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bcarvalhobjj
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Spectrum Pharma - Relato e dúvidas
Spectrum Pharma - Relato e dúvidas
fisiculturismo e mais um reputou(taram) HugoA por uma resposta no tópico
2 pontosUtilizei Spectrum pharma por mais de 5 anos. O primeiro foi a testo mix 250. Eu tive alguns colaterais, nunca gostei da testo mix 250, tinha uma certa retenção, um pouco de ansiedade, mania de perseguição, mudança de humor, discussões constantes com a família. Por algumas vezes suspeitei da pureza deste medicamento, pois eu tinha alguns comportamentos de trembolona ou outros... Depois de um tempo, fiz um ciclo por 3 meses com propionato de testosterona e masteron, arimidex e oxandrolona, tudo da mesma empresa. Tive excelentes resultados, ganho de massa muscular, perda de gordura, minha cabeça melhorou muito durante este período, entrei com stano oral e sequei muito por 4 semanas. Utilizei o enantato por bastante tempo, não tive problemas, o masteron deles vinha com um oleo em cima quando abria que parecia estar com vazamento, mas não tive problemas, eu percebia bem o masteron e batia legal no treino, definição era visual, ganhava muito fôlego para correr, o masteron ajudava a não doer a testo no local de aplicação, também melhorava muito meu humor, sensação de plenitude. Eu tive um tanto de propionato deles que estava vencido e apliquei e não tive resultados, troquei por outro propionato de outra empresa que eu tinha dentro da validade e tive resultados, então cheguei a conclusão que produtos vencidos não funciona, jogue tudo fora. Joguei no lixo umas 10 caixas de 10ml que eu tinha guardado. A oxandrolona oral 10mg deles era muito boa, batia muito no treino, muita força, aumento da temperatura corporal, disposição, o corpo ficava muito bonito com 30 dias de uso... colateral causou-me refluxo, esofagite. Utilizei trembolona deles por talvez 3 meses, ganhei muita massa magra, o físico parecia outro, muita força, exelente produto. Tive todos os colaterais que a trembo pode trazer. Era muito bom o produto deles. Um detalhe que eu gostaria de dizer, dosagens baixas tinha um ótimo efeito, absorção rápida. Era aplicar e em poucos minutos a boca estava com gosto de sal e veneno. Tinha que treinar rápido depois da aplicação... Depois de um tempo, utilizei uma oxandrolona de outra marca que um amigo me passou, era um lixo, não batia igual, muita retenção, provavelmente era outra coisa e não era oxandrolona, dava muita força, mas não dava um fisico limpo. Depois de um tempo passei a utilizar a testomix dava força, disposição, ganho de massa muscular, mas novamente tive os mesmos colaterais da primeira aplicação, retenção, dificuldade de queimar gordura ginecomastia, As dosagens variavam de acordo com o físico e acompanhamento do coach. Testo variava entre 250mg por semana a 750mg por semana. 2 a 4 aplicações por semana. Oxandrolona variava de 20mg por dia a 40mg por dia 2 a 3 vezes por dia Stanozolol eram 40mg por dia por um período mais curto. 2 a 3 vezes por dia Arimidex era um comprimido por dia, as vezes dia sim dia não Trembolona era entre 100 a 300 mg por semana. o ciclo mais pesado era propionato+masteron+trembo, dia sim dia não, 1ml de cada e orais oxandrolona 30 ou 40mg por 8 semanas e depois 4 semanas stanozolol oral, arimidex todo dia. Resumo: produtos muito bons no geral, mas com algumas ressalvas (testomix de pureza duvidosa) ZPHC tem sido melhor na minha experiência, mesmo que mais caro, tenho melhores resultados.2 pontos -
Ciclo de deca com masteron
Ciclo de deca com masteron
Cláudio Chamini reputou(taram) Juliana Alves de Jesus por uma resposta no tópico
1 pontoOlá, tenho 32 anos,3 filhos ,1,67 de altura, 65,5 kilosjá usei alguns anabolizantes, mas tive que parar de treinar, voltei já tem um tempo, e comecei a usar masteron e estou pensando em Jogar deca junto, objetivo crescer com pouca retenção sobre meu treino,eu treino com personal, sobre minha dieta esta assim : Ainda não adaptei a essa dieta, mas estou no caminho rs 2235 L Pão Integral 2 Ovo inteiro Shake: 150ml Leite Semidesnatado + 20 Whey Protein + 05g Creatina + 10g Glutamina Pós Treino (consumo imediato) Doce de Leite/ Leite Condensado 25g 01 Porção de Fruta, escolher uma da tabela abaixo: (Valores em gramas referentes a 1 porção) Maçã 140g, Laranja 180g, Mamão 260g, Morango 300g, Melancia 340g, Banana 90g, Uva 175g, Pera 140g, Pêssego 190g, Melão 295g, Ameixa 180g, Kiwi 145g, Abacaxi 160g, Manga 125g, Goiaba 180g, Caqui 105g, mexerica 190g, Amora 175g, Carambola 288g, Damasco 32g, Ameixa seca 32g. Água (consumo ideal do dia) Café sem açúcar Gelatina Diet/Zero Chá sem açúcar Suco Cligth/ FIT/ MID Zero Energético/ Refri Zero 1a REF (7:30 – 8:00) 02 Fatias 03 unidades 2a REF (12:00 – 13:00) Ômega 3 Feijão cozido Fontes de Carboidratos, escolher uma: Arroz Branco Fontes de Proteínas, escolher uma: Peito de Frango Tilápia Legumes, vegetais & folhas verdes 02 capsulas 60g (pesar somente os grãos & caldo a vontade) 175g 185g 255g á vontade. Batata Inglesa 280g Patinho 3a REF (16:00 – 17:30) 01 Porção de fruta Pão Integral Requeijão Ligth Queijo Mussarela Shake: 40g Whey Protein + 200ml leite semidesnatado. 4a REF (20:00 – 21:30) Feijão cozido 85g Fontes de Carboidratos, escolher uma: Arroz Branco 120g Fontes de Proteínas, escolher uma: Peito de Frango 175g Dicas para preparos da dieta Observações gerais 02 Fatias 15g 01 fatias Batata Inglesa 185g Patinho1 ponto -
Enantato 500mg da Pharmacon. Quem ja usou? Relatos, por favor!
Enantato 500mg da Pharmacon. Quem ja usou? Relatos, por favor!
Cláudio Chamini reputou(taram) bcarvalhobjj por uma resposta no tópico
1 pontoFala Galera, sou novo aqui! Tenho 46 anos e iniciei o uso de esteroides como TRT aos 43 apos duas cirurgias de coluna. Pesquisando sobre as marcas mais conceituadas, cheguei na Pharmacon e vi que haveria um excelente custo beneficio se eu usasse o Enantato de 500mg, pois em vez de 1ml semanal, seria apenas 0,5ml. Apos algumas pesquisas, vi relatos de que, por ser mais concentrado, tende a inflamar mais, causando dor. Como sou atleta e professor de Jiu-Jitsu, isso atrapalharia minha rotina. Por isso queria saber de quem ja usou se a dor é absurda ou algo suportavel. Mas torcendo para relatos de que nada sentiram, hahahah! Aguardo retorno!1 ponto -
Ciclo enantato com Stano.
Ciclo enantato com Stano.
