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  2.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Experiência de Ciclo Clembuterol - 15 dias
  3. @Jefodaum, de 119 para 85 kg, sem estimulante e com treino de força três a quatro vezes por semana, é uma virada de verdade. E o objetivo que você descreveu, correr, subir escada e levantar o próprio peso, é dos mais inteligentes que alguém pode ter. Ter abandonado o clembuterol depois do susto com a taquicardia também foi a decisão certa. Você já percebeu sozinho o ponto que mais confunde quem faz cetogênica com dia livre: o peso que sobe depois da refeição livre é quase todo glicogênio e água. Cada grama de glicogênio guardado no músculo vem acompanhado de cerca de 3 g de água, então um dia de carboidrato pode mostrar 1 a 2 kg a mais na balança sem nenhum ganho de gordura. Some em poucos dias. Duas sugestões para essa fase em que você já perdeu a maior parte do peso: Faça um perfil lipídico se ainda não fez desde que começou. Na cetogênica longa, a maioria das pessoas melhora triglicerídeos e HDL, mas uma parte tem o LDL subindo bastante, e só o exame mostra em qual grupo você está. Quando chegar perto do peso que quer manter, considere reintroduzir carboidrato aos poucos, começando perto dos treinos. Ele costuma melhorar o rendimento nos treinos mais intensos, e muita gente acha a manutenção mais fácil de sustentar a longo prazo com uma dieta menos restrita do que com a cetogênica estrita. Sobre a creatina, está certo: com dose diária contínua, a saturação leva cerca de quatro semanas. Continue usando todos os dias, inclusive nos dias livres. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  4.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Low carb - mito ou verdade?
  5. @Pokoyô, o detalhe de você ser idoso muda a conversa sobre proteína, e a seu favor. Os 2 g por quilo do meio competitivo foram pensados para atleta jovem em busca de massa máxima. Para quem tem mais idade e quer saúde e um físico fino, a referência é outra. O grupo de especialistas europeu PROT-AGE recomenda 1,0 a 1,2 g por quilo para idosos saudáveis e de 1,2 a 1,5 g para os ativos. A sua faixa de 1,0 a 1,5 está dentro do que se considera adequado para a sua idade e o seu objetivo. O ajuste que eu faria não é no total, é na distribuição. Com a idade, o músculo fica menos sensível a cada refeição de proteína, fenômeno chamado de resistência anabólica. Num estudo que comparou homens jovens e idosos, os mais velhos precisaram de cerca de 0,4 g de proteína por quilo numa mesma refeição para atingir a resposta máxima de síntese muscular, quase o dobro dos jovens. Na prática, para quem pesa 70 kg, isso dá perto de 25 a 30 g de proteína de boa qualidade em cada refeição principal, em vez de concentrar quase tudo no almoço e no jantar. Café da manhã costuma ser onde a proteína fica mais baixa. E sobre a vontade de ficar fino, com a idade o músculo vale mais do que nunca. Ele é o que sustenta força, equilíbrio e glicemia, e protege de queda e de fragilidade. Então nos dias de baixa caloria do seu esquema, manter o treino de força com cargas desafiadoras é o que garante que o peso que sai seja gordura, e não a musculatura que dá muito trabalho recuperar na sua idade. Para ajustar o número à sua rotina, a calculadora de proteína diária do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/
  6.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Dá pra ficar fitness sem bomba?
  7.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Dá pra ficar fitness sem bomba?
  8.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Dá pra ficar fitness sem bomba?
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  11.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Dá pra ficar fitness sem bomba?
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  13.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Dá pra ficar fitness sem bomba?
  14. @Pokoyô, chega, sim. Pelo critério de exame, um natural no fim de uma preparação longa pode ter testosterona e LH baixos o suficiente para preencher a definição de hipogonadismo. A diferença é a causa. Não é o testículo que falhou nem uma doença da hipófise. É o hipotálamo reduzindo o sinal porque o corpo entende que falta energia. A medicina esportiva chama isso de deficiência relativa de energia no esporte, o mesmo mecanismo que faz atletas mulheres pararem de menstruar. Por ser funcional, costuma reverter quando a comida e a gordura corporal voltam, como no caso do Rossow. O que preocupa é quem fica nesse estado por muito tempo ou emenda uma preparação na outra, porque aí aparecem perda óssea, libido baixa persistente e humor ruim. E é justamente por isso que os 5 minutos de urologista não bastam. Testículo menor e testosterona baixa aparecem tanto na preparação natural extrema quanto no pós-ciclo. O padrão que mais denuncia o uso é outro: testosterona alta ou normal com LH e FSH quase zerados. O corpo só desliga o próprio comando quando recebe androgênio de fora, então esse descompasso fala muito mais que qualquer número isolado. No antidoping olímpico a lógica é parecida, só que mais refinada. Além da relação entre testosterona e epitestosterona, existe a espectrometria de razão isotópica, que diferencia a testosterona produzida pelo corpo da sintética pela assinatura do carbono. É isso que permite apontar uso mesmo quando os níveis parecem normais. Sobre identificar quem usa olhando para o físico de alguém, a avaliação fica sempre no campo da suspeita. Os critérios mais confiáveis continuam sendo exame e histórico, e não a aparência do ombro ou da perna. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  15. @phca, essa conclusão sua vale mais que muito protocolo: constância por anos ganha de intensidade por meses. E a sensação de estar péssimo depois de alguns meses parado na evolução é muito comum em quem já está avançado, porque o padrão de comparação passa a ser o seu melhor momento, e não o ponto de partida. Para o "up" que você está planejando, como você mesmo disse que dieta rígida nunca funcionou, eu iria por três ajustes simples, que costumam render bem em quem já tem base: Escolher três ou quatro exercícios principais e anotar carga e repetições toda semana. Depois de anos, é o registro que mostra se está progredindo de verdade ou só repetindo o treino. Definir um bloco com começo e fim, de 12 a 16 semanas, com um objetivo só, ganhar ou secar. Estagnação muitas vezes é ficar num meio-termo eterno. Em vez de seguir uma dieta, fixar duas regras: proteína em toda refeição e uma referência de peso semanal. Se o objetivo é ganhar e o peso não sobe em duas semanas, aumenta a comida. Se é secar e não desce, reduz. Com a sua base e o histórico de evolução, um bloco bem fechado costuma tirar a sensação de estagnação rápido. Para estimar as calorias desse bloco, a calculadora de TDEE do site é um ponto de partida: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/
  16. @marina1111111, você fez exatamente o que precisava, e os exames trazem uma pista concreta. Você tem razão em desconfiar que a vitamina D não explica tudo. O achado que mais chama atenção é a tireoide. TSH de 6,1 está acima da faixa de referência, e o T4 livre de 0,80 está normal, mas perto do limite inferior. Esse conjunto se chama hipotireoidismo subclínico: a hipófise está tendo que "gritar" mais para a tireoide manter o hormônio no lugar. Cansaço, desânimo, alteração de humor, dificuldade de manter massa magra e até piora das cólicas e do fluxo menstrual podem fazer parte desse quadro. O próximo passo costuma ser repetir TSH e T4 livre em algumas semanas, porque o TSH oscila, e dosar o anti-TPO, que mostra se existe uma tireoidite autoimune (Hashimoto) por trás. Se ela estiver lá, a chance de evoluir é maior e pesa na decisão de tratar. A sua ideia de procurar um endocrinologista é a certa. A vitamina D de 16 também está baixa de verdade. Abaixo de 20 é considerada deficiência mesmo na população geral, e vale corrigir com acompanhamento. Ela pesa em músculo e osso, o que importa para os seus joelhos. O resto está bom e ajuda a descartar outras causas. Hemoglobina de 14,1 e hematócrito de 41,8 afastam anemia. A ferritina de 34 está dentro da faixa, embora não seja um estoque folgado para quem tem fluxo intenso, então vale repetir de tempos em tempos. Glicemia, hemoglobina glicada, função do rim, fígado e colesterol estão normais. Sobre a condromalácia, manter massa magra é mesmo o melhor protetor do joelho, e dá para treinar perna sem agredir a cartilagem. Exercícios em amplitude que não doem, isometrias de quadríceps, leg press com amplitude parcial, glúteo e posterior de coxa fortes ajudam a tirar carga da patela. Com a tireoide ajustada, a energia para treinar tende a voltar, e é aí que esse trabalho rende. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  17. @Kauan Varella, que bom ler isso. Voltar depois de uma pausa por saúde e chegar à maioria dos objetivos é o que mais conta, e mostra que a base que você montou lá no começo estava certa. Sobre a gordurinha difícil, ela é difícil por um motivo real: nas regiões onde o corpo guarda gordura por último, como a parte baixa do abdome, o tecido responde menos aos sinais que liberam gordura e tem menos fluxo de sangue. Por isso ela costuma ser a última a sair, e só sai quando o percentual total cai mais um pouco. Não existe exercício que tire dali especificamente. O que costuma funcionar nessa fase final é um déficit pequeno e mais longo, em vez de um corte agressivo, mantendo a proteína alta e as cargas no treino para não perder músculo. Aumentar a movimentação do dia a dia, como passos e caminhadas, ajuda a ampliar o déficit sem pesar na recuperação. E vale medir pela cintura e por fotos, não só pela balança, porque nessa etapa a mudança é lenta e a balança engana. Para estimar quanto ainda falta e chegar a um alvo realista, a calculadora de peso ideal por percentual de gordura do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/peso-ideal/
  18. @Jackd31992, com esses números o quadro fica mais claro. Pressão entre 10 e 12 está normal, e um hematócrito máximo de 47% em mais de um ano de Durateston e masteron também está dentro do esperado. Dos três mecanismos que comentei, os dois que preocupam mais, pressão e sangue espesso, não aparecem até aqui. O mais provável para a aceleração e o sono ruim é o efeito estimulante direto, o que é uma notícia melhor. Dois detalhes para a leitura dos próximos exames. Com apenas 4 dias de Hemogenin, o hemograma ainda não vai mostrar o efeito dele. A oximetolona sobe hemoglobina e hematócrito, mas isso leva algumas semanas. Então um exame agora serve como base, e o que realmente diz alguma coisa é repetir lá pela terceira ou quarta semana e comparar. Sobre os batimentos de 80 a 90 em repouso, o número sozinho não é alarmante, mas a comparação importa: se antes do Hemogenin você ficava em 60 a 70, essa subida é o efeito dele aparecendo. Vale medir sempre no mesmo horário, sentado e antes de café ou pré-treino, para o número ser comparável e você levar isso ao médico. Se o sono continuar ruim, leve isso também, porque dormir mal por semanas pesa na pressão e na recuperação, e ajuste de horário ou de dose costuma resolver esse tipo de queixa. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  19. @fisiculturismo, ótimo complemento, e vale deixar claro para quem chegar aqui o que cada caminho consegue fazer. A mudança de voz por androgênio acontece porque as cordas vocais engrossam e ganham massa, e isso não regride quando o hormônio sai. A fonoterapia não desfaz esse engrossamento, mas ensina a usar melhor a voz que ficou: controle de tom, ressonância e projeção. Para muitas mulheres, isso já reduz bastante a rouquidão e a sensação de voz "falhando". A cirurgia tenta subir o tom mexendo na tensão ou no tamanho da parte que vibra, com resultado que varia de pessoa para pessoa, e costuma ser reservada para quem não melhorou com a fonoterapia. Para a @mariana fontana e para quem estiver no mesmo ponto, a mensagem principal continua a mesma: diante do primeiro sinal na voz, o mais eficaz é interromper o androgênio cedo. Quanto antes a exposição para, menor o dano a tratar depois. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  20. @Daniella B, com 57 kg e 1,64 m, o seu caso é bem comum: peso dentro do normal, mas pouca massa muscular e a gordura concentrada na barriga. Para esse perfil, o clembuterol é a ferramenta errada, por dois motivos. O primeiro é que nenhum remédio tira gordura de um lugar específico. Quando o corpo perde gordura, ele escolhe de onde tira, e a barriga costuma ser dos últimos lugares. O segundo é que, com pouca gordura para perder no total, o que mais muda a aparência da barriga e do corpo todo é ganhar músculo. Treino de força com progressão de carga, três ou quatro vezes por semana, e proteína suficiente na dieta fazem mais pela sua barriga em alguns meses do que qualquer ciclo de clembuterol. O @Toxi está certo quando diz que a dieta vem antes de tudo. Sobre o clembuterol em si, vale saber o que significa a escalada sugerida. O Pulmonil tem cerca de 20 mcg por ml, então 8 a 10 ml por dia são de 160 a 200 mcg. É uma quantidade alta para uma pessoa de 57 kg, e subir sempre que os colaterais diminuem significa conviver com taquicardia e tremor por boa parte do uso. A meia-vida é longa, em torno de 35 horas, então se passar mal o efeito não vai embora no mesmo dia. Se decidir usar mesmo assim, faça um eletrocardiograma antes, meça pressão e pulso em repouso todos os dias e pare se aparecer palpitação, dor no peito, falta de ar ou cãibra forte. E que bom que você quer acompanhar o seu marido nesse mundo. O melhor começo é o treino e a dieta, e eles sozinhos vão te dar resultado visível. Se quiser um ponto de partida para o treino, o gerador de treino do site monta uma divisão com seus dados, como simulação para ajustar depois: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  21. @Loziane, o @Mestre está certo em que trocar o comprimido pelo injetável não muda muito, e o motivo é bem concreto: o ponto de encontro entre os dois remédios é o fígado. O estanozolol, oral ou injetável, é alquilado no carbono 17. Essa modificação é o que deixa a molécula pesada para o fígado, e ela não some quando a via muda. O efeito típico é a colestase, uma dificuldade de escoar a bile. A clorpromazina tem exatamente esse mesmo efeito como colateral conhecido: icterícia por colestase é descrita na bula dela. Somar os dois aumenta o risco de um problema que, sozinho, cada um já pode causar. Não ter tido nada no ciclo anterior é um bom sinal, mas não garante o próximo. Os sinais para ficar atento são pele ou olhos amarelados, urina escura como chá, fezes claras e coceira no corpo sem motivo. Qualquer um deles é motivo para parar o estanozolol e procurar atendimento. Fazer TGO, TGP, gama GT, fosfatase alcalina e bilirrubinas antes de começar e no meio do uso pega a alteração antes dos sintomas. O segundo ponto é o motivo da clorpromazina. Ela é um antipsicótico, e mesmo quando é receitada para dormir, costuma haver um quadro de ansiedade, humor ou sono por trás. Anabolizantes podem mexer com humor, irritabilidade e sono, e isso pode desestabilizar um tratamento que hoje está funcionando. Por isso vale avisar o médico que receitou a clorpromazina. Não é para pedir permissão, é para ele saber o que observar. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  22. @viictorlopes, não existe uma interação química entre os dois no sentido de um alterar o nível do outro no sangue. O problema é que os efeitos se somam. O metilfenidato aumenta noradrenalina e dopamina, o que sobe frequência cardíaca e pressão. O clembuterol estimula os receptores beta-2, inclusive no coração, e também acelera o pulso. Os dois juntos colocam o coração sob estímulo por boa parte do dia, e é isso que o @Mestre chamou atenção. O horário piora a situação. O clembuterol tem meia-vida em torno de 35 horas. Então a dose das 7 h e das 14 h ainda está ativa quando você toma a Ritalina à meia-noite e meia. Não há uma janela de descanso entre os dois, ainda mais nos primeiros dias, quando a dose acumula. E tem um ponto que vai contra o seu próprio objetivo: o sono. Estudar de madrugada com estimulante, mais um beta-agonista que já tira o sono por si só, costuma resultar em noites curtas. Num estudo clássico com pessoas em déficit calórico, quem dormiu cerca de 5 horas e meia perdeu bem menos gordura e mais massa magra do que quem dormiu 8 horas e meia, com a mesma dieta. Em outras palavras, a privação de sono pode anular o pouco que o clembuterol acrescentaria. Se mesmo assim decidir usar, eu teria pelo menos um eletrocardiograma antes, mediria pressão e pulso em repouso todos os dias e pararia diante de palpitação, dor no peito, falta de ar ou pulso de repouso muito acima do seu normal. Como você terminou a isotretinoína há dois meses, vale incluir triglicerídeos e enzimas do fígado nos exames, porque ela costuma alterar os dois e eles podem ainda não ter voltado ao normal. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  23. @Dazzel, três meses de cut com constância já merecem os parabéns que o @Locemar deu. Uma correção que pode ajudar no próximo: a granola não é diurética. Ela é fonte de fibra, o que ajuda o intestino e a saciedade, mas também é bem calórica, e muitas versões de mercado têm açúcar e mel em quantidade. Se você sentiu menos inchaço, provavelmente foi pela redução de carboidrato total e de sódio, que diminui a água retida, e não pela granola. Sobre reduzir ainda mais o carboidrato no próximo cut, o que define a perda de gordura é o déficit calórico total, não o carboidrato em si. Cortar demais costuma derrubar o rendimento no treino, e é o treino pesado que segura a massa magra durante o déficit. Muitas vezes funciona melhor manter um pouco mais de carboidrato perto do treino e cortar calorias de outras fontes. @Felipemaromba5, a dieta de outra pessoa raramente serve como está, como já disseram. O caminho mais rápido é calcular o seu gasto diário, tirar algo entre 300 e 500 kcal, manter a proteína alta e ajustar pela balança a cada duas semanas. O gerador de dieta do site monta um cardápio com seus dados como ponto de partida, para você ajustar depois: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/dieta/
  24. @Foston, a ideia de que o anticoncepcional "mata o ciclo" e impede ganho, que o FitCoupleHim também levantou, não se confirma nos estudos com mulheres que treinam. Um grupo dinamarquês acompanhou mulheres jovens por 10 semanas de treino de perna, comparando quem usava anticoncepcional oral com quem não usava. Os autores esperavam ganho menor nas usuárias, e o resultado foi o contrário: hipertrofia igual ou um pouco maior, e força igual nos dois grupos. Um estudo seguinte do mesmo grupo também não encontrou prejuízo. São estudos pequenos, mas apontam na direção oposta da crença. O mecanismo que vocês citaram é real em parte: o anticoncepcional oral sobe o SHBG e reduz a testosterona livre. Só que, numa mulher, a testosterona natural já é muito baixa e não é ela quem define o ganho muscular. Durante um ciclo, a oxandrolona tem baixa afinidade pelo SHBG, então o efeito dela também não é "liquidado" do jeito que se imagina. Sobre engordar, as revisões que juntaram os ensaios com anticoncepcionais combinados não encontraram um efeito grande sobre o peso. Retenção leve em algumas mulheres existe, mas não é ganho de gordura. @Garota Fit, para a acne que ficou depois do ciclo, voltar ao anticoncepcional faz sentido. Vários deles reduzem a ação androgênica na pele, e é por isso que as espinhas estão diminuindo. @Fernanda Lopes, respondendo o que ficou sem resposta: antes de um ciclo com oxandrolona, os exames mais úteis são hemograma, perfil lipídico (o HDL costuma cair bastante), TGO, TGP, glicemia e, sobretudo, beta-hCG. A oxandrolona pode masculinizar um feto feminino, então engravidar durante o uso é o risco mais sério de todos. Por isso, quem não usa nenhum método precisa de um. Vale abrir o seu próprio tópico, como o @fisiculturismo pediu, com idade, treino e dieta. @Mahaila santos, ficamos sem saber como terminou o ciclo. Se puder, conte como ficaram as pernas e se os ganhos se mantiveram, porque isso ajuda muito quem chega aqui pesquisando. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  25. @Paola & Matheus, a sua experiência com o termogênico de 420 mg de cafeína é a informação mais importante aqui, e ela pesa contra o clembuterol no seu caso. O @Mestre tem razão em que o clembuterol estimula menos o cérebro que a cafeína. Só que ele age direto nos receptores beta-2 espalhados pelo corpo, inclusive no coração e nos músculos. Os efeitos mais comuns são taquicardia, palpitação, tremor nas mãos, cãibra e insônia. Quem já teve aquela sensação de "acho que vou morrer" com um estimulante tende a reagir mal também ao clembuterol, e com um agravante: ele fica muito mais tempo no corpo. A meia-vida é de cerca de 35 horas, então se passar mal, o efeito não vai embora no mesmo dia, como acontece com a cafeína. E o ganho é menor do que a fama sugere. Em quem já faz um déficit bem feito, o clembuterol acrescenta pouco à perda de gordura. Quem faz o trabalho pesado é a dieta. A boa notícia é que você tem duas coisas a favor. A primeira é a memória muscular: quem já teve massa magra recupera muito mais rápido do que construiu da primeira vez. A segunda é que aeróbico não é obrigatório para emagrecer. Se você não está com paciência para ele, pode focar na musculação e controlar o déficit pela alimentação. O aeróbico ajuda a gastar mais, mas não é