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  1. fisiculturismo

    fisiculturismo

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    • By Encantado
      Olá a todos, estava procurando um forum q fosse atual e é a primeira vez que entro aqui. Gostaria de compartilhar com vocês o ciclo que iniciarei hoje, fiz uma tabela e atualizarei essa tabela 3x, uma hoje de tarde, outra no meio do ciclo, e outra no final. Ciclarei Enantato de testosterona 200mg por ml, e Stanozolol da landerlan 50mg por ml.
      Estou meio preocupado com meu enantato, pois ele é clandestino, "phenix" sim, phenix sem o O do Phoenix, ouvi dizer de algumas pessoas q também tomaram deste e cresceram bem, tiveram bom resultado, mas mesmo assim fica aquela incerteza chata pois mesmo que cresça, é clandestino, nunca se sabe o que tem dentro e se realmente é o enantato de testosterona, se alguém já ouviu falar ou teve a curiosidade de analisar em algum laboratorio, ficaria mais tranquilo em saber o resultado, apesar de achar difícil alguem aqui do forum ter se deparado com um enantato de testosterona da phenix... Eu não me incomodo em pagar um pouco mais em algo que eu tenha certeza que é original e tem procedência, mas onde eu moro atualmente (maceió ), é muito difícil achar alguns produtos, talvez pelo fato de eu ser de fora ( do paraná ) não tenha muito contato. Mas vamos ao que interessa:
      Antes de qualquer coisa, tenho 26 anos, faço 27 agora, 10 de março 😃 me dei o ciclo de presente. Há 2 anos atrás fiz um ciclo com um pró hormonal chamado reign dark cyde, não obtive o resultado que eu esperava. Hoje começarei esse ciclo, e junto tomarei BCAA, GLUTAMINA, e ZMA, fora whey e um multivitaminico da lavitan... falta eu comprar o zma, todas as lojas de suplementos q eu vou está em falta...
      Minha dieta não é muito regrada, moro só e tenho dificuldades com isso, como basicamente macarrao e frango. Todo fds é dia de lixo, levo a namorada pra comer em algum canto, e não vou mudar isso. Não me critiquem profissionais do esporte, sou um atleta não oficial. 
      Meu metabolismo é super rapido, e eu tenho uma amante que se chama Jiu-Jitsu, que só me bate, me lesiona, não deixa eu ganhar peso e sei que com o jiu-jitsu sempre vai ser um obstáculo pra mim e pra academia mas não vou largar. Tenho 1,78 de altura e peso 75kgs ao acordar +-76kg ao anoitecer. Braço em media 35+- relaxado, na tabela colocarei medidas mais precisas, tanto quanto do braço, peito e do peso. Depois falarei sobre o TPC mas pretendo continuar com o zma no tpc e tamoxifeno... Gostaria de ter achado anastrosol(Arimidex, Femara, Aromasin e Nolvadex)em um preço bom para tomar durante o ciclo, mas fui em 10 farmacias, e só em uma delas conseguiu localizar em outra farmacia da mesma rede dela, e estava por 350 reais, descartei a idéia. Segue em anexo a tabela que eu fiz e estarei atualizando... Obrigado pela atenção, se alguém quiser acrescentar alguma coisa que possa colaborar ficarei muito feliz, estou ansioso para começar, quem já ciclou e se lembra da primeira vez deve saber como me sinto, a dias paquero o stanozolol mas estava esperando ter o resto dos produtos e do ciclo para começar.
      CICLO VEM MONSTRO.ods
    • By GEMEOSLIMA
      Bom dia Marombas.
      Willys, 29 anos, 1,71, 84kg, malho desde 2006 (13 anos)
      Vamos lá, estou vindo de uma parada de treinos e dietas a 2 anos.
      Estou a 1 mes em dieta e baixei o BF para 13%
      Pensando em competir estreantes ano que vem se tudo ocorrer bem até abril. (Secar e corrigir os pontos fracos)
      Anexo, os exames laboratoriais.
      Fechei com um atleta e treinador  pra ver se em 6 meses monto a armadura, rs! Segue o protocolo passado por ele:
      Enantato 250mg 2x semana 
      Primabolan 100mg 3x semana
      Oxandrolona 10mg 2x ao dia 
      Anastrozol 1mg todo dia ( Estradiol deu elevado 57 pg/ml)
      Estarei deixando o treino e dieta em anexo.
      5200259_65347.76066.234723.36392248.pdf
    • By Kaiotx92
      Boa noite galera, tenho 27 anos 80kgs, 1.73
      Vou começar hoje um ciclo de enantato de testosterona 250mg, meu primeiro ciclo, vou aplicar 0,75ml 2x na semana, me falaram em aplicar 1ml 3 x na semana Mas acho que seria inviável, qual a opinião de vocês? Quem já tomou gostou dos resultados? 
       
