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Avalição de Ciclo - Propionato de Testo x Masteron x Trembolona Acetato
@Doug GC, a troca que você propôs (360 mg de propionato, 360 mg de Masteron e 200 mg de trembolona) faz mais sentido que a versão original para um cutting. Com menos testosterona, sobra menos substrato para aromatizar e reter, e o Masteron ajuda justamente no controle do estrogênio e no aspecto seco quando o BF baixar. Nisso concordo com o ajuste sugerido aqui. O que eu olharia antes de iniciar é o histórico. São oito meses seguidos em uso, com cruises de 8 a 15 semanas entre blasts, e o objetivo declarado desses cruises era recuperar os índices de saúde. Isso só dá para confirmar em exame. Antes do terceiro blast, eu faria hemograma (o hematócrito costuma ser o primeiro a sair do controle), perfil lipídico, TGO, TGP, creatinina, estradiol e prolactina. A prolactina entra porque você vem de nandrolona e vai entrar com trembolona, as duas que mais mexem nela. Somando pressão arterial medida em casa, você tem o ponto de partida. Se o HDL estiver no chão ou o hematócrito acima de 52 a 54%, o blast pode esperar, porque trembolona e Masteron derrubam o HDL mais ainda. Durante o ciclo, a trembolona tende a atrapalhar o sono e a subir a pressão. Se começar insônia forte, suor noturno pesado ou irritabilidade fora do normal, reduza a dose dela antes de mexer nas outras. Sobre a dieta, o ciclo de carboidrato está coerente. Só observe que o dia alto de 587 g é um salto muito grande em relação aos 170 g do dia baixo, e em cutting isso pode anular boa parte do déficit semanal. Some as calorias dos sete dias e confira se a média fica mesmo abaixo da manutenção. Se o peso parar, reduza primeiro o dia alto, antes de apertar mais os dias baixos. Para ajustar os dias alto e baixo mantendo a média semanal no déficit, a calculadora de ciclo de carboidrato em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/carb-cycling/ faz essa conta. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Gorduras saturadas: boas ou más
@Thomy Bombando, a sua intuição de 2015 acertou metade da história, e a pesquisa dos anos seguintes ajudou a separar as duas metades. A parte certa é que a gordura saturada foi demonizada além do que os dados sustentavam. Grandes metanálises observacionais, como a de Siri-Tarino (2010), não encontraram associação clara entre consumo de saturada e doença cardiovascular. E o alimento importa mais que o nutriente isolado: laticínios integrais, ovos e carne não processada se comportam de forma bem diferente de embutidos e ultraprocessados cheios da mesma gordura. O vilão inequívoco dessa época era a gordura trans industrial, justamente a "gordura sintetizada" que você citou. Ela foi vendida como alternativa saudável e depois acabou banida em vários países, inclusive no Brasil. A parte que não se confirmou é a ideia de que tanto faz. A revisão Cochrane de Hooper (2020), que reuniu ensaios randomizados e não só observação, mostrou que reduzir saturada diminuiu em cerca de 17% os eventos cardiovasculares combinados. O benefício apareceu principalmente quando ela foi trocada por gordura poli-insaturada (azeite, peixes, castanhas, óleos vegetais), e não por açúcar e farinha branca. Saturada troca por carboidrato refinado não traz ganho nenhum, e foi exatamente isso que a indústria fez nos anos 80 e 90. Sobre os avós, eles comiam mais saturada, mas também comiam comida de verdade, se mexiam o dia inteiro e não viviam de ultraprocessado. É difícil atribuir o resultado a um único nutriente. Na prática, para quem treina: saturada em quantidade moderada, vinda de comida de verdade, cabe tranquilamente na dieta. O grosso da gordura do dia pode vir de insaturadas, e trans industrial passa longe.
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Protocolo - Cutting
@housensz, a estrutura está boa e os horários fazem sentido para quem treina às 17h e dorme à 1h. Vou pelas suas perguntas. Tirar 15 a 20 g de carboidrato toda semana, de forma automática, não é uma boa ideia. Em poucas semanas você chega a um corte grande sem saber se precisava. O jeito mais eficiente é deixar a balança decidir: pese-se em jejum três ou quatro vezes por semana e compare as médias semanais. Se estiver perdendo entre 0,5 e 0,7 kg por semana, que é bom para 71 kg, mantenha. Se a média ficar parada por duas semanas seguidas, aí sim corte 15 a 20 g de carboidrato ou acrescente aeróbio. Os macros não batem porque a proteína ficou alta demais. 182 g é mais de 2,5 g por kg, e 140 a 155 g (cerca de 2 a 2,2 g/kg) já protegem a massa magra no cutting. Reduzindo 60 g de frango no almoço, você libera espaço para carboidrato, que é o que sustenta o treino num déficit. Na prática, dá para colocar mais 50 g de arroz no almoço e mais 50 a 80 g de batata doce na refeição das 15h20. Whey não é obrigatório. Ele só facilita. Se preferir comida, troque o shake pós-treino por 100 g de frango ou 4 claras com um ovo, junto de uma fruta. A creatina vale manter, e pode ser tomada em qualquer horário. Para a última refeição, às 23h30, uma boa opção é algo com proteína de digestão mais lenta, como 150 a 200 g de iogurte natural ou queijo cottage com uma porção pequena de oleaginosas, ou dois ovos com salada. Ajuste a quantidade para fechar o total de calorias. Para conferir o total de calorias do cutting com o seu peso, altura e rotina, use https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/. E, para trocar alimentos mantendo os mesmos macros, a calculadora de equivalência em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/macros/ resolve rápido.
