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Ciclo de deposteron por 3 semanas: qual TPC?
@sancholiii, a explicação de @Mestre sobre o estado de equilíbrio está certa e vale ser lida com calma: com meia-vida de cerca de oito dias, o cipionato leva umas quatro a cinco meias-vidas para estabilizar no sangue. Em três semanas de aplicação, o nível ainda está subindo quando você para. Mas tem um ponto no seu post que pesa mais do que a farmacocinética: você joga handebol. Testosterona é substância proibida no esporte, em competição e fora dela, pela lista da Agência Mundial Antidopagem, que vale para as federações de handebol. E o exame não detecta só a testosterona circulando. Ele mede a relação entre testosterona e epitestosterona e o perfil de esteroides na urina, e testes mais sensíveis identificam a testosterona de origem sintética. Os metabólitos podem aparecer por semanas depois da última aplicação. Se você joga em competição federada, um ciclo curto pode custar uma suspensão longa. Vale checar o regulamento da sua competição antes de qualquer coisa. Sobre a TPC: 200 mg por semana por três semanas suprime o LH, mas por pouco tempo, e na maioria dos casos o eixo volta sozinho algumas semanas depois de o cipionato sair do corpo. O jeito de ter certeza, como @Mestre disse, é o exame. Testosterona total, LH e FSH antes e umas seis a oito semanas depois da última aplicação. Se os valores voltarem ao seu normal, não houve necessidade de TPC com remédio. E para o seu objetivo, que é perder gordura e render melhor em quadra, o ciclo é um caminho pouco eficiente. Num esporte com sprints, saltos e mudanças de direção, quem perde gordura com déficit moderado e mantém força no treino ganha velocidade e resistência de verdade. O resultado continua depois que a temporada termina. @Augusto xeu, os suplementos vendidos para "dar um up" na testosterona costumam ter tribulus, feno-grego e minerais. Em homens saudáveis, os estudos não mostram aumento relevante de testosterona com eles. Para montar esse déficit sem perder rendimento em quadra, a calculadora de déficit calórico do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo enan+bold+master
@DiegoCarnaval, a discussão ficou concentrada na TPC, mas o ponto do protocolo que mais pede atenção durante o ciclo é a boldenona em 600 mg por semana por dez semanas. A boldenona é conhecida por estimular a produção de glóbulos vermelhos mais do que a maioria dos outros compostos. Somada ao enantato, o hematócrito tende a subir semana a semana. Sangue muito concentrado fica mais viscoso, aumenta a pressão e o risco de trombose, e costuma dar sinais discretos, como dor de cabeça, rosto avermelhado, tontura e cansaço. Por isso, nesse protocolo, o hemograma no meio do ciclo, por volta da quinta ou sexta semana, é tão importante quanto o exame antes. Se o hematócrito passar de uns 52 a 54%, é sinal para rever a dose. Doar sangue é uma forma de baixar, mas os hemocentros podem recusar doadores em uso de anabolizante, e isso precisa ser considerado. Também vale lembrar que a boldenona de laboratório é quase sempre undecilenato, de éster muito longo, o que atrasa a saída do corpo. Sobre a "ponte" com oxandrolona em 60 mg por dia da 9ª à 14ª semana: ela mantém o eixo suprimido justamente nas semanas em que os ésteres longos estariam saindo. O efeito prático é empurrar a TPC para mais tarde e somar um oral em dose alta, com queda forte do HDL, a um ciclo que já é longo. Se o objetivo é segurar o resultado, treino e dieta nessas semanas fazem esse papel sem atrasar a recuperação. Na TPC, tamoxifeno e Proviron não são alternativas um do outro. O tamoxifeno é o que faz o LH voltar, e o Proviron não tem essa função. A vitamina E em 1000 UI também não ajuda na recuperação. Em dose alta e por tempo longo, ela tem associação com aumento de risco de câncer de próstata num estudo grande. O hCG, como @Toxi e @Arnaldo Santos disseram, faz sentido num ciclo de dez semanas, no fim do ciclo e antes de começar o tamoxifeno. O gerador de protocolo hormonal do site pede seus exames e monta uma simulação com auxiliares, TPC e exames de controle, que serve como rascunho para revisar com um médico e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
Ontem
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Durateston + Deposteron
@Sinistro333, a ideia de usar a Durateston para um ganho "rápido" e o Deposteron para um ganho "mais lento" parte de um engano comum: o éster muda a curva no sangue, não o tipo de ganho. Músculo vem da dose semanal de testosterona e do tempo de uso, junto com treino e dieta. Com a mesma quantidade de testosterona por semana, uma e outra levam ao mesmo resultado depois de algumas semanas. A Durateston só sobe mais rápido no começo por causa do propionato. Vale ajustar alguns números que apareceram no tópico, porque eles mudam a conta. A meia-vida do enantato fica em torno de quatro a cinco dias, e não 10,5. O cipionato fica perto de oito dias. O decanoato é o éster longo da Durateston, e ele não fica "esperando" três ou quatro semanas para agir. Ele começa a liberar testosterona logo, só que mais devagar, e o nível total vai se acumulando até estabilizar. E sobre aplicar Durateston dia sim, dia não, como @Arnaldo Santos sugeriu para o efeito rápido: cada ampola tem 250 mg. Em dias alternados, são três a quatro ampolas por semana, perto de 900 mg semanais. É uma dose muito acima da que se usa num primeiro ciclo, com aumento proporcional de hematócrito, pressão, estradiol e supressão. Usar as duas juntas não traz vantagem sobre usar uma só na mesma dose total. Só complica a conta. E guardar ampolas para usar no ano que vem exige conferir a validade de cada lote e manter em local fresco, sem luz e sem geladeira, porque o frio pode cristalizar o hormônio no óleo. Se o plano é ciclar, mais útil que decidir entre as duas é fazer os exames antes: testosterona total, LH, FSH, estradiol, hemograma, colesterol e função do fígado. Isso permite montar a TPC e saber depois se o eixo voltou. Para comparar os ésteres, com meia-vida e frequência de aplicação de cada um, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo de T3 Para Perder Gordura
@WCBH, como @trembomon e @FrancoSirena disseram, sem seus dados não dá para falar em dose. Mas dá para explicar como o T3 funciona, porque a resposta para "precisa de TPC?" sai daí. O T3 (liotironina) é o hormônio ativo da tireoide. Ele acelera o metabolismo do corpo todo, e é por isso que aumenta o gasto calórico. Quando entra de fora, a hipófise reduz o TSH, e a tireoide passa a produzir menos. É a mesma lógica da supressão com testosterona. Na maioria das pessoas sem doença da tireoide, a produção volta sozinha algumas semanas depois de parar. Não existe uma TPC com remédio como nos esteroides, mas a retirada costuma ser gradual e, durante essas semanas, a pessoa pode sentir cansaço, frio e ganho de peso rápido, porque o metabolismo fica abaixo do normal até a tireoide retomar. Quem já tem alguma doença de tireoide pode não se recuperar do mesmo jeito. Os colaterais é que fazem do T3 algo diferente de um termogênico comum: Ele acelera a quebra de proteína junto com a de gordura. Sem proteína alta e treino de força, uma parte grande do peso perdido é músculo. Coração acelerado, palpitação e, em uso prolongado ou dose alta, risco de arritmia, principalmente fibrilação atrial. Perda de massa óssea com o uso prolongado. Ansiedade, insônia, tremor e intolerância ao calor. Por isso, quem pensa em usar precisa antes de TSH, T4 livre e T3 para saber como está a tireoide, além de eletrocardiograma se houver qualquer histórico cardíaco. E, com dieta e treino ajustados, a maioria das pessoas ainda tem bastante gordura a perder sem precisar mexer no metabolismo dessa forma. No orientador de fármacos do site dá para consultar mecanismo, colaterais e o que monitorar com o T3: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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ciclo feminino de oxandrolona: 20 mg por dia? Aumento a dose?
