Pular para o conteúdo

Toda a Atividade

Este fluxo atualiza automaticamente

  1. Hoje

  2.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Ciclo de qualidade muscular
  3.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Ciclo de qualidade muscular
  4. O ponto que mais precisa de ajuste é a ideia de colocar stanozolol nas semanas 11 a 14, enquanto você espera a boldenona e o enantato saírem. Esse intervalo existe justamente para o corpo ficar sem andrógeno e o eixo poder começar a voltar quando a TPC entrar. O stanozolol nessa janela mantém a supressão. Na prática, você estende o ciclo por mais quatro semanas, atrasa a recuperação e ainda soma um metilado em 17-alfa, com carga no fígado e queda forte do HDL, no momento em que o perfil lipídico já vem castigado. O ganho de qualidade nessas semanas não compensa o adiamento da recuperação. A boldenona por 10 semanas também rende pouco. O undecilenato é um éster muito longo e leva várias semanas para estabilizar no sangue, então boa parte do ciclo passa com ela ainda subindo. E com 600 mg dela mais 500 mg de testosterona, o hematócrito é o ponto de risco principal, porque a boldenona estimula muito a produção de glóbulos vermelhos. Faça hemograma antes, repita lá pela quinta ou sexta semana e observe pressão, dor de cabeça e vermelhidão no rosto. Sobre o objetivo de ganho seco: com 19% de gordura, o mais eficiente seria baixar o percentual antes ou durante o ciclo, com déficit leve, porque qualquer superávit nesse ponto de partida vai somar gordura junto. Usar tamoxifeno só se a sensibilidade no mamilo aparecer está correto. O HCG faz mais sentido se for planejado durante o ciclo, e não decidido no final. Se for seu primeiro ciclo (não ficou claro no tópico), essas doses estão bem acima do necessário. Testosterona sozinha em dose moderada já entregaria a maior parte do resultado. Para simular o protocolo com exames de controle e o tempo certo da TPC para cada éster, o gerador de protocolo hormonal do site monta um rascunho para ajuste, e não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  5.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Opiniões stano
  6.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Opiniões stano
  7.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Opiniões stano
  8.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Opiniões stano
  9.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Opiniões stano
  10.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Opiniões stano
  11.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Opiniões stano
  12.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Opiniões stano
  13. @delacosta, o detalhe mais importante do seu relato é que no primeiro ciclo as bilirrubinas subiram junto com as enzimas. Isso é um sinal de colestase, o tipo de lesão hepática típica dos esteroides metilados em 17-alfa, como o stanozolol. Quem já teve essa reação tem mais chance de repetir com a mesma classe de droga, mesmo em ciclo curto e com o fígado tendo normalizado depois. Pelo seu histórico, eu deixaria o stano de fora. Os 120 reais pesam menos que repetir aquele exame. O masteron (drostanolona) faz sentido como substituto para o fim do ciclo. É injetável, não é metilado em 17-alfa, tem impacto hepático bem menor e entrega a mesma proposta de qualidade e secura no final. Os pontos de atenção são três. Ele também reduz o HDL, menos que o stano mas reduz. Por ser derivado de DHT, pode acelerar a queda de cabelo em quem tem tendência. E o propionato, a forma mais comum, pede aplicações frequentes. A rigidez articular que você sentiu com o stano costuma ser menor com ele. Também vale lembrar que, com a nandrolona saindo na semana 10, a TPC precisa esperar a deca sair do corpo, então planeje esse fim de ciclo pensando nisso. @LIZA_432, sobre a sua dúvida: você contou que, com testosterona e depois com oxandrolona e primobolan, já teve mudanças por virilização. Isso mostra que seu corpo responde forte a andrógenos. Testosterona somada a stanozolol tende a reproduzir e ampliar esse quadro, e mudança de voz e crescimento do clitóris costumam ser permanentes. Peça ao médico a dose exata em miligramas de cada um e o motivo clínico da prescrição. Desde 2023, o Conselho Federal de Medicina proíbe prescrever anabolizantes com finalidade estética ou de ganho de massa. Se o objetivo for esse, você tem todo o direito de questionar a indicação. E se usar qualquer andrógeno, mantenha contracepção eficaz. Para comparar stanozolol, drostanolona e os demais em perfil hepático, lipídico e androgênico, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  14. Que bom ver o tópico de volta. Dá para tirar bastante coisa das medidas que você atualizou, e o principal está nelas: a cintura foi de 70 para 79 cm, enquanto o quadril caiu de 103 para 100. Nove centímetros de cintura em poucos meses, com 2.800 a 3.000 kcal por dia, indicam que boa parte dos 2 kg a mais foi gordura, e não músculo. Coxa e panturrilha cresceram, o que é ótimo. Mas o superávit está largo demais para 70 kg de peso corporal, e a oxandrolona não muda essa conta. Cortar algo como 300 a 400 kcal, principalmente no arroz e na batata das refeições longe do treino, e acompanhar a cintura a cada duas semanas deve manter o ganho de perna e frear a barriga. Sobre o ciclo, o que mais me preocupa é o plano de observar e aumentar a dose se não sentir nada. Com um produto de origem incerta, você não sabe se cada cápsula tem 5 ou 20 mg, e subir a dose às cegas é exatamente como se chega à mudança de voz e ao crescimento do clitóris, que podem não voltar. Em vez da sensação, use um marcador objetivo. Faça um perfil lipídico agora e repita na terceira ou quarta semana. Oxandrolona verdadeira em dose de uso derruba o HDL de forma clara. Se o HDL cair muito, a dose real já é alta, e é hora de reduzir, não de subir. E 20 mg por dia durante 12 semanas já fica acima do que se costuma usar em ciclos femininos longos. Como @Foston e @Arnaldo Santos. disseram, ciclo mais longo combina com dose menor. Rouquidão, voz mais grave ou pelos novos no rosto são sinais para parar na hora. No treino, a quarta-feira já mostra o problema: as pernas estão tão doloridas que o treino vira alongamento. São três dias de perna com agachamento e