos e estrógenos. Portanto os níveis de estradiol não precisam ficar necessariamente no intervalo normal (10-50 pg/mL), uma vez que a relação entre T:E2 permaneça aproximadamente constante, o mesmo valendo para a relação T:DHT, já que níveis de DHT serão maiores com doses maiores de testosterona. Alguns usuários também se preocupam com níveis de prolactina, mas em geral esse hormônio fica dentro dos intervalos de referência, e sua alteração em geral não é uma preocupação, já que os principais colaterais são ginecomastia (que em geral pode ser resolvida com o uso de Dostinex ou Parlodel), inibição do eixo HPT (que não é uma preocupação para quem está on fire). Uma das principais taxas alteradas durante o uso constante de esteroides androgênicos é o colesterol (total, LDL, HDL), principalmente por drogas como stanozolol, hemogenin, portanto essas drogas devem ser evitadas durante o cruise, mesmo porque a própria testosterona já reduz níveis de HDL, assim como deca. Esse é mais um motivo para adicionar tamoxifeno no seu Cruise, já que além bloquear efeitos estrogênicos ele mostrou melhorar perfil lipídico (reduzindo colesterol total e LDL). A alternativa mais eficiente para aumentar níveis de HDL significativamente é o uso de Niacina, considerando que o usuário já mantém uma alimentação saudável durante o ciclo, mas o cuidado com as drogas escolhidas é fundamental.
     
    3)      Quebra de platô e escolha das drogas no Cruise:
    Como disse anteriormente a melhor escolha para droga base no Cruise é a testosterona (~200-300mg por semana), mas o usuário também pode combinar drogas anabólicas auxiliares para ajudar na manutenção dos ganhos pensando numa possível sinergia com a testosterona. Se orais 17 AA não foram usados durante o ciclo podem ser uma boa escolha para o Cruise, principalmente os que não alteram significativamente o colesterol (dianabol, oxandrolona, primobolan, turinabol) em doses de ~10-30mg por dia. Drogas injetáveis em doses baixas também podem ser uma opção (masteron, primobolan, deca, boldenona). Para potencializar a quebra de platô para o próximo BLAST é importante que as doses totais de esteroides androgênicos usadas no Cruise não sejam muito altas, e acredito que uma média boa seja que a dose semanal total de androgênicos usadas no Cruise seja ~1/4 – 1/5 da dose semanal total usada no BLAST. O tempo de duração do Cruise também não deve ser muito curto (<4 semanas), e acredito que um tempo razoavelmente bom para quebrar platô e regular as taxas seja da ordem de ~6-8 semanas, sendo muito aconselhável que os exames para verificar suas taxas sejam feitos aproximadamente no final do Cruise. Alguns usuários também podem querer usar HCG durante o cruise, principalmente se tiverem muita atrofia testicular durante o ciclo ou se desejar aumentar volume ejaculatório (mais por uma questão de bem-estar por sentir suas bolas vivas, do que uma necessidade). O uso do proviron também é uma boa opção, já que além do efeito anti-estrogênico ele também reduz níveis de SHBG significativamente (aumentando testosterona livre, disponibilidade dos andrógenos), e muitos usuários relatam grande melhora na libido e na sensação de bem estar usando essa droga.
     
    Para finalizar, acredito que o treinamento no Cruise deve ser menos volumoso, com cargas boas, a fim de manter um bom estímulo para segurar os ganhos, mas também dar mais descanso para o corpo, por se tratar de um período recuperativo e de manutenção dos ganhos. Dieta de bulk ou cutting jamais devem ser feitas no Cruise, é totalmente contraprodutivo para ganhos, já que como disse é uma fase para tentar manter o máximo possível dos ganhos e regular suas taxas, a fim de manter sua saúde da melhor forma possível usando esteroides androgênicos constantemente.
     
