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Criei um app gratuito para organizar ciclos
Olá, pessoal. Me chamo Victor, sou engenheiro de software há mais de 15 anos e também faço meus ciclos. Eu tinha dificuldade para me organizar com planilhas, então criei o meuciclo.com para me ajudar e ajudar a comunidade. É gratuito: • Calendário de aplicações • Curva estimada de cada substância • Registro de exames, estoque e anotações do dia • Fórum, dicas e achados O app registra e calcula. Ele não indica dose: essa conversa continua com o especialista da sua escolha. Está no começo e quero melhorar com a opinião de vocês. Testem e me digam o que falta. 👉 meuciclo.com
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Victor Leite começou a seguir Criei um app gratuito para organizar ciclos
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Efeito Rebote, Inevitavel?
@Encantado, a resposta curta é que parte da perda é inevitável, mas uma parte bem maior do que muita gente imagina pode ser mantida. Entender o que vai embora ajuda a saber onde dá para agir. O que sai primeiro, e sempre sai, é água e glicogênio. Testosterona em dose alta aumenta a retenção de sódio e o volume dentro do músculo, e isso costuma representar alguns quilos da balança. Quando o hormônio cai, isso some em poucas semanas, mesmo com TPC perfeita. Muita gente interpreta essa queda como perda de músculo, e não é. O que vai embora depois, mais devagar, é o músculo que só se sustentava com a testosterona acima do seu nível natural. O corpo tende a voltar para a quantidade de massa que ele consegue manter com os seus próprios hormônios. Por isso, quem treina há pouco tempo e ainda está longe do próprio limite natural costuma segurar muito mais do que quem já estava perto do teto. O que está nas suas mãos na fase pós-ciclo: Não entrar em déficit calórico durante a TPC e nos dois ou três meses seguintes. É o erro mais comum: a pessoa vê a balança cair, se acha gorda e corta comida justamente quando o corpo mais precisa de energia para manter massa. Manter a proteína alta, uns 1,8 a 2 g por quilo, e a intensidade do treino. Pode reduzir um pouco o volume, mas mantendo as cargas. Dormir bem, porque é no sono que a produção natural se recupera. Confirmar com exames, uns 30 a 45 dias depois da TPC, que testosterona, LH e FSH voltaram. Se o eixo não volta, a perda é muito maior, e isso tem tratamento. E existe um ponto a favor: o músculo que já cresceu uma vez volta mais rápido, a chamada memória muscular. Estudos em animais mostraram que núcleos adquiridos pela fibra com treino e testosterona permanecem por bastante tempo, mesmo depois que o músculo diminui. Em humanos isso ainda está sendo estudado, mas ajuda a explicar por que recuperar é mais fácil do que construir. Sobre modulação, o que se vende com esse nome é, na prática, manter hormônio acima do fisiológico de forma contínua. Pela norma do Conselho Federal de Medicina, médico não pode prescrever hormônio para fins estéticos ou de ganho de massa, e a reposição só é indicada quando há deficiência comprovada. Fazer isso por conta própria, como você cogitou, é na prática um blast and cruise, com o eixo suprimido o tempo todo e a tendência de depender de hormônio exógeno para sempre, como foi explicado aqui. Se for por esse caminho, o mínimo é o que o @Az_Rio descreveu: exames frequentes, com hemograma, perfil lipídico, função hepática e renal, PSA e pressão, porque o risco principal de longo prazo é cardiovascular. Para planejar as calorias de manutenção dessa fase, a calculadora de TDEE do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo pirâmide - Dianabol + Sustan300
@CaaioSP, o seu relato é útil justamente porque você postou até o fim, e o resultado de 3 kg com dianabol e 600 mg de testosterona traz algumas pistas que valem mais que a ideia do próximo ciclo. A primeira é a ginecomastia. Você já tinha tendência, apareceu um carocinho que continuava crescendo mesmo com anastrozol e tamoxifeno, e esse é o ponto que eu resolveria antes de qualquer outra coisa. Ginecomastia recente ainda responde ao tratamento. Com o tempo, geralmente depois de um ano ou mais, o tecido fica fibroso e aí raramente regride com remédio, e a solução passa a ser cirúrgica. Vale fazer uma ultrassonografia da mama e dosar estradiol, prolactina e testosterona agora, fora do ciclo. Se o nódulo ainda estiver lá, o tratamento com tamoxifeno costuma ser feito por algumas semanas com acompanhamento. Sobre o que você estava usando, 1 mg de anastrozol por dia junto com 20 mg de tamoxifeno é bastante coisa, e o anastrozol nessa dose pode derrubar o estradiol demais. Para o caroço que já existe, quem age direto no tecido da mama é o tamoxifeno. E o @pauloj_45 tocou num ponto real: há associação entre maconha e ginecomastia, embora a evidência seja menos firme do que no caso dos esteroides. Por isso, a trembolona eu deixaria fora do plano, como o @Miguel V já tinha alertado. Em quem tem tendência e um nódulo recente, ela é uma das piores escolhas, porque pode mexer na prolactina e tem ação progestagênica. A segunda pista é o ganho pequeno. Com 1,86 m e 75 kg, e você mesmo dizendo que dormir bem e bater as calorias são suas maiores dificuldades, a explicação mais provável está aí, não no tipo de esteroide. Sem superávit calórico consistente, o hormônio tem pouca matéria-prima para construir. E dormir mal reduz a recuperação e a síntese de proteína, com ou sem ciclo. A possibilidade de produto subdosado, que o @Miguel V levantou, também é real, principalmente em orais e injetáveis sem procedência de farmácia. A terceira é o intervalo. Emendar ciclos com um mês de pausa não dá tempo ao eixo de se recuperar. Uma referência comum é pausa pelo menos do mesmo tamanho do ciclo mais a TPC, e confirmar com exames que testosterona, LH e FSH voltaram antes de pensar no próximo. Três meses parado, com exames no meio, é um plano muito melhor que o atual. Antes de um novo ciclo, eu focaria em comer mais todos os dias e dormir melhor. Se o peso não subir comendo acima da manutenção, aí vale olhar outras causas. A calculadora de bulking do site ajuda a achar a meta de calorias com seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo apenas de Propionato
