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  2.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Vocês Malham Antebraço?
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  12. @Carlos_Souza, os dois caminhos funcionam, e qual faz mais sentido depende de como o seu antebraço responde. Remadas, puxadas, levantamento terra e roscas já exigem bastante da pegada, e para muita gente isso basta. Se o antebraço está ficando para trás em relação ao braço, ou se a pegada falha antes das costas nas remadas e no terra, aí o treino direto compensa. O antebraço não é um músculo só, e vale cobrir as três funções principais: Flexores do punho, na parte de dentro: rosca punho com barra ou halter, antebraço apoiado no banco e palma para cima, como o @Heraldo Costa faz. Extensores do punho, na parte de fora: rosca punho invertida, com a palma para baixo e carga menor, porque esse lado é mais fraco. Braquiorradial, o músculo que dá volume perto do cotovelo: rosca inversa, que o @Wandir Reis citou, e rosca martelo. E, para pegada, carregar halteres pesados andando, a chamada caminhada do fazendeiro, ou ficar pendurado na barra pelo maior tempo possível. Na prática, duas sessões por semana, com duas a três séries de cada, no fim do treino de costas ou de braço, já fazem diferença. Repetições um pouco mais altas, entre 12 e 20, e amplitude completa, deixando o punho descer bem antes de subir, costumam funcionar melhor para esse grupo. E, sobre o comentário do @Body Muscle, até o esternocleidomastoideo dá para treinar, com flexão de pescoço deitado e uma anilha leve na testa ou com um arnês próprio para pescoço. É um treino comum entre lutadores, só que precisa de carga baixa e progressão bem lenta. Para ver a execução e mais variações de exercícios para antebraço, o orientador de exercícios do site reúne as opções: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/
  13. @mariana fontana, entre os dois, o hipercalórico faz mais sentido para o seu objetivo, porque traz carboidrato e proteína juntos. O waxy maize, como o @fisiculturismo explicou, é só carboidrato, um amido de milho de digestão rápida, e não tem nenhuma vantagem especial sobre arroz, pão ou aveia. Mas existe uma opção melhor e mais barata que os dois: o shake caseiro. Um copo de leite com uma banana, três colheres de sopa de aveia, uma colher de pasta de amendoim e uma dose de whey fica perto de 550 a 600 calorias, com proteína boa e sem a quantidade de açúcar que muitos hipercalóricos têm. Para quem é muito magra e tem pouca fome, beber calorias costuma ser mais fácil do que comer mais pratos. O ponto central é que, com 1,73 m e 58 kg, você só ganha massa se comer acima do que gasta todos os dias, com proteína em torno de 1,6 a 2 g por quilo. A oxandrolona melhora o aproveitamento, mas não cria músculo sem esse excedente. Sem ajustar a comida, a tendência é ganhar pouco e perder quase tudo quando o ciclo acabar. Se a balança subir algo como 250 a 500 g por semana, você está no ritmo certo. A calculadora de bulking do site faz a conta de calorias com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ Já que o ciclo começou, vale acompanhar dois pontos. Os sinais para parar na hora são rouquidão ou voz falhando, aumento do clitóris e pelos novos no rosto, porque esses podem não regredir. E um perfil lipídico e enzimas do fígado no meio do ciclo, porque a oxandrolona derruba bastante o HDL. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  14. @canikrause, não existe um número mágico, e o @ninga tem razão que o contexto pesa. Mas há motivos fisiológicos concretos para a regra de "quanto mais magro, melhor" que o @PaulH e o @Bernardo1 defenderam, e eles valem principalmente para ciclo de ganho de massa. O primeiro é a partição de nutrientes. Em superávit calórico, quem tem mais gordura tende a mandar uma fração maior do excesso para gordura e uma fração menor para músculo. Com 22%, um bulking com ciclo costuma subir bastante o percentual de gordura junto com a massa. O segundo é a aromatização. A enzima aromatase está em grande parte no tecido gorduroso, então mais gordura significa mais testosterona virando estradiol. Isso aumenta retenção, sensibilidade no mamilo e risco de ginecomastia, e quase obriga a usar inibidor de aromatase. O terceiro é o risco cardiovascular. Quem já está acima do peso geralmente tem pressão, perfil lipídico e glicose menos favoráveis, e os esteroides pioram exatamente esses três pontos. Na prática, para um ciclo de massa, ficar em torno de 15% ou menos costuma ser o ponto em que o ganho é de melhor qualidade, que é próximo do que você encontrou nos sites de fora e do que o @hunterMRA sugeriu. Para um ciclo de corte, como o @ninga argumentou, o percentual alto é menos impeditivo, mas, com 22%, um corte bem feito sem nada costuma derrubar o percentual por vários pontos antes de travar, e o risco cardiovascular continua maior. Eu não somaria clembuterol nem salbutamol nessa equação, que acrescentam carga ao coração sem necessidade. Antes de decidir, vale medir o percentual com dobras ou outro método confiável, e não só por estimativa. A calculadora de percentual de gordura por dobras do site ajuda nisso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/calculadoras-percentual-gordura-corporal/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  15. @Puxador, antes de escolher entre HCG agora ou um novo ciclo, o passo que decide tudo é medir. "Sentir" que o eixo não voltou pode ser verdade, mas cansaço e libido baixa também vêm de sono ruim, dieta, estresse ou tireoide. E, se o eixo realmente não voltou, o tipo de falha muda completamente o tratamento. Os exames que respondem isso: testosterona total e livre, LH, FSH, estradiol, prolactina e TSH, de preferência colhidos de manhã. A leitura funciona mais ou menos assim. Se a testosterona estiver baixa com LH e FSH baixos, o problema está no comando, ou seja, a hipófise ainda não voltou a mandar sinal. Nesse caso, o que estimula o comando é um SERM, como o clomifeno que você já usou, às vezes por mais