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Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico:
Qual ciclo é mais indicado para mulher: Boldenona + Oxandrolona ou Stanozolol + Oxandrolona?
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Qual ciclo é mais indicado para mulher: Boldenona + Oxandrolona ou Stanozolol + Oxandrolona?
Este tópico juntou três perguntas diferentes, e vale responder cada uma porque todas aparecem muito por aqui. @Mariana Luz, o desogestrel não é um progestágeno androgênico. Ele é de uma geração de progestágenos desenvolvida justamente para ter efeito androgênico baixo, e as pílulas combinadas com etinilestradiol aumentam a SHBG, a proteína que prende a testosterona no sangue. O efeito final é reduzir a testosterona livre, e é por isso que essas pílulas são usadas no tratamento da SOP, para controlar acne e excesso de pelos. Não existe pílula que funcione como alternativa a um anabolizante. Sobre usar esteroide junto com anticoncepcional, a contracepção é na verdade obrigatória durante qualquer ciclo, porque esteroides podem masculinizar o feto. Com SOP, porém, o ponto mais importante é outro: a sua testosterona tende a já ser mais alta e a sensibilidade a efeitos androgênicos costuma ser maior, então acne, queda de cabelo e pelos aparecem com mais facilidade. Também não conheço evidência que sustente a gestrinona como tratamento de SOP. O tratamento com mais base inclui a própria pílula, ajuste de dieta e treino para melhorar a resistência à insulina e, em alguns casos, metformina, sempre com acompanhamento ginecológico. @Valéria Maria Oliveira da Silva, com um mês de treino, o melhor investimento é o próprio treino. O primeiro ano de musculação é a fase em que o corpo mais responde, e mulheres magras costumam ganhar glúteo e perna de forma visível só com treino progressivo e comida suficiente. Não existe droga que garanta não mexer na voz. Mesmo a oxandrolona em dose baixa causa virilização em algumas mulheres, e não dá para saber antes quem vai reagir. Para começar, o importante é treinar pernas e glúteo duas a três vezes por semana com exercícios como agachamento, levantamento terra romeno, elevação de quadril e afundo, aumentar a carga com o tempo e comer um pouco acima do que gasta, com proteína em todas as refeições. O gerador de treino do site monta um plano inicial que serve como rascunho para ajustar com o seu professor: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ @Miriansoller, concordo com o @Toxi. Entre as duas opções, tanto a boldenona quanto o estanozolol são mais androgênicos para mulher do que a oxandrolona sozinha, e a boldenona ainda tem éster longo, o que impede parar rápido se aparecer algum sinal. Um composto por vez, em dose baixa, é o que permite identificar o que causou cada efeito. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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IMPLANTE HORMONAL E OXANDROLONA
@GUTO ARAUJO, de tudo o que você contou, o ponto que mais merece atenção agora é o "leve aumento no clitóris" já na terceira semana do implante. Esse é um dos sinais de virilização que podem não regredir, e ele apareceu antes mesmo da oxandrolona entrar. Com implante, a situação é mais delicada do que com comprimido, porque o hormônio continua sendo liberado por meses e não dá para simplesmente parar. Eu levaria isso ao médico já, deixando claro que é uma mudança nova, e discutiria inclusive a retirada do implante se a alteração continuar. Nessa situação, acrescentar a oxandrolona agora só soma mais carga androgênica. Sobre a lógica da prescrição, a sua desconfiança tem fundamento. A espironolactona bloqueia o receptor de androgênio e é usada por dermatologistas contra acne e queda de cabelo em mulheres. Ela entra de forma preventiva em muitos protocolos com gestrinona justamente porque a gestrinona costuma causar esses efeitos. Mas, como o @Foston apontou, usar ao mesmo tempo um androgênio e um bloqueador de androgênio para tratar "testosterona baixa" é contraditório. E separar a oxandrolona do restante da fórmula, como você sugeriu, é uma boa ideia: permite suspender só ela se algo aparecer. Um contexto importante: aos 50 anos, alteração menstrual e testosterona mais baixa são o esperado na transição para a menopausa. Essa fase tem tratamento hormonal próprio, bem estudado, com estrogênio e progesterona, e é o que normalmente se avalia primeiro para sintomas, composição corporal e saúde óssea. Vale saber também que o Conselho Federal de Medicina, pela resolução 2.333 de 2023, veda a prescrição de esteroides anabolizantes com finalidade estética. Uma segunda opinião com um endocrinologista ou ginecologista focado em menopausa pode trazer um caminho mais seguro. Sobre o cabelo e a pele, o xampu de cetoconazol a 2% tem algum efeito modesto em queda de origem androgênica e ajuda na oleosidade, como complemento. Na dieta, low carb não é obrigatória. O que reduz gordura de 22 para 17% é o déficit calórico com proteína alta e treino de força, e a forma de distribuir os carboidratos pode ser a que ela sustenta melhor. A calculadora de déficit do site ajuda a achar esse número: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Primeiro ciclo com Enantado de testosterona e Stanolozol
@Robson Monteiro, imagino que os 76 kg sejam o seu peso total, já que você começou com 71. Subir 5 kg em quatro semanas é o padrão do início de um ciclo de testosterona, mas vale saber que boa parte disso é água e glicogênio dentro do músculo. O ganho real de tecido costuma aparecer mais devagar, e uma fração desse peso inicial sai depois da TPC. Não é motivo de desânimo, é só para avaliar o resultado sem susto lá na frente. Alguns pontos para a segunda metade do ciclo: - O estanozolol injetável costuma ser uma suspensão aquosa, e não óleo. Ela decanta no fundo do frasco, então precisa ser bem agitada antes de cada aspiração, senão a dose sai errada. Também costuma doer mais, por isso vale variar bem os locais. Nessa fase, o HDL cai bastante com o estanozolol, e esse é o principal ponto a acompanhar no exame. - Sobre a TPC manipulada com tudo numa cápsula só, tome cuidado. Com tamoxifeno, clomifeno e anastrozol juntos, você não consegue ajustar um sem mexer nos outros. E o anastrozol normalmente não entra na TPC: com a testosterona externa saindo, o estradiol já cai sozinho, e derrubá-lo ainda mais atrapalha libido, humor e a própria recuperação do eixo. O mais seguro é ter os SERMs separados, em geral só um deles, e o anastrozol à parte, para uso pontual se o exame pedir. - O HCG nas semanas finais, como o @Arnaldo Santos. sugeriu, ajuda a recuperação. Pare uns dias antes de começar a TPC. Para medir a dose, seringa de insulina facilita muito: com o enantato a 300 mg/ml, meio mililitro equivale a 150 mg, e a seringa graduada em unidades dá precisão nessa faixa. Agora, perto da metade do ciclo, é um bom momento para hemograma, perfil lipídico, enzimas do fígado e estradiol, e depois repetir testosterona, LH e FSH umas seis semanas após terminar a TPC para confirmar que a produção voltou. Para estudar a estrutura do ciclo com auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site serve como simulação, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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[Com fotos] Avaliação Primeiro Ciclo Dura x Deca
