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  5. Conselho de nutrição ruim costuma ter uma fórmula sedutora: pega um alimento comum, transforma um ingrediente em ameaça, ignora dose e contexto, e termina com uma regra absoluta. Parece direto. Parece técnico. Mas, na prática, troca ciência por medo e deixa a pessoa mais confusa sobre o básico. Na publicação “Reagi aos PIORES conselhos de nutrição da Internet (com ciência na mão)”, Rodrigo Góes reage a afirmações virais sobre pão de forma, colesterol, jantar tarde e frutas. O ponto central não é defender qualquer alimento sem critério, mas mostrar que nutrição séria precisa de evidência, proporção e individualização. Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação com nutricionista, médico ou outro profissional habilitado. Pessoas com dislipidemia, diabetes, doença cardiovascular, doença hepática, refluxo importante, gestantes, atletas em preparação específica ou indivíduos em uso de medicamentos devem individualizar condutas. O truque dos conselhos viraisBoa parte do terrorismo nutricional começa com uma palavra de impacto: inflama, intoxica, trava o metabolismo, vira açúcar, sobrecarrega o fígado. O problema é que essas expressões aparecem sem medida objetiva, sem marcador clínico, sem dose e sem comparação real. Quando alguém diz que pão inflama, a pergunta correta não é se o pão é mágico ou venenoso. É: qual pão, em qual quantidade, dentro de qual dieta, para qual pessoa, com quais exames e qual desfecho medido? Sem isso, a frase serve mais para assustar do que para orientar. Pão de forma não é veneno, mas também não é base idealO pão de forma costuma ser classificado como ultraprocessado, especialmente quando tem lista longa de ingredientes, aditivos, emulsificantes, açúcares, gorduras e textura muito padronizada. O Guia Alimentar para a População Brasileira recomenda que a base da alimentação venha de alimentos in natura ou minimamente processados e que ultraprocessados sejam evitados como rotina. Isso não autoriza dizer que uma fatia de pão causa oito doenças por si só. O problema é o padrão alimentar. Uma pessoa que come bem, consome fibras, proteína, frutas, legumes e controla calorias pode encaixar pão de forma ocasionalmente. Outra, que vive de lanches ultraprocessados, pouca proteína e pouca fibra, provavelmente terá uma dieta pior, mas não por causa de um único alimento isolado. Aditivo não é sinônimo de venenoO medo de nomes químicos é um dos motores da desinformação. Propionato de cálcio, por exemplo, é usado em panificados para ajudar a controlar mofo. Isso não faz do pão de forma um alimento superior, mas também não significa que todo conservante seja uma ameaça automática. Agências reguladoras, como EFSA e Anvisa, avaliam aditivos dentro de limites e condições de uso. A conversa honesta não é “químico faz mal”. É entender frequência, dose, função tecnológica e qualidade do padrão alimentar. O risco real de uma dieta ruim geralmente vem menos de um aditivo isolado e mais do excesso de ultraprocessados, calorias, sódio, baixa saciedade e baixa densidade nutricional. Bacon, gordura saturada e colesterolUm dos conselhos mais perigosos é dizer que carboidrato é o verdadeiro vilão do colesterol e que bacon, manteiga, picanha e queijo não têm relação relevante com LDL. Essa simplificação ignora décadas de evidência cardiovascular. Carboidratos refinados em excesso podem piorar triglicerídeos e facilitar ganho de gordura quando aumentam calorias. Isso é diferente de afirmar que gordura saturada não importa. A literatura cardiovascular reconhece o LDL como fator causal no desenvolvimento de doença aterosclerótica, e revisões sobre redução de gordura saturada apontam benefício para eventos cardiovasculares quando há substituição adequada por gorduras insaturadas. Bacon pode aparecer ocasionalmente, inclusive em uma dieta de quem treina. O erro é vender bacon como alimento livre porque carboidrato seria sempre pior. Para quem tem LDL alto, histórico familiar, doença cardiovascular ou usa estatina, essa mensagem pode ser especialmente danosa. Não se deve parar ou alterar medicamento por conteúdo de internet. Jantar tarde não derrota a física da dietaComer muito perto de dormir pode piorar refluxo, desconforto, sono ou escolhas alimentares em algumas pessoas. Mas a frase “se comer e deitar, engorda mesmo com as calorias certas” é um salto exagerado. Ensaios clínicos com restrição calórica e janela alimentar mostram que o horário pode ser útil como ferramenta de organização, mas não costuma superar a restrição calórica quando a ingestão total é semelhante. Em termos simples: se a pessoa come mais à noite e passa das calorias, pode ganhar peso. Se organiza a dieta, respeita o total e dorme bem, o horário sozinho não vira sentença metabólica. O melhor conselho é prático: ajuste o horário ao sono, refluxo, rotina de trabalho, fome e adesão. Trabalhadores noturnos, por exemplo, não vivem fora das leis da fisiologia. Eles precisam de estratégia, não de culpa. Fruta não é doce disfarçado de saúdeChamar fruta de açúcar com embalagem bonita é uma meia verdade que vira erro. Sim, frutas contêm carboidratos, incluindo frutose. Mas fruta inteira também entrega água, fibras, vitaminas, minerais, compostos bioativos, mastigação e saciedade. Estudos prospectivos associam maior consumo de frutas inteiras a menor risco de diabetes tipo 2, enquanto suco de fruta em excesso pode se comportar de modo diferente por ter menos fibra, menor mastigação e maior facilidade de consumo calórico. O detalhe muda tudo: fruta inteira não é igual a açúcar isolado, e suco não é igual à fruta mastigada. No Brasil, a dificuldade costuma ser o oposto: muita gente come poucas frutas e hortaliças. Tirar frutas da dieta de pessoas saudáveis, sem motivo clínico, geralmente piora a qualidade alimentar. O que fazer na práticaEm vez de procurar uma lista infinita de alimentos proibidos, vale montar uma base repetível: priorizar alimentos in natura ou minimamente processados; bater proteína suficiente para o objetivo; incluir frutas, verduras, legumes, feijões e outras fontes de fibra; controlar calorias quando o objetivo é emagrecimento; ajustar carboidratos à rotina de treino, preferência e saúde metabólica; limitar gordura saturada quando LDL e risco cardiovascular pedem atenção; tratar ultraprocessados como exceção, não como base; desconfiar de conselhos que prometem resolver tudo com uma regra única. Nutrição boa não precisa demonizar pão, fruta, arroz, batata ou jantar. Também não precisa fingir que bacon, manteiga e ultraprocessados são neutros. O caminho é contexto. ConclusãoOs piores conselhos de nutrição têm algo em comum: simplificam o que deveria ser avaliado com nuance. Pão de forma não é veneno, mas não deve virar base da dieta. Bacon não precisa ser proibido, mas gordura saturada e LDL importam. Jantar tarde pode atrapalhar algumas pessoas, mas não engorda por magia. Fruta tem açúcar, mas não é equivalente a refrigerante ou sobremesa ultraprocessada. A melhor defesa contra desinformação não é decorar uma lista de alimentos bons e ruins. É aprender a perguntar: qual é a dose, qual é o contexto, qual é a evidência e para quem essa orientação vale? FAQPão de forma inflama?Não há base para afirmar que uma fatia de pão de forma inflama todo mundo. Ele pode ser ultraprocessado e deve ser limitado como rotina, mas o impacto depende do padrão alimentar completo. Bacon aumenta colesterol?Bacon é rico em gordura saturada e sódio. Pode caber ocasionalmente, mas não deve ser tratado como alimento livre, especialmente por pessoas com LDL alto ou risco cardiovascular. Comer tarde engorda mais?O horário pode influenciar sono, refluxo, fome e adesão, mas ganho de gordura depende principalmente do balanço calórico ao longo do tempo. Fruta faz mal para o fígado?Para a maioria das pessoas saudáveis, fruta inteira é parte de uma dieta de qualidade. O cuidado maior costuma ser com excesso de sucos, bebidas açucaradas e calorias totais. Carboidrato é o vilão do colesterol?Não de forma isolada. Excesso de carboidrato refinado pode piorar triglicerídeos, mas gordura saturada e LDL continuam relevantes para risco cardiovascular. Como identificar conselho nutricional ruim?Desconfie de frases absolutas, promessas rápidas, medo de ingredientes isolados, ausência de estudos e orientações que ignoram histórico de saúde, exames e rotina. ReferênciasGÓES, Rodrigo. Reagi aos PIORES conselhos de nutrição da Internet (com ciência na mão). [S. l.], 14 maio 2026. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=fAGtufTAze8. Acesso em: 17 maio 2026. BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para a população brasileira. 2. ed. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2014. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-para-promocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf/@@download/file. Acesso em: 17 maio 2026. EUROPEAN FOOD SAFETY AUTHORITY. Scientific Opinion on the re-evaluation of propionic acid (E280), sodium propionate (E281), calcium propionate (E282) and potassium propionate (E283) as food additives. EFSA Journal, 2014. Disponível em: https://www.efsa.europa.eu/en/efsajournal/pub/3779. Acesso em: 17 maio 2026. LIU, Deying et al. Calorie Restriction with or without Time-Restricted Eating in Weight Loss. New England Journal of Medicine, 2022. Disponível em: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2114833. Acesso em: 17 maio 2026. MURAKI, Isao et al. Fruit consumption and risk of type 2 diabetes: results from three prospective longitudinal cohort studies. BMJ, 2013. Disponível em: https://www.bmj.com/content/347/bmj.f5001. Acesso em: 17 maio 2026. LUUKKONEN, Panu K. et al. Saturated Fat Is More Metabolically Harmful for the Human Liver Than Unsaturated Fat or Simple Sugars. Diabetes Care, 2018. Disponível em: https://doi.org/10.2337/dc18-0071. Acesso em: 17 maio 2026. FERENCE, Brian A. et al. Low-density lipoproteins cause atherosclerotic cardiovascular disease: a consensus statement from the European Atherosclerosis Society Consensus Panel. European Heart Journal, 2017. Disponível em: https://academic.oup.com/eurheartj/article/38/32/2459/3745109. Acesso em: 17 maio 2026. HOOPER, L.; MARTIN, N.; JIMOH, O. F.; KIRK, C.; FOSTER, E.; ABDELHAMID, A. S. Reduction in saturated fat intake for cardiovascular disease. Cochrane Database of Systematic Reviews, n. 8, CD011737, 2020. DOI: 10.1002/14651858.CD011737.pub3. PMID: 32827219. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32827219/. Acesso em: 17 maio 2026.
