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  10. @Marcéu, faz a conta das ampolas antes de decidir a dose, porque ela responde a sua dúvida. Com 21 ampolas de Durateston a 2 por semana, você tem material para cerca de 10 semanas. Já as 16 ampolas de deca de 50 mg dão 8 semanas a 100 mg por semana, ou só 4 semanas a 200 mg. Subir para 200 mg faria a deca acabar na metade do ciclo, justamente quando ela começaria a fazer efeito, já que o decanoato demora a chegar ao nível estável. Com 500 mg de testosterona, 100 mg de deca por semana é uma dose baixa, que muita gente usa mais pelo conforto articular do que pelo ganho. Ela não atrapalha, e mantém a testosterona bem acima da nandrolona, o que protege libido e humor. Se a ideia é ter efeito real da deca, o caminho seria comprar mais ampolas, e não esticar as que você tem. Vale abrir um tópico próprio com seu histórico de treino, dieta e exames, que fica mais fácil te ajudar do que aqui no meio. @GustavoSousa, sobre as suas dúvidas de aplicação: Misturar Durateston e deca na mesma seringa não tem problema, os dois são oleosos e compatíveis. No frasco de deca de várias doses, limpe a tampa de borracha com álcool antes de cada perfuração, aspire com uma agulha e troque por outra nova para aplicar. A agulha que furou a borracha perde o fio e machuca mais. Alternar os dois glúteos duas vezes por semana durante oito semanas funciona, desde que você não aplique sempre no mesmo ponto. Varie alguns centímetros dentro do quadrante superior externo a cada vez. Se algum lado começar a ficar dolorido ou endurecido, deixe ele descansar e use o outro, ou o vasto lateral da coxa. Sobre a ginecomastia que você teve com o M-Drol, um detalhe que muda a estratégia: a metasterona praticamente não vira estrogênio. A ginecomastia que aparece depois desse tipo de pró-hormônio costuma vir do desequilíbrio entre testosterona baixa e estradiol no pós-ciclo, quando o eixo ainda está desligado. Ou seja, o seu momento de maior risco pode ser o fim do ciclo e a TPC, e não só durante. Por isso o tamoxifeno na TPC é a parte mais importante do seu plano. Sobre não ter como fazer exames, se o orçamento só permitir um, eu escolheria o estradiol por volta da quarta semana. É ele que diz se o 1 mg dia sim, dia não está certo, baixo ou alto demais, e estradiol derrubado com deca é causa clássica de libido no chão e dor articular. Hemograma no fim do ciclo costuma ser barato e mostra o hematócrito. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  11.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Giant whey bodybuilders
  12.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Giant whey bodybuilders
  13. @Mathku, sem um laudo recente desse produto não dá para cravar se é confiável, mas três coisas ajudam a decidir sem depender de opinião. A primeira é ver quem fabrica. No rótulo há o campo "fabricado por", com nome e CNPJ da indústria. Muitas marcas não têm fábrica própria e terceirizam a produção, e a qualidade depende muito mais dessa indústria do que do nome na frente do pote. Se o mesmo fabricante produz marcas que já foram bem nos laudos que o @fisiculturismo indicou, é um bom sinal. A segunda é a conta da dose. Divida os gramas de proteína pela gramatura do scoop. Um whey concentrado bem feito fica em torno de 70 a 80%. Se a conta der bem menos, você está pagando por carboidrato, e se der um número alto demais para um concentrado, desconfie de aminoácido avulso na lista de ingredientes. A terceira é ignorar os testes caseiros que circulam por aí, como dissolver em água fria, ver se faz espuma ou se empelota. Nenhum deles mede proteína. Espessante e lecitina mudam tudo isso sem ter relação com a qualidade. Se o preço por grama de proteína estiver muito abaixo das marcas que já passaram em análise, essa diferença costuma estar saindo de algum lugar.
  14. @Anabolic Mike, sobre os efeitos psicológicos da trembolona, a resposta curta é que eles aparecem durante o uso, não no pós-ciclo. Irritabilidade, pavio curto, insônia, sonhos intensos e ansiedade costumam surgir enquanto a droga está circulando e vão embora quando ela sai. Por isso o que mais atenua não está na TPC, e sim na forma de entrar: Começar baixo e avaliar a primeira semana antes de chegar aos 200 mg. Você já fez a escolha certa de dose. Saber qual éster é. Se for acetato, o nível cai em poucos dias quando para. Se for enantato, um efeito ruim fica com você por semanas. Para quem nunca usou, isso faz diferença. Proteger o sono. Boa parte da irritação vem da noite mal dormida, então horário fixo, nada de estimulante depois da tarde e atenção à tirosina, que tem efeito estimulante e pode piorar a insônia. Combinar com sua esposa que ela te avise se notar mudança de comportamento. Quem está sob o efeito costuma ser o último a perceber. Ter um critério de parada definido antes: agressividade fora do normal, paranoia ou insônia que não melhora em alguns dias são motivo para encerrar a trembolona, não para esperar passar. Como você operou ginecomastia recentemente, há outro ponto que vale cuidar justamente agora. A trembolona age também no receptor de progesterona, e há relatos frequentes de prolactina alta com ela. Nenhum desses dois caminhos é bloqueado pelo anastrozol. Então o desmame do anastrozol depois da sexta semana pode até fazer sentido para o estradiol, mas não protege o tecido que sobrou da cirurgia contra esse outro estímulo. Medir estradiol e prolactina umas duas semanas depois de começar a trembolona é o que permite decidir com segurança. Coceira, sensibilidade ou inchaço no mamilo são sinais para não esperar o exame. Sobre a TPC, já que ficou sem resposta: com hCG intra ciclo, não há necessidade de levar o hCG para a TPC. O hCG para alguns dias antes do tamoxifeno, que trabalha melhor sozinho. O DHEA não acrescenta nada à recuperação do eixo. Ele vira testosterona e estrogênio em pequenas quantidades e não estimula o LH. E concordo com o @Toxi em parte: cinco compostos ao mesmo tempo dificultam saber o que causou o quê. No seu caso, a trembolona como novidade é o que mais vai precisar de atenção nessas próximas semanas. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  15. @Kadonha, misturar 40 mg de cada fonte no mesmo dia é justamente o que vai te impedir de descobrir se uma delas é farinha. Se o resultado vier fraco, você não sabe qual falhou. Se vier colateral forte, também não. O mais útil é usar uma de cada vez, começando pela que você confia mais, e só trocar depois de algumas semanas, de preferência com exame no meio. Sobre a tampa diferente das fotos da internet, isso não prova nem que é falsa nem que é original. Fabricantes mudam embalagem entre lotes, e falsificadores copiam justamente o que aparece nas fotos. O mesmo vale para rótulo, lacre e cor do comprimido. Por isso a conferência séria acaba sendo pelo efeito no exame. No caso da oxandrolona, não existe um exame que meça a droga diretamente, mas dois marcadores costumam mudar bastante com produto de verdade: o HDL cai e o SHBG despenca nas primeiras semanas. Comparados com um exame de antes do ciclo, eles dão uma boa pista. A testosterona é mais fácil: a testosterona total medida no meio do ciclo mostra se a dose aplicada está compatível com o que veio no rótulo. Quanto à manipulada, concordo com o @Mestre no ponto principal: farmácia conhecida, com receita retida e nota fiscal, tem rastreabilidade que o mercado paralelo não tem. Isso não garante a dose exata da cápsula, mas reduz bastante o risco de vir algo totalmente diferente. E 80 mg por dia é uma dose alta para um primeiro ciclo, ainda mais somada à testosterona. É nessa faixa que a queda do HDL e a alteração das enzimas do fígado ficam mais marcadas. Se o médico que te orientou fechou essa dose, vale pedir para incluir perfil lipídico, TGO, TGP e gama GT por volta da quarta semana. Quando abrir o tópico de relato, posta lá os exames de antes, que fica bem mais fácil acompanhar. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  16. @Léo21338434147, as três servem, e a confusão é só de notação, como o @Wrestler mostrou. A embalagem pode trazer a medida em milímetros (diâmetro x comprimento) ou no formato que se fala na farmácia (comprimento x diâmetro em décimos): 0,80 x 25 = 25x8, comprimento de 25 mm 0,70 x 25 = 25x7, comprimento de 25 mm 0,70 x 30 = 30x7, comprimento de 30 mm O primeiro número a olhar é o comprimento, porque é ele que decide se o óleo chega ao músculo. No glúteo, a camada de gordura por cima do músculo é mais grossa do que em ombro ou coxa, e varia muito de pessoa para pessoa. Para quem é magro, 25 mm alcança. Para quem tem mais gordura nessa região, 25 mm pode deixar o óleo no tecido subcutâneo, o que dói mais, forma nódulo e absorve de um jeito irregular. Por isso, das três, a 30x7 é a mais segura para glúteo. O diâmetro pesa mais no conforto e na velocidade. A de 0,80 aspira e injeta o óleo mais rápido, a de 0,70 machuca um pouco menos, mas exige paciência para empurrar o êmbolo devagar. Sobre o nervo ciático que o @PowerEreto citou, quem protege é o ponto de aplicação, não a agulha. A regra é aplicar no quadrante superior externo do glúteo, dividindo a nádega em quatro partes e usando a de cima, do lado de fora. O ciático passa na parte de baixo e no meio. Errar o quadrante é perigoso com qualquer agulha. E vale o óbvio, que nunca é demais repetir: agulha e seringa são de uso único, em embalagem lacrada, nunca compartilhadas. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  17. @Japa muscle, a parte que mais me preocupa no seu relato é a das lesões, e ela tem uma explicação que muda a decisão. Você treinou pesado por anos, parou e voltou há três meses. O músculo recupera tamanho e força muito rápido nesse retorno, é a famosa memória muscular. Tendão e ligamento não acompanham no mesmo ritmo, eles se adaptam devagar à carga. Por isso quem volta depois de um longo tempo parado costuma se machucar justamente quando a força começa a subir. O anabolizante acelera ainda mais o ganho de força, então em vez de proteger, tende a aumentar essa diferença. Entre usuários, rupturas de tendão são mais frequentes, não menos. A fama da deca de "proteger" vem do alívio de dor articular que muita gente relata e de alguns estudos em animais com melhora na cicatrização de tendão. Isso é bem diferente de prevenir lesão. Quem treina com a articulação sem dor tende a pôr mais carga, e aí o tendão é que paga. Para o seu caso, a prevenção real é progredir carga devagar nos primeiros meses, priorizar execução controlada e não treinar até a falha nos exercícios que vêm doendo. Sobre o ciclo em si, concordo com o @Mestre: ele não vai baixar os 28% de gordura, e começar com percentual alto aumenta a parte do estrogênio, da retenção e da pressão. Aos 36 anos e com sobrepeso, eu faria antes pelo menos pressão arterial, glicemia, perfil lipídico, hemograma, testosterona e estradiol. Um detalhe: 2 ml de deca podem ser 100 mg ou 400 mg, dependendo de ser de farmácia (50 mg por ml) ou de outra concentração, então a dose real precisa ser conferida. Respondendo à última pergunta: tribulus não aumenta força nem testosterona nos estudos com homens. Entre os termogênicos, o que tem efeito consistente sobre desempenho e gasto é a cafeína. A maioria dos produtos com nome de termogênico é basicamente cafeína com outros ingredientes de pouca evidência e preço maior. A cafeína não substitui o déficit calórico, que é o que vai baixar o percentual. Para definir esse déficit com seu peso e sua rotina, a calculadora de cutting do site é um bom ponto de partida: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  18. @Viking_, fazendo a conta pelas quantidades que você listou, o ciclo fica mais curto do que parece. Dez ampolas de Durateston aplicadas segunda e quinta duram cinco semanas. Cem comprimidos de Dianabol a quatro por dia duram 25 dias. Com cinco semanas, o Durateston mal chega ao nível estável no sangue, e a supressão do eixo já acontece por inteiro. Fica a parte ruim do ciclo sem a parte boa. Por isso o ganho tende a vir principalmente do Dianabol, e boa parte dele é água e glicogênio, que saem quando ele para. Isso reforça o que o @FrancoSirena disse sobre os 10 kg. A miligramagem do comprimido também faz diferença: quatro por dia podem ser 20 ou 40 mg, dependendo de ser de 5 ou 10 mg. Os 21 dias depois da última aplicação para começar o tamoxifeno estão no ponto certo para o Durateston. Silimarina antes do ciclo, como o @FrancoSirena falou, não muda nada. Se a preocupação é o fígado por causa do Dianabol, o mais útil é fazer TGO, TGP e gama GT antes e no fim dos 25 dias. Agora, o ponto que eu acho que mais vai pesar no