@GiganTrox, um ciclo só de testosterona é a escolha certa para estreia, e com 12% de gordura você está num bom ponto para começar. Respondendo às três dúvidas e acrescentando o que eu mudaria. 1. Com propionato, a TPC começa uns 3 a 4 dias depois da última aplicação, como o @Arnaldo Santos. disse. O éster é curto e o nível cai rápido. 2. Para manter os ganhos, o que mais pesa é seguir treinando pesado e não entrar em déficit nas semanas da TPC e logo depois. Comer na manutenção ou um pouco acima, com proteína alta, protege a massa num período em que a testosterona está baixa. Aqui eu discordo de baixar a proteína depois do ciclo. É justamente quando o corpo está menos anabólico que manter uns 1,8 a 2 g por quilo faz mais diferença. Gordura em quantidade adequada, sem dieta muito pobre em gordura, ajuda a produção natural, mas isso não precisa vir à custa da proteína. 3. Não precisa de clembuterol, e eu não usaria. Ele é um broncodilatador com efeito forte sobre coração e pressão, e o ganho em perda de gordura é pequeno para o risco. 12% já está ótimo para começar. Agora, o ponto que eu mais mudaria é a dieta. Ganho seco não vem de cortar carboidrato. Vem de um superávit pequeno e controlado. Pelo cardápio que você passou, as calorias parecem baixas para quem quer ganhar massa, talvez até abaixo da manutenção, e aí a testosterona vai trabalhar mais para manter do que para construir. Eu acrescentaria carboidrato em volta do treino, como mais arroz no almoço, aveia no café e uma porção antes do treino, e mediria a cintura toda semana. Se o peso sobe e a cintura fica parada, o ganho está sendo de qualidade. O propionato a 100 mg em dias alternados dá cerca de 350 mg por semana, uma dose boa para um primeiro ciclo. Concordo com o @Arnaldo Santos. em tirar o inibidor de aromatase preventivo. Use só se o estradiol subir no exame ou se aparecerem sinais. Mas discordo da sugestão de trembolona ou boldenona para quem está estreando. A trembolona tem um perfil de colaterais bem mais pesado, e nenhum dos dois é necessário para um bom primeiro resultado. Faça exames antes: testosterona, LH, FSH, estradiol, hemograma, perfil lipídico e função hepática, e repita uns 30 a 45 dias depois do fim da TPC. Para comparar o seu plano com uma estrutura de exames, auxiliares e TPC, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação com seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ Serve como rascunho para revisar, não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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ombro pesado, estalo no ombro
@wagner123, o que separa o estalo inofensivo do que merece investigação é a dor. Estalo sem dor é muito comum e quase sempre benigno. Estalo que dói, com sensação de raspar osso com osso, ombro pesado e dor ao girar o braço, como você descreveu, aponta para um problema mecânico dentro da articulação ou logo acima dela. Em quem nadou por anos, os suspeitos mais comuns são três. O primeiro é a tendinopatia do manguito rotador, que é a tendinite de que você falou, muitas vezes junto com bursite. O segundo é o impacto subacromial, em que o tendão e a bursa ficam espremidos embaixo do acrômio quando o braço sobe, exatamente no movimento do crawl. O terceiro é uma lesão no lábio da glenoide, a cartilagem que contorna o encaixe do ombro, que costuma dar justamente estalo doloroso com sensação de algo prendendo. O @Dr. Fernando Britto Barboza tem razão em pensar além de uma tendinite simples. A ultrassonografia vê bem tendões e bursa, mas enxerga mal o lábio, e para ele a ressonância, às vezes com contraste, é o exame indicado. Um detalhe que pesa no seu caso é que você parou de nadar e ficou sedentário. A musculatura que estabiliza a escápula e o manguito perde força rápido, e o ombro passa a se mover de forma menos controlada, o que piora o atrito. Por isso, mesmo antes do diagnóstico fechado, fortalecimento de rotadores externos com elástico e exercícios de estabilização da escápula costumam ajudar, sempre sem dor, evitando por enquanto movimentos acima da cabeça que reproduzam o estalo. Os sinais para não esperar são fraqueza para levantar o braço, dor que acorda à noite e perda de movimento. Eles sugerem rotura de tendão e pedem avaliação com ortopedista de ombro. @dessafiorentin, no seu caso o ultrassom normal e estalos em várias articulações, sem dor, combinam com algo bem mais benigno. A maior parte desses estalos é gás se formando dentro do líquido da articulação ou tendão deslizando sobre uma saliência óssea. Pessoas com mais frouxidão ligamentar estalam mais. Se não dói e não incha, não costuma precisar de tratamento. Para ver a execução de exercícios de manguito e escápula, o orientador de exercícios do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Deposteron + Oxandrolona (Opiniões) Primeiro Ciclo
@Grp71, o plano tem pontos bons, como baixar a gordura antes e escolher Deposteron de farmácia, e alguns ajustes que fazem diferença para um primeiro ciclo. Primeiro, a conta da dose. O Deposteron tem 100 mg por ml, então a ampola de 2 ml tem 200 mg. Os 400 mg por semana que você planejou são duas ampolas. Para um primeiro ciclo, uma ampola por semana, ou seja 200 mg, como foi sugerido aqui, já dá uma resposta muito clara, com bem menos colateral. E pode ser uma aplicação semanal sem problema. O cipionato tem meia-vida longa o suficiente para isso, e dividir em duas aplicações só deixa o nível um pouco mais estável. O enantato que o @Gamma sugeriu funciona praticamente igual ao cipionato, então a procedência de farmácia pesa mais que a escolha do éster. A oxandrolona em 50 a 60 mg por dia é dose alta para quem nunca usou nada, e somada à testosterona pesa bastante no HDL. Se quiser incluí-la, uma dose bem menor já entrega o efeito, e o ciclo só com testosterona é a forma mais segura de saber como o seu corpo responde. Se aparecer algum colateral, você sabe de onde veio. O anastrozol de 1 mg a cada três dias desde o começo eu tiraria. Sem exame, é fácil derrubar o estradiol demais, o que dá dor articular, libido baixa e piora do colesterol. O certo é dosar o estradiol no meio do ciclo e usar só se ele subir ou se aparecerem sinais. E respondendo ao @Gabriel Sousa, os sinais iniciais de ginecomastia são sensibilidade ou coceira no mamilo e, principalmente, um carocinho firme bem atrás dele. Gordura acumulada no peito é outra coisa. No HCG, a unidade é UI, não mg. Os protocolos intraciclo costumam usar 250 a 500 UI duas vezes por semana. E a TPC com tamoxifeno uns 14 a 21 dias depois da última aplicação de cipionato está dentro do usual. Os 25 dias que você planejou são uma margem conservadora, não um erro. Sobre a idade, aos 20 anos a maioria das placas de crescimento já se fechou, mas a sua produção natural de testosterona está no auge, e cada ciclo nessa fase tem um custo maior para o eixo. Exames antes, incluindo testosterona, LH, FSH, estradiol, hemograma, perfil lipídico e função hepática, são o que permite saber depois se tudo voltou. E um último ponto: secar e ganhar muita massa ao mesmo tempo puxam a dieta para lados opostos. Vale escolher qual é o foco desse ciclo, porque é a dieta que vai decidir o resultado, como o FitCoupleHim lembrou. Para comparar o seu plano com uma estrutura de exames, auxiliares e TPC, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação com seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ Serve como rascunho para revisar, não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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BOLDENONA + PRIMOBOLAN (ciclo feminino)