      Att.
    • By aleatorio
      bom dia
      comecei  meu primeiro ciclo com  Enantato de Testosterona. O ciclo será de 10 semanas, da seguinte forma:
       
      terça  - 200 mg de Enantato
      sexta  - 200 mg de enantato
       estou na primeira semana, sendo a primeira aplicaçao dia 14 ea segunda dia 18

      Idade:23
      Altura:1,72
      Peso:74,5
      Cintura: 80
      forçando Bíceps:38,5
      relaxdo Bíceps: 35.5
      Peito: 104,5
      Coxa : 60
      Panturrilhas: 38
      BF:acredito q 15%
      Medicações em uso: nenhuma
      Problemas de Saúde: nao
      Tempo de treino: 3 a 4 anos com dieta 1 anos mais o menos
      Ciclos FEITOS com dose e tempo: primeiro ciclo
      Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: enantato de testosterona (phamar plix) 10 semanas 2 aplicaçao na semana 200mg
      TPC: cerca de 30 dias apos a ultima aplicaçao 30 dias após ultimo shot de testo, 40mg/dia tamoxifeno por 2 semanas , depois 20mg/dia por mais 2 semanas
      Protetores, anastrozol 0,5 dsdn iniciando na segunda semana , vou aumentar ou diminuir de acordo com exames q pretendo fazer no inicio de janeiro
      obj: bulk limpo, melhora dorsal  braços 

      bom gostaria de ajuda para montar treino com foco nas dorsal e braços e qualquer ajuda e bem vinda obg
      Dieta com quantidade de proteina/carboidrato/gordura por dia: carbo: 268  prot: 197 gorduras:66 calorias : 2315




