Pular para o conteúdo
Imagem sintética e meramente ilustrativa. Não é uma foto real.

Importância dos glúteos: função, estética e culto ao corpo

Entenda o papel dos glúteos no movimento, o que a ciência diz sobre formato corporal e onde a busca por aparência começa a ocupar a vida.

A importância dos glúteos aparece quando você levanta da cadeira, sobe uma escada ou corre. Na academia, porém, o tamanho do bumbum ganhou uma atenção que também envolve fotos, comparação e aprovação nas redes sociais. Dá para querer mais volume muscular e, ao mesmo tempo, perguntar quanto espaço essa busca ocupa na sua vida.

Essa é a provocação de Waldemar Guimarães em “Que importância você dá para a bunda?”. Depois de relatar sua experiência com atletas e equipamentos para desenvolver a região, ele defende combinar cuidado do corpo, saúde e desenvolvimento intelectual. A crítica mira a obsessão com a aparência, especialmente quando ela toma o lugar da leitura, do pensamento e de outros interesses.

O treino de glúteos já fazia parte da preparação de atletas

O treino específico de glúteos já era usado na preparação de Larissa Reis, Jéssica Sestrem, Gal Yates, Alice Matos, Juliana Malacarne, Franciele Guimarães e Patrícia Spezia. Juliana Malacarne tem quatro títulos do Olympia.

Esse trabalho também alcançava o fitness coreográfico e o boxe. Hoje, há mais opções de exercícios e máquinas, como a extensão de quadril, em que a perna se move para trás contra uma resistência. O aumento das opções ajuda a entender a atenção recebida pelo bumbum, mas a escolha de um aparelho precisa ter um objetivo de treino.

Quando o culto ao corpo começa a ocupar a vida

Primeiro você treina, depois filma, fotografa e publica. O desequilíbrio começa quando a aprovação dessas imagens passa a determinar o valor que você atribui a si mesmo. Nesse sentido, o culto ao corpo é a valorização exagerada da aparência, a ponto de outros aspectos da vida perderem espaço.

Expressões como “glúteo gota” fazem parte do novo vocabulário da busca por aparência. Outra palavra usada nesse contexto é “caudal”, que na anatomia indica a direção da cauda, ou da parte inferior do corpo na posição humana. Chamar uma sociedade de “caudal” é uma metáfora para criticar a atenção excessiva ao bumbum, enquanto o pensamento fica de lado.

Trocar o tempo de leitura por horas de comparação corporal ajuda a visualizar essa crítica. Pontes, aviões, literatura, filosofia, ciência e tecnologia dependem do pensamento. Buscar alguns centímetros de projeção muscular vira um problema quando estudar, conversar e desenvolver outras capacidades deixam de importar.

Uma revisão publicada em 2025 reuniu 83 estudos, com 55.440 participantes. Quanto maior a tendência de comparar a própria aparência com a de outras pessoas nas redes, maiores eram as preocupações com a imagem corporal e os sintomas de transtornos alimentares. Os dados mostram associação, sem estabelecer que toda comparação cause esses problemas ou que quem treina muito tenha um transtorno.

Qual é a função dos músculos glúteos?

O bumbum inclui três músculos principais, com tarefas diferentes: glúteo máximo, médio e mínimo. O máximo participa da extensão do quadril, o movimento de levar a coxa para trás ou de erguer o corpo a partir de uma posição flexionada. Médio e mínimo ajudam a afastar a perna para o lado e a estabilizar a pelve, a estrutura óssea do quadril.

MúsculoO que ele ajuda você a fazer
Glúteo máximoEstender o quadril e produzir força em tarefas como levantar e correr.
Glúteo médioAfastar a coxa para o lado e sustentar o quadril quando o peso fica sobre uma perna.
Glúteo mínimoTrabalhar com o médio no controle do quadril e na estabilidade durante a locomoção.

Quando você tira um pé do chão, o quadril tende a descer do lado sem apoio. Os músculos do lado apoiado ajudam a conter essa queda. Por isso, a função dos glúteos importa para homens e mulheres, inclusive para quem treina por desempenho ou quer manter autonomia ao envelhecer.

A evolução dessa musculatura envolve mais do que ficar em pé. Um estudo biomecânico de 2006 mediu atividade muscular e movimento durante caminhada e corrida. O glúteo máximo trabalhou muito mais na corrida, ajudando a controlar a inclinação do tronco e a desacelerar a perna. O resultado apoia a hipótese de que correr foi importante para o desenvolvimento evolutivo do glúteo máximo. O momento dessa mudança permanece incerto.

