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Alimentos funcionais e elevação de testosterona

Madilson Medeiros
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Como prometido, vamos discutir neste artigo a influência de determinados alimentos e substâncias na promoção da síntese de testosterona, tão importante em diversas funções metabólicas e, inegavelmente, fundamental para manutenção da massa muscular e da libido. Este é um assunto que, provavelmente, desperta interesse não somente do público masculino, mas também feminino, considerando que a testosterona desempenha papel fundamental para a saúde e a libido da mulher.

A síntese de testosterona é mediada por complexos mecanismos regulatórios – como vimos no artigo da edição anterior (https://fisiculturismo.com.br/matérias/esteroides/desequilíbrios-hormonais-e-tpc-terapia-pós-ciclo-r320/) – mas para que isto ocorra, também é necessário que exista a presença de substrato, ou seja, a “matéria prima” adequada para sua produção. Como se trata de um composto de base lipofílica, sua fabricação depende de níveis adequados de gordura em nosso organismo, já que é proveniente de fosfolipídios (colesterol). Obviamente, a produção não é única e exclusivamente dependente da quantidade destes precursores; deve existir toda uma demanda metabólica condizente. No entanto, mesmo havendo a demanda, o organismo precisa buscar em certas substâncias substratos adequados, ou seja, os elementos necessários para assegurar sua produção.

Podemos dizer que alimentos ricos em gorduras saudáveis – como os ácidos graxos essenciais – são, basicamente, o principal ingrediente para fabricação da testosterona. Todavia, nesta perspectiva, estaremos pensando apenas em uma dimensão de macronutrientes, devendo ir, portanto, um pouco mais além. A nível de micronutrientes, existe uma imensa variedade de substâncias que, comprovadamente, exercem papel decisivo na síntese de vários hormônios, incluindo aquele que é o cerne desta discussão: a testosterona.

Alguns alimentos possuem uma quantidade considerável de substâncias bioativas que contribuem para o equilíbrio de várias funções orgânicas. Por esta razão, estes alimentos receberam a denominação de “funcionais”. Desta classe destacam-se as substâncias conhecidas como fitoquímicas, provenientes de vegetais. Obviamente, vitaminas e minerais também têm uma grande relevância neste sentido. Dentre os fitoquímicos, evidenciam-se os que exercem atividade hormonal, como os fitosteróis, responsáveis pela mimetização de várias funções orgânicas de natureza hormonal.

Indol 3-carbinol, Gama orizanol, Lepidium meyenii, Tribulus terrestris, Trigonella foenum-graecum, Tongkat ali, Smilax oficinallis, Avena sativa, Pycnogenol, Coleus forskohlii, Discorea vilosa, são exemplos de substâncias moduladoras da função hormonal comprovadas cientificamente em diversos estudos; já outros fitoquímicos, vitaminas e minerais, como o Saw palmetto, Urtica dioica, Pygeum africanum, Linum usitatissimun, Punica granatum, crisina, licopeno, resveratrol, vitaminas E, B6, D, C, zinco, boro e magnésio têm sua influência na correlação desta modulação.

O Indol 3-carbinol é uma substância da classe dos glicosilonatos, compostos encontrados em vegetais crucíferos, como a Couve, Couve-flor, Repolho e Brócolis. Sua função consiste em alterar o metabolismo das estronas, convertendo a produção de 4 hidroxiestrona e 16-alfa hidroxiestrona, considerados estrógenos carcinogênicos, para 2-hidroxiestrona, um estrógeno inofensivo (1). Possui, ainda, efeito anticarcinogênico e antiproliferativo, além de promover aumentos nos níveis de testosterona.

Algumas substâncias, por outro lado, promovem sinalização a nível de hipotálamo ou hipófise, que por sua vez, enviam estímulos para a glândula subseqüente para síntese de testosterona. Gama orizanol, proveniente do esterol presente no farelo de arroz, tem a reputação de estimular o hipotálamo a secretar o hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRh), que por sua vez, estimula a adeno-hipófise a produzir o hormônio luteinizante (LH) – responsável pela síntese de testosterona – e o hormônio folículo-estimulante (FSH) – já este, encarregado da espermatogênese (2).

