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  4. @Arlindo Montanha, vou nas suas quatro perguntas, mas começo pelo ponto mais perigoso do tópico, que é a dica do @Roan Waltrick de aplicar e treinar em seguida. Com insulina de ação rápida como a lispro do Humalog, isso é o cenário clássico de hipoglicemia grave. A insulina começa a agir em uns 15 minutos, e o músculo em exercício puxa glicose do sangue por conta própria, sem precisar de insulina. As duas coisas somadas derrubam a glicose muito mais rápido do que qualquer uma sozinha, e no meio de uma série pesada os primeiros sinais passam despercebidos. Sobre o risco de hipoglicemia, que é a sua pergunta 3: os sinais iniciais são tremor, suor frio, coração acelerado, fome súbita e confusão. Nesse ponto, 15 a 20 g de açúcar rápido, como suco comum, refrigerante normal ou sachês de glicose, e medir de novo em 15 minutos. Se não subiu, repetir. O problema é que a hipoglicemia severa tira a consciência, e aí a pessoa não consegue mais se salvar sozinha. Quem está perto precisa saber o que está acontecendo, e a medicação de resgate é o glucagon injetável, que precisa estar em casa antes de o problema acontecer. Glicosímetro à mão, nunca usar sozinho em casa e nunca perto de dormir são o mínimo. Sobre a cegueira, o @GUILHERME LUCAS e o @shreksantana estão mais perto da verdade do que parece. O risco real da hipoglicemia severa é o cérebro: o neurônio depende de glicose, e uma queda prolongada pode causar convulsão, lesão neurológica permanente e morte. A cegueira por diabetes é outra coisa, que vem de anos de glicose alta. Sobre a pergunta 1, resistência à insulina em um mês: em quem tem pâncreas saudável, o uso curto não costuma causar diabetes, mas a insulina de fora reduz a produção própria enquanto é usada, e a sensibilidade pode piorar com uso repetido e ganho de gordura. Glicemia de jejum, hemoglobina glicada e insulina antes de qualquer uso dão a base de comparação. E a pergunta 4 tem a resposta que o @Black_Venom deu: insulina guarda nutriente em qualquer tecido, inclusive gordura. Sem ciclo de base, dieta muito controlada e anos de treino, o que ela entrega é principalmente gordura, com o maior risco agudo entre todos os recursos usados no fisiculturismo. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  5. @Gregory Oliveira, a primeira coisa a confirmar é o que tem no frasco, porque a resposta sobre semanas depende disso. Não encontrei informação confiável sobre a composição desse produto, e o rótulo de laboratório sem registro nem sempre bate com o conteúdo. Análises de anabolizantes apreendidos no Brasil já acharam frascos com substância diferente da que estava escrita. Sobre a dica do @Gamma: QR code e código de autenticação ajudam a descartar falsificação grosseira, mas também são copiados. O único teste que diz o que tem dentro é análise laboratorial do lote. Se for uma testosterona de éster curto, o que combina com a aplicação em dias alternados, o padrão para um ciclo só com ela fica entre oito e dez semanas. Menos do que seis costuma dar pouco resultado para o tempo de eixo suprimido, e com éster curto a TPC pode começar poucos dias depois da última aplicação. Se o éster for longo, a aplicação em dias alternados perde o sentido e a TPC precisa esperar mais. Sobre a libido: testosterona por si costuma manter ou até subir a libido durante o ciclo. Quando ela cai, as causas mais comuns são o estradiol fora do lugar, alto demais pela aromatização ou baixo demais por inibidor de aromatase usado às cegas, ou um composto diferente do que o rótulo diz. A queda depois do ciclo, quando o eixo ainda não voltou, é outra história, e é aí que a TPC entra. Fazer testosterona, estradiol, LH e FSH antes de começar ajuda a interpretar qualquer mudança no caminho. Com o verão como prazo, vale lembrar que a dieta é o que define se o resultado vai aparecer como massa magra ou como inchaço. Testosterona em ciclo retém água, e quem quer um visual mais seco precisa de déficit leve ou manutenção, não de superávit. O gerador de protocolo hormonal do site pede os seus exames e monta uma simulação com auxiliares, TPC e exames de controle. Serve como rascunho para revisar com um médico, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  6. Os dois lados da discussão têm um pedaço da verdade, e a história do OxyElite Pro ajuda a separar. A fórmula que deu fama ao produto lá fora tinha DMAA, um estimulante bem mais forte que a cafeína. O DMAA foi proibido pela Anvisa, e nos Estados Unidos também saiu do mercado de suplementos depois de relatos de AVC e problemas cardíacos. O fabricante trocou a fórmula, e a versão nova, com outro ingrediente, foi recolhida em seguida depois de uma série de casos de hepatite aguda ligados a ela. Então não existe "o OxyElite de verdade" para comparar. Existiram fórmulas diferentes ao longo dos anos, e as duas versões mais famosas foram justamente as que deram problema. Por isso, @Gamma, o raciocínio do texto que você trouxe faz sentido para o produto vendido legalmente aqui: se ele está regularizado, não pode ter DMAA, e o que sobra de efeito estimulante costuma vir da cafeína. E o @fisiculturismo tem razão num ponto: sem análise de laboratório do lote, ninguém sabe ao certo o que está dentro, e a sensação de "esse é mais forte" não é prova de composição. Às vezes é só mais cafeína por cápsula. Sobre trocar por cafeína manipulada: é mais barato e você sabe a dose, o que é uma vantagem real. O cuidado é com cafeína em pó pura, vendida a granel. Uma colher a mais de pó pode ser a dose de dezenas de xícaras de café, e já houve mortes por erro de medida. Cápsula manipulada com dose definida, de 100 a 200 mg, evita esse risco. Somando tudo o que se toma no dia, até uns 400 mg é o limite considerado seguro para adultos saudáveis. No orientador de suplementos do site dá para ver mecanismo, dose e nível de evidência da cafeína e de outros termogênicos: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  7. @marcoscowboy10, para perder gordura e definir, nenhum dos dois é o que vai fazer a diferença, e por motivos opostos. O Somatodrol é vendido como estimulante natural de GH e testosterona. Se a base dele for mesmo zinco, magnésio e vitamina B6, como o @Gamma descreveu, a fórmula é a do ZMA, e os estudos independentes com homens treinados não mostraram aumento de testosterona, de IGF-1 nem de força. O estudo que deu fama ao ZMA teve como autor o próprio dono da marca. Não faz mal, mas também não muda o corpo de quem já come bem. O estanozolol é o contrário: efeito real e custo real. Ele derruba o colesterol bom, pesa no fígado, costuma dar dor nas articulações e desliga a produção própria de testosterona. O que aconteceu com o seu amigo é comum. Para definir, o que funciona é déficit calórico moderado, proteína alta e treino pesado, que você já faz. Perdendo uns 0,5 a 0,7% do peso por semana, o músculo fica e a gordura sai. Se a balança não mexer em duas semanas, corta um pouco mais de calorias. E medir a cintura a cada duas semanas mostra o progresso melhor que o espelho. Para montar esse déficit com os seus dados, a calculadora de déficit calórico