Pular para o conteúdo

Toda a Atividade

Este fluxo atualiza automaticamente

  1. Hoje

  2.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: AJUDA, DISFUNÇÃO
  3.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: AJUDA, DISFUNÇÃO
  4.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: AJUDA, DISFUNÇÃO
  5.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: AJUDA, DISFUNÇÃO
  6.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: AJUDA, DISFUNÇÃO
  7.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: AJUDA, DISFUNÇÃO
  8.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: AJUDA, DISFUNÇÃO
  9.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: AJUDA, DISFUNÇÃO
  10.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: AJUDA, DISFUNÇÃO
  11. @Batera, o detalhe mais útil do tópico está numa frase sua quase de passagem: depois das primeiras falhas você passou a ficar "pilhado" toda vez, e em outro momento a ereção veio normalmente. Esse padrão diz bastante. Quando a causa é orgânica, vascular ou hormonal, a ereção costuma falhar em qualquer situação, inclusive as espontâneas. Quando o componente principal é de ansiedade de desempenho, as ereções noturnas e as da manhã continuam presentes, e a falha aparece justamente no momento em que há cobrança. O ciclo se alimenta sozinho: falha uma vez, a pessoa passa a se monitorar, a adrenalina da preocupação atrapalha a ereção, e falha de novo. Vale observar com calma se você acorda com ereção algumas vezes por semana. Se sim, isso aponta para o lado da ansiedade e do estresse. Isso não elimina a parte física, e aqui entram três pontos. O primeiro é o sedentarismo. A ereção depende de circulação e de função do endotélio, e dois anos parado pesam nisso. Nos estudos, exercício aeróbico regular, por volta de 40 minutos quatro vezes por semana, melhorou a função erétil de forma consistente. Então a volta à academia, que o @Apollo Galeno elogiou, é de fato a melhor medida que você tomou. Eu só incluiria cardio na semana e daria mais atenção a pernas, que hoje aparecem uma única vez, junto com ombro. O segundo é o sono. Bombeiro trabalha em escala e com estresse alto, e sono fragmentado derruba disposição, libido e ereção mesmo com testosterona normal. Se, além disso, você ronca ou acorda cansado, vale investigar apneia. O terceiro é um check-up básico: pressão arterial, glicemia, hemoglobina glicada e colesterol. Disfunção erétil às vezes é o primeiro sinal de alteração vascular, antes de qualquer outro sintoma, então vale descartar. Sobre suplementos, você fez bem em perguntar antes de comprar. ZMA só faz diferença em quem tem deficiência de zinco ou magnésio, e o tribulus não aumentou testosterona nos estudos em homens. Nenhum dos dois resolve esse quadro. Se as falhas continuarem, uma consulta com urologista vale a pena. Em casos com forte componente de ansiedade, às vezes se usa medicação por um período curto só para quebrar o ciclo e devolver a confiança, e terapia sexual também tem bons resultados. Não é nada de outro mundo e é bem comum. Como escala e cansaço entraram na história, o site tem uma calculadora de risco de apneia do sono que ajuda a ver se vale investigar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/apneia/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  12.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: 1 semana de oxodrolona
  13. @karini Cardoso, começando pelo horário, que foi a sua pergunta: a meia-vida da oxandrolona fica em torno de 10 horas, então dividir em duas tomadas, manhã e noite, já mantém o nível estável. De 8 em 8 horas também funciona, só não traz vantagem real e aumenta a chance de esquecer uma dose. Tomar junto ou longe da refeição pesa pouco. O que importa é manter a regularidade. O ponto que eu revisaria antes do horário é o conjunto. Quinze miligramas de oxandrolona por dia já é a faixa em que os sinais de virilização começam a ficar mais frequentes em mulheres, e somar o gel de testosterona a isso aumenta a carga androgênica total. O @Foston levantou bem a questão da concentração do gel. Dependendo da quantidade aplicada, ele sozinho já leva a testosterona para bem acima da faixa feminina. Os sinais que pedem parada imediata são rouquidão ou voz mais grave, aumento do clitóris, pelos novos no rosto e acne forte. A mudança de voz costuma ser permanente, então não vale esperar para ver se passa. Como a oxandrolona é um esteroide oral 17-alfa-alquilado, vale ter exames de antes e de umas quatro a seis semanas de uso: perfil lipídico (o HDL costuma cair bastante), TGO, TGP e GGT. Sobre a dieta, a proteína está bem servida. Somando os dois scoops de whey, a carne, os ovos e os 200 g de frango, dá mais ou menos 180 g no dia, o que é suficiente. O que chama atenção é o carboidrato baixo nos dias de treino, com três colheres de gordura de coco no lugar. Para quem quer ganhar massa e treina com esse volume, mover parte dessa gordura para carboidrato perto do treino costuma render mais. A glutamina, 20 g no dia, pode sair. Nos estudos com quem treina ela não aumentou massa nem força. E as doses altas de antioxidantes, 2 g de vitamina C e 400 UI de vitamina E, também merecem revisão: há estudos em que esse tipo de suplementação atenuou parte das adaptações ao treino. Vitamina vinda da comida não tem esse problema. @Juli Anna, com 