@JE-2398, sobre continuar ou não, eu não seguiria sem antes entender esse enjoo, porque ele pode ter mais de uma causa, e uma delas muda tudo. A irritação no estômago que @Toxi citou existe e é comum com orais. Ela costuma melhorar tomando o comprimido junto com comida. Mas enjoo persistente com dor na barriga, que já dura bastante, também é um dos primeiros sinais de sobrecarga no fígado. A oxandrolona é das que menos mexem com ele, mas não é zero. Os sinais que separam um caso do outro são dor do lado direito, embaixo das costelas, urina escura, coceira na pele, fezes claras e olhos amarelados. Qualquer um deles é motivo para parar e procurar atendimento. Mesmo sem eles, TGO, TGP, GGT e bilirrubinas respondem a dúvida rapidamente. A outra causa que precisa ser descartada é gravidez. Enjoo que não passa é um dos sinais mais comuns do começo da gestação. A oxandrolona pode causar virilização num feto do sexo feminino, e por isso é contraindicada na gravidez. Se houver qualquer chance, um teste de farmácia resolve a dúvida. O resultado positivo é motivo para parar na hora. Vale lembrar que a oxandrolona pode bagunçar o ciclo menstrual, então menstruação atrasada sozinha não fecha a questão em nenhum sentido. Sobre a dose: você está certa em achar que 60 mg prejudicam muito. Em mulher, o risco de virilização aumenta com a dose e o tempo de uso, e muitas mulheres têm resultado com doses bem menores que 20 mg. Engrossamento da voz, pelos novos no rosto e aumento do clitóris são sinais para parar, sem esperar o fim do ciclo, porque podem não voltar. Com 18 anos, 1,61 m e 66 kg, o que mais muda o corpo nessa fase é treino de força com progressão e dieta ajustada ao objetivo. O hormônio só soma por cima disso. No orientador de fármacos do site dá para consultar o perfil da oxandrolona, com efeitos colaterais e o que monitorar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Bombadinha básica para o verão: Testoviron 250 + Stano da Muscle Pharma
@BELL2016, o objetivo de ganhar 5 kg e ficar definido rápido, para o verão, esbarra numa característica do ciclo curto que vale conhecer antes de decidir. Nas primeiras semanas de um ciclo com testosterona e estanozolol, boa parte do peso que sobe é água e glicogênio, e o músculo novo vem mais devagar. Quando o ciclo termina, a testosterona natural fica baixa por algumas semanas, a água sai e parte do músculo vai junto. Num ciclo de seis a oito semanas, uma fração considerável do que apareceu no espelho desaparece no mês seguinte, justamente no meio do verão. Ao mesmo tempo, a supressão do eixo acontece de qualquer jeito, mesmo em ciclo curto. Ou seja, o custo do ciclo vem inteiro, e o resultado fica pela metade. Sobre as marcas: Testoviron é o nome comercial de um enantato de testosterona farmacêutico. Quando aparece com o nome de um laboratório como a Muscle Pharma, é um produto de laboratório sem registro usando o nome conhecido. Isso não quer dizer que seja ruim, mas significa que não existe o produto original para comparar, e a concentração e a pureza variam conforme o lote. Ninguém consegue garantir que alguma marca desse tipo seja "a melhor". O que fazer durante e depois depende de exames que você ainda não citou. Testosterona total, LH, FSH, estradiol, hemograma, colesterol, TGO e TGP antes de começar. Sem eles, não dá para montar TPC com critério nem saber depois se o eixo voltou. E se o objetivo é ficar magro e definido, com três anos de treino, um cut bem feito de oito a dez semanas, com déficit moderado e proteína alta, costuma entregar mais definição do que um ciclo curto, e o resultado não some quando acaba. Se depois disso você ainda quiser um ciclo, ele vai render mais partindo de um corpo mais seco. Para montar esse cut com os seus dados, a calculadora de cutting do site define calorias e ritmo de perda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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COBAMAMIDA...ANABOLIZANTE NATURAL
@Luiz Fernando Silva Moraes, a cobamamida é uma das formas ativas da vitamina B12. Em quem tem deficiência de B12, repor melhora cansaço, anemia e apetite, e isso pode ajudar a ganhar peso. Em quem não tem deficiência, não há estudo mostrando ganho de massa muscular. O corpo não usa mais B12 do que precisa só porque recebeu mais. A ideia de que ela "leva B12 para dentro do músculo e faz crescer", como dizia o post do @Zumzão, nunca foi demonstrada. A fama de engordar vem do Cobavital, que além da cobamamida tem ciproeptadina. A ciproeptadina é um anti-histamínico que aumenta o apetite e dá sono, e é ela que faz a pessoa comer mais e ganhar peso. Por isso tanta gente relata resultado com ele. A sua fórmula manipulada, só com cobamamida e B12, não tem esse componente, então é esperado que não mude muito o apetite. A boca seca, aliás, é um efeito típico da ciproeptadina e não da B12. Vale conferir com a farmácia a composição exata do que foi manipulado. Com 1,73 m e 54 kg, você está abaixo do peso, e o que vai fazer a balança subir são duas coisas. A primeira é comer mais do que gasta, e correr todos os dias aumenta bastante o gasto. Somar umas 300 a 500 kcal por dia ao que você come hoje, com proteína em todas as refeições, já muda o rumo em poucas semanas. A segunda é o treino de força. Sem ele, o peso que você ganhar vai ser mais gordura do que músculo. Três sessões de 40 minutos por semana, mesmo em casa, com exercícios básicos e carga progressiva, já fazem uma diferença grande para quem nunca treinou. Se o tempo for curto, vale trocar parte da corrida por esse treino. Num mês, com dieta e treino ajustados, ganhar de 1 a 2 kg é um ritmo bom para começar. Para saber quantas calorias você precisa comer para ganhar peso, a calculadora de bulking do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Minha evolução perdi 27kg em 5meses ou menos
