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Gilvan Carlos do Nascimento Júnior

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Everything posted by Gilvan Carlos do Nascimento Júnior

  1. Opa muitíssimo obrigado, fico MT feliz com esse feedback e que tenha agregado dessa forma, contente em poder contribuir de alguma forma, qualquer dúvida estamos aí bons treinos
  2. Então, todas as ponderações são com base científicas tem inúmeras evidências mostrando o AEJ não ser a melhor estratégia, o que acontece que atleta é outra história estão sobre efeito de fármacos, (esteróides), o que preserva a massa muscular e auxilia numa recuperação mais rápida, o que acontece que atletas usam, pois em determinada fase da preparação do cutting estão bem depletados estoques de glicogênio muito baixo por causa da restrição de carbo, não sendo possível fazer um treino aeróbio intenso em grande parte, além de alguns atletas serem pesados acima de 100 kg, e fazer treinos intensos correndo por exemplo fica inviável sobrecarregando muito as articulações, outra questão é que AEJ pra esse público atleta de alto rendimento acaba sendo uma estratégia útil pois apesar de ser bem pouco superior do q o alimentado auxilia essa gordurinha ou outra q é difícil perder pra eles, então são detalhes, eles representam menos de 1% dos praticantes 99% não precisam igual menciono não atrapalha mais não é susperior inclusive inferior a de intensidade mais elebada então pessoas praticantes comuns não se beneficiam tanto dessa prática
  3. O HIIT, musculação ou qualquer atividade em intensidade mais alta, não é indicada fazer em Jejum, aumenta a produção de hormônios proteoliticos como o cortisol e você entra em grande chances de perder muita massa muscular e pouca gordura, pois HIIT e musculação utiizam energia na forma de glicogênio, e por vc estar em Jejum estará com baixo estoque de glicogênio, aí utilizara a massa magra, o AEJ é feito em intensidade mais baixa que utilize só a gordura como fonte de energia durante a atividade, então treino intenso em Jejum de jeito nenhum bem como de intensidade moderada ser seguro, não é mais eficiente do que o alimentado e bem menos eficiente do que mais intenso, se nao se encaixa na sua rotina tem q se programar pra fazer AEJ não tem porque fazer, não fará falta e tem outra opções muito mais eficientes e saudáveis tbm que te auxiliam a aumentar seu condicionamento cardiorespiratorio, agora se encaixa é um horário que não dá pra vc comer é único horário, pra fazer Aeróbio é da certinho na sua rotina continue fazendo, lembrando de não colocar uma intensidade mais alta, e realizar outras atividades também de força como musculação ou cross fit para aumentar a massa muscular também, quanto a pergunta do HIIT, é isso msm esse é um dos protocolos chamados de SIT então esses 30 segundos são extremamente intenso o máximo que a pessoa conseguir indo inclusive além da capacidade máxima de vo2 e frequenxia cardíaca máxima então pra manter essa intensidade em todos os tiros é necessário esses 4 minutos para recuperar as reservas energéticas, Lembrando que esse é apenas um tipo de HIIT existe inúmeros que são baseados nesses estilos ✅ RST (Repeated Sprint Training ) caracteriza se por estímulos repetidos varias vezes com intensidade máxima de 5 a 15 segundos sucessivos por intervalo menor que 60 segundos de forma passiva, exemplo de treino: 15 minutos de tiros intercalando 10 segundos de tiro máximo por 45 segundos recuperação passiva. ●●● ✅SIT(Sprint interval training) - caracteriza se por estimulo all out altíssima intensidade de 30 segundos seguidos de 3 a 4 minutos de recuperação pode ser repetido por 4 a 6 vezes a depender do nível do praticante. ●●● ✅HIIT de intervalo curto: Basicamente nesse protocolo utiliza se descanso menores ou iguais a 1 minuto, o estimulo é de alta intensidade porém não máximo, um exemplo poderia ser um clássico 1 minuto de tiro por 1 minuto de recuperação, repetido de 8 a 12 séries. ●●● ✅HIIT de intervalo longo: Esse protocolo utiliza se de intervalos mais longos, e recuperação ativa, por exemplo 4 minutos de estimulo intensidade moderada, seguido por 3 minuto de pausa intensidade baixa, ele pode ser bem aplicado para iniciantes, cardiopatas também segundo os estudos apresentaram bons resultados, aí tem q adaptar e ver o que a pessoa está apta e da para realizar de acordo com a programação de treinos dela
