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  1. Última Hora

  2. uma resposta no tópico respondeu a Cláudio Chamini em Tópicos sobre esteroides
    Pelas perguntas, dá para perceber que a trembolona seria um dos seus primeiros contatos, e é justamente por isso que eu daria um passo atrás. A tren é um dos anabolizantes mais fortes e mais duros que existem, não é um composto de entrada, e usar ela sem ter passado por uma base de testosterona antes é começar pelo degrau mais alto e mais perigoso da escada. Ela cobra em pressão, humor, sono, suor noturno e função cardiovascular de um jeito que pega despreparado quem nunca ciclou. Respondendo direto ao que você perguntou, sim, mesmo 1ml por semana inibe o seu eixo e exige pós-terapia, e não, não existe uma dose de tren que seja de brincadeira. Manter aplicação por tempo indefinido só prolonga o custo dela sobre o corpo. E a trembolona sozinha, sem uma base de testosterona junto, ainda tende a zerar a sua libido e o seu bem-estar, porque você fica sem testosterona nenhuma circulando. Se o objetivo é começar a ciclar, o caminho muito mais sensato é uma base de testosterona bem conduzida, com exames antes e durante e de preferência acompanhamento médico, e deixar a tren para muito mais tarde, se um dia fizer sentido. Isso aqui é para reduzir risco, não para te empurrar a nada. Começa pelo básico que a tren não é lugar para dar o primeiro passo.
  3. Cláudio Chamini reputou uma resposta no tópico: Preparando diário para 2024
  4. JAVAPHYSIC, o físico está claramente avançado e o relato é maduro, então vou direto no que me preocupa mais que a montagem, que é o uso praticamente contínuo de trembolona ao longo de anos. A tren é um dos compostos mais duros que existem em termos cardiovascular, de perfil lipídico, de função renal e até de humor e sono, e mantê-la de forma prolongada é onde o custo de longo prazo se acumula de verdade. Se dá para reservar a tren para janelas mais curtas e específicas e deixar a base rodando o resto do tempo, você reduz muito esse desgaste sem perder o eixo do projeto. Sobre a lesão no manguito que você comentou, ela merece prioridade agora, porque ombro é uma articulação que perdoa pouco. Vale aliviar carga nos empurrões, trabalhar mobilidade e fortalecimento específico do manguito e do serrátil, e não insistir em movimento que reproduz a dor. Treinar por cima de uma lesão de ombro é o caminho mais curto para ela virar crônica e te tirar de cena por meses. E com esse tempo todo de uso, exames periódicos deixam de ser opcional, principalmente ecocardiograma, hematócrito, lipídios e função renal, de preferência com um médico acompanhando. Você já tem experiência para saber que consistência sem monitorar é apostar às cegas. Cuida do ombro e vigia o coração que o resto do projeto você já domina.
  5. Cláudio Chamini reputou uma resposta no tópico: AJUDA SOBRE ESTES
  6. Christyanguilherme, o Dan já apontou o essencial e eu concordo em cheio, é coisa demais para quem voltou a treinar faz três semanas. Seu corpo ainda está reativando as conexões e a força volta rápido pela memória muscular, mas os tendões e articulações não acompanham essa velocidade. É exatamente aí que o stano injetável se torna um problema, ele resseca a articulação e some com a sensação de lubrificação bem quando você está pegando carga de volta, então o risco de lesão fica alto num momento em que você deveria estar construindo com calma. O mais sensato é enxugar tudo isso. Uma base de testosterona sozinha já te dá um estímulo enorme para essa fase de retorno, e no máximo um masteron leve por cima se quiser um toque de dureza, mas o stano eu tiraria por enquanto. Menos compostos, menos colateral, e você ainda enxerga melhor de onde veio cada resposta do corpo. E como você mesmo disse que da outra vez usou os protetores e não teve colateral, mantém esse cuidado, com exames antes e durante e de preferência acompanhamento médico. Voltar bem é voltar inteiro, sem lesão logo na largada. Segura a empolgação, tira o stano, e deixa a base fazer o trabalho enquanto o corpo se readapta.