      fotos
      frente

      lado

      dorsal

       
    • By Demetrius Brandão
      Umas das maiores dúvidas de diversos atletas e professores em musculação se refere em relação a pausa entre as séries de exercícios, os famosos intervalos. Para que possamos discutir esse assunto, se faz necessário relembrar alguns conceitos:
      Intervalo ou descanso entre as séries
      Intervalo é a qualidade do descanso, como ele deve ser. Segundo Matveiev(1990) o descanso tem na atividade física duas funções principais:
      1.º Assegura a recuperação da capacidade de trabalho depois da aplicação da carga, permite a sua repetição; 2.º É um dos meios da otimização do efeito com “carga “.segundo Zakharov(1992), ocupa um dos princípios fundamentais no desenvolvimento da capacidade do indivíduo em adquirir uma boa performance. Tipos de intervalo
      Sendo assim, os intervalos entre as séries são de suma importância para um efetivo resultado. Estes podem ser: rígido, ordinário e extremo.
      Intervalo Rígido - Pré- fixado independente da fonte energética(tipo descansar 2 minutos e retornar),Utilizada, podendo ou não ser suficiente para a recuperação do estímulo. Normalmente utilizado em trabalhos Glicolítico “Débito de O2”. Intervalo Ordinário - caracteriza-se por existir uma preocupação com a recuperação do estímulo anterior, para que assim possa existir Um melhor efeito de treinamento na secção, na unidade e em toda temporada de atividade. Intervalo Extremo - Por ser muito longo não promove adaptações ao treinamento, sendo mais indicado para o treinamento de técnica de movimento, ou teste Neuromusculares. Estes podem ter 3 características de manifestação. Intervalo ativo - É caracterizado por movimentos mais brandos, geralmente cíclicos, Com intensidade inferior ao exercício propriamente dito. Técnica normalmente utilizada, segundo MacArdle e Katch (1998) Em exercícios que provocam acúmulo de lactato, onde o “contra- Esforço” difere segundo a intensidade do exercício. Exemplo: 29% a 45% do Vo2Máx. Para bicicleta, 55% a 70% do VO2 Máx, para corrida na esteira rolante. Intervalo passivo - É o tipo de intervalo que se caracteriza pela maneira que o indivíduo Se recupera após o esforço, que costuma a ocorrer sem realização de Movimento. Normalmente é utilizado nos exercícios de longa duração, com pequeno acúmulo de lactato. A ressíntese das fontes energéticas no abastecimento de O2 no sangue, A hemoglobina muscular e líquidos corporais, segundo McArdle & Katch(1998), tem na recuperação passiva, sua maior eficácia.Intervalo passivo/ativo, ou também conhecido como misto (Pereira 1992) trata-se de intervalos entre os esforços, manifestando-se de maneira passiva, ora de maneira ativa, como nos exemplos anteriores, segundo Zakharov(1992) em atividades de predominância lática. Na maioria dos treinos em musculação são utilizados o rígido passivo ou o ordinário passivo. Nesse artigo procura-se elucidar os efeitos desse intervalo sobre o hormônio do crescimento (GH).
      Intervalos e efeitos sobre o GH
      Poucos estudos demonstraram alterações agudas do hormônio do crescimento (GH) advindas de diferentes intervalos de recuperação (1, 3, ou 5min) entre séries de exercício resistido (KRAEMER et al., 1990; KRAEMER r et al., 1991; KRAEMER et al., 1993; ; KRAEMER et al., 1997).
      Recentemente, Ahtiainen et al. (2005) compararam os efeitos crônicos de dois protocolos de treinamento resistido que se diferenciavam apenas pelo intervalo de recuperação (120s vs 300s), na produção hormonal, por um período de 6 meses.
      Os autores relataram que ambos os protocolos obtiveram significativamente maiores concentrações do GH em relação às concentrações de repouso após uma sessão de exercícios resistidos.
      Porém, após o treinamento de seis meses não encontraram diferenças significativas em relação às concentrações basais. Já relatou que a magnitude das respostas hormonais (GH) agudas em mulheres treinadas parece ser maior com 30s de intervalo entre séries quando comparada com intervalos mais longos (60 ou 120s),( MARTINS VELOSO; FRANÇA e BOTTARO,2008).
      Outra pesquisa realizada por Kraemer et al. (1993), utilizando os mesmos protocolos e procedimentos do estudo de Kraemer et al. (1990), realizada com mulheres (n = 9), apresentou resultados semelhantes para o protocolo que utilizou 10RM com 60 segundos, comparado ao protocolo que utilizou 10RM com 180 segundos de intervalo de recuperação entre as séries.
      No protocolo que utilizou 60s de intervalo, foram encontrados aumentos significativos nas concentrações de GH nos momentos logo após a sessão de treinamento (T1),5 minutos (T5) e 15 minutos ao final da sessão (T15).
      Recentemente, Goto et al. (2005) realizaram um estudo crônico de 12 semanas, no qual compararam os efeitos de séries fracionadas na concentração do GH.
      No protocolo contínuo, nove homens realizaram de três a cinco séries de 10RM, com 60 segundos de intervalo entre as séries.
      No protocolo fracionado, nove homens realizaram de três a cinco séries de 10RM, com 30 segundos de intervalo entre a quinta e a sexta repetição de cada série.
      O grupo que realizou as séries contínuas obteve significativamente maiores concentrações do GH do que o fracionado.
      As diferenças significativas, em relação aos grupos, foram encontradas em T15 e T30, chegando a concentrações de aproximadamente 16 ng/ml em T15, subindo para aproximadamente 17 ng/ml em T30.
      Smilios et al. (2003) mostraram em sua pesquisa, realizada com 11 homens, diferenças significativas nas concentrações do GH, quando compararam vários protocolos com quatro exercícios (supino reto, puxada pela frente, agacha mento e desenvolvimento).
      Eles relataram aumentos no GH após o treinamento resistido quando utilizaram quatro séries de 10 repetições com 75% de 1RM e intervalo de recuperação de 120 segundos, com maiores concentrações em T1 (15 ng/ml).
      No protocolo que realizou quatro séries de 15 repetições com 60% de 1RM e intervalos de recuperação de 60 segundos, foram observados concentrações de 20 ng/ml.
      Pullinen et al. (2002) também utilizaram em seu estudo um intervalo curto de recuperação entre as séries (40 segundos). O estudo foi realizado com 18 voluntários, seis homens, seis mulheres e seis adolescentes, e consistia em executar cinco séries de 10 repetições na cadeira extensora, com 40% de 1RM.
      Após as cinco séries, era dado um intervalo de 180 segundos para realizarem mais duas séries até a exaustão, com o intervalo de recuperação entre essas duas séries de 180 segundos. Todos os grupos obtiveram aumentos nas concentrações do GH em relação aos valores de repouso. O menor intervalo de recuperação utilizado por Takarada et al. (2000) e Pullinen et al. (2002) pode ter ocasionado aumentos significativos nas concentrações do GH.
      Melhor intervalo para o GH
      Conforme observado entre esses autores acima descritos, os intervalos de 30 a 60 segundos entre as séries parecem favorecer uma maior produção de GH durante o treinamento.
      É fato que o GH é de suma importância para hipertrofia muscular, dessa forma, utilizar em um determinado período da periodização do treinamento intervalos mais curtos favorecem a produção de GH.
      Takarada et al. (2000) observaram os efeitos do treinamento resistido com oclusão e sem oclusão do membro inferior, para verificar as concentrações do GH. O estudo consistia em realizar cinco séries com 20% de 1RM até a exaustão, na cadeira extensora, com 30 segundos de intervalo de recuperação entre as séries.
      Foram encontrados aumentos significativamente maiores nas concentrações do GH no protocolo que realizou o exercício com oclusão, comparados com o protocolo que realizou sem oclusão.
      Outro fator que possibilita uma maior produção de GH durante o exercício parece ser a oclusão muscular. Essa oclusão pode acontecer de duas maneiras: através do próprio exercício intenso com intervalos curtos, ou através de uso de componentes externos (faixas, bandanas, etc).
      Considerações finais
      Que tal mudar um pouco o seu treino, modifique em um dado período de treinamento as pausas entre as séries e observem os efeitos no crescimento muscular. Mas lembre-se que não se deve treinar o tempo todo assim, a variância no treinamento é de suma importância na produção hormonal, nas adaptações neurais e no recrutamento no tipo de fibra muscular.
      REFERÊNCIAS
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      8. MARTINS, Breno; VELOSO, João; FRANCA, Jônatas de Barros e Bottaro, Martim. Efeitos do Intervalo de Recuperação Entre Séries de exercícios resistidos no hormônio não Jovens Crescimento in Mulheres. Rev Bras Med Esporte [online]. 2008, vol.14, n.3, pp 171-175. ISSN 1517-8692. 
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