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Conteúdo com mais curtido desde 22/01/2026 em todas as áreas

  1. Preciso de ajuda para emagrecer

    Cláudio Chamini e 2 outros reputou(taram) Batata... por uma resposta no tópico

    3 pontos
    atualize dia 14/02
  2. Preciso de ajuda para emagrecer

    Cláudio Chamini e 2 outros reputou(taram) Batata... por uma resposta no tópico

    3 pontos
    Muito bommmm... voltando aos poucos... Algo queira mudar de imediato ? Quero fazer mudanças na próxima atualização...
  3. Preciso de ajuda para emagrecer

    Cláudio Chamini e 2 outros reputou(taram) RenatinhaSA por uma resposta no tópico

    3 pontos
    Pele melhorando, tá indo bem. Sugestão é caprichar ainda mais nos treinos de inferiores, fazer ficar puxado de verdade.
  4. Preciso de ajuda para emagrecer

    Cláudio Chamini e mais um reputou(taram) Wannila soraia silva por uma resposta no tópico

    2 pontos
    Tá ok
  5. Preciso de ajuda para emagrecer

    Cláudio Chamini e mais um reputou(taram) Wannila soraia silva por uma resposta no tópico

    2 pontos
    Para mim está ótimo, volto a atualizar quando ??
  6. Preciso de ajuda para emagrecer

    Cláudio Chamini e mais um reputou(taram) Wannila soraia silva por uma resposta no tópico