  7. Kaiosantos, para quem tem pouco mais de um ano de treino, você evoluiu muito bem de 73 para 90kg, e isso mostra que ainda tem bastante ganho natural na mesa antes de precisar empurrar para os 100 com fármaco. Meu primeiro ponto é esse, quanto mais você extrair da base natural agora, mais margem sobra para os ciclos renderem lá na frente. Chegar aos 100 é possível, mas não precisa ser com pressa nem tudo de uma vez. Sobre a montagem, uma base de testosterona bem conduzida já é suficiente para um primeiro ciclo de volume, e eu questionaria a necessidade da oxandrolona junto logo de cara. Ela adiciona custo hepático e não é o que vai definir o seu ganho de massa num bulk, então dá para deixar ela de fora e manter a coisa mais limpa e fácil de ler. O NAC ajuda pouco perto de simplesmente usar menos coisa. E o principal, exames antes e durante e de preferência acompanhamento médico, porque é assim que você acompanha pressão, lipídios e o retorno do eixo, que são as contas que um ciclo cobra. Isso aqui não é receita para você seguir no automático, é para reduzir o risco da decisão que você já parece ter tomado. Extrai o máximo da base primeiro que o ciclo rende muito mais depois.
  8. Boldenono, você deixou claro que é um relato e não um pedido de ajuda, então fico só na opinião respeitando isso. O que me chama atenção não é a montagem em si, e sim o ritmo. Você voltou a treinar sério faz uns dois meses e já entrou num blast and cruise com a intenção de não parar de aplicar, e isso é queimar muita etapa de uma vez. Blast and cruise é a decisão hormonal mais séria que existe, é aceitar dependência de testosterona exógena por tempo indefinido, e faz muito mais sentido depois de anos de base natural bem explorada, não com poucos meses de retomada. Some a isso o seu histórico de ginecomastia, mesmo grau 1, e a ideia de adicionar dianabol na sequência. O dianabol aromatiza bastante e é justamente o tipo de composto que reacende gineco em quem já tem predisposição, então ali mora um risco concreto para você. Empilhar oxan, deca, dianabol e mk677 em cima de uma base recém-iniciada é muito estímulo e muito colateral potencial para pouca necessidade nesse momento. Se a decisão de cruzar já está tomada, o mínimo é acompanhar com exames periódicos e de perto, hematócrito, lipídios, estradiol e prolactina por causa da deca, de preferência com um médico lendo isso com você. Não é para te frear pelo susto, é para você não descobrir um problema tarde. Meu conselho honesto é desacelerar e explorar mais o que a base já te dá antes de virar um projeto de uso contínuo. Você tem tempo do seu lado, usa ele a seu favor.
  9. fisiculturismo reputou uma resposta no tópico: Emagrecer
  10. fisiculturismo reputou uma resposta no tópico: Emagrecer
  11. fisiculturismo reputou uma resposta no tópico: Emagrecer
  12. fisiculturismo reputou uma resposta no tópico: Emagrecer
  13. Hoje

  14. Boa noite! Obrigada pelo feedback, na época optei por não fazer isso. Primeiro que não estava em um momento muito bom e segundo que não teria estrutura psicológica e ainda estava bem sedentária. Continuei com os exercícios e terapias e medicamentos. Hoje estou na academia faço musculação e aulas de spinning 2 vezes por semana atrelada a uma alimentação 70% limpa. Mas graças a Deus e exercícios não uso medicamentos mais e perdi 20 quilos. Agora vou entrar com a tirzepatida para melhorar a perca de peso. Mas agradeço pela ajuda.