@matheuswev, sair de 97 para 70 kg e depois subir para 76 kg treinando em casa, com 1,82 m, é uma virada e tanto. E o fato de ter subido 6 kg só com halteres, depois de uma perda grande, indica que boa parte desse ganho é músculo mesmo. Já que o treino é em casa, dois ajustes costumam render bastante. O primeiro é a divisão. No ABCDE, cada músculo é treinado uma vez por semana. Com halteres, em que a carga tem limite, treinar cada grupo duas vezes por semana costuma render mais. Uma divisão em superiores e inferiores, ou o ABC repetido duas vezes, como você já fez, distribui melhor o estímulo. O volume semanal pode ser o mesmo, só dividido em mais dias. O segundo é a progressão. Quando os halteres ficam leves, ainda dá para progredir sem comprar peso novo. Algumas formas: Fazer mais repetições com a mesma carga, chegando perto da falha, até umas 20 ou 30. Descer o peso mais devagar, contando três ou quatro segundos na fase de descida. Fazer pausa de um a dois segundos na parte mais difícil do movimento. Trocar exercícios bilaterais por unilaterais, como agachamento búlgaro no lugar do agachamento e remada com um braço só. Reduzir o descanso entre as séries. Anotar carga e repetições de cada treino mostra se você está avançando ou só repetindo a mesma coisa. E correr todos os dias sem descanso ajudou na perda de peso, mas, agora que o objetivo é ganhar massa, dois ou três dias de aeróbio e alguns dias de descanso de verdade ajudam a recuperação. O gerador de treino do site monta uma divisão de partida, como rascunho para você ajustar ao que tem em casa: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
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Evolução em 6 meses treinando em casa
@Cavalo de Fogo, sair de 93 para 71 kg treinando em casa, com uma dieta montada por conta própria, e depois voltar aos 90 kg com outro corpo é o tipo de relato que mostra o que a balança esconde. O mesmo número com uma composição completamente diferente. E o detalhe de ter feito tudo isso depois de quatro anos parado mostra que retomar funciona. Sobre a meta de 90 kg com 8% de gordura sem fármaco, ela pode ser possível ou não dependendo de um dado que não está no tópico: a sua altura. Com 8% de gordura, 90 kg são cerca de 83 kg de massa magra. Para alguém de 1,90 m, isso dá um FFMI entre 22 e 23, alcançável naturalmente com anos de treino. Para alguém de 1,75 m, passa de 27, um número que quase nenhum natural atinge. A maioria dos homens naturais bem treinados fica abaixo de 25. Fazer essa conta antes de definir a meta evita a frustração de perseguir um número que talvez não seja natural para o seu tamanho. E um ponto sobre o cut: 8% é um nível de gordura de competição, difícil de manter. Muitos naturais se sentem melhor, treinam melhor e preservam mais músculo um pouco acima disso, entre 10 e 12%. @matheuswev, 27 kg em cinco meses é muita coisa. Vale manter a proteína alta e o treino de força daqui para frente, porque nessa velocidade de perda parte do que sai costuma ser músculo, e é ele que segura o resultado. Para fazer essa conta com a sua altura, a calculadora de FFMI do site mostra onde a sua massa magra está em relação ao limite natural: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/ffmi/
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JEJUM INTERMITENTE (JIT): Tudo o que você precisa saber - Por Jim Stoppani
@thurizao, a sua dúvida tem resposta curta: a janela pode variar sim, e começar com 12 horas e ir aumentando aos poucos é uma boa forma de adaptar. O que define a perda de gordura não é a hora exata em que o jejum termina, é quanto você come no total ao longo da semana. E de lá para cá a pesquisa avançou bastante sobre isso. Dois ensaios clínicos grandes compararam o jejum intermitente com uma dieta comum. No TREAT, publicado no JAMA Internal Medicine em 2020, a janela de 8 horas sem controle de calorias não emagreceu mais do que o grupo controle. No estudo chinês publicado no New England Journal of Medicine em 2022, comer numa janela de 8 horas somado a um déficit calórico deu o mesmo resultado em um ano que o mesmo déficit sem horário restrito. Ou seja, quando as calorias são iguais, o jejum não acrescenta nada especial à perda de gordura. Isso confirma o que @Toxi disse e também o ponto da @Dra. Elissa Amaral da Cunha: o jejum funciona como ferramenta de adesão. Para quem sente pouca fome de manhã e prefere refeições maiores, ele facilita comer menos sem sofrer. Para quem acorda faminto, como você descreveu, ele vira briga diária, e aí qualquer outro formato com o mesmo déficit vai render mais. Para quem treina, há dois cuidados que fazem diferença. O primeiro é a proteína: numa janela curta fica mais difícil chegar a 1,6 g por quilo ou mais, e dividir em pelo menos três refeições ajuda a preservar músculo. O segundo é o horário do treino. Treinar no fim de um jejum longo costuma derrubar o rendimento, então vale encaixar o treino dentro da janela ou logo antes da primeira refeição. Para saber qual é o seu déficit, com ou sem jejum, a calculadora de TDEE do site estima seu gasto diário: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/
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Relato uso Pulmonil gel (Clembuterol) para perder 10 kgs
@mateusbvs, um detalhe do relato que costuma passar batido: a dose está sendo contada em ml de um produto veterinário. O Pulmonil é feito para cavalos, com a dose calculada em microgramas por quilo de animal. Em ml, a quantidade real de clembuterol depende da concentração daquele frasco, e não dá para comparar com o relato de outra pessoa que usou outro produto. "Subir até 8 ml" pode ser uma dose bem diferente da que outra pessoa usou com o mesmo número de ml. No caso do Pulmonil Gel, o rótulo informa 2 mg de clembuterol a cada 100 g de gel, o que dá perto de 20 microgramas por ml. Ou seja, 8 ml chegam a uns 150 microgramas, quatro vezes o que você tomou no primeiro dia e uma dose que já costuma dar colateral forte. E o seu corpo deu sinais no caminho: coração batendo mais forte já com 3 ml, tremor forte com enjoo, depois tontura, e um dia em que você nem conseguiu tomar. A lógica de subir a dose "se o corpo reagir bem" só funciona se esses sinais contarem como reação ruim. Tontura e enjoo junto com palpitação podem ser pressão caindo ou ritmo cardíaco alterado, e somar 45 minutos de aeróbio intenso logo em seguida aumenta a exigência no coração. Palpitação em repouso, dor no peito, falta de ar ou desmaio são motivo para parar e procurar atendimento. Sobre o resultado, as calças mais largas nos primeiros dias são boa notícia, mas boa parte dessa mudança inicial é água e glicogênio, principalmente cortando carboidrato. A sua dieta tem um ponto fraco grande: café da manhã com chá e quatro biscoitos, para quem faz 45 minutos de aeróbio por dia mais musculação, é pouca proteína e pouca energia. Esse déficit agressivo, junto do estimulante, explica parte do enjoo e da tontura, e costuma levar a perda de músculo junto com a gordura. Uma refeição de manhã com ovos ou outra fonte de proteína faz diferença. E vale se pesar toda semana, sempre no mesmo horário, em vez de esperar os 15 dias. Sem o peso, não dá para saber se o que está funcionando é a dieta, o aeróbio ou nada disso. Para ver se o seu déficit está razoável ou exagerado, a calculadora de déficit calórico do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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CICLO DE CLEMBUTEROL