Outras substâncias são conhecidas por agirem diretamente na adeno-hipófise, desempenhando, portanto, papel secundário na produção de andrógenos. A Maca ou Lepidium meyenii, planta de origem peruana, além de estimular a secreção de LH, produzindo efeito “potencializador” da testosterona, também interfere no metabolismo das estronas (3), através de um mecanismo semelhante ao observado no Indol 3-carbinol.

O extrato da Videira da Punctura, mais conhecida como Tribulus terrestris, erva originária da Bulgária, já apresenta reputação mais que reconhecida na otimização da secreção endógena de testosterona e DHEA, e funciona também a nível de adeno-hipósife, exercendo aumento nos níveis de LH . A principal estimulação ocorre pelas saponinas (furostanol) e protodioscinas presentes em sua composição (4). Estudos mostraram elevações significativas de andrógenos em sujeitos que foram submetidos à terapia com este composto(5). Porém, pela dificuldade de encontrá-la in natura, só pode ser consumida na forma de suplementos.

O extrato de Fenacho (Trigonella foenum-graecum), vegetal originário do sul da Europa, e a Tongkat Ali, planta nativa da Ásia, também possuem efeito semelhante ao da erva búlgara. As saponinas presentes tanto na Tribulus terrestris quanto na Trigonella Foenum-graecum estimulam a hipófise a produzir o hormônio luteinizante (LH), responsável pela ativação da síntese de testosterona nas células de Leydig (6).

Recentes estudos demonstraram que há saponinas presentes também na Avena sativa que estimulam a produção de LH a nível de hipófise (7). Você certamente não terá dificuldade em encontrá-la; Avena sativa é a denominação científica da aveia! O único inconveniente é que ela deve ser consumida em grandes quantidades e na forma de grão para fornecer as saponinas suficientes para exercerem seu efeito. Neste caso, apela-se mais uma vez para o extrato. Outra alternativa semelhante pode estar em uma raiz originária da América dos Sul, a Smilax oficinalis, também conhecida como salsaparrilha, usada como tônico para aumento da testosterona por, supostamente apresentar mecanismo de ação parecido (8 ). A desvantagem, novamente, é que apenas o seu extrato parece ter a concentração adequada, logo, deve-se consumi-la na forma de suplemento.

Outra substância que é reconhecida pela comunidade cientifica como poderoso antioxidante e que, em estudos realizados em 2007, tem sido apontada como potencializadora de testosterona é o Pycnogenol (9), extraído da cortiça do Pinheiro-marítimo (Pinus pinaster), encontrado principalmente no sudoeste da França. Infelizmente, pela dificuldade de seu consumo in natura, só pode ser obtido através de suplementação.

Coleus forskohlii, ou simplesmente Forskolin, tem sido utilizada principalmente como coadjuvante em dietas de definição muscular, por seu efeito lipolítico. Favorece a produção de andrógenos por meio da sensibilização dos receptores presentes nas células de Leydig, facilitando, portanto, a interação com o LH. Em um estudo realizado em 2005 com homens obesos utilizando este composto, foi verificado aumento nos níveis de testosterona (10). Forskolin pertence à classe dos terpenos, substâncias bioativas, encontradas em óleos vegetais e está presente na planta Plectranthus barbatus ou Indian coleus, encontrada naturalmente na África e Ásia, porém cultivada aqui no Brasil, mais conhecida como Boldo ou Malva-santa. Isto mesmo, o nosso velho Boldo, largamente utilizado para tratar males digestivos.

A Discorea vilosa, da família dos tubérculos, apresenta a propriedade de elevar os níveis de desidropiandrosterona (DHEA), um dos precursores de testosterona em nosso organismo. Caso não soubéssemos sua denominação local, esta raiz passaria despercebida. Trata-se do nosso cará, bastante apreciado no norte do país. Também conhecido como o Yam mexicano, tem sido objeto de estudo no tratamento da artrite e dos sintomas da menopausa.

