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  2.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Como diminuir o mamilo
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  4. @Henrique98, o que você descreveu, com o mamilo estufado desde os 11 anos em alguém magro, é muito comum. É o quadro que mais aparece com a ginecomastia da puberdade. Vou explicar como separar as possibilidades, porque isso decide se treino resolve ou não, e serve também para o @Niel Vieira e para quem chegar aqui pela busca. Na puberdade, mais da metade dos meninos desenvolve um pouco de glândula mamária, por um desequilíbrio temporário entre estrogênio e testosterona. Na maioria, ela regride sozinha em seis meses a dois anos. Quando continua depois dos 17 ou 18 anos, ou depois de dois anos do início, a glândula costuma ter virado tecido mais fibroso, e aí ela não diminui mais sozinha, nem com treino, nem com remédio. Dá para ter uma ideia com um teste simples. Deitado, aperte a região bem debaixo do mamilo com o polegar e o indicador, como se fosse pinçar. Se sentir um disco mais firme, borrachudo, logo atrás da aréola, é glândula, ou seja, ginecomastia verdadeira. Se for mole e igual ao resto da gordura do corpo, é lipomastia, que melhora quando o percentual de gordura cai. Como o @Az_Rio e o @Jonatha roberto disseram, só a lipomastia responde ao treino e à dieta. O mamilo diminuir no frio ou no gelo não significa que ele está regredindo. Existe um pequeno músculo na aréola que contrai com o frio, e o mamilo volta ao tamanho normal quando você esquenta. Não adianta insistir no gelo. Sobre os remédios citados no tópico, não use anastrozol, letrozol, exemestano ou cabergolina por conta própria. Eles só fazem sentido quando o exame mostra uma alteração específica. Em ginecomastia antiga, com glândula já fibrosada, eles geralmente não resolvem, e em adolescente podem atrapalhar o próprio desenvolvimento hormonal. Quando existe algum tratamento com remédio, ele funciona em casos recentes, com poucos meses de evolução, e precisa de acompanhamento. O caminho mais útil é passar por um endocrinologista ou mastologista, que pode ser pelo SUS. Os exames básicos são estradiol, testosterona total, LH, prolactina, TSH e função do fígado e dos rins. Se confirmar ginecomastia glandular que incomoda, a cirurgia é simples, e muitas vezes é feita por um corte pequeno na borda da aréola. Como o Jonatha contou, ela pode ser feita pelo SUS. E treinar vale a pena de qualquer forma. Um peitoral mais desenvolvido e um percentual de gordura menor deixam o contorno do peito bem melhor, mesmo que a glândula precise ser retirada depois. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  5.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: ENANTATO + DECA + DIANABOL (BULKING)
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  13. @jprdb125, já tem muita sugestão de estrutura no tópico, então vou me concentrar em quatro pontos de segurança que ficaram soltos entre as opiniões. O primeiro é a proporção entre testosterona e nandrolona. Uma das sugestões foi baixar a testosterona para 300 mg e subir a deca para 500 mg. Eu não faria isso. A orientação mais comum de redução de danos é manter a testosterona como base, na mesma dose ou acima da nandrolona. Com a nandrolona dominante, aumentam bastante os relatos de libido baixa, ereção fraca e prolactina alta, e essa queixa costuma ser a que mais estraga o ciclo. A estrutura que o @Apollo Galeno propôs, com 300 mg de cipionato e 250 mg de nandrolona, respeita essa lógica e é um bom ponto de partida para quem nunca usou deca nem dianabol. O segundo é a sua lesão no joelho. Muita gente relata alívio articular com deca, mas isso é mais conforto do que reparo. Não há evidência de que ela recupere tendão ou ligamento. E existe o risco contrário, que vale conhecer: com esteroide, a força do músculo sobe mais rápido do que a resistência do tendão, e rupturas de tendão aparecem com frequência nos relatos de usuários. Com um joelho já lesionado, subir carga devagar protege mais do que qualquer droga. O terceiro é a hidroclorotiazida, que o @Batata... citou para controlar a retenção. Diurético durante ciclo, sem acompanhamento, derruba potássio e sódio e pode causar cãibra forte, arritmia e desidratação, principalmente junto com treino pesado e calor. A retenção do dianabol e da deca se controla melhor com dose moderada, sal constante na dieta e água suficiente, sem cortar sal de repente. O quarto é o anastrozol. Você já tem histórico de sensibilidade no mamilo, então faz sentido ter em mãos, como o Apollo disse. Mas o esquema fixo de 1 mg a cada dois dias, desde a primeira semana, pode zerar o estradiol e trazer dor articular, libido baixa e piora do colesterol, logo você que tem joelho sensível. A forma mais segura é dosar o estradiol na terceira semana e ajustar pelo exame e pelos sintomas. Para acompanhar, faça hemograma, lipídios, TGO e TGP, estradiol e prolactina antes, na quinta ou sexta semana e depois do ciclo. Meça a pressão algumas vezes por semana, porque o dianabol retém líquido e costuma subir a pressão. Para comparar cenários de dose, auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve como rascunho para discutir, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  14. @Luiza hausenback, antes da escolha do método tem um ponto mais importante no seu relato: ficar seis meses sem menstruar depois de parar a Noregyna não é o esperado. O injetável mensal costuma sair do corpo rápido, e a menstruação normalmente volta em um a três meses. Seis meses sem sangramento, mesmo com cólica, se chama amenorreia secundária e precisa de investigação, independente do treino. As causas mais comuns nessa situação são gravidez, que precisa ser descartada primeiro com um beta-HCG, prolactina alta, alterações da tireoide, síndrome dos ovários policísticos e o que é muito frequente em quem treina: pouca energia disponível. Treino intenso, dieta restrita e perda de gordura podem fazer o corpo "desligar" a menstruação para economizar energia. Isso não é sinal de boa forma. Com o tempo, esse quadro prejudica os ossos e os próprios resultados. Os exames básicos são beta-HCG, prolactina, TSH, FSH, LH e estradiol. Se você usa ou usou algum esteroide, conte isso ao ginecologista, porque muda completamente a interpretação. Sobre a sua pergunta, a evidência de que anticoncepcional hormonal atrapalha o ganho de massa é inconsistente. Um estudo mais antigo encontrou ganho menor com pílula, mas outros não viram diferença. Se existir, o efeito é pequeno perto de dieta, treino e sono. Os métodos mais usados por quem quer evitar hormônio são: O DIU de cobre, ou de cobre com prata, que o @Apollo Galeno e o @Foston citaram. Não tem hormônio nenhum e dura anos. O ponto negativo é que costuma aumentar o fluxo e as cólicas em algumas mulheres. O DIU hormonal, com levonorgestrel. A dose de hormônio é baixa e age principalmente no útero, e muitas mulheres param de menstruar ou menstruam pouco com ele. A camisinha, que também protege contra infecções e pode ser somada a qualquer outro método. Respondendo à @Joaninha, dá para colocar o DIU sem estar menstruada, desde que a gravidez seja descartada antes com exame. A menstruação era só uma forma prática de garantir isso. Vale lembrar que, se você não menstrua há meses, ainda assim pode ovular e engravidar a qualquer momento. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  15. @Kainã de Freitas Ritter, para a maioria das pessoas, 48 a 72 horas entre dois treinos pesados do mesmo músculo é suficiente. Na prática, isso permite treinar cada grupo duas vezes por semana, que é o que os estudos mostram funcionar um pouco melhor para hipertrofia do que uma vez só. Esse tempo não é fixo e muda com alguns fatores: Volume e intensidade. Um treino com poucas séries, feito longe da falha, se recupera em um ou dois dias. Um treino com muitas séries, até a falha, com dropset e bastante fase excêntrica lenta, pode pedir três ou quatro dias. O tamanho do músculo e o tipo de exercício. Pernas e costas com agachamento, terra e stiff costumam precisar de mais tempo do que bíceps, panturrilha ou abdômen, que aguentam frequência maior. Experiência. Quem está começando fica muito dolorido nas primeiras semanas, mas isso diminui rápido, porque o corpo se adapta. Sono, comida e idade. Dormir pouco e comer pouco atrasam a recuperação mais do que qualquer divisão de treino. Um bom teste prático é ver se você consegue repetir ou superar as cargas e repetições do treino anterior daquele músculo. Se consegue, já está recuperado. Se a força caiu, precisa de mais descanso ou de menos volume por sessão. Dor muscular leve não impede de treinar, e ela nem é um bom indicador de recuperação. Dor forte, que muda o movimento, é sinal de esperar. Também não é preciso descansar o corpo inteiro. Enquanto o peito se recupera, você pode treinar pernas ou costas no dia seguinte. É para isso que servem as divisões de treino. Se quiser uma divisão já organizada respeitando esses intervalos, o gerador de treino do site monta um plano simulado para você usar de rascunho e ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
  16. @Higor Mendes, a perda de libido com estanozolol não é certa, mas é bem comum, e o mecanismo explica por que ela aparece mesmo em dose baixa. O estanozolol suprime o LH e, com isso, a sua produção de testosterona. Como ele não repõe o papel da testosterona na libido e não vira estradiol, que também participa da função sexual no homem, quem usa estanozolol sozinho fica com os dois em baixa. A dose baixa reduz a intensidade da supressão, mas não a elimina. Por isso o relato da @Bella é tão frequente com estanozolol sozinho, e bem menos comum quando há uma base de testosterona. Sobre 1 ml por semana, o @Locemar já apontou o problema. O estanozolol injetável dura pouco no sangue, cerca de um dia. Aplicado uma vez por semana, você passa uns dois dias com efeito e cinco sem nada, mas a supressão do eixo continua. É o pior dos dois mundos: pouco resultado e colateral mesmo assim. E ele é dos que mais derrubam o HDL, mesmo em dose baixa, além de poder ressecar as articulações. A sua própria experiência aponta o caminho mais lógico. Se a testosterona foi a única que te trouxe resultado, e o objetivo é algo modesto de manutenção e firmeza, uma testosterona em dose moderada, sozinha, costuma ser a opção com melhor relação entre resultado e colateral para libido. Ela mantém a função sexual, porque você não fica sem testosterona. O Durateston tem uma mistura de ésteres que oscila bastante no sangue, e muita gente prefere enantato ou cipionato para ter níveis mais estáveis. Qualquer que seja a escolha, faça os exames que o Perfil Desativado listou antes de começar, repita no meio e no fim, e inclua hemograma. Para comparar estruturas de ciclo, auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve como rascunho, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  17. @Marcos120120, o @Apollo Galeno tem razão que mulher normalmente não faz TPC, e vale explicar o porquê, porque a ideia de usar clomifeno com tamoxifeno em mulher pode causar problema. No homem, a TPC existe porque o esteroide desliga a produção de testosterona nos testículos, e os moduladores de estrogênio ajudam a religar esse eixo. Na mulher, quase toda a testosterona vem em pequenas quantidades dos ovários e das suprarrenais, e o ciclo menstrual costuma voltar sozinho depois de um ciclo leve. Clomifeno em mulher não é TPC: é o remédio usado para induzir ovulação. Ele estimula os ovários e pode causar cistos, hiperestímulo ovariano e gravidez, inclusive gemelar, se não houver contracepção. O tamoxifeno, por sua vez, não faz nada pela libido feminina e tem os próprios riscos. Nenhum dos dois resolve o que você descreveu. A queda de libido e de autoestima depois de um ciclo feminino costuma vir de um motivo simples. Durante o ciclo, os andrógenos ficam muito acima do normal para uma mulher, e a libido sobe junto. Quando o ciclo termina, eles voltam ao nível de antes, e a sensação é de queda, mesmo que tudo esteja normal. Diminuir a dose aos poucos até pode deixar essa transição menos brusca, mas não é TPC e não acelera nada. Se a libido ficar abaixo do que era antes do ciclo por mais de dois ou três meses, ou se a menstruação não voltar ao padrão normal, aí vale investigar com exames: testosterona total, SHBG, estradiol, prolactina, TSH e, se não houver contracepção, beta-HCG. Sobre a estrutura, 100 mg de boldenona por semana durante 12 semanas já é uma dose em que muitas mulheres relatam virilização, como engrossamento da voz, aumento do clitóris e pelos. Esses efeitos geralmente não voltam ao normal quando o ciclo acaba. Por isso a pergunta mais importante nesse caso não é qual TPC fazer, e sim se a dose está adequada. Vale seguir a sugestão do Apollo e abrir um tópico completo. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  18. @Gustavo Henrique 002, concordo com o @Batata... e o @Foston, mas vale explicar o motivo, porque o nome "pró-hormonal" dá uma falsa sensação de que é algo mais leve que anabolizante. Esses produtos, na grande maioria, são esteroides orais de verdade, muitas vezes derivados metilados de substâncias que nunca foram estudadas em gente, vendidos com rótulo de suplemento. A metilação é o que faz o esteroide sobreviver à passagem pelo fígado quando é engolido, e é justamente ela que torna esse tipo de composto tóxico para o fígado. Existem vários casos publicados de hepatite colestática, com pele e olhos amarelos, coceira e urina escura, em jovens que usaram pró-hormonais por poucas semanas. E, como o rótulo nem sempre corresponde ao que está na cápsula, não dá para saber a dose real. Sobre as suas perguntas: O protetor intraciclo não garante proteção. Esses produtos costumam ter cardo-mariano, NAC e outros compostos com pouca evidência de que previnem lesão causada por esteroide oral. Usar ou não usar muda pouco o risco. O que protege é não usar, ou pelo menos fazer exame antes e durante. Tribulus e ZMA não são TPC. Os estudos em homens não mostram aumento de testosterona com tribulus, e o ZMA só ajuda quem tem falta de zinco ou magnésio. Um esteroide oral forte suprime a sua testosterona igual a um anabolizante injetável, então quem usa e não faz nada depois pode ficar semanas ou meses com testosterona baixa, libido zerada e humor ruim. Se você ainda não fez ciclo nenhum, a melhor hora de ganhar massa é agora, natural. Treino progressivo, proteína suficiente e sono costumam render muito nos primeiros anos. Se mesmo assim decidir usar algo, faça pelo menos TGO, TGP, GGT, bilirrubinas, perfil lipídico e testosterona antes de começar, e pare na hora se aparecer pele amarela, coceira ou urina escura. Para entender o que realmente funciona em suplementação, com dose e nível de evidência, o orientador de suplementos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  19. Hoje

  20. @Jifit, fez bem em suspender, e a sua decisão de voltar para algo mais leve faz sentido. Antes de pensar em quanto tempo esperar, porém, o sinal que mais importa no seu relato é a voz rouca. Em mulher, a rouquidão por esteroide vem do engrossamento das cordas vocais causado pelo andrógeno, e é um dos colaterais que muitas vezes não voltam. Quanto antes se para, maior a chance de voltar ao normal, mas depois que a voz fica mais grave, ela tende a ficar. Por isso, a pergunta que decide o próximo ciclo é: a rouquidão já passou por completo? Se ainda estiver presente, ou se sua voz ficou mais grave, falhando nos agudos ou cansando fácil, eu não entraria em nada por enquanto e procuraria um otorrinolaringologista para avaliar as cordas vocais. Nesse cenário, até a oxandrolona pode piorar o que já mudou. Como o @Degcastro e o @Apollo Galeno já explicaram, o problema foi a dose. 280 mg por semana é muitas vezes o que se costuma usar em mulher. Mas vale saber que a boldenona tem um éster longo e continua agindo por semanas depois da última aplicação. Então parte dos colaterais pode continuar por um tempo mesmo depois que você parou. Sobre o tempo até a próxima oxandrolona, não existe um número fixo, mas dá para usar critérios concretos: A voz precisa estar normal e estável há algumas semanas. A menstruação precisa voltar ao seu padrão de antes. O humor precisa ter voltado ao normal. Depressão severa com esteroide é algo sério. Se ela ainda estiver presente ou vier com pensamentos ruins, procure ajuda médica agora, sem esperar o próximo ciclo. Os exames que o Apollo pediu precisam vir normais, e eu acrescentaria perfil lipídico, TGO e TGP. Na prática, isso raramente acontece em menos de dois a três meses depois da última aplicação de boldenona. Quando voltar, recomece pela dose que já funcionou para você antes, e não por uma dose maior. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  21. Respondendo primeiro à dúvida do @MagoMerlin e do @afsrj: o Franol saiu do mercado de vez. A Sanofi comunicou à Anvisa a descontinuação definitiva em novembro de 2019, por dificuldade em obter a matéria-prima da efedrina. O que ainda aparece por aí é estoque antigo ou produto de origem duvidosa. Não existe um substituto equivalente, e para secar ele também não faz falta. A combinação de efedrina com cafeína aumenta um pouco o gasto calórico, algo em torno de poucas dezenas a pouco mais de cem calorias por dia, e ajuda a segurar a fome. Isso é menos do que uma colher de azeite a mais ou a menos no prato. Em troca, sobe a pressão e a frequência cardíaca, tira o sono e, somada à teofilina do Franol, pode dar taquicardia e arritmia, principalmente em quem já tem pressão alta ou está acima do peso. Um café antes do treino já entrega a maior parte do efeito que interessa, que é treinar com mais disposição. @Henry Sampa, sobre o plano, o que mais vai decidir o resultado é a dieta, e ela tem um ponto a corrigir. 15% de proteína em 1.800 kcal dá cerca de 67 g por dia. Numa dieta para secar, isso é pouco, porque é a proteína que segura o músculo e a fome no déficit. Mire em algo entre 1,6 e 2,2 g por quilo do seu peso-alvo e complete o resto com carboidrato e gordura como preferir. A proporção entre carboidrato e gordura importa bem menos do que acertar as calorias e a proteína. Estudos que compararam dietas com as mesmas calorias e proteína não mostraram vantagem relevante da low carb para perder gordura. Ela funciona para quem tem mais facilidade de controlar a fome assim, e é isso. Sobre o resto: 420 mg de cafeína somados ao chá verde já passam do limite de cerca de 400 mg por dia considerado seguro para adultos, então eu cortaria um pouco, principalmente se for tomar à tarde. O bacon pode ficar, mas pesa muito em calorias para pouca proteína. Castanhas, azeite e ovos rendem melhor. Cardio em jejum ou alimentado dá o mesmo resultado quando as calorias do dia são as mesmas, então faça no horário em que você consegue manter. Bom que você marcou endocrinologista e nutricionista. Leve para eles a sua pressão e peça glicemia, perfil lipídico e TSH, que ajudam a ver se há algo além da dieta. Para acertar as calorias do déficit pelo seu peso e rotina, a calculadora de déficit do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  22. @iTzZyon, sei que o dinheiro já foi gasto, mas o melhor jeito de "fazer valer a pena" agora é parar o estanozolol nesta primeira semana. Explico por que não é só uma opinião conservadora. Com três meses de academia, você está na fase em que o corpo mais responde ao treino sozinho. A força de quem começa cresce muito rápido nos primeiros meses, principalmente porque o sistema nervoso aprende a