@Marcossilva1, com 1,79 m, 80 kg e 82 cm de cintura, você não está longe de um corpo bem definido, e quanto vai diminuir em 15 dias depende muito mais da dieta desses 15 dias do que do clembuterol. A fama do clembuterol para secar vem principalmente de estudos em animais de criação, em que ele muda a distribuição entre gordura e músculo, e de relatos de uso. Em humanos, o efeito termogênico existe, mas é modesto, e não há bons estudos mostrando perda de gordura relevante além do que a dieta já faria. Sem déficit calórico, o clembuterol sozinho rende pouco. Com déficit, ele soma um pouco. E boa parte da diferença que as pessoas notam nas primeiras semanas vem de menos água e glicogênio, e não de gordura. Os 15 dias "on" têm motivo: os receptores beta-2 vão perdendo a sensibilidade com o uso contínuo, e o efeito cai em cerca de duas semanas. Os colaterais, porém, não caem na mesma proporção. Tremor, taquicardia, insônia, câimbra e potássio baixo continuam. Por isso, quem tem qualquer histórico de arritmia, pressão alta ou problema cardíaco na família não deveria usar. E palpitação forte em repouso ou dor no peito são motivo para parar e procurar atendimento. Numa expectativa realista, um déficit de 400 a 500 kcal por dia, com proteína alta e o treino de força mantido, leva a algo perto de meio quilo de gordura por semana. Em 15 dias, a cintura muda pouco, com ou sem clembuterol. Em dois ou três meses de dieta consistente, a diferença no espelho é grande. O ganho real está em sustentar o déficit por semanas, e não no fármaco. Para montar esse déficit com o seu peso e nível de atividade, a calculadora de cutting do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Fast Nutrition é boa?
@Vallyris, antes da comparação entre as marcas, vale saber o que o ZMA entrega. A fama dele veio de um estudo de 2000 com jogadores de futebol americano que mostrou aumento de testosterona e força. O estudo foi conduzido com participação do criador da marca que registrou o ZMA, e os trabalhos independentes que vieram depois não repetiram o resultado. Em homens que já comem zinco e magnésio suficientes, a suplementação não aumenta a testosterona. Onde ele pode ajudar é em quem tem deficiência real, o que é mais comum em quem transpira muito e come pouca carne, castanhas e grãos integrais. Por isso, a ideia de tomar uma cápsula a mais da marca mais barata para "ganhar" da outra merece um cuidado. Com quatro cápsulas, o magnésio passa de 600 mg por dia. O limite considerado seguro para magnésio de suplemento fica perto de 350 mg por dia, e acima disso o efeito mais comum é diarreia. Com o zinco, o problema é o uso prolongado: acima de uns 40 mg por dia por meses, ele atrapalha a absorção do cobre e pode causar anemia e alteração neurológica. Mais cápsula não significa mais resultado. @Rage. acertou no principal: preço maior não garante produto melhor, e o rótulo precisa ser comparado item por item, como você fez. @Kaf, para o whey, a régua é a mesma: quantos gramas de proteína por dose e quanto custa cada grama, além de procurar laudo de análise do lote. "3W" costuma indicar uma mistura de concentrado, isolado e hidrolisado, e a proporção de cada um quase nunca aparece no rótulo. O que define o valor é a proteína real por dose. No orientador de suplementos do site dá para ver dose e nível de evidência do ZMA, do zinco, do magnésio e do whey: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/
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Preparação para o campeonato-2018
@VINICIUS SANTOS, a decisão entre blast and cruise e ciclo com TPC pesa bem mais aos 19 anos do que parece no tópico, e vale entender o que cada uma significa a longo prazo. No blast and cruise, a testosterona nunca é retirada. Entre os ciclos fica uma dose de manutenção, e o eixo natural passa anos desligado. Quanto mais tempo assim, menor a chance de ele voltar a funcionar bem quando a pessoa decidir parar. Na prática, quem começa B&C aos 19 tem boa chance de depender de testosterona pelo resto da vida. A fertilidade é outro ponto, já que a produção de espermatozoides fica suprimida enquanto houver testosterona de fora. Para quem quer ter filhos um dia, isso entra no planejamento. Não estou dizendo para não competir, e sim que é uma decisão de vida, não só de preparação. @eduardo junior ( coach) explicou bem que na categoria júnior a pressão por volume empurra para o B&C, mas que muita gente compete fazendo ciclo e TPC. Se for por esse caminho, os exames mudam de importância. Com testosterona contínua, o hematócrito tende a subir com o tempo, e sangue grosso demais aumenta risco de trombose. Pressão arterial, colesterol, função do fígado e dos rins também precisam de acompanhamento, de preferência a cada poucos meses, e não só antes do campeonato. Sobre a duração do off e do pré-contest, a conta se faz de trás para frente. Defina a data da prova e calcule quanto você precisa perder de gordura. Com 13% de gordura e 100 kg, um pré-contest de 16 a 20 semanas, perdendo cerca de 0,5 a 1% do peso por semana, costuma ser suficiente para chegar seco sem sacrificar músculo. Somando umas duas semanas de folga para imprevistos, tudo antes disso é off. Com o ano de 2017 inteiro pela frente, há tempo de sobra para trabalhar o braço, que você mesmo apontou como ponto fraco, com treino específico antes de pensar em mais fármaco. E quanto à finalização que @eduardo junior ( coach) descreveu, a parte de diurético é a que mais manda atleta para o hospital e já causou mortes em palco. Se for ter coach só numa fase, que seja nessa. O gerador de protocolo hormonal do site pede exames e mostra auxiliares, TPC e controles numa simulação, que serve como rascunho para discutir com quem for te acompanhar, e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Oxandrolona e sua TPC