    Fonte:
    Dudu Haluch
     
    Abraços, DUDU HALUCH
     
  20. Joinha
    duduhaluch recebeu uma reação de Ramiresbl em Protocolos de Terapia Pós-Ciclo (TPC) DUDU   
    A ideia desse artigo é apenas apresentar alguns protocolos TPC mais avançados e eficientes para diferentes ciclos. Os protocolos variam porque o grau de inibição do eixo HPT pode variar muito, dependendo das doses e drogas que você usou, e também da meia-vida das drogas (drogas de meia-vida longa levam mais tempo para sair do corpo e portanto prolongam a inibição do eixo).
    1) Quando começar a TPC e tempo de TPC?
    Se você faz um ciclo só com drogas orais, a tpc pode ser começada no dia seguinte, uma vez que essas drogas possuem meia-vidas de apenas algumas horas. A TPC deve durar média de 4 a 6 semanas. Em geral só um SERM (tamox ou clomid) com vitamina E já são suficientes.
    Em um ciclo em que as drogas sejam esteres de meia-vida curta como propionato, acetato, fenilpropionato, a TPC pode ser começada ~5-10 dias depois do ciclo. A TPC deve durar média de 5 a 7 semanas. HCG com um SERM (tamox ou clomid) e vitaminas E e D.
    Em um ciclo com esteres de meia-vida longa a TPC pode ser iniciada entre 20 a 30 dias depois do ciclo (enantato, cipionato, undecilinato, decanoato). A TPC deve durar média de 6 a 10 semanas.  HCG com um SERM (tamox ou clomid), talvez também um inibidor de aromatase (exemestano ou anastrozol) e vitaminas E e D.
    Não existe uma regra geral, o ideal é fazer exames após a TPC para verificar as condições hormonais (principalmente testosterona, estradiol), e também caso não se sinta recuperado continuar com o protocolo TPC.
    2) PROTOCOLOS TPC MAIS EFICIENTES:
    Para ciclos só com orais recomendo tamoxifeno em ~20-40mg dia por ~4-6 semanas com algumas vitaminas E (1000UI dia) e talvez vitamina D.
    Para ciclos tradicionais, com testosterona e/ou drogas de meia-vida longa principalmente HCG deve ser a principal droga na TPC, uma vez que ele vai trazer seu eixo hormonal muito mais rápido (por elevar níveis de testosterona diretamente nos testículos reduzindo atrofia testicular, imitando LH) que qualquer outra droga auxiliar, como SERM's ou inibidores de aromatase (exemestano, anastrozol, letrozol). Isso acontece porque após o ciclo os níveis de LH se recuperam muito mais rapidamente que os níveis de testosterona.
    Então a função do HCG é trazer seus níveis de testosterona mais rapidamente para que não tenha grandes perdas pós-ciclo, enquanto SERM's e IA's vão ter a função auxiliar de estimular LH e FSH e controlar aromatização. Para ser eficaz o HCG deve ser usado no tempo certo (quando níveis de hormônios exógenos já são baixos suficientes para manter inibição do eixo HPT), em doses boas (~1500-3500UI semana), e também apenas nas primeiras semanas da TPC, para evitar algum problema com dessensibilização do LH.
    Exemplos:
    a ) Ciclos com testosterona, trembolona, esteres curtos:
    1-3 HCG 1000UI 2x na semana 1-6 tamoxifeno 40mg dia 1-6 vitamina E 1000UI dia b ) Ciclos com drogas de meia-vida longa, testosterona, trembolona, etc:
    1-4 HCG 1000UI 2-3x na semana 1-4 aromasin 25mg dia ou anastrozol 1mg dia 1-8 tamoxifeno 40mg dia 1-8 vitamina E 1000UI dia Estou sempre pressupondo também que você siga o protocolo tradicional de dieta e treino para TPC.
    REFERÊNCIAS:
    Post Cycle Therapy (Anthony Roberts) 
    http://thinksteroids...le-therapy-pct/
    Understanding Post Cycle “T” Recovery By William Llewellyn 
    http://www.steroidol...-llewellyn.html
    Why Use Both Clomid and Nolvadex Together for PCT?
    http://thinksteroids...gether-for-pct/
    How Do I Use HCG with Steroids?
    http://thinksteroids...ing-and-dosing/
    TPC Completa (DUDU)
    https://fisiculturismo.com.br/forum/topic/100467-tpc-completa-dudu/
     
  21. Joinha
    duduhaluch recebeu uma reação de Arnaldo Santos. em CRUISE / TRH - artigo (DUDU)   
    Cruise ou ponte é a fase em que usuários de esteroides que ficam hormonizados constantemente usam basicamente para 3 finalidades principais:
     
    1)      Manutenção dos ganhos do ciclo (BLAST);
    2)      Manutenção da saúde, regulação das taxas alteradas durante o ciclo (TGO, TGP, creatinina, colesterol (total, HDL, LDL), hemograma, painel hormonal, etc);
    3)      Quebrar platô, uma vez que os ganhos tendem a estagnar em ciclos muito longos (>10-12 semanas), diminuindo significativamente o custo-benefício de se manter em altas doses de esteroides androgênicos.
     
