Jean saiu de uma competição com cerca de 79 kg, chegou a 86 kg e depois voltou para perto de 81 kg. No off season no fisiculturismo, o desafio do casal Jean e Cris é ganhar volume sem perder o controle da cintura. A avaliação também passa pelo treino de pernas, pela apresentação nas poses e pela mudança no uso de hormônios.
Os dois mostram essa rotina em “RUMO AOS PALCOS: TREINO, POSE E PROTOCOLO”, do canal eudeleeudela, acompanhados pelo coach Felipe, conhecido como Felipe.superboy. A visita reúne terapia manual, treino, avaliação presencial e conversa sobre o próximo período de ganho de massa. As doses relatadas pertencem à experiência deles, e algumas aparecem sem unidade ou frequência suficiente para reconstituir um esquema.
O que é off season no fisiculturismo?
Off-season é o período fora da preparação imediata para competir. O objetivo é construir músculo e melhorar o físico para a próxima apresentação. Bulking é a estratégia de comer mais calorias do que você gasta para ganhar peso. Pode fazer parte do off-season, enquanto o cutting é a fase de redução de gordura.
Para Jean e Cris, a prioridade naquele momento é o volume muscular. Eles querem continuar com pouca gordura, mas deixam a definição máxima para a preparação final. O casal descreve o físico de palco como uma condição temporária, que envolve até desidratação, e explica por que a aparência muda depois do campeonato.
O treino de pernas começa pelos exercícios prioritários
Antes do treino, um terapeuta manual avalia o casal e propõe um trabalho de liberação miofascial. O atendimento inclui a queixa de um ombro machucado. Depois vem o treino de pernas, com aquecimento, séries exigentes e elevação pélvica. A sessão termina com prática de poses.
A preferência do treinador é deixar a cadeira extensora para depois do leg press ou do agachamento. O raciocínio é que cansar o quadríceps primeiro pode reduzir as repetições nos exercícios que ele considera prioritários. Em uma das séries, a expectativa é fazer cerca de oito repetições, mas a orientação é continuar até a falha, quando já não consegue completar outra repetição.
Essa ordem faz sentido quando a prioridade é melhorar nos exercícios compostos. Uma revisão que reuniu 11 estudos, publicada em 2021, encontrou maiores ganhos de força no exercício feito primeiro. Para crescimento muscular, as ordens comparadas tiveram resultados semelhantes. Você pode organizar o começo da sessão pelo movimento que mais precisa melhorar, em vez de tratar a extensora como uma abertura proibida.
A avaliação junta fotos, poses e encontros presenciais
O acompanhamento é principalmente online, mesmo com todos morando em São Paulo. A distância dificulta os encontros, que estavam acontecendo a cada dois meses. O plano é passar para uma avaliação presencial por mês, para observar de perto a execução do treino e o físico.
Cris demonstra as poses de lado e de frente. Os ajustes procuram alongar a apresentação do tronco e reduzir o destaque do trapézio. Ela quer manter o treino de membros superiores, enquanto o treinador discute aliviar esse trabalho porque a região já está desenvolvida. Ainda fica sem resposta se o volume de treino mudou e quantas séries Cris passará a fazer para essa região.
A avaliação de Cris também passa pelo quadríceps, pela lateral do glúteo e pela dobra abaixo dele, chamada no dia a dia de “bananinha”. Depois do treino de pernas, o glúteo está mais cheio e alguns cortes aparecem menos. O casal percebe a diferença entre aquele físico com pump, o aumento temporário de volume após treinar, e as fotos em jejum.
Jean pratica duplo bíceps de frente e de costas, peitoral de lado e abdominal e coxa. As correções incluem soltar o ar, fazer o vácuo abdominal e contrair os glúteos. Para consultar as posições e suas variações por categoria, o orientador de poses de fisiculturismo ajuda a organizar essa prática.
A aparência logo após uma série merece ser comparada com cuidado. Uma revisão publicada online em 2025 explica que o pump é um aumento agudo de volume e que sua presença, por si só, não demonstra crescimento muscular duradouro. Para acompanhar a evolução, comparar fotos em condições parecidas evita confundir aquele efeito do treino com uma mudança que permaneceu.
De 79 a 86 kg: o que a balança permite concluir
| Momento relatado | Peso de Jean |
|---|---|
| Competição anterior | Cerca de 79 kg |
| Ponto mais alto depois do campeonato | 86 kg |
| Após reduzir o peso | Perto de 81 kg, com menção também a 82 kg |
Jean acredita ter ganhado de 7 a 8 kg de massa magra em três a quatro meses. A estimativa mistura a comparação com o campeonato e uma avaliação com adipômetro, o aparelho que mede dobras de pele. Como os pesos passaram por mudanças para bater a categoria, essa conta fica difícil de conferir. Faltam as medidas completas de antes e depois para reproduzi-la.