@JucaFit, a sua lista de TPC tem um item que não faz sentido em nenhum lugar do ciclo, e vale começar por ele: a finasterida. A finasterida bloqueia a enzima que transforma testosterona em DHT. Ela é usada contra a queda de cabelo em quem usa testosterona. Só que a oxandrolona já é um derivado do DHT e não passa por essa enzima, então a finasterida não muda nada no efeito dela sobre o cabelo. E na TPC, quando a testosterona está baixa e a libido costuma cair, a finasterida pode piorar justamente a parte sexual. Na sua lista, ela só acrescentaria efeito colateral. Anastrozol, letrozol e tamoxifeno também não são alternativas entre si. Os dois primeiros baixam a produção de estrogênio no corpo todo. O tamoxifeno bloqueia o efeito do estrogênio em alguns tecidos, inclusive no cérebro, e é isso que faz o LH voltar. Como a oxandrolona não aromatiza, não há estrogênio extra para controlar, e um inibidor de aromatase só derrubaria o estradiol que você precisa. O tribulus não tem efeito comprovado sobre a testosterona em homens. A dose de oxandrolona não se calcula pelo peso. Isso é confusão com o uso médico em pacientes com perda de peso. No uso esportivo, dose maior aumenta mais a supressão do eixo e a queda do HDL do que o ganho. E a necessidade e o formato da TPC dependem da supressão, que você só mede com testosterona total, LH e FSH antes e depois. O seu plano de primeiro ajustar a dieta e ver os ganhos é o melhor ponto do post. Com 1,76 m, 70 kg, quase seco e um ano de treino, você está na fase em que o ganho natural é rápido. Só um ajuste: o que faz ganhar não é ir de quatro para seis refeições, e sim o total de calorias e de proteína do dia. Seis refeições ajudam se facilitarem comer mais. Se só dividirem a mesma comida, nada muda. Ganhar uns 0,25 a 0,5 kg por semana mostra que o superávit está certo. Para achar quantas calorias você precisa nessa fase, a calculadora de bulking do site faz a conta com o seu peso e o seu nível de atividade: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Primeiro ciclo feminino - Oxandrolona
@Be fit, sobre a TPC: mulher não precisa de TPC no formato masculino, com tamoxifeno ou clomifeno, e eles podem até atrapalhar. O clomifeno, em mulher, é um indutor de ovulação, usado em tratamento de fertilidade. Tomado por conta própria, aumenta a chance de gravidez, inclusive de gêmeos, e pode formar cistos no ovário. O que se acompanha depois de um ciclo feminino é a volta do ciclo menstrual ao padrão de antes e o desaparecimento de espinhas, oleosidade e aumento de pelos. Se a menstruação não normalizar em alguns meses, aí sim vale uma avaliação com exames. A pirâmide no fim também não substitui nada disso. A oxandrolona tem meia-vida de horas, então descer de 30 para 20 e para 10 mg não "acostuma" o corpo. Só estende o tempo de uso com doses menores, que ainda suprimem. @FATERA tem razão nesse ponto. A preocupação de @Arnaldo Santos com perder o que ganhou é legítima, mas o que segura o resultado depois do ciclo é manter treino pesado e proteína alta, não a descida gradual da dose. Agora, o ponto mais importante do seu relato é o do 12º dia: o enrijecimento do clitóris com 20 mg. @Dan3j disse que o inchaço volta ao normal, e às vezes um leve inchaço inicial regride mesmo. Mas o aumento do clitóris é justamente um dos sinais de virilização que, depois de instalado, muitas vezes não volta, assim como a voz mais grave. Ele é um sinal de que o seu corpo é sensível aos androgênios naquela dose, e foi depois disso que a dose subiu para 30 mg. Agora que o ciclo terminou, vale observar se a mudança regride nas próximas semanas. Para um próximo ciclo, se houver, ele indica que a sua dose deve ficar abaixo de 20 mg, e não acima. Sobre o resultado, @Dan3j acertou que mais tempo com restrição de carboidrato baixa mais o percentual de gordura, e que a dose maior muda pouco o ganho. Com 12,6% de gordura no início, você já estava num nível bem baixo para mulher, e a meta de 10% é de competição. Abaixo disso, o corpo feminino costuma reagir com perda de menstruação e queda de energia, mesmo sem hormônio. Para acompanhar a composição corporal daqui para frente com as mesmas medidas, a calculadora de percentual de gordura por dobras do site ajuda a ter um número comparável entre uma avaliação e outra: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/calculadoras-percentual-gordura-corporal/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Primeiro ciclo, stanozolol oral
@Ian7Ian7, a regra das oito semanas para orais existe, mas não funciona como um prazo seguro. O dano ao fígado dos orais metilados, como o estanozolol, depende da dose e do tempo somados, e varia de pessoa para pessoa. Há quem tenha alteração importante nas enzimas em quatro semanas e quem passe de oito sem nada. Por isso o que diz se o fígado está aguentando é o exame: TGO, TGP, GGT e bilirrubinas antes de começar e no meio do ciclo. Silimarina, abacaxi e não beber ajudam pouco perto disso. O que protege é dose menor e tempo menor. Sobre as cápsulas de 50 mg: 50 mg por dia de estanozolol oral já é dose alta para um primeiro uso. Quem diz que uma cápsula "não dá resultado" está, na verdade, falando da incerteza do manipulado. Se a cápsula tiver o que diz, uma por dia não é pouco. Se não tiver, dobrar só dobra a dúvida. O que @Gamma falou sobre "brochar" tem explicação. O estanozolol suprime a produção natural de testosterona como qualquer androgênio, mas não aromatiza e não substitui a testosterona nas funções sexuais da mesma forma. Usado sozinho, deixa o corpo com pouca testosterona e pouco estradiol, e a libido costuma cair. Por isso, como @Arnaldo Santos disse, a base dos ciclos costuma ser