10 mg por dia a resposta costuma ser discreta. A força tende a aparecer ao longo das primeiras semanas, mais do que nos primeiros dias, e varia bastante de pessoa para pessoa. Não sentir nada na primeira semana não significa que falta dose. Aumentar por causa disso é justamente o caminho que expõe mais aos colaterais citados acima. O orientador de fármacos do site reúne mecanismo, doses e colaterais da oxandrolona e da testosterona, bom para consulta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  14. @GANGSTA, a pergunta original tem resposta simples: pode tomar albumina e BCAA juntos, não há interação nenhuma. O problema é que, com o que se sabe hoje, o BCAA é justamente o item que menos vale o dinheiro nessa lista. O motivo é que o músculo precisa de todos os aminoácidos essenciais para construir proteína, não só dos três de cadeia ramificada. A leucina funciona como o sinal de "ligar" a síntese, mas sem o resto da matéria-prima o sinal não vira músculo. Quem já come proteína suficiente no dia recebe BCAA de sobra da própria comida, e o @Sir_Muscle foi no ponto quando disse que o whey já é rico nesses aminoácidos. Um scoop de whey entrega os mesmos BCAA de uma dose de cápsulas e ainda traz os outros seis essenciais. Respondendo o @Shiryu, que perguntou para que serve cada um: Albumina é a proteína da clara do ovo em pó. Proteína completa, boa, geralmente barata, com digestão mais lenta que a do whey. Serve bem para completar a meta do dia, e o horário antes de dormir que o pessoal sugeriu faz sentido. Whey é a proteína do soro do leite. Digestão rápida e bastante leucina, por isso ficou associado ao pós-treino. O amino líquido e o 2222 são misturas de aminoácidos, em geral hidrolisado de colágeno ou de outras fontes, com dose baixa por porção. Saem caros por grama de proteína útil. A glutamina, que você perguntou depois, não aumentou ganho de massa nem de força em quem treina nos estudos controlados, mesmo em doses bem altas. O corpo produz muita glutamina e a dieta com proteína traz mais. Sobre horários, o que mais pesa é o total de proteína no dia, algo entre 1,6 e 2,2 g por quilo para quem treina, dividido em três a cinco refeições. O horário exato de cada suplemento conta bem menos do que isso. Então a ordem de prioridade é bater a meta diária com comida, usar whey ou albumina para completar o que faltar, e deixar BCAA, amino e glutamina de fora. Para achar a sua meta, a calculadora de proteína diária do site faz a conta com o seu peso e objetivo: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/
  15. Jonatas Reis entrou na comunidade
  16. @King Nutrition, os dois não são a mesma coisa, como o @jeancarlocapone supôs, e a diferença explica muita confusão que existe até hoje nas prateleiras. O óleo de cártamo é um óleo vegetal rico em ácido linoleico comum, um ômega-6, e praticamente não contém CLA. O CLA, ácido linoleico conjugado, é uma forma com a estrutura química rearranjada, que existe em pequena quantidade na carne e no leite de ruminantes e, nos suplementos, é produzido industrialmente a partir de óleos como o de cártamo e o de girassol. Por isso o @fisiculturismo disse que o cártamo é o precursor: ele é a matéria-prima da fábrica, mas o corpo converte muito pouco do óleo de cártamo em CLA. Tomar cápsula de óleo de cártamo não equivale a tomar CLA. Sobre a situação no Brasil, que o @Magarj mencionou: desde 2007 a Anvisa não permite o CLA em alimentos e suplementos, por falta de comprovação de segurança e eficácia. E a própria Anvisa já interditou lotes de cápsulas vendidas como "óleo de cártamo" que, na análise, continham CLA em grande quantidade. Ou seja, o rótulo nem sempre corresponde ao conteúdo. E vale ajustar a expectativa sobre o efeito: nas metanálises com humanos, o CLA produziu uma perda de gordura muito pequena, na casa de um décimo de quilo por semana, e alguns estudos observaram piora da sensibilidade à insulina e do HDL com um dos seus isômeros. O óleo de cártamo, por sua vez, é só uma gordura comum, com as mesmas calorias de qualquer óleo. Para consultar o nível de evidência desses e de outros suplementos vendidos para emagrecer, o orientador de suplementos do site resume os estudos: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/
  17. A dúvida do @Ivan MMA, do @fabiofa e do @victorzinu tem uma resposta técnica bem tranquilizadora para a creatina, mas com duas ressalvas importantes. A creatina monoidratada em pó é uma das substâncias mais estáveis entre os suplementos. Estudos de estabilidade mostraram degradação mínima mesmo depois de anos armazenada em temperatura ambiente, e até em temperaturas bem altas. Quando ela se degrada, vira creatinina, que não é tóxica, só não tem efeito. Então um pote vencido há alguns meses ou até um ano, guardado fechado, em local seco e sem sol, com textura e cheiro normais, provavelmente continua com praticamente toda a potência. A primeira ressalva é a umidade. Se o pó empedrou, mudou de cor ou de cheiro, ou se entrou água no pote, o ideal é descartar. A creatina dissolvida em líquido é que se degrada rápido, e umidade também favorece contaminação. A segunda é a creatina de uso veterinário que o @fabiofa citou. O problema não é ser "de cavalo", como brincou o @Frankenchrist, e sim que produtos veterinários não passam pelo mesmo controle de pureza exigido para consumo humano. A validade é o menor dos problemas nesse caso. @PhOeNiXxX, o whey é diferente: ele tem gordura e açúcares que, com o tempo, oxidam e reagem com a proteína. Um whey pouco depois da validade, bem guardado e com cheiro normal, costuma estar seguro, mas vai perdendo qualidade. Cheiro rançoso ou gosto estranho são sinais para descartar. Para conferir o nível de evidência e a forma correta de uso da creatina e de outros suplementos, o orientador de suplementos do site resume os estudos: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/