@mariana fontana, sobre os cuidados com boldenona em mulheres, principalmente o fato de o éster ser longo, eu detalhei neste outro tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/111207-ciclo-com-boldenona-para-diminuir-gordura-corporal-e-aumentar-massa-magra/?do=findComment&comment=1067367 Aqui vou focar no que é específico da sua combinação, porque a sua preocupação com a voz é justamente o ponto central. Respondendo direto: sim, a alteração de voz costuma ser permanente. O andrógeno engrossa as cordas vocais, e esse tecido não volta ao que era quando o hormônio sai. E com a dose que você montou, a chance não é pequena. Somando 100 mg de boldenona e 150 mg de primobolan, são 250 mg de andrógeno por semana. Os relatos de mulheres que usam primobolan com menos colateral costumam ficar em torno de 50 a 100 mg por semana dele sozinho, e mesmo assim existem casos de virilização. O agravante é que os dois são injetáveis de éster longo, principalmente a boldenona. Se a voz começar a mudar na quarta semana, você para de aplicar e o hormônio continua agindo por mais duas ou três semanas. Com oxandrolona, que você já usou, basta parar o comprimido e o efeito some em poucos dias. Por isso a oxandrolona em dose baixa, como o @Foston comentou, continua sendo a escolha mais controlável para mulheres. Se a oxandrolona funcionou para você, o ganho de trocar para essa combinação não compensa o risco. Se mesmo assim decidir seguir, eu faria só um composto, não dois, numa dose bem menor, e não aumentaria a duração. Mais semanas significam mais exposição a um efeito que pode ficar para sempre. Pare ao primeiro sinal de rouquidão, voz falhando, aumento do clitóris ou acne forte. Sobre TPC e protetores: em mulheres não se faz TPC com SERM como nos homens. O eixo feminino costuma voltar sozinho depois que o hormônio sai, e o ciclo menstrual é o termômetro. Protetor hepático também não faz sentido com injetáveis, que pesam pouco no fígado. O que faz sentido é hemograma, perfil lipídico, função hepática e contracepção firme durante e depois do ciclo, porque andrógeno pode masculinizar um feto do sexo feminino. E vale lembrar que primobolan é um dos esteroides mais falsificados do mercado, então a dose real do frasco pode ser bem diferente da do rótulo. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo de 8 semanas com dianabol
@Paulo321, o principal problema desse ciclo não é a dose em si, é a estrutura. Oito semanas de dianabol sozinho, com 40 a 50 mg por dia, é muito tempo para um oral 17-alfa-alquilado, e muito tempo sem testosterona de base. O dianabol suprime a sua produção natural já nas primeiras semanas. Sem uma testosterona junto, você passa o fim do ciclo e a transição para a TPC com pouco andrógeno circulando, e é aí que aparecem queda de libido, problema de ereção e desânimo. Além disso, oito semanas sobrecarregam bastante o fígado e o colesterol. É por isso que o @South Guy e o @Toxi insistiram na testosterona. O que se costuma recomendar para quem nunca usou nada é o contrário do que você montou: começar só com testosterona, numa dose moderada. Se um dia entrar dianabol, ele costuma ser usado por quatro a seis semanas, com doses menores, no início de um ciclo que já tem testosterona. Algumas correções nos detalhes: O anastrozol em dias alternados desde o início, sem exame, é arriscado. O dianabol aromatiza bastante, mas o anastrozol às cegas pode derrubar o estradiol demais e trazer dor nas articulações, libido baixa e piora do colesterol. O ideal é dosar o estradiol e usar só se ele subir ou se aparecerem sinais, como sensibilidade no mamilo. O Samarin é silimarina, e a evidência de que ela proteja o fígado durante um ciclo é fraca. O que protege de verdade é limitar dose e duração do oral, evitar álcool e fazer TGO, TGP, GGT e perfil lipídico antes e no meio do ciclo. Na TPC, "1 Clomid e 1 Nolvadex" precisa de dose e duração. O raciocínio geral é começar poucos dias depois do último comprimido de dianabol, porque ele sai rápido do corpo, ou uns 14 dias depois da última aplicação se houver enantato, e usar SERM por três a quatro semanas. Os exames antes do ciclo servem de referência para saber se tudo voltou. E sobre o objetivo, com 18% de gordura, subir de 90 para 100 kg com um ciclo vai trazer bastante gordura e água junto. E ir de 40 para 45 cm de braço é ganho de alguns anos, não de um ciclo. Eu baixaria primeiro o percentual de gordura para uns 12 a 14% e só depois pensaria no ciclo, porque o resultado fica muito mais limpo. Para ver como fica uma estrutura de primeiro ciclo com exames, auxiliares e TPC, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação com seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ Serve como rascunho para revisar, não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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TESTO É TESTO (DUDU)
@PPunk, o Androxon é testosterona de verdade, então dá para usar em ciclo, sim. O problema é prático, não de molécula, e entender a farmacologia dele explica por que quase ninguém usa assim. O undecanoato oral é absorvido pelo sistema linfático do intestino, e não pela via que passa direto pelo fígado. Por isso ele precisa ser tomado junto com uma refeição que tenha gordura. Em jejum, ou com refeição magra, a absorção cai muito e o nível no sangue fica baixo e imprevisível. Como essa absorção desvia do fígado, ele não tem a toxicidade hepática dos orais 17-alfa-alquilados, o que é um ponto a favor. Os pontos contra são três. A meia-vida é curta, então precisa ser dividido em duas ou três tomadas por dia. Cada cápsula tem só 40 mg, e o aproveitamento é baixo, então chegar a níveis acima do fisiológico exige muitas cápsulas por dia e sai muito caro. E ele costuma elevar mais a DHT em relação à testosterona do que os injetáveis, o que pesa em quem tem tendência a queda de cabelo, acne ou próstata aumentada. Sobre usar o Androxon como base num ciclo de primobolan com dianabol, em teoria ele cumpre o papel de manter testosterona circulando, que é o que falta num ciclo sem testo e que mantém libido, humor e ereção. Na prática, a oscilação ao longo do dia e a dificuldade de chegar numa dose estável fazem dele uma base pior do que uma testosterona injetável em dose moderada. E dianabol somado a outro oral não alivia em nada a carga sobre o fígado, porque o dianabol é um 17-alfa-alquilado. Sobre o texto do @duduhaluch, ele resume bem um ponto que ainda gera muita confusão: em dose equivalente, a diferença entre os ésteres está na frequência de aplicação e na estabilidade do nível, não no tipo de ganho nem na retenção. A observação do @shreksantana sobre a quantidade de testosterona ativa por miligrama também é útil. Quanto mais curto o éster, mais testosterona ativa por miligrama, e o undecanoato, por ser um éster longo, tem uma das menores proporções. Para consultar mecanismo, doses usuais e colaterais de cada um desses compostos, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Clara de ovo ao dormir