@RhoxBR, sobre a dúvida prática primeiro: não guarde durateston já aspirado em seringa. Depois que a ampola é aberta, ela não pode ser guardada, e o óleo parado na seringa por dias perde a esterilidade, além de o êmbolo de borracha não ser feito para ficar em contato com o óleo. Com durateston, aplicar uma ampola inteira na segunda e outra na quinta funciona bem. Ele tem ésteres longos, incluindo o decanoato, então a diferença de estabilidade entre duas aplicações por semana e dia sim, dia não é pequena. O dia sim, dia não faz muito mais diferença com propionato. Sobre ser o único ciclo, vale ajustar a expectativa. Uma parte do ganho de qualquer ciclo é água e glicogênio e vai embora depois, e o que fica depende de continuar treinando e comendo bem. Por isso, mais drogas não significam mais resultado mantido. Num primeiro ciclo, a testosterona sozinha já entrega a maior parte do ganho possível. Cada composto a mais aumenta colaterais e dificulta saber o que causou o quê. Os protocolos que o @Arnaldo Santos. descreveu, com quatro ou cinco drogas, fazem sentido para quem já sabe como o corpo reage a cada uma, e não para estreia. Entre deca e boldenona, as duas funcionam ao lado da testosterona, com perfis diferentes: - A deca dá ganho de volume e costuma aliviar as articulações, mas retém mais líquido, pode elevar a prolactina e, com a testosterona baixa demais em relação a ela, derruba a libido. Com 500 mg de testosterona e 300 mg de deca, essa proporção está adequada. - A boldenona retém menos, mas sobe bastante o hematócrito e pode causar ansiedade e aumento do apetite. Com o orçamento curto, 500 mg de durateston com 300 mg de deca por 10 a 12 semanas é um ciclo coerente. Como a deca e o durateston têm ésteres longos, a TPC começa só umas três semanas depois da última aplicação. Faça antes e na metade do ciclo hemograma, perfil lipídico, enzimas do fígado, estradiol, prolactina, PSA e pressão. Use o anastrozol só se o estradiol vier alto no exame ou se aparecerem sintomas, porque estradiol baixo demais com deca piora ainda mais a libido e as articulações. Na dieta, 3 g de proteína por quilo é mais do que o necessário. Algo em torno de 2,2 g já cobre bem e libera calorias para carboidrato, que com trabalho braçal faz diferença no treino. Para estudar a estrutura do ciclo com auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site serve como simulação, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Oxandrolona x Acne
@Michelley Araujo, respondendo direto: a oxandrolona sai do corpo em poucos dias, mas os efeitos dela na pele e no cabelo demoram mais para se desfazer. A acne costuma melhorar bastante entre quatro e oito semanas depois de parar, à medida que a produção de oleosidade volta ao normal. O cabelo é mais lento. A queda que começou durante o ciclo pode até continuar por mais um ou dois meses, porque os fios que entraram em fase de queda saem com atraso. A recuperação vem ao longo de três a seis meses. Se você tem histórico de calvície ou rarefação na família, como o @Foston perguntou, parte dessa perda pode não voltar sozinha, e aí vale procurar um dermatologista logo. Para quem passou pelo mesmo que a @Mari S, alguns pontos: - 20 mg por dia é uma dose alta para mulher, como o visitante disse. Acne inflamada e queda de cabelo são sinais claros de efeito androgênico forte, e são justamente os avisos que vêm antes de efeitos mais sérios, como alteração de voz. Se um dia voltar a usar, doses de 5 mg por dia já fazem diferença com bem menos colateral. - A espironolactona, que o @Toxi citou, é usada por dermatologistas contra acne e queda de cabelo de origem androgênica em mulheres. Ela bloqueia o receptor de androgênio, então usada junto com oxandrolona também reduz o efeito da própria droga. É diurético e mexe com potássio, e com histórico de cálculo renal e cirurgias precisa de acompanhamento médico. - Uma correção importante sobre o picolinato de cromo: a dose usada é em microgramas, normalmente entre 200 e 400 mcg por dia, e não 300 mg. Em miligramas seria mil vezes mais e poderia ser tóxico. E o efeito dele sobre a vontade de doce é pequeno nos estudos. - Quem usa isotretinoína para a acne não deve combinar com esteroide oral, porque as duas sobrecarregam o fígado e pioram o colesterol. @Mari S, com o seu histórico de cálculo renal, se voltar a treinar com dieta rica em proteína, a hidratação ao longo do dia pesa ainda mais, e vale conversar com o seu urologista sobre o tipo de cálculo, porque isso muda o que convém ajustar na dieta. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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hCG - modo correto de preparo
@Captain Fake, a sua correção sobre o cálculo de volume está certa do ponto de vista químico. Uma solução a 2% é 2 ml de soluto completando 100 ml no total. Mas tem dois detalhes que mudam o resultado na prática, e vale corrigir para quem for seguir esta receita. O primeiro é a concentração. A água bacteriostática farmacêutica usa 0,9% de álcool benzílico, e não 2%. Essa é a concentração estudada e aprovada para conservar o frasco sem irritar demais o tecido. O dobro disso aumenta a ardência e a irritação no local da aplicação sem acrescentar proteção. O segundo, e mais importante, é a procedência. Álcool benzílico de casa de essência ou de loja de química é vendido para perfumaria e uso industrial. Não tem grau farmacêutico, não é estéril e pode carregar impurezas e produtos de oxidação, como benzaldeído, que irritam ainda mais. E toda mistura feita em casa expõe o líquido ao ar e às mãos fora de um ambiente estéril. A assepsia com álcool gel ajuda, mas não chega perto do controle de uma farmácia de manipulação, e é justamente a contaminação que causa abscesso. Quanto à pergunta do visitante sobre outros álcoois, a resposta é não. Álcool de cereais, isopropílico ou etílico não substituem o benzílico. Expliquei os motivos com mais detalhe neste tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/110888-hcg-%C3%A1gua-bacteriost%C3%A1tica-posso-usar-%C3%A1lcool-et%C3%ADlico-ao-inv%C3%A9s-de-%C3%A1lcool-benz%C3%ADlico/?do=findComment&comment=1066958 A alternativa mais segura é usar o diluente que acompanha o HCG ou água para injeção de ampola fechada, guardar o frasco reconstituído na geladeira e comprar apresentações menores, que acabem em pouco tempo. Se for usar água bacteriostática, prefira a feita em farmácia de manipulação, que trabalha com matéria-prima de grau farmacêutico e ambiente controlado. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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HCG - água bacteriostática: posso usar álcool etílico ao invés de álcool benzílico?
