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Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico:
Ciclo feminino de Nandrolona prescrito por endócrino
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Ciclo feminino de Nandrolona prescrito por endócrino
@fanzinha, a análise do @Toxi sobre a fórmula está boa no geral, e a sua decisão de não usar foi acertada. Vou acrescentar alguns pontos que mudam o quadro, porque um deles é importante para você especificamente. A nandrolona oral em 2 mg é, na prática, quase nada. A nandrolona tem absorção oral ruim e é muito metabolizada pelo fígado, por isso o uso dela é injetável. Ou seja, a fórmula juntava muitos componentes em volta de um anabolizante que provavelmente não faria efeito. A espironolactona merece uma correção nas duas direções. Em mulher com alopecia androgenética, ela é usada de verdade como antiandrogênico para tratar a queda, só que em doses bem maiores, na faixa de 50 a 200 mg. Em 15 mg ela não faz nem uma coisa nem outra. E a fórmula ainda tinha cloreto de potássio junto, o que não combina, porque a espironolactona já segura potássio. Isso vale também para o protocolo que o @Micael Silva descreveu, com espironolactona, furosemida e potássio. Diurético combinado mexe com potássio e sódio, e potássio fora da faixa causa arritmia. Câimbra é um aviso de desequilíbrio, não um efeito normal. Isso não é coisa para fazer por conta própria. A dutasterida também é usada em queda de cabelo feminina, mas tem um cuidado sério: ela pode causar malformação genital em feto masculino e fica no organismo por meses. Como você teve gestação recente, se houver qualquer chance de engravidar de novo, esse é um ponto que precisa estar muito claro antes de usar. Agora a parte que é mais sua. Você tem alopecia androgenética, que é a queda causada pela sensibilidade do folículo aos androgênios. Qualquer anabolizante é um androgênio e tende a acelerar a queda. Isso pesa mais do que a escolha entre um composto ou outro. E há outro ponto: queda de cabelo depois de gestação muitas vezes tem componente de eflúvio, ferritina baixa ou alteração de tireoide, que é comum no pós-parto. Vale dosar ferritina, TSH e T4 livre se ainda não fez. Com 37 anos, 1,64 m, 66 kg e por volta de 26% de gordura, dá para ter uma mudança grande só com dieta bem ajustada, e você já está esperando a da nutricionista. Um déficit moderado com proteína alta, perto de 1,8 a 2 g por kg, e treino de força progressivo de segunda a sexta tendem a baixar esse percentual de forma consistente sem colocar o cabelo em risco. A calculadora de déficit calórico do site ajuda a conferir o tamanho do déficit: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ Se mais à frente você ainda quiser usar algo, a conversa deveria começar pela queda de cabelo, de preferência com um dermatologista junto, e não pelo anabolizante. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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primeiro ciclo: Oxandrolona + testosterona?
@Wallace Gomes, o ponto mais urgente do seu plano é a dose de oxandrolona, e eu vou começar por ele porque é onde está o risco real. 20 mg três vezes ao dia dá 60 mg por dia, e 40 mg três vezes ao dia dá 120 mg por dia. Para primeiro ciclo, isso é muito. A oxandrolona tem fama de leve justamente porque costuma ser usada entre 20 e 50 mg por dia em homens. Em 120 mg por dia durante 30 dias, ela deixa de ser leve: é um oral metilado, com carga hepática que cresce com a dose e o tempo, e derruba o HDL de forma importante. Se for usar, uma faixa de 30 a 40 mg por dia, por seis semanas no máximo, já entrega resultado com risco bem menor. Os potes de 40 mg facilitam isso, uma cápsula por dia. Sobre o enantato, a meia-vida é menor do que você leu, fica por volta de 4 a 5 dias. Por isso aplicar a cada 10 dias deixa o nível subindo e caindo demais. O @Arnaldo Santos. sugeriu o desenho certo: dividir em duas aplicações por semana. Para primeiro ciclo, 250 a 300 mg por semana é uma base adequada, e com a testosterona como base você nem precisa da oxandrolona em dose alta. No anastrozol eu também concordo com o @Arnaldo Santos.: não começa junto. Só entra se aparecer sintoma de estradiol alto, de preferência confirmado em exame. Um detalhe na conta: 0,5 mg em dias alternados dá perto de 1,75 mg por semana, não 1 mg. Para muita gente, 0,25 a 0,5 mg duas vezes por semana já resolve. Excesso de anastrozol zera o estradiol e traz dor articular, libido baixa e piora do colesterol. O tamoxifeno é para a TPC, começando por volta de duas semanas depois da última aplicação de enantato. Vitaminas, ômega 3 e multivitamínico podem seguir normal. Já o DHEA eu discordo. Ele vira parte em testosterona e parte em estrogênio, não estimula o eixo a voltar e não tem papel na TPC. Tribulus também não mostrou efeito em recuperar testosterona em estudos com homens. Os dois podem ficar de fora. Antes de começar, faz exames de base: testosterona total, LH, FSH, estradiol, hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, GGT e função renal. Repete no meio do ciclo e depois da TPC. É o único jeito de saber se o que você está fazendo está seguro. Como você está montando tudo do zero, o gerador de protocolo hormonal do site é um bom ponto de partida para organizar ciclo, auxiliares, TPC e exames de controle, e ele bloqueia doses e combinações de risco alto: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ . Use como rascunho para revisar, não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico:
BCAA + creatina + glutamina + whey: posso usar os 4 ao mesmo tempo?
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BCAA + creatina + glutamina + whey: posso usar os 4 ao mesmo tempo?
@bonepreto, pode usar os quatro juntos sem problema nenhum de interação, como o @fisiculturismo respondeu. A questão é que dois deles quase não acrescentam para quem já toma whey. A creatina é a que mais vale. Tome de 3 a 5 g todo dia, no horário que for mais fácil lembrar, inclusive nos dias sem treino. Perto do treino, de preferência no pós, pode ter uma vantagem pequena, mas o que manda é a constância. O whey entra quando a comida não fecha a proteína do dia, e serve em qualquer horário, não só no pós. BCAA e glutamina são os dispensáveis. O whey já tem BCAA em boa quantidade, e a glutamina não mostrou ganho de massa nem de força em quem come proteína suficiente. Já que você tem em casa, pode usar até acabar, mas eu não recompraria. Eu detalhei esse mesmo assunto, com horários e o porquê de cada um, neste outro tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/73900-bcaa-creatina-glutamina-whey-quantas-vezes-tomar-tudo-isso-e-qual-os-melhores-hor%C3%A1rios-para-ter-um-bom-resultado/?do=findComment&comment=1067183 Para fechar a conta da proteína, a calculadora de proteína diária do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/
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BCAA + creatina + glutamina + whey: quantas vezes tomar tudo isso e qual os melhores horários para ter um bom resultado?
@hector avancini, respondendo a sua dúvida e aproveitando para atualizar algumas coisas ditas aqui, porque parte delas não se sustentou com o que se estudou depois. Creatina não tem horário mágico. O que faz efeito é tomar todo dia, de 3 a 5 g, para manter o músculo saturado. Há uma tendência pequena de vantagem em tomar perto do treino, mais no pós, mas a diferença é pequena perto da consistência. Então escolha o horário que você não esquece, inclusive nos dias sem treino. Ciclar creatina também não é necessário. E o "murchar" ao parar, que o Pakmattz1 comentou, é exagero. O que sai é a água dentro do músculo, que dá um a dois quilos na balança. O músculo construído com o treino mais pesado que a creatina permitiu fica. BCAA, para quem já toma whey e come proteína suficiente, é gasto sem retorno. O whey já tem BCAA em boa quantidade, e o que manda no ganho de massa é o total de proteína do dia. Glutamina segue a mesma lógica: em pessoas saudáveis que comem proteína suficiente, os estudos não mostraram ganho de massa nem de força. Tomar junto com a creatina também não atrapalha a absorção de nada. Sobre o whey, @Rolke, a lista de "nunca" foi engraçada, mas não se confirmou. Whey funciona em qualquer refeição em que falte proteína, inclusive antes do treino e antes de dormir. A proteína antes de dormir foi estudada e tende a ajudar a síntese proteica durante a noite. Caseína ou albumina, como o @tonin sugeriu, são boas por serem de absorção mais lenta, mas whey também serve. A malto no pós treino que o @oozaru sugeriu não faz mal, só não é obrigatória se você come carboidrato nas refeições. Na prática, para quem treina há seis meses: creatina todo dia, whey quando a comida não fechar a proteína do dia, e o dinheiro do BCAA e da glutamina vai melhor em comida. Para saber quanto de proteína você precisa no total, a calculadora de proteína diária do site faz a conta com seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ . E a de creatina mostra a dose para o seu peso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/creatina/
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Qual meu bf?