terra pesados na segunda, e a recuperação não fecha. Duas sessões de perna bem distribuídas, por exemplo segunda (foco em quadríceps) e sexta (foco em posterior e glúteo), com membros superiores na quarta, devem render mais que três sessões com a do meio perdida. Vitamina E e complexo B não precisam entrar se a alimentação está variada como essa. O multivitamínico já cobre o que eles dariam. Para recalcular as calorias com o seu peso e o nível de treino atuais, a calculadora de TDEE do site ajuda a achar o ponto de superávit pequeno: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  15. Com TGO acima de 200, o certo é parar já, e não terminar a semana. Não existe benefício em completar a cartela de um oral que está mexendo no fígado, e para a oxandrolona em mulher não há TPC a fazer. Parar de uma vez não causa efeito rebote. Então a dúvida sobre fracionar a cápsula para sair aos poucos deixa de existir. Tem um detalhe nesse exame que pode mudar a leitura. A TGO (AST) não vem só do fígado: o músculo também tem muita, e treino pesado de perna com agachamento, terra e stiff pode elevá-la sozinho por vários dias. Quando a origem é hepática, a TGP (ALT) costuma subir junto ou até mais. Por isso, ao repetir os exames, peça também CK (creatinoquinase), GGT, fosfatase alcalina e bilirrubinas, e colha depois de pelo menos três dias sem treino pesado. Se a CK vier alta e a TGP estiver só um pouco alterada, boa parte daquele 200 é muscular. Se TGP, GGT ou bilirrubinas estiverem altas, é o fígado, e aí a suspeita levantada por @Foston, de que a cápsula tinha outra substância, ganha força. Na maioria dos casos de alteração por esteroide oral, as enzimas normalizam em algumas semanas depois de parar. Repita com 3 a 4 semanas. Urina escura, fezes claras, coceira pelo corpo ou olhos amarelados são sinais para procurar atendimento sem esperar. O manipulado com NAC, ácido lipoico e silimarina tem baixo risco, mas a evidência para acelerar a recuperação é fraca. O que realmente resolve é retirar a causa, beber água e evitar álcool e outros medicamentos desnecessários nesse período. E um ponto importante: você parou o anticoncepcional há um mês. Enquanto houver qualquer andrógeno em uso, e por segurança até as enzimas normalizarem, use um método eficaz. Andrógenos podem masculinizar um feto. Sobre o resultado: 3 kg a menos e redução de medidas em um mês de dieta low carb é um bom resultado, e vem da dieta, não da oxandrolona. Mantenha o acompanhamento com a nutricionista que você gostou. Para quando decidir voltar a pensar em algum protocolo, o orientador de fármacos do site ajuda a comparar o perfil hepático de cada substância: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  16. Quero acrescentar um ponto sobre o anticoncepcional, porque a pergunta foi por que muitas meninas param. A explicação de @Locemar sobre a SHBG está correta: o anticoncepcional oral aumenta essa proteína e reduz a testosterona livre que o corpo produz. Mas isso não é motivo para parar o anticoncepcional por causa de um ciclo, e sim o contrário. Andrógenos como a oxandrolona podem masculinizar um feto, e por isso quem usa precisa de contracepção eficaz durante todo o ciclo. Se quiser trocar o método, faça isso com o ginecologista e sem intervalo sem proteção. O DIU de cobre, por exemplo, não tem hormônio e não mexe na SHBG. Sobre a cápsula de 20 mg: tomar de 12 em 12 horas daria 40 mg por dia. É, como @Foston disse, umas quatro vezes o que se costuma usar num primeiro ciclo feminino, que fica na faixa de 2,5 a 10 mg. Nessa dose, o risco de mudança de voz e de crescimento do clitóris, que podem não voltar, sobe muito. Cápsula manipulada não dá para dividir com precisão. Abrir e separar o pó a olho gera doses muito irregulares. Se a decisão for usar, o caminho é conseguir cápsulas na dose certa, e não adaptar essas. O mais importante, porém, @Apollo Galeno já disse: antes de qualquer ciclo, um mês de dieta certa. Com as medidas que você passou e o fim de semana com lanche de rua, cerveja e refrigerante, é bem provável que a falta de resultado do ciclo anterior tenha vindo daí, e não só da oxandrolona falsificada. Um fim de semana assim apaga facilmente o déficit da semana inteira. Os ajustes sugeridos por @Locemar no café, no almoço e no lanche das 17h são um bom começo. Mantenha-os também de sexta a domingo, e não só nos dias úteis. Para saber quantas calorias você gasta e a partir daí acertar o déficit, a calculadora de TDEE do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  17. Dose certa sem saber idade, peso, tempo de treino, dieta e se é o primeiro ciclo não existe. Mas dá para corrigir a estrutura, que é o que mais pesa. Stanozolol e Dianabol em comprimido são dois orais metilados em 17-alfa. Juntos, somam carga no fígado e derrubam o HDL de forma pesada. E puxam para lados opostos: o Dianabol retém água e aromatiza, enquanto o stanozolol seca. Num primeiro ciclo, a combinação mais sensata é usar a Durateston como base e no máximo um oral por cima. Quem nunca ciclou consegue um ótimo resultado só com a testosterona. A Durateston é uma mistura de quatro ésteres, uns curtos e um longo. Para o nível não oscilar, ela pede aplicação pelo menos duas vezes por semana, e não uma ampola a cada 7 ou 15 dias, como muita gente faz. Os 10 ml do frasco precisam cobrir o ciclo inteiro na dose escolhida. Então faça a conta de quantas semanas eles rendem antes de começar, para não ficar no meio do caminho. A TPC, com a Durateston, começa em torno de três semanas depois da última aplicação, por causa do éster longo. Antes de começar, faça exames de base: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, testosterona total, LH, FSH e estradiol. Se for usar oral, repita as enzimas do fígado e o perfil lipídico no meio do ciclo. O que @Locemar quis dizer, de um jeito direto, é que o pessoal ajuda bem mais quando o tópico vem com os dados. Se postar idade, peso, altura, treino, dieta e histórico, a conversa rende. Para estudar antes, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação com base de testosterona, exames e TPC, e bloqueia combinações de risco inaceitável. É ponto de partida, e não prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  18. Indicação de nome de médico não cabe aqui, mas dá para deixar