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  1. Hoje

  2. @Cláudio Chamini obrigado pela resposta esclarecedora, eu de fato não ciclei, acabei me lesionando no ombro esquerdo e estou afastado do esporte a alguns anos, acabei me tornando pai também e com 2 crianças pequenas em casa a rotina deu uma mudada radical, enfim, a título de curiosidade muito obrigado pelos esclarecimentos
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  13. @Gordinho fi da mãe, a desconfiança com um pote de 2 kg por R$ 70 faz sentido, mas por um motivo diferente da soja. Sobre a soja, vale desfazer o mito, já que @Lobeca levantou. A proteína de soja não derruba testosterona nem aumenta estrogênio em homens nas quantidades de uma dieta normal ou de suplemento. As meta-análises de estudos clínicos não encontraram alteração relevante nesses hormônios. Ela também é uma proteína completa. A diferença real é que tem um pouco menos de leucina e uma resposta de síntese muscular um pouco menor que a do whey por grama. Na prática, se a proteína total do dia está boa, essa diferença é pequena. O problema desses blends baratos é outro: quanto de proteína realmente vem no pote. Esse tipo de produto costuma ter menos proteína por dose, muito carboidrato e maltodextrina, e às vezes aminoácidos baratos, como glicina e taurina, somados para inflar o número do rótulo. Por isso o que @davidevh disse sobre preço tem lógica: proteína de verdade tem custo mínimo. O jeito mais objetivo de comparar qualquer suplemento proteico é o custo por grama de proteína, e não o preço do pote: Veja no rótulo quantos gramas de proteína vêm em cada dose e quantas doses tem o pote. Multiplique para achar a proteína total do pote e divida o preço por esse número. Compare com o mesmo cálculo para um whey concentrado de marca conhecida, e também com ovos, frango e leite. Muitas vezes a comida sai mais barata por grama. Desconfie quando a proteína por dose for baixa para o tamanho do scoop, ou quando a lista de ingredientes começar por maltodextrina ou açúcar. Suplemento proteico é só conveniência. Se o orçamento estiver apertado, bater a proteína com comida rende o mesmo resultado. Para entender o que cada tipo de proteína em pó entrega e o nível de evidência de outros suplementos, o orientador de suplementos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/
  14. @Miria Marguet, a lista de exames que @Apollo Galeno passou está completa. Vale só acrescentar quando colher e um ponto que ficou de fora do tópico inteiro e que provavelmente explica boa parte dos colaterais que você teve. O ponto é a dose do Androgel. 50 mg por dia, ou seja, 5 g de gel a 1%, é a dose inicial padrão de reposição para homem. O corpo da mulher produz uma fração pequena disso, algo como um vigésimo do que um homem produz. O consenso internacional sobre testosterona para mulheres recomenda doses perto de um décimo da dose masculina, com o objetivo de manter o nível dentro da faixa feminina. Usando a dose de homem por meses, a testosterona fica muito acima do normal para mulher, e isso combina com o que você relatou desde o começo: hematócrito em 48%, acima do limite de referência feminino, espinhas e queda de cabelo, que pioraram quando a oxandrolona entrou junto. Repare que o hematócrito caiu quando você parou o gel, o que confirma a relação. Sobre os exames: Colete de quatro a seis semanas depois de terminar a oxandrolona. Antes disso, colesterol, HDL e enzimas do fígado ainda refletem o ciclo. Se você voltar ao gel ou continuar com ele, dose também testosterona total e livre e hemograma, de preferência sempre no mesmo intervalo depois da aplicação. Isso mostra se o nível está dentro da faixa feminina, mais ou menos de 15 a 70 ng/dL, conforme o laboratório. Com 50 mg por dia, a tendência é vir bem acima. Leve esses resultados ao médico que prescreveu o gel, ou a um endocrinologista, e discuta reduzir para uma dose feminina. Isso costuma melhorar acne, queda de cabelo e hematócrito sem perder os benefícios que fazem você querer continuar. Observe os sinais de virilização: rouquidão ou voz mudando, pelos novos no rosto e aumento do clitóris. A voz é o que mais costuma ficar permanente, então diante dela o certo é parar o gel e procurar o médico. Você está certa sobre não precisar de TPC. Ela não se aplica a mulheres. E a sua avaliação sincera do ciclo, de que os colaterais superaram os benefícios, é bem coerente com uma oxandrolona de procedência duvidosa somada a uma dose de testosterona alta demais. Os resultados que apareceram vieram principalmente da dieta e do treino, e esses ficam com você. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  15. @Eduardo G, dá para responder com base no próprio relato deste tópico, que é justamente sobre usar oxandrolona por cima de uma reposição. Do ponto de vista farmacológico, não há impedimento em somar oxandrolona a uma reposição de testosterona. A reposição já mantém o seu eixo desligado, então a oxandrolona não muda isso. A questão é o que ela acrescenta de risco em relação ao ganho. A oxandrolona é oral 17-alfa-alquilada, então pesa no fígado, e está entre os compostos que mais derrubam o HDL. Quem faz reposição já costuma ter algum impacto no perfil lipídico. Somar os dois exige exame antes e no meio: perfil lipídico, TGO, TGP, GGT, hemograma e pressão arterial. O relato acima traz duas lições práticas para quem está em reposição: O que você mede no exame é só testosterona. A oxandrolona não aparece no resultado e não sobe a testosterona. No caso do autor do tópico, a testosterona caiu ao longo das semanas porque a injeção de Nebido estava chegando ao fim do intervalo, e isso foi confundido com efeito do ciclo. Com implante acontece algo parecido: o nível vai caindo ao longo dos meses. Por isso, o exame precisa ser lido sabendo em que ponto do intervalo do implante você está. Origem do produto. Ele precisou subir a dose para 60 mg e não teve resultado, o que sugere produto subdosado. Dose alta de algo de procedência duvidosa soma risco sem garantia de efeito. Um ponto específico do implante: dependendo do tipo, ele não pode ser retirado ou ajustado com facilidade. Se você somar um oral e aparecer colateral, o único lado que dá para ajustar rápido é a oxandrolona. Converse com o médico que colocou o implante, porque ele precisa saber o que mais você está usando para interpretar os seus exames. Em geral, doses moderadas por poucas