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Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico:
Ciclo Oxan 20 mg por 4 semanas para ganhar 5 kg
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Ciclo Oxan 20 mg por 4 semanas para ganhar 5 kg
@pedro008, o dado mais interessante do seu relato é o que você já está conseguindo sem nada: quase 3 kg em dois meses de volta aos treinos. Isso tem nome, memória muscular. Quem já teve um nível de massa e perdeu recupera muito mais rápido do que levou para construir da primeira vez. Uma das explicações mais aceitas é que os núcleos que as fibras ganharam com o treino antigo permanecem por muito tempo, mesmo depois que o músculo diminui. Você chegou a 68 kg treinando três anos, e voltar a essa faixa é o que o seu corpo está fazendo agora, sozinho. Chegar a 72 kg é plausível nos próximos meses, com ou sem oxandrolona, desde que as calorias continuem acima do gasto. O que a oxandrolona acrescenta nesse cenário é pouco, e o custo dela não é proporcional à dose. Mesmo em 20 mg ela derruba o HDL, e subir para 80 mg, como foi sugerido, multiplica esse efeito e a carga no fígado sem multiplicar o ganho na mesma proporção. Se for usar, a dose que você escolheu é a mais sensata das que apareceram no tópico. Sobre a TPC, tamoxifeno sozinho é suficiente depois de quatro semanas de oxandrolona, como o @Arnaldo Santos disse. Somar clomifeno não acelera a recuperação nesse caso e acrescenta os colaterais dele, como alteração visual e de humor. Dosar testosterona total, LH e FSH algumas semanas depois do fim confirma se o eixo voltou. O @Toxi tocou no ponto principal da dieta. Rica em proteína e carboidrato não diz se ela tem calorias suficientes. E a sua lista de suplementos tem sobreposição: BCAA, aminoácidos em pó, glutamina e whey cumprem o mesmo papel quando a proteína do dia já está fechada. Com a proteína adequada, BCAA e glutamina não trazem ganho extra mensurável para quem treina. Esse dinheiro rende mais em comida, que é o que faz a balança subir. Para comparar a evidência de cada suplemento da sua lista, o orientador de suplementos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
Ontem
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Relato ciclo Hstane 30 dias
@LoKo É PoKo, o relato está bem detalhado, e a dieta é o que mais me chamou atenção, para o bem. Somando o que você listou, você deve estar entre 110 e 130 g de proteína por dia, o que é adequado para 66 kg. A base de arroz, feijão, frango, ovos, aveia e fruta é ótima. Para ganhar peso, o ajuste que eu faria é em calorias, não em qualidade: porções maiores de arroz e feijão no almoço e uma refeição de verdade no pós-treino, com arroz ou macarrão e uma proteína, no lugar de só whey com pão. Se o peso não subir perto de 0,25 a 0,5 kg por semana, falta comida. Sobre o produto, a ideia de prohormônio de "classe 2" com baixo colateral é muito mais propaganda do que farmacologia. Esses produtos costumam trazer esteroides orais metilados, com composição que nem sempre bate com o rótulo. Na prática, eles suprimem a produção própria de testosterona como um esteroide comum, pesam no fígado e derrubam o HDL. Por isso, mesmo num ciclo de 30 dias, vale fazer TPC com um SERM no fim e dosar TGO, TGP e perfil lipídico depois. Se aparecer urina escura, olho amarelado ou coceira no corpo, é para parar e procurar atendimento, porque são sinais de lesão no fígado. O que você vai ganhar nesses 30 dias depende mais de comida e sono do que do produto, e é provável que parte do peso volte a cair depois que ele sair, como em quase todo ciclo curto de oral. Para reduzir essa perda, o mais importante é manter as calorias e a intensidade dos treinos nas semanas seguintes. Outro ponto: treinar de segunda a sábado, uma hora e meia por dia, com crossfit no sábado, é muito volume para quem quer ganhar peso. Parte da energia que deveria virar músculo está indo para o gasto. Um ou dois dias de descanso completo costumam render mais. Para saber o seu gasto diário com essa rotina e quanto comer acima dele, a calculadora de TDEE do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Durateston por 6 semanas dá algum ganho?
@Rodrigo Ferreira Barbosa, para ter uma ideia do quanto um ciclo pode render, existe uma referência boa. No estudo clássico de Bhasin, publicado no New England Journal of Medicine, homens que treinavam e usavam 600 mg de enantato por semana durante dez semanas ganharam em média uns 6 kg de massa magra, com dieta controlada e proteína adequada. Repare nas condições: dose alta, dez semanas e comida certa. Com seis semanas de durateston, que tem um éster longo na mistura e demora para estabilizar, o ganho real fica bem menor, e boa parte do que sobe na balança é água e glicogênio que vão embora depois. O ponto que eu acho mais importante na sua mensagem é a dieta. Sanduíche de frango, frango com batata-doce e comer de três em três horas parece muito, mas são alimentos que enchem e têm poucas calorias por porção. Para quem tem 1,83 m e 70 kg e dificuldade de ganhar peso, o problema quase nunca é genética de magro. É comer menos do que o corpo gasta, mesmo com a sensação de estar comendo o dia todo. O seu pai ser magro pode influenciar o tipo de corpo, mas não impede ganhar peso com superávit. O que costuma destravar é aumentar a densidade calórica: arroz e massa em porções maiores, feijão, azeite na comida, pasta de amendoim, leite integral, aveia, banana, ovos inteiros e um shake caseiro entre as refeições. Pesar a comida e anotar por uma semana mostra quanto você realmente come. Se a balança não sobe com isso, aumente umas 300 kcal e espere duas semanas. O @trembomon levantou algo que vale checar: tireoide acelerada também dificulta ganhar peso. Um TSH com T4 livre, junto com hemograma, resolve essa dúvida. E o @Micael Silva tem razão sobre o momento. Voltando agora de cinco meses parado, você vai recuperar força e massa rápido só com treino e comida, a chamada memória muscular. Para montar um cardápio de ganho de peso como ponto de partida, o gerador de dieta do site faz uma simulação que depois você ajusta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/dieta/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Com quanto tempo de treino posso tomar Oxan?
@Thais Kellem, como o seu incômodo principal é a celulite, vale entender o que ela é, porque isso muda o que funciona. A celulite não é só gordura. Ela aparece porque, na mulher, as traves de tecido fibroso que prendem a pele ao músculo correm na vertical, e a gordura entre elas empurra a pele para cima enquanto as traves puxam para baixo. Por isso ela aparece em quase todas as mulheres, inclusive nas magras, e é bem menos comum em homens. Ela piora com mais gordura na região, com pele mais fina e com músculo pouco desenvolvido embaixo, e melhora quando a gordura local cai e o músculo da coxa e do glúteo cresce, porque a pele fica mais esticada sobre uma base mais firme. A oxandrolona pode ajudar nos dois pontos, mas de forma indireta, e o efeito que as pessoas relatam vem principalmente da perda de gordura e do ganho de músculo, que treino e dieta também entregam. Ela não trata a estrutura da celulite. E com 15 dias de treino e a praia daqui a um mês, nenhum anabolizante tem tempo de mudar muito. O que dá para melhorar nesse prazo é retenção de líquido, com menos sal e mais água, e um pouco de gordura com déficit calórico. Sobre os colaterais, você está certa que doses baixas reduzem o risco, como o @fisiculturismo explicou, mas não zeram. Os efeitos de virilização variam de pessoa para pessoa, e a queda de cabelo é um deles, mais provável em quem já tem tendência na família. Por isso, se um dia decidir usar, a regra é dose baixa, ciclo curto e parar ao primeiro sinal de rouquidão, pelos no rosto ou queda. O que mais funciona contra a celulite, a médio prazo, é treino de força para pernas e glúteos com progressão de carga, gordura corporal mais baixa e, se ainda incomodar, procedimentos dermatológicos específicos para celulite, que um dermatologista pode indicar. Para começar com um treino estruturado nessa volta à academia, o gerador de treino do site monta uma simulação que serve de ponto de partida: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo com Trembolona: HCG na TPC e dose reduzida de Anastrozol em cápsula?