    1)      Manutenção dos ganhos:
    Na terapia de reposição homonal (TRH) convencional as doses usadas de testosterona costumam ficar na faixa de ~100mg por semana (ou 200-250mg a cada 2-3 semanas), com o objetivo de melhora da função sexual, restabelecimento da sensação de bem-estar geral, manutenção da massa muscular, queima de gordura, etc.  No caso do bodybuilding como a finalidade é a manutenção dos ganhos do ciclo as doses de testosterona no Cruise devem ser suprafisiológicas, uma vez que não é possível manter muita massa muscular com baixo percentual de gordura com doses de testosterona em níveis fisiológicos. Alguns atletas podem optar por outra droga como base no Cruise (deca, boldenona, primobolan, etc), mas em geral a maioria vai preferir testosterona como base, e eu acredito ser a melhor escolha pelos seus efeitos e também por uma manutenção mais equilibrada e controlada dos níveis hormonais. A dose usada no Cruise vai depender da estrutura corporal e experiência do usuário, como também das doses total de andrógenos usadas no BLAST e da dose de esteroides androgênicos auxiliares que ele possivelmente pode querer usar com a testosterona no Cruise, mas acredito que uma boa dose fica na média de ~200-300mg de testosterona por semana (~900-1400 ng/dl). A fim de manter níveis de testosterona mais estáveis os esteres enantato e cipionato são as melhores opções.
     
    2)      Regulação das taxas:
    A escolha das drogas no Cruise depende fundamentalmente das drogas que foram usadas durante o BLAST. Taxas como TGO, TGP, bilirrubinas podem estar alteradas se drogas 17 AA (hemogenin, dianabol, oxandrolona, turinabol, halotestin, stanozolol) foram usadas durante ou no final do ciclo, então essas drogas deveriam ser evitadas durante o Cruise ou usadas cuidadosamente, e cuidados com a dieta devem ser fundamentais para regularizar essas taxas. Taxas hormonais como hormônios da tireoide (T3, T4, TSH) não costumam sofrer alterações significativas como o uso de esteroides androgênicos. A maior preocupação dos usuários em geral é com os níveis de estradiol (E2), que naturalmente estarão elevados com o uso de drogas aromatizantes durante o ciclo, e não deve ser uma preocupação se a relação entre testosterona e estradiol permanecer aproximadamente constante (T:E2), já que a redução dos níveis de testosterona durante o Cruise devem levar a uma redução nos níveis de estradiol. No entanto se foram usados inibidores de aromatase (IA: anastrozol, letrozol, exemestano) durante o BLAST, deve-se tomar cuidado para que a suspensão deles durante o Cruise não leve a um efeito rebote do estrogênio enquanto níveis de testosterona são menores nessa fase. Portanto recomendo que as doses de IA devam ser reduzidas gradativamente e que se use drogas anti-estrogênicas (SERM’s: tamoxifeno ou clomid; proviron)  durante o Cruise para controlar possíveis colaterais estrogênicos (ginecomastia, pressão alta, retenção, etc) devido a um desequilíbrio entre andrógenos e estrógenos. Portanto os níveis de estradiol não precisam ficar necessariamente no intervalo normal (10-50 pg/mL), uma vez que a relação entre T:E2 permaneça aproximadamente constante, o mesmo valendo para a relação T:DHT, já que níveis de DHT serão maiores com doses maiores de testosterona. Alguns usuários também se preocupam com níveis de prolactina, mas em geral esse hormônio fica dentro dos intervalos de referência, e sua alteração em geral não é uma preocupação, já que os principais colaterais são ginecomastia (que em geral pode ser resolvida com o uso de Dostinex ou Parlodel), inibição do eixo HPT (que não é uma preocupação para quem está on fire). Uma das principais taxas alteradas durante o uso constante de esteroides androgênicos é o colesterol (total, LDL, HDL), principalmente por drogas como stanozolol, hemogenin, portanto essas drogas devem ser evitadas durante o cruise, mesmo porque a própria testosterona já reduz níveis de HDL, assim como deca. Esse é mais um motivo para adicionar tamoxifeno no seu Cruise, já que além bloquear efeitos estrogênicos ele mostrou melhorar perfil lipídico (reduzindo colesterol total e LDL). A alternativa mais eficiente para aumentar níveis de HDL significativamente é o uso de Niacina, considerando que o usuário já mantém uma alimentação saudável durante o ciclo, mas o cuidado com as drogas escolhidas é fundamental.
     