semanas, com exames, são a forma de menor risco. Para consultar o perfil de colaterais e a meia-vida da oxandrolona, o orientador de fármacos do site resume: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  16. O tópico começou em tom de brincadeira, mas os relatos de @Dany Rj, @Danila Santos e @Dani Rodrigo descrevem algo que tem nome na medicina e merece ser levado a sério: pica. É a vontade persistente de comer coisas que não são alimento, como sabonete, gelo, terra, giz, papel ou pedra-pomes. A associação mais conhecida da pica é com deficiência de ferro. Muitas pessoas com anemia ferropriva, ou mesmo com ferritina baixa sem anemia, relatam exatamente esse tipo de compulsão. Em vários casos, a vontade diminui ou desaparece quando o ferro é reposto. Ela também aparece com mais frequência em mulheres em idade fértil, por causa da perda de ferro na menstruação, na gravidez e em quem faz dietas muito restritivas. A deficiência de zinco também já foi associada. E, em parte dos casos, há um componente comportamental ou de ansiedade, que também tem tratamento. Sobre o sabonete em si: ingerir em pequena quantidade raramente causa intoxicação grave, mas não é inofensivo. Os surfactantes irritam a mucosa do estômago e do intestino e podem causar náusea, vômito, diarreia e dor abdominal. Corantes e perfumes não foram feitos para ingestão. Sabão em barra para roupa e detergentes são bem mais agressivos. Pedra-pomes pode desgastar os dentes e irritar o trato digestivo. Para quem se identifica, o passo mais útil e barato é pedir um hemograma completo com ferritina, ferro sérico e saturação de transferrina. Se der deficiência, o tratamento costuma resolver a anemia e, muitas vezes, a compulsão junto. Se os exames vierem normais e a vontade continuar, vale conversar com um psiquiatra ou psicólogo, sem vergonha. Pica é um quadro reconhecido e não é "frescura". As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  17. @Lucas Fuke Quadros, o relato ficou bem documentado, com avaliações seriadas e exames programados. Agora, na saída do ciclo, vale amarrar três pontos que ficaram soltos no tópico. Espinhas nos ombros e pele oleosa não pedem anastrozol. A acne do ciclo vem do efeito androgênico direto na glândula sebácea, principalmente via DHT, e não do estrogênio. Reduzir estradiol não diminui a oleosidade e ainda pode derrubar libido e disposição. O que ajuda é cuidado de pele: sabonete com ácido salicílico ou peróxido de benzoíla nas áreas afetadas, banho logo após o treino e roupa limpa. Se a acne for intensa, procure um dermatologista. Ela costuma melhorar quando os níveis voltam ao normal depois da TPC. TPC e exames: a orientação de começar cerca de 14 dias depois da última aplicação de cipionato está certa. Na consulta de 5 de fevereiro, avise o médico que você está em TPC. Tamoxifeno e clomifeno sobem LH e testosterona enquanto você toma, então exames colhidos durante a TPC mostram o eixo estimulado, e não o eixo recuperado de verdade. O exame que mais diz se você voltou é o feito umas quatro a seis semanas depois do fim da TPC: testosterona total, LH, FSH e estradiol. Filho em dois anos: como você comentou no começo do tópico, isso merece atenção. A testosterona de fora reduz a produção de espermatozoides, às vezes a níveis muito baixos. A recuperação costuma acontecer, mas leva meses. A produção completa de um espermatozoide leva cerca de dois meses e meio. Por isso, antes de tentar a gravidez, vale fazer um espermograma uns três meses depois da TPC. Se for ciclar de novo nesse intervalo, converse com o médico sobre HCG durante o ciclo, que ajuda a preservar a função testicular. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  18. @4lexander, a estrutura está boa. Quatro treinos alternando membros inferiores e superiores, com cada grupo muscular estimulado duas vezes por semana, é uma das formas mais eficientes de organizar quem tem pouco tempo. A escolha dos exercícios também está coerente, com os básicos presentes: agachamento, terra, supino, desenvolvimento, barra fixa e remadas. Dá para melhorar em alguns pontos que fazem diferença na prática. O que mais falta é definir séries, repetições e descanso, porque é isso que transforma a lista num treino. Uma referência que funciona bem: nos exercícios grandes, como agachamento, terra, supino, desenvolvimento e remada curvada, 3 a 4 séries de 6 a 10 repetições, com 2 a 3 minutos de descanso. Nos isolados, 2 a 3 séries de 10 a 15, com 60 a 90 segundos. Fazendo essa conta, onze exercícios cabem com dificuldade em 1h20. Para não sacrificar o descanso nos exercícios principais, vale cortar redundâncias. No treino 1, as duas elevações laterais podem virar uma só. O treino 4 tem quatro puxadas e remadas, e três já dão conta, por exemplo remada curvada, puxada frente e remada baixa. Coloque sempre os compostos pesados no começo da sessão, enquanto você está descansado. No treino 1 começar pelo leg press tira força do agachamento livre. Inverta, fazendo o agachamento primeiro. O crucifixo não "fecha o miolo do peito". A parte central do peitoral não pode ser isolada, porque o músculo encurta como um todo. A aparência do centro do peito depende do desenvolvimento geral e da gordura. O crucifixo pode continuar no treino, só que como complemento de volume. O que mais vai definir o seu resultado é progressão de carga. Anote cargas e repetições em todas as sessões e tente melhorar alguma coisa a cada semana. Esse é o sentido do "treine com o máximo de intensidade" que @davidevh disse. Se quiser comparar com uma estrutura pronta para 4 dias por semana e ajustar à sua academia, o gerador de treino do site serve como rascunho: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
