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1º CICLO: Oxandrolona (masculino)
@Dr. Who, antes de escolher entre as três estruturas, vale olhar o dado que te levou a pensar em ciclo, porque ele pode estar te enganando. Avaliação semanal que mostra massa magra caindo numa semana e voltando na seguinte quase sempre é variação de água, e não de músculo. Bioimpedância, e até dobras feitas por pessoas diferentes, oscilam bastante conforme hidratação, carboidrato do dia anterior, sal, horário e treino recente. Músculo não some e volta em sete dias. Com 20% de gordura, a perda de gordura também desacelera e fica pequena demais para aparecer numa medida semanal. Então é bem provável que você esteja perdendo gordura e mantendo músculo, e que a ferramenta não tenha precisão para mostrar. Avaliar a cada quatro semanas, sempre nas mesmas condições, e acompanhar fotos e medidas de cintura dá uma leitura bem mais fiel. Dito isso, sobre a pergunta: nenhuma das três estruturas cumpre a premissa de "não inibir tanto a produção". Em homem, a oxandrolona sozinha inibe o eixo de forma significativa, mesmo em doses bem menores que 60 mg, e quanto mais longo e mais alto, maior a supressão. O problema de um ciclo só de oral em homem é que você fica com a testosterona natural baixa e sem reposição no lugar: libido cai, disposição cai e, no fim, o próprio objetivo de segurar massa fica prejudicado. Com 60 a 80 mg, a carga no fígado e a queda do HDL também são grandes. Se for usar mesmo assim, a menos ruim das suas opções é a primeira na versão curta: 8 semanas, e não 12, com dose menor que 60 mg. Refaça TGO, TGP e perfil lipídico na quarta semana. A segunda opção, com duas fases e TPC no meio, é a pior: são dois períodos de supressão e o eixo não tem tempo de voltar entre eles. A de 80 mg só aumenta colateral sem ganho proporcional. Um ponto que merece ser falado com o seu médico: você mencionou problemas de saúde e medicações nos últimos três anos. Dependendo do que foi, a oxandrolona pode interagir. Com varfarina, por exemplo, ela aumenta bastante o risco de sangramento. Para ver como o seu gasto e o déficit se comportam nessa fase, a calculadora de cutting ajuda a ajustar a dieta sem depender da avaliação semanal: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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"gineco aparente" valor em exames
@AnonPaul, as suas duas últimas dúvidas ficaram com respostas curtas. Vou detalhar as duas. A queda de cabelo que aumentou agora, uns três a quatro meses depois do fim do ciclo, pode ser de dois tipos, e eles se tratam de forma diferente. O primeiro é a calvície androgenética acelerada pelo ciclo, que é o que o @Apollo Galeno citou. Ela aparece nas entradas e no topo da cabeça, com fios que vão ficando mais finos e curtos. Não é uma queda em volume de fios inteiros. O segundo é o eflúvio telógeno. Uma mudança hormonal brusca, como a queda da testosterona depois do ciclo e da TPC, empurra muitos fios para a fase de queda ao mesmo tempo. A queda aparece de dois a três meses depois do evento, que é exatamente o seu intervalo, e é espalhada pela cabeça toda: muitos fios no travesseiro e no ralo, com a raiz branquinha. Esse tipo costuma se resolver sozinho em quatro a seis meses, quando os hormônios estabilizam. Para distinguir, olhe o padrão e tire fotos do topo e das entradas com a mesma luz, a cada mês. Se for espalhado e sem afinamento, é bem provável que seja eflúvio, e a orientação de esperar faz sentido. Se as entradas estiverem recuando, um dermatologista pode indicar minoxidil, que é uma opção sem efeito hormonal, e avaliar o resto. Sobre a dorzinha no mamilo e o caroço: dor leve de vez em quando é comum enquanto o tecido regride. Os sinais que pedem ultrassom, e não só observação, são estes: caroço que continua do mesmo tamanho depois de três a seis meses, que endurece, que fica fixo ou irregular, que tem secreção ou que muda a pele por cima. O ultrassom mostra se sobrou glândula ou fibrose, e é o exame que decide se ainda cabe remédio ou se só a cirurgia resolve. Aproveite a nova coleta que o @Apollo Galeno sugeriu para refazer o estradiol, junto com testosterona total, LH e FSH, para confirmar que o eixo voltou. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Análise e entendimento do meu atual corpo
@bardockkrieger, a informação que você deixou para o fim é a mais importante do post. Ganhar 20 kg depois de começar um antidepressivo é algo que acontece com uma parte das pessoas. Não é só "indisciplina". Alguns antidepressivos aumentam o apetite, principalmente por doce e carboidrato, e deixam o corpo mais parado. Quando o humor melhora, a vontade de comer às vezes melhora junto. Isso não quer dizer que você deve parar o escitalopram. Parar por conta própria costuma trazer a depressão de volta e ainda causa sintomas de retirada. Mas vale conversar com o psiquiatra sobre o ganho de peso. Existem opções e combinações que pesam menos na balança, e ele pode avaliar se alguma serve para você. Leve essa informação para a consulta, porque muitos pacientes nunca mencionam isso e o médico não sabe. Sobre a falta de disposição, parece que o caminhão passou mesmo, e tem um detalhe bom aqui: treinar é uma das coisas com mais evidência para melhorar a depressão, junto com o remédio. Não precisa começar com um treino perfeito. Precisa começar pequeno o suficiente para você não largar: Três treinos por semana de corpo inteiro, de 40 minutos, com poucos exercícios básicos, como agachamento ou leg press, supino, remada, desenvolvimento e puxada. Caminhada nos outros dias, mesmo que curta. Na dieta, uma coisa de cada vez. Primeiro, proteína em todas as refeições, porque ela reduz a fome. Depois, trocar os doces e o refrigerante por versões zero. Só depois, contar calorias. Suplemento que "põe nos trilhos" não existe, mas dois fazem sentido. A creatina, 3 a 5 g por dia, que ajuda no treino e tem estudos sugerindo benefício no humor. E o café antes do treino, se você tolera bem. Vale também pedir ao médico uns exames básicos, porque cansaço constante com ganho de peso pode ter outras causas somadas: TSH, glicemia, hemograma, vitamina D e B12. Se você ronca muito, apneia do sono também entra na lista. Para saber quantas calorias comer para perder peso num ritmo que você consiga manter, a calculadora de TDEE do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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PRIMEIRO CICLO: ENANTATO DE TESTOSTERONA E OXANDROLONA