    3)      Quebra de platô e escolha das drogas no Cruise:
    Como disse anteriormente a melhor escolha para droga base no Cruise é a testosterona (~200-300mg por semana), mas o usuário também pode combinar drogas anabólicas auxiliares para ajudar na manutenção dos ganhos pensando numa possível sinergia com a testosterona. Se orais 17 AA não foram usados durante o ciclo podem ser uma boa escolha para o Cruise, principalmente os que não alteram significativamente o colesterol (dianabol, oxandrolona, primobolan, turinabol) em doses de ~10-30mg por dia. Drogas injetáveis em doses baixas também podem ser uma opção (masteron, primobolan, deca, boldenona). Para potencializar a quebra de platô para o próximo BLAST é importante que as doses totais de esteroides androgênicos usadas no Cruise não sejam muito altas, e acredito que uma média boa seja que a dose semanal total de androgênicos usadas no Cruise seja ~1/4 – 1/5 da dose semanal total usada no BLAST. O tempo de duração do Cruise também não deve ser muito curto (<4 semanas), e acredito que um tempo razoavelmente bom para quebrar platô e regular as taxas seja da ordem de ~6-8 semanas, sendo muito aconselhável que os exames para verificar suas taxas sejam feitos aproximadamente no final do Cruise. Alguns usuários também podem querer usar HCG durante o cruise, principalmente se tiverem muita atrofia testicular durante o ciclo ou se desejar aumentar volume ejaculatório (mais por uma questão de bem-estar por sentir suas bolas vivas, do que uma necessidade). O uso do proviron também é uma boa opção, já que além do efeito anti-estrogênico ele também reduz níveis de SHBG significativamente (aumentando testosterona livre, disponibilidade dos andrógenos), e muitos usuários relatam grande melhora na libido e na sensação de bem estar usando essa droga.
     
    Para finalizar, acredito que o treinamento no Cruise deve ser menos volumoso, com cargas boas, a fim de manter um bom estímulo para segurar os ganhos, mas também dar mais descanso para o corpo, por se tratar de um período recuperativo e de manutenção dos ganhos. Dieta de bulk ou cutting jamais devem ser feitas no Cruise, é totalmente contraprodutivo para ganhos, já que como disse é uma fase para tentar manter o máximo possível dos ganhos e regular suas taxas, a fim de manter sua saúde da melhor forma possível usando esteroides androgênicos constantemente.
     
    Fonte:
    Dudu Haluch
     
    Abraços, DUDU HALUCH
     
  22. Joinha
    duduhaluch recebeu uma reação de fisiculturismo em TPC Completa: drogas, ponte, dieta e treino (DUDU)   
    Depois de escrever vários tópicos sobre as melhores alternativas, drogas, para uma terapia pós ciclo, vou fazer um resumo aqui das melhores estratégias para construir uma TPC poderosa, afim de recuperar seu eixo hormonal rapidamente e consolidar os ganhos de um ciclo.
    Muitas pessoas me perguntam quais as drogas para se usar na TPC, e acabam se esquecendo que a dieta e o treino desempenham um papel muito importante na recuperação do eixo HPT (hipotálamo-pituítaria-testicular).
    Recuperar o eixo hormonal rapidamente é fundamental não só para manutenção dos ganhos do ciclo, com também para se manter saudável, uma vez que grandes variações hormonais podem prejudicar sua saúde e destruir seus ganhos.