  4. Obrigado que bom, que contribui as informações, bacana concerteza é um treinamento bem adotado conhecido como treinamento concorrente, é uma ótima estratégia de treinamento aumentando ainda mais gasto calórico, e mexendo no metabolismo lipidico em repouso, inclusive alguns estudos mostram uma combinação de musculação + aeróbio ser uma ótima combinação para potencializar, sendo indicada para realizar principalmente no pós treino ou em outro horário contrário ao treino de musculação, podendo ser tanto um HIIT como um continuo, obrigado pelo comentario😊
  5. Obrigado que bom, que contribui as informações acho importante essa parte agente apresenta as evidências, as opções de atividade que apresentam ser mais eficientes, porém se a pessoa faz por obrigação a tendência a desistir é alta, se ela não gosta não sente prazer e faz com alto sacrifício essa atividade, não será mais eficiente pra ela se ela não praticar então procure a que lhe de prazer que você terá constância, e procure progredir com essa atividade gradativamente com segurança aliada a uma boa alimentação, espero ter ajudado 😊
  6. Obesidade e métodos para medir o percentual de gordura corporal A obesidade (pessoas com sobrepeso) é cada vez mais presente em nossa população. Segundo dados do Ministério da Saúde, a obesidade chega a 53,9% da população brasileira, incluindo crianças e adultos. Contabilizando-se só população adulta, mais de 50% estão com sobrepeso ou obesos. De modo rápido e prático, para se avaliar qual é o nível que a pessoa se encontra em relação à proporção de gordura corporal, temos o clássico IMC (índice de massa corporal), que é representado pela seguinte equação: peso dividido pela altura ao quadrado. Abaixo seguem os valores e a classificação, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), para o IMC: menor do que 18, 5: abaixo do peso; entre 18,5 a 24,9: peso normal; entre 25 a 29,9: sobrepeso; entre 30,0 a 34,9: obesidade grau 1; entre 35,0 a 39,9: obesidade grau 2; maior ou igual a 40: obesidade grau 3. Existem outros métodos mais específicos para avaliar a composição corporal de uma pessoa, como avaliação física que pode ser feita em bioimpedância e por dobras cutâneas. Para pessoas que não estão tão acima do peso, a avaliação de dobras cutâneas feita por um bom avaliador parece ser a mais precisa. A bioimpedância é mais indicada para pessoas com sobrepeso mais acentuado, aquelas com IMC acima de 30, classificadas com obesidade grau 1. Motivos que levam as pessoas ao sobrepeso ou a obesidade Em estudo feito por Porto et al 2002, dados relacionados aos possíveis motivos que levaram 316 pessoas a chegarem ao grau de obesidade grau 3, os resultados obtidos foram os seguintes: ansiedade (21,1%); excesso alimentar (12,9%); gestações (11%); hereditariedade (9,6%); casamento (8,5%); inatividade física [sedentarismo] (6%). O emagrecimento é o objetivo principal dos praticantes de exercícios físicos O emagrecimento é um objetivo cada vez mais comum e buscado pelos indivíduos. Inclui aquelas pessoas que estão bem acima do peso e que precisam perder gordura para melhorar sua saúde (tendo em vista que o excesso de peso gordo está relacionado com uma série de doenças cardiovasculares, diabetes, aumento do colesterol ruim, triglicerídeos entre outros). Também inclui aquelas pessoas que querem reduzir percentual de gordura para ficar com os músculos aparentes, com aquele famoso "tanquinho". É um objetivo mais estético. A grande maioria dos praticantes de exercício físico deseja emagrecer. Como emagrecer Quando se fala em emagrecimento, precisamos ter em mente um fator essencial, que é déficit calórico (ingerir menos calorias do que as calorias gastas pelo corpo). Duas são as formas para esse déficit calórico ocorrer. Elas se dão pela: restrição acentuada das calorias ingeridas, abaixo da taxa metabólica basal (quantidade de calorias