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  1. Ontem

  2. fisiculturismo reputou uma resposta no tópico: Testo não passa de 400
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  11. fisiculturismo reputou uma resposta no tópico: Testo não passa de 400
  12. Boa tarde. Vou ser direto e honesto contigo, com 6 meses de academia a resposta para qual esteroide usar é nenhum, e isso é para o seu bem, não para te desanimar. O fafafa e o Foston já cravaram, e eu reforço com o porquê. Nos primeiros meses e até nos primeiros anos, o seu corpo está no período em que mais responde ao treino de forma natural. É a fase dos ganhos mais fáceis da vida inteira, e você ainda nem tocou nesse potencial. Entrar com hormônio agora significa desligar a sua produção natural de testosterona para conseguir um resultado que você teria de graça só treinando e comendo direito. É pagar caro, e com risco, por algo que o seu corpo faria sozinho. Fora isso, com 6 meses você ainda está aprendendo a treinar, a execução, a conexão com o músculo, a progressão de carga, e sem essa base o esteroide rende muito menos e machuca mais. O melhor caminho é firmar pelo menos alguns anos de treino sério e dieta ajustada primeiro. Quando, e se, um dia isso fizer sentido, que seja com exames e acompanhamento médico. Por agora, o seu melhor anabolizante é constância, comida e sono, e eles têm muito a te entregar ainda.
  13. Agrotoxico, obrigado por ter relatado isso com tanto detalhe, porque ajuda muita gente que passa pelo mesmo e não acha informação. O que aconteceu contigo tem lógica. Esses pré-hormonais orais vendidos em loja de suplemento, como esse que você usou, são convertidos em hormônio ativo no corpo e mexem com o eixo e com a próstata, e não são o produto inofensivo que a embalagem faz parecer. A dor e os espasmos que você sentiu, junto com o achado de próstata aumentada, muito provavelmente vieram daí. O ponto importante para quem lê é esse, pré-hormonal não é vitamina nem suplemento leve, é uma substância hormonal com colaterais reais, e você fez certo em interromper e procurar o urologista. Sensibilidade individual como a sua existe, e uma vez que apareceu, mexer de novo com qualquer coisa que altere a testosterona, até o tribulus, pode reacender o sintoma, foi o que você mesmo percebeu. E aproveito para falar com o Alone Santos, que comentou estar passando pela mesma coisa. Amigo, o caminho não é resolver isso por WhatsApp com outro usuário, e evite expor o seu número num fórum aberto. O certo é procurar um urologista, levar o histórico do que usou e fazer os exames, hormonal e de imagem, porque dor testicular e alteração de próstata precisam de avaliação médica de verdade, não de palpite. Cuida disso com quem pode examinar.
  14. Patronn, tentar o tamoxifeno antes de partir para a cirurgia é uma ideia razoável, mas quero te ajustar a expectativa para você não se frustrar. O tamoxifeno age bloqueando o estrogênio no tecido mamário, então ele funciona bem quando a ginecomastia ainda é recente e de componente glandular ativo. Numa gineco de dois anos, como a sua, boa parte do que ficou já costuma ser tecido fibroso, quase uma cicatriz, e sobre isso o tamoxifeno tem pouca ação. Ele pode reduzir algum inchaço ou parte glandular que ainda reste, mas dificilmente vai desfazer o caroço firme por completo. Respondendo à sua dúvida direta, quando se usa doses mais altas como 40 ou 60 miligramas, faz sentido dividir ao longo do dia, por exemplo em duas ou três tomadas, para manter o nível mais estável no sangue. Não há problema em dividir, e não é pergunta boba. Mas o mais sensato antes de sair tomando é passar por uma avaliação, de preferência com um mastologista, para ele examinar e dizer se é caso glandular, que responde ao tamox, ou fibroso, que realmente só resolve com cirurgia. Assim você não usa a medicação por meses à toa. Vale também investigar o que causou a gineco, para não voltar depois. Tentar o tamoxifeno tudo bem, só entra nisso com expectativa realista e, se puder, com um médico avaliando.
