Qual agulha usar para testosterona? São duas. Uma mais grossa puxa o óleo da ampola ou do frasco. A outra, nova, aplica: a 25x7 ou a 30x7 no músculo, ou uma curta, de 13 a 16 mm, na gordura debaixo da pele. Quase todos os erros na injeção de testosterona acontecem nesse preparo, antes de a agulha encostar na pele.
O canal Balance My Hormones, de um serviço britânico de reposição de testosterona, reuniu cinco desses erros em "How to Inject Testosterone Safely: Back-filling, Needle Size & SubQ vs IM": seringa larga com agulha fina, backfill (desmontar a seringa para enchê-la por trás), dose guardada na seringa, aplicação com a agulha de puxar e frasco furado com agulha grossa. Cada um tem conserto simples, e as medidas de agulha vendidas no Brasil ajudam a acertar a compra.
Como ler a medida da agulha
No Brasil, a embalagem da agulha traz dois números. Na 25x7, o 25 é o comprimento em milímetros e o 7 é a grossura em décimos de milímetro, ou seja, 0,7 mm. Nas bulas e nos sites de fora, a grossura aparece em gauge (G), e a conta é ao contrário: quanto maior o número, mais fina a agulha. A cor do canhão, a peça de plástico que encaixa na seringa, segue um padrão internacional ligado à grossura.
| Medida no Brasil | Gauge | Cor do canhão | Uso na testosterona |
|---|---|---|---|
| 40x12 | 18G | rosa | puxar o óleo da ampola (não aplica e é grossa demais para o frasco de várias doses) |
| 25x8 e 30x8 | 21G | verde | puxar o óleo, inclusive do frasco de várias doses |
| 25x7 e 30x7 | 22G | preta | aplicar no músculo |
| 25x6 | 23G | azul | aplicar no músculo, ou puxar quando a de aplicar é bem fina |
| 20x5,5 | 24G | roxa | aplicar no músculo de quem tem pouca gordura no local |
| 13x4,5 | 26G | marrom | aplicar na subcutânea |
| 13x4 | 27G | cinza | aplicar na subcutânea |
O comprimento decide se o óleo chega ao músculo. Num estudo com ultrassom em 388 adultos com diabetes, a gordura debaixo da pele tinha em média 10,4 mm na coxa, 10,8 mm no braço e 15,4 mm na nádega, e as mulheres tinham cerca de 5 mm a mais. Para injeção no músculo de adulto, o manual de vacinação do Ministério da Saúde indica agulhas de 20 a 30 mm, e a escolha dentro da faixa depende da gordura do local. Os locais de aplicação e o passo a passo estão em como aplicar testosterona sozinho.
Seringa larga com agulha fina: o óleo não sai
O primeiro erro é juntar seringa e agulha sem pensar no óleo. Com seringa larga e agulha fina, é preciso apertar o êmbolo com muita força, e o óleo não sai de forma contínua. A testosterona injetável vem diluída em óleo vegetal, como o de amendoim do Durateston® e do Deposteron®, bem mais grosso que a água de uma vacina. Para uma ampola de 1 ou 2 mL, a seringa de 3 mL comporta o volume com folga.
A física explica. Quanto mais fina a agulha, mais ela freia o óleo, e mais força o êmbolo precisa fazer. Um estudo de 1979 confirmou essa conta para óleos injetáveis. E a força do polegar se espalha pela área do êmbolo: com a mesma agulha, o êmbolo largo pede mais força que o estreito. Num teste de 2025, com 1 mL de líquido viscoso aplicado em 10 segundos, passar da agulha 29G para a 27G, um pouco mais grossa, reduziu a força necessária em 59%.
Há quem diga que essa pressão alta, ao empurrar o óleo no glúteo, pode machucar o local. Esse dano ainda não foi estudado com óleo. O que existe é a orientação de injetar devagar: o manual do Ministério da Saúde fala em 10 segundos por mL, e a bula europeia do Nebido®, com 4 mL de óleo, manda aplicar em dois minutos.