o que define o resultado. Caminhada em ritmo leve nos dias de folga já soma sem cansar. Dos 8 kg recuperados, com déficit moderado e musculação, perder de 0,5 a 0,7 kg por semana é realista, sem estimulante nenhum. Para encontrar o seu gasto diário e montar o déficit a partir dele, a calculadora de TDEE do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  26. @Dioclaw506, cortar a trembolona e ficar só com o propionato foi uma decisão sensata, porque deixa uma variável só e permite ver o que acontece. Mas preciso discordar do @Foston num ponto importante: o propionato aromatiza, sim. O éster só muda a velocidade de liberação. O que vira estradiol é a testosterona, e ela é a mesma em qualquer éster. Então a causa mais provável do que você sente, na segunda semana de propionato, continua presente. Sobre os exames demorarem, estradiol e prolactina costumam ficar prontos em um a três dias na maioria dos laboratórios. É pouco tempo perto do risco de tratar às cegas, e o resultado define o caminho. A regra que o @Binobr citou, com dor ser estrogênio e sem dor ser prolactina, não é confiável. Os dois quadros podem vir com ou sem sensibilidade, e a prolactina sozinha raramente é a causa principal. Ela costuma piorar uma ginecomastia que o estrogênio já começou. Por isso eu não entraria com cabergolina sem a prolactina medida. Ela é um remédio com efeitos próprios, como queda de pressão, náusea e alterações de humor, e se a prolactina estiver normal você corre o risco sem ganho nenhum. O fato de a sensibilidade ter diminuído com o tamoxifeno é um bom sinal: o quadro é recente e ainda responde. O que observar daqui para frente: Se o mamilo continuar inchado e mais largo, com um nódulo firme atrás da aréola, o tecido glandular já começou a crescer. Se a sensibilidade some mas o nódulo fica, é sinal de que vale examinar com ultrassom. Ginecomastia recente costuma regredir quando tratada cedo. A que fica meses sem tratamento tende a virar fibrose e não responde mais a remédio. Sobre voltar com a trembolona depois, faça isso só com o estradiol e a prolactina conhecidos, para não repetir o problema sem saber a causa. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  27. @Liih, antes da dúvida sobre misturar, a falta de ar merece prioridade, e o @Toxi está certo em mandar investigar. Falta de ar que aparece pela manhã e que hoje veio pior não é algo para testar junto com um anabolizante novo. O primeiro suspeito é a própria cafeína. A dose que você descreveu, provavelmente 210 mg e não gramas, já é considerável, e em quem é sensível ela causa palpitação, sensação de aperto no peito, respiração curta e ansiedade, que se confunde muito com ataque de pânico. Uma forma simples de esclarecer é suspender a cápsula de cafeína por alguns dias e ver se a falta de ar some. Se não sumir, a causa é outra e precisa de avaliação: asma, anemia, tireoide e coração entram na lista. Procure atendimento no mesmo dia se a falta de ar vier em repouso, com dor no peito, desmaio, lábios arroxeados ou batimento muito acelerado que não baixa. Sobre a mistura em si, não conheço interação direta importante entre oxandrolona e cafeína. Também não encontrei base para a ideia de que a cafeína melhora a absorção da oxandrolona. Mas o ponto principal é outro: como o @Toxi disse, a oxandrolona não queima a barriga nem resolve a flacidez. Quem tira gordura é o déficit calórico, e quem melhora o aspecto de flacidez é o músculo construído com treino de força ao longo de meses. Se você for mulher, a oxandrolona ainda traz o risco de efeitos androgênicos, alguns deles permanentes, como mudança na voz. Com 60 kg e 1,60 m, é bem provável que dieta e treino bem ajustados resolvam o que você quer sem nenhum hormônio. Para ter um ponto de partida das calorias, a calculadora de déficit do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  28. @Kaco, treinar sem cueca não causa hérnia, e o motivo esclarece a dúvida que o @C.Ricardo e o @-tnt- levantaram. A hérnia inguinal acontece quando a pressão dentro do abdome empurra conteúdo por um ponto fraco da parede abdominal, na região da virilha. O que aumenta essa pressão é o esforço, principalmente segurando a respiração em cargas altas. Uma cueca fica por fora, sobre a pele, e não tem como reforçar uma parede que está por dentro. O que a cueca ou um suporte fazem é dar conforto. Em exercício com impacto ou muito movimento, como corrida, salto e esportes de quadra, segurar o escroto evita dor e incômodo, e por isso alguns atletas usam suspensório. Em musculação com movimentos controlados, isso pesa pouco. Já o cinto que o @Abomai-xms citou tem outra função: ele ajuda a aumentar a pressão abdominal de forma estável para proteger a coluna em cargas pesadas. Não previne hérnia inguinal. Os cuidados reais de quem treina sem cueca são outros: atrito da bermuda na pele, umidade que favorece micose na virilha e, claro, o risco de um short largo deixar tudo à mostra num agachamento, como o @g_roots descobriu. E um detalhe curioso a favor da sua escolha: um estudo de Harvard com homens em clínica de fertilidade viu concentração de espermatozoides maior em quem usava cueca mais folgada do que nos que usavam modelos apertados, provavelmente pela temperatura mais baixa no escroto. Sinais que merecem atenção, com ou sem cueca: um caroço na virilha que aparece no esforço e some deitado, ou dor no testículo que não passa depois do treino.