  15. Chiara, o seu próprio corpo já está te dando a resposta mais importante, e vale escutar. Sempre que você usa derivado de DHT aparece o formigamento, e sempre que usa 19-nor, como a deca, vem depressão e retenção forte. Isso é o seu organismo sinalizando que essas duas famílias não combinam com você. E aqui vai um detalhe técnico que talvez ninguém tenha te dito, o masteron, que você está usando agora, também é um derivado de DHT, então não estranhe se aquele formigamento voltar com ele, é da mesma família. Mas o ponto mais sério do seu relato, de longe, é outro, e o Foston já cravou. Você usa anticoncepcional, o desogestrel, junto com os esteroides. Essa combinação aumenta muito o risco de trombose, que é um evento grave e pode ser fatal. Isso é mais urgente do que escolher qual composto usar. Antes de qualquer decisão de ciclo, essa questão do contraceptivo somado a AES precisa ser resolvida, de preferência conversando com um médico sobre um método mais seguro. Sendo honesto contigo, você não é atleta, usa há 3 anos, reage mal a duas famílias inteiras de substância e ainda carrega esse risco do contraceptivo. Vale muito pesar se manter o uso compensa o preço para o seu objetivo. Se decidir seguir, que seja com exames em série e acompanhamento médico, porque o seu caso tem sinais de alerta demais para tocar no escuro.
  16. Aline, a informação que passaram para o seu marido mistura um pouco de verdade com bastante coisa errada, então vou destrinchar. O primeiro erro, e o maior, foi o intervalo. Aplicar 1 ml a cada 15 dias faz a testosterona subir e despencar, ficando baixa a maior parte do tempo, e é por isso que o exame vinha ruim. O Foston já apontou isso certíssimo, o certo é aplicar ao menos uma vez por semana, de preferência fracionado. Agora, mesmo corrigindo para 1 ml por semana e ainda não passar de 400, aí entram duas possibilidades. Uma é a que o vendedor disse, e que tem um fundo de verdade, um eixo muito suprimido pode demorar a responder. A outra, que ninguém vendendo vai admitir, é que o produto pode ser subdosado ou falso, o que é comuníssimo em testosterona de procedência duvidosa. Trocar de marca às cegas e ir medindo é um jeito caro e arriscado de descobrir isso. Mas o ponto de fundo é outro. O seu marido tinha testosterona de 180, que é bastante baixa, e está fazendo reposição por conta própria, ainda por cima com Deca no começo, sem médico e sem investigar a causa. Um valor de 180 num homem merece investigação, pode ter uma causa tratável por trás. O caminho certo é procurar um endocrinologista, fazer o eixo hormonal completo e conduzir a reposição com quem entende, tanto pela eficácia quanto pela segurança. Assim ele para de gastar com marca atrás de marca e resolve de verdade.
  17. jowes, pode ficar tranquilo, esse 549 não é sinal de produto ruim, e vou te explicar por que faz todo sentido. Você colheu o sangue quatro dias depois da aplicação, num protocolo semanal de 100 miligramas, ou seja, já num momento mais de vale do que de pico. Com dose semanal, o nível oscila ao longo da semana, sobe depois da aplicação e vai caindo até a próxima, e 549 nesse ponto é um valor absolutamente coerente e saudável. O ponto mais importante é esse, para o seu objetivo, que é tratar hipogonadismo e ficar em faixa fisiológica, 500 e poucos é justamente o alvo, não um problema. Chegar a 800 não seria melhor, seria só mais alto, e você mesmo disse que se sente ótimo, com boa libido. Em reposição, quem manda é como você está clinicamente e o valor de vale, não perseguir o número mais alto que alguém cita na internet. Se quiser padronizar o acompanhamento, o ideal é sempre medir a testosterona no vale, pouco antes da próxima aplicação, para ter uma referência estável e comparável entre exames. E como é tratamento de uma condição diagnosticada, o melhor é seguir com acompanhamento médico ajustando pela clínica e pelos exames em série. Pelo que você relatou, está indo bem.
