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  2.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Med Pharma - confiam?
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  6. Sobre tratamentos alternativos como miomectomia e embolização, eu vejo mais como paliativos de curto prazo, qualquer que seja o tamanho ou quantidade: quem faz miomectomia geralmente volta a ter miomas 5, 6 anos depois na melhor das hipóteses, é um trauma no abdômen que não se justifica, pode tirar todos os miomas, enquanto houver útero eles voltarão. Cada nova miomectomia vai gerar aderências, criando um quadro pior depois. A embolização envolve riscos de provocar uma falência ovariana precoce, não há garantia de que artérias erradas não serão atingidas, não compensa o risco, até porque, poucos anos depois surgirão novos miomas, isso se é que a embolização vai gerar uma redução relevante nos existentes. Eu tentei muita coisa desde 2015: alimentação radicalmente livre de processados por mais de 1 ano, exercícios, receitas e suplementos naturais (uxi, unha de gato, picnogenol). E a única coisa que funcionou minimamente foi a gestrinona. Fato é que mioma não acaba, sempre crescem, tira um vem outro, não tem jeito. A única alternativa de longo prazo seria a medicamentosa mesmo, mas aí depende se a pessoa vai se dar bem com a gestrinona (ou com outras substâncias se existir) e se os colaterais compensam.
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  13. O @Locemar deu a única resposta que realmente encerra esse tipo de dúvida: exame de sangue. Vale detalhar como fazer, porque feito errado ele gera mais confusão do que certeza. Para testosterona, colha no vale, ou seja, imediatamente antes da próxima aplicação, e depois de tempo suficiente para o nível estabilizar. Com enantato ou cipionato isso significa de quatro a cinco semanas de uso constante, porque antes disso o nível ainda está subindo e um resultado baixo não prova nada. Peça testosterona total, e junto LH e FSH. Esse detalhe importa: se LH e FSH estiverem suprimidos, existe androgênio ativo entrando, mesmo que a dosagem esteja mais baixa que o esperado. Se testosterona estiver na faixa normal de homem comum e LH e FSH normais depois de cinco semanas aplicando, a conclusão é direta, não tem princípio ativo nenhum ali. Como referência grosseira, 500 mg semanais de um éster de testosterona costumam colocar a total em valores muito acima do teto do laboratório, tipicamente vários milhares de nanogramas por decilitro no pico e ainda bem acima do normal no vale. Resultado dentro da faixa de referência, nesse contexto, é resposta suficiente. Sobre o argumento do cheiro, ele não serve como critério. O cheiro característico vem dos veículos e conservantes, principalmente álcool benzílico e benzoato de benzila, que estão presentes tanto no frasco correto quanto no frasco só com óleo. Da mesma forma, dor ou ardência na aplicação também não indicam autenticidade, indicam só concentração de solvente ou contaminação. E libido alta, que foi citada como sinal, é indício fraco, porque é bastante influenciada por expectativa e pela própria rotina de treino. Um ponto importante para @Wanderleiifbbmg, que está em cruise com dose baixa. Justamente por ser dose baixa, o teste fica mais sensível: se a dose é pequena e o produto é subdosado, o resultado no exame tende a vir baixo demais para o que se esperava, e isso responde a dúvida de forma objetiva por uns cem reais de exame, sem precisar jogar três frascos fora no escuro. Faça o exame antes de decidir descartar, é a atitude mais racional e mais barata. Sobre o primobolan citado no início, cabe um alerta separado: a metenolona é das substâncias mais caras de produzir e, por isso, das mais substituídas no mercado clandestino. O relato do @Davizera de ter secado bem no ano anterior mas com oxandrolona em dose alta junto é exatamente o caso em que não dá para saber o que fez o trabalho. Quando dois ou três compostos entram juntos, um produto falso passa despercebido. E um comentário sobre os 5 por cento de gordura por bioimpedância. Nem o InBody entrega precisão nessa faixa, e a diferença entre 5 e 9 por cento está dentro do erro do método. O @Locemar tem razão, o que vale é a tendência de 12 para algo bem mais baixo, que as fotos confirmam, e não o número em si. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  14. O ponto mais importante aqui não é a interação entre os dois, é outro: o seu médico precisa saber que você está usando um esteroide oral. Sem essa informação, ele investigou e tratou um quadro de pânico sem o dado mais relevante do caso, e vai continuar ajustando medicação no escuro. Isso não é confissão nem sermão, é informação clínica necessária. Médico está acostumado com isso, e a conduta dele muda bastante sabendo. Sobre a interação direta que você perguntou, não existe interação farmacológica clássica descrita entre oxandrolona e clonazepam. Eles não competem pelas mesmas vias de forma relevante. Então o risco não está numa reação química entre os dois, está no fato de você tratar o sintoma enquanto mantém o possível gatilho. E aqui entra o que a @Lilika43 falou, que faz muito sentido. O quadro que você descreve não bate com o perfil típico da oxandrolona. Força subindo de forma marcante em uma semana, muito suor, sensação de calor, irritabilidade e palpitação são sintomas mais compatíveis com estímulo adrenérgico ou com efeito tireoidiano do que com um anabolizante oral de ação moderada, que costuma mostrar efeito real a partir da segunda ou terceira semana. Isso levanta uma possibilidade concreta: o produto pode não ser oxandrolona, ou não ser só oxandrolona. Adulteração e substituição de princípio ativo são comuns nesse mercado, e composto estimulante ou hormônio tireoidiano no meio explicaria muito bem esse conjunto de sintomas. O que eu faria no seu lugar, na ordem: suspender o oral agora, contar ao médico o que estava usando e por quanto tempo, e pedir avaliação de tireoide com TSH e T4 livre, que é barata e descarta a hipótese mais preocupante. Vale também revisar tudo o que você toma antes do treino, como termogênico, cafeína em cápsula, pré-treino e ioimbina, porque somados a um estimulante escondido no produto isso fecha o quadro. Se as crises cessarem depois de parar, você terá a resposta que exame nenhum dá. Sobre o clonazepam, duas observações. Ele funciona muito bem para crise aguda, mas não é tratamento de longo prazo para transtorno de pânico, justamente pelo risco de dependência e tolerância. O tratamento de base costuma ser antidepressivo associado a terapia, com o benzodiazepínico usado por período curto. E o mais importante: não suspenda por conta própria, principalmente se já está usando há alguns dias, porque retirada abrupta de benzodiazepínico tem seus próprios riscos. Essa redução é feita com o médico. @Julianamagalhaes2911, entendo a frustração de interromper logo no começo, mas ciclo interrompido você refaz depois com produto de procedência melhor e com a saúde investigada. Crise de pânico não tratada na raiz tende a se repetir, e nesse caso ela apareceu do nada em alguém que nunca tinha tido. Esse dado é forte demais para ignorar. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  15. Antes do GH, tem uma coisa mais urgente nesse planejamento, e ela está no seu outro tópico: você relatou diarreia crônica e dor abdominal há seis meses, com uso diário de loperamida, sem diagnóstico fechado. Começar trembolona, propionato e oxandrolona em cima disso é problema por três motivos concretos. Primeiro, diarreia crônica significa absorção comprometida. A base de qualquer ciclo é comer e absorver, e nesse cenário você paga o custo hormonal sem receber o resultado. Segundo, a oxandrolona é oral alquilada, com impacto hepático e sobre enzimas e HDL, e entra num organismo que ainda está se reorganizando depois de uma cirurgia digestiva. Terceiro, e mais importante do ponto de vista prático, qualquer sintoma novo que aparecer vai virar dúvida sem resposta: é a cirurgia, é a trembolona ou é o quadro intestinal que ninguém investigou? Você perde a capacidade de saber o que está acontecendo com você. Some a isso o contexto: dois anos de blast e cruise, sete meses sem hormônio, seis meses sem treinar, e uma composição que saiu de 92 kg com menos de 10 por cento para 82 kg com cerca de 20 por cento. Esse é justamente o momento em que exames valem mais do que qualquer protocolo. Testosterona total e livre, LH, FSH e estradiol para saber se o eixo se recuperou nesses sete meses, hemograma, lipidograma completo, TGO, TGP, gama GT, creatinina, ureia, glicemia e hemoglobina glicada. Depois de dois anos em blast e cruise, esse retrato vale ouro, e ele só existe agora, fora de ciclo. Assim que você entrar de novo, a janela fecha. Sobre a trembolona especificamente, ela é escolha ruim para reinício. Ela é o composto com maior taxa de efeitos que atrapalham a rotina, insônia, sudorese noturna, irritabilidade, queda de condicionamento aeróbico, e ainda é progestágena, o que exige atenção à prolactina. Para voltar depois de meio ano parado, com percentual em 20 por cento, testosterona sozinha em dose moderada entregaria praticamente o mesmo resultado nesse ponto, com