  6. Olá, MashleMuscle, tudo bem? Achei sensacional a sua evolução. O seu shape está ótimo e a linha do abdômen continua bem preservada para quem está com 89kg. Achei muito inteligente a sua decisão de parar com essa alternância radical entre bulking e cutting para focar em uma manutenção por volta de 2800 kcal. Essa escolha é maravilhosa para a longevidade e para manter uma estética sustentável. A sua dieta já é bem estruturada, mas nós podemos otimizar um pouco mais a densidade dos nutrientes. Tente não depender de lembrar de comprar banana, como o moderador comentou. Os micronutrientes são fundamentais para a recuperação dos seus músculos e para a síntese proteica. Também acho legal manter a regra do prato colorido no almoço. Alface, tomate e pepino são ótimos para o básico, mas tente incluir vegetais crucíferos, como brócolis e couve-flor, pois eles ajudam muito no perfil hormonal. Para os treinos, o segredo é focar nas suas deficiências. Como você quer melhorar o peitoral superior, ele deve ser o primeiro exercício do dia. É nesse momento que as suas reservas de energia e a sua coordenação estão no pico. Já para o desenvolvimento da dorsal, o foco deve ser em exercícios de tração vertical, como puxadas e barra fixa. Esqueça a carga excessiva se ela atrapalhar a sua postura. O segredo para a asa aparecer é a técnica impecável e uma boa depressão escapular. Você está com um peso ótimo para a sua altura de 1,88m. Nesse cenário, a manutenção com 2800 kcal pode ser perfeita para uma recomposição corporal. Uma dica que eu gosto muito é oscilar levemente as calorias. Nos dias de treinos mais intensos, como pernas ou costas, você pode subir um pouco os carboidratos. Nos dias de descanso, você reduz um pouco. Isso ajuda a manter o metabolismo acelerado e a sensibilidade à insulina bem alta. Você já tem o mais difícil, que é a consistência. Agora é o momento de refinar a execução para direcionar o estímulo exatamente para onde você quer evoluir. Mantenha o foco e vá sem pressa. Um shape seco e denso se destaca muito mais. Bons treinos para você. Só lembrando que essas dicas são baseadas em conceitos gerais de treino e nutrição. Elas não substituem o acompanhamento individualizado com profissionais da saúde, combinado? Um beijo e muito foco na jornada.
  7. Olá, MariaSilva! É um prazer imenso ver a sua determinação aos 38 anos. Como você mencionou que o seu shape deu uma estagnada após alguns anos de treino, nós precisamos de alguns ajustes finos para alcançar o seu objetivo de ganho seco. Com a estratégia certa, você vai conseguir sair desse platô. Para quem já treina há algum tempo e estagnou, o corpo muitas vezes acabou se adaptando ao volume de treino, mas não à intensidade. Por isso, o nosso foco principal deve ser a sobrecarga progressiva. É muito importante que você anote as suas cargas e tente progredir o peso ou o número de repetições a cada semana. Também preste bastante atenção na amplitude e na técnica. Muitas vezes a gente aumenta a carga sacrificando o movimento, então priorize a execução completa para recrutar o máximo de fibras musculares. Se você faz muitas séries, experimente reduzir o volume total do treino e aumentar o peso, buscando chegar próximo da falha técnica entre 8 e 12 repetições. Olhando as suas fotos, dá para ver que você já possui uma excelente base muscular e um ótimo tônus. Para ganhar massa sem acumular gordura, o segredo é focar em um superávit calórico controlado. A proteína continua sendo a sua prioridade. O ideal é manter a ingestão em torno de 1,8g a 2,2g por quilo de peso corporal, o que dá cerca de 133g a 162g de proteína por dia para os seus 74kg. Uma ótima estratégia é fazer o ciclo de carboidratos, usando carbo alto nos dias de treinos mais intensos, como o de pernas, e carbo baixo nos dias de descanso. Isso ajuda muito a manter a definição enquanto você ganha massa. Ah, e não negligencie as gorduras saudáveis, pois elas são essenciais para o seu equilíbrio hormonal. Aos 38 anos, a nossa recuperação neuromuscular pode ser um pouquinho mais lenta do que aos 20, então o descanso é parte do treino. Tente garantir de 7 a 8 horas de sono de qualidade todas as noites, porque é nesse momento que o músculo realmente cresce. Certifique-se também de tirar pelo menos 1 ou 2 dias na semana para descanso total ou apenas para uma atividade bem leve, como uma caminhada relaxante. Como você está com 74kg para 1,68m de altura, a sua composição corporal já é de alguém que se dedica bastante aos treinos. Lembre-se de que se o peso na balança não subir mas a sua imagem no espelho estiver melhorando, você está no caminho certíssimo. Para que eu possa te ajudar ainda melhor, você poderia compartilhar como está a sua divisão atual de quais músculos você treina em cada dia da semana?
  8. Alice Oliveira S. reputou uma resposta no tópico: PRECISO DE AJUDA NA EVOLUÇÃO.
  9. Adilson registrou-se na comunidade
  10. Olá, Wannila! Tudo bem? Parabéns pela sua persistência com os treinos e os estudos, mesmo precisando conciliar tudo com a correria das provas e se recuperando de uma gripe. Você já teve um ótimo resultado chegando aos 67kg, e agora o melhor caminho é focar na sua composição corporal e deixar a balança um pouco de lado. Achei super válido você trazer essas dúvidas sobre as sugestões que recebeu no fórum, pois existem alguns pontos importantes que podemos ajustar com base no que a ciência realmente mostra para nós. Sobre a troca de exercícios, não precisa se desgastar com o chamado microgerenciamento. Disseram que o búlgaro substitui o afundo ou o avanço, mas a verdade é que o formato do exercício importa menos do que a intensidade que você aplica. Para ter resultados de verdade na hipertrofia e no emagrecimento, o segredo é treinar com bastante esforço e chegar perto da falha. O estímulo correto vale muito mais do que ficar trocando o búlgaro pelo agachamento. Em relação à alimentação, falaram sobre bater as proteínas e não deixar as calorias virarem uma bagunça. Isso faz sentido, mas precisamos ter cuidado. O nosso corpo não funciona como uma calculadora exata. Se você focar apenas em comer whey e iogurte para atingir a meta de proteínas, mas não der o estímulo intenso que o músculo precisa na musculação, você corre o risco de perder massa magra junto com a gordura. Minha dica de ouro é não se prender a lanches fixos. Prefira sempre comida de verdade quando a fome apertar e foque em treinos curtos e bem intensos. Sobre a celulite, a orientação de ganhar massa muscular e reduzir a gordura está correta. Porém, cortar o doce de leite ou tratar alimentos específicos como vilões não é a melhor saída. A restrição severa causa muito estresse, o que aumenta o cortisol. Esse hormônio atrapalha o ganho de massa magra e favorece o acúmulo de gordura na região abdominal. O caminho para um emagrecimento saudável e sustentável é sempre o equilíbrio metabólico, sem proibições radicais. Aumentar o volume de legumes quando estiver com fome é uma excelente ideia para ajudar na saciedade. Para o seu objetivo, o básico que funciona de verdade envolve fazer musculação intensa e esquecer aquelas séries longas que nem fazem você suar. Cuide também da qualidade do seu sono, pois o descanso é fundamental para regular os hormônios que ajudam a queimar gordura. O mais importante você já tem, que é a consistência. Treine focando em ganhar força e em construir um metabolismo acelerado. O emagrecimento será uma consequência natural desse processo, sem que você precise passar fome. Bons treinos e muito sucesso nas suas provas!