usar o músculo que já existe. O supino com 7 kg vai subir mês a mês sem nenhum hormônio. O que você descreveu como objetivo, 75 kg com 36 cm de braço e menos barriga, é plenamente alcançável natural em um ou dois anos de treino e dieta bem feitos. O que os seus amigos disseram sobre o estanozolol não se sustenta. Ele não acelera o metabolismo de forma que faça diferença na gordura. Em dose baixa, sozinho, dá um pouco de força e deixa o músculo mais seco, mas cobra caro: derruba o HDL, o colesterol bom, pesa no fígado por ser oral, pode ressecar as articulações e suprime a sua produção de testosterona. Sem testosterona de base, isso pode trazer libido baixa e cansaço justamente durante o uso. Parando com uma semana, a supressão é pequena e costuma se recuperar sozinha em pouco tempo. Levando até o fim, ela fica maior e o que ganhou tende a ir embora depois. Agora a parte que realmente vai te fazer evoluir. Três refeições por dia funcionam, desde que sejam bem servidas e tenham proteína de verdade em todas. Para os intervalos em que você não consegue comer, opções práticas são whey com leite, iogurte com banana, um sanduíche de pão com ovo ou frango, ou leite com aveia. A albumina funciona, mas o whey costuma ser mais fácil de tomar e mais bem aceito. Mire em algo em torno de 1,6 a 2 g de proteína por quilo por dia. Volte a tomar a creatina, 3 a 5 g por dia, em qualquer horário, todos os dias. Ela é o suplemento com mais evidência para ganho de força e massa. No treino, o que importa é aumentar a carga ou as repetições de uma semana para a outra e anotar tudo. É isso que transforma os 7 kg do supino em 20 ou 30 kg em poucos meses. Para saber quanto de proteína você precisa pelo seu peso, a calculadora de proteína do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ Se quiser entender o que cada suplemento faz, com dose e nível de evidência, o orientador de suplementos também ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  23. @Xandz, a acne com trembolona é das mais comuns e das mais teimosas, porque a tren é um andrógeno muito forte e estimula diretamente a glândula sebácea. Com cerca de 350 mg por semana de cada, é esperado que ela apareça. Dá para controlar bem com produtos simples de farmácia, se usar com constância. Para lavar o rosto, as costas e o peito, use um sabonete com peróxido de benzoíla a 5% ou com ácido salicílico, uma a duas vezes por dia. O sabonete de enxofre que o Perfil Desativado indicou também ajuda a secar, mas o peróxido costuma funcionar melhor em acne inflamada. Deixe a espuma agir por um ou dois minutos antes de enxaguar. À noite, um gel de adapaleno a 0,1% ou de peróxido de benzoíla a 2,5% ou 5% nas áreas com espinha. Os dois ressecam e irritam nas primeiras semanas, então comece em noites alternadas e use um hidratante oil-free por cima, se precisar. O peróxido também desbota toalha e fronha. Algumas medidas simples também ajudam: tomar banho logo depois do treino, não ficar com a roupa suada, trocar a fronha com frequência e não espremer. Espremer é o que transforma espinha em cicatriz. Se aparecerem lesões grandes, doloridas e profundas, os cistos, vale procurar um dermatologista logo, porque é esse tipo que deixa cicatriz. A isotretinoína resolve bem esses casos, mas ela também mexe no fígado e no colesterol, que a trembolona já piora, então precisa de acompanhamento com exames. Duas observações sobre o ciclo, já que a pele é só a parte visível. A trembolona é uma das que mais derrubam o HDL e sobem a pressão. Meça a pressão algumas vezes por semana e faça um perfil lipídico e um hemograma no meio do ciclo. E, se a acne ficar incontrolável, reduzir a tren costuma resolver mais do que qualquer produto. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  24. @Paulobarros10, antes das críticas ao ciclo, um ponto que muda a conta: você ficou parado desde o primeiro ciclo. Quem já teve massa e perdeu recupera bem mais rápido do que quem constrói do zero, pela chamada memória muscular. Os primeiros três ou quatro meses de volta ao treino, bem alimentado e sem hormônio, costumam devolver boa parte do que você tinha. Entrar no ciclo agora gasta a supressão do eixo num período em que o seu corpo já cresceria sozinho. Faz mais sentido voltar a treinar, reconquistar as cargas e só então decidir se vale ciclar. É isso que o @Apollo Galeno quis dizer. Se mesmo assim você for em frente, estes são os pontos do protocolo que eu mudaria: O anastrozol preventivo é o erro mais comum desse tipo de ciclo. Espinha e pele oleosa vêm de andrógeno, principalmente DHT, e não de estrogênio, então o anastrozol não trata nenhum dos dois. Usado sem necessidade, ele pode derrubar o estradiol a ponto de dar dor nas articulações, libido baixa, ereção fraca e piora do colesterol, o que, somado à deca, é uma combinação ruim. A forma segura é dosar o estradiol na terceira ou quarta semana e usar só se ele estiver alto e com sintoma. A nandrolona traz um risco que nem o anastrozol nem o tamoxifeno resolvem, que é a prolactina alta, uma causa comum de libido baixa e ereção fraca em ciclo com deca. Por isso vale incluir a prolactina no exame do meio do ciclo. Dez semanas é curto para o decanoato, que leva de quatro a seis semanas para estabilizar e demora a sair. Pelo mesmo motivo, 21 dias depois da última aplicação é cedo para começar a TPC com deca no ciclo. Muita gente espera de três a quatro semanas, porque, enquanto a nandrolona ainda estiver circulando, o eixo não reage ao tamoxifeno. O tribulus pode sair da TPC. Os estudos em homens não mostram aumento de testosterona. Sobre a dieta, o Perfil Desativado tem razão. 