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MOTIVE SEU PRÓXIMO
Belo recado, @liviap. Acrescento só uma coisa prática, que aprendi acompanhando muita gente: quem não desiste raramente é quem tem mais motivação. É quem monta uma rotina que continua funcionando nos dias sem vontade. Treino marcado no mesmo horário, comida já preparada, meta pequena para a semana e não só para o ano. A motivação faz começar, e o hábito é o que leva até o resultado. E quando a semana sair do trilho, voltar no dia seguinte vale mais do que compensar exagerando. Boa semana a todos.
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Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico:
Oxandrolona Growth Company: 20 mg por dia durante 6 semanas
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Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico:
Oxandrolona Growth Company: 20 mg por dia durante 6 semanas
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Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico:
Oxandrolona Growth Company: 20 mg por dia durante 6 semanas
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Oxandrolona Growth Company: 20 mg por dia durante 6 semanas
@Paula Queiro, o tópico ficou muito bem preenchido, e o treino está bem montado, com volume bom para membros inferiores e um dia de costas completo. O que pesa contra o ciclo agora são os números. Com 1,74 m e 55 kg, seu IMC fica perto de 18, no limite do baixo peso. Nesse ponto, o que falta não é hormônio, é comida. Três meses de treino sério ainda é o período em que dieta com superávit e treino progressivo fazem o corpo crescer rápido sozinhos. É por isso que o @Apollo Galeno propôs ganhar 5 a 7 kg antes de pensar em anabolizante, e concordo com ele. Músculo construído assim não vai embora quando o ciclo acaba. Se a gravidez foi recente e você ainda amamenta, oxandrolona está fora de questão, porque passa para o leite. Vale confirmar esse ponto. Sobre a proposta em si, 20 mg por dia é o dobro do que costuma ser usado por mulheres, que fica em geral entre 5 e 10 mg. O ganho extra entre 10 e 20 mg é pequeno, e o risco de virilização (voz mais grossa, acne, pelos, aumento do clitóris) sobe bastante. Voz e clitóris podem não voltar depois. Quando chegar a hora, dose baixa, marca com procedência e exames de fígado e colesterol antes e durante. Para descobrir quantas calorias comer para ganhar peso num ritmo que privilegie músculo, use a calculadora de bulking em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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oldmaromba entrou na comunidade
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minha dieta perder 10 kilos com apenas 600 calorias
Como o título deste tópico aparece bastante em busca, vale deixar claro para quem chegar aqui o que acontece numa dieta de 600 calorias por dia. Com 600 kcal, a balança cai rápido, e 10 kg em poucas semanas é possível. Mas boa parte dessa perda inicial é água e glicogênio, e o restante inclui uma fatia grande de massa muscular, porque é quase impossível bater proteína suficiente com tão pouca comida. O corpo responde reduzindo o gasto, com mais cansaço, frio, queda de rendimento no treino e fome difícil de controlar. Por isso o reganho costuma ser rápido quando a dieta acaba, muitas vezes com mais gordura e menos músculo do que antes. Dietas de muito baixa caloria existem na medicina, mas com acompanhamento, fórmula completa em micronutrientes e exames, porque o risco de cálculo na vesícula, queda de cabelo e alterações de eletrólitos aumenta. Feitas por conta própria, com comida comum, faltam proteína, ferro, cálcio e vitaminas. Para perder gordura preservando músculo, o que funciona de forma sustentável é um déficit moderado, na faixa de 20 a 25% abaixo do gasto diário, com proteína alta (1,6 a 2,2 g por kg) e treino de força. A perda fica em torno de 0,5 a 1 kg por semana, mais lenta na balança e bem mais duradoura no espelho. @eliza be, se quiser comparar a sua estratégia com um déficit calculado para o seu peso, altura e rotina, a calculadora em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ mostra quantas calorias cortar sem descer a níveis que sacrificam a massa muscular.