Massa magra inclui água e outros tecidos além do músculo. Por isso, 7 a 8 kg de massa magra estimada não demonstram o mesmo ganho em músculo. Uma revisão de 2017, com 11 ensaios e 254 participantes, ilustra esse cuidado: o hormônio do crescimento (GH) aumentou a massa magra em adultos jovens saudáveis, mas os estudos não encontraram melhora da força. Você pode registrar as medidas na calculadora de gordura por dobras, mantendo o resultado como estimativa.
O erro competitivo que Jean reconhece é insistir em uma redução de peso para tentar encaixar uma categoria, apesar de o treinador considerar o ajuste desnecessário. Na avaliação dele, a decisão piorou o físico. O episódio deixa um critério para avaliar a escolha de categoria: conferir como a redução de peso afeta a apresentação, além de olhar o número exigido na pesagem.
A cintura tem história além da dieta
Jean e Cris relatam ter feito abdominoplastia, com retirada de gordura localizada perto da área operada. Eles diferenciam isso de uma lipo com marcação do abdômen. Ao falar da cintura no off-season, lembram que voltar a comer de forma descontrolada permite recuperar gordura mesmo depois da cirurgia.
Blast e cruise: como o casal divide o uso de hormônios
O casal estava saindo de um cruise para voltar ao blast. Na organização relatada, o blast reúne mais substâncias, mais comida e mais treino. O cruise é apresentado como uma fase de doses menores para consolidar os ganhos e dar uma pausa ao corpo.
A redução da dose mantém a exposição aos anabolizantes. Em um estudo dinamarquês publicado em 2025, 1.189 homens que usavam essas substâncias foram comparados com 59.450 controles por cerca de 11 anos. O uso esteve associado a risco aproximadamente três vezes maior de infarto e 8,9 vezes maior de cardiomiopatia, uma doença do músculo do coração. Esse estudo não separa o risco de cada blast ou cruise, mas mostra por que “descansar a saúde” exige mais do que diminuir o protocolo.
Como o uso continua no cruise, ainda há hormônios externos atuando sobre o organismo. A matéria sobre quando começar a TPC explica por que continuar usando e encerrar um ciclo pedem raciocínios diferentes. Decisões sobre hormônios e peptídeos exigem avaliação e acompanhamento médico, além da orientação de treino.
O protocolo relatado para Cris e Jean
Para Cris, o uso até aquela avaliação é descrito como 100 mg de Primobolan®, associado a GH e outros peptídeos. A frequência dos 100 mg fica sem esclarecimento. O GH aparece junto do número “2”, mas sem unidade definida. A proposta seguinte é acrescentar IGF-1, uma proteína que participa do crescimento dos tecidos, com o objetivo declarado de aumentar o volume muscular.
Para Jean, o uso relatado inclui testosterona em “750” e Primobolan® em “300”, após uma dúvida inicial entre 300 e 400. Esses valores vêm sem unidade e frequência confirmadas. O dado mais completo é o Dianabol®: 30 mg em todos os dias de treino. O tempo total desse uso não é informado.
Na nova fase, o plano é manter a base de testosterona, diminuir a deca, apelido usado para nandrolona, e acrescentar DHB. A troca fica sem doses e frequências claramente definidas. Insulina fica de fora naquele momento porque o treinador considera seu uso desnecessário.
Jean associa doses mais altas de deca a uma piora no bem-estar psicológico e diz que já reduziu o uso por esse motivo. Ele também relata ter gostado de Selank e Semax enquanto estudava nutrição. O relato não demonstra que esses peptídeos neutralizem efeitos dos anabolizantes. DHB e boldenona também aparecem associados a possíveis mudanças de humor, com a ressalva de que as respostas variam entre pessoas.
Como o casal organiza os peptídeos na preparação
O casal distribui os peptídeos conforme o objetivo do momento. GH e IGF-1 recebem destaque para a fase de ganho de massa. Tesamorelina e GHK-Cu também fazem parte da rotina descrita. TB-500 e BPC-157 são apresentados como recursos para desconforto ou recuperação, inclusive por causa de um problema no ombro.
Ipamorelina com CJC é citada para a etapa final da preparação. Retatrutida aparece como uma possível estratégia para quando o casal voltar a reduzir gordura. Essas escolhas fazem parte dos planos para a próxima fase. O casal não informa doses ou duração dessas combinações, e seus efeitos ainda precisam de comparação controlada.
Para entender a sigla, CJC-1295 é um peptídeo estudado por estimular a liberação de GH pelo organismo. Em dois ensaios curtos com adultos saudáveis, ele elevou GH e IGF-1. O casal fala apenas em CJC, sem identificar a versão. A pesquisa ajuda a explicar o nome, mas não demonstra que a combinação usada por eles seja eficaz para a finalização.