    2 pontos
    Simbora 👏🏼👏🏼
  7. [Diário] Mashle em busca do shape estético

    Foston reputou(taram) MashleMuscle por uma resposta no tópico

    1 ponto
    Fiz uma comparação da minha dorsal , do início pra agora , apesar de ter tido uma boa melhora , se comparar com o povo que do nada aparece com asa de anjos , sinto que o desenvolvimento foi lento .. mais ao menos melhorei a postura ,e acrescentei um pouco de carne
  8. Por décadas, a pirâmide alimentar que influenciou o mundo inteiro tinha uma mensagem clara: coma muitos carboidratos, evite gordura. Agora, os Estados Unidos estão oficialmente virando essa lógica de cabeça para baixo. As Diretrizes Dietéticas Americanas 2025–2030 marcam a maior mudança nutricional do país em quase 50 anos, recolocando proteínas e alimentos integrais no centro do prato — e encerrando a “guerra” contra gorduras naturais. Com base na pesquisa anexa, publicada após a revisão oficial conduzida pelo Departamento de Agricultura (USDA) e pelo Departamento de Saúde (HHS), esta mudança não é apenas estética. Ela representa uma ruptura científica, política e cultural . O que motivou essa virada histórica?Os próprios órgãos federais reconhecem um dado alarmante: cerca de 90% dos gastos com saúde nos EUA estão ligados a doenças crônicas associadas à alimentação, como obesidade, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica . Segundo o relatório, o crescimento dessas doenças coincidiu historicamente com as diretrizes adotadas a partir de 1980 — e reforçadas pela famosa pirâmide alimentar de 1992 — que incentivavam: 6 a 11 porções diárias de grãos, substituição de gorduras naturais por óleos vegetais industriais, redução drástica de carnes e laticínios integrais. O resultado? Menos gordura saturada no prato, mas mais carboidratos refinados, mais óleos de sementes e mais ultraprocessados — sem a prometida melhora na saúde populacional . A nova lógica do prato: comida de verdade no centroA revisão de 2025–2030 abandona o foco exclusivo em nutrientes isolados (calorias, gordura total, colesterol) e adota uma filosofia clara: “Real Food” — comida de verdade. Na prática, isso significa priorizar: alimentos integrais, alta densidade nutricional, mínimo processamento industrial. A nova pirâmide — muitas vezes descrita como invertida — traz três pilares centrais. 1. Proteína vira o macronutriente âncoraA mudança mais contundente é o destaque à proteína. As novas diretrizes recomendam 1,2 a 1,6 g de proteína por quilo de peso corporal por dia, um valor bem acima do que era implicitamente estimulado antes . Na prática: todas as refeições devem conter uma fonte relevante de proteína; cafés da manhã baseados apenas em pães e cereais perdem espaço; ovos, carnes, aves, peixes, laticínios integrais, leguminosas e nozes são explicitamente valorizados. A justificativa é metabólica: proteína aumenta saciedade, preserva massa magra e reduz o consumo excessivo de calorias ao longo do dia — conceito conhecido como alavancagem proteica . 2. Gorduras naturais deixam de ser vilãsOutro ponto central da nova diretriz é a reabilitação das gorduras naturais, especialmente quando fazem parte de alimentos integrais. Pela primeira vez em décadas, documentos oficiais citam como opções aceitáveis: manteiga, sebo bovino, azeite de oliva, óleo de abacate, laticínios integrais. A principal mudança não é apenas “liberar gordura”, mas diferenciar gordura natural de gordura industrial. Óleos de sementes refinados (soja, milho, canola), ricos em ácido linoleico, passam a ser vistos com cautela devido a possíveis efeitos inflamatórios quando consumidos em excesso . Em outras palavras: o problema não é a gordura do alimento, mas o grau de processamento. 3. Grãos e ultraprocessados perdem protagonismoOs carboidratos não desaparecem, mas mudam radicalmente de status: grãos deixam de ser a base da dieta; a recomendação cai para 2 a 4 porções diárias, e apenas na forma integral e minimamente processada; carboidratos refinados (pão branco, biscoitos, massas comuns) são desencorajados. Mais duro ainda é o posicionamento contra os alimentos ultraprocessados. A recomendação é clara: evitar. Produtos com aditivos artificiais, corantes, açúcares adicionados e adoçantes não nutritivos deixam de ser considerados compatíveis com uma alimentação saudável . Por que isso reacende um debate global?Essa mudança coloca os EUA em rota de colisão com diretrizes tradicionais de