tempo e com acompanhamento. O HCG ajuda os testículos a produzirem, mas não religa o comando: ele substitui o LH enquanto você usa, e quando para, volta ao ponto em que estava. Se a testosterona estiver baixa com LH e FSH altos, o problema está no testículo, e nem HCG nem SERM costumam resolver. Se estiver tudo normal, o eixo voltou e a causa do que você sente é outra. Sobre fazer um ciclo "decente" para depois fazer TPC com HCG e ver se volta, eu não seguiria por esse caminho. Um novo ciclo suprime o eixo de novo, do zero, e você sai dele com o mesmo problema de antes, só que agravado e sem saber a causa. O @Locemar resumiu bem o princípio: testosterona de fora não faz a sua voltar. Vale destacar também o que aconteceu no seu primeiro ciclo: estanozolol sozinho, sem testosterona de base e sem TPC. Depois disso veio outro ciclo antes de o eixo ter voltado. Com supressões em sequência, fica impossível saber em que ponto ele está sem exame, e é por isso que o caso agora merece exame e um endocrinologista, e não mais uma tentativa no escuro. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  16. @Puxapt, quase 10 kg em 12 semanas com pouca retenção é um ótimo resultado, e a sua leitura sobre o próximo passo está mais certa que a do seu amigo. A fome caindo e a força começando a baixar são exatamente o que se espera depois do fim de um ciclo. Sem os hormônios externos e com o eixo ainda voltando, a testosterona fica abaixo do normal por algumas semanas, e o apetite e a recuperação caem junto. Isso não quer dizer que você está perdendo tudo. É a fase em que se decide quanto do ganho fica, e o que segura é manter as calorias. Mesmo sem fome, comer próximo da manutenção, ou um pouco acima, com proteína alta, faz muita diferença. Muita gente perde mais nessa fase por comer pouco do que pela queda hormonal em si. Para ter esse número de calorias de manutenção como referência, a calculadora de TDEE do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ Sobre treinar quase todo dia, com a recuperação reduzida eu iria no sentido contrário. Manter a intensidade e a carga, mas com menos sessões, permite recuperar melhor. Braço e perna crescem com duas sessões semanais bem feitas, não com treino diário. Sobre a primobolan para "chamar" o que ganhou, isso não existe. A primobolan não seca nem consolida ganho anterior. É um anabolizante mais suave, de ganho lento e com menos retenção, e por isso ficou com fama de composto de definição. A sensação de secar vem mais da dieta da fase do que do composto. Esperar, ver o que sobra e só depois pensar em outro ciclo é o caminho mais inteligente. E uma regra prática: antes do próximo ciclo, confirmar com exame que o eixo voltou. Testosterona total, LH e FSH umas seis a oito semanas depois do fim mostram isso. Fez TPC? Se não fez e esses números estiverem baixos, vale olhar isso antes de tudo. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  17. Bem, acredito que você tenha razão parcialmente, até porque o eixo hormonal não se suprime sozinho; ele se suprime se você deixar. Existe também essa questão: depois que o eixo é alterado, a recuperação é pura sorte. Pode ou não se recuperar, mesmo seguindo tudo à risca. Em segundo lugar, o corpo só não sustenta os ganhos obtidos em um ciclo quando eles ultrapassam o que ele consegue manter naturalmente. Ou seja, se você ganhou mais do que seu organismo consegue sustentar com sua dieta e seus treinamentos, vai perder parte desses ganhos. Então, o correto é nunca usar essas porcarias, comer e treinar direito, porque o resto é resto. Só tem um ponto: comer direito, treinar direito e fazer coisas diferentes. Variar os treinos é importante. Estagnou na musculação? Então, experimente outras modalidades: escalada, boxe, levantamento olímpico, artes marciais etc. Sobre os AES, a maioria é segura quando há acompanhamento, mas a questão hoje é: será que querem mesmo que tenhamos acesso a produtos de qualidade? A testosterona não aumenta apenas a massa muscular; ela também influencia o funcionamento do cérebro. A maioria das pessoas já tem problemas hormonais, e a medicina atual tem criado regras e estabelecido parâmetros métricos irrisórios, usando como referência pessoas doentes, em vez de considerar níveis fisiológicos e naturais de pessoas saudáveis, atletas de alto desempenho e até mesmo da elite esportiva. Imagine: usam a média de testosterona do seu avô, que está doente em casa aos 65 anos, como referência para definir os níveis normais de testosterona. É isso que dá morar em um país onde o sistema de saúde é gratuito: gratuito para você ficar fraco e gordo, porque sai mais barato para o governo. Fui!
  18. @Resposta, juntando as dúvidas que ficaram no tópico, o ponto que mais protege você não está em nenhum protetor da lista. Está em dois ajustes no próprio ciclo. O primeiro é o tempo do dianabol. Dez semanas de um oral 17-alfa-alquilado é muito tempo. O fígado sente principalmente a duração e a dose total, e a maior parte do ganho com dianabol aparece nas primeiras quatro a seis semanas. Por isso, encurtar faz muito mais pelo fígado do que qualquer cápsula. Sobre a pirâmide decrescente que você pensou, o @Orlando Junior tem razão: reduzir a dose no fim não traz ganho e protege pouco, porque o que conta é quanto tempo o fígado ficou exposto. O segundo é o que o @Gamma explicou sobre a testosterona como base. O dianabol desliga a sua produção própria em poucos dias. Usando ele sozinho por semanas, você fica com testosterona baixa enquanto toma um composto que não substitui todas as funções dela, e é comum aparecer libido baixa e cansaço no meio do caminho. Se a ideia é testar como o corpo reage, um ciclo só de testosterona faz isso melhor que um ciclo só de dianabol. Sobre os protetores, a silimarina é a opção com algum estudo e é barata, mas o efeito é modesto. Boldo não tem efeito comprovado. Naltrexona não é protetor de fígado. É um medicamento para dependência de álcool e opioides, e em dose alta pode inclusive sobrecarregar o fígado. O que vale de verdade é exame: TGO, TGP, GGT e bilirrubinas antes, na metade e no fim, além de evitar álcool e outros medicamentos que pesam no fígado durante o ciclo. Sobre a ginecomastia, o dianabol aromatiza bastante. Não é preciso usar inibidor de aromatase desde o início. Ter tamoxifeno em casa para usar se aparecer sensibilidade ou caroço no mamilo, e medir o estradiol na metade, costuma ser o suficiente. Sobre a TPC, como o dianabol sai rápido do corpo, ela começa poucos dias depois da última dose. Um SERM só, tamoxifeno ou clomifeno, por três a quatro semanas, resolve. Não precisa da combinação inteira de tamoxifeno, clomifeno, HCG e tribulus. Para organizar o ciclo inteiro, com auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve de rascunho para ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  19. O debate entre o @arigold e o @hunterMRA tem um pouco de razão dos dois lados, e vale separar o que se sustenta do que não se sustenta para quem chega aqui pela busca. O @hunterMRA está certo que a supressão começa rápido. Com dose alta de androgênio, o LH e a testosterona própria caem em poucos dias, então um ciclo de duas semanas também desliga o eixo. Onde ele exagera é na comparação com 16 semanas. Depois de um ciclo curto, a recuperação do eixo costuma ser bem mais rápida e mais previsível do que depois de um ciclo longo, porque a supressão durou menos e os testículos tiveram menos tempo para atrofiar. Esse é o argumento real a favor dos ciclos curtos. A parte que não se sustenta é a promessa de "manter tudo o que se ganha". Os 2 a 4 kg das duas primeiras semanas com dianabol ou oximetolona são, em boa parte, água e glicogênio puxados para dentro do músculo. Duas semanas é pouco tempo para construir muito tecido muscular novo. Quando o composto sai, essa água sai junto, e o que sobra é bem menos do que a balança mostrou no pico. Isso não quer dizer que não sobra nada, mas a matemática é menos generosa do que o texto original sugere. O próprio relato do @vandreRS, de ganhar muito nas quatro primeiras semanas e perder entre um ciclo e outro, aponta na mesma direção. Outro ponto é a repetição. Fazer duas semanas de ciclo e um mês fora, várias vezes seguidas, mantém o eixo mais tempo suprimido ou em recuperação do que funcionando normalmente, e soma vários períodos de oral 17-alfa-alquilado no fígado, como o @arigold mesmo explicou. Também não faz sentido usar ésteres longos, como durateston, num ciclo de duas semanas, como o @Italiano-POA cogitou. Eles continuam agindo semanas depois da última aplicação. Sobre a oximetolona e a ginecomastia, a ideia de que ela causa uma ginecomastia "progestagênica" sem tratamento é questionável. Ela não é um progestagênio. O mecanismo da ginecomastia com oximetolona não está totalmente esclarecido, e a hipótese mais citada é uma ação direta no receptor de estrogênio, apesar de ela não aromatizar. Para consultar mecanismo, meia-vida e toxicidade de cada composto citado aqui, o orientador de fármacos do site reúne isso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  20. @Lyon Ida, precisa descansar sim, e o @fisiculturismo resumiu bem: a recuperação fica mais rápida, mas não deixa de existir. Vale entender o que muda e o que não muda, porque é aí que muita gente se machuca. O que melhora com androgênio é a recuperação do músculo. A síntese de proteína fica mais alta por mais tempo, o glicogênio repõe mais rápido e a dor muscular tardia costuma ser menor. Por isso quem usa costuma aguentar mais volume e mais frequência por grupo muscular. O que não acompanha no mesmo ritmo são tendões, ligamentos e articulações. O músculo fica mais forte em poucas semanas, mas o tendão se adapta muito mais devagar. Treinar o mesmo músculo todo dia, com carga crescendo rápido, é a receita clássica para tendinite e para ruptura de tendão, que é uma lesão relativamente comum entre quem usa esteroides. Além disso, o cansaço do sistema nervoso e o sono continuam valendo, como o @hunterMRA destacou. Na prática, a frequência que mais rende para hipertrofia, com ou sem hormônio, é treinar cada músculo duas vezes por semana, com um dia ou dois de intervalo entre as sessões do mesmo grupo. Isso pode ser um AB repetido duas vezes na semana, um ABC rodando, ou parte superior e inferior. O hormônio permite colocar um pouco mais de séries nessas sessões, e não tirar o descanso entre elas. Para montar a divisão, o gerador de treino do site faz uma proposta completa com séries e repetições, como ponto de partida para ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  21. @@pqna, o relato ficou muito completo e vai ajudar muita mulher que chega aqui procurando exatamente isso. Vou comentar o inchaço, que foi a dúvida que ficou sem uma resposta clara. Inchaço em pés, tornozelos e rosto não é o colateral mais típico da oxandrolona, mas aparece. A própria bula lista edema entre os efeitos possíveis, porque os androgênios fazem o rim reter mais sódio e água. O fato de ter piorado com 20 mg e de a @Cah83 ter relatado melhora conforme reduzia a dose combina com essa explicação. Na maioria das vezes, o inchaço some nas semanas seguintes ao fim. Mesmo assim, inchaço nos pés é um sinal que vale checar, e não só esperar. Medir a pressão algumas vezes ajuda, porque retenção com pressão subindo pede atenção. E, se ainda não fez, um exame com creatinina, urina tipo 1, TGO, TGP e perfil lipídico no fim do ciclo mostra se rim e fígado estão bem. Se o inchaço for só de um lado, vier com dor na panturrilha, falta de ar ou não melhorar depois de parar, aí a avaliação médica precisa ser rápida. Sobre os chás que a @Jessica A sugeriu, eles não fazem mal, mas o efeito sobre esse tipo de retenção é pequeno. E diurético por conta própria, como a @Cah83 contou ter usado, costuma aliviar pouco e pode derrubar potássio. Reduzir a dose ou terminar o ciclo é o que resolve de verdade. A pele e o cabelo oleosos e as espinhas nas costas são o efeito androgênico mais comum, e tendem a melhorar depois do fim. Se notar queda de cabelo acima do normal, vale registrar para pensar na dose