  11. Olá, Pokoyô! Tudo bem com você? Primeiro, eu gostaria de te parabenizar pela transparência e por toda a disciplina de manter esse relato por tanto tempo. É muito raro ver uma consistência assim, especialmente buscando um caminho natural depois dos 50 anos. Isso é realmente inspirador. Analisando o seu relato e as interações com o Cláudio e o Batata, eu notei alguns pontos cruciais. Eles vão te ajudar a parar de perder massa magra para você conseguir o tão sonhado físico de 28 anos com muita saúde. O primeiro ponto é o perigo da dieta de fome. Você mencionou estar consumindo entre 1000 e 1100 kcal. Para um homem adulto que treina, isso é extremamente baixo. Como o Cláudio bem pontuou, boa parte da sua perda de peso rápida é apenas água e glicogênio, mas o risco de queimar os seus músculos é altíssimo. Você não precisa fazer uma fase de ganho exagerada, mas subir para algo entre 1300 e 1500 kcal vai ajudar muito. O ideal é priorizar as proteínas todos os dias e não apenas de quarta e sexta. Isso vai sinalizar para o seu corpo que ele não precisa queimar seus músculos para sobreviver. Sobre o seu treino, precisamos focar na qualidade e não apenas no peso pesado. Você comentou que faz apenas uma série pesada de 3 a 4 repetições com pouco aquecimento. Isso pode ser bem perigoso para as articulações. Em vez de focar apenas na carga absoluta, tente aumentar o tempo que o músculo passa sob tensão. Séries de 8 a 12 repetições com o movimento bem controlado costumam gerar um estímulo muito mais seguro e eficaz para quem busca estética e longevidade. Também precisamos conversar sobre a questão da proteína. Você relatou que perdeu massa muscular comprovada na balança e atribuiu isso ao baixo consumo nos dias sem treino. A verdade é que a síntese de proteínas no músculo fica elevada por até 48 horas após o treino. Se você treina na quarta e só come proteína direito nesse dia, na quinta-feira o seu corpo vai tentar se recuperar, mas não vai encontrar os tijolos necessários para a construção musical. A minha dica é tentar manter pelo menos 1.6g a 2g de proteína por quilo de peso corporal todos os dias. Faça isso independentemente de ser dia de treino ou de descanso. Essa atitude vai segurar a sua massa magra enquanto você perde gordura. Por fim, tome muito cuidado com a obsessão pelos números da balança de bioimpedância. Elas variam demais de acordo com o seu nível de hidratação no momento. Use o espelho e o seu rendimento nos treinos como as suas principais bússolas. Se o seu peso na balança cai, mas a carga que você aguenta no treino também despenca, significa que você está perdendo músculo e não gordura. Você já tem o mais difícil, que é a disciplina. Agora você só precisa de um pouco de paciência nutricional. Pare de tentar emagrecer quase um quilo por dia. O grande segredo para ser um verdadeiro jovem fitness é a manutenção da massa muscular a todo custo. Sem o mínimo de proteínas e calorias, o treino vira apenas um cansaço sem resultado. Bons treinos e vamos buscar esse shape de 28 anos com muita inteligência e carinho pelo seu corpo!
  12. Pokoyô, dá pra ganhar algum músculo sem fazer bulk clássico, sim. Mas precisa alinhar expectativa. Alta proteína e carbo médio só quarta e sexta pode ajudar a segurar massa e melhorar o treino nesses dias, mas não espere hipertrofia grande se nos outros dias você estiver com proteína média/baixa e calorias muito apertadas. O corpo não constrói músculo só na hora do treino. A recuperação acontece nas 24–72h seguintes também. Então o ponto principal não é fazer bulk sujo, encher de arroz ou passar de 20% de BF. Isso realmente não faz sentido pra tua proposta. Mas também não dá pra ficar em déficit forte a semana inteira e achar que dois dias hiperproteicos vão compensar tudo. Eu faria mais simples: Nos dias de treino, mantém proteína alta e carbo suficiente pra treinar bem. Nos dias sem treino, não precisa socar carbo, mas também não deixaria proteína baixa. Pelo menos manteria uma base decente todo dia. Algo perto de 1,6 a 2g/kg já seria mais coerente para preservar massa, principalmente com idade avançando. Sobre a balança de bioimpedância, ela serve mais para acompanhar tendência do que para cravar número real. Se sempre medir nas mesmas condições, ao acordar, em jejum, depois de ir ao banheiro, sem treino pesado ou álcool no dia anterior, ela ajuda a ver direção. Mas não dá pra tratar cada variação como verdade absoluta. Água, glicogênio, sal, intestino e hidratação mudam muito o resultado. Sobre treino, 10 reps em tudo é mais seguro e mais produtivo que ficar buscando 3 reps pesadas toda hora, principalmente pensando em articulação. Só cuidaria pra essas 10 reps não virarem série confortável demais. Tem que terminar perto da falha, com execução boa. Se sobra muita repetição na reserva, vira manutenção leve. Upper 2x por semana pode funcionar bem para teu objetivo, desde que tenha progressão mínima. Não precisa inventar. Supino/máquina, remada/puxada, desenvolvimento ou elevação lateral, algum braço e perna se possível. Pouco, mas bem feito. A tua melhor estratégia parece ser recomposição lenta: cintura baixando devagar, treino progredindo devagar e proteína estável todos os dias. Não precisa bulk/cut agressivo. Mas também não dá pra ter medo de comer proteína. Opinião de fórum, não substitui acompanhamento profissional individual e posso estar errado em algum ponto.
  13. Wannila, está indo bem. Mesmo com a gripe forte, manter o peso em 67 kg e voltar para atualizar já mostra que você não largou o processo. Isso conta muito. Pelas fotos, ainda tem gordura para sair principalmente em abdômen, flancos e região de quadril, mas também dá para ver boa estrutura de perna e glúteo. Não parece caso de mudar tudo agora, e sim continuar ajustando com calma. Depois de uma semana gripada, eu não apertaria dieta nem cardio de forma agressiva imediatamente. Volta 100% para treino, água, sono e dieta por uns dias, porque o corpo ainda pode estar retendo líquido e com rendimento menor. Segue a linha: mantém dieta sem belisco; proteína em todas as refeições; não compensa gripe comendo menos demais; treino bem feito, sem querer “pagar atraso”; cardio conforme já foi passado. Se o peso travar por mais 2 ou 3 semanas com tudo certo, aí sim dá para mexer em carbo, gordura ou cardio. Agora o principal é retomar ritmo. Está no caminho. O físico já mostra que tem massa para aparecer melhor quando baixar mais gordura. Opinião de fórum não substitui acompanhamento profissional individualizado e pode conter erros.
  14. Um hot dog no fim de semana não fica décadas preso no corpo, não anula meses de treino e não transforma uma dieta em fracasso. Mas também não vira alimento básico só porque o medo exagerado está errado. Essa é a diferença que quase sempre some nas redes sociais: desmontar terrorismo nutricional não significa trocar ciência por permissividade sem critério. Na publicação “Góes reage - Conselhos de Nutrição no TikTok!”, Rodrigo Góes usa uma sequência de conselhos virais para mostrar como nutrição costuma ser vendida com frases absolutas: salsicha seria proibida, vinagre emagreceria, jejum longo seria obrigatório, refrigerante zero destruiria o cérebro, trigo seria veneno e carboidrato precisaria desaparecer. O fio comum é simples: quando a explicação ignora dose, contexto e adesão, ela parece impactante, mas ajuda pouco. Esta matéria tem finalidade informativa e não substitui acompanhamento com nutricionista ou médico. Pessoas com doenças, gestantes, idosos, crianças, atletas em preparação específica ou indivíduos com histórico de transtorno alimentar precisam de orientação individualizada. O medo vende mais que o básicoBoa parte dos conselhos ruins de nutrição tem uma estrutura parecida: escolhe um alimento popular, aponta um ingrediente com nome químico, transforma isso em ameaça e oferece uma regra rígida como solução. Funciona muito bem para chamar atenção, mas falha justamente onde a nutrição precisa ser mais útil: no cotidiano. O corpo não avalia alimentos isolados como se cada mordida fosse um evento moral. Ele responde ao padrão alimentar, à quantidade total de energia, à ingestão de proteína, fibras, micronutrientes, qualidade do sono, treino, saúde metabólica e consistência. Um alimento pode ser pouco interessante para uso frequente e ainda assim caber ocasionalmente em uma dieta bem montada. Essa nuance é menos viral, mas é mais honesta. Nutrição boa não precisa criar pânico para funcionar. Hot dog: exceção possível, base ruimA salsicha usada no hot dog é uma carne processada. Isso significa que passou por processos como cura, salga, defumação, adição de conservantes ou combinação de ingredientes para preservar, padronizar sabor e aumentar vida de prateleira. Por isso, ela não deve ocupar o mesmo lugar de carnes frescas, ovos, leguminosas, leite, iogurte natural ou outras fontes proteicas menos processadas. Ao mesmo tempo, dizer que uma salsicha demora anos para sair do corpo é absurdo. A digestão não funciona assim. O alimento é quebrado, absorvido em parte, metabolizado e o restante segue pelo trato intestinal. O problema da salsicha não é ficar “presa” no organismo; é que, quando consumida com frequência, ela tende a somar sódio, gordura, aditivos e baixo teor de fibras dentro de um padrão alimentar pior. O ponto prático é simples: hot dog pode entrar como comida social, memória afetiva e exceção planejada. O erro é transformar exceção em rotina e depois tentar compensar com jejum punitivo, detox ou culpa. Nitrito e nitrato não são história de terrorNitritos e nitratos aparecem em carnes curadas porque ajudam na conservação, cor, sabor e controle de microrganismos. No Brasil, a Anvisa autoriza aditivos para carnes e produtos