testosterona. E aos 18 anos há um ponto que pesa mais que tudo isso. Essa é a fase em que o corpo responde ao treino com a sua própria testosterona no auge. O ganho natural nos primeiros anos é o maior que você vai ter. Um ciclo agora suprime justamente esse hormônio e troca anos de progresso fácil por semanas de resultado que, em boa parte, vão embora no fim. @DIONERA, com 1,83 m, 82 kg e três anos de academia sem resultado, o problema quase certamente está na dieta e na progressão do treino, e não na falta de hormônio. Gordura não se transforma em músculo. São tecidos diferentes. O que acontece na recomposição é perder um e ganhar o outro ao mesmo tempo, o que é bem possível para quem ainda não tem o treino e a alimentação ajustados. Proteína alta, um déficit pequeno e carga subindo semana a semana costumam mudar o espelho em poucos meses. Se essa base não estiver feita, o ciclo não resolve, e quando terminar você volta ao mesmo lugar. Para montar essa recomposição com os seus números, a calculadora de recomposição corporal do site ajuda a definir calorias e proteína: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/recomposicao-corporal/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Roacutan + Cobavital
@Blonde, o Cobavital tem dois componentes: cobamamida, uma forma de vitamina B12, e ciproeptadina, um anti-histamínico que dá sono e aumenta o apetite. Nenhum dos dois tem interação conhecida importante com a isotretinoína, e não há vitamina A na fórmula, que era o ponto de atenção que @Taerone levantou com razão. Suplemento com vitamina A junto com Roacutan é o que deve ser evitado, porque soma os efeitos tóxicos. O aumento de colesterol e, principalmente, de triglicerídeos vem da própria isotretinoína. É um efeito conhecido, que costuma ser dose-dependente e voltar ao normal depois do tratamento. Por isso o dermatologista pede exames de sangue periódicos. O Cobavital não entra nessa conta, mas o ganho de peso que ele favorece, se vier com muita gordura e açúcar, pode piorar os triglicerídeos. Para quem treina, um detalhe pouco lembrado: a isotretinoína costuma aumentar a CPK, a enzima que sobe com lesão muscular, e o treino intenso aumenta ainda mais. Dor muscular forte e fora do normal, urina escura ou fraqueza merecem atenção. Também vale avisar o médico que você treina pesado antes de colher os exames, para que um valor alto de CPK seja interpretado no contexto certo. O sono que a ciproeptadina dá costuma ser maior no começo. Se atrapalhar o dia, tomar à noite resolve na maioria dos casos. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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projeto cavala
Diário de off-season bem documentado, de 52 kg no palco para 68 kg, com dieta, peso semanal e até a fase de retenção depois do campeonato explicada, é material raro. Ajuda muita gente que acha que o corpo "estragou" nas semanas pós-prova. Vale deixar algumas observações técnicas para quem acompanha o tópico. Sobre lisina e arginina como precursores de GH: a ideia vem de estudos com arginina na veia, em dose alta, que de fato estimula o GH. Por via oral, em 5 g, o efeito é pequeno. E há um detalhe que pouca gente conhece. Num estudo publicado no Journal of Applied Physiology, a arginina oral tomada antes do treino de força reduziu a resposta de GH ao exercício, em vez de aumentar. O próprio treino já é um estímulo forte de GH, e a arginina parece competir com ele. No pré-treino, então, ela tende a não ajudar. Sobre o anastrozol para secar o abdome: em mulher que menstrua, inibidor de aromatase tem um efeito diferente do que tem em homem. Com menos estrogênio, o cérebro libera mais FSH, e os ovários são estimulados. O letrozol, da mesma família, é usado justamente para induzir ovulação em tratamento de fertilidade. Por isso, o uso por conta própria pode mexer no ciclo menstrual, formar cistos e aumentar a chance de gravidez quando não há contracepção. Além disso, o estrogênio protege osso e colesterol. A retenção do off costuma responder melhor ao ajuste de sódio e carboidrato, como você mesma descreveu nas semanas depois do palco. Sobre a boldenona "não virilizante": ela é derivada da testosterona e tem efeito androgênico. É menos agressiva que algumas outras, e a dose baixa ajuda muito, mas virilização é questão de dose, tempo e sensibilidade individual. Com uso contínuo por longos períodos, como manutenção, e somada a Primobolan e talvez masteron depois, a exposição acumulada é grande. Voz, pelos no rosto e clitóris merecem atenção contínua, porque a boldenona tem éster longo e não sai do corpo rápido quando se para. @Foston, a experiência da sua esposa com propionato em dose baixa e dia sim, dia não mostra o lado bom do éster curto em mulher: se aparece colateral, o nível cai em poucos dias. Para ajustar as calorias do off conforme o peso estabiliza, a calculadora de bulking do site recalcula o superávit com os dados atuais: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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3° CICLO feminino : Boldenona x Primobolan
@Lett, entre boldenona e Primobolan para mulher, a diferença que mais importa não é fome nem definição. É quanto tempo cada uma fica no corpo depois que você para. A boldenona vendida no mercado é quase sempre undecilenato, um éster muito longo. O Primobolan injetável é enantato de metenolona, também de liberação lenta, embora menos que o da boldenona. Isso faz diferença por um motivo: se no meio do ciclo aparecer sinal de virilização, como voz rouca ou mais grave, aumento do clitóris ou pelos novos no rosto, parar a aplicação não para o efeito. O hormônio continua sendo liberado por semanas. Com um oral como a oxandrolona, a dose some em um ou dois dias. Por isso, nos ciclos femininos, o injetável de éster longo é o que mais tira o controle da mão de quem usa. No seu caso, a pergunta mais útil talvez seja como foi o segundo ciclo, com 40 mg de oxandrolona e Durateston semanal. Para mulher, essa já é uma carga androgênica alta. Se houve qualquer mudança na voz, na pele, nos pelos ou no ciclo menstrual, ela pesa mais na decisão do que a escolha entre as duas. E o terceiro ciclo soma oxandrolona por nove