Evidentemente, qualquer alteração nos níveis de testosterona será passiva de causar desequilíbrios de outras naturezas, como por exemplo, a conversão enzimática de testosterona em di-hidrotestosterona (DHT) ou para estradiol, pela enzima Aromatase. Outras possíveis reações adversas do aumento dos andrógenos podem se manifestar na forma de dislipidemias, aumento anormal do tecido prostático, calvície etc.

Neste caso, há também uma ampla gama de alternativas naturais que se pode lançar mão para evitar a formação de metabólitos indesejáveis e suas conseqüentes reações. Significa dizer que, de forma resumida, quando se busca aumentar os níveis de testosterona, também se deve atentar para a neutralização dos possíveis efeitos desta elevação.

As interconversões enzimáticas são determinadas, de modo geral, por expressão gênica, ou seja, são determinadas em função da individualidade biológica de cada um. Por exemplo, algumas pessoas apresentam maior atividade de enzima Aromatase que outras, sendo, portanto, mais suscetíveis a produção de estrógenos. Em contrapartida, certos indivíduos possuem maior afinidade nos receptores das células do tecido prostático que outros e fatalmente apresentarão aumento anormal da próstata caso seus níveis de andrógenos se elevem, especificamente os de DHT, e esta, dependente da concentração da sua enzima de conversão, a 5 alfa-redutase.

Neste contexto, pensar em elevar os níveis séricos de testosterona é olhar para apenas um dos lados da moeda, sendo tão necessário quanto, realizar intervenção em relação aos possíveis efeitos advindos desta alteração. Quais substâncias, então, poderíamos utilizar como aliados nesta “guerra metabólica”?

Em relação à conversão indesejável de andrógenos em estrógenos, talvez a mais eficaz alternativa “natural” seja a substância conhecida como Crisina, bioflavonóide que inibe a ação da Aromatase, evitando, assim, os efeitos produzidos pelo estradiol produzido em decorrência de sua ação enzimática. Ocorre em uma trepadeira conhecida como Passiflora caerulae, originária da América do Sul. Estudos recentes demonstraram o potente efeito antiestrogênico da Crisina (11).

Quanto aos efeitos oriundos da conversão da testosterona em DHT, temos Saw palmetto, encontrada no mirtilo conhecido como Serenoa repens ou Sabal serrulata, responsável pela inibição da 5 alfa-redutase, reconhecidamente eficaz no tratamento dos casos de hipertrofia benigna prostática (HPB). A Urtica dioica, denominação comum a um tipo especifico de Urtiga, possui um efeito semelhante ao do Saw palmetto, porém, além de diminuir os níveis de DHT, parece inibir também a conversão em estrógenos. Num estudo realizado na Rússia conduzido por Lopatkin e colaboradores, foi observada uma sensível melhora em pacientes com HPB tratados com extrato de Urtica dioica e Sabal serrulata (12). Também na luta contra o crescimento anormal da próstata, especialmente nas manifestações malignas, figura a Pygeum africanum – nem é preciso mencionar sua origem – planta medicinal que exerce efeito antiproliferativo, além de se mostrar capaz de inibir a 5 alfa-redutase (13).

Outra opção é a Linum usitatissimun, designação comum à semente de linho, popularmente conhecida como linhaça, e que, por incrível que pareça, exerce ação – mesmo que em menor grau que os acima citados – contra a hipertrofia prostática (14). Além desta propriedade, sabemos de longa data que a linhaça é uma excelente fonte de ácidos graxos ômega 3.

Imaginou, em algum momento, que a romã (Punica granatum) poderia ser um agente a favor da saúde da próstata? Pois bem, ocorre que esta frutinha é rica em um certo tipo de ácido, conhecido como elágico, capaz de reduzir níveis de PSA e promover ação antiproliferativa (15). Além disso, possui ação antiinflamatória e antioxidante.