Dor e dificuldade para controlar o quadril merecem investigação específica. A anatomia permite entender como a região participa do movimento, mas localizar a causa de uma dor exige avaliar músculos, tendões, articulações e outras estruturas. Uma aparência volumosa, por si só, informa pouco sobre esse funcionamento.

Por que o formato do bumbum chama atenção?

A interpretação evolutiva discutida nos livros “A mulher nua” e “O macaco nu”, de Desmond Morris, relaciona a atração pelas nádegas a sinais corporais percebidos como juventude e capacidade reprodutiva. Nessa leitura, a atração teria componentes biológicos, além dos culturais. Moda, dança e publicidade ampliariam a atenção dada à região.

Essa explicação oferece uma hipótese sobre a origem de uma preferência. Nessa mesma interpretação, valores culturais, morais, filosóficos e espirituais ultrapassam uma leitura exclusivamente biológica das relações humanas. Reduzir uma pessoa ao tamanho dos quadris ou das nádegas perde justamente essa parte da discussão.

Quadril largo e cintura fina indicam maior fertilidade?

A ideia de que essas proporções sinalizam maior capacidade reprodutiva é difundida, mas a evidência direta ainda é insuficiente. Uma revisão sistemática de 2025 analisou 19 artigos, com 125.062 participantes no conjunto das amostras. Ela investigou características corporais femininas e medidas de reprodução, como número de filhos e idade do primeiro parto.

Os estudos sobre a relação cintura-quadril eram predominantemente observacionais e mediam mulheres que já tinham passado por gestações. A própria gravidez pode mudar essas proporções. Os pesquisadores destacaram a falta de acompanhamento capaz de mostrar se o formato corporal anterior à gestação prevê fertilidade futura. Portanto, o tamanho do bumbum não serve como teste de fertilidade.

Gordura nos quadris e glúteos tem outra função

A gordura gluteofemoral é a gordura armazenada na região dos glúteos, quadris e coxas. Ela é um tecido diferente do músculo que cresce com a musculação. Essa distinção importa porque as hipóteses sobre reservas para a gestação tratam de gordura corporal, enquanto o treino busca desenvolver a musculatura.

Em 2008, William Lassek e Steven Gaulin analisaram dados de um levantamento de saúde dos Estados Unidos, o NHANES III. Encontraram associação entre menor relação cintura-quadril e melhores resultados em testes cognitivos de mulheres e seus filhos. A hipótese era que a gordura da parte inferior do corpo funciona como reserva de ácidos graxos, componentes das gorduras importantes para o desenvolvimento do cérebro.

O trabalho avaliou associações entre medidas corporais e testes, sem uma intervenção de treinamento. Por isso, ele não demonstra que aumentar o glúteo na academia melhora a inteligência da mulher ou de um futuro filho. Também não permite estimar a capacidade intelectual de alguém pelo formato do corpo.

Uma revisão de 2024 descreve outro aspecto dessa gordura. O depósito sob a pele dos quadris e coxas aparece associado a menor risco de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, em contraste com a gordura acumulada ao redor dos órgãos abdominais. A distribuição da gordura importa para a saúde, mas a revisão não testou ganhar peso para aumentar o bumbum.

É possível aumentar os glúteos com musculação?

Sim. Uma revisão de 2025 reuniu 12 estudos sobre o crescimento do glúteo máximo, medido por ultrassom ou ressonância magnética. Agachamento, elevação pélvica, leg press e algumas formas de extensão de quadril produziram aumento muscular. Diferentes exercícios podem funcionar, sozinhos ou combinados.

Se você quer desenvolver glúteos e coxas, o agachamento trabalha mais grupos musculares. Se quer enfatizar o glúteo com menos crescimento das coxas, a revisão sugere a elevação pélvica. A sensação de ativação durante uma série é uma medida diferente do crescimento observado após semanas de treino. Para entender como músculo, anatomia e gordura mudam a aparência, veja a matéria sobre o que realmente muda o formato do músculo.

As atletas wellness representam um exemplo de foco intenso no desenvolvimento da região. Esse objetivo estético pode conviver com saúde, estudo e outros interesses. Já os recursos exógenos, ou substâncias introduzidas de fora do organismo, exigem cautela. Se a busca envolver hormônios ou houver dor persistente no treino, procure avaliação profissional antes de decidir como prosseguir.

Conclusão

Treinar os glúteos pode desenvolver músculo e ajudar nas tarefas em que o quadril produz força e sustenta o corpo. Querer um bumbum maior também é um objetivo estético legítimo. O alerta é sobre viver em função dessa aparência: quando fotos e aprovação passam a ocupar o lugar do estudo, da saúde e de outros interesses, o desenvolvimento fica incompleto. Cuide do corpo e dê ao pensamento a mesma atenção.

Perguntas frequentes

O que são os glúteos e onde ficam?

