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Quadro de Líderes

  1. Pokoyô

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Conteúdo Popular

Mostrando conteúdo com a maior reputação desde 11/10/2025 em Comentários de Matéria

  1. Breve poderrmos estar consumindo carne artificial misturada com carne de verdade sem a gente saber, assim como tem leite e composto lácteo..o composto é leite com celulose...e cuidado com os influencers que estão sendo pagos pela indústria da carne.
  2. Somente esses sintomas adversos relatados na matéria, e não são todas os pacientes que apresentam. Como citado, pacientes que não se enquadram nos critérios de refinamento, apenas! É uma associação em mescla bastante segura.
  3. Oi, Alice! 😊 excelente pergunta, porque justamente esse é o ponto: não existe um protocolo de “enzimas” igual para todo mundo.Na avaliação corporal, primeiro precisamos entender se essa gordura localizada realmente é predominantemente gordura ou se existe também um componente de flacidez, qualidade e espessura da pele.A partir disso, conseguimos definir a melhor estratégia para cada caso. Quando falamos em “enzimas”, também não estamos falando necessariamente de uma única substância. Existem diferentes compostos e associações, e a escolha depende da individualidade de cada paciente, da espessura do tecido adiposo, da região tratada e do objetivo do tratamento. O ácido desoxicólico é um dos ativos que pode ser utilizado em determinadas indicações, mas não é a única possibilidade. Aqui na clínica, antes de iniciar qualquer protocolo de harmonização corporal, fazemos uma avaliação individualizada, justamente para identificar a necessidade real daquela região e montar um planejamento de tratamento adequado — inclusive avaliando se o caso realmente tem indicação para um protocolo injetável ou se outra abordagem seria mais interessante. Sobre o pós-procedimento, pode existir inchaço, sensibilidade e desconforto, e a intensidade varia bastante conforme o protocolo, região e resposta individual. Por isso, também orientamos cada paciente sobre os cuidados e sobre quando é seguro retomar os treinos. A quantidade de sessões também não é definida simplesmente como “3 ou 4 para todo mundo”. Ela depende da avaliação inicial e da resposta de cada organismo ao tratamento. E sim: depois de reduzir a quantidade de células de gordura daquela região, manter peso, alimentação e rotina de exercícios é importante para preservar o resultado. Isso não significa que o organismo fique incapaz de armazenar gordura novamente até porque somos mulheres, e sabemos das mudanças hormonais que sofremos ao longo da vida — por isso, a manutenção dos hábitos continua sendo fundamental. Se você quiser entender qual seria a melhor estratégia especificamente para essa gordurinha do abdômen, pode falar comigo pelo Instagram @dratalitaspineli. faço a avaliação e, a partir das características do seu corpo, explico quais possibilidades fazem sentido para o seu caso e quais eu não indicaria. Abraços
  4. Eu sempre busco a alimentação mais natural possível... apesar de nem sempre conseguir à risca... como você, fugindo de conservantes, corantes, aromatizantes, acidulantes, edulcorantes e outras químicas... boa @Pokoyô!
  5. Oi Alice. Que bom que você voltou. Suas opiniões sempre me colocam pra refletir. Sobre a carne artificial ela tá na mesma situação das canetas...será a solução pra um grande problema da humanidade ou será um problema de saúde no futuro? O fututo dirá. Eu sei que ela não está ainda nas prateleiras do Brasil. Parece que no exterior já está a venda inclusive como hamburguer. Que bom se a gente acabasse com a fome no mundo e ainda parasse de assassinar animais. Sobre o leite é sim um alimento perigoso para quem tem algum tipo de intolerância principalmente quando consumido a noite. Falo de minha própria experiência..quando eu comecei a treinar em 84 vi nas revistas americanas de musculação, já que não havia internet, que havia necessidade de alimentos proteicos...e também não existia whey na época. Resolvi então tomar leite desnatado com gelatina em pó antes de dormir, porque o desnatado tem mais proteína que o integral e a gelatina tem muita proteína. Comecei a sentir fortes dores, depois veio muco e sangue nas fezes..desenvolvi fissuras e me curei delas suspendendo o leite e comendo mamão. Possivelmente o leite desnatado resseca muito as fezes e provoca problemas nos tecidos do intestino, principalmente na parte final...irritar tecidos intestinais ou mexer com a biota intestinal é muito perigoso. Hoje como lácteos com moderação, nunca leite desnatado e evito ingerir à noite.