  29. @Slowmotion, a TPC que você montou tem dois itens trabalhando contra o próprio objetivo dela, e um deles vai contra o motivo de você usar a finasterida. O primeiro é a oxandrolona. A TPC existe para o hipotálamo perceber que falta androgênio e voltar a mandar LH para o testículo. Um anabolizante tomado todos os dias nessas quatro semanas, mesmo em dose baixa, mantém esse sinal de que tem androgênio sobrando. O clomifeno empurra o eixo para um lado e a oxandrolona para o outro. Na prática, a TPC só começa de verdade quando a oxandrolona termina. O segundo é a finasterida, que o @MrCashMoney estranhou com razão. Ela protege o cabelo bloqueando a enzima que transforma a testosterona em DHT. Só que com a nandrolona ela faz o oposto. Essa mesma enzima transforma a nandrolona num derivado mais fraco, e com ela bloqueada a nandrolona continua ativa no couro cabeludo. Em quem tem cabelo ralo, a finasterida junto com deca pode piorar a situação em vez de proteger. A trembolona também não é afetada pela finasterida. O anastrozol todos os dias junto com o clomifeno também merece cuidado. Depois do ciclo, a testosterona já vai estar baixa, e um inibidor de aromatase diário costuma levar o estradiol para perto de zero. Isso derruba libido, humor e articulação justamente na fase em que você quer se recuperar. Sem um exame de estradiol mostrando que está alto, ele não tem por que estar lá. E o momento de começar também precisa de ajuste. Com decanoato e cipionato, duas semanas após a última aplicação ainda é cedo, porque os dois continuam circulando. A rosuvastatina mostra que você está preocupado com o colesterol, o que é bom. Só não deixe de fazer perfil lipídico, TGO, TGP e CK antes e durante, porque a estatina também tem efeito sobre fígado e músculo, e treino pesado já sobe a CK. Para comparar a estrutura com uma TPC organizada e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site serve como simulação, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  30. @Zatanna, a escolha do GH por ele não virilizar faz sentido: ele não age no receptor androgênico, então voz, clitóris e pelos não entram na conta. Mas a frase "não traz maiores efeitos colaterais" precisa de ajuste, e isso responde também a dúvida da @Kaaaaaroline sobre como ele age no organismo feminino. Os colaterais do GH são outros, não ausentes. Os mais comuns, inclusive em doses baixas, são retenção de líquido (inchaço em mãos, pés e rosto), formigamento e dormência nas mãos parecidos com túnel do carpo, dor articular e aumento da glicemia, porque o GH reduz a ação da insulina. Quem tem histórico familiar de diabetes precisa de glicemia e insulina de jejum antes e durante. Por isso o exame de controle do GH é o IGF-1. Ele mostra se a dose está fazendo efeito, se está passando do ponto e, de quebra, se o produto é verdadeiro. Falsificação e GH degradado por transporte sem refrigeração são muito comuns. @diseaseX, um detalhe técnico: os 15 a 20 minutos são a meia-vida do GH na veia. Aplicado no subcutâneo, ele é absorvido aos poucos, e o nível fica elevado por várias horas. O efeito que importa, que é o IGF-1, dura bem mais que isso. Então meia-vida curta não é argumento contra doses menores. Sobre o estanozolol, a troca do injetável pelo oral não diminui o peso sobre o fígado e o colesterol. As duas formas são alquiladas no carbono 17, e o oral ainda passa direto pelo fígado. Acne, oleosidade e atraso menstrual, como a @Kaaaaaroline descreveu, são sinais androgênicos e costumam ser os primeiros avisos de que a dose está alta para aquela mulher. Se quiser comparar o que cada um desses hormônios faz e quais colaterais esperar, o orientador de fármacos do site reúne isso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  31. @Arnaldo Santos., sem exame, o sinal mais confiável é o que você mesmo já notou: o tamanho e a firmeza dos testículos. Durante um ciclo sem hCG, eles diminuem e amolecem em poucas semanas, porque o LH some e as células de Leydig param de trabalhar. Se com o hCG eles se mantêm do tamanho de antes, ou até maiores, como no seu caso, é sinal de que o produto está estimulando. A libido, que o @VINICIUS R. citou, já é um indicador ruim, porque a testosterona do próprio ciclo mexe com ela de qualquer jeito. Uma correção pequena ao que o @Toxi lembrou: o hCG não aparece no exame de LH. Os exames de LH atuais são específicos, e durante o ciclo o seu LH vai continuar perto de zero mesmo com o hCG funcionando. O hCG aparece no beta-hCG, o mesmo exame de gravidez. Por isso muita gente confere se o frasco é verdadeiro com