entidades como a Organização Mundial da Saúde, que ainda defendem a substituição de gorduras saturadas por óleos vegetais. Ao mesmo tempo, aproxima os americanos de abordagens já adotadas em países como o Brasil, que priorizam o grau de processamento dos alimentosem vez da simples contagem de macronutrientes . O resultado é um debate internacional intenso — mas inevitável — sobre o fracasso do modelo alimentar do final do século XX. O que essa mudança sinaliza para o futuro?As novas diretrizes americanas não são apenas uma atualização técnica. Elas representam: o reconhecimento oficial de que medo de gordura e excesso de carboidratos não resolveram a crise de saúde; a valorização de padrões alimentares mais ancestrais e menos industrializados; um convite global para repensar o que realmente significa “comer saudável”. Se essa experiência vai reduzir obesidade e doenças metabólicas em larga escala, só o tempo dirá. Mas uma coisa já é clara: a pirâmide alimentar clássica ficou no passado — e, com ela, a ideia de que gordura natural é o inimigo número um da saúde. Fontes de consulta: ACADEMY OF NUTRITION AND DIETETICS. Statement from the Academy of Nutrition and Dietetics on the Release of the Dietary Guidelines for Americans, 2025–2030. Chicago, 2026. Disponível em: https://www.eatrightpro.org/about-us/who-we-are/public-statements/academy-statement-on-2025-2030-dgas-release. Acesso em: 15 jan. 2026. AHCA/NCAL. DHHS and USDA Release 2025–2030 Dietary Guidelines for Americans. Washington, DC, 2026. Disponível em: https://www.ahcancal.org/News-and-Communications/Blog/Pages/DHHS-and-USDA-Release-2025-2030-Dietary-Guidelines-for-Americans-.aspx. Acesso em: 15 jan. 2026. BEAL, T.; RAMSDEN, C. The Scientific Foundation for the Dietary Guidelines for Americans 2025–2030. National CACFP Sponsors Association, 2026. Disponível em: https://www.cacfp.org/assets/pdf/The+Scientific+Foundation+for+the+Dietary+Guidelines+for+Americans%2C+2025%E2%80%932030. Acesso em: 15 jan. 2026. BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para a população brasileira. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. DLA PIPER. Updated 2025–2030 Dietary Guidelines for Americans emphasize consumption of “real foods”. Washington, DC, 2026. Disponível em: https://www.dlapiper.com/en/insights/publications/2026/01/2025-2030-dietary-guidelines-for-americans-top-points. Acesso em: 15 jan. 2026. HARVARD T. H. CHAN SCHOOL OF PUBLIC HEALTH. Dietary Guidelines for Americans 2025–2030: progress on added sugar, protein hype, saturated fat contradictions. Boston, 2026. Disponível em: https://nutritionsource.hsph.harvard.edu/2026/01/09/dietary-guidelines-for-americans-2025-2030/. Acesso em: 15 jan. 2026. METABOLIC MIND. For Clinicians. 2026. Disponível em: https://www.metabolicmind.org/for-clinicians/. Acesso em: 15 jan. 2026. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. WHO updates guidelines on fats and carbohydrates. Genebra, 2023. Disponível em: https://www.who.int/news/item/17-07-2023-who-updates-guidelines-on-fats-and-carbohydrates. Acesso em: 15 jan. 2026. PAGE, A. Dietary Guidelines for Americans 2025–2030. Medium, 2026. Disponível em: https://medium.com/@aydapage/dietary-guidelines-for-americans-2025-2030-eaec593aa258. Acesso em: 15 jan. 2026. UNITED STATES DEPARTMENT OF AGRICULTURE (USDA). Dietary Guidelines for Americans 2025–2030. Washington, DC, 2026. Disponível em: https://www.dietaryguidelines.gov/. Acesso em: 15 jan. 2026. UNITED STATES DEPARTMENT OF AGRICULTURE (USDA). Kennedy, Rollins Unveil Historic Reset of U.S. Nutrition Policy. Washington, DC, 2026. Disponível em: https://www.usda.gov/about-usda/news/press-releases/2026/01/07/kennedy-rollins-unveil-historic-reset-us-nutrition-policy-put-real-food-back-center-health. Acesso em: 15 jan. 2026. UNITED STATES DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES (HHS). Fact Sheet: Trump Administration Resets U.S. Nutrition Policy. Washington, DC, 2026. Disponível em: https://www.hhs.gov/press-room/fact-sheet-historic-reset-federal-nutrition-policy.html. Acesso em: 15 jan. 2026. UNITED STATES GOVERNMENT. Eat Real Food. 2026. Disponível em: https://www.realfood.gov/. Acesso em: 15 jan. 2026. ZOË HARCOMBE. The 2025–2030 Dietary Guidelines for Americans. 2026. Disponível em: https://www.zoeharcombe.com/2026/01/the-2025-2030-dietary-guidelines-for-americans/. Acesso em: 15 jan. 2026.
  9. Preciso de ajuda para emagrecer