Cris percebe melhora da pele na parte interna das coxas e do cabelo durante essa rotina. Ela conta que o alongamento capilar provocava áreas sem cabelo e que as falhas começaram a fechar em cerca de um mês. Como também usava um tônico capilar, e a musculatura da coxa estava aumentando, o relato reúne várias mudanças ao mesmo tempo. Ele não permite atribuir sozinho o resultado ao GH ou ao GHK-Cu.
A FDA, agência reguladora dos Estados Unidos, registra dados humanos limitados e riscos potenciais para vários desses produtos manipulados. No GHK-Cu injetável, destaca a possibilidade de reação do sistema imune. Também aponta lacunas de segurança para BPC-157, TB-500, Selank e Semax. Isso exige distinguir uma aplicação experimental de um tratamento com benefício e segurança demonstrados.
IGF-1 para mulheres: virilização e segurança são perguntas diferentes
A proposta de acrescentar IGF-1 a Cris vem acompanhada da afirmação de que ele não viriliza, isto é, não produz os efeitos masculinizantes associados aos andrógenos. O IGF-1 atua por seu próprio receptor, diferente daquele em que os andrógenos agem. Porém, a ausência daquele mecanismo androgênico não permite concluir que sua aplicação é segura para mulheres que treinam.
A bula da mecasermina, uma forma farmacêutica de IGF-1 humano, alerta para hipoglicemia grave, a queda do açúcar no sangue, inclusive com convulsões. Sua indicação é tratar determinados problemas de crescimento na infância. Os produtos usados no fisiculturismo podem ter outras apresentações e identidade incerta, então essa bula serve para conhecer um risco do IGF-1, e não para validar o frasco ou o protocolo do casal.
IGF-1 cria novas fibras musculares?
A expectativa do casal é que o IGF-1 cause hiperplasia, a formação de mais fibras musculares, em vez de apenas hipertrofia, o aumento do tamanho das fibras existentes. A promessa vai além do que se pode demonstrar naquele relato. Pesquisas com IGF-1 local em animais e células ajudam a estudar mecanismos de crescimento, mas não comprovam o mesmo resultado com aplicações em adultos saudáveis.
Uma revisão publicada em 2026 reuniu 11 estudos de musculação em humanos e não encontrou aumento significativo no número estimado de fibras. As intervenções duraram até seis meses e o método de contagem tinha limitações. Ela não testou injeções de IGF-1. Seu resultado ajuda a entender por que prometer novas fibras exige uma prova específica, além de mostrar que o músculo ficou maior.
Como ganhar peso sem perder o controle da cintura
Para fisiculturistas naturais iniciantes e intermediários, uma revisão de nutrição de 2019 propõe como referência ganhar cerca de 0,25% a 0,5% do peso por semana. Em alguém com 80 kg, isso corresponde a aproximadamente 200 a 400 g semanais. Atletas avançados precisam de maior cautela. Essas faixas ajudam a planejar a dieta, sem transformar a evolução de um casal que usa hormônios em meta para quem treina natural.
A mesma revisão sugere um excedente de aproximadamente 10% a 20% nas calorias e proteína entre 1,6 e 2,2 g por kg ao dia. O ponto de partida precisa ser ajustado à evolução do peso e das medidas. A calculadora de bulking permite estimar as calorias para levar ao planejamento nutricional. O casal não revela um cardápio ou total calórico que permita comparar sua dieta com essas faixas.
Conclusão
Jean e Cris querem voltar ao palco com mais volume, mantendo a cintura sob controle e melhorando a apresentação. A próxima fase combina revisão do treino, avaliações mais próximas, prática de poses e mudança no uso de substâncias. O aprendizado que dá para levar ao seu treino é acompanhar a evolução além da balança e escolher prioridades claras. Os ganhos estimados e as promessas sobre os peptídeos continuam dependentes de provas que a experiência do casal, sozinha, não fornece.
Perguntas frequentes
O que significa off season no fisiculturismo?
É o período usado para construir o físico fora da preparação imediata para competir. Jean e Cris estavam priorizando volume muscular e deixando a definição máxima para a etapa final. A rotina continua incluindo treino, avaliação e prática de poses.
Off season e bulking são a mesma coisa?
Os termos se relacionam, mas descrevem coisas diferentes. Off-season é o período da preparação, enquanto bulking é a estratégia de aumentar a ingestão de calorias para ganhar peso. O bulking pode fazer parte desse período, com o objetivo de aumentar músculo e controlar a gordura.
Qual é a diferença entre off season e cutting?
No off-season, o foco é construir e melhorar o físico antes da preparação final. O cutting usa a redução de calorias para perder gordura enquanto se procura preservar músculo. Na experiência de Jean e Cris, a fase mais intensa de definição estava prevista para depois do trabalho de volume.