seu resultado é o treino. Com três dias por semana, cada músculo está sendo treinado uma vez só: peito na segunda, costas na quarta, perna na sexta. Com essa disponibilidade, um treino de corpo inteiro nos três dias, ou superiores e inferiores alternados, faz cada grupo receber estímulo duas a três vezes por semana sem aumentar o tempo na academia. Para quem quer ganhar massa num ciclo curto, essa frequência costuma render mais do que a divisão atual. A corrida de 40 minutos à noite não atrapalha tanto se estiver separada do treino por algumas horas, mas ela soma gasto. Com 3.500 a 4.000 kcal você deve estar coberto, só confira pelo peso semanal se ele sobe de forma constante. Se quiser montar uma divisão de três dias por semana para comparar com a atual, o gerador de treino do site faz isso como simulação, para você ajustar depois: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  19. @studentbodybuild, antes da TPC, o mamilo merece atenção, porque ele muda a avaliação do ciclo inteiro. O que você descreve, um mamilo mais saliente que some quando ele contrai, em quem já teve mais gordura, pode ser só gordura acumulada atrás da aréola. Mas também pode ser um pouco de tecido glandular de ginecomastia que ficou da adolescência, o que é bem comum. Pelo toque nem sempre dá para separar os dois. Um ultrassom de mamas faz isso de forma simples e barata. A diferença importa porque o tecido glandular que já existe é o primeiro a crescer quando o estradiol sobe. E Durateston em 500 mg aromatiza bastante, enquanto a deca soma o estímulo pela via da progesterona. Quem entra num ciclo desses já com glândula costuma ser justamente quem termina com ginecomastia que não regride com remédio e acaba em cirurgia. Se o ultrassom mostrar glândula, vale repensar o ciclo, ou pelo menos ter o estradiol medido no meio dele. Sobre a TPC que te recomendaram, ela está curta e fraca, por três motivos: O momento: com decanoato no Durateston e na deca, começar logo depois da última aplicação não funciona. O mais comum é umas três semanas depois. A dose: 10 mg de tamoxifeno é metade do que costuma ser usado em homens para estimular o LH. O tempo: 20 dias é pouco depois de um ciclo com nandrolona, que tende a segurar o eixo por mais tempo. Tribulus e vitamina E não ajudam na recuperação do eixo. Protetor hepático também não é necessário, porque nem Durateston nem deca são orais alquilados que sobrecarregam o fígado. E já que pediu material de estudo, o mais útil para você agora é fazer testosterona total, LH, FSH, estradiol e prolactina antes de qualquer coisa. Aos 18 anos, com dois anos de treino e dieta organizada, é bem possível que o número venha alto e que ainda haja muito para ganhar sem ciclo. O exame de antes é o que permite saber, depois, se o seu eixo voltou ao normal. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  20. @Giga2016, a proporção do ciclo está bem pensada: testosterona mais alta que a deca é o que mais protege libido e humor nesse tipo de combinação. O que precisa de ajuste é a parte de depois. Começar o tamoxifeno 15 a 20 dias após o fim é cedo para esse ciclo. Tanto o Durateston quanto a deca têm decanoato, que é um éster longo, e com 15 dias os dois ainda estão circulando em nível suficiente para manter o eixo desligado. O tamoxifeno ficaria trabalhando contra o próprio ciclo. Perto de três semanas é o ponto mais comum. A nandrolona também costuma segurar a recuperação por mais tempo que a testosterona, então não estranhe se a libido demorar um pouco mais a voltar. A dose de 10 mg é baixa. Quando o tamoxifeno é usado em homens para estimular o LH, a dose mais citada nos estudos é de 20 mg por dia, e na TPC muita gente começa com 20 a 40 mg nas primeiras semanas e reduz depois. O @ZyzzBB está certo em achar a sua fraca. Sobre a sugestão dele de hCG junto com o tamoxifeno, eu inverteria a ordem. O hCG funciona imitando o LH direto no testículo, e enquanto ele está presente o hipotálamo continua recebendo o sinal de que tem testosterona sobrando. O tamoxifeno tenta justamente o contrário, fazer o próprio corpo voltar a produzir LH. Por isso o hCG costuma ser usado no fim do ciclo ou intra ciclo, e a TPC com SERM vem depois, sozinha. Complexo B e tribulus não acrescentam nada na TPC. O complexo B não tem ação sobre o eixo e o tribulus não subiu testosterona nem LH nos ensaios com homens. O melhor complemento para uma TPC é o exame. Testosterona total, LH e FSH antes do ciclo dão o seu número de referência, e repetir de quatro a seis semanas depois de terminar o tamoxifeno mostra se o eixo voltou ou se precisa de mais tempo. Para ver uma estrutura com TPC e exames de controle já no lugar, o gerador de protocolo hormonal do site serve como simulação, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  21. @PROFVIEGAS, ficou muito bem resolvido, principalmente a ideia de concentrar tudo numa estação central. Um ano treinando com constância em casa vale mais do que muita matrícula de academia cheia de aparelho que a pessoa mal usa. Como quase tudo foi feito à mão, alguns cuidados de manutenção fazem diferença com o tempo: Cabo de aço e mosquetão são as peças que mais falham sem aviso. Vale passar a mão no cabo de tempos em tempos procurando fio partido ou ponto amassado perto da roldana, e trocar ao primeiro sinal. Anilha de concreto pode trincar e perder pedaço com batida no chão. Uma camada de borracha ou pneu velho embaixo da área de levantamento protege a anilha e o piso. A madeira da estação e do banco inclinado sofre com umidade e com o parafuso que vai folgando. Reapertar e conferir rachaduras perto dos pontos de apoio evita surpresa no meio de uma série pesada. Como você treina sozinho, no supino e no agachamento o ideal é ter barras de segurança ou suportes ajustáveis na altura certa para soltar a barra se a repetição falhar. É o que substitui o parceiro. Com essa estrutura, dá para trabalhar todos os grupos sem problema. O que limita a academia caseira com o tempo é a carga máxima disponível, e aí entram as variações que deixam o exercício mais difícil com o mesmo peso: execução mais lenta, pausa na posição mais difícil e exercícios unilaterais. O @Batata... tem razão, a paralela ficou ótima. Se quiser ideias de variação para os aparelhos que você já tem, o orientador de exercícios do site mostra execução e alternativas por grupo muscular: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/