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Oxandrolona x anticoncepcionais
@Tati Macara, tem um detalhe que inverte o raciocínio: se você vai usar oxandrolona, estar protegida contra gravidez é uma vantagem, e não um problema. Andrógenos durante a gestação podem masculinizar o feto feminino. Parar o anticoncepcional para fazer um ciclo e ficar sem proteção é o pior dos dois mundos. Primeiro, confirme qual injetável você usa. O trimestral é, em geral, só progestagênio (medroxiprogesterona). O mensal combina estrogênio e progestagênio. Isso muda a conversa sobre trombose, que foi o alerta levantado aqui. O risco maior de trombose está nos métodos com estrogênio, e o trimestral só de progestagênio tem um perfil bem mais discreto nesse ponto. Não existe uma interação classicamente descrita entre oxandrolona e medroxiprogesterona que proíba o uso junto. A ideia de que o anticoncepcional "trava" o ganho de massa tem pouca sustentação. Os estudos sobre anticoncepcional e hipertrofia são poucos e com resultados divergentes, e dieta, proteína e treino pesam muito mais. Não vale a pena ficar sem proteção por causa disso. O que merece atenção na combinação são os lipídios. A oxandrolona derruba o HDL, e alguns progestagênios também mexem no perfil lipídico. Então faça lipidograma, TGO e TGP antes e por volta da quarta semana. Mantenha a dose baixa, na faixa de 5 a 10 mg, com duração curta, e pare ao primeiro sinal de rouquidão, acne ou aumento de pelos. O conselho da @Bella e da @Joaninha de não ter pressa vale para organizar exames e dieta antes, e não para esperar o anticoncepcional sair. Como o @Apollo Galeno sugeriu, um tópico completo com dados, dieta e treino ajuda muito. Se quiser uma simulação que pede exames e aponta cenários de risco, use o gerador hormonal em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/. É um rascunho, não uma prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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2° Ciclo com Boldenona Landerlan
@Degcastro, o relato ficou excelente. Medidas, dieta, fotos e exames do começo ao fim, e a evolução é visível. Ficaram três perguntas suas sem resposta completa, então vamos a elas. Hipotireoidismo subclínico é quando o TSH está acima da referência, mas o T4 livre continua normal. Ou seja, a hipófise está "empurrando" a tireoide um pouco mais para manter o hormônio em dia. Em muitas pessoas é transitório, e dieta com pouca caloria, treino intenso, noites mal dormidas e até o próprio ciclo podem mexer no TSH. Por isso o conselho do @Apollo Galeno de repetir antes de pensar em qualquer coisa é o correto. Na repetição, vale incluir anti-TPO, porque ele mostra se existe tireoidite autoimune (Hashimoto) por trás. Em geral, só se trata quando o TSH passa de 10, quando há sintomas claros (cansaço, frio, intestino preso, cabelo e pele secos) ou quando há anti-TPO positivo com plano de gravidez. Com TSH levemente alto e T4 normal, o impacto no treino tende a ser pequeno. A vitamina D de 10.000 UI todo dia foi o que provavelmente elevou o seu resultado. A redução para um dia sim e dois não, que dá em média uns 3.300 UI por dia, é razoável para quem não pega sol. Repita a dosagem em dois ou três meses para confirmar. Sobre o próximo passo, a testosterona total de 298 ng/dL três semanas depois da última aplicação chama a atenção, já que a referência feminina vai até 75. Parte disso pode ser boldenona ainda circulando (o undecilenato sai devagar), e alguns métodos de dosagem podem sofrer interferência de outros andrógenos. Libido baixa e menstruação ausente mostram que o eixo ainda não voltou. Eu esperaria a menstruação retornar e repetiria testosterona, LH, FSH e estradiol antes de começar o enantato. Para mulher, testosterona é o composto em que a dose pesa mais, porque aromatiza e é bem androgênica. Doses pequenas e controle com exame fazem a diferença entre crescer e virilizar. Se quiser simular o próximo protocolo com exames de base, controle e cenários de risco bloqueados, o gerador hormonal em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ serve como rascunho para discutir, e não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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OSTARINE + CARDARINE + IOMBINA + CLENBUTEROL
@Alan1533, parabéns pelos 5 kg a menos, e o jejum de 14 horas funcionar bem na sua rotina é um ótimo sinal. Mas o conjunto que você montou tem um ponto de risco que vale olhar com calma: a soma de estimulantes. Clenbuterol, ioimbina, cafeína de 420 mg e pré-treino atuam todos acelerando o coração e subindo a pressão. Isoladamente, cada um já pede cuidado. Somados, em jejum e com 122 kg, o coração trabalha sob estímulo o dia inteiro. É esse o cenário dos relatos de taquicardia, arritmia e crise hipertensiva, e a insônia que você mesmo notou é o sinal mais leve disso. Se for manter, o mínimo seria não juntar tudo no mesmo dia, medir pressão e frequência cardíaca em repouso e cortar ao primeiro sinal de palpitação, dor no peito ou falta de ar. "2 ml" de clenbuterol líquido também não diz a dose real, que depende da concentração do frasco. Sobre a cardarina, vale saber a história dela. A GSK interrompeu o desenvolvimento em 2007 depois que estudos em roedores mostraram câncer em vários órgãos, com doses altas e uso prolongado. A relevância exata disso para humanos em dose de academia não está definida, mas foi por isso que ela nunca virou remédio. A ostarina, mesmo leve, suprime a testosterona própria, então a TPC que o colega perguntou é pertinente. O ideal é dosar testosterona total, LH e FSH umas quatro semanas depois de parar e decidir com base nisso. Na suplementação, a creatina (imagino que sejam 10 g, e não 10 mg) funciona igual com 3 a 5 g por dia, sem ganho extra acima disso. O BCAA fica dispensável se a proteína do dia está boa. Para ver mecanismo, dose e colaterais do clenbuterol e da ioimbina lado a lado, consulte https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Melhor forma para mulher tomar Oxandrolona de 20 mg