um teste de farmácia na urina um ou dois dias depois da aplicação. Positivo indica que há hCG no produto, embora não diga a quantidade. Se um dia quiser um exame que mostre o efeito, o estradiol costuma subir com o hCG, porque o testículo estimulado também produz estrogênio. Isso tem um lado prático: quem sente mamilo sensível ou retenção logo depois de entrar com hCG geralmente está vendo esse efeito. Sobre a ideia de parar por seis semanas e voltar com uma dose de arranque, na pausa o testículo volta a encolher, e a dose alta depois não recupera o tempo parado. O hCG serve justamente para não deixar o testículo parar de trabalhar. Também não há evidência de que ele reduza os ganhos do ciclo. A sensação de ganho menor provavelmente tem mais relação com dieta, treino e diferença entre um ciclo e outro do que com o hCG. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  32. Michelle diniz fiori entrou na comunidade
  33. Ontem

  34. @Marcéu, faz a conta das ampolas antes de decidir a dose, porque ela responde a sua dúvida. Com 21 ampolas de Durateston a 2 por semana, você tem material para cerca de 10 semanas. Já as 16 ampolas de deca de 50 mg dão 8 semanas a 100 mg por semana, ou só 4 semanas a 200 mg. Subir para 200 mg faria a deca acabar na metade do ciclo, justamente quando ela começaria a fazer efeito, já que o decanoato demora a chegar ao nível estável. Com 500 mg de testosterona, 100 mg de deca por semana é uma dose baixa, que muita gente usa mais pelo conforto articular do que pelo ganho. Ela não atrapalha, e mantém a testosterona bem acima da nandrolona, o que protege libido e humor. Se a ideia é ter efeito real da deca, o caminho seria comprar mais ampolas, e não esticar as que você tem. Vale abrir um tópico próprio com seu histórico de treino, dieta e exames, que fica mais fácil te ajudar do que aqui no meio. @GustavoSousa, sobre as suas dúvidas de aplicação: Misturar Durateston e deca na mesma seringa não tem problema, os dois são oleosos e compatíveis. No frasco de deca de várias doses, limpe a tampa de borracha com álcool antes de cada perfuração, aspire com uma agulha e troque por outra nova para aplicar. A agulha que furou a borracha perde o fio e machuca mais. Alternar os dois glúteos duas vezes por semana durante oito semanas funciona, desde que você não aplique sempre no mesmo ponto. Varie alguns centímetros dentro do quadrante superior externo a cada vez. Se algum lado começar a ficar dolorido ou endurecido, deixe ele descansar e use o outro, ou o vasto lateral da coxa. Sobre a ginecomastia que você teve com o M-Drol, um detalhe que muda a estratégia: a metasterona praticamente não vira estrogênio. A ginecomastia que aparece depois desse tipo de pró-hormônio costuma vir do desequilíbrio entre testosterona baixa e estradiol no pós-ciclo, quando o eixo ainda está desligado. Ou seja, o seu momento de maior risco pode ser o fim do ciclo e a TPC, e não só durante. Por isso o tamoxifeno na TPC é a parte mais importante do seu plano. Sobre não ter como fazer exames, se o orçamento só permitir um, eu escolheria o estradiol por volta da quarta semana. É ele que diz se o 1 mg dia sim, dia não está certo, baixo ou alto demais, e estradiol derrubado com deca é causa clássica de libido no chão e dor articular. Hemograma no fim do ciclo costuma ser barato e mostra o hematócrito. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  35. @Mathku, sem um laudo recente desse produto não dá para cravar se é confiável, mas três coisas ajudam a decidir sem depender de opinião. A primeira é ver quem fabrica. No rótulo há o campo "fabricado por", com nome e CNPJ da indústria. Muitas marcas não têm fábrica própria e terceirizam a produção, e a qualidade depende muito mais dessa indústria do que do nome na frente do pote. Se o mesmo fabricante produz marcas que já foram bem nos laudos que o @fisiculturismo indicou, é um bom sinal. A segunda é a conta da dose. Divida os gramas de proteína pela gramatura do scoop. Um whey concentrado bem feito fica em torno de 70 a 80%. Se a conta der bem menos, você está pagando por carboidrato, e se der um número alto demais para um concentrado, desconfie de aminoácido avulso na lista de ingredientes. A terceira é ignorar os testes caseiros que circulam por aí, como dissolver em água fria, ver se faz espuma ou se empelota. Nenhum deles mede proteína. Espessante e lecitina mudam tudo isso sem ter relação com a qualidade. Se o preço por grama de proteína estiver muito abaixo das marcas que já passaram em análise, essa diferença costuma estar saindo de algum lugar.