Cláudio Chamini reputou(taram) Rockenbach por uma resposta no tópico
1 pontoFiz um ciclo de enantato e stano durante 3 meses, de setembro a dezembro. 3 ml de stano ( segunda, quarta e sexta ) 2 ml enantato ( terça e quinta ) No final de dezembro tive uma lesão, fiquei fora por dois meses. Acabei não fazendo tpc e voltei em Março agora, mas gostaria de ciclar de novo. Será que posso fazer outro ciclo? Não daria problema pelo fato de não ter feito tpc e ter ficado perto do meu ciclo anterior? Eu perdi muito rápido porque acabei relaxando por causa da lesão. O resultado do ciclo foi este..1 ponto -
Spectrum Pharma - Relato e dúvidas
Spectrum Pharma - Relato e dúvidas
Cláudio Chamini reputou(taram) xxmgmxx por uma resposta no tópico
1 pontoPessoal, boa noite! Como estão? Poderiam me ajudar com uma questão, por gentileza? Alguém já ouviu falar ou utilizou os medicamentos da Spectrum Pharma? Há um bom tempo deixei de utilizar laboratórios underground e de segunda linha. Venho usando apenas produtos com a qualidade da Landerlan ou superior. Tenho um fornecedor no qual confio. Entretanto, há alguns meses o mesmo me ofereceu uma marca que já estava no mercado faz um tempo, porém poucos a utilizavam no Brasil. Essa marca era a Spectrum Pharma. Decidi confiar e testar o enantato deles. As primeiras impressões foram sensacionais. Os produtos vieram em ampolas de 1ml cada com a concentração de 300mg. Caixa impecável, com inúmeros detalhes e informações sobre a empresa. Durante essas 10 semanas, tive a impressão de que o produto era realmente bom, mas não tive a oportunidade de fazer exames. Dessa vez irei testar o cipionato deles. Volto para dar o relato. Alguém já utilizou ou ouviu falar dessa linha? Se sim, poderiam me fornecer mais detalhes sobre? Se é realmente bom ou se há ressalvas? Desde já, obrigado. Vale ressaltar que fico com uma pulga atrás da orelha pois os produtos não são tão caros quanto a outras marcas que oferecem tamanha qualidade, como Cooper, Alpha Pharma, etc. Os valores são parecidos com os produtos da Landerlan/ZHPC. OBS: Todos os produtos possuem código autenticador.1 ponto -
Variar exercícios no treino: quando ajuda e quando é só perda de tempo
Variar exercícios no treino: quando ajuda e quando é só perda de tempo
fisiculturismo reputou(taram) Cláudio Chamini por uma matéria
1 pontoTrocar exercícios o tempo todo parece uma forma inteligente de “pegar o músculo por todos os ângulos”. A ideia é sedutora: se cada movimento estimula uma parte diferente, então variar seria obrigatório para desenvolver o músculo inteiro. Só que, quando a hipótese é testada com controle de treino, alimentação e medidas de imagem, a conclusão fica bem menos glamourosa. No material “Pesquisador explica o problema de fazer sempre o mesmo exercicio”, Dr. Paulo Gentil parte de uma dúvida muito prática: se uma pessoa vai fazer nove séries para peito, dá no mesmo fazer todas no supino reto ou seria melhor dividir entre supino reto, inclinado e declinado? A resposta central é que variar exercício, por si só, não mostrou vantagem clara para hipertrofia nas condições analisadas. A variação pode ser útil, mas precisa resolver um problema real. A promessa por trás da variação de exercíciosA defesa clássica da variação se apoia em duas ideias. A primeira é a hipertrofia não uniforme: cada exercício estimularia preferencialmente uma região do músculo, então seria preciso combinar movimentos para garantir desenvolvimento completo. A segunda é a monotonia: repetir sempre os mesmos exercícios faria o corpo “acostumar”, reduzindo os resultados ao longo do tempo. Na prática, essa lógica aparece em perguntas comuns de academia. Vale pagar uma academia cheia de máquinas só para ter mais opções? É ruim treinar em casa com poucos equipamentos? Quem ama supino pode fazer supino por anos, ou precisa trocar mesmo sem motivo? Quem odeia determinado exercício precisa insistir nele só porque a planilha mandou? A resposta não depende de gosto nem de tradição. Depende de saber se mudar o exercício realmente melhora o resultado ou se apenas deixa o treino mais longo, confuso e difícil de controlar. O estudo usado para testar a hipóteseO estudo citado na descrição comparou 22 homens ao longo de nove semanas. Um grupo treinou sempre com os mesmos exercícios. O outro grupo variou os exercícios ao longo da semana para os mesmos grupamentos musculares. O grupo constante repetia, nas segundas, quartas e sextas, exercícios como supino reto, puxada à frente, rosca direta, extensão na polia, leg press e cadeira flexora. O grupo variado fazia uma combinação diferente em cada dia: por exemplo, supino reto em um dia, supino inclinado em outro e supino declinado em outro; puxada com variações de pegada; bíceps e tríceps em variações diferentes; e exercícios distintos para pernas. A parte importante é que os pesquisadores tentaram controlar as outras variáveis. Ambos os grupos faziam três séries por exercício, de 8 a 12 repetições, com intervalo de aproximadamente 1 minuto e meio a 2 minutos. A velocidade de execução também foi padronizada. A alimentação foi monitorada para evitar que mudanças grandes na dieta confundissem os resultados. Como os músculos foram medidosAntes e depois das nove semanas, os pesquisadores fizeram medidas de imagem para avaliar mudanças no tamanho muscular. As medições foram realizadas em bíceps, tríceps e quadríceps, incluindo avaliação da parte anterior e lateral da coxa. Cada região foi medida em pontos diferentes: proximal, medial e distal. Em linguagem simples, proximal é mais perto do centro do corpo; distal é mais longe. No braço, por exemplo, proximal é mais perto do ombro e distal é mais perto do cotovelo. Na coxa, proximal é mais perto do quadril e distal é mais perto do joelho. Esse detalhe importa porque muita gente interpreta “cresceu mais em uma região” como se o músculo tivesse mudado radicalmente de formato. Mas, em algumas medidas, a distância entre os pontos avaliados é pequena. Parte das diferenças pode estar ligada à anatomia individual, à variação da medida e à forma como os dados se distribuem, não necessariamente a uma transformação visível e dramática no shape. O resultado principal: variar não foi superiorOs dois grupos ganharam massa muscular. Esse ponto é importante: tanto quem repetiu os exercícios quanto quem variou teve crescimento. O treino funcionou. O problema para a tese da variação obrigatória é que não houve evidência clara de que o grupo variado tenha ganhado mais. Nas comparações entre os grupos, os valores não sustentaram a ideia de superioridade da variação. A interação entre tempo e grupo, que seria o sinal de que um grupo evoluiu mais do que o outro, não apareceu de forma significativa nas medidas avaliadas. Em termos práticos: para nenhuma das regiões medidas foi possível afirmar que variar exercício trouxe mais hipertrofia do que repetir os mesmos movimentos, quando o restante do treino estava controlado. Por que média pode enganarUm ponto forte da explicação é o cuidado com a leitura de médias e intervalos de confiança. Às vezes, um grupo aparece com média um pouco maior em determinada região. Isso não significa automaticamente que ele seja melhor. Imagine dois grupos. Em um deles, duas pessoas tiveram resultado muito alto e puxaram a média para cima, enquanto a maior parte ficou próxima do outro grupo. Em outro, uma pessoa teve resultado muito ruim e puxou a média para baixo. Se olharmos apenas a média, podemos criar uma narrativa que não representa a maioria. Por isso, intervalo de confiança e dispersão dos dados são importantes. Se as margens dos grupos se sobrepõem, não dá para bater o martelo dizendo que um protocolo é superior. A aparência de vantagem pode ser só ruído estatístico ou efeito de poucos indivíduos. O erro de variar só para “confundir o músculo”A musculação melhora quando as variáveis principais são bem controladas: esforço, volume, progressão, intervalo, amplitude, técnica, proximidade da falha e recuperação. Trocar exercício sem critério pode atrapalhar justamente esse controle. Quando a pessoa mantém alguns exercícios centrais por tempo suficiente, fica