Pular para o conteúdo
Imagem sintética e meramente ilustrativa. Não é uma foto real.

Peptídeos injetáveis são seguros? O caso do CJC-1295 numa criança

Peptídeos injetáveis como CJC-1295, ipamorelina, BPC-157 e TB-500 não têm registro. Veja o caso de uma criança e o que dizem os estudos.

Os peptídeos injetáveis vendidos para recuperação, estética e "longevidade", como CJC-1295, ipamorelina, BPC-157 e TB-500, não têm registro na Anvisa nem estudos em humanos que mostrem que são seguros e funcionam para esses usos. O endocrinologista Carlos Eduardo Seraphim, do canal Endocrine talks with Dr. Carlos Seraphim, parte de um caso do próprio consultório em “A febre dos PEPTÍDEOS passou de todos os limites!”: uma criança que recebeu dois desses peptídeos no lugar do hormônio do crescimento e teve a glicemia disparada.

A gravação saiu em 9 de julho de 2026, antes de um comitê da FDA votar sobre o BPC-157 e o TB-500. Esta versão traz o resultado desse voto e a proposta do governo americano de outubro.

O caso da criança que trocou o GH por peptídeos

A criança, de 10 anos, tinha hipopituitarismo congênito. É uma doença rara em que a hipófise, a glândula na base do cérebro que comanda boa parte dos hormônios, não produz o que deveria. O tratamento é repor os hormônios que faltam, muitas vezes incluindo o GH, com exames e acompanhamento para a criança atingir a altura adequada. Seraphim conta que alterou detalhes do caso para preservar o sigilo.

A família mudou de cidade e voltou ao consultório um ano depois. Nesse intervalo, um nutrólogo trocou o GH por uma combinação de CJC-1295 e ipamorelina, vendida no próprio consultório. Poucas semanas depois da troca, a glicemia, que era normal, começou a disparar. Na avaliação de Seraphim, os peptídeos deixaram a criança diabética. Seraphim suspendeu os peptídeos e a glicemia voltou ao normal.

O raciocínio do nutrólogo não fecha. CJC-1295 e ipamorelina são secretagogos: estimulam a hipófise a liberar GH. Numa criança cuja hipófise não funciona por causa genética, estimular a glândula é, nas palavras de Seraphim, "apertar o interruptor quebrado". Não repõe o hormônio que falta nem trata a doença.

CJC-1295 e ipamorelina pararam na fase 2

Os dois peptídeos foram vendidos à família como medicina de ponta, mas a própria indústria farmacêutica já os testou e não seguiu adiante. Nenhum dos dois foi aprovado como remédio. Antes da aprovação, um remédio novo passa por fases de teste em pessoas, e a fase 2 é a que verifica, num grupo ainda pequeno de pacientes, se ele funciona.

O CJC-1295 foi criado pela empresa ConjuChem. Num estudo com adultos saudáveis publicado em 2006, uma injeção elevou o GH de 2 a 10 vezes por pelo menos 6 dias e o IGF-1, hormônio produzido sob comando do GH, de 1,5 a 3 vezes por 9 a 11 dias. O passo seguinte foi um estudo de fase 2 em pessoas com HIV e acúmulo de gordura abdominal, interrompido em 2006, sem resultados publicados. Segundo Seraphim, a interrupção veio depois da morte de um participante, que a empresa atribuiu a uma doença cardíaca prévia.

A ipamorelina foi descoberta por pesquisadores da Novo Nordisk, fabricante do Ozempic® e do Wegovy®, e descrita em 1998. Depois, a farmacêutica Helsinn a testou em adultos que tinham feito cirurgia de intestino, para acelerar a volta do funcionamento intestinal. No estudo de fase 2 publicado, com 117 pacientes, a ipamorelina não teve diferença significativa em relação ao placebo. Seraphim diz que o desenvolvimento parou por falta de eficácia.

Todos esses estudos foram feitos em adultos. Em criança, não há dado de segurança, porque remédio novo é testado primeiro em adulto. O nutrólogo trocou um tratamento com indicação, estudo e diretriz por injeções de origem e conteúdo desconhecidos.