@CACHORRO LOKO, não substitua por álcool etílico 70%. Respondendo também à pergunta do visitante, a resposta é não, e o motivo é importante para quem chegar aqui com a mesma ideia. A água bacteriostática é água para injeção com 0,9% de álcool benzílico, preparada em ambiente estéril e envasada em frasco lacrado. O álcool benzílico nessa concentração impede que bactérias cresçam no frasco depois que ele é furado várias vezes. O álcool 70% de farmácia não serve para isso por três razões: ele não é estéril nem de grau injetável, pode conter impurezas, e etanol misturado à água numa proporção caseira irrita bastante o tecido no local da aplicação. Além disso, toda mistura feita em casa abre o frasco e manipula o líquido fora de ambiente estéril, e é aí que entra a contaminação que causa abscesso. O risco é muito maior do que o benefício de conservar o HCG por mais tempo. O caminho mais seguro é usar o diluente que vem com o próprio HCG ou água para injeção de ampola fechada, reconstituir com seringa nova, agulha nova e assepsia com álcool na tampa de borracha, e manter o frasco na geladeira, nunca no congelador. Muitas bulas recomendam usar logo depois de reconstituir. Na prática, quem fraciona costuma guardar refrigerado por poucas semanas, sabendo que a potência cai com o tempo e que sem conservante o risco de contaminação aumenta a cada furo na tampa. Por isso, comprar apresentações menores, que acabem em pouco tempo, costuma ser mais seguro do que tentar esticar um frasco grande. Se aparecer vermelhidão quente, dor que piora, endurecimento crescente ou febre depois de uma aplicação, isso indica infecção e precisa de avaliação médica. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Exame Hormonal: GH, testosterona, Estradiol
@MarcosFelix, a imagem do exame não está mais acessível aqui, mas pelo que o @Toxi descreveu, testosterona total baixa com livre normal, dá para explicar o que isso costuma significar e como checar. A testosterona total soma a parte presa à SHBG, a parte ligada à albumina e a parte livre. Quem age no músculo é principalmente a livre e a ligada à albumina. Quando a total vem baixa e a livre normal, o mais comum é a SHBG estar baixa, e isso acontece com frequência em quem tem gordura abdominal, resistência à insulina ou come pouca gordura e proteína. Nesse cenário, a testosterona que importa está adequada. Antes de concluir qualquer coisa, vale repetir o exame colhido entre 7 e 10 horas da manhã, em jejum e depois de uma boa noite de sono, porque a testosterona é bem mais alta pela manhã e cai com privação de sono, treino pesado na véspera ou doença recente. Pedir SHBG e albumina junto permite calcular a livre com mais precisão. Sobre o GH, uma dosagem isolada não diz quase nada. Ele é liberado em pulsos, principalmente durante o sono profundo e depois do exercício, então o valor pode vir baixíssimo ou alto dependendo da hora exata da coleta. O exame que reflete a produção de GH ao longo do dia é o IGF-1, que deve ser comparado com a faixa da sua idade. E o ponto do Toxi vale muito: com 20 anos, mesmo uma testosterona no limite inferior normal permite ganhos excelentes. Treino progressivo, proteína de 1,6 a 2 g por quilo, calorias suficientes e sete a nove horas de sono fazem mais diferença do que alguns pontos a mais no exame. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Pró Hormonal: Typhon Dragon Pharma
@Fellipe Leal, não encontrei nenhuma análise independente que confirme o que vem dentro desse Typhon, então não dá para falar dele especificamente. Mas vale entender o que costuma estar por trás do rótulo "pró-hormonal", porque isso muda bastante a decisão. Hoje, a maioria dos produtos vendidos como pró-hormonal não é precursor fraco de hormônio. São esteroides orais sintéticos, os chamados designer steroids, como metilstembolona e metasterona, modificados com o grupo 17-alfa-metil para resistir ao fígado. Na prática, funcionam como um anabolizante oral, com três diferenças que pesam contra eles: - Quase não existem estudos em humanos sobre essas moléculas. A dose segura, a duração e os efeitos de longo prazo são desconhecidos. - Pelo grupo 17-alfa-metil, eles são bem hepatotóxicos. Há vários relatos publicados de icterícia colestática e lesão hepática grave em usuários jovens, alguns com internação. - Suprimem a produção natural de testosterona como qualquer esteroide, então exigem TPC. A propaganda de "suplemento" leva muita gente a usar sem testosterona de base e sem recuperação planejada. O visitante que respondeu acima tem razão no resumo: o pró-hormonal tende a ter mais risco e menos previsibilidade que um anabolizante de farmácia, pelo mesmo preço ou mais caro. Se a ideia é usar algo, um ciclo simples com testosterona tem muito mais informação disponível e um perfil de risco bem mais conhecido. Para quem já usou e quer saber se está tudo bem, os exames que mais importam são as enzimas do fígado (TGO, TGP, GGT e bilirrubinas), o perfil lipídico e a testosterona total com LH e FSH umas semanas depois de terminar. Urina escura, pele ou olhos amarelados, coceira no corpo todo ou dor no lado direito do abdômen são motivo para parar na hora e procurar atendimento. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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PRIMEIRO CICLO 500MG DURA X 30MG OXAN
@Souza-JL, subir de 75 para 83 kg em seis semanas mostra que a resposta veio, mas é aqui que vale ajustar a rota. No primeiro ciclo, um ganho de peso magro realista fica perto de 4 a 6 kg no ciclo todo. Com 1000 kcal de superávit e 8 kg em seis semanas, uma boa parte desse peso é água e gordura. Por isso o percentual subiu. Reduzir o superávit para algo entre 300 e 500 kcal nas próximas semanas mantém o ganho de músculo praticamente igual e segura a gordura. A proteína também pode cair: 4 g por quilo não traz vantagem sobre 2 a 2,5 g, e esse espaço rende mais em carboidrato para treinar pesado. Sobre os auxiliares, alguns pontos: - Anastrozol 0,5 mg todos os dias desde o início, sem exame, tende a derrubar demais o estradiol, o que costuma causar dor articular, queda de libido, humor ruim e piora do colesterol. Como o @Gamma falou, o certo é acompanhar o estradiol. Na sexta semana é um bom momento para dosar e ajustar a frequência. - Tamoxifeno em dose baixa junto com anastrozol durante o ciclo inteiro é sobreposição. Um dos dois costuma bastar no ciclo, e o tamoxifeno fica mais útil se aparecer sensibilidade no mamilo e na TPC. - O HCG durante o ciclo faz sentido para manter os testículos ativos e facilitar a recuperação depois. Agora, com seis semanas de 500 mg, também é hora de fazer hemograma, perfil lipídico, enzimas do fígado e pressão. O hematócrito costuma subir bastante nessa fase com durateston. Sobre a segunda parte com primobolan e uma ampola de dura por semana, a ideia de baixar a testosterona e acrescentar algo que não aromatiza é coerente para a fase de definição. O cuidado é com a procedência: a metenolona é cara e das substâncias mais falsificadas. Comentei sobre isso neste tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/115212-o-que-voc%C3%AAs-acham-de-primobolan-mais-masteron/?do=findComment&comment=1066931 A vermelhidão e o pequeno inchaço no dia seguinte à primeira aplicação costumam ser reação ao óleo e ao álcool benzílico, e compressa morna ajuda. Se piorar depois de 48 horas, ficar quente e endurecido ou vier com febre, aí precisa de avaliação. Para recalcular as calorias do bulking com o seu peso atual, a calculadora do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Boldenona ou oxandrolona?