O que é backfill e por que evitar
Backfill, ou backload, é encher a seringa por trás: tirar o êmbolo, despejar o óleo pela abertura traseira com outra seringa e recolocar o êmbolo. Ele aparece muito com a seringa de insulina, que tem a agulha fixa e fininha. Puxar o óleo grosso por ela é lento, e muita gente não quer passar essa agulha pela borracha do frasco para não gastar a ponta. Então a pessoa enche outra seringa, com agulha mais grossa, e passa o óleo pela traseira da de insulina.
O problema é desmontar uma peça que sai estéril da embalagem para ser usada uma vez, do jeito que veio. O êmbolo vai para a mesa, a parte de dentro do tubo fica exposta, e tudo o que encostar ali segue com o óleo para dentro do corpo.
Faltam estudos que meçam infecção causada pelo backfill em quem aplica a própria testosterona. O backloading estudado é o de usuários de drogas que dividiam a droga já preparada, passando-a de uma seringa para a de outra pessoa. Numa meta-análise sobre hepatite C, dividir droga desse jeito se associou a risco 1,86 vez maior de infecção, e os autores recomendam não fazer backloading com seringa que não seja estéril. Ali, o risco vinha de dividir com outras pessoas. Para quem usa só a própria seringa, o risco é contaminar uma peça que estava estéril.
Quem faz backfill costuma responder que faz sempre e nunca teve problema. Basta uma vez para um abscesso, uma infecção ou uma internação com infecção generalizada (sepse). As infecções no local da aplicação são comuns em quem injeta anabolizantes, por qualquer causa: num levantamento com 366 homens na Inglaterra e no País de Gales, 42% já tinham tido vermelhidão, inchaço e dor no local, e 6,8%, abscesso ou ferida aberta. Como separar um caroço de óleo de um abscesso está em caroço depois da aplicação.
Pode deixar a testosterona carregada na seringa?
Outro hábito é encher várias seringas de uma vez e deixar prontas para as semanas seguintes. A regra é que seringa não é lugar de guardar remédio. A bula do Durateston® manda aplicar logo depois de abrir a ampola, para manter a garantia de que o óleo está estéril.
O que acontece com o plástico da seringa cheia de testosterona por semanas ainda não foi estudado. O que se sabe é que o óleo e a borracha interagem. No estudo de 1979, a ponta de borracha do êmbolo das seringas descartáveis absorveu o óleo vegetal, inchou e passou a deslizar com mais dificuldade, o que não aconteceu com um líquido à base de água.
Nos Estados Unidos, a farmacopeia (USP) dá até 4 horas para começar a aplicar um remédio preparado fora das condições estéreis de farmácia. O prazo vem do tempo que as bactérias levam para começar a se multiplicar, de 4 a 6 horas. Guardar a dose por mais tempo fica para o preparo estéril de farmácia, com as exigências próprias da mesma norma.
Existe seringa feita para guardar testosterona, mas ela sai cheia da fábrica. O Xyosted®, aprovado nos Estados Unidos, é um autoinjetor de enantato já preenchido, com prazo de validade próprio. A comparação com as ampolas daqui está em Xyosted®, a caneta de testosterona. Juntar dois anabolizantes na mesma seringa é outra dúvida, tratada em misturar anabolizantes na mesma seringa.
A agulha de puxar não é agulha de aplicar
A agulha de puxar o óleo é grossa. A 40x12, rosa no padrão de cores, tem 1,2 mm de grossura e 40 mm de comprimento, perto da agulha de 38 mm (1,5 polegada) que alguns serviços mandam junto do remédio. Essa agulha costuma ser romba, sem ponta cortante, feita só para aspirar, e o fabricante avisa que ela não serve para injeção em pessoas. Mesmo com aviso na caixa, há quem aplique com ela.