do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  8. @engenheiroleo, para quem compete em jiu-jitsu, a pergunta certa não é só qual composto dá mais força, é quanto de força você ganha por quilo que sobe na balança. O @Crown contou exatamente isso: ganhou força e subiu de peso. Quase todo ciclo com testosterona aumenta o peso corporal, com músculo, água e glicogênio, e no jiu-jitsu isso pode te empurrar para a categoria de cima, onde você volta a enfrentar caras maiores, agora sem a vantagem. Se você luta no limite da sua categoria, esse é o primeiro cálculo a fazer. O segundo é o antidoping. Algumas federações de jiu-jitsu fazem teste em campeonatos de nível mais alto, e estanozolol e testosterona estão na lista proibida, detectáveis por semanas depois da última dose. Sobre o estanozolol para força, o @Toxi lembrou do ponto que mais pesa num esporte de agarre: muitos usuários relatam dor nas articulações com ele. Num esporte com chave de braço, raspagem e torção de joelho o tempo todo, articulação reclamando é risco de lesão, não só incômodo. E uma correção na discussão sobre o Hemogenin, @TonyMontana. Dizer que o ganho de força rápido é só psicológico não fecha com o que se sabe. Os androgênios têm efeitos rápidos, que não dependem de construir músculo novo, agindo na membrana da célula muscular e no cálcio que participa da contração. A ciência ainda não fechou o tamanho desse efeito em dose alta, mas ele existe, e o que o @Alemao2018 sentiu tem mecanismo para acontecer. O argumento contra a oximetolona é outro: ela é um dos orais mais pesados para o fígado e para o colesterol, e não o fato de não funcionar. Antes de qualquer decisão, vale fazer o seu treino de força render tudo o que ele pode. Para quem luta, um programa de força com poucas repetições e carga alta em agachamento, terra, remada e supino costuma dar um salto grande sem mudar a categoria. No orientador de exercícios do site dá para ver a execução dos básicos de força antes de montar o treino: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  9. @jucasabino, antes do ciclo, um ponto que ninguém levantou: você joga handebol no time da cidade. Se esse time disputa competição federada, oxandrolona é substância proibida pela agência antidopagem, e os metabólitos dela ficam detectáveis na urina por semanas depois da última cápsula. Vale checar o regulamento antes de qualquer coisa. Agora, sobre o objetivo. Ganhar 5 kg de massa magra e descer de 12 para 8% de gordura ao mesmo tempo puxa a dieta para lados opostos. Com o gasto que você tem, treino, handebol até as 18h e faculdade, o mais realista para um ciclo curto é escolher uma das duas metas como principal. Para descer a gordura, a oxandrolona ajuda a segurar músculo no déficit. Para ganhar, o que vai mandar é comer bem acima do que o handebol queima, e aí 3 kg que fiquem, como o @trembomon falou, já é um ótimo resultado. A sua dieta tem um padrão que vale ajustar para os dois objetivos: muito açúcar escondido. Melaço no pré-treino e no açaí, geleia, suco de uva, açaí de novo à noite. Para quem quer chegar a 8%, esse é o primeiro corte. Troque parte desses carboidratos por arroz, batata, aveia e frutas inteiras, e a proteína, que hoje depende bastante do whey e do peito de peru, por mais comida de verdade no lanche e no jantar. Sobre o ciclo em si, 40 mg por dia para um homem é uma dose moderada, e dividir em duas ou três tomadas não faz diferença relevante. Escolha o horário que você não vai esquecer. O tamoxifeno logo depois do fim faz sentido com a oxandrolona, que sai rápido do corpo. O tribulus não mostrou efeito sobre a testosterona nos estudos nem em doses muito maiores que 50 mg, e pode sair da lista. E, como o @Gamma lembrou, mesmo sozinha ela derruba o LH. Testosterona, LH e FSH antes de começar e umas seis semanas depois do fim da TPC são o que mostra se o eixo voltou. Enzimas do fígado e perfil lipídico antes e na quarta semana completam o mínimo. Para acertar as calorias com o gasto do handebol, a calculadora de gasto por atividade do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/gasto-calorico/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  10. @Allan Cirqueira, a decisão que você tomou no meio do caminho foi a melhor do tópico: perceber que faltava proteína na alimentação e priorizar isso. Para quem tem 15 anos e treina há cinco meses, comida suficiente e proteína distribuída no dia rendem muito mais do que qualquer combinação de suplemento. Sobre a creatina com dextrose: a ideia tem base. A insulina ajuda o músculo a captar a creatina, e um estudo clássico mostrou retenção maior quando ela foi tomada com muito carboidrato. O detalhe é a quantidade: foram perto de 90 g de açúcar por dose, o que ninguém precisa fazer todo dia. Na prática, tomar a creatina junto com uma refeição que tenha carboidrato, como o almoço ou o pós-treino com o whey, já aproveita esse efeito. Pode misturar com o whey sem problema. Água morna ou suco de uva não fazem diferença. A saturação com 20 g por cinco dias é opcional. Com 3 a 5 g por dia, o músculo chega ao mesmo nível em umas três a quatro semanas. Para quem não tem pressa, a dose diária simples evita o desconforto de estômago que a saturação às vezes dá. @Arnaldo Santos, acho que no seu post eram 5 g e não 5 mg, só para ninguém se confundir com a dose. Sobre a idade: há menos estudos com creatina em adolescentes do que em adultos, e os que existem não mostraram problema em quem treina de forma regular e se alimenta bem. Mesmo assim, o efeito dela é de alguns por cento a mais de força e volume de treino. O que mais vai mudar o seu corpo nos próximos anos é dormir bem, comer o suficiente e progredir na carga com boa técnica, com os hormônios da sua idade trabalhando a favor. Para saber quanto de proteína o seu peso pede por dia, a calculadora de proteína diária do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/
  11. @jucasabino, não existe site confiável para oxandrolona, e o @fisiculturismo foi direto ao ponto. Site que vende sem receita está fora da lei por definição, e não há como saber o que tem na cápsula. Oxandrolona falsificada é das mais comuns justamente porque é cara e procurada, e o que mais aparece no lugar dela é outro esteroide mais barato, às vezes mais pesado para o fígado, ou cápsula com dose bem diferente do rótulo. O caminho legal existe e é mais simples do que muita gente pensa. O medicamento industrial saiu do mercado, mas a Anvisa permite a manipulação da oxandrolona em farmácia, mediante receita de controle especial, que fica retida na farmácia. Com a receita, você também ganha o mais importante: alguém que pede os exames de fígado e colesterol antes de começar e acompanha durante o uso. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  12. @Alemao2018, 95 kg de massa magra com menos de 10% de gordura em 1,86 m é físico de quem treina sério há muito tempo. Como você pediu críticas, vão algumas, mais pelo histórico de seis anos de uso do que pelo ciclo em si. Primeiro, um detalhe de conta: são 900 mg de enantato e 300 mg de masteron por semana, 1.200 mg por semana, e não por ml. Parece bobagem, mas é o tipo de troca que faz alguém errar dose num fórum. Sobre o masteron: é verdade que ele não aromatiza, mas isso não faz dele um composto seguro. Ele é derivado do DHT, e o que ele deixa de fazer pelo estrogênio ele faz pelo lado androgênico. Pesa na queda de cabelo em quem tem predisposição, na pele, na próstata e no colesterol, derrubando o HDL. Com 900 mg de testosterona por trás, o estradiol continua subindo do mesmo jeito, então o masteron não substitui o controle do estrogênio. E o ponto que mais importa para quem está no sexto ano: os exames de sangue que você faz mostram fígado, colesterol, hematócrito e hormônios, mas não mostram o coração. Os estudos com usuários de longo prazo encontraram músculo cardíaco mais grosso, coração bombeando e relaxando pior e mais placa nas coronárias do que em quem não usa, e muitas vezes sem sintoma nenhum. Por isso, para quem usa há anos, o ecocardiograma com avaliação da função e a medida da pressão em casa valem tanto quanto o exame de sangue. Se o eco nunca foi feito, este é um bom momento. Por fim, sobre a ideia de que mais dose dá mais músculo: é verdade dentro de uma faixa, mas o ganho por miligrama diminui a cada degrau, enquanto o custo para coração, pressão e hematócrito cresce de forma constante. Depois de seis anos, o que costuma render mais é ganhar com menos. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  13. Um ajuste no resumo que o @fisiculturismo fez, porque ele muda a forma de aplicar o estudo que o @Toxi trouxe. A diferença no HDL não vem de o remédio ser oral ou injetável. Vem da alquilação no carbono 17, a modificação química que deixa o comprimido sobreviver à passagem pelo fígado. É essa estrutura que derruba o HDL e sobe o LDL com tanta força. Os próprios autores falam em esteroides 17-alfa-alquilados na conclusão. Isso tem duas consequências práticas. O estanozolol injetável continua sendo alquilado, então trocar o comprimido pela ampola não livra o colesterol nem o fígado desse efeito. E a oxandrolona também é alquilada, mesmo sendo considerada leve. Na outra ponta, a testosterona oral vendida em farmácia, o undecanoato, não é alquilada. Ela é absorvida pelo sistema linfático junto com a gordura da refeição, e por isso precisa ser tomada com comida para funcionar. @mariella girão, se essa testosterona oral for o undecanoato de farmácia, ela foi feita para reposição em homens, e a dose de uma única cápsula já é muito maior do que tudo o que o corpo feminino produz num dia. Em mulher, testosterona pura é dos hormônios com maior risco de virilização, bem acima da oxandrolona que você já usou: voz mais grave, pelos no rosto e aumento do clitóris, efeitos que nem sempre voltam ao parar. Se os dois ciclos de oxandrolona deram bons resultados com 10 a 20 mg, repetir o que funcionou, com exames de fígado e colesterol antes e durante, é bem mais seguro do que trocar para um hormônio pensado para outro corpo. No orientador de fármacos do site dá para comparar os dois compostos, com mecanismo, colaterais e o que monitorar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  14. @MARIVLVA, como os seus exames vieram em imagem, não consigo comentar os valores um a um. Mas dá para organizar o raciocínio, porque o SHBG alto em mulher tem causas conhecidas e a escolha do tratamento depende de qual delas está agindo no seu caso. O SHBG é a proteína que carrega a testosterona e o estradiol no sangue. O que mais faz ele subir em mulheres é estrogênio, principalmente o de anticoncepcional, que você já descartou. Em seguida vêm tireoide acelerada, alterações no fígado, percentual de gordura muito baixo e dieta com calorias abaixo da necessidade por muito tempo. Quem treina pesado com dieta muito limpa pode cair nessa última sem perceber. Por isso, antes de pensar em hormônio, vale conferir TSH e T4 livre, enzimas do fígado, estradiol na fase certa do ciclo e, principalmente, se a sua menstruação está regular. Ciclo menstrual normal é o melhor sinal de que o eixo feminino está funcionando. Outro ponto: a oxandrolona baixa muito o SHBG enquanto está sendo usada. Quando ela sai, ele volta a subir, e pode demorar para estabilizar. Parte do que parece "SHBG alto" pode ser o corpo voltando ao próprio padrão depois de muito tempo com ele artificialmente baixo. Sobre as duas opções que você citou: a nandrolona e a gestrinona são androgênios. Elas baixam o SHBG e aumentam a ação androgênica, mas não corrigem a causa, e trazem de volta o risco de virilização, que em mulher inclui voz e pelos, efeitos que nem sempre voltam. Concordo com o @Toxi e com o @TonyMontana que mais esteroide não resolve o quadro. E a TPC com tamoxifeno, que o @Az_Rio sugeriu, foi pensada para o eixo masculino. Em mulher em idade fértil, ele pode estimular a ovulação e formar cistos no ovário. Se você não tem sintomas, como falta de libido, cansaço ou menstruação irregular, a testosterona livre baixa num exame isolado pode não pedir tratamento nenhum. O caminho mais seguro é investigar a causa com um endocrinologista que conheça o seu histórico, repetir os exames em algumas semanas e decidir com os números em mãos. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  15. @Tosemcriatividade, respondendo a primeira dúvida: o clembuterol antes do ciclo não faz sentido no seu caso, e o ciclo também não vai entregar o tanquinho sozinho. Com 81 kg e algo entre 10 e 11% de gordura, o abdômen definido aparece perto dos 8%, e a diferença entre onde você está e onde quer chegar é de uns 2 a 3 kg de gordura. Isso é trabalho de dieta, com um déficit moderado por umas oito a dez semanas. Estimulante e hormônio aceleram pouco essa conta e cobram caro: o clembuterol pesa no coração, e a gordura perdida durante o ciclo volta rápido se a dieta não mudar depois da TPC. Vale lembrar também que bioimpedância oscila bastante com água e horário, como mostram os seus próprios 10 e 11%. Para acompanhar a perda de gordura, a medida da cintura na linha do umbigo é mais confiável. Os 81 cm de hoje descendo semana a semana são o melhor sinal de que o abdômen está chegando. Sobre o protocolo: no título está cipionato e no texto, propionato. São bem diferentes na prática. O propionato pede aplicação em dias alternados e permite começar a TPC poucos dias depois da última dose, como o @eduardo junior ( coach) indicou. Com cipionato, a TPC só começaria umas duas a três semanas depois. Vale fechar qual vai ser antes de comprar o resto. E a oxandrolona em 60 mg por dia é uma dose alta para um primeiro ciclo de seis semanas. Ela derruba bastante o HDL, e com 30 a 40 mg o ganho seria parecido com menos custo. Na TPC, um detalhe da sugestão do @eduardo junior ( coach): o hCG junto com o tamoxifeno mantém o testículo estimulado de fora enquanto o tamoxifeno tenta fazer o eixo voltar sozinho, e os dois trabalham um contra o outro. Se o hCG entrar, ele funciona melhor durante o ciclo ou num bloco curto antes do tamoxifeno. A vitamina E em 2.000 UI também passa do limite máximo de consumo seguro, e não ajuda na recuperação. Os 3 cm de braço em seis semanas são possíveis no espelho, mas parte deles é água e glicogênio que saem depois do ciclo. Para montar o déficit até o tanquinho, a calculadora de cutting do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  16. @Carina Petrini, dois meses é o período em que a constância começa a aparecer, e registrar desde já é a melhor decisão para os próximos meses, porque no espelho do dia a dia a mudança passa despercebida. Para as fotos servirem de comparação de verdade, vale tirar sempre no mesmo lugar, com a mesma luz, no mesmo horário, de preferência de manhã e em jejum, e nas mesmas posições: frente, costas e os dois lados. Junto com elas, medida de cintura, quadril e coxa a cada duas ou três semanas mostra o que a balança sozinha não mostra. A creatina é a escolha certa para começar, com efeito bem documentado na força e no volume de treino. Sobre a dieta, a proteína alta é a base, mas o carboidrato em volta do treino é o que dá energia para progredir na carga, e é a progressão que constrói músculo nessa fase. Para saber quanto de proteína faz sentido para o seu peso, a calculadora de proteína diária do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/
