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Arnaldo Martins

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    Arnaldo Martins got a reaction from Lairton Gomes in Evolução no shape (10 Meses)   
    Está aonde a evolução????
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    Arnaldo Martins got a reaction from fisiculturismo in Evolução no shape (10 Meses)   
    Está aonde a evolução????
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    Arnaldo Martins reacted to FirefoxRC in Relato de Ciclo de Deca e Dura Landerlan (com fotos)   
    Uso de cigarro = pior resistência pulmonar para atividades físicas em geral.
    Isso está certo? Se você utilizar dosagens tão baixas assim e de produtos landerlan ainda, não quero ser estraga prazer mas vai ficar com menos testosterona no corpo do que com a natural que o seu corpo produz.
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    Arnaldo Martins got a reaction from Mestre in RELATO POKOYÔ FOTO   
    Nem um. Comigo é tudo de extremos,  metabolismo aceleradissimo, para ganhar um kilo tenho que comer 20! Para perder peso é só pensar nisso! Cada um funciona de maneira diferente, uns têm sorte de nascer mesomorfo outros endomorfo. E assim cada um tem que arranjar a melhor forma de contornar as restrições de cada metabolismo. O meu método é, Aes ☺ outros conseguem fazer de forma natural! Boa sorte saude e muita alegria. Um abraço.
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    Arnaldo Martins reacted to Frutuoso in RELATO POKOYÔ FOTO   
    HAHAHAHAHA .. eu também quero ser membro Diamante.. @fisiculturismo , mas tem que colocar "Membro Diamante Negro" 
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    Arnaldo Martins reacted to Heraldo Costa in OFF SEASON MAKEOVER - A TEMPORADA ACABOU!   
    Um fato básico sobre o corpo humano é que a habilidade de construir músculos fica extremamente limitada quando se está na dieta. É uma questão de matemática pura. Para perder gordura, você tem que estar com déficit calórico. Isto é, gastar mais calorias do que consome. Por outro lado, para se construir músculo é necessário - justamente o contrário - que se tenha um superávit calórico. Portanto chegamos à conclusão elementar de que não se pode ganhar músculo (ou peso) e queimar gordura ao mesmo tempo. Essa lógica não é absoluta, como quase tudo no corpo humano. Há raras exceções como a de iniciantes e aqueles que estão retornando aos treinos depois de um longo período parado. Ambos, em geral, conseguem ganhar músculo e perder gorduras simultaneamente. O iniciante vivencia a nova experiência de um grande estímulo nos sistemas muscular e nervoso, que dão à musculatura nenhuma escolha a não ser a de se adaptar de qualquer maneira. No caso daquele que está retornando ao treino, há o fato de que ele ou ela estará utilizando a “memória muscular” e reconstruindo a massa muscular previamente existente. Mas tirando isso você tem de escolher se cresce ou se seca. Não tem jeito.

    Dito isto, perceba que o off-season não é o momento de lapidar as formas, enxugando a água e queimando a gordura que embaçam a definição, com uma abordagem de detalhamento, como exercícios de isolamento em altas repetições, restrição de carboidratos e uso de ergogênicos que via de regra são usados para a fase final de preparação para o campeonato (pre-contest), como Propionato, Trem, Masteron, Stanozolol, Winny V e Primobolan.

    Como a maioria dos atletas têm pontos fracos, o off-season é a hora perfeita de remediar o que a genética sacaneou. É o momento certo para o makeover (reforma). E só existe uma saída: programa de treinamento especialmente voltado para ganho e volume ou desenhado para cobrir essas falhas; ingesta precisa (e não excessiva) de nutrientes e suplementos; ergogênicos adequados que proporcionem crescimento real e seguro e que protejam juntas e ligamentos para agüentar as cargas superiores e a intensidade desafiadora que vai entrar nessa preparação. E por último, mas não menos importante, a quantidade certa de aeróbico. É isso mesmo, eu disse aeróbico.

    Segundo Red Baron e Ronnie Rowland, autores de posts educacionais da Streroid.com, os EAs mais apropriados para essa abordagem são, inquestionavelmente, as testosteronas, como Nandrolona, Boldelona, Cipionato e Enantato, que, se utilizados pelo sistema de Blast & Cruise podem somar 32 semanas (ou mais) de um bom off (ou seja, 8 meses) associando-se a outras drogas, entre elas a rainha anabólica, Sua Majestade a Insulina (Humalog, que poderá ser alternada a cada quatro semanas seguidas). Simples assim: oito semanas de Blast (reload) para cada testosterona – quatro das quais podem ter a sinergia da Insulina - aliada a outros EAs, acrescidas de mais duas semanas Cruise (deload), para uma transição de ciclo, com drogas suaves ou doses menores devidamente acompanhadas de SARMs como Aromasin, Tamoxifeno ou Proviron.

    Então teremos, traduzindo em miúdos, o seguinte protocolo esqueleto, que poderá ser alterado a gosto de acordo com individualidades, afinidades, prescrição de profissionais e acima de tudo bom senso e grana disponível:


    O off-season não é uma desculpa para ficar gordo

    Esse é um grande erro que muitos dos atletas que conheço cometem. Eles literalmente engordam no off. A maioria desses acha que o volume que acrescentaram é músculo. E ainda por cima não se mancam que quando entram na dieta voltam à velha forma que estavam na temporada anterior. Não melhoram um centímetro, nem um corte. Às vezes a coisa é até pior: o cara chega a um peso que nunca chegou em toda a sua vida, e na hora de descer pra entrar na categoria pretendida, perde o controle (porque nunca lidou com tanto peso) e fica pequeno, menor que nos anos anteriores. Aí apela para recursos absurdos de última hora e caga mais ainda a situação. O resultado é óbvio e já vimos esse filme um zilhão de vezes: Entra liso e pequeno, reclama da arbitragem, é deselegante com os colegas competidores, chora nos bastidores com uma medalhinha vagaba de participação e sai jurando que não compete mais. Passa um tempo e ele volta. O que esse cara não sabe, ou precisa ser lembrado, é que a proporção músculo/queima de gordura, quando se faz dieta, aumenta dramaticamente quando o ponto de início dessa dieta apresenta um alto percentual de gordura. Ou seja, para ser claro, ficar muito pesado no off pode levá-lo a um estado catabólico fora de controle na hora da dieta. Descer o BF de 10% para 3% é muito mais seguro e fácil de controlar do que despencar de 25% ou mais para os mesmos 3%. As chances são que se perca a precisão necessária, não consiga visualizar o que fazer para trabalhar os detalhes e jogue toda a temporada no lixo.

    O quão seco deve-se ficar no off?

    Qual é o percentual de gordura ideal para o off? É claro que não existe um número universal que se aplique a todos, como quase tudo no bodybuilding. Vai depender da sua genética. É óbvio que um ectomorfo vai ficar mais seco do que um meso ou um endo. Também fica fácil de perceber que o ecto vai poder (e deve) consumir mais calorias do que o meso ou o endo. Um truque que funciona na prática é que você não engorde o suficiente para deixar de ver o seu abdome quando estiver na plenitude do seu off. O costume, praticado pela maioria dos atletas, é que se ganhe o máximo de massa possível, mas isso não é bom. Uma quantidade adicional de gordura não vai ajudá-lo a atingir a sua meta de crescimento. E com o que passamos a entender aqui nessa matéria é que isso aumenta o potencial de perda de massa muscular seca quando chegar a hora da dieta pré-contest. Entenda que somente com a maturidade muscular, que leva anos, subimos pouco a pouco de categoria. Não se entra na Meio-médio num ano e no ano seguinte na Pesada. Pode até ser louco de entrar, mas não leva nem que Justin Bieber cante a ária “Vesti La Giubba”, da ópera “I Pagliacci”. A famosa ópera onde há a frase “Ria, Palhaço, e todos aplaudirão!” Mas no bodybuilding se você é meio-médio (77 kg) num ano e sobe p ra 110 kg no ano seguinte, na hora da prévia nem vc rirá e muito menos aplaudirão o que verão no palco. Poupe-se desse mico.
    Obs.: E quem disse que o Bobybuilding não é cultura? Vocês podem achar que estou chapado, mas vejo arte nos seus corpos e ouço música quando posam. Quando bodybuilders estão lado a lado com seus adversários, nas compulsórias, muitos transpiram conflito, auto-indulgência, até deboche ou dor. Se vocês virem o vídeo agora, vão identificar esses mesmos sentimentos nas expressões do seu intérprete. Tanto Pavarotti quanto Phil Heath são artistas plásticos que motivam a nossa máquina de sonhos.

    Por quanto tempo deve durar off?

    A regra geral determinante da duração do off-season de cada um é o tempo suficiente para se fazer as melhorias necessárias para a próxima temporada, antes de se começar a dieta. O crescimento muscular, como você já sabe, é um processo lento e gradual, ainda que se tome EAs. Portanto um grande erro é não dar ao seu corpo o tempo adequado para crescer. Por exemplo, se o seu peitoral superior é fraco em relação ao resto desse grupo muscular, não pense que vai melhorá-lo em quatro ou seis semanas só porque o seu treinamento é diferente. Pode até ser que você perceba um novo estímulo de imediato, mas o crescimento real só virá em quatro ou seis meses. Não adianta. É necessário que se respeite a cronologia fisiológica. São necessários muitos treinos e muitas refeições de qualidade para que os resultados apareçam. Muitos subestimam a natureza desse processo e morrem na praia.

    Porque você não deve ficar em off “permanentemente”

    Um erro muito comum entre bodybuilders, que não competem, é o treinamento e a alimentação típicas de off-season indefinidamente. Esse é o pensamento de quem só pensa em ganhar massa. Talvez para um iniciante ou intermediário nos seus primeiros anos de treino isso faça sentido, porque eles ainda estão construindo sua base de massa corporal. Mas quando se chega ao estágio de competição, é muito provável que você tenha alguma defasagem na harmonia geral do seu físico que deve ser compensada ou corrigida no espaço de tempo de um ano, tipo: pernas desproporcionais, largura das costas, panturrilha, etc. Mesmo que o seu objetivo não seja competir, não é aconselhável que você fique com essa abordagem de off o tempo todo porque vai acabar acumulando muita gordura intramuscular. Esse tipo de gordura é muito resistente à dieta e ao aeróbico. Conclusão: se de repente você quiser secar, vai penar um bocado. Portanto quanto mais tempo você fica em off, mais tempo você leva para secar. Ao longo de vários e seguidos anos, essa atitude pode transformar você num desses caras que classificamos de “parrudo” ao invés de grande. Tá cheio desses caras por aí. Eles têm peitorais, ombros, braços e costas grandes, mas a cintura deles é tão redonda é larga quanto às costas. Isso também explica porque competidores que resolvem dar um tempo muito extenso entre as competições têm dificuldade de fazer suas dietas funcionarem. Um bodybuilder deve competir, em média, uma vez por ano. Isso vai dar um tempo entre seis e oito meses para o off. Aliás, essa é uma dica que vale para qualquer bodybuilder, competidor ou não. Eu defendo o treinamento periodizado para todos e acho uma sacanagem que os professores de academia não apresentem essa alternativa naturalmente para praticantes comuns de musculação. Salvo fins específicos, todos deveriam, a meu ver, criteriosamente adotar a abordagem do off seguida de uma fase pré-contest, que seria a época do ano em que se escolhe para ficar bem seco e definido (geralmente no verão) e depois uma fase de descanso para evitar lesões causadas pelo famoso esforço repetitivo.