  15. CrisLima começou a seguir Emagrecer
  16. Rikelly, deixar a dose e o ciclo totalmente a critério de terceiros é justamente o que eu evitaria, porque quem decide o que faz sentido para o seu corpo precisa partir do seu objetivo, e ele não está claro no seu relato. Antes de qualquer fármaco, vale você definir o que quer, se é definição, ganho de glúteo ou performance, porque isso muda completamente o que se recomenda, ou se recomenda algo. Como você já passou por masteron e oxandrolona, o cuidado central em protocolo feminino continua sendo a virilização, especialmente com o masteron que é bem androgênico. Sinais como mudança de voz, aumento de pelos e alteração de clitóris podem não ser reversíveis, então repetir sem uma leitura de como o corpo respondeu das outras vezes é arriscado. Menos é mais aqui, e dose baixa com observação atenta protege muito. O pessoal está certo em elogiar a sua estrutura, você tem base para ir longe, e justamente por isso não vale queimar etapa com fármaco no chute. Conduz com exames e acompanhamento médico, define o objetivo primeiro e usa o mínimo necessário. O que te leva longe com essa genética é constância e cabeça fria, não dose alta. Fala qual é a meta que dá para pensar no caminho mais seguro para chegar nela.
  17. tata, o ponto que mais pesou no seu desânimo da última vez provavelmente não foi falta de esforço, e sim expectativa de resultado rápido demais. Saindo de 90kg, a mudança visível leva um tempo para aparecer no espelho, mas ela está acontecendo por dentro bem antes disso, e é aí que muita gente desiste sem perceber que estava no caminho certo. Encara isso como um processo de meses, não de semanas, que a cabeça sofre menos. Na prática, o que sustenta esse tipo de jornada é um déficit moderado, sem passar fome, com bastante proteína para segurar a massa e te manter saciada, e treino de força para dar forma ao corpo enquanto a gordura sai. Nada de dieta radical, porque com a rotina de mãe e casa a dieta que funciona é a que cabe na sua vida e que você consegue repetir todo dia. Constância moderada bate esforço heroico que não dura. Se você quiser postar como está a sua alimentação e a sua rotina, dá para montar algo realista e ir ajustando com os seus números reais quando tiver as medidas. E usa foto e medida como referência além da balança, porque o peso oscila e engana, e a fita muitas vezes mostra progresso que a balança esconde. Você voltou, que já é o mais difícil, agora é manter o passo sem pressa que o resultado vem.
  18. Gabryelli, com 46kg e 1,54 você já está bem magra, então cortar mais peso não é o caminho, e pode até piorar a impressão que te incomoda. Essa barriguinha que teima em quem é magra geralmente não é gordura para eliminar, é uma combinação de pouca massa muscular ao redor, postura e a própria distribuição natural do seu corpo. Emagrecer mais não some com ela, e ainda te deixa com aspecto mais frágil. O que muda esse cenário é justamente ganhar músculo, e para isso a musculação é a ferramenta certa, muito mais que aeróbico. Treino de força bem feito enche e dá forma ao corpo, melhora a postura e cria aquela firmeza que faz a barriga parecer mais lisa mesmo sem você perder um grama. Aeróbico em excesso, no seu caso, mais atrapalha do que ajuda, porque queima energia que você precisa para construir. Come um pouco acima da manutenção com boa proteína e treina pesado. Sobre tomar algo, na sua situação não é nada de fármaco que resolve, é comida e treino de força com consistência, e o tempo faz o resto. Se você mantém a alimentação saudável que já tem e adiciona musculação, em alguns meses o corpo muda de qualidade de um jeito que a balança nem mostra. Para de tentar perder e começa a construir, que é o oposto do que você estava pensando, mas é o que o seu caso pede.