@Gonçalo Faria, o próprio tópico mostra por que olhômetro não fecha a questão: as estimativas foram de 8% a 20% para as mesmas fotos. Luz, ângulo, pump e retenção mudam muito a leitura, e você mesmo comentou que a câmera não ajuda. Então, em vez de mais um chute, vou deixar um jeito de você acompanhar com número. O mais acessível é a medida por dobras cutâneas, feita sempre pelo mesmo avaliador e com o mesmo protocolo. O número absoluto pode errar um pouco, mas a tendência de uma avaliação para outra é confiável, e é ela que importa num cutting. Se não tiver avaliador, a calculadora de percentual de gordura por dobras do site faz a conta a partir das medidas: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/calculadoras-percentual-gordura-corporal/ . Junto com isso, cintura no umbigo e peso em jejum uma vez por semana já mostram muito. Com 168 cm e 75 cm de cintura, você está numa relação cintura e altura boa, abaixo de 0,5. Dois pontos do seu protocolo merecem atenção. O primeiro é o Xpel. Diurético, mesmo de base fitoterápica, tira água e deixa o visual mais seco por alguns dias, o que atrapalha justamente a avaliação que você quer fazer. Ele também não tem nada a ver com perda de gordura. Se for usar, que seja pontual, para uma foto, e não no dia a dia, e cuidando da hidratação, principalmente somado ao Lipo 6, que é estimulante. O segundo é o plano de continuar baixando o BF durante a TPC. Esse é o momento em que o corpo tem menos testosterona e mais facilidade para perder massa magra. O mais seguro é chegar no fim do ciclo já no percentual que você quer e passar a TPC em manutenção calórica, com proteína alta e treino pesado. Déficit agressivo nessa fase é o caminho mais rápido para perder o que o ciclo deu. Sobre a dieta, 250 g de proteína com 70 kg é mais de 3,5 g por kg. Não é perigoso para quem tem rim saudável, mas é mais do que você precisa, mesmo em cutting. Dá para descer para algo perto de 2,2 a 2,5 g por kg e passar essa diferença para carboidrato, que vai ajudar no rendimento do treino com as calorias já baixas. Quanto ao shape, concordo com o @Emer.GT e o @Gamma: a base está boa, e o ponto a priorizar é dorsal e peito. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
Hoje
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Deposteron: duas ampolas dão algum ganho?
@Cabo Araujo, não dá para copiar o que o @delacosta fez, e o motivo principal é a dose. Ele usou 200 mg de cipionato por semana, que é uma ampola de Deposteron. Você está em 400 mg, o dobro. A experiência dele de colaterais baixos e de recuperação sem TPC tem muito a ver com ter ficado numa dose perto do limite de cima do fisiológico. E mesmo assim, o resultado bom dele foi uma resposta individual, não uma regra. No seu caso, a idade pesa. Aos 42, o eixo tende a demorar mais para voltar do que aos 25, e uma parte dos homens nessa faixa já começa com testosterona no limite de baixo. Sem TPC e sem exame, você pode terminar o ciclo e passar meses com testosterona baixa sem saber se é recuperação lenta ou se o seu basal já era baixo antes. Por isso o mais importante agora, ainda na primeira semana, é ter os exames de base. Se não colheu antes de começar, colhe agora o que der: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, função renal, glicemia e PSA, que a partir dos 40 já faz sentido acompanhar quem usa testosterona. Hematócrito e pressão merecem atenção especial, porque sobem com mais facilidade nessa idade. Sobre a discussão entre os dois, cada um acertou uma parte. O @Arnaldo Santos. está certo que qualquer dose de testosterona exógena suprime o eixo, e que o que ajuda na recuperação é tempo, TPC e não exagerar na duração. O @delacosta está certo que dose menor gera menos colateral e um tombo hormonal menor no fim, o que costuma facilitar segurar os ganhos. Onde eu discordo do @Arnaldo Santos. é na ideia de que o cipionato seria o pior éster. Cipionato e enantato são praticamente equivalentes na prática, com meia-vida muito parecida, ao redor de uma semana. Quem define retenção, supressão e atrofia testicular é a dose e o tempo de uso, não o éster. Respondendo também ao @Nem, que abriu o tópico: seis ampolas de Deposteron, uma por semana, dão algum ganho, sim, mas modesto. É uma dose que fica perto do que muita gente usa em reposição, e seis semanas é pouco para um éster que leva algumas semanas só para estabilizar no sangue. Se você quiser rever o desenho do ciclo e da TPC com seus dados, o gerador de protocolo hormonal do site pede exames e sugere TPC e exames de controle: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ . Use como rascunho para revisar, não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo de Hemogenin, Durateston e Stano
@Sheldao, respondendo primeiro às duas perguntas diretas e depois ao protocolo, já que você comprou tudo e vai usar de qualquer jeito. Hemogenin sem testosterona nas quatro primeiras semanas não é boa ideia. A oximetolona suprime o seu eixo em poucos dias, e você passa um mês sem testosterona natural e sem testosterona exógena, só com um oral que, mesmo sem aromatizar, costuma dar retenção e sintomas parecidos com os de estrogênio alto. É o cenário clássico de libido baixa, humor ruim e retenção pesada. Se for usar, ela entra junto com a base de testosterona, não antes. Então o desenho que o @Emer.GT sugeriu é o mais coerente com o que você tem em mãos: Durateston desde a primeira semana, Hemogenin nas primeiras quatro. A TPC não começa quando acaba o Hemogenin. Ela começa depois da última aplicação de Durateston, e como ele tem éster de decanoato, que sai devagar, o mais comum é esperar por volta de três semanas. Os seus 21 dias estão dentro do razoável. Agora o protocolo. 150 mg de oximetolona por dia é uma dose alta. O que se vê com mais frequência é 50 mg, e acima disso o aumento de colateral cresce mais rápido do que o de resultado. Os dois pontos que pesam com ela são fígado e pressão. Ela é um oral metilado com carga hepática considerável e costuma subir bastante a pressão pela retenção. Se for usar, eu ficaria em 50 mg por dia, no máximo por quatro semanas, e mediria a pressão em casa durante esse período. A sua experiência boa anterior conta, mas você tinha alguns anos a menos e a dose pode ter sido outra. Sobre o stanozolol, concordo com o FitCoupleHim e com o @Emer.GT. Ele não combina com o objetivo inicial de "pump monstro" e soma mais um composto pesado para colesterol e articulações. Se a ideia é qualidade no fim, quatro semanas no final da testosterona bastam, sem passar de seis. E não deixar oximetolona e stanozolol se sobreporem, porque aí a carga hepática e o tombo no HDL se somam. Tem um ponto que o @Toxi levantou e que vale levar a sério. Você voltou a treinar há 6 meses depois de 5 anos parado e já recuperou 7 kg. Isso é memória muscular trabalhando, e ela continua rendendo por um bom tempo com dieta e treino. Um ciclo agora acelera, mas boa parte do que ele vai entregar você recuperaria natural. Então não precisa de dose alta para ter resultado. Antes de começar, faz exames: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, GGT, função renal, testosterona total, estradiol, LH e FSH. Como o @marcelogarra sugeriu, acompanhamento médico deixa isso muito mais seguro, especialmente com dois orais no mesmo ciclo. @Lucianosp, para segundo ciclo com masteron, 250 a 300 mg de enantato por semana já dão uma base boa e deixam o masteron trabalhar no visual. Subir para 400 faz sentido se o primeiro ciclo foi bem tolerado e se os exames de controle vieram bons. Vale abrir um tópico próprio com os dados do primeiro ciclo para a gente ajudar melhor. Para revisar a montagem, o gerador de protocolo hormonal do site pede exames, sugere auxiliares e TPC e bloqueia combinações de risco alto: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ . Use como rascunho para comparar com o seu plano, não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Primeiro ciclo com enantato: 1 ml na segunda e 1ml na quinta ciclo de 1-8 semanas total de 600 mg