@mamediei, não aumente. 20 mg por dia já está acima da faixa que costuma ser usada por mulheres, que fica em geral entre 5 e 10 mg. Subir a partir da terceira semana só aumenta a chance de virilização (rouquidão, voz mais grossa, acne, pelos, aumento do clitóris), e voz e clitóris podem não voltar depois de parar. Se o produto for o mesmo sem procedência que você comentou no outro tópico, pesa ainda mais, porque não dá para saber o que tem na cápsula. O mais seguro é reduzir ou encerrar, e não aumentar. Qualquer rouquidão é sinal para parar na hora. @Neiakris, o mesmo raciocínio vale para a sua cápsula manipulada de 20 mg: ela sozinha já passa do que costuma ser usado por mulheres. Como o @Locemar observou, seis meses de treino contínuo é pouco. Nessa fase, dieta e treino bem feitos ainda entregam muito, e isso é ganho que não vai embora. Dos suplementos que você citou, dois têm evidência sólida e fazem sentido: whey, como forma prática de fechar a proteína do dia, e creatina, 3 a 5 g por dia, todos os dias, em qualquer horário. BCAA é dispensável quando a proteína total está boa, porque ela já traz os mesmos aminoácidos. Glutamina não mostrou ganho de massa em quem já come proteína suficiente. Dá para economizar nesses dois. Para comparar mecanismo, dose e nível de evidência de cada suplemento antes de comprar, consulte https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
Hoje
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** HELP // 1° Ciclo // Masteron + Enantato **
@bruninhoarte84, a dúvida que ficou sem resposta foi se Masteron com enantato faz sentido como primeiro ciclo. No seu caso, eu não colocaria o Masteron agora, por dois motivos concretos. O primeiro é o seu HDL de 35 mg/dl sem nunca ter usado nada. Tanto a testosterona quanto a drostanolona derrubam o HDL, e o Masteron tem fama de pesar mais nesse ponto. Começar abaixo de 40 e somar dois compostos que o reduzem é empilhar risco cardiovascular sem necessidade. O segundo é o que já comentaram aqui: o Masteron entrega o efeito estético que as pessoas buscam (aspecto seco, denso) quando o percentual de gordura já está baixo. Com o BF entre 13 e 18%, o ganho visual dele se perde. Para estreia, testosterona sozinha continua sendo a opção mais previsível. Ela mostra como o seu corpo responde a aromatização, pressão, hematócrito e humor, e simplifica a TPC, já que só um composto precisa sair do organismo. Doses moderadas, na faixa de 250 a 500 mg por semana por 8 a 12 semanas, costumam ser suficientes para quem nunca usou. Se aparecer sinal de estrogênio alto, o controle é guiado por exame de estradiol, e não por inibidor tomado às cegas desde o primeiro dia. Antes de começar, vale organizar os exames de base: testosterona total e livre, LH, FSH, estradiol, prolactina, hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, creatinina e PSA. E trabalhar o HDL agora, com aeróbio regular, ômega 3, menos gordura saturada e carboidrato refinado. Repetir o lipidograma depois de alguns meses mostra se deu resultado. Sobre o Apex, eu também não conheço a procedência, e indicação de fornecedor merece o mesmo cuidado venha de quem vier. Para ver o protocolo montado com exames, auxiliares e TPC, o gerador hormonal em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ faz uma simulação. Use como rascunho para discutir com quem te acompanha, não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Página de exercícios do site Bodybuilding.com
Para quem chega aqui pela busca: o endereço antigo do Bodybuilding.com mudou várias vezes desde que o @Gata malhando pra valer postou, e boa parte das páginas de exercícios de lá hoje redireciona para a loja. Uma biblioteca de exercícios tem mais valor quando mostra, além do vídeo, qual músculo é o alvo principal, quais entram como auxiliares, os erros de execução mais comuns e como progredir ou substituir o movimento quando falta equipamento. É isso que evita o clássico de copiar um treino da internet e fazer metade dos exercícios com o músculo errado. Complementando o que o @fisiculturismo indicou, a versão atual da nossa seção está em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/, com execução, músculos trabalhados e progressão de cada movimento, em português.
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Enantato de testo + bold + trembo
@Jozias, o episódio que você descreveu merece mais atenção do que recebeu no tópico. Frio intenso com tremedeira na hora de dormir, seguido de falta de ar e sensação de morte, já na primeira semana de trembolona, é um relato bem conhecido entre usuários dela. Pode ser crise de ansiedade ou pânico desencadeada pela droga, que mexe bastante com sistema nervoso, sono e temperatura corporal. Suor noturno, insônia e agitação estão entre os colaterais mais relatados. Ter repetido de forma mais fraca reforça essa ligação. Mesmo sendo provável que seja isso, falta de ar em ciclo com trembolona e boldenona não deve ser tratada como coisa da cabeça. As duas podem elevar a pressão, e a boldenona sobe bastante o hematócrito, o que deixa o sangue mais grosso. Se vier falta de ar em repouso, dor ou aperto no peito, palpitação forte ou desmaio, é caso de pronto-socorro, informando o que você usa. Por isso concordo com o @Apollo Galeno em tirar a trembolona. O @Gamma tem razão que muita gente usa, mas o seu corpo já mostrou como responde a ela duas vezes em três semanas. A proposta dele, de 300 mg de testosterona e 240 mg de boldenona por semana, aproveita o material que você já comprou e tira a peça que está te causando problema. Dois ajustes que ninguém comentou. O anastrozol às cegas pode atrapalhar mais do que ajudar. Estradiol baixo demais causa dor articular, libido no chão e humor ruim, e a boldenona já tem um efeito próprio sobre o estradiol. O ideal é dosar estradiol por volta da quarta semana e ajustar pelo exame, e não pela sensibilidade no mamilo. E faça hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP e medida de pressão algumas vezes por semana durante o ciclo. Para revisar o protocolo inteiro, com exames de base, auxiliares e TPC, o gerador hormonal em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ faz uma simulação que serve de rascunho para ajustar, e não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo Ox 10 mg dia (feminino)