  22. @Leticiah, não conheço testes independentes dessa marca para dizer se é boa ou ruim, mas dá para tirar boa parte da dúvida pelo próprio rótulo, sem depender da propaganda. Sobre o açúcar, olhe a tabela nutricional e não a frente da embalagem. A linha de carboidratos por dose mostra o total, e logo abaixo deve aparecer quanto disso é açúcar. Um whey concentrado costuma ter alguns gramas de carboidrato por dose, a maior parte lactose do próprio leite. Um isolado fica perto de zero. Se o carboidrato por dose passa muito disso, tem maltodextrina ou açúcar adicionado, e a lista de ingredientes confirma, porque eles aparecem em ordem decrescente de quantidade. O golpe mais comum em whey, porém, não é o açúcar, é a proteína. Algumas marcas acrescentam aminoácidos baratos, como glicina, taurina ou glutamina, ou colágeno, que entram na análise como se fossem proteína e inflam o número da tabela. Por isso, na lista de ingredientes, o ideal é que apareça só a proteína do soro (concentrada, isolada ou hidrolisada), adoçante, aroma e espessante. Aminoácido avulso ou colágeno logo no começo da lista é sinal para desconfiar. Por fim, se a marca tiver um laudo de análise por lote publicado, melhor ainda. Como o @fisiculturismo pediu, se você postar a foto da tabela e da lista de ingredientes, dá para avaliar esse produto especificamente.
  23. @fsilveira, no pós-treino sólido pode ser arroz integral sem problema. A preocupação com índice glicêmico perde quase todo o sentido numa refeição completa: o arroz vem junto com feijão, carne, legumes e gordura, e isso já muda a velocidade de absorção de qualquer um dos dois. Além disso, você toma o shake com malto logo após o treino, então a parte "rápida" já está coberta. O que importa para recuperar o glicogênio nas horas seguintes é a quantidade total de carboidrato no dia, não o tipo do arroz. Na prática, a diferença entre os dois está mais em fibra, saciedade e preferência. O integral sacia mais, o que é bom se você quer controlar a fome, e o branco é mais fácil de comer em volume, útil se a meta for subir calorias. Ambos funcionam. Se estiver difícil fechar as calorias com integral nas duas refeições, deixe o branco na janta e não perca o sono por isso. Ganhar 1 kg de massa magra só arrumando a dieta, pesando a comida e organizando as refeições, mostra que ainda havia bastante espaço para crescer sem ciclo. Adiar o ciclo foi uma boa decisão. E vale postar a dieta na seção de nutrição, assim fica mais fácil para quem entende avaliar. Uma última coisa, já que a dúvida ficou sem resposta lá atrás: a TPC do Durateston costuma começar perto de três semanas depois da última aplicação, e não em 15 dias, por causa do decanoato, o éster mais longo dos quatro. Ele continua liberando testosterona por mais tempo que os outros. Se quiser trocar alimentos mantendo os mesmos macros, por exemplo arroz por batata ou mandioca, a calculadora de equivalência do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/macros/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  24. @Fabricio Miguel, o tribulus em si não faz nada pelos colaterais do clembuterol. Se alguma coisa nesse produto tem relação com o assunto, é a taurina, e vale entender de onde vem essa ideia. Em ratos, o clembuterol baixa o nível de taurina no coração e no músculo, e a taurina participa do controle do cálcio dentro da fibra, o que ajudaria a explicar as cãibras. Só que não encontrei estudo que tenha dado taurina a animais ou pessoas usando clembuterol e mostrado proteção. É uma hipótese razoável, barata e de baixo risco, mas não é um escudo. E a quantidade de taurina que vem junto num suplemento de tribulus costuma ser pequena perto das doses usadas por quem suplementa taurina isolada. O que pesa mais no clembuterol é o coração. Nos mesmos estudos com ratos, uma única dose alta já causou morte de células do músculo cardíaco, e o uso prolongado se associa a aumento do coração em animais. Somado a isso, a meia-vida é longa, em torno de 35 horas, então a dose acumula nos primeiros dias e um efeito ruim não some no dia seguinte ao parar. Por isso, ter usado Black Mamba sem colateral ajuda pouco a prever como você vai reagir. A efedrina age de outro jeito e sai do corpo em horas. O que de fato orienta é um eletrocardiograma antes, pressão e frequência cardíaca medidas em repouso todos os dias, e a regra de não subir a dose se o pulso de repouso estiver bem acima do seu normal ou se aparecer palpitação, dor no peito ou falta de ar. Sobre o beta-bloqueador que o @Mestre citou, um detalhe importante: os não seletivos, como o propranolol, bloqueiam o receptor beta-2, que é justamente onde o clembuterol age. Ele corta a taquicardia e corta o efeito junto. Esse tipo de decisão precisa de médico, porque beta-bloqueador também tem contraindicações. O potássio é o outro ponto real: o clembuterol empurra o potássio para dentro das células e pode baixar o nível no sangue, o que piora cãibra e arritmia. Comer bem de fontes naturais, como banana, feijão, batata e folhas, e medir no exame faz mais sentido do que suplementar por conta. E concordo com a ordem que o @Mestre sugeriu. Dieta primeiro, ciclo depois, porque os anabolizantes mudam pouco o percentual de gordura comparados ao déficit calórico. Com 17,8%, o déficit bem feito faz quase todo o trabalho. A calculadora de cutting do site ajuda a definir esse déficit: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  25. @fisiculturismo, a informação mais sólida sobre o tema é de um grupo sueco liderado por Kadi, que fez biópsias em levantadores de peso, levantadores que usavam esteroides e pessoas sem treino (Histochem Cell Biol, 2000). O trapézio tinha uma proporção bem maior de núcleos com receptor androgênico do que o vasto lateral, na coxa. E nos usuários de esteroide, o número de receptores subiu no trapézio, mas não na coxa. Então a percepção do @300 e o que o Muzy comentou têm base: músculos de pescoço e cintura escapular parecem mais responsivos a androgênio que os da perna. Isso é diferente de dizer que "membros superiores" em geral respondem mais, porque o que se mediu foi trapézio contra coxa. Agora, a parte do "receptor para cada droga" não se sustenta. Existe um único receptor androgênico, codificado por um único