gastas em repouso para manter as funções vitais normais do corpo); restrição acentuada das calorias ingeridas em combinação com o aumento do gasto calórico por meio do exercício físico (opção mais recomendada). Papel do exercício no emagrecimento O papel do exercício no emagrecimento é basicamente auxiliar no processo dietético. Ao praticar o exercício físico, o indivíduo não precisa restringir tantas calorias e pode emagrecer de forma muito mais saudável e sustentável, sem correr o risco do efeito sanfona (emagrecer e depois reganhar o peso perdido). Porém, existem algumas características que o treinamento deve proporcionar ao organismo ao se pensar em emagrecimento. As adaptações fisiológicas proporcionadas pelo exercício físico resultam num aumento da metabolização de gordura (lipólise e oxidação), principalmente durante as 24 horas pós-treino. O treinamento para o emagrecimento não está ligado às adaptações que acontecem durante a prática, mas após o treinamento. Para isso acontecer, o treinamento precisa ser planejado para proporcionar um aumento da utilização de gordura nas horas seguintes ao treinamento, com um maior impacto no auxílio à dieta no processo de redução de gordura corporal. Exercícios e métodos utilizados no treinamento para o emagrecimento Existem inúmeras atividades e métodos de exercícios que podem ser utilizados no processo de emagrecimento. A seguir, alguns exemplos: aeróbio continuo de baixa intensidade e longa duração (1 hora ou mais): caminhada ou corrida (trote); HIIT (treinamento intervalado de alta intensidade): consiste em realizar um estímulo curto de alta intensidade seguido por uma recuperação curta ativa ou passiva, podendo ser feito de inúmeras formas , tais como: correndo, nadando, pedalando, pulando corda, usando a corda naval dentre outros; AEJ (aeróbio em jejum): cada vez mais pessoas têm adotado esse método, que consiste em realizar um treinamento aeróbio de baixa intensidade e longa duração, em jejum, normalmente pela manhã, logo ao acordar. O princípio do método é utilizar a gordura como fonte principal de energia a prática da atividade; musculação; cross fit; treinamento funcional; e outras atividades físicas. Dentre essas inúmeras atividades, por muito tempo, acreditou-se, e até nos dias de hoje ainda se acredita, que a única forma de treinamento para emagrecer era por meio de atividades de longa duração, e que gastariam bastantes calorias durante a execução, como os aeróbios de baixa intensidade e longa duração. Evidências científicas sobre os diferentes protocolos de treinamento para emagrecimento A seguir, uma lista de comparações científicas de exercícios físicos e resultados na queima de gordura corporal: Aeróbio contínuo versus HIIT Mac Pherson et al 2011 compararam o aeróbio contínuo de 30 (trinta) minutos, progredindo até 60 (sessenta) minutos, com treinos intervalados de 4 (quatro) a 6 (seis) tiros máximos de 30 (trinta) segundos com intervalos de 4 (quatro) minutos. A perda de gordura ao final foi de 5,8% (cinco vírgula oito por cento) para o contínuo e de 12,4% (doze vírgula quatro por cento) para o HIIT. Shing et al 2013 verificaram que um treino intervalado de 8 (oito) tiros de 2,5 (dois e meio) minutos com 90% (noventa por cento) da FCmax (frequência cardíaca máxima), com intervalos de até 70% (setenta por cento) da FCmax (frequência cardíaca máxima), por no máximo 5 (cinco) minutos, aumentou o VO2 max [volume de oxigênio (O2) máximo], aumento a potência nos testes de 4 (quatro) minutos, e reduziu o percentual de gordura. Por outro lado, sessões contínuas de 35 a 40 minutos não produziram resultados da mesma magnitude. Ahlert, Mateus comparou dois protocolos de treino. Um deles foi o aeróbio contínuo de 20 (vinte) minutos com intensidade de 70 (setenta) a 75% (setenta e cinco por cento) da FCmax (frequência cardíaca máxima). O outro foi o HIIT, com 8 (oito) tiros de 20 (vinte) segundos com intensidade máxima e com 10 (dez) segundos de descanso entre cada tiro, por 4 (quatro) minutos. Após um descanso inativo de 3 (três) minutos, o participante repetia mais uma vez a série HIIT, num total de 11 (onze) minutos de