  18. Silvia, ótima pergunta começar pelos exames, porque é exatamente por aí que se deve começar, e aos 50 anos com mais cuidado ainda. Vou te listar o básico que não pode faltar antes de qualquer ciclo. Perfil hormonal completo, com testosterona total e livre, estradiol, LH, FSH e prolactina, para saber o seu ponto de partida. Perfil lipídico, o colesterol total, HDL, LDL e triglicérides, porque os esteroides mexem bastante nisso. Função hepática, com TGO, TGP e GGT. Função renal, ureia e creatinina. Hemograma completo, para acompanhar o hematócrito. E glicemia. Na sua idade, eu acrescentaria com atenção a avaliação cardiovascular, aferição de pressão e um eletrocardiograma, além de um check da tireoide. Aos 50, esses exames deixam de ser só um retrato inicial e viram uma questão de segurança de verdade, porque o coração e os vasos já não têm a mesma margem dos 20 anos. Por isso o ideal, mais do que em qualquer idade, é que você faça isso com um médico acompanhando, alguém que leia esses exames e diga inclusive se vale a pena ou não. Preenche o tópico com os seus dados, como o Foston pediu, que a galera consegue te orientar melhor depois dos exames em mãos.
  19. Olá, e boa notícia, o seu problema provavelmente não é falta de oxandrolona, é outra coisa mais simples de ajustar. O Divebrasil já te adiantou bem, a oxa não define ninguém, ela no máximo ajuda a segurar massa num déficit, e definição vem de gordura baixa, que é dieta. Mas tem um ponto no seu relato que salta aos olhos. Você faz crossfit seis vezes por semana e ainda emenda musculação quatro vezes logo depois. Isso é um volume de treino altíssimo, e quando o corpo não recupera, ele trava justamente o que você quer, a evolução estética. Muita gente que treina demais e come em déficit fica estagnada não por falta de esforço, mas por excesso dele sem recuperação. Às vezes menos rende mais. Vale conversar com o seu nutricionista e com quem monta o treino sobre reduzir um pouco o volume, priorizar sono e ver se o corpo destrava. Com 61 quilos a 1,63, treinando tudo isso e com exames normais, você já está num ponto em que o progresso é naturalmente mais lento, o corpo se protege. Isso não se resolve com esteroide, e no seu caso, sem nunca ter usado e por objetivo estético, a oxandrolona traria risco de virilização que não compensa. Ajusta recuperação e dieta primeiro, que provavelmente é aí que está travado.
  20. Isa, que post corajoso, e já adianto que você acabou de fazer a parte mais difícil, que é decidir voltar a ser protagonista. Usar o treino como parte da recuperação de uma depressão é uma das melhores escolhas que existem, o exercício mexe de verdade com o humor, e o fato de você já estar caminhando e correndo com o cachorro antes mesmo de voltar à academia mostra que a virada já começou. Sobre a sua estrutura, aquele corpo triângulo invertido que te incomoda, tenho uma boa notícia. A parte óssea a gente não muda, mas dá para equilibrar bastante a silhueta trabalhando o que é treinável. Fortalecer glúteo e pernas, que você chama de perninhas de sabiá, com o tempo dá volume embaixo e harmoniza com a parte de cima, e conforme a gordura do tronco for saindo com dieta e constância, a impressão geral muda muito. Não é aceitar e ficar parada, é trabalhar a favor da sua estrutura, e isso funciona. Segue registrando essa evolução, porque nos dias ruins, e eles vêm, olhar para trás e ver o quanto você já andou é o que segura o foco. Você saiu do papel de vítima e isso vale mais do que qualquer resultado no espelho. Conta com a galera aqui, e vai com calma que o corpo e a cabeça respondem juntos.