  18. Este tópico reuniu vários relatos de dor e endurecimento depois de aplicar estanozolol, ao longo de anos, e várias perguntas ficaram no ar. Vale deixar um critério claro para quem chega aqui com o mesmo problema. Por que o estanozolol dói tanto: ele é uma suspensão em água, com partículas do hormônio em suspensão, e não uma solução em óleo. Essas partículas irritam o músculo muito mais, e por isso a dor e o endurecimento são mais comuns, como a @Val e o @Cristiano Matheus perceberam. No deltoide, que é um músculo menor, a dor costuma ser ainda maior. O critério que separa reação de infecção é a curva do tempo. A reação inflamatória ao produto tem pico em 24 a 48 horas e depois vai melhorando. A infecção faz o contrário: começa modesta e piora a cada dia. @Jonathan Thorne, febre, calor no local e dor que volta sempre que passa o efeito do anti-inflamatório, depois de seis dias, é o padrão de infecção, e não de reação. Nesse quadro, gelo e anti-inflamatório não resolvem, e o anti-inflamatório ainda pode mascarar a piora. @Massa Magra, sobre a compressa: a compressa morna alivia a reação comum, mas não trata infecção. Se já há febre, vermelhidão que se espalha, calor constante ou área que endurece e parece ter líquido, a conduta é atendimento médico, geralmente com ultrassom. Abscesso precisa de drenagem e antibiótico, e, como a @Cih_Pandora contou, quando a drenagem demora, o dano no músculo pode deixar uma falha permanente. @Brito009, o tapa não causa infecção, mas pode aumentar a dor numa área já inflamada. Dez dias sem melhora, com o glúteo "como pedra", já é motivo para avaliação. E, @Cristiano Matheus, sobre treinar o músculo aplicado: não é o treino que causa o problema, mas treinar pesado a região no mesmo dia aumenta o desconforto. O ideal é alternar os locais e não aplicar de novo onde ainda está dolorido. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  19. Ontem

  20. @Caio Piva, a resposta depende menos do número de doses de whey e mais de quanto de proteína você já come no dia. O ganho de massa muscular responde à proteína total diária até um certo ponto. Uma metanálise grande, de 2018, mostrou que o benefício cresce até algo em torno de 1,6 g por quilo de peso por dia, e acima disso o ganho a mais é pequeno. Então, se a sua alimentação já chega perto disso, a segunda e a terceira dose de whey acrescentam pouco. Se a sua alimentação fica bem abaixo, cada dose ajuda a fechar a conta. Sobre a discussão que surgiu, o @leoguerramail estava certo: a proteína não sai na urina em quem tem rins saudáveis. O que acontece com o excesso é o que o @zapatista corrigiu depois: os aminoácidos que sobram são usados como energia, e o nitrogênio deles é eliminado como ureia. Não é um problema de saúde, só um uso menos eficiente do dinheiro. Quanto ao pote, a conta é simples: um pote de 900 g com doses de 30 g rende cerca de 30 doses. Com uma dose por dia, dura um mês; com três, uns dez dias. E albumina e whey são ambas boas proteínas. A albumina costuma ser mais barata por grama e de digestão mais lenta, e o whey é mais prático e mais saboroso. A escolha é de preço e preferência. Para saber quanto de proteína você precisa por dia e se o whey é necessário para chegar lá, a calculadora de proteína diária do site faz a conta a partir do seu peso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/
  21. @Rodrigo Bruto, a sua intuição estava certa, e o @driano resumiu bem: a fase de saturação só acelera o processo, e o resultado final é o mesmo. Isso foi testado de forma direta num estudo clássico de 1996. Um grupo tomou 20 g por dia durante seis dias, a saturação, e outro tomou só 3 g por dia. Depois de cerca de 28 dias, o estoque de creatina no músculo dos dois grupos estava praticamente igual. A diferença é só a velocidade: com saturação, o músculo enche em menos de uma semana; sem ela, em três a quatro semanas. Então a afirmação de que sem saturação você "não ganha quase nada" não se sustenta. Tomar de 3 a 5 g por dia, todos os dias, dá o mesmo efeito com menos gasto de produto, menos chance de desconforto no estômago e menos retenção de água repentina no início. Para quem tem orçamento curto, é a melhor escolha, e o pote menor dura bastante. Um cuidado sobre a outra dúvida do tópico, sobre sites: o domínio .com.br não garante nada sobre a qualidade do produto. O que dá mais segurança é comprar de lojas conhecidas e de marcas que divulgam laudo de análise por lote. E, como alguém alertou, preço muito abaixo do mercado costuma ser o sinal mais confiável de falsificação. Para calcular a dose de manutenção a partir do seu peso, a calculadora de dose de creatina do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/creatina/