    1) Drogas:
    Várias drogas podem ser utilizadas durante a TPC, sendo que as principais são os anti-estrógenos (SERM´s e inibidores de aromatase). Para um ciclo comum de 8-12 semanas considero o Tamoxifeno como droga de base, devendo ser usado por 4-8 semanas (dependendo da meia-vida das drogas utilizadas no ciclo e do tempo que vc levou para iniciar a TPC), em uma dose de 20mg por dia.
    Por ser muito semelhante, mas muito mais fraco q o tamox, considero o uso de clomid dispensável, com pouco ou nenhum benefício adicional e com maiores riscos de colaterais. 
    O uso de inibidores de aromatase deve ser considerado em ciclos mais longos e pesados, seja durante o ciclo e/ou também nas primeiras semanas da TPC, tanto para controlar estradiol, progesterona, prolactina, como tb para estimular LH, FSH e testosterona, acelerando a recuperação pós-ciclo.
    Seria recomendável o acompanhamento com exames, uma vez q os IA´s podem ser mto agressivos no controle do estradiol.
    O uso de HCG também é de grande valia durante ciclos pesados e supressivos, além de evitar atrofia testicular, vai tornar a recuperação pós-ciclo mais fácil, já que ele imita o LH, mantendo seu eixo ligado, elevando níveis de testosterona endógena. Pode ser usado nas primeiras semanas da TPC (já que o HCG inibe o LH não é bom usar durante toda a TPC).
    Cabergolina e Bromocriptina devem ser consideradas em ciclos com drogas q elevam os níveis de prolactina significativamente (deca, mas principalmente trembolona e hemogenin). No final do ciclo, e de preferência considerando exames ou sintomas relacionados à prolactina.

    2) Ponte com esteroides:
    Acredito q seja uma idéia interessante usar baixas doses de drogas de MV curta, durante o intervalo entre o ciclo (considerando um ciclo onde foram usadas drogas de meia-vida longa como dura, deca, boldenona, cipionato, etc) e a TPC.
    A idéia é atingir a homeostase saindo do ciclo lentamente e também evitar um rebote do cortisol, principalmente enquanto os níveis hormonais exógenos estão caindo e sua testosterona natural está baixa.
    Drogas como dianabol e oxandrolona em doses de 10-30mg /dia podem ser mto interessantes, uma vez q causam fraca inibição do eixo HPT, e poderiam ser usadas não só na ponte, mas tb durante as primeiras semanas da TPC, em paralelo com tamoxifeno. Usar em pirâmide decrescente é uma excelente idéia (2 semanas com 30mg/dia, 2semanas com 20mg/dia, etc).

    3) Dieta:
    Em geral a dieta não precisa sofrer muitas modificações, mesmo porque uma redução ou aumento das calorias podem levar a perda dos ganhos de massa muscular ou ao ganho de gordura. O principal aqui é manter a qualidade dos alimentos, uma vez q os esteróides podem prejudicar várias funções do organismo, como colesterol, função hepática e renal, pressão arterial.
    Gorduras boas são fundamentais para elevar os níveis de testosterona, assim como normalizar os níveis de colesterol, então o uso de alimentos e suplementos ricos em ômega 3 e 6, azeite, castanhas, óleo de linhaça, óleo de prímula, etc, é fundamental para recuperação saudável do corpo na TPC.
    O uso das vitaminas D e E também ajuda a elevar os níveis de testosterona de maneira significativa, assim como vitamina C para inibir cortisol, que é alto no pós ciclo. Tribulus é um auxiliar, que embora não tenha efeitos comprovados para elevar os níveis de testo, muitos usuários afirmam sentir uma melhora na libido. Silimarina pode ser considerada para melhorar função hepática em alguns casos, principalmente se houver abuso de drogas orais 17AA.

    4) Treino:
    O treino durante a TPC deve ser pouco volumoso, simples e pesado. A idéia é dar mais tempo de descanso e também estimular a produção de testosterona com séries de ~4-8 repetições. Treinar 3x por semana com exercícios básicos seria o ideal na minha opinião.