5.000 kcal para 75 kg vai virar muita gordura. Comece mais perto de 3.500 kcal e ajuste pela balança, buscando algo em torno de meio quilo a um quilo por mês depois das primeiras semanas. Faça exames antes, no meio e depois: hemograma, lipídios, TGO e TGP, testosterona, LH, FSH, estradiol e prolactina. Sobre marcas, não vou indicar laboratório. Para comparar dose, auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve como rascunho, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  25. @Pri.pri, o tópico já tem bastante orientação de treino e dieta, então quero acrescentar três pontos de segurança que ficaram sem resposta e que pesam mais do que a escolha entre gel e oxandrolona. O primeiro é a cardarine, que você citou logo no primeiro post e ninguém comentou. Ela nunca foi aprovada para uso humano. O desenvolvimento foi interrompido porque, nos estudos em animais, ela causou câncer em vários órgãos. Não se sabe qual dose seria segura em pessoas, e ela não traz nenhum benefício que compense esse risco. Com um familiar em tratamento de câncer, imagino que você não queira somar esse risco. Eu pararia a cardarine hoje. O segundo é a isotretinoína, sugerida pelo @Apollo Galeno para controlar a acne. Ela funciona bem, mas causa malformação grave no bebê mesmo em dose baixa, e você não usa anticoncepcional. Por isso a isotretinoína só é prescrita com contracepção confiável e teste de gravidez antes e durante o uso. O mesmo vale para testosterona e oxandrolona: esteroide durante uma gravidez não planejada pode masculinizar um feto feminino. Se o plano de hormônio for para frente, a contracepção precisa estar resolvida antes. E isotretinoína junto com oxandrolona soma impacto no fígado e nas gorduras do sangue, então isso precisa ser acompanhado com exames. O terceiro é o que provavelmente explica boa parte do seu cansaço e da libido zerada. Você treina até três vezes no mesmo dia, comia menos de 1.500 kcal segundo a @Ca.fit, tem triglicerídeos muito baixos, como o Apollo notou, e SHBG alto. Esse conjunto é típico de pouca energia disponível: o corpo gasta muito mais do que recebe e economiza justamente nos hormônios sexuais. É um quadro bem descrito em mulheres que treinam muito, e ele derruba a testosterona livre, a libido e a disposição. Nesse cenário, repor testosterona trata o número do exame, mas não a causa. Comer mais, principalmente carboidrato, e respeitar os dias de descanso costumam melhorar a libido e a disposição em poucas semanas. Sobre a prolactina, a Ca.fit tem um ponto. Prolactina alta também reduz a libido e a testosterona, e treino intenso, estresse e alguns remédios fazem ela subir. Vale repetir o exame em repouso, de manhã, sem treinar na véspera, e pedir a pesquisa de macroprolactina. Se continuar alta, ela precisa ser investigada antes de qualquer hormônio. Para ver quanto você gasta por dia com essa rotina de treino e comparar com o que come, a calculadora de TDEE do site ajuda a ter um número de partida: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  26. @Josivan Neto, a informação mais importante do tópico apareceu só na sua segunda mensagem: testosterona de 300 aos 21 anos, com histórico de reposição. Isso muda a conversa, porque o problema principal do seu plano não é o éster, é a ordem das coisas. A metandrostenolona sozinha é a pior forma de usá-la. Ela suprime a sua produção de testosterona em poucos dias e não repõe testosterona no lugar. Quem já parte de um nível baixo fica com quase nada de testosterona circulando durante as semanas só de dianabol. É daí que costumam vir libido baixa, ereção fraca e humor ruim no meio do ciclo, mesmo com a força subindo. Por isso, quando ela é usada, o padrão é como apoio de uma base de testosterona, e não antes dela. O segundo ponto é o fígado. Quatro semanas de dianabol a 40 mg emendadas em mais quatro ou cinco de oxandrolona a 60 mg somam oito a nove semanas seguidas de oral metilado. Os dois pesam no fígado e derrubam o HDL, e a soma é bem pior do que qualquer um isolado. Vale fazer TGO, TGP, GGT, bilirrubinas e perfil lipídico agora, na segunda semana, para ter uma base. E o @Apollo Galeno tem razão sobre o peso. Os 2 kg da primeira semana são, em grande parte, água e glicogênio. A metandrostenolona retém bastante líquido. A força que subiu é real, mas grande parte desse peso vai embora quando ela sair. Sobre as duas opções que você propôs, parar a diana ao fim das quatro semanas e fazer TPC, com testosterona de base de 300, é um cenário em que a TPC pode simplesmente te devolver ao ponto baixo em que você já estava, ou abaixo dele. Antes de qualquer decisão, o que mais vale a pena é entender por que a sua testosterona é baixa. Aos 21 anos, isso tem causa quase sempre investigável: sono ruim, apneia, prolactina alta, tireoide, uso anterior de hormônio que não recuperou, ou algo na hipófise. LH, FSH, prolactina, estradiol, TSH e uma testosterona total colhida de manhã e em jejum, repetida, ajudam a separar as possibilidades. Se a causa for um hipogonadismo de verdade, o caminho mais seguro é uma reposição acompanhada, e não ciclos com TPC, que para você teriam pouco a recuperar. Se decidir seguir mesmo assim, o mínimo é não continuar só com a diana. Para comparar cenários de protocolo, auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve como rascunho, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  27. Ontem

  28. @Hawkins, boas perguntas, e o fato de você estar planejando com três meses de antecedência já coloca você à frente da maioria. Vou seguir a sua ordem. Oito ou doze semanas. Aqui a escolha depende mais do éster do que da coragem. O decanoato de nandrolona é lento, leva de quatro a seis semanas para estabilizar no sangue e continua agindo por semanas depois da última aplicação. Num ciclo de oito semanas com deca, você passa metade dele esperando o nível subir e ainda tem uma cauda longa atrasando a TPC. Se a ideia for um ciclo curto, a versão rápida, o fenilpropionato de nandrolona, faz mais sentido. Se for usar o decanoato, doze semanas encaixa melhor no tempo de ação dele. O éster da testosterona segue a mesma lógica. Com decanoato, enantato ou cipionato, que têm tempo parecido e permitem aplicar uma ou duas vezes por semana. Com fenilpropionato, o propionato, aplicado em dias alternados. Misturar um éster rápido com um lento só complica a TPC. Sobre dose baixa e dose alta, não vou te passar números fechados, mas dá para entender a curva. No estudo clássico de dose e resposta da testosterona em homens saudáveis, o ganho de massa magra subiu de forma quase linear até 600 mg por semana, e os colaterais subiram junto: hematócrito, queda do HDL e supressão. Não existe um ponto em que a relação entre benefício e risco melhora de repente. Cada degrau de dose compra músculo e cobra saúde na mesma moeda. Para quem é usuário recreativo e sem pressa, como você disse, o degrau mais baixo que ainda dá resultado costuma ser o mais inteligente. Um ponto de segurança sobre as doses sugeridas pelo Perfil Desativado: 400 mg de deca com 300 mg de testosterona deixa a nandrolona acima da testosterona. A orientação mais comum de redução de danos é manter a testosterona como base, na mesma dose ou acima da nandrolona. Com nandrolona dominante, os relatos de libido baixa, ereção fraca e prolactina alta aumentam bastante. E o estanozolol, mesmo injetável, é um dos que mais derrubam o HDL e pesam no fígado. Somado à deca, o perfil lipídico costuma