critérios que servem para qualquer cidade, e uma atualização importante para quem chega hoje a este tópico. A atualização: desde 2023, a Resolução 2.333 do Conselho Federal de Medicina proíbe o médico de prescrever esteroides anabolizantes com finalidade estética, de ganho de massa ou de desempenho esportivo, para atletas amadores ou profissionais. Ou seja, o médico que hoje "monta o ciclo" com você para ficar maior está infringindo o código de ética, seja endocrinologista ou não. O que continua permitido, e é o que realmente importa, é tratar deficiência hormonal comprovada e acompanhar a saúde de quem usa por conta própria: pedir exames, interpretar, ajustar pressão, colesterol e hematócrito, e conduzir a recuperação do eixo depois. Os critérios para escolher esse acompanhamento: Confira no site do CRM se o médico tem RQE, o registro de especialista. "Medicina esportiva" sem RQE é só o nome de um consultório. Para a parte hormonal, os especialistas mais preparados costumam ser endocrinologistas, urologistas e médicos do esporte com título. Um bom sinal é exatamente o que você descreveu: uma investigação de base completa antes de qualquer decisão. Ecocardiograma, teste ergométrico e ultrassom de carótida e abdome mostram cuidado com o risco cardiovascular, que é o mais sério no uso de esteroides. Um mau sinal é a escolha da droga antes de saber o objetivo e os exames, ou sugerir stanozolol e "algo mais forte" para quem nunca usou. A lógica mais segura para um primeiro uso é uma base moderada de testosterona injetável, e não dois compostos com metilação em 17-alfa. Quando levar os resultados no retorno, peça também o plano de saída: como e quando vai ser a recuperação do eixo e quais exames vão confirmar. Se quiser chegar com um rascunho para discutir, o gerador de protocolo hormonal do site simula protocolo, exames de controle e TPC, sem valor de prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  19. Respondendo por partes, porque são dúvidas boas. Depois de mais de dois meses, o cipionato não está mais agindo. Com meia-vida em torno de 8 dias, em cinco a seis semanas depois da última aplicação o que resta no sangue já é desprezível, mesmo partindo de 600 mg por semana. O que você sente hoje é o seu eixo ainda sem voltar, e não a droga. Depois de quatro meses de supressão completa, a recuperação costuma levar de semanas a meses, e varia muito de pessoa para pessoa. Sobre a bula do tamoxifeno, a contradição tem explicação. Aquele texto descreve dados obtidos em mulheres, no contexto do tratamento de câncer de mama, em que o hormônio de referência é o estrogênio do ciclo menstrual. No homem, o efeito que interessa é outro. O hipotálamo e a hipófise usam o estradiol como sinal de "já tem hormônio suficiente". O tamoxifeno bloqueia esse sinal, e o cérebro responde aumentando o LH e o FSH. Isso está bem documentado em homens, inclusive em estudos de hipogonadismo. Então os SERMs ajudam, sim. O problema no seu caso é a dose. Os protocolos de TPC usam 20 mg por dia, e 5 a 10 mg tende a ser fraco para um eixo que ficou quatro meses desligado. Sobre libido sem testosterona exógena: a selegilina não é agonista de dopamina, é um inibidor da MAO-B. A evidência para usá-la em libido é fraca, e ela tem interação séria com vários medicamentos. A cabergolina só faz sentido se a prolactina estiver alta no exame. Usada sem indicação, ela não melhora a libido e ainda traz efeitos como náusea e queda de pressão. O tratamento da libido aqui é recuperar a testosterona. A ordem prática é esta: fazer os exames que o Perfil Desativado listou, com destaque para testosterona total, LH, FSH, estradiol e prolactina. Se LH e FSH estiverem baixos ou normais-baixos com testosterona baixa, é o quadro de eixo ainda suprimido, e vale levar ao urologista ou endocrinologista o histórico completo do ciclo. Os médicos que entendem disso existem, e com os exames em mãos a conversa sai do "procure outro especialista" e vai para opções como SERM em dose adequada ou HCG. Se a prolactina vier alta, aí a cabergolina entra na conversa. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  20. É comum, sim. @Foston tem razão em dizer que costuma voltar sozinha. O stanozolol, como os outros andrógenos, freia o eixo que comanda a ovulação (LH e FSH), e sem ovulação a menstruação não vem. Depois que a droga sai, o eixo volta aos poucos, na maioria das vezes em algumas semanas a poucos meses. No seu caso também pesa a parada do anticoncepcional antes do ciclo. Só a suspensão da pílula já pode atrasar o retorno do ciclo menstrual por um tempo, independente do esteroide. O que vale fazer para tirar a dúvida com segurança: O teste de farmácia negativo é um bom sinal, mas o beta-hCG no sangue é mais sensível e encerra a questão da gravidez. Como houve relação durante o ciclo, mesmo com preservativo, vale fazer. Se passar de três meses sem menstruar depois do fim do ciclo, ou antes disso se surgirem outros sinais (corrimento de leite pelo mamilo, dor pélvica, acne ou pelos aumentando), procure o ginecologista e leve LH, FSH, estradiol, prolactina, TSH e testosterona total. Esses exames separam a supressão pelo esteroide de outras causas, como prolactina alta ou alteração de tireoide. Sobre usar tamoxifeno para "chamar" a menstruação, como foi sugerido: não recomendo fazer isso por conta própria. Em mulheres, o tamoxifeno age no endométrio e nos ovários de um jeito diferente do que acontece na TPC masculina. Ele pode provocar cisto ovariano e sangramento irregular, e não resolve a causa. Quando é preciso induzir o sangramento, o ginecologista costuma usar outros recursos, como um progestágeno por alguns dias, depois de excluir gravidez. E um ponto para os próximos ciclos: já que você parou o anticoncepcional, mantenha um método eficaz sempre que usar qualquer esteroide, porque andrógenos podem masculinizar o feto. O DIU de cobre é uma opção sem hormônio. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  21. Já que o seu medo principal é a libido depois do ciclo, o ponto que mais pesa nisso é o anastrozol dentro do kit de TPC. Na TPC, o objetivo é que o eixo volte a produzir testosterona, e o estradiol tem papel direto na libido e na função erétil. Derrubar o estradiol com um inibidor de aromatase nessa fase é uma das causas mais comuns de libido no chão depois do ciclo. A TPC com SERM (clomifeno ou tamoxifeno) já protege a mama sem baixar o estradiol. Só faz sentido usar anastrozol se um exame mostrar estradiol alto com sintoma, e mesmo assim em dose baixa e por pouco tempo. Sobre o resto do kit: o clomifeno a 100 mg por dia é uma dose alta para manter. Os protocolos costumam usar 50 mg por dia, ou 50 a 25 mg em quatro semanas, e doses altas aumentam alteração de humor e visual sem acelerar a recuperação. A silimarina não tem papel na TPC. E intra-ciclo, sem oral metilado, não há necessidade de protetor hepático como Xantinon. Se escolher a oxandrolona, quem protege o fígado é a dose moderada e o exame, e não o suplemento. HCG num ciclo de 8 semanas com dose moderada não é obrigatório. Ele ajuda mais em ciclos longos ou em quem já teve recuperação lenta. Entre oxandrolona e masteron, para ganho seco e menos risco para a libido, o masteron injetável faz sentido, desde que a marca seja confiável e você aceite que, como derivado de DHT, ele pode acelerar a queda de cabelo em quem tem tendência. Com testosterona em dose moderada como base, os dois funcionam. Sem confiança na marca, mais vale ficar só com a testosterona. O que mais protege a libido no pós-ciclo é este conjunto: dose moderada, duração curta, estradiol não derrubado, TPC no tempo certo (cerca de 14 dias depois da última aplicação de enantato, ou 3 a 4 dias depois do propionato) e exame de testosterona, LH e FSH umas quatro a seis semanas depois do fim da TPC para confirmar. Para simular o protocolo com TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como rascunho para ajuste, e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  22. Montar a dieta sozinho com aplicativo, depois de não se adaptar ao nutricionista, foi um bom passo. Agora vale fechar a conta. Os seus números, 280 g de proteína, 160 de carboidrato e 90 de gordura, dão cerca de 2.570 kcal. Os sugeridos por @Apollo Galeno, 180, 150 e 100, dão em torno de 2.220 kcal. São 350 kcal a menos por dia, e quase toda a diferença sai da proteína. Isso ajuda no cutting sem custo nenhum para o músculo. A proteína de 280 g estava bem acima do necessário. Para quem treina em déficit, as pesquisas mostram benefício até algo como 1,6 a 2,2 g por quilo. Nos seus 94 kg, isso fica entre 150 e 200 g. Passar disso vira caloria cara que não constrói músculo extra. Os 180 g estão dentro dessa faixa. Um sinal para observar: você foi de 91,5 para 94 kg no primeiro mês. Com treino recém-iniciado, parte disso é glicogênio e água, que o músculo passa a armazenar quando volta a treinar, e parte pode ser a dieta acima do gasto. A balança sozinha vai confundir nesta fase, porque como iniciante você consegue perder gordura e ganhar massa ao mesmo tempo. Meça a cintura na altura do umbigo toda semana, no mesmo horário. Se a cintura cai, o caminho está certo, mesmo com o peso parado. E mantenha os horários de refeição o mais fixos possível dentro de cada turno. O que importa é o total do dia, e não a hora exata. Sobre o treino, com um mês de academia, um ABCDE (cada músculo uma vez por semana) não é o mais eficiente. Para iniciante, um full body três vezes por semana ou um superior e inferior quatro vezes costuma dar resultado mais rápido, porque cada músculo é estimulado duas a três vezes por semana. Para conferir calorias e macros de uma recomposição, perdendo gordura e ganhando massa ao mesmo tempo, a calculadora de recomposição corporal do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/recomposicao-corporal/
  23. @LeonardoDasAgulhas, sua intuição está certa. Reduzir a testosterona aos poucos no fim do ciclo não ajuda a recuperação do eixo. Ainda é uma prática comum, por isso vale explicar. O eixo (LH e FSH) fica suprimido sempre que há testosterona exógena acima do que o corpo produz sozinho, e 100 mg por semana já passa disso. Com 200 e depois 100 mg, o eixo continua desligado do mesmo jeito. A diferença é que a supressão dura mais semanas, e o resultado dessas semanas fica menor. A recuperação só começa quando o éster sai do corpo, e é aí que a TPC entra. Então a desmama não deixa a saída mais suave para o eixo. Ela só adia o recomeço. No caso do @Dr.Dre, com os 8 ml de enantato restantes, o caminho mais simples é manter a dose do ciclo até completar o tempo planejado, de 8 a 10 semanas, e começar a TPC cerca de 14 dias depois da última aplicação, que é o tempo para o enantato cair. O que sobrar do frasco fica para outra ocasião, se for o caso. @Locemar acertou que aplicar duas vezes por semana é melhor que uma, porque o nível fica mais estável, e que a oxandrolona entrou cedo e alta para um primeiro ciclo. Só na desmama eu discordo. Escrevi com mais detalhe sobre dose decrescente em outro tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116804-primeiro-ciclo-com-durateston-da-schering/?do=findComment&comment=1066441 Para confirmar a recuperação, faça LH, FSH e testosterona total umas quatro a seis semanas depois de terminar a TPC. Se ainda estiverem baixos, aí sim é caso de avaliação médica, e não de improvisar outro ciclo. Para montar a TPC com o tempo certo para cada éster, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como rascunho para ajuste, e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  24. Sobre a última dúvida, trocar o ABC por ABCDE justamente no ciclo: eu iria na direção contrária. Hormonizado, a síntese proteica volta à base mais rápido e a recuperação entre sessões melhora. O próprio Perfil Desativado contou que fica recuperado em uns três dias. Uma divisão em que cada músculo é treinado uma vez por semana desperdiça esse ganho. As revisões que compararam frequências com o mesmo volume semanal mostram resultado igual ou um pouco melhor treinando cada músculo duas vezes por semana. Então o upgrade com mais chance de render é manter o volume e distribuir em duas sessões por grupo, com um ABC em rotação de seis dias, um ABCD superior e inferior, ou um push, pull, legs duas vezes. Variar carga e velocidade, como você já faz, é útil. Mas o estímulo novo que mais pesa é a progressão registrada: carga ou repetição subindo de uma semana para a outra nos exercícios principais. No ciclo, isso costuma acontecer quase toda semana, e vale anotar para