Como fazer bulking para ganhar massa muscular?
Combine treino de musculação com um aumento planejado das calorias e proteína suficiente. A revisão de nutrição para fisiculturistas naturais propõe cerca de 10% a 20% de calorias acima do gasto como referência inicial. Para iniciantes e intermediários, sugere acompanhar um ganho de aproximadamente 0,25% a 0,5% do peso por semana, com maior cautela nos avançados.
Como calcular as calorias para o bulking?
Primeiro, estime quantas calorias você gasta para manter o peso. Sobre essa estimativa, a revisão de nutrição para fisiculturistas naturais sugere um excedente de aproximadamente 10% a 20%. Se a manutenção fosse de 2.500 kcal, isso daria cerca de 2.750 a 3.000 kcal por dia. Esse exemplo é uma conta inicial para ajustar com a evolução do peso e das medidas.
Quanto de proteína comer no bulking?
A referência da revisão para fisiculturistas naturais é de 1,6 a 2,2 g de proteína por kg de peso ao dia. Para alguém com 80 kg, corresponde a aproximadamente 128 a 176 g por dia. Jean e Cris não informam o consumo de proteína que permitiria comparar a rotina deles com essa faixa.
Quanto de carboidrato comer no bulking?
A revisão para fisiculturistas naturais usa cerca de 3 a 5 g por kg ao dia, ou mais conforme a demanda do treino, como referência para carboidratos. Em alguém com 80 kg, 3 a 5 g por kg equivalem a 240 a 400 g por dia. O total deve caber nas calorias planejadas junto da proteína e da gordura.
Como fazer bulking sem ganhar barriga?
Planeje o ganho de peso e acompanhe a cintura, em vez de aumentar a comida sem controle. Em um natural iniciante ou intermediário de 80 kg, a referência de 0,25% a 0,5% por semana corresponde a cerca de 200 a 400 g. Compare medidas e fotos em condições parecidas para avaliar a evolução. Essas referências procuram limitar a gordura acumulada, sem prometer que todo o peso ganho será músculo.
Há quanto tempo Jean e Cris estavam em off season?
O prazo de encerramento não foi definido para Jean e Cris. Jean fala em três a quatro meses de evolução desde a competição, mas essa conta não estabelece a duração total nem uma recomendação para outras pessoas. O plano relatado é continuar ganhando volume e depois preparar a definição para o próximo palco.
O que é blast and cruise na musculação?
É uma organização do uso contínuo de anabolizantes em fases. No caso do casal, o blast reúne mais substâncias, comida e treino, enquanto o cruise é descrito como uma etapa de doses menores para consolidar os ganhos. No cruise, as doses diminuem, mas o uso de hormônios continua.
Cruise substitui a TPC?
Cruise mantém o uso de anabolizantes, enquanto a discussão de recuperação hormonal após o ciclo envolve encerrar essa exposição. Anabolizantes podem suprimir a produção hormonal do próprio organismo e afetar a fertilidade. Por isso, passar para doses menores e avaliar a recuperação hormonal depois de parar são situações diferentes, que precisam de avaliação individual.
Qual é o melhor ciclo para off season?
A experiência de Jean e Cris não estabelece um ciclo indicado para outros praticantes. Vários valores relatados vêm sem unidade ou frequência, e os produtos e exames não estão detalhados. A escolha de usar hormônios precisa de avaliação médica, com atenção aos riscos cardiovasculares e hormonais.
O que é IGF-1 e para que serve?
IGF-1 significa fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1, uma proteína envolvida no crescimento dos tecidos. Uma forma farmacêutica, a mecasermina, é indicada para determinados problemas de crescimento em crianças. O casal fala em IGF-1 para aumentar volume muscular, mas a indicação clínica e a expectativa no fisiculturismo são situações distintas.
IGF-1 faz mal?
Há riscos conhecidos. A bula da mecasermina, uma forma de IGF-1 humano, alerta para queda grave do açúcar no sangue, inclusive com convulsões. Essa informação identifica um risco da substância, sem provar a composição ou a segurança dos produtos usados no fisiculturismo.
Como usar IGF-1 para ganhar massa muscular?
O relato do casal não permite orientar esse uso. Ele não confirma dose, duração nem a apresentação de IGF-1 utilizada, e a bula da mecasermina trata de uma indicação pediátrica específica. A promessa de criar novas fibras musculares também ficou sem demonstração no caso.
Pode fazer bulking sem treinar?
Para buscar ganho muscular, a estratégia alimentar precisa acompanhar um estímulo de treino. Aumentar a comida pode aumentar o peso sem produzir o ganho muscular que você procura. A revisão recente sobre hipertrofia destaca a tensão produzida pelo treino como o estímulo principal para o crescimento muscular.
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