muito menos ruído. Memória muscular é real e você vai recuperar bem, o limitante agora é dieta e consistência, não potência do ciclo. Agora respondendo o que você perguntou. Saizen 1 mg equivale a cerca de 3 UI, e usar de segunda a sexta é um esquema comum. É dose fisiológica para baixa, dentro do que se usa para efeito em composição corporal, pele, sono e recuperação, e não na faixa que gera crescimento de estruturas. Três pontos importam sobre GH, principalmente para quem nunca usou. O primeiro é tempo: GH é lento, o retorno visível aparece de quatro a seis meses, e ciclo de oito semanas com GH basicamente não faz sentido, o gasto não se paga. O segundo são os efeitos, sendo os mais comuns retenção hídrica, formigamento e dormência nas mãos por síndrome do túnel do carpo, dor articular e rigidez pela manhã, quase sempre dose-dependentes e reversíveis com redução. O terceiro é o metabólico, que é o que merece mais respeito: GH aumenta resistência à insulina e eleva glicemia. Por isso glicemia de jejum e hemoglobina glicada antes e a cada três meses, e IGF-1 como parâmetro do que a dose está realmente fazendo. E vale registrar o óbvio: GH tem custo alto e é o item mais falsificado do mercado paralelo, então produto de procedência duvidosa é dinheiro jogado fora. Nas suas condições atuais, eu resolveria o intestino, faria os exames, passaria alguns meses recuperando shape com dieta estruturada e testosterona em dose moderada, e deixaria GH e trembolona para quando houver uma base saudável para eles atuarem. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  16. Diarreia crônica depois de cirurgia de hérnia de hiato tem causas conhecidas e bem descritas, então dá para sair daqui com hipóteses concretas para levar ao gastro, em vez de só esperar a consulta. A primeira é lesão ou irritação do nervo vago. A fundoplicatura, que é a cirurgia usada para hérnia de hiato com refluxo, é feita bem próxima dos ramos do vago, e mesmo sem lesão evidente o trânsito intestinal pode ficar acelerado depois. Diarreia pós-vagotomia é complicação reconhecida e costuma aparecer justamente nos primeiros meses, muitas vezes com evacuação explosiva e urgência, às vezes ligada às refeições. A segunda é a síndrome de dumping, em que o esvaziamento gástrico fica acelerado e o conteúdo chega rápido demais ao intestino. Ela dá diarreia, cólica, distensão e, na forma tardia, mal-estar com suor, tremor e fraqueza uma a três horas depois de comer, por queda de glicemia. O sinal que ajuda a identificar é a relação clara com refeições, principalmente as com muito carboidrato simples ou líquidos junto da comida. A terceira é má absorção de sais biliares, que também fica mais comum depois de cirurgia dessa região e responde muito bem a tratamento específico com quelante, como a colestiramina. O padrão típico é diarreia amarelada, líquida e urgente, às vezes logo depois de comer. Vale a quarta hipótese também, que é supercrescimento bacteriano no intestino delgado, comum quando a motilidade muda, com distensão e gases importantes junto. E tem um detalhe na sua dieta que ninguém comentou e que pode estar contribuindo mais do que parece: o suco em pó adoçado. Vários adoçantes usados nesses produtos, principalmente sorbitol, manitol e xilitol, têm efeito laxativo direto e dose-dependente, e sucralose e aspartame incomodam parte das pessoas. Um teste simples e gratuito é tirar completamente o suco em pó por duas semanas e ver o que acontece. Se melhorar, resolveu sem exame nenhum. Vale testar também a retirada temporária de lactose, porque intolerância transitória aparece com facilidade depois de quadros intestinais. Agora a parte que mais me preocupa no seu relato: você está tomando loperamida todo dia. Isso segura o sintoma e deixa a causa sem diagnóstico, e uso contínuo de antidiarreico sem investigação não é conduta segura, principalmente porque em alguns quadros ele piora a evolução. Diarreia crônica há seis meses já está muito além do período pós-operatório esperado e precisa ser investigada. Quando for ao gastro, leve essas hipóteses nominalmente e mencione o uso diário de loperamida. Os exames que costumam entrar nessa investigação incluem exames de fezes com pesquisa de gordura e de agentes infecciosos, testes respiratórios para supercrescimento bacteriano e intolerância a lactose, avaliação de doença celíaca, além de endoscopia e, se indicado, colonoscopia com biópsia. E sinais que pedem pressa: sangue nas fezes, febre, perda de peso não intencional, diarreia que acorda você à noite ou sinais de desidratação. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  17. A comparação entre Imortais e The Witcher é ótima para ilustrar uma coisa que confunde muita gente: definição aparente não é a mesma coisa que quantidade de músculo. Em Imortais ele estava bem mais leve e com percentual de gordura baixíssimo, num papel que pedia aquele visual de estátua grega. Para The Witcher ele estava mais pesado e mais forte, com mais massa, porém com percentual um pouco mais alto. Mais músculo com um pouco mais de gordura em cima resulta em menos separação visível. É a mesma razão pela qual um fisiculturista em off season parece menos impressionante que ele mesmo no palco, pesando dez quilos a menos. E tem a parte que ninguém mostra. Cena sem camisa em produção grande costuma envolver protocolo de véspera parecido com o de palco, com manipulação de água e sódio, carga de carboidrato, bombeamento antes de gravar, bronzeado, óleo e iluminação lateral desenhada para marcar sombra. Some a lente e a pós-produção. Isso muda radicalmente o quanto o mesmo corpo parece seco. Comparar dois filmes é comparar duas produções diferentes, e não só dois estados físicos. O @Foston está certo sobre a estrutura por trás. Equipe integral, cozinha resolvida, treino como parte do expediente, sono controlado e prazo definido com contrato. É um ambiente que praticamente nenhum amador reproduz, e isso sozinho já explica a velocidade das transformações. Agora, sobre o que realmente importa no seu caso. Você descreveu que quer ficar grande, quer definir e sente que os músculos estão embaixo de uma camada. Esse é o ponto: perseguir os dois ao mesmo tempo costuma entregar nenhum dos dois. Se o percentual está a ponto de esconder o que você já construiu, o caminho mais curto é fazer um corte decente primeiro, de doze a dezesseis semanas, com déficit moderado, proteína alta e treino pesado mantido. Você vai enxergar o que tem, e é bem provável que tenha mais massa do que imagina. Depois disso, um ganho controlado e longo, com a barriga ainda razoável, rende muito mais que ciclos curtos de comer muito e cortar em pânico. Contar calorias, como você já faz, é a parte certa. O ajuste que falta costuma ser o mesmo para quase todo mundo: pesar a comida por algumas semanas para calibrar o olho, e usar peso e cintura como termômetro semanal em vez do espelho diário, que muda com sono, sódio e água e engana bastante.
  18. Evolução muito boa mesmo, principalmente em glúteo e posterior, e dá para ver que a dieta foi executada com disciplina. Mas tem uma frase no meio do tópico que merece mais atenção do que recebeu: "recuperar a voz". @Bella, alteração de voz é o colateral mais sério de ciclo feminino justamente porque ele não é reversível. O que acontece é espessamento permanente das pregas vocais por ação androgênica, o mesmo processo da puberdade masculina. Quando a voz muda, ela não volta ao timbre anterior com o tempo nem com a suspensão, diferente de acne, oleosidade e alteração de libido, que revertem. Por isso a conduta diante do primeiro sinal é interromper, e não ajustar. E aqui entra uma discordância técnica com a sugestão de entrar em cruise que apareceu no tópico. Cruise mantém androgênio circulando, só que em dose menor. Isso não dá chance de recuperação nenhuma para a voz, porque não existe recuperação a se dar, e mantém o estímulo que causou a alteração. Se a preocupação é a voz, o caminho é suspender de verdade, não reduzir. Vale também avaliação com otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo com laringoscopia, porque em fase inicial existe trabalho vocal que ajuda a lidar com a mudança, e quanto antes isso for avaliado, melhor. Sobre o ciclo em si, dois pontos técnicos importantes. A nandrolona é composto de éster muito longo e permanência prolongada, com metabólitos detectáveis por meses, então ela é o pior cenário possível quando aparece sinal de virilização, porque não existe como desligar rápido. Ela também eleva prolactina, e vale incluir prolactina nos exames junto com hemograma, lipidograma, TGO, TGP, gama GT, creatinina e o painel hormonal com testosterona total e livre, estradiol, LH e FSH. HDL costuma cair de forma marcante em mulher com androgênio, e esse é um marcador cardiovascular que importa muito no médio prazo. Sobre a supressão, é esperado que o ciclo menstrual fique irregular ou pare. O que preocupa é passar vários meses sem retorno depois de suspender, aí é caso de investigação com endocrinologista ou ginecologista, e não de esperar mais. Respondendo à dúvida sobre intestino que ficou em aberto, não tem mistério nem mágica. Comer muito mais não significa evacuar mais vezes, porque a absorção é alta e o que determina volume e frequência de fezes é principalmente fibra, água e resíduo não absorvido. Dieta de bulking com muita fonte concentrada e pouca fibra produz menos volume do que se imagina. Se o objetivo for regularizar, o ajuste é fibra e água, não quantidade de comida. @Agan81, sobre o projeto com boldenona que você mencionou, vale pesar que ela também tem éster muito longo e alta permanência, com o mesmo problema de não poder ser interrompida rapidamente. Para mulher esse ponto costuma pesar mais que a escolha do composto em si. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  19. A observação da @Joaninha é a mais afiada do tópico e merece destaque: opinião masculina sobre oxandrolona vale pouco como referência, porque homem quase nunca usa ela isolada. Ele usa dentro de um ciclo com testosterona, então qualquer resultado se confunde. Quem consegue avaliar oxandrolona de verdade é justamente a mulher que usa sozinha. Dito isso, tem um ponto que aparece de forma recorrente aqui e que precisa ser dito, porque é ele que gera a frustração. A expectativa em cima da oxandrolona costuma ser maior do que o que ela entrega. Ela é um composto de efeito moderado, sem retenção hídrica, que melhora força, dureza e recomposição, e não um composto de ganho volumoso. O relato da @Mimigomes é o retrato exato disso: resultado bom, mas com a maior parte vindo de dieta e treino. Isso não significa que o produto era falso, significa que esse é o tamanho real do efeito dela. Trocar de marca esperando um resultado de outra categoria tende a repetir a decepção. Outro ponto importante, e esse é de segurança. "Aumentar a dose até a voz começar a arranhar" não é forma de testar se o produto é bom, é o sinal de alerta mais grave que existe em ciclo feminino. Alteração de voz é irreversível. Quando a rouquidão aparece, o dano nas pregas vocais já começou e parar não desfaz. O mesmo vale para crescimento de clitóris e pelos faciais. Queda de cabelo, acne e queda de libido, que também foram relatadas aqui, são reversíveis na maioria dos casos, mas indicam que a dose já está acima do que o organismo tolera bem. Sobre autenticidade, a verdade desconfortável é que não existe como saber pelo frasco. Selo, holograma e código no site do fabricante são fáceis de replicar e o site costuma pertencer ao mesmo grupo. Oxandrolona é dos produtos mais adulterados do mercado clandestino por ser cara de produzir, e as três possibilidades comuns são dose baixa, ausência de princípio ativo e substituição por outro oral mais barato. A substituição é a pior, porque quem esperava um composto de menor potencial virilizante pode estar tomando estanozolol ou dianabol sem saber. Vale lembrar também que oxandrolona é medicamento registrado no Brasil, com venda sob receita de controle especial, então existe produto de procedência rastreável para quem tem indicação clínica. O critério prático que sobra é indireto: resposta consistente entre lotes diferentes, relatos independentes de mais de uma pessoa que não tenha ligação com quem vende, e desconfiança com fonte que oferece catálogo enorme. Não é garantia, é redução de risco. Um último ponto, @Andressa. Antes de decidir marca, vale decidir se a oxandrolona é mesmo necessária agora. Com dieta e treino ajustados, boa parte do que as pessoas buscam nela aparece sozinha, como o próprio tópico acabou mostrando. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  20. Ontem

  21. Entre as duas opções que você levantou, a resposta honesta é nenhuma das duas, e vale explicar o porquê em detalhe, porque a escolha errada aqui cobra caro e algumas dessas contas não têm volta. Nandrolona em mulher é das piores escolhas possíveis. O decanoato tem éster muito longo, com atividade que se estende por semanas, e existe relato de metabólito detectável por meses. Isso significa que, se aparecer sinal de virilização, você não tem como desligar. Some a isso o fato de ela ser progestágena e de suprimir o eixo de forma prolongada, com amenorreia que às vezes demora bastante para se resolver. É um composto com que mulher experiente evita mexer justamente pela impossibilidade de frear no meio do caminho. Masteron é o outro extremo do mesmo problema. Ele é derivado da di-hidrotestosterona, ou seja, é fortemente androgênico por natureza, o que significa alto potencial de engrossamento de voz, crescimento de pelos e alteração de clitóris. Ele é um composto de fase final de preparação, usado por quem já está com percentual de gordura muito baixo e aceita esse risco de forma consciente. O estanozolol, que você também citou, tem problema parecido, somado ao impacto hepático e à queda acentuada de HDL. Sobre o ciclo que você já fez, o @Odin levantou o ponto certo. Doze semanas terminando em 40 mg por dia é dose muito alta para mulher, faixa em que virilização costuma aparecer, e a ausência de colaterais aponta para produto subdosado ou sem princípio ativo. Oxandrolona manipulada é exatamente onde isso mais acontece. Vale registrar então que você provavelmente ainda não tem experiência real com oxandrolona, e não experiência tranquila com dose alta. E aqui está o ponto que muda tudo no seu planejamento. Você descreve que quer crescer, mas está em dieta de carboidrato baixo para baixar o percentual antes de começar, e perdeu 4 kg depois de uma virose, indo de 66 para 61 kg. Não existe ciclo que faça crescer em déficit calórico e em peso caindo. O composto amplifica o ambiente que você criou, ele não cria o ambiente. Com 61 kg e 1,68 m, as suas 130 g de proteína também estão modestas para o objetivo, algo entre 110 e 130 g está ok, mas o total calórico é que precisa ser de superávit se a meta é ganhar. O caminho que eu sugeriria: passar alguns meses em superávit leve, com treino registrando progressão de carga, recuperar o peso perdido em massa e não em gordura, e só depois discutir composto. Se ainda assim você quiser ciclar, a conversa mais razoável para mulher gira em torno de oxandrolona de procedência confiável em dose baixa, algo entre 5 e 10 mg por dia por seis a oito semanas, ou metenolona em dose baixa, e não em nandrolona ou masteron. E com exames antes e depois, incluindo hemograma, lipidograma, TGO, TGP, gama GT, além do acompanhamento de voz, pelos e ciclo menstrual. Sobre o treino, três dias de inferior e dois de superior completo está bem dividido para o seu objetivo. Só garanta que em cada sessão exista pelo menos um exercício em que dá para subir carga semana a semana, porque é isso que sustenta o ganho. @AndrezaEvaristo, para acompanhar um tópico é só usar o botão de seguir no canto superior do próprio tópico, aí você recebe notificação a cada resposta nova. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  22. Vale atualizar esse tópico, porque quem chega nele hoje pesquisando sobre tributação de compra internacional encontra uma discussão de 2014 que não vale mais nada na prática. Aquela briga entre o Decreto-Lei 1.804 e a Portaria MF 156 ficou no passado. O que rege as compras internacionais hoje é o programa Remessa Conforme, criado em 2023, em que a loja estrangeira se certifica junto à Receita Federal, recolhe os tributos na hora da compra e informa os dados antecipadamente. Quem compra em site certificado paga tudo no ato e não fica refém de despacho e taxa surpresa na entrega. As alíquotas mudaram algumas vezes desde então, e a situação atual é esta. Em maio de 2026 uma medida provisória zerou o imposto de importação federal para compras de até 50 dólares feitas em sites do Remessa Conforme, desfazendo a cobrança de 20 por cento que tinha sido criada em 2024 e que ficou conhecida como taxa das blusinhas. Acima de 50 dólares, a alíquota federal continua em 60 por cento, com um abatimento de 20 dólares no cálculo dentro do programa. E em qualquer dos casos o ICMS estadual continua sendo cobrado, com alíquota em torno de 17 a 20 por cento conforme o estado. Ou seja, mesmo numa compra de até 50 dólares isenta do imposto federal, existe imposto estadual. Uma ressalva importante: medida provisória tem prazo e precisa ser aprovada pelo Congresso para continuar valendo. Antes de fechar compra grande, vale conferir a situação no próprio site da Receita Federal, em gov.br/receitafederal, na seção de remessas postal e expressa, que é onde as regras ficam atualizadas. Detalhe que interessa a quem compra suplemento importado: a antiga isenção de 50 dólares valia apenas quando remetente e destinatário eram pessoas físicas, o que nunca cobriu compra em loja. Hoje isso deixou de fazer diferença, já que o critério passou a ser a certificação do vendedor no programa. E permanece o outro filtro, que não é tributário. Além da parte fiscal, produto importado pode ficar retido por questão sanitária, e a importação de suplementos e medicamentos por pessoa física é tratada como uso próprio, em quantidade compatível com uso pessoal. Encomenda grande ou com cara de revenda tem chance real de ser retida, e aí o problema deixa de ser imposto e vira liberação. Resumindo para quem chegou aqui pela busca: compre em site certificado, pague os tributos na hora, conte com o ICMS mesmo nas compras pequenas, e confira a regra vigente antes de comprar, porque essa área mudou três vezes em poucos anos.