  17. @Nandogh, o @Mestre fez a leitura certa da testosterona, e tem um número nesses exames que chama ainda mais atenção do que ela: a insulina em 59,8, mais que o dobro do limite de referência. Se esse exame foi em jejum, insulina tão alta indica resistência à insulina, que é quando o corpo precisa produzir muito mais insulina para manter a glicose no lugar. E isso conversa direto com a sua queixa. Resistência à insulina é uma das causas mais comuns de testosterona baixa em homens jovens, e também prejudica a ereção pelo lado vascular, porque afeta a capacidade dos vasos de dilatar. Para completar o quadro faltam glicemia de jejum, hemoglobina glicada e o cálculo do HOMA, que o médico faz com glicemia e insulina juntas. Medida de cintura também ajuda. Sobre o eixo: 317 de testosterona total com LH em 3,4 é um padrão de recuperação incompleta. O testículo está respondendo, mas o LH não subiu o que se esperaria para uma testosterona nesse nível. Passadas umas vinte semanas do fim do ciclo, isso pode ainda estar se ajustando, ou pode ser o efeito da resistência à insulina, que também abaixa a testosterona. Repetir o exame de manhã, antes das 10h e em jejum, em umas seis a oito semanas, mostra a tendência. Se continuar assim, o endocrinologista tem opções para estimular o eixo de novo, com acompanhamento. Enquanto isso, as coisas com mais efeito sobre esses dois números estão fora da farmácia: reduzir açúcar e farinha, perder gordura se houver sobrando, treinar com regularidade e dormir bem. Melhorar a sensibilidade à insulina costuma trazer a testosterona junto. A lista de suplementos que apareceu aqui no tópico não vai mexer nisso de forma relevante. E a ereção voltando a 70 ou 80%, e as relações sem o Cialis, já é sinal de que o sistema está se recuperando. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  18. @victorpb, o @Arnaldo Santos acertou no diagnóstico do primeiro mês. Uma ampola a cada 15 dias é a lógica de reposição hormonal, não de ciclo. Com essa dose, a testosterona de fora já desliga a sua produção própria, mas não sobe muito acima do que o seu corpo fazia sozinho. O resultado é um mês inteiro de supressão com pouco ganho, e ainda com pico e vale entre as aplicações. O segundo mês, com uma ampola por semana, também fica perto da faixa normal de um homem jovem. O efeito de ciclo só começaria no terceiro mês. Na prática, o protocolo tem 16 semanas de supressão para umas oito semanas de dose que de fato faz diferença. O tradicional de oito semanas com dose estável entrega o mesmo período útil com metade do tempo de eixo desligado, e a TPC começa mais cedo. Se a ideia de começar baixo é testar a tolerância, duas ou três semanas bastariam para isso. Vale também olhar o seu ponto de partida com números. Com 82 kg e 8% de gordura em 1,76 m, você tem cerca de 75 kg de massa magra, o que dá um índice de massa livre de gordura perto de 24. Isso já está próximo do teto que a maioria alcança natural, então o seu caso é diferente do iniciante que ainda tem muito a ganhar sem nada. Em dois anos você ganhou 17 kg, o que mostra que treino, dieta e genética estão funcionando bem. E um ponto sobre a receita: uma resolução do Conselho Federal de Medicina proíbe o médico de prescrever anabolizantes com finalidade estética ou de ganho de desempenho. Na prática, isso significa que o acompanhamento oficial que você teria com esse médico tende a ser frágil se algo der errado. Independentemente de quem prescreve, os exames antes, no meio e depois do ciclo são seus: testosterona, LH, FSH, estradiol, hemograma, perfil lipídico e enzimas do fígado. Clomifeno e tamoxifeno juntos na TPC também não são obrigatórios, porque os dois agem no mesmo receptor, e um deles costuma bastar. O gerador de protocolo hormonal do site pede os seus exames e monta uma simulação com auxiliares, TPC e exames de controle. Serve como rascunho para revisar com um médico, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  19. @Dyego Villar, não precisa de duas refeições antes do pedal, e não precisa acordar às 3h para comer. Para uma hora de ciclismo em ritmo moderado, uma refeição pequena uns 30 a 60 minutos antes basta. Algo como uma banana com uma porção de iogurte, ou pão com um pouco de whey. Dá para ir até em jejum, se o pedal for leve e o jantar da véspera foi bom. O glicogênio do fígado e dos músculos aguenta uma hora sem problema. Sobre a proteína no pré-treino: o problema não é a proteína em si, é o volume e a gordura da refeição perto do exercício, que pesam no estômago. Uma dose de whey ou de iogurte é digerida rápido e costuma ser bem tolerada. Carne, ovo frito e muita fibra é que vale deixar para depois. E o medo do catabolismo merece ser posto em escala. O que segura a massa muscular é a proteína total do dia, as calorias e o treino de força continuar pesado. Uma hora de pedal três vezes por semana não come músculo de quem come o suficiente. Entre os aeróbicos, o ciclismo é inclusive o que menos atrapalha a hipertrofia quando combinado com treino de força, porque tem pouco impacto e se parece mais com o movimento de pernas da musculação. O que pode atrapalhar de verdade, nesse horário, é o sono. Acordando às 3h ou às 4h, dormir antes das 21h é obrigatório para fechar sete horas, e com a ceia às 20h fica apertado. Sono curto prejudica mais a recuperação e a composição corporal do que qualquer intervalo entre refeições. Para isso, juntar as refeições em menos horários ajuda: três a cinco refeições por dia, com proteína distribuída entre elas, funcionam tão bem quanto sete ou oito. E não esqueça de comer mais nos dias de pedal. Para saber quanto o ciclismo acrescenta ao seu gasto, a calculadora de gasto por atividade do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/gasto-calorico/