São os músculos da região do bumbum: glúteo máximo, médio e mínimo. Eles ficam na parte posterior e lateral do quadril. A região também contém gordura, que é um tecido diferente do músculo.

Qual a importância dos glúteos?

Eles ajudam a produzir força e a controlar o quadril. O máximo participa de movimentos como levantar e correr. Médio e mínimo ajudam a sustentar a pelve, a estrutura óssea do quadril, quando você apoia o peso em uma perna.

O que é o glúteo médio?

É um dos músculos na lateral do quadril, parcialmente coberto pelo glúteo máximo. Ele ajuda a afastar a coxa para o lado e a controlar a posição da pelve durante a caminhada. O glúteo mínimo trabalha junto com ele nessa estabilidade.

Qual o melhor exercício para aumentar os glúteos?

A escolha depende de quais músculos você quer desenvolver. A revisão de 2025 encontrou crescimento do glúteo com agachamento, elevação pélvica e leg press. A elevação pélvica permite enfatizar o glúteo, enquanto o agachamento também desenvolve as coxas. O ranking dos 25 exercícios para glúteos compara as opções uma a uma.

Agachamento é bom para os glúteos?

Sim. Em um estudo com 34 iniciantes, nove semanas de agachamento ou elevação pélvica produziram crescimento semelhante do glúteo máximo. O agachamento aumentou mais os músculos das coxas.

Stiff é bom para os glúteos?

Em 33 mulheres iniciantes, leg press com stiff aumentou a espessura do glúteo em 6% após dez semanas. No grupo que acrescentou elevação pélvica aos dois exercícios, o ganho foi 9,3%. Esse grupo também fez mais séries no total. O resultado compara programas completos, sem separar o efeito do stiff ou da elevação pélvica.

Como ganhar glúteos em casa?

Uma opção estudada é progredir a dificuldade do agachamento com o peso do corpo. Em um estudo com 13 mulheres sedentárias, seis semanas de treino aumentaram a espessura do glúteo tanto no grupo com barra quanto no grupo sem pesos. A sequência sem pesos tinha dez níveis de dificuldade, passando de movimentos com as duas pernas para variações com uma perna.

Como começar o treino de glúteos?

Comece por uma variação do agachamento que você consiga executar corretamente. No estudo sem pesos, as participantes só avançavam de uma etapa com as duas pernas depois de cumprir 4 séries de 10 repetições em duas sessões consecutivas. A sequência incluía afundo e agachamento búlgaro, com o pé de trás apoiado em uma superfície elevada. A dificuldade aumentava conforme o desempenho.

Como montar um treino de glúteos?

Um exemplo estudado em iniciantes combinou leg press e stiff, com ou sem elevação pélvica, três vezes por semana. Cada exercício tinha 2 séries de 10 a 15 repetições, com esforço próximo do limite de repetições que a pessoa conseguia fazer. A carga aumentava conforme as participantes ficavam mais fortes. Use esse exemplo para entender a organização do treino e ajuste os exercícios e o esforço ao seu nível.

Como aumentar ou levantar os glúteos rápido?

Os estudos medem mudanças depois de semanas de treinamento. No estudo com agachamento, houve aumento da espessura muscular após seis semanas. Esse resultado indica crescimento do músculo, sem demonstrar um efeito de “lifting” ou prever quando a mudança ficará visível em você.

Pode treinar glúteos duas ou três vezes por semana?

As duas frequências aparecem em programas que produziram crescimento muscular. O estudo de agachamento e elevação pélvica usou duas sessões por semana a partir da segunda semana. O estudo de leg press com stiff usou três. Como os programas eram diferentes, esses resultados mostram opções testadas, sem eleger uma frequência superior.

Pode treinar glúteos todos os dias ou em dias seguidos?

Para aumentar os glúteos, você pode usar duas sessões em dias não consecutivos, como no estudo de nove semanas. Uma revisão de 67 estudos de musculação encontrou pouca evidência de que aumentar a frequência, por si só, melhore a hipertrofia. Repetir a sessão pesada diariamente tem benefício incerto. A quantidade de séries e a distribuição do esforço também entram no planejamento.

Pode treinar glúteos em um dia e pernas no outro?

Considere quais exercícios você faz, além do nome do treino. Uma sessão de pernas com agachamento também trabalha os glúteos, então essa divisão pode exigir a região nos dois dias. O protocolo de nove semanas separou as sessões de agachamento ou elevação pélvica em dias não consecutivos.

Pode treinar glúteos e pernas no mesmo dia?

Sim. O agachamento já trabalha os glúteos junto com músculos das coxas. No estudo de nove semanas, esse único exercício produziu crescimento do glúteo máximo, quadríceps e adutores, os músculos da parte interna da coxa.