de um próximo ciclo. @Diamante97, oxandrolona e estanozolol juntos não é uma combinação recomendável, principalmente para mulher. São dois derivados da DHT, então somam o risco de virilização, e dois orais juntos somam o impacto no fígado e no HDL. O estanozolol, sozinho, já é mais virilizante que a oxandrolona. Se a ideia é um primeiro ciclo, um composto só, em dose baixa, deixa claro como o seu corpo responde. Para consultar colaterais e faixas de dose de cada composto, o orientador de fármacos do site reúne isso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  22. @Jolyze, que bom que o resultado agradou. Como a pergunta da TPC ficou aberta para você, para a @Ffernandaferreira e para a @Cosminha, vale fechar esse ponto. Num ciclo curto de oxandrolona em mulher, a TPC com tamoxifeno, como o @trembomon sugeriu, não costuma ter indicação. Na mulher, o tamoxifeno não resolve o que realmente preocupa, que são os sinais de virilização. O ciclo menstrual costuma voltar sozinho nas semanas seguintes ao fim. E o tamoxifeno tem efeito sobre o endométrio que, num tratamento de câncer de mama, compensa, mas para fechar um ciclo curto não compensa. A redução gradual da dose no fim, como no esquema que ele montou, é suficiente e não faz mal, mesmo sem boa evidência de que acelere a volta do eixo. Sobre os protetores de fígado, brócolis, alho, abacaxi e chá de boldo não têm efeito comprovado nisso. A oxandrolona é das mais leves para o fígado entre os orais, e o que realmente protege é dose moderada, tempo curto e um exame de TGO, TGP e perfil lipídico antes e no meio do ciclo. O HDL é o número que ela mais derruba. Um ponto que ninguém mencionou e é importante: como você parou o anticoncepcional antes de começar, é preciso usar outro método eficaz durante o ciclo, como preservativo. Androgênio circulando durante uma gravidez traz risco de virilização do feto. @Cosminha, o medo faz sentido, e o que protege é saber o que observar. Os sinais para parar imediatamente são rouquidão ou voz falhando, aumento do clitóris e pelos novos no rosto, porque esses podem não regredir. Acne e pele oleosa são comuns e costumam melhorar ao parar. Começar com dose mais baixa, como 10 mg por dia, permite ver a sua sensibilidade antes de pensar em subir. Para ler sobre mecanismo, colaterais e faixas de dose da oxandrolona, o orientador de fármacos do site resume isso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  23. @obarba, quase 1 kg por semana com a dieta a 60% é um ritmo excelente, e aqui eu discordo do @thesickdolphin. Num ciclo de testosterona com deca, quem força 2 kg por semana a partir da sexta semana costuma estar ganhando gordura e água acima do necessário, e isso é justamente o que vai embora na TPC. O que segura o ganho depois é a proporção de músculo no que você ganhou, e não o número da balança. O ajuste certo é o que o @fisiculturismo falou: levar a dieta a sério agora, com proteína alta e calorias consistentes todo dia, mais do que simplesmente comer mais. O ponto que eu revisaria é o dianabol. Você subiu para 50 mg e o plano era usar as dez semanas inteiras. Oral metilado por dez semanas pesa bastante no fígado e na pressão, e o ganho que ele dá é muito mais forte nas primeiras quatro a seis semanas, quando os ésteres longos ainda estão subindo. Depois disso, o risco continua crescendo e o benefício extra diminui. A maioria usa nas primeiras quatro a seis semanas e para. Se ainda não fez, um exame de TGO, TGP, GGT, perfil lipídico, hematócrito e estradiol agora no meio do ciclo mostra como o corpo está tolerando, e medir a pressão algumas vezes por semana é bem simples. Sobre a TPC, como o @Arnaldo Santos lembrou da nandrolona, a deca precisa de mais tempo para sair. A TPC começa por volta de duas a três semanas depois da última aplicação. Se aparecer libido baixa nas semanas finais, a suspeita costuma ser prolactina ou estradiol, e o exame ajuda a não chutar o auxiliar. @JRCARIOCA, no seu plano, deca em 400 a 500 mg com testosterona em 500 a 600 mg deixa as duas quase na mesma dose, e isso aumenta o risco de libido baixa e de prolactina alta. Muita gente prefere a deca bem abaixo da testosterona. Oito semanas também é curto para a nandrolona, que leva semanas para estabilizar. E o dianabol nas semanas 7 a 10 passa do fim dos injetáveis, o que só atrasa a TPC. Para organizar o ciclo inteiro, com auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve de rascunho para ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  24. @Ivan Santos, o detalhe de a dor aparecer nos dois exercícios ajuda a entender o que pode estar acontecendo. Tanto o crucifixo inverso no voador quanto o desenvolvimento de ombro dependem de a escápula deslizar de forma coordenada sobre as costelas enquanto o braço se move. Quando os músculos que controlam a escápula, como trapézio médio e inferior, romboides e serrátil, não estão trabalhando em sincronia, o ombro perde o encaixe e aparece essa sensação de estalo iminente com dor, em geral na região da escápula e na parte de cima do braço. Outra possibilidade comum é o impacto no ombro, quando um tendão do manguito rotador fica pinçado em certas posições do braço. Como o @Dr. Fernando Britto Barboza apontou, a execução pesa muito nos dois casos. Alguns ajustes que costumam ajudar enquanto você investiga: No voador para dorsal, mantenha a pegada com os braços na altura do peito ou um pouco abaixo, e não na altura dos ombros. Comece o movimento juntando as escápulas, e não puxando com as mãos. Reduza a carga e a amplitude até a dor sumir. No desenvolvimento, se for a versão por trás da cabeça, troque pela versão pela frente, com halteres e os cotovelos um pouco à frente do corpo. A posição por trás da nuca coloca o ombro em rotação externa e abertura ao mesmo tempo, que é a posição que mais provoca impacto e instabilidade. Pare qualquer exercício que reproduza a dor. Treinar em cima dela costuma transformar algo funcional em lesão de tendão. Concordo com o FitCoupleHim que vale passar com um ortopedista, de preferência que