@Matheus39, o @Toxi foi direto, e eu concordo com o diagnóstico, mas vale mostrar o porquê com números, porque com eles fica mais fácil você enxergar onde está travando. Com 1,79 m, 69 kg e 8% de gordura, você tem por volta de 63 kg de massa magra. Isso dá um FFMI perto de 20. A média de quem treina bem há alguns anos, natural, fica entre 22 e 24, e o teto natural costuma ficar na casa de 25. Ou seja, você ainda tem muitos quilos de músculo para ganhar sem nenhum hormônio. A calculadora de FFMI do site mostra esse número com seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/ffmi/ Estar em 8% de gordura e não ganhar peso tem uma explicação quase sempre: falta de calorias. A lista de alimentos que você passou é boa, mas qualidade não substitui quantidade. Para crescer, você precisa de superávit, algo entre 300 e 500 kcal acima do que gasta, com proteína por volta de 2 g por kg e o restante em carboidrato. Pesa os alimentos durante duas semanas e anota o total do dia. Na maioria dos casos de quem acha que "come muito", o número real fica abaixo da manutenção. Se o peso não subir de 0,25 a 0,5 kg por semana, aumenta 200 kcal e repete. A calculadora de bulking do site ajuda a chegar no ponto de partida: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ O treino é o segundo gargalo. Três dias por semana, cada músculo uma vez só, com tudo em conjugado e drop set, tende a gerar muito cansaço e pouca progressão de carga. Para quem está tentando sair da estagnação, funciona melhor treinar cada grupo duas vezes por semana, por exemplo num esquema superior e inferior em quatro dias, com séries normais, perto da falha, e aumentando carga ou repetições de uma semana para outra. Técnicas como drop set entram na última série de um ou dois exercícios, não em tudo. Sobre o ciclo, mesmo que você decida fazer mais à frente, tem dois pontos a corrigir. O primeiro é a conta da dose. O enantato costuma vir com 250 mg por ml, então 1 ml na segunda e 1 ml na quinta são 500 mg por semana, ou 4.000 mg em 8 semanas, e não 600 mg no total. Para primeiro ciclo isso é dose alta. Confere a concentração do produto antes de qualquer decisão. O segundo é a TPC. Tribulus não tem efeito comprovado para recuperar o eixo, e tamoxifeno com clomifeno juntos raramente é necessário num ciclo só de testosterona. Antes de qualquer coisa, faz exames de base, como testosterona total, LH, FSH, estradiol, hemograma, perfil lipídico e função hepática e renal. Mas a minha sugestão sincera é usar os próximos seis meses para acertar dieta e treino. Com o físico que você descreveu, é bem provável que você ganhe mais nesse período do que ganharia num primeiro ciclo com a dieta atual. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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ANABOLIZANTES e fertilidade
A explicação do @Mestre sobre LH e FSH está correta e vale completar com números, porque é aí que muita gente se engana nos dois sentidos. Testosterona exógena é tão eficiente em suprimir a produção de espermatozoides que foi estudada por anos como anticoncepcional masculino. Nesses estudos, com doses de cerca de 200 mg de enantato por semana, a maioria dos homens chega a zero ou quase zero espermatozoides em alguns meses. Só que nem todos, e é aí que mora o segundo erro: ciclo não é método anticoncepcional confiável. Uma parte dos usuários continua com contagem suficiente para engravidar a parceira. Então, @Marombeiro769, a resposta é que a fertilidade cai muito durante o ciclo na maioria dos casos, mas não dá para contar com isso nem para um lado nem para o outro. A recuperação depois de parar costuma acontecer, mas leva tempo. Nos mesmos estudos, a mediana de retorno a contagens normais ficou na faixa de alguns meses, a grande maioria recuperou dentro de um ano e quase todos em dois anos. Ciclos longos, doses altas, nandrolona e trembolona e idade mais alta tendem a alongar esse tempo. @Henrique Alves MB, o HCG ajuda, e o @Toxi tem razão na faixa de dose. Estudos em reposição de testosterona usaram HCG em doses que somam de pouco mais de 400 até cerca de 1.750 UI por semana, divididas em aplicações a cada dois dias, e conseguiram manter a testosterona dentro do testículo e os parâmetros do espermograma na maioria dos homens. O que a gente precisa deixar claro é que esses dados vêm de reposição, com dose fisiológica de testosterona. Em ciclo com dose bem acima disso, a proteção tende a ser menor, e o HCG imita o LH, mas não o FSH, que também participa da produção de espermatozoides. Para quem quer ter filhos, o caminho mais seguro é fazer espermograma antes de começar, para ter uma referência, e repetir durante o uso se a fertilidade for prioridade. Se a contagem cair mesmo com HCG, existe a opção de congelar sêmen antes de um ciclo ou de uma reposição de longo prazo. E quem está tentando engravidar a parceira agora não deveria estar usando esteroide, porque o tempo de recuperação pode passar de um ano. O orientador de fármacos do site traz mecanismo, faixas de dose e colaterais do HCG e dos principais compostos citados aqui: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Nutricionista Esportivo na Capital - SP.
Indicação de nome eu não vou fazer, mas dá para deixar aqui um jeito de escolher que serve para qualquer cidade, porque o tópico já mostrou bem as armadilhas: preço muito diferente para serviços muito diferentes, e profissional se oferecendo sem se identificar. O primeiro filtro é o registro. Todo nutricionista precisa ter CRN ativo, e a consulta é pública no site do conselho regional. Em São Paulo, é o CRN-3. A cobrança do @criscouto foi exatamente a certa: profissional sério informa nome completo e número de registro sem rodeio. Quem foge disso já se eliminou. O segundo é entender o que cada profissional pode fazer, porque isso explica parte da diferença de preço que o @PhOeNiXxX encontrou. O nutricionista monta a dieta, avalia composição corporal, pode solicitar exames laboratoriais relacionados à nutrição e pode prescrever suplementos. Ele não prescreve medicamentos nem hormônios. Médico do esporte, nutrólogo e endocrinologista podem prescrever medicação e conduzir reposição hormonal, então quem quer acompanhamento de ciclo ou de reposição, como o Visitante comentou, precisa de médico de qualquer forma. Pagar caro numa consulta que mistura médico, nutricionista e personal só faz sentido se você vai usar as três coisas. O terceiro é o que a consulta entrega. Uma boa primeira consulta tem anamnese de rotina, horários e preferências, avaliação de composição corporal, análise de exames recentes e um plano que você consegue seguir. E, principalmente, retorno. Dieta sem ajuste em quatro a seis semanas vira um papel. Por isso eu olharia o valor do pacote de consulta mais retornos, e não só o da primeira consulta. Sobre o que o @criscouto disse, de começar sozinho, também concordo. Quem treina há pouco tempo consegue avançar muito só acertando calorias, proteína e consistência, e o profissional entra melhor quando o progresso trava ou o objetivo fica mais específico. Para esse começo, a calculadora de macronutrientes do site ajuda a montar a base: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/macronutrientes/
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Prolactina meio alta?