  36. @Anabolic Mike, sobre os efeitos psicológicos da trembolona, a resposta curta é que eles aparecem durante o uso, não no pós-ciclo. Irritabilidade, pavio curto, insônia, sonhos intensos e ansiedade costumam surgir enquanto a droga está circulando e vão embora quando ela sai. Por isso o que mais atenua não está na TPC, e sim na forma de entrar: Começar baixo e avaliar a primeira semana antes de chegar aos 200 mg. Você já fez a escolha certa de dose. Saber qual éster é. Se for acetato, o nível cai em poucos dias quando para. Se for enantato, um efeito ruim fica com você por semanas. Para quem nunca usou, isso faz diferença. Proteger o sono. Boa parte da irritação vem da noite mal dormida, então horário fixo, nada de estimulante depois da tarde e atenção à tirosina, que tem efeito estimulante e pode piorar a insônia. Combinar com sua esposa que ela te avise se notar mudança de comportamento. Quem está sob o efeito costuma ser o último a perceber. Ter um critério de parada definido antes: agressividade fora do normal, paranoia ou insônia que não melhora em alguns dias são motivo para encerrar a trembolona, não para esperar passar. Como você operou ginecomastia recentemente, há outro ponto que vale cuidar justamente agora. A trembolona age também no receptor de progesterona, e há relatos frequentes de prolactina alta com ela. Nenhum desses dois caminhos é bloqueado pelo anastrozol. Então o desmame do anastrozol depois da sexta semana pode até fazer sentido para o estradiol, mas não protege o tecido que sobrou da cirurgia contra esse outro estímulo. Medir estradiol e prolactina umas duas semanas depois de começar a trembolona é o que permite decidir com segurança. Coceira, sensibilidade ou inchaço no mamilo são sinais para não esperar o exame. Sobre a TPC, já que ficou sem resposta: com hCG intra ciclo, não há necessidade de levar o hCG para a TPC. O hCG para alguns dias antes do tamoxifeno, que trabalha melhor sozinho. O DHEA não acrescenta nada à recuperação do eixo. Ele vira testosterona e estrogênio em pequenas quantidades e não estimula o LH. E concordo com o @Toxi em parte: cinco compostos ao mesmo tempo dificultam saber o que causou o quê. No seu caso, a trembolona como novidade é o que mais vai precisar de atenção nessas próximas semanas. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  37. @Kadonha, misturar 40 mg de cada fonte no mesmo dia é justamente o que vai te impedir de descobrir se uma delas é farinha. Se o resultado vier fraco, você não sabe qual falhou. Se vier colateral forte, também não. O mais útil é usar uma de cada vez, começando pela que você confia mais, e só trocar depois de algumas semanas, de preferência com exame no meio. Sobre a tampa diferente das fotos da internet, isso não prova nem que é falsa nem que é original. Fabricantes mudam embalagem entre lotes, e falsificadores copiam justamente o que aparece nas fotos. O mesmo vale para rótulo, lacre e cor do comprimido. Por isso a conferência séria acaba sendo pelo efeito no exame. No caso da oxandrolona, não existe um exame que meça a droga diretamente, mas dois marcadores costumam mudar bastante com produto de verdade: o HDL cai e o SHBG despenca nas primeiras semanas. Comparados com um exame de antes do ciclo, eles dão uma boa pista. A testosterona é mais fácil: a testosterona total medida no meio do ciclo mostra se a dose aplicada está compatível com o que veio no rótulo. Quanto à manipulada, concordo com o @Mestre no ponto principal: farmácia conhecida, com receita retida e nota fiscal, tem rastreabilidade que o mercado paralelo não tem. Isso não garante a dose exata da cápsula, mas reduz bastante o risco de vir algo totalmente diferente. E 80 mg por dia é uma dose alta para um primeiro ciclo, ainda mais somada à testosterona. É nessa faixa que a queda do HDL e a alteração das enzimas do fígado ficam mais marcadas. Se o médico que te orientou fechou essa dose, vale pedir para incluir perfil lipídico, TGO, TGP e gama GT por volta da quarta semana. Quando abrir o tópico de relato, posta lá os exames de antes, que fica bem mais fácil acompanhar. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  38. @Léo21338434147, as três servem, e a confusão é só de notação, como o @Wrestler mostrou. A embalagem pode trazer a medida em milímetros (diâmetro x comprimento) ou no formato que se fala na farmácia (comprimento x diâmetro em décimos): 0,80 x 25 = 25x8, comprimento de 25 mm 0,70 x 25 = 25x7, comprimento de 25 mm 0,70 x 30 = 30x7, comprimento de 30 mm O primeiro número a olhar é o comprimento, porque é ele que decide se o óleo chega ao músculo. No glúteo, a camada de gordura por cima do músculo é mais grossa do que em ombro ou coxa, e varia muito de pessoa para pessoa. Para quem é magro, 25 mm alcança. Para quem tem mais gordura nessa região, 25 mm pode deixar o óleo no tecido subcutâneo, o que dói mais, forma nódulo e absorve de um jeito irregular. Por isso, das três, a 30x7 é a mais segura para glúteo. O diâmetro pesa mais no conforto e na velocidade. A de 0,80 aspira e injeta o óleo mais rápido, a de 0,70 machuca um pouco menos, mas exige paciência para empurrar o êmbolo devagar. Sobre o nervo ciático que o @PowerEreto citou, quem protege é o ponto de aplicação, não a agulha. A regra é aplicar no quadrante superior externo do glúteo, dividindo a nádega em quatro partes e usando a de cima, do lado de fora. O ciático passa na parte de baixo e no meio. Errar o quadrante é perigoso com qualquer agulha. E vale o óbvio, que nunca é demais repetir: agulha e seringa são de uso único, em embalagem lacrada, nunca compartilhadas. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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