E quanto ao licopeno? Este carotenóide encontrado nas frutas vermelhas já é bastante conhecido por seu efeito anticarcinogênico, logo, uma excelente opção para evitar alterações no tecido prostático e, além disso, oferece uma poderosa ação antioxidante. Ocorre principalmente no tomate, entretanto sua biodisponibilidade depende da exposição ao calor, pois assim a substância é liberada mais facilmente das membranas celulares do fruto. Em um estudo realizado na Alemanha, pesquisadores concluíram que a ingestão de licopeno melhorou significativamente a condição clínica de pacientes com HPB (16). Outra substância igualmente importante para a saúde é o revesratrol, presente na uva, um excelente antioxidante e antiproliferativo, além de possuir efeitos cardioprotetores. Aggawar et al, em 2004, publicaram um vasto estudo sobre as propriedades benéficas do reverastrol no combate a diversos tipos de câncer (17). Vinho tinto e uvas roxas são a fonte mais acessível desta substância in natura, mas pode ser encontrada na forma de extrato, em cápsulas.

O alfa-tocoferol, conhecido como vitamina E, além de sua ação antioxidante, contribui para a síntese dos constituintes da membrana fosfolipídica, da testosterona e, recentemente foi identificado como agente antiproliferativo nos casos de câncer de próstata. A vitamina E está presente em oleaginosas, gérmen de trigo, abacate, amêndoas, castanhas etc.

Já o acido ascórbico, ou simplesmente vitamina C, atua em conjunto com o tocoferol oferecendo ação antioxidante (18); modula o sistema imune; diminui os níveis de cortisol (quanto mais alto cortisol, menores as taxas de testosterona); promove cicatrização; participa da síntese do colágeno; amplifica a absorção de ferro pelo organismo; exerce efeito antiinflamatório, entre muitas outras ações importantes – precisa dizer mais? As fontes mais abundantes são, como já se sabe, das frutas como acerola, limão, laranja, caju, mamão, goiaba, entre outras e em vegetais folhosos como a couve e a salsa.

Em um estudo sobre as propriedades dos derivados da vitamina B6, chegou-se a conclusão que a forma cloridrato de pirodoxina parece aumentar a atividade da enzima 5 alfa-redutase, enquanto o pirodoxal exerce efeito inibitório. Neste caso, não há muito a fazer, pois a vitamina B6 ocorre naturalmente em três formas: piridoxina (álcool), priridoxal (aldeído) e piridoxamina (amina). No entanto, mesmo considerando que todas apresentam interconversões entre si, a forma disponível em suplementos geralmente é o cloridarto de piridoxina, aquela que aumenta a atividade da 5ar, sendo preferível, neste contexto, provavelmente consumi-la através de fontes naturais, como amendoins, avelãs, pães, milho e cereais integrais, pois as fontes vegetais apresentam maiores teores da forma piridoxal.
Em estudo recente, foi divulgada a relação entre a vitamina D e níveis aumentados de testosterona, indicando uma possível interação entre a exposição ao sol e elevação dos andrógenos séricos (19). A vitamina D, além do mais, segundo estudo publicado em 2008, pode auxiliar no tratamento de câncer prostático (20).

Em relação aos minerais que podem influenciar no suporte hormonal, destacam-se zinco, elemento fundamental na síntese da testosterona (21), magnésio e boro, este último, importante na produção de pregnenolona, um dos primeiros precursores da testosterona em nosso organismo (22).

De um modo geral, devemos pensar, portanto, numa perspectiva ampla no que diz respeito a estratégia alimentar e a suplementação. Como podemos observar, elevar os níveis de testosterona provavelmente resultará em uma maneira de angariar mais músculos, vitalidade e libido. No entanto, tais alterações possivelmente desencadearão respostas metabólicas muitas vezes indesejáveis; porém, passivas também de controle e manipulação, se houver bom senso e, é claro, muita informação.