@academialive, prolactina de 20 com referência até 15 é uma elevação leve, e eu não começaria tratamento com base em um exame só. Prolactina sobe com coisas banais: estresse da coleta, sono ruim na noite anterior, treino intenso no dia anterior, atividade sexual recente, coleta muito cedo logo depois de acordar e até a própria picada da agulha. O passo certo é repetir o exame em jejum, de manhã, mas não logo ao acordar, depois de 20 a 30 minutos sentado e em repouso, e pedir junto a pesquisa de macroprolactina. Uma parte das pessoas com prolactina "alta" tem macroprolactina, que é uma forma grande da molécula e quase não tem efeito biológico. Com o restante dos seus exames, eu desconfio que a prolactina não explique sozinha a libido baixa. Testosterona total de 696, LH e FSH dentro da referência e estradiol em 26 mostram um eixo que voltou a funcionar depois do Dianabol. Elevações leves de prolactina raramente derrubam libido com testosterona nesse nível. Discordo do @Micael Silva em dois pontos. O primeiro é o LH e o FSH. Os seus valores estão dentro da faixa normal e não indicam falta de recuperação. O segundo é a progesterona. No homem ela tem efeito de supressão sobre LH e FSH, tanto que derivados de progesterona já foram estudados justamente em protocolos de contracepção masculina. O raciocínio de rebote do ciclo menstrual não se transfere para o eixo masculino. Então, como o @Toxi questionou, falta base para isso, e o risco é atrapalhar o que já se recuperou. Sobre a cabergolina que o @Toxi sugeriu, ela funciona para baixar prolactina, mas faz mais sentido depois de confirmar a elevação no exame repetido, descartar macroprolactina e ver se o valor continua acima da referência. Usar com 20 é tratar um número que pode nem se repetir, e a cabergolina tem seus próprios efeitos, como queda de pressão, náusea e alteração de humor e de impulsividade. O que eu investigaria para a libido: SHBG e testosterona livre, porque a total pode estar boa com a livre baixa, qualidade do sono, nível de estresse, uso de medicamentos como finasterida ou antidepressivos e quanto tempo faz desde o fim do ciclo, já que a libido às vezes demora mais que o exame para voltar. Se houver ronco, sono que não descansa e cansaço durante o dia, vale olhar a calculadora de risco de apneia do sono do site, porque a apneia derruba libido e testosterona com frequência: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/apneia/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Oxandrolona para ectomorfo
@bruno be good, a oxandrolona não acelera o metabolismo a ponto de impedir ganho de massa. Essa fama vem de ela ser usada em cutting, junto com dieta restrita e aeróbico, e aí quem perde gordura atribui tudo a ela. Na medicina ela foi usada justamente para o contrário: recuperar peso e massa magra em pacientes com perda muscular, como em grandes queimados e em quadros de emagrecimento por doença. Então ela constrói massa magra, sim. O que ela faz em relação à gordura é favorecer um pouco a redução de gordura, principalmente abdominal, mas isso não "queima" as calorias que você precisaria para crescer. O ponto é outro. Com 1,87 m e 80 kg, o que trava o seu ganho quase certamente é a quantidade de comida, não falta de hormônio. Quem se considera ectomorfo normalmente come menos do que imagina e gasta mais do que imagina. Antes de pensar em qualquer composto, vale montar um superávit de verdade, algo entre 300 e 500 kcal acima da manutenção, com proteína por volta de 1,8 a 2 g por kg, e acompanhar o peso por algumas semanas. Se a balança não subir, aumenta mais. A calculadora de bulking do site faz essa conta com seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ Sobre a discussão entre @RCP1304 e @carloslk18, os dois têm parte da razão. Oral faz efeito, sim, e vários da lista são potentes. Mas a oxandrolona é dos mais suaves dessa família, e o @RCP1304 acerta que, para quem busca volume, a testosterona costuma ser a base mais lógica. Um detalhe na lista: o Proviron, a mesterolona, é muito fraco como anabolizante e é usado mais pelo efeito androgênico e antiestrogênico do que para ganho de massa. Se mesmo depois de acertar a dieta você decidir usar algo, oral sozinho tende a ser a pior escolha para o seu objetivo. Ele carrega o custo hepático e o impacto no colesterol dos compostos orais e entrega o menor ganho por unidade de risco. Mas com a altura e o peso que você descreveu, a chance de você ainda estar longe do seu potencial natural é grande. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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A história de Renato Cariani: da indústria química ao fitness
A história de Renato Cariani no fitness teve uma pausa decisiva aos 24 anos. Ele deixou as competições para priorizar a carreira na indústria química e construir patrimônio. Por volta dos 40, passou a investir na carreira de influenciador, levando para as redes a competitividade que já aplicava na fábrica. Cariani reconstrói esse percurso na entrevista “Renato Cariani AO VIVO: o império, o processo e a decisão sobre 2026”, do Podcast Café com Ferri. O contraste que ele faz é direto: depois de comandar uma operação industrial sob pressão, produzir conteúdo sobre musculação passou a ser uma atividade prazerosa. A rotina de publicações, porém, continuou exigindo planejamento e constância. A formação foi pensada para a indústria Química veio antes da carreira fitness na internet. Cariani conta que cursou a graduação e depois a licenciatura em química porque queria dar aula. Na sequência, estudou administração de empresas com ênfase em marketing e fez uma especialização em processos gerenciais. Ele lembra que a passagem para administração exigiu cursar a graduação inteira, sem aproveitar disciplinas da formação anterior. O objetivo profissional naquele período era se tornar executivo de indústria. Cariani também se formou em educação física. Em um comunicado de março de 2025, contou que começou essa graduação aos 40 anos e cursou quatro anos. Na mesma ocasião, anunciou o ingresso em nutrição, sua quarta graduação. Da entrada às 8h à saída à noite Como diretor de operações, Cariani chegava à fábrica às 8h. Relata saídas às 21h ou às 22h e lembra que, em dias mais curtos, conseguia sair às 19h. A responsabilidade incluía comandar uma equipe, cumprir metas e acompanhar exigências de qualidade. Entre as tarefas que cita estão boas práticas de fabricação, qualificação de fornecedores e exigências ligadas à ISO 9001. Ele estima em 70% a participação de multinacionais nos negócios da empresa, sem detalhar a base dessa conta. Ele descreve esse período como uma rotina de pressão constante. Aos 24 anos, competir deixou de ser a prioridade Filho de uma empregada doméstica e de um operário, Cariani diz que queria melhorar a situação financeira da família. Seu primeiro trabalho, segundo recorda, foi entregar panfletos no farol aos 11 anos. Ao lembrar esse percurso, também reconhece a importância dos riscos que assumiu, das pessoas que encontrou e da sorte. A musculação entrou na adolescência. Ele situa o início dos treinos aos 16 anos e conta que, aos 20, já competia. Em outra entrevista, ao ge, associou a entrada na academia ao bullying que sofria por causa do peso. Aos 24 anos, a prioridade mudou. Cariani avaliava que as competições não lhe dariam a renda que buscava e decidiu concentrar esforços na carreira profissional. Anos depois, aos 40, voltou aos palcos. A pausa havia sido nas disputas, e ele não a apresenta como um abandono definitivo da musculação. A aposta nas redes veio por volta dos 40 anos Cariani situa a entrada na carreira de influenciador aos 40 anos e diz que, até então, nem usava Instagram. A produção sobre musculação era um hobby que começou a mostrar potencial de trabalho. Ele viu a chance de ensinar, falar de um assunto que gostava e prosperar fora da rotina industrial. O site oficial registra o início do canal em 2016 e também produções educativas