    Como saber o que melhorar?

    Pouquíssimos bodybuilders se olham no espelho e dizem objetivamente quais músculos precisam de mais atenção antes de se começar um programa de off-season. É muito difícil saber, somente olhando para o próprio umbigo, como que os outros vêm você, a menos que você pergunte. E é exatamente o que eu aconselho. Procure um bom par de olhos experientes para assisti-lo nessa tarefa e definir quais serão as suas metas nesse off.

    Abordagem científica da nutrição pré/pós treino para maximizar os efeitos do seu off

    É o tal negócio: diz-se que a refeição mais importante para o Bodybuilder é a pós-treino. Não, não é! A mais importante se compõe de pré e pós-treino. Quando implementado apropriada e consistentemente, a nutrição pré/pós-treino aumenta enormemente a efetividade do seu programa. Sem essas estratégias, a sua posição no campeonato já está comprometida. A partir dessa perspectiva, tanto o treinamento quanto a dieta não podem ser considerados fatores em separado. Os alimentos e suplementos que você consome e o treino que você convictamente executa se convertem numa única ação como parte da sua preparação. No dia da competição não será o atleta que treinou mais pesado que vai ganhar, mas o mais esperto. Então vamos visualizar essa estratégia bem de perto, em todos os seus detalhes para que o seu makeover não tenha falhas.

    O exercício gera mudanças agudas no ambiente metabólico do tecido muscular, ou seja, muda o seu comportamento. De cara passa a haver um aumento incrível de corrente sanguínea passeando pelos seus músculos. Pode-se observar também em um relevante aumento de – atenção para o palavrão – Catecolaminas, que são compostos químicos derivados do aminoácido tirosina. Algumas delas são aminas biogênicas. As catecolaminas são solúveis em água, e 50% circulam no sangue ligadas a proteínas plasmáticas. As catecolaminas mais abundantes são a adrenalina, noradrenalina e dopamina. Como hormônios, são libertadas pela glândula supra-renal em situações de stress, como stress psicológico ou hipoglicemia. Essa, digamos, “nano-revolução” dentro de nós favorecem o catabolismo (perda de massa seca) durante o exercício e, ao contrário, promove o anabolismo (construção de massa seca) imediatamente após o exercício. Mas justamente pelo fato dessas mudanças serem agudas, algumas durando apenas poucas horas, é que as refeições antes e depois do treino são fundamentais, críticas, indispensáveis para otimizar o efeito anabólico do exercício. Então, papo reto, se não comer direito nessas duas refeições, bye-bye campeonato. Você tem de estudar a sua melhor estratégia, para se alimentar nesses momentos. Quanto mais precisão, melhores os resultados, mais perto do troféu. Vamos então o que pesquisas recentes sugerem sobre o que poderemos chamar de o esqueleto do off.

    Antes

    O pensamento nutricional antes do treino é voltado para o fornecimento de energia, no intuito de preservar os estoques da mesma e levar vantagem sobre o aumento do volume de sangue no tecido muscular. Isto significa que nesse momento o foco está na manutenção da energia para que esteja disponível no momento em que o músculo receber mais sangue.

    Carboidratos

    Exercícios (anaeróbicos) de alta intensidade impõem uma grande demanda nos estoques de glicogênio. O glicogênio é o açúcar estocado no fígado e nos músculos. Devido ao fato do exercício de alta intensidade queimar muita energia, o corpo não consegue fornecer oxigênio o bastante para usar a gordura como combustível. Ao contrário, tem que usar o açúcar guardado no músculo e trazido pelo sangue.

    Então, o consumo de açúcares simples logo antes do treino, reduz o montante de glicogênio usado durante o exercício. Isso vai prolongar o seu desempenho no treino. O mais importante é que altos níveis de açúcar no sangue e os picos de insulina criados ao final do treino criam um ambiente hormonal favorável ao anabolismo (crescimento).

    Durante o exercício, o cortisol acelera a lipólise, cetogênese e a proteólise (quebra de proteína), ou seja, sai destruindo tudo que vê pela frente: gordura, açúcar, proteína e o escambau. Parece o “Pacman”, aquele joguinho do Atari que a bolinha vai comendo tudo. O vídeo game é jurássico, mas não existe definição melhor para o que o cortisol faz com você na hora do treino pesado. O corpo faz isso porque percebe que você está sob um estresse muito grande e que pode sucumbir ao seu esforço. Então ele faz uma liquidação geral nas suas fontes de energia para que você agüente o tranco até o final. Entenda que o seu corpo não sabe quando você vai parar. Os efeitos do cortisol também são necessários para fazer a piscina de aminoácidos da qual o músculo pode reconstruir novas proteínas contráteis no caso de haver poucos aminoácidos disponíveis no sangue. Isso assegura que algum nível de adaptação deve ocorrer apesar da disponibilidade de proteína. Com o tempo, entretanto, se esse processo não for equilibrado com proteína suplementar, o resultado final será apenas a manutenção ou mesmo uma diminuição no tecido muscular funcional, como fica evidente durante os períodos de fome ou dieta prolongada. Felizmente existe apenas um crescimento irrelevante nos níveis de cortisol quando os carboidratos são consumidos durante o exercício (Tarpenning, 1998). O resultado final é um aumento mais rápido na área transversal das fibras musculares com grande efeito observado nas fibras de contração rápida (fast twitch). Nesse caso, a administração de carboidratos parece regular para baixo o eixo hipotalâmico-pituitário-adrenal provavelmente através da insulina ou talvez pela presença do carboidrato em si. Isso, na verdade, reduziria enormemente a resposta catabólica do corpo ao estresse do exercício. É uma boa notícia.

    A classificação das fibras musculares faz-se de acordo com o metabolismo energético dominante, da velocidade de contração e da sua coloração histoquímica, a qual depende das atividades enzimáticas.

    A coloração pelo PAS (Periodic Acid Schift) não determina o tipo de fibra, pois se trata de uma coloração para o glicogênio, e é útil para avaliar a quantidade de glicogênio muscular, quer antes quer depois da atividade física.
    Tipo I , de contração lenta ou vermelhas, e isto devido à densi­dade capilar e ao conteúdo em mioglobina.
    Tipo II, de contração rápida ou fibras brancas, as quais se sub­dividem na lIa, IIb, e IIc.

    Fibras tipo I, de contração lenta, vermelhas ou ST(slow twitch) São fibras com menor diâmetro, com um maior fornecimento sanguíneo, quando expresso em capilares por fibra, possuem muitas e grandes mitocôndrias e muitas enzimas oxidativas. São por isso fibras com um metabolismo energético de predomínio aeróbico, resultando uma grande produção de ATP, permitindo esforços duradouros. Estas fibras predominam nos músculos dos atletas de endurance ou resistência.

    Fibras tipo II, de contração rápida, brancas ou FT(fast twitch) São fibras brancas, de maior diâmetro, com predomínio de metabolismo energético de tipo anaeróbico. O músculo constituído por este tipo de fibras tem uma velocidade de contração, uma velocidade de condução na membrana e uma tensão máxima maior do que nas fibras do tipo I.

    1. Fibras subtipo IIb: constituem o subtipo mais característico.
    São fibras de contração rápida (fast twitch), nas quais o metabolismo anaeróbico é dominante, o que origina uma grande acumulação de ácido láctico no final do exercício. O componente aeróbico é reduzido.
    São fibras com um mau rendimento energético, que acumulam muito ácido láctico e H +, são de contração rápida e facilmente fatigáveis. Quando sujeitas a um treino de endurance, de características aeróbicas, tendem a apresentar características mais semelhantes às do subtipo lI a.

    2. Fibras do subtipo lIa: são também fibras brancas, com predomínio do metabolismo anaeróbico, mas já com uma capacidade oxidativa superior, o que as toma ligeiramente mais resistentes à fadiga do que as anteriores.

    3. Fibras do subtipo IIc: são fibras que se encontram no mús­culo em quantidades muito pequenas, cerca de 1% do total. Possuem predomínio do metabolismo anaeróbico e uma capacidade oxidativa bastante superior à encontrada nos subtipos anteriores, o que as coloca entre estas e as fibras tipo I, no que se refere à resistência à fadiga.


    Proteína

    Outra estratégia para antes do treino envolve levar vantagem do aumento do fluxo sanguíneo nos músculos trabalhados. Pelo fato da disponibilidade de aminoácidos ser freqüentemente um fator limitante para a síntese protéica, uma refeição protéica antes do exercício aumenta a liberação de aminoácidos para o tecido muscular. Pesquisas demonstram a efetividade do drink protéico antes do treino.

    Aminoácidos

    A liberação de aminoácidos tem se mostrado deveras superior durante o treino quando consumidos antes e depois do exercício (Tipton, 2001). Também há uma significante diferença na liberação de aminoácidos na primeira hora após o exercício, uma vez que o shake protéico foi tomado antes do exercício oferecendo uma relevante vantagem. A absorção total de aminoácidos pelos músculos é duas vezes maior se comparada ao consumo do mesmo shake após o treino. Resumindo, tomar o shake protéico ante do treino é duas vezes melhor do que tomá-lo depois. Descobriu-se isso quando constataram que a taxa de desaparecimento da fenilalanina, como indicador da síntese protéica muscular dos aminoácidos do sangue, era significantemente mais alta quando os aminoácidos eram tomados antes do treino.


    Depois

    Durante o exercício, os músculos usam combustíveis metabólicos de forma acelerada. Para que o trabalho físico seja contínuo o corpo mobiliza combustíveis estocados para fazer com que ácidos graxos, glicose e aminoácidos fiquem disponíveis para a oxidação. Esse é um processo catabólico e não pode ocorrer simultaneamente ao processo anabólico como a formação do glicogênio e síntese protéica. Para que o corpo se recupere do exercício é necessário que esse ambiente catabólico seja mudado para o anabólico. O alimento consumido após o treino é o que vira o jogo de um estado para o outro. Repor os carboidratos, proteína e gordura que foram queimados no treino devem ser repostos para se iniciar os reparos do tecido afetado e repor as reservas.

    É o tal negócio: se você tem que se entupir de calorias antes do treino para segurar o catabolismo e depois mete outro monte de carbo com proteína e o escambau pra dentro pra reconstruir tudo o que foi danificado com o exercício, como é que alguns indivíduos têm a cara de pau de dizerem que dá crescer seco. Ora, ou você cresce ou seca. O que eu enfatizo aqui é que se pode controlar essa estratégia para que crescimento não vire processo de engorda como se estivesse cevando para o abate no Natal. Nada a ver.

    Carboidratos
    (a explicação a seguir é um papo técnico chato pra caramba, mas se você ler com atenção dá pra entender o que acontece)

    O carboidrato é importante para o desempenho no treino e mais importante ainda para a recuperação do glicogênio. Estudos mostram um aumento na habilidade do tecido muscular de consumir glicose sérica imediatamente após exercício intenso (Goodyear, 1998). Isso é a capacidade de consumo de glicose sem a dependência da insulina. Após a refeição a célula muscular transporta glicose através da membrana celular em resposta à insulina. A insulina se gruda com seus receptores na superfície da célula, gerando uma cascata de eventos que resulta em uma proteína, chamada de “transportadores de glicose”, sendo realocados para a superfície da célula. Uma vez lá, esses transportadores de glicose permitem que a glicose passe através da membrana onde elas são FOSFORILADAS – formação de um derivado fosfatado a partir da transferência enzimática de um grupo fosfato do ATP para uma molécula orgânica - e eventualmente estocadas como glicogênio.