No Brasil, a 40x12 comum tem a ponta cortante e entra na pele, mas é grossa demais para aplicar. Agulha mais grossa dói mais: num estudo com picadas controladas na pele, doeram 63% das entradas com a 23G e 31% com a 32G, e a 18G é bem mais grossa que as duas. Além disso, ela acabou de passar pela borracha ou pelo vidro.
Ampola de vidro: puxe com agulha de filtro
No Brasil, a testosterona injetável vendida em farmácia vem em ampola de vidro: o Durateston® em ampola de 1 mL e o Deposteron® em ampola de 2 mL. Ao quebrar o gargalo, caem partículas de vidro no óleo. Num estudo de laboratório, o líquido puxado com agulha 18G trazia em média 65,6 partículas por ampola, e com agulha de filtro, que tem um filtro embutido, 1,3. Em outro, 22% das ampolas de 1 mL tinham ao menos uma partícula, e a agulha com filtro não deixou passar nenhuma.
Os estudos não permitem dizer o que essas partículas fazem no corpo. Mesmo assim, a agulha de filtro é a forma mais simples de deixá-las na ampola.
Frasco de 10 mL: agulha grossa arranca a borracha
No frasco com tampa de borracha, uma agulha muito grossa, de 18G ou mais, pode arrancar um pedacinho da tampa, o que se chama coring. No frasco de uso único, como o de 1 mL com 200 mg de cipionato vendido nos Estados Unidos, isso pesa pouco, porque ele é furado uma vez. No de 10 mL, de cipionato ou enantato, furado a cada aplicação por semanas, o furo maior pode deixar micróbios entrarem.
Num estudo com frascos de 50 mL de propofol, um anestésico, furados várias vezes com agulhas 18G, 20G e 21G, apareceram pedaços de borracha em 26 de 150 amostras. Com a 18G, em 38% delas. O que pesou foi a grossura da agulha: nesse estudo, o ângulo de entrada não mudou o resultado. Uma revisão de 2025 junta outros trabalhos e lista mais fatores: entrada reta, frasco de várias doses e tampa grossa.
Em frascos furados até 100 vezes, os pedaços de borracha foram frequentes depois de muitas entradas com a 18G, pouco frequentes com a 20G e raros com a 22G. Com a 18G, a tampa deixou de vedar depois de 50 a 60 furos, em mediana. Com a 22G, continuou vedando depois de 100. Esses estudos medem pedaços de borracha e vedação, e não infecção. Para puxar do frasco de 10 mL, a 25x8 (21G) ou uma mais fina poupa a tampa.
O CDC, a agência de saúde dos Estados Unidos, tem regras para o frasco de várias doses nos serviços de saúde: passar álcool na borracha antes de cada entrada, entrar sempre com agulha e seringa novas, mesmo para o mesmo paciente, e não deixar agulha espetada no frasco. O frasco aberto é descartado em 28 dias, salvo prazo diferente do fabricante. O conservante do frasco ajuda, mas não protege por completo contra bactérias.
A solução: puxar com uma agulha, aplicar com outra
Em vez do backfill, a saída é encher a seringa com uma agulha e trocá-la por outra, nova, na hora de aplicar. A de puxar pode ser um pouco mais grossa que a de aplicar, como a 23G (25x6), para o óleo subir mais depressa. Para aplicar, uma 27G de meia polegada, com 13 mm (a 13x4 daqui), serve para a subcutânea e para a intramuscular rasa, conforme a prescrição. Intramuscular rasa é a aplicação no músculo com agulha curta.
Com 13 mm, porém, a agulha só alcança o músculo de quem tem pouca gordura no local. Pelas medidas de 10 a 15 mm de gordura do estudo com ultrassom, ela fica na gordura de muita gente. Para chegar ao músculo com segurança, vale a faixa de 20 a 30 mm, como a 25x7 ou a 30x7.
A troca tem duas vantagens: a ponta que entra na pele é nova e afiada, sem ter passado pela borracha ou pelo vidro, e a agulha mais grossa enche a seringa mais rápido. A desvantagem é perder um pouco do óleo.