  23. Esse tópico acumulou vários relatos iguais ao longo dos anos e ninguém chegou a nomear o quadro mais provável, então vale fechar isso aqui, porque a descrição é bastante característica. Dormência na face lateral ou anterolateral da coxa, geralmente de um lado só, com sensação de agulhadas quentes, queimação ou área "anestesiada" ao passar a mão, mas com força preservada e sem dor forte, é o quadro clássico de meralgia parestésica. Ela acontece por compressão ou irritação do nervo cutâneo femoral lateral, que passa por baixo do ligamento inguinal, bem na dobra da virilha. Esse nervo é puramente sensitivo, ou seja, ele não comanda músculo nenhum. É por isso que a pessoa sente a pele alterada mas não perde força, e é exatamente por isso também que ele costuma ser mais assustador do que grave. E olha como os gatilhos batem com os relatos daqui. Leg press 45, agachamento profundo, afundo com passada e levantamento terra colocam o quadril em flexão acentuada e comprimem justamente essa região. Cinto de musculação apertado, roupa de compressão apertada, aumento rápido de peso corporal e passar muito tempo sentado fazem o mesmo. Esse é o motivo pelo qual tanta gente no tópico descreve o início exatamente no leg ou no agachamento. O que costuma resolver é simples. Tirar a compressão, o que significa afrouxar ou dispensar o cinto, evitar roupa apertada na virilha e reduzir temporariamente amplitude muito profunda de quadril nos exercícios que disparam o sintoma. Não precisa parar de treinar perna, dá para trabalhar com amplitude parcial indolor e ir voltando. A maioria dos casos melhora em semanas a poucos meses, embora exista uma parcela que demora mais, e algum resíduo de área dormente pode persistir por bastante tempo sem que isso signifique algo grave. Agora a parte que merece atenção de verdade, e que justifica avaliação presencial. Existem outras causas que produzem sintomas parecidos e precisam ser descartadas, principalmente quando o quadro persiste por mais de um ano, como em alguns relatos aqui. Compressão de raiz lombar, entre L2 e L4, dá dormência na coxa e costuma vir com dor lombar ou irradiação. Diabetes causa neuropatia e pode se manifestar assim. Alterações da tireoide, deficiência de vitamina B12 e, em regiões endêmicas, hanseníase, também entram no diagnóstico diferencial, e nesse último caso o achado típico é justamente perda de sensibilidade em mancha de pele. Um exame de sangue básico com glicemia, hemoglobina glicada, TSH e B12 resolve boa parte da dúvida. Sinais que mudam o nível de urgência e pedem avaliação rápida: perda de força na perna, dificuldade para subir escada ou levantar da cadeira, dormência nos dois lados, dormência na região da sela, alteração de controle de urina ou fezes, ou sintoma que sobe do pé em direção ao joelho. Nada disso é compatível com meralgia parestésica simples e aponta para envolvimento de raiz nervosa ou medular. @Thainá, no seu caso, com quadro persistindo por mais de um ano e fisgadas ao treinar coxa, vale a consulta mesmo. Leve a descrição exata do que dispara o sintoma e peça avaliação de coluna lombar junto com os exames de sangue que citei. O especialista para esse quadro costuma ser o neurologista, mas o ortopedista também dá o encaminhamento inicial. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  24. A conclusão do tópico está certa, e o @Bruce Slajvic resumiu bem. Mas vale explicar por que a oxandrolona é justamente o composto em que esse cuidado importa mais, principalmente para mulher. Oxandrolona é cara de produzir. É por isso que ela é, historicamente, um dos produtos mais falsificados e adulterados do mercado clandestino. Levantamentos que analisaram produtos de laboratórios não oficiais encontram com frequência três cenários: dose bem abaixo do rótulo, ausência total do princípio ativo, ou substituição por outro oral mais barato, normalmente metandrostenolona, que é o dianabol, ou estanozolol. Essa substituição é o ponto perigoso. Uma mulher que compra oxandrolona esperando um composto de baixo potencial virilizante e recebe dianabol está tomando algo que aromatiza e vira estrogênio, ou, no caso do estanozolol, algo bem mais androgênico e mais agressivo ao fígado e ao HDL. Os sinais de virilização aparecem, ela não entende o motivo, e parte deles não volta atrás. Sobre como avaliar uma marca, os critérios que realmente ajudam são poucos. Tempo de mercado com relatos independentes em mais de um lugar, não só na indicação do vendedor. Consistência de efeito entre lotes diferentes. E desconfiança com catálogo grande demais, que é exatamente o ponto levantado acima. Já os selos, hologramas e códigos de verificação no site do fabricante valem pouco, porque são fáceis de replicar e o site costuma ser do mesmo grupo que vende. O @Marcos...V levantou o critério mais prático que existe nesse meio, que é ter contato que aceite troca, mas isso protege o bolso, não o organismo. Vale saber também que existe alternativa legal para a oxandrolona no Brasil. Ela é medicamento registrado, com indicações específicas, e pode ser obtida em farmácia com receita de controle especial. Não é o caminho de quem quer usar para estética, mas é bom que fique claro que existe produto de procedência conhecida para quem tem indicação clínica, e que o que se compra no mercado paralelo é aposta às cegas. Uma última observação, que vale mais que a escolha da marca. A pergunta inicial era se valia a pena ciclar com aquela, e a resposta depende antes do tempo de treino e da base de dieta. Ciclo feito cedo demais entrega um resultado que o treino entregaria sozinho, e cobra depois. Marca boa não corrige base ruim. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  25. Vou ser direto no que interessa: com quatro meses de treino contínuo, o ciclo é a última coisa de que você precisa agora, e não é por moralismo, é por matemática de resultado. Os primeiros dois anos de treino são a fase em que o corpo mais responde na vida inteira. Se você usar oxandrolona agora, vai ver ganho, só que vai atribuir a ela um resultado que aconteceria de qualquer forma, vai gastar a carta antes da hora e, quando parar, a manutenção dependerá exatamente do que você ainda não construiu, que é base de treino e dieta consistente. Daqui a um ano, com a base pronta, o mesmo ciclo renderia muito mais. E o ponto que resolve o seu incômodo específico não é hormonal. Você quer perder gordura nas costas. Oxandrolona não faz emagrecimento localizado, e nada faz. Gordura sai do corpo inteiro conforme o déficit calórico, na ordem que a sua genética determina. O mesmo vale para as enzimas aplicadas: os resultados descritos para esse tipo de procedimento são modestos e não substituem déficit, então tome cuidado para não estar pagando caro por algo que a dieta entregaria. Olhando a sua dieta, o problema é bem visível e tem solução simples. A proteína está baixa. Pão com banana e aveia no café, omelete, uma marmita, 30 g de whey, um sanduíche de patê e o jantar somam pouca proteína para quem quer ganhar massa magra. Para 55 kg, o alvo seria algo entre 90 e 110 g por dia. A correção prática é colocar uma fonte de proteína em todas as refeições, por exemplo ovos ou iogurte no café da manhã, e trocar o sanduíche das 19h por algo com carne, frango, atum ou ovo. Você engordou 6 kg com sensação de ser quase tudo gordura justamente porque o superávit veio quase todo de carboidrato, com proteína e estímulo de treino insuficientes para direcionar esse ganho. Sobre o treino, quatro vezes por semana não é pouco, é o suficiente para resultado muito bom. O que ajustaria é o desenho. O dia de perna está com muito bi-set e isometria e pouco espaço para progressão de carga, que é o que realmente faz crescer. E colocar dorsal, ombro e bíceps todos num único dia "por obrigação" tende a virar treino apressado. Eu deixaria o A com pernas e glúteo, com quatro ou cinco exercícios em que dá para subir carga, e o B com costas, ombro, peito e braço, também com cargas registradas. HIIT de dez minutos no fim de todo treino, em quem dorme pouco e tem bebê pequeno, costuma somar fadiga sem somar resultado. Deixaria em dois dias por semana. Se mesmo assim você decidir ciclar mais à frente, as informações que importam são estas. Oxandrolona em mulher costuma ser usada em faixa baixa, de 5 a 10 mg por dia, por seis a oito semanas, e mais que isso não significa mais resultado, significa mais risco de virilização. Exames antes e depois com hemograma, lipidograma, TGO, TGP e gama GT, porque ela é alquilada e afeta enzimas hepáticas e derruba HDL de forma marcante. Os sinais que exigem parada imediata são engrossamento da voz, aumento de pelos faciais e alteração do clitóris, porque esses três não são reversíveis. Acne, oleosidade e alteração no ciclo menstrual costumam voltar ao normal depois. @Juju5858, seis meses ajustando proteína e progressão de carga, com essa idade e esse tempo de treino, muda mais o seu shape do que um ciclo de seis semanas mudaria. Esse é o caminho que eu sugeriria agora. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  26. Com 1,90 m e 80 kg, cintura de 78 cm e braço de 32 cm relaxado, a resposta é bulking, e sem muita dúvida. O que parece gordura localizada nesse cenário quase sempre é falta de massa muscular somada a um percentual de gordura médio distribuído num corpo muito longo. Cortar calorias a partir de 80 kg com essa altura te levaria para algo perto de 75 kg, a pochete continuaria lá, só que menor, e você ficaria com aparência de quem nunca treinou. Uma cintura de 78 cm para 1,90 m já é fina. O problema não é o que sobra na cintura, é o que falta no resto. Sete meses de treino em manutenção explicam bastante coisa também. Nesse período inicial dá para ganhar músculo mesmo sem superávit, mas muito abaixo do que a fase permitiria. Você usou a melhor janela de resposta ao treino mantendo peso, então ficou com pouco resultado visível para o esforço investido. O que eu faria: superávit leve e longo. Algo em torno de 250 a 350 kcal acima do seu gasto diário, mirando ganho de 1,5 a 2 kg por mês no começo e depois algo perto de 1 kg. Proteína entre 1,6 e 2,2 g por quilo, gordura em torno de 0,8 a 1 g por quilo e o resto em carboidrato. Como você já acompanha macros e conhece seu gasto, é só aplicar. Ectomorfo alto costuma subestimar o próprio gasto, então se o peso não subir em duas semanas, acrescenta comida sem ficar debatendo. O que monitorar para não virar bulking sujo é simples, e é melhor que ficar olhando a barriga no espelho todo dia. Meça a cintura uma vez por semana, em jejum, no mesmo ponto. Enquanto o peso sobe e a cintura fica estável ou sobe bem devagar, está indo bem. Se a cintura começa a subir mais rápido que o resto, corta cem ou duzentas calorias e segue. No treino, com braço de 32 cm e pernas finas, o que rende é priorizar compostos com progressão registrada, agachamento, levantamento terra, supino, desenvolvimento, remada e barra, e ter paciência com carga. Alavanca longa, que é o caso de quem tem 1,90 m, faz os exercícios parecerem mais difíceis no começo e depois recompensa bem. Anote carga e repetições e tenha como meta bater o número anterior. Uma última coisa, a parte baixa do abdômen é a região que mais resiste em homem, e ela costuma ser a última a limpar mesmo em quem está bem seco. Ela vai resolver quando você tiver mais massa e fizer um corte decente lá na frente, com uma base muito maior. Tentar resolver isso agora é o caminho mais longo possível. @Nerov, pensa em prazo de um a dois anos em ganho, não em meses. Com a sua altura, o resultado depois é bem mais impressionante do que em quem é baixo, mas leva mais comida e mais tempo.