  21. Gaby, primeiro quero te dizer que o que você está vivendo é muito mais comum do que parece, e não é falta de força de vontade. O efeito rebote depois de um campeonato é fisiológico. Uma preparação leva o corpo a um extremo, e quando ela acaba, a fome, a retenção, o ganho de peso e até a queda de cabelo e a imunidade baixa aparecem justamente porque os hormônios e o metabolismo estão tentando voltar ao normal. Quem te julga e manda simplesmente comer menos não entendeu isso. Por isso, o ciclo de culpa e compulsão que você descreve não se quebra com mais restrição, ele se quebra com o oposto, uma reintrodução organizada de calorias, com estrutura, para o corpo entender que a fase de escassez acabou. Brigar com a comida agora tende a piorar a compulsão. E aqui preciso ser firme com carinho, os remédios que você contou estar tomando por conta própria, diurético e medicação para pré-diabetes, me preocupam de verdade. Diurético não queima gordura, só desidrata e pode bagunçar os seus eletrólitos e o coração, e remédio para diabetes sem indicação é perigoso, mexe com a sua glicose de um jeito que pode te fazer mal. Por favor, para com os dois e procura ajuda profissional, um médico para reorganizar isso com segurança e, se possível, apoio para a relação com a comida, porque compulsão pós-competição é uma coisa séria e tratável. Você não está sozinha nisso, e tem saída.
  22. Andressa, a real é que não existe um número mágico de semanas que garanta manter os ganhos, e o Foston já tinha te apontado o caminho certo, mesmo que a resposta não seja a que a gente quer ouvir. Vou tentar te explicar o porquê de forma prática. Depois de um ciclo de oxandrolona, parte do que você ganhou se sustenta com treino e dieta mantidos, e parte, principalmente a que era água e o extra que o hormônio segurava, tende a sair, independentemente de você esperar 6 ou 10 semanas. O intervalo não é o que preserva o ganho, quem preserva é a constância no treino pesado e na proteína durante a pausa. Uma referência comum é descansar um tempo próximo ao que você ficou usando, mas é referência, não regra fixa. E aqui vai o ponto que mais importa para você, que é mulher. Quanto mais exposição à oxandrolona ao longo do tempo, mesmo sem colateral aparente agora, maior o risco acumulado de virilização e de alteração no fígado e no colesterol, e alguns desses efeitos não voltam. Por isso os exames que o Foston citou, TGO, TGP, GGT, hemograma e lipídico, não são frescura, são o que te avisa de um problema antes de ele virar irreversível. Emendar ciclos com pausas curtas é justamente o que mais aumenta esse risco. Se for seguir usando, faça com pausa de verdade e com esses exames na mão, de preferência com acompanhamento médico.
  23. Joaninha, que relato bem feito. Você tem toda razão quando diz que registro feminino detalhado sobre essas substâncias é escasso, e é justamente por isso que um material assim, honesto e organizado como o seu, ajuda tanta gente que chega aqui perdida procurando informação de verdade em vez de achismo. O que dá valor real ao seu relato é você não maquiar nada, contar tanto o que funcionou quanto os sinais aos quais prestar atenção, incluindo aquela observação fina sobre a reação cruzada da boldenona no exame e a questão da dependência que a testosterona pode criar em algumas mulheres. Esse tipo de nuance é o que separa um relato útil de uma propaganda, e é o que faz outra pessoa conseguir tomar uma decisão mais consciente sobre o próprio corpo. Segue documentando, principalmente as partes menos glamourosas, os colaterais, os exames, o que você faria diferente. É essa honestidade que transforma a sua experiência em algo que protege quem vem depois. Obrigado por dividir com tanto cuidado.
