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  2.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Perde de peso dieta x treino correta orientação
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  12. @Ravena , o cansaço que você relatou depois de começar a dieta e os exercícios é o ponto que eu investigaria primeiro, porque ele derruba a constância antes de qualquer erro de cardápio. As causas mais comuns em quem começa um déficit são simples. Calorias baixas demais, principalmente com pouco carboidrato perto do treino. Sono curto ou ruim. E deficiências que aparecem muito em mulheres, como ferro baixo, que se vê pela ferritina e não só pela hemoglobina, além de vitamina B12 e vitamina D. Como você já acompanha nódulos na tireoide, o TSH e o T4 livre entram no mesmo pedido. A maioria dos nódulos não muda a função da glândula, mas quando muda, cansaço e dificuldade para perder peso são sintomas típicos. Vale levar esses exames para a endocrinologista olhar junto. Sobre a dieta, o @davidevh levantou pontos certos. Chá mate antes de dormir tem cafeína e pode atrapalhar justamente o sono que ajuda na recuperação. Trocar por camomila, como o @Batata... sugeriu, faz sentido. Água com limão não muda o pH do sangue, porque o corpo mantém o pH dentro de uma faixa estreita o tempo todo. E suco detox não desintoxica nada que fígado e rins já não façam. Se você gosta, pode tomar, mas eles não fazem parte do que vai trazer resultado. O que traz resultado é um déficit moderado mantido por semanas, proteína suficiente em todas as refeições e musculação com cargas progredindo. E sobre o chá verde no treino: um litro inteiro soma uma quantidade razoável de cafeína. Se você já toma mate e café, a soma pode passar do ponto e piorar sono e ansiedade. Para saber de quantas calorias você precisa para perder gordura sem cair num déficit exagerado, a calculadora do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  13. O pessoal acertou ao chamar a dose de alta, mas vale explicar o tamanho do risco, porque quem lê o relato pode achar que seis semanas curtas compensam a dose. Os protocolos femininos de oxandrolona costumam ficar entre 5 e 10 mg por dia. O pico do esquema da autora é 45 mg, de quatro a nove vezes isso, durante duas semanas, e a média do ciclo fica perto de 30 mg. Com androgênio, a virilização depende mais da dose do que da duração. Ciclo curto não protege. Os sinais aparecem às vezes em poucas semanas, e alguns ficam para sempre: voz rouca ou mais grossa, aumento do clitóris e pelos grossos no rosto. Pele oleosa, como ela já notou na primeira semana, é o primeiro aviso de que o corpo está respondendo ao androgênio. Se a voz mudar, mesmo que pouco, a conduta é parar na hora e não esperar a redução programada. Nessa dose a oxandrolona também derruba o HDL de forma importante e pode subir as enzimas do fígado. Perfil lipídico e TGO, TGP e gama GT antes, no meio e algumas semanas depois do ciclo mostram como o corpo está lidando com isso. E anticoncepção confiável é obrigatória, porque androgênio na gestação pode masculinizar um feto do sexo feminino. Sobre a dieta, o @davidevh e a @Sereiafit têm razão em parte. O whey isolado no pós-treino não faz mal, só não traz vantagem sobre o whey comum fora de uma dieta muito restrita em carboidrato. O que manda no resultado é o total de proteína e calorias do dia, e com proteína em todas as refeições e o carboidrato concentrado perto do treino, a base está boa. Para consultar efeitos, colaterais e exames de controle da oxandrolona, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  14. @Brunna Raphaella , o esquema em mililitros não diz a dose sem saber qual produto é, e essa é a primeira coisa a esclarecer. O clembuterol mais usado nesse meio é o gel veterinário para cavalos, com 20 mcg por ml. Se for esse, o seu plano vai de 20 mcg no primeiro dia a 100 mcg por dia no fim. 100 mcg é o teto que muitos homens usam, e por isso as pessoas disseram que estava alto. Xaropes de uso humano têm concentrações bem menores, então a mesma quantidade em ml daria uma dose muito diferente. Sem saber o produto, o esquema pode estar alto ou sem sentido. Mais importante que a dose são os riscos. O clembuterol acelera o coração e pode causar arritmia, sobe a pressão e derruba o potássio no sangue, o que provoca cãibra forte e também favorece arritmia. Tremor nas mãos, insônia e ansiedade são comuns. Em pessoas com algum problema cardíaco não diagnosticado, já houve casos graves. Se sentir palpitação forte, dor no peito, falta de ar ou desmaio, pare e procure atendimento. E não junte com cafeína em dose alta, termogênicos ou pré-treino, porque os efeitos no coração se somam. O efeito na perda de gordura em humanos é modesto. Os estudos que mostram queima de gordura e preservação de músculo são, em grande parte, em animais. Com 19 anos, 1,64 m e 73 kg, quem vai fazer o trabalho pesado é o déficit calórico mantido por alguns meses, com proteína alta e musculação. Nessa situação, o clembuterol acrescenta pouco resultado e muito risco. Como o @davidevh comentou, ele só começa a fazer alguma diferença quando a gordura já está baixa e o objetivo é tirar os últimos quilos. Para saber de quantas calorias você precisa para perder gordura num ritmo saudável, a calculadora de déficit do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  15. Para quem chegar aqui com a mesma dúvida da @Vitoria12 e do @rodrigo.souza: o @Toxi resumiu bem. Não existe como saber se um frasco de laboratório clandestino é bom pelo rótulo, pela foto, pelo código de autenticação no site ou pelo relato de quem usou. Código no site só prova que a etiqueta saiu da mesma gráfica, como o @davidevh lembrou. E relato de que a substância "é boa" costuma refletir mais a dose que a pessoa aplicou e a expectativa dela do que o conteúdo real. Só uma análise química feita em laboratório diz qual substância tem no frasco e em que concentração. Fora isso, o que dá alguma pista é o exame de sangue. No caso de produto com testosterona, como o enantato, dosar a testosterona total algumas semanas depois do início mostra se ela subiu de forma compatível com a dose. Para boldenona e primobolan não existe um exame simples equivalente, e a falsificação ou a troca por outra substância passa despercebida. O risco que mais preocupa nem é o produto vir fraco, e sim a esterilidade. Injetável preparado sem controle pode vir contaminado e causar abscesso, que às vezes precisa de drenagem cirúrgica. Os sinais para observar são dor que piora depois de dois ou três dias, vermelhidão quente que se espalha, endurecimento no local e febre. Frasco com partículas, óleo turvo ou depósito no fundo não deve ser aplicado. Para consultar efeitos, colaterais e exames de controle de cada substância, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  16. Hoje

