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  1. Última Hora

  2. Para o seu caso, eu manteria o foco em cutting, mas sem fazer um cutting agressivo demais. Você já perdeu 40 kg, tem histórico de flacidez e quer melhorar coxas. Se cortar calorias demais enquanto usa oxandrolona, pode até baixar peso, mas o treino tende a cair e a perna não responde como você quer. Pela faixa que você citou, 1200 kcal nos dias baixos pode ser pouco para quem treina 5 vezes por semana e ainda faz cardio 2 vezes ao dia. Eu preferiria um déficit moderado, proteína bem alta e cardio ajustado conforme recuperação. Em muitos casos, 1 cardio por dia bem feito já basta. Dois cardios por dia podem ser úteis por um período, mas também podem aumentar fome, cansaço e retenção. Sobre carboidrato, 178 g em dia de inferiores não é absurdo se as calorias semanais estiverem controladas. Perna precisa de glicogênio para treinar forte. O que eu observaria é média semanal de peso, medidas de cintura, fotos e performance. Se cintura não cai em 2 a 3 semanas, reduz um pouco calorias. Se força despenca e fome fica incontrolável, o déficit está agressivo. Oxandrolona não resolve pele sobrando nem substitui dieta. Pode ajudar na preservação de massa magra e força, mas em mulher 20 mg por dia já exige muita atenção a colaterais. Voz, acne, queda de cabelo, pelos, alteração menstrual e libido fora do padrão devem ser levados a sério. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  3. Cláudio Chamini reputou uma resposta no tópico: 1° ciclo de oxandrolona
  4. Cláudio Chamini reputou uma resposta no tópico: 1° ciclo de oxandrolona
  5. Cláudio Chamini reputou uma resposta no tópico: 1° ciclo de oxandrolona
  6. Com 42 anos, três filhos pequenos, trabalho cheio e pouco tempo de treino, o melhor plano não é o mais perfeito. É o que cabe na sua vida sem quebrar você em duas semanas. Se você consegue treinar 40 a 60 minutos, dá para fazer muita coisa boa. Eu organizaria 4 treinos por semana como base, alternando inferiores e superiores, e deixaria os dias extras para cardio leve, mobilidade ou um treino curto de pontos fracos. Ir de domingo a domingo pode parecer dedicação, mas se virar cansaço acumulado, piora a consistência. Para definição, sua prioridade agora deveria ser dieta fixa. Sem isso, a testosterona manipulada vira detalhe solto no meio do processo. Monte uma rotina com proteína em todas as refeições, carboidrato ajustado perto do treino, vegetais todos os dias e um déficit leve se o objetivo principal for secar. Como você pesa 60 kg, uma meta inicial de proteína perto de 100 a 120 g por dia costuma ser uma boa faixa. Sobre a testosterona em creme, acompanhe com exames e sintomas. Em mulher, dose aparentemente pequena pode dar resposta grande dependendo da absorção. Voz, acne, queda de cabelo, pelos, oleosidade, libido e ciclo menstrual precisam ser observados. Você não precisa de puxão de orelha. Precisa de plano possível, repetido por tempo suficiente. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  7. Cláudio Chamini reputou uma resposta no tópico: Definição de shape
  8. Cláudio Chamini reputou uma resposta no tópico: Definição de shape
  9. Cláudio Chamini reputou uma resposta no tópico: Definição de shape
  10. Cláudio Chamini reputou uma resposta no tópico: Definição de shape
  11. Cláudio Chamini reputou uma resposta no tópico: Definição de shape
  12. Primobolan injetável normalmente é usado por via intramuscular. Algumas pessoas usam subcutâneo com volumes pequenos, mas isso aumenta a chance de nódulo, irritação local e absorção mais incômoda, principalmente se o óleo for mais espesso ou se o volume for alto. Se for fazer subcutâneo, não dá para tratar como se fosse qualquer aplicação simples. Volume pequeno, rotação de pontos, higiene, agulha adequada e observação da reação local fazem diferença. Vermelhidão progressiva, calor, dor piorando, febre, secreção ou caroço que aumenta não são sinais para ignorar. Outro ponto importante: primobolan é caro e muito falsificado. Em mulher, quando vem testosterona no lugar, os colaterais podem aparecer rápido, como acne, oleosidade, engrossamento de voz, queda de cabelo, alteração de pelos e mudança menstrual. Então o risco não é só a via de aplicação, é a procedência do que está sendo aplicado. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  13. Cláudio Chamini reputou uma resposta no tópico: Aplicação de primobolan