de treino. Ao final do estudo, o protocolo do HIIT foi o que apresentou maior utilização de gordura em repouso, favorecendo o processo de emagrecimento. AEJ versus aeróbio alimentado versus aeróbio de intensidade mais alta Marcos Daniel Motta 2014 et al investigaram o efeito de 12 (doze) semanas do treinamento aeróbio em jejum sobre o emagrecimento. O estudo foi composto por 33 (trinta e três) mulheres sedentárias, com média de 1,63 m (um metro e sessenta e três centímetros) de altura, 70 kg (setenta quilos) de peso corporal, e IMC entre 26 a 30. O estudo foi composto de 3 (três) grupos: grupo em jejum (GJ); grupo alimentado (GA); grupo de elevada intensidade (GEI). No GJ (grupo em jejum), foi feito o treinamento na esteira com baixa intensidade (50% da FC [frequência cardíaca] de reserva, que é FCmax menos a FC de repouso), com 8 (oito) horas de jejum. O GA (grupo alimentado) realizou o mesmo treinamento, com mesma intensidade, só que alimentado. O GEI (grupo de elevada intensidade) realizou o treinamento com intensidade mais alta (70% (setenta por cento) da FC [frequência cardíaca] de reserva, que é FCmax menos a FC de repouso) e, também, alimentado. Todos os 3 grupos percorreram a mesma distância. A média dos resultados foi a seguinte: grupo em jejum (GJ): -2,3% de gordura; grupo alimentado (GA): -1,8% de gordura; grupo de elevada intensidade (GEI): -3% de gordura. De acordo com os resultados, praticar atividade aeróbica em jejum não proporciona, significativamente, maior emagrecimento do que alimentado. O exercício com intensidade mais elevada proporciona uma redução maior da gordura. Dieta versus dieta + musculação versus dieta + aeróbio Said (2018) avaliou durante 16 (dezesseis) semanas três grupos para analisar a perda de gordura. Foram assim divididos os grupos: grupo só dieta (D); grupo dieta e aeróbio (DA); grupo dieta e musculação (DM). O grupo D (só dieta) começou o estudo com a média de 40,07 kg (quarenta vírgula zero sete quilos) de gordura e a reduziu ao final em 10,09% (dez vírgula zero nove por cento). O grupo DA começou com média de 51,95 kg (cinquenta e um vírgula noventa e cinco quilos) de gordura e a reduziu em 12,51% (doze vírgula cinquenta e um por cento). Por último, o grupo DM começou com média de 29,88 kg (vinte e nove vírgula oitenta e oito quilos) de gordura e a reduziu em 15,94% (quinze vírgula noventa e quatro por cento), mostrando que, mesmo que os indivíduos do grupo de musculação tenham começado com menor peso médio de gordura que os demais grupos, foi o grupo que mais perdeu gordura. Em resumo: grupo só dieta (D): -10,09% de gordura; grupo dieta e aeróbio (DA): -12,51% de gordura; grupo dieta e musculação (DM): -15,94% de gordura. Musculação aumenta a queima gordura em repouso Allman, et al 2019 avaliaram mulheres treinadas (não sedentárias). Elas fizeram musculação e foram acompanhadas por várias horas no pós-treino. O treino consistia nos seguintes exercícios: agachamento, supino, levantamento terra, remada, desenvolvimento e afundo, todos com 3 (três) séries de 10 (dez) repetições casa e com descanso de 90 (noventa) segundos entre as séries. A intensidade de PSE (percepção subjetiva de esforço), de uma escala de 0 (zero) a 10 (dez), foi entre 8 (oito) e 10 (dez). Ao final, foi encontrado um aumento de 12,5% (doze vírgula cinco por cento) no gasto energético de repouso. Durante o treino, apurou-se que a utilização de gordura como fonte energética era de 81% (oitenta e um por cento) e a utilização de carboidrato (CHO) era de 19% (dezenove por cento). Nas horas seguintes, a utilização de gordura como fonte energética aumentou para 91% (noventa e um por cento) e a de carboidratos (CHO) foi reduzida para 9% (nove por cento). Esse estudo demonstrou que a musculação contribui muito para utilização de gordura no pós-treino. Aplicação prática Exercícios feitos com intensidade mais alta como musculação, HIIT, dentre outros, proporcionam uma utilização do metabolismo lipídico em repouso pela diminuição do QR (quociente respiratório), deixando-o num valor mais próximo a 0,7 (sete décimos). Mesmo com um gasto calórico menor (durante a execução) do