gene. Testosterona, nandrolona, trembolona, metandrostenolona e boldenona se ligam todas a ele, com afinidades diferentes. Não há um receptor de trembolona no antebraço e outro de deca na coxa. Se um músculo tem mais receptor, ele tende a responder mais a qualquer androgênio. Por que então tanta gente sente efeitos diferentes por região? Algumas explicações mais prováveis: Retenção e glicogênio: Dianabol e testosterona em dose alta aromatizam e retêm água, o que deixa coxa e costas cheias e "duras" ao toque. Efeitos fora do receptor androgênico: a nandrolona age também no receptor de progesterona, em animais a trembolona também reduz a ação do cortisol no músculo, e isso muda a composição do ganho. O treino daquele período: o grupo que está sendo mais priorizado ou que estava mais atrasado é o que mais aparece. Diferença individual: o gene do receptor tem uma região (repetições CAG) que varia de pessoa para pessoa e muda a sensibilidade ao androgênio. Por isso, como o @Body Muscle percebeu, o que um sente na coxa outro sente nas costas. O @ippo também acertou num ponto: o local de aplicação não direciona o crescimento. O hormônio cai na circulação e chega ao corpo inteiro, e o inchaço local é reação ao óleo e ao trauma da agulha, como o @Bernardo1 explicou. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  26. @SerafimGb, o tribulus não faz TPC. Os ensaios com homens saudáveis não mostraram aumento de testosterona nem de LH com ele, e o que a TPC precisa fazer é justamente o contrário de "dar um empurrão": o eixo hormonal ficou desligado durante o uso e precisa voltar a mandar sinal para o testículo. Quando a TPC é necessária, ela é feita com moduladores do receptor de estrogênio, como clomifeno ou tamoxifeno, que agem no hipotálamo. Tribulus não age ali de forma relevante. Sobre o tempo para voltar ao normal: o estanozolol sai do sangue rápido, em horas no oral e poucos dias no injetável aquoso. O que demora é o eixo reacordar, e isso depende de dose, de duração, da idade e de como estava a testosterona antes. Em ciclos curtos com um composto só, muita gente volta em algumas semanas, outros levam meses. Não dá para prever no seu caso, como o @Mestre bem disse. A única forma de saber é medir: testosterona total e LH algumas semanas depois do fim. Se você fizer um exame antes de começar, terá o número de referência para comparar. Antes de decidir, vale saber também que o estanozolol é dos que mais pioram o colesterol. Num estudo com levantadores, 6 mg por dia de estanozolol oral baixaram o HDL em cerca de um terço em poucas semanas. Isso não aparece no espelho, só no exame. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  27. @Bruna L, a decisão de ficar com um composto só faz sentido, e o @Foston explicou bem o motivo. Somar primobolan e estanozolol não é a mistura de dois efeitos diferentes, são dois derivados de DHT empilhando carga androgênica. Para mulher, o que define o risco de virilização é essa carga total, então a combinação pesa mais do que cada um sozinho. Antes de escolher, a informação mais útil é como foi o ciclo com estanozolol. Teve oleosidade, acne, mudança na voz, aumento do clitóris, queda de cabelo, alteração menstrual? Quem já teve algum sinal de virilização com dose baixa tende a reagir de novo, e isso muda a dose e até a escolha da droga. Sobre o primobolan, dois pontos práticos. O primeiro é a forma: o injetável é enantato, éster longo, que fica semanas circulando. Se aparecer rouquidão ou outro sinal que não volta, parar a aplicação não tira o hormônio do corpo na hora. O oral (acetato) sai em poucos dias, o que dá mais controle para quem está testando a resposta. O segundo é a autenticidade: primobolan é um dos produtos mais falsificados, e o que costuma vir no lugar é testosterona ou outro androgênio mais forte. Para homem isso é um susto, para mulher pode significar virilização rápida. Quanto a ser relativamente seguro, primobolan e oxandrolona são de fato mais leves em virilização do que estanozolol ou testosterona, mas não estão livres dela. O perfil de colesterol também piora com qualquer um deles, bem mais com os orais alquilados como o estanozolol. Fazer perfil lipídico, TGO, TGP e hemograma antes de começar e no meio do ciclo ajuda a saber o preço que o corpo está pagando. Com 6 anos de treino e 68 kg para 1,65 m, vale também conferir se a dieta e o treino já estão no limite antes de mais um ciclo, porque é isso que define quanto do ganho fica depois. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  28. @DiegoCarnaval, o que mais me chama atenção nos três protocolos finais não é a dose de nenhum composto, é o salto. Do primeiro ciclo com estanozolol, oxandrolona e testosterona para um segundo com testosterona, boldenona, masteron e trembolona, sendo a trembolona inédita para você. Quando quatro coisas entram juntas e aparece insônia, pressão alta, acne ou libido no chão, fica impossível saber quem causou e o que tirar. Por isso a lógica de introduzir um composto novo por ciclo é tão usada: testosterona como base, mais um, e você aprende como o seu corpo responde àquilo. Seguindo esse raciocínio, entre os três, o terceiro (testosterona, boldenona e trembolona de 6 a 10) é o que tem menos redundância. O masteron para quem já está seco acrescenta pouco perto do que custa, e a trembolona já faz o papel de endurecer o visual. Se a trembolona te deixa inseguro, o segundo é o mais conservador. O primeiro é o que mais soma risco para quem não vai competir. Um detalhe sobre a origem das sugestões: o amigo fornecedor é a pessoa menos neutra para dizer quantos compostos entram no ciclo. Vale pesar isso. A dúvida sobre a TPC mistura duas coisas diferentes, e o @FrancoSirena já acertou a parte do hCG. hCG intra ciclo pode começar na segunda semana, porque a testosterona sozinha já desliga o eixo, e ele não corta efeito nenhum da trembolona. O tamoxifeno é outra fase: só entra depois que tudo sair. E aqui o 7º dia após a última boldenona é cedo demais. O undecilenato de boldenona é um éster muito longo, e a testosterona e a boldenona ainda estarão altas nessa data, o que deixa o tamoxifeno trabalhando contra o próprio ciclo. Com boldenona no protocolo, o mais comum é começar umas três semanas depois da última aplicação. A vitamina E de 10.000 UI precisa ser revista. O limite superior de