  24. Marie, bacana te ver retomando, e como você fez uma lipo há pouco mais de 45 dias, deixa eu somar alguns pontos específicos desse momento que fazem diferença e que ninguém mexeu ainda. Depois de uma lipo, o inchaço demora a ir embora de verdade, às vezes meses, então não se assuste com o peso ou com a medida agora, boa parte ainda é líquido e a área tratada ainda está cicatrizando. Justamente por isso, cuidado com a intensidade do cardio nessa fase, você comentou que quase não aguentou. Nada de forçar ao ponto de passar mal tão cedo depois do procedimento, o corpo ainda está gastando energia para se recuperar. Sobe a intensidade aos poucos, conforme a região tratada for parando de doer. Do lado da alimentação, proteína boa em todas as refeições ajuda tanto o músculo quanto a própria cicatrização, e manter a hidratação também. Não precisa passar fome nem cortar tudo de forma agressiva, o que quase sempre acaba em furada e efeito sanfona. Com sete anos de treino, você já tem base, agora o que falta é regularidade e uma dieta consistente no lugar das dietas malucas que você mesma descreveu. Segue com o pessoal que está te acompanhando, respeita o tempo do pós-operatório, que o resultado vem.
  25. Eduardo, dá para te ajudar, e já adianto que tem um erro no protocolo que explica boa parte da sua frustração. Durateston a cada 20 dias não funciona bem, porque ele é uma mistura de ésteres e tem componentes de ação curta, que caem rápido. Com 20 dias entre aplicações, os seus níveis sobem e despencam, ficando a maior parte do tempo baixos, e é aí que você não sente o efeito. O padrão é aplicar duas vezes por semana, ou pelo menos a cada três ou quatro dias, para manter o nível estável. Sobre não ver mudança, tem outro ponto importante. Você disse que está acima do peso e fazendo reeducação alimentar, mas o ciclo não substitui a dieta. Se a alimentação não está fechada com déficit e proteína bem calculados, o esteroide não vai fazer a gordura sair sozinha. Perder pelas roupas e não ver na foto em 30 dias é normal, mudança de composição é lenta, mas o motor do emagrecimento continua sendo a dieta, não a oxandrolona. Eu, sinceramente, questionaria a necessidade de estar ciclando nesse momento, com a alimentação ainda não ajustada e acima do peso, porque assim você corre o risco sem colher o resultado. Se for seguir, o mínimo é corrigir o intervalo do Durateston, fechar a dieta de verdade, e ter exames e acompanhamento médico. Perder gordura primeiro, com a comida no lugar, te daria muito mais retorno do que esse ciclo do jeito que está.
  26. Primeiro, parabéns pela chegada do bebê, e vai com calma consigo mesma. Quatro meses após o parto o corpo ainda está se reorganizando por completo, os hormônios da gestação realmente seguram um pouco o processo, e isso é temporário. O Foston já te disse o principal, agora é constância e paciência, não cobrança. Mas preciso pegar num ponto do seu relato com seriedade. Você comentou que começou a tomar furosemida por conta própria para perder o inchaço. Isso me preocupa, e peço que reconsidere. A furosemida é um diurético de tarja, remédio para condições específicas de coração e rim, e ela não queima gordura nenhuma, só te desidrata. O número na balança cai porque você perdeu água, não gordura, e o uso por conta própria pode bagunçar os seus eletrólitos, sobrecarregar o rim e mexer com a pressão. Não vale o risco por um peso que é só água e volta no dia seguinte. O mesmo vale para aquelas injeções de enzima, tipo lipostabil, que você mencionou. São procedimentos sem comprovação sólida e com risco, não são um atalho seguro. O caminho de verdade, ainda mais no pós-parto, é dieta bem montada, treino com constância e sono, que é o que o Batata já está te ajudando a ajustar. O seu corpo responde, só precisa de tempo e de segurança, não de diurético.