BONS TREINOS E ATÉ A PRÓXIMA!

Referências:

1. Aggarwal BB, Ichikawa H: Molecular targets and anticancer potential of indole-3-carbinol and its derivatives. Cell Cycle, 4:1201-1215; 2005.
2. Fry AC, Bonner E, Lewis DL, Johnson RL, Stone MH, Kraemer WJ: The effects of gamma-oryzanol supplementation during resistance exercise training. Int J Sport Nutr. 1997 Dec;7(4):318-29. 
3. Gonzales GF, Córdova A, Vega K, Chung A, Villena A, Gónez C, Castillo S. Effect of Lepidium meyenii (Maca) on sexual desire and its absent relationship with serum testosteron levels in adult healthy men. 2002. Andrologia 34, 367–72.
4. Ganesan AP. Sexual effects of puncturevine (Tribulus terrestris) extract (protodioscin): an evaluation using a rat model. J Altern Complement Med. 2003 Apr;9 (2):257-65
5. Adaikan P.G. Protodioscin from herbal plant Tribulus terrestris L improves the male sexual functions, probably via DHEA. Int J Impotence Research (1997) 9, supp 1: S64
6. Yoshikawa M, Murakami T, Komatsu H, Murakami N, Yamahara J, Matsuda H. Fenugreek seed: structures of trigoneosides Ia, Ib, IIa, IIb, IIIa, and IIIb, new furostanol saponins from the seeds of Indian Trigonella foenum graecum. Medicinal foodstuffs, Chem Pharm Bull (Tokyo) 1997;45:81-7.
7. Osbourn A.. Saponins in cereals. 2003, Phytochemistry 62, 1–4
8. Bucci, L.R. Selected herbals human exercise performance. 2000. Am. J. Clin. Nutr. 72, 624S–636S.
9. Stanislavov R, Nikolova V, Rohdewald P. Improvement of erectile function with Prelox: a randomized, double-blind, placebo-controlled, crossover trial. Int J Impot Res. 2008 Mar-Apr;20(2):173-80. Epub 2007 Aug 16.
10. Godard MP, Johnson BA, Richmond SR: Body composition and hormonal adaptations associated with forskolin consumption in overweight and obese men. Obes Res 2005, 13(8 ):1335-43.
11. Ta N, Walle T. Aromatase inhibition by bioavailable methylated flavones. J Steroid Biochem Mol Biol. 2007 Oct;107(1-2):127-9. Epub 2007 Jun 6.
12. Lopatkin N, Sivkov A, Schläfke S, Funk P, Medvedev A, Engelmann U. Efficacy and safety of a combination of Sabal and Urtica extract in lower urinary tract symptoms--long-term follow-up of a placebo-controlled, double-blind, multicenter trial. Int Urol Nephrol. 2007;39(4):1137-46. Epub 2007 Feb 15.
13. Shenouda NS, Sakla MS, Newton LG, Besch-Williford C, Greenberg NM, MacDonald RS, Lubahn DB. Phytosterol Pygeum africanum regulates prostate cancer in vitro and in vivo. Endocrine. 2007 Feb;31(1):72-81.
14. Demark-Wahnefried W, Robertson CN, Walther PJ, Polascik TJ, Paulson DF, Vollmer RT. Pilot study to explore effects of low-fat, flaxseed-supplemented diet on proliferation of benign prostatic epithelium and prostate-specific antigen. Urology. 2004 May;63(5):900-4.
15. Pantuck AJ, Leppert JT, Zomorodian N, Aronson W, Hong J, Barnard RJ, Seeram N, Liker H, Wang H, Elashoff R, Heber D, Aviram M, Ignarro L, Belldegrun A. Phase II study of pomegranate juice for men with rising prostate-specific antigen following surgery or radiation for prostate cancer. Clin Cancer Res. 2006 Jul 1;12(13):4018-26.
16. Schwarz S, Obermüller-Jevic UC, Hellmis E, Koch W, Jacobi G, Biesalski HK. Lycopene inhibits disease progression in patients with benign prostate hyperplasia. J Nutr. 2008 Jan;138(1):49-53.
17. Aggarwal BB, Bhardwaj A, Aggarwal RS, Seeram NP, Shishodia S, Takada Y. Role of resveratrol in prevention and therapy of cancer: preclinical and clinical studies. Anticancer Res 24: 2783–2840, 2004.
18. E. Al. Melo, M. I. S. Maciel; V. L. A. G. Lima; R. J. Nascimento Capacidade antioxidante de frutas Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences 2008 vol. 44, n. 2, abr./jun.,
19. Wehr, E. Pilz, S. Boehm, W. Marz, B. O. Obermayer-Pietsch, B. Association of vitamin D status with serum androgen levels in men. Journal of Clinical Endocrinology, 2010, 73, 243–248
20. Schwartz GG. Vitamin D and intervention trials in prostate cancer: from theory to therapy. Ann Epidemiol. 2009 Feb;19(2):96-102. Epub 2008 Jul 10.
21. Dissanayake D, Wijesinghe PS, Ratnasooriya WD, Wimalasena S. Effects of zinc supplementation on sexual behavior of male rats. J Hum Reprod Sci. 2009 Jul;2(2):57-61.
22. Nielsen FH, Hunt CD, Mullen LM, Hunt JR. Effect of dietary boron on mineral, estrogen, and testosterone metabolism in postmenopausal women. FASEB J. 1987 Nov;1(5):394-7.