  17. @Thierry R. , os exames que você postou mudam a leitura do caso, e vale deixar isso claro para quem chegar aqui com a mesma dúvida. Antes do ciclo, sua testosterona total era 349, com LH e FSH normais e SHBG baixa, de 15. Com SHBG baixa, uma parte maior da testosterona fica livre, e por isso a biodisponível de 235 e a livre calculada de 10 estão dentro do normal para a maioria dos laboratórios. O seu eixo funcionava. Não era um caso de hipogonadismo que pedisse reposição, como o @Apollo Galeno apontou. Os sintomas de quatro anos, com desânimo, libido baixa e humor para baixo, combinam mais com a depressão que o psiquiatra estava tratando do que com falta de hormônio. E o LDL de 104 também está bom, ao contrário do que foi dito. Isso é importante por causa do que vem agora. A testosterona e a nandrolona deram um ânimo forte nessas semanas. Quando o ciclo acaba, a produção própria está desligada, e durante a recuperação a testosterona fica abaixo do que você tinha antes. Em quem já tem depressão, essa fase pode trazer uma queda de humor bem mais forte que a original. Por isso, não faça o desmame do antidepressivo sozinho nesse período. Converse com o psiquiatra, conte do ciclo e da TPC, e deixe qualquer ajuste para depois que os hormônios voltarem. Se o humor despencar ou aparecerem pensamentos de se machucar, procure atendimento na hora. Na TPC proposta, a ioimbina merece um alerta específico. Ela não tem efeito comprovado na recuperação da testosterona, sobe pressão e ansiedade, e age no mesmo receptor que a mirtazapina, o Remeron, também bloqueia. Somar as duas não traz benefício claro e aumenta a chance de ansiedade e insônia. O hCG e o tamoxifeno são a parte da TPC com fundamento. Depois de alguns meses, repetir testosterona total, LH, FSH e estradiol mostra se a recuperação aconteceu. E uma correção ao @AnabolLecter: não existe evidência de que a testosterona normal do homem há cem anos fosse quatro vezes maior. Os estudos mostram uma queda pequena entre gerações, perto de 1% ao ano em algumas populações. 3.000 ng/dL é um nível de ciclo, não de avô. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  18. Ricardo Detoni entrou na comunidade
  19. Este tópico virou uma boa referência sobre exames em TRT, e vale fechar alguns pontos técnicos que ficaram abertos, porque quem chega aqui pela busca vai ter exames parecidos. O HDL é o melhor exemplo. Ele foi de 40 para 61 em pouco mais de duas semanas. Esse salto combina muito mais com a saída da oxandrolona, que tinha terminado em 29/09, do que com a sinvastatina ou o ômega 3. A estatina mexe principalmente no LDL, e o LDL praticamente não mudou (140 para 139). O ômega 3 baixa triglicerídeo, mas quase não sobe HDL. Ou seja, o raciocínio do @Toxi se confirmou nos próprios números: a oxandrolona derruba o HDL de forma intensa e reversível, e parar costuma bastar. O TGO acima da referência com TGP normal também merece outra leitura. O TGO existe no músculo em quantidade grande, e quem treina pesado seis vezes por semana costuma ter o TGO alto por lesão muscular do treino, não do fígado. A CK no mesmo exame ajuda a separar uma coisa da outra. Para avaliar o fígado, o TGP e a gama GT dizem mais. Sobre o estradiol de 159 e depois 121: em homem com testosterona alta, o estradiol sobe junto, e a conduta deve seguir os sintomas, como sensibilidade no mamilo, retenção ou queda de libido, e não só o número. Tem também a questão do método. Muitos laboratórios dosam estradiol por imunoensaio, que em homem pode dar valores acima do real. Quando o número vai guiar remédio, vale pedir por espectrometria de massa. E uma correção sobre o exemestano, citado pelo @Foston: ele inativa a aromatase de forma irreversível, mas o corpo continua produzindo enzima nova. Ao parar, a aromatização volta. Os suores noturnos e o despertar com sede apareceram depois do tamoxifeno, e fogachos e suor noturno estão entre os efeitos colaterais mais comuns dele, também em homens. Além disso, com 140 mg de testosterona e mais nandrolona, o hematócrito sobe, e sangue mais concentrado pode dar sede, dor de cabeça e calor. O hemograma estava normal antes, mas vale repetir antes do ciclo maior. A testosterona de 19,5 ng/dL num homem usando 140 mg por semana não é compatível com o uso. O mais provável é erro de amostra, de diluição ou de digitação, e o certo é repetir em outro laboratório antes de qualquer decisão, como o próprio autor percebeu. Por fim, para o ciclo planejado com 400 mg de nandrolona por semana, os exames que mais protegem são hematócrito, pressão arterial medida em casa e perfil lipídico no meio do ciclo, além do ecocardiograma que ele já tinha feito. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  20. @Mylena Cristina , a sua última mensagem tem a informação mais importante do tópico inteiro: voz um pouco mais rouca e aumento do clitóris. Esses são os dois sinais clássicos de virilização, e eles apareceram depois de uma única aplicação. Isso faz sentido: 1 ml de Deca são 200 mg de nandrolona, e 1 ml de Durateston são 250 mg de testosterona. É uma dose de homem, e os ésteres dessas duas são longos. A Durateston tem o undecanoato e a Deca tem o decanoato, que continuam liberando hormônio por semanas depois da aplicação. Ou seja, mesmo sem aplicar mais nada, seu corpo ainda está recebendo androgênio. Por isso a conduta agora é não aplicar mais nada. Nem a dose menor de Deca, nem a oxandrolona logo em seguida. Primeiro deixe o que já está no corpo sair e veja até onde os sinais regridem. Como você canta, procure um otorrino ou fonoaudiólogo o quanto antes. A @Sereiafit descreveu bem como a voz fica: falha, perde os agudos e cansa. Quanto antes a avaliação, maior a chance de a fono ajudar a proteger o que não mudou. Outra coisa urgente: você contou que não usa anticoncepcional. Faça um teste de gravidez, e daqui para frente use um método