  27. Respondendo primeiro a dúvida direta, porque ela trava tudo: aqueles 100 g de carboidrato, 130 g de proteína e 65 g de gordura que o @Odin passou são o total do dia inteiro, não de cada refeição. Você distribui isso entre as suas refeições como preferir. Para ficar concreto, 65 g de gordura no dia sai de coisas simples. Duas colheres de sopa de azeite dão cerca de 27 g. Dois ovos inteiros dão cerca de 10 g. Uma colher de sopa de pasta de amendoim dá cerca de 8 g. Um punhado pequeno de castanhas, 30 g, dá cerca de 18 g. Somando isso você já fechou o dia, e ainda sobra o que vem naturalmente da carne e do queijo. Gordura não é vilã, ela é o que segura saciedade e produção hormonal, e cortar gordura demais é um dos motivos clássicos de compulsão por doce à noite. O @Odin também está certíssimo sobre as 1200 kcal. Meta de 1 kg por semana com 65 kg é irreal e o app simplesmente obedece ao que você pede. Perda sustentável nessa faixa de peso fica entre 0,3 e 0,5 kg por semana. Dieta muito restrita não falha por falta de força de vontade, ela falha por fisiologia: fome sobe, energia cai, treino piora e aí vem o episódio de descontrole, que a pessoa interpreta como fraqueza pessoal quando na verdade foi consequência previsível. Agora o ponto principal, que é o receio da musculação. Isso precisa ser dito com clareza porque é o que está te custando resultado. Estando em déficit calórico, é praticamente impossível ganhar volume muscular relevante. O que a musculação faz nessa fase é outra coisa: preserva a massa magra que você já tem enquanto perde gordura. Sem ela, boa parte do peso perdido vem de músculo, e o resultado é ficar menor porém com a mesma aparência flácida, aquele efeito de "emagreci mas não mudou nada". A sensação de ficar mais volumosa logo nas primeiras semanas de treino é real, mas é inchaço temporário da musculatura pelo estímulo novo e retenção de glicogênio e água, não é músculo novo. Isso assenta em poucas semanas. Sobre o braço, não existe emagrecimento localizado. Treinar braço não queima gordura do braço, assim como abdominal não queima gordura da barriga. A distribuição de gordura é genética e hormonal, e as regiões mais teimosas costumam ser as últimas a sair. O que muda o contorno do braço ao longo do tempo é a redução geral de gordura somada a um pouco de tônus em tríceps e ombro. Abandonar o treino de superior é justamente o caminho que deixa o braço mais flácido quando o peso cair. Na prática, para uma rotina corrida, eu faria dois dias de musculação de corpo inteiro por semana, com seis a sete exercícios básicos cada, e manteria dois dias de aeróbico. Isso cabe em quarenta minutos por sessão e entrega muito mais do que quatro dias só de esteira. Sobre a ansiedade e o comer emocional, vale nomear isso sem drama. Ele piora com dieta muito restrita, com sono ruim e com refeições espaçadas demais. Proteína em todas as refeições, volume de comida com salada e legumes, e um espaço planejado para o que você gosta, algo em torno de dez por cento das calorias da semana, funcionam melhor do que proibição total. E vale considerar que você passou por uma perda gestacional, o que tem peso emocional próprio. Se a compulsão for frequente e vier com culpa intensa, apoio psicológico ajuda mais que qualquer ajuste de macro. @Juju, se quiser um ponto de partida já com os macros distribuídos em refeições para depois ajustar, o gerador de dieta do site monta um rascunho a partir do seu peso e objetivo: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/dieta/
  28. Relato bem conduzido e resultado bonito, principalmente considerando que boa parte do trabalho foi feita em academia de prédio. Sobre a ideia de entrar com testosterona em dose baixa, vale abrir os detalhes, porque é uma decisão bem diferente de usar oxandrolona. A faixa que o @Foston citou, algo entre 30 e 50 mg por semana fracionada, é realmente a que circula no meio feminino, e a lógica de fracionar com seringa de insulina está correta, já que picos altos aumentam risco de virilização. Só que a diferença importante é outra: a oxandrolona tem taxa de conversão androgênica relativamente baixa e é oral, então dá para interromper e ter queda rápida. Já um éster injetável de testosterona permanece ativo por semanas depois da última aplicação, o que significa que, se aparecer sinal de virilização, você não consegue desligar na hora. E é aí que está o ponto que ninguém deveria pular. Os efeitos virilizantes se dividem em dois grupos. Os reversíveis, que somem ao parar, são acne, oleosidade, aumento de libido, irregularidade menstrual e retenção. Os irreversíveis, que não voltam atrás mesmo parando, são o engrossamento da voz, o crescimento do clitóris e a alopecia androgenética em quem tem predisposição familiar. Voz é o que mais assusta e o que mais gente ignora. Qualquer rouquidão nova, mudança de timbre ou dificuldade em atingir notas que você atingia antes é motivo para suspender imediatamente, não para esperar a próxima aplicação. O mesmo vale para aumento de pelos faciais e alteração no clitóris. Na prática, o que eu recomendaria se você decidir seguir: começar pela ponta mais baixa da faixa, em torno de 20 a 30 mg semanais fracionados em três aplicações, período curto, de oito a dez semanas, e não emendar com outro ciclo. Fazer exames antes e no meio, com hemograma, lipidograma, TGO, TGP, gama GT, creatinina, e hormonais com testosterona total e livre, estradiol, LH, FSH e prolactina. Lipidograma importa mais em mulher do que muita gente imagina, porque o HDL cai com androgênio e ele é um marcador cardiovascular relevante. Gravar um áudio lendo o mesmo texto antes de começar e repetir a cada duas semanas é um truque simples e que funciona muito bem para perceber mudança de voz antes que ela vire queixa de terceiro. Vale lembrar também que o eixo feminino se suprime, então ciclo menstrual irregular ou ausente é esperado e costuma voltar depois, mas nem sempre rápido. Se ficar mais de três meses sem menstruar depois de parar, é caso de investigação. Agora o ponto que talvez renda mais que a discussão de dose. O seu objetivo declarado é ganhar perna, mas a dieta que está postada é de corte, com carboidrato bem controlado, três doses de 5 mg de ioimbina por dia, cafeína e chá de hibisco ao longo do dia. Quinze miligramas diários de ioimbina não é dose trivial, e os efeitos comuns são ansiedade, taquicardia e insônia, ainda mais somada à cafeína. Hipertrofia de membro inferior em mulher pequena e magra exige superávit, mesmo que leve. Usar hormônio dentro de um plano de secar para tentar crescer perna é o cenário em que a pessoa paga o preço do ciclo e recebe pouco em troca. Se a prioridade agora é volume nas pernas, eu inverteria a ordem: primeiro estruturar superávit leve e treino de perna com progressão de carga real, e só depois pensar em composto. No treino, aliás, perna aparece duas vezes por semana com muito exercício unilateral e de peso corporal, o que é ótimo para controle, mas limita a progressão. Para ganhar volume vale incluir algo em que dê para subir carga de forma consistente, como leg press, agachamento com barra e stiff com carga crescente, e registrar as cargas semana a semana. @ResilientSoul, parabéns pela evolução, ela foi muito consistente. O próximo passo vale ser decidido pelo objetivo, e não pelo entusiasmo do momento. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  29. A diferença de 12 pontos que você encontrou não é defeito de fabricação, é limitação do método, e vale entender por quê. A balança doméstica, como a Yunmai, faz bioimpedância pé a pé. A corrente entra por um pé e sai pelo outro, então ela mede basicamente membros inferiores e estima o resto do corpo por equação. Como a mulher tende a concentrar gordura em quadril e coxa, esse tipo de aparelho até que pega bem essa região, mas ele é cego para tronco e braços, e é justamente aí que costuma morar a diferença. Some a isso que a equação embutida é genérica, calibrada numa população que pode não parecer nada com você. O InBody 370 usa oito eletrodos, com medida segmentar de braços, tronco e pernas, e trabalha com mais de uma frequência. Isso melhora bastante a estimativa, principalmente por separar água intra e extracelular. Ainda assim ele também é estimativa, não é padrão-ouro. Os métodos de referência são o DEXA, a pesagem hidrostática e a pletismografia, e mesmo entre eles existe divergência de alguns pontos. O que mais atrapalha a bioimpedância é hidratação. Água, sal, refeição recente, treino nas horas anteriores, álcool no dia anterior, café e, no caso da mulher, a fase do ciclo menstrual mudam o resultado com facilidade em vários pontos percentuais. Uma pessoa desidratada aparece com mais gordura do que tem, porque a corrente passa pior. Isso explica boa parte da variação que as pessoas veem de um dia para o outro, e é o motivo pelo qual comparar duas máquinas diferentes, em dias diferentes, em estados de hidratação diferentes, gera justamente esse tipo de discrepância grande. Na prática, a recomendação que eu daria é não jogar a balança fora. Ela serve bem para uma coisa: acompanhar tendência, sempre no mesmo horário, em jejum, depois de urinar, antes do treino e sem ter bebido muito líquido. O número absoluto pode estar errado, mas se ele cai de forma consistente ao longo de semanas, a direção está certa. Para saber o número real, o caminho é fazer o mesmo exame no mesmo aparelho a cada dois ou três meses. E o mais útil no dia a dia continua sendo o que não depende de aparelho nenhum: peso na balança comum sempre nas mesmas condições, fita métrica em cintura, quadril e coxa, fotos na mesma luz e no mesmo ângulo, e desempenho no treino. Se a cintura diminui, a foto melhora e a carga sobe, o percentual exato importa pouco. @saravnsantos, obrigado pelo comparativo, ele ilustra bem uma coisa que confunde muita gente. E o @Apollo Galeno tinha razão no espírito da resposta dele, o espelho e a fita continuam sendo instrumentos difíceis de bater.