que outras atividades de baixa intensidade e de longa duração (que só utilizam a gordura em maior proporção durante a atividade), os exercícios de alta intensidade utilizam mais a gordura no pós-treino. A musculação auxilia a um emagrecimento mais sustentável, preservando ou aumentando a massa muscular, acelerando o metabolismo, aumentando taxa metabólica basal, inclusive durante o repouso ou pós-treino. A prática da musculação proporciona ao corpo um maior gasto calórico em repouso, necessário para a reparação das microlesões e recuperação do estresse causado pelo treino. Exercícios realizados de forma mais intensa promovem maior liberação de hormônios lipolíticos, como a catecolamina, o GH, e o Glucagon. Isso facilita o emagrecimento. Considerações finais Concluímos que os exercícios com intensidade mais alta, sempre respeitada a capacidade física do indivíduo, são os melhores para auxiliar na dieta para o emagrecimento. Porém, é importante que seja indicada a atividade para a qual a pessoa tenha mais aderência. Por mais que musculação ou HIIT sejam superiores em termos de queima de gordura, se a pessoa não se identifica com essas modalidades de treinamento, não serão a melhor escolha para ela. Caso a preferência individual seja para a corrida ou para a prática de aeróbio contínuo, logo, para essa pessoa especificamente, essas atividades serão melhores em razão da aderência ou constância dos treinamentos. Escolha ou prescreva a atividade que de maior aderência e procure progressão constante na intensidade dessa atividade, combinando-a com a alimentação saudável para o emagrecimento. Curta, comente e compartilhe no Instagram
  7. O metodo 3/7 é funciona basicamente assim: o praticante irá colocar uma carga que faça no máximo 8 a 12 repetições e vai realizar 3 repetições pausa 10 "faz 4 repetições pausa 10" faz 5 repetições pausa 10" faz 6 repetições pausa 10" e finaliza com 7 repetições, descansa de 1 a 2 minutos para repetir a série mais uma ou 2 vezes dependendo do nível do praticante e fase atual da periodização do treino. No total vc um volume de 25 repetições com uma carga que ele faria no máximo 12 repetições ou seja mais do que dobra as repetições, prolonga a falha, e o SST tem 3 variações dele, é mais complexo de explicar ele aqui Mais vou explicar uma das variações, vai colocar carga pra 8 rep máximas e realizar 3 séries até a falha com 15" descanso aí reduz 20% da Carga e faz até a falha com a excêntrica em 5 segundose concêntrica 1, depois reduz carga 20% faz até a falha com concnetirca em 5 segundos e excêntrica ao contrário da etapa anterior, aí pra finalizar ainda descansa 10" e sustenta na isometria até a falha, essa é uma das variações que tem do método, diria q a mais complexa ainda tem outras duas, uma vc vai por uma carga de 10 rep e fazer séries até a falha variando o tempo de descanso em 45/30/15/10/15/30/45 segundos, essa é outra variação do método e ainda tem mais outro mais pra não ficar MT longo a explicação parar por aqui, são excelentes método avançado para quem já tá no platô é sensacional precisa estar apto para realizar lo Obrigado fico feliz de ter contribuído de alguma forma
  8. Bacana a matéria parabéns ao site e ao autor, só gostaria de dar uma complementada e um esclarecimento, A técnica de eletromiografia tem obejtivo verificar a atividade elétrica , das fibras musculares, de um determinado músculo, ou seja ver o quanto tais músculos então sendo ativados na realização do exercício. A hipertrofia ela é um processo multifatorial em específico no treinamento, depende do estresse mecânico gerado para o sarcomero, actina e miozona, que ocorrerá um dano principalmente na linha Z, e os macfrófagos e netrófilos induziram pelas terminações nervosas a DMIT, o que aumentará a síntese protéica sobre a degradação protéica, o que no pós treino ocorrerá o processo de reconstituição da musculatura, processo de supercompensacao. Para agente dizer que um exercício é bom para hipertrofia devemos analisar alguns fatores, como possibilidade de colocar uma boa sobrecarga, permitir uma boa amplitude, e ter uma boa ativação, que ai entraria a eletromógrafia, o