 

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      Comprei para o ciclo OPTIMEN multivitaminicio que parece ser paulada - segue foto do suplemento
       
      É isso galera, estando tudo ok por aqui o ciclo deve iniciar segunda feira 20.01.2020
      Aceito todas as opiniões e sugestões, foi exatamente pra isso que criei o tópico e vou fazer o relato.
      Estou fazendo primeiro ciclo e tenho a intenção de que seja o unico. Depos é manter o peso com dieta e equilibrio. Mas agora como tenho trabalho muito corrido e sou ativo, metabolismo acelerado, mesmo fazendo dieta não consigo passar dos 70 "ao natural". Vim estudando bastante e acho que vale a pena fazer este ciclo 🤞💪🙏
      conto com a sugestao dos mais experientes
       


    • By Logan_82
      Fala galera, boa tarde!
      Primeiro queria parabenizar a todos que ajudam nos tópicos... Vcs são top 🔝🔝🔝 fazem o fórum uma ótima fonte de informação e pesquisa. Estou aqui a pouco tempo (infelizmente só conheci o fórum esse ano fazendo algumas buscas na internet) mas consegui absorver bastante informações e fazer algumas mudanças nas minhas rotinas, coisas que não dava tanta importância e que são fundamentais:
      Dieta e hidratação bem ajustados para o objetivo (ainda aprendendo) sempre usei o mesmo planejamento alimentar durante todo o ciclo, dificilmente fazia grandes alterações Aeróbico, nunca fui adepto de fazer e hj vejo que é fundamental (aquela ideia de quem quer ganhar MM não pode fazer aeróbico) Laboratório de confiança, sempre usei lab under por indicação de amigos ou contato de confiança. Hj já aprendi que melhor é usar produtos de Lab. grande Gostaria muito da ajuda de vcs para meu novo projeto, estou fazendo uma ponte até o próximo ciclo pretendo usar pequenas doses de testosterona por 10 a 12 semanas, após avaliar o shape para traçar novas estratégias.
      Idade: 37
      Altura: 180
      Peso: 95,4
      Medicações em uso (Anticoncepcional, etc...): Não
      Problemas de Saúde: Nenhum
      Tempo de treino: mais de 8 anos de treino. Durante esses 8 anos sempre trabalhei em escala 12x36 + 160 km de distância ida e volta para o trabalho isso me atrapalhava um pouco em relação a treino, dieta e descanso. Existia um revezamento de 4 em 4 meses do turno dia e noite, quando trabalhava no turno do dia o treino e dieta ficavam prejudicados, muitas das vezes treinava 2x ou 1x na semana por causa dos extras (saudade dos extras... na vdd sds do dindin. kkkk) quando mudava pra noite o treino e dieta ficavam ok, mas o descanso ficava um pouco prejudicado… enfim tinha maior rendimento quando trabalhava a noite pois conseguia  intensificar os treinos e manter a dieta. Graças a Deus no início deste ano 2019 minha escala mudou.