@Mycav, você tomou a decisão certa ao começar pela dieta. E já que pediu uma dica de cardápio, vamos a ela. Com 1,62 m, 52 kg e musculação quatro vezes por semana, o seu gasto deve ficar em torno de 1900 a 2000 kcal. Para ganhar massa, o alvo é comer umas 250 a 350 kcal acima disso, algo perto de 2200 kcal, com 90 a 105 g de proteína. Um exemplo de dia: - Café da manhã: 2 ovos mexidos, 2 fatias de pão integral com queijo branco e uma fruta. - Lanche da manhã: iogurte natural com 30 g de aveia, banana e uma colher de pasta de amendoim. - Almoço: 4 colheres de arroz, uma concha de feijão, 120 g de frango ou carne, salada com um fio de azeite. - Lanche da tarde, antes do treino: 2 fatias de pão com 1 ovo ou atum, ou tapioca com frango. - Pós-treino: batido de leite integral com whey e uma fruta. - Jantar: batata, mandioca ou macarrão, 120 g de proteína, legumes e azeite. Se o seu apetite for pequeno, como é comum em quem se considera ectomorfa, os líquidos e os alimentos densos ajudam muito: pasta de amendoim, azeite, castanhas, abacate, leite integral e aveia somam calorias sem encher tanto. Pese-se uma vez por semana, sempre nas mesmas condições. Um ganho de 200 a 300 g por semana está ótimo. Se ficar parado por duas semanas, acrescente mais 150 a 200 kcal. Sobre a boldenona que te indicaram: 0,5 ml por semana durante três semanas não faria quase nada. O éster dela é muito longo e leva semanas para o nível estabilizar, então o ciclo acabaria antes de ela começar a agir de verdade. E, se aparecesse algum sinal de virilização, o hormônio continuaria no corpo por semanas depois de parar. Ou seja, o risco fica e o benefício quase não vem. Concordo com o @Foston que, se um dia for usar algo, oxandrolona em dose baixa é a entrada mais sensata, mas o que o @Toxi e a @Leili Santos disseram vale mais agora: chegar perto do seu limite natural primeiro. Para montar um cardápio completo com os seus dados e preferências, o gerador de dieta do site ajuda como rascunho para ajustar à sua rotina: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/dieta/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Novo ciclo de Oxan
@grazizini, postar o depois mesmo achando que a foto não mostra tanto foi corajoso e útil. O adipômetro registrando queda é o dado que importa, e o @Locemar resumiu bem: um ciclo não resolve, e quem chega lá chega com anos de consistência. Mantendo a rotina que você descreveu, a tendência é seguir melhorando. Sobre a turkesterona, a discussão aqui tem os dois lados certos. Ela é um ecdisteroide, da mesma família da ecdisterona. Para a ecdisterona existe pelo menos um estudo controlado em homens jovens que mostrou ganho de massa muscular e força maior que o placebo, e o mecanismo sugerido não passa pelo receptor de androgênio. Para a turkesterona especificamente, ainda faltam estudos em humanos, e análises de produtos comerciais encontraram muitos com bem menos ativo do que o rótulo diz. Então a sua sensação de disposição pode ter base, mas o efeito é incerto e depende muito da qualidade do produto. A ioimbina no cardio em jejum tem alguma lógica, porque ela bloqueia receptores que freiam a liberação de gordura, principalmente naquelas regiões mais teimosas, e funciona melhor justamente com insulina baixa. O efeito em estudos é modesto, e ela costuma causar ansiedade, taquicardia e aumento de pressão. Vale lembrar que ela é medicamento, não suplemento. Quem tem tendência a ansiedade ou pressão alta deveria evitar. @kerol, sobre o gel de testosterona a 1%, uma aplicação de 1 g contém 10 mg de testosterona, e só uma parte disso é absorvida pela pele. Mesmo assim, para mulher, essa dose costuma ficar acima da faixa fisiológica, então vale repetir a testosterona total umas três ou quatro semanas depois de começar para a sua médica ajustar. Alguns cuidados práticos: aplique sempre na mesma região, em pele limpa e seca, como parte interna do braço ou da coxa, lave as mãos logo depois e evite contato pele com pele naquela região por algumas horas, porque o gel passa para parceiro e crianças. Outro ponto que pode ajudar a entender os seus exames: o anticoncepcional hormonal aumenta as proteínas que transportam hormônios no sangue, tanto a SHBG, que prende a testosterona, quanto a proteína que transporta o hormônio da tireoide. Isso derruba a testosterona livre e altera os valores totais de T4. Depois de parar a pílula, essas proteínas voltam ao normal ao longo de alguns meses, então vale repetir testosterona livre, SHBG, TSH e T4 livre antes de concluir que a reposição precisa continuar no longo prazo. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Minha experiência com ciclos de Durateston
O relato do @Testo Testron é curioso porque o padrão se repetiu igual em todos os ciclos: euforia e força nos primeiros dias, e sonolência pesada assim que o nível de testosterona subia de verdade, a partir da terceira ampola. Quando algo se repete assim e depende da dose, quase sempre há uma explicação fisiológica, e não um problema de "o corpo não aceitar" a droga. Não dá para fechar a causa sem exames, mas existem três suspeitas principais. A primeira é apneia do sono. Testosterona em dose alta pode piorar ou desencadear apneia obstrutiva, porque mexe com o controle da respiração durante o sono e com o tônus da via aérea. A pessoa dorme as horas normais, mas o sono não descansa, e o resultado é exatamente esse: sono o dia todo, cansaço e treino ruim. Quem tem predisposição, como pescoço mais largo, ronco ou sobrepeso, sente isso mais. Um exame de polissonografia esclarece. A segunda é o estradiol, como o @Body Muscle sugeriu. Com 500 mg por semana, a aromatização sobe bastante, e estradiol muito alto pode dar letargia, desânimo e queda de libido em alguns homens. A terceira é o sangue. A testosterona aumenta a produção de glóbulos vermelhos, e o sangue mais grosso também causa cansaço