    Exemplo de TPC para um ciclo básico de 10 semanas:
    1-10 testo 600mg 1-10 deca 400mg 4-8 dianabol 50mg tsd HCG:
    1-10 500UI por semana (250UI segunda e quinta) Ponte:
    11-13 diana 20mg tsd  14-16 diana 10mg tsd Tamox:
    14-20 20mg tsd vitamina E 1000UI por dia, 30 dias
    abraços, DUDU HALUCH
  23. Joinha
    duduhaluch recebeu uma reação de fisiculturismo em Protocolos de Terapia Pós-Ciclo (TPC) DUDU   
    A ideia desse artigo é apenas apresentar alguns protocolos TPC mais avançados e eficientes para diferentes ciclos. Os protocolos variam porque o grau de inibição do eixo HPT pode variar muito, dependendo das doses e drogas que você usou, e também da meia-vida das drogas (drogas de meia-vida longa levam mais tempo para sair do corpo e portanto prolongam a inibição do eixo).
    1) Quando começar a TPC e tempo de TPC?
    Se você faz um ciclo só com drogas orais, a tpc pode ser começada no dia seguinte, uma vez que essas drogas possuem meia-vidas de apenas algumas horas. A TPC deve durar média de 4 a 6 semanas. Em geral só um SERM (tamox ou clomid) com vitamina E já são suficientes.
    Em um ciclo em que as drogas sejam esteres de meia-vida curta como propionato, acetato, fenilpropionato, a TPC pode ser começada ~5-10 dias depois do ciclo. A TPC deve durar média de 5 a 7 semanas. HCG com um SERM (tamox ou clomid) e vitaminas E e D.
    Em um ciclo com esteres de meia-vida longa a TPC pode ser iniciada entre 20 a 30 dias depois do ciclo (enantato, cipionato, undecilinato, decanoato). A TPC deve durar média de 6 a 10 semanas.  HCG com um SERM (tamox ou clomid), talvez também um inibidor de aromatase (exemestano ou anastrozol) e vitaminas E e D.
    Não existe uma regra geral, o ideal é fazer exames após a TPC para verificar as condições hormonais (principalmente testosterona, estradiol), e também caso não se sinta recuperado continuar com o protocolo TPC.
    2) PROTOCOLOS TPC MAIS EFICIENTES:
    Para ciclos só com orais recomendo tamoxifeno em ~20-40mg dia por ~4-6 semanas com algumas vitaminas E (1000UI dia) e talvez vitamina D.
    Para ciclos tradicionais, com testosterona e/ou drogas de meia-vida longa principalmente HCG deve ser a principal droga na TPC, uma vez que ele vai trazer seu eixo hormonal muito mais rápido (por elevar níveis de testosterona diretamente nos testículos reduzindo atrofia testicular, imitando LH) que qualquer outra droga auxiliar, como SERM's ou inibidores de aromatase (exemestano, anastrozol, letrozol). Isso acontece porque após o ciclo os níveis de LH se recuperam muito mais rapidamente que os níveis de testosterona.
    Então a função do HCG é trazer seus níveis de testosterona mais rapidamente para que não tenha grandes perdas pós-ciclo, enquanto SERM's e IA's vão ter a função auxiliar de estimular LH e FSH e controlar aromatização. Para ser eficaz o HCG deve ser usado no tempo certo (quando níveis de hormônios exógenos já são baixos suficientes para manter inibição do eixo HPT), em doses boas (~1500-3500UI semana), e também apenas nas primeiras semanas da TPC, para evitar algum problema com dessensibilização do LH.
    Exemplos:
    a ) Ciclos com testosterona, trembolona, esteres curtos:
    1-3 HCG 1000UI 2x na semana 1-6 tamoxifeno 40mg dia 1-6 vitamina E 1000UI dia b ) Ciclos com drogas de meia-vida longa, testosterona, trembolona, etc:
    1-4 HCG 1000UI 2-3x na semana 1-4 aromasin 25mg dia ou anastrozol 1mg dia 1-8 tamoxifeno 40mg dia 1-8 vitamina E 1000UI dia Estou sempre pressupondo também que você siga o protocolo tradicional de dieta e treino para TPC.
    REFERÊNCIAS:
    Post Cycle Therapy (Anthony Roberts) 
    http://thinksteroids...le-therapy-pct/
    Understanding Post Cycle “T” Recovery By William Llewellyn 
    http://www.steroidol...-llewellyn.html
    Why Use Both Clomid and Nolvadex Together for PCT?
    http://thinksteroids...gether-for-pct/
    How Do I Use HCG with Steroids?
    http://thinksteroids...ing-and-dosing/
    TPC Completa (DUDU)
    https://fisiculturismo.com.br/forum/topic/100467-tpc-completa-dudu/
     