desde 2006. Assim, os 40 anos marcam a fase profissional descrita por ele, e não sua primeira experiência com gravações. O primeiro milhão de inscritos é datado de 30 de novembro de 2019. A competitividade virou meta de audiência Na interpretação de Cariani, a competitividade explica parte desse movimento. Para ilustrar, ele usa uma brincadeira de par ou ímpar: um atleta, diz, quer vencer até ali. Essa disposição já orientava sua atuação na indústria e passou a orientar a comparação com outros criadores. Ele conta que estudou nomes como Leandro Twin e Will Detilli. Observava formatos, inscritos e visualizações para entender o que faziam e procurar um jeito de melhorar suas próprias publicações. Superar aqueles canais virou uma meta pessoal, acompanhada diariamente. Duas publicações por dia e uma rotina sem pausas A resposta à concorrência foi aumentar a produção. Ao descrever a fase mais intensa, Cariani cita dois lançamentos diários: um ao meio-dia e outro às 18h. Para ele, a vantagem veio da continuidade, com publicações todos os dias mesmo quando, segundo ele, os concorrentes diziam que não aguentavam acompanhar. Cariani descreve dez anos de trabalho diário para manter o canal. Em sua avaliação, essa regularidade ajudou a construir a confiança do público e o valor de seu nome para as marcas. A vontade de ensinar já aparecia antes do canal A licenciatura em química vinha do desejo de ser professor. Cariani também lembra que, na escola, era chamado para apresentar os trabalhos do grupo. A leitura, segundo ele, ampliou seu vocabulário e o repertório que mais tarde usaria para explicar assuntos ao público. Para explicar por que acredita no treino da comunicação, conta a história de um tio que gaguejava e queria falar na igreja. Segundo seu relato, o tio ensaiava o sermão durante a semana e dominava o que pretendia dizer. Para Cariani, a facilidade pessoal ajuda, mas a preparação também faz parte de aprender a se comunicar. Cariani prevê que a inteligência artificial vai tirar do YouTube a função de ensinar, a menos que a explicação também entretenha. Por isso, defende que o entretenimento venha primeiro, com o conhecimento incorporado à diversão. Quando perguntado se faria tudo de novo, responde que seguiria o mesmo caminho e tentaria agir mais rápido. Da audiência às relações comerciais O crescimento do canal também mudou a maneira como ele escolhe patrocinadores. Cariani relata ter recusado uma proposta de ação isolada, por um mês, porque preferia construir uma relação mais longa. O valor oferecido não foi revelado. Na sua avaliação, associar o próprio nome a um produto exige confiança que ultrapasse uma campanha curta. Essa experiência ajuda a entender sua participação no debate sobre a mudança de gestão da Growth, em que descreve a relação entre fundadores e influenciadores. Naquele momento, era parceiro comercial da marca. Conclusão A mudança de Cariani para o fitness digital reuniu experiências que ele já carregava: formação técnica, gestão de uma operação, vivência na musculação e vontade de ensinar. Na sua explicação, a competitividade orientou as metas e a constância sustentou as publicações. A internet abriu outra forma de trabalhar com o esporte, que ele descreve como prazerosa depois dos anos de pressão na indústria. Perguntas frequentes Qual é a formação de Renato Cariani? Renato Cariani é formado em química, administração de empresas e educação física. Também fez licenciatura em química e especialização em processos gerenciais. Em março de 2025, anunciou o início de uma quarta graduação, em nutrição. Quem é Renato Cariani e qual é sua profissão? Renato Cariani é químico, empresário, profissional de educação física, fisiculturista e criador de conteúdo. Antes de crescer nas redes, trabalhou como diretor de operações na indústria química. Como era Renato Cariani antes da fama? Ele já tinha uma carreira na indústria química e experiência nas competições de fisiculturismo. Em 2008, entrou na sociedade da Anidrol. Como diretor de operações industriais, dirigia equipes, acompanhava metas e relatava dias que começavam às 8h e terminavam às 21h ou às 22h. Como Renato Cariani ficou rico? Cariani construiu sua carreira na indústria química e passou a investir em negócios próprios. Tornou-se sócio da Anidrol em 2008. Depois, ampliou sua atuação com produção de conteúdo, patrocínios e cursos digitais sobre fitness e trabalho na internet. Renato Cariani é formado em educação física? Sim. Cariani cursou quatro anos de educação física e contou que começou a graduação aos 40 anos, quando decidiu investir na carreira fitness. A formação já estava concluída quando anunciou sua quarta faculdade, em março de 2025. Renato Cariani é nutricionista? Cariani começou a graduação em nutrição em março de 2025, como aluno da Faculdade Católica Paulista. Escolheu a modalidade online e informou uma duração prevista de quatro anos. Química, administração e educação física são as formações que já havia concluído. Quantos anos tem Renato Cariani? Renato Cariani tem 50 anos em outubro de 2026. Ele entrou na carreira de influenciador por volta dos 40, depois de anos de atuação na indústria. Quando Renato Cariani começou no YouTube? A linha do tempo de seu site oficial situa a criação do canal em 2016. O mesmo site registra produções educativas desde 2006 e o primeiro milhão de inscritos em novembro de 2019. Referências BAND. Quem é Roseli Dorth, sócia de Renato Cariani que também responde por tráfico. Band. [S. l.], 31 jan. 2024. Disponível em: https://www.band.com.br/nacional/brasil/quem-e-roseli-dorth-socia-de-renato-cariani-que-tambem-responde-por-trafico-16664054. Acesso em: 16 out. 2026. CARIANI, Renato. COMUNICADO OFICIAL - VOU FAZER MINHA 4ª FACULDADE - SAIBA QUAL E ENTENDA O PORQUÊ !!!. [S. l.], 24 mar. 2025. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=_XlMbd1Wrzs. Acesso em: 16 out. 2026. CARIANI, Renato. Renato Cariani Oficial | Transforme Corpo e Mente. Renato Cariani. [S. l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.renatocariani.com.br/. Acesso em: 15 out. 2026. GIUFRIDA, Bruno; BOTTA, Emilio. Renato Cariani: astro do mundo fitness usou o fisiculturismo para vencer o bullying e fazer fortuna. ge. São Paulo, 31 out. 2023. Disponível em: https://ge.globo.com/sp/noticia/2023/10/31/como-astro-do-mundo-fitness-usou-o-fisiculturismo-para-vencer-o-bullying-e-fazer-fortuna.ghtml. Acesso em: 15 out. 2026. PODCAST CAFÉ COM FERRI. Renato Cariani AO VIVO: o império, o processo e a decisão sobre 2026. [S. l.], 14 ago. 2026. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=PM1we--8Tzw. Acesso em: 15 out. 2026.
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Iniciando hoje ciclo com Oxandrolona
@Alyne Frozza, a perda de gordura que o @Foston apontou faz sentido com o que você relatou desde a terceira semana, então a parte de dieta e treino está respondendo. O que eu quero comentar é a mudança de protocolo, porque ela muda bastante o perfil de risco do ciclo. A oxandrolona sozinha, mesmo em 20 mg, tem uma vantagem para mulher: ela sai do corpo rápido. Se aparecer rouquidão, aumento do clitóris ou pelos novos no rosto, você para e em um ou dois dias o nível já caiu bastante. A boldenona em éster undecilenato é o oposto. A meia-vida fica por volta de 14 dias, então se um colateral androgênico aparecer na oitava semana, você ainda passa semanas com o hormônio circulando depois da última aplicação. Isso pesa porque a virilização da voz e do clitóris pode não regredir. Para comparação, as poucas referências de uso feminino de boldenona ficam abaixo de 100 mg por semana, e isso somado a 20 mg diários de oxandrolona é uma carga androgênica alta para mulher. Somando tudo, você começou a oxandrolona em setembro e, com mais 8 semanas a partir de novembro, chega perto de 15 semanas seguidas, com 12 de boldenona por cima. O @trembomon já tinha levantado a questão da duração lá no começo, e agora ela pesa mais. Não é motivo para pânico, mas é motivo