  22. A pergunta que abriu o tópico, se hipercalórico dá barriga, continua aparecendo mais de vinte anos depois, então vale fechar com a resposta que a fisiologia dá, e o @SmirnOFF acertou o essencial logo no começo. O hipercalórico não tem nada que vá direto para a barriga. Ele é basicamente carboidrato, geralmente maltodextrina, com um pouco de proteína. O que decide se o peso ganho vai ser mais músculo ou mais gordura é o tamanho do superávit: se o total de calorias do dia passa muito do que o corpo consegue usar para construir músculo, o excedente vira gordura, venha do pote, do arroz ou da pizza. Por isso, @rasa, trocar o hipercalórico por whey mais maltodextrina, como o @daps observou, não muda muita coisa: é quase a mesma mistura, em outra embalagem. Se a quantidade de calorias for igual, o resultado também será. O que funciona é controlar o ritmo do ganho. Para quem treina há pouco tempo, algo entre 0,25 e 0,5 kg por semana costuma ser o ponto em que a maior parte do ganho é massa magra. Se a balança sobe mais rápido que isso e a cintura aumenta junto, basta reduzir a dose do hipercalórico ou tirar uma parte do carboidrato do dia. E, na maioria das vezes, comida de verdade substitui o pote com vantagem de custo, saciedade e micronutrientes. Para calcular o superávit certo para o seu peso e evitar ganhar gordura demais, a calculadora de bulking do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/
  23. @Curvelo20, o relato é bem detalhado e ajuda a mostrar uma coisa que vale para quem chega aqui pela busca: como separar o efeito do suplemento do efeito do resto da rotina. Nos primeiros dias de qualquer suplemento novo, várias coisas mudam ao mesmo tempo. A pessoa treina mais animada, come e bebe água de outro jeito, dorme de outra forma e presta mais atenção ao corpo. Veia aparecendo, mais disposição e força subindo em dois ou três dias costumam vir disso: do pump do treino, da hidratação, de uma leve queda de retenção e do efeito de estímulos do pré-treino, e não de ganho de músculo, que não acontece nessa velocidade. O mesmo vale para as variações de peso de um a dois quilos em poucos dias, que são água e conteúdo intestinal. Por isso, a forma mais confiável de avaliar um suplemento é comparar semanas, e não dias: medidas de braço, peito e cintura e cargas anotadas no mesmo exercício, antes e depois de quatro a seis semanas, mantendo o resto da rotina igual. E um ponto de atenção sobre o fabricante: a USPLabs, a mesma do Jack3d, foi responsável também pelo OxyElite Pro, que depois de uma reformulação esteve ligado a um surto de hepatite grave nos Estados Unidos, com casos de transplante de fígado. É um bom motivo para desconfiar de fórmulas proprietárias cujo conteúdo exato não é divulgado. Para conferir o nível de evidência dos ingredientes que costumam aparecer nesse tipo de produto, o orientador de suplementos do site resume os estudos: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/
  24. @Mateus, a resposta honesta é que três ampolas de Deposteron dão para muito pouco e custam mais do que parecem. Três ampolas de 200 mg somam 600 mg. Numa dose usual de primeiro ciclo, isso cobriria umas três semanas de aplicação. O cipionato leva de quatro a cinco semanas só para o nível no sangue se estabilizar, então o ciclo acabaria antes mesmo de o hormônio "engrenar". O ganho seria pequeno, e boa parte dele água, que vai embora depois. O custo, porém, é o mesmo de um ciclo inteiro: a primeira aplicação já começa a suprimir a sua produção natural de testosterona, e ao final você vai passar por um período com testosterona baixa até o eixo se recuperar, com cansaço, desânimo e libido baixa. Ou seja, você pagaria o preço da supressão para um benefício mínimo. Se a sua ideia é fazer um primeiro ciclo de verdade, o que costuma valer a pena é planejar antes: um ciclo de 8 a 12 semanas, exames antes de começar, hemograma, perfil lipídico, função hepática e hormônios, a TPC já definida e, principalmente, dieta e treino bem ajustados, porque são eles que fazem o ciclo render. Para ver como um primeiro ciclo completo fica estruturado, com exames e TPC, o gerador de protocolo hormonal simulado do site monta um cenário a partir dos seus dados. É uma simulação para estudo, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  25. @Saulo de Lima Pereira, a resposta mais importante para a sua pergunta é: associar outra droga, nesse caso, aumenta o risco sem resolver o problema. Como o Bravo Costa observou, 200 mg de boldenona por semana já é uma dose alta para mulher. Se com isso os ganhos não apareceram em oito semanas, a causa quase sempre está em outro lugar. As explicações mais prováveis são três. O produto pode não ser o que diz o rótulo, que é comum em marcas sem procedência. A dieta pode não ter calorias e proteína suficientes para construir músculo, e hormônio nenhum compensa isso. Ou o treino pode não ter progressão de carga. Por isso as perguntas do Bravo sobre marca, dieta e cargas são exatamente as certas. Além disso, a boldenona é conhecida por agir devagar: o éster é longo e o efeito costuma aparecer mais tarde que o de outros compostos. E esse mesmo éster longo é um ponto de atenção: com uma dose alta em mulher, se aparecer um sinal de virilização, parar não faz o efeito sumir logo. O sinal mais importante é a voz, e qualquer rouquidão ou mudança é motivo para suspender, porque essa alteração