@puxadordepeso, proteína antes de dormir tem base, sim, não é só conversa. Estudos com quem treina mostraram que uma dose de proteína à noite aumenta a síntese de proteína muscular durante o sono, e em programas de algumas semanas houve um pouco mais de ganho de força e massa em quem fazia isso. A maioria desses estudos usou uns 40 g de caseína, uma proteína de digestão lenta. Mas o efeito é complementar: o que mais pesa é bater a meta de proteína do dia inteiro. Se a sua meta já está batida, a clara à noite é um detalhe. Sobre a quantidade, cada clara grande tem uns 3,5 a 4 g de proteína, como o @bernard0 disse. Para chegar perto de 30 a 40 g, seriam umas 8 a 10 claras, o que é bastante. Por isso faz sentido misturar fontes, como claras com um ovo inteiro, leite, iogurte ou queijo cottage, como o @avian sugeriu, e o quark que o @ricardoog citou. Laticínios têm caseína, que é justamente a proteína dos estudos noturnos. Um ponto que vale para quem pensou em tomar clara crua na vitamina: além do risco de salmonela, que o @bernard0 lembrou, a proteína da clara crua é bem menos aproveitada. Num estudo clássico, a absorção da proteína do ovo cru ficou em torno de metade da do ovo cozido. A clara crua também tem avidina, que se liga à biotina e atrapalha a absorção dessa vitamina. Cozida, frita ou no micro-ondas, como na receita do @Hadad27, resolve as duas coisas. Fritar com um pouco de azeite não tem problema, o azeite aguenta bem o calor do cozimento doméstico. E não precisa descartar a gema por medo do colesterol. Para a maioria das pessoas, o colesterol da comida mexe pouco no colesterol do sangue, e a gema tem boa parte das vitaminas do ovo. Sobre a meta diária, as duas pontas do tópico erram um pouco. Os estudos que juntam vários experimentos mostram que o ganho de massa com treino continua aumentando até perto de 1,6 g por quilo por dia, com alguma margem até uns 2,2 g. O 1,0 a 1,3 que o @ninga citou fica abaixo do ideal para hipertrofia. Já os 2 a 2,5 g do @ricardoog não fazem mal para quem tem rins saudáveis, mas também não trazem ganho extra relevante. O excesso vira energia. Para saber a sua meta com o seu peso, a calculadora de proteína diária do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/
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Apliquei e vazou
@Gabriel Sousa, uma gota de óleo voltando pelo furo depois de aplicar é comum e não faz diferença no resultado. Agora, "vazou tudo" em duas aplicações seguidas não é refluxo normal, e vale entender as causas mais prováveis, porque algumas delas trazem risco. A primeira é a mais simples: a agulha mal encaixada na seringa. Se a conexão não está bem firme, o óleo escapa pela junção na hora de empurrar o êmbolo e escorre pela pele, dando a impressão de que voltou do músculo. Antes de aplicar, rosqueie ou pressione bem a agulha e veja se não sai nada pela base quando você empurra um pouco o êmbolo para tirar o ar. A segunda é volume. O deltoide é um músculo pequeno, e 2 ml em cada ombro é o limite máximo do que ele aguenta confortavelmente. Quanto maior o volume num músculo pequeno, maior a pressão interna e mais óleo tende a voltar pelo trajeto da agulha. Para 2 ml, o glúteo e a coxa, no vasto lateral, são locais muito melhores. A sugestão do glúteo que você recebeu aqui faz sentido. A terceira é profundidade. Uma agulha de 25 mm costuma bastar no deltoide de quem tem pouca gordura, mas, se a aplicação sai muito no alto ou muito para trás, ou se a agulha não entra inteira, o óleo pode ficar no tecido subcutâneo, que não segura o volume e deixa vazar. Por isso eu discordo do @Arnaldo Santos. sobre a agulha de insulina. Ela é curta demais para chegar ao músculo na maioria das pessoas, e óleo injetado embaixo da pele pode formar caroços inflamatórios, os oleomas, e abscessos. O que ajuda de verdade: a técnica em Z que o @Toni Blackhog descreveu, esperar uns 10 segundos antes de retirar a agulha, como o @South Guy falou, tirar a agulha num movimento contínuo, sem hesitar, e manter o músculo relaxado, como lembrou o @Arnaldo Santos. Massagem depois não é necessária. Pressionar com um algodão por alguns segundos já basta. Um cuidado importante: se a aplicação é feita por outra pessoa, ela precisa usar agulha e seringa novas, nunca compartilhadas, e fazer a assepsia corretamente. Dor que piora depois de dois ou três dias, calor, vermelhidão ou febre são sinais de infecção e pedem avaliação rápida. Sobre a deca para inchar que você perguntou no meio do tópico, ela dá ganho de peso com bastante retenção, mas não deve ser usada sem uma base de testosterona igual ou maior, porque derruba muito a libido. Antes de somar mais uma substância, eu resolveria a técnica de aplicação. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Hipercalórico 3 vezes ao dia?
@Sincrony, três porções de 150 g por dia são 450 g de pó, algo perto de 1.700 kcal só de shake, a maior parte vinda de carboidrato simples. Isso é demais para quem está começando, acaba o pote em poucos dias e tira o espaço da comida de verdade, que é onde estão a proteína, as fibras e os micronutrientes de que você precisa para crescer. Eu faria assim: uma porção por dia, ou dividida em duas meias porções, no horário em que você tem mais dificuldade de comer. Para quem treina à noite, o pós-treino é um bom momento. Batida com leite em vez de água, ela rende mais calorias e mais proteína sem você precisar de mais pó. O resto das calorias deve vir de refeições normais, com arroz, feijão, carne, frango, ovos, massas, pão, leite e frutas. O malto antes do treino não tem problema nenhum. Algo entre 20 e 40 g uns 30 a 60 minutos antes dá energia para o treino, principalmente se você vai treinar de estômago mais vazio. Só não precisa tomar malto e hipercalórico ao mesmo tempo, porque os dois são basicamente a mesma coisa, carboidrato. Com 1,72 m e 58 kg e peso que oscila muito, o mais importante é constância. Comer o suficiente todos os dias, não só nos dias bons. Se em dois ou três meses comendo acima da manutenção o peso não subir nada, aí vale investigar com exames se existe algum problema de absorção, como a @Dra. Elissa Amaral da Cunha sugeriu. Para saber quantas calorias você precisa para ganhar peso, a calculadora de bulking do site faz a conta com seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/
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quanto tempo dura o hipercalórico?