segurança fica perto de 1.000 mg por dia, algo como 1.100 a 1.500 UI conforme a forma, e dose alta por tempo longo se associa a sangramento. Os 400 UI por dia que o @FrancoSirena citou já são suficientes, se for usar. Como você fez cirurgia na coluna há pouco tempo e dá cinco aulas de jump três vezes por semana, vale fazer exames antes de começar: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, creatinina, testosterona, estradiol, prolactina e pressão arterial. Trembolona costuma mexer com sono e com a capacidade de recuperar entre esforços, e isso vai aparecer primeiro nas aulas. @LEANDRO10, baixar a testosterona reduz o estrogênio que se forma a partir dela, então sim, ajuda. Inibidor de aromatase desde o primeiro dia, sem exame, costuma derrubar o estradiol demais, o que piora articulação, libido e humor. O mais sensato é medir o estradiol lá pela terceira ou quarta semana e decidir com o número. Retenção também depende muito de sódio e de variação de carboidrato. Para comparar as estruturas com exames e TPC no lugar certo, o gerador de protocolo hormonal do site serve como simulação para conferência, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  29. @VINICIUS R., a resposta que o @Arnaldo Santos. pediu sobre tamoxifeno e anastrozol juntos merece ser esclarecida, porque é o ponto mais estranho do protocolo. Os dois atacam o estrogênio por caminhos diferentes: o anastrozol baixa a produção, o tamoxifeno bloqueia o receptor na mama. Somar os dois não dá proteção dobrada. No estudo ATAC, com mulheres com câncer de mama, o braço que usou os dois juntos não foi melhor que o anastrozol sozinho, e no subestudo de farmacocinética o tamoxifeno baixou em cerca de 27% o nível de anastrozol no sangue. Escolher um e ajustar pelo estradiol no exame faz mais sentido do que usar os dois às cegas desde a primeira semana. E com 600 mg de decanoato, nenhum dos dois cobre o que costuma dar problema. A nandrolona age também no receptor de progesterona, e é aí que entram libido no chão e parte da ginecomastia desse tipo de ciclo. Prolactina vale entrar nos exames. Sobre a Diana injetável, vale corrigir uma ideia muito repetida: o que faz a metandrostenolona pesar no fígado é a alquilação no carbono 17, que continua na molécula seja engolida ou aplicada. A via injetável tira a passagem direta pelo fígado, mas não transforma a droga em algo leve. E na maioria desses produtos não há éster, então a meia-vida não fica muito mais longa que a da oral. A queda de imunidade, as dores e o cansaço que você descreve combinam com um ciclo de mais de 1.200 mg semanais somados, mais o oral. A TPC também está desenhada dentro do ciclo. hCG da semana 8 à 14 e tamoxifeno do dia 1 ao 14 acontecem com o eixo ainda totalmente desligado pelo próprio ciclo. A TPC de verdade começa depois que os ésteres longos saem, e com decanoato e o Androgenon no fim, isso fica umas três semanas após a última aplicação. Estender para 20 semanas empurra tudo para frente e aumenta o tempo de supressão, que pesa mais na recuperação do que a dose. Os 4,5 kg das primeiras semanas são em boa parte água e glicogênio, o que é esperado com Diana e decanoato. Não é ruim, só não dá para medir progresso por eles. Com essa carga, eu não passaria do meio do ciclo sem hemograma (hematócrito principalmente), TGO, TGP, gama GT, perfil lipídico, estradiol, prolactina e pressão medida algumas vezes por semana. @Arnaldo Santos., sobre as unidades: a marcação da seringa de insulina não tem relação com a UI do hCG. Seringa de 100 unidades por ml marca 100 tracinhos por ml, então 0,2 ml são 20 tracinhos. Se 5.000 UI foram diluídas em 1 ml, esses 0,2 ml têm 1.000 UI. Se foram diluídas em 10 ml, os mesmos 20 tracinhos têm só 100 UI. Por isso, ao mudar a diluição, a conta precisa ser refeita, senão a dose muda sem você perceber. Sobre a vermelhidão, o inchaço e a dor duas horas depois da aplicação, em quem nunca teve reação, isso costuma vir de volume grande de líquido no subcutâneo, de irritação pelo diluente ou de contaminação do frasco depois de muitas perfurações. Não indica que o hCG perdeu efeito. Diluir em menos volume ajuda. Se a vermelhidão aumentar a cada dia, esquentar, endurecer ou vier febre, aí é sinal de infecção e precisa ser examinado. Sobre entrar com enantato para baixar colaterais, testosterona a mais não reduz colateral, ela soma androgênio e estrogênio ao que já está circulando. Para quem quiser revisar a estrutura de um ciclo com exames e TPC no lugar certo, o gerador de protocolo hormonal do site serve como simulação para comparar, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  30. @Supergirl, o detalhe mais importante do seu relato passou quase despercebido: aumento do clitóris já na segunda semana, com 20 mg. Isso é sinal de virilização, e aparecer tão cedo indica que essa dose já está forte para o seu organismo. Aqui discordo do @Foston quando ele diz que tende a regredir. A acne, a oleosidade e a libido costumam voltar ao normal depois que o hormônio sai. O crescimento do clitóris é diferente: em boa parte das mulheres ele regride pouco ou não regride, assim como a mudança de voz. Por isso esses dois sinais são tratados como motivo para parar ou baixar a dose, e não como colateral tranquilo. Na prática, o seu plano de subir para 30 mg nas semanas 5 e 6 vai no sentido contrário do que o seu corpo está mostrando. Virilização é dose-dependente, e 20 mg por dia já fica acima das doses usadas clinicamente em mulheres. Se a ideia é continuar, o raciocínio mais seguro é não subir, e se o inchaço progredir ou a voz ficar mais grave ou rouca, encerrar. Sobre os 2 kg: em uma ou duas semanas de oxandrolona, boa parte disso é água e glicogênio dentro do músculo, que é justamente o "inchadinho" que você percebeu nas pernas. Não é gordura. Quanto à força desde o primeiro dia, não dá para dizer que é só psicológico, os androgênios também têm efeitos rápidos que não dependem de construir músculo novo, ainda que a magnitude disso não esteja bem medida. Para os macros, com 62 kg, um ponto de partida razoável: Proteína: 100 a 130 g por dia (1,6 a 2,1 g/kg) Gordura: 50 a 60 g por dia Carboidrato: o restante das calorias, ajustado pela balança e pelo espelho a cada duas semanas Não precisa cortar feijão nem aveia. O que define se você ganha ou perde gordura é o total de calorias no