aproveitar. Dois detalhes do ciclo. O primeiro: enantato e decanoato são ésteres longos, então duas aplicações por semana já deixam os níveis estáveis. Três não fazem mal, só não são necessárias. O segundo: a deca demora a estabilizar e também a sair do corpo, então a TPC só começa umas três semanas depois da última aplicação dela. Por isso, termine a deca antes da testosterona, como está no plano do @Apollo Galeno. Inclua prolactina e estradiol nos exames de controle por volta da sexta semana. Libido caindo, mamilo sensível ou dificuldade de ereção durante o ciclo costumam estar ligados a eles. Para comparar a divisão atual com uma versão de frequência 2, o gerador de treino do site monta um ponto de partida para ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  25. Resposta direta à pergunta: nenhuma substância entrega perda de gordura rápida sem déficit calórico, e os anabolizantes queimam pouca gordura por conta própria. O que eles fazem no cutting é ajudar a manter massa magra enquanto a dieta tira gordura. Por isso, o motor do resultado vai ser o déficit bem montado, e não o ciclo. Quem promete secar rápido com substância costuma estar falando de clembuterol, termogênico forte ou diurético, e no pós-parto esses são justamente os que mais trazem risco para o coração e para a pressão. Antes de pensar em ciclo, o pós-parto pede alguns exames que mudam a estratégia. TSH e T4 livre, porque a tireoidite pós-parto é comum, passa despercebida e trava a perda de peso. Hemograma e ferritina, porque anemia depois do parto derruba o rendimento no treino. Glicemia e perfil lipídico. Vale também uma avaliação de diástase abdominal e de assoalho pélvico antes de voltar às cargas altas de agachamento e terra, principalmente se o parto foi recente. Se mesmo assim decidir voltar a ciclar, o ponto inegociável é a contracepção. Andrógenos podem masculinizar o feto, e a fertilidade volta antes do que muita gente imagina depois do parto, mesmo sem menstruação regular. Um método eficaz antes da primeira dose é obrigatório, e o DIU de cobre é uma opção sem hormônio. Como você já usou oxandrolona e stanozolol, retome com a menor dose que funcionou antes, nunca acima, e observe rouquidão e a alteração de voz, que são os sinais de parar na hora. O formulário pedido por @Apollo Galeno, com peso, altura, tempo desde o parto e dieta atual, permite montar um déficit realista. Para começar a calcular a meta de calorias do cutting com os seus dados, a calculadora de cutting do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  26. O objetivo que você descreveu, perder barriga e definir, é o ponto em que a oxandrolona menos ajuda. Gordura abdominal sai com déficit calórico mantido por semanas. O esteroide no máximo ajuda a segurar massa magra durante o déficit, e para isso uma dose moderada de testosterona faz o mesmo trabalho com bem menos impacto no fígado e no colesterol. Sem o BF medido e sem uma dieta com números, fica impossível saber se o problema é hormonal ou só de calorias. Na grande maioria dos casos é calorias. Sobre as duas opções, alguns pontos técnicos: Ciclo só de oxandrolona, sem base de testosterona, suprime sua produção natural do mesmo jeito. Com 40 a 60 mg por dia, a queda vem rápido, e é comum ter libido baixa e desânimo no meio do ciclo, porque a oxandrolona não substitui as funções da testosterona. Nessa faixa de dose, o HDL costuma despencar. Em estudo com 20 mg por dia, a queda média já foi de cerca de 30%, e com 60 mg é pior. As enzimas do fígado também podem subir. Faça perfil lipídico, TGO, TGP e GGT antes e no meio do ciclo. Subir de 40 para 60 e descer de novo não traz vantagem. A resposta depende da dose estável, e a escada só complica. Dividir em três tomadas também não é necessário. Duas por dia bastam. Quatro semanas é pouco tempo para justificar a supressão e a TPC. Se for fazer, a opção de 8 semanas faz mais sentido, mas numa dose estável e menor. A TPC proposta está pesada. Clomifeno 100 mg junto com tamoxifeno 40 mg ao mesmo tempo soma efeitos colaterais, como alteração visual e de humor, sem ganho claro na recuperação. Um dos dois na dose usual, ou a combinação em doses menores, costuma resolver. Para oxandrolona, a TPC começa poucos dias depois da última dose, porque a meia-vida dela é curta. Confirme com LH, FSH e testosterona total umas quatro a seis semanas depois do fim. O formulário pedido por @Apollo Galeno ajuda justamente a responder isso com dados: idade, tempo de treino e, principalmente, a dieta. Para achar a meta calórica de um cutting com o seu peso, a calculadora de cutting do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ Se depois disso ainda quiser simular um ciclo, o gerador de protocolo hormonal monta um rascunho com base de testosterona, exames e TPC, para ajuste e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  27. Antes do ciclo, vale olhar a dieta com calma, porque ela explica boa parte da estagnação. Do jeito que está escrita, carboidrato só aparece na aveia do pré-treino e na fruta. Almoço e jantar são proteína com salada. Somando tudo, a dieta provavelmente fica bem abaixo do que você gasta, com treino de musculação e mais 12 a 16 km de bicicleta de 3 a 5 vezes por semana. Isso ajuda a perder gordura no começo, mas trava o ganho de massa e derruba o rendimento no treino. Os ajustes sugeridos por @Apollo Galeno, com batata ou mandioca no almoço, mais um ovo e whey no pré-treino, vão na direção certa. E o lanche precisa ser definido, mesmo que seja algo prático para levar. Sobre o ciclo, para um primeiro com 33 anos, 65 kg e 15% de gordura, a recomendação mais segura é começar só com testosterona. Ela sozinha entrega a maior parte do resultado, e você aprende como o seu corpo responde: estradiol, pressão, hematócrito, humor, pele. Somar stanozolol no primeiro ciclo acrescenta toxicidade para o fígado e uma queda forte do HDL, e se aparecer algum colateral você não sabe qual dos dois causou. Se a escolha for a Durateston, lembre que ela é uma mistura com ésteres curtos, então pede aplicação pelo menos duas vezes por semana para não oscilar. Um enantato ou cipionato puro é mais simples de manejar. O que precisa estar planejado antes da primeira aplicação: exames de base (hemograma, perfil lipídico, TGO e TGP, creatinina, glicemia, testosterona