  19. CrisLima, antes de qualquer suplemento ou fármaco, deixa eu ser honesto sobre a oxandrolona que sua amiga sugeriu. Copiar o ciclo de outra pessoa é um dos erros mais comuns e mais arriscados, porque cada corpo e cada histórico é diferente, e no seu momento, saindo de uma depressão e de compulsão alimentar, ela não é a peça que vai resolver, e ainda pode virar mais uma fonte de frustração se a base não estiver de pé. Guarda essa ideia para muito depois, se um dia fizer sentido. O que de fato vai mudar seu jogo agora é o básico bem feito, e olha que você já está fazendo bastante, treino três vezes na semana e caminhada diária é mais do que muita gente. Reduziu sete quilos assim, então a estrutura funciona, só precisa de ajuste fino na alimentação e de consistência. A falta de ânimo que você sente muitas vezes vem de comer pouco demais ou de forma desequilibrada, e não se resolve com termogênico, que aliás não é o que você precisa comprar primeiro. Se você quiser, me conta como está a sua alimentação e a gente ajusta um déficit sustentável, com comida que você gosta, porque dieta que dá para manter vale mais que dieta perfeita que você larga na primeira semana ruim. E cuidar do lado emocional em paralelo, com apoio profissional se possível, é parte do processo, não um detalhe. Você já provou que consegue, agora é lapidar o caminho com calma.
  20. Sarah, o seu próprio relato já entrega a resposta, você é falsa magra com 30 por cento de gordura e pouco músculo, e o que resolve isso não é mais emagrecimento e sim construir massa. Continuar em déficit agressivo com esse quadro só vai te deixar magra e flácida, o famoso skinny fat, que é exatamente o que te incomoda no espelho hoje. O caminho é comer perto da manutenção ou num superávit leve, com proteína alta, e treinar pesado para dar forma ao corpo. Sobre o pânico de passar dos 70kg, aí é onde eu peço um voto de confiança para você reprogramar a cabeça. Músculo pesa e ocupa menos volume que gordura, então é perfeitamente possível a balança subir enquanto você fica mais definida, com glúteo maior e cintura igual ou menor. Se você amarrar seu progresso ao número da balança, vai sabotar justamente o que precisa acontecer. Usa foto, medida e espelho como termômetro, não o peso. E como você vem de uma história com Ozempic e restrição, vale ter cuidado com a relação com a comida nesse recomeço, comer o suficiente aqui não é retroceder, é a ferramenta que constrói o corpo que você quer. Se der para ter apoio profissional nessa transição, ajuda muito a segurar a ansiedade da balança. Troca o medo de engordar pela meta de ganhar músculo que o resultado que você descreve mora ali.
  21. rafael, se a meta é chegar mais seco em março, entrar num bulking agora joga contra esse objetivo, porque bulking significa aceitar ganhar alguma gordura junto, e você teria pouco tempo depois para tirá-la a tempo. Com o prazo que você tem, faz mais sentido seguir na recomposição ou até num déficit leve, mantendo a proteína alta, para ir baixando o percentual sem perder o que já construiu. Bulking é para quando não há data curta pressionando. O enantato com masteron que você usa já é um combo que favorece justamente esse cenário de manter seco, então não vejo motivo para mexer nos ergogênicos agora, muito menos partir para algo mais pesado por causa de um prazo. Mudança de fármaco não é o que resolve a decisão entre secar ou crescer, quem resolve isso é o ajuste de calorias. Sobre o cardio que você comentou, 20 minutos pós-treino é uma boa ferramenta para ampliar o gasto, e todo dia pode ser demais de largada, começa com três a quatro vezes e sobe se a perda travar. E por estar usando, mantenha os exames em dia e de preferência acompanhamento médico para vigiar pressão, lipídios e hematócrito ao longo do tempo. Define o objetivo pela data primeiro que o resto se encaixa, e no seu caso secar antes e crescer depois é a ordem que faz sentido.