Essa perda tem nome: espaço morto, o óleo que fica no bico da seringa e dentro da agulha quando o êmbolo chega ao fim. Num estudo que mediu 56 combinações de seringa e agulha, ele foi em média de 3 microlitros nas seringas com agulha fixa e de 99 microlitros, quase 0,1 mL, quando seringa e agulha eram do tipo comum, de encaixe. Numa ampola de Durateston® de 1 mL, isso chega perto de um décimo da dose. Seringas e agulhas de baixo espaço morto diminuem essa perda.
A seringa de insulina, de agulha fixa, não permite a troca. Ela já foi testada com doses pequenas na subcutânea: num estudo canadense de 2006, 22 homens aplicaram enantato toda semana com seringa de insulina de 0,5 mL, e todos ficaram com a testosterona na faixa normal.
Subcutânea ou intramuscular muda a agulha
Há relatos de quem não chega ao nível esperado com a testosterona na gordura (subcutânea) e, ao passar para o músculo, vê níveis muito mais altos e mais estáveis. Para outros, a subcutânea funciona bem, e há quem a prefira porque a testosterona sai mais devagar. A explicação proposta é que o óleo na gordura depende dos vasos pequenos do local para chegar ao sangue, e isso varia. Na prática relatada, a intramuscular, rasa ou profunda, funciona bem.
Nos estudos, as médias ficaram parecidas. Em 14 pacientes que testaram as duas vias, a quantidade total de testosterona no sangue foi semelhante. Em 234 homens com hipogonadismo, o nível medido logo antes da dose seguinte subiu igual com o cipionato no músculo e com o autoinjetor de enantato debaixo da pele. Uma revisão de 2022 conclui que doses parecidas dão níveis parecidos, com dados ainda limitados. Médias parecidas não excluem que uma pessoa absorva pior por uma das vias, e por isso o exame de sangue decide.
A via muda a agulha. Na subcutânea, os estudos usaram agulhas de 16 mm, de 20G ou 25G, na barriga ou na coxa, e os autores da revisão usam a 23G. No músculo, de 20 a 30 mm. A comparação completa entre as duas vias está em testosterona subcutânea ou intramuscular.
Conclusão
Na injeção de testosterona, o risco está mais no preparo que na picada. A seringa combina com o óleo grosso, não se desmonta e não guarda dose para depois. A agulha de puxar fica fora da pele, a ampola pede filtro, e o frasco de várias doses pede agulha menos grossa na tampa, como a 25x8. Em vez de remendos como o backfill, a troca de agulha resolve: uma puxa, outra nova aplica na hora, com o comprimento certo para a via indicada. O exame de sangue mostra se a aplicação está funcionando.
Perguntas frequentes
Qual agulha usar para aplicar testosterona?
Duas agulhas. Uma puxa o óleo: na ampola, a de filtro ou uma grossa, como a 40x12. No frasco de várias doses, a 25x8 ou uma mais fina, para não arrancar a borracha. A outra, nova, aplica. No músculo, de 20 a 30 mm, como a 25x7 ou a 30x7, e na subcutânea, uma curta, de 13 a 16 mm.
Qual agulha devo usar, 25x7 ou 30x7?
As duas têm a mesma grossura, 0,7 mm. A 30x7 tem 5 mm a mais de comprimento e serve para quem tem mais gordura no local, como no glúteo e em mulheres. A 25x7 basta na coxa e no braço de quem é mais magro.
Qual seringa usar para aplicar testosterona?
Para o músculo, a seringa de 3 mL comporta com folga uma ampola de 1 ou 2 mL. Na subcutânea, os estudos usaram seringa de 1 mL com rosca, que segura a agulha contra a pressão do óleo grosso. Seringa larga demais com agulha fina deixa o êmbolo duro.
Qual agulha usar para testosterona subcutânea?
Uma agulha curta e fina. Nos estudos, foram agulhas de 16 mm, de 20G ou 25G, na barriga ou na coxa. Uma 27G de 13 mm (13x4) também fica na gordura da maioria das pessoas.