    fisiculturismo reputou(taram) Cláudio Chamini por uma resposta no tópico

    1 ponto
    Boa evolução, sim. Visualmente já deu uma boa enxugada, principalmente em cintura e posterior. Peso às vezes engana mesmo, ainda mais treinando inferior pesado — dá pra perder gordura e segurar/ganhar massa ao mesmo tempo. Agora é não mexer no que está funcionando. Constância > pressa. Se começar a inventar moda, trava tudo de novo. Segue firme, atualiza com calma e deixa o corpo responder. 👊
  10. Preciso de ajuda para emagrecer

    RenatinhaSA reputou(taram) Wannila soraia silva por uma resposta no tópico

    1 ponto
    Boa tarde Voltando aqui para atualizar Peso 71 kl Seguindo a risca
  11. A carne vermelha não é vilã. Quando falamos de saúde e desempenho, o problema real está muito mais nos processados (salsicha, nuggets, hambúrguer ultraprocessado, embutidos cheios de aditivos) do que na carne fresca em si. A carne vermelha fresca é um alimento denso em nutrientes: entrega vitamina B12 ativa, ferro heme, zinco, creatina, carnitina, taurina, além de compostos como DHA e vitamina K2 na forma MK-4 (especialmente em vísceras e carnes de ruminantes). Esses nutrientes são fundamentais para cérebro, músculos, performance nos treinos, sistema imune e saúde metabólica. E a forma como eles aparecem na carne é altamente biodisponível: o corpo absorve e usa com eficiência, ao contrário de vários equivalentes vegetais, que sofrem com antinutrientes e menor absorção. Não é opinião. É fisiologia, bioquímica e dado científico: revisões recentes mostram que a carne vermelha é um alimento “nutriente-denso”, com proteína completa e micronutrientes frequentemente deficientes em populações que consomem pouca proteína animal, como ferro, zinco e B12. Excluir ou reduzir demais a carne pode piorar o aporte desses nutrientes, especialmente em crianças, mulheres em idade fértil, idosos e pessoas que treinam pesado. E o câncer? A evidência mais forte hoje é contra carnes processadas, não contra a carne fresca. Diretrizes de grandes instituições colocam a carne vermelha fresca como um alimento que pode fazer parte de uma dieta saudável, desde que consumida em quantidades moderadas, com cortes magros e dentro de um padrão alimentar equilibrado. Estudos recentes sobre carne vermelha fresca falam em aumentos de risco pequenos e com baixo nível de certeza, enquanto os benefícios nutricionais são claros, principalmente quando comparamos com dietas que praticamente não têm alimentos de origem animal. Para quem treina musculação ou fisiculturismo, a carne vermelha ainda tem outra vantagem prática: Entrega proteína completa com ótima digestibilidade. Fornece creatina, ajudando na força e no volume de treino. Fornece carnosina, taurina e outros compostos que participam do tamponamento de ácido, proteção contra estresse oxidativo e recuperação muscular. Ou seja: é muito mais difícil montar uma dieta otimizada para performance e saúde apenas com fontes vegetais. É possível? Sim. Mas exige mais planejamento, combinação de alimentos e, muitas vezes, suplementação (especialmente de B12, ferro e às vezes creatina). A carne faz esse “pacote” de forma mais simples e eficiente. O foco inteligente não é “demonizar carne”, e sim: Evitar ou minimizar carnes processadas e ultraprocessados. Priorizar cortes frescos, de boa procedência, preferindo versões mais magras no dia a dia. Ajustar a quantidade ao contexto (objetivo estético, saúde, histórico familiar, exames). Manter o restante da dieta rico em frutas, legumes, verduras e boas fontes de gordura. Em resumo: carne vermelha fresca, consumida com moderação dentro de uma dieta equilibrada, não é inimiga da saúde. Pelo contrário: é uma aliada poderosa para quem quer cérebro afiado, boa composição corporal e mais desempenho nos treinos. Já a deficiência dos nutrientes que ela fornece está claramente associada a problemas sérios – anemia, perda de massa muscular, pior função cognitiva e maior risco de adoecimento. Principais dúvidas sobre carne vermelha (e respostas diretas) “Carne vermelha faz mal para o coração?” Depende da quantidade, do corte e do resto da dieta. Excesso de carne muito gordurosa, junto com sedentarismo, tabagismo e ultraprocessados, pode piorar perfil lipídico. Já porções moderadas de cortes magros, dentro