  6. Oi, @Pokoyô! Tudo bem? ☺️ Lendo o seu comentário, percebi que muita gente ainda acaba caindo nesse terrorismo nutricional e nas teorias da conspiração que circulam soltas pela internet. Mas vamos conversar com calma e colocar os pingos nos is. Aqui no fórum a gente gosta de trabalhar com ciência e fatos reais, sem espaço para achismos ou pânico sem motivo. Você levantou a preocupação de que vão misturar carne artificial na nossa comida sem a gente saber. Se a gente der uma olhada atenta no que diz exatamente a matéria "Carne sem boi da JBS: o que existe e o que ainda não foi aprovado", vamos ver que a realidade da ciência e do mercado é bem diferente desse desespero todo. A JBS não está vendendo carne cultivada aqui no Brasil. Eles apenas inauguraram um centro de pesquisa e uma planta-piloto, o que passa longe de ser uma fábrica comercial vendendo bifes no supermercado. Além disso, existe uma barreira tecnológica e financeira gigante. Fazer carne cultivada não é brincadeira. É um processo muito complexo reproduzir a estrutura de um bife de verdade, com todas as fibras, gordura e vasos. Ninguém gastaria milhões em uma tecnologia que ainda está em desenvolvimento só para esconder isso no meio da carne convencional de forma barata. A Anvisa definiu a resolução RDC 839/2023, que exige uma avaliação prévia de segurança super rígida para cada alimento novo. Até o momento, não existe absolutamente nenhum produto de carne cultivada aprovado para o consumidor brasileiro. São tantas exigências de rastreabilidade de lotes, identidade celular e composição que inviabiliza totalmente essa mistura clandestina desenfreada. Você também tocou no assunto do leite. As pessoas adoram inventar que leite de caixinha não é leite ou criar uma paranoia enorme com celulose. Fazem isso só para gerar pânico e tentar te vender dietas super restritivas ou suplementos caros. É claro que a concentração de patentes e o monopólio da indústria alimentar são questões econômicas muito reais e que merecem a nossa vigilância. Mas a gente não pode viver na paranoia e acreditar em influenciador picareta que ganha dinheiro botando medo em você com falácias. O grande segredo do nosso esporte e da nutrição é parar de seguir modinhas, parar de procurar pelo em ovo e focar no básico bem feito que sempre funciona. Concorda? ❤️
  7. Entendi, Dra. @Talita Spineli! Obrigada pela explicação. Então acho que minha última dúvida é justamente sobre essa mescla que você comentou. Quais são os ativos que normalmente fazem parte dela? Pergunto porque vejo muita coisa diferente na internet sendo chamada genericamente de “enzimas”, e na sua matéria você cita bastante o ácido desoxicólico. Queria entender o que efetivamente é aplicado nesses protocolos de refinamento corporal e se a composição muda de paciente para paciente. 😊
  8. Obrigada, Dra. @Talita Spineli ! Ficou bem claro. Só fiquei com mais uma dúvida: esses protocolos injetáveis têm algum risco além de inchaço, dor e sensibilidade? Existe possibilidade de nódulos, irregularidades, inflamação ou alguma complicação mais séria? E existe algum perfil de paciente para quem você não recomenda esse tipo de tratamento?