  20. @JЋøηαŧα ૯ℓiαઽ, o treino não está fraco. Está concentrado. Doze séries pesadas, com o fly levado à falha logo depois de cada supino, num único dia da semana. O peitoral recebe um estímulo grande e depois fica seis dias parado, e boa parte das séries finais acaba sendo feita com o músculo já tão cansado que a carga cai muito. A sugestão do @trembomon e do @Gamma resolve isso: dividir o mesmo volume em dois dias, com uns três ou quatro dias entre eles. Para um músculo que está atrasado, frequência costuma render mais do que destruição numa sessão só. O segundo ponto é técnica. Muita gente que diz que o peito não cresce está, sem perceber, fazendo o supino com ombro e tríceps. Escápulas puxadas para trás e para baixo antes de tirar a barra, peito alto durante toda a série e descida controlada até perto do peito tiram o ombro da frente e colocam o peitoral para trabalhar. Se depois do treino o que dói é a frente do ombro e não o peito, é sinal de que a execução precisa de ajuste. A ideia do @Arnaldo Santos de usar o crossover em vários ângulos ajuda justamente a sentir o músculo trabalhar, e funciona bem como segundo ou terceiro exercício. O terceiro é progressão. Anote carga e repetições do supino reto e do inclinado. Se em quatro a seis semanas os números não subiram, o problema não é o exercício, é a recuperação ou a comida. E aí entra o seu biotipo. Quem sempre foi magro e alto costuma comer menos do que imagina, e sem sobra de calorias o corpo prioriza os grupos que já estão maiores. Pesar-se toda semana e ver a balança subindo devagar é o sinal de que a dieta está dando conta. No orientador de exercícios do site dá para ver a execução e as variações de cada exercício de peito: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/
  21. O creme Hapz declara 79 kcal e 3 g de proteína por porção de 20 g nos três sabores de lançamento. Esses números ajudam a comparar o doce com outros produtos. Apesar do zero açúcar adicionado, as tabelas declaram de 2 a 5 g de açúcares totais nessa mesma porção, dependendo do sabor. A proposta de competir com a Nutella aparece na entrevista “Caíque Parça - MARCAS E INFLUENCIADORES - Podcast Sem Filtro”, em que Caíque Parça apresenta o negócio do qual participa. A degustação enfatiza sabor, proteína e menos calorias. As tabelas nutricionais permitem conferir essa promessa por quantidades iguais: no sabor avelã, a redução calórica fica perto de 27% em relação à Nutella brasileira. Quais são os sabores e o que muda na tabela nutricional? A linha começa com creme de avelã, Língua de Gato e Cookies & Cream. A marca descreve o Língua de Gato como creme de cacau e o Cookies & Cream como creme com pedaços de cookies. As fotos das tabelas dos potes de 300 g publicadas pela Origem OX mostram os seguintes valores declarados: Porção de 20 gAvelãLíngua de GatoCookies & Cream Calorias79 kcal79 kcal79 kcal Proteínas3 g3 g3 g Carboidratos10 g8 g10 g Açúcares totais3 g2 g5 g Açúcares adicionados0 g0 g0 g Gorduras totais4 g5 g4 g Gorduras saturadas1 g1 g1 g Fibras1 g1 g0 g Sódio26 mg25 mg46 mg O Cookies & Cream declara mais açúcar total e sódio que os outros dois, além de zero fibra. Avelã e Língua de Gato declaram 1 g de fibra por porção. Esse é um motivo para conferir o sabor específico em vez de atribuir a mesma composição à linha inteira. As informações acima são declarações de rotulagem, sem análise laboratorial independente. A coluna de 100 g também apresenta diferenças: avelã tem 397 kcal, enquanto Língua de Gato e Cookies & Cream têm 394 kcal. O arredondamento das calorias faz os três chegarem às mesmas 79 kcal na porção de 20 g. Outros valores não fecham exatamente entre as colunas divulgadas. No avelã, por exemplo, 13 g de açúcar total por 100 g corresponderiam a 2,6 g por 20 g, mas a coluna da porção registra 3 g. A tabela acima reproduz os valores publicados. Se você precisa de contagem precisa, confirme os dados na embalagem e com o fabricante. O creme Hapz tem metade das calorias da Nutella? Comparando a mesma quantidade, a diferença é de aproximadamente 27%. O avelã Hapz declara 397 kcal por 100 g. A página brasileira da Nutella informa 542 kcal por 100 g e 108 kcal por 20 g. A comparação por porção fica assim: Porção de 20 gHapz avelãNutella brasileira Calorias79 kcal108 kcal Proteínas3 g1,3 g Açúcares totais3 g11 g Açúcares adicionados0 g10 g Gorduras totais4 g6,2 g Gorduras saturadas1 g2,1 g Fibras1 g0,6 g A troca de 20 g de Nutella por 20 g de Hapz avelã reduz cerca de 29 kcal, usando as porções declaradas. A expressão “metade das calorias”, usada na apresentação comercial, exagera essa diferença. Para quem controla a dieta, os dois dados úteis são a quantidade que vai comer e qual alimento está substituindo. O site da Hapz também compara o avelã com uma pasta de amendoim sabor avelã de 587 kcal por 100 g. Nesse quadro, a redução fica em cerca de 32%. O fabricante da pasta comparada não é identificado, portanto o resultado vale para aqueles números, sem representar todas as pastas de amendoim. E o sabor? Os participantes da degustação gostaram do produto, mas a avaliação aconteceu numa apresentação conduzida por um sócio. Ela mostra aceitação naquele grupo, sem estabelecer que consumidores em geral acharão o creme igual à Nutella. Zero adição de açúcares é diferente de zero açúcar A comunicação principal da Hapz usa “zero adição de açúcares”. Essa informação descreve o açúcar adicionado à formulação. A tabela também precisa mostrar os açúcares totais, que incluem os presentes nos ingredientes. No avelã, por exemplo, são 13 g de açúcares totais por 100 g e zero açúcar adicionado. Nos três sabores, os açúcares totais variam de 12 a 24 g por 100 g. Na porção de 20 g, as tabelas declaram de 2 a 5 g. Para comparar alimentos, leia as duas linhas separadamente. A diferença entre açúcar no alimento e seu consumo na rotina ajuda a colocar esses valores no contexto da dieta. As tabelas públicas consultadas não trazem a lista completa de ingredientes nem as advertências de alergênicos. Assim, a origem da proteína, os adoçantes e a presença de lactose precisam ser conferidos na embalagem do sabor escolhido. A declaração de que a fórmula leva zero amendoim, feita no lançamento, também exige conferir a advertência sobre possível contaminação cruzada para quem tem alergia. Quanto os 3 g de proteína acrescentam à alimentação? Os 15 g de proteína destacados pela marca correspondem a 100 g de produto. Ao comer a porção de 20 g, você consome 3 g de proteína. Para alcançar os 15 g, seriam necessários 100 g do creme, que no avelã somam 397 kcal. Essa conta permite decidir o papel do produto: ele pode acrescentar proteína ao doce que você já pretendia comer. Para organizar a proteína das refeições, use a calculadora de proteína diária e registre os 3 g da porção, junto com os demais alimentos. Ao dobrar a porção para aumentar a proteína, você também dobra as calorias. O que significa o Hapz ser vendido sem lupa? A lupa frontal da Anvisa alerta para açúcares adicionados, gordura saturada e sódio. Para alimentos sólidos ou semissólidos sujeitos a essa rotulagem, o alerta corresponde a valores iguais ou superiores aos seguintes limites por 100 g: Açúcares adicionados: 15 g. Gordura saturada: 6 g. Sódio: 600 mg. As tabelas dos três sabores declaram zero açúcar adicionado, 5 g de gordura saturada e entre 124 e 232 mg de sódio por 100 g. Esses números ficam abaixo dos limites. A ausência do alerta responde a essa comparação específica, enquanto calorias, açúcar total, porção e ingredientes continuam na