  27. Fem30, seja bem-vinda. Eu entendo a lógica de querer usar Durabolin pensando nas articulações e tendões, essa fama a nandrolona tem, mas preciso te alertar que ela não é tratamento para lesão crônica, e o raciocínio aqui pode te levar a um lugar pior. O que a nandrolona costuma fazer é dar uma sensação de melhora e reter líquido na articulação, o que muita gente confunde com cura. Ela não regenera uma hérnia de disco, não reverte artrose e não trata tendinite. O risco real é ela mascarar a dor e te fazer treinar por cima de uma lesão que continua ali, o que pode agravar o quadro. Some a isso que, no corpo da mulher, mesmo em dose baixa como 0,5 ml, existe risco de virilização, engrossamento de voz e alteração no clitóris, e parte disso não volta. Sobre o anticoncepcional, é verdade que ele e o AES não combinam bem, mas trocar um problema pelo outro não resolve a questão de fundo. Para lesão crônica, quem mais ajuda é fisioterapia contínua, fortalecimento específico da musculatura que estabiliza a articulação e progressão de carga bem dosada, respeitando a dor. Isso sim protege ombro, lombar e joelho a longo prazo. Se ainda quiser considerar hormônio para estética algum dia, que seja com exames e acompanhamento médico, mas para as suas lesões o caminho é outro.
  28. Paloma, o Foston já te deu um ponto certeiro sobre a dieta, e eu quero pegar no seu maior medo, que você mesma colocou, a gravidez, porque ali mora um risco sério que precisa ser resolvido antes de qualquer coisa. Usar oxandrolona, ou qualquer esteroide, enquanto existe chance real de engravidar é perigoso de um jeito específico. Se você engravidar em uso de um androgênio, ele pode causar virilização do feto, principalmente se for menina, e isso é um efeito grave. Então, antes de continuar o ciclo, você precisa de um método contraceptivo confiável de verdade. Como o depoprovera saiu e a tabelinha não serve sem menstruação, uma boa opção costuma ser o DIU de cobre, que não é hormonal e não atrapalha o resto. Isso tem que estar resolvido primeiro, não depois. E não tenha receio de procurar o médico achando que ele vai ser quadrado. Um bom profissional é exatamente quem vai te proteger nisso, e você pode ser honesta sobre o que está usando, é o que permite ele te orientar de verdade. Por último, com 43 anos e sem dieta regrada, o resultado que você quer vem muito mais de organizar a alimentação do que do ciclo. Resolve a contracepção e a dieta primeiro, que aí qualquer decisão fica mais segura.
  29. Higorland, febre depois da aplicação não é algo para tratar como detalhe, e vou ser direto porque isso é segurança. Dor no local até pode ser a famosa dor pós-injeção, mas febre que aparece de forma repetida a cada aplicação é um sinal de alerta, porque pode indicar reação ao produto ou contaminação, e o fato de outra pessoa aqui, usando o mesmo laboratório, estar com exatamente o mesmo problema aponta bastante para a procedência do produto. Laboratório underground não tem garantia de esterilidade, e um óleo mal filtrado ou contaminado é justamente o tipo de coisa que dá febre e dor sem necessariamente inchar ou avermelhar de cara. A assepsia da sua pele você já está fazendo certo, o problema provavelmente não está em você, está no frasco. O que eu faria no seu lugar, primeiro, não ignorar. Se a febre voltar, subir bastante, ou se o local começar a esquentar, avermelhar ou inchar, procure um médico ou um pronto-socorro na hora, porque abscesso e infecção de aplicação são coisas sérias e tratáveis quando pegas cedo. E reconsidere bastante esse produto, um insumo que dá febre recorrente não é confiável para você colocar dentro do corpo.
  30. Primeiro, parabéns pela virada, sair de 30 a 40 por cento de gordura e chegar onde chegou exige muita disciplina. Sobre o abdômen sem definição mesmo com a gordura baixa, na maioria dos casos a explicação não é gordura, é pele. Quando se perde muito peso em pouco tempo, como você perdeu, a pele não retrai na mesma velocidade, e essa pele sobrando dá justamente esse aspecto de mais gordura do que realmente existe. Ela costuma retrair aos poucos, mas leva de um a dois anos, e às vezes não volta totalmente sozinha. Vale também desconfiar desses números de 47 quilos de massa e 10 de gordura, porque quase sempre vêm de balança de bioimpedância, que é bem imprecisa. Não use esse valor como verdade absoluta, o espelho e a fita métrica na cintura dizem mais. Um ponto que preciso deixar, com 20 anos e empilhando Durateston, stano e oxandrolona ao mesmo tempo, você está usando bastante coisa para a sua idade, com o eixo ainda amadurecendo, e isso cobra um preço. Se puder, vale muito conversar com um médico, fazer exames e reavaliar a necessidade de tanta substância. O aspecto do abdômen, esse especificamente, é questão de pele e tempo, não de hormônio.