ficar bem ruim, então exame no meio do ciclo não é opcional. Aumentar receptores. Não existe nada com evidência sólida que faça isso em pouco tempo. O que mais regula o receptor de andrógeno no músculo é o próprio treino. Qualquer produto vendido com essa promessa é aposta sem base. Sobre a TPC, a sua ideia é intuitiva, mas não funciona como você imagina. Enquanto houver testosterona de fora, mesmo em dose fisiológica, o eixo continua suprimido. Reduzir aos poucos só alonga a supressão e não prepara o hipotálamo para voltar. O HCG ajuda a manter os testículos funcionando durante o ciclo, mas também suprime o LH. O caminho que faz o eixo voltar é tirar o hormônio de fora, esperar a saída dos ésteres e usar um modulador como tamoxifeno ou clomifeno. Com deca, essa espera é longa. A ostarina na TPC tem o mesmo problema. Ela também suprime a testosterona e o LH, de forma dependente da dose, e 25 mg já é uma dose supressiva. Na prática, ela vira um pequeno ciclo a mais dentro da TPC, e há relatos de lesão no fígado com esse tipo de produto. Antes de decidir, eu esperaria terminar o ciclo atual, fazer a recuperação e repetir os exames, incluindo hemograma, lipídios, enzimas do fígado, testosterona total, LH, estradiol e prolactina. Se o eixo voltar bem, você entra no próximo com uma linha de base limpa. Para comparar cenários de dose, auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve como rascunho para discutir, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  29. @Felipelkruger, a sensação de "pouco estímulo" no fullbody é muito comum e costuma enganar. No ABC você sai do treino com o músculo inchado e dolorido por dias, porque fez 12 a 16 séries dele de uma vez. No fullbody a congestão e a dor são menores, mas isso não significa que o músculo cresceu menos. Pump e dor tardia não são bons medidores de hipertrofia. O que mede é carga subindo, medidas e fotos ao longo dos meses. Com três dias por semana, cada músculo no ABC é treinado uma vez, e no fullbody três vezes. Quando se compara o mesmo volume semanal, os dois dão resultado parecido, e o fullbody costuma levar vantagem porque cada série é feita com o músculo mais descansado. Então a pergunta que vale fazer é outra: nesses seis meses, as suas cargas subiram? Se subiram, o treino está funcionando mesmo sem a sensação de "destruir" o músculo. Se mesmo assim você preferir voltar ao ABC, a divisão que o @Foston sugeriu é melhor do que a sua. Juntar costas com pernas no mesmo dia deixa um dos dois mal treinado, porque terra, agachamento e remada pesada competem pela mesma lombar. Peito com costas, pernas sozinhas e ombro com braço distribui melhor o cansaço. No seu outro tópico sobre o fullbody eu deixei alguns ajustes: trocar as elevações frontais por lateral, dar mais volume para perna e guardar o dropset para os isoladores. Com isso, o fullbody tende a dar mais estímulo do que o ABC: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/117102-avalia%C3%A7%C3%A3o-treino-fullbody-3x/?do=findComment&comment=1066292
  30. @Felipelkruger, para quem só pode treinar três vezes por semana, o fullbody é a escolha certa, e a estrutura está boa. Cada dia tem empurrar, puxar e perna, e o levantamento terra com 130 kg para 8 repetições mostra que a base de força já existe. Tem alguns ajustes que fariam o treino render mais. O primeiro são os ombros. Elevação frontal aparece nos três dias, e ela é o exercício menos necessário do treino. A parte da frente do ombro já trabalha muito em todos os supinos e no desenvolvimento. O que falta é a elevação lateral, que é o que dá largura. Eu trocaria as três elevações frontais por elevação lateral, ou deixaria uma frontal só, se você gosta. O segundo é perna. O peito recebe 19 séries na semana, e perna fica com um exercício por dia. Em quem busca força e hipertrofia, isso deixa as pernas para trás. Eu acrescentaria um exercício de posterior, como stiff ou flexora, no dia A ou no C, e passaria o leg press do C para 4 séries. Dá para compensar tirando o crossover do A ou o voador do B, porque peito é justamente o que está sobrando. O terceiro é o dropset. Fazer drop até a falha na última série de todos os exercícios, com um treino de oito exercícios, acumula muita fadiga. Para quem treina pesado três vezes por semana, isso costuma atrapalhar mais a recuperação do que ajudar a crescer, principalmente depois do terra e do agachamento. Guarde o drop para os isoladores do fim do treino, como rosca, tríceps e elevação lateral, e deixe os compostos pesados só com as séries normais, bem feitas e perto da falha. Um detalhe: prefira a puxada pela frente ou a barra fixa à puxada atrás da nuca. Ela trabalha as costas do mesmo jeito sem forçar o ombro numa posição ruim. Com esses ajustes, o treino fica mais equilibrado e continua com a frequência de três vezes por semana para quase tudo, que é o ponto forte do fullbody. Para conferir a execução ou buscar substitutos para algum exercício, o orientador de exercícios do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/
  31. @Felipelkruger, não é que uma vez por semana não funcione. Funciona, e o @Hawkins tem razão que técnica avançada no fim da última série ajuda a extrair mais de cada sessão. Mas com só três dias disponíveis, dividir em ABC tradicional costuma ser a pior forma de usar esse tempo. O motivo é o volume por sessão. No seu treino A são 16 séries de peito seguidas, e no C mais 16 de costas e 12 de bíceps. Depois das primeiras seis a oito séries de um músculo na mesma sessão, cada série a mais rende cada vez menos, porque você já chega cansado e com carga bem menor. Quando o volume semanal é o mesmo, dividir esse volume em duas sessões dá pelo menos o mesmo resultado, e costuma ser melhor para quem treina pesado e perto da falha. Você também estava no fullbody e vinha evoluindo. Não existe motivo para jogar fora a frequência que estava funcionando. Com três dias, duas estruturas funcionam melhor: Fullbody com ênfases diferentes. Cada dia tem um exercício de empurrar, um de puxar e um de perna, variando os exercícios: Dia 1: agachamento livre, supino reto, remada curvada, elevação lateral, rosca direta e tríceps testa. Dia 2: stiff ou flexora, supino inclinado, puxada frente, desenvolvimento, rosca alternada e tríceps corda. Dia 3: leg press ou hack, crucifixo ou voador, remada baixa, puxada triângulo, rosca scott e tríceps barra. Ou superior e inferior alternando: numa semana superior, inferior e superior, na seguinte inferior, superior e inferior. Cada músculo acaba treinado três vezes a cada duas semanas. Nos dois modelos, três ou quatro séries por exercício, de 8 a 11 repetições, como você já faz, e progressão de carga anotada. O mesmo peito que hoje recebe 16 séries num dia só passa a receber umas 10 a 12 por semana, divididas em dois ou três dias, e cada uma dessas séries é feita com mais força. Um detalhe do seu treino B: ele junta pernas inteiras e ombros, e o agachamento livre, o hack e o leg press seguidos já cobrem bem o quadríceps. Se quiser manter o ABC, eu trocaria o hack por stiff, porque falta posterior de coxa, que hoje só tem a flexora. Se quiser comparar as divisões com mais calma, o gerador de treino do site monta um plano simulado para três dias, que você pode usar como rascunho e ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