@Laiza Santos, depende do tamanho da porção do seu produto, que varia muito de marca para marca. A conta é a que foi passada: 3.000 g divididos pelo que você usa por dia. Na prática, os hipercalóricos mais comuns têm porções entre 60 e 150 g. Com duas doses de 60 g por dia, o pote dura uns 25 dias. Com duas de 100 g, uns 15 dias. Com duas de 150 g, só 10 dias. Se a ideia é ganhar peso e o pote está acabando rápido demais, dá para usar uma dose só e completar com comida. Um copo de leite com aveia e banana tem calorias parecidas com uma porção de hipercalórico e sai bem mais barato. O que faz o peso subir é o total de calorias do dia, não o produto em si. Para saber quantas calorias você precisa para ganhar peso, a calculadora de bulking do site faz a conta com seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/
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Relatos Ciclo Durateston
@LucasF1996, obrigado pelo relato honesto, ele é útil para muita gente. E o detalhe que você mesmo trouxe no fim muda bastante a interpretação: com outras parceiras tudo funcionou normalmente. Disfunção causada por testosterona baixa depois do ciclo costuma aparecer em qualquer situação, com qualquer pessoa, junto com queda de desejo espontâneo, ereção matinal rara e desânimo. Quando o problema aparece com uma pessoa e não com outras, o componente situacional e psicológico pesa muito. Isso não quer dizer que seja imaginação, quer dizer que o eixo provavelmente não é o principal culpado. Mesmo assim, vale tirar a dúvida com números, porque você tem 19 anos e fez dez semanas de testosterona. Testosterona total e livre, LH, FSH, estradiol e prolactina, uns 30 a 45 dias depois do fim da TPC, mostram se tudo voltou. Se vier normal, você fica tranquilo. Se vier baixo, existe tratamento e quanto antes, melhor. Sobre a discussão do HCG entre o @Arnaldo Santos. e o @Vinicius Monteiro, os dois têm uma parte de razão. Testosterona suprime o eixo, inclusive em doses de 100 mg por semana, e o estudo citado no tópico mostra isso. O HCG intraciclo mantém os testículos trabalhando e com volume, e isso pode tornar a recuperação mais rápida. Mas dizer que ele é indispensável é exagero. Muita gente se recupera bem de ciclos curtos só com TPC de SERM, como você fez com tamoxifeno e clomifeno. O HCG é uma ferramenta útil, principalmente em ciclos longos, mas não é a explicação para o que aconteceu aqui. @Vasco Alexandre, sobre o HCG que você pesquisou, eu não recomendaria o veterinário. A dose, a pureza e a esterilidade de produto veterinário não seguem o mesmo controle do de uso humano, e o HCG é uma proteína que perde atividade fácil se armazenada errado. Ele se aplica por via subcutânea ou intramuscular e precisa ficar na geladeira depois de reconstituído. Sobre maca, tribulus e DHEA, sugeridos para a libido: maca e tribulus têm estudos pequenos com melhora leve do desejo, sem aumento relevante de testosterona. O DHEA eu evitaria, porque ele pode virar estradiol e piorar justamente a libido em homem jovem. Para quem está pensando em um primeiro ciclo depois de ler este tópico, o gerador de protocolo hormonal do site pede exames e bloqueia cenários de risco alto: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ É uma simulação para estudo, não prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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COMO FAZ CICLO DE WINSTROL + DURA ??
@Drin, um detalhe importante antes de tudo: Winstrol e stanozolol são a mesma substância. Winstrol é só o nome comercial original do stanozolol. Então o ciclo de Winstrol com Durateston que você quer fazer é o mesmo tipo de ciclo que você já fez. O que muda de uma marca para outra é a forma, oral em comprimido ou injetável em suspensão aquosa, e a confiabilidade do produto. Sobre a notação, ela indica as semanas em que cada substância entra. "Dura 1-8" quer dizer Durateston da primeira até a oitava semana. "Stano 5-10" quer dizer stanozolol da quinta até a décima. Num ciclo com testosterona de base, o mais comum é a testosterona cobrir o ciclo inteiro e o stano entrar só na parte final, por quatro a seis semanas, que é quando ele faz mais diferença na definição e quando faz sentido limitar o tempo de exposição dele. @Ewerton Almeida, sobre a frequência das aplicações de Durateston: ele mistura quatro ésteres, de ação curta a longa. O propionato, que é o mais curto, sai do corpo em poucos dias, por isso muita gente divide a dose semanal em duas aplicações, por exemplo segunda e quinta, para manter o nível mais estável. Uma ampola por semana numa aplicação só também funciona, só fica com mais oscilação entre o pico e o vale. O que mais influencia o resultado, como o @Mestre lembrou, é a base. E vale um ponto prático: se no ciclo anterior você chegou a 90 kg e hoje está com 80, antes de repetir o ciclo vale entender o que se perdeu, se foi músculo por falta de treino e dieta depois do ciclo ou se foi água e glicogênio, que sempre saem. Isso muda a expectativa do próximo. E exames antes e depois, incluindo perfil lipídico, já que o stano derruba bastante o HDL, fazem parte do pacote. Para estudar a estrutura de um ciclo assim com exames, auxiliares e TPC, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação com seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ Serve como material de estudo e rascunho, não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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CREATINA + MALTO + WHEY PROTEIN + ALBUMINA
@Daniel Matheus, vamos por partes, porque dá para organizar tudo isso de um jeito simples. Primeiro, o que mais importa não é o horário do suplemento, é o total de proteína que você come no dia. Com 65 kg, algo entre 105 e 130 g de proteína por dia, somando comida e suplemento, já cobre o que o músculo precisa para crescer. Um prato com 150 g de frango tem uns 45 g. Três ovos têm uns 18 g. Um copo de leite, uns 8 g. Se você somar o que já come, provavelmente vai ver que o whey só precisa completar a diferença. Sobre a dose do pote, 120 g por shake é muito acima do normal para whey. A porção mais comum é de uns 30 g, que dão cerca de 20 a 24 g de proteína. Vale reler o rótulo, porque 120 g costuma ser porção de hipercalórico. Como o scoop não tem marcação, pese uma vez numa balança de cozinha para saber quanto cabe nele. Dois scoops cheios provavelmente dão uns 50 a 60 g de pó, o que é uma dose grande para quem está começando. Uma dose de 30 g depois do treino, ou em qualquer refeição em que falte proteína, já basta. A creatina está certa: 3 a 5 g todos os dias, inclusive nos dias sem treino. O horário não faz diferença relevante. O que importa é tomar sempre. O malto não tem nada de errado, é só carboidrato. Se você tem dificuldade para ganhar peso, ajuda. Se não, um prato de arroz ou uma banana fazem o mesmo papel. Sobre a albumina, não precisa. A ideia de evitar catabolismo tomando proteína ao acordar e antes de dormir faz pouca diferença para quem já bate a meta diária. Se quiser uma proteína antes de dormir, leite, iogurte, queijo ou ovos resolvem por bem menos. E concordo com o @galloV017 no ponto principal: com 1,78 m e 65 kg, o que vai fazer você crescer é comer o suficiente todos os dias, com refeições de verdade, e treinar progredindo a carga. O suplemento vem depois disso. Para saber exatamente a sua meta de proteína, a calculadora de proteína diária do site faz a conta com o seu peso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/