semanas com um injetável, o que vai no sentido de mais exposição, e não de menos. Entre as duas, o Primobolan tem fama de ser mais tolerado por mulheres, e a boldenona costuma subir mais o hematócrito e o apetite, como @Arnaldo Santos lembrou. Mas o Primobolan está entre os mais falsificados do mercado justamente por ser caro, e marca sem registro não garante que o frasco tenha metenolona, nem quanto. Na dieta, a proteína está bem distribuída, mas o carboidrato é baixo para quem treina seis vezes por semana com pirâmide pesada: 50 g de arroz no jantar e aveia no café. Somando 420 mg de cafeína por dia, entre o desjejum e o pré-treino, vale prestar atenção no sono, que pesa muito na recuperação e na perda de gordura. @Marcelle Firmino, sair de 60 para 67 kg com qualidade leva bem mais que um ciclo, e o que define a maior parte desse caminho é comer em leve superávit com treino bem feito. Quando abrir o seu tópico, como @Micael Silva sugeriu, coloque dieta, treino e exames, porque é isso que permite uma orientação de verdade. No orientador de fármacos do site dá para comparar boldenona e metenolona, com ésteres, tempo de ação e colaterais: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Enantato + masteron + trembolona
@Dnilo, a sua TPC tem três itens que valem uma revisão, e nenhum deles é o tamoxifeno. O letrozol é o principal. Ele é um inibidor de aromatase potente, e 1,25 mg por dia derruba o estradiol a níveis muito baixos. Em homem, o estradiol baixo demais cobra caro justamente na fase de TPC: libido e ereção pioram, as articulações doem, o humor cai e o colesterol piora. Somado ao tamoxifeno em 40 mg, a TPC fica com dois remédios mexendo no estrogênio ao mesmo tempo. Como @Gamma perguntou, inibidor de aromatase só se justifica com indicação clara, como ginecomastia ativa ou estradiol alto comprovado em exame. @Toxi já tinha apontado que a dose está alta. O hCG junto com a TPC também merece atenção. Ele imita o LH e faz os testículos produzirem, o que ajuda a recuperar o volume testicular depois de um ciclo longo. Mas, enquanto ele está sendo usado, o cérebro continua recebendo o sinal de que já tem hormônio suficiente, e o LH próprio não volta. Por isso, quando é usado, costuma entrar no fim do ciclo ou antes de começar a TPC com tamoxifeno, e não em cima dela. As vitaminas foram a parte mais discutida, e @FrancoSirena trouxe dois pontos importantes. A vitamina E em dose alta não é inofensiva. No estudo SELECT, com mais de 35 mil homens, 400 UI por dia por alguns anos aumentaram o risco de câncer de próstata em comparação com placebo. E não há estudo mostrando benefício dela na recuperação do eixo. Com a vitamina D, o paratormônio baixo que @FrancoSirena descreveu é exatamente o que acontece quando a vitamina D fica alta por muito tempo, e o risco seguinte é o cálcio subir no sangue. O certo é dosar a 25-OH vitamina D e ajustar a dose pelo exame, sem usar 10 mil UI por meses sem controle. Sobre a duração, com masteron e trembolona só da 3ª à 8ª semana, eles ficam pouco tempo no ciclo para o que custam em colateral, principalmente a trembolona sobre pressão, colesterol e sono. E a dificuldade de passar de 12% depois de cetogênica com clembuterol tem mais cara de dieta no limite do que de falta de fármaco. Concordo com @Toxi que um refeed ou um ajuste nas calorias resolve mais do que somar compostos. E o principal da TPC é o exame: testosterona total, LH, FSH e estradiol antes do ciclo, e o mesmo painel algumas semanas depois da TPC. O gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação com auxiliares, TPC e exames de controle a partir dos seus dados, como rascunho para revisar com o médico e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Primeiro Ciclo: Dianabol + Deposteron + Fotos
@Gabriel Vila, juntando os seus relatos semanais, aparece um conjunto de sintomas que merece ser lido em conjunto, e não um de cada vez: urina escura "cor de coca-cola" mesmo bebendo 3 litros de água, coceira forte nos braços e nas coxas, a ponto de sangrar, cansaço intenso e dor no corpo todo. Essa combinação, durante o uso de dianabol, é o quadro típico de colestase, quando o fígado tem dificuldade de eliminar a bile. O dianabol é oral metilado. Essa modificação é o que permite que ele sobreviva à passagem pelo fígado, e é ela que causa o problema. A bilirrubina, que deveria sair pela bile, volta para o sangue e é eliminada pela urina, que fica escura. Os sais biliares acumulados na pele dão a coceira. Os próximos sinais costumam ser olho e pele amarelados e fezes claras. Para quem estiver passando por isso, o certo é parar o oral e fazer exames logo: TGO, TGP, GGT, fosfatase alcalina e bilirrubinas. Se aparecer o amarelado, a avaliação é no mesmo dia. Na maioria dos casos o quadro regride ao suspender, mas há relatos de casos que demoram meses e de complicações mais sérias. Urina escura tem outra causa que vale descartar no seu contexto: rabdomiólise, a lesão muscular extensa, que também escurece a urina e vem com dor muscular forte. Num ciclo com ganho rápido de força e carga subindo, o exame de CPK separa uma coisa da outra. Sobre a força 30 minutos depois do primeiro comprimido, você não precisa achar que foi só psicológico. Os androgênios têm efeitos rápidos, que não dependem da síntese de proteína, agindo na membrana da célula e no cálcio dentro do músculo. A literatura ainda não fechou o tamanho disso em dose de ciclo. Mas o grosso do ganho de força e do peso das primeiras semanas com dianabol vem de água, glicogênio e retenção, e parte disso sai quando ele termina. Os 6 kg devem diminuir um pouco depois do ciclo, e isso é esperado. O tamoxifeno para a sensibilidade no mamilo foi uma escolha razoável. @Xande Maromba e @diseaseX sugeriram trocar ou somar inibidor de aromatase. Ele baixa o estradiol do corpo todo, enquanto o tamoxifeno bloqueia o efeito do estrogênio na mama. Para sintoma mamário já instalado, o tamoxifeno faz mais sentido. E a vitamina E em dose alta não tem papel comprovado na TPC. @Binho13, com 70 kg e 1,75 m aos 20 anos, o espaço para crescer sem nada ainda é grande. E o que esse tópico mostra sobre o dianabol vale como aviso antes de escolher a "outra droga". O orientador de fármacos do site traz o perfil do dianabol, com o efeito no fígado e o que monitorar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Clientes na Justiça contra programa de emagrecimento da ex-BBB Mayra Cardi