@Vinicius.henrique00, o ajuste mais importante do plano é o que o @Apollo Galeno já indicou: não subir para 20 mg. Para uma mulher de 51,5 kg em primeiro ciclo, 10 mg por dia já está no teto do que costuma ser usado. O ganho de massa entre 10 e 20 mg é pequeno, mas o risco de virilização (voz mais grossa, acne, pelos, aumento do clitóris) cresce muito. Voz e clitóris podem não regredir depois de parar. Dois outros pontos do projeto. Doze semanas é longo para estreia. Seis a oito semanas já mostram a resposta e expõem menos o fígado e o colesterol. E cápsula manipulada tem variação de dose entre lotes, mesmo em farmácia conhecida, então os primeiros dias servem de teste: qualquer rouquidão ou acne fora do normal é motivo para parar, e não para esperar. Faça exames antes de começar e por volta da quarta semana: TGO, TGP, GGT e perfil lipídico. A oxandrolona costuma derrubar bastante o HDL, e isso só aparece no exame. Na dieta, os números estão coerentes. 130 g de proteína dá cerca de 2,5 g/kg, mais que suficiente. 1.800 a 1.900 kcal para 51 kg com treino cinco vezes e aeróbio fica perto da manutenção, o que casa com o objetivo de recomposição. Se a meta for perder mais gordura, é o carboidrato que tem espaço para cair um pouco, e não a proteína. A versão de dieta que o Apollo montou, com salada obrigatória e ceia com ovos e abacate, melhora a distribuição de gordura boa, que estava baixa. Para conferir se 1.800 kcal é mesmo manutenção para ela, com peso, altura, idade e o volume de treino reais, use a calculadora de gasto diário em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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stanozolol
@graziele cristina reis, dá para responder as três perguntas, e as respostas explicam por que o pessoal ficou preocupado. Quando parar: o stanozolol tem vida curta, então o efeito some poucos dias depois de parar. Mulher não precisa de TPC com remédio como o homem, porque o ciclo menstrual costuma se reorganizar sozinho, às vezes com um ou dois meses bagunçados. O que precisa é parar na hora certa, e a hora certa é o primeiro sinal de virilização: rouquidão ou voz mais grossa, acne que não tinha, aumento de pelos no rosto, queda de cabelo, aumento do clitóris ou libido muito alterada. Voz e clitóris podem não voltar ao normal depois, por isso não dá para "esperar terminar o ciclo" se aparecerem. Quando ver resultado: força e aspecto mais seco aparecem em duas a três semanas, mas só com dieta e treino organizados. Sem isso, o ganho é pequeno e some ao parar. Quando pode continuar ou repetir: não existe prazo fixo. O critério é exame e sinais. Antes de pensar em outro ciclo, TGO, TGP, GGT e perfil lipídico precisam estar normais, porque o stanozolol oral pesa no fígado e derruba bastante o HDL. O ponto que o @Degcastro e o @Marcos...V levantaram é real: entre os anabolizantes, o stanozolol é um dos mais androgênicos para mulher. Se ainda estiver usando, informe a dose que está tomando, porque é ela que decide o tamanho do risco. Uma dose que parece pequena para homem pode ser alta para mulher. Na dúvida, parar agora custa pouco. Antes de um próximo ciclo, a simulação do gerador hormonal em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ pede os exames de base e bloqueia cenários de risco alto. É um rascunho para discutir, não uma prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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oxandrolona + diu
@nataliam3338, respondendo direto: a oxandrolona não atrapalha o funcionamento do Mirena. O DIU hormonal age localmente no útero, liberando levonorgestrel, e a eficácia contraceptiva não depende de nada que a oxandrolona altere. Da mesma forma, o DIU não reduz o efeito da oxandrolona. O que pode mudar é o padrão de sangramento. Andrógenos mexem no eixo hormonal, e algumas mulheres percebem escape, sangramento irregular ou o contrário, parada total da menstruação que antes vinha fraca. Em quem usa Mirena isso costuma ser discreto, mas se aparecer sangramento fora do padrão ou dor pélvica diferente da habitual, vale conversar com quem acompanha a endometriose antes de atribuir tudo ao ciclo. Sobre a endometriose em si, não há motivo para esperar piora com oxandrolona em dose feminina, já que o que alimenta a doença é o estímulo estrogênico. Mas também não espere melhora, ela não é tratamento. Se você usa algum outro remédio para endometriose além do DIU, como dienogeste, informe isso, porque aí a conversa muda. O cuidado principal é o mesmo de qualquer mulher em primeiro ciclo: dose baixa (a faixa usual feminina fica entre 5 e 10 mg por dia), duração curta, e atenção aos sinais de virilização, como rouquidão, acne, aumento de pelos e do clitóris, parando ao primeiro sinal. Exames antes e durante com TGO, TGP e perfil lipídico, porque o HDL costuma cair bastante com a oxandrolona. Como o @Apollo Galeno pediu, preencher o modelo completo ajuda muito a avaliar se o ciclo faz sentido agora. Se quiser uma simulação que pede exames, sugere acompanhamento e trava cenários de risco, use o gerador hormonal em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/. É um rascunho para discutir, não uma prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Usar anabolizantes é muito mais seguro do que andar nas ruas de São Paulo