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Hipercalórico Massa x Barriga
@Felipe Menegás, o risco de ficar gordo com hipercalórico no seu caso é baixo, desde que você entenda o que ele é. Hipercalórico não tem nada de especial. É basicamente maltodextrina com um pouco de proteína, ou seja, calorias em pó. Ele só engorda se o total do dia passar muito do que você gasta, e quem tem 1,88 m, 67 kg e treina kickboxing e jiu-jitsu gasta muito. Provavelmente bem mais de 3.000 kcal por dia somando os treinos. O @kilega já tinha chegado nesse raciocínio aqui no tópico: com bastante aeróbico, até o hipercalórico pode não fechar o déficit. A dificuldade de ganhar peso que você sente quase sempre é isso. A comida que parece muita não cobre o gasto dos treinos. Antes de comprar qualquer pote, vale anotar tudo o que come por quatro ou cinco dias e calcular as calorias. Depois, subir umas 300 a 500 kcal acima da manutenção e ver se o peso sobe uns 0,25 a 0,5 kg por semana. Nesse ritmo, quase tudo vira músculo e glicogênio, não barriga. Se a dificuldade for volume de comida, um shake caseiro funciona melhor e sai mais barato que o hipercalórico: leite, aveia, banana, pasta de amendoim e uma dose de whey passam fácil de 800 kcal, com mais proteína e gordura boa do que a maioria dos potes. Proteína entre 1,6 e 2 g por quilo e carboidrato suficiente em volta dos treinos são o que mais importa para quem luta, porque rendimento e recuperação dependem disso. Sobre não querer ficar grande, fique tranquilo. Sair de 67 para 75 ou 80 kg com 1,88 m não deixa ninguém volumoso. Você ainda ficaria com um IMC entre 21 e 23, um físico atlético e mais forte no clinch e na guarda. O que vale planejar é a categoria de peso, se você compete, para que o ganho aconteça bem antes de qualquer luta, e não na reta final. Para achar quanto você gasta de verdade com os treinos, a calculadora de TDEE do site faz essa estimativa: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/
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Ciclo Novo Deposteron DEca e Protetores
@Humberto Henrique, o seu caso tem um detalhe que muda tudo e que quase não foi discutido aqui: você teve pielonefrite com insuficiência renal e hoje toma Diublok todo dia. O Diublok é atenolol com clortalidona, um betabloqueador com um diurético, prescrito justamente porque a sua pressão e o seu ritmo cardíaco precisam de controle. Mesmo que os médicos tenham concluído que o esteroide não causou a infecção, um rim que já passou por insuficiência e um sistema cardiovascular que precisa de remédio são exatamente os dois órgãos que um ciclo pesado mais sobrecarrega. Por isso eu não subiria para 600 mg de testosterona com 600 mg de deca. Esse aumento eleva o hematócrito, o que deixa o sangue mais viscoso, e aumenta a retenção de sódio e a pressão, além de trazer o risco de hipertrofia do coração. Tudo isso brigando contra o remédio que você já toma. Se for continuar, o mais seguro é manter ou até reduzir as doses atuais, com a testosterona igual ou acima da deca, que é o que protege a libido e a ereção. Deca acima da testosterona é a combinação clássica para disfunção erétil. O anastrozol de 1 mg em dias alternados também é dose alta para começar no escuro. O ideal é fazer o estradiol sensível antes e ajustar por ele. Para o HCG, os protocolos intraciclo mais usados ficam entre 250 e 500 UI duas vezes por semana, mas, com o seu histórico, eu priorizaria os exames antes de acrescentar mais coisa. Sobre o que acompanhar, com o seu passado renal isso não é opcional. Creatinina, ureia, taxa de filtração, exame de urina, potássio e sódio, hemograma com hematócrito, perfil lipídico e pressão medida em casa várias vezes por semana. Leve esses resultados ao seu nefrologista e conte o ciclo com doses, porque ele precisa saber disso para ajustar o Diublok. A clortalidona mexe em potássio e sódio, e o ciclo também. Sobre a fome que triplicou, isso é muito comum com nandrolona, que aumenta bastante o apetite. Voltar à dieta resolve. Não precisa de mais nada além de controlar a comida e talvez cortar um pouco do carboidrato fora do treino. O Lipo 6 RX eu não usaria de jeito nenhum no seu caso. É um termogênico estimulante, e estimulante somado a betabloqueador, arritmia e pressão controlada com remédio é uma combinação ruim. O @Miguel V já deu boas dicas sobre organizar as refeições, e reduzir a vitamina C foi uma boa decisão. @Vinicius Monteiro, dor por um ou dois dias depois de aplicar Durateston no glúteo é comum, principalmente por causa do propionato, que é o éster que mais irrita. Costuma diminuir com as aplicações seguintes. O que não é normal é a dor piorar depois de três ou quatro dias, com calor, vermelhidão, inchaço crescente ou febre. Isso pode ser abscesso e precisa de avaliação rápida. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1 ciclo 3ª semana
@Gonçalo Faria, 10 kg em sete semanas com 1,68 m é uma resposta forte ao enantato, e a escolha de um primeiro ciclo só com testosterona de farmácia foi a mais sensata possível. Mas vale entender o que compõe esse número para não se assustar no fim. Num ganho tão rápido, uma parte relevante é água e glicogênio. A testosterona aumenta a retenção de sódio e o volume dentro do músculo, e isso aparece na balança já nas primeiras semanas. Outra parte, dependendo de quanto você está comendo, é gordura. O músculo novo de verdade costuma ficar em algo como metade do total, o que já é muito. Na TPC, é normal perder uns 3 a 5 kg dessa água. Se você souber disso antes, não vai achar que perdeu o ciclo. Para saber o que está ganhando, a balança sozinha engana. Meça a cintura na altura do umbigo uma vez por semana, em jejum. Se o peso sobe e a cintura fica parada, o ganho está sendo de qualidade. Se a cintura sobe junto, é hora de reduzir um pouco as calorias. Com 500 mg por semana, alguns cuidados nessa metade final fazem diferença. Hematócrito costuma subir com essa dose, então um hemograma agora é útil. Pressão medida em casa, porque retenção e hematócrito elevado puxam a pressão para cima. E atenção a sinais de estradiol alto, como sensibilidade no mamilo, inchaço exagerado e mudanças de humor. Se aparecerem, o ideal é dosar o estradiol antes de usar qualquer inibidor de aromatase. E já deixe a TPC planejada. Com enantato, ela costuma começar uns 14 dias depois da última aplicação, com tamoxifeno ou clomifeno, e exames uns 30 a 45 dias depois do fim dela mostram se o eixo voltou. O gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação de TPC e exames de controle com seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ Use como rascunho para revisar, não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo enantato e stanozolol - 6 Semanas