Peptídeo não é sinônimo de golpe

Peptídeo é uma cadeia curta de aminoácidos, um pedaço pequeno de proteína. Não existe uma fronteira única: Seraphim usa o corte tradicional de até 50 aminoácidos, e a FDA chama de proteína o que passa de 40. O GH que a criança deveria usar tem 191 aminoácidos, então é uma proteína.

O corpo usa peptídeos como mensageiros. Eles se encaixam num receptor, como chave na fechadura, e dão uma ordem à célula. Por isso a indústria farmacêutica gosta tanto deles: a insulina é um peptídeo, assim como as canetas de emagrecimento aprovadas, como Ozempic®, Saxenda® e Mounjaro®. Todos passaram por anos de pesquisa e por estudos com milhares de pessoas antes de chegar ao paciente.

O problema, para Seraphim, não é a classe. É pegar peptídeos experimentais, que talvez tenham funcionado numa célula ou em ratos, e vendê-los injetáveis como se já fossem tratamento comprovado.

O rótulo "só para pesquisa"

Seraphim diz ter achado mais de 10 sites que vendem peptídeos numa busca de 15 minutos em buscadores comuns, sem precisar da chamada deep web. Um deles avisa que o produto é "exclusivamente para pesquisa laboratorial" e "não destinado ao consumo humano". Na mesma página, ensina a reconstituir o pó com água bacteriostática (água estéril própria para diluir injetáveis) e seringa e promete acelerar a cicatrização de lesões.

Outro site diz ter os peptídeos "mais procurados por pesquisadores do Brasil", mas vende para pessoa física tirzepatida, a substância do Mounjaro®, e retatrutida, outra substância para emagrecimento, e avisa que a garantia vale só até a postagem. Um terceiro fala em envio discreto e vende anabolizante no mesmo catálogo.

O aviso de pesquisa não dá cobertura a essa venda. Seraphim lembra que órgãos reguladores já disseram que o rótulo cai quando o vendedor dá a dose, ensina a aplicar, promete benefício ou vende para pessoa física sem checar se ela é pesquisadora. Na prática, segundo ele, o rótulo só serve para pular o controle de qualidade de um remédio e passar a responsabilidade para o comprador. A Anvisa diz que GHK-Cu, BPC-157, TB-500, CJC-1295 e ipamorelina não têm registro, que peptídeos injetáveis assim são ilegais para qualquer uso em saúde, inclusive estético, e que não têm garantia de segurança, origem ou composição.

Também há cursos para médicos. Seraphim gastou mais de R$ 2.000 em cursos e livros sobre peptídeos e mostra um livro que orienta a prescrição sem citar nenhum estudo, com um trecho sobre como o médico pode se proteger legalmente. Um dos cursos dá de brinde o contato de fornecedores.

BPC-157 e TB-500: o que os estudos mostram

O BPC-157 tem dezenas de estudos, mas quase todos em animais. Uma revisão de 2025 sobre medicina esportiva reuniu 36 estudos, 35 deles em animais ou células. O único estudo em pessoas olhou para trás, nos registros de 12 pacientes com dor no joelho que já tinham recebido a injeção, e a revisão não achou dado clínico de segurança.

Seraphim chama a atenção para a origem desses estudos. Segundo uma busca no PubMed feita em 20 de maio de 2025, mais de 80% dos mais de 190 artigos sobre BPC-157 têm Predrag Sikirić ou Sven Seiwerth, do mesmo grupo da Universidade de Zagreb, na Croácia, como primeiro autor ou como autor sênior (o último da lista). Os artigos do grupo relatam efeito positivo em quase tudo: músculo, fratura, artrose, concussão, intestino, ferida. Para Seraphim, uma molécula que resolve tudo, sempre vinda da mesma fonte, pede desconfiança até outros grupos confirmarem.

Uma reportagem da Undark, publicada também pelo STAT em fevereiro de 2026, mostrou que Sikirić aparece em pedidos de patente ligados ao BPC-157 desde pelo menos 1989 e consta como dono da empresa que patrocinou um ensaio clínico em Tijuana, no México. Segundo a reportagem, esses vínculos não foram declarados nos artigos do grupo que ela analisou. O ensaio, registrado em 2015 para testar a segurança do BPC-157 oral em voluntários, teve resultados enviados e depois retirados, e nunca foram publicados. Ainda assim, uma revisão do grupo de 2025 afirma, sem citar artigo nem mostrar dados, que esse ensaio mostrou que o BPC-157 é seguro e bem tolerado.