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      Devido minha escala de trabalho só consigo treinar 4x na semana, dois dias fica impossível ir por causa do horário: saio de casa 05:30 e retorno 22:30 hrs a  academia fecha às 22 hrs e Domingo ela tbm não funciona. Devido essa rotina de trabalho adotei o treino ABCD 1x semana.
      A - Peito/tríceps/Pant
      Crucifixo inclinado no cross 4x6-12p2 30” desc
      Supino 45 no smith 12-máx-máx-máx c/pausa2" Sub.peso 1’ desc
      Voador + Flexão de braços 3x6 super lentas/ (máx3T) (Máxp2") (Máx") 1’ desc
      Supino reto todas excênt. 12-máx-máx-máx Sub. peso 1’ desc
      Sup. canad. c/halteres 3x4 excênt + 6 1’ desc
      Triceps testa barra W 12-máx-máx-máx Sub. peso 1’ desc
      Triceps francês no banco 45° 12-10-8-6 Sub. peso 30” desc
      Triceps no pulley 4x4 proq + máx Sub. peso 1’ desc
      Triceps supinado 12-10-8 Sub. peso c/drop última 30” desc
      Pant no leg horiz 20-máx-máx-máx Sub. peso 30” desc
       
      B - Costas/Bíceps/Abd
      Puxada sup. unilat no cross 12-máx-máx Sub. peso 30” desc
      Puxada vertical 12-máx-máx-máx Sub. peso todas excênt. 2’ desc
      Remada curvada barra grande 2x12 Sub. peso 2x8 1’ desc
      Adução frontal barra V 4x6 à 10 excênt. 30” desc
      Remada unilat c/ halters 12-máx-máx Sub. peso 1’ desc
      Biceps barra H no banco scoth 12-máx-máx-máx 1’ desc
      Biceps máquina 3x6(6"iso)+4(4"iso)+2(2"iso) 1’ desc
      Bíceps barra reta 12-máx-máx-máx Sub. peso todas excênt. 1’ desc
      Biceps concentrado 12-máx-máx Sub. peso s/desc
      ABD supra máquina 20-mах-mах-mаx Sub. peso 1’ desc
      ABD infra no rack 4x10 a 20 1’ desc
       
      C - Ombro/Trapézio/Pant
      Flexão de ombro unilat. sup. no cross 12-máx-máx-máx Sub. peso 30” desc
      Crucifixo inverso + Hiperextensão 2x10+10 Sub. peso 2x8+8 1’ desc
      Abdução de ombro 4x8-4-2 Sub. peso 1’ desc
      Rotação frontal banco 45° 12-máx-máx Sub. peso 30” desc
      Desenv. c/halteres curtas 6-máx-máx-máx Desc. peso 10” desc
      Enc. barra livre + acima de 90° 4x6à12 Sub. peso / 4x8à12 1’ desc
      Enc. no Rower 15-máx-máx-máx Sub. peso 30” desc
      Panturrilheira 5x10 à 20 Sub. peso 10” desc
      Pant. no rack 4x8 p2”+8 30” desc
      Pant. livre unilat. 3x8 a 15 s/desc
       