para monitorar de perto em vez de ir no "vamos ver". Na prática, eu faria três coisas. A primeira é ficar atenta à voz desde já. Qualquer rouquidão que não seja de gripe, voz cansando mais fácil ou dificuldade nos agudos é sinal para parar a boldenona, sem esperar a semana seguinte. A segunda é fazer exames antes de passar da metade: hemograma, porque a boldenona sobe bastante o hematócrito, perfil lipídico, porque a oxandrolona derruba o HDL e o tempo prolongado acumula esse efeito, e TGO, TGP e GGT pelo uso oral longo. A terceira é observar o ciclo menstrual. Alteração forte ou ausência de menstruação é esperável em alguns casos, mas precisa voltar depois do fim do ciclo, e se não voltar é caso de investigação. Sobre a dieta, sua impressão de carboidrato baixo pode estar certa. Com boxe duas vezes por semana mais três treinos de musculação, faltar carboidrato prejudica rendimento e recuperação, e o carboidrato bem colocado em volta do treino costuma render mais ganho do que somar um segundo esteroide. Vale conversar isso com seu coach antes de pensar em aumentar dose. Para conferir o protocolo, o gerador de protocolo hormonal do site pede exames, sugere monitoramento e bloqueia combinações de risco alto, o que ajuda a visualizar onde esse ciclo fica: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ . Use como rascunho para discutir com seu coach, não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Relato com FOTOS PH HYDRA
@TiagoJava, manter as medidas depois da TPC é um bom sinal. Muita gente perde boa parte do que ganhou com pró-hormonal nas primeiras semanas depois, então vale entender o que ficou e o que pode ter causado a barriga. Oito quilos em um mês nunca são só músculo. Uma parte é tecido novo, outra é glicogênio e água dentro do músculo, e numa fase de superávit também entra um pouco de gordura. Se o bíceps se manteve, a parte muscular provavelmente ficou. A barriga depois do ciclo costuma ter duas explicações que se somam. A primeira é continuar comendo no mesmo volume do ciclo, quando o corpo já não tem o mesmo estímulo anabólico para direcionar aquelas calorias para músculo. A segunda é o período de testosterona baixa depois da supressão, que favorece acúmulo de gordura abdominal até o eixo voltar de vez. O ajuste prático é recalcular as calorias para manutenção ou um superávit bem pequeno e manter proteína alta e treino pesado. A calculadora de TDEE do site ajuda a achar esse número com seus dados atuais: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ Sobre o que o FitCoupleHim comentou, ele tem um ponto importante. O problema maior dos pró-hormonais não é só a potência. É a falta de transparência. A fórmula do Hydra nunca foi bem detalhada pelo fabricante e mudou ao longo do tempo, então você não sabe exatamente qual composto tomou nem em que dose. A maioria desses produtos é oral e metilada, o que pesa no fígado e derruba o HDL, e a baixa de libido que você teve com o Dark Cyde é um sinal claro de supressão do eixo, mesmo sendo vendido como algo simples. Se ainda não fez, vale dosar testosterona total, LH e FSH algumas semanas depois de terminar o clomifeno, além de TGO, TGP, GGT e perfil lipídico. Libido, ereção matinal e disposição são bons sinais clínicos, mas o exame é o que confirma se o eixo voltou de verdade. @Melkor1, pelo que ele relatou, as medidas se mantiveram. O que mudou foi composição, com um pouco mais de gordura abdominal, o que é mais questão de calorias e de recuperação hormonal do que de perda de ganho. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Oxandrolona - Primeiro Ciclo
Só um complemento que vejo pouca gente checar: o laudo vale para o lote que está no papel, não para a marca em geral. Antes de confiar, confere se o nome do produto, o número do lote e a data do teste no laudo batem com o que você tem em mãos. Um laudo de 2023 para um lote de 2026 não diz nada sobre o seu frasco — mesmo que o laboratório seja sério. E se o PDF não tem Task Number + chave única verificável no site do próprio laboratório, trate como PDF decorativo. Não é conselho médico, só leitura de laudo.
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jasonlyn começou a seguir Oxandrolona - Primeiro Ciclo
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1º Ciclo (Enan Testo + talvez Mast/Oxan)
@G21, protocolo de primeiro ciclo bem pensado, e a decisão de ficar nos 250 mg semanais e só usar inibidor de aromatase com sintoma ou exame foi a melhor que você tomou no tópico. Vou direto na dúvida que ficou em aberto e depois passo pelo resto. Sobre o HCG com água para injeção: dá para reconstituir, mas a água sem conservante muda a lógica de uso. Cada vez que a agulha entra no frasco existe chance de contaminação, e sem o álcool benzílico não há nada segurando crescimento bacteriano. Na prática, quem reconstitui com água estéril comum deve tratar o frasco como de uso rápido, mantido na geladeira e consumido em poucos dias. Congelar alíquotas é algo que muita gente faz, mas a bula não prevê isso e não há dado confiável de estabilidade depois do congelamento, então você fica sem saber quanto da dose ainda está ativa. A sugestão do @Arnaldo Santos. resolve melhor o problema: comprar apresentação menor, de 1.000 ou 1.500 UI, e usar dentro da janela segura. Fazer água bacteriostática em casa eu não recomendo. Erro de concentração do álcool benzílico e falta de esterilidade criam um risco maior que o problema que você quer resolver. Sobre a dose, 250 UI duas vezes por semana durante o ciclo é uma faixa usada justamente para manter as células de Leydig ativas sem cair nos problemas das doses altas, que podem dessensibilizar o testículo e aumentar bastante a aromatização intratesticular. 100 UI também é usado, e na sua dose de testosterona é razoável começar mais baixo e observar. Como o HCG aumenta o E2, vale repetir o estradiol algumas semanas depois de começar, junto com a testosterona total. Dois ajustes que eu faria no plano. O primeiro é a gordura da dieta. Com 93 kg, 30 a 40 g por dia é baixo, por volta de 0,4 g por kg. Isso fica abaixo do que costuma ser recomendado para saúde hormonal e absorção de vitaminas lipossolúveis, e piora na TPC, quando você depende da produção natural de novo. Eu subiria para algo entre 0,6 e 0,8 g por kg, tirando um pouco da proteína, que está em 3 g por kg e tem folga. O segundo é o início da TPC. Com enantato, o intervalo mais comum é de cerca de duas semanas depois da última aplicação, porque é quando o nível exógeno já caiu o suficiente para o modulador estimular o eixo de verdade. Dez dias não é errado, mas tende a desperdiçar parte do começo da TPC. Sobre o masteron, o @Toxi tem razão que ele soma bem num ciclo seco, mas ele não substitui inibidor de aromatase. Há quem atribua a ele uma ação antiaromatase, mas isso é pouco demonstrado em humanos. O que é certo é que, por ser derivado de DHT, ele não aromatiza e deixa o visual mais seco, o que não é o mesmo que reduzir o E2 que a testosterona produz. Se for entrar, entre com o estradiol já dosado. @Tecaxis, nódulo depois de aplicação de Durateston é relativamente comum. Pode ser reação inflamatória ao óleo, pequeno hematoma ou acúmulo do produto que ainda não foi absorvido, e costuma regredir em alguns dias com compressa morna e rodízio de local. O que muda a conduta é calor local, vermelhidão que se espalha, dor que piora em vez de melhorar, febre ou saída de secreção. Qualquer um desses sinais sugere abscesso e aí precisa de avaliação médica rápida, porque abscesso não resolve sozinho e pode precisar de drenagem. Para organizar o restante do ciclo e a TPC, o gerador de protocolo hormonal do site é um bom exercício de conferência, porque pede exames, sugere auxiliares, TPC e exames de controle e bloqueia combinações de risco: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ . Use como rascunho para comparar com o que você já montou, não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Oxandrolona relatos.