trabalhe com ombro, e depois com um fisioterapeuta. O exame físico, com testes específicos de ombro e escápula, geralmente já mostra o que está acontecendo, e a correção costuma ser com fortalecimento dirigido. Um cuidado: como você citou o braço esquerdo, se em algum momento a dor vier com esforço que não envolva o ombro, como subir escada ou correr, ou junto com aperto no peito, falta de ar ou suor frio, isso precisa de avaliação médica no mesmo dia. Para ver a execução correta e alternativas para os dois exercícios, o orientador de exercícios do site tem as variações: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  25. @Gonçalo Faria, a sensação de estar menor e com menos músculo é uma das mais comuns no primeiro cutting, e quase sempre engana. Quando as calorias e principalmente o carboidrato caem, o músculo perde parte do glicogênio e da água que ficam guardados dentro dele. Ele fica visualmente mais "murcho" e o pump some, sem que tenha perdido tecido muscular de verdade. Isso volta em poucos dias quando o carboidrato sobe de novo. Os seus números contam a história real. A cintura caiu 5,5 cm e o braço só meio centímetro, com o resto das medidas mantido. Se você estivesse perdendo músculo de forma relevante, braço, peito e coxa estariam caindo junto. O que está saindo é gordura, principalmente da região abdominal, que é exatamente o objetivo. O melhor termômetro de que o músculo está sendo preservado é a força. Se as cargas no treino estão se mantendo, você está no caminho certo. Se começarem a cair semana após semana, aí sim é sinal de que o déficit está grande demais e vale subir um pouco as calorias, de preferência em carboidrato perto do treino. Para acompanhar quanto do seu peso é massa magra e quanto é gordura ao longo do corte, a calculadora de massa magra do site ajuda a registrar essa evolução: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/massa-magra/
  26. @AlucanWolf, concordo com o @fisiculturismo, o @Foston e o @Miguel V, e vale explicar o porquê com detalhe, porque o ADE é vendido como se fosse um atalho e quem pesquisa pouco acaba encontrando só relato de "volume". O ADE é um complexo de vitaminas A, D e E em veículo oleoso, feito para uso veterinário. Ele não tem nenhuma ação que faça o músculo crescer. O volume que aparece em quem aplica localmente vem de duas coisas: o próprio óleo ocupando espaço dentro do músculo e a inflamação que o corpo monta em volta dele. Não é fibra muscular nova. É uma reação a um corpo estranho. Os problemas vêm justamente daí. O óleo que não é absorvido pode formar nódulos endurecidos, chamados oleomas ou granulomas, que deformam o contorno da coxa, às vezes de forma assimétrica e permanente. Também pode virar abscesso, que precisa de drenagem cirúrgica. E há o risco da dose das vitaminas: a vitamina D em excesso eleva o cálcio no sangue, o que pode lesar os rins e causar arritmia, e a vitamina A em excesso é tóxica para o fígado. Existem relatos de internação e de cirurgia para retirar tecido danificado em quem aplicou repetidamente. E como o produto é veterinário, a concentração e a esterilidade pensadas para animais não garantem nada para uso em humano. Para a coxa crescer, o caminho que funciona é treino de quadríceps e posterior com volume e progressão: agachamento ou leg press, cadeira extensora, stiff ou levantamento terra romeno, mesa flexora e afundo, duas vezes por semana, com comida suficiente. É mais lento, mas o que você ganha fica e tem forma de músculo. Para ver a execução e as variações de cada exercício de perna, o orientador de exercícios do site ajuda a montar a sessão: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  27. Respondendo à pergunta do @fisiculturismo, entre dieta metabólica e jejum intermitente, a resposta que a pesquisa dá é menos empolgante do que os dois lados gostariam: quando as calorias e a proteína são iguais, os dois emagrecem praticamente o mesmo. Estudos comparando jejum intermitente com restrição calórica comum mostram perda de peso parecida, e o mesmo vale para dietas pobres em carboidrato contra dietas pobres em gordura. O que decide é o déficit calórico e quanto tempo a pessoa consegue sustentar a dieta. A dieta metabólica do Mauro Di Pasquale, que o @Taerone descreveu, funciona dessa forma. Durante a semana, com pouco carboidrato, a pessoa come menos quase sem perceber, porque gordura e proteína saciam bem. Os primeiros quilos saem rápido, mas boa parte é água e glicogênio, e por isso a balança das duas primeiras semanas impressiona. A recarga de carboidrato no fim de semana ajuda a manter o treino e a sanidade. O ponto fraco é o que o próprio @Taerone sentiu: muita gente não consegue manter por muito tempo. E, como o @Brainstrong lembrou, com muita gordura saturada vale olhar o perfil lipídico. O jejum intermitente funciona pelo mesmo princípio: encurtar a janela de alimentação faz muita gente comer menos. Para quem não sente fome de manhã, é fácil de seguir. Para quem treina cedo ou fica irritado sem comer, costuma ser um sofrimento sem vantagem nenhuma. Então, a mais indicada é a que a pessoa consegue seguir com proteína alta, déficit moderado e treino de força mantido. As duas servem. Nenhuma é mágica. Um ponto do tópico que precisa de correção para quem chega pela busca: T3 não é suplemento nem algo para usar por conta própria para baixar gordura. T3 e T4 são hormônios da tireoide e exigem receita. O Levoid e o Synthroid são T4, a levotiroxina. E, para quem faz reposição de tireoide, como a @Analia Rigo, o metabolismo com o TSH bem controlado é normal. Somar T3 por conta própria leva a quadro de hipertireoidismo, com taquicardia, perda de massa muscular junto com a gordura e perda óssea. Qualquer ajuste precisa ser feito com o médico que acompanha a tireoide. Para achar o tamanho do déficit, seja qual for a dieta escolhida, a calculadora de déficit calórico do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  28. @Passosmaromba, respondendo às duas perguntas que ficaram sem resposta, e com alguns pontos para o fim do