mais fácil acompanhar desempenho. Se ela sabe que costuma fazer supino reto com determinada carga por determinado número de repetições, uma queda inesperada de rendimento acende um alerta: pode haver fadiga, sono ruim, alimentação ruim, estresse ou recuperação insuficiente. Quando tudo muda o tempo todo, esse parâmetro desaparece. A pessoa sente que o treino está “novo”, mas perde referência objetiva. Em vez de progressão, ela passa a colecionar exercícios. Também não precisa transformar treino em prisãoDizer que variar não é obrigatório não significa que ninguém possa variar. A conclusão correta é mais adulta: variar por variar não mostrou vantagem, mas trocar exercícios pode fazer sentido quando existe uma razão prática. Se a máquina está ocupada, trocar por uma alternativa equivalente pode salvar o treino. Se uma articulação está incomodando, escolher um exercício que respeite melhor a mecânica do dia pode ser mais inteligente. Se a lombar está cansada por outra atividade, trocar agachamento por leg press em uma sessão específica pode preservar a continuidade do treino. A variação útil não nasce do medo de “acostumar o músculo”. Ela nasce de contexto, método, segurança, logística e ajuste individual. Quando variar exercício faz sentidoA primeira situação é a adaptação ao método. Um treino tensional pesado pode funcionar melhor com um exercício que permita boa estabilidade e progressão de carga. Já um método metabólico até a fadiga, drop set ou técnica intensiva pode ser mais prático em máquinas, porque reduzir carga fica mais simples e seguro. Um exemplo direto: fazer drop set no supino com barra exige ajuda para tirar anilhas, além de aumentar o risco quando a fadiga chega. Em uma máquina, basta trocar a placa. Nesse caso, a escolha do exercício serve ao método. A segunda situação é a adaptação ao corpo naquele momento. Se a pessoa costuma agachar, mas está com a lombar sobrecarregada por jiu-jítsu, futebol, trabalho pesado ou algum desconforto pontual, pode ser melhor usar leg press por alguns treinos. Não porque leg press seja superior ao agachamento em tudo, mas porque, naquele contexto, permite treinar pernas sem insistir em uma demanda que o corpo não está tolerando bem. A terceira situação é a substituição por disponibilidade. Se o equipamento principal está ocupado, faz sentido ter alternativas. Isso é diferente de montar uma rotina caótica em que cada semana parece um sorteio. O que não justifica trocar tudoVariar por tédio pode até acontecer, mas não deve ser vendido como necessidade científica. A motivação na musculação costuma vir mais da progressão e do resultado do que da novidade do movimento. Levantar mais carga, fazer mais repetições com a mesma carga, melhorar execução e ver mudança corporal são marcadores mais úteis do que simplesmente fazer algo diferente toda semana. Também é preciso cuidado com a ideia de que “sentir mais” significa melhor. Um exercício diferente pode gerar mais dor tardia, mais estranheza e mais sensação local apenas porque o padrão motor é novo. Isso não prova que ele produzirá mais hipertrofia. Outra armadilha é usar variação para esconder falta de controle. Se a pessoa não sabe volume total, intensidade, progressão e recuperação, trocar exercício vira distração. Parece ciência, mas pode ser bagunça com nome bonito. Exercícios isolados nem sempre são necessáriosO estudo analisado incluía exercícios específicos para bíceps e tríceps. A explicação original faz uma ressalva importante: em muitos casos, puxadas já oferecem estímulo relevante para bíceps, e supinos já oferecem estímulo relevante para tríceps. Isso não quer dizer que isoladores sejam proibidos. Quer dizer que eles não devem entrar automaticamente como se fossem sempre indispensáveis. Dependendo do volume total, adicionar isoladores pode ser só dose extra. Em alguns casos, essa dose não muda resultado; em outros, aumenta desgaste de articulações, tendões e tempo de treino. Para quem quer eficiência, a pergunta é simples: esse exercício acrescenta algo que o treino básico não está entregando, ou está apenas inflando a planilha? Um jeito prático de montar o treinoA melhor saída é manter um núcleo estável de exercícios. Esses movimentos funcionam como base técnica e como régua de evolução. Eles permitem comparar desempenho, ajustar carga e perceber quando algo saiu do normal. Ao redor desse núcleo, a variação pode ser usada com critério. A pessoa pode trocar um exercício quando há dor, equipamento indisponível, mudança de método, necessidade de reduzir sobrecarga lombar, ajuste de amplitude ou preferência que melhore adesão sem comprometer o controle. O erro é confundir flexibilidade com aleatoriedade. Um treino bom pode ter opções. Mas precisa ter lógica. Checklist para decidir se vale variarO exercício atual permite boa técnica, amplitude e progressão? Existe dor, limitação ou desconforto que justifique trocar? A variação combina melhor com o método usado naquele dia? A troca mantém o mesmo objetivo muscular e o mesmo controle de esforço? Você ainda consegue acompanhar evolução de carga ou repetições? A mudança resolve um problema ou só cria novidade? Se a troca resolve um problema, ela pode ser bem-vinda. Se a única justificativa é “confundir o músculo”, a base científica fica fraca. ConclusãoFazer sempre o mesmo exercício não é, por si só, um problema. O problema é treinar mal, sem progressão, sem controle e sem ajuste ao contexto. Quando volume, esforço e execução estão bem organizados, repetir bons exercícios pode gerar hipertrofia de forma eficiente. Variar também não é pecado. A variação é útil quando melhora a segurança, facilita um método, respeita uma limitação, resolve um problema logístico ou mantém o treino viável. O que não faz sentido é transformar novidade em obrigação e vender troca constante como se fosse condição para hipertrofia máxima. Na musculação, o músculo não precisa ser enganado. Ele precisa ser treinado com critério. FAQPreciso variar exercícios para hipertrofia?Não necessariamente. O estudo discutido mostrou crescimento muscular nos dois grupos, sem vantagem clara para quem variou os exercícios quando as demais variáveis estavam controladas. Fazer sempre supino reto é ruim?Não por si só. Se o supino reto é bem executado, permite progressão e não causa desconforto, ele pode permanecer como exercício central. A troca só precisa acontecer quando houver uma razão prática. Variar exercício ajuda a desenvolver partes diferentes do músculo?A hipótese existe, mas os dados apresentados não sustentam a obrigação de variar para obter hipertrofia superior nas regiões medidas. Diferenças regionais precisam ser interpretadas com cuidado. Quando devo trocar um exercício?Troque quando houver dor, limitação, equipamento ocupado, necessidade de adaptar o método, dificuldade de segurança ou quando outro exercício permitir melhor controle e amplitude. Variar treino evita estagnação?Nem sempre. Estagnação costuma ter mais relação com controle ruim de carga, volume, recuperação e esforço. Trocar exercícios sem critério pode dificultar o acompanhamento da progressão. É melhor academia cheia de máquinas ou treino simples?Mais máquinas dão mais opções, mas não garantem mais resultado. Um treino simples, com bons exercícios e variáveis bem controladas, pode funcionar muito bem. ReferênciasGENTIL, Paulo. Pesquisador explica o problema de fazer sempre o mesmo exercicio. [S. l.], 29 jun. 2026. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=LWV0vbJvbsU. Acesso em: 1 jul. 2026. COSTA, B. D. V. et al. Does Performing Different Resistance Exercises for the Same Muscle Group Induce Non-homogeneous Hypertrophy? International Journal of Sports Medicine, v. 42, n. 9, p. 803-811, 2021. DOI: 10.1055/a-1308-3674. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33440446/. Acesso em: 1 jul. 2026.1 ponto -
Preciso de ajuda para emagrecer
Preciso de ajuda para emagrecer
Cláudio Chamini reputou(taram) Alice Oliveira S. por uma resposta no tópico
1 pontoDeve ter tirado uma férias... rsrs Rio de Janeiro @Batata...?1 ponto -
Enantato de testosterona: por que ele ficou tão popular?