@Fferraz, o relato parou na primeira semana, mas a última informação que você deixou é justamente a mais importante do tópico inteiro, então vale explicar para você e para quem chegar aqui pesquisando oxandrolona feminina. Clitóris mais sensível com aumento de libido é comum e, isoladamente, não assusta. Já aumento de tamanho do clitóris, voz ficando rouca ou mais grave, pelos novos no rosto, acne que piora e alteração forte do ciclo menstrual são sinais de virilização. A diferença prática é que a voz e o clitóris aumentado podem não voltar ao normal depois que você para. Por isso a conduta com esses sinais não é esperar passar, é suspender ao primeiro indício, principalmente a voz. Sobre esse ponto eu discordo um pouco do @Foston: libido aumentada é esperável, mas qualquer mudança física no clitóris merece atenção e não só tranquilidade. A dose também pesa nisso. 20 mg por dia está acima do que a maioria das mulheres usa, que costuma ficar entre 5 e 10 mg. O próprio FitCoupleHim já tinha sugerido essa faixa lá no começo. Com 5 meses de treino, a resposta a 5 mg costuma ser boa, e o risco de virilização sobe junto com a dose e o tempo de uso. Sobre dividir a cápsula, a ideia de reduzir era a correta. A meia-vida da oxandrolona fica por volta de 9 a 10 horas, então dose única diária funciona, e o horário da refeição não muda muito o resultado. Quando a farmácia não fraciona, o caminho é conseguir cápsulas de dose menor, não aumentar para caber na cápsula. Como a @Dexterina colocou, 40 mg seria exagero, e eu acrescento que 20 mg já está no limite de cima. Sobre TPC, que foi dúvida sua e da @Joycris: mulher não faz TPC como o homem faz. Em dose baixa e ciclo curto, o eixo costuma voltar sozinho, e o que se acompanha é o retorno da menstruação ao padrão de antes. Se o ciclo menstrual não voltar em alguns meses, aí sim é hora de investigar com exames. Tem um ponto que pouca gente lembra e que é sério. Você comentou que não usa anticoncepcional para não atrapalhar os ganhos. A oxandrolona é contraindicada na gestação porque pode masculinizar um feto feminino. Quem usa esteroide e não usa anticoncepcional hormonal precisa de um método de barreira ou de um DIU de cobre durante o uso. Dor de cabeça nas primeiras semanas, como você e a @Fitnessprolady relataram, pode ser só adaptação, mas vale medir a pressão algumas vezes, porque esteroide pode subir a pressão e dor de cabeça é um dos sinais. As 3 xícaras de café não são problema, mas se a pressão estiver alta, cafeína soma. Os exames que fazem sentido antes e depois: perfil lipídico, porque a oxandrolona derruba bastante o HDL, TGO, TGP e GGT, porque é um composto oral com carga hepática, e hemograma. Com resultado antes e depois, você sabe exatamente o que o ciclo fez no seu corpo. O orientador de fármacos do site resume mecanismo, faixas de dose e colaterais da oxandrolona e de outros compostos, bom para consulta antes de decidir qualquer coisa: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Perdas ao fim do ciclo
@joaocastro, a pergunta inicial é boa porque a resposta tem mais de uma camada, e cada uma explica um pedaço da perda. A primeira e mais rápida é água e glicogênio. Durante o ciclo o músculo segura mais glicogênio e o corpo retém mais líquido, principalmente com compostos que aromatizam. Quando o ciclo acaba, isso sai em poucas semanas e assusta, porque a balança cai e o volume visual cai junto. Como @RCP1304 falou, boa parte do que some no início é isso, e não tecido. A segunda é o próprio sinal anabólico. Testosterona alta aumenta a síntese proteica via receptor androgênico e mantém um ambiente em que o corpo aceita carregar mais massa magra do que ele "acha" necessário. Quando o nível cai, o corpo volta a regular a massa pelo que o treino, a dieta e o hormônio natural sustentam. O problema é que, logo depois do ciclo, você não está nem no nível suprafisiológico nem no seu basal. Você fica abaixo do basal por semanas ou meses, porque o eixo foi suprimido. Esse buraco hormonal é a fase em que mais se perde, e é por isso que a TPC existe: encurtar o tempo nesse vale. Sobre a TPC durar o mesmo tempo do ciclo, não funciona assim. A TPC em si costuma ter algumas semanas. O que @Arnaldo Santos. descreveu, ficar sem usar pelo menos o mesmo tempo que usou, é uma regra prática para o intervalo entre ciclos, não para a duração da TPC. E mesmo essa regra é aproximada. Quem decide se o eixo voltou é o exame: LH, FSH e testosterona total dosados algumas semanas depois de terminar a TPC. Há gente que recupera em dois meses e gente que leva muito mais, dependendo de dose, duração, compostos usados, idade e histórico. Você acertou na intuição sobre a trembolona. Compostos mais supressores e ésteres longos tendem a deixar a recuperação mais lenta, e nandrolona e trembolona costumam pesar mais que testosterona sozinha. A resposta individual também varia, sim. Agora, o ponto que costuma faltar nessa discussão: nem tudo se perde. Há estudos em animais mostrando que o músculo exposto a esteroides ganha núcleos novos (mionúcleos) e que esses núcleos permanecem depois que o hormônio sai, facilitando recuperar o volume depois. Em humanos os dados são menores e nem todos concordam, mas alguns estudos com ex-usuários encontraram mais mionúcleos por fibra mesmo anos depois de parar. Ou seja, parte do que foi construído fica como "memória muscular", mesmo quando o volume diminui. Por isso a frase do @Emer.GT tem um fundo de verdade, mas não é a história completa. O que passa do que o seu corpo sustentaria natural tende a voltar, como o @Toxi explicou. O que estava dentro do seu potencial natural e foi só acelerado tem boa chance de ficar, desde que você mantenha treino pesado, proteína adequada, calorias em manutenção ou leve superávit e não entre em cutting logo depois. E quanto mais perto do seu potencial natural você chegar antes do primeiro ciclo, menor é a diferença entre o shape "alugado" e o seu. Como você está juntando informação para planejar, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda a organizar essa linha de raciocínio, porque pede exames antes, sugere auxiliares, TPC e exames de controle e bloqueia combinações de risco alto: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ . Use como rascunho para discutir e ajustar, não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Caroço no glúteo depois de aplicar testosterona!
Como este tópico aparece para muita gente que procura "caroço depois da aplicação", vale separar as duas situações que apareceram aqui, porque elas têm condutas bem diferentes. A primeira é a do @Ricky_brasil: caroço dolorido nos primeiros dias depois de uma injeção no glúteo. Isso costuma ser inflamação local pelo óleo, às vezes com um pequeno hematoma, principalmente quando o volume foi grande, a aplicação rápida ou a agulha não chegou fundo no músculo, como ele mesmo desconfiou. Compressa morna, movimento leve e o gel anti-inflamatório que o @G4sp3r citou ajudam no desconforto, e o normal é melhorar dia a dia, como aconteceu com ele. O que muda tudo, como o @Toxi alertou, são os sinais de infecção: pele quente e vermelha que se espalha, dor que piora em vez de melhorar depois do segundo ou terceiro dia, febre, ou um ponto amolecido com sensação de líquido. Isso pode ser abscesso, que precisa ser drenado e às vezes tratado com antibiótico. E, como o @fisiculturismo disse, médico nenhum deixa de atender por causa do motivo. O atendimento é sigiloso também nos Estados Unidos. A segunda é a da @Dii Souza: um caroço duro que continua lá cinco meses depois. Aí não é mais inflamação recente. Quando o produto é oleoso e o corpo não consegue absorver, ele tende a ser envolvido por uma cápsula de tecido cicatricial, formando um nódulo que pode ficar por anos, os chamados oleomas ou granulomas. Exercício e massagem não dissolvem isso, e massagem forte pode espalhar o processo inflamatório. O caminho é um médico, de preferência dermatologista ou cirurgião plástico, com um ultrassom do local. Ele mostra se é um nódulo de óleo, uma coleção de líquido ou algo diferente, e a partir daí o tratamento varia de injeção local para reduzir a inflamação até a retirada cirúrgica. Vale levar o nome do produto aplicado. Para quem ainda vai aplicar, alguns cuidados reduzem muito esse risco: agulha de comprimento adequado para chegar ao músculo, volume pequeno por ponto, injeção lenta, assepsia rigorosa e rodízio dos locais. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Retenção x gordura (BF) - avaliação por dobras com adipômetro.