fim da semana, e não um alimento específico. Cortar o carboidrato todo, como o @caio aicuens sugeriu, costuma derrubar o rendimento no treino justamente quando você quer aproveitar o ciclo para construir massa magra. Feijão e aveia ainda ajudam na saciedade e na fibra. @MarombeiraJr, a rotina de treino dela está no quarto post do tópico, logo depois da lista de medidas. Se quiser chegar nos números de macros com o seu peso e gasto real, a calculadora de macronutrientes do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/macronutrientes/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  31. @Amilton199, com 58 kg e 1,72 m, a dificuldade de ganhar peso quase sempre é conta, não metabolismo "ruim". Quem se considera magro de ruim costuma comer bem em duas refeições e muito pouco no resto do dia, e a média semanal fica abaixo do que gasta. Antes de pensar em marca, vale anotar por três ou quatro dias tudo o que você come, sem mudar nada, e somar. Geralmente o número assusta. O hipercalórico resolve só uma parte do problema: é uma forma prática de beber calorias quando falta apetite. Ele não tem nada que a comida não tenha. Por isso concordo com o @Toxi na versão caseira, que sai bem mais barata por caloria do que qualquer pote na faixa dos 100 reais. Um exemplo simples no liquidificador: 300 ml de leite integral 2 bananas 40 g de aveia 1 colher de sopa cheia de pasta de amendoim Isso dá algo perto de 650 a 700 kcal e uns 25 g de proteína. Se quiser subir a proteína, acrescente uma dose de whey ou leite em pó. No seu horário, acordando às 7 h e treinando às 8 h, uma refeição sólida grande costuma pesar no treino. É justamente aí que o shake encaixa bem: tomar uns 40 a 60 minutos antes da academia e fazer uma refeição completa depois. O resto do dia segue com comida de verdade, como a @Dra. Elissa Amaral da Cunha comentou. Para saber se está funcionando, pese-se uma vez por semana, no mesmo dia e em jejum. Se em duas semanas o peso não subiu, aumente de 200 a 300 kcal por dia e repita. Um ritmo de 0,25 a 0,5 kg por semana é bom para quem está começando, mais que isso tende a virar gordura. Três meses de treino ainda é pouco tempo, então não se cobre tanto. O que mais pesa agora é constância no treino e na comida. Para ter um ponto de partida das calorias, a calculadora de bulking do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/
  32. @DosSantos, juntar os dois não traz uma vantagem especial. Cada um tem o seu efeito, e nenhum dos dois é grande perto do que a dieta faz. A L-carnitina tem uma explicação bonita: ela leva a gordura para dentro da mitocôndria para ser queimada. O problema é que quem não tem deficiência já tem carnitina suficiente, e tomar mais em cápsula quase não aumenta o que existe dentro do músculo. O estudo que conseguiu aumentar precisou de cerca de 1,4 g de carnitina junto com uns 80 g de carboidrato, duas vezes por dia, por seis meses, porque é a insulina que ajuda a colocá-la no músculo. Para quem está em cutting, isso não encaixa bem. As revisões que juntaram os estudos mostram perda de peso pequena, de um a dois quilos, e mais em pessoas mais velhas ou com obesidade. Por isso @fisiculturismo chamou de controversa. O termogênico com cafeína tem efeito comprovado, mas modesto: aumenta um pouco o gasto do dia e ajuda a treinar com mais disposição e menos fome. Um café forte antes do treino entrega o mesmo efeito. @Fabricio Miguel, os termogênicos vendidos como os mais fortes, como você contou, costumam ser os que dizem ter efedrina ou extrato de efedra. Esses têm mais efeito na pressão e no coração do que na gordura, e muitas vezes o rótulo não corresponde ao que está na cápsula. Com quatro meses de treino sério e gordura na barriga, o que vai resolver é um déficit de umas 300 a 500 kcal por dia, proteína alta para manter o músculo que você ganhou e a constância do treino pesado. Isso tira gordura do corpo todo, inclusive da barriga, bem mais rápido do que qualquer pote. Se quiser usar algo, a cafeína é a escolha com mais evidência. Para ver o mecanismo, a dose e o nível de evidência de cada suplemento de cutting, o orientador de suplementos do site organiza isso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  33. @maurice, terceiro lugar num estadual com quatro atletas de nível alto, entrando como o mais seco do palco, é resultado de respeito. E o relato inteiro, com os altos e baixos da vida fora da academia no meio da prep, mostra o lado que quase ninguém conta. Você mesmo apontou as duas coisas que mais vão fazer diferença no próximo campeonato, e eu concordo com as duas. Segurar demais o rebote depois do estreantes deixou você subir praticamente com o mesmo peso. E o posterior de coxa é o grupo que pede mais tempo de off. Para ele crescer, vale treinar as duas funções, a flexão do joelho, com mesa flexora e flexora sentada, e a extensão do quadril com o joelho quase reto, com stiff e levantamento terra romeno, duas vezes por semana. Muita gente faz só um tipo e o posterior fica sem volume na parte de cima. Essa fase depois do campeonato também merece cuidado, porque o corpo sai da prep no limite. Algumas coisas que eu faria agora: exames de controle: hemograma, porque a oximetolona sobe muito o hematócrito, função renal e potássio, por causa do diurético e da desidratação, além de perfil lipídico, TGO/TGP e pressão deixar o peso subir aos poucos, com a proteína alta e o treino mantido, para que o rebote vire músculo e não só gordura e água depois da intoxicação alimentar, repor água e sal com calma, porque o corpo ainda está saindo de uma desidratação forte Sobre o diurético, a sede intensa que você sentiu é o sinal de que dessa vez foi mais longe. O Moduretic junta um diurético que segura o potássio com outro que elimina sódio, e com pouca água isso pode mexer no potássio e na função dos rins nos dias do show. Usar menos, como você fez, já foi uma boa decisão. Nas próximas, chegar mais seco antes da semana do pico costuma tornar o diurético quase desnecessário. Para escolher e ajustar os exercícios de posterior para o off, o orientador de exercícios do site mostra a execução e os músculos de cada movimento: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  34. @Edson Rodrigues, vale desfazer uma confusão do nome antes. "Bioidêntica" quer dizer só que a molécula é igual à que o corpo