Respondendo à pergunta do @fisiculturismo sobre quem pode prescrever, porque ela vale para qualquer programa desse tipo, não só para o caso da notícia. No Brasil, a lei que regulamenta a profissão de nutricionista (Lei 8.234/1991) coloca a prescrição de dietas entre as atividades privativas dele, e o STF confirmou essa exclusividade, ressalvada a atuação de outras profissões regulamentadas, como a do médico. Curso técnico, curso livre ou certificado de "coach" não habilitam a prescrever dieta. A prescrição de treino, por sua vez, é atribuição do profissional de educação física registrado no conselho (Lei 9.696/1998). Quem não tem essa formação pode compartilhar a própria experiência, mas vender plano individualizado sem habilitação é outra coisa. Mais do que a questão legal, o relato de cardápio igual para quem pesa 70 e para quem pesa mais de 100 kg mostra o problema técnico. A necessidade de calorias e proteína muda com peso, altura, composição corporal, nível de atividade e histórico. A mesma dieta pode ser um déficit razoável para uma pessoa e um corte agressivo demais para outra. Isso aparece como perda de massa muscular, fome intensa, queda de rendimento e, na sequência, o efeito sanfona. E a ideia de que "tem que sentir dor para dar resultado" é o caminho mais curto para lesão. Desconforto do esforço é normal. Dor articular ou dor aguda durante o exercício é sinal para parar. @Batata... tem razão que é preciso esperar o desfecho para saber quem está com a razão no caso concreto. Mas o critério para quem vai contratar qualquer programa é simples: perguntar quem prescreve, qual a formação, e se o plano é feito a partir dos seus dados ou se é o mesmo para todos. Para ter uma referência própria antes de contratar qualquer coisa, a calculadora de TDEE do site estima seu gasto diário com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/
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Benefícios Do Whey Protein Por Markus B
O debate entre @Markus B e @mohammed sobre a janela pós-treino teve um desfecho na literatura que vale registrar aqui, porque ajuda a responder a pergunta de @EverTonSN. Em 2013, Schoenfeld, Aragon e Krieger publicaram uma meta-análise juntando os estudos sobre o momento de tomar proteína. Quando olharam só os dados brutos, tomar proteína perto do treino parecia dar mais hipertrofia. Mas, quando ajustaram pela quantidade total de proteína do dia, o efeito praticamente desapareceu. Ou seja, quem tomava o shake logo após o treino crescia mais porque, na maioria dos estudos, acabava comendo mais proteína no total, e não por causa do horário em si. Isso não quer dizer que a janela não exista. Ela é bem mais larga do que uma hora, e o tamanho dela depende do que veio antes. Quem fez uma refeição com proteína umas duas ou três horas antes do treino ainda tem aminoácidos circulando depois dele. Já quem treina em jejum pela manhã chega ao fim do treino com o músculo sem matéria-prima há muitas horas, e aí a refeição logo depois faz mais diferença. A prática do @Markus B com os atletas dele faz sentido nesse contexto, principalmente para quem treina duas vezes no dia e precisa repor glicogênio rápido, que é o caso em que o carboidrato após o treino pesa de verdade. @EverTonSN, então a resposta é a primeira opção: o whey é uma ferramenta para fechar a proteína do dia, algo entre 1,6 e 2,2 g por quilo para quem busca hipertrofia, dividida em três a cinco refeições. Tomar por tomar, em cima de uma dieta que já bate a meta, só acrescenta calorias. @larissaeasestacoes, sobre o cansaço, o @Markus B foi direto e certo. A proteína ajuda a reparar o músculo nos dias seguintes, e há estudos com alguma redução da dor tardia, mas o efeito é pequeno. Fadiga depois do treino depende muito mais de sono, do total de calorias, do carboidrato disponível e do volume de treino do que do shake. No orientador de suplementos do site dá para ver dose, momento de uso e o nível de evidência do whey e de outros suplementos: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/
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Gel hormonal+Proteção
@Luiz Gustavo Machado, o gel tem algumas características que vale conhecer antes de pensar nele para ciclo. Ele foi desenhado para reposição, ou seja, para levar a testosterona para a faixa normal. A absorção pela pele é baixa e varia muito de uma pessoa para outra, e de um dia para o outro conforme o local, a área e o suor. Para chegar a doses de ciclo, seria preciso passar uma quantidade grande de gel todos os dias, o que encarece e torna o nível imprevisível. Além disso, há o risco de transferência: quem encosta na pele onde o gel foi aplicado, principalmente mulher e criança, pode absorver o hormônio. A bula dos géis de testosterona traz esse alerta, com casos de virilização e puberdade precoce em crianças da casa. Por isso, como o @Foston disse, faz mais sentido na reposição do que em ciclo. Sobre a "mínima retenção", o que mais pesa é estradiol, sódio e carboidrato da dieta, não o veículo do hormônio. Testosterona aromatiza em estradiol seja em gel ou em injeção. Oxandrolona e estanozolol não aromatizam, e por isso têm fama de ciclo seco. Mas, como o @Foston lembrou, os dois são orais metilados, e usar os dois juntos soma a carga sobre o fígado e a queda do HDL. É o tipo de combinação em que o barato para a retenção sai caro no exame. Quanto à "proteção" para usar durante o ciclo e na TPC, ela depende inteiramente do que vai ser usado, em que dose e por quanto tempo. Sem isso definido, qualquer fórmula pronta é chute. Se você já tem médico acompanhando a dieta, o caminho é levar a ele o plano completo e os exames de base, com testosterona total, LH, FSH, estradiol, colesterol, TGO, TGP e hemograma. O gerador de protocolo hormonal do site pede esses exames e monta uma simulação com auxiliares, TPC e exames de controle, que serve como rascunho para essa conversa com o médico, e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.