  9. @Talita Spineli, acho que eu me encaixo bem no perfil que você descreveu na matéria, mas fiquei com algumas dúvidas. Tenho por volta de 30 anos 🤭, treino musculação, cuido bastante da alimentação e estou satisfeita com meu corpo no geral. Não quero emagrecer muito mais porque tenho medo de começar a perder volume justamente onde não quero. O problema é uma gordurinha pequena, principalmente na parte de baixo do abdômen, que parece ser a última coisa que vai embora. Nesse tipo de caso, como você avalia se realmente é gordura localizada que pode responder às enzimas ou se já é uma questão de pele/flacidez? Outra dúvida: quando falamos em "enzimas", qual substância é utilizada exatamente? Você comenta bastante sobre o ácido desoxicólico. É ele que costuma ser usado no abdômen ou existem protocolos diferentes dependendo da quantidade de gordura e da região? Também queria saber como é o pós-procedimento. Fica muito inchado ou dolorido? Dá para treinar normalmente? E, para uma quantidade pequena de gordura abdominal, normalmente seriam necessárias umas 3 ou 4 sessões ou isso pode variar bastante? Por último: se eu mantiver meu peso, alimentação e treino depois do tratamento, o resultado tende a permanecer ou essa região pode acumular gordura novamente com facilidade? Pergunto porque meu objetivo seria exatamente esse que você colocou na matéria: não transformar meu corpo, mas tirar aquele último detalhe do abdômen para deixar o contorno mais definido.
  10. Eu pensei que um treino low volume seria distribuir um "treino padrão" de 3 vezes na semana, para um treino de 6 vezes na semana, onde a duração não ultrapassaria uns 40 minutos. Se o volume será mais alto, logo, quem tem problemas articulares ou iniciantes, não seria recomendada essa modalidade de treino, certo? Muito bom o tópico.
  11. Parece que tá todo mundo vendo as entrevistas do Fiuza. Ele gosta de polemizar e em pleno podcast do Monster Cast anunciou abertamente que saiu do armário. Mas isso é o que menos importa, cada um tem a orientação que quiser. Tem uma foto dele no início do post de regata mostrando muita dorsal e até braços que ele considera seu ponto fraco. Finamente apareceu alguém de destaque pra encampar a ideia do baixo volume de treinamento que eu considero mais indicado para naturais e idosos.
  12. O Paulo Gentil já defende isso há bastante tempo... mas talvez não tenha muito destaque no meio maromba...
  13. @Pokoyô, no seu caso eu não desprezaria o relato de jeito nenhum. Se você repete o teste e três dias de leite antes de dormir são suficientes para surgir dor ao evacuar, existe uma associação individual muito consistente e, pragmaticamente, não vejo motivo para você continuar tomando leite. O ponto em que eu continuo colocando o pé no freio é na explicação do mecanismo. Dor, fissura e principalmente sangue não fazem parte do quadro típico de intolerância à lactose, cujos sintomas clássicos são distensão, gases, cólicas, náusea e diarreia. Então uma coisa é dizer “leite me faz mal”; outra, bem diferente, é concluir “o leite desnatado agride a mucosa, provoca fissura e pode produzir pólipos”. A primeira afirmação o seu próprio organismo está demonstrando; a segunda precisaria de evidência. E você tem razão em outra coisa: lactose não é a única possibilidade de reação ao leite. Existem reações às proteínas do leite, inclusive caseína e proteínas do soro. Só que aí entramos em mecanismos imunológicos e alergias alimentares, que são outra coisa, fisiologicamente, que deficiência de lactase. Além disso, há pessoas com intestino irritável e outras condições gastrointestinais nas quais determinados alimentos funcionam como gatilho sem que exista propriamente uma “intolerância à caseína”. Agora, sobre os pólipos eu tomaria bastante cuidado antes de colocar a culpa nos lácteos ou no Sustagen. Curiosamente, quando olhamos estudos populacionais, a direção encontrada para câncer colorretal não é essa: o conjunto das evidências avaliadas pelo World Cancer Research Fund considera provável um efeito protetor dos laticínios e do cálcio contra câncer colorretal. Isso obviamente não quer dizer que você precise consumir