Qual agulha usar para aplicar testosterona no glúteo?
De preferência a 30x7. A gordura da nádega tem em média 15,4 mm, a maior entre os locais medidos, e as mulheres têm cerca de 5 mm a mais. Uma agulha de 30 mm passa essa camada com folga na maioria das pessoas.
Qual a melhor agulha para aplicar testosterona no ombro?
Uma de 25 mm, como a 25x6 ou a 25x7. A gordura do braço tem em média 10,8 mm. O deltoide, músculo do ombro, recebe no máximo 1 mL por aplicação em adulto, segundo o Ministério da Saúde, então a ampola de 2 mL do Deposteron® não vai inteira ali.
Qual a agulha mais fina para aplicar testosterona?
No músculo, a mais fina da faixa do Ministério da Saúde é a 20x5,5 (24G), com 0,55 mm. Na subcutânea, dá para usar ainda mais fina, como a 27G ou a seringa de insulina. Quanto mais fina, mais devagar o óleo passa e mais força o êmbolo pede.
O que significa a cor da agulha?
A cor do canhão indica a grossura, por um padrão internacional. A rosa é a 18G (40x12), usada para puxar. A preta é a 22G (25x7 e 30x7), e a azul, a 23G (25x6). A roxa é a 24G (20x5,5), e a cinza, a 27G (13x4).
Pode usar a mesma seringa para aplicar testosterona de novo?
Não. O CDC e a Organização Mundial da Saúde mandam usar seringa e agulha em uma aplicação só e descartar depois, sem guardar a seringa trocando apenas a agulha. Trocar a agulha entre puxar e aplicar, na mesma hora, é outra coisa: é a técnica das duas agulhas.
Pode aplicar testosterona com seringa de insulina?
Na subcutânea, com doses pequenas, sim: num estudo de 2006, 22 homens aplicaram enantato toda semana com seringa de insulina de 0,5 mL e ficaram com a testosterona na faixa normal. O óleo passa devagar pela agulha fina. O que não se faz é desmontar a seringa para enchê-la por trás.
Como abrir o frasco de testosterona?
Tire a tampinha de plástico, passe álcool 70% na borracha e espere secar. Fure a borracha com uma agulha nova, sem forçar e sem usar agulha muito grossa, para não arrancar pedaços dela. A ampola de vidro é outra coisa: protege-se o dedo com gaze e quebra-se o gargalo.
Como guardar o frasco de testosterona?
Em temperatura ambiente e longe da luz, fora da geladeira. A bula americana do cipionato manda guardar entre 20 e 25 °C, e a do Durateston®, entre 15 e 30 °C, sem refrigerar. Se aparecerem cristais com o frio, aquecer e agitar costuma dissolvê-los.
Quanto tempo dura um frasco de testosterona?
Depende da dose. Um frasco de 10 mL com 200 mg/mL tem 2.000 mg: com 100 mg por semana, daria 20 semanas. Nos serviços de saúde, o CDC manda descartar o frasco de várias doses 28 dias depois de aberto, salvo prazo diferente do fabricante, e a bula americana do cipionato não traz prazo depois de aberto.
Qual a diferença entre ampola e frasco de testosterona?
A ampola é de vidro, tem uma dose e é quebrada no gargalo: é como vêm o Durateston®, de 1 mL, e o Deposteron®, de 2 mL. O frasco tem tampa de borracha e pode ter uma dose, como o de 1 mL do cipionato americano, ou várias, como o de 10 mL. O frasco de várias doses pede agulha nova a cada entrada.
Como aplicar 1 mL de testosterona?
Puxe o óleo com a agulha de filtro ou uma mais grossa, troque por uma de 25 ou 30 mm e aplique no músculo, em ângulo reto, devagar, cerca de 10 segundos por mL. O passo a passo completo, com os locais, está em como aplicar testosterona sozinho.
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