@Januarius, antes da estrutura do ciclo, o ponto mais importante do seu post é o que você chamou de tabu. E eu recomendo sim falar com o seu psiquiatra. Testosterona em dose acima da fisiológica pode provocar hipomania e mania. Isso está descrito em estudos controlados com placebo, e não só em relatos. Num deles, com 600 mg por semana, uma parte dos voluntários sem nenhum histórico psiquiátrico desenvolveu sintomas hipomaníacos. Em quem já tem transtorno bipolar, o risco é maior, porque o hormônio age exatamente no sistema que a lamotrigina está segurando. E a TPC traz o risco oposto: a queda de testosterona e estradiol é um gatilho conhecido de fase depressiva. O psiquiatra não precisa aprovar o ciclo para ser útil. Ele precisa saber, para reconhecer cedo uma virada de humor e ajustar o tratamento se for o caso. Omitir isso é o que realmente coloca você em risco. Sinais para ficar atento: dormir pouco sem sentir cansaço, pensamento acelerado, impulsividade com gastos ou brigas, irritabilidade fora do normal e, na TPC, apatia e tristeza persistente. Agora a estrutura. Ela tem pontos a corrigir. Anastrozol de 1 mg em dias alternados desde a primeira semana tende a derrubar o estradiol, como o Perfil Desativado alertou. Eu usaria só se o exame da quarta ou quinta semana mostrar estradiol alto, e em dose baixa. A oxandrolona nas semanas 6 a 13, com 60 mg, é a parte mais problemática. Ela passa três semanas além da última aplicação de testosterona e mantém o eixo desligado justamente quando ele deveria começar a voltar. Isso atrasa a TPC. Além disso, 60 mg derrubam bastante o HDL, que já não é o seu ponto forte. Se for usar, uma dose menor terminando junto com a testosterona faz mais sentido. Na TPC, o hCG na mesma fase do tamoxifeno mantém a hipófise desligada, porque ele imita o LH. O mais usado é o hCG antes, entre o fim do ciclo e o início do tamoxifeno, ou em dose baixa durante o ciclo. O tamoxifeno costuma ser feito ao contrário do seu plano: a dose maior primeiro e a menor depois. E o início depende da saída do enantato, que leva cerca de duas semanas depois da última aplicação. Os 1.000 UI de vitamina E por dia não protegem nada no ciclo e, em dose alta, aumentam o risco de sangramento. Em um grande estudo com homens, até doses menores aumentaram o risco de câncer de próstata. Pode tirar. Sobre as outras dúvidas. Os pelos no rosto e no corpo costumam aumentar, sim, e parte disso fica. Com a sua tendência, conte com isso. Na farmácia, com receita, existem testosterona injetável como Deposteron, Durateston e Nebido, tamoxifeno, anastrozol e hCG. A oxandrolona só sai manipulada. QR code e teste caseiro reduzem a chance de fraude, mas não garantem a dose, que só é confirmada por exame de sangue durante o uso. O gerador de protocolo hormonal do site pede os exames e bloqueia cenários de risco, e ajuda a revisar a estrutura com o endocrinologista. É um rascunho, e não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Pedido de informações, relatos e experiências...
@Adriano Calazans, o detalhe que mais pesa na sua pergunta é justamente o que você mesmo contou: o laboratório não existe mais. Se ele fechou, qualquer frasco com essa marca à venda hoje é estoque antigo, possivelmente vencido e guardado sem cuidado, ou falsificação usando um nome que ficou conhecido. Marca extinta com boa fama é das mais copiadas no mercado paralelo, porque o comprador procura pelo nome e não tem como conferir a origem. Então os relatos de quem usou quando o laboratório funcionava dizem pouco sobre o frasco que você tem na mão. Sobre o produto em si, pelo que o @Apollo Galeno e o Perfil Desativado descreveram, é uma mistura para cutting com 600 mg em 3 ml, ou seja, 200 mg por ml, somando mais de um composto. Esse tipo de blend tem os problemas que o @Apollo Galeno levantou: você não controla a dose de cada droga separadamente, não sabe qual delas causou um colateral e não consegue parar só a que deu problema. Deixei uma explicação mais detalhada sobre isso, com o exemplo de outro blend, aqui: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116967-buck-stack/?do=findComment&comment=1066378 A TPC depende de quais ésteres estão na mistura, porque é o éster de meia-vida mais longa que define quando começar. Sem saber a composição exata, que só um rótulo confiável ou uma análise laboratorial mostraria, não dá para planejar a TPC com segurança. Esse é mais um motivo para preferir drogas separadas, com composição conhecida. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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EMAGRECENDO PARA CRESCER ( ANTES E DEPOIS )
@Baiano30, pode voltar para a academia agora. Não existe um momento de "terminar de emagrecer" antes de musculação. Na verdade, é o contrário: quem perde peso sem treino de força perde músculo junto com a gordura, e isso deixa o corpo mais fácil de engordar de novo, que é justamente a sua tendência. Com 1,91 m e 90 kg, você não está num peso que impeça nada. O que você sentiu antes, de não conseguir perder peso estando na academia, quase certamente foi a dieta, e não o treino. A musculação gasta relativamente pouca caloria por sessão, e é comum comer um pouco mais nos dias de treino sem perceber. O que tira gordura é o déficit calórico. O que decide se o peso perdido é gordura ou músculo é o treino de força. Os dois juntos são o melhor cenário. Uma sugestão de estrutura para essa fase: três ou quatro treinos de musculação por semana, com os exercícios básicos e carga progressiva, e a corrida em dois ou três dias. A divisão antiga, seis vezes por semana, pode ficar para quando o objetivo for só crescer. Enquanto isso, os 100 apoios, agachamentos e abdominais servem como aquecimento ou complemento nos dias sem academia. Para a dieta, a low carb funciona se você se sente bem nela, mas ela não é obrigatória. O que importa é o déficit e comer proteína suficiente para segurar o músculo. A calculadora de recomposição corporal mostra quanto comer para perder gordura enquanto treina para ganhar massa: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/recomposicao-corporal/
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Dieta de baixo carboidratos para perda de peso