  14. Cláudio Chamini reputou uma resposta no tópico: Aplicação de primobolan
  15. Se ainda existe percentual de gordura alto, eu não aumentaria a dose de oxandrolona. Para mulher, 10 mg ao dia já pode ser uma dose considerável quando a oxandrolona é verdadeira. Subir dose no meio tende a aumentar mais colateral do que resultado. Para secar e definir, quem manda é déficit calórico, treino bem montado e tempo. Oxandrolona pode ajudar em força, preservação de massa magra e aspecto mais rígido em algumas pessoas, mas não compensa dieta mal ajustada. Se o BF está alto, o visual de definição não vem porque aumentou dose, vem porque a gordura baixou. Entre 45 dias com dose maior e um protocolo mais conservador, eu preferiria o conservador. Algo como dose baixa, acompanhamento de colaterais e dieta bem medida costuma fazer mais sentido do que subir para tentar acelerar. Fique atenta a voz, acne, queda de cabelo, aumento de pelos, alteração menstrual, libido fora do padrão e sensibilidade clitoriana. Alguns efeitos podem não voltar totalmente. Antes de começar, o ideal é ter exames de base: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, GGT, creatinina, ureia, glicemia, insulina, TSH, T4 livre, testosterona total e livre, SHBG, estradiol, prolactina, LH e FSH. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  16. Zerar carboidrato por 1 ou 2 semanas e depois perder o controle é um padrão clássico. Não é falta de vergonha, é estratégia agressiva demais para uma rotina cheia. Com 40 anos, 1,81 m e 112 kg, eu não começaria procurando ciclo. Começaria criando uma dieta que você consiga repetir por meses. O primeiro alvo poderia ser perder 0,5 a 1% do peso por semana. Isso já seria excelente. Para isso, normalmente funciona melhor um déficit moderado, proteína alta, comida simples e controle do ambiente. Na prática: mantenha carnes magras, ovos, iogurte, arroz, feijão, batata, frutas, legumes e salada. Tire de casa o que você sabe que ataca quando chega cansado. Não precisa cortar carboidrato, precisa controlar porção. Um prato com proteína, feijão, arroz ou batata e bastante salada vence muita dieta “moderna”. Exercício também não precisa começar heroico. Caminhada de 25 a 40 minutos, 4 a 6 vezes por semana, mais musculação 3 vezes por semana já muda o jogo. Quando o peso começar a cair e a disposição melhorar, aí você ajusta. Medicação para emagrecimento pode ajudar alguns casos, mas não substitui rotina e deve entrar com avaliação, principalmente olhando pressão, glicemia, sono, ansiedade e histórico familiar. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  17. Deposteron a cada 15 dias pode dar uma resposta bem irregular. Você mede com 48 horas e vê um número, mas isso não mostra a semana toda. Pode ter pico, queda progressiva e sintomas oscilando. Para muita gente, fracionar a aplicação melhora estabilidade, estradiol, humor, libido e sensação geral. 600 ng/dl no pico não é necessariamente “não subiu”. Depende do exame de base, SHBG, testosterona livre, estradiol, DHT, peso, técnica de aplicação, produto, intervalo exato da coleta e resposta individual. Tem gente que com total moderada fica muito bem porque a livre está boa. Tem gente que com total alta fica ruim por estradiol, prolactina, sono, apneia, ansiedade ou condicionamento ruim. Como você quer ter filhos, esse ponto é central. TRT pode reduzir bastante LH e FSH e diminuir produção intratesticular de testosterona e espermatogênese. HCG pode ser usado em alguns protocolos para preservar função testicular, mas precisa ser acompanhado com exames e, se a fertilidade é importante, eu consideraria fazer espermograma agora para ter uma referência real antes de continuar por anos. Eu conversaria com seu médico sobre fracionamento, testosterona livre, SHBG, estradiol sensível, hemograma, perfil lipídico, pressão arterial, prolactina e espermograma. Performance física não depende só de bater 900 ou 1300 no exame. Depende de estabilidade hormonal, treino, dieta, sono e saúde cardiovascular. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  18. Pode ser algo simples, mas não dá para chamar de normal sem ver execução. No leg press 45, essa “pulsação” ao aproximar o joelho do peito pode vir de compressão de tecido, posição do pé, excesso de amplitude para sua mobilidade, tensão perto da lateral do joelho, irritação de tendão ou até alguma sensação vascular local. Eu testaria primeiro o básico: reduza a carga, diminua um pouco a amplitude, deixe os pés um pouco mais altos e afastados na plataforma, mantenha joelhos acompanhando a linha dos pés e não deixe o quadril enrolar no final do movimento. Se a pulsação sumir com ajuste técnico, provavelmente era combinação de posição e carga. Se continuar pulsando sempre no mesmo ponto, se vier dor, formigamento, perda de força, inchaço, calor local ou sensação de pressão estranha, aí vale avaliar com fisioterapeuta ou médico do esporte. Com 2 meses de treino, não tenha pressa para provar força no leg. Aprender a executar bem agora vale mais do que colocar peso rápido. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  19. Condropatia grau IV assusta no laudo, mas não significa automaticamente andador ou prótese. Significa que existe uma lesão importante da cartilagem em alguma região, e a conduta depende de dor, função, localização da lesão, alinhamento, força, peso corporal, resposta à fisioterapia e objetivo de vida. Sim, musculatura forte pode ter mascarado sintomas por muito tempo. Quadríceps, glúteo médio, posteriores e panturrilha ajudam a distribuir carga e estabilizar melhor o joelho. Quando você parou a musculação e entrou corrida, aumentou impacto repetitivo justamente sem a mesma proteção muscular e sem adaptação progressiva. O que eu faria agora: tiraria corrida por enquanto, manteria cardio sem impacto como bike, elíptico ou caminhada plana se não doer, voltaria musculação com amplitude tolerável e controle de carga, fortaleceria quadríceps sem irritar o joelho, glúteos e posteriores, e trabalharia mobilidade de tornozelo e quadril. Agachamento profundo, leg press muito fechado, saltos, tiros, escada em excesso e qualquer exercício que aumente dor nas 24 a 48 horas seguintes devem ser ajustados. Viscossuplementação pode ajudar alguns casos, mas não substitui fortalecimento. Eu procuraria um bom ortopedista de joelho e um fisioterapeuta esportivo para montar progressão. O objetivo inicial não é “curar cartilagem”, é controlar dor, recuperar função e voltar a treinar com inteligência. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  20. Cardio pode ajudar na hipertrofia indiretamente porque melhora condicionamento, recuperação entre séries, controle de pressão, sensibilidade à insulina e capacidade de tolerar mais volume de treino. O problema é quando ele entra em volume ou intensidade que atrapalha perna, sono, fome e recuperação. Para hipertrofia, eu começaria com 20 a 30 minutos de cardio leve a moderado, 3 a 5 vezes por semana. Pode ser esteira inclinada, bike ou caminhada rápida. A intensidade ideal é aquela em que você sua, respira mais forte, mas ainda conseguiria conversar frases curtas. Pode fazer todo dia, mas não precisa começar todo dia. Se treina perna pesado, evite corrida intensa perto do treino de inferiores. Corrida tem mais impacto e pode competir mais com recuperação. Para a maioria, caminhada inclinada ou bike resolvem melhor. Um bom volume semanal inicial fica entre 90 e 150 minutos. Se o objetivo também for controlar gordura, dá para subir aos poucos. Se o objetivo principal é ganhar massa, eu não deixaria o cardio roubar performance da musculação.