leite nem que lácteos façam bem para todo mundo; significa apenas que não temos base para transformar o seu histórico de pólipos numa relação causal com leite. Quanto ao “queimadinho do churrasco”, aí vou defender um pouco a ciência porque ela não escolheu o queimadinho por simpatia. Quando a carne é submetida a temperaturas muito altas, especialmente chama direta, podem se formar aminas heterocíclicas e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos. Eles são mutagênicos em estudos experimentais. Em seres humanos, a associação específica desses compostos com câncer ainda não é tão simples nem definitiva quanto às vezes parece nas manchetes. Já para carne processada, a evidência de associação causal com câncer colorretal é bem mais forte; a IARC a classificou como carcinogênica para humanos. Portanto, presunto, salsicha, bacon e semelhantes me preocupam cientificamente bem mais do que simplesmente contar quantos nomes difíceis aparecem no rótulo de um cream cracker. E álcool entrou na sua lista de suspeitos com razão. Para câncer colorretal, por exemplo, a OMS relaciona entre os fatores modificáveis consumo de carnes processadas e vermelhas em excesso, baixa ingestão de frutas e vegetais, sedentarismo, obesidade, tabagismo e consumo de álcool. Ou seja, a realidade é bem mais “multicausal” do que encontrar um único vilão dentro da embalagem. A parte dos “químicos” é justamente onde eu acho que nós três estamos chegando a um meio-termo interessante. Eu também olho rótulo e prefiro comida simples. Se tenho duas opções semelhantes e uma tem uma lista enorme de ingredientes enquanto a outra tem três ou quatro, normalmente escolho a segunda. Só que faço isso como estratégia alimentar, e não porque o número de substâncias determina toxicidade. Um conservante com nome complicado pode estar numa concentração centenas de vezes abaixo daquela capaz de produzir efeito adverso, enquanto substâncias completamente naturais também podem ser tóxicas. Para aditivos existem avaliações toxicológicas e, quando aplicável, uma ingestão diária aceitável calculada justamente considerando exposição durante toda a vida e margens de segurança. Por isso eu também não colocaria transgênico, corante, acidulante, conservante, adoçante, salsicha e agrotóxico todos dentro do mesmo saco chamado “química”. São problemas completamente diferentes e precisam ser analisados separadamente. Dá para defender uma dieta predominantemente in natura ou minimamente processada sem precisar afirmar que cada aditivo aprovado é prejudicial. Aliás, eu continuo achando essa a maneira mais simples de comer bem: carne, ovos, arroz, feijão, tubérculos, frutas, verduras, legumes e deixar os produtos altamente processados como parcela menor da dieta. Sobre o aumento do câncer em jovens, aí você tocou numa questão realmente importante. Pelo menos no câncer colorretal, o fenômeno é real: dados recentes mostram aumento relevante entre adultos mais jovens. E a parte interessante é justamente que a causa ainda não está esclarecida. A própria IARC iniciou um grande projeto internacional em 2026 para investigar exposições precoces, microbiota e outros fatores que possam explicar esse crescimento. Portanto, eu acho legítimo desconfiar das mudanças ambientais e alimentares ocorridas nas últimas décadas; o que não podemos fazer ainda é escolher previamente “foram os conservantes”, “foram os transgênicos”, “foram os lácteos” ou qualquer outro culpado e depois procurar evidência que confirme a hipótese. E sobre a estatina, aí eu quero conhecer esse seu segredo de 20 milhões. Se ele baixar LDL de forma consistente, não causar efeitos adversos e principalmente demonstrar redução de infarto, AVC e mortalidade em ensaios clínicos, talvez os 20 milhões estejam baratos. Mas não concordo com a generalização de que “estatina está fazendo muito mal”. Existem pacientes que apresentam efeitos adversos e precisam trocar dose, molécula ou estratégia; isso é diferente de dizer que a classe inteira faz mal. A diretriz cardiovascular de 2026 continua colocando estatinas entre os pilares da redução farmacológica do risco aterosclerótico quando existe indicação clínica. No fim, acho que sua postura de olhar o rótulo e desconfiar um pouco da alimentação industrial é até saudável. Eu só não transformaria desconfiança em condenação antecipada. Foi exatamente esse o raciocínio que tentei colocar na matéria sobre carne cultivada: nem “a indústria disse que é seguro, portanto acabou a discussão”, nem “é artificial, portanto vai causar doença”. Quero composição, dose, estudos, acompanhamento e tempo de uso. Depois disso a gente vai formando opinião. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  14. Chamini se eu passar três dias seguidos tomando 1 copo de leite antes de dormir vou começar a sentir dores ao evacuar e se insistir haverá sangue ....se leite irrita a mucosa do final do intestino pode também irritar o intestino em outros segmentos e talvez provocar pólipos, mas a ciência prefere acreditar que queimadinho de churrasco é que provoca câncer kkkkkkk... Deve existir vários tipos de intolerância a componentes do leite, não só quanto à lactose mas também à caseína e outros. Mas tem coisas que eu sei que nem a medicina sabe...eles não sabem que produto baixa o colesterol e eu sei...tou vendendo o segredo por 20 milhão.. sic.. kkkkkk...porque a estatina tá fazendo muito mal. Você sabe que cachorro mordido de cobra não come linguiça e já retirei perto de 10 pólipos do intestino...sempre coloquei a culpa nos lácteos tipo sustagen principalmente na época em que usava em maior quantidade..a fase do desnatado durou pouco..na embalagem ele tinha 30% de proteína e o integral tinha 24%...isso antes do whey e eu achava importante isso...outro alimento suspeito é a bebidinha social do sábado a noite Na minha santa ignorância jogo na fogueira das bruxas da inquisição um monte de tipos de produtos...com corantes, acidulantes, aromantizantes etc...enlatados..até os transgênicos...o câncer aumentou até entre jovens e ninguém sabe a causa. Você já viu quantos quimicos tem no biscoito cream craker? De outro lado já há muitos produtos com poucos químicos como certas marcas de goma úmida pra tapioca, extrato de tomate, ketchup, a pipoca que chamam de canjiquinha doce, shoyu...alguns ainda tem poucos conservantes...é uma tendência da indústria..tem muita gente checando ingredientes antes de comprar qualquer produto...acho que 1% da população foge dos químicos dos alimentos...é só ver as pessoas entulhando o caixa dos supermercados com biscoitos, bombons, yogurtes e lácteos coloridos, presunto, salsicha..só de ver sinto náuseas. Tal como o Fisiculturismo nem sempre consigo e tomo um pouco de coca cola zero...e muitos outros produtos que possuem químicos...inclusive essas carnes nobres que uso que devem ser tratadas com químicos antes de serem ensacadas. E infelizmente vegetais são tratados com muitos químicos no solo e os orgânicos não raramente são fraudes. Mas..vida que segue..a degeneração começa cedo..ficamos míopes na infância, a vesicula vai falir antes dos 60...e se tivermis cuidados e sorte passaremos dos 80 , pra depois perdemos a luta final.
  15. Excelentes ponderações @Pokoyô! E muitas vezes "parar de usar" pode não ser uma opção se a condição natural não permitir mais a produção endógena de testosterona. Por isso, sempre vale o forte alerta para qualquer um que decida entrar neste mundo.
  16. Diversificar é válido mesmo, mas tem umas coisas aí que você falou que vale ajustar. Carne bovina não é tudo 20% de gordura… depende MUITO do corte. Patinho, coxão mole, lagarto são bem magros. O problema é escolher mal e exagerar. Esse papo de “leite inflamatório” é generalização de internet. Pra quem não tem intolerância, whey é só proteína do leite, não tem nada de inflamatório por padrão. E não precisa limitar a 30g/dia — isso depende da tua meta proteica diária, não de um número fixo. Sobre whey ter aditivo: verdade em parte. Tem produto ruim mesmo. Por isso olhar rótulo é obrigatório. Mas isso não invalida o suplemento — só escolher melhor. No fim: comida de verdade (frango, carne, ovos) = base whey = praticidade quando precisa bater proteína Simples assim. Sem terrorismo alimentar. Opiniões não substituem orientação profissional e podem conter erros.