@Jonatas Barros, sair de 25% para uns 17% mantendo a massa magra, antes de começar o ciclo, foi a parte mais bem feita do seu relato. É o que faz o ciclo render em qualidade. O ponto que mais precisa de correção é a TPC, e o @Gamma tocou nele. A vitamina E não é TPC. Ela não tem nenhum efeito sobre o eixo hormonal. TPC é o uso de SERM, como o Indux, que é clomifeno, ou o tamoxifeno, para estimular a hipófise a voltar a produzir LH e FSH depois que o ciclo suprimiu tudo. O Indux que você colocou é a classe certa, o problema é a data. A meia-vida do enantato é de uns 4 a 5 dias, mas meia-vida não é o tempo para sair do corpo. Depois de uma meia-vida ainda resta metade da dose circulando. Por isso a TPC com enantato costuma começar uns 14 dias depois da última aplicação. Começar com 5 dias faz o clomifeno brigar com a testosterona que ainda está alta, e a parte útil dele se perde. Sobre as doses, vale fazer a conta por semana. 1 ml de enantato a cada 5 dias dá uns 350 mg por semana, e 2 ml de stano em dias alternados, se for 50 mg por ml, dão uns 350 mg por semana também. É bastante stanozolol, e é ele que mais derruba o HDL e mais pesa nas articulações. A ideia de equilibrar a quantidade de enantato e de stano faz sentido, mas a referência não deve ser a meia-vida, e sim a dose semanal de cada um. Aliás, o stano injetável, por ser uma suspensão aquosa, dura um pouco mais que o oral, algo em torno de um dia, e não 6 horas. O @South Guy está certo sobre os protetores hepáticos: silimarina e Xantinon têm pouca evidência de proteger o fígado de verdade durante um ciclo. A NAC tem um pouco mais de base. Só não dá para dizer que água protege o fígado. Ela ajuda os rins e a hidratação geral, mas o que protege o fígado é a dose e o tempo do oral ou do stano, e não usar álcool junto. Para você e para o @vinipubel, que vai fazer algo parecido, a recomendação de exames é a mesma. Hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, GGT, testosterona, estradiol e LH antes do ciclo e uns 30 a 45 dias depois do fim da TPC. Sem esses números, não dá para saber se o eixo voltou. Para organizar a estrutura do ciclo com exames e TPC, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação com seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ Serve como rascunho para revisar, não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Evolução do fisiculturismo desde 1905: em qual nível você está?
@renatobhmg, essa linha do tempo mostra bem como o critério de físico ideal mudou junto com o que estava disponível em cada época. Os primeiros, como Eugen Sandow, eram mais próximos de atletas de força e de exibição, com pouca preocupação com definição. Nas décadas de 40 e 50, nomes como Steve Reeves consolidaram o padrão de proporção e cintura fina que o @fisiculturismo citou. A partir dos anos 60 e 70 entram o volume e a definição da chamada era de ouro, e dos anos 90 em diante o peso no palco disparou, com físicos bem acima de 120 kg. O interessante é que o próprio esporte reagiu a isso. A categoria Classic Physique, criada na IFBB Pro na metade da década passada, tem limite de peso por altura justamente para premiar de novo o físico estilo Reeves, e hoje é uma das categorias mais disputadas. O gosto do público acabou voltando para algo parecido com o que vocês dois descreveram. E para quem quer se comparar de um jeito mais útil do que pela foto, a referência da era clássica eram as proporções, ombro em relação à cintura, braço, panturrilha e pescoço parecidos. O @7zyzz7 já está mirando o físico atual, mas a proporção continua sendo o melhor termômetro em qualquer época. A calculadora de estética ideal do site faz essa conta com as suas medidas: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/estetica-ideal/
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Sustanon 250mg Hi Tech!
@GuimarãesTSO, você fez muito bem em trocar. Se o produto que você encontrou é o "Sustanon 250" da Hi-Tech Pharmaceuticals, vendido em comprimido ou cápsula, ele não é testosterona injetável. É um suplemento americano que só usa o nome do medicamento, com uma fórmula de pró-hormônios e extratos que muda de versão para versão. Se era uma ampola com esse nome, a dúvida passa a ser de falsificação, que é ainda pior. Expliquei o que esses produtos da marca contêm neste outro tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/113527-hormonais-hi-tech/?do=findComment&comment=1067382 O Testoviron Depot de farmácia, que é enantato puro, é uma escolha muito mais confiável. Sobre o treino, discordo um pouco do @Miguel V. Três treinos fortes por semana, dentro de um plano anual bem estruturado, dão resultado sim, com ou sem ciclo. O que importa é cada músculo receber estímulo suficiente ao longo da semana, e um treino de corpo inteiro ou dividido em dois blocos resolve isso bem em três dias. Não é motivo para desistir nem para treinar seis vezes à força. Agora, o que eu ajustaria no protocolo é o stanozolol. 40 mg por dia durante oito semanas é bastante exposição a um oral 17-alfa-alquilado, que sobrecarrega o fígado e derruba o HDL de forma importante. Com 250 mg de enantato por semana, que é uma dose moderada e boa para um primeiro ciclo, o stano não precisa ficar o tempo todo. Muita gente usa só nas últimas quatro a seis semanas, e uma dose menor já entrega boa parte do efeito com menos custo. E não, eu não usaria stano sozinho: sem uma base de testosterona, a sua produção natural cai e você fica sem andrógeno suficiente para libido, humor e recuperação. Sobre a TPC, o raciocínio geral é este. Ela começa uns 14 dias depois da última aplicação de enantato, quando o nível dele já caiu. O objetivo é estimular a hipófise a voltar a produzir LH e FSH, e para isso se usam os SERMs, tamoxifeno ou clomifeno, normalmente por três a quatro semanas, com a dose reduzida na segunda metade. As doses mais citadas na literatura e nos protocolos de recuperação ficam em 20 mg de tamoxifeno ou entre 25 e 50 mg de clomifeno por dia. Depois de um ciclo de oito semanas com 250 mg por semana, a recuperação costuma ser boa em quem tinha exames normais antes. E isso é o mais importante para você: faça os exames antes de começar. Testosterona total, LH, FSH, estradiol, hemograma, perfil lipídico e função hepática. Eles mostram se o seu eixo é saudável e servem de referência para saber, depois da TPC, se tudo voltou ao normal. Repita uns 30 a 45 dias depois do fim da TPC. Sobre expectativa de ganho, para quem sofre para ganhar peso, a comida decide quase tudo. Com 1,83 m e 71 kg, o ciclo só vai render se você comer acima da manutenção todos os dias. Ganhos de 4 a 6 kg num ciclo leve como esse são realistas, e parte disso é água. Para comparar o seu esquema com uma estrutura de exames, auxiliares e TPC, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação com seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ Serve como rascunho para revisar, não como prescrição. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Secando, estaria eu ficando louco.