@Lucas Moreira Lima de Azevedo, sobre o HCG no fim, a lógica é diferente da do uso durante o ciclo. Intraciclo ele mantém o testículo trabalhando o tempo todo. Quando entra só no final, a função é reativar um testículo que ficou parado por semanas, antes de o SERM religar o comando do cérebro. Na prática, ele costuma ser usado no intervalo entre a última aplicação e o início da TPC, por duas a três semanas, e é suspenso quando o SERM começa. O motivo de não sobrepor por muito tempo é que, enquanto o HCG está sendo usado, o LH continua suprimido, e o objetivo da TPC é justamente fazer o LH voltar. No seu ciclo, quem dita o início da TPC é o enantato. A trembolona acetato e o stanozolol saem rápido. Então o HCG entraria nas semanas logo depois da última aplicação de enantato, e o SERM depois disso. Sobre o anastrozol, não existe desmame de inibidor de aromatase. Ele não é como um corticoide, que precisa ser reduzido aos poucos. O ponto é outro: 1 mg por cápsula é uma dose alta para quem usa testosterona em dose de ciclo, e usar por calendário é o caminho mais rápido para derrubar demais o estradiol. Estradiol baixo demais dá dor articular, libido baixa, cansaço e humor ruim, e com stanozolol e trembolona no ciclo, que não aromatizam, isso fica ainda mais fácil de acontecer. Abrir a cápsula para dividir o pó não dá precisão. Se for usar, o certo é manipular em dose menor, e só diante de sintoma de estrogênio alto ou de um exame de estradiol, que é o que deveria guiar a decisão. Com stanozolol em 100 mg em dias alternados e trembolona juntos, o seu HDL deve estar bem baixo agora, e a pressão pode estar subindo. Perfil lipídico, hemograma e medida de pressão algumas vezes por semana nessa fase são mais importantes que o HCG. Para comparar a estrutura com os exames de controle e o tempo de TPC sugeridos, o gerador de protocolo hormonal do site serve como simulação, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Novato
@reisreis, com 17 anos e quase dois anos de treino, um bulk bem feito rende muito, porque a sua produção natural de hormônios está no auge. O segredo é o tamanho do superávit. Comer algo entre 250 e 400 kcal acima do gasto já basta para ganhar músculo. Mais do que isso acelera a balança, mas o que sobra vira gordura. Uma referência prática é ganhar perto de 0,25 a 0,5 kg por semana. Se subir mais rápido do que isso por várias semanas seguidas, reduza um pouco. O resto é simples: proteína em torno de 1,6 a 2 g por quilo, carboidrato como principal fonte de energia, principalmente em volta do treino, e progressão de carga registrada. Dormir bem conta tanto quanto comer, ainda mais na sua idade. Arroz, feijão, ovos, carne, frango, leite, aveia, banana e pão resolvem um bulk inteiro sem precisar de suplemento caro. @thejhones, com 1,80 m, 82 kg e uns 17% de gordura depois de seis meses de treino, você tem duas boas opções. A primeira é um cutting curto, de algumas semanas, com déficit moderado, até chegar perto de 13 a 14%, e depois voltar para um bulk lento. A segunda é ficar na manutenção, ou um pouco abaixo, e fazer recomposição, já que com seis meses de treino o corpo ainda ganha músculo com facilidade mesmo sem superávit. A preocupação de não conseguir perder a gordura depois não precisa existir. Quanto mais cedo você controla o percentual, mais fácil fica. O que não compensa é seguir em superávit grande com a barriga crescendo. A sugestão do @darlanO de começar o déficit em 300 kcal é boa, porque preserva melhor o músculo e é mais fácil de manter. Para calcular o gasto diário com os seus dados, a calculadora de TDEE do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/
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calombo após aplicação
@MARCIA.PEREIRA, o calombo com stanozolol injetável é muito comum, e a explicação está na forma do produto. Ele não é um óleo, é uma suspensão em água, com pequenos cristais da substância. Esses cristais irritam o músculo e provocam uma inflamação local, que forma o nódulo duro e dolorido. Por isso acontece mesmo com aplicação bem feita, como no caso da @GYT, aplicada por técnica de enfermagem. A velocidade da injeção, lembrada por @TaBaLi, também influencia: empurrar devagar espalha menos o líquido de uma vez. Na grande maioria das vezes o calombo some sozinho em uma a três semanas, e compressa morna ajuda. O que separa a inflamação comum de um abscesso é a evolução. Calombo que vai diminuindo, mesmo devagar, é o esperado. Dor que aumenta depois do terceiro dia, calor local, vermelhidão que se espalha, pele brilhante ou mole por cima do nódulo e febre são sinais de infecção, e aí não é caso de compressa, é de avaliação médica, às vezes com drenagem. Abscesso tratado tarde é o que pode deixar a marca que você teme. Dois detalhes do tópico aumentam o risco de infecção e valem para quem chegar aqui pesquisando. Passar o produto de um frasco para outro com seringa, como a @GYT contou que fez, abre a chance de contaminar o conteúdo, mesmo com o vidro esterilizado. E a separação do líquido em duas camadas é normal na suspensão, não indica que estragou, mas o frasco precisa ser bem agitado antes de puxar a dose, senão a quantidade de substância muda de uma aplicação para outra. Limpar a tampa com álcool, usar agulha nova para puxar e outra para aplicar, e revezar bem os locais reduz bastante o problema. E um ponto sobre o seu ciclo: stanozolol e oxandrolona juntos somam dois androgênios com efeito forte no HDL e no fígado, e somam o risco de virilização. Fique atenta a rouquidão, voz mais grossa e pelos no rosto, e faça perfil lipídico, TGO e TGP durante o uso. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Perda de libido e caroço no mamilo após ciclo com Trembolona e Testosterona
@15fitness15, respondendo diretamente às suas duas últimas perguntas: o especialista indicado é o endocrinologista, e os exames que fazem sentido no seu caso são testosterona total e livre, SHBG, LH, FSH, estradiol, prolactina e TSH, de preferência colhidos pela manhã. Para o caroço no mamilo, uma ecografia mamária completa a avaliação. O @Toxi tem razão que muitos laboratórios fazem os exames sem pedido, mas levar o resultado a um endocrinologista ajuda a interpretar e decidir o tratamento. Os dois sintomas provavelmente estão ligados. Propionato, trembolona e oxandrolona juntos suprimem bastante o eixo, mesmo num ciclo de um mês. Se a produção própria não voltou totalmente, a testosterona fica baixa, e a libido cai. A prolactina também entra na suspeita, porque a trembolona é associada a alterações dela, e prolactina alta derruba a libido por conta própria. Os exames vão mostrar qual dos caminhos é o seu: testosterona baixa com LH e FSH baixos indica que o comando do cérebro ainda não voltou, enquanto prolactina alta pede outro tipo de investigação e tratamento. Sobre o caroço, a ecografia diferencia glândula mamária de gordura. Se for tecido glandular, é ginecomastia, como o @Fernando Brandão Brochado sugeriu. O tempo pesa aqui. Nos primeiros meses, o tecido ainda é mais "ativo" e pode regredir em parte com tratamento. Com o passar do tempo, ele tende a ficar fibroso e deixa de responder a medicamento, e aí a solução costuma ser cirúrgica. Por isso vale não adiar a avaliação. Se o caroço estiver crescendo, doendo ou com saída de líquido pelo mamilo, a consulta deve ser antes. Enquanto não tiver os resultados, evite começar outro ciclo ou tomar medicação por conta própria para "religar" o eixo. Um novo ciclo agora mascara o problema e piora a recuperação. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1 Ciclo de oxandrolona: 30mg por dia é muito pra um novato?