  19. @Cicinha, respondendo a sua dúvida e aproveitando para fechar duas perguntas que ficaram em aberto no tópico. Uma vez ao dia funciona, como @davidevh disse. A meia-vida da oxandrolona fica em torno de nove a dez horas em adultos, então numa dose baixa a tomada única já mantém efeito ao longo do dia. Se for comprimido de 10 mg e você quiser 5 mg, dá para partir ao meio. Há quem prefira 2,5 mg de manhã e 2,5 mg à tarde para deixar o nível mais estável, mas a diferença prática é pequena. Cápsula não se divide com precisão. Abrir e separar o pó a olho deixa a dose imprevisível, então o certo é comprar já na dose que vai usar. Para @camilapires28, que perguntou sobre pelos e voz com 5 a 10 mg: a dose baixa reduz bastante o risco, mas não zera. A resposta é individual, como @Foston disse. Os sinais para observar de perto são rouquidão ou voz falhando, pelos novos no rosto, acne que surge do nada, queda de cabelo e aumento do clitóris. Diante de qualquer um deles, o mais seguro é parar na hora. A voz é o efeito que mais costuma ficar permanente. Para @Lboliveira, que relatou fraqueza e mal-estar meia hora depois da primeira cápsula de 5 mg: isso não é um efeito típico de 5 mg de oxandrolona verdadeira. Uma possibilidade é a cápsula conter outra substância, o que acontece com manipulados de procedência duvidosa. Outra é uma queda de pressão ou de glicose sem relação com o hormônio, por exemplo tomando em jejum. Se esse tipo de sintoma se repetir, vale suspender e investigar a procedência antes de continuar. E um ponto que vale para quem lê o relato de @li138 e pensa em fazer igual: os bons resultados dela vieram com 5 mg somados a uma dieta ajustada pela nutricionista, cargas progredindo e atenção ao descanso. Vale também dosar TGO, TGP e perfil lipídico antes e depois, porque mesmo em dose baixa a oxandrolona costuma reduzir o HDL. Para consultar dose, meia-vida e colaterais da oxandrolona e de outros compostos, o orientador de fármacos do site resume isso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  20. @Lucaspmw, as suas três perguntas têm resposta direta, e duas delas pesam contra exatamente esse ciclo. Libido: o seu maior medo tem fundamento justamente com a deca. A nandrolona desliga a sua testosterona e não cumpre todas as funções dela no cérebro e na ereção. Ela também tem ação progestagênica, que pode subir a prolactina. Queda de libido e de ereção é um dos colaterais mais relatados com deca, mesmo com testosterona junto quando a proporção fica desequilibrada. É por isso que @Lobeca sugeriu começar só com testosterona: você descobre como o seu corpo reage à base antes de somar um composto que complica justamente a parte que mais te preocupa. Ginecomastia: sim, há risco, e por dois caminhos. O enantato vira estradiol pela aromatase. A deca, pela via da progesterona e da prolactina, potencializa o efeito do estradiol na mama. Aos 21 anos, com hormônios ainda em ajuste, isso não é raro. TPC: com deca, ela precisa esperar mais, perto de três semanas depois da última aplicação, porque o éster é longo e a nandrolona segue suprimindo o eixo. E a recuperação depois de deca costuma ser mais lenta que depois de testosterona pura. Onde aplicar: a região mais segura para injeção intramuscular costuma ser a ventroglútea, na lateral do quadril, ou o quadrante superior externo do glúteo. Nessas regiões, a distância do nervo ciático é maior. Agulha nova a cada aplicação, álcool no local e no frasco, e nunca reaproveitar seringa. Mas o ponto que @Arnaldo Santos. e @Locemar levantaram é o que mais vai te ajudar. Se o resultado natural foi pouco, o problema está no treino ou na comida, e o ciclo não corrige isso. Ele só deixa o resultado maior enquanto você usa e depois some. Aos 21 anos, com o treino e a dieta acertados, você ainda tem muito ganho natural pela frente. Para montar um treino com progressão de carga e ver o que estava faltando, o gerador de treino do site serve como rascunho para ajustar à sua rotina: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  21. @Lobeca, relendo o seu primeiro post quase um ano depois, o que fica não é "um imbecil fazendo besteira". Fica alguém que percebeu em duas semanas que estava fazendo algo sem saber por quê e teve a coragem de parar. A maioria só para quando o colateral obriga. O recado do tópico, não fazer nada por impulso nem sem acompanhamento, continua sendo dos mais úteis do fórum. Para quem chega aqui na mesma situação, com duas ou três semanas de stano por conta própria e arrependido, vale o lado prático. Exposição curta assim costuma ter recuperação rápida do eixo depois de parar, muitas vezes em poucas semanas e sem precisar de TPC. Se a libido, a ereção ou a disposição não voltarem ao normal em um mês ou dois, dosar testosterona total, LH e FSH tira a dúvida. Testículo menor durante o uso é esperado, como @Joulker e @MC00 comentaram, e costuma voltar. Sobre o colega que @Degcastro descreveu, o caso merece atenção por um motivo que o vendedor da academia não deve ter mencionado: ele já tem pré-diabetes. Os esteroides anabolizantes, e o stanozolol em particular, pioram a sensibilidade à insulina e a tolerância à glicose em estudos controlados. Além disso, derrubam o HDL. Ou seja, o composto empurra justamente na direção do problema que ele já tem. E 1 ml por semana de stano injetável não faz sentido farmacológico. O stano aquoso dura pouco no organismo, então a aplicação semanal vira um pico por semana e quase nada nos outros dias. Ele recebe a supressão do eixo sem um efeito estável. Se ele estiver aberto a ouvir, o que mais ajudaria é parar, repetir glicemia, hemoglobina glicada e perfil lipídico, e tratar a compulsão por doce com acompanhamento. Isso vai fazer muito mais pela forma do corpo dele do que qualquer frasco. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  22. @tatielle, dá para responder objetivamente por que esse plano não vai dar certo, e o motivo principal não é a marca. Fazendo a conta: uma cápsula de 20 mg de 12 em 12 horas são 40 mg por dia. De 8 em 8 horas são 60 mg. De 6 em 6 horas são 80 mg. Para mulher, isso é muitas vezes acima das doses que costumam ser usadas, e vai subindo justamente quando o risco já é alto. Em três semanas, com essas doses, a chance de virilização é grande: rouquidão, voz mais grave, pelos no rosto, acne forte, aumento do clitóris e queda de cabelo. A mudança de voz costuma ser permanente. Ou seja, o risco é sair da praia com um efeito que não volta, e não com o corpo que você queria. Também não existe TPC nesse sentido para mulher. A TPC com tamoxifeno ou clomifeno é feita para religar a produção de testosterona dos testículos. Para uma mulher, uma quarta semana de "TPC" não tem função e pode trazer outros efeitos hormonais. Sobre o resultado até 15 de fevereiro: nenhum hormônio muda o corpo de forma visível em três semanas sem dieta muito bem feita, como @davidevh e outros disseram. O que dá para mudar nesse prazo é inchaço e um pouco de gordura, com dieta e treino. E isso você consegue sem hormônio. Respondi uma dúvida bem parecida, sobre cápsula de 20 mg que não dá para dividir, com o que