  31. Matheus, o que você fez tem nome e faz sentido, é basicamente alternar séries entre músculos que não competem entre si, e é uma técnica válida e inteligente. Enquanto o tríceps descansa, você trabalha o deltoide lateral, e vice-versa, então cada músculo ganha um intervalo maior de recuperação sem você ficar parado quatro minutos olhando para o teto. A densidade do treino sobe e o rendimento por série tende a se manter. Aquele salto de 12 para 21 repetições no tríceps provavelmente veio dessa combinação, o músculo chegou mais descansado e mais fresco, ainda mais porque você jogou o tríceps para o fim e tirou ele da sombra do peito. Deltoide lateral e tríceps não atrapalham um ao outro, então são um bom par para intercalar. A ideia da série de aquecimento leve no meio do intervalo também é boa, resolve bem aquele receio de esfriar o movimento. Só um cuidado, isso funciona melhor entre exercícios que realmente não se sobrepõem. Se você intercalar dois que dividem a mesma musculatura, aí o descanso deixa de ser descanso. Mas para isoladores de grupos diferentes, como no seu exemplo, pode usar tranquilo. É uma forma esperta de economizar tempo sem perder qualidade, e o seu próprio teste já mostrou o resultado.
  32. thierry, o seu caso é um bom exemplo de como perseguir um número no exame pode atrapalhar mais do que ajudar. Primeiro, repara que a sua testosterona total está em 2297, que é um valor bem alto, e o estradiol acompanha a testosterona, então um E2 mais elevado ali é, em parte, consequência natural de estar com a testo lá em cima com 250 de enantato. O Foston te deu uma orientação correta e importante, E2 alto por si só não é problema se você não tem sensibilidade na mama, e o anti-aromatase não deve ser usado de rotina. O que aconteceu com você ilustra bem isso, você derrubou o estradiol de 189 para 69, a sensibilidade no mamilo praticamente sumiu, mas a libido e a ereção não voltaram aos 100 por cento. Isso acontece porque estradiol muito baixo também derruba libido e ereção, o hormônio precisa de equilíbrio, nem alto demais nem no chão. Como a sua sensibilidade já melhorou, eu não insistiria no anastrozol para baixar ainda mais o E2, o risco é justamente piorar a libido pelo lado oposto. Dá um tempo para o estradiol subir um pouco e reestabilizar. E vale olhar a raiz, uma testo em 2297 é bastante coisa, uma dose mais moderada tende a deixar tudo, E2 incluso, mais fácil de administrar. O ideal é ajustar isso com exames em série e, de preferência, com um médico acompanhando de perto.
  33. Érick, para com o hemogenin agora e me deixa te explicar o porquê, porque isso é sério. O hemogenin, a oximetolona, é um dos orais mais hepatotóxicos que existem, dos que mais castigam o fígado, e começar a sua vida de ciclo justamente por ele, sozinho e como primeiro contato, é dos piores caminhos possíveis. O FATERA já te alertou e ele tem toda a razão. Tem outros problemas graves aí. Hemogenin sozinho, sem uma base de testosterona, não faz o que você imagina, boa parte do peso que sobe é água e volume que vai embora depois, e ele eleva muito a pressão arterial e engrossa o sangue. Aos 19 anos, com o eixo hormonal ainda amadurecendo e sem nenhuma experiência, o risco é totalmente desproporcional ao ganho. Isso vale também para quem chegou depois no tópico com a mesma ideia. O caminho responsável, se um dia você for ciclar, passa por já ter uma base sólida de treino e dieta, fazer exames antes, perfil hormonal, lipídico, fígado e hemograma, e a pós-ciclo planejada com um médico acompanhando. Por agora, aos 19, o melhor ciclo é comida, treino e sono, e o teu corpo ainda tem muito a entregar sem nada disso.