Isso também derruba um argumento comum de quem vende peptídeo: o de que a indústria não estuda o BPC-157 porque ele não pode ser patenteado. Uma revisão de 2025 lista patentes e pedidos ligados ao composto, inclusive uma combinação de BPC-157 com semaglutida para emagrecer. A sequência natural não se patenteia, mas a formulação, a versão estável e o modo de produzir, sim. Se o BPC-157 funcionasse como prometem, diz Seraphim, já haveria um análogo patenteável em ensaio clínico. Para ele, o problema é que a pouca evidência que existe está contaminada por interesse.

O TB-500 é uma versão sintética de um pedaço da timosina beta-4, uma proteína do corpo. Ele ficou conhecido no turfe: laboratórios de controle antidoping de cavalos de corrida desenvolveram métodos para detectá-lo na urina e no sangue dos animais. Para o TB-500, a equipe técnica da FDA diz que não há dado de uso em humanos.

Off-label é outra coisa

Quem prescreve esses peptídeos costuma dizer que o uso é off-label. Off-label é usar um remédio aprovado numa indicação diferente da que está na bula. Um peptídeo sem registro não é off-label: é uma substância não aprovada. E um termo de consentimento assinado pelo paciente não transforma o uso em pesquisa se não há projeto aprovado por um comitê de ética.

Seraphim admite que há debate real e que, em tese, existem peptídeos promissores sendo estudados, talvez com seriedade. O ponto dele é mais simples: a promessa não é a prova. O argumento de que milhares de pessoas já usaram sem problema também não serve. É o raciocínio de quem fuma e diz que o avô fumou a vida inteira e chegou aos 90.

O que aconteceu na FDA depois de julho

Nos Estados Unidos, o secretário da Saúde, Robert F. Kennedy Jr., disse no podcast de Joe Rogan que é "um grande fã de peptídeos" e que os usou para se recuperar de lesões. Quando Seraphim gravou, um comitê da FDA ia se reunir em 23 e 24 de julho de 2026 para discutir sete peptídeos, entre eles o BPC-157 e o TB-500, e a equipe técnica da agência tinha recomendado rejeitar todos.

Antes da reunião, o comitê, que é consultivo e não aprova remédio, tinha sido recomposto com mais profissionais que prescrevem, produzem ou promovem peptídeos. Ele votou contra a recomendação da equipe técnica e apoiou, por placares apertados, que farmácias de manipulação pudessem preparar seis dos sete, incluindo o BPC-157 e o TB-500 (8 a 6, com uma abstenção, nos dois casos). Em 30 de outubro, o governo americano publicou um rascunho de política para tolerar que farmácias de manipulação preparem esses seis peptídeos com receita, sob condições. Nenhum deles virou remédio aprovado. Os detalhes estão em BPC-157 aprovado pela FDA? O que mudou para TB-500, KPV e MOTS-c.

O risco que não aparece na caixa

Em estudos com animais e células, o BPC-157 estimula a formação de vasos novos, e Seraphim diz que vários desses peptídeos também estimulam a multiplicação de células. Isso pode ajudar a cicatrizar, mas um tumor também precisa de vasos novos e de células se multiplicando. Revisores do BPC-157 escreveram em 2025 que esse efeito pode tornar o peptídeo uma má escolha quando a pessoa não sabe se tem células de câncer no corpo, e que o risco continua plausível. O grupo croata contestou no mesmo número da revista, defendendo um potencial antitumoral do composto. O próprio Seraphim diz que a preocupação é teórica, mas que só estudo de longo prazo responde.

Há ainda o conteúdo do frasco, que ninguém conhece: a dose pode estar errada, e pode haver bactéria ou metal pesado. Médicos ouvidos pela BBC News Brasil apontam contaminação, reação inflamatória e infecção, e a reportagem lista problemas relatados como retenção de líquidos, dores nas articulações e aumento da pressão arterial.