@Patitus, a dose de 30 mg não é exagerada para um homem, como o @Toxi disse. Mas a ideia de que a oxandrolona tem colateral baixo merece um ajuste, porque o colateral dela é silencioso. O principal é a queda do HDL, que costuma ser forte mesmo em doses moderadas, e o LDL tende a subir. Isso não aparece no espelho, só no exame. Ela também é um oral alquilado, então pesa no fígado, mesmo que menos que outros. Fazer perfil lipídico, TGO e TGP antes de começar e de novo umas quatro semanas depois do fim é o jeito de saber o custo real do ciclo para você. Sobre a TPC, a oxandrolona suprime a produção própria, menos que outros esteroides, mas suprime, e o grau aumenta com a dose. Em seis semanas a 30 mg, muita gente se recupera sozinha, e é por isso que o @Toxi achou o tamoxifeno dispensável. O jeito mais seguro de decidir é ter o tamoxifeno em casa e dosar testosterona total, LH e FSH umas duas a três semanas depois de terminar. Se vier baixo, ou se a libido e a disposição caírem, um esquema curto de 20 mg por dia por três a quatro semanas costuma resolver. Sobre a dieta, que o @Toxi perguntou, olhando o que você listou, você deve estar perto de 120 a 130 g de proteína por dia, o que é razoável para 79 kg. O que falta, para quem é vegetariano, são leguminosas. Não aparece feijão, lentilha, grão-de-bico nem soja em nenhuma refeição, e são elas que fecham proteína com fibra e ferro numa dieta sem carne. Arroz com feijão no almoço e no jantar, iogurte natural ou queijo branco nos lanches e tofu de vez em quando aumentam a proteína sem depender só de whey e claras. Para a refeição antes de dormir, iogurte com aveia ou queijo cottage resolvem bem. Com 18% de gordura, se o objetivo é baixar gordura, as calorias totais vão pesar mais do que a oxandrolona. Para fechar proteína, carboidrato e gordura com o seu peso e objetivo, a calculadora de macronutrientes do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/macronutrientes/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Low doses: stanozolol por 4 semanas
@BullyTDT, o que esse tipo de ciclo tem de particular é a ausência de testosterona, e isso muda como ele deve ser lido. O stanozolol suprime a sua produção própria mesmo em dose baixa. Sem testosterona de fora para compensar, o corpo fica com pouca testosterona e pouco estradiol, porque o stanozolol não vira estrogênio. A queda de libido que o @Toxi alertou costuma aparecer mais adiante, quando a supressão se instala, e é por isso que reduzir a dose no meio não resolve. A libido normal ou até mais alta nas primeiras semanas é comum, e não garante que vá continuar assim. O tribulus não segura isso, porque não tem efeito comprovado sobre a testosterona de quem está suprimido. A pergunta do @7zyzz7 sobre a lógica de doses baixas por pouco tempo é boa, mas a resposta vai no sentido contrário do que ele sugeriu para quem usa só stanozolol. Dose baixa não evita supressão. Ela reduz colateral, mas o eixo para do mesmo jeito. E quanto mais tempo de oral alquilado, mais o fígado e o colesterol sofrem. Ciclo curto com stanozolol é a forma de limitar justamente esses dois. As cãibras que ele relatou aparecem com frequência em relatos de stanozolol, embora o mecanismo não esteja bem estabelecido. Começar o tamoxifeno logo depois da última dose faz sentido, já que o stanozolol oral sai rápido do corpo. A silimarina não impede a lesão hepática de esteroide alquilado, então o que protege mesmo é o ciclo curto que você planejou e um TGO, TGP e perfil lipídico depois. Um ponto que eu revisaria agora é a cafeína. 420 mg por dia já é o limite que costuma ser considerado seguro para adultos, e o stanozolol também pode subir a pressão. Somar os dois com treino e dieta de déficit pesa no coração e no sono. Baixar para algo entre 200 e 300 mg, longe do horário de dormir, mantém o efeito com menos risco. E como o objetivo principal é perder gordura, o resultado vai depender mais do tamanho e da duração do déficit do que do stanozolol. Para acertar as calorias dessa fase, a calculadora de cutting do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1º ciclo de boldenona feminino por 10 semanas
@arysta, o detalhe mais importante do seu ciclo é um que ninguém comentou: o éster da boldenona. O undecilenato é muito longo e fica semanas circulando depois da última aplicação. Isso pesa mais para mulher do que a dose em si, porque se aparecer um sinal de virilização, como rouquidão, voz mais grossa, pelos no rosto ou aumento do clitóris, parar não interrompe o efeito na hora. O hormônio continua agindo por várias semanas, e alguns desses efeitos podem não voltar. Com oral de ação curta, você para e em poucos dias ele sai. Com boldenona, não. Por isso eu discordo de subir a dose. A faixa de 100 a 250 mg por semana que o @trembomon citou é alta para mulher, e a sua dose atual, mais baixa, é justamente a mais prudente para um éster que não dá para "desligar". O @Micael Silva tem razão em não somar a oxandrolona agora. Se fosse para escolher, a oxandrolona sozinha, de ação curta, seria menos arriscada para um primeiro contato do que a boldenona. Sobre a TPC, o esquema com tamoxifeno é pensado para homens, para religar a produção de testosterona. Em mulher a lógica é diferente, e o que costuma se alterar é o ciclo menstrual. Acompanhar a menstruação e, se ela demorar a voltar, avaliar com o ginecologista faz mais sentido do que tomar tamoxifeno por conta própria. Um alerta importante sobre a erva de São João: ela reduz o efeito do anticoncepcional, porque acelera a eliminação dos hormônios da pílula pelo fígado. Somado à orientação de parar o anticoncepcional, isso aumenta a chance de gravidez durante o uso de androgênio, que pode masculinizar um feto feminino. Se você usa anticoncepcional, não suspenda por conta própria e não associe erva de São João. Se não usa, camisinha em todas as relações durante o ciclo e nas semanas seguintes. O Equifort é um produto veterinário. A molécula é a mesma, mas o controle de esterilidade e de concentração segue outro padrão, então atenção redobrada a qualquer sinal de infecção no local da aplicação, como calor, vermelhidão crescente ou febre. Perfil lipídico, hemograma, TGO e TGP antes e depois completam o acompanhamento. Para consultar mecanismo e colaterais de cada composto, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Mens Physique
@darlanO, a descrição que o @Edson Rodrigues trouxe é a oficial, e na prática ela quer dizer o seguinte: na Men's Physique, o que decide é ombro largo, costas abertas, cintura fina, abdômen bem marcado e proporção, com o tronco aparecendo inteiro e a perna escondida pela bermuda. Volume extremo não é critério, e excesso de massa pode até atrapalhar o visual em V. Pelo que você descreveu, o formato você já tem, e isso é metade do caminho. O ponto que eu revisaria é a meta de peso. Vale fazer a conta com os seus números. Com 74 kg e 12% de gordura, você tem perto de 65 kg de massa magra. Para subir no palco com 80 kg e 9%, precisaria de uns 73 kg de massa magra, ou seja, cerca de 8 kg de músculo novo, e manter esse músculo enquanto seca. Para quem já treina há tempo, isso é ganho de vários anos, não de meses. E 9% costuma ser pouco seco para palco nessa categoria. O abdômen precisa aparecer bem desenhado, e a maioria sobe mais magro do que isso. Se você secar a partir do físico atual, o peso de palco tende a ficar perto dos 68 a 70 kg, e isso não é problema. Na sua altura, muita gente compete nessa faixa. Por isso o conselho do @Edson Rodrigues de escolher uma data mais adiante faz sentido. Um bulking mais controlado nos próximos meses, sem ganhar gordura demais, e um cutting longo, de umas 16 a 20 semanas, costuma render mais do que um bulking pesado seguido de dieta corrida. Nessa categoria, cintura fina vale ponto, e bulking exagerado engrossa a cintura justamente onde você mais precisa dela fina. Treino de pose também conta muito: entrada, giro e a pose frontal com a mão na cintura pesam tanto quanto o físico na comparação. Para ver as categorias e as referências de cada divisão, a ferramenta de categorias NPC e IFBB Pro do site ajuda a se situar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/categorias-npc-ifbb-pro/
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Propionato + Oxandrolona (1o ciclo)
@mn32, vou responder as dúvidas que ficaram sem resposta no meio do relato. A falta de ereções espontâneas não quer dizer que o propionato seja falso. Com 100 mg em dias alternados, perto de 350 mg por semana, a testosterona deveria estar acima do normal, e muita gente sente libido mais alta. Mas a oxandrolona em 60 mg por dia é uma dose alta, e androgênios derivados da DHT em dose alta podem deixar a libido igual ou até reduzir em algumas pessoas. Também pesa o estradiol, porque a ereção depende dele numa faixa adequada. A única forma de saber se o produto é real é dosar testosterona total durante o ciclo. Com propionato verdadeiro nessa dose, o resultado vem bem acima da referência. Secar rápido, ganhar força e braço crescendo também são sinais compatíveis com produto ativo. O chá verde não atrapalha a oxandrolona. Não há interação conhecida que importe. O efeito dele na perda de gordura é pequeno, então pode tomar, só sem esperar muito dele. Sobre o calombo no glúteo, nódulo duro que vai melhorando aos poucos costuma ser reação inflamatória local ao óleo ou um pequeno hematoma, e pode levar semanas para sumir. Compressa morna ajuda. Os sinais de abscesso são outros: dor que aumenta em vez de diminuir, calor, vermelhidão que se espalha, pele brilhante ou febre. Se aparecer qualquer um desses, precisa de avaliação. Quanto à aplicação em que veio sangue, você agiu certo ao tirar a agulha e não injetar. E evitar o vasto lateral com propionato faz sentido para muita gente, porque o propionato é um dos ésteres que mais irritam o músculo. Sobre a TPC, com propionato o nível cai rápido, então começar o SERM uns três a cinco dias depois da última aplicação já resolve. A semana que o @Arnaldo Santos sugeriu também funciona, a diferença entre os dois prazos é pequena. A oxandrolona sai rapidamente também. E como você está usando 60 mg dela por quatro semanas, vale dosar perfil lipídico, TGO e TGP depois do ciclo, porque nessa dose o HDL costuma cair bastante. Você comentou que está chutando o percentual de gordura. Para ter um número de referência e comparar antes e depois, a calculadora de percentual de gordura por dobras do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/calculadoras-percentual-gordura-corporal/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo de Durateston + Oxandrolona + Saizen (GH) >> Deposteron + Stanozolol