  24. Joinha
    duduhaluch recebeu uma reação de fisiculturismo em Protocolos de Terapia Pós-Ciclo (TPC) DUDU   
    mto obrigado
     
     
    rsrsr, o mais importante é o HCG na TPC, essa é a ideia
    leia as referências q vai entender melhor
  25. Joinha
    duduhaluch recebeu uma reação de adilsonabomai em Protocolos de Terapia Pós-Ciclo (TPC) DUDU   
    A ideia desse artigo é apenas apresentar alguns protocolos TPC mais avançados e eficientes para diferentes ciclos. Os protocolos variam porque o grau de inibição do eixo HPT pode variar muito, dependendo das doses e drogas que você usou, e também da meia-vida das drogas (drogas de meia-vida longa levam mais tempo para sair do corpo e portanto prolongam a inibição do eixo).
    1) Quando começar a TPC e tempo de TPC?
    Se você faz um ciclo só com drogas orais, a tpc pode ser começada no dia seguinte, uma vez que essas drogas possuem meia-vidas de apenas algumas horas. A TPC deve durar média de 4 a 6 semanas. Em geral só um SERM (tamox ou clomid) com vitamina E já são suficientes.
    Em um ciclo em que as drogas sejam esteres de meia-vida curta como propionato, acetato, fenilpropionato, a TPC pode ser começada ~5-10 dias depois do ciclo. A TPC deve durar média de 5 a 7 semanas. HCG com um SERM (tamox ou clomid) e vitaminas E e D.
    Em um ciclo com esteres de meia-vida longa a TPC pode ser iniciada entre 20 a 30 dias depois do ciclo (enantato, cipionato, undecilinato, decanoato). A TPC deve durar média de 6 a 10 semanas.  HCG com um SERM (tamox ou clomid), talvez também um inibidor de aromatase (exemestano ou anastrozol) e vitaminas E e D.
    Não existe uma regra geral, o ideal é fazer exames após a TPC para verificar as condições hormonais (principalmente testosterona, estradiol), e também caso não se sinta recuperado continuar com o protocolo TPC.
    2) PROTOCOLOS TPC MAIS EFICIENTES:
    Para ciclos só com orais recomendo tamoxifeno em ~20-40mg dia por ~4-6 semanas com algumas vitaminas E (1000UI dia) e talvez vitamina D.
    Para ciclos tradicionais, com testosterona e/ou drogas de meia-vida longa principalmente HCG deve ser a principal droga na TPC, uma vez que ele vai trazer seu eixo hormonal muito mais rápido (por elevar níveis de testosterona diretamente nos testículos reduzindo atrofia testicular, imitando LH) que qualquer outra droga auxiliar, como SERM's ou inibidores de aromatase (exemestano, anastrozol, letrozol). Isso acontece porque após o ciclo os níveis de LH se recuperam muito mais rapidamente que os níveis de testosterona.
    Então a função do HCG é trazer seus níveis de testosterona mais rapidamente para que não tenha grandes perdas pós-ciclo, enquanto SERM's e IA's vão ter a função auxiliar de estimular LH e FSH e controlar aromatização. Para ser eficaz o HCG deve ser usado no tempo certo (quando níveis de hormônios exógenos já são baixos suficientes para manter inibição do eixo HPT), em doses boas (~1500-3500UI semana), e também apenas nas primeiras semanas da TPC, para evitar algum problema com dessensibilização do LH.
    Exemplos:
    a ) Ciclos com testosterona, trembolona, esteres curtos:
    1-3 HCG 1000UI 2x na semana 1-6 tamoxifeno 40mg dia 1-6 vitamina E 1000UI dia b ) Ciclos com drogas de meia-vida longa, testosterona, trembolona, etc:
    1-4 HCG 1000UI 2-3x na semana 1-4 aromasin 25mg dia ou anastrozol 1mg dia 1-8 tamoxifeno 40mg dia 1-8 vitamina E 1000UI dia Estou sempre pressupondo também que você siga o protocolo tradicional de dieta e treino para TPC.
    REFERÊNCIAS:
    Post Cycle Therapy (Anthony Roberts) 
    http://thinksteroids...le-therapy-pct/
    Understanding Post Cycle “T” Recovery By William Llewellyn 
    http://www.steroidol...-llewellyn.html
    Why Use Both Clomid and Nolvadex Together for PCT?
    http://thinksteroids...gether-for-pct/
    How Do I Use HCG with Steroids?
    http://thinksteroids...ing-and-dosing/
    TPC Completa (DUDU)
    https://fisiculturismo.com.br/forum/topic/100467-tpc-completa-dudu/
     

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