  21. Pelo que você descreveu, o exame não está dizendo que existe “nandrolona” ou “testosterona” ativa ali depois de 2 anos. Ele está descrevendo uma imagem compatível com material estranho no subcutâneo, sem fluxo, no local em que você relata ter aplicado. Isso pode acontecer por reação local, óleo encapsulado, fibrose, granuloma, produto mal aplicado ou substância que nem era o que disseram que era. O mais útil agora é parar de tentar adivinhar pelo nome da droga antiga e investigar a lesão como lesão local. O especialista que costuma fazer mais sentido é dermatologista cirúrgico, cirurgião geral ou cirurgião plástico, dependendo do tamanho, profundidade e localização. Ortopedista pode ajudar se houver dúvida de músculo, articulação ou dor profunda, mas se está no subcutâneo, muitas vezes o caminho é avaliação de partes moles. Eu levaria o laudo do ultrassom ou doppler, pediria uma ultrassonografia de partes moles bem direcionada se ainda não tiver feito, e perguntaria objetivamente se há indicação de acompanhar, puncionar, biopsiar ou remover. Se está estável há anos, sem calor, vermelhidão progressiva, febre ou secreção, tende a ser menos urgente, mas dor recorrente e ansiedade justificam investigar direito. Não massageie forte, não tente drenar em casa e não aplique nada por cima. E o lado bom é que exame de sangue normal e doppler venoso normal já afastam algumas preocupações importantes. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  22. Dianabol sozinho é uma escolha ruim para o que você quer. Ele pode dar peso rápido, força e aparência mais cheia, mas boa parte tende a ser água e glicogênio. Quando tira, se treino e dieta não sustentarem, o visual desaba. Além disso, pode bagunçar pressão, estradiol, ginecomastia, colesterol, fígado e eixo hormonal. Com 70 kg, 1,78 m e 11% de BF, você não está em um ponto ruim. O problema provavelmente é expectativa e estratégia de ganho. Se saiu de 58 para 70 kg, você evoluiu bastante. Para continuar subindo, talvez precise aceitar uma fase de superávit mais longa, com ganho de peso lento, algo como 0,25 a 0,5% do peso por semana, e progressão real de carga nos básicos. Antes de pensar em oral, eu revisaria: quantas calorias você come de verdade, peso médio semanal, proteína diária, carboidrato nos dias de treino, sono e evolução de carga. Se nada disso estiver medido, a sensação de “só dieta não resolve” pode ser só falta de controle fino. Se um dia for usar hormônio, faça com exames e planejamento completo, não escondido e baseado no que dá para tomar sem ninguém perceber. Esse é o tipo de decisão que costuma cobrar a conta depois. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  23. O tamanho da cápsula ou do comprimido não confirma a dosagem. Uma cápsula de 25 mg pode ser menor do que uma de 10 mg porque o volume depende do excipiente usado, da densidade do pó, do tamanho da cápsula escolhida pela farmácia ou laboratório e até do padrão de encapsulamento. O problema é que oxandrolona é uma das drogas mais falsificadas e subdosadas. Então a dúvida não deve ser “a cápsula é pequena demais?”, e sim “eu tenho alguma forma confiável de saber o que veio aqui?”. Por aparência, praticamente não dá. Se você trocou marca no meio do ciclo, observe colaterais, pressão, retenção, força, libido, acne, queda de cabelo e faça exames se possível, principalmente perfil lipídico e enzimas hepáticas. E se a dose nova é 25 mg por cápsula, cuidado para não aumentar demais a dose sem perceber. Para muita gente, 25 mg já muda bastante o risco de colaterais. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  24. Mesmo usando testosterona de fora, gordura na dieta continua importante. Ela não serve só para “produzir testosterona”. Gorduras participam de membranas celulares, absorção de vitaminas lipossolúveis, saúde neurológica, função biliar, saciedade, produção de outros hormônios e manutenção geral do organismo. Em blast, eu não deixaria gordura baixa demais. Como regra prática, algo entre 0,6 e 1 g por kg pode funcionar para muita gente, ajustando pelo total calórico e pela digestão. Se você está em bulking, eu tenderia a manter pelo menos 0,7 g/kg e jogar o restante das calorias em carboidrato, porque carboidrato costuma sustentar melhor performance, volume de treino e recuperação. Só cuidado com a leitura de “ganhei 3 kg secos” usando dura, deca e dianabol. Essas drogas podem aumentar bastante água intramuscular e retenção. O espelho melhora, a carga sobe, mas nem tudo que sobe na balança em poucas semanas é tecido muscular novo. No seu caso, eu acompanharia pressão arterial, cintura, peso médio semanal, digestão e exames. Se HDL cair demais, LDL subir, pressão piorar ou a cintura disparar, o ajuste não é só macro, é saúde também. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  25. Ganho de 5 kg em 10 dias dificilmente é músculo. Isso costuma ser água, glicogênio, inflamação, aumento de apetite, variação intestinal e, dependendo do que veio no comprimido, retenção por aromatização ou por outro composto que não era oxandrolona. O erro maior foi tentar corrigir uma suspeita de oxandrolona falsa colocando stanozolol por cima. Se você não sabe o que tomou, empilhar outro esteroide aumenta a confusão. Fica difícil saber de onde vem retenção, alteração de libido, pele, cabelo, voz, ciclo menstrual, enzimas hepáticas e colesterol. Se o objetivo é baixar BF, eu faria o oposto: pausaria essa ideia de misturar drogas, organizaria dieta com déficit real medido por 2 a 3 semanas, manteria proteína alta, treinaria pesado e acompanharia peso, cintura e fotos. Se o peso não cai, o déficit não está acontecendo, mesmo que a sensação seja de estar comendo pouco. Exames úteis nesse cenário: hemograma, TGO, TGP, GGT, bilirrubinas, creatinina, ureia, perfil lipídico, glicemia, insulina, TSH, T4 livre, estradiol, testosterona total e livre, SHBG, prolactina, LH e FSH. Em mulher, qualquer alteração de voz, queda forte de cabelo, aumento de clitóris, acne agressiva ou bagunça menstrual é sinal para parar de brincar com dose. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  26. Com testosterona total natural em 649 ng/dl, 70 kg, 1,74 m, 16% de gordura e apenas 6 meses de treino realmente sério com dieta, eu não teria pressa para iniciar ciclo. Você ainda tem muita margem natural para ganhar massa, melhorar composição corporal e aprender a treinar pesado de verdade. Respondendo de forma direta: 400 a 500 mg por semana já é dose de ciclo, não de “up leve”. Para primeiro contato, quando a pessoa insiste em usar, muita gente trabalha com algo mais conservador, na faixa de 200 a 300 mg por semana, justamente para observar resposta, pressão, acne, libido, estradiol, hematócrito e perfil lipídico. Mesmo assim, isso já pode inibir eixo, piorar fertilidade, alterar colesterol, aumentar hematócrito e exigir controle de exames. Resultado não aparece só porque a testosterona subiu. O que vai determinar o que você mantém é treino progressivo, superávit calórico controlado, sono e aderência. Em 8 a 12 semanas dá para notar força, recuperação e algum ganho de peso, mas também dá para ganhar água e gordura se a dieta estiver mal ajustada. Antes de qualquer decisão, eu melhoraria o BF para algo mais perto de 12 a 14%, estabilizaria treino e dieta por alguns meses e guardaria exames de base completos. Entrar agora é possível, mas não parece o momento mais inteligente. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  27. Pelo histórico do tópico, o ponto mais importante é que a evolução veio de consistência, não de uma troca milagrosa na dieta. Isso é o que muita gente ignora quando olha só para protocolo. Para baixar percentual de gordura e ganhar massa ao mesmo tempo, principalmente em mulher com pouco tempo de treino ou retornando mais focada, o melhor caminho costuma ser déficit leve ou manutenção bem controlada, proteína adequada e treino de força com progressão. Se o déficit for agressivo demais, o peso até cai, mas o treino despenca e a chance de perder volume aumenta. Eu manteria três prioridades: cargas subindo aos poucos nos exercícios principais, cardio suficiente para ajudar no gasto sem destruir recuperação, e dieta com carboidrato presente nos dias de treino pesado. Perna e glúteo respondem muito mal quando a pessoa tenta treinar forte com comida de menos o tempo todo. E parabéns pela constância. Quando a pessoa consegue atravessar meses ajustando dieta, treino e rotina, o físico começa a responder de um jeito que nenhum atalho isolado entrega.