@ycollin, buscar argumentos para conversar com o seu médico é uma boa forma de usar o fórum, desde que a conversa continue com ele, como você mesmo propôs. O @Toxi e o @Micael Silva têm razão num ponto: sem saber os exames e o raciocínio do médico, ninguém aqui consegue dizer se o protocolo está certo. Mas dá para explicar o que cada mudança faz e quais perguntas valem levar para a consulta. A sua ideia sobre a troca de durateston por deposteron está meio invertida. A durateston tem quatro ésteres, um deles o propionato, que é rápido, e outro o decanoato, que é o mais longo da mistura. Ela tem um começo mais rápido e uma cauda mais longa. O cipionato da deposteron é um éster só, intermediário, o que deixa o nível no sangue mais previsível de uma aplicação para outra. Em dose, 250 mg de durateston e 200 mg de deposteron por semana ficam bem próximos. A mudança é mais de estabilidade do que de potência. As perguntas que eu levaria para o médico são estas: Qual o objetivo do stanozolol somado à oxandrolona? Os dois derrubam o HDL, e juntos o efeito costuma ser maior. Qual a concentração do stanozolol? 1 ml por semana pode ser uma dose baixa, e aí vale entender o que ele espera dela. O GH em 3 UI por dia vai continuar até quando, e com quais exames? Nessa dose, retenção, formigamento nas mãos e alteração de glicose são os efeitos mais comuns. Glicemia de jejum, hemoglobina glicada e IGF-1 mostram como você está respondendo. Haverá TPC no fim, ou o plano é manter alguma dose de testosterona? Isso muda a forma de terminar o ciclo. Para o seu objetivo, de secar o abdômen com um pouco de hipertrofia, os resultados que você descreveu, com 10 cm a menos no abdômen, já são bons, e boa parte vem da dieta e do treino de cinco dias por semana. Hemograma, perfil lipídico, TGO e TGP no meio do ciclo completam o acompanhamento. Se quiser comparar a estrutura com os exames de controle sugeridos, o gerador de protocolo hormonal do site serve como simulação, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
- 5 respostas
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- clembuterol
- deposteron
- dura
- durateston
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Marcado com:
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Arginina e vasodilatação
@Abilio Batista, pode ficar tranquilo quanto à saúde vascular. O @trembomon resumiu bem: a arginina em cápsula é um vasodilatador fraco. Boa parte dela é metabolizada no intestino e no fígado antes de chegar à circulação, e o aumento de óxido nítrico que sobra não tem força para "hiperdilatar" uma veia ou causar dano. O efeito colateral mais comum em dose alta é desconforto intestinal, com gases e diarreia. Sobre as veias aparentes, na maioria das vezes isso é normal. Veia bem visível no braço e no antebraço, em repouso, costuma vir da soma de genética, pele fina e pouca gordura embaixo da pele, e o treino aumenta o fluxo e o calibre delas com o tempo. O que não é normal é veia tortuosa e saltada nas pernas, com dor, sensação de peso, inchaço no fim do dia ou mancha escura na pele, que são sinais de varizes. Também chama atenção veia que endurece, fica vermelha e dolorida, ou inchaço de um braço só. Se nada disso acontece, não há com que se preocupar. A questão mais útil talvez seja outra: com cinco meses de treino, a arginina quase não vai mudar o seu resultado. Se a ideia é investir em um suplemento, a creatina tem muito mais evidência para força e massa, e os estudos com adolescentes não mostraram problemas nas doses usuais. Proteína suficiente na dieta e sono também pesam mais do que qualquer vasodilatador. Para comparar a evidência de arginina, citrulina, creatina e outros suplementos, o orientador de suplementos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/
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Testosterona vicia?
@Julio Porto, o seu relato descreve, quase passo a passo, o mecanismo que faz a dependência de anabolizante existir, então a pergunta do título tem resposta séria. O @Gamma está certo que a testosterona não vicia como uma droga que dá euforia e abstinência química clássica. Mas a dependência de esteroide anabolizante é descrita na literatura, e estimativas de pesquisadores de Harvard sugerem que perto de um terço dos usuários desenvolve esse padrão. O mecanismo é justamente o que você viveu. Durante o ciclo, a testosterona alta dá disposição, libido, sono e confiança. Quando o ciclo acaba, a produção própria ainda está suprimida, e por algumas semanas você fica com menos testosterona do que tinha antes de começar. Vem cansaço, perda de força, falta de vontade de treinar e humor para baixo. A forma mais rápida de sair desse buraco é voltar a aplicar, e é assim que o ciclo seguinte começa cada vez mais cedo. A frase "vai ser difícil esperar seis meses" é o sinal a que vale prestar atenção. O outro lado da sua história é o que eu acho mais importante: você se sentiu melhor aos 42 do que no fim dos 30, e o pós-ciclo trouxe de volta "o velho eu", com cansaço de manhã e pouca energia. Isso pode significar que a sua testosterona de base já era baixa, o que é comum nessa idade. A forma de saber é dosar testosterona total pela manhã, em duas coletas diferentes, junto com LH, FSH, prolactina e SHBG, depois que o eixo tiver se recuperado do ciclo. Se der baixo com sintomas, a reposição médica é uma opção real, que o @Foston usa e o @fisiculturismo já sugeriu pesquisar. As críticas que você leu existem, e boa parte mirava a prescrição sem diagnóstico. O maior estudo de segurança cardiovascular até hoje, o TRAVERSE, com homens de 45 a 80 anos com testosterona baixa e risco cardíaco, não mostrou aumento de infarto ou AVC com a reposição. Isso não torna a reposição isenta de risco. Ela sobe hematócrito, suprime a fertilidade e é, na prática, para a vida toda. A diferença para o que o @trembomon sugeriu é que reposição é dose para manter a testosterona no normal, com acompanhamento, e não um cruise com dose de ciclo. Um detalhe do seu pós-ciclo que merece atenção: cansaço pela manhã, dormir tarde e queda de libido também aparecem em quem tem apneia do sono, que derruba a testosterona por conta própria. Antes de qualquer decisão, vale checar o risco com a calculadora de apneia do site: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/apneia/ @VIVIFITNESS, testosterona em creme para mulheres funciona bem para libido em doses baixas, mas a mesma atenção vale: voz, pelos no rosto, acne e clitóris são os sinais de que a dose passou do ponto, e alguns deles podem não reverter. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Oxandrolona: paro com anticoncepcional? Quais são os colaterais?
@Crsmalta, vou responder as suas perguntas na ordem, porque nenhuma delas é burrice, e várias têm resposta que muda a decisão. Oxandrolona emagrece? Não diretamente. Ela ajuda a preservar e ganhar músculo, e o músculo melhora o desenho do corpo, mas perder peso continua dependendo de comer menos do que gasta. Com um mês de treino, você está na fase em que o corpo mais responde a treino e dieta sem nada. Isso é o que o @trembomon e o @Micael Silva quiseram dizer: o resultado que a oxandrolona daria agora você consegue de graça nos próximos meses. Três vezes por semana dá resultado? Dá, e bem. Para quem está começando, três treinos de corpo inteiro ou divididos em dois grupos, bem executados e com aumento de carga ao longo das semanas, é suficiente. Precisa de suplemento? Não. Suplemento serve para completar a dieta. Se você consegue bater a proteína do dia com comida, ele não é necessário. Os efeitos colaterais variam de pessoa para pessoa? Variam, mas no caso das mulheres o risco principal é previsível: virilização, com voz mais grossa, pelos no rosto, aumento do clitóris e alteração da menstruação. Ele aumenta com a dose e o tempo, e parte desses efeitos pode não voltar. Tem que parar o anticoncepcional? Aqui eu discordo da forma como o @Foston colocou. Parar o anticoncepcional sem colocar outro método no lugar, durante um ciclo, é o pior cenário possível, porque androgênio na gestação pode masculinizar um feto feminino. O anticoncepcional com estrogênio realmente aumenta risco de trombose, e somar androgênio soma fatores. Por isso, se um dia você decidir ciclar, a troca de método é conversa para fazer com o ginecologista antes, e não algo para suspender por conta própria. Sobre 10 semanas, doses e tempo de pausa, prefiro não montar um esquema agora, porque com um mês de treino e o objetivo de perder peso, a oxandrolona não é a ferramenta certa agora. O que vai te dar resultado é organizar o treino e acertar a alimentação. Para começar com uma estrutura de treino adequada para três dias por semana, o gerador de treino do site monta uma simulação que serve de ponto de partida: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Emagrecimento com LA/Aeróbicos
@BADGER, o produto que você escolheu não vai dar a energia que você está procurando, porque, como você mesmo estranhou, ele não tem cafeína. Óleo de cártamo é a matéria-prima de onde se tira o CLA, e o CLA tem efeito pequeno na perda de gordura nos estudos, perto do que um ajuste de dieta faz. Não é perigoso, mas também não acelera o metabolismo de forma que você vá sentir no dia a dia. Para o gás durante o dia, a cafeína é o que funciona, como o @fisiculturismo explicou, e você não precisa de termogênico para isso. Café coado ou cafeína em cápsula entregam a mesma substância por muito menos dinheiro, e você controla a dose. A faixa estudada para desempenho fica entre 3 e 6 mg por quilo de peso, e muita gente já sente o efeito com bem menos. O cuidado é o horário: cafeína tem efeito longo, e tomar depois do meio da tarde costuma piorar o sono. Sono ruim derruba energia, fome e recuperação, e anula o que a cafeína deu. Olhando a sua rotina, eu desconfiaria da própria dieta antes de procurar suplemento. Duas horas de treino cedo, sem carboidrato, e depois o dia inteiro estudando é uma combinação que deixa muita gente sem energia e com a cabeça lenta. Não é preciso abandonar a dieta, mas colocar uma porção de carboidrato na refeição antes ou depois do treino costuma melhorar muito a disposição e o desempenho, sem atrapalhar a perda de gordura, desde que as calorias do dia continuem em déficit. E duas horas de academia é bastante. Se boa parte disso for aeróbico em jejum, vale rever o volume. Para comparar a evidência de cafeína, CLA, cromo e outros ingredientes de termogênico, o orientador de suplementos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/
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Posso tomar Dilatex com 3 meses de academia?