    Esse processo vai exibir uma saturação cinética similar ao efeito do aumento da concentração do substrato na atividade das enzimas. O número de transportadores de glicose limita a taxa de entrada da glicose na célula muscular. Uma vez que todos os transportadores de glicose estão associados com a molécula da glicose, a taxa de entrada de glicose sobe.

    Existem pelo menos cinco classes diferentes de proteínas transportadoras de glicose. Elas são designadas GLUT-1, GLUT-2, GLUT-3, GLUT-4 E GLUT-5. Cada classe de proteína GLUT difere nos seus parâmetros cinéticos e são encontradas em tecidos específicos. A GLUT-4 é a isoforma primária regulada pela insulina e sensível à contração muscular - UMA PROTEÍNA ISOFORMA É QUALQUER DE VÁRIAS FORMAS DIFERENTES DA MESMA PROTEÍNA. DIFERENTES FORMAS DE UMA PROTEÍNA PODEM SER PRODUZIDAS A PARTIR DE GENES RELACIONADOS, OU PODEM SURGIR A PARTIR DO MESMO GENE POR PORCESSAMENTO ALTERNATIVO. UM GRANDE NÚMERO DE ISOFORMAS SÃO CAUSADAS POR POLIMORFISMOS DE NUCLEOTÍDEO ÚNICO OU SNPS, PEQUENAS DIFERENÇAS GENÉTICAS ENTRE ALELOS DO MESMO GENE. ESTES PODEM OCORRER EM ESPECÍFICAS POSIÇÕES INDIVIDUAIS DE NUCLEÓTIDOS DENTRO DE UM GENE. Desculpem o blá, blá, blá de fisiologia específica, mas se você ler e reler e pesquisar consegue entender e aí vai fazer uma diferença danada no seu entendimento desses processos e do controle da sua dieta.

    Contrações musculares, muito semelhantes à insulina, geram um conjunto separado de proteínas GLUT-4 para serem temporariamente transportadas para a superfície da célula do músculo (Sherman 1996). Isso aumenta enormemente a taxa na qual o tecido muscular consegue absorver a glicose do sangue após uma sessão de exercício. Os efeitos do exercício sobre a ingesta de glicose dura por poucas horas no período pós exercício. Se a refeição pós exercício for fraca em carboidratos a reposição do glicogênio será retardada.

    E, por esse motivo, quando faltam carboidratos na dieta, o exercício causa um deficit de glicose e os estoques de glicogênio continuam a cair sem serem repostos para os níveis adequados, não estando prontos para o próximo treino.

    Simples X Complexos

    Existe uma certa controvércia sobre qual o tipo de carboidrato é melhor para a reposição do glicogênio após o exercício. Alguns argumentam que os açúcares simples como a dextrose são melhores depois do treino. Outros dizem quem drinks com polímeros de glicose são melhores - a glicose, glucose ou dextrose, um monossacarídeo, é o carboidrato mais importante na biologia. As células a usam como fonte de energia e intermediário metabólico. A glucose é um dos principais produtos da fotossíntese e inicia a respiração celular em procariontes e eucariontes. É um cristal sólido de sabor adocicado encontrado na natureza na forma livre ou combinada. Juntamente com a frutose e a galactose, é o carboidrato fundamental de carboidratos maiores, como sacarose e maltose. Amido e celulose são polímeros de glucose. Mas o que importa é que não é necessário comprar drinks esportivos sofisticados e o simples fato de fazer uma refeição rica em carboidratos como massa ou arroz é o bastante. Estudos demonstram que não há diferença alguma entre os diferentes tipos de carboidratos ingeridos após o treino e que a taxa de reposição do glicogênio, desde que as quantidades consumidas sejam suficientes (Burke, 1997). Mesmo quando a refeição pós-treino contém outros macronutrientes como proteínas e gorduras, a taxa de reposição de glicogênio não fica impedida, desde que a quantidade de carboidrato seja suficiente nessa refeição. Esses estudos nos dizem que o ponto limítrofe da taxa de reposição de glicogênio não está na digestão ou no índice glicêmico ou ainda em outra fonte de um determinado carboidrato. O importante é o montante total de carboidratos consumido num período de 24 horas. A taxa limítrofe de ingesta de glicose durante o exercício é determinada pela taxa de FOSFORILAÇÃO, uma vez que a glicose tenha entrado na célula muscular (Halseth, 1998). A atividade de síntese de glicogênio é também uma possível taxa limítrofe (Halseth, 1998).

    Esses processos não são facilmente influenciados pela composição da refeição pós-exercício, mas sim pela extensão em que glicogênio foi depletado durante o exercício, bem como a quantidade de hidratos de carbono e gordura consistentemente incluídos na dieta.

    Então, na prática, depois desse papo de nerd, o que Halseth preconiza é que você tem de fazer é pelo menos de 0.7 a 1 grama de carboidrato por kg de peso corporal imediatamente após o exercício e novamente a mesma dose de 1 a 2 horas depois. Em um exemplo, se você tem 80 kg, tome de 56 a 80 gramas de qualquer fonte de carboidrato e uma ou até duas horas depois repita a dose. Se você tiver algum desconforto estomacal, aumente o consumo de água com os carboidratos. Tente consumir um total de 7 – 10 gramas de carboidrato por kg de peso corporal por dia, divididas em refeições a cada 3 horas. Isso pode ser excessivo em termos de necessidades calóricas, mas é muito importante quando a sua prioridade é o acúmulo de glicogênio.

    Proteína

    A proteína, como vocês já estão cansados de saber é outro nutriente vital na alimentação pós-exercício. A proteína é essencial para o anabolismo após o treino. A história é velha, os aminoácidos são usados para reconstruir os tecidos danificados, bem como fornecer enzimas e proteínas de transporte necessárias à adaptação ao exercício. Sem a proteína, que fornece os aminoácidos essenciais para a síntese protéica endógena (natural), a habilidade do corpo de se adaptar ao exercício é visivelmente diminuída.

    A pesquisa

    Brian Haycock, fisiologista e árbitro da NPC afirma que estudos têm demonstrado um período de 12 – 14 dias após o início de um programa de exercício não habitual (um série com uma abordagem diferente da qual se está acostumado), no qual o equilíbrio do nitrogênio (a relação entre a ingesta de proteína e a sua perda) é negativo (Butterfield, 1987). Você entendeu? É isso mesmo: quando você muda o seu programa de treinamento, durante os primeiros 12 – 14 dias ocorre uma inevitável negativação no equilíbrio de nitrogênio. Qualquer estudo envolvendo necessidades protéicas e exercício deve levar esse fato em consideração. O equilíbrio de nitrogênio durante esse período parece ser insensível à ingesta calórica total, mas pode ser remediada com um alto consumo protéico desde que acompanhado de um aporte calórico adequado (Gontzea 1975), isto é não adianta só aumentar a proteína. Apesar do consumo adicional de proteína evitar que o equilíbrio de nitrogênio fique no vermelho, mesmo assim ele ainda vai cair a despeito da alta ingesta protéica durante as duas primeiras semanas da nova série.

    O mensageiro muscular específico RNA (mRNA) produzido após o treinamento tem uma meia-vida de somente 4 – 5 horas - O RNA mensageiro (mRNA) é uma molécula de RNA que codifica um "esquema" químico para um produto de proteína. Esse período é curto porque o mRNA não tem nenhum mecanismo de “controle de qualidade” nessa codificação. Mantendo a meia-vida curta, quaisquer erros na seqüência desse processo não serão capazes de produzir proteínas defeituosas o suficiente para causar danos irreparáveis à célula ou ao organismo. Isso também permite um controle justo sobre o metabolismo proteico.


    A importância do timing

    O timing da ingesta protéica, a partir dessa realidade, torna-se deveras importante. Se o estímulo anabólico do exercício deve ser maximizado, um fluxo estável de aminoácidos deve banhar o músculo enquanto o conteúdo de mRNA for alto. Conclui-se que o melhor momento para o consumo de proteína após o treino é relativamente curto comparado à freqüência de treino de um músculo em particular.

    A taxa de síntese de proteína muscular (MPS em Inglês, mas vamos chamá-la aqui de TSP) sobe, em humanos, em aproximadamente 50% nas quatro horas que se seguem a uma seção de treino anaeróbico intenso, chegando a um total de 109% nas 24 horas que se seguem após o exercício.

    Um estudo feito por Macdougall (MacDougall et al 1995), mais tarde examinou o curso de tempo para síntese protéica muscular elevada analisando sua taxa após 36 horas após o exercício pesado. Seis homens saudáveis executaram 12 sets de 6 – 12 RM de rosca direta para bíceps com apenas um braço, enquanto que o outro braço servia apenas para controle do movimento. A TSP foi calculada a partir da taxa de incorporação in vivo da Leucina L- [1,2-13C2] no bíceps braquial dos dois braços por 11 horas. Num tempo médio de 36 horas após o exercício, a TSP no braço exercitado tinha voltado para os 14 % do valor de controle do braço. A diferença, então, mostrou-se insignificante.

    As conclusões, portanto, tiradas desse estudo dizem que após uma seção de treino pesado, a TSP aumenta rapidamente, chegando a mais do dobro em 24 horas e então despenca na mesma velocidade de forma que após 36 horas, no geral, já voltou à sua linha básica.


    Então esta é a grande sacada. Na prática podemos dizer que se você treina em dias seguidos, tipo de segunda a sexta, você tem 24 horas de janela de oportunidade para crescer e essa se fechará no Sábado, 24 hs, após o seu treino. Ou seja, você deve diminuir o aporte protéico e calórico no Domingo. Se você treina em dias alternados, tenha em mente que o aporte protéico e calórico superior deve de ocorrer apenas até 24 hs depois do treino e depois voltar ao normal. Por exemplo: você treina de manhã no sistema dois por um (treina dois dias e descansa um), sendo segunda e terça e descansa na quarta. Sua janela para aumento do aporte protéico e calórico vai somente até 24 após o treino, isto é, termina na quarta de manhã. Logo o seu consumo protéico e calórico tem de voltar ao normal da manhã de quarta e ficar assim até o pós-treino de quinta-feira.


    Recomendações

    A recomendação atual para o consumo total de proteínas para atletas é de 1.6 – 1.8 gramas por kg de peso corporal, apesar de se constatar que a grande maioria segue o protocolo de 2 gramas sem nenhum efeito colateral. Se você vai consumir 1.6 ou 1.8 ou ainda 2 gramas é mais uma questão de precisão e ajuste fino que fará enorme diferença no final do seu off, quando você sentar para fazer as constas do quanto vai ter de secar para entrar no peso da sua categoria com o seu melhor de volume e definição. Lembre-se de que quanto mais se aumenta de peso e se distancia da sua meta, o risco de perda de massa seca, durante a dieta pré-contest, é maior, podendo até fazer que o indivíduo entre pequeno e churriado. Lembre-se que o corpo não tem a capacidade de estocar aminoácidos. A proteína deve ser consumida a cada 3 – 4 horas. A refeição da noite deve conter proteínas cuja digestão seja mais lenta (tipo caseína) para permitir uma liberação estável de aminoácidos no seu sistema à noite, durante o sono. O jantar é perfeito para um bife ou outros pratos com carne.