@Fulano de tal, a dieta está bem montada e os números fecham: 88 g de gordura, 164 g de carboidrato e 223 g de proteína dão umas 2.340 calorias, bem perto das 2.400 que você calculou. Com 107 kg e treino de segunda a sexta, o seu gasto deve ficar entre 3.000 e 3.200 calorias. Isso dá um déficit de 600 a 800 por dia, um bom ritmo para perder algo perto de meio a três quartos de quilo por semana. Uma observação sobre o rótulo: 164 g de carboidrato não é low carb, é uma dieta moderada em carboidrato. E isso é bom. Quem treina de segunda a sexta rende melhor assim, e os "ganhos na saúde" que aparecem nos depoimentos de low carb vêm, na maior parte, de perder peso e comer menos ultraprocessado, não da falta de carboidrato em si. Não precisa cortar mais. Dois ajustes que eu faria: A proteína está alta. Com 27% de gordura, a sua massa magra fica perto de 78 kg, e 223 g passam de 2,8 g por quilo de massa magra. Algo entre 180 e 200 g já segura o músculo com folga. Você pode passar a diferença para vegetais, frutas e carboidrato integral, o que ainda ajuda na fibra, que é exatamente o que o @Apollo Galeno quis resolver com a pipoca. Mire uns 30 g de fibra por dia, e o problema de intestino que você teve na low carb não volta. Sobre a preguiça do cardio: não precisa de esteira. Caminhar mais no dia a dia, chegando a uns 8 a 10 mil passos, costuma gastar mais que os 150 calorias do cardio formal e cansa menos. Para quem não gosta de cardio, é a troca que mais funciona. Para acompanhar o percentual de gordura ao longo do processo, a calculadora de massa magra mostra se o peso que sai é mesmo gordura: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/massa-magra/
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Ciclo e lipólise tren ace e testo enantato
@kaianzera, antes de subir a trembolona, faça uma conta que ninguém fez no tópico. Os macros que você passou, 180 g de proteína, 150 g de carboidrato e 50 g de gordura, somam cerca de 1.770 calorias, e não 2.050. Com 79 kg, musculação seis vezes por semana até a falha e 50 minutos de cardio todo dia, o seu gasto deve passar fácil de 3.000 calorias. Isso é um déficit enorme. E aí está a pista. Com um déficit desse tamanho, a gordura está saindo, a não ser que a dieta real seja bem diferente da planilha. O mais provável é que você não esteja vendo por dois motivos que se somam: Retenção de água. Estradiol de 217 com a testosterona acima de 1.500 costuma segurar água embaixo da pele, o que esconde a definição mesmo com a gordura caindo. O estradiol alto não impede a perda de gordura de forma relevante, mas disfarça bastante o resultado no espelho. Como FitCoupleHim comentou, parte da trembolona pode interferir em alguns métodos de dosagem de estradiol. Se quiser tirar a dúvida, peça estradiol por espectrometria de massa, que não sofre essa interferência. Déficit grande demais com treino até a falha todo dia. Nessa situação, o corpo aumenta o cortisol, o sono piora (você já está usando três coisas para dormir) e a recuperação fica curta. O resultado costuma ser inchaço e "cara de cansado", e não um shape seco. Então, subir a trembolona para 450 mg não resolve o que está travando. Só aumenta a insônia, a pressão, o colesterol e aquele aperto no peito que você já sentiu uma vez. O que eu faria: Pesar-se todos os dias ao acordar e olhar a média da semana. Se a média está caindo, você está perdendo gordura, e é o inchaço que esconde. Subir as calorias para algo em torno de 2.200 a 2.400, mantendo a proteína, e tirar um ou dois dias de treino até a falha, trocando por treino com uma ou duas repetições de reserva. Refazer o estradiol, e controlar com a menor dose de inibidor que traga o valor para a faixa normal, sem zerar. Com 20 anos, tenha em mente o que o @Apollo Galeno disse: a sua produção natural ainda está no auge, e cada semana de 800 mg de hormônio também custa em recuperação do eixo depois. Faça hematócrito, perfil lipídico e pressão já nesses exames. Para acertar as calorias do cutting, a calculadora de cutting do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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GINECOMASTIA - RELATO
@Zurg, alguns pontos do seu protocolo ajudam a entender por que o caroço não some, e dá para corrigir. Tamoxifeno e anastrozol juntos atrapalham um ao outro. O tamoxifeno reduz o nível de anastrozol no sangue. Nos estudos com câncer de mama, a combinação não foi melhor que cada um sozinho. Para ginecomastia já instalada, o tamoxifeno é o que age no tecido, e 20 mg por dia é a dose usada nos estudos. 40 mg não trazem ganho proporcional e somam risco de trombose, alteração visual e efeito no humor. O anastrozol fica para controlar o estradiol no sangue, na menor dose que mantenha o valor em faixa normal. Você já sentiu nas articulações o preço de exagerar nele. A trembolona é a suspeita principal. Ela tem ação de progesterona, e a progesterona estimula a glândula mamária por um caminho que nem o anastrozol nem o tamoxifeno bloqueiam totalmente. Com 500 mg de acetato por semana, você pode ter estradiol e prolactina controlados e o tecido continuar sendo estimulado. Enquanto a trembolona estiver no protocolo, como o @Apollo Galeno disse, o estímulo continua. Sobre a mamografia, "fibroglandular" descreve o tipo de tecido, e não garante que seja reversível. O que mais pesa na reversão é o tempo. Ginecomastia recente, ainda dolorida e em crescimento, responde bem ao tamoxifeno em algumas semanas a poucos meses. Depois de cerca de um ano, o tecido tende a virar fibrose e para de responder a remédio. Aí a solução é cirúrgica. Como o seu é pequeno e recente, a chance de regredir é boa se tirar o estímulo. Nos exames do fim de semana, além do estradiol e da prolactina, colha hematócrito, perfil lipídico, creatinina e TGO/TGP, e acompanhe a pressão. Com 20 anos e 1,4 g por semana em preparação, esses são os números que protegem o seu coração até o palco. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Dieta+Oxandrolona 20mg: em uma semana perna mais dura e dor de cabeça