@Bernardo878, pode, e o @fisiculturismo foi no ponto certo: depende da fórmula do produto. Suplementos vendidos como vasodilatadores costumam ter arginina, citrulina ou extratos parecidos. Nenhum deles interage de forma relevante com a testosterona da reposição. A ressalva é o efeito: a arginina por via oral tem efeito pequeno no pump, porque boa parte é metabolizada antes de chegar ao músculo, e a citrulina tem evidência um pouco melhor. Com três meses de treino, a diferença no resultado é pequena perto de dieta e progressão de carga. O que eu olharia no rótulo é se ele tem cafeína ou outro estimulante. A reposição de testosterona pode subir o hematócrito e, em algumas pessoas, a pressão. Estimulante em dose alta soma no mesmo lado. Nos exames que você já faz a cada dois meses, vale incluir hemograma, se ainda não estiver. @Tadeu silva, sobre as suas dúvidas, a queda na qualidade do esperma é esperada com testosterona de fora, e não é só pela idade. A testosterona aplicada faz o cérebro reduzir o LH e o FSH, e são eles que comandam a produção de espermatozoides no testículo. Por isso a reposição pode reduzir muito a contagem, às vezes a zero. Se ter filhos estiver nos planos, isso precisa ser conversado com o seu médico, porque há estratégias específicas, como o HCG, para preservar a fertilidade. A redução do volume dos testículos vem pelo mesmo mecanismo e costuma ser leve a moderada. A ginecomastia depende do estradiol. Aplicar de 15 em 15 dias cria um pico logo depois da injeção, e é nesse pico que o estradiol sobe mais. Dosar estradiol junto com a testosterona, de preferência perto do meio do intervalo, mostra se há risco. Sensibilidade ou caroço atrás do mamilo é o sinal para avisar o médico logo. E @Bernardo878, testosterona muito baixa aos 20 anos merece que a causa seja investigada, se ainda não foi. LH, FSH e prolactina mostram se o problema está no testículo ou no comando do cérebro, e isso muda o tratamento e a questão da fertilidade no futuro. Para comparar a evidência de cada ingrediente de pré-treino, o orientador de suplementos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Efeitos colaterais a curto prazo do Stanazolol
A pergunta original do tópico merece uma resposta organizada, porque a discussão ficou com informação boa e informação errada misturadas. O stanozolol é um esteroide anabolizante derivado da DHT, e suprime sim a produção própria de testosterona. O @Pharmabio explicou o motivo: o corpo percebe androgênio sobrando e corta o sinal para os testículos. A afirmação de que ele não é hormônio e não mexe no eixo, que o @misfits defendeu, não se sustenta, e o @Yagami estava certo nesse ponto. Os colaterais mais relevantes de um ciclo só com stanozolol são estes: Colesterol: é um dos anabolizantes que mais derrubam o HDL e sobem o LDL. Para muita gente, é o efeito mais importante a longo prazo, e não aparece em espelho, só em exame. Fígado: é alquilado na posição 17, tanto o oral quanto o injetável. Náusea, vômito e tontura, como o @emilio´s relatou com dose alta, podem ser sinal de sobrecarga. Cabelo e pele: por ser derivado da DHT, acelera queda em quem tem predisposição à calvície, e pode aumentar oleosidade e acne. Articulações: muita gente relata dor e sensação de articulação seca. Eixo hormonal: precisa de TPC e de exame depois para confirmar a recuperação. Mulheres: risco alto de virilização, com voz grossa e pelos, que podem não reverter. Sobre proteger o fígado, nem óleo de prímula nem silimarina ou ácido alfa-lipoico têm evidência sólida de impedir a lesão causada por esteroide alquilado. O que protege é dose menor, ciclo curto e TGO, TGP e GGT antes e durante. @Lady Snow, sobre a queda de cabelo, a pergunta do @Foston faz sentido como raciocínio, mas o exame de DHT não ajuda muito aqui. O stanozolol já age diretamente no receptor sem precisar virar DHT, então o efeito no folículo acontece mesmo com DHT normal no exame. Por isso também a finasterida não segura a queda causada por ele. Se o stanozolol já saiu, a tendência é a queda estabilizar com o tempo. Se ela voltar ou continuar, vale avaliação com dermatologista, porque a queda depois de um gatilho às vezes aparece com atraso. Pill Food só ajuda se houver alguma deficiência de base. Os seis quilos em três meses também são um bom motivo para fazer perfil lipídico, TGO e TGP agora, já que o objetivo era emagrecer e o stanozolol mexe forte no colesterol. E fique atenta a voz, pelos no rosto e ciclo menstrual, que são os sinais de virilização. Para consultar mecanismo e colaterais de cada composto, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Pós-competição no fisiculturismo: rebote e riscos aos 21 anos
O pós-competição no fisiculturismo colocou Sjo Herben no centro de uma discussão sobre comida, anabolizantes e saúde aos 21 anos. Depois de subir ao palco, ele exibiu refeições enormes, distensão abdominal e lesões no peito. Afirmou ter ganhado 25 kg em dois dias, mas depois negou esse ganho e disse que havia exagerado para provocar reações. O caso é acompanhado por Greg Doucette em “21 On Steroids And Going To Die”. Ele relaciona o quadro ao uso de anabolizantes e ao exagero na comida depois da competição. Para questionar a pressa pelo cartão profissional, lembra que só obteve o seu aos 35 anos e, segundo seu relato, começou a usar esteroides depois dos 30. Sjo respondeu às críticas em “ELIMINATING Greg Doucette” e contou mais sobre sua preparação em uma entrevista a Will Tennyson. Do palco ao rebote: o que aconteceu com o atleta de 21 anos Sjo Herben ficou em segundo lugar no bodybuilding masculino da NPC Worldwide Krachtig Fit Cup, disputada em 27 de setembro de 2026. Tinha cintura estreita, ombros largos e bastante volume no peito e nos braços. Mesmo assim, ficou insatisfeito com o resultado e já falava em disputar outro campeonato. O adversário apontado como vencedor tinha 33 anos, 12 a mais, e quadríceps mais desenvolvidos. Comparar os dois como se estivessem no mesmo ponto da carreira alimenta a urgência de crescer. Crescer leva tempo, e tentar compensar a derrota imediatamente pode custar a recuperação depois do campeonato. Fora do palco, a namorada demonstra preocupação com a pressão arterial. Ele responde que pode tomar mais remédio e continua comendo. Ao mesmo tempo, aparecem respiração pesada, distensão abdominal, o rosto inchado e lesões na pele. Antes do palco, mal-estar e fome a 11 dias da disputa A entrevista publicada em 18 de outubro mostra cenas gravadas durante a preparação. Naquele momento, Sjo estava a 11 dias de disputar um campeonato. Ele relatou sentir-se mal o tempo todo, com dores até para sair da cama. Disse que a alimentação naquela fase se concentrava em creme de arroz e que usava um vape para conter a vontade de comer. Ao falar dos anabolizantes, relatou ter chegado a 4.700 mg ao somar diferentes substâncias e depois reduzido para 2.000 mg. Disse que deixou de crescer com a quantidade maior e que se sentia melhor após a redução. O trecho não esclarece o intervalo a que esses totais se referem, por isso eles ficam como quantidades declaradas, sem conversão para dose diária ou semanal. Sjo afirmou ter ganhado 25 kg em dois dias e depois negou Os números mudam entre os registros. Em uma cena, o peso citado é 96 kg depois de repor carboidratos. Em outra, Sjo diz que pesava 91 kg no palco e ganhou 25 kg em dois dias. O ganho também é apresentado como 26 kg, enquanto outro registro traz 120 kg três dias depois, em 30 de setembro. Na resposta publicada em 7 de outubro, Sjo negou ter ganhado 25 ou 26 kg em dois dias. Chamou a alegação de rage bait, uma provocação feita para gerar indignação e comentários. Disse ter comido entre 6.000 e 8.000 kcal no dia seguinte à competição e alegou que sua pressão estava normal depois. RegistroNúmero apresentadoComo interpretarPeso de palco declarado91 kgRelato do atletaUma pesagem após repor carboidratos96 kgRegistro separado, sem sequência completa de pesagensGanho declarado em dois dias25 kg, apresentados também como 26 kgGanho negado pelo próprio atleta na resposta posteriorLegenda três dias depois120 kgOutro prazo, sem confirmação independente O ganho real permanece indeterminado após a contestação do próprio Sjo. Os registros de 91, 96 e 120 kg também ficam sem uma sequência completa