Comissão sobre o que se prescreve

Para Seraphim, o que move esse mercado é dinheiro. O Código de Ética Médica proíbe que o médico lucre com o que prescreve: veda o exercício mercantilista da medicina (artigo 58), aceitar vantagem por paciente encaminhado ou recebido (artigo 59) e obter vantagem pela prescrição ou venda de medicamentos (artigo 69). No caso da criança, o nutrólogo prescreveu e vendeu os peptídeos no próprio consultório.

Seraphim também foi atrás dos fornecedores indicados por um dos cursos e diz que quase todos vendem anabolizantes. Ele compara a onda dos peptídeos à do chip da beleza e à da soroterapia: segundo ele, boa parte das clínicas que vendiam soroterapia e chip trocou de produto quando o anterior saiu de moda.

Três perguntas antes de aceitar um peptídeo

Se alguém oferecer um peptídeo injetável, Seraphim sugere três perguntas:

  1. O produto tem registro na Anvisa? Se a resposta for evasiva, como "é manipulado", "é importado" ou "é para pesquisa", ele não tem registro.
  2. Há estudo em humanos, publicado, de preferência de mais de um grupo independente? Estudo em rato ou em célula não conta. Sem isso, a cobaia é você.
  3. O senhor ganha alguma comissão com isso? Pelo código de ética, lembra Seraphim, o médico deve responder com transparência.

Para conferir o registro por conta própria, dá para procurar o nome do produto na consulta de medicamentos do site da Anvisa, pelo nome, pela marca ou pelo número do registro. Se a situação aparecer como inativa ou inválida, o produto não é autorizado.

Conclusão

Não há estudo em humanos que mostre que CJC-1295, ipamorelina, BPC-157 ou TB-500 são seguros para esses usos a longo prazo, e o conteúdo do frasco não tem controle. Os peptídeos aprovados, como a insulina e as canetas de emagrecimento, chegaram ao paciente depois de anos de pesquisa. Para quem tem uma doença hormonal, o caminho é um endocrinologista, que trata com remédio registrado e acompanha com exames. No caso da criança, Seraphim suspendeu os peptídeos a tempo e, por sorte, a glicemia voltou ao normal.

Perguntas frequentes

Peptídeos injetáveis são permitidos no Brasil?

Os que têm registro como remédio, como a insulina e as canetas para diabetes e obesidade, e, em casos específicos, a manipulação individual com receita e insumo regular. A Anvisa diz que GHK-Cu, BPC-157, TB-500, CJC-1295 e ipamorelina não têm registro, que alguns peptídeos injetáveis são ilegais para qualquer uso em saúde, inclusive estético, e que nenhum suplemento pode ser injetável.

Quais remédios são peptídeos?

A insulina, a semaglutida (Ozempic®) e a tirzepatida (Mounjaro®) são peptídeos aprovados. CJC-1295, ipamorelina, BPC-157 e TB-500 também são peptídeos, mas experimentais e sem registro.

Peptídeos são anabolizantes?

Não. Esteroides anabolizantes são derivados sintéticos da testosterona, e peptídeos são cadeias curtas de aminoácidos. Mas o mercado é o mesmo: Seraphim achou sites e fornecedores que vendem peptídeos e anabolizantes no mesmo catálogo.

O que é CJC-1295 com ipamorelina?

É uma combinação de dois secretagogos, peptídeos que estimulam a hipófise a liberar GH. O CJC-1295 aumentou GH e IGF-1 em adultos saudáveis num estudo de 2006, e nenhum dos dois passou da fase 2 de testes nem foi aprovado como remédio. Não servem para quem tem a hipófise sem funcionar.

CJC-1295 e outros peptídeos injetáveis fazem mal?

Não há estudo de longo prazo que responda. No caso relatado por Seraphim, a glicemia de uma criança disparou poucas semanas depois de começar CJC-1295 e ipamorelina e voltou ao normal após a suspensão. Os riscos citados por médicos incluem infecção e contaminação do frasco, dose errada e, no caso dos peptídeos que estimulam vasos novos, um risco teórico de favorecer tumores.