Enantato de testosterona: por que ele ficou tão popular?
fisiculturismo reputou(taram) Cláudio Chamini por uma matéria
1 pontoO enantato de testosterona ficou popular por uma combinação difícil de ignorar: custo, previsibilidade, flexibilidade de dose e intervalo de aplicação mais confortável do que formulações muito curtas. Mas essa mesma familiaridade cria uma armadilha. Muita gente passa a tratar qualquer ampola de testosterona como se fosse reposição hormonal, quando dose, objetivo e acompanhamento mudam completamente o risco. No material POR QUE O ENANTATO DE TESTOSTERONA É TÃO POPULAR?, o urologista e andrologista Cláudio Guimarães explica o enantato na TRT, no uso para performance, nas vias intramuscular e subcutânea, e nos efeitos colaterais do uso excessivo. A mensagem central é simples: a molécula pode ser útil em contexto médico, mas a diferença entre repor testosterona e usar dose suprafisiológica não é detalhe semântico. É a diferença entre tratamento e abuso. O que é o enantato de testosterona?O enantato é uma testosterona esterificada. Em termos práticos, isso significa que a testosterona está ligada a um éster, o enantato, que funciona como um freio farmacológico. Sem esse recurso, a testosterona seria eliminada rápido demais e exigiria aplicações muito frequentes. A lógica histórica é justamente essa. Formulações mais curtas, como o propionato, exigiam intervalos menores. Com ésteres maiores, como enantato e cipionato, a liberação fica mais gradual. Depois da aplicação, o óleo forma um depósito e enzimas vão removendo lentamente o éster, permitindo que a testosterona livre entre na circulação ao longo dos dias. Por isso, o enantato costuma ser usado em esquemas semanais, duas vezes por semana ou em microdoses, conforme estratégia médica e resposta individual. A meia-vida frequentemente citada fica em torno de alguns dias, e o efeito clínico depende também do depósito intramuscular ou subcutâneo, da formulação oleosa, da dose e da pessoa. Por que ele é tão popular?A popularidade vem da praticidade. O enantato permite ajustes relativamente simples: dose semanal, divisão em duas aplicações, tentativas de reduzir picos e vales, e adaptação ao objetivo. Isso o torna atraente tanto na reposição hormonal quanto no meio da performance. O problema começa quando essa flexibilidade vira banalização. A mesma formulação que pode ser usada para restaurar níveis fisiológicos em um homem com hipogonadismo também pode ser usada em doses muito acima do necessário para ganhar massa e força. O frasco pode parecer o mesmo, mas o contexto muda tudo. TRT não é cicloNa terapia de reposição de testosterona, o objetivo é repor o que falta. A meta é restaurar níveis fisiológicos, melhorar sintomas compatíveis com hipogonadismo e acompanhar segurança. Não é transformar o paciente em fisiculturista. As doses citadas como comuns no conteúdo ficam na faixa de 75 mg, 100 mg ou 120 mg por semana, sempre dependendo da avaliação clínica. Isso não deve virar receita universal. TRT exige diagnóstico, exames, sintomas compatíveis, monitoramento de hematócrito, pressão, lipídios, próstata quando indicado, fertilidade e efeitos adversos. Já no uso para performance, as doses costumam subir para outro território. Muita gente chama 250 mg por semana de TRT, mas essa leitura é enganosa. O uso pode chegar a 500 mg por semana ou mais, e aí o objetivo não é normalizar deficiência. É criar um ambiente hormonal suprafisiológico. O que acontece com estradiol e DHT?Depois que a testosterona livre circula, parte dela pode ser convertida em estradiol pela aromatase. Quando essa conversão sobe demais para aquele indivíduo, podem aparecer retenção hídrica, sensibilidade mamária e ginecomastia. Outra parte pode ser convertida em DHT, a di-hidrotestosterona. O DHT se relaciona com oleosidade da pele, acne e queda de cabelo em pessoas predispostas à alopecia androgenética. Isso não significa que todo usuário terá os mesmos colaterais, mas significa que genética, dose e sensibilidade individual pesam muito. Também existem efeitos desejados: melhora de libido, disposição, ereção, força, massa muscular e densidade mineral óssea em contextos de deficiência ou uso androgênico. A questão é que benefício e risco andam juntos quando a dose ultrapassa a fisiologia. O risco que muita gente esquece: coração e vasosO alerta mais importante não é acne nem retenção. É cardiovascular. O uso excessivo de testosterona pode elevar hematócrito, aumentar viscosidade do sangue, piorar pressão arterial, reduzir HDL, alterar perfil lipídico, favorecer hipertrofia cardíaca e rigidez vascular. Esse é o ponto em que exame de sangue básico pode enganar. Olhar apenas hematócrito e estradiol não resume segurança. Coração, artérias, pressão, histórico familiar, sono, uso de outras drogas, estimulantes, peso corporal e tempo de exposição entram na conta. No fisiculturismo, o problema tende a ser acumulativo. O usuário se acostuma com doses altas, combina substâncias, normaliza alterações laboratoriais e só percebe a conta quando pressão, colesterol, ecocardiograma ou saúde vascular já estão ruins. Para quem usa, o mínimo responsável é acompanhamento médico real. Para quem não precisa, o mais prudente é não entrar nessa rota. Intramuscular ou subcutâneo?Durante muito tempo, a aplicação intramuscular foi tratada como padrão quase absoluto para testosterona oleosa. Hoje, há formulações e estudos mostrando que a via subcutânea pode produzir níveis hormonais adequados em determinados contextos, com agulhas menores, menos dor e mais facilidade de autoaplicação. Mas isso não significa que qualquer enantato oleoso sirva para aplicação subcutânea. A formulação importa. Óleo, concentração, excipientes, viscosidade, volume aplicado e qualidade do produto podem mudar tolerância local, absorção, nódulos e previsibilidade. O conteúdo faz um alerta prático para o Brasil: o enantato não é uma apresentação comum de farmácia industrializada como ocorre com outras testosteronas, e o produto de mercado paralelo é especialmente problemático. A farmacocinética pode ser errática, o produto pode ser subdosado, contaminado ou preparado com óleo inadequado. Nesse ponto, o barato pode virar risco direto. Enantato, Durateston, Deposteron e undecilato: qual é a diferença prática?Todas essas opções giram em torno da mesma ideia geral: entregar testosterona ao organismo. O que muda é o éster, a mistura de ésteres, o tempo de liberação, a estabilidade, o intervalo entre aplicações, o custo, a disponibilidade e a forma como o paciente tolera picos e vales. O enantato e o cipionato costumam ser comparados porque têm perfis relativamente próximos. A Durateston mistura ésteres diferentes. O undecilato tem ação mais longa e intervalos maiores. A escolha não deveria ser feita por modinha, mas por diagnóstico, objetivo, exames, acesso, custo, segurança e resposta individual. O maior erro é chamar abuso de reposiçãoO enantato ficou popular porque é versátil. Mas versatilidade não é licença. Quando um homem com deficiência comprovada usa testosterona para voltar a uma faixa fisiológica, a conversa é médica. Quando uma pessoa saudável usa doses altas para performance, a conversa é outra: supressão do eixo, infertilidade, alterações cardiovasculares, acne, queda de cabelo, ginecomastia, hematócrito alto e dependência psicológica do resultado. Essa diferença precisa aparecer antes da primeira aplicação. Se o objetivo é estética ou desempenho, não adianta vestir o uso com a palavra TRT para deixá-lo mais aceitável. Reposição hormonal trata deficiência. Ciclo busca efeito acima do normal. ConclusãoO enantato de testosterona é popular porque entrega testosterona de forma relativamente estável, tem boa flexibilidade de dose e pode ser ajustado em diferentes esquemas. Em TRT bem indicada, pode ser uma ferramenta útil. Em uso suprafisiológico, é outra história. A pergunta não é apenas qual testosterona usar, nem se a aplicação será intramuscular ou subcutânea. A pergunta principal é: existe indicação médica real, ou a palavra TRT está sendo usada para maquiar um ciclo? Se a resposta for a segunda, os riscos deixam de ser detalhe técnico e passam a ser o centro da decisão. FAQO que é enantato de testosterona?