avaliação do alimento. Gordura total e gordura saturada são linhas diferentes. O avelã Hapz tem 22 g de gordura total por 100 g, dos quais 5 g são saturados. Uma comparação baseada apenas na gordura total de uma pasta de amendoim deixa de conferir o nutriente usado pela Anvisa para a lupa. Como comparar a porção antes de comprar Vinte gramas de Hapz avelã fornecem as 79 kcal divulgadas. Se você colocar 40 g, a conta pela coluna de 100 g chega a aproximadamente 159 kcal e 6 g de proteína. A tabela da Hapz chama 20 g de duas colheres de sopa, e a Nutella usa uma colher para a mesma massa. Compare em gramas. Pesar a primeira porção ajuda a reconhecer a quantidade no utensílio que você usa. Para decidir pela compra, confira o sabor, a porção que costuma consumir, o preço por 100 g e os ingredientes. Quem tem diabetes, alergia alimentar ou passou por cirurgia bariátrica precisa considerar seu plano alimentar e as restrições individuais com o profissional responsável. A presença de proteína e o zero açúcar adicionado não definem, sozinhos, a adequação para essas condições. Quanto custa e onde encontrar o creme Hapz? Na consulta de 28 de outubro de 2026, lojas independentes já anunciavam os potes de 300 g. O avelã aparecia a R$ 41,99 no Armazém Pura Saúde, e a Origem OX anunciava a linha a R$ 58,90, antes de eventuais descontos e frete. São preços observados em duas lojas, que podem mudar e não representam uma média do mercado. Um pote de 300 g corresponde a 15 porções de 20 g. Nos dois preços consultados, isso equivale a aproximadamente R$ 2,80 e R$ 3,93 por porção, ou R$ 14,00 e R$ 19,63 por 100 g. Esse cálculo permite comparar embalagens de tamanhos diferentes sem olhar apenas o valor do pote. O domínio oficial ainda exibia uma lista de espera para a loja, com contagem regressiva zerada, sem catálogo de compra na página consultada. A abertura no dia 28 era uma intenção anunciada no podcast. As imagens oficiais mostram potes de 400 g, enquanto as ofertas de varejo verificadas usam 300 g. Confira o peso do anúncio antes de comparar preços. A distribuição começou pelo varejo especializado, como lojas de suplementos e empórios. A entrada em mercados e farmácias foi apresentada como plano para 2027. Para quem procura revender, a marca mantém uma página de cadastro comercial. Esse canal de lojistas é distinto da loja para o consumidor. De onde veio a Hapz e qual é a participação de Cariani? A Hapz surgiu de um projeto que reuniu antigos participantes da Doctor Peanut e parceiros do mercado fitness. O desenvolvimento começou em outubro de 2025 e, segundo o relato dos sócios, passou por mais de 30 testes. A intenção era vender um creme doce por si só, com sabor e textura que dispensassem a mistura com pasta de amendoim. Na entrevista de Rodrigo Cardoso à Exame, a Food Base aparece como a empresa convidada a participar da produção. Rodrigo Cardoso, Simone Camargo, Plínio Fabretti e Renato Cariani também participam do projeto. Cariani participa como sócio e responsável pelo marketing. A fabricação em Minas Gerais também é mencionada na apresentação do produto. O lançamento aproveitou degustações e a divulgação de Cariani, inicialmente até sem mostrar o rótulo. O sócio relata R$ 1,7 milhão e cerca de 70 mil potes vendidos em 20 dias, na pré-venda para lojistas. São vendas declaradas ao varejo, antes da compra pelo consumidor final, e o valor representa receita, sem informar o lucro da operação. A participação de um influenciador no marketing ajuda a explicar como o produto chegou ao público. Para entender essa frente comercial, a matéria sobre os negócios de Renato Cariani e a relação entre audiência e receita aprofunda o tema. Conclusão A Hapz leva ao mercado a proposta de um creme doce com menos calorias, proteína e zero adição de açúcares. Avelã, Língua de Gato e Cookies & Cream declaram 79 kcal e 3 g de proteína por 20 g, com diferenças em açúcar total, fibra e sódio. No avelã, a redução calórica frente à Nutella brasileira fica perto de 27%. Escolha pelo sabor, pela porção real e pelos ingredientes da embalagem, com os números que vai consumir em vez de apenas a chamada da frente do pote. Perguntas frequentes O que é o creme Hapz? É uma linha de cremes doces com zero adição de açúcares, nos sabores avelã, Língua de Gato e Cookies & Cream. A composição varia entre os sabores, especialmente em açúcares totais, fibras e sódio. Quantas calorias tem uma porção de Hapz? As tabelas dos três sabores declaram 79 kcal por porção de 20 g. No avelã, 40 g correspondem a aproximadamente 159 kcal, calculadas pela coluna de 100 g. Por isso, compare o peso da porção, e não apenas o tamanho aparente da colher. O Hapz tem 15 g de proteína por porção? A porção de 20 g fornece 3 g de proteína nos três sabores. Os 15 g destacados pela marca correspondem a 100 g de creme. No avelã, essa quantidade maior também fornece 397 kcal. O creme Hapz tem açúcar? Sim. As tabelas declaram açúcares totais, embora a linha seja apresentada como zero adição de açúcares. Por 20 g, os valores publicados são 3 g no avelã, 2 g no Língua de Gato e 5 g no Cookies & Cream. Qual sabor de Hapz tem menos açúcar? O Língua de Gato declara o menor valor de açúcares totais: 12 g por 100 g e 2 g na coluna de 20 g. Avelã declara 13 g por 100 g e Cookies & Cream, 24 g. Os valores publicados por 20 g e por 100 g não são exatamente proporcionais. Confira a embalagem se precisar contar o açúcar com precisão. O creme Hapz é igual à Nutella? A composição é diferente: por 20 g, o avelã Hapz declara 79 kcal e a Nutella brasileira, 108 kcal. A redução fica perto de 27%, distante de metade. A promessa de sabor igual ao da Nutella ainda não foi confirmada em uma comparação independente com consumidores. Posso comer Hapz na dieta para emagrecer? Pode caber no seu plano alimentar, contando as calorias da porção. Trocar 20 g de Nutella por 20 g de Hapz avelã reduz cerca de 29 kcal, enquanto acrescentar o creme a uma refeição soma as calorias dessa porção. A comparação mostra a diferença entre os alimentos, sem demonstrar que o produto provoca emagrecimento. A ausência de lupa significa que o Hapz é saudável? A ausência da lupa indica que os valores declarados ficam abaixo dos limites de alerta para açúcares adicionados, gordura saturada e sódio. Calorias, açúcar total, ingredientes e a quantidade consumida continuam precisando ser avaliados. Como consumir o creme Hapz? Você pode usar uma porção sobre pão, fruta ou panqueca. Pese os 20 g para reconhecer a quantidade que está servindo. Na conta da refeição, some também os alimentos que acompanham o creme. Quanto custa o creme Hapz? Em 28 de outubro de 2026, o pote de 300 g aparecia por R$ 41,99 no Armazém Pura Saúde e por R$ 58,90 na Origem OX, antes de descontos e frete. Isso equivale a aproximadamente R$ 2,80 e R$ 3,93 por porção de 20 g. São duas ofertas consultadas, sem representar preço fixo ou média do mercado. Onde comprar o creme Hapz? Na consulta de 28 de outubro de 2026, havia ofertas em lojas independentes de suplementos e produtos naturais. O domínio oficial ainda mostrava uma lista de espera, sem catálogo de compra na página consultada. Confira o peso do pote, pois as ofertas verificadas eram de 300 g e as imagens oficiais mostravam 400 g. Referências AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Instrução Normativa nº 75, de 8 de outubro de 2020. [S. l.], 8 out. 2020. Disponível em: https://anvisalegis.datalegis.net/action/ActionDatalegis.php?acao=abrirTextoAto&cod_menu=9431&cod_modulo=310&link=S&numeroAto=00000075&orgao=DC%2FANVISA%2FMS&seqAto=000&tipo=INM&valorAno=2020. Acesso em: 28 out. 2026. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Rotulagem de alimentos. [S. l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/alimentos/rotulagem. Acesso em: 28 out. 2026. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Rotulagem nutricional. [S. l.], 22 out. 2020. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/alimentos/rotulagem/rotulagem-nutricional/. Acesso em: 28 out. 2026. ARMAZÉM PURA SAÚDE. Creme De Avelã Com Cacau 300g Hapz. [S. l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.armazempurasaude.com.br/creme-de-avela-com-cacau-300g-hapz. Acesso em: 28 out. 2026. CAMATTA, Bianca. Ex-CEO da Dr. Peanut e influenciador desafiam Nutella com nova marca de creme saudável. Exame. [S. l.], 17 out. 2026. Disponível em: https://exame.com/negocios/ex-ceo-da-dr-peanut-e-renato-cariani-desafiam-nutella-com-nova-marca-de-creme-saudavel/. Acesso em: 28 out. 2026. FERRERO. Pote Nutella®. [S. l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.nutella.com/br/pt/produtos/nutella. Acesso em: 28 out. 2026. HAPZ. Hapz · Cremes de colher com zero adição de açúcares. [S. l.], [s.d.]. Disponível em: https://souhapz.com.br/. Acesso em: 28 out. 2026. HAPZ. Revenda Hapz · Cremes com zero adição de açúcares. [S. l.], [s.d.]. Disponível em: https://prevenda.souhapz.com.br/. Acesso em: 28 out. 2026. ORIGEM OX. Creme Proteico Hapz 300g Zero Açúcar. [S. l.], [s.d.]. Disponível em: https://origemox.com/produtos/creme-proteico-hapz-300g/. Acesso em: 28 out. 2026. PODCAST SEM FILTRO. Caíque Parça - MARCAS E INFLUENCIADORES - Podcast Sem Filtro. [S. l.], 22 out. 2026. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=lPJWW-FqCR8. Acesso em: 28 out. 2026.
  22. @Loirafitness, existe um estudo que responde bem à sua curiosidade. Num ensaio sueco de dois anos, 70 mulheres com obesidade foram sorteadas para seguir a dieta paleolítica ou uma dieta saudável convencional, as duas sem contar calorias, comendo à vontade. Em seis meses, o grupo da paleo perdeu bem mais gordura, cerca de 6,5 kg contra 2,6 kg. Em dois anos, a diferença entre os grupos diminuiu e deixou de ser significativa. Isso mostra o que a paleo faz de verdade. O "coma à vontade" funciona porque, ao tirar ultraprocessados, farinha, açúcar e bebidas doces, a pessoa passa a comer muita proteína, verdura e fruta, que saciam muito, e acaba comendo menos sem perceber. As calorias continuam contando. Elas só caem sozinhas. Por isso o bacon no frango não te engordou: o resto da dieta compensava. O mesmo bacon em cima de uma dieta que já tem pão, massa e doce faria diferença na balança. @rercolin, o resultado rápido nos primeiros 60 dias combina com esse padrão. Uma parte da perda das primeiras semanas também é glicogênio e água, já que o carboidrato cai bastante, e é por isso que braços e pernas perdem medida junto com a gordura. Para quem quer ganhar massa depois, a dieta pode continuar no mesmo estilo, mas aí vale aumentar raízes, batata, mandioca e frutas no pré e no pós-treino. Sem carboidrato suficiente, o rendimento no treino pesado costuma cair. Para conferir se a sua versão da paleo tem proteína, gordura e carboidrato nas quantidades certas para o seu objetivo, a calculadora de macronutrientes do site faz a divisão com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/macronutrientes/
  23. @BruunoW, a conta que você mesmo trouxe responde a dúvida. Com gasto de 2.237 kcal e consumo de 3.021, você já está quase 800 kcal acima da manutenção. Somando mais umas 800 com os três scoops e o leite, o superávit passa de 1.500 kcal por dia. Músculo não se constrói nessa velocidade, nem em quem tem facilidade para ganhar. O que sobra vira gordura, e foi exatamente o que o @Xtino descreveu: peso subindo na balança e metade indo para a barriga. Para quem quer encher sem engordar demais, um superávit de 300 a 500 kcal costuma bastar. No seu caso, a dieta atual já está nessa faixa, ou até um pouco acima. Se o peso estiver parado com os 3.021 kcal, aí sim vale acrescentar, de 200 em 200 kcal, e conferir a balança por duas semanas antes do próximo ajuste. Pode ser também que o gasto real seja diferente do estimado, e é a balança que mostra isso. Sobre o hipercalórico em si, a dica do @Neosoro faz sentido. A maior parte das calorias dele vem de maltodextrina, com pouca proteína por dose. Usar nos horários em que a dieta é mais fraca, e não como base, e completar a proteína com whey ou comida rende mais. Comida sólida também sacia mais e dá mais micronutrientes pelo mesmo número de calorias. E sobre o Cobavital, citado mais acima: o efeito de abrir o apetite e dar sono vem da ciproeptadina, um anti-histamínico que está na fórmula, e não da vitamina B12. É um medicamento, com efeitos colaterais próprios, e não é o caso de usar para quem já consegue comer as calorias que precisa. Para calcular o superávit certo para o seu ganho, a calculadora de bulking do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  24. @Loster, de tudo o que tem neste relato, o número que mais importa não está nas medidas. É a frase sobre a depressão e o álcool, e vale falar dela com a mesma seriedade com que se fala de braço e cintura. Mudança de humor com esteroides não é fraqueza nem coincidência. Doses altas por muito tempo mexem no humor de um jeito que varia muito de pessoa para pessoa, e um ano emendando ciclos tem um efeito que pouca gente comenta: entre um ciclo e outro, ou depois que tudo para, a produção própria de testosterona costuma estar no chão. Testosterona baixa dá exatamente desânimo, irritação, sono ruim, libido baixa e vontade de se anestesiar. Muita gente que entra no álcool nessa fase está, sem saber, tentando compensar uma queda hormonal. Por isso, antes de qualquer novo ciclo, o passo útil é medir onde você está: testosterona total e livre, LH, FSH, estradiol, além de hemograma, enzimas do fígado, GGT e perfil lipídico. Com álcool todos os dias, o fígado e a pressão já estão recebendo carga dobrada, e com 110 kg vale também uma avaliação do coração, com eletrocardiograma e ecocardiograma. São esses exames que mostram se o eixo voltou e quanto o corpo cobrou desse ano. Quanto à bebida, se ela ainda está de segunda a segunda, existe ajuda gratuita e sem julgamento. Os CAPS AD do SUS atendem quem quer reduzir ou parar o álcool, e não precisa chegar ao fundo do poço para procurar. Tratar o humor e o álcool junto com o eixo hormonal costuma funcionar melhor do que tentar resolver um de cada vez. E já que você agora é coach, a sua história vale mais para os seus alunos do que qualquer protocolo. Quem já sentiu o custo de exagerar sabe explicar o risco como ninguém. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  25. @jpcruz10, você ficou entre duas opiniões opostas, bulking até 75 kg ou dois meses de déficit primeiro, e no seu caso existe um caminho do meio que costuma funcionar melhor do que os dois. Quem treina há um ano e nunca fez dieta controlada ainda consegue ganhar músculo e perder gordura ao mesmo tempo. Isso se chama recomposição corporal, e funciona justamente em quem está no começo. Na prática: comer perto da manutenção, com proteína alta em todas as refeições, e treinar com progressão de carga. A balança anda pouco, mas a cintura desce e as medidas de braço e peito sobem. Isso resolve o seu medo de ficar mais magro num déficit e o de engordar num bulking. Os 3.095 kcal que você calculou parecem altos para 65 kg e 1,67 m, a não ser que você seja muito ativo fora da academia. Comer muito acima da manutenção sem controle foi o que trouxe a gordurinha da primeira vez. Vale achar a manutenção real: comer uma quantidade fixa por duas semanas e ver se o peso fica parado. A partir daí, ajustar em passos pequenos. Sobre o peito escavado: o treino não muda o osso, mas desenvolver o peitoral e os ombros, como o @Batata... falou da sua estrutura, disfarça bastante a depressão no centro, principalmente nos casos leves. Supino inclinado, paralelas e crucifixo ajudam a dar volume à parte de cima, e trabalhar a postura, com costas fortes e ombros para trás, faz o peito parecer menos fundo. Se você sente falta de ar desproporcional no esforço ou palpitação, vale uma avaliação, porque nos casos mais acentuados o osso pode apertar coração e pulmão, e existem tratamentos para isso. E concordo com o @Gamma: com 17 anos, sair de 57 para 65 kg em um ano é crescimento de verdade, mesmo com parte dele sendo gordura. O @Edson Rodrigues tem razão em focar o ponto fraco no treino. Com a dieta organizada, a diferença aparece nos próximos meses. Para encontrar as calorias de quem quer ganhar músculo e perder gordura ao mesmo tempo, a calculadora de recomposição corporal do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/recomposicao-corporal/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  26. @Sonecalmp, 17 kg em três meses é resultado de verdade, e a resposta que você deu ao @ADETOR mostra de onde ele veio: cortar refrigerante e lanche, fechar a boca, musculação e esteira com constância. Os termogênicos ajudaram pouco nessa conta. Um estimulante forte aumenta o gasto diário em umas 100 a 200 kcal, enquanto tirar o refrigerante e os lanches do fim de semana pode tirar bem mais que isso. Isso importa agora, porque a fase que vem é a mais difícil. Os últimos quilos saem mais devagar, e culote e parte de baixo do abdômen costumam ser as últimas reservas a ir embora. Não existe termogênico que tire gordura de um lugar específico. A gordura sai do corpo todo, na ordem que a genética define, e a barriga e o quadril chegam por último. Trocar de produto toda vez que o resultado desacelera não acelera essa ordem, e o corpo se acostuma rápido com qualquer estimulante. O que mais conta daqui para frente é segurar o músculo enquanto a gordura sai. Com muito pouco carboidrato e déficit longo, o risco é chegar aos 68 kg com menos massa magra e o corpo ainda parecer "mole". Manter proteína alta, carga pesada no treino e fazer pausas na dieta a cada algumas semanas ajuda. Pode ser que o seu peso certo para o percentual de gordura que você quer não seja exatamente 68. E já que o @TonyMontana perguntou de colaterais, sobre o OxyElite Pro vale um alerta: uma das versões vendidas nos Estados Unidos foi recolhida depois de casos de hepatite ligados ao produto. Com fórmula de origem incerta, não é o termogênico para testar por conta própria. Para estimar quanto você precisaria pesar no percentual de gordura que você quer atingir, a calculadora de peso ideal por percentual de gordura do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/peso-ideal/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  27. @Kayse, a evolução de março a maio foi bem conduzida: primeiro perder gordura, depois manutenção, depois ganho. E os 2,5 kg do terceiro mês têm uma explicação boa, não só os deslizes. Quem sai de uma dieta cetogênica e volta a comer carboidrato recupera o glicogênio dos músculos e do fígado, e cada grama de glicogênio vem com cerca de três gramas de água. Uma parte grande desse ganho é isso, e não gordura. Na dieta atual, um ajuste simples: a creatina aparece duas vezes, no pré e no pós-treino, somando 10 g por dia. Depois que o músculo está saturado, 3 a 5 g por dia mantêm o efeito, em qualquer horário. O resto vai embora na urina. A proteína, com cinco porções de 150 g de carne e mais whey e claras, também está bem acima do que uma pessoa de 60 kg aproveita para construir músculo. Trocar parte dela por carboidrato no pré-treino costuma melhorar o rendimento no treino de ganho. Sobre a oxandrolona, 37,5 mg por dia fica acima da faixa que a maioria das mulheres usa, que costuma ir até uns 20 mg. Ela é o esteroide mais tolerado pelo corpo feminino, mas a virilização cresce com a dose, e voz e pelos no rosto são os efeitos que menos voltam depois. Rouquidão, acne de repente ou mudança no ciclo menstrual são sinal para reduzir na hora. Enzimas do fígado e perfil lipídico antes e durante o uso também valem, porque ela derruba o HDL. Para acertar a dose de manutenção da creatina com o seu peso, a calculadora de creatina do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/creatina/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  28. @Juliana Martins, entre as duas opções que você levantou, os 20 mg por dia são o passo mais coerente com o que você viveu no primeiro ciclo. Sair de 10 para 30 mg triplica a dose de uma vez, e os colaterais que você teme, acne e virilização, crescem junto com a dose. Do jeito que você descreveu, o primeiro ciclo foi bem tolerado justamente por ter sido leve. Dobrar já é um salto grande, e deixa margem para perceber como o corpo reage antes de pensar em subir. Vale também separar o que limitou o resultado da primeira vez. Você estava secando, e em déficit calórico o ganho de massa magra é pequeno mesmo com hormônio. A oxandrolona ajuda a preservar músculo e melhorar a definição, como você viu, mas não constrói muito sem comida para isso. Se a ideia agora é ganhar mais músculo, ajustar a dieta para a manutenção ou um superávit pequeno tende a render mais do que triplicar a dose. Sobre a sugestão do @TonyMontana de somar outra substância: no corpo feminino, cada composto extra soma carga androgênica, e quase todos os outros têm risco de virilização maior que a oxandrolona. Para um segundo ciclo, mexer em uma variável de cada vez é o que permite saber o que causou o resultado e o que causou o colateral. Durante o uso, os sinais para reduzir ou parar são acne que aparece de repente, rouquidão, aumento de pelos no rosto e alteração no ciclo menstrual. Antes de começar, enzimas do fígado e perfil lipídico, porque a oxandrolona derruba o HDL, e repetir por volta da quarta semana. Para saber onde fica a sua manutenção e quanto comer acima dela, a calculadora de gasto calórico diário do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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