A pergunta é boa e tem fundamento, e o @Gamma e o @Batata... estão no caminho certo. O adipômetro mede a espessura de uma dobra de pele com a gordura logo abaixo. Água acumulada no tecido sob a pele, o chamado edema, engrossa e amolece essa dobra, e a medida sobe sem que haja mais gordura. Isso acontece com retenção por sódio, calor, treino recente, fase do ciclo menstrual e uso de hormônios que retêm líquido. O inverso também vale: quem toma diurético antes da avaliação, como o @Batata... contou, tira água da dobra e aparece com menos gordura do que tem. Nos dois casos o número muda, mas o corpo não mudou. Além da água, a técnica pesa muito. A diferença entre dois avaliadores medindo a mesma pessoa pode passar de 3 a 4 pontos percentuais, e as equações, como a de Petroski, foram feitas para populações específicas e erram mais em quem está fora delas. Por isso, 5 kg de massa magra numa única reavaliação, com o espelho mostrando outra coisa, provavelmente tem bastante erro de medida e água no meio. Para a avaliação servir de comparação de verdade: - Mesmo avaliador, mesmo aparelho, mesma equação e mesmos pontos marcados. - Mesmo horário, sem treinar antes e sem calor. - Nada de diurético nem de corte de sal na véspera. Isso só cria um número bonito que não se repete. - Olhar a soma das dobras em milímetros, e não só o percentual. A soma mostra a tendência sem o erro da equação. @Batata..., só um comentário sobre o ciclo: clomifeno e tamoxifeno juntos fazem a mesma coisa no hipotálamo e somam colaterais. Um dos dois costuma bastar. Para acompanhar a composição corporal com uma conta padronizada, a calculadora de percentual de gordura por dobras do site ajuda a manter a mesma equação entre uma avaliação e outra: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/calculadoras-percentual-gordura-corporal/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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[1º CICLO]- ENANTATO + BOLDENONA+ Stano oral
@Mateus Rios, sobre o exame de 2.216 ng/dL e a dúvida se o produto bate, respondi no seu outro tópico com a comparação com os estudos, para não repetir aqui: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/114167-1%C2%BA-ciclo-boldenona-e-enantato-n%C3%A3o-bate/ Neste ficou a parte da TPC, que é a que mais precisa de ajuste. O @Arnaldo Santos. está certo sobre o HCG. Ele imita o LH e mantém o testículo funcionando, então rende durante o ciclo, não na TPC. Usado junto com o tamoxifeno, a testosterona e o estradiol que ele gera mantêm o cérebro desligado e atrasam a recuperação, que é o contrário do que você quer. E 1.000 UI duas vezes por semana já é uma dose que sobe bastante o estradiol. Se for usar, o mais comum é dose baixa durante o ciclo e parar antes de a TPC começar. O momento da TPC também muda por causa da boldenona. O undecilenato é um éster muito longo e continua liberando hormônio por semanas. Começar a TPC na mesma época em que começaria só com enantato desperdiça o tamoxifeno, porque o eixo ainda está suprimido. O mais comum é esperar umas três semanas depois da última aplicação de boldenona. A vitamina E em 1.000 UI por dia pode sair. Os estudos com suplementação em dose alta não mostraram proteção, e em uso prolongado ela aumenta risco de sangramento. Sobre subir a boldenona para 800 mg e o estanozolol para 40 mg no fim: com a testosterona já acima de 2.000, o que mais vai subir junto é o hematócrito, a pressão e a queda do HDL, principalmente com o oral. Antes de aumentar, faça hemograma e perfil lipídico. Se o hematócrito passar de 52 a 54 por cento, é sinal para não subir. Como o @joaocastro lembrou, a boldenona costuma mostrar o efeito mais tarde, então ainda há resultado por vir sem precisar aumentar a dose. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1º Ciclo BOLDENONA E ENANTATO NÃO BATE
@Mateus Rios, pelo exame, o seu enantato não parece subdosado. Dá para comparar com um estudo bem conhecido, de Bhasin e colaboradores, publicado em 2001, que deu doses fixas de enantato a homens com a produção natural bloqueada e mediu a testosterona sempre logo antes da aplicação seguinte, no ponto mais baixo. Com 300 mg por semana, a média ficou em torno de 1.300 ng/dL. Com 600 mg, em torno de 2.400. Com 400 mg, o esperado fica entre esses dois. O seu exame foi feito três dias depois da aplicação, perto do pico, e deu 2.216. Isso é compatível com um produto que contém o que diz o rótulo. Sobre a boldenona interferir no exame: um estudo de 2014 que testou a reação cruzada de vários esteroides no kit de testosterona de um dos fabricantes mais usados encontrou que a boldenona reage parcialmente, em torno de 7 por cento. Com 600 mg por semana, isso pode somar um pouco ao resultado, mas não explica o valor inteiro. O @neo31 está certo que ela pode influenciar, só que o efeito é pequeno. Se você quiser um número limpo, o método de espectrometria de massas evita esse problema. Agora, por que você não sente quase nada? Alguns motivos prováveis: - A boldenona é um éster muito longo. Leva semanas para chegar ao nível estável, e o efeito dela costuma aparecer mais no fim do ciclo, como o @Emer.GT e o @Nelio Accioly disseram. - Os 2,5 kg nas primeiras semanas já são ganho, e a melhora de força, recuperação, pump e vascularização que você descreveu é exatamente o efeito esperado. Não é placebo. - O que mais limita é a comida. Sem superávit calórico e proteína suficiente, não há de onde vir massa, com qualquer dose. Como a testosterona está alta e a boldenona é conhecida por subir bastante o hematócrito, vale incluir hemograma, perfil lipídico e estradiol no próximo exame, e medir a pressão. Isso é mais útil agora do que a dúvida sobre o laboratório. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Quais drogas combinam com Dianabol?
@Volcano9k, o pessoal já deu a direção principal, e vale explicar o porquê, já que você disse que é pé no chão. O Dianabol entrega volume e força rápido, mas boa parte desse volume é água e glicogênio dentro e fora do músculo. Ele aromatiza com facilidade e vira um estrogênio que não é controlado do mesmo jeito que o da testosterona, então retenção, pressão alta e ginecomastia são comuns. Quando o ciclo acaba, uma parte grande do peso vai embora em poucas semanas. É por isso que o colega disse que o volume dele é ilusório. Dez semanas de Dianabol também é muito tempo para um oral 17-alfa-alquilado. O que mais pesa no fígado é a duração da exposição, e o @Arnaldo Santos., que tem bastante experiência com ele, considera de 4 a 6 semanas o limite razoável. Além do fígado, ele derruba o HDL e sobe a pressão, então medir a pressão em casa durante o uso é obrigatório. O caminho que o @Locemar e o colega sugeriram é o mais sensato para um primeiro ciclo: testosterona sozinha, para saber como o seu corpo responde, e com a dieta acompanhando. Se surgir um colateral, você sabe de onde ele veio. O propionato tem aplicação frequente, como o @Locemar lembrou, mas sai rápido do corpo se algo der errado. O enantato e o cipionato são mais práticos, com uma ou duas aplicações por semana. Um dado que ajuda a calibrar a expectativa: com 74 kg, 1,73 m e 12 por cento de gordura, o seu índice de massa livre de gordura já está perto de 22, acima da média de quem treina natural. Você está num ponto em que ainda dá para crescer, mas cada quilo de músculo exige mais comida e mais tempo, com ou sem droga. Para montar um rascunho com exames de controle e TPC, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda e bloqueia combinações de risco. A saída é simulação para ajuste, e não prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Lipostabil é bom para perder barriga?
@Jefferson Rodrigues Rodrigues, as duas coisas que te indicaram são bem diferentes, e vale separar. O Lipostabil injetável não tem registro no Brasil para uso estético, e a Anvisa proibiu esse uso no começo dos anos 2000, depois de casos de infecção e inflamação da gordura no local aplicado. Mesmo nos estudos lá fora, ele age só no ponto injetado, em quantidade pequena, e não emagrece. Para quem está bem acima do peso, não muda nada na balança. A sibutramina é um remédio de verdade para obesidade, que reduz o apetite. Ela é vendida com receita retida e tem uma limitação importante: num estudo grande com pessoas de alto risco cardiovascular, aumentou infarto e AVC não fatais, e por isso é contraindicada para quem tem doença do coração, pressão mal controlada ou arritmia. Não é remédio para tomar por conta, e não existe "ciclo" de sibutramina. O lado bom é que, para quem tem muito peso a perder, hoje existem tratamentos médicos para obesidade com resultados muito melhores do que qualquer coisa que se compra sem receita, sempre com acompanhamento. Vale procurar um endocrinologista, contar a sua dificuldade e ver o que se encaixa no seu caso. Obesidade é uma doença, e tratar com médico não é fraqueza. Enquanto isso, o @Batata... tem razão no principal: o resultado vem da dieta. Termogênicos naturais e cafeína têm efeito pequeno. O que funciona é um déficit calórico que você consiga manter, proteína em todas as refeições, treino de força e caminhada todos os dias. Para começar, ajuda saber de quanto deve ser esse déficit. A calculadora de déficit calórico do site faz a conta com seu peso, altura e rotina: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.