confiável, como DIU de cobre ou camisinha em todas as relações. Androgênio na gestação pode masculinizar um feto do sexo feminino. Uma correção na orientação que você recebeu aqui: 200 mg de cafeína três vezes por dia somam 600 mg, acima dos 400 mg diários considerados seguros para adultos. Somado a café e pré-treino, isso pode causar taquicardia, ansiedade e insônia. Para perder gordura, o déficit calórico e o treino fazem quase todo o trabalho. E para a @Lari2, que entrou no tópico depois: 600 g de proteína por dia para 45 kg não é possível de comer nem faria sentido. Provavelmente esse é o peso das carnes e não da proteína, e vale conferir num aplicativo. O diurético para evitar retenção não é necessário com 25 mg de Deca e traz risco de perder potássio e sódio. Só use com indicação do médico que acompanha o ciclo. Para consultar efeitos, colaterais e exames de controle da nandrolona e da testosterona, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  21. @alineverazani , os resultados são reais e a dieta claramente funcionou. Mas um número dos seus exames merece mais atenção do que recebeu aqui: testosterona total de 179. A faixa normal da mulher fica mais ou menos entre 15 e 70 ng/dL, dependendo do laboratório. 179 está duas a três vezes acima do limite de cima. É um nível que já explica a acne que dobrou no segundo mês, a pele e o cabelo muito oleosos e a libido fora do comum. E é nessa faixa que começam os efeitos que não somem quando se para: voz rouca ou mais grossa, aumento do clitóris e pelos grossos no rosto. O seu médico já reduziu o gel, o que foi uma boa decisão, mas a oxandrolona subiu ao mesmo tempo. Vale perguntar a ele qual é o nível de testosterona que ele quer alcançar e repetir o exame antes de dezembro, não só na consulta. Tem um detalhe a mais no seu caso. Ovário policístico já costuma vir com excesso de androgênio, e é por isso que muitas mulheres com SOP têm acne e pelos a mais. Acrescentar testosterona e oxandrolona soma em cima disso. Não é proibido, mas pede monitoramento mais apertado: exame de sangue periódico, observar a voz e anotar qualquer pelo novo no rosto. Ao primeiro sinal de rouquidão que não passa, a conduta é avisar o médico e reduzir ou parar. Sobre anticoncepção: você parou a pílula. A SOP deixa a ovulação irregular, mas não impede gravidez, e androgênio na gestação pode masculinizar um feto do sexo feminino. Um método confiável que não seja hormonal, como DIU de cobre ou camisinha, é indispensável durante o uso. O @Apollo Galeno tem razão sobre o protetor de fígado: na dose que você usa, as enzimas do fígado no exame de sangue dizem mais do que qualquer protetor, e os mais vendidos não têm benefício comprovado. E uma última coisa, dita com cuidado: você contou que teve anorexia e que olha as comparações sem conseguir ver o ganho que todo mundo enxerga. Essa diferença entre o que o espelho mostra e o que os outros veem é comum em quem passou por transtorno alimentar, e ela tende a empurrar para doses cada vez maiores. Ter um acompanhamento psicológico junto com o médico e a nutricionista protege o resultado que você já conquistou. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  22. @Lyla , respondendo direto a dúvida que você repetiu várias vezes: sim, dá para comer picanha e batata frita de vez em quando durante o ciclo, desde que caiba nas calorias do dia. O anabolizante não faz a gordura da comida virar gordura no corpo de um jeito diferente. O que define se você perde gordura é o balanço de calorias ao longo das semanas. Se a picanha com o namorado entra num dia em que o resto foi mais magro, o saldo continua o mesmo. Com 1.300 kcal e 95 g de proteína para 56 kg, você está num déficit razoável e com proteína suficiente para preservar músculo, perto de 1,7 g por kg. O que eu ajustaria na dieta é a distribuição. Café com açúcar e pão doce de manhã e de novo no pré-treino deixam duas refeições com quase nada de proteína. Colocar ovo ou iogurte nessas duas, como o @Apollo Galeno sugeriu, melhora a saciedade sem mudar muito as calorias. Agora, o ponto que merece mais atenção que a picanha: você parou o anticoncepcional e está em ciclo de boldenona com masteron. Anabolizante na gravidez pode masculinizar um feto do sexo feminino, então um método confiável, como DIU de cobre ou camisinha em todas as relações, é indispensável enquanto durar o ciclo e por algumas semanas depois. E essas duas substâncias estão entre as que mais virilizam em mulheres. A boldenona tem éster longo, então mesmo parando ela ainda age por semanas. Os sinais a observar são voz rouca ou mais grossa, aumento do clitóris, pelos mais grossos no rosto, acne forte e queda de cabelo. A mudança de voz costuma ser permanente. Se aparecer qualquer um desses sinais, pare na hora, sem esperar o fim do ciclo. E como o @davidevh levantou a dúvida sobre o laboratório, existe a chance de o frasco conter outra coisa, como testosterona, o que aumenta ainda mais esse risco. Para conferir as calorias do déficit com os seus dados, a calculadora do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  23. @jessicalive , duas informações que você deu mudam bastante a conduta, e elas ficaram em segundo plano no tópico. A primeira é a diástase abdominal. Se a sua barriga é o que sobrou da gestação, com a parede do abdome afastada no meio, ela não é gordura, e por isso não sai com dieta, e a oxandrolona também não resolve. A diástase é o afastamento entre as duas faixas do reto abdominal, e o que empurra a barriga para fora são os órgãos sem o apoio da parede. O tratamento começa com fisioterapia focada no transverso do abdome e no assoalho pélvico, e nos casos de afastamento grande, quando não melhora, a correção é cirúrgica. Vale avaliar com fisioterapeuta ou com o médico qual é o tamanho do afastamento, porque isso diz o que dá para esperar de cada caminho. Alguns exercícios de abdominal tradicional podem até piorar a diástase enquanto ela não está controlada. A segunda é o anticoncepcional. Você parou a pílula, a menstruação não voltou e começou a oxandrolona. Antes de qualquer outra coisa, faça um teste de gravidez. Ficar sem menstruar depois de parar a pílula pode ser só o corpo se reajustando, mas também pode ser gravidez, e anabolizante na gestação pode masculinizar um feto do sexo feminino. Daqui para frente, se não quiser voltar à pílula, use outro método de verdade, como DIU de cobre ou camisinha em todas as relações. Gestrinona não é alternativa, porque ela é um esteroide com ação androgênica. Sobre o ciclo: você está tomando 5 mg de 12 em 12 horas, ou seja, 10 mg por dia, o dobro do que tinha planejado. E dor de cabeça forte é um colateral que merece atenção. Pode ser pressão subindo, então vale medir a pressão algumas vezes. Se estiver alta ou a dor não passar, pare. E na dieta, o hambúrguer pronto tem bem menos proteína que carne de verdade. Trocar por carne moída de patinho, frango ou ovo ajuda a chegar nas quantidades que o @Apollo Galeno passou. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  24. O resultado do ciclo foi bom e a progressão de dose foi cuidadosa. Mas como o @Work in progress perguntou sobre o Androgel depois da oxandrolona, e outras pessoas vão chegar aqui com a mesma ideia, vale explicar por que essa manutenção é o ponto mais arriscado do relato. Um sachê de 25 mg de Androgel tem 2,5 g de gel a 1%. A pele absorve em torno de 10% disso, ou seja, perto de 2,5 mg de testosterona por dia. O corpo da mulher produz algo como 0,2 a 0,3 mg por dia. Usar o sachê inteiro diariamente põe quase dez vezes a produção feminina normal, todos os dias, sem pausa. Mesmo em dias alternados, ainda fica várias vezes acima. As doses de testosterona estudadas para mulheres, em indicações médicas como a baixa de libido na menopausa, são de uma fração disso, com exame de sangue para manter o nível dentro da faixa feminina. E o próprio relato já trazia um aviso: a voz oscilando com leve rouquidão durante o ciclo. Esse é o primeiro sinal de que as cordas vocais estão respondendo ao androgênio. Emendar com testosterona diária nessa situação aumenta muito a chance de a mudança ficar permanente. O mesmo raciocínio vale para o relato da @Loirafitness: rouquidão na primeira semana com 5 mg é sinal para parar, não motivo para acrescentar outras drogas, já que a mudança de voz não depende de qual substância causou. Outro ponto sério: a autora parou o anticoncepcional antes do ciclo. Anabolizante na gravidez pode masculinizar um feto do sexo feminino, e por isso anticoncepção confiável é obrigatória durante todo o uso. A própria bula da oxandrolona contraindica o uso na gestação. Sobre TPC, mulher não precisa de clomifeno ou tamoxifeno depois de oxandrolona em dose baixa. Isso foi pensado para o eixo masculino. Também não precisa de desmame. O que ajuda é parar e acompanhar menstruação, libido e humor nas semanas seguintes. Se o ciclo menstrual não voltar ao normal em alguns meses, aí é caso de investigação. Para consultar efeitos, colaterais e exames de controle da oxandrolona e da testosterona, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  25. @maria tv , a frase mais importante do tópico passou quase sem comentário: você disse que a voz está ficando meio estranha e que o rosto mudou. Esses são sinais de virilização, e a decisão de parar de ciclar que você tomou é a certa. A mudança de voz por anabolizante acontece porque as cordas vocais engrossam sob efeito do androgênio. Enquanto o hormônio continua, ela avança, e o que já mudou muitas vezes não volta, mesmo depois de parar. Por isso a parada precisa ser de verdade. Usar testosterona como ponte, em gel, creme ou injeção, como foi sugerido aqui para segurar os ganhos, mantém exatamente o estímulo que está mudando a sua voz. Para homem, a ponte com testosterona é uma estratégia. Para mulher que já mostra sinal de virilização, é continuar o problema. O que dá para fazer agora: parar tudo, inclusive a oxandrolona que ainda estava em uso, e procurar um otorrino ou fonoaudiólogo para avaliar a voz. Quanto antes, maior a chance de parte da mudança regredir ou de a fono ajudar a adaptar. Vale também fazer exames de sangue depois de algumas semanas sem nada: perfil lipídico, enzimas do fígado, testosterona total e hormônios da tireoide, já que você está em uso desde março. A queda de cabelo que começou no primeiro ciclo costuma estabilizar depois que o androgênio sai, e um dermatologista pode tratar o que ficou. Sobre os ganhos: parte do volume vai embora, principalmente água e glicogênio, e o resto depende de treino e comida. Mas você tem 19 anos, quase dois de treino e uma base muscular que não existia antes. Músculo construído com treino pesado e proteína suficiente se mantém em boa parte sem hormônio. A sua dieta tem proteína de sobra com tantos ovos. Variar as fontes, com carne, peixe e iogurte, e manter carboidrato perto do treino ajuda a sustentar o rendimento. O treino de posteriores e glúteos que o @Foston montou serve muito bem para essa fase natural. E uma correção nos suplementos sugeridos: 10.000 UI de vitamina D todos os dias por tempo indefinido passa do limite de segurança para adultos, que é de 4.000 UI, e só faz sentido com exame mostrando falta. Vitamina E em dose alta e glutamina não mostraram benefício para quem já come proteína suficiente. Se quiser conferir quanto de proteína faz sentido para o seu peso, a calculadora do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  26. Duas partes deste tópico merecem atualização: o que se sabe hoje sobre os pró-hormonais e a pergunta mais recente, sobre crescer. Começando por @Drakath_{KingChaos}: nenhum desses suplementos aumenta a altura. Arginina e ornitina por via oral até sobem um pouco o GH em alguns estudos, mas o efeito é pequeno e passageiro, e nunca se mostrou que mude a estatura final. GABA por via oral quase não chega ao cérebro. A melatonina pode ajudar você a pegar no sono, e dormir bem faz parte do crescimento, mas ela não faz crescer por si. Com 17 anos e as cartilagens de crescimento ainda abertas, o que mais influencia o quanto falta crescer é dormir as horas certas, comer proteína e energia suficientes e não ficar em dieta restritiva. E 1,71 m está dentro do normal para a sua idade. Sobre a sugestão do @Foston: a oxandrolona em dose baixa é usada em meninos com atraso constitucional de puberdade, geralmente mais novos, para adiantar o estirão. Os estudos mostram que ela acelera o crescimento, mas não aumenta a altura final. Os inibidores de aromatase nessa indicação ainda são experimentais, com ganho incerto e relatos de alterações na coluna e na densidade óssea. Para quem já tem 17 anos e altura normal, nenhum dos dois é tratamento estabelecido. Se a preocupação com altura for grande, um endocrinologista pediátrico pode fazer a radiografia de idade óssea e dizer quanto ainda falta crescer, o que costuma tranquilizar mais do que qualquer cápsula. Quanto à parte original do tópico: os pró-hormonais de androstenediona, 1-AD e 4-AD foram proibidos nos Estados Unidos em 2004 e passaram a ser tratados como anabolizantes. Os estudos com androstenediona mostraram que ela quase não aumenta a testosterona nos homens, mas sobe o estradiol e derruba o HDL. Ou seja, o pior dos dois mundos. Já os esteróis de planta, como os do Natural Sterol Complex, não imitam a testosterona no corpo humano. São gorduras de origem vegetal, as mesmas que se usam para baixar o colesterol, e não têm efeito anabólico demonstrado. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  27. @margot 87 , os números da bioimpedância e das dobras mostram uma boa evolução: 1,75 kg de gordura a menos, 7 mm a menos na dobra abdominal e 5 cm a menos de abdome em seis semanas. Mas antes de voltar com a oxandrolona, vale olhar com calma para o que aconteceu no começo do ciclo. O inchaço do clitóris não é um colateral comum como a pele oleosa. Ele é um dos primeiros sinais de virilização, e o aumento de tamanho que vem depois pode ser permanente, mesmo parando o ciclo. A mesma coisa vale para voz rouca ou mais grossa. Por isso, mais do que a dose em miligramas, o que manda no próximo passo é o seu corpo ter mostrado esse sinal com a combinação anterior. E o detalhe que você mesma observou é importante: os colaterais melhoraram poucos dias depois de tirar a oxandrolona. Isso sugere que ela tinha efeito sim, e que a hipótese de cápsula sem princípio ativo não explica bem o seu caso. O primobolan também estava alto. A versão injetável mais comum tem 100 mg por ml, então 1 ml duas vezes por semana daria 200 mg por semana, o dobro do que o @Apollo Galeno sugeriu como teto para você. Como você não viu o frasco, não dá para ter certeza da concentração, e é mais um motivo para saber exatamente o que está aplicando antes de qualquer novo ciclo. Sobre voltar com 10 mg de oxandrolona: tomar de uma vez antes do treino funciona, porque a meia-vida dela permite uma dose única por dia. Não existe um intervalo mínimo obrigatório depois do primobolan, mas há bons motivos para fazer uma pausa e exames antes: perfil lipídico, enzimas do fígado e, se possível, testosterona total, para saber de onde está partindo. Se voltar, qualquer sinal de clitóris aumentando, voz mudando ou pelos mais grossos no rosto é motivo para parar na hora, sem esperar o fim do frasco. E anticoncepção confiável durante todo o uso é indispensável, porque anabolizante na gestação pode masculinizar um feto do sexo feminino. A sua dieta com a nutricionista claramente está funcionando, e é ela que está fazendo a maior parte do trabalho na gordura. Manter o que está dando certo e repetir a avaliação em dezembro mostra se a oxandrolona ainda acrescenta alguma coisa que compense o risco. Para consultar efeitos, colaterais e exames de controle de cada substância, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  28. @Mimos de Mãe , a turma acertou no principal, mas faltou explicar algumas coisas que pesam mais do que o momento certo de usar. A primeira é a dose. 20 mg de oxandrolona por dia é alto para mulher. A maioria dos protocolos femininos fica entre 5 e 10 mg, justamente porque acima disso o risco de virilização sobe bastante. Os sinais que precisam ser observados são voz ficando grossa ou rouca, aumento do clitóris, pelos mais grossos no rosto, acne forte e menstruação desregulando. A mudança de voz pode ser permanente mesmo depois de parar. Se qualquer um desses sinais aparecer, a conduta é parar na hora, sem esperar o fim das oito semanas. A segunda é a gravidez e a amamentação. Se você ainda amamenta sua filha, a oxandrolona não pode ser usada, porque passa para o leite e pode virilizar o bebê. E anabolizante na gravidez pode masculinizar um feto do sexo feminino. Usar anticoncepção confiável durante o ciclo é obrigatório. A terceira é o que a oxandrolona entrega. Ela não trata pele flácida e quase não mexe na gordura por conta própria. Os 2 kg da primeira semana vieram do corte do carboidrato: o corpo esvazia o glicogênio, que guarda muita água junto, e a balança cai rápido. É uma queda real, mas não é gordura e volta quando o carboidrato volta. Com 1,62 m e 67 kg depois da gestação, o que tira gordura de verdade é um déficit calórico moderado mantido por meses, com proteína alta e musculação de verdade. Treinar duas vezes por dia não é necessário e tende a cansar mais do que ajudar. Uma sessão bem feita por dia, com cargas progredindo, já basta. A flacidez da pele melhora com a perda de gordura gradual e com o ganho de músculo por baixo, e o que não melhorar depois disso é assunto de dermatologista ou cirurgião, não de anabolizante. Para saber de quantas calorias precisa para perder gordura num ritmo saudável, a calculadora de déficit do site usa os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  29. @Lari25 , com o que você postou dá para apontar onde o bumbum foi parar, e a resposta está mais no treino do que no whey. O treino de membros inferiores é quase todo em 3 séries de 20, 30 e até 40 repetições. Isso é resistência muscular, e gasta bastante energia, mas dá pouco estímulo para o glúteo crescer. Para ganhar volume, o músculo precisa de carga que ele sinta de verdade, na faixa de 6 a 15 repetições, terminando a série perto do limite, com a carga subindo ao longo das semanas. Anotar a carga de cada exercício e tentar superar aos poucos é o que mais faz diferença. Algumas trocas simples: elevação pélvica com barra como exercício principal do dia de glúteo, agachamento e stiff mais pesados em 8 a 12 repetições, e afundo ou búlgaro com halteres. Abdução, coice e máquina de glúteo podem continuar, mas como complemento no fim. Com três dias de perna por semana, dá para deixar um deles mais pesado e outro com menos volume, para o músculo recuperar entre um e outro. E vale cobrar o treino de membros superiores. Costas e ombros desenvolvidos deixam a cintura visualmente mais fina e o quadril mais marcado. Na dieta, a proteína está em bom nível, com frango ou carne no almoço e no jantar, ovos e iogurte. O que provavelmente está faltando é energia. Se você está perdendo peso sem querer, está comendo menos do que gasta, e com déficit fica muito difícil construir glúteo. Aumentar um pouco o carboidrato nas refeições perto do treino e incluir mais uma porção de gordura boa, como azeite, castanhas ou pasta de amendoim, já ajuda. O objetivo é manter o peso estável ou subindo bem devagar enquanto as cargas sobem. O whey pode entrar por praticidade, mas ele é só proteína, e proteína não é o seu problema. Para saber quantas calorias você gasta por dia e a partir de onde começa a ganhar peso, a calculadora de gasto calórico do site usa seus próprios dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/