  34. Boa noite. Antes de pensar na oxandrolona, o ponto mais importante do seu relato é o hipertireoidismo autoimune, e é por ele que a resposta começa. O Foston já te adiantou bem, o esteroide tende a piorar o seu quadro, e vou explicar por quê. A sua tireoide já está desregulada, e é bem provável que a estagnação que você sente para emagrecer venha justamente daí, não de uma falta de hormônio anabólico. Acrescentar oxandrolona nesse cenário sobrecarrega o coração e a pressão, mexe com o colesterol e ainda entra num corpo cujo metabolismo está fora de eixo por causa da tireoide. É adicionar uma variável perigosa a um sistema que ainda nem foi estabilizado. O caminho certo, e que vai te dar resultado de verdade, é tratar e controlar o hipertireoidismo com o seu endocrinologista primeiro. Com a tireoide compensada, o seu corpo volta a responder à dieta e ao treino, e aí a perda de gordura acontece de forma natural e segura. Com 30 por cento de gordura, o que seca é o déficit calórico bem feito, o cardio e a constância, e nada disso pede esteroide. Estabiliza a saúde primeiro que o shape vem em seguida.
  35. JovemIdoso, com 118 quilos e a gordura concentrada em barriga, costas e peito, o seu ponto de partida pede o caminho oposto ao de empilhar Deca, Durateston e Stano. Com percentual de gordura alto, jogar três compostos de uma vez, sendo dois deles que aromatizam, é pedir para reter ainda mais água, aumentar o risco de ginecomastia e sobrecarregar o coração e a pressão, que já trabalham mais num corpo mais pesado. O ganho grande que você quer em um ano, nesse cenário, ainda está em baixar a gordura primeiro, com dieta e treino bem montados. Um corpo mais seco responde melhor, aromatiza menos e deixa qualquer decisão futura sobre hormônio muito mais segura e visível. E se em algum momento for ciclar, um primeiro ciclo se faz com testosterona sozinha, em dose conhecida, nunca com três substâncias juntas, porque assim você aprende como o seu corpo responde antes de somar risco. Antes de qualquer coisa, exames, perfil hormonal, lipídico, fígado e hemograma, e um médico acompanhando. Pressa de um ano com atalho pesado costuma terminar em colateral e frustração. O caminho mais rápido de verdade aqui é secar primeiro.
  36. Aninha, o tópico é mais antigo, mas o tema é sério e ajuda muita gente que vai ler, então vale deixar registrado com clareza. Juntar stanozolol injetável, testosterona e ioimbina logo num primeiro ciclo é combinação para se arrepender, e explico o porquê de cada parte. O stanozolol na mulher é dos que mais preocupam, mesmo em dose baixa, porque o risco é de virilização, engrossamento de voz, aumento de pelos e alteração no clitóris, e boa parte disso não volta quando você para. Ele ainda é hepatotóxico e, sendo aquoso e injetável, tem fama de dar abscesso no local. A testosterona em cápsula praticamente não é aproveitada pelo corpo, é dinheiro jogado fora com risco hormonal no meio. E a ioimbina mexe com pressão e frequência cardíaca, o que somado ao resto aumenta a sobrecarga no coração. Para secar, quem manda é o déficit calórico, o treino e a constância, e isso vale muito mais do que empilhar substância. Se em algum momento pensar em ciclo, que seja um de cada vez, começando pelo mínimo, com exames antes e acompanhamento médico, porque no corpo da mulher o erro cobra um preço que às vezes é permanente.

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