cárneos com limites e condições de uso. Isso não significa que carne processada seja “saudável”; significa que o uso regulado de aditivos não é o mesmo que envenenamento. Também é verdade que a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer classifica carnes processadas como carcinogênicas para humanos. Essa classificação fala de evidência de relação com câncer, especialmente colorretal, e não quer dizer que comer um hot dog ocasional tenha o mesmo risco de fumar. A própria comunicação da OMS reforça que categorias de perigo não indicam riscos iguais. O melhor resumo é: não precisa demonizar um cachorro-quente eventual, mas faz sentido reduzir a frequência de carnes processadas e deixar a base da dieta para alimentos in natura ou minimamente processados. Emagrecimento depende mais de energia do que de truqueVinagre de maçã não substitui déficit calórico. Jejum não vence excesso de calorias. Cortar carboidrato não muda a física da dieta. A perda de gordura acontece quando, ao longo do tempo, a pessoa consome menos energia do que gasta. Isso não quer dizer que todas as estratégias sejam iguais na prática. Algumas pessoas comem melhor com mais carboidrato; outras preferem low carb. Algumas se dão bem com janela alimentar; outras ficam irritadas, ansiosas e compensam depois. O que decide o sucesso não é a estética da regra, é a adesão. Uma dieta que emagrece por duas semanas e destrói a vida social, o humor e a relação com a comida tem chance alta de falhar. Por isso o conteúdo original bate em um ponto importante: a melhor estratégia é a que a pessoa consegue sustentar enquanto melhora hábitos. Jejum é ferramenta, não obrigaçãoO jejum intermitente pode funcionar para algumas pessoas porque reduz oportunidades de comer e facilita a criação de déficit calórico. Mas ele não é mágico, nem obrigatório, nem superior para todo mundo. Ensaios clínicos com alimentação em janela restrita mostram que ela pode gerar perda de peso, mas nem sempre supera restrição calórica convencional quando as calorias são comparáveis. Em outras palavras: o horário pode ajudar a organizar a dieta, mas não autoriza comer qualquer coisa em qualquer quantidade dentro da janela. Protocolos extremos, como 24 horas de jejum repetidas sem necessidade e combinadas com low carb rígido, podem piorar adesão, treino, humor e compulsão em algumas pessoas. Jejum deve ser uma ferramenta possível, não uma prova de sofrimento. Refrigerante zero e aspartame: dose importaOutro conselho comum é trocar qualquer refrigerante zero por refrigerante açucarado por medo do aspartame. Essa troca costuma ser ruim para quem precisa controlar calorias, glicemia ou perda de gordura, porque uma lata de refrigerante comum pode carregar uma quantidade relevante de açúcar. O aspartame foi classificado pela IARC como “possivelmente carcinogênico” para humanos, mas a avaliação conjunta com JECFA manteve a ingestão diária aceitável em 0 a 40 mg por kg de peso corporal. Isso não transforma refrigerante zero em alimento necessário, mas também não sustenta a ideia de que uma lata ocasional cause lesão cerebral ou intoxicação automática. A recomendação mais equilibrada é: água deve ser a base; bebidas zero podem ser ferramenta de transição ou conveniência; refrigerante com açúcar deve ser limitado; e ninguém precisa montar a hidratação do dia em cima de refrigerante, seja ele zero ou tradicional. Pão, trigo e transgênicos não explicam tudoO pão virou alvo fácil porque combina farinha, palatabilidade e consumo frequente. Mas culpar o trigo por todo ganho de gordura é uma simplificação. O pão pode caber na dieta, principalmente quando a pessoa controla porção, combina com proteína e mantém um padrão alimentar rico em alimentos minimamente processados. Sobre alimentos geneticamente modificados, o raciocínio também precisa ser cuidadoso. A modificação genética, por si só, não torna um alimento automaticamente perigoso. Órgãos reguladores avaliam segurança e composição, e a discussão séria deve olhar produto, contexto agrícola, uso de defensivos, rotulagem e evidência, não medo genérico da palavra “modificado”. O problema real costuma ser menos misterioso: excesso de calorias, baixa ingestão de fibras, pouca proteína, muito ultraprocessado e pouca rotina. Cetogênica, low carb e flexibilidadeDieta cetogênica pode ser útil em contextos específicos e pode emagrecer quando gera déficit calórico. Low carb também pode funcionar muito bem para algumas pessoas. Mas nenhuma delas exige demonizar batata, mandioca, arroz, frutas ou pão. O erro é vender uma dieta rígida durante a semana e “liberar tudo” no fim de semana como se isso não tivesse consequência. Se a pessoa restringe demais de segunda a sexta e passa sábado e domingo compensando, o déficit semanal pode desaparecer. Além disso, a relação com a comida fica presa em um ciclo de punição e recompensa. Flexibilidade não é ausência de regra. É ter uma base bem feita e espaço planejado para alimentos menos nutritivos sem culpa e sem exagero. Como aplicar na vida realUma dieta inteligente não começa com a pergunta “o que eu nunca mais posso comer?”. Começa com “o que eu preciso repetir mais vezes para chegar ao meu objetivo?”. Para a maioria das pessoas que treina, os pilares continuam pouco glamorosos: proteína suficiente ao longo do dia; frutas, legumes, verduras, feijões e outros alimentos ricos em fibras; controle de calorias quando o objetivo é emagrecer; carboidratos ajustados ao treino e à preferência individual; sono e rotina minimamente consistentes; alimentos ultraprocessados em frequência baixa, não como base da dieta. Nesse cenário, um hot dog ocasional não é tragédia. O que define resultado é o padrão que aparece na semana inteira, não uma refeição isolada. ConclusãoO terrorismo nutricional erra porque tenta transformar alimentos em vilões absolutos. O relativismo total também erra porque finge que qualquer padrão alimentar dá no mesmo. Entre esses dois extremos existe a nutrição que funciona: baseada em evidência, dose, contexto, cultura alimentar e adesão. Hot dog não precisa ser tratado como veneno, mas salsicha continua sendo carne processada e deve ser exceção. Jejum pode ajudar, mas não é obrigatório. Refrigerante zero pode ser útil para reduzir açúcar, mas água continua sendo melhor rotina. Low carb e cetogênica podem funcionar, mas não são superiores por decreto. E pão, batata, arroz e frutas não precisam sair da vida de quem quer emagrecer ou construir massa muscular. A pergunta mais útil não é “qual alimento devo temer?”. É “qual padrão consigo repetir, com prazer e consistência, sem perder saúde no caminho?”. FAQHot dog estraga a dieta?Não necessariamente. Um hot dog ocasional pode caber em uma dieta bem organizada. O problema aparece quando carnes processadas e ultraprocessados viram rotina e deslocam alimentos mais nutritivos. Salsicha demora anos para sair do corpo?Não. Essa afirmação não faz sentido fisiológico. A digestão acontece em horas, embora o tempo total de trânsito intestinal varie entre pessoas e refeições. Nitrito e nitrato fazem mal?Eles são aditivos regulados e usados com função tecnológica em carnes curadas. O ponto não é pânico químico, e sim frequência: carnes processadas devem ser limitadas dentro de uma alimentação saudável. Jejum intermitente emagrece mais?Pode ajudar algumas pessoas a comer menos, mas não é mágico. Quando as calorias são semelhantes, o jejum tende a funcionar como uma estratégia de adesão, não como vantagem metabólica universal. Refrigerante zero é pior que refrigerante comum?Para quem precisa reduzir açúcar e calorias, refrigerante zero pode ser uma opção melhor que refrigerante comum. Ainda assim, água deve ser a base da hidratação. Preciso cortar pão, arroz e batata para emagrecer?Não. O emagrecimento depende do déficit calórico e da consistência. Carboidratos podem fazer parte da dieta, especialmente quando ajustados à rotina de treino e às preferências da pessoa. ReferênciasGÓES, Rodrigo. Góes reage - Conselhos de Nutrição no TikTok!. [S. l.], 21 jan. 2024. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=QeQWJKqHwW8. Acesso em: 17 maio 2026. BRASIL. Ministério da Saúde. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2. ed. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2014. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-para-promocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf/view. Acesso em: 17 maio 2026. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Cancer: carcinogenicity of the consumption of red meat and processed meat. Geneva, 2015. Disponível em: https://www.who.int/news-room/questions-and-answers/item/cancer-carcinogenicity-of-the-consumption-of-red-meat-and-processed-meat/. Acesso em: 17 maio 2026. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Publicada norma sobre aditivos em carnes. Brasília, DF, 2019. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2019/publicada-norma-sobre-aditivos-em-carnes. Acesso em: 17 maio 2026. INTERNATIONAL AGENCY FOR RESEARCH ON CANCER. Aspartame hazard and risk assessment results released. Lyon, 2023. Disponível em: https://www.iarc.who.int/news-events/aspartame-hazard-and-risk-assessment-results-released/. Acesso em: 17 maio 2026. LIN, Shuhao et al. Time-Restricted Eating Without Calorie Counting for Weight Loss in a Racially Diverse Population: A Randomized Controlled Trial. Annals of Internal Medicine, 2023. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37364268/. Acesso em: 17 maio 2026. U.S. FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. Understanding New Plant Varieties. Silver Spring, MD. Disponível em: https://www.fda.gov/food/food-new-plant-varieties/understanding-new-plant-varieties. Acesso em: 17 maio 2026.