vale fazer na dieta no lugar do ciclo, neste outro tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116674-iniciante/?do=findComment&comment=1066562 Com 1,51 m, 51 kg e quatro meses de treino, você está na fase em que o corpo responde melhor ao treino sem nada. Proteína em todas as refeições, perto de 1,6 a 2 g por kg por dia, e treino de força com aumento de carga vão render mais do que qualquer cápsula nos próximos meses. Para calcular quanto de proteína você precisa por dia, a calculadora do site faz essa conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  23. @Maaaary, vou direto na pergunta prática, porque ela tem uma resposta que pouca gente dá: não existe forma boa de usar uma cápsula de 20 mg de oxandrolona sendo mulher e começando. Abrir a cápsula e dividir o pó a olho não dá precisão nenhuma. Você pode tomar 3 mg num dia e 9 no outro. Também não adianta tomar uma cápsula a cada quatro dias para "fazer média" de 5 mg. A oxandrolona tem meia-vida curta, de algumas horas, então isso vira um pico de 20 mg seguido de dias sem nada, com o risco da dose alta e sem o benefício da dose baixa. E 20 mg por dia é uma dose alta para mulher, com risco real de virilização. Rouquidão, voz mais grave, pelos novos no rosto, acne forte e aumento do clitóris são os sinais, e a mudança de voz costuma ser permanente. O seu primeiro ciclo, com deca e stano aos 21 anos, já foi pesado, como foi dito aqui. Repetir a aposta com uma dose que não dá para controlar não vale o risco. Um ponto de segurança que costuma ser esquecido: não pare o anticoncepcional por conta de ciclo. Androgênio durante a gravidez pode masculinizar um feto do sexo feminino. Por isso, quem usa esteroide precisa de contracepção confiável. O que se discute no fórum é que o anticoncepcional, principalmente o oral, sobe a SHBG e pode reduzir o efeito do hormônio. Mas trocar de método é decisão para tomar com o ginecologista, nunca simplesmente parar. A boa notícia é que, com 1,51 m e 50 kg, voltando há cinco meses, o que mais vai mudar o seu corpo agora é a dieta. E ela tem bastante espaço para melhorar: Proteína baixa. O café da manhã e o café da tarde quase não têm proteína. Para quem quer recuperar massa, algo perto de 1,6 a 2 g por kg por dia, ou seja, 80 a 100 g para você, distribuídos em todas as refeições, faz muita diferença. Ovos, iogurte natural, queijo, whey e carnes ajudam a chegar lá. O detox no pós-treino não faz nada pela recuperação. No lugar dele, uma refeição com proteína e carboidrato, como frango com arroz ou batata, ou whey com fruta, rende muito mais. Com o tempo de treino que você já tem e a memória muscular do que conquistou antes, a recuperação natural costuma ser mais rápida do que da primeira vez. Para calcular quanto de proteína você precisa por dia com seu peso e objetivo, a calculadora do site faz essa conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  24. @Lilika43, a pergunta é boa justamente porque não tem uma data no calendário como resposta. Ela tem critérios, e dá para ser objetivo com eles. Respondendo primeiro às perguntas diretas: Esteroide ajuda a secar? Ajuda pouco, e de forma indireta. Num déficit calórico, os androgênios preservam massa magra, e alguns estudos com oxandrolona mostraram redução modesta de gordura do tronco. Mas o grosso da perda de gordura continua vindo do déficit. Quem usa esteroide para emagrecer sem ter a dieta sob controle costuma, no fim, pagar o risco hormonal por um resultado que a dieta entregaria sozinha. Foi o que @Joaninha e @Kami Back disseram de formas diferentes. Serve para os magros e para os gordos? Funciona melhor para quem já está relativamente magro e quer construir ou manter músculo. Com percentual de gordura alto, além de o resultado aparecer menos, há mais tecido adiposo, e o tecido adiposo converte testosterona em estradiol. Em homens, isso aumenta a chance de ginecomastia e retenção. Por isso o conselho clássico de baixar o percentual antes tem fundamento. Agora, os critérios que costumam indicar que a pessoa chegou num ponto em que um ciclo faz sentido, e que completam a lista de @davidevh: A evolução natural desacelerou de verdade, depois de alguns anos de treino com progressão de carga registrada e dieta consistente. Não é estagnação de dois meses. Treino e dieta já estão resolvidos a ponto de a pessoa saber explicar o que come, quanto e por quê, e saber ajustar sozinha. Existe exame de base e dinheiro para repetir exames no meio e depois. Sem isso, não há como saber se algo deu errado. A pessoa sabe o que vai fazer se surgir colateral, inclusive o plano de saída, e não só o plano de entrada. O objetivo é claro e realista. Para muita gente, chegar a um percentual de gordura saudável com tônus muscular é perfeitamente alcançável sem hormônio, como @Joaninha contou da própria trajetória. No caso das mulheres existe um critério extra: aceitar que o risco de virilização é real e que a mudança na voz pode ser permanente. Isso exige dose baixa, observação diária e disposição para parar no primeiro sinal. Pelo que você contou da sua rotina, acordando às 5h, treinando à noite e cuidando da dieta, você está longe de ser quem procura atalho. Dúvida sobre o momento certo costuma ser bom sinal. Quem se faz essa pergunta geralmente está mais perto de fazer a coisa do jeito certo. Para ter uma noção objetiva de quanto espaço de evolução natural ainda existe, a calculadora de FFMI do site ajuda a estimar isso com peso, altura e percentual de gordura: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/ffmi/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  25. @matheus9, o que você leu não está errado, mas tem um detalhe que define se funciona no seu caso. E esse detalhe só aparece no exame. O anastrozol de fato pode subir LH, FSH e testosterona em homens. O estradiol também faz feedback negativo no hipotálamo e na hipófise, então reduzir o estradiol tira esse freio. Isso está bem documentado em estudos com homens mais velhos, com obesidade ou com estradiol alto em relação à testosterona, como @davidevh explicou citando o Dudu Haluch. Só que, depois de um ciclo, o freio principal costuma ser outro. O eixo está desligado por falta de estímulo do hipotálamo. Se o seu estradiol já estiver normal ou baixo, o inibidor tem pouco onde agir e ainda derruba um hormônio que faz falta para libido, humor e articulação. Como TPC, os moduladores como tamoxifeno e clomifeno têm