e dor de cabeça, embora isso costume demorar mais do que uma semana para aparecer. O que aconteceu depois também chama atenção. Ficar quase um ano com sono e libido baixa depois do ciclo indica que o eixo demorou muito para se recuperar. A piora com clomifeno e tamoxifeno também é relatada por alguns homens: o clomifeno aumenta o estradiol e pode causar alteração de humor e de disposição em quem é sensível. Para quem tem um histórico assim, o certo antes de qualquer novo ciclo seria hemograma, estradiol, prolactina, testosterona total, LH, FSH e TSH, e, se houver ronco ou sono que não descansa, avaliação do sono. @LeavHumanBehind, sobre o próximo ciclo que você planeja, dianabol com oxandrolona e estanozolol sem testosterona é a combinação que mais pesa no fígado e no colesterol, porque são três orais 17-alfa-alquilados juntos. E, sem testosterona de base, a libido costuma desabar ainda durante o ciclo. Se a ideia é algo de eliminação mais rápida, o caminho mais coerente é trocar o durateston por propionato, e não tirar a testosterona. Para estudar a estrutura de um ciclo com testosterona de base, auxiliares e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site serve como simulação, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Oxandrolona + testosterona pra mulher
@Rafaela santos, o seu resultado com 15 mg de oxandrolona e gel em dose baixa foi muito bom, e o @Locemar e a @Sereiafit têm razão: a bioimpedância não é confiável no seu caso. O aparelho estima gordura pela passagem de corrente elétrica, e prótese de silicone, retenção de água e até a hora da última refeição mudam bastante a leitura. Se o peso ficou igual e a gordura caiu, como o visitante calculou, o ganho de massa magra foi maior que o 1 kg informado. Como o seu médico aumentou para 30 mg de oxandrolona e trocou o gel para testosterona a 5%, vale um alerta. A soma das duas mudanças dobra a carga androgênica de uma vez, e foi justamente o medo de engrossar a voz que fez você começar com dose baixa. As espinhas no colo que apareceram na primeira fase já foram um sinal de que o seu corpo sente bem o efeito androgênico. Com a dose nova, fique atenta desde a primeira semana a rouquidão, voz falhando, aumento do clitóris, pelos novos no rosto e alteração na menstruação. Se aparecer qualquer um deles, converse com o médico para voltar à dose anterior, porque a alteração de voz é a que menos regride. Pedir a ele uma dosagem de testosterona total depois de umas duas semanas no gel novo ajuda a ver se o nível ficou numa faixa razoável para mulher. Concordo com a Sereia também sobre a ordem das coisas. Se o objetivo é ganhar mais, aumentar a comida antes de aumentar a dose costuma render mais e com menos risco. O batido que você montou, com leite integral, aveia, pasta de amendoim e whey, é uma ótima forma de somar calorias sem precisar de mais pratos. Sobre o joelho, preste atenção a um detalhe que você contou: a sensação de que ele "falha" ao andar. Dor depois de carga alta costuma ser sobrecarga e melhora em poucos dias com gelo e redução de carga. Mas sensação de falseio, travamento ou inchaço podem indicar lesão de menisco ou de ligamento. Se isso continuar depois de uma semana, vale fazer uma avaliação com ortopedista antes de voltar a carregar peso no leg press. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Oxandrolona: quantos quilos posso ganhar no primeiro ciclo?
Dá para responder a pergunta do @fisiculturismo com um número real, e ele ajuda o @Theus sena a decidir. O dado mais limpo vem de estudos clínicos. Num estudo com homens mais velhos e saudáveis, 20 mg de oxandrolona por dia durante 12 semanas, sem treino específico, aumentaram em média uns 3 kg de massa magra e reduziram um pouco a gordura. Parte desse ganho é água e glicogênio dentro do músculo, e parte se perde depois que a droga sai. Em jovens que treinam e comem bem, o relato prático fica na mesma ordem: algo entre 2 e 4 kg de peso magro num ciclo de 6 a 8 semanas, mantendo uma fração disso depois. Doses maiores, como o @Arnaldo Santos. descreveu, aumentam a força e a definição, mas não multiplicam esse número na mesma proporção, enquanto o impacto no colesterol cresce bastante. Mesmo com 20 mg por dia, o HDL já costuma cair de forma importante. Agora, olhando o seu caso: você saiu de 53 para 65 kg treinando natural, e com 1,80 m ainda está bem abaixo do que a sua estrutura comporta. Isso mostra que o seu corpo responde, e que ainda há muitos quilos naturais disponíveis só com dieta em superávit e treino progressivo. Um ciclo agora renderia esses 2 a 4 kg, suprimiria a sua produção natural e não resolveria o que hoje limita o seu ganho, que provavelmente é comer o suficiente todos os dias. Se quiser um próximo passo prático, calcule quanto precisa comer para ganhar uns 250 a 500 g por semana e acompanhe a balança por dois meses. Se o peso parar, aumente 200 a 300 kcal. A calculadora de bulking do site faz essa conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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2 ciclo clembuterol