@Japasenna, pelo "obrigada" do seu post, vou considerar que você é mulher, e isso muda bastante a leitura da dose. 20 mg de oxandrolona por dia é alto para uma primeira vez em mulher. A faixa com menor risco de virilização fica em 5 mg por dia, no máximo 10 mg. Acima disso, voz mais grossa, pelos no rosto, acne e aumento do clitóris ficam bem mais prováveis. A voz, em especial, costuma não voltar depois que muda. Se aparecer rouquidão ou voz falhando, pare na hora. Eu reduziria a dose já agora, no começo. A dor de cabeça também merece atenção. A oxandrolona pode subir a pressão em algumas pessoas. Se der, meça numa farmácia quando a dor aparecer. O resultado da primeira semana, com perna mais dura, mais força e 1 kg a menos, é real, mas é principalmente água, glicogênio e efeito no sistema nervoso. Músculo novo leva semanas para aparecer. Não se baseie nessa primeira semana para avaliar se a dose está "boa". Sobre a dieta, a base é boa, com comida de verdade e proteína nas refeições principais. Dois ajustes fazem diferença: Proteína: 120 g de carne no almoço e 120 g na janta, somadas ao café, devem dar entre 80 e 100 g de proteína por dia. Para aproveitar o ciclo, o ideal é algo perto de 2 g por quilo do seu peso. Um lanche à tarde com iogurte, ovos ou whey fecha essa conta. Pesar a comida: "120 g de proteína" é o peso da carne ou da proteína em si? A carne tem só uns 30% de proteína. Pesar por uma semana tira essa dúvida. Se preencher a ficha que o @Locemar pediu, com peso, altura e objetivo, dá para ajustar as calorias. A calculadora de proteína diária já dá o seu alvo de proteína: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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NOVATO/ CICLO DE DURA+OXODROLONA
@DAMAMED, este foi o primeiro tópico que você abriu sobre esse ciclo, e o caso andou bastante nos seguintes. Para quem chegar aqui pesquisando, a análise completa das doses de Durateston e oxandrolona, da dieta e da TPC está no seu outro tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116947-primeiro-ciclo-oxodrolonadura/?do=findComment&comment=1066349 Aqui vale só corrigir um detalhe de notação que aparece no plano e confunde muita gente. O "300 mg" da Durastrong é a concentração por ml, e não a dose de cada aplicação. Então 0,5 ml são 150 mg, 0,8 ml são 240 mg e 1 ml são 300 mg. Aplicando duas vezes por semana, o plano sobe de 300 para 480 e depois para 600 mg por semana. Essa última é uma dose alta para primeiro ciclo. Subir aos poucos também não diminui os colaterais, porque o que pesa é a dose onde você termina, e ela precisa ser pensada desde o início. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Reposição Hormonal para cansaço, depressão e baixa libido?
@Raphael Oliver, sim, o endocrinologista é o profissional certo, e ele pode pedir todos os exames da lista do @Apollo Galeno. Um urologista com experiência em andrologia também serve. Mas o que mais vai fazer diferença na consulta é você contar abertamente a história dos ciclos. Ela muda a interpretação dos exames e talvez o tratamento. Dez anos de ciclos, muitas vezes sem TPC bem feita, são uma causa conhecida de testosterona baixa depois dos 35 a 40 anos. O nome é hipogonadismo induzido por esteroides. Em parte dos casos o eixo volta, em parte fica mais lento que o normal para a idade. Por isso, o par de exames que mais importa é testosterona total e livre com LH e FSH, colhidos de manhã, em jejum, e repetidos pelo menos uma vez. Se a testosterona estiver baixa com LH e FSH baixos ou normais, o problema está no comando que vem da hipófise. Nesse cenário, às vezes dá para estimular o eixo a voltar com medicamento, como o clomifeno, antes de partir para reposição. Isso importa se você ainda quer ter filhos, porque a reposição com testosterona derruba a produção de espermatozoides. A reposição, se for indicada, costuma ser um tratamento para a vida toda. Ela funciona bem para libido, energia e humor quando a testosterona está realmente baixa. Mas não é a solução automática para qualquer cansaço. E vale investigar outras causas junto, porque "dormir e acordar cansado" tem muitas explicações além da testosterona: apneia do sono, que é muito comum depois dos 40 e ela mesma derruba a testosterona, tireoide, anemia, falta de vitamina D ou B12, e depressão. Como o Perfil Desativado disse, só os exames separam uma coisa da outra. Se você ronca ou já te disseram que você para de respirar dormindo, a calculadora de risco de apneia do site dá uma primeira ideia: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/apneia/ Enquanto isso, a dica do @Gamma vale: voltar a treinar com regularidade, mesmo que leve no começo, dormir em horário fixo e comer proteína suficiente costuma melhorar a energia por si só, e ainda deixa os exames mais fiéis ao seu estado real. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Dieta antes do 1º ciclo de oxan
@Boeing Querendo ser um Boeing de vez, a ideia de preparar o corpo antes da oxandrolona é boa. Hoje, o que mais pesa no seu resultado é o plano alimentar, e nisso o @Apollo Galeno já deixou uma estrutura bem melhor que a atual. A dieta que você mandou tinha só 30 g de carboidrato por dia, com quatro corridas de 5 km e três treinos de força por semana. Nessa conta, o treino costuma render pouco, a fome aparece à noite e a corrida fica pesada. Batata, mandioca e mais uma refeição sólida, como o @Apollo Galeno colocou, dão combustível sem atrapalhar o déficit. Tente seguir essa versão por quatro semanas antes de avaliar. Dois pontos de segurança por causa da sua asma e do Seretide. A Cardarine, que o @VNATTIS sugeriu, eu tiraria da lista. Ela foi abandonada pela indústria depois de causar câncer em vários órgãos de roedores e nunca foi aprovada para uso humano. O risco não compensa um ganho de fôlego que você já tem, correndo 5 km sem parar. O Seretide tem salmeterol, que age no mesmo receptor do clembuterol. Se em algum momento alguém sugerir clembuterol para secar, a combinação soma efeito no coração: taquicardia, tremor e arritmia. Com a cafeína e o pré-treino, vale ficar atenta a palpitação. Sobre a oxandrolona: eu não recomendo laboratório, porque marca de mercado paralelo muda de qualidade de um lote para outro. A dose de 20 mg que você tinha comprado é alta para uma primeira vez em mulher, e aumenta bastante a chance de virilização, como voz grossa, pelos no rosto e aumento do clitóris. A voz, em especial, pode não voltar. Se for usar, comece com 5 mg por dia, pare aos primeiros sinais de rouquidão ou acne, e faça TGO, TGP e perfil lipídico antes e depois. A oxandrolona é contraindicada na gravidez, então use um método contraceptivo eficaz. Para organizar isso tudo com seus exames antes de começar, o gerador de protocolo hormonal do site pede os exames, aponta cenários de risco e monta um rascunho para você ajustar com o médico, e não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Viúva Negra (Black Widow) - TERMO : alguém conhece?