bem mais estudo do que o anastrozol isolado. Sobre a interação: você leu certo, está na literatura de câncer de mama. O tamoxifeno reduz o nível de anastrozol no sangue, e por isso os dois não costumam ser combinados. Sobre o tempo: com cipionato, que tem meia-vida em torno de oito dias, a TPC costuma começar perto de duas a três semanas depois da última aplicação. Esperar 30 a 35 dias não é necessário. Da sua última aplicação, em 21 de dezembro, até o dia do seu post já se passaram mais de 40 dias. Então o melhor é fazer o exame agora, como foi sugerido no tópico, e não daqui a um mês. O que dosar: testosterona total e livre, LH, FSH, estradiol, prolactina e SHBG. Com o resultado em mãos: LH e testosterona baixos com estradiol normal ou baixo: o caminho mais estudado é um modulador. Se o clomifeno te fez mal, o tamoxifeno costuma ser mais bem tolerado, com menos efeito visual e de humor. Testosterona baixa com estradiol alto em relação a ela: aí o inibidor faz sentido, em dose baixa e ajustada por exame. LH e testosterona já normais: o eixo voltou e não precisa de nada. Sobre a libido na recuperação: ela costuma acompanhar a volta da testosterona com estradiol na faixa normal. É por isso que muita gente sem libido tem testosterona alta por causa do modulador, mas o estradiol desregulado. Sono bom, treino sem excesso e comer o suficiente ajudam mais do que qualquer suplemento nessa fase. Para organizar a TPC e os exames de controle a partir do seu resultado, o gerador de protocolo hormonal do site serve como rascunho. A saída é uma simulação, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  26. @meirielly, a falta de resultado tem uma explicação simples, e ela muda o que vale a pena fazer daqui para a frente. O stanozolol não emagrece, como @Kami Back disse. Ele não aumenta o gasto calórico de forma relevante e não queima gordura. Em quem já está seco, ele dá aparência mais dura e definida, mas não tira gordura de quem ainda tem bastante para perder. Com 1,65 m e 84 kg, o que vai mudar o seu corpo é déficit calórico bem feito, e isso vale com ou sem hormônio. Um ponto de segurança importante: 40 mg por dia de stano oral é uma dose alta. Se você for mulher, é uma dose muito acima das que costumam ser usadas por mulheres, e o risco de virilização cresce rápido com dose e tempo. Rouquidão, voz mais grave, pelos novos no rosto, acne forte, queda de cabelo e aumento do clitóris são os sinais. A mudança de voz costuma ser permanente. Diante de qualquer um deles, o certo é parar na hora. Para qualquer pessoa, homem ou mulher, essa dose pesa no fígado, porque o stano oral é 17-alfa-alquilado, e costuma derrubar bastante o HDL. Com 15 dias de uso e sem resultado, este é um bom momento para parar e reorganizar o básico. Algumas coisas vão render muito mais: Treino: duas horas todos os dias, sem descanso, tende a atrapalhar mais do que ajudar. Quatro ou cinco treinos de força de 60 a 75 minutos por semana, com aumento de carga registrado, mais caminhadas ou outro aeróbico leve, costumam render mais e cansar menos. Dieta: um déficit de cerca de 400 a 500 kcal por dia, com proteína perto de 1,6 a 2 g por kg do peso que você quer atingir. Isso dá perda constante sem perder músculo. Água: 2 litros é pouco para quem treina duas horas por dia. Algo perto de 35 ml por kg é uma referência melhor. Exames: se usou o stano, vale dosar TGO, TGP, GGT e perfil lipídico depois de parar. Para achar as calorias e os macros de um corte com os seus dados, a calculadora do site faz essa conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  27. @Marcos Shotokan, sinto pelo prejuízo. O padrão que você descreveu é dos mais comuns nesse tipo de golpe: o site entrega direito na primeira compra para ganhar confiança e, num pedido maior, some. Um alerta importante para você e para quem chega aqui com o mesmo problema: desconfie de quem aparece no tópico logo depois de um relato de golpe oferecendo contato por telefone, como aconteceu no último post. É a segunda etapa clássica. Quem acabou de perder dinheiro está mais disposto a confiar no próximo que promete resolver, e muitas vezes o golpe se repete. Ninguém aqui consegue garantir vendedor, e indicação feita por desconhecido em fórum não vale como garantia de nada. Para tentar recuperar ou ao menos registrar o prejuízo: Se pagou com cartão de crédito, peça o estorno direto à operadora, explicando que o produto não foi entregue. É o caminho com maior chance de reaver o valor. Se foi Pix ou transferência, avise o seu banco o quanto antes. Peça o registro de fraude e, no caso do Pix, o acionamento do Mecanismo Especial de Devolução. Registre um boletim de ocorrência online por estelionato, com prints das conversas, do site e do comprovante de pagamento. Isso ajuda o banco e, se outras vítimas fizerem o mesmo, a polícia. Denuncie o domínio e o perfil nas plataformas onde ele aparecia, para dificultar que outras pessoas caiam.
  28. @BaianoSsa, a pergunta que você fez a @Kami Back merece uma explicação de verdade, porque ela muda o que vale fazer agora. O problema de ciclar só com stanozolol não é que ele seja "mais prejudicial" que outros esteroides de forma genérica. O problema é a lógica. Assim que você aplica, o seu corpo reduz a produção própria de testosterona, porque entende que já tem androgênio sobrando. Só que o stano é um derivado de DHT que não substitui a testosterona em várias funções, como libido, ereção, humor e disposição, que dependem dela e do estrogênio produzido a partir dela. Resultado: você fica com a sua testosterona baixa e sem nada que cubra esse buraco. É por isso que quem usa só stano costuma relatar queda de libido e de ereção ainda no meio do ciclo. Além disso, ele é um dos compostos que mais derrubam o HDL e é 17-alfa-alquilado mesmo na forma injetável, então pesa no fígado. Muita gente também relata dor articular. Como você fez só três aplicações, está no melhor momento possível para repensar. Com tão pouca exposição, parar agora costuma ter recuperação rápida e simples. Para três aplicações, muita gente nem chega a precisar de TPC. Se for parar, vale dosar testosterona total, LH e FSH umas três a quatro semanas depois, para confirmar que o eixo voltou. Se você decidir continuar ou reformular, o raciocínio mais seguro para um primeiro ciclo é usar um único composto e ter a testosterona como base. A TPC se planeja antes de começar, de acordo com o éster usado, e