Quando este tópico foi aberto, praticamente não existiam dados de longo prazo sobre usuários de anabolizante. Hoje existem, e eles não sustentam a comparação com andar na rua. Um estudo dinamarquês (Horwitz e colaboradores, Journal of Internal Medicine, 2019) acompanhou mais de 500 homens flagrados com esteroides em controle antidoping de academia e comparou com controles da população. A mortalidade no período foi cerca de três vezes maior nos usuários, e houve mais internações por doença cardiovascular, alterações psiquiátricas e hipogonadismo. Outro trabalho, de Baggish e colaboradores (Circulation, 2017), encontrou em usuários de longo prazo força de contração do coração mais baixa e mais placa nas coronárias do que em quem treina sem hormônio, com relação direta com o tempo acumulado de uso. @vitz tocou no ponto certo, só que o fígado nem é o principal. O custo que mais pesa é cardiovascular e aparece devagar: hematócrito alto, pressão subindo, HDL no chão, coração hipertrofiado e mais rígido. Nada disso dói, por isso a sensação de que "nunca acontece nada" é enganosa. Também existe o eixo hormonal que pode não voltar ao normal depois de anos de uso. @Bomber User tem razão numa parte: dose, duração e monitoramento mudam muito o risco, e uma dose moderada por pouco tempo não se compara a anos de blast emendado. Mas "depende do organismo" não é motivo para não medir. Quem vai usar de qualquer jeito reduz dano de verdade com exames antes, durante e depois (hemograma, perfil lipídico, função hepática e renal, pressão arterial), ecocardiograma periódico em uso prolongado e pausas reais, com recuperação do eixo documentada em exame. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo de lgd 4033 ligandrol
Vale deixar registrado neste relato o que já se sabe sobre o ligandrol (LGD-4033), porque muita gente chega nele achando que é "anabolizante leve sem supressão". No único estudo controlado em humanos (Basaria e colaboradores, 2013), homens saudáveis usando só 1 mg por dia durante 21 dias tiveram queda dose-dependente de testosterona total, SHBG e HDL. Ou seja, a 5 ou 10 mg, como o @Pump it e o @Jcruz relataram, supressão é o esperado, e não a exceção. Isso responde a dúvida sobre TPC: ela passa a fazer sentido, e o jeito sério de decidir é dosar testosterona total, LH e FSH umas quatro semanas depois de parar, em vez de montar TPC às cegas. Também há relatos de lesão hepática com LGD e com RAD-140, então TGO, TGP e bilirrubinas antes e durante não são exagero. Sobre a sensibilidade no mamilo que o @SpecPeter e outros sentiram, o ligandrol não aromatiza, mas derrubar a testosterona própria mexe na relação entre testosterona e estradiol, e isso pode bastar. Tem um segundo fator que pesa muito: análises de produtos vendidos como SARM (Van Wagoner, JAMA, 2017) encontraram menos da metade com a dose rotulada e cerca de 40% com outras substâncias não declaradas. Acne nas costas forte e mamilo sensível com dez dias de uso levantam a suspeita de que tem algo além do rotulado na cápsula. Tamoxifeno costuma aliviar a sensibilidade, mas não corrige a causa. Se aparecer nódulo palpável atrás do mamilo, o cenário muda e vale avaliação antes de seguir. Queda de cabelo, como o @Pump it notou, também é compatível com o efeito androgênico, principalmente em quem tem predisposição. @willdajoia, para quem pensa em seguir o mesmo caminho, o mais útil é exigir de quem relata os exames de antes e depois, e não só a força e o pump. É isso que mostra o custo real. Para comparar o ligandrol com as opções que têm bula e literatura, e entender mecanismo e colaterais do tamoxifeno e dos remédios de TPC, consulte https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Mente & Corpo em Evoução
@CSec123, não tem vergonha nenhuma aqui. Quem já emagreceu sozinho uma vez sabe fazer, só precisa de uma estrutura que caiba na rotina de escala. Um detalhe que muda tudo: com 111,6 kg, 1,80 m e 95 cm de cintura, você tem bastante massa magra para quem treina há um ano. Isso favorece a recomposição, perder gordura mantendo ou até ganhando músculo, desde que a proteína e o treino estejam em ordem. Sobre a sua conta no Myfitnesspal, 186 g de proteína, 140 g de carboidrato e 62 g de gordura dão por volta de 1.860 kcal. É um déficit bem agressivo para o seu tamanho e ajuda a explicar o desânimo para treinar e a ansiedade com comida. A proposta do @Apollo Galeno (190 g de proteína, 160 g de carboidrato e 110 g de gordura) fica perto de 2.400 kcal, com déficit mais tolerável e sustentável por meses, e é o caminho que eu seguiria. E você não precisa comer seis vezes por dia. Número de refeições pesa muito pouco no resultado quando o total diário e a proteína batem. Três ou quatro refeições grandes funcionam bem, e para escala de trabalho isso costuma ser até melhor. O que importa é repetir alimentos que você sempre tem à mão, que é exatamente a ideia da tarefa proposta. Se a janta for tarde por causa do turno, jogue mais carboidrato nela e na refeição antes do treino. Acompanhe peso semanal na mesma condição e cintura a cada 15 dias. Se o peso cair entre 0,5 e 1 kg por semana e a força se mantiver no upper/lower, está certo. Parou por três semanas, ajuste 150 a 200 kcal. Se quiser um cardápio inicial para montar a tarefa de casa mais rápido, o gerador de dieta em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/dieta/ monta uma simulação que você pode ajustar para os macros acima. É um rascunho para adaptar, não uma prescrição fechada.