@Bijuzinha, como FitCoupleHim lembrou, dificilmente a @patricia brito volta depois de tanto tempo. Então vou responder o que dá para saber sobre esse tipo de produto, porque os relatos do tópico, que vão de "perdi 8 kg" a "joguei dinheiro fora", têm explicação. O Black Widow é um termogênico à base de efedra, que age como a efedrina, e cafeína. A combinação funciona, mas bem menos do que a propaganda sugere. A maior revisão de estudos sobre efedrina e efedra, publicada no JAMA em 2003, encontrou perda de peso de cerca de 0,9 kg por mês a mais que o placebo, em estudos de poucos meses. No mesmo trabalho, o risco de palpitação, ansiedade, alteração de humor, náusea e problemas de estômago foi duas a três vezes maior. Esse tipo de resultado, somado a casos de AVC, arritmia e morte, levou a FDA a proibir suplementos com efedra nos Estados Unidos em 2004. Isso ajuda a entender os relatos. Quem perdeu 4 ou 8 kg provavelmente perdeu a maior parte pela fome menor e pelo gasto maior, que o estimulante dá, junto com a mudança de hábito. Quem não perdeu nada provavelmente comeu igual. A dor de cabeça, a insônia, o suor frio e a "adrenalina lá em cima" que o @Jackson C. Lima descreveu são exatamente o efeito do estimulante no coração e na pressão. A tontura e a dor que o @samirzizo sentiu também entram nessa conta. Sobre o "efeito rebote": o termogênico em si não faz o corpo acumular mais gordura. O que acontece é que a fome volta quando você para, e, se os hábitos não mudaram, o peso volta junto. Se quiser tentar mesmo assim, evite quem tem pressão alta, arritmia, ansiedade ou problema de tireoide, não junte com outro estimulante nem com pré-treino, e pare se sentir palpitação, dor no peito ou dor de cabeça forte. O que dá resultado duradouro é um déficit calórico que você consiga manter. A calculadora de déficit do site mostra quanto comer para perder peso num ritmo sustentável: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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20 mg de oxandrolona por dia é pouco?
@Miley, parabéns pelos 5 kg. E, respondendo direto: 16% de gordura em mulher é um percentual baixo, de corpo atlético. A maioria das mulheres que treinam fica entre 20% e 25%, e abaixo de 14% a 15% a menstruação e os hormônios costumam começar a sofrer. Então a sua professora não errou, você está bem. O que você está vendo no espelho tem explicação. O glúteo feminino é formado por músculo e também por uma boa camada de gordura. Quando você perde 5 kg, parte do volume do bumbum vai junto, e por isso ele parece "menor" ou "caído". Não é que você perdeu músculo, é que perdeu o enchimento. O caminho para devolver o volume agora é construir músculo ali, e isso pede duas coisas. Treino de glúteo com carga progressiva: elevação pélvica com barra, agachamento, afundo ou búlgaro e stiff, subindo a carga aos poucos. Duas vezes por semana focadas em glúteo é o suficiente. Parar de cortar calorias. Com 16%, você já saiu da fase de secar. Comer em manutenção ou num leve superávit, com proteína alta, é o que permite o glúteo crescer. Continuar em déficit vai deixar você cada vez mais fina. Sobre a barriga: se a avaliação não mostrou gordura no abdômen, o que você vê pode ser inchaço do intestino, a postura ou a própria anatomia. Muita gente com percentual baixo ainda enxerga "gordurinha". Se essa insatisfação estiver pesando no seu dia a dia, sem melhorar mesmo com os números bons, vale conversar com um psicólogo. Não porque você é "doente", e sim porque isso acontece com muita gente que treina e tem tratamento. Como você terminou a oxandrolona, observe se a menstruação volta ao normal nos próximos dois meses. Se não voltar, ou se aparecer acne ou queda de cabelo, faça exames. Duas dicas práticas para o fórum. Para marcar alguém, digite @ e comece o nome: aparece uma lista para você escolher. Para as fotos, o site recusa imagens muito grandes ou em formatos estranhos. Tire um print da foto ou use um aplicativo para reduzir o tamanho antes de enviar. Para acertar as calorias da nova fase, a calculadora de recomposição corporal ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/recomposicao-corporal/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Alimentação pós aeróbico
@Philippelopes, não diminui. A gordura que você perde não é decidida no momento do aeróbico, e sim pelo saldo de calorias do dia e da semana. Comer depois do cardio não "desliga" a queima que aconteceu durante ele. E, se o pão com a vitamina de abacate cabe nas calorias do dia, o resultado no fim do mês é o mesmo que comer isso em outro horário. O único cuidado é com o tamanho. Vitamina de abacate é bem calórica: meio abacate com leite e açúcar ou mel passa fácil de 400 calorias, e com o pão chega perto de 600. Isso pode anular boa parte do gasto de um aeróbico de 40 minutos. Se o objetivo é secar, vale trocar por algo com mais proteína e menos gordura, como pão com ovos ou frango, ou uma vitamina de banana com whey e leite desnatado. Ajuda a recuperar e sacia mais pelo mesmo tanto de calorias. Com 67 kg e 1,75 m, e vindo de meses parado, o treino de força é o que vai mudar mais a sua composição. Ele segura e constrói músculo enquanto você corta a gordura dos lanches. Para ver quanto cada refeição pesa no total do dia, a calculadora de macronutrientes ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/macronutrientes/
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Ciclo feminino testanat e metenoloma
@Lilarubi, o seu medo tem fundamento, e a resposta para "quantas semanas" é: eu pararia a testosterona agora. Explico com números para você entender o tamanho da dose. O Testenat tem 250 mg de enantato de testosterona por ml. Com 0,3 ml três vezes por semana, são 225 mg por semana, como o Perfil Desativado calculou. É uma dose de reposição masculina, próxima do que muitos homens usam num primeiro ciclo. Para comparação, o corpo de uma mulher produz algo como 1 a 2 mg de testosterona por semana. Você está dezenas de vezes acima disso. Nessa faixa, a virilização não é um risco distante, é o resultado esperado em poucas semanas: voz mais grossa, pelos no rosto e no corpo, aumento do clitóris, acne forte e queda de cabelo. A voz e o clitóris costumam não voltar depois que mudam. Um detalhe importante: o enantato fica duas a três semanas no sangue depois da última aplicação. Mesmo parando hoje, o efeito ainda continua por um tempo. Por isso, quanto antes parar, menor o que se acumula. Observe nos próximos dias se aparece rouquidão, voz falhando no grave, voz mais baixa, acne nova, oleosidade forte, pelos no buço e no queixo, ou sensibilidade e aumento no clitóris. Se algum desses sinais já estiver aparecendo, parar é ainda mais urgente. A metenolona sozinha, em 0,3 ml por semana, ou seja 30 mg se for de 100 mg/ml, é bem menos androgênica. Mas mesmo ela pede atenção aos mesmos sinais. Também vale olhar a sua rotina: musculação todos os dias, corrida três vezes e natação três vezes é muito volume. Sem descanso, o músculo não cresce, com ou sem hormônio. Dois dias de descanso por semana e cardio mais moderado provavelmente vão dar mais resultado. Depois de parar, faça exames de testosterona total, perfil lipídico, TGO, TGP e hemograma. E, se você usa anticoncepcional ou pretende engravidar, fale com seu ginecologista, porque a testosterona é contraindicada na gravidez. Se mandar as informações que o @Foston e o @Apollo Galeno pediram, fica mais fácil orientar os próximos passos. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Dicas para queima gordura