    Gordura

    Muito pouco é conhecido sobre os efeitos da gordura na refeição após o treino. A ingesta total de gordura é, provavelmente, mais importante para um bodybuilder do que a própria refeição pós-treino. Ácidos graxos essenciais em quantidades adequadas têm a habilidade de alterar a fisiologia. Ácidos graxos como ômega-3 e ômega-6, quando consumidos em diferentes relações de forma consistente e proposital, pode alterar a composição das membranas das células as quais alteram a produção de prostaglandis em músculos que se exercitam e consequentemente podem modificar tudo desde o transporte da glicose até à síntese protéica (Hayashi 1999).

    Esses efeitos são vistos após pelo menos cinco dias de consumo dessas gorduras em doses de moderadas a altas. Comê-las imediatamente após o treino ou em outro momento qualquer não acarretará em praticamente nenhum efeito significativo. Ou seja, tanto faz comer gordura depois do treino ou não.

    Algumas formas de gordura podem retardar o esvaziamento gástrico (final da digestão), que, teoricamente, pode retardar a taxa a qual os nutrientes se tornam disponíveis para os tecidos. Podemos apenas especular se isso teria algum efeito de “longo prazo” nos ganhos. A maioria dos estudos indica que o restabelecimento do glicogênio é retardado, mas não reduzido, quando o esvaziamento gástrico é prolongado.

    Há alguma indicação de que o colesterol é um nutriente importante imediatamente após o treinamento resistido de alta intensidade. O colesterol total tem sido mostrado significantemente reduzido por, pelo menos, 90 horas após uma única sessão de exercício de resistência (Smith 1994). O colesterol pode ser necessário para incorporação nas membranas celulares danificadas após o treino. Não estou querendo dizer que você deva comer alto colesterol depois do treino. As pesquisas ainda não estão completas no que tange à composição e níveis ideais de gorduras no pós-treino. Mas se eu fosse você trataria de observar o que acontece nos dois casos: ingerir gordura ou não após o treino. Por enquanto cabe a você analisar como fica melhor. Apesar do estudo dizer que os ganhos não são alterados, eu odeio essa sensação de ficar lotado depois que como. Gosto de ficar leve. Pelo mesmo motivo que evito o consumo de líquidos durante qualquer refeição.

    Fluidos

    Eu realmente não poderia escrever um artigo sobre nutrição pré e pós de treino sem, pelo menos, mencionar na reposição de líquidos.

    A hidratação é extremamente importante para os níveis celulares. O crescimento muscular é inibido pela desidratação. Pesquisadores tendem a dizer que “bodybuilders não se ligam muito nisso porque, ao contrário de corredores e ciclistas, a maioria dos bodybuilders não fica desidratada após o treino”. Isso é porque esses nerds de merda que nunca pegaram num haltere e não têm a mínima idéia do que é treinar durante o verão nas academias de maromba no Brasil - já treinei em lugares abafadíssimos do Rio (longe da praia), cujo único vento era aquele ventilador enorme do tipo “Tufão”, que faz a categoria Bantan e Biquíni levantarem vôo no salão e que muitas vezes as filhas da puta das Barbies pedem pra desligar pra não desmanchar a porra da escova. Desculpem a descompostura, mas tem certas coisas que me tiram do sério e o mínimo que posso fazer é desabafar... Que nem essa moda de mulher ir treinar de meia branca até o joelho. Ah !!! Dá um tempo !!! É pra que? Pré-aquecer o tornozelo e panturrilha? Isso parece ser uma daquelas tendências que estilista gay inventa... Meninas, por favor, atenção, não comprem idéias dessas outras “meninas faz de conta” J. Elas inventam essas coisas pra sacanear vocês por que eles/as (sei lá) têm raiva de terem nascido com atributos físicos desnecessariamente em demasiado que nunca irão usar... kkkkkkkkkkkkkkkkk.

    Voltando ao artigo... A taxa na qual você se desidrata por causa do treino logicamente depende do quanto você transpira (Gisolfi 1990). Uma regra geral é beber 1 ml para cada caloria que se precisar. Então se o seu consumo diário é de 3.500 calorias/dia, beba 3 litros. No clima quente e úmido daqui acrescente 4 copos d’água para cada kg que se perder enquanto se treina.

    Aproveitando o embalo do assunto, afirmo que por aqui não há como resolver essa dicotomia: ou você treina na academia tipo forno com ferro suficiente ou treina naquela de perfumaria (onde se você quer fazer o leg tem de esperar o colega terminar o supino porque não tem anilha suficiente), com ar condicionado que, em compensação, não te deixam agachar porque prejudica a coluna. Vou lançar uma campanha nacional aqui no blog: “RAXUXA PRO AR”. Consiste em todos entrarem numa vaquinha pra ajudar o pobre dono da nossa segunda casa a comprar e pagar a conta do ar condicionado.

    É tudo sobre sinergia

    Como mencionei anteriormente, a ingesta de macronutrientes modula a síntese protéica pós-exercício em caminhos que ainda estão sendo compreendidos. Sim, a proteína é requisitada para suprir aminoácidos essenciais para a síntese protéica, mas qual é o mecanismo pelo qual a proteína controla esse processo? E também, carboidratos e gorduras são necessários tão somente para reposição de energia ou desempenham um papel “interativo” na síntese protéica pós-treino? Estudos recentes lançaram um pouco de luz sobre essas questões.

    Pesquisa

    Pesquisadores da Division of Nutritional Sciences at the University de Illinois examinaram o efeito da composição da refeição após o exercício na síntese protéica. Para tal, eles olharam especificamente para atividade das proteínas específicas conhecidas como regulatórias da síntese protéica ao nível de tradução (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11029573). A iniciação da tradução (a ligação do mRNA para o complexo de pré-iniciação ribossomal) requer grupo 4 fatores de iniciação eucarióticas (EIFS). Esses fatores de iniciação interagem com o mRNA de tal forma que fazem a tradução (a construção de novas proteínas a partir do cordão de mRNA) possível. Dois EIFS, chamados eIF4A e eIF4B, agem em conjunto para desanuviar o cordão de mRNA. Outro chamado eIF4E liga para o que é chamado de "região cap" e é importante para controlar quais cordões de mRNA são traduzidos e também para a estabilização do cordão de mRNA.

    Finalmente, eIF4G é um polipeptídeo de grandes dimensões que atua como um andaime ou estrutura em torno do qual todos estes fatores de iniciação e do mRNA e ribossoma podem ser mantidos no lugar e orientação apropriada para a tradução.

    Os pesquisadores nesse estudo analisaram a associação do mRNA ligando o fator-4-E (eIF4E) de iniciação da proteína eucariótica com o inibidor da proteína-1 (4E-BP1) de iniciação do fator de ligação 4E-eucariótico na modulação aguda da síntese protéica do músculo esqueletal durante a recuperação do exercício.

    Ratos machos em jejum foram postos para correr em uma esteira durante 2 h, a 26 m / min e foram alimentados imediatamente após o exercício com solução salina, uma refeição em hidratos de carbono apenas, ou uma refeição nutricionalmente completa usando Ensure Powder (54,5% de carboidrato, 14% proteína, e 31,5 % de gordura). Os animais exercitados e os de controle não exercitados foram estudados 1 h pós-exercício.

    Síntese proteica

    A síntese protéica caiu em 26% depois do exercício e foi associada com um aumento de quatro vezes na quantidade eIF4E presentes no complexo inativo eIF4E.4E-BP1 e uma diminuição concomitante 71% na associação de eIF4E com eIF4G. Realimentando a refeição completa, mas não a refeição hidrato de carbono, aumentou a síntese de proteica muscular igual a dos controles, apesar de concentrações plasmáticas de insulina semelhantes. Além disso, eIF4E.4E-BP1 a associação foi inversamente relacionada e a associação eIF4E.eIF4G foi positivamente correlacionada com a síntese protéica muscular.

    Esse estudo demonstra que a síntese protéica de recuperação do músculo após o exercício está relacionada com a disponibilidade do eIF4E para a formação do complexo de formação ribossomal a as influências da composição da refeição de recuperação pós-treino através da modulação de iniciação da tradução.

    Resultados

    Os resultados desse estudo nos dizem algumas coisas:

    1 – Insulina

    A insulina (via ingesta de carboidratos) sozinha não é capaz de evitar que o 4E-BP1 de seqüestrar o eIF4E. Por sua vez, eIF4E deve ficar livre para se ligar a eIF4G para que a síntese de proteínas (de recuperação ou seja, de formação e crescimento muscular real) para começar. A insulina, assim como aminoácidos deve estar presente, ao mesmo tempo, tal como indicado pelos resultados do grupo que foram alimentados com uma refeição mista de nutrientes. Assim, embora a alimentação da refeição de carboidratos tenha resultado em glicose elevada no sangue e níveis elevados de insulina, hidratos de carbono por si só não são suficientes para permitir a síntese de proteínas para começar.

    2 – Níveis de Cortisona

    No único grupo que experimentou uma diminuição significativa nos níveis de cortisol foi o grupo de alimentação mista. O grupo de hidratos de carbono só mostrou que nem a glicemia nem insulina tiveram qualquer efeito na redução dos níveis de cortisol. Em contraste, o grupo refeição mista mostrou níveis de cortisol mesmo inferiores aos que no grupo de controle que não fez exercício e também foi alimentado com a mesma refeição. Teria sido bom para os autores desta experiência para explorar o efeito do teor de gordura na "refeição mista". A partir dos resultados vimos que o cortisol foi inferior no grupo de alimentação mista. Podemos apenas especular se este era devido à proteína ou à gordura ou ainda a alguma combinação de proteína, gordura e hidratos de carbono. Mais pesquisas nesta área devem levar em consideração todos os componentes da refeição pós-exercício.
    Outra questão que poderia ser abordada em seres humanos é o tempo durante o qual a re-alimentação é fundamental para a adaptação de “longo prazo” ao exercício.

    Pra fechar

    A nutrição pré e pós-exercício são fundamentais quando se quer para maximizar os efeitos anabólicos do exercício. A refeição pré-exercício deve ser elevada em uma proteína rapidamente digestível. Isto irá assegurar a oferta elevada de aminoácidos para o tecido muscular. Os hidratos de carbono também podem ser consumidos para minimizar a perda de glicogênio e reprimir os hormônios catabólicos. A gordura deve ser evitada na refeição pré-exercício, a menos que o exercício seja para a resistência. A refeição pós-exercício deve consistir de proteína, hidrato de carbono e, talvez, uma pequena quantidade de gorduras essenciais, de uma forma que seja fácil e rapidamente digerível. Há muitos produtos de substituição de refeições que se enquadram nesse perfil. Basta escolher o que você mais gosta. Não se preocupe com teor de açúcar, pois logo após um treino, o armazenamento de gordura não é um grande problema. Uma refeição líquida é o método mais prático de alimentação pós-exercício, embora provavelmente não seja essencial.

    A proporção de macronutrientes depende um pouco do tipo de treino. A ênfase em carboidratos de alto índice glicêmico completa a função das proteínas facilmente digeríveis, tais como whey, o ovo ou caseína de alta qualidade e gorduras essenciais, tais como peixe ou óleo de linhaça irá cumprir os critérios para uma refeição pós-exercício eficaz.