      D - Perna/Abd
      Flexão de quadril 3x8 à 12 p2" s/desc
      Rack machine 15-8-8-8 Sub. peso 10” desc
      Cadeira extensora + passada 4x8à15p2" Sub. peso / 4x6 à 8 1’ desc
      Agachamento 4x6à15N + 6à15C Sub. peso 1’ desc
      Cadeira adutora 4x6p4" + 8c+8 30” desc
      Aqach. sumo 3x8-6-4 Sub. peso 1’ desc
      Mesa flexora 3x4p4"+máx Sub. peso 1’ desc
      Leg 45° alto curtas 20-máx-máx-máx Sub. peso 30” desc
      ABD: Oblíquo no banco 4x8à20 1’ desc
      ABD: Roda 4x10à20 1’ desc
      Treino aeróbico Hit pós treino 15 minutos(um minuto caminhando na velocidade 6 depois 1 correndo na velocidade 10) 4x semana
       
      Dieta com quantidade de proteína/carboidrato/gordura por dia:
       
      Atual pós ciclo Prot.: 216  Carb.: 143 Gord.: 91
       
      Café - 06:00
      05 Ovos mexidos
      01 Xícara de café
      Vit. C 500mg
       
      Lanche manhã - 09:00
      150ml iogurte natural
      01 Colher pasta de amendoim
       
      Almoço - 11:30
      120g Batata doce
      120g Frango grelhado
      Salada verde (couve ou brócolis ou alface)
      Vitamina D3 5000ui
       
      Lanche - 14:30 (refeição pré e pós treino)
      01 banana prata
      40g Whey protein
       
      Lanche - 16:30
      120g Batata doce
      120g Frango grelhado
      01 Xícara de café
       
      Jantar - 19:30
      110g Batata doce
      110g Frango grelhado
      Salada verde (couve ou brócolis ou alface)
       
      Ceia -  22:30
      04 Ovos mexidos
      Vit. C 500mg
       
      Hidratação 4 a 5 litros de água por dia
      Fotos: 



      Exames foram feitos ontem... assim que tiver os resultados posto aqui
    • By Cah83
      Oi pessoal! Relatando um pouco da minha história! Sou mulher, tenho 33 anos e estou terminando meu segundo ciclo de oxandrolona. Desta vez fiz um ciclo beeeem longo, cerca de 5 meses no total, chegando até a 40 mg/dia e baixando gradativamente. Agora preciso parar pq acho que está na hora (kkkkk), pq estou com niveis de colesterol altíssimos, pq já tenho história familiar pra isso e piprou mto com a oxa. Massss, quero iniciar a testosterona gel, só que não encontrei nada de relatos com doses pra mulheres. Comprei a de 25 mg e comecei hoje. Minha intenção é manter o máximo o que eu ganhei com a oxandrolona. Alguma menina do grupo usa oi algum dos homens tem alguma experiência com a namorada? Estou com 12% de gordura corporal e apaixonada pelo meu abdome?

    • By lucasabc123
      *Sou novo no forum, é aqui mesmo q posto?? Então amigos buenas! queria dicas de como usar esses dois Anabo.. não sei como ciclar, quero saber se alguém já usou e se o resultado é bom, treinava a 2 anos, então parei por 4 meses por uma fratura no braço, agora voltei, fazem 6 meses q venho treinando pesado porem os resultados não estão sendo satisfatórios. Favor também se puderem me passar dicas de uma dieta alimentar para ganho de massa e TPC!   é meu primeiro ciclo, tenho em mãos 60 comp. de Oximetolona 50mg e 20mls Ciclopentilpropionato de Testosterona 200mg

      me passaram isso
      30 dias oximetalona 12 em 12 hrs
      e 2as e 5as 1ml de cipionato durante 2 meses.
      Meticolin b12 ou silimarina 12 em 12 hrs (Qual é o melhor?)
      é certo, devo adicionar ou remover algo? 

      Tenho A:1,78m e peso 78kg
      Não sei meu bf mais a ultima ves q medi a um ano estava 7%

      Favor mandar dicas, e criticas. 
      Pretendo começar logo e se tudo certo vou passando os resultados

      Um Abraço!!!  
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