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OXANDROLONA É FALSA
@mamediei, não sentir efeito colateral em três semanas não prova que o produto é bom, e abrir a cápsula também não diz nada. Gosto, cor e aspecto do pó não diferenciam oxandrolona de amido, de outro anabolizante ou de dose errada. O perigo de produto sem procedência não é só jogar dinheiro fora. Os três cenários comuns são cápsula sem princípio ativo, dose bem diferente da rotulada e troca por outro esteroide mais barato, como stanozolol ou metandrostenolona. O terceiro é o que mais preocupa, principalmente se você for mulher, porque esteroides mais androgênicos aceleram sinais de virilização, como engrossamento da voz, acne, aumento de pelos e do clitóris, e parte disso não regride ao parar. Na prática, o que o @Foston e o outro colega disseram é o caminho mais seguro: não continuar com um produto que você não sabe o que é. Se decidir seguir mesmo assim, faça pelo menos TGO, TGP, GGT, perfil lipídico (o HDL costuma despencar com oral) e observe qualquer mudança de voz, pele ou pelos, parando imediatamente se aparecer. Para entender o que a oxandrolona faz de verdade, dose usual e colaterais esperados, e comparar com o que você está sentindo, consulte https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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TRT/CRUISE e vida sexual
@Medo_do_Cruise, a explicação para quem tem testosterona alta e mesmo assim funciona mal quase sempre está no que acompanha a testosterona, e não nela. Como já comentaram aqui, libido e ereção são multifatoriais. Em quem usa hormônio, os vilões mais comuns são três. O estradiol fora da faixa, tanto alto demais (aromatização grande em dose alta) quanto baixo demais (uso exagerado de inibidor de aromatase, que derruba libido e deixa a ereção fraca). A prolactina elevada, que aparece com trembolona, nandrolona e alguns remédios. E o hematócrito alto com pressão subindo, que piora o fluxo e a disposição. Somam-se a isso sono ruim, apneia, estresse, ansiedade de desempenho e uso de álcool ou estimulantes. Por isso existe gente com exame bonito de testosterona total e desempenho ruim. O exame olhou uma peça só. No seu caso, o raciocínio tem que ser o inverso de "vou entrar em TRT se der 300". Antes de decidir, vale descobrir por que a testosterona está baixa. Colher de manhã, em jejum, repetir em outro dia, e pedir junto LH, FSH, prolactina, estradiol, SHBG, testosterona livre, TSH, glicemia e hemograma. LH e FSH baixos com testosterona baixa apontam para causa central (hipófise, prolactina, obesidade, sono, uso prévio de hormônio), e LH e FSH altos apontam para falha testicular. Muitas vezes a causa é tratável e a testosterona volta sem precisar de reposição para sempre. E o ponto que o outro participante tocou está certo: TRT de verdade é tratamento contínuo. Uma vez em reposição, a produção própria fica suprimida, e sair depois exige recuperação do eixo, que nem sempre é completa. Se o motivo for "qualidade de vida meia boca" sem diagnóstico fechado, investigar primeiro sai muito mais barato. Se houver ronco, sono que não descansa e cansaço de dia, faça o questionário de risco de apneia do sono em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/apneia/. Apneia é uma das causas mais esquecidas de testosterona baixa com libido no chão, e tratar isso às vezes resolve o quadro. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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GH !!!
@Sr.Oliveira, como você ganhou o GH e ele ficaria parado, vale responder objetivamente, incluindo um cuidado que ninguém mencionou: a conservação. Hormônio do crescimento é uma proteína frágil. Antes de misturar com o diluente, precisa ficar na geladeira, e depois de reconstituído costuma durar de duas a quatro semanas refrigerado, conforme o fabricante. Como veio de outra pessoa, não dá para saber se ficou fora da geladeira em algum momento. Se ficou, parte pode ter perdido a atividade, e a falta de efeito não significaria que o hormônio "não funciona". GH também está entre os produtos mais falsificados, então vale conferir a origem com o seu amigo. Sobre o que esperar: em adultos saudáveis, os estudos com GH mostram um pequeno aumento de massa magra, grande parte dele água, e uma redução modesta de gordura, sem ganho de força. Com 100 UI, a 2 UI por dia, você cobre uns 50 dias. É pouco tempo e pouca dose para uma mudança visível perto do que a dieta já está fazendo, com 4 kg a menos em um mês. Os dois esquemas que você citou, 2 UI todo dia ou 4 UI em dias alternados, dão um total semanal parecido. O diário imita melhor a secreção natural e costuma causar menos retenção de uma vez. Os efeitos colaterais mais comuns são inchaço nas mãos e nos pés, formigamento nos dedos, dor nas articulações e aumento da glicose. Esse último é o motivo do alerta sobre a insulina: com 21 por cento de gordura, vale medir a glicemia de jejum antes e depois de umas duas semanas de uso. No mais, o @Apollo Galeno resumiu bem: a dieta e o aeróbico são os pilares, e o GH, se entrar, é detalhe. O orientador de fármacos do site reúne mecanismo, doses e colaterais do GH, útil antes de começar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Boldenona x Pilula do dia seguinte