não no meio do caminho. Expliquei esse raciocínio com mais detalhe neste outro tópico, que pergunta justamente sobre stano no primeiro ciclo: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116722-help-primeiro-ciclo-stano-propionato-de-testo/?do=findComment&comment=1066531 O guia básico que @davidevh indicou também é uma boa leitura para entender as divergências que você encontrou. Para organizar uma proposta com exames de base e TPC antes de começar, o gerador de protocolo hormonal do site serve como rascunho. A saída é uma simulação, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  29. @Oliveira Sms Massa, respondendo direto: sim, é um relato bem comum com stano, mesmo com testosterona junto. E a pista que você mesmo deu é a mais importante do tópico: com 2 comprimidos em vez de 4, a ereção melhorou quase no mesmo dia. Isso aponta para um efeito ligado à dose do stano, mais do que para um problema de testosterona falsa. O mecanismo exato não está bem fechado na literatura. O que se sabe é que a ereção depende de um equilíbrio entre testosterona, DHT e estradiol no cérebro e no tecido peniano. O stano é um derivado de DHT que não aromatiza e que derruba muito a SHBG, o que mexe com a proporção desses hormônios livres. Em doses mais altas, isso parece desregular esse equilíbrio. Por isso @davidevh tem razão em lembrar que estradiol baixo costuma ser pior que alto para a ereção. Mesmo sem usar inibidor, a proporção pode estar desfavorável. O exame que você vai fazer resolve quase tudo. Alguns detalhes ajudam na leitura: Com Deposteron real duas vezes por semana, a testosterona total deve vir bem acima da faixa de referência, muitas vezes acima de 1.000 ng/dL. Se vier normal ou baixa, a testosterona é suspeita. Peça estradiol junto, de preferência pelo método sensível, se o laboratório tiver. Peça também prolactina e hemograma. A boldenona sobe bastante o hematócrito, e hematócrito alto também pode atrapalhar a circulação. Meça a pressão. Pressão alta no ciclo também prejudica a ereção. Se o exame mostrar testosterona alta e estradiol normal, manter o stano na dose menor que funcionou é o ajuste mais simples. Sobre a TPC: na maioria dos casos, a função volta quando o eixo se recupera, mas isso depende de a TPC ser bem feita e de dar tempo. Não use tadalafila ou sildenafila como solução fixa no meio do ciclo sem medir a pressão, porque elas mascaram o sinal e podem somar queda de pressão com outros fatores. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  30. @matheus Andolphi, relato diário e detalhado assim é raro e ajuda muito quem chega aqui pesquisando o produto. Vale fechar com uma leitura do que provavelmente gerou o resultado e do que os relatos mostram de risco. O motor principal da sua perda foi a dieta. Pouco carboidrato, muita clara, patinho e salada formam um déficit calórico grande. O corte de carboidrato também tira água e glicogênio logo nas primeiras semanas, e isso deixa a mudança visível rápido. O Black Viper entrou como coadjuvante. Versões dele trouxeram efedra, ioimbina, sinefrina, feniletilamina e perto de 300 mg de cafeína por dose. Isso reduz a fome e aumenta um pouco o gasto, mas a maior parte do resultado foi seu, na cozinha e no treino. O que os relatos deste tópico mostram é exatamente o padrão de excesso de estimulante. @Melkor1 descreveu lábios secos, insônia de duas horas por noite e diarreia. Você relatou o estado de alerta forte meia hora depois da dose. Com duas doses por dia, como chegou a tomar, a soma de cafeína já passa bem dos 400 mg diários que costumam ser o teto seguro para adultos. Dormir duas horas por noite derruba a recuperação e aumenta a fome no dia seguinte. Na prática, isso trabalha contra o próprio objetivo. Respondendo a @Lucas Menezes, que perguntou sobre juntar com o Venom: não vale. Os dois são carregados de estimulante, e a soma pode facilmente passar de 600 mg de cafeína com efedra e ioimbina por cima. É uma combinação que pode disparar pressão e frequência cardíaca e provocar arritmia. @Gamma resumiu certo: um ou outro. Dois ajustes de dieta que @fisiculturismo já tinha apontado, e que importam com termogênico: não zerar o sal, porque com estimulante e suor você perde sódio e o risco de câimbra, tontura e queda de pressão aumenta, e manter verduras e legumes variados para não faltar potássio e magnésio. Comentei a composição desse tipo de produto com mais detalhe neste tópico, para quem quiser comparar com outros termogênicos: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/114415-qual-%C3%A9-o-melhor-termog%C3%AAnico/?do=findComment&comment=1066532 Para checar a dose eficaz e o nível de evidência de cada ingrediente desses rótulos, o orientador de suplementos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  31. @Jackd31992, antes de qualquer coisa técnica: você escreveu que chegou a pensar em tirar a própria vida. Isso precisa ser tratado com a mesma seriedade do resto. Se esse pensamento voltar, fale com alguém naquele momento. O CVV atende de graça, 24 horas, pelo telefone 188 ou pelo site cvv.org.br. Além disso, vale procurar um psiquiatra. Não porque o problema seja "só psicológico", e sim porque a depressão que aparece depois de sair dos esteroides é real, está descrita na literatura e tem tratamento. E você está certo em desconfiar do "é psicológico". A retirada de androgênios causa queda de libido, disfunção erétil, depressão, cansaço e perda de massa, e isso é descrito em estudos com ex-usuários. O mecanismo é hormonal: o eixo fica suprimido e demora a voltar. Ao mesmo tempo, a depressão e a ansiedade de desempenho na cama pioram a ereção por conta própria. As duas coisas costumam vir juntas e uma alimenta a outra. Por isso, tratar só um lado costuma não resolver. Alguns pontos práticos sobre o que você relatou: Piorar depois de parar o clomifeno e o HCG é comum. Enquanto você toma, o eixo é estimulado artificialmente. Quando para, ele precisa se sustentar sozinho, e às vezes cai por algumas semanas. O clomifeno também pode, por conta própria, piorar humor e irritabilidade em parte das pessoas. Para os exames refletirem o seu eixo de verdade, espere de duas a quatro semanas depois do último tamoxifeno. A lista que @Apollo Galeno passou é a certa. Vale somar SHBG para calcular a testosterona livre. O seu estradiol estava abaixo do normal no meio do ano passado. Estradiol baixo em homem derruba libido e ereção, mesmo com