É uma forma esterificada de testosterona. O éster enantato retarda a liberação da testosterona, permitindo intervalos de aplicação maiores do que formulações muito curtas. Enantato é melhor que cipionato?Eles têm perfis próximos e podem cumprir funções semelhantes. A escolha depende de disponibilidade, resposta individual, formulação, custo, exames e orientação médica. 250 mg por semana é TRT?Nem sempre. Para muita gente, 250 mg por semana já pode ser dose suprafisiológica. TRT busca repor deficiência e manter níveis fisiológicos, não maximizar ganho de massa. O enantato pode causar ginecomastia?Pode, especialmente quando há conversão excessiva para estradiol em pessoa predisposta. Sensibilidade mamária, retenção e ginecomastia exigem avaliação médica, não automedicação. Aplicação subcutânea funciona?Pode funcionar em formulações adequadas e contextos selecionados, mas nem todo produto oleoso é apropriado para essa via. A qualidade da formulação e a orientação médica são decisivas. O maior risco do abuso é estético?Não. Acne, queda de cabelo e retenção incomodam, mas os riscos mais preocupantes envolvem pressão arterial, HDL, hematócrito, coração, vasos, fertilidade e uso prolongado. ReferênciasGUIMARÃES, Cláudio. POR QUE O ENANTATO DE TESTOSTERONA É TÃO POPULAR? [S. l.], 25 jun. 2026. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=idsWyGtRjU8. Acesso em: 29 jun. 2026. U.S. FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. XYOSTED (testosterone enanthate) injection, for subcutaneous use: prescribing information. 2018. Disponível em: https://www.accessdata.fda.gov/drugsatfda_docs/label/2018/209863s000lbl.pdf. Acesso em: 29 jun. 2026. BHASIN, Shalender et al. Testosterone Therapy in Men With Hypogonadism: An Endocrine Society Clinical Practice Guideline. Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, 2018. DOI: 10.1210/jc.2018-00229. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29562364/. Acesso em: 29 jun. 2026. BOND, Peter; SMIT, Diederik L.; DE RONDE, Willem. Anabolic-androgenic steroids: How do they work and what are the risks? Frontiers in Endocrinology, 2022. DOI: 10.3389/fendo.2022.1059473. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9837614/. Acesso em: 29 jun. 2026.1 ponto -
TPC pós-ciclo: o que ela recupera e o que ela não conserta
TPC pós-ciclo: o que ela recupera e o que ela não conserta
fisiculturismo reputou(taram) Cláudio Chamini por uma matéria
1 pontoA promessa da TPC é sedutora porque parece transformar o ciclo em uma conta fechada: usa anabolizante, termina, entra com alguns remédios e o corpo volta ao normal. O problema é que a recuperação do eixo hormonal não funciona como botão de reset. Em alguns homens ela acontece rápido, em outros demora, e em uma parcela pode não acontecer como se imaginava. No material A mentira por trás da TPC: o que a ciência diz sobre recuperar depois do ciclo!, Carlos Eduardo Seraphim organiza a discussão a partir da fisiologia do eixo hipotálamo-hipófise-gônadas, das ferramentas usadas na prática clínica e dos limites reais da evidência. A ideia central é direta: TPC pode ter lugar em situações específicas, especialmente quando o alvo é acelerar recuperação hormonal ou preservar fertilidade, mas ela não torna o uso de esteroides seguro e não apaga os danos sistêmicos do ciclo. O eixo que o anabolizante desligaO corpo controla a produção de testosterona por uma linha de comando em três andares. O hipotálamo libera GnRH em pulsos. A hipófise responde liberando LH e FSH. Nos testículos, o LH estimula as células de Leydig a produzir testosterona, enquanto o FSH atua nas células de Sertoli e sustenta a espermatogênese. O detalhe decisivo é que a testosterona dentro do testículo precisa ser muito mais alta do que a testosterona medida no sangue. É esse ambiente intratesticular que permite a produção de espermatozoides. Por isso, ter testosterona alta no exame de sangue não garante fertilidade se o testículo estiver desligado. Quando entra testosterona exógena ou outro andrógeno em dose suprafisiológica, o cérebro interpreta excesso hormonal e reduz o comando. O freio não depende apenas do estrogênio gerado pela aromatização; os andrógenos também podem bloquear diretamente o eixo. Por isso, a ideia de que um inibidor de aromatase impediria o desligamento é uma simplificação perigosa. Por que TPC durante o ciclo não faz sentidoEnquanto o anabolizante ainda está circulando, o feedback negativo segue ativo. Tentar estimular o eixo nesse momento é como acelerar e frear ao mesmo tempo. A lógica da TPC só aparece depois que a substância foi eliminada em grau suficiente para o eixo voltar a responder. Esse momento varia conforme a droga, a meia-vida, o éster usado, a dose, o tempo de uso e a resposta individual. Ésteres curtos tendem a sair mais rápido. Ésteres longos, como cipionato e enantato, podem manter efeito por semanas. Começar cedo demais pode significar gastar remédio sem recuperar nada relevante. As ferramentas da TPC não fazem a mesma coisaClomifeno, HCG, FSH recombinante e GnRH pulsátil são ferramentas reais da medicina, mas cada uma age em um ponto diferente da linha de comando. ClomifenoO clomifeno é um SERM, um modulador seletivo do receptor de estrogênio. No contexto do eixo masculino, ele tenta enganar o hipotálamo, reduzindo o sinal de feedback negativo mediado por estrogênio. Com isso, pode aumentar GnRH, LH e FSH produzidos pelo próprio corpo. A vantagem prática é ser oral e estimular tanto LH quanto FSH. A limitação é que ele depende de hipófise e testículos ainda capazes de responder. Se os andares de baixo não respondem, bloquear o sinal no cérebro não resolve sozinho. HCGO HCG imita o LH no receptor testicular. Ele não precisa desbloquear o cérebro para estimular diretamente as células de Leydig. Como sua meia-vida é maior que a do LH natural, pode produzir estímulo mais prolongado sobre o testículo. Na prática, ele pode ajudar quando há atrofia testicular importante ou quando se quer estimular a produção intratesticular de testosterona. Mas, isolado, ele imita principalmente o LH. Se o objetivo é fertilidade, pode faltar o sinal de FSH. FSH recombinanteO FSH recombinante mira as células de Sertoli e a produção de espermatozoides. Ele tende a aparecer como segunda linha, especialmente quando o foco é fertilidade e a resposta ao HCG isolado não foi suficiente. A combinação de HCG com FSH faz sentido porque espermatogênese depende de Sertoli funcionando e de testosterona alta dentro do testículo. O problema é custo, acesso e indicação. Não é uma ferramenta simples de fórum. É recurso clínico para casos selecionados. GnRH pulsátilA bomba de GnRH tenta substituir o comando do andar mais alto, liberando GnRH em pulsos. Esse detalhe é essencial: GnRH contínuo não reproduz o funcionamento normal do eixo. A ferramenta é elegante em endocrinologia, especialmente em quadros como hipogonadismo hipogonadotrófico congênito e síndrome de Kallmann. Para supressão por anabolizante, porém, ela quase nunca é a solução prática. O GnRH não desapareceu; ele está silenciado pelo feedback. Quando o andrógeno sai, o eixo tende a religar de cima para baixo, embora isso possa levar tempo. Hormônio não é igual fertilidadeUm erro comum é medir apenas testosterona e achar que tudo voltou. Recuperar testosterona