e independente de pesagens, capaz de mostrar quanto o peso realmente mudou. Parte do peso costuma voltar quando o atleta repõe glicogênio, a reserva de carboidrato dos músculos, e a água que o acompanha. Um estudo de 2026 com atletas naturais explica que esse efeito pode aumentar a medida de massa magra sem representar músculo novo. A balança soma esses componentes e, sozinha, não mede crescimento muscular. O que é o efeito rebote no fisiculturismo? É o aumento de peso depois de uma preparação restritiva, quando a alimentação e a hidratação voltam a mudar. A balança reúne a reposição de reservas, a água e o conteúdo digestivo. Nas semanas seguintes, também pode haver recuperação de gordura. A preocupação cresce quando a subida é muito rápida ou vem com sintomas. Em 2026, pesquisadores acompanharam 19 atletas naturais autodeclarados, oito homens e 11 mulheres, por 12 semanas após a competição. A maior parte da recuperação da composição corporal ocorreu nas primeiras seis semanas. Sono e humor também melhoraram ao longo da recuperação. Os dados desses 19 atletas não definem uma faixa segura de ganho de peso para a primeira semana, sobretudo para quem usou anabolizantes. O físico de competição é uma condição temporária. Recuperar algum peso faz parte dessa transição, como explica a comparação entre shape de palco e offseason. Usar o abdômen ainda definido como sinal de que está tudo bem deixa de fora a pressão, a respiração e o funcionamento dos órgãos. As refeições chegaram a 700 g de feijão de uma vez Depois de receber críticas por comer alimentos como biscoito com pasta de amendoim, Sjo passa a mostrar arroz e feijão como prova de alimentação saudável. Uma refeição é apresentada com 200 g de arroz e 700 g de feijão. Ele declara 40 g de fibras. Mais tarde, aparece outra combinação com 680 g de feijão e 200 g de arroz. O pré-treino reúne 125 g de tâmaras, 10 g de mel, 200 g de creme de arroz e granulado de chocolate. As quantidades são as anunciadas, sem esclarecer se arroz e creme de arroz foram pesados crus, preparados ou secos. Por isso, elas documentam a refeição, sem permitir calcular com precisão suas calorias. Em um relato publicado no próprio canal em 4 de outubro, Sjo anunciou a intenção de chegar a 130 ou 140 kg. Falou em comer entre 6.000 e 8.000 kcal por dia e estimou consumir de 80 a 100 g de fibras diariamente. Reconheceu que ficou mais estufado quando aumentou as fibras, embora dissesse ter se adaptado depois. Na mesma ocasião, foi a um restaurante de comida à vontade e, após comer, disse que se sentia mal e mal conseguia respirar. O título “Eating Too Much Food Nearly Killed Me...” dramatiza o episódio, mas o relato termina sem documentar diagnóstico ou internação. O que aparece é a decisão de continuar aumentando a comida mesmo com desconforto. Depois de meses de restrição, é difícil lidar com a vontade de comer. Mesmo com arroz e feijão, o tamanho da refeição precisa caber no planejamento. Outro caso lembrado é o de Anthony Mantello, que teria ganhado cerca de 11,3 kg em poucos dias. Esse número também aparece como relato, sem uma série de pesagens independentes. Como voltar a comer depois da competição Sair de 2.000 para 5.000 kcal por dia, por exemplo, muda de uma vez a quantidade de comida. Esse salto ilustra uma preocupação com o exagero depois da dieta. A necessidade de energia e a progressão adequada dependem de como cada atleta chega ao fim da preparação. Aumentar a comida muito devagar também pode prolongar a falta de energia. No estudo de 2026, quem aumentou mais a alimentação também recuperou mais o gasto de energia do corpo em repouso. Como os atletas escolheram suas estratégias, o resultado mostra uma associação. Esse acompanhamento não comparou estratégias por sorteio e não define qual recupera melhor a saúde após competir. O caminho prático é sair da restrição com um plano individual, aceitando alguma recuperação de gordura e observando a saúde junto com o peso. A equipe precisa acompanhar fome, sono, humor, disposição para treinar e mudanças hormonais. Um aumento mínimo de calorias toda semana pode ser insuficiente para quem continua comendo menos do que o corpo precisa para funcionar e treinar. A recuperação envolve treino e relação com a comida. Entrevistas publicadas em 2025 com 19 atletas naturais descreveram dificuldade com a imagem corporal e com a volta da alimentação. Os participantes apontaram valor em planejar cedo a recuperação, flexibilizar nutrição e treino e valorizar como o corpo funciona, além de sua aparência. Dieta reversa é obrigatória? A dieta reversa aumenta as calorias em pequenos passos. Uma revisão de 12 artigos, publicada em 2022, encontrou essa proposta ao lado de outras duas: voltar diretamente à quantidade de calorias para manter o peso ou comer sem uma meta rígida de calorias. A revisão pediu mais estudos para decidir qual estratégia recupera melhor a saúde. Os resultados de 2026 reforçam a necessidade de evitar uma restrição prolongada, sem estabelecer um ritmo único para todos. Uma análise preliminar publicada em 2025 sorteou 49 praticantes de musculação entre três estratégias depois de perderem 5% do peso: dieta reversa, retorno direto às calorias estimadas para manter o peso ou alimentação livre. Após 15 semanas, não houve diferença estatística no reganho de peso entre os grupos. O resultado foi publicado como resumo de estudo e não avaliou especificamente a recuperação depois de uma competição. Um painel de 15 especialistas, publicado em 2026, também favoreceu aumentar a alimentação no início e depois recuperar o peso gradualmente. A dieta reversa, com aumentos muito pequenos de calorias desde o começo, teve menos apoio. Vários detalhes da realimentação ficaram sem acordo. O painel reuniu opiniões de especialistas e não comparou estratégias em um experimento. Remédio para pressão resolve o risco dos anabolizantes? Na discussão com a namorada, a resposta à preocupação com a pressão é tomar mais remédio. Usar vários medicamentos para tentar controlar efeitos de outros é uma forma de polifarmácia. Os totais que ele declarou na entrevista ajudam a dimensionar sua prática, mas faltam registros médicos que confirmem o esquema completo de substâncias e doses. Sjo também afirmou ter feito um exame do coração seis meses antes da entrevista, com resultado que considerou bom. Na resposta às críticas, disse que seus exames de sangue estavam normais. A avaliação depende de quais exames foram feitos, de suas datas e dos resultados completos. A pressão é apenas uma parte da avaliação. No estudo HAARLEM, 100 homens foram acompanhados antes, durante e depois de um ciclo. A pressão sistólica, o primeiro número, subiu em média 6,87 mmHg. A diastólica, o segundo, subiu 3,17 mmHg. Colesterol e hematócrito, a proporção do sangue ocupada por glóbulos vermelhos, também mudaram de forma desfavorável. Em uma coorte dinamarquesa publicada em 2025, 1.189 homens sancionados por uso de anabolizantes foram comparados com 59.450 controles. Ao longo de cerca de 11 anos, tiveram mais eventos como infarto, arritmia, doença do músculo cardíaco e insuficiência cardíaca. É uma associação em um grupo acompanhado, sem permitir prever o futuro de Sjo. Mesmo que a pressão baixe, outras alterações precisam ser investigadas. A matéria sobre efeitos colaterais dos anabolizantes no coração e na fertilidade aprofunda essas diferenças. Acrescentar medicamentos por conta própria dificulta avaliar o conjunto do que está sendo usado. Acne e cicatrizes: o que Sjo relata sobre a isotretinoína Sjo atribuiu o início da acne ao anabolizante que chama de “deca”. Disse que começou a usar isotretinoína por volta de maio e que as feridas apareceram depois do tratamento. Na resposta de 7 de outubro, também declarou continuar usando o medicamento e relacionou a ele o ressecamento dos lábios. Essa é a explicação do atleta para a evolução da pele, sem prontuário dermatológico que confirme a causa das feridas. A isotretinoína é usada para tratar acne grave e exige acompanhamento e exames. O NHS inclui ressecamento da pele entre seus efeitos adversos. Lesões profundas e cicatrizes precisam ser avaliadas pelo dermatologista, sobretudo quando surgem ou pioram durante um tratamento. Um estudo de oito hospitais, publicado no volume de 