testosterona normal. Isso precisa aparecer no exame novo. Uma testosterona total de 724 isolada não garante que está tudo bem. Se a SHBG estiver alta, a livre pode estar baixa. E o que conta é o conjunto de testosterona livre, estradiol, prolactina e LH. O teste com injeção que você vai fazer, de ereção fármaco-induzida, com ou sem doppler, é útil para ver se a parte vascular está bem. Se a ereção vier forte no teste, isso confirma que o mecanismo está preservado e que o problema é hormonal ou emocional, o que é uma notícia boa. Sobre a TRT, se os exames depois de alguns meses mostrarem testosterona livre baixa com LH baixo e sintomas, o hipogonadismo induzido por esteroide é um diagnóstico reconhecido. Um endocrinologista ou urologista com experiência nesse quadro pode indicar reposição, mesmo que o total esteja "na faixa". É uma decisão para tomar com exame completo na mão e sabendo que, em geral, a reposição passa a ser de longo prazo. Por último: muitos casos levam de seis meses a mais de um ano para recuperar por completo, como foi dito aqui. Não é o seu corpo falhando para sempre. É um processo lento, e ele melhora com acompanhamento. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  32. @Gordooo, o desconforto que você sentiu com esse protocolo tem fundamento, e dá para explicar o porquê sem depender de opinião. Oxandrolona e stanozolol são derivados de DHT. Nenhum dos dois aromatiza, e os dois desligam a sua produção de testosterona. Num ciclo só com eles, o corpo fica sem a testosterona própria e sem uma testosterona de fora para fazer o que ela faz em libido, ereção, humor e disposição. É por isso que esse tipo de combinação tem fama de "deixar brocha", como você leu, e @davidevh apontou exatamente isso. Os dois também são 17-alfa-alquilados, inclusive o stano injetável, então somam carga no fígado. E estão entre os que mais derrubam o HDL. No fim, o perfil lipídico apanha em dobro. Mas a solução não é colocar 400 mg de testosterona por cima dos dois, por conta própria, num primeiro ciclo. Isso troca um protocolo incoerente por um protocolo pesado, com três compostos de uma vez. Se aparecer algum colateral, você não vai saber de onde veio. Para um primeiro contato, o raciocínio mais seguro é o oposto: começar com um único composto, e a testosterona costuma ser a base, numa dose moderada. Assim você aprende como o seu corpo responde e tem com o que comparar no próximo. Antes de qualquer decisão, vale ter um exame de base: testosterona total, LH, FSH, estradiol, prolactina, hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, GGT e creatinina. E planejar a TPC antes de começar, não depois. Um detalhe sobre a consulta, para você não sair achando que jogou dinheiro fora: a dieta que o nutrólogo passou provavelmente é a parte mais útil do que você recebeu. Nutrologia é a especialidade médica da nutrição. A especialidade dos hormônios é a endocrinologia. Se for buscar outra opinião sobre o ciclo, um endocrinologista que acompanhe atletas é o caminho mais direto. Para estruturar uma proposta com exames, auxiliares e TPC, o gerador de protocolo hormonal do site serve de rascunho para você trazer aqui e discutir. A saída é uma simulação, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  33. @engrodrigo, quem te disse que você não vai aproveitar o GH tem razão em parte, mas o motivo principal não é a falta de esteroide. Com 1,67 m e 57 kg, começando a treinar agora, o que limita o seu ganho é treino, comida e tempo. Nessa fase, o iniciante ganha massa mais rápido do que em qualquer outro momento da vida de treino, e sem gastar nada. Vale saber o que o GH entrega de fato em adultos saudáveis. Uma revisão sistemática de estudos controlados, publicada nos Annals of Internal Medicine, mostrou que o GH aumenta a massa magra em cerca de 2 kg. Só que boa parte desse ganho é água fora da célula e tecido conjuntivo, e não houve ganho de força. Por outro lado, apareceram com frequência inchaço, dor nas articulações, síndrome do túnel do carpo e piora da sensibilidade à insulina. Ou seja, o GH sozinho não constrói o músculo que você está buscando, e cobra um preço metabólico. Se você vai seguir de qualquer forma, alguns cuidados reduzem o risco e o desperdício: Teste a autenticidade com exame. Dose IGF-1 antes de começar e repita depois de umas duas a três semanas de uso. Se o GH for real, o IGF-1 sobe de forma clara. Se não subir, o produto está subdosado ou é falso, como @Foston alertou. É o teste mais confiável e barato que existe. Acompanhe glicemia de jejum, insulina e hemoglobina glicada. Com 4 UI por dia, por cinco ou seis meses, a resistência à insulina é um efeito esperado. Observe formigamento nas mãos, dormência ao acordar, inchaço nos pés e dor articular. Se aparecerem, é sinal de reduzir a dose. Agora, o ganho que vai mudar o seu corpo nos próximos meses vem de comer em superávit, com proteína perto de 1,6 a 2 g por kg, e de um treino de força bem montado e com progressão de carga. Pesando 57 kg, é bem provável que você coma menos do que imagina, e esse costuma ser o maior gargalo de quem é magro. Para achar as calorias de um bulking limpo com os seus dados, a calculadora do site faz essa conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  34. @tata2019, vale separar duas coisas que costumam se misturar quando a voz muda com androgênio, porque elas têm prognósticos bem diferentes. A primeira é a rouquidão, a falha e a perda de potência, que pioram quando você força a voz e melhoram com repouso. Isso tem um componente de inchaço e irritação das cordas vocais, e essa parte pode melhorar com o tempo depois de parar o hormônio. É o que você está percebendo agora, e por isso os cuidados que @Sereiafit e @Foston passaram ajudam: falar menos, não gritar, beber água. A segunda é a mudança estrutural. Os androgênios aumentam a massa das cordas vocais, que ficam mais grossas e vibram numa frequência mais baixa. Quando isso acontece, a voz fica mais grave de forma permanente. Os estudos com mulheres expostas a androgênio mostram que essa queda de tom em geral não volta, mesmo depois de parar. Foi isso que a sua endocrinologista quis dizer. Pelo que você descreve, sem voz grossa, só rouca e falhando, há chance de que o seu caso esteja mais no primeiro grupo, e isso é uma boa notícia. Sobre os anti-inflamatórios: eles podem aliviar a dor e a irritação da garganta, mas não revertem o efeito do androgênio