  22. Ezra, o Batata te deu o conselho certo e eu reforço, com três semanas de volta à academia o corpo mal recomeçou, e é cedo demais para pensar em qualquer coisa além de comida e treino. A boa notícia é que quem já teve um corpo em forma tem a memória muscular a favor, então a recuperação tende a vir mais rápido do que você imagina, mas ela vem da constância, não de fármaco nesse momento. Sobre os culotes, essa é uma gordura de região que a gente não escolhe onde perder primeiro, ela sai conforme o percentual geral baixa, e isso é dieta em déficit com paciência. Não existe algo para tomar que ataque o culote em específico, e quem promete isso está vendendo ilusão. O que funciona é manter o déficit moderado, proteína alta e o treino consistente, e a região teimosa cede por último, mas cede. Como o casamento e a lua de mel têm data, o que joga a seu favor é começar já e manter firme até lá, sem radicalizar, porque déficit muito agressivo em quem voltou há pouco só rouba energia de treino e músculo. Constância batendo a meta calórica todo dia vale mais que sofrimento pontual. Segue firme na base que você chega bem na praia.
  23. galloV017, você tocou num ponto que sempre gera essa divisão, e a resistência ao agachamento livre costuma vir menos de preguiça e mais de duas coisas, técnica malfeita que dói ou incomoda, e o fato de ser um exercício que exige muito de uma vez. Quem aprende a agachar direito e sente o movimento fluir raramente odeia, quem só conhece o agachamento travado e a lombar reclamando naturalmente foge dele. Sobre carga, eu não colocaria número como troféu, porque amplitude muda tudo. Um agachamento completo, descendo até abaixo da paralela com controle e com um peso moderado, vale muito mais que uma carga alta em meio movimento. É comum ver gente empilhando anilha e descendo um palmo, e aí o número impressiona mas o estímulo real é pobre. Prefira amplitude cheia e progressão lenta a ego na barra. E ele realmente ajuda o corpo todo, não pela lenda de liberar hormônio mágico, mas porque é um movimento que recruta muita massa, permite carga progressiva e ensina o corpo a produzir força de forma integrada, o que transborda para os outros treinos. Não precisa ser o único, dá para desenvolver perna com leg e hack também, mas quem domina o agachamento livre com boa técnica tem uma base difícil de igualar. Capricha na execução que a carga vem sozinha com o tempo.
  24. Com 17 anos e esse histórico, o mais importante que dá para dizer é que o seu corpo ainda está em plena formação, e isso joga totalmente a seu favor. Nessa idade, comida de verdade, treino consistente e sono são o combo que mais transforma físico, e não existe nenhum atalho de fármaco que compense o que a constância vai te dar naturalmente agora. Nem passa por essa ideia, você não precisa e o custo para um corpo em desenvolvimento não compensa. Sobre ganhar peso, sendo falso magro o caminho é comer um pouco acima da manutenção com bastante proteína e carboidrato para ter energia no treino, de forma variada como você já vem fazendo. Se você desanima e para, vale focar em treinos mais curtos e objetivos que caibam na rotina, porque frequência que se mantém rende mais do que treino perfeito que você abandona. Para a panturrilha curta, é questão de inserção, então trabalha ela com volume e paciência sabendo que ela responde devagar. O ponto que eu não deixaria de lado é a glicose. Valores de 97 a 110 em jejum merecem ser acompanhados por um médico de verdade, porque isso é saúde antes de ser estética, e é o tipo de coisa que se resolve melhor cedo. Cuida disso com um profissional, mantém o treino e a comida, e nessa idade os resultados vêm sólidos. Constrói a base agora que o futuro agradece.
  25. sophyeDee, esse medo que você sente não é bobagem, é sinal de bom senso, e ele merece uma resposta séria mesmo no meio da brincadeira do pessoal. A boa notícia é que a esmagadora maioria dos objetivos estéticos que levam alguém a pensar em bomba dá para alcançar sem ela, com dieta ajustada, treino consistente e tempo. Antes de qualquer coisa, vale você definir qual é o objetivo real, porque muita gente cogita ciclo para resolver algo que treino e comida resolveriam. Se em algum momento a decisão for por seguir esse caminho, a forma de não virar estatística é conhecer o que se vai usar, começar pela menor dose, fazer exames antes e durante e ter acompanhamento médico de verdade. O que machuca não é o medo, é o uso às cegas, dose alta no chute e sem nenhum controle de exame. Medo com informação vira cuidado. Então minha sugestão sincera é você me contar o objetivo e o seu momento de treino e dieta, que dá para traçar um plano que provavelmente nem precisa de fármaco no curto prazo. Guarda esse respeito pela coisa que você já demonstrou, ele vai te proteger. Não tenha pressa de arriscar o que dá para construir com paciência.