que quero dizer é que a eletrmiografia, é apenas um dos fatores a ser analisados, nem sempre um exercício apresentar maior ativação sobre o outro quer dizer q ele melhor para hipertrofia do que o outro, para isso um exame com biópsia ou ressonância magnética, traria uma resposta mais precisa em relação aos ganhos hipertróficos, em relação aos dois exercícios o agachamento é o exercício base inclusive estudo recente de kubo mostrou ótima hipertrofia de todos músculos do mmii exceto isquiotibais e reto femoral, já o afundo, é um ótimo exercício para completar o treino onde tem ótimo estiramento relação ao comprimento da musculatura onde ela está alongada e encurtada, em determinados momentos onde ela está em uma ótima posição para produzir força, o afundo é uma ótima opção tbm pois não a sobrecarga axial ótima para quem patolgias lombares, e aumenta ativação do glúteo tbm pois a posição da pelve limita a retroversao o que não faz com que o glúteo seja inibido neurologicamente, os isquiotibais nao hipertrofia significativamente pelo paradoxo de lombard em exercícios multiarticulares sendo necessário específicos para esse grupamento, então como tanto Agachamrbto como afundo é ótimo eles podem ser combinados e realizar os dois no msm treino cabe a um profissional verificar quando utilizar cada um como usar erc,mais hma vez parabéns pela matéria otima acabei de ler valeu muito bom autor colega de profissão e site sucesso
  9. Hipertrofia muscular A hipertrofia muscular é o aumento da área da secção transversa do músculo pelo aumento do volume das fibras musculares. Para que que a hipertrofia (ganho de massa muscular) ocorra, além dos fatores nutricionais, hormonais e genéticos, alguns fatores devem ser observados na parte específica do treino. Durante um treinamento de musculação, para que se possa garantir bons estímulos e para que ocorra de maneira significativa a hipertrofia, os fatores mais relevantes são: carga utilizada; velocidade de execução; ordem dos exercícios; intervalos de descanso; frequência de treino; volume de treino. Segundo a literatura, das diversas variáveis apontadas acima, o volume de treino é aquela que exerce o fator mais impactante para o processo de ganho de massa magra. Volume de treino O volume de treino é, basicamente, a quantidade de trabalho que o individuo realizar na sessão de treinamento. Esse trabalho ou volume de treino é quantificado ou expresso pelo número de repetições, número de séries, carga levantada e frequência de treino. Shoendfeld et al 2016 confirma que 10 (dez) ou mais séries semanais produzem ganhos superiores a 5 (cinco) a 9 (nove). E que 5 (cinco) a 9 (nove) séries semanais provocam mais hipertrofia do que 5 (cinco) ou menos series semanais, números computados por grupamento muscular treinado. Colquhoun et al 2018 analisou homens com no mínimo 6 (seis) meses de experiência em treinamento de força. Os participantes realizaram um protocolo periodizado de treinamento com volume equalizado. Um grupo treinou 6 (seis) vezes por semana, realizando a metade do volume por sessão de outro grupo que treinou 3 (três) vezes por semana. Nos resultados obtidos, após 6 (seis) semanas, não foram encontradas diferenças de hipertrofia entre os dois grupos. Brigatto 2019 analisou homens com 4 (quatro) anos de experiência com TF (treinamento de força). Um grupo trabalhou com volume total equalizado de 1 (uma) série de 16 (dezesseis) repetições e outro grupo com 2 (duas) séries de 8 (oito) repetições. Após 8 (oito) semanas, não foram encontradas diferenças significativas de hipertrofia entre os grupos. Número de séries Segundo as evidências cientificas atuais, até 5 (cinco) séries por semana para cada grupamento muscular podem ser consideradas como um volume baixo, recomendado para iniciantes. 5 (cinco) a 9 (nove) séries constituem um volume moderado, recomendado para intermediários. 