2024 do periódico da Academia Europeia de Dermatologia e Venereologia, analisou 49 pacientes com acne fulminante, uma forma rara e grave da doença. Em 28 deles, o quadro surgiu após o uso de isotretinoína. Como o estudo reuniu pessoas que já tinham acne fulminante, essa proporção não mede o risco entre todos os usuários do medicamento nem estabelece o diagnóstico de Sjo. Anabolizantes também podem causar acne grave. A história de uso, o momento de início das lesões e o exame da pele são necessários para avaliar o papel de cada substância. A suspeita de melanotan II pela cor da pele e os comprimidos chamados de “vitaminas” continuam sem confirmação. Quando o ganho de peso pede atendimento Ganho súbito de peso junto de inchaço e falta de ar merece avaliação rápida. A American Heart Association inclui essas mudanças entre os sinais que podem acompanhar insuficiência cardíaca. Há outras causas possíveis, e a investigação serve para distingui-las. Falta de ar em repouso ou que piora rapidamente exige atendimento imediato. Quem está assim deve procurar um serviço de urgência, em vez de tentar corrigir o quadro com mais remédio para pressão ou esperar exames de rotina. Na consulta, é importante informar todas as substâncias, doses, frequência e tempo de uso. A avaliação clínica pode incluir pressão, hemograma, colesterol, exames do fígado e exame da estrutura e do funcionamento do coração. O plano para interromper anabolizantes precisa considerar o quadro atual e possíveis sintomas de retirada. Medo de perder tamanho e dificuldade para parar também merecem cuidado, assunto detalhado em dependência de anabolizantes e como buscar ajuda. A pressa pelo profissional pode empurrar o próximo erro Muito músculo e pouca gordura podem render resultado no palco, mesmo diante de problemas visíveis na pele. Mesmo satisfeito com o físico e recebendo elogios, o atleta pode precisar de tratamento. Colocar a próxima competição acima dos sintomas adia a decisão que mais importa naquele momento. Na entrevista, Sjo disse que aceitaria morrer aos 40 anos se isso significasse vencer o Mr. Olympia. Também contou que a namorada lhe deu mais propósito e que passou a se preocupar mais com exames e saúde. Essa tensão ajuda a entender o caso: reconhecer o risco pode coexistir com continuar perseguindo o tamanho necessário para o palco. Conclusão O pós-competição precisa de planejamento tão concreto quanto a preparação. Sjo negou ter ganhado 25–26 kg em dois dias, mas seus próprios relatos mantêm a preocupação com excesso de comida, desconforto e uso de anabolizantes. A prioridade é avaliar os sintomas e rever o uso de drogas antes de perseguir mais tamanho ou outra disputa. Cuidar da saúde permite continuar treinando, mesmo que o progresso seja mais lento. Perguntas frequentes Quem é Sjo Herben? É um fisiculturista que tinha 21 anos ao disputar a NPC Worldwide Krachtig Fit Cup, em setembro de 2026. Ficou em segundo lugar no bodybuilding masculino e ganhou atenção ao mostrar sua alimentação e seu físico depois do campeonato. O que mudou no físico de Sjo depois de competir? No palco, ele apareceu com cintura estreita e bastante volume muscular. Nos registros seguintes, exibiu distensão abdominal e o rosto inchado. Depois de afirmar que ganhou 25 kg em dois dias, negou esse ganho e disse que havia exagerado para provocar reações. Como era a alimentação de Sjo no pós-competição? Ele relatou comer entre 6.000 e 8.000 kcal por dia e mostrou refeições como 700 g de feijão com 200 g de arroz. Também anunciou a intenção de chegar a 130 ou 140 kg. Esses números descrevem a prática que ele divulgou, sem estabelecer uma meta de alimentação para outros atletas. O que Sjo revelou sobre o uso de anabolizantes? Ele declarou ter chegado a 4.700 mg ao somar diferentes substâncias e depois reduzido para 2.000 mg. O intervalo correspondente a esses totais ficou sem esclarecimento no trecho, por isso não é possível apresentá-los como doses diárias ou semanais. Ao falar da acne, citou o anabolizante que chama de “deca”. Por que Sjo tem cicatrizes no peito? Segundo Sjo, a acne começou após o uso de “deca” e as feridas apareceram depois que iniciou isotretinoína. Há registros científicos de acne fulminante, uma forma rara e grave de acne, após esse medicamento, mas isso não confirma a causa das cicatrizes dele. O diagnóstico individual depende da história clínica e da avaliação dermatológica. Anabolizantes podem causar acne? Sim. Acne grave está entre os efeitos possíveis do uso de anabolizantes. Feridas profundas, dor e cicatrizes pedem avaliação dermatológica, especialmente quando as lesões aparecem ou pioram durante o uso de substâncias ou de um tratamento. Pressão normal significa que Sjo está saudável? Não. Uma medida de pressão dentro da faixa esperada avalia apenas uma parte da saúde. Também é preciso avaliar o colesterol, alterações no sangue e como o coração está funcionando. Sjo diz ter tido exames bons, mas essas declarações não permitem concluir como está sua saúde hoje. O que é o efeito rebote no fisiculturismo? É a subida de peso depois de uma preparação restritiva, com reposição de água, reservas de carboidrato e alimento no sistema digestivo. Parte da gordura perdida também pode voltar nas semanas seguintes. A balança sozinha não mostra quanto desse aumento é músculo, gordura ou água. Quanto tempo dura o rebote depois de competir? Não existe um prazo único estabelecido para todos os atletas. Em um estudo com 19 atletas naturais, a maior parte das mudanças na gordura e na massa magra ocorreu nas primeiras seis semanas, dentro de um acompanhamento de 12 semanas. Esse resultado não define a duração de um inchaço agudo nem um prazo seguro para quem usa anabolizantes e apresenta sintomas. Como saber se estou tendo efeito rebote? A subida do peso ao voltar a comer e beber depois da preparação pode reunir recuperação de reservas, água e conteúdo digestivo. Por isso, acompanhe também inchaço, respiração e como você se sente, além da balança. Ganho súbito de peso com inchaço e falta de ar merece avaliação rápida, e falta de ar em repouso exige urgência. Como sair do efeito rebote depois do campeonato? Organize a volta da alimentação com metas individuais e acompanhamento da recuperação, evitando tanto comer sem limite quanto prolongar a falta de energia. Fome, sono, humor e disposição para treinar ajudam a avaliar como essa transição está ocorrendo. Se houver falta de ar ou inchaço importante, a prioridade é investigar os sintomas, em vez de tentar compensar com mais restrição ou remédios por conta própria. O que é dieta reversa e como fazer depois de competir? É aumentar as calorias aos poucos depois de uma dieta restritiva. Para aplicá-la, planeje com o nutricionista os aumentos de comida e acompanhe peso, fome, sono e disposição para ajustar o plano. Voltar diretamente às calorias para manter o peso é outra opção. A escolha precisa atender à recuperação de cada atleta, sem um ritmo único obrigatório. Quais são as fases do fisiculturismo? Na rotina competitiva, o atleta passa pela preparação, pelos ajustes finais para o palco e pela recuperação depois da disputa. Em seguida, organiza o período de desenvolvimento fora das competições, o offseason. O pós-contest é a transição em que alimentação, treino e saúde precisam voltar a se equilibrar. Referências AMERICAN HEART ASSOCIATION. Heart Failure Signs and Symptoms. [S. l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.heart.org/en/health-topics/heart-failure/warning-signs-of-heart-failure. Acesso em: 22 out. 2026. BUECHEL, Claire et al. Expert Consensus on Weight Management Strategies for Strength and Physique Athletes Before and After Competition. Journal of Strength and Conditioning Research, [S. l.], v. 40, n. 2, p. e155-e163, 1 fev. 2026. DOI: 10.1519/JSC.0000000000005295. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41549835/. Acesso em: 23 out. 2026. BUECHEL, Claire et al. Post-competition recovery in natural physique athletes: body composition, metabolic adaptation, and refeeding responses. Journal of the International Society of Sports Nutrition, [S. l.], v. 23, n. 1, art. 2676190, 2026. 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"MANUAL da TPC" - SERM, HCG, IA, Triptorrelina, Tribulus, Cabergolina e mais.