  30. Este tópico mistura dois casos opostos, e quem chega aqui pela busca com testosterona baixa precisa entender a diferença, porque a conduta de um é o erro do outro. O caso do @CARLÃO ZU1338434324 é de hipogonadismo primário. A testosterona estava baixa, mas o LH (9,7) e o FSH (19,1) estavam acima da referência. Isso quer dizer que o cérebro está mandando o sinal com força e o testículo não consegue responder. E o histórico confirma: testículo que só desceu aos 7 anos, os dois atrofiados e cirurgia de varicocele. Nessa situação, o hCG não resolve, porque ele faz o mesmo papel do LH, e LH já sobra. O argumento de que a testosterona injetável ia desligar o eixo também perde o sentido, porque o problema não está no eixo, está no testículo. A reposição que o endocrinologista indicou era a conduta correta, e o raciocínio do @Mestre e do @HEAVYLIFT, que faz sentido para quem tem o eixo saudável, não se aplicava aqui. Vale corrigir também a ideia de que o Nebido não segura o nível por três meses. O undecanoato de testosterona injetável tem liberação muito lenta. O esquema da bula é uma ampola de 1.000 mg, a segunda depois de seis semanas e depois uma a cada 10 a 14 semanas, ajustando pelo exame de sangue antes da próxima aplicação. Com isso o nível fica dentro do normal na maior parte do intervalo. O caso do @Buenos é o contrário. Aos 27 anos, LH de 0,9 e FSH no limite de baixo com testosterona baixa indicam um problema central, na hipófise ou no hipotálamo. Aqui a investigação vem antes da reposição. Prolactina, ferritina e saturação de transferrina, e ressonância da hipófise quando o quadro não se explica. Uso anterior de anabolizante, opioide ou corticoide também entra na lista. E tem um detalhe importante: esse exame foi feito depois das três ampolas de Deposteron. Testosterona injetável derruba o LH e o FSH, então esse resultado pode estar mostrando o efeito das injeções e não a causa original. Para quem é jovem e quer ter filhos, existem tratamentos que estimulam a produção própria, como clomifeno ou hCG, e a escolha depende de um diagnóstico feito fora do efeito da testosterona. Isso leva a uma correção importante sobre o relato do @supermaxfactor. Testosterona injetável, Nebido incluído, não trata infertilidade. Ela faz o contrário: desliga o FSH e o LH e reduz muito a produção de espermatozoide, a ponto de ter sido estudada como anticoncepcional masculino. Se o casal engravidou, foi por outro motivo ou apesar do Nebido. Quem está tentando ter filho e recebe testosterona precisa conversar sobre isso com o médico antes. E o tribulus, que apareceu como alternativa no começo, não aumenta a testosterona em homens. Os estudos controlados não mostraram efeito no nível hormonal. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  31. @Links , o motivo da escolha merece atenção antes da substância. Você disse que se sentiu muito mal psicologicamente depois do ciclo de enantato e boldenona. Na maioria dos casos isso não é efeito da testosterona em si, e sim da fase seguinte: quando o ciclo acaba, a produção própria está desligada e a pessoa passa semanas com testosterona e estradiol baixos. Desânimo, irritação, falta de libido e sensação de vazio são típicos desse período. E é aí que a oxandrolona sozinha engana. Ela também suprime o eixo, mesmo em 20 mg por dia. Estudos com essa dose em homens mostraram queda da testosterona própria e queda importante do HDL já nas primeiras semanas. A diferença é que, sem testosterona junto, você fica com a testosterona baixa durante o ciclo inteiro, e a oxandrolona não vira estradiol, que no homem também participa de humor, libido e ereção. Então o mal-estar que você quer evitar pode aparecer durante o ciclo, e não só depois. Por isso o @Arnaldo Santos. e o outro participante que respondeu antes dele chegaram ao mesmo ponto por caminhos diferentes. Dose baixa sozinha rende pouco, e dose alta sozinha suprime e pesa no colesterol. A ideia de que 10 a 20 mg não inibem o eixo na totalidade é parcialmente verdadeira, mas inibir parcialmente ainda é inibir. Outra coisa: 12 kg ganhos e 7 mantidos num primeiro ciclo é um bom resultado, não sinal de dificuldade de ganho. E com 22 anos, 2 anos e meio de treino e uma divisão que você mesmo disse estar improvisada pelo pouco tempo, ainda há muito ganho natural possível. Treinar cada músculo duas vezes por semana, controlar quanto de proteína e calorias entra por dia e progredir carga de forma registrada costuma render mais do que a oxandrolona nas suas condições. Se mesmo assim decidir usar, faça antes perfil lipídico, enzimas do fígado, testosterona total, LH e estradiol, e repita no meio e depois do ciclo. Se o HDL despencar ou as enzimas subirem muito, é sinal para parar. Se quiser simular como um protocolo fica com doses, duração e exames de controle, o gerador hormonal do site monta um rascunho para discutir com médico, sem ser prescrição: https://fisiculturismo.com.br/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  32. @Boss of Death , a evolução das fotos é real, e com 13 anos você já entendeu o que muita gente adulta demora a entender: treino pesado e constância. Vale ajustar algumas coisas para não atrapalhar justamente a fase em que o corpo mais cresce. Na sua idade, cutting não faz sentido. Você está na puberdade, ainda vai crescer em altura, e o corpo precisa de energia sobrando para isso. Comer pouco agora tira força do treino, como você mesmo percebeu, e pode roubar parte do crescimento. A melhor estratégia é comer o suficiente para treinar bem e deixar o próprio crescimento redistribuir o peso. Muitos adolescentes que se acham com gordura sobrando simplesmente esticam nos anos seguintes. A dieta tem uma base boa no