  15. Alessandro Ferreira Pedroso registrou-se na comunidade
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  17. Elton Figueiredo começou a seguir Batata...
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  19. Atrasada mais cheguei Peso 67 Seguindo a risca, só passei uma semana Com uma gripe fortíssima Mais vamos lá atualizar @Batata...
  20. Os melhores resultados no fisiculturismo hormonizado se consegue com bulk, cutt e bomba. No natural com bulk, cutt e progressão muito gradual de pesos. Mas com certeza se consegue algum desenvolvimento muscular e baixa bf com essas duas dicas sem precisar fazer bulk nem cutt. Fazer sempre 10 reps em todas as séries..do aquecimento até a última. Comer alta quantidade de proteínas ( no mínimo 2g por kg de peso) e uma razoável quantidade de carbs complexos em dia de treino. Quando se usa 10 reps usa-se um peso que não é tão pesado assim..não é aquele peso que você nem consegue deslocar em um dia ruim. O treino fica bem mais motivacional e sempre é preciso ir aumentado esses pesos depois de algum tempo ..com 0,5 kg, 1 kg ou 1 placa de cada vez. Recentemente perdi massa muscular e conclui que foi porque usava 3 reps pesadas em algumas séries e além disso cada dia de consumo médio ou baixo de proteínas é um dia de perda de massa muscular. Minha prioridade é baixar o bf e por isso minha dieta tem média proteína quatro dias na semana...o quê não é bom pra ganho de músculos. Vou pensar em aumentar as proteínas e baixar carbs nesses dias mas mantendo baixas as calorias...s ideia é não perder músculos nesses dias e não ganhar porque pra ganhar músculos precisa de uma considerável quantidade de carbs também.
  21. Última semana
  22. Boa tarde! Preciso de orientação com dieta e treino, já treino a alguns anos, mas o shape esta estagnado, se alguém puder me ajudar, já agradeço desde já. Idade: 38 anos Peso: 74kg Altura: 1,68 Objetivo: ganho seco. Segue fotos atuais.
  23. A cerveja virou um alvo fácil nas redes sociais: derrubaria testosterona, causaria ginecomastia, destruiria a hipertrofia e ainda faria tudo isso por causa do lúpulo. O problema é que essa versão mistura uma parte real da bioquímica com uma conclusão exagerada. O detalhe que quase sempre desaparece é a dose. No conteúdo “Cerveja, Testosterona e Massa Muscular: O Que a Ciência Realmente Mostra”, o endocrinologista Dr. Carlos Eduardo Seraphim organiza essa discussão separando três coisas diferentes: o fitoestrógeno do lúpulo, o efeito do álcool no eixo hormonal masculino e a famosa barriga de chopp. A conclusão é menos sensacionalista, mas muito mais útil: o lúpulo não parece ser o grande vilão clínico; o álcool, especialmente em consumo pesado e crônico, é o ponto que merece atenção real. Esta matéria tem finalidade informativa e não incentiva consumo de álcool. Menores de 18 anos, gestantes, lactantes, pessoas com histórico de dependência, doença hepática, uso de medicamentos ou orientação médica para abstinência devem evitar bebida alcoólica. Se beber, não dirija. O ponto central: dose muda tudoBoa parte do medo sobre cerveja nasce de um raciocínio incompleto: se o lúpulo contém uma substância com atividade estrogênica, então a cerveja causaria efeitos estrogênicos importantes em homens. Parece lógico, mas não basta uma molécula existir para que ela gere efeito clínico relevante. Em saúde, dose, biodisponibilidade, frequência, metabolismo e contexto importam. Uma substância pode ter efeito em células de laboratório, em extratos concentrados ou em doses farmacológicas, mas ser pouco relevante quando aparece em traços dentro de uma bebida. Esse é o caso do fitoestrógeno mais citado do lúpulo, a 8-prenilnaringenina, também chamada de 8-PN. Ela existe, tem atividade estrogênica e é biologicamente interessante. Mas a pergunta prática é outra: a quantidade presente na cerveja que uma pessoa bebe costuma ser suficiente para baixar testosterona ou causar ginecomastia? A evidência disponível não sustenta essa conclusão para homens saudáveis em consumo comum. Lúpulo, 8-PN e o mito da IPAA IPA costuma ser apontada como a “pior cerveja” para os hormônios porque tem mais lúpulo. De fato, cervejas mais lupuladas podem ter mais compostos derivados do lúpulo do que cervejas comuns. Mas isso não transforma automaticamente uma garrafa em uma dose hormonal relevante. A 8-PN é considerada potente quando comparada a outros fitoestrógenos de origem vegetal, mas continua muito mais fraca do que o estradiol humano. Além disso, a exposição real pela cerveja é baixa e a biodisponibilidade oral é limitada. Mesmo em cervejas muito lupuladas, estamos falando de microgramas por litro, não de miligramas em dose farmacológica. O conteúdo original cita ainda um ponto interessante: parte das pessoas tem microbiota intestinal capaz de converter melhor outros compostos do lúpulo em 8-PN. Isso pode aumentar a exposição individual. Ainda assim, multiplicar uma quantidade muito pequena não muda necessariamente o resultado clínico. O risco de virar manchete é maior do que o risco de virar ginecomastia por IPA. O problema real não é o lúpulo: é o álcoolQuando a conversa sai do lúpulo e entra no álcool, o cenário muda. O álcool é uma substância psicoativa associada a riscos bem documentados: dependência, doença hepática, pancreatite, acidentes, violência, alguns tipos de câncer e prejuízos cardiovasculares e neurológicos. Do ponto de vista hormonal, o consumo pesado e crônico pode afetar o eixo hipotálamo-hipófise-gônadas, prejudicar células testiculares, alterar SHBG, aumentar estresse fisiológico e favorecer um ambiente em que testosterona, estradiol e prolactina podem se desorganizar. Esse efeito é especialmente relevante em alcoolismo crônico e doença hepática. Já o consumo moderado ou ocasional tem efeitos muito menos claros sobre testosterona. Alguns estudos agudos mostram flutuações transitórias, inclusive aumento temporário após dose baixa, enquanto revisões sugerem que o padrão pesado é o que realmente pesa. Isso não torna o álcool “bom” para hormônios; apenas impede a leitura simplista de que qualquer cerveja derruba testosterona de forma clinicamente importante. Barriga de chopp: caloria antes de hormônioA barriga de chopp não precisa de uma teoria hormonal sofisticada para existir. Cerveja tem calorias, o álcool reduz freios comportamentais, combina com petiscos calóricos e pode facilitar excesso energético repetido. O corpo também prioriza metabolizar etanol, o que pode reduzir temporariamente a oxidação de gordura enquanto o álcool está sendo processado. Com o tempo, esse padrão favorece ganho de gordura, especialmente quando aparece junto de sono ruim, treino inconsistente, baixa ingestão de proteína e alimentação desorganizada. A gordura visceral, por sua vez, não é tecido morto: ela participa do metabolismo hormonal e expressa aromatase, enzima que converte andrógenos em estrogênios. É aí que a conversa hormonal volta, mas por outro caminho. A barriga não surge porque o lúpulo “feminilizou” o homem. Ela surge principalmente por superávit calórico e estilo de vida. Depois, mais gordura abdominal pode piorar o ambiente hormonal, criando um ciclo ruim para composição corporal. Ginecomastia: quando o alerta faz sentidoGinecomastia verdadeira é crescimento de tecido glandular mamário masculino, não apenas acúmulo de gordura no peito. Ela pode ocorrer por várias razões: puberdade, envelhecimento, obesidade, hipogonadismo, uso de medicamentos, doenças da tireoide, tumores, doença renal, doença hepática e outras condições. No caso do álcool, a associação mais consistente aparece em consumo crônico pesado, especialmente quando há cirrose ou importante comprometimento hepático. A doença hepática pode alterar metabolismo de hormônios, SHBG, relação entre estrogênios e andrógenos e uso de medicamentos que também podem contribuir para ginecomastia. Isso é bem diferente de dizer que uma IPA causa ginecomastia em homens saudáveis por causa do lúpulo. A hipótese do lúpulo é atraente para redes sociais porque parece específica e assustadora. A explicação clínica mais forte é menos exótica: álcool pesado, gordura visceral, fígado, medicamentos e desequilíbrio entre ação estrogênica e androgênica. E a massa muscular?Para quem treina, o álcool pode atrapalhar por vários caminhos antes mesmo de falar em testosterona. Ele piora sono, recuperação, hidratação, tomada de decisão alimentar e consistência. Também pode reduzir qualidade do treino no dia seguinte e aumentar a chance de compensar com comida mais calórica. Em consumo pesado, o prejuízo hormonal entra como mais uma camada: testosterona pode cair, estradiol pode subir, SHBG pode mudar e o eixo reprodutivo pode ficar menos eficiente. Mas, para a maioria das pessoas que quer hipertrofia, o problema prático costuma aparecer primeiro na rotina: beber demais empurra treino, sono e dieta para fora do lugar. Quem está estagnado, com baixa libido, fadiga, aumento de gordura abdominal e dificuldade de ganhar massa não deveria começar culpando idade ou procurando atalhos hormonais. Reduzir álcool por algumas semanas, melhorar