sérica não é a mesma coisa que recuperar espermograma. A fertilidade pode demorar mais, e a contagem de espermatozoides pode permanecer baixa mesmo quando o hormônio no sangue parece normalizado. Essa distinção muda a estratégia. Se o alvo é só testosterona, uma ferramenta pode ser suficiente. Se o alvo é fertilidade, a conversa precisa incluir espermograma, volume testicular, LH, FSH, inibina B quando fizer sentido, tempo de recuperação e, em alguns casos, congelamento de sêmen. O estudo de 2025 sobre TPCO estudo publicado no BJU International avaliou homens que haviam feito uso curto de anabolizantes, com perfil reprodutivo normal antes do ciclo, e comparou três caminhos: acompanhamento sem tratamento, clomifeno isolado e clomifeno associado a HCG. A recuperação hormonal foi mais rápida nos grupos tratados, mas os grupos tenderam a normalizar hormônios ao longo do acompanhamento. Na fertilidade, a combinação teve vantagem. Aos 12 meses, a normozoospermia apareceu em 87,5% no grupo clomifeno + HCG, 69,2% no grupo clomifeno isolado e 58,6% no grupo sem tratamento. O volume testicular também melhorou mais com a combinação. O ponto não é transformar isso em protocolo universal. O próprio estudo é retrospectivo, envolve ciclos curtos e reforça a necessidade de ensaios prospectivos randomizados. Ele ajuda a enxergar a direção, mas não autoriza a conclusão infantil de que TPC resolve tudo. Quem tende a recuperar melhor?A chance de recuperação tende a ser melhor quando o uso foi curto, a dose foi menor, havia poucas substâncias, o usuário era mais jovem e a função testicular prévia era boa. Tamanho testicular, LH, FSH e marcadores como inibina B podem ajudar a estimar a resposta. O cenário piora com uso longo, doses altas, empilhamento de drogas, idade mais avançada, função testicular ruim de base e histórico pesado de ciclos. Em 2025, autores propuseram o termo hipogonadismo prolongado pós-abuso de andrógenos para casos em que o hipogonadismo persiste por meses após a interrupção. A proposta ainda é preliminar, mas dá nome a algo que muitos usuários só descobrem quando tentam parar. O que a TPC não consertaMesmo que a TPC ajude o testículo a religar, ela não desfaz automaticamente o resto da exposição. Esteroides em doses suprafisiológicas podem afetar coração, vasos, colesterol, pressão, hematócrito, coagulação, fígado, humor e tomada de risco. Esse é o buraco da narrativa de internet. A pessoa fala em TPC como se a única conta fosse testosterona, LH, FSH e espermograma. Mas o ciclo pode ter piorado HDL, aumentado pressão, engrossado parede cardíaca, alterado hematócrito e aumentado risco de trombose ou arritmia. A TPC não é um seguro contra isso. A escada clínica mais honestaO primeiro degrau é parar o anabolizante. Sem isso, não existe recuperação real do eixo. O segundo, quando há desejo de fertilidade e ainda existem espermatozoides no ejaculado, pode ser preservar sêmen antes que a situação piore. Depois vem esperar a eliminação da droga e observar se o eixo volta. Se não for possível esperar, se os sintomas forem importantes ou se a fertilidade for prioridade, entram ferramentas como clomifeno, HCG e eventualmente FSH, sempre conforme exames e objetivo. Em casos extremos de azoospermia persistente, pode haver tentativa de extração de espermatozoides diretamente do testículo para reprodução assistida. Essa escada mostra o tamanho real do problema. O que começou como só um ciclo pode terminar em meses de investigação, medicação, espermogramas, decisões reprodutivas e até procedimento cirúrgico. Por que a evidência ainda é fracaApesar de existir prática clínica, a base científica para protocolos de TPC em usuários recreativos ainda é limitada. Há estudos retrospectivos, séries pequenas, extrapolações de hipogonadismo congênito e pouca pesquisa controlada. Uma revisão de 2014 sobre hipogonadismo induzido por anabolizante já apontava a dificuldade de transformar experiência clínica em protocolo validado. Enquanto a ciência demora, fóruns e influenciadores preenchem o vazio. O problema é que informação passada de usuário para usuário ganha cara de diretriz sem ser diretriz. A TPC vira licença psicológica: se dá para consertar depois, então parece seguro fazer de novo. Só que airbag não autoriza dirigir sem cinto. ConclusãoTPC não é mito completo nem garantia de salvação. Clomifeno, HCG, FSH e GnRH são ferramentas reais, mas dependem de contexto, objetivo, exames e tempo correto. Elas podem acelerar recuperação hormonal ou ajudar em estratégias de fertilidade, mas não tornam o uso de anabolizantes seguro, não funcionam em 100% dos casos e não apagam danos cardiovasculares, metabólicos ou psicológicos. A pergunta madura não é: qual TPC eu faço? Antes disso vem outra: por que entrar em um ciclo que talvez exija tentar religar um eixo que funcionava antes? Se a resposta passa por estética, fórum e pressa, a conta provavelmente já começou errada. FAQTPC sempre recupera o eixo hormonal?Não. Muitos homens recuperam, alguns recuperam mais rápido com intervenção e uma parcela pode manter hipogonadismo por meses ou anos. A resposta depende do padrão de uso, da função testicular prévia e de fatores individuais. Fazer TPC durante o ciclo previne o bloqueio?Não é uma estratégia lógica. Enquanto o anabolizante ainda circula, o feedback negativo continua ativo. A TPC só faz sentido quando a droga já saiu o suficiente para o eixo responder. Clomifeno e HCG são a mesma coisa?Não. O clomifeno tenta estimular o cérebro a aumentar LH e FSH. O HCG imita LH diretamente no testículo. Por isso, eles podem ter papéis diferentes conforme o objetivo seja testosterona, volume testicular ou fertilidade. Testosterona normal no sangue significa fertilidade normal?Não. A produção de espermatozoides depende do ambiente intratesticular e do FSH. O espermograma pode continuar ruim mesmo quando a testosterona sérica já parece normal. A TPC protege coração e colesterol?Não. A TPC mira principalmente o eixo reprodutivo. Ela não desfaz automaticamente alterações de pressão, HDL, hematócrito, coagulação ou remodelamento cardíaco causadas por esteroides em dose suprafisiológica. Mulher também pode ter eixo bloqueado por anabolizante?Sim. Nas mulheres, o ovário pode ser silenciado, com perda de ovulação, alteração ou desaparecimento do ciclo menstrual e impacto sobre fertilidade. A evidência sobre recuperação em usuárias é ainda mais limitada. ReferênciasSERAPHIM, Carlos Eduardo. A mentira por trás da TPC: o que a ciência diz sobre recuperar depois do ciclo! [S. l.], 27 jun. 2026. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=crWpeg_q3Y0. Acesso em: 28 jun. 2026. İBIS, Muhammed Arif et al. Post-cycle therapy after short-term anabolic-androgenic steroid use: comparative outcomes in recreational bodybuilders. BJU International, 2025. DOI: 10.1111/bju.70059. Disponível em: https://doi.org/10.1111/bju.70059. Acesso em: 28 jun. 2026. VAN OS, Joël et al. Prolonged post-androgen abuse hypogonadism: potential mechanisms and a proposed standardized diagnosis. Frontiers in Endocrinology, 2025. DOI: 10.3389/fendo.2025.1621558. Disponível em: https://doi.org/10.3389/fendo.2025.1621558. Acesso em: 28 jun. 2026. KUMAR, Naveen; KAKOTI, Shitangsu; CHUNG, Eric. Pandemic of testosterone abuse: Considerations for male fertility. Arab Journal of Urology, 2025. DOI: 10.1080/20905998.2025.2509456. Disponível em: https://doi.org/10.1080/20905998.2025.2509456. Acesso em: 28 jun. 2026. SMIT, D. L. et al. Disruption and recovery of testicular function during and after androgen abuse: the HAARLEM study. Human Reproduction, 2021. DOI: 10.1093/humrep/deaa366. Disponível em: https://doi.org/10.1093/humrep/deaa366. Acesso em: 28 jun. 2026. RAHNEMA, Cyrus D. et al. Anabolic steroid-induced hypogonadism: diagnosis and treatment. Fertility and Sterility, 2014. DOI: 10.1016/j.fertnstert.2014.02.002. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.fertnstert.2014.02.002. Acesso em: 28 jun. 2026.1 ponto -