  32. @Cleto6, dá para montar uma dieta boa para ganhar massa sem nutricionista e sem gastar muito. Com 15 anos, o seu corpo ainda está crescendo, então a prioridade é comer o suficiente, e não fazer dieta restritiva. Quem está em fase de crescimento e treina precisa de bastante comida. A base mais barata e eficiente é a comida de casa mesmo: Café da manhã: pão com dois ou três ovos, uma fruta e leite ou café com leite. Almoço: um prato bem servido de arroz e feijão, uma porção de carne, frango, ovo ou sardinha, e salada ou legume. Lanche da tarde, de preferência antes ou depois do treino: pão com ovo, com frango desfiado ou com pasta de amendoim, mais uma banana. Leite com aveia e banana também funciona bem. Jantar: igual ao almoço. Arroz, feijão e uma fonte de proteína. Antes de dormir, se ainda tiver fome: um copo de leite, iogurte ou mais um ovo. As fontes de proteína que mais rendem pelo preço são ovo, frango, sardinha em lata, fígado, carne moída de segunda e leite. Arroz com feijão, além de barato, também soma uma boa quantidade de proteína no dia. Você não precisa de whey, hipercalórico nem nenhum suplemento para crescer agora. Eles só ajudam quem não consegue bater a quantidade com comida. Algumas regras simples que fazem diferença: Coma de quatro a cinco vezes por dia e tenha proteína em todas as refeições. Se o seu peso não subir nada em três ou quatro semanas, aumente um pouco o arroz, o pão e a banana. Ganhar algo em torno de meio quilo por mês já é um bom sinal nessa fase. Durma bem, oito a nove horas. Em adolescente, o sono pesa tanto quanto a dieta para crescer e ganhar músculo. Se você postar o seu peso e altura, e o que come hoje num dia normal, o @Locemar e o pessoal conseguem ajustar as quantidades. Para ter uma ideia de quanto de proteína você precisa pelo seu peso, a calculadora de proteína do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/
  33. @Saranda, dá tempo, sim. Sumir por algumas semanas acontece com quase todo mundo que tem filho pequeno, trabalha em pé o dia inteiro e ainda tenta manter dieta e ciclo. O que o @Apollo Galeno cobrou faz sentido, porque um protocolo com testosterona e nandrolona em mulher só é seguro se for acompanhado de perto. Então o recomeço passa por colocar o tópico em dia antes de qualquer ajuste. Para quem for te ajudar conseguir decidir, faltam algumas informações: Você continuou aplicando nessas semanas ou parou? Se parou, em que data foi a última aplicação de cada um. Quais colaterais apareceram desde o último relato. Em mulher, os que mais importam são voz mais grossa ou rouca, aumento do clitóris, pelos novos no rosto ou na barriga, acne forte e queda de cabelo. Voz e clitóris geralmente não voltam depois que mudam, então qualquer sinal desses já é motivo para suspender e não para ajustar dose. Peso atual e fotos novas, nas mesmas condições das primeiras. Um detalhe importante para o recomeço: a nandrolona tem éster longo e continua agindo por semanas depois da última aplicação. O calor à noite e a fome que você relatou são efeitos esperados, mas se você parou há pouco tempo, ainda tem hormônio circulando. Retomar no mesmo ponto sem saber disso pode somar dose sem você perceber. Antes de voltar, eu faria exames: hemograma, perfil lipídico, TGO e TGP, testosterona total, estradiol e prolactina, que pode subir com a nandrolona. Com seis meses de pós-parto e sem anticoncepcional, também vale um beta-HCG, porque engravidar em uso de esteroide é um risco real para o bebê e o ciclo pode bagunçar a menstruação a ponto de você não perceber. Enquanto isso, nada impede de retomar a dieta e o treino, que são a maior parte do resultado. Quando postar tudo, fica fácil ajustar o que for preciso. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  34. Alexlima entrou na comunidade
  35. @Rafael Machado98, o @Locemar tocou no principal: duas semanas é pouco tempo para julgar. Mas tem mais três coisas no seu plano que valem ajuste, e uma delas é de segurança. A primeira é que não existe perda de gordura localizada. O corpo tira gordura de todos os lugares ao mesmo tempo, na ordem que a genética dele decide, e em homem a barriga e a parte de trás do braço costumam ser das últimas a sair. Correr, fazer abdominal ou tríceps não queima a gordura que está em cima do músculo trabalhado. O que resolve é manter um déficit calórico por tempo suficiente. A segunda é a água. Oito litros por dia é muito mais do que você precisa e não acelera a perda de gordura. Beber volume muito grande, principalmente em pouco tempo e com muito suor na corrida, pode diluir o sódio do sangue e causar hiponatremia, que começa com dor de cabeça, enjoo e confusão. Algo em torno de 35 a 45 ml por quilo, mais a reposição do que você sua no treino, já é mais do que suficiente. Para você, isso dá uns três litros e meio por dia. Urina amarelo-clara é um bom sinal de que está na medida. A calculadora de hidratação do site ajuda a acertar o número: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hidratacao/ A terceira é que falta musculação. Com 1,80 m e 75 kg você não está acima do peso, então o que incomoda provavelmente é pouca massa muscular junto com um pouco de gordura. Só dieta restrita e corrida fazem você perder peso, mas parte dele sai do músculo, e o resultado costuma ser ficar mais magro com a mesma barriga. Treinar com peso três a quatro vezes por semana, comer umas 1,6 a 2 g de proteína por quilo e manter um déficit moderado, sem cortar o carboidrato de forma radical, costuma dar um resultado visual bem melhor em alguns meses. A sua dieta também não precisa ser tão restrita. Arroz integral, feijão, carnes e ovos são uma ótima base. O que decide a perda de gordura é o total de calorias no fim do dia, não cortar o açúcar do café.