na estrutura da corda vocal. Nimesulida em uso repetido tem risco de lesão no fígado. Corticoide sem prescrição traz outros problemas e também não muda o efeito androgênico. Não vale contar com eles como tratamento. O que mais ajuda de verdade é uma avaliação com otorrinolaringologista, que pode olhar as cordas vocais por videolaringoscopia, e acompanhamento com fonoaudiólogo. A terapia de voz não desfaz a alteração estrutural, mas ensina a usar a voz sem forçar e melhora bastante a potência e a estabilidade. Ela também ajuda a separar o que é inchaço do que é mudança definitiva. Sobre voltar ao DHEA: ele é convertido em testosterona e outros androgênios no corpo, e 100 mg por dia é uma dose alta para mulher. Nos estudos com mulheres, as doses ficam bem abaixo disso. Com a voz já sensibilizada, qualquer nova exposição a androgênio aumenta o risco de a parte reversível virar permanente. Se ainda assim você decidir voltar depois da avaliação, a dica de @Foston é a mais prudente: dose bem baixa e gravar a voz toda manhã, parando ao primeiro sinal de rouquidão. Mas o mais seguro, com o histórico que você já tem, é deixar a voz recuperar completamente antes de cogitar qualquer hormônio. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  35. @Lilika43, parar a cápsula suspeita foi a decisão certa, e pelo motivo certo. Dor de cabeça forte, inclusive de madrugada, e acordar com taquicardia em duas semanas são sintomas que não combinam com 5 a 10 mg de oxandrolona verdadeira. Combinam bem mais com um estimulante na cápsula, e clembuterol ou salbutamol são suspeitos clássicos quando a manipulação é feita sem receita. Não dá para saber o que tinha ali sem análise, mas o seu raciocínio está correto. Como você tem casos de infarto na família, vale fechar essa história com alguns cuidados: Se a taquicardia continuar depois de uma ou duas semanas sem a cápsula, ou se voltar com dor no peito, falta de ar ou desmaio, procure avaliação. Um eletrocardiograma e, se a médica achar necessário, um Holter de 24 horas mostram se é só taquicardia ou alguma arritmia. Enquanto isso, deixe de lado ioimbina, citrus aurantium, pré-treino e café em excesso. Todos aceleram o coração. Somados a uma cápsula de origem duvidosa, fica impossível saber o que está causando o quê. Volte com eles um de cada vez, se voltar, depois que o coração estiver tranquilo. Repita TGO e TGP daqui a umas quatro a seis semanas. Os valores de janeiro, 36 e 35, subiram em relação a outubro, mas ainda estão perto do normal. Sem oral, a tendência é voltar. Sobre ficar só na testosterona em gel, que é o que dá qualidade de vida para você, a dica mais útil é acompanhar o nível no sangue. Em mulheres, a faixa fisiológica da testosterona total fica mais ou menos entre 15 e 70 ng/dL, conforme o laboratório. O consenso internacional sobre testosterona para mulheres recomenda manter a dose dentro dessa faixa. Seu exame de outubro, com 109 ng/dL, estava acima dela, e o de janeiro, com 43, dentro. O que pesa para o risco de virilização é ficar acima da faixa por muito tempo. Então, quando ajustar o gel com a médica, use os sinais como bússola junto com o exame: rouquidão ou voz mudando, pelos novos no rosto, acne forte, queda de cabelo ou aumento do clitóris pedem redução. A voz, se mudar, pode não voltar. Outro ponto: o gel deve ser aplicado sempre no mesmo horário e no mesmo lugar, e a coleta deve ser feita no mesmo intervalo depois da aplicação. Assim um exame pode ser comparado com o outro. Na dieta, o que @Degcastro, @Joaninha e @Sereiafit disseram faz sentido. Comer de 1.300 a 1.500 kcal treinando pesado tende a travar a evolução e a aumentar a fome e a ansiedade. Um déficit moderado, com proteína alta, rende mais a longo prazo. Para ter uma estimativa do seu gasto real sem depender de números baixos demais, a calculadora de TDEE do site ajuda a achar o ponto de partida: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  36. @likomisaki, antes de escolher entre dianabol e hemogenin, vale olhar o momento em que você está, porque ele muda a lógica do ciclo inteiro. Você ficou oito meses parado e voltou há um mês. Nessa fase, o corpo recupera massa perdida bem mais rápido do que construiu da primeira vez. É a chamada memória muscular, e boa parte dela vem dos núcleos que as fibras ganharam no primeiro ciclo e no treino anterior, e que não somem com a pausa. Esperar uns três a quatro meses de treino e dieta consistentes antes de ciclar deixa você recuperar o que perdeu sem custo hormonal nenhum. Aí o próximo ciclo começa de um patamar mais alto, em vez de ser gasto em recuperar o que voltaria sozinho. A dieta merece ajuste. 200 g de proteína, 550 g de carboidrato e 70 g de gordura dão por volta de 3.600 kcal. Para 70 kg com 15 a 16% de gordura, voltando a treinar, isso provavelmente está bem acima do necessário, e o excesso vai virar gordura, como @davidevh notou. Comece mais perto de 2.800 a 3.000 kcal e ajuste pelo espelho e pela fita métrica a cada duas semanas. Sobre a sua pergunta: 50 mg de oximetolona é um comprimido de Hemogenin, a dose usual. 50 mg de dianabol já é uma dose alta. Os dois são orais 17-alfa-alquilados, então pesam no fígado e no HDL. Os dois também retêm bastante líquido e sobem a pressão. A oximetolona tem fama, bem relatada, de puxar mais o hematócrito e de dar mais dor de cabeça e mal-estar. O dianabol aromatiza e costuma pedir mais atenção ao estradiol. Nenhum dos dois é necessário num segundo ciclo, e quatro semanas no fim acrescentam colateral num momento em que você já está suprimido. Outro ponto prático: com deca na base, a TPC tem que esperar mais. O decanoato tem éster longo e a nandrolona permanece suprimindo o eixo por semanas depois da última aplicação. Por isso, a TPC costuma começar cerca de três semanas depois do fim, e não duas como seria só com enantato. E, como @davidevh perguntou, se a sua testosterona natural já era baixa antes do primeiro ciclo, vale ter um exame de base antes do segundo, para saber o que é seu e o que é do ciclo. Exames que valem antes: testosterona total, LH, FSH, estradiol, prolactina, hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP e creatinina. Para montar o protocolo com auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site serve como rascunho para ajustar. A saída é uma simulação, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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