costuma ser permanente. Vale também um hemograma, porque a boldenona sobe bastante o hematócrito. Como o @Apollo Galeno pediu, com o tópico completo dela, com dieta, treino e fotos, o pessoal consegue apontar onde está o gargalo. Para ver como uma avaliação de risco trata a dose e o perfil feminino, o gerador de protocolo hormonal simulado do site pede os dados e sinaliza quando a dose ou a combinação ficam arriscadas. É uma simulação para estudo, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  26. @Runner Andrade, a boa notícia primeiro: recuperar massa que você já teve é muito mais rápido do que construir do zero. A memória muscular é real, porque os núcleos que as fibras ganharam durante o treino permanecem por muito tempo mesmo depois da perda de volume. Muita gente recupera boa parte do que perdeu em dois a três meses só voltando a treinar e comer bem. Sobre o ciclo que você pensou, dois pontos. O estanozolol é uma escolha fraca para recuperar volume: ele não retém água, tende a ressecar as articulações e é um dos mais agressivos para o HDL e para o fígado. Para quem quer recuperar massa, a testosterona sozinha já faz a maior parte do trabalho. E a dose de propionato, se for 200 mg a cada dois dias, dá cerca de 700 mg por semana, bem acima do necessário para essa fase. O ponto que mais pesa, porém, é o momento. Voltando depois de três meses parado, os tendões e as articulações perderam adaptação mais rápido que os músculos. Com hormônio, a força volta muito depressa, e o tendão não acompanha no mesmo ritmo. É uma das situações clássicas de lesão. Por isso muita gente prefere voltar a treinar natural por algumas semanas, reconstruir a tolerância à carga e só depois, se ainda fizer sentido, entrar com o ciclo. E, como a @VNS pediu, com os dados completos, dieta e exames, o pessoal consegue avaliar melhor. Para comparar o seu plano com um ciclo mais simples a partir dos seus dados, o gerador de protocolo hormonal simulado do site monta os cenários e sinaliza os riscos. É uma simulação para estudo, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  27. @Pedrovisky, como o @Foston e o @Apollo Galeno esclareceram, a recomendação aqui é justamente baixar a gordura antes de pensar em ciclo. Vale deixar registrada a fisiologia por trás disso, porque ela explica por que ciclar com percentual alto costuma dar resultado pior e mais colateral. O tecido adiposo é o principal lugar onde a testosterona é convertida em estradiol, pela enzima aromatase. Quanto mais gordura, mais aromatase, e mais da testosterona injetada vira estrogênio. Na prática, isso significa mais retenção de líquido, mais risco de ginecomastia e a necessidade de lidar com o estradiol desde o início, enquanto uma parte menor do hormônio fica disponível para o músculo. Há também o outro lado: em homens com muita gordura, especialmente abdominal, é comum a própria testosterona natural estar baixa, justamente por causa dessa conversão e da resistência à insulina. E ela costuma subir de forma relevante com a perda de peso. Ou seja, muitos que querem ciclar para emagrecer têm, no emagrecimento, a forma mais eficiente de melhorar o próprio hormônio. Por fim, com gordura alta fica difícil até avaliar o resultado do ciclo, porque retenção e inchaço mascaram o que é músculo. Para acompanhar o percentual de gordura antes de qualquer decisão, as calculadoras de percentual de gordura por dobras cutâneas do site ajudam a medir com mais consistência: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/calculadoras-percentual-gordura-corporal/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  28. @KPP00875, sim, dá para secar só com musculação e dieta, como o @Brinks e o @Foston disseram. O que tira a gordura é o déficit calórico, e o aeróbico é só uma das formas de aumentar o gasto, não uma obrigação. A musculação ainda tem a vantagem de preservar e até aumentar a massa muscular enquanto você perde gordura, e é isso que faz o corpo "tomar forma", como você percebeu. Sobre a estagnação, a explicação mais comum não é a falta de aeróbico. É que, conforme você emagrece, o seu gasto diário cai junto: um corpo mais leve gasta menos para se mover e para se manter. A dieta que criava déficit quando você começou pode estar perto da manutenção agora. O caminho é recalcular o gasto com o peso atual e ajustar as calorias, ou aumentar o movimento do dia a dia. E esse segundo ponto costuma ser a forma mais fácil de aumentar o gasto sem tempo para aeróbico formal: caminhar mais nas tarefas do dia, subir escada, descer do ônibus um ponto antes. Somar uns 3.000 a 5.000 passos por dia faz uma diferença considerável no mês, sem precisar de academia nem de horário. Duas coisas que também ajudam a confirmar se está funcionando: medir a cintura toda semana, porque ela mostra a perda de gordura mesmo quando a balança parece parada pelo ganho de músculo, e manter a proteína alta, que protege a massa magra e segura a fome. Para recalcular o seu gasto diário com o peso atual, a calculadora de TDEE do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/