@Fernando Rossini, a taquicardia no terceiro dia muito provavelmente veio da soma do pré-treino com o clembuterol. O clembuterol é um agonista beta-2: ele relaxa os brônquios, mas também acelera o coração, e a cafeína e outros estimulantes do pré-treino agem na mesma direção. Somados, o coração recebe estímulo dobrado. Você fez bem em cortar o pré. Alguns pontos que valem para você e para quem chegar aqui pensando em fazer o mesmo: - Dose em mililitro não diz muito, porque a concentração varia de um xarope para outro. O que importa é quantos microgramas tem cada mililitro. Sem essa conta, 6 ml num produto e 6 ml em outro podem ser doses completamente diferentes. - Tremor e câimbra têm causas diferentes, e os dois colegas têm razão em parte. O tremor vem da ação do clembuterol direto no músculo e no sistema nervoso, e não melhora com potássio. Já a câimbra e, mais importante, o risco de arritmia têm relação com a queda de potássio que o clembuterol provoca. Por isso o Slow-K faz sentido. - A perda de efeito depois de algumas semanas, que o @Batata... relatou, é real. Os receptores beta-2 diminuem com o uso contínuo, e aumentar a dose para compensar só aumenta o efeito no coração, não a queima de gordura. Pausas de algumas semanas, como ele sugeriu, são o mais sensato. - Emendar efedrina logo depois do clembuterol não dá descanso ao coração. A efedrina também é estimulante adrenérgico, então o sistema cardiovascular continua sob o mesmo tipo de estresse. O que mais pesa no risco é o coração. Em estudos com animais, o clembuterol em uso prolongado aumentou a massa do coração, e há relatos de arritmia e infarto em pessoas jovens que usavam a droga para emagrecer. Medir a frequência cardíaca em repouso de manhã é um bom termômetro: se ela não volta para perto do normal entre as doses, a dose está alta. Dor no peito, palpitação que não passa, falta de ar ou desmaio são motivo para parar e procurar atendimento. Sobre o propionato depois dos 15 dias, testosterona não substitui o clembuterol nem acelera a queima de gordura por si. Se você está naquela fase final de gordura que custa a sair, o ganho maior costuma vir de rever a dieta. Depois de meses em déficit, o gasto diminui e o déficit some sem a pessoa perceber. Recalcular as calorias com o peso atual e fazer uma ou duas semanas na manutenção antes de voltar ao déficit costumam destravar a perda melhor do que somar mais uma droga. A calculadora de cutting do site refaz essa conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1º ciclo de oxandrolona (oxandroland) 5mg , não sei como usar me ajudem ?
@Brunakollis, você fez bem em perguntar antes de tomar, e a decisão de acertar dieta e treino primeiro foi a melhor possível. Como as duas perguntas que mais ficaram sem resposta aqui foram o anticoncepcional e o que comer, vou focar nelas, porque servem para muita gente que chega neste tópico. Sobre o anticoncepcional: não pare. Esteroides anabolizantes são contraindicados na gravidez, porque podem masculinizar o feto feminino. Por isso, quem usa oxandrolona precisa de contracepção eficaz durante todo o ciclo e por algumas semanas depois. Como a oxandrolona pode bagunçar o ciclo menstrual, sangramento fora de hora ou falha na menstruação ficam mais difíceis de interpretar, e o preservativo junto, como o @Arnold1989 falou, é uma camada extra de segurança. Vale lembrar também que tanto o anticoncepcional oral quanto a oxandrolona passam pelo fígado e mexem no colesterol, então perfil lipídico e enzimas do fígado antes e depois são um cuidado importante. Sobre a dieta, com 1,70 m e 65 kg, perder barriga e ganhar glúteo ao mesmo tempo é possível para quem está no começo, desde que a alimentação tenha estrutura. Um ponto de partida simples: - Proteína em todas as refeições, somando algo entre 110 e 130 g por dia: ovos, frango, carne, peixe, iogurte natural, queijo branco e o whey que você já toma. - Carboidrato em porções controladas, concentrado no café da manhã e antes e depois do treino: arroz, feijão, batata, aveia, frutas. - Verduras e legumes no almoço e no jantar, que dão volume e saciedade com pouca caloria. - Quatro a cinco refeições em horários parecidos todos os dias. A fome grande à noite costuma vir de passar o dia comendo pouco. Quando o café da manhã e o lanche da tarde ficam reforçados, o jantar diminui sozinho. - Água ao longo do dia, uns 35 ml por quilo, o que dá perto de 2,3 litros para você. Com isso, um déficit pequeno, de 200 a 300 kcal, e treino de pernas e glúteo pesado e progressivo duas vezes por semana, você já vai ver diferença no abdômen e no glúteo em poucos meses, sem hormônio nenhum. O BCAA pode ser cortado, porque com proteína suficiente ele não acrescenta nada. Creatina e whey continuam úteis. Para montar um cardápio completo com os seus dados, o gerador de dieta do site ajuda como rascunho para ajustar à sua rotina: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/dieta/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Desmame de anastrozol como fazer??
@Juzé, o que define como tirar o anastrozol não é a dose do comprimido, e sim quanto de testosterona ainda está circulando no seu corpo. O medo do "rebote" é o estradiol subir de uma vez quando o inibidor sai. Isso só acontece se ainda houver muita testosterona no sangue para ser convertida. Se o seu ciclo terminou com ésteres longos, como enantato, cipionato ou durateston, a testosterona continua alta por duas a três semanas depois da última aplicação. Nesse período, faz sentido manter o anastrozol e ir espaçando, como o @Arnaldo Santos. sugeriu: a dose de 1 mg a cada três dias e depois a cada quatro, por exemplo, ou usar as cápsulas de 0,5 mg dia sim, dia não. Se o ciclo foi de propionato ou só oral, a testosterona cai em poucos dias e o desmame pode ser bem mais curto. Quando a testosterona externa sai e você entra na TPC, o anastrozol em geral não é mais necessário. O estradiol cai naturalmente junto com a testosterona, e manter o inibidor nessa fase costuma derrubar demais o estradiol, o que piora libido, humor e articulações justamente quando o eixo está tentando se recuperar. A meia-vida do anastrozol é de quase dois dias, então mesmo parado ele ainda age por alguns dias, o que já funciona como uma saída gradual. A melhor forma de não errar é medir o estradiol no fim do desmame, antes de começar a TPC. Se estiver na faixa normal, pode parar sem medo. E, se você usou 1 mg dia sim, dia não durante o ciclo sem exame, vale conferir também se o estradiol não estava baixo demais, porque essa dose é relativamente alta para a maioria dos ciclos. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Como saber se o Stanozolol oral é original?