Peptídeo injetável precisa de receita?

Remédio peptídeo registrado, como insulina ou semaglutida, sim. Os peptídeos sem registro não viram legais com receita: prescrever uma substância não aprovada não é uso off-label, e a manipulação no Brasil depende de receita individual e de insumo regular.

Peptídeos injetáveis servem para musculação e articulações?

Não há estudo em humanos que mostre ganho de massa ou recuperação de tendão com BPC-157, TB-500, CJC-1295 ou ipamorelina. Na revisão de 2025 sobre o BPC-157 em medicina esportiva, 35 de 36 estudos eram em animais ou células.

Referências

  1. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Checamos: peptídeos que prometem milagres NÃO estão registrados na Anvisa. Anvisa. Brasília, DF, 2 jul. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2026/checamos-peptideos-que-prometem-milagres-nao-estao-registrados-na-anvisa. Acesso em: 31 out. 2026.
  2. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Como saber se um produto é autorizado pela Anvisa. Anvisa. Brasília, DF, 2026. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/comunicacao/campanhas/estetica/como-saber-se-um-produto-e-autorizado-pela-anvisa. Acesso em: 31 out. 2026.
  3. BECK, D. E.; SWEENEY, W. B.; MCCARTER, M. D. Prospective, randomized, controlled, proof-of-concept study of the Ghrelin mimetic ipamorelin for the management of postoperative ileus in bowel resection patients. International Journal of Colorectal Disease, [S. l.], v. 29, n. 12, p. 1527-1534, dez. 2014. DOI: 10.1007/s00384-014-2030-8. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25331030/. Acesso em: 31 out. 2026.
  4. CLINICALTRIALS.GOV. A study to evaluate CJC 1295 in HIV patients with visceral obesity (NCT00267527). U.S. National Library of Medicine. [S. l.], set. 2006. Disponível em: https://clinicaltrials.gov/study/NCT00267527. Acesso em: 31 out. 2026.
  5. CLINICALTRIALS.GOV. PCO-02: safety and pharmacokinetics trial (NCT02637284). U.S. National Library of Medicine. [S. l.], 15 dez. 2015. Disponível em: https://clinicaltrials.gov/study/NCT02637284. Acesso em: 31 out. 2026.
  6. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Código de Ética Médica: Resolução CFM nº 2.217, de 27 de setembro de 2018, modificada pelas Resoluções CFM nº 2.222/2018 e 2.226/2019. CFM. Brasília, DF, 2019. Disponível em: https://portal.cfm.org.br/images/PDF/cem2019.pdf. Acesso em: 31 out. 2026.
  7. HO, E. N. et al. Doping control analysis of TB-500, a synthetic version of an active region of thymosin β4, in equine urine and plasma by liquid chromatography-mass spectrometry. Journal of Chromatography A, [S. l.], v. 1265, p. 57-69, nov. 2012. DOI: 10.1016/j.chroma.2012.09.043. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23084823/. Acesso em: 31 out. 2026.
  8. JÓZWIAK, M. et al. Multifunctionality and possible medical application of the BPC 157 peptide: literature and patent review. Pharmaceuticals, [S. l.], v. 18, n. 2, art. 185, jan. 2025. DOI: 10.3390/ph18020185. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40005999/. Acesso em: 31 out. 2026.
  9. JÓZWIAK, M. et al. Reply to Sikiric et al. BPC 157 therapy: targeting angiogenesis and nitric oxide's cytotoxic and damaging actions, but maintaining, promoting, or recovering their essential protective functions. Comment on "Józwiak et al. Multifunctionality and possible medical application of the BPC 157 peptide: literature and patent review". Pharmaceuticals, [S. l.], v. 18, n. 10, art. 1451, set. 2025. DOI: 10.3390/ph18101451. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41155566/. Acesso em: 31 out. 2026.
  10. MACHADO, Simone. Infecções, dores e aumento de pressão: os riscos de usar peptídeos injetáveis sem aprovação da Anvisa. BBC News Brasil. [S. l.], 16 jun. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c802ypp4kyvo. Acesso em: 31 out. 2026.