ciclo. Sobre quando as drogas começam a agir, propionato e estanozolol são de ação rápida. O propionato estabiliza no sangue em poucos dias, e o estanozolol injetável também. Por isso, a maioria sente força e disposição subindo já na segunda semana, e a mudança visual fica mais clara entre a terceira e a quarta. A sensibilidade no mamilo que você sentiu foi um sinal de que o estradiol subiu com o propionato, e fez bem em não entrar com tamoxifeno por algo que passou no dia seguinte. Sobre os exames, muitos laboratórios particulares fazem exame de sangue sem pedido médico, pagando direto. Pelo plano de saúde, normalmente é preciso o pedido. Vale ligar no laboratório e perguntar. Qualquer médico pode solicitar, e um clínico geral ou endocrinologista é o caminho mais comum. No meio do ciclo, os que mais importam são hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, estradiol e pressão arterial. O estanozolol derruba o HDL de forma marcada, e esse é o número que eu olharia com mais atenção. Sobre a dose de estanozolol, no planejamento você escreveu que 1 ml tinha 50 mg, e no relato da primeira aplicação escreveu 100 mg. Vale conferir o rótulo, porque isso dobra a dose real. Sobre a TPC, como os dois compostos saem rápido do corpo, ela começa logo, uns três a quatro dias depois da última aplicação, e não semanas depois, como em ciclo de ésteres longos. Um SERM só, tamoxifeno ou clomifeno, por três a quatro semanas, costuma bastar. Os dois juntos agem no mesmo ponto. E sobre a febre do início, concordo com o @Micael Silva. Com diarreia junto e o camarão na véspera, a explicação mais provável era alimentar. Febre com vermelhidão, calor e dor no local da aplicação seria outra história, de infecção, e pediria avaliação no mesmo dia. @_-0S4M4.BINLADEM-_, nesse tipo de ciclo, o relato mais comum é força subindo de forma consistente nas primeiras semanas, com o estanozolol dando aparência mais seca e o propionato puxando libido para cima. Para organizar a TPC e os exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve de rascunho para comparar com o que você planejou: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  29. @Pipo F, conseguir esticar os dedos não descarta fratura. Soco em superfície dura pegando o mindinho e o anelar, com roxo aparecendo horas depois e dor que se espalha pela lateral da mão, é exatamente o quadro clássico da chamada fratura do boxeador, que acontece no osso da mão logo abaixo do dedo mínimo, o quinto metacarpo. Muita gente com essa fratura consegue mexer os dedos, só que com dor. Vale fazer um raio-x, por um motivo prático: se houver fratura com desvio ou rotação, o dedo pode consolidar torto, e isso só se percebe depois, quando ele cruza por cima do vizinho ao fechar a mão. Um teste simples em casa é fechar a mão devagar e ver se as unhas do mindinho e do anelar apontam para o mesmo lugar que as outras. Se um dedo cruzar por cima do outro, ou se o nó do dedo mínimo tiver "sumido" ou afundado, a avaliação é ainda mais importante. Fratura sem desvio costuma se resolver com imobilização por algumas semanas. Com desvio, às vezes precisa de correção. Se for só contusão, a dor costuma melhorar bem em uma a duas semanas, como aconteceu com o @Guilherme H∆. Gelo nos primeiros dias, elevar a mão e evitar fechar com força ajudam mais que qualquer pomada. Sobre treinar sem pegada, dá para fazer bastante coisa: Perna: leg press, cadeira extensora, mesa flexora, cadeira abdutora e adutora, elevação de quadril com a barra apoiada no quadril e a mão só equilibrando de leve, panturrilha na máquina e agachamento no smith com a barra apoiada e sem apertar. Tronco: crucifixo na máquina tipo voador, que apoia no antebraço, elevação lateral em máquina com apoio no braço, e abdominal na máquina ou no solo. Braço e costas: com a mão que está boa, exercícios unilaterais normalmente. Para costas, alguns usam um gancho de punho que segura o peso pelo punho e tira a pegada da mão, mas só quando não houver dor. Para encontrar alternativas de exercício por grupo muscular e ver a execução de cada um, o orientador de exercícios do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  30. @derp., fazendo a conta do que você tem em mãos, o frasco de 10 ml de Testoviron 250 tem 2.500 mg. Com 2 ml por semana, que dão 500 mg, ele dura 5 semanas. Com 1 ml, que dá 250 mg, dura 10. E aqui entra o que o @trembomon disse sobre ciclo de 6 semanas: o enantato leva umas três a quatro semanas para estabilizar no sangue. Num ciclo de 6 semanas, a testosterona mal chega ao platô e já está sendo interrompida. Entre as duas opções, 250 mg por 10 semanas costuma render mais do que 500 mg por 5, porque dá tempo de o ciclo trabalhar. E, se a ideia é usar 500 mg, o melhor é comprar a testosterona para cobrir umas 10 a 12 semanas, em vez de completar com durateston na última semana. Sobre a oxandrolona, 60 mg por dia é uma dose alta, e ela cobra principalmente no HDL, que costuma despencar com oxandrolona em dose alta, e nas enzimas do fígado. Doses de 30 a 40 mg por dia já dão a maior parte do efeito com custo bem menor. Com 120 cápsulas de 20 mg, isso dá umas 8 a 11 semanas a 40 ou 30 mg. Se for usar por menos tempo, o ideal é que ela entre nas últimas semanas da testosterona, quando o enantato já está estável. Três pontos do seu caso específico. Com jiu-jitsu quatro vezes por semana, natação duas e musculação três, o seu gasto é muito alto, e a dieta precisa estar fechada em calorias antes de começar, senão o ciclo vira só recuperação. Se você compete em eventos com antidoping, testosterona e oxandrolona são detectáveis. E 420 mg de cafeína por dia, somados ao ciclo, pesam na pressão e no sono. Vale medir a pressão algumas vezes antes e durante. A TPC começa por volta de duas semanas depois da última aplicação de enantato. E os exames antes e na metade do ciclo: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, GGT, estradiol, testosterona total, LH e FSH. Para organizar o ciclo inteiro, com auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve de rascunho para ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  31. @Malebovicius, você tem uma vantagem que pouca gente nessa situação aproveita: já treinou e já teve ganhos. A chamada memória muscular tem base. Uma das explicações estudadas é que parte dos núcleos que o músculo ganhou com o treino antigo permanece, e quem volta recupera massa bem mais rápido do que quem começa do zero. Por isso, para você, o treino sozinho vai render mais do que para a maioria nas primeiras semanas. Concordo com o @fisiculturismo. Testosterona não é uma ferramenta boa para perder barriga. Ela ajuda a preservar e ganhar músculo, mas a gordura sai pelo déficit calórico, com ou sem ciclo. E, no seu ponto de partida, o ciclo traz um custo extra. Com mais gordura corporal, mais testosterona vira estrogênio, o que aumenta retenção, sensibilidade no mamilo e ginecomastia. Pressão arterial e hematócrito também tendem a subir mais em quem está acima do peso. Um ciclo curto de durateston agora gastaria um recurso numa fase em que ele rende pouco e cobra mais. O caminho mais eficiente é o inverso: perder gordura primeiro, com déficit moderado, proteína alta e treino de força pesado, que é o que segura o músculo enquanto a gordura sai. Perder algo entre meio e um quilo por semana costuma ser sustentável. Os 11 kg do seu nutrólogo cabem em poucos meses com esse ritmo. Um ponto que vale saber: excesso de gordura abdominal costuma baixar a testosterona natural. Se ainda não mediu, uma testosterona total junto com os próximos exames mostra onde você está, e é comum ela subir sozinha conforme a cintura diminui. Para acertar as calorias do corte, a calculadora de cutting do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  32. @Bradock jnf, antes de montar o esquema, confira no rótulo de cada frasco quantos miligramas existem por ml, porque é isso que transforma ml em dose. O enantato costuma vir em 200 ou 250 mg por ml, a primobolan injetável em 100 mg por ml, e "sustan xt" não é um nome padrão, então vale ler a composição para saber quais ésteres tem dentro. Sobre a frequência, o @armstell tocou num ponto útil. A primobolan injetável é o enantato de metenolona, ou seja, usa o mesmo éster da sua testosterona. Por isso, as duas podem ser aplicadas no mesmo esquema, duas vezes por semana, inclusive na mesma seringa. Não precisa aplicar a primobolan em dias alternados, como o @Arnaldo Santos. sugeriu, a não ser que o volume por aplicação fique grande demais. Sobre como usar o que você comprou, o mais simples é tratar a testosterona como base e não somar as duas testosteronas ao mesmo tempo. Supondo 250 mg por ml, os 20 ml de enantato dão 10 semanas a 500 mg. Supondo 100 mg por ml, os 20 ml de primobolan dão cerca de 6 a 7 semanas a 300 mg, ou 5 semanas a 400 mg. A primobolan é um composto de efeito mais lento e discreto, então rende melhor em doses moderadas a altas por mais tempo do que em doses baixas por pouco tempo. Se faltar produto para cobrir o ciclo todo, é melhor usar a primobolan no meio ou no fim do ciclo, sempre com a testosterona junto, do que esticar uma dose baixa. O sustan pode ficar para um ciclo futuro ou para completar a testosterona se o enantato acabar antes. Com essa combinação, a TPC começa por volta de duas semanas depois da última aplicação. E vale dizer: a gente não sabe sua idade, seu tempo de treino nem seu objetivo. Se for o primeiro ciclo, testosterona sozinha já resolve a maior parte do que a primobolan acrescentaria. Exames antes e no meio: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, estradiol, testosterona total, LH e FSH, mais pressão arterial. Para organizar o ciclo inteiro, com auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve de rascunho para ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  33. @stefano0981, você está começando na melhor idade possível para isso, e o "falso magro" com 1,85 m e 65 kg tem uma solução mais simples do que parece: ganhar músculo. Nesse biotipo, não é caso de fazer dieta para perder peso. É caso de treinar com peso e comer o suficiente para crescer. Na sua idade, com o corpo ainda em fase de crescimento hormonal, a resposta ao treino costuma ser excelente. Sobre exame, para começar academia aos 15 anos sem nenhum problema de saúde conhecido, uma consulta com o pediatra ou clínico geral já resolve. Ele vai ver pressão, coração e se há alguma restrição. Se você sente falta de ar fora do normal, dor no peito ou desmaio fazendo esforço, aí sim vale uma avaliação mais completa antes. Sobre o treino, o que mais importa no começo é aprender a técnica dos exercícios básicos com carga leve e ir aumentando aos poucos. Treino com peso, bem orientado, é seguro para adolescentes e não atrapalha o crescimento. Três vezes por semana, trabalhando o corpo inteiro, com agachamento, supino, remada, desenvolvimento de ombro, levantamento terra romeno e algum exercício de puxada, já dá ótimo resultado no primeiro ano. Peça para o professor da academia acompanhar a sua execução nas primeiras semanas, como o FitCoupleHim sugeriu. Sobre a comida, arroz, feijão, frango e salada é uma base excelente, só precisa de mais quantidade e regularidade. Quatro a cinco refeições por dia, com uma fonte de proteína em cada uma, como ovos, carne, frango, leite ou iogurte, e carboidrato à vontade. Se a balança subir algo como meio quilo por semana e a força estiver aumentando, você está no caminho certo. Suplemento não é necessário nessa fase. E paciência: os primeiros resultados visíveis costumam aparecer em umas oito a doze semanas de treino consistente. Para montar uma rotina de treino organizada, o gerador de treino do site faz uma divisão com séries e repetições que serve como ponto de partida para ajustar com o professor: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