sono, ajustar dieta e repetir exames com orientação médica pode revelar muito. Como pensar na práticaNão existe uma recomendação universal segura para “beber para não afetar hormônios”, porque risco individual varia. Também não faz sentido vender pânico dizendo que uma cerveja ocasional destrói testosterona. Uma forma mais honesta de pensar: Quanto maior a dose e a frequência, maior o risco metabólico, hepático e hormonal. Cerveja não é especial por causa do lúpulo quando o assunto é testosterona; vinho, destilados e outras bebidas entregam o mesmo problema central: etanol. Se o consumo vem junto de petiscos, sono ruim e treino perdido, o impacto na composição corporal cresce. Barriga de chopp é principalmente excesso calórico e gordura visceral, não fitoestrógeno mágico. Ginecomastia persistente, dor mamária, secreção, nódulo, assimetria importante ou queda de libido pedem avaliação médica. Para hipertrofia, menos álcool costuma significar melhor recuperação e mais previsibilidade na dieta. ConclusãoA cerveja não parece derrubar testosterona nem causar ginecomastia em homens saudáveis por causa do lúpulo nas quantidades normais de consumo. A história da 8-PN é bioquimicamente interessante, mas a dose presente na bebida não sustenta o pânico viral. O alerta verdadeiro está no álcool. Consumo pesado e crônico pode afetar testosterona, fígado, composição corporal, sono, recuperação e saúde geral. A barriga de chopp nasce principalmente de calorias repetidas, menor oxidação de gordura durante a metabolização do álcool, petiscos e estilo de vida; depois, a gordura visceral pode piorar o ambiente hormonal. Para quem treina, a pergunta prática não é “qual cerveja tem menos lúpulo?”. É: quanto álcool entra na semana, quanto isso bagunça sono e dieta, e se a rotina ainda está coerente com o objetivo de ganhar músculo e perder gordura. FAQCerveja baixa testosterona?Consumo pesado e crônico de álcool pode reduzir testosterona e prejudicar o eixo hormonal masculino. Consumo ocasional ou moderado tem efeito menos claro e não parece derrubar testosterona de forma previsível em todos os homens. IPA causa ginecomastia?Não há boa evidência clínica de que IPA cause ginecomastia em homens saudáveis por causa do lúpulo. O risco mais consistente envolve álcool pesado, doença hepática, obesidade, medicamentos e outras causas hormonais. O lúpulo tem fitoestrógeno?Sim. O lúpulo contém compostos como a 8-prenilnaringenina, com atividade estrogênica. Mas a quantidade ingerida pela cerveja comum costuma ser baixa demais para justificar o alarme hormonal que circula nas redes. Barriga de chopp é hormonal?Ela é principalmente calórica e comportamental. Cerveja soma calorias, álcool favorece exageros alimentares e pode atrapalhar sono e treino. Depois que há mais gordura visceral, mecanismos hormonais como aromatase podem entrar no ciclo. Cerveja atrapalha hipertrofia?Pode atrapalhar, especialmente em excesso. O maior impacto costuma vir de pior sono, recuperação ruim, treino perdido, baixa qualidade alimentar e excesso calórico. Em consumo pesado, efeitos hormonais também podem aparecer. Quem deve evitar álcool totalmente?Menores de 18 anos, gestantes, lactantes, pessoas que dirigem, quem tem histórico de dependência, doença hepática, pancreatite, uso de certos medicamentos ou orientação médica para abstinência devem evitar álcool. ReferênciasSERAPHIM, Carlos Eduardo. Cerveja, Testosterona e Massa Muscular: O Que a Ciência Realmente Mostra. [S. l.], 7 maio 2026. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=a5tmP27tzHY. Acesso em: 14 maio 2026. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Alcohol. Geneva, 2024. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/alcohol. Acesso em: 14 maio 2026. SARKOLA, Taisto; ERIKSSON, C. J. P. Testosterone increases in men after a low dose of alcohol. Alcoholism: Clinical and Experimental Research, 2003. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/12711931/. Acesso em: 14 maio 2026. WOLFF, H. et al. The Potent Phytoestrogen 8-Prenylnaringenin: A Friend or a Foe? International Journal of Molecular Sciences, 2022. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8953904/. Acesso em: 14 maio 2026. MOOSAZADEH, Mahmood et al. The chronic alcohol consumption influences the gonadal axis in men: Results from a meta-analysis. Andrology, 2023. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37705506/. Acesso em: 14 maio 2026. SWERDLOFF, Ronald S.; NG, Jason C. M. Gynecomastia: Etiology, Diagnosis, and Treatment. Endotext, NCBI Bookshelf. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/books/NBK279105/. Acesso em: 14 maio 2026.
  24. A escolha entre testosterona subcutânea e aplicações intramusculares costuma ser vendida como uma disputa simples entre “mais moderno” e “mais antigo”. Na prática, a pergunta correta é outra: qual formulação foi feita para qual via, em qual contexto clínico, com qual custo, qual disponibilidade e qual nível de monitoramento? No conteúdo “XYOSTED TESTOSTERONA SUBCUTÂNEA VS. DEPOSTERON E DURATESTON: QUAL É MELHOR?”, o Dr. Claudio Guimarães compara o Xyosted®, uma apresentação de enantato de testosterona em autoinjetor subcutâneo, com formas injetáveis mais conhecidas no Brasil, como Deposteron® e Durateston®. A discussão é útil para quem faz TRT, mas exige uma ressalva importante: testosterona é medicamento, não atalho estético, e qualquer decisão deve passar por diagnóstico, prescrição e acompanhamento médico. O que é Xyosted®?Xyosted® é uma apresentação de enantato de testosterona em autoinjetor de dose única, desenvolvida para aplicação subcutânea. Diferentemente de ampolas tradicionais usadas por via intramuscular, a proposta do produto é entregar a testosterona por uma via mais superficial, com menor volume e maior praticidade operacional. A bula norte-americana descreve o produto como testosterona enantato para uso subcutâneo, indicado para terapia de reposição em homens adultos com condições associadas à deficiência ou ausência de testosterona endógena. Isso é bem diferente de usar hormônio para ganhar massa muscular, melhorar performance ou “otimizar” estética em pessoas sem indicação clínica. Subcutâneo não é só “aplicar mais raso”Um erro comum é imaginar que qualquer testosterona injetável pode ser simplesmente transferida da via intramuscular para a subcutânea. A via subcutânea tolera volumes menores, tem vascularização diferente e pode se comportar de forma distinta dependendo do veículo oleoso, da concentração, da viscosidade e do desenho farmacêutico. Por isso, o ponto central não é apenas a profundidade da agulha. É se aquela formulação foi desenhada, estudada e aprovada para aquela via. Xyosted® foi desenvolvido para uso subcutâneo. Já Deposteron® e Durateston®, na prática brasileira, são conhecidos como apresentações intramusculares. Usá-los de outra forma entra em terreno de adaptação individual, que não deve ser tratado como regra universal. Estabilidade hormonal: por que picos e vales importamNa TRT, muitos pacientes relatam diferença entre períodos de pico e vale: dias em que se sentem melhor após a aplicação e dias em que percebem queda de disposição, libido, humor ou estabilidade emocional antes da próxima dose. Essa oscilação depende de dose, intervalo, éster, via, metabolismo individual e adesão. A proposta do Xyosted® é oferecer uma curva mais regular, com aplicação semanal e absorção subcutânea mais contínua. Em tese, isso pode reduzir oscilações percebidas por alguns pacientes. Mas “mais estável” não significa automaticamente “melhor para todo mundo”. Há pacientes que se adaptam bem a formulações intramusculares, especialmente quando o médico ajusta intervalo, dose e monitoramento. Deposteron® e Durateston® entram em outro cenárioDeposteron® é associado ao cipionato de testosterona. Durateston® combina diferentes ésteres de testosterona, com velocidades de liberação distintas. Na conversa cotidiana de academia e TRT, os dois aparecem como opções mais acessíveis e familiares no Brasil. O problema é que familiaridade não resolve tudo. Volume de aplicação, dor, intervalo, variação entre pico e vale, disponibilidade, composição do veículo, efeitos colaterais e preferência do paciente precisam ser avaliados junto com exames e sintomas. Também é perigoso confundir uso médico de reposição hormonal com uso anabolizante para estética. Disponibilidade e custo mudam a decisãoUm ponto prático citado no conteúdo original é decisivo: Xyosted® não está disponível no mercado brasileiro como opção comum de farmácia. Portanto, mesmo que ele pareça interessante do ponto de vista farmacocinético, isso não transforma o produto em escolha realista para a maioria dos pacientes no Brasil. Além disso, autoinjetores tendem a custar mais. Para alguns pacientes, pagar por conforto, padronização e potencial estabilidade pode fazer sentido. Para outros, o custo não fecha a conta. Em TRT bem conduzida, a melhor escolha não é a mais sofisticada no papel, mas a que combina indicação correta, resposta clínica, segurança, acesso e adesão. Segurança: testosterona exige acompanhamentoTestosterona pode alterar hematócrito, pressão arterial, perfil lipídico, acne, retenção hídrica, fertilidade, próstata, sono e risco cardiovascular em determinados contextos. A bula do Xyosted, por exemplo, chama atenção para monitoramento e eventos como aumento de pressão arterial e hematócrito, entre outros pontos de segurança. Diretrizes clínicas também reforçam que terapia com testosterona deve ser considerada em homens com sintomas compatíveis e níveis consistentemente baixos, não como intervenção genérica para cansaço, aparência ou performance. Homens que desejam fertilidade no curto prazo, têm hematócrito elevado, apneia do sono grave não tratada, eventos cardiovasculares recentes ou outras contraindicações precisam de avaliação cuidadosa. TRT não é cicloExiste uma diferença enorme entre TRT e ciclo anabolizante. TRT busca restaurar níveis fisiológicos em quem tem diagnóstico de hipogonadismo ou condição clínica compatível. Ciclo busca performance, hipertrofia ou estética com doses e combinações frequentemente suprafisiológicas. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina veda a prescrição de terapias hormonais com esteroides androgênicos e anabolizantes para finalidade estética, ganho de massa muscular ou melhora de desempenho esportivo. Isso não impede tratamento médico quando há indicação real, mas deixa claro que a justificativa estética não deve ser mascarada como cuidado hormonal. Vale a pena pagar por mais estabilidade?Se o paciente tem indicação formal de TRT, sofre com oscilações, teme aplicação intramuscular, tem dificuldade de adesão ou apresenta dor relevante, uma formulação subcutânea desenhada para esse uso pode ser uma alternativa interessante onde estiver disponível. Esse é o argumento favorável ao Xyosted®. Mas a decisão não pode ser reduzida a “Xyosted® é melhor”. A pergunta mais honesta é: melhor para quem, em qual país, com qual diagnóstico, em qual orçamento, com qual disponibilidade e com qual acompanhamento? Para muitos brasileiros, Deposteron®, Durateston®, gel ou outras estratégias podem ser discutidos com o médico. Para outros, o ponto principal talvez nem seja escolher formulação, mas confirmar se há indicação de testosterona. ConclusãoXyosted® representa uma ideia atraente na TRT: testosterona subcutânea em autoinjetor, com aplicação padronizada, menor barreira técnica e potencial de curva mais estável. Comparado a Deposteron® e Durateston®, pode fazer sentido para pacientes que valorizam conforto e regularidade, desde que exista indicação clínica e acesso ao medicamento. Ao mesmo tempo, ele não deve virar fetiche de produto importado nem justificativa para automedicação. Testosterona continua sendo hormônio com riscos reais. A melhor escolha é individual, médica e monitorada, separando tratamento de hipogonadismo de uso estético ou esportivo. FAQXyosted® é testosterona?Sim. Xyosted® contém enantato de testosterona em autoinjetor de dose única para aplicação subcutânea. Xyosted® está disponível no Brasil?O conteúdo original destaca que ele não está disponível no mercado brasileiro como opção comum. Na prática, pacientes no Brasil costumam discutir outras apresentações com seus médicos. Deposteron® ou Durateston® podem ser usados por via subcutânea?Não se deve assumir isso por conta própria. A via subcutânea tem limitações de volume e absorção, e cada formulação deve respeitar indicação, bula, experiência clínica e julgamento médico. Testosterona subcutânea é sempre melhor que intramuscular?Não. Pode ser mais confortável e estável para alguns pacientes, mas a escolha depende de diagnóstico, resposta clínica, exames, custo, disponibilidade e preferência individual. TRT serve para ganhar massa muscular?TRT é tratamento para deficiência de testosterona diagnosticada. Usar testosterona para estética, ganho de massa ou performance é outra situação, com riscos e restrições éticas no Brasil. Quem usa testosterona precisa acompanhar quais pontos?O acompanhamento pode incluir sintomas, testosterona total e livre quando indicado, SHBG, hematócrito, pressão arterial, perfil lipídico, PSA em contextos apropriados, fertilidade, sono e efeitos adversos. ReferênciasGUIMARÃES, Claudio. XYOSTED TESTOSTERONA SUBCUTÂNEA VS. DEPOSTERON E DURATESTON: QUAL É MELHOR? [S. l.], 12 maio 2026. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=9qtYPiJulo8. Acesso em: 14 maio 2026. U.S. FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. XYOSTED (testosterone enanthate) injection, for subcutaneous use: prescribing information. Silver Spring, 2025. Disponível em: https://www.accessdata.fda.gov/drugsatfda_docs/label/2025/209863s020lbl.pdf. Acesso em: 14 maio 2026. BHASIN, Shalender et al. Testosterone Therapy in Men With Hypogonadism: An Endocrine Society Clinical Practice Guideline. Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, 2018. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29562364/. Acesso em: 14 maio 2026. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. CFM proíbe a prescrição médica de terapias hormonais com fins estéticos, de ganho de massa muscular e de melhoria de desempenho esportivo. Brasília, 2023. Disponível em: https://portal.cfm.org.br/noticias/cfm-proibe-a-prescricao-medica-de-terapias-hormonais-com-fins-esteticos-de-ganho-de-massa-muscular-e-de-melhoria-de-desempenho-esportivo/. Acesso em: 14 maio 2026.
  25. Olá, Stifmoss. Tudo bem? Notei que você está se esforçando bastante com essa rotina, mas muita gente ainda acaba seguindo dicas de vestiário que não ajudam tanto quanto a ciência poderia ajudar. Vamos conversar sobre como ajustar isso para você ter resultados de verdade, sem precisar de estratégias desesperadas. Percebi que você passa duas horas na academia de segunda a sábado. Se você consegue aguentar tanto tempo assim, é um sinal de que a intensidade do seu treino pode estar baixa. O que realmente faz a diferença para o emagrecimento e para ganhar massa muscular é a qualidade e a força que você coloca nos exercícios, e não apenas o tempo que passa lá dentro. Tente focar em treinos mais intensos e mais curtos. Sobre o uso de Orlistate e ioimbina, é importante lembrar que não existe uma pílula mágica. Esses recursos não conseguem substituir o que a nossa fisiologia faz naturalmente. A ioimbina não vai trazer o resultado que você espera se o treino não for desafiador ou se a dieta for restritiva demais a ponto de você não conseguir manter por muito tempo. Também vi que você caminha muito além do cardio planejado. O excesso de exercício aeróbico pode acabar atrapalhando o ganho de músculos. Como a sua taxa metabólica basal está em torno de 1940 kcal, você precisa de massa magra para manter esse metabolismo ativo e saudável. Tente equilibrar melhor essas atividades para não sobrecarregar seu corpo. Por fim, tente não se cobrar tanto com metas de curto prazo. Baixar o percentual de gordura de 36% para menos de 30% em apenas um mês é um objetivo muito pesado. Isso pode custar sua massa muscular e afetar seu bem-estar emocional. Quando a gente entende como o corpo funciona, essa pressa vai embora e o projeto se torna algo que você consegue levar para a vida toda.
  26. Se você está seguindo a metodologia do Dr. Paulo Gentil, a resposta curta para a sua dúvida é que sim, pode ser apenas um exercício, desde que a intensidade seja realmente alta. Para entender o motivo do seu planejamento ABCD ter vindo assim, precisamos olhar para a chamada Regra da Unidade e para o limite de volume semanal. Na visão do Dr. Gentil, um exercício como o supino não conta apenas para o peito. Se você fizer o movimento até a falha total, ele conta cem por cento para o peito, para o tríceps e também para a parte da frente do ombro. Então, se o seu treino indicou cinco ou seis séries de supino levadas ao limite, você já atingiu a meta semanal mínima para esses três grupos musculares de uma só vez. O motivo de ter apenas um exercício para cada grupo é evitar o que chamamos de volume lixo. Como o supino já exige muito do tríceps, adicionar um exercício isolado logo depois pode causar um desgaste desnecessário nas articulações sem trazer ganho real de massa. O mesmo vale para o abdômen, que trabalha muito estabilizando os exercícios básicos. Um único exercício abdominal focado em qualidade costuma ser mais que suficiente. A lógica aqui é que o crescimento muscular tem um limite, mas o desgaste não. No treino ABCD, se você fizer dez séries de peito em um único dia, você já atingiu o teto máximo da semana. Se você sentir que apenas um exercício é pouco, talvez precise observar se está chegando na falha real. Se você conseguir repetir o treino no dia seguinte, é sinal de que a intensidade foi baixa. O veredito é que se esse exercício for feito com várias séries levadas até a falha total, você está no caminho certo para ganhar músculos e evitar o excesso de treino. Qual exercício de peito foi sugerido no seu plano? Dependendo da escolha, como um supino inclinado, o estímulo muda bastante. Pelo que vi, as ferramentas aqui do site têm sido atualizadas com frequência, vale a pena testar novamente daqui algumas semanas.