almoço e no jantar, mas as outras refeições são quase só fruta e pão. Faltam proteína e gordura boa nesses horários, e quase não aparece leite ou derivado. Na adolescência a necessidade de cálcio é das mais altas da vida, por volta de 1.300 mg por dia, porque é quando o osso ganha massa. Trocar uma das refeições de fruta por iogurte ou leite com aveia, colocar ovo inteiro em vez de só clara e incluir castanhas ou pasta de amendoim já resolve boa parte. Sobre o treino, levar tudo até a falha toda sessão cansa mais do que constrói. Deixar uma ou duas repetições de reserva na maioria das séries e caprichar na técnica rende mais a longo prazo e protege as articulações, que ainda estão em formação. E sobre ciclar mais velho, vale saber desde já que o maior erro é fazer isso antes de terminar o crescimento. Anabolizante em adolescente pode fechar as cartilagens de crescimento antes da hora e deixar a pessoa mais baixa para sempre, além de desligar a produção natural de hormônio justamente quando ela está se formando. Com treino e comida bem feitos você ainda tem muitos anos de ganho natural pela frente. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  33. Para quem chegar aqui pensando num ciclo parecido, vale deixar registrados alguns pontos que o tópico não fechou. USP Labs nunca fabricou trembolona. É uma empresa americana de suplementos, conhecida pelo Jack3D e pelo OxyElite Pro, e não produz esteroide injetável. Um frasco de trembolona com esse nome é de laboratório clandestino usando marca famosa, e não há como saber o que tem dentro nem a dose. A dose em si, 100 mg de enantato de testosterona e 100 mg de enantato de trembolona por semana, é baixa. A testosterona fica perto de uma reposição, o que mal compensa a supressão do eixo. O ganho de 5 a 10 kg secos esperado está bem acima do que esse esquema entrega. Mesmo assim, a trembolona carrega os colaterais dela em qualquer dose: insônia, suor noturno, irritabilidade e alteração de humor, pressão alta, queda forte do HDL e tosse logo após a aplicação. Sobre a ginecomastia, o @Locemar e o @Mestre trouxeram visões diferentes, e vale esclarecer o mecanismo. A trembolona não vira estrogênio. Ela age no receptor de progesterona e pode subir a prolactina, que é outro caminho para a mama e para a queda de libido. O anastrozol não atua nesse caminho. E com só 100 mg de testosterona por semana, a aromatização é pequena. O que acompanha esse risco é a dosagem de prolactina, e o que trata é a cabergolina, com indicação médica. O tamoxifeno ajuda nos sintomas de mama de qualquer origem. O Proviron durante o ciclo não tem papel claro. Por fim, os 50 cm de panturrilha com 37 cm de braço que chamaram a atenção do @lucasarea e do @Black Bull provavelmente são erro de medida. Panturrilha costuma ter perímetro parecido com o do braço. Medir na parte mais larga, de pé e com o peso distribuído, dá um número mais realista. O orientador de fármacos do site descreve a trembolona e as outras substâncias, com colaterais e exames de controle: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  34. @Val88sc , um detalhe do seu relato passou sem comentário e é o mais urgente do tópico: a vitamina A de 40 mg por dia para controlar as espinhas. 40 mg de vitamina A, na forma de retinol, equivalem a mais de 130 mil UI por dia. O limite máximo tolerável para adulto é 3 mg, ou 10 mil UI. Você está tomando mais de dez vezes isso. Mesmo se no rótulo estiver 40 mil UI, ainda é quatro vezes o limite. A vitamina A se acumula no fígado, e o excesso por meses causa lesão hepática, dor de cabeça forte por aumento da pressão dentro do crânio, visão embaçada, queda de cabelo, pele descamando e dor nos ossos. Somada a anabolizante oral, a carga sobre o fígado aumenta. E tem um risco a mais para mulher: em dose alta, ela causa malformações no bebê, o mesmo efeito da isotretinoína, que é derivada dela. A recomendação é parar já, avisar o médico e dosar enzimas do fígado. O zinco quelado também merece conferência. Acima de 40 mg por dia de zinco elementar, por meses, ele bloqueia a absorção de cobre e pode causar anemia e lesão de nervos. Para a acne, existem tratamentos que funcionam sem esse risco. Peróxido de benzoíla e adapaleno, aplicados na pele, resolvem boa parte dos casos leves e moderados. Nos mais fortes, o dermatologista avalia antibiótico ou isotretinoína com controle de exames. Sobre o frasco de primobolan que gerou estranhamento do @davidevh: partícula ou qualquer coisa flutuando num injetável é sinal de contaminação ou de produto mal preparado. Não aplique frasco com partículas visíveis. O risco é abscesso, que às vezes precisa de drenagem. E a sua preocupação com a voz faz sentido. Ela já ficou rouca uma vez com o estanozolol e voltou, mas nem sempre volta. Ao primeiro sinal de rouquidão neste ciclo, pare. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  35. Sobre a dúvida que todo mundo trouxe, se a oxandrolona é verdadeira, o @Locemar está certo: gosto não diz nada. Num comprimido de 10 mg, quase todo o volume é excipiente, que pode ser amido, lactose ou celulose, e o princípio ativo é uma fração mínima. Comprimido com gosto de farinha pode ser verdadeiro, e um amargo pode ser falso. Laudo em foto mandado pelo vendedor, como o @Miyagui recebeu, também não prova nada. O teste que de fato funciona é biológico, e já foi sugerido no tópico: o exame de sangue. A oxandrolona derruba duas coisas de forma bem previsível em poucas semanas, a SHBG e o HDL. Dosar os dois antes de começar e de novo depois de duas a três semanas de uso mostra se há androgênio ativo no comprimido. Se nada mudar, é forte sinal de produto sem princípio ativo ou muito subdosado. Não dá a dose exata, mas separa o produto que tem algo do que não tem nada. Um ponto deste tópico precisa de correção, porque foi dito para uma mulher. A @Shape em construção perguntou sobre testosterona para manutenção, e foi indicado Androgel de 25 mg por dia como "mais do que suficiente". Para mulher, isso é muito. Cada sachê de 25 mg entrega na pele cerca de 2,5 mg de testosterona por dia, e o corpo de uma mulher produz algo na faixa de 0,1 a 0,4 mg por dia. Ou seja, é perto de dez vezes a produção feminina, todos os dias, por tempo indeterminado. É dose com risco real de virilização: voz grossa, aumento do clitóris, pelos no rosto e queda de cabelo. A voz e o clitóris podem não voltar ao normal. Em mulher, quando a testosterona é usada por indicação médica, a dose é uma fração disso e é ajustada por exame. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  36. @Fabio Pozzatti , o seu relato tem uma coisa que quase ninguém traz para esta discussão: exame antes de cada ciclo. É isso que permite sair da briga de opinião, e vale amarrar o que se sabe hoje. A recuperação natural do eixo existe, e a sua é a prova. Um estudo holandês publicado em 2021, o HAARLEM, acompanhou cerca de 100 usuários de anabolizantes com exames antes, durante e até um ano depois do ciclo. Na média, a testosterona voltou ao nível de antes em três meses, mas 11 por cento ainda estavam abaixo do normal um ano depois, e a contagem de espermatozoides levou cerca de um ano para se recuperar. Ou seja, nem o "TPC é obrigatória para todos" nem o "TPC é mito" se sustentam. A recuperação varia muito de pessoa para pessoa, e só o exame mostra em qual grupo cada um está. O @Emmanuel Martyres tinha razão ao cobrar números. Sobre o seu protocolo, o HCG durante o ciclo tem lógica, embora pareça estranho. Ele imita o LH e mantém o testículo funcionando enquanto o cérebro está desligado pela testosterona de fora. Isso costuma encurtar a recuperação depois. Provavelmente é parte do motivo de você ter recuperado bem sem SERM. E a medida que mais importa é LH, FSH e testosterona total, não só a livre, umas seis a oito semanas depois da última aplicação de enantato. Sobre a lista de suplementos postada pelo @ADXVAZ, dois itens merecem cuidado. O zinco em 50 mg por dia passa do limite máximo tolerável de 40 mg e, por meses, atrapalha a absorção de cobre. E o DHEA em 50 mg por dia é hormônio, não vitamina: em homem pode virar estrogênio e mexer no próprio eixo que se quer recuperar. O restante da lista, como vitamina D e ômega 3, é útil para a saúde em geral, mas não tem efeito comprovado de religar o eixo. O Longjack, a Tongkat ali, tem estudos pequenos mostrando aumento modesto de testosterona em homens com nível baixo ou estressados, sem nada parecido com o efeito de um SERM. O gerador hormonal do site monta uma simulação de protocolo com TPC e com o momento certo de cada exame, útil para comparar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  37. @MaxT , dá para montar uma alimentação decente dentro das restrições do refluxo, sem pesar comida. E há um ponto que joga a seu favor: perder peso é uma das medidas que mais melhoram o refluxo. Estudos mostram redução dos sintomas proporcional à perda de peso, principalmente da gordura abdominal, que aumenta a pressão sobre o estômago. Sem contar calorias, uma regra simples resolve boa parte: em cada refeição principal, metade do prato de legumes cozidos, um quarto de proteína e um quarto do carboidrato que você tolera. Dentro da sua lista, ficaria assim: Proteína: carnes grelhadas, frango, peixe e ovos cozidos ou mexidos sem muito óleo. Gordura em excesso relaxa o esfíncter do esôfago e piora o refluxo. Se o exame de lactose vier alterado, iogurte sem lactose e whey isolado entram bem. Carboidrato: mandioca, inhame, cuscuz e tapioca, que você já tolera, em porção de mais ou menos uma mão fechada. Lanches para o trabalho, no lugar da bolacha: ovos cozidos levados de casa, banana, que costuma ser bem tolerada no refluxo ao contrário dos cítricos, e tapioca com frango. Algumas medidas de comportamento ajudam no refluxo e no peso ao mesmo tempo: jantar pelo menos três horas antes de deitar, não comer volume grande de uma vez, elevar a cabeceira da cama e reduzir café e álcool. Sobre o Humira: treinar é seguro e recomendado na maioria das doenças autoimunes tratadas com ele. Dois cuidados práticos. Avise o médico antes de tomar suplemento ou termogênico, porque fórmulas com muitos ingredientes podem interagir ou mascarar sintomas. E o adalimumabe reduz a defesa contra infecções, então qualquer ferida que não cicatriza, febre ou mal-estar persistente merece ser avaliado logo. Uma meta de 1 ponto percentual por mês é realista. Mantida por seis meses, como o @Locemar disse, dá uma mudança bem visível. A calculadora de déficit calórico do site dá uma referência de quanto comer, mesmo para quem não quer pesar tudo: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  38. @SuperClockMDS , o @Locemar acertou na identificação. Pelo rótulo, o Typhon tem 10 mg de metilstenbolona por cápsula, o mesmo composto do Ultradrol. Não é pró-hormônio de verdade. É um esteroide anabolizante já ativo, derivado da DHT e metilado no carbono 17, como a oximetolona e o estanozolol oral. Isso responde às suas duas perguntas. Ginecomastia: o risco é baixo. A metilstenbolona não se transforma em estrogênio, então o mecanismo mais comum de ginecomastia não acontece com ela. Ter tamoxifeno em casa, como foi sugerido, cobre a exceção: sensibilidade ou caroço atrás do mamilo é o sinal para começar. Fígado: aqui está o risco real, e nenhum protetor resolve. Os produtos vendidos como protetor hepático não têm prova de que evitam a lesão causada por esteroide metilado. O que existe é relato publicado de hepatite colestática, com icterícia, nesse grupo de produtos. O que o @davidevh descreveu, coceira e manchas na pele com dor no fígado, combina com esse quadro. O que protege de verdade é tempo curto, sem álcool e com exame. Se decidir usar mesmo assim: Exame antes de começar e por volta da segunda semana: TGO, TGP, GGT, bilirrubinas e perfil lipídico. O HDL costuma despencar. Não passar de quatro semanas. Parar na hora se aparecer urina escura, pele ou olhos amarelados, coceira no corpo, fezes claras ou dor do lado direito da barriga, e procurar atendimento. TPC: como o composto é oral e sai rápido do corpo, ela pode começar no dia seguinte à última cápsula. O mais usado é tamoxifeno por cerca de quatro semanas. LH, FSH e testosterona umas quatro semanas depois mostram se o eixo voltou. Dito isso, ganhar o produto num sorteio não muda a conta de risco e benefício. Os "8 kg em 4 semanas" da propaganda não acontecem, e a @sasa contou o que achou do produto feminino da mesma marca. Deixar o pote na prateleira continua sendo a opção mais barata. O orientador de fármacos do site descreve cada substância, com colaterais e exames de controle: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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