    Força Sempre

    Referências:
    Burke LM. Nutrition for post-exercise recovery. Aust J Sci Med Sport Mar;29(1):3-10, 1997
    Butterfield GE, Whole-body protein utilization in humans. Med. Sci. Sports Exrc., Vol. 19, No. 5 (Supplement), pp. S157-S165, 1987.
    Gisolfi CV., Lamb DRR. (Eds.) Perspectives In Exercise Science and Sports Medicine Volume 3: Fluid Homeostasis During Exercise. Cooper Publishing Group, LLC 1990.
    Gontzea I, Sutzescu P, Dumitrache S. The influence of adaptation to physical effort on nitrogen balance in man. Nutr. Rept. Inturn. 11:231-236, 1975
    Goodyear LJ, Kahn BB, Exercise, glucose transport, and insulin sensitivity. Annu. Rev. Med. 49:235-261, 1998
    Halseth AE, Bracy DP, Wasserman DH. Limitations to exercise- and maximal insulin-stimulated muscle glucose uptake. J. Appl. Physiol. 85(6):2305-2313, 1998
    Hayashi N, Tashiro T, Yamamori H, Takagi K, Morishima Y, Otsubo Y, Sugiura T, Furukawa K, Nitta H, Nakajima N, Suzuki N, Ito I Effect of intravenous omega-6 and omega-3 fat emulsions on nitrogen retention and protein kinetics in burned rats. Nutrition 1999 Feb;15(2):135-9
    MacDougall JD, Gibala MJ, Tarnopolsky MA, MacDonald JR, Interisano SA, Yarasheski KE The time course for elevated muscle protein synthesis following heavy resistance exercise. Can J Appl Physiol 1995 Dec;20(4):480-6
    Sherman LA, Hirshman MF, Cormont M, Le Marchand-Brustel Y, Goodyear LJ. Different effects of insulin and exercise on Rab4 distribution in rat skeletal muscle. Endocrinology 137:266-73, 1996
    Smith L.L, Fulmer M.G, Holbert D, McCammon M.R, Houmard J.A, Frazer D.D, Nsien E, and Isreal R.G. The impact of a repeated bout of eccentric exercise on muscular strength, muscle soreness and creatine kinase. Br. J. Sports Med.1994; 28 (4) 267-271.
    Tarpenning KM, Wiswell RA, Marcell TJ, Hawkins SA. Influence of Weight Training Exercise and Modification of Hormonal Response on Skeletal Muscle Growth. Medicine & Science in Sports & Exercise. 1998 May;30(5) Supplement; S1-S1339
    Tipton KD, Rasmussen BB, Miller SL, Wolf SE, Owens-Stovall SK, Petrini BE, Wolfe RR. Timing of amino acid-carbohydrate ingestion alters anabolic response of muscle to resistance exercise. Am J Ph
    Fonte: Nobre Antonio Vilhena´s
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    Arnaldo Martins reacted to Toxi in Bíblia do estrogênio   
    Antes de mais nada, o tópico não é de minha autoria, veio de um fórum estilo "GH15". As informações contidas aqui são bem amplas, mas ainda precisam de revisão, tomem este tópico como um guia, mas não como verdade absoluta, sempre questionem o conteúdo que lhes é oferecido.
     
    Mecanismos da Ginecomastia
    Primeiramente, existem 3 tipos de gyno: induzida pelo estrogenio, induzida pela progesterona e induzida pela prolactina. É claro que você pode evitar todos os 3 tipos de gyno ao manter seu estrogênio dentro do normal. O precursor de qualquer tipo de gyno é o estrogênio. Uma vez q vc deixa o estrogenio aumentar de concentração você sinaliza para o seu cérebro que você procriou, não importando se você eh homem ou Mulher. Saiba que neste ponto o seu corpo terá que passar por certos processos para preparar você para a lactação. Em primeiro lugar, o seu corpo irá se apressar em usar o estrogênio e construir tecido mamário (você percebe isso quando aparece o caroçinho) o que eh primordial para o processo de lactação. Uma vez que este estagio seja completo, e se você ainda estiver com uma alta concentração de estrogênio no seu organismo, a sua progesterona irá aumentar (mesmo depois disso a concentração de estrogênio ainda pode permanecer alta) isso é uma tentativa do seu corpo de fazer que o seu tecido mamário fique maior, fazendo que as suas aerolas fiquem maiores (mamilos saltados e sensíveis), isso tudo, novamente, para te preparar para o processo da lactação. O último estagio da gyno é a prolactina/lactação, os estágios anteriores estavam preparando o seu corpo para este momento e agora os seus níveis de progesterona e estrogênio irão diminuir e a sua prolactina vai crescer, aqui é quando você começa o processo de lactação.
    ESTROGÊNIO ESTROGÊNIO ESTROGÊNIO!!
    O hormônio mais desafiador para o usuário de esteróides é, de longe, o estrogênio. Pense, ele é a causa de qualquer mudança nos seus peitos, humor, libido, condicionamento, retenção, pele, próstata, apetite, você escolhe. Em 90% das vezes q vc se sente estranho é por conta de baixo/alto nível de estrogenio.
    Uma vez que você encontrar o seu ponto ideal (em relação ao nível de estrogênio) você vai saber, não tem erro. Você vai se sentir mais feliz, contente, vai meter feito um ator pornô, comer feito um boi, treinar como um rinoceronte e além disso tudo, você também vai estar muito feliz.
    Aqui vai um indicativo que eu usei desde q comecei com os AES:
    Baixo E2 = Ereções fortes, dificuldade pra ejacular, orgasmo fraco.
    Alto E2 – Dificuldade pra manter ereção, sendo assim, GRANDE dificuldade pra gozar..esqueça.
    E2 Normal – Ereções normais, habilidade de controlar a ejaculação, orgasmo forte.
    Os colaterais de baixo e alto nivel de estrogênio sao bem parecidos, quanto mais experiente você for, mais fácil vai ser diferenciá-los, porém, não importa o quão experiente você seja, isso sempre vai ser uma coisa complicada, se você ficar na dúvida meça o seu e2 em um exame de sangue.
    Colaterais de alto nível de E2
    Acne, perda de libido, retença de agua, urinando menos agua do que você ingere, cara de syndrome de down, testiculos atrofiados, o escroto fica mais grudado com o pênios, testiculos macios, oleosidade extrema pra todo lado, roid rage, depressaão, frescura, letargia, insonia, ereções fracas, MUITA vontade de açúcar e chocolate, PA alta, Picos de PA, prostata aumentada, uma pressao na parte inferior dos abdominais quando estiver urinando, jato de urina muito fino, resfriados (causados pela retenção).
    Colaterais de baixo nível de E2
    Pele seca, lábios secos, desidratação, perda de libido, ereção matinal e falta de ereção na hora do sexo, perda da ereção durante o sexo, perda de sensibilidade, glande do pênis seca, glande do pênis branca, perda de “girth” (não sei o que é isso, girth é circunferência em inglês), irritabilidade, oscilações no humor, hesitação antes de urinar, transpiração excessiva de noite, perda de apetite, fadiga constante, letargia, resfriados (por conta da desidratação), efeito diurético (urinar mais água do que você toma) (por isso a dor nas juntas), coceira no couro cabeludo, pensamentos obcessivos.
    Como vocês podem imaginar, eu já tive cada um desses colaterais nesses ultimos anos em que eu venho fazendo uso de esteróides. E eu tenho certeza que estou esquecendo de citar alguns colaterais. Quando você apresentar um desses efeitos colaterais, encare isso como um sinal, use essa lista pra ter uma noção geral da coisa. Digamos que você apresenta os colaterais "perda de libido", pele seca e sem acne, pela lista de colaterais que eu passei você saberá q o seu E2 está muito baixo. Agora digamos q você apresente os colaterais perda de libido, acne, agressividade incontrolavel e retenção, novamente de acordo com a lista de colaterais você saberá q o seu E2 está alto. Nunca se baseie em apenas um colateral para tentar adivinhar o seu nível de E2, estar retido e apenas retido nao quer dizer nada, assim como estar com a colateral "pele seca" e só com a pele seca também nao significa nada.
    Tenha em mente uma coisa, estrogênio é bom para você de varias formas diferentes (libido, humor, qualidade da pele, cabelo, unhas etc) mas, MAIS IMPORTANTE AINDA, ESTROGENIO É BOM PRO SEU FIGADO. Com certeza vc já escutou que o anastrozol e o letrozol podem ser nocivos ao seu fígado e que o aromasin seria uma melhor escolha, mas, a verdade é que todos os IAs são ruins para o seu fígado. No momento q vc começa a baixar o seu nível de E2 pior o seu figado vai ficar, nao importando qual IA vc ta usando, unica coisa q importa é o QUANTO você baixou o seu E2. Se vc baixa o seu e2 para, vamos dizer 10nl/dl, você não vai perceber se você despencar o seu e2 para a casa de um dígito. Te garanto q o seu HDL e LDL estarão completamente modificados, não importanto qual IA vc optou por usar.
    IA suicidas x IAs não suicidas/que se ligam
    Anastrozol e Letrozol são IAs Não Suicidas, tudo o que eles fazem é ligar qualquer estrógeno que tenha sido convertido diretamente com a sua enzima da aromataze. Cada IA liga uma diferente porcentagem de estrogênio. O Letrozol liga mais que o Anastrozol, com certeza. O problema com esses IAS é que quando você para o uso deles, todo aquele estrogênio acumulado pelas semanas/meses que você passou usando o IA, derrepende se soltam das suas enzimas da aromataze e caem direto no seu plasma sanguíneo, esse processo é chamado de efeito rebote do estrogênio e eu tenho certeza que você já sabe que esse efeito rebote pode ser pior que a alta concentração de estrogênio no seu organismo durante o ciclo, pois, normalmente, quando você para de usar o seu IA você opta por: ou entrar em Cruise com low test ou fazer TPC. Em ambos os casos você tem bem menos testosterona no seu organismo do que você tinha antes e uma vez que todo aquele estrogênio é liberado você tem uma chance muito maior de ter ginecomastia e, com absoluta certeza, você vai ficar parecendo um daqueles peixe-balão e, além disso tudo, você vai ficar se sentindo um molenga (depressivo, sem libido) por varias semanas até q o seu nível de E2 e testosterona voltem ao normal.
    O Aromasin é a nova geração dos IAs. Ele é suicida! A diferença entre ele e outros IAS é que o Aromasin vai destruir uma certa porcentagem das suas enzimas da aromataze e, ao fazer isso, ele também acaba matando qualquer molécula de estrogênio que estava sendo criada (via processo de aromatização das moléculas da testosterona) por esta enzima. Significa que quando você para de usar o Aromasin não existe a possibilidade do efeito rebote q você teria com os IAS não suicidas..de jeito nenhum! (sem estrogênio, sem efeito rebote, visto que o estrogênio é morto, não é liberado no plasma sanguíneo). No máximo você vai ter que esperar um tempinho ate o seu corpo começar a produzir mais enzimas da aromatase (uma coisa pessíma, caso você tenha despencado com o seu nível de e2, quando comparado aos outros IAS. (não entendi mto bem essa parte, leiam o original aqui e vejam se entendem melhor: “if anything you will have to wait for a while for your body to start producing more aromataze (very bad if you crashed your estro comparing to the other AIs)”
    Cada pessoa é diferente no tocante ao tempo que leva pra que o organismo volte a criar novas enzimas aromatase, para mim esse processo demora mais ou menos 2 semanas, pra outra pessoa pode demorar de 1 à 3 semanas. A única maneira de acelerar esse processo é usando HGH, você pode usar toda a Dbol ou TNE que você quiser, se vc tiver despencado seu nível de E2 com o Aromasin e não tiver mais enzimas da aromatase atuantes, você não irá reter nada de água por conta do uso desses compostos, não vai haver aromatização, mas por outro lado você não vai ter nenhum resultado..com o Dbol pelo menos.