  11. PERRONE, Matthew. FDA to weigh easing limits on unproven peptides favored by RFK Jr. and MAHA supporters. PBS NewsHour. [S. l.], 15 abr. 2026. Disponível em: https://www.pbs.org/newshour/health/fda-to-weigh-easing-limits-on-unproven-peptides. Acesso em: 31 out. 2026.
  12. RAUN, K. et al. Ipamorelin, the first selective growth hormone secretagogue. European Journal of Endocrinology, [S. l.], v. 139, n. 5, p. 552-561, nov. 1998. DOI: 10.1530/eje.0.1390552. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/9849822/. Acesso em: 31 out. 2026.
  13. SERAPHIM, Carlos Eduardo. A febre dos PEPTÍDEOS passou de todos os limites!. [S. l.], 9 jul. 2026. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=pw40KoRAbe8. Acesso em: 31 out. 2026.
  14. STEINZOR, Pearl. FDA Panel Backs 6 Peptides for Compounding. The American Journal of Managed Care. [S. l.], 31 jul. 2026. Disponível em: https://www.ajmc.com/view/fda-panel-backs-6-peptides-for-compounding. Acesso em: 31 out. 2026.
  15. TALPOS, Sara. How a Croatian lab spawned a buzzy peptide now popular with MAHA. Undark. [S. l.], 3 fev. 2026. Disponível em: https://undark.org/2026/02/03/bpc-157-peptide-fda/. Acesso em: 31 out. 2026.
  16. TEICHMAN, S. L. et al. Prolonged stimulation of growth hormone (GH) and insulin-like growth factor I secretion by CJC-1295, a long-acting analog of GH-releasing hormone, in healthy adults. The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, [S. l.], v. 91, n. 3, p. 799-805, mar. 2006. DOI: 10.1210/jc.2005-1536. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16352683/. Acesso em: 31 out. 2026.
  17. UNITED STATES. Code of Federal Regulations, title 21, § 600.3: Definitions. Office of the Federal Register. [S. l.], 2026. Disponível em: https://www.ecfr.gov/current/title-21/chapter-I/subchapter-F/part-600/subpart-A/section-600.3. Acesso em: 31 out. 2026.
  18. UNITED STATES. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES. Enforcement Discretion Policy Regarding 503A Compounding Using Certain Peptide Bulk Drug Substances. Federal Register, v. 91, n. 209. Office of the Federal Register. Washington, DC, 30 out. 2026. Disponível em: https://www.govinfo.gov/content/pkg/FR-2026-10-30/pdf/2026-22192.pdf. Acesso em: 31 out. 2026.
  19. UNITED STATES. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES. HHS Enforcement Discretion Policy Regarding 503A Compounding Using Certain Peptide Bulk Drug Substances (Appendix B). HHS. Washington, DC, 30 out. 2026. Disponível em: https://www.hhs.gov/sites/default/files/hhs-503a-peptide-enforcement-discretion-policy-appendix-b.pdf. Acesso em: 31 out. 2026.
  20. UNITED STATES. FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. Certain bulk drug substances for use in compounding that may present significant safety risks. FDA. Silver Spring, MD, 22 abr. 2026. Disponível em: https://www.fda.gov/drugs/human-drug-compounding/certain-bulk-drug-substances-use-compounding-may-present-significant-safety-risks. Acesso em: 31 out. 2026.
  21. UNITED STATES. FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. GENOTROPIN (somatropin) for injection: prescribing information. FDA. [S. l.], jul. 2025. Disponível em: https://www.accessdata.fda.gov/drugsatfda_docs/label/2025/020280s108lbl.pdf. Acesso em: 31 out. 2026.
  22. VASIREDDI, N. et al. Emerging use of BPC-157 in orthopaedic sports medicine: a systematic review. HSS Journal, [S. l.], v. 21, n. 4, p. 485-495, nov. 2025. DOI: 10.1177/15563316251355551. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40756949/. Acesso em: 31 out. 2026.

Vídeo no YouTube sobre o tema

Feedback do Usuário

Comentários Recomendados

Não há comentários para exibir.

Crie uma conta ou entre para comentar

Conta

Navegação

Buscar

Buscar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.