10 (dez) a 20 (vinte) séries representam um volume alto, recomendado para avançados. Atletas de alto nível (normalmente hormonizados) podem realizar entre 20 (vinte) a 45 (quarenta e cinco) séries por grupamento muscular por semana. Resumo do número adequado de séries semanais por grupamento muscular (músculo trabalhado) de acordo com o nível do indivíduo: iniciante: até 5 (cinco) séries; intermediário: de 5 (cinco) a 9 (nove) séries; avançado: de 10 (dez) a 20 (vinte) séries; atletas de alto nível: de 20 (vinte) a 45 (quarenta e cinco) séries. Hipertrofia e volume de treino As evidências científicas revelam que o que determina o resultado final ou hipertrofia é o volume de treino, independente da frequência de treino, repetições ou carga utilizada. O volume de treino ou trabalho é o fato essencial para o resultado hipertrofia. Por meio da nossa experiência e observação prática, quanto mais dias na semana a pessoa treinar, menor será a necessidade de se colocar um volume tão grande na sessão de treino. Por outro lado, se a pessoa treina poucas vezes na semana, é necessário um volume um pouco mais elevado para que se apresentem resultados equiparáveis aos de quem treina todos os dias da semana. Uma pessoa que treina apenas 3 (três) vezes por semana pode ter os mesmos resultados de hipertrofia de uma pessoa que treina todos os dias, desde que o volume de treino semanal seja o mesmo. E esse aumento de volume de treino numa sessão de treinamento pode resultar num treino demasiadamente longo, demorado. Um treino mais volumoso acaba sendo um treino mais longo. Treinos muito volumosos e longos numa única sessão de treinamento (em torno de 1 hora e 30 minutos) podem ser inviáveis em razão das obrigações cotidianas e consequente falta de tempo. Indivíduos muito bem treinados ou avançados na musculação teriam ainda mais dificuldade para aplicar um volume maior de treino num dia, pois a alta intensidade e alto volume não seriam suportados fisiologicamente. Bom volume de treino em tempo razoável A questão que deve ser respondida é: como podemos deixar um treino com um bom volume, alta intensidade e com duração razoável (em torno de 50 minutos)? Algumas estratégias ou técnicas de treino podem ser adotadas (serão objeto de matérias explicativas específicas): SST (Sarcoplasma Stimulating Trainingou treino estimulante do sarcoplasma ); rest-pause (pausa-descanso); bi-set (série dupla); 3/7. Essas técnicas ou métodos de treinamento permitem que o treino seja realizado com alta intensidade, com alto volume, sem aumento do tempo da sessão de treino. Existe uma metodologia que se chama High Density Training (HDT), que é o treino de alta intensidade, alto volume e curta duração. O HDT é basicamente uma combinação de vários métodos na série do treinamento para fugir do tradicional “fazer a série, descansar, e repeti-la”. Por exemplo: em 15 minutos uma pessoa pode realizar 4 séries de 10 RM (repetições máximas) com 2 minutos de descanso realizando aproximadamente 40 repetições, ou pode, com a mesma carga inicial, usar uma combinação de intervalos de rest-pause (pausa-descanso), drop set, repetições parciais e repetições isométricas, resultando num total de 120 a 150 repetições, com um volume total muito maior no mesmo espaço de treino. Conclusão Sempre respeite seu nível de treino. Comece com um volume mais baixo e vá aumentando gradativamente o volume a depender de quantos dias treine na semana (observe o número de séries semanais recomendadas para iniciantes, intermediários e avançados). À medida que for se aproximando de um nível mais avançado, passe a aumentar gradativamente a intensidade do seu treino com mais volume, para melhores resultados em termos de ganho de massa muscular. Vale lembrar que é importante periodizar (trocar) corretamente o treino para não entrar em overtraining (fatiga crônica por excesso de treino a longo prazo). Lembre-se que o treino deve ter qualidade e intensidade. O aumento do volume do treino ou da sua quantidade não pode tornar muito extensa a sessão de treinamento (em torno de mais de 50 minutos). Procure sempre um profissional de educação física competente para orientação e direção acerca da melhor estratégia de treino, de acordo com seu nível, objetivo e tempo disponível, dentre outros fatores pessoais que devem ser observados. Curta, compartilhe e comente no Instagram
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