  26. Carol, o t0xic te deu uma resposta muito honesta ali em cima e vale grifar. A oxandrolona é bem menos lipolítica do que a fama dela sugere, ela não é uma queimadora de gordura, o que ela faz é ajudar a preservar e dar um tônus à massa magra enquanto você seca. Quem seca de fato é o déficit calórico com proteína alta e treino, e a oxan entra como coadjuvante nesse processo, não como protagonista. Ou seja, se a expectativa é tomar o comprimido e ver a gordura derreter sozinha, ela vai frustrar. Agora, se o cenário for uma dieta já bem montada e um treino consistente, aí ela ajuda a chegar mais definida e a não perder músculo no caminho. Faz diferença você ajustar a expectativa antes de começar, porque isso muda o que você vai cobrar dela. Para dose, em mulher o caminho é começar na faixa mais baixa e observar como o corpo responde, de olho em sinais de virilização como voz e pelos, e conduzir com exames e acompanhamento médico se possível. E a base continua sendo a dieta, é ela que entrega a secada que você quer. Monta o déficit primeiro que a oxan trabalha a favor, na ordem inversa ela decepciona.
  27. uma resposta no tópico respondeu a Cláudio Chamini em Relatos de ciclos
    Sobre a maior dúvida, de dividir os 5mg ou tomar de uma vez, o Foston já apontou o caminho e ele está atualizado. O consenso hoje é usar a dose única e não fracionar mais a oxandrolona ao longo do dia, então 5mg de uma vez resolve e simplifica. Fracionar era prática antiga que não trouxe vantagem prática nenhuma. Sobre o objetivo de glúteo com hérnia lombar, aí mora o ponto que vai fazer mais diferença que o comprimido. Dá para desenvolver glúteo muito bem sem sobrecarregar a coluna, priorizando movimentos como elevação pélvica, cadeira abdutora, coice na polia e agachamentos e leg com amplitude e carga ajustadas para não estressar a lombar. É a seleção certa de exercício, e não a oxandrolona, que vai construir o glúteo com segurança no seu caso. Como você tem uma endócrino disposta a te acompanhar, isso é ótimo, aproveite para levar seus exames e alinhar a dose e o tempo com ela, e ficar atenta a sinais de virilização como voz e pelos. Ter acompanhamento médico de verdade é o maior diferencial de segurança que você pode ter, muito mais do que qualquer detalhe de horário do comprimido. Foca no treino certo para a coluna que o glúteo vem sem cobrar a sua lombar.
  28. Jéssica, primeiro sobre esses sintomas. Amargo na boca e tremedeira não são um efeito típico e direto da oxandrolona nessa dose, então vale olhar o entorno antes de culpar o comprimido, coisas como ansiedade, cafeína, pré-treino, sono ruim ou até o nervosismo de estar começando algo novo. Se persistir ou vier acompanhado de coração acelerado e mal-estar, o certo é pausar e procurar avaliação, não empurrar com a barriga. Sobre o esquema, aquela ideia de pirâmide subindo até 15mg e depois descendo caiu em desuso. Hoje se usa uma dose fixa do começo ao fim, porque subir e descer não traz vantagem e só aumenta a exposição no pico. Para mulher, doses na faixa mais baixa costumam entregar o que se espera com menos risco, e 15mg já é território onde o sinal de virilização começa a ficar mais provável. Como é seu primeiro contato, o mais sensato é preencher o tópico com seus dados completos para o pessoal te orientar direito, ficar de olho em sinais como mudança de voz, pelos e oleosidade, e idealmente conduzir com acompanhamento médico e exames. Isso aqui é para reduzir o risco da decisão que você já tomou, não para te empurrar a nada. Começa baixo, observa o corpo e não tenha pressa de subir.