    Anastrozol/Arimidex
    Adex vai baixar seu E2 em 50-60 por cento. Claro que se você continuar tomando a porcentagem vai acumulando, então você baixa o seu 50 por cento de E2 em outros 50 por cento e assim vai. Você pode facilmente acabar com o seu E2 em níveis baixíssimos caso você faça o uso desse medicamento por um período de tempo suficiente aliado a uma dose alta o suficiente e ao fato de você não estar convertendo muito estrogênio por conta de AES que aromatizam (quando você está usando dose baixa de testosterona e alta de Adex). O Adex, na minha opinião, é o que se encaixa melhor para TRT, a razão é a taxa que ele baixa o seu estrogênio, quando comparado aos outros IAS, é a menor. Para TRT você só precisa de 1mg Adex/semana pra manter seu nível de E2 dentro do normal (e2 = 20-25ng/dl = ponto ideal)
    Porquê o Adex é ruim pro blast? Este pequeno post foi retirado de outro fórum, foi escrito por um médico, não são minhas palavras, mas refletem muito bem as minhas experiencias com o Adex.
    Adex nao é muito eficiente para drogas q tem tendência a aromatização “peripheral”, Dbol em particular. Muitas vezes uma dose cheia de 2mg de Adex por dia não vai dar conta da retenção do Dbol. Adex é melhor para a supressão do E1, affinity tecido, gonadal, adrenal, etc e pelo fato de ser um inibidor competitivo (não saquei mto bem..essas parada mto cientifica me fodem as vezes). Ele suprime o E1 até mesmo nas mais baixas das doses, mas precisa doses bem maiores para que se possa ver algum impacto significativo na aromatase peripheral.
    Em cutting com low test e AES não aromatizantes ele é tão bom quanto qualquer outro IA, mas quando em um bulking com drogas que aromatizam bastante o Adex é o pior IA q você pode escolher. Não importa o quanto você use, você ainda vai ficar bem mais retido do que você ficaria se estivesse usando Letro ou Aromasin.
    Dose comum qdo em blast: 0,5mg TSD/DSDN
    Dose de TRT: 0,25mg DSDN ou 1mg por semana
    Aromasin/Exemestane
    Sem duvida é a melhor escolha para o seu blast. Porém ele também tem as suas contrapartidas. Eu acabei descobrindo que quanto mais você usa o Aromasin mais sensível a ele você vai ficando. Quando você começa com Aromasin, 25mg ao dia é uma dose comum para um ciclo mediano, por exemplo 750mg Testosterona e 500mg de Decanoato de Nandrolona. Com o passar do tempo você vai precisando de cada vez menos Aromasin para controlar o seu E2, com o passar do tempo você vai acabar precisando só de 12,5mg DSDN (se não menos) para esse mesmo ciclo mediano citado. Porém saibam isso não acontece em alguns dias, demora meses. Outra coisa ruim do Aromasin é a perda de cabelo, quando comparado aos outros Ias, eu cheguei a conclusão q ele me faz perder bem mais cabelo. Um colateral do Aromasin é a Alopecia, os outros dois IAs até tem perda/afinamento do cabelo como efeito colateral, mas não essa perda não chega não é grande o bastante para chegar a se enquadrar em um quadro de Alopecia (Em tempo: Alopecia ou alopecia é a redução parcial ou total de pelos ou cabelos em uma determinada área de pele.)
    Como mencionado antes, o maior medo com o Aromasin é você acabar abaixando demais o seu E2. Se você chegar nesse ponto a única saída será esperar ou aumentar a dose de HGH. Caso isso ocorra, espere pelo menos uns 10 dias para recomeçar a administrar qualquer dosagem de Aromasin, isso vale até mesmo se você for mudar pro Arimidex ou outro qualquer.
    O melhor post que eu já vi sobre aromasin, e que reflete minha experiência em 100%, é o que segue:
    Ahhhhhhh-romasin?! O rei dos Anti-Estrogenio
    Esse post vai ser meio longo, mas tire um tempinho pra ler ele com atenção, é provavelmente a coisa mais importante que você vai ler na sua vida, caso você seja um bodybuilder (haha talvez não, mas tem umas pérolas aqui).
    O Exemesane, comercializado sob o nome de Aromasin, fabricado pela Pfizer, é um inibidor suicida das enzimas da Aromatase disponível em via oral. < essa sentença descreve examente porque o Aromasin é o rei dos IAs pra fins de bodybuilding.
    Por conta do Aromasin ser esteroidal, isto cria uma cena de supressão do estrogênio favorável, concede alguns vantagens ótimas quando comparado aos outros IAs, isso ocorre tanto no papel (ou bula) quanto em experiências na vida real. Os IAs esteroidais tem a vantagem de serem amigáveis ao perfil lipídico, todos eles abaixam o nível de SHBG o que acarreta em um aumento da proporção de testosterona livre para fazer ligações no seu organismo, o que, como muitos bodybuilder profissionais sabem, pode ter um impacto relativamente grande nos ganhos.
    Eu acho que é importante entender como as drogas trabalham para se saber como dosá-las corretamente. O Aromasin é um IA suicida, isso significa que ele se liga as enzimas da Aromatase e, ao fazer isso, ele as desliga e as destrói. Por isso que ele é chamado de “suicida”. Esse composto químico é tipo um piloto kamikaze que você soltou no seu corpo com o intuito de destruir suas enzimas da Aromatase, e é isso o que o torna tão especial.
    A meia vida do Aromasin em machos humanos é na verdade bem pequena, 9 horas, e ele é rapidamente eliminado pelo seu organismo, entretanto, já que no momento que ele entra na sua corrente sanguínea ele rapidamente destrói 80-90% das suas enzimas da Aromatase, ele mantém uma redução significativa da concentração de estrogênio no seu organismo, isso ocorre por até 72 horas depois de uma única dose de 25mg de Aromasin. Os níveis de estrogênio só começam a subir outra vez depois que o seu corpo começa a criar novas enzimas da Aromatase para substituir aquelas que foram destruídas pelo Aromasin.
    Existe um ótimo estudo acerca das consequências da administração do medicamento Aromasin em homens que descobriu o seguinte:
    -24hrs depois de uma dose de 25mg os níveis de estrogênio são reduzidos em 70-80%
    -72hrs depois os níveis de estrogênio ainda estão 40% abaixo do padrão, ainda que a droga em si tenha sido quase completamente eliminada.
    -120hrs depois da dose inicial os níveis de estrogênio voltam ao normal (sem efeito rebote)
    Isso significa dizer que você pode achar o timing e a dosagem desse medicamento que funciona melhor em você. Eu já vi alguns caras recomendarem 25mg por dia e também já vi recomendarem 12.5mg a cada 4 dias, por esse estudo você pode ver o porquê ambas são eficientes visto que promovem níveis diferentes de supressão de estrogênio, sendo corretas ou incorretas de acordo com o caso em questão. É essa flexibilidade que torna o Aromasin um IA tão versátil.
    Mas calma aí, tem mais! O Aromasin é também uma droga para TPC considerada excelente! Em homens adultos, foi descoberto que o Aromasin pode aumentar o nível de testosterona total em até 60% depois de apenas 10 dias em 25mg/dia, porém o mesmo estudo descobriu que, ao mesmo tempo que o medicamento aumentou o nível de testosterona total em 60%, a quantidade de testosterona livre no organismo foi aumentada em mais de 100%. Isso mesmo, ele duplica a testosterona bio-disponível (estamos falando da testosterona endógena, é claro. Isso não se aplica a uma injeção de testosterona sintética).
    Eu posso te falar o seguinte: Quando eu tomo Aromasin durante a TPC os resultados são dramáticos. Falando honestamente, a minha libido nunca desaparece, isso em qualquer ponto da TPC, e eu me sinto absolutamente fantástico dentro de apenas alguns dias, e isso tudo tomando apenas 12.5mg ao dia, o único colateral que eu notei foi articulações e outras áreas um pouco enrijecidas (isso se dá por conta do nível baixo de E2).
    Prós:
    -Poderoso IA capaz de parar a ginecomastia completamente sozinho (isso se aplica para compostos que aromatizam)
    -Tem efeitos poderoso contra a retenção
    - Abaixa o nível de SHBG, aumentanto a testosterona livre, tornando os outros esteroides anabólicos mais bio-disponíveis (leia: mais ganhos)
    - Pode ocasionar um aumentando da libido tanto dentro quanto fora do ciclo (TPC)
    - Aumenta o IGF-1
    - Não ocasiona mudanças adversas ao perfil lipídico em homens (Saiba que o seu perfil lipídico não ficará intacto caso você estiver ciclando, porém esse medicamento não piora a situação)
    - Não eh hepatotóxico (nocivo ao fígado)
    - Não apresenta o efeito rebote
    Contras:
    -Problemas típicos de IAs como articulações enrijecidas e possível letargia, mas isso só ocorre caso você deixe o seu nível de E2 abaixo do normal.
    - Ele é mais difícil de achar do que o Arimidex ou o Letrozol.
    Uso apropriado do Aromasin:
    1) Controle de Estrogênio dentro do ciclo – Isso mesmo, qualquer problema relacionados ao nível de estrogênio que você possa vir a apresentar deve ser tratado com esse medicamento, desde ginecomastia até acne e retenção hídrica, o Aromasin é tiro e queda. Use 12.5mg a cada 4 dias para prevenção contra ginecomastia e controle de retenção, ou use 25mg todos os dias na fase de pré-contest ou caso você seja um cara com tendência a apresentar ginecomastia ou a “cara de síndrome de down”. A beleza do Aromasin é que ele é OK para você usar como método prevenção, e não somente deixar para começar a administrar quando a ginecomastia já estiver aparente e ele não atrapalha os ganhos tanto quanto os outros IAs. Eu ainda recomendaria usar IAs só caso você realmente precise deles, mas se você faz questão de faze o uso de um juntamente com o seu ciclo, você não conseguiria escolher um medicamento melhor que esse.
    2) TPC – O Aromasin é a principal droga de TPC na minha experiencia. Honestamente, a TPC fica até legalzinha quando você inclui o Aromasin (talvez eu esteja forçando a barra um pouco) mas ele é show de bola comparado ao clomid/tamox e significativamente melhor que o Arimidex (mais potente e menos colaterais). Ele trabalha muito bem com o HCG e mantém a aromatização extra causa pelas injeções de HCG sob controle (dando até pra você usar mais HCG, mais que 500iu por injeção), outro bônus é que, jé que é um medicamento seguro e relativamente confortável para ser usado por grandes períodos de tempo, você pode esticar a sua TPC para 6 ou 8 semanas quando estiver se recuperando de ciclos muito supressivos só para ter certeza que você terá tudo funcionando em ordem denovo no momento em que você sair da TPC.
    3) Reverter a Ginecomastia – juntamente com um SERM (tamox) e/ou um composto derivado do DHT o Aromasin pode ser muito eficiente em reverter/reduzir uma ginecomastia preexistente.
    4) Aumento do nível de testosterona fora do ciclo – As vezes eu não estou afim de ciclar, mas ainda quero aquele algo a mais, então eu tomo 25mg DSDN por 4 a 6 semanas, os meus ganhos não melhoram taaaaanto assim, mas definitivamente melhoram, mas de qualquerr jeito eu faço isso mais pelos efeitos na libido e psicológico.