  30. Sobre o whey que estufa a barriga, dá gases e deixa arrotando, vale organizar as possibilidades, porque elas têm soluções diferentes. A causa mais comum de longe é a lactose. Whey concentrado tem de 3 a 6 g de lactose por dose, o isolado tem quantidade bem menor, geralmente abaixo de 1 g, e o hidrolisado tem pouco também, além de o peptídeo já vir parcialmente quebrado. Se o problema for esse, os sintomas são exatamente os descritos, distensão, gases e arrotos, aparecendo de trinta minutos a duas horas depois. O teste prático é simples: tomar meia dose de um isolado de verdade, longe de outros alimentos, e ver o que acontece. Dá para usar também comprimido de lactase junto, que ajuda a confirmar a hipótese. Só que no seu relato tem um detalhe que aponta para outra coisa. Você disse que cortou para menos da metade e mesmo assim vomitou e teve dor abdominal. Intolerância à lactose é dose-dependente, então dose pequena costuma passar sem sintoma. Vômito e dor abdominal com dose pequena levantam duas outras possibilidades. Uma é alergia à proteína do leite, que é reação ao componente proteico e independe da quantidade, e nesse caso whey isolado ou hidrolisado também vai dar sintoma. A outra é reação a algum componente da fórmula e não à proteína, normalmente adoçantes como sucralose ou álcoois de açúcar, que causam exatamente esse quadro em quem é sensível, ainda mais em quem já tem intestino irritável. O caminho para separar isso sem gastar dinheiro à toa é trocar a fonte, não a marca. Se albumina, proteína isolada de ervilha ou de arroz passarem bem, o problema está no leite. Se qualquer suplemento em pó com sabor incomodar, mesmo os sem leite, o problema está nos aditivos. E se carne, ovo e frango passam bem e só o pó incomoda, você simplesmente não precisa de whey. Proteína de suplemento não tem nada que a comida não tenha, ela só é prática. Sobre a dieta em si, já que o pedido original era de avaliação, dois pontos importam mais que o whey. As gorduras estão em cerca de 32 g por dia para 63 kg, o que é muito baixo. Para mulher, gordura muito restrita por período longo costuma cobrar o preço em ciclo menstrual, humor, pele e cabelo, porque ela é matéria-prima para produção hormonal. Eu subiria para algo em torno de 50 a 60 g, usando azeite, castanha, abacate e gema, que você já usa mas em quantidade pequena. E as proteínas em 163 g estão acima do necessário para o seu peso, então dá para tirar dali o espaço calórico para essa gordura sem precisar comer mais. O outro ponto é que o total fica em torno de 1400 kcal, o que é baixo demais para quem treina cinco vezes por semana com carga alta e faz exaustão em perna. Dieta assim pode até funcionar por algumas semanas, mas o corpo responde reduzindo gasto, o treino cai de qualidade e a fome sai do controle. Com o seu peso e essa rotina, um déficit mais civilizado, na faixa de 1700 a 1900 kcal, tende a entregar mais definição no médio prazo do que o corte agressivo. @mahnoveleto, se os sintomas gástricos continuarem mesmo com a comida normal e sem suplemento, aí vale investigar com médico, porque distensão, dor e vômito frequentes têm outras causas além de intolerância e não se resolvem trocando de pote. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  31. Antes de mudar qualquer coisa, vale corrigir a leitura do que está acontecendo, porque ela está injusta com você. Perder 1 kg por mês estando com 106 kg não é estagnação, é ritmo sustentável. Quem saiu de 145 kg e chegou aqui em pouco mais de um ano já fez a parte difícil. O que muda de figura quando a pessoa emagrece bastante é que o gasto cai junto com o peso, então o mesmo plano rende menos, e isso é esperado, não é falha de caráter nem sinal de que precisa inventar protocolo novo. O @Fatucko acertou nesse ponto. Agora o ponto que eu olharia antes da dieta: o sono. Sua rotina é acordar às 4h30, trabalhar das 6h às 13h, curso até 20h, musculação até 22h e muay thai até 22h30 duas vezes por semana. Isso deixa, na melhor das hipóteses, cinco horas de sono, e você mesmo descreve fraqueza, bocejo no meio do treino e sono horrível. Dormir pouco em déficit calórico tem efeito medido em estudo, e o resultado é ruim exatamente para o seu objetivo: com a mesma dieta, quem dorme cerca de cinco horas perde bem menos gordura e bem mais massa magra do que quem dorme oito. Some a isso o aumento de grelina e a queda de saciedade no dia seguinte, que é o que alimenta as escorregadas na dieta. Antes de cortar caloria, eu tentaria ganhar uma hora de sono. Ligado a isso, a suplementação está trabalhando contra o sono. Você usa 210 mg de cafeína em jejum, ioimbina em jejum, ioimbina no almoço e ioimbina no pré-treino que acontece às 20h. A ioimbina é antagonista alfa-2 adrenérgico, com meia-vida na faixa de poucas horas, e os efeitos mais comuns são ansiedade, taquicardia, tremor e insônia, que somam com a cafeína. Tomar estimulante às 20h com despertador às 4h30 é receita para o sono ruim que você descreve. Eu cortaria a dose do pré-treino e manteria no máximo a do jejum, e nesse caso a melatonina vira menos necessária. Vale lembrar também que ioimbina é medicamento, não suplemento alimentar, e o efeito dela sobre gordura é modesto, sempre dependente do déficit calórico. Sobre a dieta, 2508 kcal com 250 g de proteína, 170 g de carboidrato e 90 g de gordura para 1,87 m e 106 kg já é uma dieta agressiva. Cortar mais calorias com cinco horas de sono e essa carga de trabalho tende a piorar aderência e treino. O que eu faria primeiro é o que o @Locemar sugeriu, variar as fontes para não enjoar, e redistribuir os carboidratos, concentrando a maior parte nas refeições antes do treino da noite, já que você treina tarde e chega cansado. Jejum e ciclo de carboidrato não são superiores em perda de gordura quando calorias e proteína estão iguais, então eles não são a resposta para o seu caso. Eles servem quando facilitam aderência, e a sua rotina não é o cenário para isso. No treino, o dia de quinta está muito longo. São nove exercícios somando costas, ombro e bíceps, vários em série combinada, com descanso de 40 segundos, depois de um dia inteiro de trabalho e curso. Não é à toa que na hora do bíceps você não aguenta mais. Cortaria para cinco ou seis exercícios, priorizando puxada, remada e desenvolvimento, e daria 60 a 90 segundos de descanso nos compostos. Volume que você não consegue executar com qualidade não vira resultado, só vira fadiga. Nas suas circunstâncias, um treino mais curto e mais pesado nos principais rende mais. Uma última coisa, já pensando no objetivo de bombeiro. Como a prova tem parte física com corrida, barra e natação em boa parte dos concursos, vale começar a incluir corrida progressiva já agora, mesmo leve, em vez de deixar para depois de emagrecer. O muay thai ajuda no condicionamento, mas não substitui a especificidade da corrida, e chegar ao peso alvo já correndo é muito diferente de chegar lá e só então começar. @monedeira, o plano para os próximos meses é simples: dormir mais, tirar o estimulante da noite, encurtar o treino de quinta e manter exatamente a dieta que já está funcionando. Se em três semanas o peso não se mexer com o sono ajustado, aí sim reduz calorias, algo em torno de 150 a 200 por dia, não mais que isso. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  32. Vale separar duas coisas que aparecem juntas nesse relato, porque elas têm causas bem diferentes. A sensação de areia ao dobrar o joelho é crepitação. Sozinha, sem dor e sem inchaço, ela é extremamente comum e não é sinônimo de lesão. Muita gente tem crepitação a vida inteira sem nenhum problema articular. Ela só ganha peso clínico quando vem acompanhada de dor ao subir e descer escada, dor ao levantar depois de ficar muito tempo sentado, ou dor ao agachar. Aí sim o quadro mais provável é condromalácia patelar ou dor femoropatelar, como o @Bruce Slajvic apontou. Um ajuste ao que foi dito sobre exames. Radiografia mostra osso e espaço articular, e tomografia mostra osso com detalhe, mas nenhum dos dois avalia bem cartilagem. O exame que enxerga cartilagem, menisco e ligamento é a ressonância magnética. Se a suspeita é condromalácia, é ela que gradua a lesão. Por outro lado, vale dizer que grande parte dos casos nem precisa de imagem no início, porque a conduta inicial é a mesma. E essa conduta é onde está a parte útil. A dor femoropatelar responde muito melhor a fortalecimento do que a repouso. O que costuma resolver é fortalecer quadríceps, principalmente com cadeia cinética fechada e amplitude que não doa, junto com glúteo médio e máximo, que controlam a rotação do fêmur e tiram carga da patela. Alongamento e liberação de isquiotibiais, panturrilha e banda iliotibial entram no pacote. Anti-inflamatório serve para atravessar a crise, não trata a causa. Parar de treinar por completo costuma piorar, porque a musculatura que estabiliza a articulação enfraquece ainda mais. Na prática, o que eu revisaria no treino é carga de leg press e agachamento em amplitude muito profunda enquanto houver dor, cadeira extensora com carga alta na parte final do movimento, que é onde a pressão femoropatelar é maior, e volume de impacto, corrida e salto, na fase aguda. Manter agachamento e leg em amplitude parcial indolor, com carga controlada, costuma ser melhor do que abandonar o exercício. Sobre a sensação de ardor e de frio por dentro do joelho, isso não é típico de cartilagem. Descrição desse tipo costuma apontar para componente neuropático, irritação de algum ramo nervoso local ou dor referida, e, mais raramente, para alteração circulatória. Se essa parte persistiu depois dos exames, é ela que merece ser levada ao ortopedista com destaque, porque muda a investigação. @João Victor, se o seu caso é só o barulho, sem dor, sem inchaço e sem falseio, provavelmente não é nada e o fortalecimento de quadríceps e glúteo resolve o incômodo. Se tem dor em escada ou ao agachar, ou se o joelho falseia ou incha depois do treino, aí vale avaliação presencial, porque falseio e derrame articular apontam para outras estruturas além da cartilagem. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  33. Ganhar 16 kg em quase um ano aos 15 anos, treinando e sem dieta montada, mostra que a resposta ao treino está muito boa. Essa fase, com o pico de crescimento acontecendo, é justamente a janela em que o corpo mais responde, então o que você fizer agora rende mais do que vai render depois. Sobre o pectus escavatum, vale corrigir uma coisa, porque ela muda seu planejamento. Não é que aquela região "não tem músculo". O peitoral está lá, inteiro, o que está afundado é o esterno e as cartilagens costais, e o músculo acompanha o formato do osso. Por isso a hipertrofia realmente disfarça bastante, principalmente peitoral, serrátil e dorsal, que mudam o contorno da caixa. O que ela não faz é levantar o esterno. Quem resolve isso é a cirurgia, e a técnica mais usada hoje é a de Nuss, minimamente invasiva, com barra metálica. A avaliação costuma incluir tomografia com o índice de Haller e teste de função pulmonar, porque em parte dos casos existe repercussão respiratória ou cardíaca além da estética. Se você já pensa em operar aos 18, vale conversar com um cirurgião torácico antes disso, mesmo que seja só para acompanhar, porque o momento ideal e o resultado dependem de quanto o tórax ainda vai crescer. E existe também a opção conservadora, com fisioterapia respiratória e trabalho postural, que ajuda mais em casos leves. No treino, com esse quadro eu daria prioridade a exercícios de amplitude para peitoral e a trabalho de costas e postura, porque quem tem pectus costuma somar ombro protraído e tórax fechado, o que piora visualmente o afundamento. Supino inclinado com halteres, crucifixo com boa abertura, crossover, pullover e remadas com escápula bem retraída são a base. Não esquece o exercício para lombar e para o meio das costas. Respiração ampla e trabalho de mobilidade torácica também ajudam, não por mágica, mas porque melhoram postura e expansão da caixa. Na dieta, o passo que mais vai render é justamente o que você ainda não tem, que é estrutura. Não precisa complicar. Coma quatro a seis vezes por dia, tenha uma fonte de proteína em todas as refeições, algo em torno de 1,6 a 2 g por quilo de peso por dia, e não tenha medo de carboidrato, que nesse momento é aliado. Se você quer continuar ganhando, o teste é simples, se o peso não sobe em duas semanas, acrescenta comida. Suplemento, com 15 anos, a lista curta é whey se for prático para fechar proteína, e só. Creatina tem excelente perfil de segurança em adultos e estuda-se em adolescentes atletas com resultados tranquilos, mas o consenso em menores ainda é cauteloso e você simplesmente não precisa dela agora para continuar evoluindo. Hormônio, pró-hormonal ou qualquer coisa nessa linha está fora de questão nessa idade, porque as cartilagens de crescimento ainda estão abertas e o risco é de comprometer altura final e o próprio eixo hormonal de forma duradoura. @Luther, com essa resposta ao treino e essa idade, o caminho é comida, sono e consistência. Mais três ou quatro anos assim e o resultado vai ser bem maior do que qualquer atalho entregaria. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  34. O maior problema desse planejamento não está nos hormônios, está na dieta. Com 84 kg e esse arsenal, 2500 kcal não sustenta crescimento. Só as 200 g de proteína e 400 g de carboidrato já dão 2400 kcal, ou seja, sobrou quase nada de gordura na conta, o que fica abaixo do mínimo recomendado para produção hormonal e saúde em geral. Para o seu peso, manutenção costuma cair perto de 2800 a 3200 kcal, então você está comendo em manutenção ou até em pequeno déficit enquanto usa quatro compostos. Isso não é "crescer limpo", é pagar o custo do ciclo sem receber a parte boa. Eu levaria as calorias para algo em torno de 3000 a 3200, com gordura em pelo menos 0,8 g por quilo, e acompanharia peso e cintura semanalmente. Sobre a estrutura, três pontos técnicos que mudam o resultado. O estanozolol em 100 mg dia sim dia não é dose muito alta, e ela se soma à trembolona, que também não aromatiza. Você fica com duas semanas inteiras de ciclo em que o estradiol depende só da durateston enquanto dois compostos secos puxam contra. O resultado clássico é dor articular, tendão ressecado, libido no chão, HDL despencando e sensação de estar travado no treino, e ainda vem a sobrecarga hepática do estanozolol somada. Na sua situação eu cortaria o estanozolol pela metade, para algo entre 50 mg dia sim dia não e 50 mg por dia no máximo, e deixaria o uso mais curto, nas últimas semanas. A trembolona é o composto que exige monitoramento de verdade, e ela não pede inibidor de aromatase, pede atenção à prolactina, porque é progestágena. Sinais como queda de libido com testosterona alta, dificuldade de ereção sem explicação ou saída de secreção no mamilo apontam para prolactina, e nesse caso a conduta é cabergolina e não anastrozol. Vale ter isso claro antes, junto com os efeitos que aparecem cedo, que são insônia, sudorese noturna, queda de condicionamento aeróbico e irritabilidade. Se o sono quebrar, boa parte do ganho vai embora junto. A boldenona por 10 semanas é curta para o composto. O undecilenato tem éster muito longo, com meia-vida na faixa de duas semanas, então ele só chega perto do nível estável quando o ciclo está acabando. Ou ela fica por 14 a 16 semanas ou ela contribui pouco. E como ela e a trembolona elevam hematócrito, hemograma no meio do ciclo é obrigatório. Hematócrito passando de 52 a 54 por cento pede ajuste e, em alguns casos, doação de sangue. Sobre a TPC, anastrozol não faz parte de TPC. Ele é inibidor de aromatase para uso no ciclo, quando houver indicação. TPC com tamoxifeno isolado costuma ser suficiente em ciclo leve, e o seu não é. Com durateston, nandrolona ausente mas trembolona e estanozolol presentes e dez semanas de supressão, o desenho mais comum é HCG ainda durante o ciclo ou nas semanas anteriores à TPC, em torno de 1000 a 1500 UI por semana divididas, encerrando antes de começar os SERMs, e depois tamoxifeno com clomifeno. Como você tem HCG em mãos, esse é o ajuste mais fácil de fazer. E o ponto que mais importa: exame de testosterona total e livre, LH, FSH e estradiol cerca de trinta a quarenta e cinco dias depois do fim da TPC, para saber se o eixo voltou de verdade depois de dois anos sem ciclar. @mayconnicomedes, se a dieta está com nutricionista esportivo, leva esse número de calorias para ele revisar considerando o ciclo em andamento. 2500 kcal para 84 kg em fase de ganho não fecha. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  35. O tema rende mais do que parece, porque existe literatura boa medindo exatamente isso. Restrição de sono derruba testosterona de forma mensurável. Um estudo clássico com homens jovens saudáveis mostrou queda em torno de 10 a 15 por cento na testosterona diurna depois de apenas uma semana dormindo cerca de cinco horas por noite. Outro trabalho, feito com pessoas em déficit calórico, comparou dormir cerca de 8,5 horas contra 5,5 horas com a mesma dieta. A perda de peso total foi parecida, mas a composição mudou muito. No grupo que dormiu pouco, a maior parte do peso perdido veio de massa magra e a perda de gordura caiu mais da metade. Ou seja, dormir mal não atrapalha só a disposição, muda para onde vai o peso que você perde. Some a isso o pico de hormônio do crescimento, que acontece nos primeiros estágios de sono profundo, e a queda de sensibilidade à insulina e o aumento de grelina que vêm com noites curtas, deixando a fome desregulada no dia seguinte. É por isso que sono é tratado como pilar e não como detalhe. Dito isso, o @Mestre e o @Wanderleiifbbmg têm razão no ponto da variação individual. A faixa de 7 a 9 horas é média populacional, tem gente que funciona bem com menos e o que importa é qualidade e continuidade, não só o número no relógio. O problema descrito no tópico é exatamente o pior tipo, que é o despertar no meio da noite, porque ele fragmenta o sono e corta justamente os ciclos de sono profundo da primeira metade da madrugada. Para o caso concreto, a sugestão dos tampões de ouvido é a mais eficiente e ninguém precisa brigar em casa por causa dela. Tampão de silicone moldável funciona melhor que o de espuma para dormir de lado. Ruído branco com ventilador ou aplicativo também ajuda, porque ele não elimina o barulho, mas reduz o contraste entre o silêncio e o baque na parede, que é o que dispara o despertar. Sobre a fórmula citada, vale diferenciar as três coisas. A melatonina não é sedativo, ela é sinalizadora de horário, então em dose alta perto de dormir ela faz menos do que se imagina. O uso que costuma render é dose baixa, na faixa de 0,5 a 3 mg, de trinta a sessenta minutos antes de deitar e sempre no mesmo horário, com luz baixa. A valeriana tem evidência modesta, mas existente, para latência e qualidade subjetiva do sono, e leva alguns dias de uso contínuo para mostrar efeito. Já o GABA por via oral é o ponto mais discutível, porque ele atravessa mal a barreira hematoencefálica, e o que se descreve na literatura são efeitos pequenos de relaxamento subjetivo, provavelmente por via periférica. Não é o componente que está segurando o resultado dessa mistura. Antes de qualquer suplemento eu ajustaria o básico, que costuma resolver mais: horário fixo para deitar e levantar inclusive no fim de semana, quarto escuro e frio, cafeína cortada de seis a oito horas antes de dormir, e treino pesado não colado na hora de deitar. Se mesmo com isso a insônia persistir por semanas, principalmente com ansiedade associada como foi relatado, aí é caso de investigação médica e não de suplemento, porque insônia crônica costuma ter causa tratável. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  36. Sobre o problema prático primeiro, porque tem solução simples. Comprimido não sulcado corta do mesmo jeito com cortador de comprimido de farmácia, que custa pouco e divide bem melhor que faca. A divisão fica imprecisa entre as metades, só que com anastrozol isso importa menos do que parece, porque a meia-vida é longa, em torno de 40 a 50 horas, e o que manda é a dose acumulada da semana e não a dose exata de um dia. Se quiser precisão maior, dá para diluir o comprimido em álcool de cereais ou vodca, por exemplo 1 comprimido de 1 mg em 10 ml, agitando bem, o que dá 0,1 mg por ml para dosar com seringa. Guardado ao abrigo de luz e calor funciona, e é o que muita gente faz para conseguir 0,25 e 0,5 mg. Sobre a posologia, 1 mg dia sim dia não é dose alta para o seu ciclo. Por causa dessa meia-vida longa, o composto acumula e chega a nível estável em cerca de uma semana, então dia sim dia não não significa "um dia com e um dia sem" na prática, o efeito fica contínuo. Para 500 mg de enantato, quando é necessário, a faixa que costuma resolver é 0,25 a 0,5 mg duas a três vezes por semana. O 1 mg dia sim dia não é dose de quem está tratando ginecomastia instalada ou usando grama de testosterona. @Locemar está certo no ponto central e vale reforçar porque muita gente erra nisso. Estradiol subindo junto com a testosterona é esperado e desejável. Estradiol tem papel em libido, densidade óssea, lubrificação articular, perfil lipídico e até na própria resposta anabólica. Derrubar o E2 preventivamente costuma gerar dor articular, queda de libido, humor ruim e desânimo no treino, e isso é bem mais comum do que a ginecomastia que a pessoa estava tentando evitar. E discordo um pouco do @Bruce Slajvic nesse ponto, zerar E2 com anastrozol é mais fácil do que parece justamente pelo acúmulo, já vi gente destruir o ciclo com 1 mg dia sim dia não. O caminho mais seguro é o que você mesmo já tinha pensado. Ter o anastrozol em mãos, não usar de rotina, e entrar se aparecer sinal claro, que é sensibilidade ou caroço dolorido no mamilo, retenção fora do normal, inchaço facial. Melhor ainda é dosar estradiol por volta da quarta a quinta semana e decidir com o exame na mão, de preferência com método sensível ou ultrassensível, que é o que serve para homem. Sobre o tamoxifeno intraciclo que o Locemar citou, a lógica é essa mesmo. Ele não baixa o estradiol, ele bloqueia o receptor no tecido mamário, então protege a mama sem tirar o estradiol da circulação, o que evita justamente os colaterais de E2 baixo. Para sensibilidade no mamilo em ciclo, 10 a 20 mg por dia por algumas semanas é a conduta mais comum e costuma ser preferível ao inibidor. Duas observações sobre o protocolo em si. A oxandrolona não aromatiza, então ela não muda em nada a sua necessidade de anastrozol, o que muda é só o enantato. E sobre a TPC com tamoxifeno isolado após 10 semanas de 500 mg, funciona para muita gente, mas com o enantato encerrando na semana 10 o início da TPC cai bem, cerca de duas a três semanas depois da última aplicação. Vale ter clomifeno como plano B se libido e disposição não voltarem em quatro a seis semanas, e fazer exame de testosterona total, LH e FSH cerca de trinta a quarenta e cinco dias depois do fim da TPC para saber se o eixo realmente voltou, em vez de ficar no chute pela sensação. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  37. O treino não está ruim, mas tem desequilíbrio de volume entre os grupos e falta coisa importante. No A são quatro exercícios de peito e três de bíceps. Quatro para peito já é bastante, e os três primeiros são basicamente o mesmo padrão de empurrar na horizontal, com supino reto, chest press e peck deck se sobrepondo muito. Trocaria um deles por supino inclinado com halteres, que é o que costuma faltar em quem está começando de novo. E cortaria o bíceps para dois exercícios, porque ele ainda recebe estímulo indireto nas costas no dia C. No B, pernas e ombros no mesmo dia com agachamento, stiff e prensa é pesado, e o ombro acaba pegando a sobra da energia. Se puder, passa o ombro para o dia A, que fica peito e ombro, e deixa o bíceps no dia C junto com costas. Aí o B fica só pernas e você consegue treinar posterior de coxa direito. Falta panturrilha em qualquer dia e falta abdômen, que com stiff e agachamento pesados faz diferença na estabilidade. No C está bem montado. Só trocaria os afundos no banco por tríceps testa ou paralelas, que carregam mais carga, e faria o pullover perto do começo, quando ainda sobra força. Sobre o contexto, sair de 110 para 60 kg significa déficit longo e agressivo, e isso explica a perda de massa que aparece na bioimpedância. Nesse ponto o que mais rende não é o desenho do treino, é subir calorias de forma controlada. Com 60 kg e 1,70 m e objetivo de ganhar massa, ficar em déficit de novo trabalha contra você. Um superávit leve, algo em torno de 200 a 300 kcal acima da manutenção, com proteína próxima de 1,8 a 2,2 g por quilo, é o que faz o treino virar músculo. Ganhar massa e definir ao mesmo tempo só acontece bem nessa situação específica de quem está retomando depois de tempo parado, e ainda assim a prioridade precisa ser ganhar. Por último, o que vai determinar o resultado é a progressão. Anote carga e repetições e tenha como meta subir alguma coisa toda semana, mesmo que seja uma repetição. Treino bonito sem progressão registrada não leva a lugar nenhum. @AngryPlays, se quiser um ponto de partida já organizado para ajustar, o gerador de treino do site monta a divisão e o volume por grupo e serve como rascunho para comparar com o que te passaram na academia: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/

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