  28. Eu teria cuidado para não transformar a escolha em uma disputa de nome de laboratório. Na prática, o que mais muda o resultado é procedência, armazenamento, falsificação e se o produto realmente bate com o rótulo. O mesmo laboratório pode ter relatos bons e ruins porque muita coisa que circula não vem do mesmo caminho. Por isso, confiar só em comentário de fórum é fraco. O mínimo é verificar lote, lacre, apresentação, histórico de quem forneceu e, principalmente, acompanhar com exames depois. Se for testosterona, por exemplo, testosterona total, livre, estradiol, hemograma, perfil lipídico e enzimas hepáticas ajudam a ver se a resposta está coerente com o que foi usado. Também não adianta escolher “o melhor lab” e usar sem dieta, treino, pressão arterial controlada e exames. Produto bom em planejamento ruim continua dando resultado ruim. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  29. Esse tipo de projeto só dá certo quando a pessoa entende que fase ruim, lesão, rotina quebrada e atraso em atualização fazem parte do processo. O que não pode é transformar um tropeço em encerramento definitivo. Se a ideia for retomar, eu voltaria com uma meta simples por 2 a 3 semanas: dieta sem inventar moda, treino sem buscar recorde de carga e cardio dentro do que o tornozelo permitir. Depois de uma lesão, principalmente envolvendo tornozelo, o erro comum é tentar voltar exatamente de onde parou. Não volta. Primeiro recupera padrão de movimento, confiança, mobilidade e tolerância ao volume. Para quem já saiu de mais de 100 kg e chegou perto de 79 kg, o mais importante já foi provado: disciplina existe. Agora o foco deveria ser manter o físico andando sem se machucar de novo. Se voltar a atualizar, o ideal é trazer peso atual, fotos novas no mesmo padrão, como está o tornozelo, quantos treinos consegue fazer por semana e como está a adesão à dieta. A partir disso dá para ajustar com muito mais precisão.
  30. Você não está em uma situação perdida. Pelo que descreveu, o maior problema agora não é falta de vontade, é tentar compensar três anos parada com um treino muito cheio logo nas primeiras semanas. Para emagrecer e voltar a evoluir, eu começaria com o básico bem feito por 8 a 12 semanas: déficit calórico moderado, proteína em todas as refeições, musculação com progressão e cardio que você consiga manter. Não precisa montar um treino enorme de perna com vários agachamentos no mesmo dia. Para quem voltou há duas semanas, isso aumenta cansaço, dor e chance de abandonar. Eu deixaria algo mais simples: inferiores duas vezes na semana, superiores duas vezes na semana e cardio leve a moderado em 3 a 5 dias. No treino de perna, escolha poucos exercícios e faça bem feito, como agachamento ou leg press, stiff ou mesa flexora, elevação pélvica, extensora e abdutora. Nos superiores, puxada, remada, desenvolvimento, supino ou máquina de peito, bíceps e tríceps já resolvem. Na dieta, sem seus macros fica difícil cravar números, mas uma boa largada seria mirar algo perto de 1,6 a 2 g de proteína por kg de peso, organizar carboidrato ao redor do treino e não cortar gordura demais. O segredo aqui é constância. Você não precisa de um plano agressivo, precisa de um plano que aguente repetir quando a motivação baixar.
  31. Passar 10 a 15 g de proteína da meta não é um problema relevante na prática. Isso daria algo perto de 40 a 60 kcal a mais no dia, dependendo do ajuste, e dificilmente vai atrapalhar seu resultado se o total calórico estiver certo. Eu olharia a dieta por prioridade: calorias totais primeiro, proteína em uma faixa adequada depois, gordura mínima suficiente e carboidrato ajustado conforme treino, fome e objetivo. Se a meta era 105 g de proteína, bater 115 g ou 120 g não estraga a dieta. O que não dá é tentar deixar o número perfeito e, para isso, bagunçar o resto do plano. Um caminho simples é montar primeiro as fontes principais de proteína, como ovos, frango, carne, peixe, iogurte, whey ou queijo, depois completar carboidrato com arroz, batata, aveia, frutas, pão ou macarrão, e por último ajustar gordura com azeite, castanhas, gema, pasta de amendoim ou cortes mais gordos. Se a proteína subir um pouco, reduza pequenas quantidades de uma fonte proteica ou aceite essa variação. Dieta boa precisa ser executável, não milimetricamente perfeita no papel.