@Diego3940, antes de pensar em ciclo, olha o que você já fez: de 35% para 25% de gordura em menos de um ano, com 125 kg, é muita coisa. Isso significa uns 12 a 13 kg de gordura a menos. O motivo de ter travado agora é bem previsível, e não é falta de hormônio. Cortar açúcar e farinha branca funciona muito bem no começo, porque tira de uma vez centenas de calorias vazias. Só que o corpo se ajusta: você ficou mais leve, gasta menos, e o que come hoje já virou quase manutenção. Para descer de 25% para 15%, o passo seguinte é saber quanto você come de fato. Com o seu tamanho e o volume de luta, você deve gastar bem mais de 3.000 calorias por dia. Pesar a comida por duas ou três semanas vai mostrar onde está a margem. Proteína alta, em torno de 2 g por quilo do peso que você quer atingir, e um déficit moderado, perdendo entre meio e um quilo por semana, protegem o músculo. Sobre o medo de perder braço: os 49 cm de hoje incluem gordura. Quando você secar, a fita vai diminuir mesmo mantendo todo o músculo, e o braço vai parecer maior, porque vai ficar mais desenhado. O que protege o músculo é manter as três sessões de musculação pesadas, com carga alta, e a proteína em dia. Isso você já faz. Sobre anabolizante, eu não começaria agora. Com o jiu-jitsu, o muay thai e a musculação, você tem um volume de treino alto, e ainda há muita gordura a perder só com a dieta. Um ciclo nesse momento traz pressão alta, hematócrito subindo e colesterol pior num corpo de 125 kg, que já tem esses riscos aumentados. O que eu faria é um check-up: testosterona total, glicemia, insulina, perfil lipídico, TSH e a medida da pressão. Obesidade baixa a testosterona, e ela costuma subir sozinha à medida que você seca. Com 1,92 m e 125 kg, também vale checar apneia do sono se você ronca ou acorda cansado. Para achar o seu gasto e montar o déficit, a calculadora de TDEE ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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ENTENDA PORQUE MILHÕES DE PESSOAS NÃO PERDE/QUEIMAM GORDURA COM RESTRIÇÃO CALÓRICA OU DIETAS DA MODA
@maurice, o fenômeno que você descreve existe e tem nome, adaptação metabólica, mas "destruir o metabolismo em três semanas" exagera bastante o que os estudos mostram. E essa diferença importa, porque quem lê isso pode desistir de um déficit que estava funcionando. Quando alguém perde peso, o gasto diário cai por dois motivos. O primeiro, e maior, é simplesmente ter um corpo menor, que gasta menos para se manter e para se mover. O segundo é a adaptação propriamente dita: o corpo gasta um pouco menos do que o esperado para o novo peso, por queda de hormônio tireoidiano, de leptina e do movimento espontâneo ao longo do dia. Nos estudos, essa parte extra costuma ficar entre 5% e 15% do gasto, e em boa parte ela se desfaz quando a pessoa volta a comer em manutenção. O caso mais extremo publicado é o dos participantes do programa The Biggest Loser, que perderam dezenas de quilos em poucos meses com dieta muito agressiva e treino diário. Mesmo ali, o corpo passou a gastar algumas centenas de calorias por dia a menos, e não metade. Então o seu ponto central está certo, só é preciso calibrar: cortar metade das calorias de uma vez é uma péssima estratégia. Não porque destrói o metabolismo, e sim porque aumenta a perda de músculo, a fome e a chance de desistir, e amplia justamente essa parte adaptativa. A abordagem que o Perfil Desativado descreveu é mais sensata: partir do gasto diário estimado, criar um déficit moderado, manter proteína alta e treino de força, e ajustar a cada duas semanas pelas fotos, pelas medidas e pela média do peso, como o @Apollo Galeno sugere. Um bom alvo é perder entre 0,5% e 1% do peso corporal por semana. Se perder mais que isso, a chance de perder músculo sobe. Se ficar abaixo disso por três ou quatro semanas, vale reduzir mais um pouco ou aumentar o gasto. Para achar esse ponto de partida, a calculadora de déficit do site faz a conta a partir do gasto diário: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/
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Perder gordura mais rápido
@Raisa Fernanda, a resposta curta é que não existe suplemento nem remédio que tire gordura de um lugar específico. O corpo decide de onde tira a gordura, e a barriga, principalmente abaixo do umbigo, costuma ser o último estoque a sair nas mulheres. Isso não é sinal de que algo está errado. É só a ordem em que a gordura vai embora. Quem chega nessa fase normalmente já perdeu bastante do resto, como parece ser o seu caso. O que funciona é o que o @Batata... e o @Locemar descreveram: déficit calórico mantido por tempo suficiente, com proteína alta e treino de força pesado, para que o que sai seja gordura e não músculo. Na fase final, a margem de erro fica pequena. "Comer saudável" sem medir costuma não bastar, porque dá para comer comida limpa acima do que se gasta. Pesar a comida por duas ou três semanas costuma revelar onde estão as calorias escondidas, como azeite, castanhas, frutas em excesso e "beliscos". Sobre suplementos: cafeína tem efeito real, mas pequeno, e chá verde, canela e gengibre mudam muito pouco o gasto diário. Eles não fazem mal, mas não espere que resolvam a barriga. Medicamentos "para secar" como clembuterol, efedrina ou hormônio tireoidiano têm risco real no coração e, na maioria dos casos, a gordura volta quando param. O AEJ não é obrigatório. O que conta é o gasto total da semana, então, se ele atrapalhar o treino de força ou der fome demais no resto do dia, pode trocar por caminhada em outro horário sem perder resultado. Para acertar o tamanho do déficit, a calculadora de cutting do site dá um bom ponto de partida: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ Se mandar os dados que o @Apollo Galeno pediu, com alimentação, treino e fotos, dá para apontar exatamente onde ajustar.