produz, e isso vale para toda testosterona de farmácia. O enantato e o cipionato também são essa mesma testosterona, presa a um éster que o corpo corta depois da injeção. O que muda entre gel e injeção é a forma de entrar no corpo, não a substância. Por isso, o gel não é menos agressivo para o eixo. Na mesma faixa de nível no sangue, ele suprime a produção natural do mesmo jeito, como @Foston explicou. A diferença real é outra. O gel foi feito para reposição. Só uma fração pequena do que você passa na pele é absorvida, então ele mantém a testosterona estável dentro da faixa normal, e passar disso exige quantidades de gel pouco práticas e caras. Para quem quer hipertrofia de ciclo, ele entrega pouco por real gasto, e essa é a conclusão a que você chegou também. Dois detalhes do gel que pouca gente conhece. Ele converte mais testosterona em DHT do que a injeção, porque a pele tem muita da enzima que faz essa conversão, e isso pesa para quem tem tendência a queda de cabelo e acne. E o principal cuidado não é a sujeira da pele, como @VINICIUS R. levantou, porque ela não entra junto com o gel. O cuidado é passar a testosterona para outras pessoas pelo contato. Mulheres e crianças que encostam na pele recém-tratada absorvem o hormônio, e já houve casos de crianças com puberdade precoce por isso. Lavar as mãos e cobrir a área com roupa resolve. @Foston, só um ponto sobre o uso em mulheres. 120 ng/dl é várias vezes o nível normal feminino, que costuma ficar abaixo de 50 a 70 ng/dl conforme o laboratório. Mantido de forma contínua, esse nível já é faixa de virilização. E o seu plano de levar a dúvida ao seu médico é o caminho certo. Para comparar como cada forma de testosterona se comporta num protocolo, com os exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site faz uma simulação que serve como rascunho: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  35. @DouglasBigfire, sobre não ter visto nada na primeira semana: é o esperado. O enantato leva umas três a quatro semanas para chegar a um nível estável no sangue com duas aplicações semanais, e a deca demora ainda mais. A diferença costuma aparecer entre a terceira e a quinta semana, então está tudo dentro do normal. Como você vai seguir o protocolo do seu treinador, vou só apontar o que eu acompanharia de perto, para você levar para ele se aparecer algum sinal. O anastrozol de 1 mg todo dia é o ponto que @VINICIUS R. levantou, e eu concordo com a preocupação. A ideia de que ele vai deixar o ganho seco tem uma parte certa: estradiol alto aumenta a retenção. Mas deca e dianabol retêm água também por outros caminhos, como o glicogênio e o sódio, e o anastrozol não mexe nisso. E aqui tem um detalhe específico da nandrolona: libido baixa e dificuldade de ereção nesse ciclo vêm muitas vezes da combinação de estradiol baixo demais com a própria nandrolona. Então, se a libido cair entre a quinta e a oitava semana, a primeira suspeita é o anastrozol em excesso, não a falta dele. O ideal é ajustar a dose pelo exame de estradiol colhido umas duas semanas depois que a deca entrar, e não por uma dose fixa. Na TPC, três itens que valem uma conversa com ele. A sinvastatina por 15 dias quase não muda nada no colesterol, que tende a melhorar sozinho depois do ciclo. Se o perfil lipídico vier muito alterado, a decisão sobre estatina é feita pelo exame, e não por uma caixa fixa. A ioimbina é medicamento, não suplemento, e sobe pressão e ansiedade. O brócolis, o indol-3-carbinol e o chá de boldo não têm efeito comprovado na recuperação do eixo. Os 21 dias para começar a TPC estão de acordo com o decanoato, que é o éster mais longo do ciclo. E os potes de dianabol sem rótulo me preocupariam mais do que qualquer dose do protocolo. Comprimido sem identificação pode ter qualquer coisa, em qualquer quantidade. Antes da nona semana, vale ter os exames do meio do ciclo na mão: hemograma, estradiol, prolactina, perfil lipídico e TGO/TGP. Deca e dianabol juntos pesam no hematócrito, na pressão e no fígado. Para revisar o protocolo inteiro com os exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site faz uma simulação que serve como rascunho para comparar com o que você recebeu: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  36. @jingo, a TPC depende muito mais da testosterona do que do stano neste ciclo, por um detalhe do Durateston. Ele é uma mistura de quatro ésteres, e o mais longo deles é o decanoato. Por isso, a TPC não começa logo depois da última aplicação, e sim umas três semanas depois. Começar antes faz o SERM trabalhar enquanto a testosterona ainda está alta e o eixo continua desligado, e você gasta a TPC à toa. O stano injetável sai bem mais rápido e não muda essa conta. Das opções que você listou, a base da TPC é um SERM, tamoxifeno ou clomifeno. Os dois liberam o LH ao bloquear o estradiol no cérebro. Um só costuma bastar para um ciclo como o seu. O esquema mais usado é tamoxifeno em 20 a 40 mg por dia por quatro semanas, ou clomifeno em 25 a 50 mg por dia pelo mesmo tempo. O clomifeno em dose alta é o que mais dá alteração visual e de humor. O hCG tem outro papel. Ele mantém os testículos funcionando, e por isso rende mais durante o ciclo do que na TPC. Usado sozinho no fim, ele pode até atrasar a volta do LH. O tribulus pode ficar de fora, porque nos estudos controlados não mexeu em LH nem em testosterona. @FirefoxRC, aqui eu discordo da TPC com anastrozol por oito semanas. O inibidor de aromatase baixa o estradiol do corpo inteiro e, sem um SERM junto, não protege a mama nem é o caminho padrão para religar o eixo. Oito semanas de estradiol baixo costumam trazer dor articular, libido baixa e piora do colesterol, que o stano já derruba. A vitamina E não tem papel na recuperação. Com 10 ml de Durateston e 30 ml de stano, vale conferir as contas. Os 10 ml de Durateston são 2.500 mg, o que com 250 mg por semana dá dez semanas. Antes de começar, colha testosterona total, LH, FSH, estradiol, hemograma, perfil lipídico e TGO/TGP. Depois, de 30 a 45 dias após o fim da TPC, colha de novo para confirmar que o eixo voltou. Para montar o ciclo com a TPC no tempo certo e os exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site faz uma simulação que serve como rascunho para ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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