Alimentação saudável, barata e prática: o básico que resolve
Alimentação saudável, barata e prática: o básico que resolve
fisiculturismo reputou(taram) Pokoyô por um comentário
1 pontoÓtima matéria.1 ponto -
[Diário] Mashle em busca do shape estético
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Cláudio Chamini reputou(taram) fisiculturismo por uma resposta no tópico
1 pontoMarcação na musculatura das pernas aparecendo!1 ponto -
[Diário] Mashle em busca do shape estético
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Cláudio Chamini reputou(taram) MashleMuscle por uma resposta no tópico
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ADE
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ADE
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Cláudio Chamini reputou(taram) Bruninho Show por uma resposta no tópico
1 pontoFaz 30 anos que não uso drogas e não me considero fisiculturista. Apesar que este nome seja considerado uma arte, não tem nenhum culturista seja agente de colocar sua arte em um patamar que esta merece.1 ponto -
[Diário] Mashle em busca do shape estético
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Cláudio Chamini reputou(taram) MashleMuscle por uma resposta no tópico
1 ponto1 ponto -
[Diário] Mashle em busca do shape estético
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Cláudio Chamini reputou(taram) fisiculturismo por uma resposta no tópico
1 pontoQue tal um HIIT 2x por semana 8s por 12s por 20 minutos?1 ponto -
[Diário] Mashle em busca do shape estético
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Cláudio Chamini reputou(taram) MashleMuscle por uma resposta no tópico
1 ponto1 ponto -
[Diário] Mashle em busca do shape estético
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Cláudio Chamini reputou(taram) MashleMuscle por uma resposta no tópico
1 pontoJá comecei a adotar os cabos nos 2 dias de pernas . Nós dias de pernas jogo 300g d Hj bate 90kg em jejum , minha meta é refinar agora tentar uma rencomp pra perder + gordura no abdômen sem baixar o peso1 ponto -
[Diário] Mashle em busca do shape estético
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Cláudio Chamini reputou(taram) Alice Oliveira S. por uma resposta no tópico
1 pontoOlá, MashleMuscle, tudo bem? Achei sensacional a sua evolução. O seu shape está ótimo e a linha do abdômen continua bem preservada para quem está com 89kg. Achei muito inteligente a sua decisão de parar com essa alternância radical entre bulking e cutting para focar em uma manutenção por volta de 2800 kcal. Essa escolha é maravilhosa para a longevidade e para manter uma estética sustentável. A sua dieta já é bem estruturada, mas nós podemos otimizar um pouco mais a densidade dos nutrientes. Tente não depender de lembrar de comprar banana, como o moderador comentou. Os micronutrientes são fundamentais para a recuperação dos seus músculos e para a síntese proteica. Também acho legal manter a regra do prato colorido no almoço. Alface, tomate e pepino são ótimos para o básico, mas tente incluir vegetais crucíferos, como brócolis e couve-flor, pois eles ajudam muito no perfil hormonal. Para os treinos, o segredo é focar nas suas deficiências. Como você quer melhorar o peitoral superior, ele deve ser o primeiro exercício do dia. É nesse momento que as suas reservas de energia e a sua coordenação estão no pico. Já para o desenvolvimento da dorsal, o foco deve ser em exercícios de tração vertical, como puxadas e barra fixa. Esqueça a carga excessiva se ela atrapalhar a sua postura. O segredo para a asa aparecer é a técnica impecável e uma boa depressão escapular. Você está com um peso ótimo para a sua altura de 1,88m. Nesse cenário, a manutenção com 2800 kcal pode ser perfeita para uma recomposição corporal. Uma dica que eu gosto muito é oscilar levemente as calorias. Nos dias de treinos mais intensos, como pernas ou costas, você pode subir um pouco os carboidratos. Nos dias de descanso, você reduz um pouco. Isso ajuda a manter o metabolismo acelerado e a sensibilidade à insulina bem alta. Você já tem o mais difícil, que é a consistência. Agora é o momento de refinar a execução para direcionar o estímulo exatamente para onde você quer evoluir. Mantenha o foco e vá sem pressa. Um shape seco e denso se destaca muito mais. Bons treinos para você. Só lembrando que essas dicas são baseadas em conceitos gerais de treino e nutrição. Elas não substituem o acompanhamento individualizado com profissionais da saúde, combinado? Um beijo e muito foco na jornada.1 ponto -
Preciso de ajuda para emagrecer
Preciso de ajuda para emagrecer
Alice Oliveira S. reputou(taram) Cláudio Chamini por uma resposta no tópico
1 pontoBoas provas @Wannila soraia silva!1 ponto -
[Diário] Mashle em busca do shape estético
[Diário] Mashle em busca do shape estético
Cláudio Chamini reputou(taram) MashleMuscle por uma resposta no tópico
1 pontoSalve galera , ainda treinando , dieta atual Cafe : 3 fatias de pão de forma , 25g queijo musrarela, 3 ovos , café com leite Lanche da manhã : 2 ovos cozidos Almoço : 250g de arroz , salada , 150g de proteína de frango ou carne Lanche : 60g de aveia , 1 banana , 30g de whey 27g leite Jantar : 250g de arroz 150g de proteína Shape atual : 88kg , dessiste de bulking e cuting , apenas faço uma manutenção , algo em torno de 2800 calorias1 ponto -
Enantato 500mg da Pharmacon. Quem ja usou? Relatos, por favor!
Enantato 500mg da Pharmacon. Quem ja usou? Relatos, por favor!
Cláudio Chamini reputou(taram) bcarvalhobjj por uma resposta no tópico
1 pontoeu so aplico no gluteo e no vasto lateral. Um aluno medico vai me explicar como aplicar no ventro gluteo, disse que é otimo.1 ponto -
Enantato 500mg da Pharmacon. Quem ja usou? Relatos, por favor!
Enantato 500mg da Pharmacon. Quem ja usou? Relatos, por favor!
Cláudio Chamini reputou(taram) YouthBR1 por uma resposta no tópico
1 pontoDor é comum, porque é injeção oleosa. Já inchaço, vermelhidão, infecção é sinal de ergogênicos de lab UG.1 ponto -
Enantato 500mg da Pharmacon. Quem ja usou? Relatos, por favor!
Enantato 500mg da Pharmacon. Quem ja usou? Relatos, por favor!
Cláudio Chamini reputou(taram) bcarvalhobjj por uma resposta no tópico
1 pontoSim, eu entendo. Eu ja usei a Dura de Farmacia mas doía demais. Ai fui usar Enantato e andei pelas marcas King, Muscle (doeu bastante) e ultimamente tenho usado Landergold. Queria saber se o produto da Pharmacon, por ser mais concentrado (500mg) causa mais dor e inchaço.1 ponto -
Enantato 500mg da Pharmacon. Quem ja usou? Relatos, por favor!
Enantato 500mg da Pharmacon. Quem ja usou? Relatos, por favor!
Cláudio Chamini reputou(taram) YouthBR1 por uma resposta no tópico
1 pontoDor é comum quando o líquido fica na pele e por ser injeção oleosa. A seringa não pode ser aplicada em 90°, mas com certa inclinação. Nas nádegas, uma agulha, no ombro precisa ser outra.1 ponto -
TPC com Clomifeno e HCG, como proceder?
TPC com Clomifeno e HCG, como proceder?
Cláudio Chamini reputou(taram) Gianbr27 por uma resposta no tópico
1 pontoBom dia, Então terminei um ciclo a uns meses atrás e minha testo foi para 200 e pouco e os testoculos estavam bem atrofiados, comecei com clomid de 50mg por dia e estou chegando no 2 mês de TPC, no entanto o testiculo ainda está um pouco atrofiado e o volume de esperma diminuiu muito, e queria entrar com HCG para restaurar essa questão. A pergunta é como tomar o HCG e se em uma ampola vem 5000ui e 5ml de diluente, quanto vou por na seringa para fazer a aplicação.1 ponto -
TPC com Clomifeno e HCG, como proceder?
TPC com Clomifeno e HCG, como proceder?