@Gabriela, para quem chegar aqui com a mesma dúvida, vale deixar a resposta organizada, porque uma parte do que foi dito no tópico precisa de correção. A pílula do dia seguinte deve ser tomada, sim, e o quanto antes. O @Apollo Galeno acertou no tempo: a eficácia é maior nas primeiras 24 horas e vai caindo até perto de 72 horas depois da relação. A forma correta é a pílula de levonorgestrel vendida para esse fim, 1,5 mg em dose única ou dois comprimidos de 0,75 mg. Tomar uma cartela inteira de anticoncepcional comum não é o método certo. Existe um esquema antigo com anticoncepcional, mas usa um número específico de comprimidos, é menos eficaz e dá mais enjoo. A cartela toda só traz efeito colateral. Não há interação conhecida entre a boldenona e o levonorgestrel. O esteroide não atrapalha a ação da pílula, e a pílula não interfere no ciclo. O ponto mais importante vem depois. Esteroides anabolizantes são contraindicados na gravidez, porque podem masculinizar um feto do sexo feminino. E eles costumam bagunçar o ciclo menstrual, então um atraso pode não significar nada, ou pode ser uma gravidez que passaria despercebida. Por isso, faça um teste de gravidez cerca de três semanas depois da relação, mesmo que a menstruação venha, e suspenda a boldenona se o teste der positivo. Daqui para frente, com ciclos frequentes, um método contínuo e sem hormônio, como o DIU de cobre que o Apollo sugeriu, resolve os dois problemas: evita a gravidez e não soma estrogênio ao risco de trombose que os esteroides já trazem. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ex Powerlifiting Migrando Para Fisiculturismo
@Danilo da Silva Ferreira, dez anos de powerlifting são uma base enorme para o fisiculturismo, e isso joga a seu favor. Queria acrescentar alguns pontos sobre a transição, que não é só de dieta. O primeiro é a ordem das fases. O plano que o @Apollo Galeno montou é de definição, e para quem vem do powerlifting costuma ser o caminho certo: secar primeiro para ver o que existe embaixo. Powerlifters costumam ter bastante massa escondida, e depois do corte fica claro quais músculos estão fortes e quais precisam de trabalho. Aí sim a fase de ganho é planejada com foco. O segundo é o treino, que muda mais do que a dieta. No powerlifting, o objetivo é mover a maior carga em três movimentos, com poucas repetições e descanso longo. No fisiculturismo, o objetivo é gerar estímulo em cada músculo. Isso significa trabalhar mais na faixa de 6 a 15 repetições, controlar a fase de descida, levar as séries perto da falha e incluir exercícios isolados para os pontos que o supino, o agachamento e o terra não cobrem bem. Geralmente são o deltoide lateral, os braços, as panturrilhas e a parte alta do peitoral. Os básicos continuam, mas deixam de ser o centro do treino. O terceiro é o orçamento, que você mencionou. Dá para fazer uma dieta de fisiculturismo barata. Ovo é a proteína de melhor custo, e frango, sardinha em lata, fígado, carne moída de segunda e proteína de soja texturizada ajudam a fechar a conta. Arroz, feijão, batata, mandioca e aveia são os carboidratos mais baratos. Suplemento, só o whey se sobrar dinheiro, e creatina, que é barata e funciona. Com 116 kg e 1,93 m, siga o plano do Apollo e acompanhe a cintura e as fotos. Se o peso cair mais de um quilo por semana depois das primeiras semanas, é sinal para aumentar um pouco o carboidrato. Para montar a nova rotina de treino, o gerador de treino do site cria uma divisão voltada a hipertrofia a partir do seu nível. É uma simulação, um ponto de partida para você ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
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Cutting
@Alan Nova, antes do ciclo, uma coisa que você disse me chamou atenção: que tem muita dificuldade em perder e está quase desistindo. Você saiu de 150 para 120 kg. São 30 kg a menos, e isso não é dificuldade, é resultado. Com 2 m de altura, é normal que os últimos quilos venham mais devagar. Sobre o ciclo, o que mais pesa é a dose de 60 mg de oxandrolona sozinha, sem testosterona. Em dose alta, a oxandrolona suprime o seu eixo como qualquer outro esteroide, e sem testosterona de base você fica com a própria testosterona baixa durante todo o ciclo. Mesmo com a libido pesando menos agora, isso também traz cansaço, humor ruim e menos disposição para treinar, justo o que você precisa num cutting. Nessa dose, o HDL costuma despencar, e o fígado sente mais. Com oxandrolona manipulada, ainda há a incerteza sobre quanto de fato tem em cada cápsula. Três ajustes que reduzem bastante o risco: Os exames que você está esperando são o passo certo. Inclua perfil lipídico, TGO, TGP e GGT, além dos hormônios que foram sugeridos, e repita tudo umas quatro semanas depois de começar. Se mantiver a oxandrolona sozinha, uma dose menor já ajuda a preservar massa durante a dieta com bem menos supressão e impacto no colesterol. Se quiser dose mais alta, o mais comum é acrescentar testosterona em dose de reposição como base. O tribulus pode sair, porque não aumentou testosterona nos estudos com homens. E confira as doses anotadas: tamoxifeno é em miligramas, 20 a 40 mg por dia, não gramas. No mais, o que vai te levar ao resultado continua sendo o déficit. Com 150 g de carboidrato, 80 de gordura e 275 de proteína, você está perto de 2.400 kcal, e para um homem de 2 m e 120 kg isso é um déficit razoável. A proteína até pode descer para uns 220 g, e as calorias que sobrarem vão para o carboidrato, o que ajuda o treino. A calculadora de cutting do site ajuda a ajustar as calorias ao seu tamanho, que foge bastante das tabelas comuns: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.