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Ciclo OXA começando com 5 mg em 8/8h
@Luanamt, a sua intuição de começar mais baixo está certa, mas eu iria ainda mais longe: 5 mg por dia no total, e não 5 mg de 8 em 8 horas, que já somaria 15 mg. É a mesma linha que FitCoupleHim sugeriu. A oxandrolona dura o suficiente no sangue para ser tomada uma ou duas vezes ao dia, então não precisa fracionar em três. E, como as suas cápsulas foram manipuladas com 10 mg, não dá para dividir com precisão. Vale pedir à farmácia cápsulas de 5 mg, ou até de 2,5 mg se quiser tomar duas por dia. O motivo da dose baixa é a virilização. Rouquidão, voz falhando, acne nova e pelos no rosto são os primeiros sinais, e a voz pode não voltar ao normal. Se aparecer qualquer um deles, pare na hora. Se usa anticoncepcional, converse com o médico antes. E, se não usa, garanta um método eficaz, porque a oxandrolona é contraindicada na gravidez. Outro ponto importante, que FitCoupleHim também levantou: com 26% de gordura, quem vai baixar o percentual é o plano alimentar, e não a oxandrolona. Ela ajuda a preservar músculo durante o déficit, mas o que tira gordura é a diferença entre o que você come e o que gasta. Então o sucesso do ciclo depende quase todo de seguir a dieta da nutricionista. Sobre a dieta, pelo que você mandou, a base está boa. Ovos, iogurte e castanhas são escolhas sensatas. Como o Perfil Desativado comentou, o ponto a conferir é a proteína do dia, que precisa ficar alta no déficit para segurar o músculo. A glutamina do shot de jejum não faz diferença nem para imunidade nem para composição corporal em quem come proteína suficiente. Pode tirar sem medo e economizar. A calculadora de proteína diária mostra quanto mirar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ Antes de começar, faça TGO, TGP e perfil lipídico, para ter com o que comparar no fim. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Dor no centro da cabeça e na nuca depois de tomar oxandrolona
@Maurício Villarinho, você disse que já resolveu, mas vale deixar registrado o raciocínio para quem chegar aqui com a mesma dor. Dor na nuca e no alto da cabeça começando logo depois de cada dose é um padrão bem típico de pressão subindo. Com 400 mg de cipionato por semana e 90 mg de oxandrolona por dia, a pressão pode subir por vários caminhos ao mesmo tempo: retenção de sódio e água, hematócrito mais alto deixando o sangue mais espesso e, como o @vacalouca comentou, estradiol alto vindo da testosterona. Cafeína e pré-treino em cima disso somam. O jeito de tirar a dúvida é medir a pressão num aparelho de braço logo quando a dor aparecer e comparar com um momento sem dor. Se passar de 14 por 9 com frequência, esse é o problema, e reduzir a dose do oral é o primeiro ajuste óbvio. O corte para 60 mg que você cogitou vai na direção certa. 90 mg de oxandrolona é uma dose alta, com carga grande no fígado e queda forte do HDL. Os ganhos não crescem na mesma proporção da dose, como o @Foston lembrou. Os sinais que não são para esperar: dor de cabeça súbita e explosiva, a pior da vida, dor com vômito, visão embaralhada, fraqueza num lado do corpo ou fala enrolada. Nesses casos, é pronto-socorro na hora, e conte o que está usando. Como você tem acompanhamento, leve ao seu médico as medidas de pressão, o hematócrito e o estradiol do meio do ciclo. Com esses três números, a conversa sobre a dose fica bem mais objetiva. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo oxandrolona 30 mg
@Mandy182, tem um ponto que ficou para trás no tópico e é o mais urgente: você jogou fora o anticoncepcional no meio da cartela. A fertilidade costuma voltar rápido depois que a pílula para, em poucas semanas e às vezes antes da primeira menstruação. E a oxandrolona na gravidez pode masculinizar um feto feminino, é uma das contraindicações mais claras que existem para esteroides. Então, se parou a pílula, use camisinha em toda relação ou converse com o ginecologista sobre um método sem hormônio, como o DIU de cobre. E faça um teste de gravidez antes de começar qualquer ciclo novo. Sobre a trombose, o @Foston e o Perfil Desativado têm razão em chamar atenção. A pílula aumenta o risco de coágulo, e os esteroides também mexem na coagulação e no hematócrito. Não existe um estudo grande medindo a combinação, mas somar dois fatores de risco sem necessidade não faz sentido. Os sinais que pedem pronto-socorro são dor e inchaço numa perna só, falta de ar súbita, dor no peito ao respirar, e fraqueza ou fala enrolada de repente. Sobre a dose, discordo em parte do @vacalouca: 30 mg está longe de ser uma dose segura para mulher em termos de virilização. Voz mais grossa, pelos no rosto e aumento do clitóris aparecem com frequência bem abaixo disso. A voz costuma não voltar depois que muda. A faixa que o Perfil Desativado sugeriu, de 5 a 10 mg por dia, faz mais sentido. E o fato de você não sentir nada com 30 mg em três semanas reforça o que o @Mr-Ferreira e o @Foston desconfiaram: é muito provável que o produto seja falso ou subdosado. Se for trocar de fonte, comece do zero pela dose baixa, porque uma oxandrolona verdadeira em 30 mg teria um efeito bem diferente. Crossfit e musculação juntos não são um erro, mas o volume total pesa. Se o objetivo agora é ganhar massa, deixe o crossfit em duas sessões leves por semana e priorize a musculação. E coma o suficiente: ectomorfo que treina muito e come pouco não cresce, com ou sem hormônio. A calculadora de bulking ajuda a achar as calorias: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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O que os profissionais fazem para controlar o HDL?