  17. Acho que é bom diversificar as fontes de proteinas. Carnes bovinas são ótimas para o paladar...qualidadade de vida...motivação pra fazer dieta. Mas .....possuem mais de 20% de gordura.. são mais caras...o excesso pode sobrecarregar a vesícula, rins, fígado, pâncreas...podem aumentar o colesterol e trazer doenças cardíacas e aneurismas... Além disso a ciência diz que o queimadinho da carne aumenta as chances de câncer no intestino. Há carnes mais magras como filé e patinho. Carne moída é ótimo para diversificar a dieta. O filé de peito de frango tem muito menos gordura...abaixo de 6%...mas dizem que é o culpado por essa geração esquisita que tem aí.....kkkk. Whey é prático mas acho que se deve limitar o consumo a 30g por dia e até mesmo nem consumir todo dia...geralmente tem corantes..aromatizantes e muitos aditivos químicos...podem estar adulterados...o leite é considerado hoje um alimento inflamatório.
  18. A gente tem que interpretar com cuidado esses relatos de parada do uso de anabolizantes...mas que continua em TRT. O normal é o sujeito fazer um tratamento para recuperar a produção normal e fisiológica de testo...com medicamentos que estimulam os testículos a voltarem a produzir...mas se isso não ocorrer eles precisam fazer TRT o resto da vida. Mas uma coisa é fazer TRT ..outra muito diferente é apenas reduzir as drogas mas manter a testo suprafisiológica, porque, nesse caso, a perda muscular será menor. Se o sujeito for mesmo pra dose ou condição fisiológica vai ter uma perda enorme de massa muscular. Os anabois causam dependência psicológica...o cara não aceita mais ser fraco e volta a usar como aconteceu com um conhecido apresentador de podcast que tinha uma enorme massa muscular e que também já estava com o coração danificado pelo uso de anabois..parece que ele voltou a usar doses suprafisiológicas.
  19. Muito lúcida ela, eu também não acho saudável dieta sem carb ou com mito pouco carbs mas quem pode dizer se a dieta low carb...ceto...carnívora..vegana deu certo é a balança..os exames de sangue e de imagens. Acho até que devemos usar carbs complexos...e no meio maromba a queridinha já foi a batata doce...a crepioca ...e hoje é o arroz...eu tenho evitado o arroz mas como outros carbs complexos. O que ela não disse é que quando se come carbs complexos tipo pão tapioca, arroz etc, fora de uma dieta low carb, então vamos depender muito do controle do balanço calórico e da qualidade dos carbs quando se quer mais saúde e emagrecimento...existe sim os picos de insulina..temos que comer pouco e neste caso a cada duas horas e meia temos que comer mais alguma coisa pouco que seja...mas beliscar besteiras fora de hora...nunca...e a partir das 18 horas praticamente fazer jejum. Não aprovei o cardápio dela...muitos ovos e o almoço tá monótono o meu é mais gostoso..uma salada de legumes com ou sem folhas...carne e um pouquinho de uma coisa cremosa qualquer em cima dos legumes....se tiver creme de camarão...bacalhau ou galinha eu coloco...umas duas colheres de sopa apenas...a ideia é tornar o almoço interessante e motivador. Muito tempo entre a as refeições e sabemos que a cada duas horas e meia sentimos fome...isso pode fazer as pessoas desistirem dela... mas pelo menos uma abordagem consciente em meio a ideias pouco naturais como a dieta carnívora que tá na moda ou a frustrante vegana ou mesmo a testada e reprovada dieta ceto...quanta gente emagreceu com ela..desistiu e engordou novamente. Dieta boa é uma dieta equibrada que leve a um percentual de gordura corporal de 10 a 14%. Tem de ter boas fontes de gordura inclusive castanhas e proteínas. Em termos de carbs usar legumes, folhas, frutas sem abusar e moderar nos grãos, farinhas e cereais.
  20. Bacana! Comecei a testar a plataforma! Vamos ver como é na prática!
  21. Há mais de um ano...com certeza, a flexibilidade de poder treinar em diversas academias.
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