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Bolo de banana fácil

Uma gostosura para sua tarde ficar saborosa é o bolo de banana bem fácil de fazer

Larissa
  • , 187 visualizações

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de chá de manteiga;
  • 1 xícara de chá de açúcar (de preferência xilitol);
  • 3 ovos;
  • 2 bananas médias , amassadas;
  • 2 bananas médias fatiadas;
  • 1 e 1/2 xícara de de chá de farinha de trigo;
  • 1/2 xícara de chá de amido de milho (maizena);
  • 1 colher de sopa de fermento em pó;
  • 1/2 xícara de chá de leite.

Modo de preparo:

  1. Pré-aqueça o forno em temperatura média  (180ºC);
  2. Unte uma forma de furo central média (20 cm);
  3. Na tigela da batedeira, coloque a manteiga e o açúcar (xilitol) e bata até formar um creme claro.
  4. Junte os ovos e bata até formar uma mistura um pouco clara;
  5. Acrescente a banana amassada e misture até que fique homogêneo;
  6. Em uma tigela, peneire a farinha de trigo, a maizena, e o fermento.
  7.  Adicione, aos poucos, a mistura da batedeira e o leite, de forma alternada, mexendo até obter uma massa cremosa e uniforme;
  8. Disponha a massa na forma reservada;
  9. Leve ao forno por 35 minutos (ou até que um palito espetado saia limpo da massa);
  10. Acrescente, com a ajuda de um garfo, as bananas cortadas;
  11. Retire do forno, espere amornar, e desenforme.;
  12. Sirva a seguir.

Informações Adicionais

  • Método de Preparo: Assar
  • Tempo ao Fogo: 35
  • Tempo Total de Preparo: 50
  • Porções: 16

Álbum de Imagens (7)