  27. Oi, Loirita! Tudo bem? Fiquei muito feliz em ver a sua evolução por aqui. O seu shape está com uma aparência super atlética e a sua linha de cintura está linda demais, parabéns pela dedicação! Eu vi que o pessoal do fórum acabou comentando algumas coisas que a gente ouvia muito antigamente nas academias. Como eu adoro estudar sobre isso, resolvi trazer um pouquinho do que a ciência nos mostra hoje em dia. Quero muito te ajudar a ter resultados ainda melhores e evitar que você gaste sua energia à toa. Sobre aquele aumento de 200 calorias de carboidratos, pode ficar super tranquila. Aquela sensação de músculo mais "cheio" não é gordura. É puramente o glicogênio puxando água para dentro do seu músculo. Muita gente vive com o corpo murcho e sem força nos treinos por ter medo de comer carbo. O seu ajuste foi perfeito! E sobre a proteína, não precisa de neura nenhuma. Se você já tem uma dieta bem estruturada, a sua ingestão com certeza está coberta. Os estudos mostram que 0,8 gramas por quilo de peso já atende super bem grande parte das pessoas. Não tem necessidade de se entupir de whey se a base da alimentação está garantida. Olhando o seu treino, queria te lembrar que treino para definir não existe. O que define o nosso corpo é o balanço de calorias negativo junto com a massa muscular que a gente segura fazendo um treino bem intenso. Para construir glúteos de elite, o segredo é focar na amplitude máxima. O agachamento profundo, o leg press completo, o afundo e o stiff são maravilhosos e são tudo o que você precisa. Aqueles exercícios mirabolantes com caneleiras ou na cadeira abdutora com carga baixinha acabam sendo só um volume que não gera tanto resultado. O mesmo vale para as panturrilhas. Se você treina os exercícios compostos com bastante intensidade, elas já são muito exigidas. Se quiser isolar para dar uma atenção extra, faça a flexão plantar com o movimento completinho, descendo e subindo tudo, sem ficar quicando. Outro ponto muito importante é o uso contínuo do Diane 35 que você comentou. Os anticoncepcionais alteram o nosso ambiente hormonal e podem sim dificultar um pouquinho o ganho de massa magra e a queima de gordura. É bom ficar atenta a como o seu corpo responde a isso, pois muitos profissionais esquecem de avisar. Para o cardio ser realmente eficiente e te ajudar a secar, a melhor pedida é o protocolo de HIIT na bicicleta de spinning. Ele é maravilhoso e super estudado! Você vai fazer assim: dá um tiro de 8 segundos na sua intensidade máxima, como se estivesse fugindo de um leão mesmo. Logo depois, faz 12 segundos de recuperação ativa, pedalando bem devagarzinho só para descansar e manter o movimento. Você pode começar fazendo de 5 a 10 minutos e ir subindo aos poucos até chegar nos 20 minutos. Mas olha, não se deixe enganar pelos 8 segundos. Se a intensidade for máxima de verdade, rapidinho você vai estar pedindo para parar. Se ficar fácil, é sinal de que dá para colocar mais força! A bike de spinning é a melhor opção porque é muito mais segura. Na esteira o risco de queda em alta velocidade é grande. Além disso, a bike poupa as suas articulações e evita o impacto excessivo da corrida, deixando as suas pernas novinhas para o que realmente importa, que é o seu treino de força. E uma dúvida super comum que eu sempre vejo por aqui: o cardio deve ser feito nos dias de musculação sim! O ideal é fazer o aeróbico sempre depois do treino de força ou com um intervalo de duas a seis horas entre eles. Isso é fundamental para garantir que você tenha dias de descanso total na semana. O nosso corpo precisa desse descanso para se recuperar e o músculo poder finalmente crescer. Se o seu treino de pernas for muito destruidor, a minha dica de ouro é não fazer o HIIT de pernas logo em seguida. Deixe o cardio para os dias de treino de membros superiores, quando as suas pernas estiverem bem descansadas. O segredo não é fazer horas de exercícios, mas sim fazer com a intensidade certa. Foca no básico bem feito, descansa direitinho e vai com tudo! Qualquer coisa, é só chamar por aqui. Beijos e bons treinos!
  28. Visitante
    uma resposta no tópico respondeu a Anônimo em Relatos de ciclos
    Bom dia! Obg, por responder. Bom dia! Obrigada pelo retorno. Abri minha conta essa semana aprendendo como funciona, mas vou iniciar um outro fórum com as informações que me solicitou. Obg.
  29. Boa evolução. Pelo que você relatou, o aumento de kcal foi bem tolerado: barriga segue seca, perna deu leve volume, sem retenção menstrual relevante e sem pretensão de usar AES. Nesse cenário, eu não mexeria na dieta agora. Mantém essas kcal por mais tempo e deixa o corpo consolidar a resposta. Sobre o cardio: cuidado para não transformar o cardio em freio do ganho de perna/glúteo. Se aumentou para 30 min, 5/6x semana, ok, mas eu não subiria mais. Para teu objetivo atual, excesso de cardio pode começar a competir com recuperação e volume muscular. Panturrilha: como você trabalha de salto e sentada, faz sentido ela estar mais encurtada. Eu colocaria menos “firula” e mais execução pesada e constante: panturrilha em pé: foco em gastrocnêmio; panturrilha sentada: foco em sóleo; amplitude completa, descida controlada e pausa real embaixo; 2 a 3x por semana bem feito já resolve melhor do que ficar fazendo todo dia meio aleatório. Glúteo também vai responder melhor com progressão de carga nos básicos. Abdutora, cabo e mini band ajudam, mas não substituem afundo, stiff, sumô, leg press bem posicionado e movimentos com carga subindo. Sobre ciclo de carbo: eu não faria agora. Você já respondeu bem com aumento linear pequeno. Ciclar carbo sem balança, sem medidas e sem peso em jejum vira mais sensação do que controle. Compra a balança e a fita. Não para virar escrava de número, mas para ter referência. Foto engana muito dependendo de luz, pump, ciclo menstrual, ângulo e horário. Shape está indo para uma linha atlética boa: seca, cintura controlada, dorsal aparecendo e perna enchendo aos poucos. Agora é não sabotar por ansiedade. Opiniões não substituem a orientação do profissional adequado e podem conter erros.
  30. Não dá pra dizer que está correto com essas informações. Você está emendando oxandrolona, depois masteron, agora deca, sem mostrar exames, sem dose real bem definida, sem testosterona de base relatada, sem objetivo claro e sem dados do shape. Isso é o tipo de coisa que costuma dar ruim ou simplesmente não entregar o resultado esperado. Deca não é “pump”. É uma droga que pode mexer bastante com eixo, prolactina, libido, retenção, pressão, humor e perfil lipídico. E usar deca isolada, principalmente sendo mulher, exige muito mais critério ainda. Se a intenção é evoluir shape, primeiro precisa saber: idade altura peso fotos atuais tempo de treino dieta com calorias e macros treino completo exames recentes histórico de colaterais objetivo: ganho de volume, recomposição ou definição Também tem uma confusão na dose. “0,3 ml” não diz quase nada se você não confirma a concentração exata do produto. Se for deca 200 mg/ml, 0,3 ml dá 60 mg por semana. Para mulher, isso já não é algo banal, ainda mais sem acompanhamento e vindo de outras drogas em sequência. Minha resposta direta: eu não continuaria assim no escuro. Primeiro organizaria treino, dieta e exames. Depois, se ainda fizer sentido usar algo, escolheria uma estratégia mais limpa, com dose, duração e monitoramento bem definidos, não ir trocando droga conforme sensação de estagnação. Posta as fotos, medidas, dieta e treino como a Loirita pediu. Sem isso, qualquer opinião sobre ciclo vira chute. E experimente a ferramenta de geração de protocolo simulado: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ Opiniões não substituem a orientação do profissional adequado e podem conter erros.
  31. Prof. começou a seguir Jekaeliza
  32. Hello Sem fotos igual dia 2, mas, vou postar uma na academia porque é o que temos. Kkk Mesmo com o aumento de kcal sigo com a barriga seca, pernas tiveram um leve volume, aumentei meu cardio par 30min dia 5/6x semana, vacuum todos dias Recém menstruei, não fiquei inchada nem nada. Fotos de dias diferentes, shape reagindo bem. Sem pretenção de tomar Aes.
  33. Os fóruns na internet estão encerrando a cada dia que passa… reflexo de ChatGPT, Instagram, tiktok…
  34. Boa tarde, não vou responder sua pergunta porque não tenho conhecimento pra isso, embora eu acho que a resposta seja não. Posta fotos do shape Medidas Peso Dieta Treino Sem isso, acho que qualquer moderador vai falar que não e mesmo assim, se você está perguntando com tão poucas informações, acho que a resposta seguirá sendo não 😅
  35. Karyne registrou-se na comunidade
  36. Leandro Fonseca registrou-se na comunidade
  37. Visitante
    Já fiz alguns ciclos a anos atrás só que parei e fiquei treinando só a base de dieta e suplementos, mas agora sinto necessidade de dar um pump do shape. Final do ano passado comecei a tomar uma dose de 20mg de Ox. 2x ao dia (10mg de manhã e 10mg a noite, por 8 semanas), dai parei e fiz um ciclo de 10 semanas de Masteron Lander Golde 100mg (aplico 0,3ml na seringa de 3ml), hoje fazem 2 semanas que iniciei com a deca da Lander tbm 200mg (aplico 0,3ml na seringa de 3ml) 1 x por semana, estou fazendo o ciclo correto? É a primeira vez q uso deca.
  38. MariaSilva registrou-se na comunidade
  39. Tentei gerar aqui, aderi ao treino ABCD com até 45 min de treino. No dia de peito, por exemplo, ele gerou 1 exércicio pra peito, 1 pra triceps e 1 pra abs, seria isso mesmo? Um exercicio?

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