Cláudio Chamini reputou(taram) Gianbr27 por uma resposta no tópico
1 pontoExcelente resposta, muito obrigado1 ponto -
Ciclo de deca com masteron
Ciclo de deca com masteron
Cláudio Chamini reputou(taram) Ferraz por uma resposta no tópico
1 pontoEita. Quase redação 😂 Vai de Masteron mesmo por enquanto. A diferença vai ser aqui. Ele te botar pra sofrer 😅1 ponto -
Ciclo de deca com masteron
Ciclo de deca com masteron
Cláudio Chamini reputou(taram) Batata... por uma resposta no tópico
1 pontoSou da mesma opinião do @Divebrasil... Vai somente de Masteron1 ponto -
Ciclo de deca com masteron
Ciclo de deca com masteron
Cláudio Chamini reputou(taram) Divebrasil por uma resposta no tópico
1 pontoVai dar 150mg por semana. Já é uma dose avançada para mulher. Se adicionar Deca acho q fica muito. Quer fazer ciclo ou usar por um longo tempo? fica só com Masteron e vai acompanhando colaterais e resultados. Deca tem uma meia vida maior. Se der "merda", mesmo tirando vai continuar com os colaterais. Mas é só a minha opnião. Mas veja se não desaparece daq kkk. Vai postando os resultado. Masteron 3x na semana é oque minha esposa está no momento1 ponto -
Ciclo de deca com masteron
Ciclo de deca com masteron
Cláudio Chamini reputou(taram) Juliana Alves de Jesus por uma resposta no tópico
1 pontoPenso em jogar 1,5 dividido em 3 a masteron1 ponto -
Ciclo de deca com masteron
Ciclo de deca com masteron
Cláudio Chamini reputou(taram) Divebrasil por uma resposta no tópico
1 pontoMinha opnião não faz sentido vc usar masteron com Deca. Ou um ou outro. Se acha que Deca te da bastante retenção. Use o NPP, diferença da meia vida que é mais curta igual masteron. 3x na semana Pensou em jogar quanto por semana?1 ponto -
Ciclo enantato com Stano.
Ciclo enantato com Stano.
Cláudio Chamini reputou(taram) josé almeida por uma resposta no tópico
1 pontoVocê teve essa evolução em cutting ou em bulking?1 ponto -
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Cláudio Chamini reputou(taram) Joaninha por uma resposta no tópico
1 pontoCaramba, incrível! tá muito densa, volumosa, cortes lindos, olha a gota do gluteo que linda também! parabens , tá um arraso !!1 ponto -
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Cláudio Chamini reputou(taram) RenatinhaSA por uma resposta no tópico
1 pontoné, tipo isso rsrs Mostra que você está no caminho certo, visual bem mais seco e atlético, os MMSS estão lindos. A estrada sempre será longa, mas transitável... vai na fé rsrs Belo Shape, belo posterior de coxa...parabéns!1 ponto -
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Cláudio Chamini reputou(taram) Agan81 por uma resposta no tópico
1 pontoFabi, Babando no teu posterior, que corpo espetacular, parabéns 😍1 ponto -
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
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Cláudio Chamini reputou(taram) Nicolle por uma resposta no tópico
1 pontoSou nova aqui , olhei seu progresso e é muito top , sou da megaforcecorporation tb, vou te seguindo. Menina! faz falta mesmo, fora os resultados no shape vejo que tem uma sensação de "bem estar" diferente. Parabens , tá inspirando .1 ponto -
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Cláudio Chamini reputou(taram) Marco Passarelli por uma resposta no tópico
1 pontoUma maquina, o vasto lateral já tem vida propria de tão fibrada. VOANDO.1 ponto -
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Cláudio Chamini reputou(taram) FaBHana por uma resposta no tópico
1 pontoBoa tarde meus queridos!! Saudades de atualizar! Bom, essa quinzena foi muito melhor que a outra, graças a Deus 🙌 Parei com o ciclo, confesso que faz tanta falta, parece uma droga viciante kkk mas ok! Fiz a inclusão de algumas vitaminas pois como estou em cut a imunidade fica baixa demais... Estou testando o ciclo de carboidrato pra ver se enxugo mais algumas gordurinhas e pensando seriamente em usar um clembu.... Vamos ver... Peso varia de 65,5/66,1 e não sai disso, porém visualmente perdi medidas em região de costas, linha de cintura e flancos... Mas ainda tem muito chão pela frente 😞 Minha experiência com Masteron dessa vez foi diferente, amei o resultado! Muito mais cortes e me permitiu manter a densidade muscular, único efeito colateral foi umas espinhas e um leve aumento do clitóris, mas enfim eu curti... Minha intenção agora é secar ao máximo para ver o resultado de fato! Obs: foto de preto de hoje Tmj 🤜🤛1 ponto -
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Cláudio Chamini reputou(taram) Marco Passarelli por uma resposta no tópico
1 pontoCara, é surreal esses cortes e volume na perna... comecei a treinar 2x na semana perna para vê se brota algo kkkk Não preciso dizer mas você segue arrebentandooooo.1 ponto -
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Cláudio Chamini reputou(taram) FaBHana por uma resposta no tópico
1 pontoOlá meu povo!!! Espero que estejam bem! Graças a Deus o perrengue passou! 🙏 Essa quinzena está sendo melhor, treino e dieta ok! Passei meu aniversário comemorando com meus familiares e amigos! Foi ótimo 🌹no entanto a dieta foi furada kkk com direito a muita guloseima... Lógico que não tinha como não sujar o shape né, mas foi por uma boa causa! E mesmo assim consegui bons resultados! Eu tenho que secar mais um pouquinho, e esse pouquinho está me custando hein 😓 Cortes na perna já vieram, superiores deram uma secada, agora só falta esse bendito abdômen... Estou treinando mais abs e já percebo que a musculatura está se desenvolvendo! No mais estou feliz com os resultados e espero entregar mais! O peso fica variando mas visualmente pareço maior! Chocante!!! Tmj pessoal 13/06 - 67,4 +1,2 25/06 - 66,4 -1,01 ponto -
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Cláudio Chamini reputou(taram) FaBHana por uma resposta no tópico
1 pontoObrigada Sussu ❤️ Hahah só você mesmo hein gatona ❤️🌹 graças a Deus problema superado 🙏 e não foi tão difícil voltar mesmo rs obrigada pelo apoio de sempre 🌷 Obrigada querida aos poucos vamos melhorando cada vez mais 🌷💖1 ponto -
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
Cláudio Chamini reputou(taram) Keyte Luciana Cerqueira por uma resposta no tópico
1 pontoMesmo com os percalços vc esta cada melhor! Parabens.1 ponto -
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
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Cláudio Chamini reputou(taram) RenatinhaSA por uma resposta no tópico
1 pontoEu sei bem como elas são chatas, não me largam rsrs Problemas superados, bola pra frente né... e o Shape não está ruim, nem terá muito trabalho nesse "preju" aí rsrs......tu arrasa, gatona....inspiração da geral1 ponto -
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
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Cláudio Chamini reputou(taram) FaBHana por uma resposta no tópico
1 pontoTmj tubarão sardinha kkk por mais que fiquemos cegos nesse processo kkkkk é foda né 🥲 Mas a evolução vem!! Não tem como não vir comendo quase 1kg de arroz 😅🙊 Olha quem fala 👀 Me empresta seu shape?! Suas pernas?! Eu prometo devolver 🙏 minha inspiração ❤️😍1 ponto -
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
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Cláudio Chamini reputou(taram) Julie por uma resposta no tópico
1 pontoSem palavras… Perfeição! Parabéns! ;)1 ponto -
Ciclo com Masteron!! Opiniões e dicas!!!
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Cláudio Chamini reputou(taram) Beca por uma resposta no tópico
1 pontoOnde foi que você estagnou minha fabulosa?!!!! Maravilhasa sempre com suas atualizações.. Lembra do abs que falamos?? Acredito que agora chegou onde você estava querendo... poxa.. tudo perfeito, lapidado. Você é a musa das musas minha amiga, a deusa mesmo. Parabéns sempre e sempre. Bjao bem grande você é a minha grande inspiração 😍😍😍1 ponto -
Ciclo enantato com Stano.
Ciclo enantato com Stano.
Cláudio Chamini reputou(taram) Kami Back por uma resposta no tópico
1 pontoJá fez exames? ciclo de 12 semanas são bem fortes. sem tpc pode ter alguma coisa desregulada.1 ponto -
Ciclo enantato com Stano.
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Cláudio Chamini reputou(taram) Edsonsilva por uma resposta no tópico
1 pontoai meu camarada blz to fazendo o mesmo ciclo que vc fez mai estou na duvida de como fazer a tpc poderia me dar umas dicas valeu1 ponto -
Ciclo enantato com Stano.
Ciclo enantato com Stano.
Cláudio Chamini reputou(taram) Sidney Ferreita por uma resposta no tópico
1 ponto3 meses ficou assim brother? Shape dahora...1 ponto