Seguindo a linha do tópico, um complemento sobre verificação de laudos que pode ajudar: o teste mais forte que existe hoje contra laudo falsificado é a verificação independente. Funciona assim: laudos sérios (ex. Janoshik) vêm com Task Number + Unique Key. Você entra no site do próprio laboratório, digita os dois códigos na busca de resultados e confere se aquele laudo existe na base deles — com produto, lote e data batendo com o que você tem em mãos. Se o "laudo" não tem código verificável, ou os números no PDF não batem com os do site do laboratório, trate como PDF decorativo. E vale o mesmo alerta de sempre: exame de sangue mede resposta, não pureza — os dois juntos é que fecham o quadro. Sem indicação de laboratório aqui, só o método — cada um verifica o seu.
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jasonlyn começou a seguir Como saber se o Stanozolol oral é original?
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Ciclo com Meson Pharma: Propio, Trenbo e Bold
@Coringato, o ponto mais urgente do seu relato é o pus. Como o visitante já explicou, pus não tem relação com a droga ser "forte". É infecção, quase sempre por contaminação do produto, e o que o @Jay Clutter BR contou sobre a produção desse laboratório combina com isso. Dor intensa que dura dias depois de cada aplicação também é sinal de óleo contaminado ou com excesso de solvente, e não algo normal de produto potente. Para quem chegar aqui com o mesmo problema: - Pare de usar o lote que causou a reação, e nunca aplique de novo perto de um local com pus ou endurecido. - Abscesso precisa de avaliação médica. Muitas vezes ele precisa ser drenado e tratado com antibiótico. Espremer ou tentar aspirar em casa pode espalhar a infecção. - Vermelhidão que se espalha, calor, febre, calafrio ou mal-estar geral indicam que a infecção pode estar se espalhando, e aí é pronto atendimento no mesmo dia. - Glutamina não ajuda na recuperação do local de aplicação. Volume menor por ponto, rodízio de músculos e produto estéril é o que ajuda. Além disso, alguns pontos do protocolo merecem revisão, já que você está há sete meses ciclando: - Anastrozol todos os dias, sem exame, tende a derrubar demais o estradiol, o que causa dor articular, queda de libido e humor ruim, e piora o colesterol. O melhor é dosar estradiol e usar só se estiver alto, em dose baixa e espaçada. E se o seu comprimido for de 1 mg, meio comprimido é 0,5 mg, não 0,5 g. - Trembolona, boldenona e propionato juntos por meses sobem bastante o hematócrito e derrubam o HDL. Com esse tempo de uso, hemograma, perfil lipídico, função renal, enzimas do fígado, estradiol e prolactina deveriam ser feitos agora, e não só no fim. - 500 mg de cafeína de uma vez é bem acima da dose útil para treino e aumenta o estresse cardiovascular, ainda mais com trembolona. Algo entre 200 e 300 mg já entrega o efeito. - Depois de sete meses de uso contínuo, a recuperação do eixo leva mais tempo. HCG nas semanas finais e uma TPC com SERM bem feita, seguida de exames de testosterona, LH e FSH umas seis semanas depois, ajudam a confirmar se a produção voltou. Para estudar a estrutura do ciclo com auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site serve como simulação, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Landerlan rgl alpha e cooper
@Fernando Barros, o raciocínio do @Foston faz sentido em parte. Um laboratório com fábrica, registro e controle de lote tem muito menos motivo e muito menos margem para subdosar do que quem envasa num quarto dos fundos, e a assepsia é outro nível. O problema é que justamente as marcas mais conhecidas são as mais falsificadas. A maior parte dos relatos de enantato "fraco" de marca famosa costuma vir de frasco falsificado, e não do fabricante original. Por isso, a checagem que você já faz vale a pena, e dá para ir um pouco além: - Conferir lote e validade no site do fabricante, como você fez, é útil, mas os falsificadores copiam lotes reais. Lote batendo não garante que aquele frasco seja original. - Se o QR code nunca abre ou leva para um endereço diferente do site oficial, desconfie do frasco, e não do seu celular. - Comparar embalagem, impressão, tampa e lacre com uma unidade sabidamente original costuma revelar diferenças pequenas de acabamento. - Preço muito abaixo do normal para uma marca conhecida é o sinal mais comum de falsificação. - A análise por cromatografia continua sendo a única forma de saber a dose real. Testosterona é barata de produzir, como vocês comentaram, então a subdosagem aparece menos nela do que em compostos caros, como primobolan e masteron. Mesmo assim, um exame de testosterona total no meio do ciclo resolve a dúvida no seu caso. Com uma dose de ciclo, o resultado tem que vir muito acima da faixa de referência. Escrevi mais sobre como reduzir o risco com laboratórios neste tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/110884-quais-s%C3%A3o-os-melhores-laborat%C3%B3rios-para-trembo-enantato-e-boldenona/?do=findComment&comment=1066932 As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo de deca feminino: quantas semanas para ter resultados visíveis?