  34. @Junior Rodrigues, com histórico de arritmia, esses sintomas não são para esperar passar. O mais seguro é suspender o ciclo agora, inclusive o estanozolol, e procurar um cardiologista com essa história completa, dizendo exatamente o que está usando. Explico o porquê, para não parecer só um "procure um médico". Primeiro, a pressão. 12 por 10 não é uma pressão normal. O 10 é a mínima, 100 mmHg, e isso já entra na faixa de hipertensão. Muita gente olha só para o 12 e acha que está tudo bem. Esteroides costumam subir a pressão por retenção de sódio e por efeito direto nos vasos, e pressão alta aumenta a irritabilidade do coração, o que piora a tendência a arritmia. Segundo, os sintomas. Palpitação que aparece ao deitar e falta de ar em certas situações, principalmente se piorar deitado e melhorar sentado, são sinais que o cardiologista precisa ver, porque podem indicar que o coração está trabalhando sob sobrecarga, e não só que o ritmo está irregular. O susto ao pegar no sono, isolado, costuma ser algo benigno, mas no seu contexto vale relatar também. Terceiro, o estanozolol. Ele não costuma agir no sistema nervoso como você leu. O que ele faz de forma marcada é derrubar o HDL, piorar o perfil de colesterol e, como os outros androgênios, subir pressão e hematócrito. Os esteroides anabolizantes em geral já foram associados a arritmias, e quem já tem uma predisposição está no grupo de maior risco. Por isso, não dá para apostar que é passageiro. Os exames que ajudam o cardiologista: eletrocardiograma, Holter de 24 horas, ecocardiograma, hemograma com hematócrito, potássio, magnésio, TSH e perfil lipídico. O aeróbico diário e a cafeína, se houver pré-treino ou termogênico, também entram na conversa, porque estimulantes pioram palpitação. Sinais para ir direto a um pronto-socorro, sem esperar consulta: dor ou aperto no peito, falta de ar em repouso, desmaio ou quase desmaio, ou palpitação que não passa e vem com tontura. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  35. @Belita, para quem chega a esse tópico com a mesma dúvida da @kari_38, vale fechar a conta que o @Mestre começou, porque é ela que define se o gel é seguro ou não. O Axeron é uma solução a 2%, ou seja, 20 mg de testosterona por ml, e cada apertada da bomba libera 1,5 ml, com 30 mg. A dose usual em homem com reposição é de 60 mg por dia. Para mulher, o consenso internacional sobre testosterona em mulheres trabalha com algo perto de um décimo da dose masculina, em torno de 5 mg por dia, que no Axeron seria só um quarto de ml, bem menos que uma apertada. O objetivo nessa dose é levar a testosterona para a faixa normal feminina, e não acima dela. Por isso a conta do @Mestre está certa nos números: 1 ml por dia dá 20 mg, o que é quatro vezes a dose feminina de referência. Só um ponto em que eu discordo dele: mudança de voz e aumento do clitóris nem sempre regridem quando o uso para, mesmo em uso curto. A voz, em especial, costuma ficar. Por isso, com qualquer testosterona, a regra para mulher é parar no primeiro sinal de rouquidão. Outro ponto da história da @kari_38 que merece atenção: ela teve acne forte com a oxandrolona e estava em uso de isotretinoína. A testosterona também estimula a glândula sebácea, então trocar oxandrolona por testosterona não protege contra acne. Quem usa isotretinoína precisa ainda de contracepção eficaz durante todo o tratamento e de exames de fígado e de colesterol, como o @Locemar lembrou. O caminho seguro com o gel é o que o @Locemar descreveu: medir antes a testosterona total e livre e o SHBG, usar uma dose baixa e repetir os exames depois de algumas semanas para ver onde o nível realmente ficou. A absorção pela pele varia muito de pessoa para pessoa. @Srta. Juju, a mesma lógica vale para os 25 mg de Androgel que você perguntou: é cerca de cinco vezes a dose usada em mulher. E os seus exames depois de parar o anticoncepcional já mostram a testosterona livre voltando sozinha. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  36. @BuchechaBjj, vou responder as três dúvidas que ficaram abertas: dose, frequência e TPC. Sobre 250 ou 500 mg por semana, o estudo mais citado sobre o assunto, de Bhasin e colaboradores, testou várias doses semanais de testosterona por 20 semanas e mostrou que o ganho de massa magra cresce com a dose. Só que os efeitos indesejados também crescem: hematócrito, queda do HDL, acne e retenção. Com 250 mg o ganho existe, mas é modesto. Com 500 mg ele é claramente maior, como o @_-0S4M4.BINLADEM-_ sugeriu, e é a dose clássica de primeiro ciclo para quem quer ganhar peso, com o custo de exigir mais atenção com exames. Para um primeiro ciclo, algo no meio, como 375 mg, também é uma escolha razoável para ver como o corpo responde. Sobre a frequência, concordo com o @Miguel V. Segunda e quinta é suficiente. O propionato da mistura cai rápido, mas os outros três ésteres seguram o nível entre as aplicações. Dia sim, dia não, mantendo a mesma dose semanal, deixa o nível um pouco mais estável, mas não muda o resultado de forma relevante. E a meia-vida de 15 dias que te passaram não existe para o durateston como um todo. Cada éster tem a sua, e a mistura é justamente para cobrir os intervalos. Sobre a TPC, por causa do decanoato da mistura, ela começa por volta de duas a três semanas depois da última aplicação. O mais comum é usar um SERM, como tamoxifeno ou clomifeno, por três a quatro semanas, e repetir LH, FSH e testosterona umas quatro a seis semanas depois para ver se o eixo voltou. Um ponto específico seu: se a ideia é subir de categoria no jiu-jitsu e você compete em eventos com controle antidoping, a testosterona exógena é detectada por um bom tempo depois da última aplicação, e o decanoato prolonga isso. Vale checar a regra da sua federação antes. E para quem luta, hematócrito alto e pressão subindo pesam no condicionamento, então esses dois números merecem acompanhamento no meio do ciclo. Exames antes de começar: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, estradiol, testosterona total, LH, FSH e PSA, mais pressão arterial. Para organizar o ciclo inteiro, com auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve de rascunho para ajustar com o seu caso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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