@Degiato, a resposta curta é sim: com durateston e deca, TPC é obrigatória, e o inibidor de aromatase fica guardado para usar só se aparecerem sinais de estrogênio alto. Mas antes de pensar na TPC, vale olhar a proporção do que você comprou. Você tem mais deca do que testosterona, em ml. A concentração da nandrolona desse laboratório eu não conheço, e isso muda a conta, mas em qualquer cenário a tendência é sobrar nandrolona em relação à testosterona. Essa é a combinação que mais traz queda de libido e dificuldade de ereção, porque a nandrolona suprime a produção própria com força e não cumpre todas as funções da testosterona no corpo. Para um primeiro ciclo, o mais seguro é a testosterona como base e a nandrolona em dose igual ou menor, ou então deixar a deca para um próximo ciclo e usar só a durateston, aplicada duas vezes por semana. Assim você conhece a sua resposta à testosterona antes de somar outro composto. Sobre quando começar a TPC, a própria tabela do @Mestre neste tópico traz o exemplo de durateston com deca, com início do SERM entre 27 e 32 dias depois da última aplicação. Com decanoato no ciclo, a espera é maior, e começar antes disso desperdiça o SERM enquanto o eixo continua suprimido. E como a nandrolona costuma deixar a recuperação mais lenta, dosar testosterona total, LH e FSH umas semanas depois do fim da TPC é a forma de saber se o eixo voltou de fato. Antes de começar, um exame de base com hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, testosterona, estradiol e prolactina serve de comparação. A observação do @mohammed sobre a calculadora está certa e continua valendo: quem dita o início da TPC é o composto de éster mais longo do ciclo. E uma correção ao comentário do @Jefferson Motta sobre o HCG: o HCG urinário vem da urina de gestantes, e hoje também existe o recombinante, feito em laboratório. O que vem da urina de mulheres na menopausa é outro medicamento, a menotropina, que tem FSH e LH. O HCG funciona porque imita o LH e manda o testículo continuar produzindo testosterona enquanto o cérebro está sem dar esse comando. Para ver uma estrutura de primeiro ciclo com exames de controle e TPC, o gerador de protocolo hormonal do site serve como simulação, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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primeiro ciclo Boldenona e Cipionato
@Jefferson Motta, o fato de não ter visto nada com 1 ml de boldenona nas primeiras semanas tem a ver com o tempo do éster, e o @FrancoSirena antecipou isso bem. O undecilenato de boldenona é um dos ésteres mais longos em uso, e leva várias semanas para o nível no sangue estabilizar. Num ciclo de cinco semanas, boa parte do tempo é gasta só subindo a concentração, e quando ela começa a render o ciclo já acabou. O resultado acaba vindo mais da dieta do que do hormônio, e a supressão do eixo acontece igual. O mesmo vale para o cipionato aplicado de 15 em 15 dias. Com esse intervalo, o nível sobe muito logo depois da aplicação e cai bastante antes da próxima. Além de oscilar o efeito, os picos são justamente quando o estradiol sobe e os colaterais aparecem. Dividir a mesma dose semanal em duas aplicações deixa tudo mais estável. Como os dois ésteres são longos, a TPC não começa logo depois da última aplicação. Com boldenona, algo entre três e quatro semanas depois é o mais comum. Isso também dá uma margem para achar o tamoxifeno. Se continuar em falta, o clomifeno é a alternativa usual, com o cuidado de não exagerar na dose, porque é ele que mais causa visão turva e alteração de humor. E vale dosar testosterona total, LH e FSH umas semanas depois do fim da TPC para saber se o eixo voltou. A boldenona também sobe o hematócrito com frequência, então um hemograma depois do ciclo é importante, junto com perfil lipídico. O pedido do @fisiculturismo e do @Gamma faz sentido: postar as medidas finais e quanto ficou no pós-ciclo completa o relato para quem chega aqui pesquisando sobre boldenona com cipionato. @Vanderson Oliveira, para o seu primeiro ciclo com a mesma combinação, as dúvidas rendem mais aqui no tópico, onde outras pessoas podem corrigir e complementar, do que em contato particular. E evite deixar o número de telefone aberto no fórum. Pelo que o relato acima mostra, esse ciclo funciona melhor com mais semanas, testosterona em aplicações semanais divididas e exames antes de começar. O gerador de protocolo hormonal do site ajuda a ver essa estrutura com exames de controle e TPC, como simulação e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Dicas primeiro ciclo de Stano
@Vanessa Sampaio, a sua pergunta mais urgente primeiro. A pílula do dia seguinte não interfere no stanozolol, e o stanozolol não interfere na pílula. O que importa aqui é que androgênio durante a gestação pode masculinizar um feto feminino, então o @Micael Silva acertou na prioridade. Se a menstruação atrasar ou vier diferente, faça o teste de gravidez e, se der positivo, pare o ciclo na hora. E até o fim do ciclo, camisinha em todas as relações. Vale saber também que o stanozolol pode bagunçar o ciclo menstrual, o que confunde a leitura de atraso, por isso o teste é melhor do que esperar. Agora o ciclo. Se o seu frasco é de 50 mg por ml, como é o mais comum, 1 ml em dias alternados dá perto de 175 mg por semana. Isso é dose na faixa usada por homens. Mulheres que usam stanozolol costumam ficar numa fração disso, justamente porque ele é um dos esteroides com maior risco de virilização para elas. A sua voz já ser um pouco rouca não protege. Pelo contrário, fica mais difícil perceber a mudança no começo, e engrossamento de voz é dos efeitos que podem não voltar quando se para. Qualquer rouquidão nova, voz falhando, pelos no rosto, aumento do clitóris ou acne repentina são motivo para interromper, não para esperar o fim das dez semanas. Um ajuste na informação do @trembomon: o stanozolol injetável também pesa no fígado. A molécula é a mesma do oral, com a mesma alteração química que a torna hepatotóxica, então a via injetável não elimina esse risco. O Xantinon não impede isso. O que de fato mostra como o fígado está é TGO, TGP e GGT, junto com perfil lipídico, porque o stanozolol derruba o HDL de forma marcante. Sobre aplicar no braço, o deltoide aceita 1 ml, e a dor do stanozolol é comum em qualquer local porque ele é uma suspensão que irrita o músculo. Revezar os lados e os locais ajuda. Dor que piora depois de três dias, com calor, vermelhidão ou febre, é sinal de infecção. A falta de resultado com 17,9% de gordura e oito meses de treino também diz algo: o que vai definir o abdômen é o déficit calórico mantido. Você comentou que passou da dieta de secar para a de ganhar, e com esse objetivo de definição talvez valha rever isso com a sua nutricionista. Para consultar mecanismo, doses e colaterais de cada composto, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Protocolos de Terapia Pós-Ciclo (TPC) DUDU
@Ricardo Novand, para fechar a TPC falta um dado que muda tudo: quais ésteres de testosterona e trembolona você está usando e qual a concentração de cada frasco. "2 ml por semana" pode ser 200 mg ou 500 mg, e acetato ou enantato mudam o dia de começar a TPC em duas a três semanas. Pelas regras que o @duduhaluch colocou no primeiro post, com éster curto a TPC começa uns 5 a 10 dias depois da última aplicação, e com éster longo entre 20 e 30 dias. Esse continua sendo o melhor ponto de partida. Para saber quanto pedir, dá para fazer a conta a partir de um esquema comum de SERM, sem fechar dose individual. Um tamoxifeno com duas semanas a 40 mg e mais duas a quatro a 20 mg por dia, por exemplo, pede algo entre 840 e 1.120 mg no total, ou seja, de 42 a 56 comprimidos de 20 mg. Se for usar clomifeno junto, a mesma lógica vale para ele. Muita gente recupera bem com um SERM só, e o clomifeno em dose alta é o que mais causa alteração visual e de humor. Ter um pouco a mais do que o necessário é melhor do que ficar sem no meio, já que você depende de alguém trazer. Sobre o HCG, a discussão do tópico entre o @ippo, o @sirgold e o @Body Muscle tem as duas lógicas certas. Durante o ciclo, o HCG mantém os testículos funcionando enquanto o LH está parado. No fim, antes do SERM, ele serve para reativar testículos que ficaram parados muito tempo, e depois o SERM religa o comando do cérebro. O que não faz sentido é manter HCG em dose alta junto com o SERM por semanas, porque o HCG mantém a supressão do LH enquanto está sendo usado. O ciclo em si pede atenção em três pontos. A oxandrolona subindo até 70 mg junto com trembolona derruba bastante o HDL, então perfil lipídico no meio do ciclo é importante. O T3 em 60 mcg suprime a tireoide, e, ao parar, ela pode levar algumas semanas para voltar, então TSH e T4 livre depois do fim mostram se normalizou. E trembolona com T3 e oral juntos pesa em pressão e frequência cardíaca. Medir a pressão algumas vezes por semana é a forma mais simples de acompanhar. Depois da TPC, testosterona total, LH e FSH umas quatro a seis semanas após o fim do SERM confirmam se o eixo voltou. Para comparar a estrutura com os exames de controle e o tempo de TPC sugeridos, o gerador de protocolo hormonal do site serve como simulação, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.