  29. @Reginaldoofc.., se esse for o seu primeiro ciclo, a combinação é pesada demais, e vale entender o porquê em números. Dois mililitros por semana de cada um, dependendo da concentração dos frascos, somam algo como 400 a 500 mg de boldenona, 500 mg de Durateston e de 200 a 400 mg de trembolona. Isso passa de 1 grama de hormônio por semana, com três compostos de uma vez. O problema de começar assim não é só a dose. Com três substâncias ao mesmo tempo, se aparecer um colateral, você não tem como saber qual delas causou. E a trembolona é a pior escolha para quem ainda não sabe como o corpo reage: ela costuma causar insônia, suor noturno, irritabilidade, queda de fôlego, subida de pressão, queda forte do HDL e mexe com a prolactina. A boldenona, por sua vez, sobe bastante o hematócrito, e as duas juntas somam esse efeito. O caminho que costuma dar melhor relação entre resultado e risco no primeiro ciclo é testosterona sozinha, em dose moderada, por 8 a 12 semanas, com exames antes e no meio do ciclo e TPC planejada antes de começar. Ela já entrega um ganho grande em quem nunca usou nada, e você aprende como o seu corpo responde antes de pensar em somar compostos. E, como o @Apollo Galeno pediu, com idade, peso, tempo de treino, dieta e fotos o pessoal consegue avaliar se faz sentido um ciclo agora. Para comparar a combinação que você pensou com um primeiro ciclo mais simples, o gerador de protocolo hormonal simulado do site monta os dois cenários e sinaliza os riscos de cada um. É uma simulação para estudo, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  30. Este tópico começou em 2004 e atravessou mais de uma década de dúvidas sobre creatina. Como o @pedrolopes665 lembrou, muita coisa dita no início envelheceu, então vale deixar um resumo do que se sabe hoje para quem chega aqui pela busca. Horário: o que mais importa é tomar todos os dias. A creatina funciona saturando o estoque do músculo, e isso depende da regularidade, não da hora. Alguns estudos encontraram uma vantagem pequena para o consumo perto do treino, principalmente depois, mas a diferença é modesta. A ideia do início do tópico, de que tomar antes do treino "desperdiça" a creatina, não se confirmou. @ninga e @ippo resumiram bem: o importante é a constância. Dose: 3 a 5 g por dia saturam o músculo em três a quatro semanas. A fase de saturação com 20 g por dia durante cinco a sete dias só acelera esse processo, e é opcional. O resultado final é o mesmo. Carboidrato: tomar com carboidrato ou com uma refeição pode aumentar um pouco a captação pelo músculo, mas não é necessário para a creatina funcionar. Cafeína: @fisiculturismo, esse ponto merece nuance. Um estudo dos anos 90 mostrou a cafeína reduzindo o efeito da creatina, e é dele que vem a ideia. Mas os estudos seguintes tiveram resultados mistos, e as revisões mais recentes não encontram uma interferência consistente para a maioria das pessoas. Quem sente desconforto no estômago com as duas juntas pode simplesmente separar os horários. Tipo: a monoidratada continua sendo a forma mais estudada, eficaz e barata. As versões mais caras não mostraram vantagem sobre ela. Para calcular a dose de manutenção e, se quiser, a de saturação a partir do seu peso, a calculadora de dose de creatina do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/creatina/
  31. @Alessandrox, a lógica da sua divisão está boa: você identificou os pontos fracos e passou a treinar posterior, glúteos e costas duas vezes por semana, que é exatamente o que se recomenda para priorizar um grupo. Três ajustes costumam fazer esse treino render bem mais. O primeiro é a troca de exercícios. Mudar metade dos exercícios toda semana dificulta a coisa que mais gera resultado, que é a progressão de carga. Se o exercício muda, você não sabe se ficou mais forte. Uma forma de manter variedade sem perder isso é manter os exercícios principais de cada treino fixos por quatro a oito semanas, anotando carga e repetições, e variar só os acessórios. O seu treino de ombro e de coxa, que é mais fixo, provavelmente é onde você mais evolui. O segundo é o aeróbico antes do treino. Vinte minutos antes da musculação, na maioria dos dias, costuma tirar força justamente dos exercícios em que você quer progredir. Se o objetivo principal é músculo, deixe o aquecimento em cinco a dez minutos leves e faça o restante do aeróbico depois do treino ou em outro horário. O terceiro é o volume do ombro: oito exercícios num dia só é muito, e boa parte do trabalho do ombro já acontece nos dias de peito e costas. Quatro a cinco exercícios bem feitos costumam render o mesmo com menos fadiga, e sobra energia para os grupos que você quer priorizar. Se quiser comparar a sua divisão com uma montada a partir do seu nível e dos grupos que quer priorizar, o gerador de treino simulado do site monta uma opção para você ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
  32. @Daiannasantos, seis meses de treino natural, sem suplemento nenhum, com essa redução de medidas, é um resultado que muita gente leva anos para alcançar, como o pessoal disse. Treinar pesado e descansar bem já é a parte mais difícil. Como você mesma apontou que falta ajustar a dieta, um único ajuste costuma render mais que todos os outros nessa fase: garantir proteína suficiente todos os dias, algo entre 1,6 e 2 g por quilo de peso, distribuída nas refeições. É ela que transforma o treino pesado em músculo, e em quem treina bem mas come pouca proteína a diferença aparece rápido. Com isso no lugar, a evolução dos próximos seis meses tende a ser ainda mais visível. Parabéns pela constância.