@Daniel_Ricardo, a ideia de secar primeiro e crescer depois não tem nada de doida. É o que muita gente faz para recomeçar um bulk com percentual de gordura baixo, e ganhar massa partindo de uma cintura fina rende um físico bem melhor do que partir de uma barriga. Pelo que você descreveu, a evolução entre voltar a treinar e agora foi rápida, o que é comum em quem já tinha massa e ficou um tempo parado. O que eu mudaria é a forma, não o objetivo. Intervalos longos sem comer, refeição trocada por shake de whey com dextrose e pouca fruta é um jeito de secar que cobra caro em massa muscular, e não precisa ser assim. Dextrose isolada fora do treino não sustenta nada. É açúcar rápido que some em uma hora e deixa fome. O que protege o músculo durante o corte é proteína distribuída em várias refeições, algo como 1,8 a 2,2 g por quilo, com o treino de força mantido pesado. Com isso, dá para fazer um déficit moderado e perder gordura quase sem perder massa, o que faz o bulk seguinte começar de um ponto mais alto. Como o dinheiro está curto, as proteínas mais baratas por grama costumam ser ovo, frango, sardinha em lata, carne moída de patinho e a dupla arroz com feijão, que junto dá uma proteína de boa qualidade. Whey só compensa quando está barato em promoção. E vale um cuidado que o seu próprio texto deixa no ar. Quando a vontade de ficar trincado vira obsessão, com dietas cada vez mais restritivas e sem ligar para perder massa, é bom definir antes um ponto de parada objetivo, como uma medida de cintura ou o abdome aparecendo com luz normal. Chegou nele, você para e muda para manutenção. Sem esse ponto, é fácil entrar num ciclo de nunca se achar seco o suficiente, que é o caminho para compulsão e efeito sanfona. O @edrudd também está certo no ponto dele: com massa considerável, secar faz sentido. O erro seria secar com quase nada de músculo. Para saber quanto de proteína você precisa por dia com o seu peso, a calculadora de proteína diária do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/
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Cutt ou bulk? desenvolvimento!
@Zhoubin Shoja, faltam dois dados para decidir com segurança, altura e peso, mas dá para chegar perto com as suas medidas. Uma regra prática que funciona bem é dividir a circunferência da cintura, medida na altura do umbigo, pela altura. Se o resultado passa de 0,5, a prioridade é perder gordura. Com 89 cm de abdome, isso acontece em qualquer pessoa com menos de 1,78 m. Se você for mais alto que isso, está no limite. A outra pista está na proporção. Braço relaxado de 38 cm com abdome de 89 cm costuma indicar alguém com pouca massa muscular e gordura concentrada na barriga. Nesse perfil, nem bulk nem cutting agressivo são a melhor escolha. Um bulk agora aumentaria principalmente a barriga, e um cutting forte deixaria você só mais magro, sem a forma que quer. O que costuma dar mais resultado é a recomposição: calorias perto da manutenção ou um déficit pequeno, proteína alta e treino pesado com progressão de carga. Quem tem pouco tempo de treino, como o @edrudd perguntou, ganha músculo e perde gordura ao mesmo tempo com bastante facilidade. Sobre a dieta, os seus macros dão perto de 2.600 kcal. A proteína de 150 g está boa para quem pesa até uns 80 kg. Se você pesa mais, vale subir um pouco. Para a recomposição, eu baixaria uns 50 a 80 g de carboidrato, mantendo a maior parte dele perto do treino. Se passar altura e peso, dá para fechar a conta. Enquanto isso, a calculadora de recomposição corporal do site já faz essa estimativa com seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/recomposicao-corporal/
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Gordura Adiposa ou excesso de pele?
@Ptstif, existe um teste simples para separar uma coisa da outra. Pegue a região do abdome entre o polegar e o indicador, em pé e relaxado. Se o que fica entre os dedos é uma camada fina, quase só pele, que enruga como papel, é excesso de pele. Se é uma dobra grossa, macia, que você sente ter volume por dentro, é gordura subcutânea. Na maioria das pessoas que emagreceram cedo, é a segunda opção, ou uma mistura das duas com predomínio da gordura. E aqui tem uma boa notícia: aos 18 anos, depois de emagrecer na adolescência, a pele tem uma capacidade enorme de se readaptar. Excesso de pele que precisa de cirurgia costuma aparecer depois de perdas muito grandes, de dezenas de quilos, ou em pessoas mais velhas. Não parece ser o seu caso. O que o @Az_Rio levantou é o ponto central. Com 1,74 m e 57 kg, o seu IMC fica perto de 18,8, no limite inferior do normal. Você não tem peso para perder. O corpo que parece magro de camisa e estranho sem ela é o retrato de pouca massa muscular com um pouco de gordura acumulada justamente na barriga, a famosa falsa magreza. Se você fizer mais dieta, vai ficar mais magro e o abdome vai continuar com a mesma aparência. O caminho é o inverso: comer um pouco acima da manutenção, com proteína em todas as refeições, algo como 1,6 a 2 g por quilo, e treinar com foco em progressão de carga nos exercícios básicos, como agachamento, supino, remada, desenvolvimento e terra. Ganhar uns 5 a 8 kg com treino bem feito muda completamente a forma como a pele e a gordura da barriga aparecem, porque a musculatura embaixo dá sustentação e o percentual de gordura cai mesmo com o peso subindo. Isso leva alguns meses, mas é o que resolve. Para achar as calorias e os macros desse ganho limpo com seus dados, a calculadora de bulking do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/