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      Stévia
      O stévia é o mais seguro, produzido através da planta Stevia rebaudiana, nativa do Paraguai. O extrato bruto da folha de stévia é proibido. O stévia foi descoberto em 1931, quando isolaram o steviosídeo da folha, mas sua comercialização como adoçante somente se deu em 1990. 
      O stévia comercializado é geralmente produzido a partir de glicosídeos de esteviol. Apresenta 300x mais poder de adoçar comparado ao açúcar branco. É considerado zero calorias e pode ser usado em altas temperaturas para cozinhar e assar.
      Porém, seu principal defeito é o sabor. Acaba sendo pouco utilizado por isso, principalmente em bebidas, nas quais prevalece o sabor residual amargo que este adoçante apresenta. 
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      Os demais adoçantes naturais, pouco usados de forma individual, estão mais presentes em produtos industrializados que são denominados como “saudável ou fitness”.  O poder adoçante dessas susbtâncias oscila entre 60-75%, comparados ao açúcar branco, com as mesmas calorias por grama que o xilitol apresenta (sorbitol, manitol e maltitol) (Mooradian et al., 2017).
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      Os adoçantes naturais são os mais seguros com relação à saúde, mas são os menos acessíveis, devido ao seu alto custo de produção. Ademais, por vezes, seu uso é desencorajados para aqueles indivíduos que visam emagrecimento, uma vez que a maioria apresenta calorias.
      Apenas o stévia é zero caloria, mas tem um sabor amargo. 
      Um grande ponto positivo para os adoçantes naturais está no fato de não causarem cáries dentárias e ainda ajudarem na saúde dos dentes (Mooradian et al., 2017). 
      No entanto, o ponto negativo no uso dos adoçantes naturais  está no desconforto gastrointestinal e diarreia que podem causar se usados em grandes quantidades.
      Em contrapartida, os adoçantes artificiais são bem mais estudados, embora não haja um consenso definido sobre a sua total segurança a longo prazo, devido aos estudos serem realizados em animais.  Os estudos realizados em humanos empregam metodologia duvidosa.
      O que nós temos na literatura sobre os adoçantes artificiais são estudos que os correlacionam com o ganho de peso (Fowler et al., 2008; Stellman et al., 1988; Koning et al., 2011), com o aumento no risco de diabetes (Koning et al., 2011) e com o aumento da vontade por doce (Burke et al., 2015). Todavia, ainda são estudos limitados.
      Atualmente, temos uma recomendação segura quanto aos adoçantes artificiais em humanos. A dose que não causa efeitos adversos é de 5-50mg/kg/dia, dependendo do tipo de adoçante.
      Para a sucralose a dose segura é de 5mg/kg e para o aspartame a dose segura é de 50mg/kg. 
      Sinceramente, dificilmente uma pessoa chegaria a consumir essas doses, que são muito altas. 
      Vamos utilizar a sucralose como exemplo. Sua dose diária aceitável é de 5mg/kg. Uma mulher de 70kg poderia consumir 350mg/dia (5mg x 70kg). Isso se traduz em aproximadamente 29 sachês de 1g. 
      Alguém consumiria essa quantidade exagerada? 
      Vale ressaltar que em 1g de sachê tem em média 12mg de sucralose, e o restante? 
      O restante é açúcar tradicional. Geralmente a indústria usa lactose, glicose ou maltodextrina. Mas essas substâncias não afetariam o diabetes? E por que eles adicionam açúcar simples no adoçante artificial? 
      Lembre-se que o poder de adoçar dos adoçantes é de 200-600x mais que o do açúcar branco. Logo, se a empresa adiciona apenas o adoçante, não seria possível ser feita a industrialização do produto, visto que 12mg é uma quantidade invisível aos olhos.
      Quanto ao diabetes, a quantidade de açúcar regular é muito baixa (<1g) para causar qualquer efeito na glicemia ou insulinemia.
      Conclusão
      Os adoçantes artificiais, em geral, são seguros se usados com moderação. Mas se mesmo assim você quiser uma opção mais saudável, os adoçantes naturais são recomendados, com algumas caracteríscas que destaco.
      Por exemplo: o eritritol e o xilitol (dê preferência o eritritol, por ser baixíssimo em caloria) podem ser usados para adocar bebidas como café, chás, sucos de frutas. O consumo diário dessas bebidas geralmente é baixo, logo, esses adocantes não acrescentariam um consumo elevado de calorias e nem efeitos adversos, tais como gases ou diarreia. 
      Já o stévia pode ser usualmente recomendado para preparações culinárias que necessitam de mais poder adocicante, pois ele é zero caloria e pode ir ao fogo. Por outro lado, não é saboroso em bebidas pelo fato de amargá-las. Essa é minha dica.
      Referências:
      Stanhope KL. Sugar consumption, metabolic disease and obesity: the state of the controversy. Crit Rev Clin Lab Sci 2016;53:52–67.
      Mooradian, A. D., Smith, M., & Tokuda, M. (2017). The role of artificial and natural sweeteners in reducing the consumption of table sugar: A narrative review. Clinical Nutrition ESPEN, 18, 1– 8. doi:10.1016/j.clnesp.2017.01.004.
      Chattopadhyay S, Raychaudhuri U, Chakraborty R. Artificial sweeteners e a review. J Food Sci Technol 2014;51:611e21.
      Godshall MA. The expanding world of nutritive and non- nutritive sweeteners. Sugar J 2007;69:12e20.
      Fowler SP, Williams K, Resendez RG, Hunt KJ, Hazuda HP, Stern MP. Fueling the obesity epidemic? Artificially sweetened beverage use and long-term weight gain. Obes (Silver Spring) 2008;16:1894e900.
      Stellman SD, Garfinkel L. Patterns of artificial sweetener use and weight change in an American Cancer Society prospective study. Appetite 1988;11(Suppl 1):85e91.
      Koning L, Malik VS, Rimm EB, Willett WC, Hu FB. Sugar-sweetened and artificially sweetened beverage consumption and risk of type 2 diabetes in men. Am J Clin Nutr 2011;93:1321e7.
      Burke MV, Small DM. Physiological mechanisms by which non-nutritive sweeteners may impact body weight and metabolism. Physiol Behav 2015;152(Pt B):381e8.
    • Por contribuinte
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    • Por Luis Meirelles
      Bater tudo no liquidificador; Cozinhar na frigideira de teflon untada em fogo médio; Mater a panela tampada para cozinhar a massa em cima pelo vapor; Virar a panqueca de lado a cada 2 minutos, até obter uma densidade sólida e consistência.
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