    5) Hipogonadismo – Então você está envelhecendo, você tem ciclado desde que tinha 21 aninhos e os seus níveis naturais de testosterona simplesmente nunca ficam em um nível aceitável, mas mesmo assim você não está afim de fazer HRT. Bom, o Aromasin vai te trazer de volta para o jogo sem que você precise mergulhar de cabeça no HRT.
    Uso inapropriado do Aromasin:
    1) Proporcionar “hot flashes” à sua namorada. (é uma piadinha, que por sinal eu não entendi, então desconsiderem.)
    Bom, isso é o que eu tinha para escrever sobre o melhor IA existente, com certeza deve ter faltado algumas coisas, então se alguém tiver alguma pergunta a fazer, sinta-se livre pra me mandar PM ou me perguntar nesse tópico (ISSO EH O CARA FALANDO LÁ! NÃO VENHAM ME MANDAR MP QUE EU NÃO SEI QUASE PORRA NENHUMA!!!!)
    Doses comuns: 12.5mg TSD/DSDN/A CADA 4 DIAS, 25mg TSD/DSDN
    Dose de TRT: 6.25mg TSD. 12.5mg 2 ou 3 vezes na semana
    Letrozol:
    Esse é um IA que você pode viver sem. É de longe o mais nocivo de todos os IAs, não necessariamente porque quando você usar ele o seu nível de estrogênio vai ficar baixo de mais, mas o composto químico/ingredientes ativos do Letrozol são considerados bem nocivos ao nosso organismo.
    Alguma vez você já subiu uns lances de escadas e quando chegou lá em cima sentiu que estava morrendo, tipo o que um cara de 250kgs sentiria depois de dar dois passos na rua? Bom, isso é o que o Letrozol pode fazer com você. O que eu quero dizer é que esse negócio afeta os seus triglicerídeos, se você fazer o uso de Letrozol por um período de tempo suficiente combinado com uma dose alta suficiente, você vai acabar com os seus triglicerídeos tão altos que até mesmo depois de ter dado uns 10 passos você já vai estar sofrendo pra respirar.
    A única aplicação para o Letrozol (que pode ser evitada/substituida por Aromasin) é na fase de pre-contest. Eu jamais usaria em um bulking, cutting ou tratamento de reversão de ginecomastia. É colateral de mais para efeito de menos.
    Alguma vez você já tomou o Letrozol e ainda assim sentiu os mamilos sensíveis? Sabe porquê? O Letrozol abaixa o SHGB dramaticamente, isso permite que o seu nível de testosterona livre tenha um pico e, como resultado disso, que alguma fração dela aromatize e se torne estrogênio, essa é a razão que os protocolos de reversão de ginecomastia com Letrozol não funcionam (especialmente quando sugerem q você use esse medicamento por apenas 1 semana). Para que você tenha pouco estrogênio livre no seu organismo (Isso os IAs não conseguem abaixar) você precisa abaixar o seu estrogênio total. Entretanto todos que estão tentando reverter a ginecomastia necessariamente já estão com o estrogênio alto, então no momento que você insere Letrozol você pode vir a liberar uma quantidade ainda maior de estrogênio livre na sua corrente sanguínea, o que pode acabar fazendo com que a sua ginecomastia piore! Para se proteger desses estrógenios livres na sua corrente sanguínea você precisa de um SERM, é por essa razão que você não pode reverter a ginecomastia sem um SERM já que todos os IAs abaixam o SHGB. (aumentando a testosterona livre, podendo fazer com que essa testosterona livre aromatize e se transforme em estrogênio livre, que então poderiam se ligar aos receptores de estrogênio localizados no seu peito o que ocasionaria em uma piora no quadro de ginecomastia. Os SERMs evitam que os estrogênios se liguem aos receptores de estrogênio localizados no seu peito, sendo assim impossibilitam que esses estrogênios extras ocasionem a ginecomastia, porém eles não evitam o aparecimento de outros colaterais por conta de um alto nível de estrogênio).
    Tenha em mente também que você não deve usar Tamoxifeno/Clomid juntamente com Anastrozol ou Letrozol, pois você minimiza a eficiência desses dois IAs em 40% (isso não ocorre vice-versa, a eficiência dos SERMS continuará em 100%)
    Dose comum: 0,62 mg TSD/DSDN , 1.25mg TSD/DSDN
    SERMS:
    Tenha em mente que todos os 3 SERMS citados aqui vão trabalhar em favor do seu fígado (Agonistas), visto que eles são estrogênios medianos e, como dito antes, estrogênio é bom para o seu fígado, sendo assim a adição de um SERM sempre vai fazer com que o seu HDL/LDL melhore. Nenhum dos SERMS abaixa o seu estrogênio, na verdade eles aumentam o seu nível de estrogênio total. Eles também bloqueiam a ação do estrogênio na área do mamilo, mas, assim como os IAs não suicidas uma vez que esses estrogênios são liberados (quando você cessa o uso do medicamento) você tem o efeito rebote, o que acarreta com que o seu nível de estrogênio fique maior do que antes.
    Nolvadex/Tamoxifeno
    Agonista (significa dizer que este medicamento trará benefícios) : Figado, Utero
    Antagonista (significa dizer que este medicamento não trará benefícios, no caso em questão ele não trará benefício à região do mamilo, visto que irá bloquear a ação dos estrogênios nesta área): Seio/mamilo
    Como eu tenho certeza que você já escutou, O Nolvadex reduz os níveis de IGF-1 em 25% então isso pode parecer como a maior desvantagem do mundo, mas se você levar em conta que o seu fígado vai estar mais saudável enquanto você faz o uso deste medicamento, vai acabar equilibrando o fato de os seus níveis de IGF-1 serem reduzidos.
    O Nolvadex é mais indicado para TPC e não pra ser usado dentro do ciclo, já que promove um aumenta de 60% dos níveis de testosterona natural (o que é ótimo durante o período de TPC) e diminui os níveis de IGF-1 (o que é péssimo se você está procurando otimizar os seus ganhos).
    Dosagem no ciclo: 20-40mg/TODOS OS DIAS/DIA SIM DIA NÃO
    Raloxifeno/Evista
    Agonista: Fígado, ossos (assim como o Decanoato de Nandrolona este medicamento aumenta a densidade ossea, sendo um reconhecido tratamento contra osteoporose)
    Antagonista: Seios/mamilos (Mais forte que o Nolvadex).
    O Raloxifeno não afeta os níveis de IGF-1 de jeito nenhum, ele também ele aumenta a sua densidade óssea, porém não chega nem perto de trazer o benefício aos seus tendões que o Decanoato de Nandrolona traz, então ele pode ser uma espada de duas pontas no caso de você não estar fazendo o uso conjunto de Decanoato de Nandrolona, visto que ao você ter ossos e músculos mais densos/fortes a chance de lesões nos tendões aumenta.
    O Raloxifeno é o SERM ideal pra terapia dentro do ciclo, já que é ele é agonista dos seus ossos, não afeta os níveis de IGF-1 e é perfeitamente seguro administrá-lo com um 19nor. Raloxifene não deve ser usado em TPC, já que ele aumenta os seus níveis de testosterona natural em apenas 40%, isso é 20% a menos que o Tamoxifeno.
    Dosagem dentro do ciclo: 60mg-120mg/DIA/DIA SIM DIA NÃO/A CADA 2 DIAS
    Tamox vs Raloxifene (em relação ao HGH/IGF-1)
    Objetivo do Estudo: Comparar o impacto do Tamoxifeno e do Raloxifeno no nível de GH/IGF-1 e gonadal axes (termo técnico, não consegui traduzir então deixei no original) em machos saudáveis.
    Formato: Nós conduzimos um estudo customizado, open-label crossover study (termo técnico, não consegui traduzir então deixei no original)
    Pacientes e Intervenção: 10 homens saudáveis foram submetidos a um tratamento sequencial de 2 semanas com Tamoxifeno (10 e 20mg/dia) e Raloxifeno (60 e 120mg/dia), com um período de 2 semanas de intervenção para desintoxicação dos medicamentos.
    Medidas Tomadas no Estudo: Nós medimos a resposta do GH à arginina e níveis circulantes de IGF-1, LH, FSH, Testosterona e SHGB.
    Resultados: O Tamoxifeno, porém não o Raloxifeno, diminuiu significativamente os níveis de IGF-1 em 25% (P < 0.01) e aumentou os níveis de SHGB em 20% (P < -0.05) na maior dose terapêutica administrada. Houve uma significante tendência que não foi acompanhada estatisticamente em relação a redução da resposta do GH à arginina com ambos os SERMS. (There was a nonstatistically significant trend toward a reduction in the GH response to arginine with both SERMs.) Ambas as drogas significativamente aumentaram as concentrações de LH, FSH e Testosterona. O aumento no nível de Testosterona (40% vs 25%) e LH (70% vs 30%) foi significativamente maior com o Tamoxifeno.
    Conclusões: Tamoxifeno, mas não o Raloxifeno, diminui os níveis de IGF-1. Ambos os SERMS estimularam a “gonadal axis”, com o Tamoxifeno causando um efeito maior sobre ela. Nós concluímos que, nessas doses terapêuticas, o Raloxifeno perturba o GH e as “gonadal axes” em um proporção menor que o Tamoxifeno.
    Tamoxifeno vs. Raloxifeno: Ginecomastia
    (Bom, aqui ele coloca um estudo, cheio de termos técnicos, que explica o que eles vão fazer com os pacientes, quais são os objetivos, como eles vão verificar o que aconteceu com os pacientes, enfim, é uma coisa maçante demais para ser traduzida, cheia de termos que eu sinceramente não consigo entender/traduzir e é uma coisa que não vai agregar muito para o intuito do texto, a parte que nos interessa, os resultados, foram traduzidos e são extremamente interessantes e importantes. Quanto ao estudo em si, eu vou deixar o original aqui para caso vocês tenham interesse em verificar como foi conduzido o experimento)
    OBJECTIVES: To assess the efficacy of the anti-estrogens tamoxifen and raloxifen in the medical management of persistent pubertal gynecomastia. STUDY DESIGN: Retrospective chart review of 38 consecutive patients with persistent pubertal gynecomastia who presented to a pediatric endocrinology clinic. Patients received reassurance alone or a 3- to 9-month course of an estrogen receptor modifier (tamoxifen or raloxifene).
    Resultados: A idade média dos pacientes era de 15 anos, com ginecomastia presente a 28.3 (16.4) meses. Em média, a redução do diâmetro da glândula mamária foi de 2.1 (95%) depois do tratamento com Tamoxifeno e de 2.5 (95%) depois do tratamento com Raloxifeno. Uma melhora considerável foi vista em 86% dos pacientes recebendo Tamoxifeno e em 91% dos que estavam recebendo Raloxifeno, porém uma maior proporção dos pacientes obteve uma redução significante da ginecomastia (redução maior que 50%) com o Raloxifeno (86% dos pacientes recebendo Raloxifeno tiveram uma redução da ginecomastia maior que 50%) do que com o Tamoxifeno (41% dos pacientes recebendo Tamoxifeno tiveram uma redução da ginecomastia maior que 50%). Nenhum efeito colateral foi visto em nenhum dos pacientes.
    Conclusão: A inibição da ação do receptor de estrogênio na área do peito aparenta ser segura e eficiente, proporcionando uma redução da ginecomastia recorrente desde a puberdade, com o medicamento Raloxifeno apresentando um melhor resultado em relação ao Tamoxifeno.
    Clomid
    Agonista: Fígado
    Antagonista: Seio/mamilo
    O Clomid é uma droga bem nociva. Deve ser evitada a todo custo, se você vier a apresentar os colaterais relacionados à visão que este medicamento pode vir a causar, como por exemplo, a vista embaçada, eles continuarão para o resto da sua vida. São casos raros, mas acontecem.