  32. Hoje

  33. Nessa fase, o foco principal é saúde e recuperação. Corticoide em dose alta pode aumentar fome, retenção, peso, glicemia e perda de massa muscular. Isso assusta no espelho, mas não significa que você perdeu todo o controle do corpo. Parte importante desse peso pode ser água, inflamação e efeito do tratamento. Enquanto não puder voltar à rotina normal, eu pensaria em metas pequenas e possíveis: bater proteína dentro do que você consegue comer, usar whey se ajudar, controlar beliscos por ansiedade, manter água, tentar caminhar ou fazer mobilidade quando a equipe liberar e não entrar em dieta agressiva. Déficit pesado usando corticoide e se recuperando de um quadro sério pode piorar disposição e recuperação. Quando a dose do corticoide reduzir e o treino voltar aos poucos, o corpo tende a responder melhor. O mais importante agora é não transformar uma fase médica difícil em culpa estética. Você já venceu uma parte enorme do problema. O shape dá para reconstruir com calma. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  34. Dá resultado treinar em casa, inclusive com barra fixa e flexão, mas fazer o mesmo estímulo pesado todos os dias costuma limitar a evolução. Músculo cresce quando você treina, recupera e volta um pouco melhor. Se bate falha todo dia nos mesmos movimentos, a recuperação pode ficar para trás. Uma divisão simples seria alternar estímulos. Dia A com barra fixa, remada invertida se conseguir improvisar, abdômen e lombar. Dia B com flexões, paralelas entre cadeiras se for seguro, tríceps e ombro. Dia C com pernas: agachamento, avanço, búlgaro, elevação pélvica, panturrilha e algum posterior. Depois repete ou coloca descanso conforme rendimento. Se quiser treinar quase todo dia, não leve tudo à falha. Deixe 1 a 3 repetições na reserva na maior parte das séries e use falha só em algumas. Também progrida: mais repetições, mais séries, variação mais difícil, mochila com peso ou execução mais controlada. Sem progressão, vira só manutenção.
  35. Procede, desde que você seja consistente no método. O jeito mais prático é pesar o alimento cru e usar a tabela do alimento cru. Depois você soma aquilo que entrou no preparo, como manteiga, azeite, óleo, molhos, leite ou qualquer outro ingrediente com caloria. O peso cozido muda muito por perda ou ganho de água. Carne grelhada perde água e fica mais “concentrada” por 100 g. Arroz e macarrão ganham água e ficam menos calóricos por 100 g cozido. Por isso muita gente se confunde quando compara alimento cru com alimento pronto. Exemplo simples: se você colocou 500 g de patinho cru na panela, contabilize os macros desses 500 g crus. Se adicionou 10 g de manteiga, some a manteiga. Depois de pronto, se quiser dividir em marmitas, pese o total pronto e divida proporcionalmente. Assim não importa se cozinhou, grelhou ou fez sopa, desde que tudo que entrou na panela esteja contabilizado. Só usaria tabela do alimento pronto quando você realmente pesa pronto e usa sempre aquela mesma referência. Para controle de dieta, o mais importante é padronizar.
  36. Para 2 meses de academia, eu enxugaria esse treino. Iniciante não precisa de cinco exercícios de bíceps. Precisa aprender a executar bem, progredir carga, repetir bons padrões de movimento e recuperar. Para bíceps, três exercícios já são mais do que suficiente: rosca direta, rosca alternada ou simultânea com halteres e rosca Scott ou banco inclinado. Eu faria 2 a 3 séries bem feitas por exercício, trabalhando algo entre 8 e 12 repetições na maior parte do tempo. Se no final do treino você ainda sente que precisava de mais dois exercícios, provavelmente não treinou os primeiros com intensidade real. No treino de pernas, eu não deixaria faltar um padrão de agachamento, um padrão de posterior como stiff ou terra romeno, uma flexora, uma extensora e algum unilateral. O básico bem feito por meses vale mais do que uma ficha enorme que muda toda semana. Treinar 6 vezes por semana pode funcionar, mas recuperação precisa acompanhar. Se carga não sobe, sono piora, dor articular aparece e o rendimento cai, o volume está passando do ponto.
  37. Mesmo o tópico tendo parado no meio, ele ficou útil para quem chega depois. Dá para ver que a evolução vinha de uma combinação boa: treino, dieta, atualização frequente e ajustes conforme as respostas do corpo. Quando a rotina aperta, como viagem a trabalho e dificuldade para cozinhar, o mais importante é não transformar uma semana ruim em abandono total. Nesses períodos, eu manteria metas mínimas: proteína em todas as refeições, passos ou cardio leve quando der, treino mais curto se necessário e controle do básico sem paranoia. Melhor fazer 70% por algumas semanas do que largar tudo esperando a fase perfeita voltar. Para quem se inspirou no relato, a lição é essa: comece com registro, poste dados, aceite ajustes e mantenha atualização. O fórum consegue ajudar muito mais quando a pessoa mostra o processo, não só a foto final.

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