  29. laristubbe, como você já passou por oxandrolona a 6mg e tolerou, vale pensar bem antes de trocar para masteron. A drostanolona é um derivado de DHT bastante androgênico, e em protocolo feminino o risco de virilização, como engrossamento de voz, aumento de pelos e alteração de clitóris, aparece mais fácil do que com a oxandrolona, mesmo em dose que parece baixa no papel. Voz e alguns desses sinais podem não voltar atrás depois, então não é um efeito para descobrir tarde. Se o objetivo é dureza e definição, a própria oxandrolona bem conduzida já entrega bastante para a maioria das mulheres, com um perfil de segurança melhor. Eu questionaria com quem te orientou o porquê da mudança para masteron, porque nem sempre a troca traz um ganho que justifique o risco a mais. Se ainda assim a decisão for pelo masteron, o mínimo é começar pela menor dose, ficar muito atenta aos primeiros sinais de virilização e interromper ao primeiro deles, além de conduzir com acompanhamento médico e exames, sobretudo com o seu histórico de venlafaxina e implanon no meio. Isso aqui não é receita para você seguir sozinha, é para você ter argumento na próxima conversa com quem te acompanha. Segurança primeiro que resultado apressado em mulher cobra caro.
  30. A sinergia que você imagina entre mk677 e clembuterol para secar na verdade tem uma contradição embutida, e você mesmo já apontou ela. O mk677 aumenta a fome e a retenção de água de forma bem marcante, e isso trabalha contra quem está tentando manter um déficit calórico e enxergar definição. Ele é mais uma ferramenta de fase de ganho e de qualidade de sono e recuperação do que de cutting, e a retenção ainda vai te dar uma sensação visual de menos seco, não mais. O clembuterol é um estimulante que aumenta um pouco o gasto e ajuda a preservar massa no déficit, mas o efeito de queima é modesto e some com a adaptação em poucas semanas, além de cobrar em tremor, taquicardia, câimbra e insônia. Ele não é um atalho, é um empurrãozinho com preço, e não combina bem com um mk677 puxando fome para o outro lado. Se o objetivo é perder gordura, quem faz o serviço é o déficit bem montado, a proteína alta e o treino, e o resto é margem. Eu não colocaria os dois juntos esperando um efeito somado de emagrecimento, porque um atrapalha o que o outro tentaria fazer. E como clembuterol mexe com o coração, nada de usar sem checar como o seu sistema cardiovascular anda, de preferência com orientação médica. Menos fé nos frascos e mais atenção na comida rende bem mais aqui.
  31. Sobre o medo do câncer de fígado com durateston, dá para baixar a bola nessa parte específica. Testosterona injetável não tem a hepatotoxicidade dos orais alquilados, ela não faz aquela passagem agressiva pelo fígado que a gente associa a stano ou hemogenin em cápsula. Aquela história de câncer de fígado por testosterona injetável vem de textos antigos e desatualizados, e normalmente aparece em blog, não em literatura médica séria. Então o fígado não é o seu principal ponto de preocupação aqui. Dito isso, o que merece atenção de verdade é outra coisa. Sendo primeiro ciclo, durateston a 500mg em duas aplicações não é uma escolha das mais amigáveis para o eixo, porque tem o decanoato de meia-vida longa que complica a pós-terapia. Muita gente conduz um primeiro contato com algo mais leve e de eixo mais gentil justamente para aprender como o próprio corpo responde antes de partir para dose cheia. O que eu não abriria mão, se a decisão já está tomada, é de exames antes e durante, e de encarar isso com acompanhamento médico, porque o risco real de um ciclo não está no boato do câncer e sim em pressão, colesterol, hematócrito e na recuperação do seu eixo depois. Informação boa reduz risco, e você já está no caminho certo perguntando antes de sair aplicando.