    O Clomid só deve ser introduzido em protocolos com a supervisão de um médico, visto que se você quer voltar a produzir esperma novamente, você irá ter que fazer o uso contínuo de Clomid, aliado ao HCG, por 9-12 meses seguidos. Este medicamento até tem algum uso para a TPC, mas ele pode ser completamente evitado usando somente um SERM ou usando o ideal (Tamox + aromasin)
    Algumas informações sobre o Clomid:
    - O Clomiphene é um misto de agonista/antagonista. Isto se dá pelo fato de o clomiphene ser composto de dois isômeros: enclomiphene e zuclomiphene. Enclomiphene é um receptor antagonista de estradiol (E2). Zuclomiphene é um receptor agonista de estradiol (E2). De qualquer maneira, o fato de o efeito antagonista ser mais pronunciado se dá pelo fato de sua composição ser 70% trans (enclomiphene) e 30% cis (zuclomiphene). O Tamoxifeno é um SERM mais estrito, diminui o efeito do estrogênio no corpo, potencializando a ação do Clomid. Esta combinação veio após 100 anos de experiências médicas.
    Então o Tamoxifeno é mais antagonista (para a região do mamilo/seio, lembram?) do que o Clomid. É melhor em bloquear o ER (ação do estrogênios na área do mamilo) do que o Clomid. O Clomid também aparente exercer efeitos agonistas nas partes que cérebro que controlam as emoções. Isso explica o porque alguns homens ficam parecendo “mulherzinhas de TPM” durante o uso de Clomid.
    - O Tamoxifeno é também feito de um pouco mais de isômeros, o isomero cis do Tamoxifeno (que é inativo), trans-tamoxifen e o isômero trans-4-OHT.
    - O Clomid vai duplicar o seu LH (em 100mg/dia) no período de 5-7 dias e aumentar o FSH em 20-50%. O LH aumenta rapidamente depois do ciclo, mas não tanto assim
    - Clomid vai aumentar a testosterona endógena (total) em 146% depois de 3 meses em 25mg/TSD.
    - Clomid em 100mg/dia vai aumentar a testosterona endógena (total) em 268% em 8 semanas e a testosterona livre em 1.410% (isso não é um erro de digitação).
    - O Tamoxifeno aumentou a testosterona na corrente sanguínea (testosterona livre) em 142% do nível padrão em apenas 10 dias. Foram necessários 150mg/dia de Clomid para conseguir o mesmo resultado de 142%. Depois de 6 semanas ele aumentou os níveis de testosterona e LH numa média de 183% e 172% dos valores iniciais.
    - Outra coisa para se tomar nota depois do estudo mencionado acima é o quão sensível a glândula pituitária ficou ao GnRH. Quanto mais sensível a glândula pituitária é ao GnRH, mais LH ela vai produzir. O Tamoxifeno aumenta a sensibilidade da glândula pituitária ao GnRH e o Clomid aparenta diminuir.
    - Estrogênio vai diminuir a sensibilidade ào GnRH. Não vai aumentar. Se o estrogênio por um acaso aumentasse a sensibilidade da pituitária ao GnRH esse acontecimento se chamaria “estrogênio no auge”. Aprimorar a pituitária a ser mais sensível ao GnRH. Isso acontece em fêmeas, mas não em machos. Não há evidencia da aprimoração do estrogênio em machos.
    -O Tamoxifeno é mais anti-estrogênico do que o CLOMID. Ambos são SERMs, com efeitos agonistas/antagonistas nos tecidos “selecionados”. Ambos irão bloquear a aromatização no tecido mamário. Ambos são agonistas ao fígado, o que deve explicar o aumento das proteínas que se ligam ao IGF e consequentemente a diminuição do IGF no plasma.
    Dose no ciclo: 50mg/DSDN
    Alguns dizem que este medicamento pode substituir o HCG, mas eu prefiro não ir por esse caminho. O Clomid causa muitos problemas mentais para ser usado em um ciclo, na minha opinião.
    Suporte à Prolactina:
    Caber/Cabergolina/Dostinex/Cabaser
    O Caber irá baixar a sua progesterona e inibir a prolactina/lactação. É um agonista da dopamina, o que significa que ele não vai deixar o seu corpo lactar pois ele vai ocupar os seus receptores de dopamina (esses receptores são os responsáveis pela lactação). Caber é o suporte perfeito para a prolactina quando você estiver administrando algum 19nor, isso na minha opinião. Os seus efeitos colaterais são mínimos, nada de sonolência, não afeta os padrões de sono e em geral, no tocante às doses, é bem mais flexível que o Pramipexole ou Bromo. Também não existe nenhum efeito adverso por você cessar o uso do Caber, diferente do que acontece com o Pramipexole.
    O Caber é um medicamente de renome, ele reduz o tempo de inatividade (pelo que eu entendi o Caber reduz o tempo que você tem que esperar até ficar sexualmente ativo outra vez), não confundam isso com ele proporcionando orgasmos múltiplos, então digamos que você precisa de 1 dia para estar inteiro denovo depois de sessão de sexo, duas semanas depois de começar com o Caber você vai sentir uma diminuição significante nesse tempo de inatividade, você passaria a precisar de apenas 12-16hrs pra estar pronto pra próxima sessão, se você precisa de 2hrs pra estar pronto de novo você passaria a precisar de 1h e assim vai.
    Esse medicamento é também conhecido pelo seu efeito de orgasmo multiplicado, então quando você ejacular vai parecer que você está ejaculando o dobro ou o triplo. Isso necessita ser explicado melhor para o usuário. Explicando, no que toca a ejaculação, mesmo que ela não seja instantâneo, quanto mais você segurar dentro de você maior será o prazer que você sentirá quando finalmente você deixá-la sair (Funciona assim: Quanto mais tempo você ficar se segurando para não gozar, maior vai ser o seu orgasmo quando você finalmente gozar). Outra coisa, digamos que você esteja sem o Caber no seu sistema, aí você deixa um pouquinho de ejaculação escapar (sabe quando você está se segurando pra não ejacular, mas um pouquinho dela escapa mesmo assim?). Geralmente, quando isso acontece, você tem uma grande chance de perder a ereção, mas uma vez que você estiver com o Caber no seu sistema, se você por um acaso deixar esse pouquinho de ejaculação escapar, a sua ereção vai ficando cada vez mais forte e o seu clímax vai ser insano. Dito isso, você pode ter, digamos 4-5 pequenos orgasmos, combinando-os com um orgasmo gigantesco no final, que irá parecer com o dobro ou triplo de um orgasmo que já seria gigante (Um orgasmo gigante triplificado!). Enfim, isso precisa de prática e auto-controle por parte do usuário.
    Dose comum em ciclo (para prevenção): 0.25-0.50mg/a cada 3 dias
    Dose comum para parar lactação: 1-1.5mg/a cada 3-5 dias.
    Pramipexole/Mirapex
    O Prami, assim como o Caber, vai diminuir a progesterora e vai inibir a prolactina/lactação. É um agonista da dopamina, assim como o Caber, logo ele irá agir ocupando os receptores da dopamina, que são os responsáveis pela lactação.
    Como dito antes em alguns tópicos, o Prami é uma droga muito peculiar! Você precisa lentamente ir aumentando as doses até chegar a dose que você quer usar e também precisa ir diminuindo gradativamente as doses, para evitar o efeito rebote (mediano) que ele vai causar. O Prami é uma substância viciante, eu não recomendaria para nenhum ciclo que dure mais de 8 semanas, visto que quanto mais você usa mais difícil é parar de usar, você também vai descobrir que você ira precisar ir aumentando a dose cada vez mais e mais para conseguir o mesmo efeito. O efeito do Prami não é nem de perto tão bom quanto o do Caber. Ele também irá reduzir o seu tempo de inatividade entre uma ejaculação e outra, assim como o caber faz, mas os seus benefícios em relação à isso param por aí. Ele não proporciona nenhum aumento na libido ou na potência dos seus orgasmos, ao contrário do Caber. A única vantagem do Prami em relação ao Caber é que, se tomado na hora certa (2-3hrs) antes de dormir, ele funciona tão bem quanto um benzo (medicamento pra dormir) para te derrubar. O que quando usando tren é um bônus (visto que, como vocês sabem, um dos colaterais da Tren é a insônia).
    Entretanto se você calcular errado (sem querer é claro), digamos que você tome ele 30min-1hr antes da hora de dormir, você vai acabar descobrindo que depois de 2-3hrs de sono você estará se sentindo completamente acordado e, muito provavelmente, também estará transpirando excessivamente, isto ocorre pois a dopamina que você suprimiu 4 horas atrás irá ter um efeito rebote, você vai sentir como se tivesse cheirado um pouco de cocaína enquanto dormia. Não é lá uma das melhores sensações. Outra coisa, toda vez que você aumenta a dose, você precisa se adaptar a essa dose, mesmo que você já esteja acostumado à substancia. Eu descobri que com o passar do tempo, esse aumento nas doses faria, nas primeiras noites, com que eu tivesse um sono muito leve quase como se eu estivesse dormindo acordado, até meu organismo se acostumar com a nova dosagem.
    Os principais colaterais relacionados ao sono, como sonhos que parecem verdade e acordar no meio da noite, podem ser evitados se você administrar Prami na hora certa, então você tem que ir por tentativa e erro (quanto antes você tomar é melhor) até achar o timing certo do seu organismo. Só tenha certeza de nunca tomar Prami de manhã ou no começo da noite, pois você vai acabar se sentindo esgotado, tonto, com náuseas, tipo um zumbi, tudo o que você pensa é que horas que você vai poder cair no sono.
    Dose comum dentro do ciclo: aumente gradualmente de 0.125mg pra 0.25mg-0.50mg (0.50mg só será necessário caso você estiver tomando dois 19nor junto ou estiver em altas doses de Tren). Depois que você terminar o seu ciclo diminua gradualmente de uma forma ainda mais lenta do que a forma que você aumentou, vá dos 0.50mg (dose máxima) até 0.125mg, fique uma semana em cada dose e depois pare. Não importa o que você faça ou como você faça, você vai experienciar algum desconforto nos 3-5 primeiros dias depois que você parar de administrar esse medicamento.
    Dose contra lactação: Você irá provavelmente precisar de 1 a 2mg por dia para parar a lactação, mas eu não recomendaria, iria demorar séculos até chegar nessa dose (pelo fato de você ter que ir aumentando gradativamente a dose), se você já estiver em processo de lactação use o Caber, a pior coisa que pode acontecer quando você começar a administrar uma dose alta de caber de uma forma repentina é você ficar com uma cara de quem dormiu na privada que dura umas 12horas (é uma coisa meio chata, mas é bem melhor do que ficar vomitando suas tripas por horas a fio).
    O Bromo é parte da família dos LSD, então isso já é o suficiente para fazer com que eu não queira o experimentar. Eu tenho certeza que ele é uma boa droga, eficiente para suporte à prolactina, mas, como eu não experimentei, não vou falar nada. O Toremifene eu também nunca tomei, então também não vou falar nada.
  8. Upvote
    Arnaldo Martins reacted to KingEctomorfo in Dianabol+Hemogenim+Trembolona em comprimidos por 12 semanas   
    Galera, e se eu mandar Deca e Dura? de 8 a 12 semanas? Seria um ciclo mais leve?
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