  33. @MagoDeGelo, o seu último relato mostra uma fase pesada, com empresa, família, mudança de cidade e a depressão "igual uma sombra". Antes do treino, vale dizer: quando a depressão está presente, a sensação de que nada evolui costuma vir dela e não do seu corpo. Os resultados que o @Apollo Galeno apontou nas fotos existiam. Buscar ajuda com psicólogo e psiquiatra nessa fase não é fraqueza, é o que costuma devolver a energia para tudo o resto, inclusive para o treino. E a musculação ajuda, com efeito comprovado sobre sintomas de depressão, mesmo quando o espelho demora a mostrar. Sobre a panturrilha fina, a parte genética existe, principalmente o ponto em que o músculo se insere no tendão, mas ela responde a treino como qualquer músculo. O que mais funciona: amplitude completa, descendo até alongar bem o calcanhar e subindo o máximo possível, pausa de um a dois segundos embaixo, tanto em pé quanto sentado, e volume semanal de 12 a 16 séries divididas em duas ou três sessões. Como o @Arnaldo Santos. lembrou, a canela em si, o tibial anterior, se treina com exercícios de levantar a ponta do pé. Sobre a ideia de que parar e voltar a treinar muda a estrutura dos ossos, não há evidência disso. A pessoa perde força e massa quando para e recupera mais rápido quando volta, graças à memória muscular, mas os ossos não ficam "com outra estrutura". E, @fisiculturismo, sobre a vitamina D pelo sol: o sol é mesmo a principal fonte, mas o tempo necessário varia muito com a cor da pele, a estação, a região do país e a área exposta. Oito minutos não valem para todo mundo, e a exposição sem protetor precisa ser equilibrada com o risco de câncer de pele. A forma segura de saber se está suficiente é dosar no sangue. Para ver a execução das variações de panturrilha e do tibial, o orientador de exercícios do site tem a descrição de cada uma: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  34. @Martins25, você tomou a decisão que costuma dar mais resultado: secar primeiro com o básico bem feito e deixar o ciclo para quando estiver mais experiente. E a queixa que ficou no meio do tópico, a fome forte, é a que mais derruba quem está em cutting, então vale deixar algumas estratégias práticas que ajudam além da água morna. A proteína é o nutriente que mais sacia, e distribuir uma boa porção em todas as refeições, inclusive nos lanches, reduz a fome ao longo do dia. No seu cardápio, alguns lanches têm pouca proteína, como a fatia de pão com leite e a ceia com requeijão. Trocar parte disso por ovos, iogurte natural ou queijo cottage costuma fazer diferença. Comida de volume grande e poucas calorias engana bem o estômago: salada, legumes, sopa de legumes, frutas como melancia, morango e laranja, e pipoca feita sem óleo. Aumentar o prato com isso deixa você mais cheio sem mexer muito nas calorias. Sono ruim aumenta muito a fome, principalmente por doce, porque mexe com os hormônios do apetite. Dormir bem é uma das estratégias mais subestimadas do cutting. E, se a fome estiver insuportável todos os dias, pode ser sinal de que o déficit está grande demais para o seu gasto. Perder de 0,5 a 1% do peso por semana é um bom ritmo. Se estiver caindo mais rápido que isso, subir um pouco as calorias costuma tornar a dieta sustentável até chegar nos 75 kg. Para conferir se o seu déficit está na medida certa, a calculadora de cutting do site faz a conta a partir dos seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/
  35. @Bruno, sair de 86 kg com 26% de gordura para 75 kg com 11% em um ano é um resultado muito bom, e ele veio da dieta e do treino. Sobre as suas duas dúvidas, e sobre a fórmula, vale organizar o que esperar. Quanto tempo para ver resultado: com cipionato uma vez por semana, o nível no sangue leva de quatro a cinco semanas para se estabilizar. A força costuma subir primeiro, entre a segunda e a terceira semana, e o ganho visível de massa vem depois, como o @Locemar disse. Quanto a ganhar 10 kg em oito semanas, a expectativa realista para um primeiro ciclo com dieta bem feita fica mais perto de 3 a 5 kg, e parte disso é água e glicogênio, que vão embora depois. Chegar aos 80 kg mantidos, como você mesmo estimou, é um objetivo possível. Sobre a fórmula, o @Brinks tocou num ponto certo. Bulbine, maca e long jack são vendidos como estimulantes da testosterona natural, mas enquanto você recebe testosterona de fora a sua produção própria fica suprimida, então eles não têm o que estimular. A silimarina tem evidência fraca de proteção do fígado contra esteroides orais, e o que realmente protege é a dose da oxandrolona e os exames. Ioimbina e tadalafila, somadas à cafeína do dia a dia, mexem com pressão e frequência cardíaca. Muita coisa junta dificulta saber o que está causando qualquer efeito. O que mais faz diferença no seu caso é o que o @Apollo Galeno perguntou: saber os macronutrientes da dieta. Sem saber quanto de proteína e de calorias você come, não dá para saber se o ciclo tem com o que construir. E vale confirmar com o médico o plano de exames no meio do ciclo, com hemograma, perfil lipídico e função hepática, e a TPC do final, que precisa estar definida antes de terminar as aplicações. Para descobrir os seus macronutrientes a partir do peso e do objetivo, a calculadora de macronutrientes do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/macronutrientes/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  36. @ERISSON, a tosse logo depois da aplicação que você descreveu tem nome e explicação, e vale saber diferenciar o quadro comum do que pede atendimento. O mais provável é a microembolia