@Lari@, a deca tem uma característica que pesa muito mais para mulher do que a dose em si: o éster decanoato é longo, e a nandrolona continua agindo por três a quatro semanas depois da última aplicação. Com stano e oxandrolona, que são orais de ação curta, se aparecesse rouquidão ou outro sinal de virilização, bastava parar que o hormônio saía do corpo em poucos dias. Com a deca isso não acontece. O sinal aparece e continua progredindo por semanas, e a alteração de voz é justamente a que menos regride. Por isso, quem opta pela nandrolona costuma preferir a versão fenilpropionato, que sai do organismo bem mais rápido e permite interromper se o corpo reagir mal. Os relatos femininos de menor risco costumam ficar em doses bem baixas, na faixa de 25 a 50 mg por semana, divididas em mais de uma aplicação. A nandrolona também tende a mexer com o ciclo menstrual, inclusive suspendendo a menstruação em algumas mulheres, por agir sobre receptores de progesterona. Sobre resultado visível, a nandrolona age devagar. O efeito costuma ficar claro só a partir da quinta ou sexta semana, então ciclos curtos rendem pouco e ciclos longos aumentam o risco. Concordo com o @Arnaldo Santos.: o que segura o resultado depois é a dieta e o treino, e com o resultado ótimo que você teve no primeiro ciclo talvez valha mais consolidar esse ganho antes de mudar de droga. Como o @Foston pediu, com idade, tempo de treino, dieta e objetivo dá para ajudar melhor. Se decidir seguir, faça antes hemograma, perfil lipídico, enzimas do fígado e prolactina, e observe voz, clitóris, pele e menstruação desde a primeira semana. Comentei também sobre aplicação de deca em mulher neste outro tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/115153-deca-da-schering-aplicada-via-subcut%C3%A2nea/?do=findComment&comment=1066934 Para comparar cenários de dose, duração e exames, o gerador de protocolo hormonal do site serve como simulação, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Dúvida sobre divisão de horário de oxandrolona
A divisão que o @Locemar passou funciona bem. A meia-vida da oxandrolona fica em torno de 9 a 10 horas, então três tomadas espaçadas de oito em oito horas mantêm o nível bem estável. Duas tomadas, de 12 em 12 horas, também funcionariam. Não precisa ser em jejum nem com comida, o importante é manter horários parecidos todos os dias. @Nicolasrox, um ponto que vale considerar: 70 mg de oxandrolona por dia é uma dose alta, e é justamente nessa faixa que ela mais derruba o HDL e mais sobrecarrega o fígado. Com propionato em 150 mg dia sim, dia não, que já dá algo perto de 500 mg de testosterona por semana, a oxandrolona entre 30 e 50 mg já somaria bem ao ciclo, com bem menos impacto no colesterol. Seis semanas é uma duração boa para o oral. Como o propionato tem éster curto, a TPC começa poucos dias depois da última aplicação, em geral três a quatro dias, e não semanas como no enantato ou no durateston. Faça perfil lipídico e enzimas do fígado antes de começar e de novo umas três semanas depois de iniciar, porque é aí que dá para ver se a dose está pesando demais. Para estudar o ciclo com auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site serve como simulação, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1° Ciclo Da Vida: Ox + Stano
@Pri2018, parabéns pela disciplina. Desmarcar carnaval para não sair da dieta mostra o quanto você levou isso a sério, e boa parte do resultado vem daí. Você também fez uma escolha acertada lá no início ao ficar só com a oxandrolona em dose baixa, depois dos alertas da @Sereiafit e do pessoal. Respondendo à sua pergunta sobre o humor: sim, irritabilidade e pavio curto são relatados com oxandrolona, inclusive em mulheres com dose baixa. Os androgênios agem no cérebro e mexem com humor, impaciência e agressividade em algumas pessoas, e o efeito varia muito de uma para outra. A boa notícia é que ele costuma desaparecer em poucas semanas depois que o ciclo termina. Dormir bem, não acumular déficit calórico pesado e cortar estimulantes à tarde ajudam a amenizar. Vale prestar atenção em dois sinais que você mencionou. A menstruação que veio fora de hora e a pele muito oleosa mostram que o seu corpo está sentindo o efeito androgênico. Não é motivo de pânico, mas são os sinais de alerta que vêm antes dos mais sérios. Se aparecer rouquidão, pelos novos no rosto ou alteração no clitóris, é hora de parar. Se a menstruação continuar irregular dois ou três meses depois do ciclo, vale conversar com a sua ginecologista. Sobre os números do retorno, perder 11 kg de gordura e ganhar 4 kg de músculo em um mês não é o que acontece fisiologicamente, nem com hormônio. Isso não tira o mérito do seu resultado, e o @Foston e a @Edjane perceberam a diferença. Mas, se a avaliação foi feita por bioimpedância, essa diferença costuma vir da água. A oxandrolona aumenta glicogênio e água dentro do músculo, e o aparelho lê isso como massa magra. Uma dieta nova e a fase do ciclo menstrual também mudam a leitura. Medidas com fita, dobras cutâneas feitas sempre pela mesma pessoa e fotos no mesmo lugar e com a mesma luz contam a história com mais fidelidade. Para o pós-ciclo, o ganho se mantém com o mesmo treino de hipertrofia e proteína alta. Alguma perda de volume nas primeiras semanas é água, não músculo. E, se tiver feito perfil lipídico e enzimas do fígado antes de começar, repita uns 30 dias depois de terminar para confirmar que tudo voltou ao normal. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Qual anabolizante tomar no meu primeiro ciclo?
@Douglas Calil, antes do ciclo, vale olhar a dieta, porque ela tem um desequilíbrio grande. Somando o que você postou, ela fecha perto de 2200 kcal com algo em torno de 300 g de proteína. Com 77 kg, isso dá quase 4 g de proteína por quilo, o dobro do que se usa mesmo em cutting. Em contrapartida, a gordura está quase zerada, porque é tudo clara, frango e whey com água. Proteína acima de 2,2 a 2,5 g por quilo não traz ganho extra de músculo, e gordura muito baixa por semanas prejudica produção hormonal, absorção de vitaminas e saciedade. Ajustes simples: - Reduzir o whey das 3 medidas da meia-noite para 1 e trocar parte das claras por ovos inteiros. - Incluir umas 50 a 60 g de gordura no dia, com azeite, gemas, castanhas, abacate ou peixe. - Cortar os BCAA. Com essa quantidade de proteína, eles não acrescentam nada. - Concentrar mais carboidrato antes e depois do treino. Sobre o ciclo, os seus amigos têm um ponto. Para primeiro ciclo, a testosterona sozinha em 250 a 300 mg por semana já entrega um resultado muito bom em cutting com 17% de gordura. Somar estanozolol de cara faz você não saber qual droga causou qual efeito, e ele derruba bastante o HDL e pesa no fígado. Se quiser usar mesmo assim, que entre nas últimas semanas e em dose baixa, como o @Arnaldo Santos. sugeriu, e não por mais de seis semanas. Um detalhe sobre o durateston: ele tem quatro ésteres, incluindo o decanoato, que é bem longo. Num ciclo de só 7 semanas, o nível nem chega a estabilizar direito, e depois da última aplicação ele continua agindo por semanas, por isso a TPC começa só umas três semanas depois. Enantato ou cipionato seriam mais previsíveis. Sobre os auxiliares: - TPC com SERM está correto. Tamoxifeno ou clomifeno, um dos dois, por umas quatro semanas, já resolve na maioria dos casos. Anastrozol não entra na TPC. - Silimarina e produtos como o Xantinon têm pouca evidência de proteger o fígado contra esteroide oral. Não fazem mal, mas não substituem o que realmente protege: dose baixa, ciclo curto de oral e exames de enzimas do fígado no meio do ciclo. - Tribulus não mostrou aumento de testosterona em humanos nos estudos controlados. Pode deixar de lado. Antes de começar, faça hemograma, perfil lipídico, enzimas do fígado, testosterona total, LH, FSH, estradiol e PSA, e repita na metade do ciclo. Para estudar a estrutura do ciclo com auxiliares, TPC e exames, o gerador de protocolo hormonal do site serve como simulação, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.