de uma dieta baseada em alimentos minimamente processados, tendem a ter um impacto neutro ou pequeno, especialmente em pessoas ativas e com boa composição corporal. “Qual a diferença entre carne fresca e carne processada?” Carne fresca é o bife, o patinho moído simples, o músculo, o contrafilé, a picanha, etc. Processada é a carne que passa por cura, defumação, adição de nitritos, muito sal, amido, gorduras adicionais e outros aditivos (salsicha, salame, presunto, hambúrguer de caixinha ultraprocessado). A evidência de aumento de risco de câncer e outros problemas é muito maior para os processados do que para a carne fresca. “Quantas vezes por semana posso comer carne vermelha?” Várias diretrizes internacionais trabalham com algo como 350–500 g de carne vermelha cozida por semana como um consumo “moderado”, o que seria algo em torno de 3 porções médias. Para atletas e fisiculturistas, às vezes a quantidade sobe, mas aí é ainda mais importante manter exames em dia, cuidar da qualidade dos cortes, da hidratação, da saúde renal e do restante da dieta. “Carne vermelha é essencial para ganho de massa muscular?” Essencial não, mas extremamente útil. Dá proteína completa, creatina, ferro e B12 em um alimento só. Dá para ganhar massa só com proteína vegetal? Dá, mas você vai precisar de volumes maiores de comida, combinação estratégica de proteínas (arroz + feijão, soja, ervilha, etc.) e provavelmente suplementar B12 e, muitas vezes, creatina. “Quem tem histórico de câncer ou doença renal deve cortar carne vermelha?” Não existe uma resposta única. Em doença renal, a questão central é o total de proteína e o estágio da doença, não apenas a carne em si. Em câncer, o enfoque costuma ser reduzir processados, controlar o total de carne vermelha e ajustar a dieta ao tratamento. Em qualquer um desses casos, a decisão deve ser tomada com médico e nutricionista, olhando exames, histórico familiar e necessidades individuais. Referências BARR, B.; LEVITT, D. E.; GOLLAHON, L. Red Meat Amino Acids for Beginners: A Narrative Review. Nutrients, v. 17, n. 6, p. 939, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.3390/nu17060939. Acesso em: 25 nov. 2025. (MDPI) BEAL, T. et al. Friend or Foe? The Role of Animal-Source Foods in Healthy and Environmentally Sustainable Diets. The Journal of Nutrition, v. 153, n. 2, p. 409-425, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.tjnut.2022.10.016. Acesso em: 25 nov. 2025. (PubMed) HICKS, T. M.; KNOWLES, S. O.; FAROUK, M. M. Global Provisioning of Red Meat for Flexitarian Diets. Frontiers in Nutrition, v. 5, 2018. Disponível em: https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fnut.2018.00050. Acesso em: 25 nov. 2025. (Frontiers) KAVANAUGH, M. et al. Considering the Nutritional Benefits and Health Implications of Red Meat in the Era of Meatless Initiatives. Frontiers in Nutrition, v. 12, 2025. Disponível em: https://www.frontiersin.org/journals/nutrition/articles/10.3389/fnut.2025.1525011. Acesso em: 25 nov. 2025. (Frontiers) LESCINSKY, H. et al. Health Effects Associated with Consumption of Unprocessed Red Meat: A Burden of Proof Study. Nature Medicine, 2022. Disponível em: https://www.nature.com/articles/s41591-022-01968-z. Acesso em: 25 nov. 2025. (Nature) NATIONAL HEALTH SERVICE. Meat in your diet. 2021. Disponível em: https://www.nhs.uk/live-well/eat-well/food-types/meat-nutrition/. Acesso em: 25 nov. 2025. (nhs.uk) RUXTON, C. H. S.; GORDON, S. Animal Board Invited Review: The Contribution of Red Meat to Adult Nutrition and Health Beyond Protein. Animal, v. 18, n. 3, p. 101103, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.animal.2024.101103. Acesso em: 25 nov. 2025. (ScienceDirect) WORLD CANCER RESEARCH FUND; AMERICAN INSTITUTE FOR CANCER RESEARCH. Limit Consumption of Red and Processed Meat. Continuous Update Project Expert Report, 2018. Disponível em: https://www.wcrf.org/research-policy/evidence-for-our-recommendations/limit-red-processed-meat/. Acesso em: 25 nov. 2025. Carne vermelha-2.mp4
  12. Acetato de trembolona

    fisiculturismo reputou(taram) I_M_P_U_R_O por uma análise

    1 ponto
    Ótimo conteúdo para leigos e ratos de academia. Parabéns.
Esta liderança está programada para São Paulo/GMT-03:00

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