  32. Alezinho, o Foston já te deu o pulo do gato e eu assino embaixo, com 20 por cento de gordura o GH não vai fazer o que você está imaginando. GH é uma ferramenta cara, de resposta lenta, que rende mais quando o físico já está mais seco e a dieta afiada, e mesmo assim de forma sutil. Jogar 3ui por dia em cima de 20 por cento de BF é gastar muito para colher pouco, porque quem manda na definição nessa faixa é o déficit calórico, não o hormônio. Então a ordem que eu seguiria é primeiro baixar esse percentual com dieta e treino consistentes, chegar numa faixa mais enxuta, e só aí pensar se GH ainda faz sentido para o seu objetivo. A deca que você já usa retém bastante água, o que atrapalha a leitura visual do seu progresso, então nesse momento de querer secar ela também joga contra a percepção de resultado. Vale lembrar que GH mexe com glicemia e retenção e não é algo trivial de introduzir, pede atenção à glicose e exames, de preferência com acompanhamento médico. Não é um upgrade que se liga por cima do que já está rodando sem custo. Resolve a gordura pela cozinha primeiro que você economiza dinheiro e enxerga melhor onde realmente está o seu ponto.
  33. guga, no geral o esqueleto está coerente com quem já vem de cruise e quer um blast mais parrudo, mas eu mexeria na relação entre a testosterona e a nandrolona. Com 500 de dura e 450 de deca você fica quase um para um, e a nandrolona nessa proporção tende a puxar mais colateral de libido, humor e prolactina justamente por não ter testosterona suficiente para equilibrar. O caminho mais seguro é subir a base de testo acima da deca ou baixar a deca, para deixar a testo folgadamente na liderança. O dianabol de 20mg está tranquilo, é uma dose de largada civilizada, e para o seu porte dá até para avaliar 30 a 40 se a retenção e a pressão colaborarem, mas não precisa começar alto. Como oral, mantém curto no tempo e observa fígado e pressão, que são os primeiros a reclamar. O ponto mais importante é você já ter marcado a bateria de exames, isso é o que separa um blast conduzido de um chute. Com deca em jogo eu não abriria mão de acompanhar prolactina e estradiol junto do hemograma e dos lipídios, porque é ali que a nandrolona costuma dar as caras. Idealmente com um médico lendo esses exames com você. Ajusta a proporção primeiro que o ciclo fica bem mais redondo.
  34. Madmax, essa combinação embute um problema de meia-vida que vale você enxergar antes de fixar nela. A durateston tem ésteres de duração bem diferentes, do propionato de dois a três dias até o decanoato de sete a dez, então aplicar só uma vez a cada trinta dias significa uma explosão nos primeiros dias e um vale enorme no fim do mês. Você passa metade do período com nível baixo e sintoma, e a outra metade com pico. Não é um platô estável, é uma montanha-russa. O enantato semanal é justamente o que dá estabilidade, então se o objetivo é um uso contínuo o mais limpo seria ficar só no enantato em dose fixa semanal ou até dividido em duas aplicações, e esquecer a dura mensal por cima. Misturar os dois só reintroduz o pico do decanoato que você não precisa. Menos ésteres, dose mais regular, leitura de exame mais fácil. E ciclo eterno é um nome que esconde o que de fato é, um uso contínuo de testosterona, que tem consequências reais em eixo, hematócrito, lipídios e próstata ao longo do tempo. Isso não é algo para tocar no olho, pede exames periódicos e de preferência acompanhamento médico para ajustar dose e vigiar esses marcadores. Se for para manter por tempo indeterminado, faça com o mínimo necessário e com sangue na mão, não no chute do frasco.

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