total, LH, FSH, estradiol e PSA), a TPC já definida, e o acompanhamento do nutricionista ajustando calorias para cima durante o ciclo. Gordura concentrada no abdômen e nas coxas é um padrão de distribuição muito comum. Ela sai por último, com déficit sustentado, e não com escolha de hormônio. Para achar as calorias e os macros de uma recomposição (perder gordura e ganhar massa ao mesmo tempo), a calculadora de recomposição corporal do site ajuda a conferir os números da dieta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/recomposicao-corporal/ E para simular o primeiro ciclo com exames e TPC, o gerador de protocolo hormonal monta um rascunho para discutir com quem acompanha, e não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  28. A ideia de treinar cada músculo duas vezes por semana está certa para o seu momento, mas do jeito que a semana fechou, isso só acontece com o tronco. Recomeçando sempre na segunda pelo treino A, o A e o B caem duas vezes por semana, e o C, que é a perna inteira, só uma. Ou seja, o único treino que ficou com frequência 1 é justamente o maior grupo do corpo. Dois jeitos simples de resolver. O primeiro é girar a sequência sem reiniciar na segunda: A, B, C, A, B, e na semana seguinte C, A, B, C, A. Cada treino aparece de 8 a 10 vezes a cada duas semanas. O segundo, que costuma funcionar melhor para quem treina de segunda a sexta, é dividir em superior e inferior. Por exemplo: superior, inferior, descanso, superior, inferior, e a sexta livre ou com braço e panturrilha. Ajustes no conteúdo: A elevação lateral sentada trabalha o deltoide lateral, não o posterior. Para o posterior, entre com crucifixo inverso no peck deck ou com halter, curvado. No treino B, duas variações de encolhimento e mais punho somam 9 séries de trapézio e antebraço. É volume demais para músculos que já trabalham em toda remada e puxada. Uma variação de encolhimento basta, e o tempo que sobra pode virar mais uma série de costas. Agachamento livre e agachamento frontal no mesmo dia, com leg press no meio, é bastante quadríceps e pouco posterior. Trocar o frontal por uma mesa flexora ou por um afundo equilibra a perna. Fora isso, o principal agora não é a divisão, e sim progredir carga. Com 17 anos e 64 kg em bulking, anote peso e repetições de cada exercício e tente vencer o caderno toda semana, seja com uma repetição a mais ou com um pouco mais de carga. E não economize na comida, porque é ela que vai segurar esse volume. Se quiser comparar com uma divisão superior e inferior montada para o seu nível, o gerador de treino do site dá um ponto de partida para ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
  29. Ontem

  30. Dividir em segunda e quinta é melhor, e a explicação de @Locemar está certa. O cipionato do Deposteron tem meia-vida em torno de 8 dias. Aplicado de uma vez só, ele gera um pico alto nos primeiros dias e um vale no fim da semana. Com duas aplicações, o nível fica mais estável, o estradiol oscila menos e colaterais como retenção e oleosidade tendem a ser menores. A dose total da semana continua a mesma, então a mudança não altera o que o médico prescreveu. Já que ele confirmou em áudio que pode fazer duas vezes, siga assim. Sobre a tontura logo depois das duas ampolas: 4 ml de óleo num ponto só é bastante volume. O mais comum é reação vasovagal, aquela queda de pressão momentânea ligada à dor e à tensão da aplicação. Mas existe um quadro mais específico, a microembolia pulmonar por óleo, que costuma vir com tosse seca e vontade de tossir logo após a injeção, falta de ar ou aperto no peito. Geralmente passa em minutos ou horas. Se acontecer de novo com falta de ar que não passa, vale procurar atendimento. Com volumes menores por aplicação e aspiração antes de injetar, esse risco cai. O que mais chama atenção no protocolo é a oxandrolona. Sessenta mg por dia somados a 400 mg de testosterona é uma dose alta para um primeiro ciclo. Nessa faixa, o HDL costuma despencar, e as enzimas do fígado podem subir. Faça perfil lipídico, TGO, TGP, GGT e hemograma antes e por volta da quarta semana. E não precisa tomar de 6 em 6 horas. A meia-vida dela permite dividir em duas tomadas por dia sem perda. O treino em jejum não é absurdo, como @Locemar explicou. Os estudos mostram que ele não atrapalha a hipertrofia quando a proteína total do dia está bem distribuída. O que muda é o rendimento: muita gente perde carga e volume treinando de manhã sem nada no estômago. No seu caso, com 100 kg, 8 horas de sono e treino pesado, uma refeição leve com proteína e um pouco de carboidrato, de 60 a 90 minutos antes, tende a render mais. Teste as duas formas e compare as cargas no caderno. Para rever o protocolo inteiro com exames de controle e TPC e levar a conversa para o médico com mais base, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação para ajuste, e não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  31. Duas partes deste tópico merecem uma resposta organizada, porque ainda hoje trazem gente pela busca. A primeira é o óleo grosso que não sobe na seringa, relatado por @mcmg lá no começo. Óleo espesso não indica produto falso nem problema na aplicação. Enantato de metenolona em concentração alta costuma ser viscoso, e óleo frio fica ainda mais. O que resolve: aquecer o frasco na mão ou em água morna por alguns minutos antes de aspirar, e aspirar com uma agulha mais grossa, como a 40x12 ou a 25x8 de calibre 21G. Depois, trocar por uma agulha mais fina para aplicar. Injetar ar em excesso no frasco também atrapalha, porque cria pressão e espuma. O ideal é injetar um volume de ar igual ao que vai ser retirado, e não mais. Injetar devagar é o certo para óleo denso, e não causa dano. Dor por dois ou três dias no local é comum. Calor, vermelhidão que aumenta, inchaço endurecido que cresce ou febre depois de três dias já não são normais e pedem avaliação. A segunda é o caso de @Fer Serres, com espinhas fortes e queda de cabelo usando oxandrolona e um primobolan de origem duvidosa. O teste de testosterona total sugerido no tópico faz sentido e é barato. Metenolona e oxandrolona não aparecem como testosterona no exame. Então, se o resultado vier muito alto, a hipótese mais provável é que algum dos frascos tinha testosterona no lugar do que dizia o rótulo, como @Apollo Galeno apostou. Se vier normal, os colaterais vêm mesmo dos derivados de DHT, como @Foston explicou. Sobre as espinhas, as duas opções levantadas são reais. Antibióticos da família das tetraciclinas, como doxiciclina ou limeciclina, costumam ser o primeiro passo para acne inflamatória moderada. A isotretinoína é a mais eficaz para casos graves ou que voltam, mas ela também sobrecarrega o fígado e os lipídios, e por isso não se inicia durante um ciclo com oral metilado. Além disso, em quem pode engravidar, exige anticoncepção rigorosa, porque causa malformação fetal. As duas precisam de dermatologista. A acne costuma melhorar bastante semanas depois que os andrógenos saem do corpo, então o fim do ciclo já é parte do tratamento. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  32. O ciclo está bem montado na estrutura. Tem uma base de testosterona, um composto só por cima e a TPC planejada antes de começar. Respondendo às dúvidas e ajustando dois pontos das respostas: HCG num ciclo de 8 semanas com 600 mg não é obrigatório. Muita gente se recupera bem só com a TPC. Ele ajuda quem tem histórico de recuperação lenta ou atrofia testicular muito incômoda, e aí costuma entrar em doses baixas, na faixa de 250 a 500 UI duas vezes por semana, durante o ciclo. Não é algo para usar só no final. Stanozolol: 50 mg em dias alternados dá cerca de 175 mg por semana, uma dose comum para esse objetivo. Quatro semanas funcionam, e seis, como o @Arnaldo Santos. sugeriu, também são usuais. Só não é verdade que a forma injetável poupa o fígado. O stanozolol injetável é a mesma molécula metilada em 17-alfa do oral, e a toxicidade vem dessa estrutura, e não do caminho de entrada. Faça TGO, TGP e perfil lipídico antes e durante, porque o HDL costuma cair bastante com ele. Estender o enantato para 10 semanas também faz sentido, mas não precisa começar com 400 mg e subir. Pode entrar direto nos 600 mg. Anastrozol só se o estradiol subir no exame e vier com sintoma, como sensibilidade no mamilo ou retenção importante. Uso preventivo por conta própria costuma derrubar o estradiol demais, e isso piora articulação, libido e perfil lipídico. A TPC começando cerca de 15 dias depois da última aplicação de enantato está no tempo certo. @Christian Brandao, respondi o seu ciclo com boldenona e Deposteron no tópico que você abriu: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116829-ciclo-de-ganho-de-massa-bruta-com-qualidade/?do=findComment&comment=1066453 Para montar esse protocolo com exames de controle e TPC em forma de simulação, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como rascunho para ajuste, e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  33. Li o texto inteiro, Everton. Ter escrito tudo isso em vez de guardar já diz bastante sobre você. Foram duas decepções ao mesmo tempo, da namorada e do colega, e é normal a raiva ainda estar aí uma semana depois. O @Bruce Slajvic falou por experiência, e tem razão: com 17 anos, isso pesa muito agora e vai pesar bem menos daqui a alguns meses. Usar esse sentimento como combustível no treino funciona por um tempo. Mas o que sustenta evolução por anos é o treino virar algo seu, e não uma resposta para alguém. Pelo que você contou, ele já era isso antes de tudo acontecer, o lugar em que você se sente você mesmo. Vale proteger isso. Uma coisa que talvez passe despercebida: a escolha pela engenharia florestal foi madura. Você pesou financeiro, futuro e oportunidade, mesmo com o coração puxando para o outro lado. E nada impede de manter a academia como paixão, e até como renda depois. E um ponto prático, que tem a ver com o seu corpo. O ciclo de Dianabol com Durateston que você fez foi com 16 ou 17 anos, numa fase em que o eixo hormonal ainda está terminando de amadurecer. Vale fazer testosterona total, LH e FSH para confirmar que sua produção voltou ao normal. Oscilação de humor, irritabilidade e desânimo também podem ter um componente hormonal depois de ciclo, somado ao que você está vivendo. E se a raiva ou a tristeza não aliviarem nas próximas semanas, conversar com alguém de verdade, um psicólogo de carne e osso e não só o da academia, ajuda mais do que parece. Não tem nada de fraqueza nisso. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  34. Três dúvidas deste tópico continuam aparecendo muito em quem pesquisa GH de caneta, então vale deixar as respostas juntas. Conversão de mg para UI: na somatropina, 1 mg corresponde a cerca de 3 UI. Uma caneta de Genotropin de 12 mg tem 36 UI, e 4 UI por dia equivalem a mais ou menos 1,3 mg. Por isso @diseaseX desconfiou, com razão, do "0,6 UI": provavelmente era 0,6 mg, o que dá umas 1,8 UI. No caso do @Gustavo lobo ruas denucci, 0,02 mg não é uma dose útil de nada. Quase certamente era o passo mínimo do seletor da caneta, e não a dose. Antes de usar qualquer caneta, confira na bula do modelo exato quanto cada clique ou marcação entrega. Canetas da mesma marca têm apresentações diferentes. Reutilizar seringa de insulina: não compensa. A agulha é tão fina que perde a ponta já na primeira perfuração e também perde a camada de silicone que faz ela deslizar. A partir da segunda aplicação, ela rasga mais do que perfura. Isso machuca o tecido, aumenta a chance de formar nódulos e lipodistrofia no local e abre porta para infecção, porque a agulha já esteve exposta. O custo de uma seringa nova é pequeno perto do valor do GH que vai dentro dela. Onde comprar: @Foston resumiu o ponto principal. A somatropina é uma proteína que se degrada fora da faixa de 2 a 8 °C, e caneta de vendedor paralelo raramente tem garantia da cadeia de frio. Pode até ser verdadeira e ter perdido potência no caminho. Farmácia comum e drogarias especializadas vendem com receita, e sites comparadores mostram o preço atualizado. Fiz essa conta de custo mensal com preços de agora em outro tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116852-receio-quanto-ao-pre%C3%A7o-do-gh/?do=findComment&comment=1066449 Para consultar mecanismo, doses usadas e colaterais da somatropina antes de gastar, o orientador de fármacos do site é um bom ponto de partida: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  35. Fazendo a conta semanal, dá 1.000 mg de testosterona e 1.200 mg de boldenona, mais de 2 g de andrógeno