@vacalouca, a sua preocupação tem fundamento, mas eu chegaria nela por outro caminho, e sem a niacina como peça central. Primeiro, a niacina. Ela sobe o HDL, isso é certo. Mas dois estudos grandes, o AIM-HIGH e o HPS2-THRIVE, testaram justamente se subir o HDL com niacina reduzia infarto e AVC, e não reduziu. No HPS2-THRIVE ainda apareceram mais efeitos adversos, como alteração de glicose, infecções e sangramento. Depois disso, a ideia de "consertar o número do HDL" com remédio perdeu força. O número melhora, mas o risco não cai junto. Então você pode poupar o pimentão. O HDL cai com esteroide por um motivo específico: os androgênios, principalmente os orais, ativam uma enzima do fígado, a lipase hepática, que desmonta o HDL. A oxandrolona é das mais fortes nisso, mesmo em dose baixa. Os 15 mg que você usa para "baixar a SHBG" provavelmente pesam mais no seu HDL que qualquer outra coisa do protocolo. O masteron também contribui. A SHBG baixa, por sua vez, não traz ganho real em quem já está com testosterona exógena em nível alto. Tirar a oxandrolona é a mudança de maior impacto que você pode fazer no perfil lipídico. Dito isso, discordo em parte do @Apollo Galeno quando ele diz que você não tem nada com que se preocupar. O HDL de 38 isolado não é o problema, mas um ano de blast e cruise é. Há estudo com usuários de longo prazo mostrando mais placa nas coronárias e o coração mais grosso e menos eficiente que em quem não usa, e isso não aparece no perfil lipídico. O que dá a medida real é: Escore de cálcio coronário ou angiotomografia das coronárias, que mostram se já existe placa. Ecocardiograma, para ver espessura e função do coração. Pressão arterial medida em casa, várias vezes, e hematócrito, que no seu caso importam mais que o HDL. ApoB ou colesterol não-HDL, que dizem mais que o LDL sozinho. O seu LDL de 60 é baixo e ajuda. Quanto às outras sugestões do tópico, o ômega 3 que FitCoupleHim e @Joaninha citaram ajuda mais a baixar triglicérides do que a subir o HDL, como você mesmo observou. Exercício aeróbico regular é o que mais mexe no HDL sem remédio, e você já faz. As outras questões do seu protocolo, como deca, estradiol e sono, comentei no outro tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116946-colaterais-neurol%C3%B3gicos-aes/?do=findComment&comment=1066381 As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Colaterais neurológicos - AE'S
@vacalouca, o seu relato tem mais pistas concretas do que o tópico chegou a explorar. Vou por partes, porque algumas delas têm solução. O @Locemar tem razão que boa parte da queda de humor aparece quando o hormônio cai. No seu caso, o quadro com os inibidores de aromatase tem explicação. Rubor forte na pele, falta de emoção, desânimo e distância das pessoas são exatamente os sintomas de estradiol derrubado. O rubor é a mesma onda de calor que a mulher sente na menopausa. Em homem, o estradiol é necessário para humor, libido, sono e articulações. Então não é que você "não se dá bem" com anastrozol e exemestano: provavelmente as doses zeravam o seu estradiol. O masteron não substitui isso, porque ele não baixa o estradiol no sangue de forma relevante. Durante o cruise, meça o estradiol com um método sensível para saber onde ele está de verdade. A deca é outra suspeita forte. Estudos em animais mostram que a nandrolona altera a sinalização de dopamina e serotonina no cérebro, e ela costuma subir a prolactina, e prolactina alta dá desânimo, libido baixa e humor deprimido. Vale dosar a prolactina agora, duas semanas depois do blast. A insônia com bruxismo, tensão muscular e cansaço crônico merece uma polissonografia. Esteroides, ganho de massa no pescoço e hematócrito alto aumentam o risco de apneia do sono. A apneia sozinha explica sono ruim, acordar travado, cansaço de dia e humor baixo, e nenhum suplemento resolve. Os 10 mg de melatonina que você usa são bem mais do que o necessário, e doses de 0,5 a 3 mg costumam funcionar igual. Deixei mais detalhes sobre sono no seu outro tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116965-ins%C3%B4nia/?do=findComment&comment=1066380 Agora o ponto que eu não posso deixar passar: você contou que, quando fica mal com os inibidores, sente vontade de usar drogas o tempo todo, depois de quatro anos limpo. Isso é um sinal de alerta importante, e não um detalhe do ciclo. Existe relação descrita entre histórico de dependência e dependência de esteroides, e a queda de humor é um dos gatilhos mais comuns de recaída. Não estou dizendo para parar tudo de uma vez, mas esse caso pede acompanhamento com psiquiatra que saiba de todo o seu uso de hormônios. Omitir o ciclo do médico é o que faz os antidepressivos parecerem "inúteis", porque ele trata a coisa errada. Sobre a pergunta original, bupropiona ou venlafaxina por conta própria: você já passou pelas duas e por outras três classes, então não é mais um caso para tentativa própria. O que eu faria agora, na prática: Manter o cruise com dose próxima da fisiológica, sem a oxandrolona para "segurar SHBG", que não traz benefício que compense o custo no fígado e no HDL. Fazer os exames: estradiol, prolactina, hemograma com hematócrito, TSH e T4 livre, ferritina, vitamina B12 e vitamina D. Marcar a polissonografia. Observar se o sono e o humor melhoram depois de alguns meses em dose fisiológica. Se melhorarem, você tem a resposta sobre o papel do blast. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.