pulmonar por óleo, conhecida em inglês pela sigla POME. Durante a aplicação, uma quantidade pequena do óleo, junto com o hormônio e os solventes, entra num vaso pequeno e chega aos pulmões, o que provoca a crise de tosse, às vezes com vontade de tossir, aperto no peito leve ou sensação de calor, por um a alguns minutos. Não é alergia ao produto, e o fato de ter mudado de marca pode ter pesado pela diferença de volume, de solvente ou de viscosidade do óleo, mas o mecanismo costuma ser esse. A maioria dos episódios passa sozinha em poucos minutos. O que costuma reduzir a chance: aspirar antes de injetar, para conferir que a agulha não está num vaso, e aplicar bem devagar, como a @Cih_Pandora lembrou. Aplicação subcutânea também tende a reduzir o risco em relação à intramuscular, mas não o elimina. Os sinais que pedem atendimento imediato são falta de ar que não melhora em alguns minutos, dor forte no peito, desmaio, lábios arroxeados ou tosse com sangue. Nesses casos, pronto-socorro e contar o que foi aplicado. @AF27, sobre a ardência do primobolan subcutâneo: ela costuma vir do solvente, geralmente álcool benzílico e benzoato de benzila, e varia muito entre fabricantes. Aplicar mais devagar e em volume menor por ponto, alternando os locais, costuma ajudar. E, como o @Apollo Galeno explicou, o estanozolol, que é uma suspensão em água, é um caso à parte e não deve ir para o subcutâneo. Para consultar os efeitos descritos de cada composto usado no ciclo de vocês, o orientador de fármacos do site reúne essas informações: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  37. @Axe, duas perguntas suas ficaram sem uma resposta prática, e as duas ajudam quem lê o tópico. Sobre o que é a "sensibilidade" do início da ginecomastia: os sinais mais comuns são o mamilo dolorido ou sensível ao toque, a ponto de incomodar com a camisa ou no banho, coceira na região, a aréola ficando mais estufada e, o sinal mais objetivo, um nódulo firme, com consistência de borracha, logo atrás do mamilo. Para checar, pressione a região com os dedos em pinça por baixo da aréola e compare com a pele ao redor: se sentir um disco mais duro, é tecido glandular. Gordura é mole e não tem esse disco. Como o Bravo Costa disse, há quem nunca desenvolva, mas a checagem vale ser feita a cada poucos dias durante o ciclo. E com deca no ciclo, além do estradiol, a prolactina também pode participar, então os dois exames entram. Sobre o laboratório que só detecta testosterona até um certo valor: com doses de ciclo, o resultado costuma passar do limite máximo do método, e o laudo sai apenas como "acima de". Vale perguntar ao laboratório se ele faz diluição da amostra, que permite medir o valor real. Mas, na prática, durante o ciclo o número exato da testosterona importa menos do que o estradiol, o hematócrito e o perfil lipídico. E um comentário sobre o protocolo inicial, que o @Apollo Galeno ajustou: 400 mg de deca, 500 mg de testosterona e dianabol num primeiro ciclo é bastante coisa ao mesmo tempo. Se aparecer um colateral, fica difícil saber de onde veio. A redução que ele sugeriu e a retirada do dianabol, com a libido melhorando logo depois, como você mesmo percebeu, mostram bem isso. Para planejar o próximo ciclo com os seus exames em mãos, o gerador de protocolo hormonal simulado do site pede os valores e sinaliza os riscos de cada combinação. É uma simulação para estudo, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  38. @Minotaurus-BR, você pediu que explicassem por que o protocolo seria um problema, e não só que era. Com os seus exames dá para explicar ponto a ponto. Oxandrolona e estanozolol juntos, os dois orais e na dose de 40 mg cada, somam duas substâncias da mesma família, derivadas da DHT e 17-alfa-alquiladas. Elas dividem os mesmos riscos, e somar as duas soma os riscos sem somar tanto benefício. O fígado é o que todo mundo lembra, e as suas enzimas vieram boas, o que é ótimo. Mas o efeito que mais pesa nessa combinação é outro, e ele não apareceu nos exames que você postou: o perfil lipídico. Oxandrolona e principalmente estanozolol derrubam o HDL de forma forte, às vezes para níveis muito baixos, e isso não dá sintoma. Vale pedir colesterol total e frações e hemograma o quanto antes. Os seus hormônios contam a história da supressão. Testosterona de 155 ng/dL está bem abaixo do normal, o que explica o mal-estar que você sentiu, e o estradiol de 1,6 ng/dL, que corresponde a 16 pg/mL, também está baixo, porque sem testosterona não há de onde o corpo produzir estradiol. Estradiol baixo em homem pesa em libido, humor, articulações e osso. O LH não zerado provavelmente tem a ver com o clomifeno que estava na fórmula, que estimula o LH, mas mesmo assim a testosterona ficou baixa. @Foston, um ajuste num ponto: a oxandrolona também suprime o eixo de forma dependente da dose. Em estudos com homens, doses de 20 mg por dia reduziram LH e testosterona. Ela é mais branda que o estanozolol, mas não estimula a produção natural. Daqui para frente, com o cipionato entrando, a testosterona e o estradiol devem se normalizar. Os pontos que merecem atenção são repetir perfil lipídico e hemograma, planejar a TPC com antecedência e reavaliar se faz sentido manter os dois orais juntos. Para comparar o seu protocolo com outros cenários a partir desses exames, o gerador de protocolo hormonal simulado do site pede os valores e sinaliza riscos como HDL e hematócrito. É uma simulação para estudo, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

Conta

Navegação

Buscar

Buscar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.