  36. @jowes, a sua lista está boa e eu não tiraria nada, mas para quem usa enantato de forma contínua alguns detalhes mudam o que cada exame significa. LH e FSH vão vir baixos ou zerados, porque a testosterona de fora suprime o eixo. Não é problema, só confirma o esperado. Se vierem normais, aí sim vale desconfiar da procedência da testosterona ou da regularidade das aplicações. O dia da coleta faz muita diferença. Colha no dia da próxima aplicação, antes de aplicar, que é quando o nível está mais baixo. Se a testosterona estiver boa nesse ponto, o problema provavelmente não é falta dela. Se estiver baixa, é possível que o intervalo entre as aplicações esteja longo demais e você passe parte da semana com pouco hormônio, o que por si só derruba libido e ereção. O estradiol é o exame que mais explica esse tipo de queixa em quem usa testosterona, e ele atrapalha tanto quando está alto quanto quando está baixo demais. Muita gente usa inibidor de aromatase por conta própria, zera o estradiol e perde a libido e a ereção. Se possível, peça o estradiol pelo método sensível, porque o comum às vezes erra em homens. A prolactina é importante, principalmente se você já usou nandrolona ou outro progestínico, e o TSH ajuda a descartar a tireoide. Eu acrescentaria três coisas que o Perfil Desativado também colocou na lista dele: hemograma, porque hematócrito alto é comum com testosterona e engrossa o sangue, glicemia com hemoglobina glicada e perfil lipídico. A ereção depende muito da saúde dos vasos, e diabetes, colesterol alto e pressão alta estão entre as causas mais comuns de ereção fraca, com ou sem hormônio. Vale medir a pressão também. Se todos os exames vierem bem, outras causas entram na conta: sono ruim ou apneia, ansiedade, álcool e alguns remédios, como antidepressivos e finasterida. Se você ronca ou acorda cansado, a calculadora de risco de apneia do site ajuda a ter uma primeira ideia: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/apneia/ Quando os resultados saírem, poste aqui com a dose e a frequência das aplicações, que dá para interpretar com mais precisão. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  37. Dá para treinar peito, bíceps e tríceps em casa, sim, e com mais resultado do que a maioria das respostas aqui sugere. O @Otavio Bortolin disse que treinar em casa nunca dá certo, mas o que a pesquisa mostra é outra coisa. Carga baixa levada perto da falha gera hipertrofia muito parecida com carga alta, e há estudos comparando flexão com supino em que os dois grupos ganharam massa no peito de forma semelhante quando o esforço era equivalente. O relato do @Frango Mestre, de 38 para 43 cm de braço em casa, não é exceção. O que limita o treino em casa não é o lugar, é conseguir continuar deixando o exercício difícil com o passar das semanas. Sem equipamento nenhum, uma base para os três grupos seria: Peito: flexão normal, flexão com os pés elevados numa cadeira ou sofá, que puxa mais a parte de cima do peito, e flexão com as mãos mais abertas. Quando a flexão comum ficar fácil, desça em três ou quatro segundos, pause um segundo embaixo ou passe para a flexão com os pés elevados. Tríceps: mergulho entre duas cadeiras firmes ou na beirada do sofá e flexão fechada, com as mãos quase juntas debaixo do peito. A flexão fechada é o exercício que mais carrega o tríceps sem peso. Bíceps: é o grupo mais difícil sem equipamento, porque ele depende de puxar. Uma barra de porta é o melhor investimento, porque a barra fixa com a palma virada para você trabalha muito o bíceps e ainda faz as costas. Sem barra, dá para fazer remada invertida debaixo de uma mesa firme, segurando na borda, ou rosca com mochila cheia de livros ou galões de água. Um elástico de treino custa pouco e resolve boa parte do problema de progressão, principalmente para bíceps e tríceps. O mais importante é a regra: fazer cada série até faltar uma ou duas repetições para não conseguir mais, e anotar para tentar bater o número na semana seguinte. Três a quatro séries por exercício, duas ou três vezes por semana para cada grupo, já é suficiente para ganhar massa no início. Se quiser um ponto de partida montado com o que você tem em casa, o gerador de treino do site monta um plano simulado para ajustar depois: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ Para ver a execução de cada exercício, o orientador de exercícios ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/
  38. @Sidnei, sobre o site eu não consigo te dizer se é confiável, e indicação de loja não é algo que dá para fazer aqui com segurança. Mas dá para te ajudar a avaliar o que já está na sua mão, que é o mais útil agora. O @Foston tem razão sobre o rótulo. Embalagem bonita é o que há de mais fácil de copiar, então ela não diz nada sobre o conteúdo. O que pesa mais é se o fabricante existe fora do site do vendedor, se a caixa tem lote e validade e se existe relato consistente de quem usou aquele lote com exame antes e depois. Lembre também que marcas conhecidas de fora são justamente as mais falsificadas, então nem o nome de um laboratório famoso na caixa resolve a dúvida sozinho. Um detalhe do seu produto chama atenção: 20 mg por comprimido é uma dose alta para oxandrolona. Muita gente usa 20 mg por dia e toma um comprimido achando que está no começo, quando já está numa dose de meio de ciclo, com mais impacto no colesterol e no fígado. Se for usar, comece com metade para ver como o corpo responde e não deixe de fazer exames. Os exames que mais mostram o que está acontecendo são TGO, TGP e GGT, perfil lipídico com HDL, e testosterona total com LH. Colher antes de começar e com três a quatro semanas de uso permite comparar. Se o HDL despencar muito cedo ou as enzimas do fígado subirem bastante, é sinal para parar, porque pode ser um produto mais forte que o rótulo ou outra substância. Urina escura, pele amarelada ou coceira no corpo pedem suspensão imediata. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  39. Concordo com o @Foston. Não conheço registro nem histórico confiável dessa Foxpharma, e marca sem site, sem CNPJ e sem rastreio de lote é, na prática, um laboratório clandestino. O problema da oxandrolona desse tipo de origem não é só ser fraca. Análises de produtos apreendidos mostram com frequência troca de substância, e no caso da oxandrolona a troca mais comum é por algo mais barato e mais tóxico, como metandrostenolona ou estanozolol oral, ou dose muito diferente da que está no rótulo. @Samuel, algumas coisas ajudam a separar o que é minimamente rastreável do que não é: embalagem com lote, validade e fabricante que você consegue achar fora do vendedor, histórico do produto aqui no fórum com exames de quem usou, e desconfiar de preço muito abaixo do normal. Nada disso garante o conteúdo, mas a ausência de tudo isso é um sinal claro para não usar. No Brasil, a oxandrolona que tem procedência conhecida é a manipulada em farmácia, com receita controlada. É o caminho de menor risco para quem vai usar, justamente porque dá para saber o que está tomando. Se alguém já estiver usando um produto de origem duvidosa, o exame é o que mostra o que está acontecendo. TGO, TGP, GGT e bilirrubinas para o fígado, perfil lipídico, que costuma piorar bastante com oxandrolona, e testosterona total com LH para ver o tamanho da supressão. Pele ou olhos amarelados, urina escura e coceira no corpo são sinais para suspender e procurar atendimento. Para consultar mecanismo, doses usuais e colaterais da oxandrolona, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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