por semana para 64,5 kg. O Perfil Desativado não exagerou. É uma dose de atleta de palco pesado, num corpo que ainda não chegou perto do teto natural de massa. Pausar no sábado e domingo não faz diferença. Enantato e undecilenato de boldenona são ésteres longos, que ficam no sangue por dias. O nível não cai no fim de semana. Na prática, é um ciclo contínuo de nove semanas na dose cheia. O risco que mais pesa nessa dose é o hematócrito. A boldenona é conhecida por estimular muito a produção de glóbulos vermelhos, e somada a 1 g de testosterona o sangue engrossa rápido. Isso aumenta o risco de trombose e de pico de pressão. Em seguida vêm a pressão arterial e o perfil lipídico. Se for seguir com algo parecido, faça hemograma, lipidograma, TGO/TGP, creatinina, estradiol e medição de pressão antes. Repita o hemograma e a pressão por volta da quarta semana. Hematócrito passando de 52 a 54%, pressão acima de 14 por 9 de forma repetida, dor de cabeça forte e persistente ou vermelhidão no rosto são sinais para reduzir ou parar. Sobre a idade, @Apollo Galeno e Perfil Desativado estão preocupados com o ponto certo, que é o eixo hormonal. São quatro ciclos em cerca de dois anos começando aos 17, e ninguém sabe ainda se a sua produção natural se recupera completamente entre um e outro. Um exame simples responde isso: testosterona total, LH e FSH colhidos agora, antes de começar. Se vierem baixos, seu eixo já não voltou do último ciclo, e somar mais um em dose alta aumenta a chance de precisar de reposição cedo, com impacto na fertilidade. E para ganhar massa magra com 64,5 kg e 12% de gordura, o fator limitante hoje é comida, e não dose. Com dieta de bulking bem calculada, uma fração dessa dose entrega praticamente o mesmo resultado, com bem menos risco. Para simular uma alternativa com dose mais baixa, exames de controle e TPC, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como ponto de partida. Ele bloqueia cenários de risco inaceitável e não é prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  36. Azaghuul entrou na comunidade
  37. Trembo nesse ciclo seria somar risco em cima de um protocolo que já está pesado nos pontos errados. Vou por partes. A base de testosterona está baixa demais. Uma Durateston a cada 15 dias dá menos de 20 mg de testosterona por dia, média, e com picos e vales grandes. Com oxandrolona e stanozolol suprimindo seu eixo, essa dose não mantém nem a testosterona fisiológica. Justamente a libido, que é o motivo de você colocar a Dura, tende a cair no meio do ciclo. Se é para ter testosterona como base, ela precisa ser semanal e numa dose que realmente substitua a sua produção. Os dois compostos principais são metilados em 17-alfa, e isso vale também para o stanozolol injetável, porque a molécula é a mesma do oral. Somar 40 mg de oxandrolona com stanozolol dobra a carga no fígado e derruba o HDL de forma pesada. Em seis semanas não é raro o HDL ficar abaixo de 20. Se mantiver os dois, faça TGO, TGP, GGT, bilirrubinas e perfil lipídico antes e na terceira semana. Mas o mais sensato seria escolher um deles. O clembuterol é o ponto que mais me preocupa. Se o comprimido é de 20 mcg, 8 por dia dão 160 mcg, acima do que a maioria das pessoas tolera com segurança. Os efeitos mais sérios não são tremor e insônia. São taquicardia sustentada, arritmia e queda de potássio, que dá câimbra e pode afetar o ritmo cardíaco. Em modelos animais, ele também provoca hipertrofia do coração. Quem usa costuma parar num teto bem menor, monitorando frequência cardíaca em repouso e pressão todos os dias. Frequência de repouso que não baixa, palpitação ou dor no peito são motivos para interromper na hora. E vale olhar o objetivo. Com 88 kg e 10% de gordura, perder 4 kg mantendo massa é perfeitamente alcançável com déficit bem feito e uma base moderada de testosterona. O ganho marginal de colocar trembo e clembuterol em dose alta é pequeno perto do risco cardiovascular que eles somam. O @Apollo Galeno pediu o formulário porque dieta, exames e histórico dos quatro ciclos anteriores mudam a leitura, e vale responder lá. Para simular um protocolo de cutting com base de testosterona, auxiliares e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como ponto de partida. Ele bloqueia combinações de risco inaceitável e não é prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  38. Projeto com prazo e ponto fraco definido é o jeito certo de fazer off. Deixo alguns ajustes para esses próximos meses renderem mais. O primeiro é o ritmo de ganho. Oito quilos em um mês é muito rápido, mesmo na sua idade, com hormônio a favor. Uma parte disso é glicogênio e água, que entram logo que as calorias sobem, e isso é normal. Mas se o ritmo continuar, boa parte dos próximos quilos vai ser gordura, e o cutting de dois meses no final vai ter trabalho demais. Para quem já treina, um ganho de 0,25 a 0,5% do peso por semana costuma ser o ponto em que o músculo acompanha. Nos seus 80 kg, isso dá algo como 1 a 1,5 kg por mês. Tire as medidas agora (cintura na altura do umbigo, braço, coxa, peito) e acompanhe a cintura a cada duas semanas. Se ela crescer mais rápido que o resto, é sinal de reduzir um pouco as calorias. Sobre as assimetrias, uma diferença pequena entre os lados é normal em todo mundo e raramente some por completo. O que ajuda é incluir exercícios unilaterais: afundo, búlgaro, leg press com uma perna, desenvolvimento e elevação lateral com halter, remada unilateral. Comece sempre pelo lado mais fraco e faça no lado forte o mesmo número de repetições que o fraco conseguiu, sem passar disso. Ombro esquerdo maior também pode ter a ver com postura ou com o lado dominante, então vale olhar a execução dos exercícios em vídeo. Para a proporção entre perna e tronco, o caminho é priorizar a perna: colocar a perna no começo da semana, quando você está descansado, e treinar duas vezes por semana com volume de verdade. E mantenha o tronco em manutenção, sem cortar, mas também sem aumentar o volume dele agora. Para acertar a meta de calorias que dá esse ritmo de ganho mais limpo, a calculadora de bulking do site faz a conta com o seu peso e o seu nível de atividade: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/

Conta

Navegação

Buscar

Buscar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.