O que é treino de glúteos e posterior ou quadríceps?

Esses nomes indicam quais regiões entram no treino. Glúteos ficam no bumbum, posterior corresponde aos músculos de trás da coxa e quadríceps aos da frente. Leg press com stiff é um exemplo de combinação estudada, enquanto o agachamento trabalha glúteos e quadríceps no mesmo movimento.

O que é treino de glúteos isolado?

É o nome usado para um treino que enfatiza essa região. A extensão de quadril na polia é classificada como exercício isolado porque concentra o movimento em uma articulação. Além do glúteo máximo, os músculos de trás da coxa participam do exercício.

Como fazer glúteos na polia?

Prenda a tornozeleira ao cabo baixo e segure um apoio firme com as mãos. Com a perna ligada ao cabo estendida, leve-a para trás pela extensão do quadril. Volte à posição inicial e, depois da série, repita com a outra perna.

Referências

  1. ALSER, Maha; NAJA, Khaled; ELRAYESS, Mohamed A. Mechanisms of body fat distribution and gluteal-femoral fat protection against metabolic disorders. Frontiers in Nutrition, [S. l.], v. 11, art. 1368966, 25 mar. 2024. DOI: 10.3389/fnut.2024.1368966. Disponível em: https://www.frontiersin.org/journals/nutrition/articles/10.3389/fnut.2024.1368966/full. Acesso em: 10 out. 2026.
  2. BONFANTI, Rubinia Celeste et al. The association between social comparison in social media, body image concerns and eating disorder symptoms: A systematic review and meta-analysis. Body Image, [S. l.], v. 52, art. 101841, mar. 2025. DOI: 10.1016/j.bodyim.2024.101841. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39721448/. Acesso em: 10 out. 2026.
  3. EXRX.NET. Cable Standing Hip Extension. ExRx.net. [S. l.], [s.d.]. Disponível em: https://exrx.net/WeightExercises/GluteusMaximus/CBStandingHipExtension. Acesso em: 10 out. 2026.
  4. GUIMARÃES, Waldemar. Que importância você dá para a bunda?. [S. l.], 7 jun. 2026. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=G-geEt7bpMc. Acesso em: 10 out. 2026.
  5. KASSIANO, Witalo et al. Addition of The Barbell Hip Thrust Elicits Greater Increases in Gluteus Maximus Muscle Thickness in Untrained Young Women. International Journal of Strength and Conditioning, [S. l.], v. 4, n. 1, p. 1-9, 6 set. 2024. DOI: 10.47206/ijsc.v4i1.284. Disponível em: https://journal.iusca.org/index.php/Journal/article/view/284. Acesso em: 10 out. 2026.
  6. KRAUSE NETO, Walter; KRAUSE, Thaís Lima Vieira; GAMA, Eliane Florencio. The impact of resistance training on gluteus maximus hypertrophy: a systematic review and meta-analysis. Frontiers in Physiology, [S. l.], v. 16, art. 1542334, 10 abr. 2025. DOI: 10.3389/fphys.2025.1542334. Disponível em: https://www.frontiersin.org/journals/physiology/articles/10.3389/fphys.2025.1542334/full. Acesso em: 10 out. 2026.
  7. LASSEK, William D.; GAULIN, Steven J. C. Waist-hip ratio and cognitive ability: is gluteofemoral fat a privileged store of neurodevelopmental resources?. Evolution and Human Behavior, [S. l.], v. 29, n. 1, p. 26-34, jan. 2008. DOI: 10.1016/j.evolhumbehav.2007.07.005. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.evolhumbehav.2007.07.005. Acesso em: 10 out. 2026.
  8. LIDBORG, Linda H.; BOOTHROYD, Lynda G. A systematic review of the association between women’s morphological traits and fertility. Evolutionary Human Sciences, [S. l.], v. 7, art. e42, 3 nov. 2025. DOI: 10.1017/ehs.2025.10026. Disponível em: https://www.cambridge.org/core/journals/evolutionary-human-sciences/article/systematic-review-of-the-association-between-womens-morphological-traits-and-fertility/D246EE012F65FC9B146D6208B5407335. Acesso em: 10 out. 2026.
  9. LIEBERMAN, Daniel E. et al. The human gluteus maximus and its role in running. Journal of Experimental Biology, [S. l.], v. 209, n. 11, p. 2143-2155, jun. 2006. DOI: 10.1242/jeb.02255. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16709916/. Acesso em: 10 out. 2026.
  10. NEUMANN, Donald A. Kinesiology of the hip: a focus on muscular actions. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy, [S. l.], v. 40, n. 2, p. 82-94, fev. 2010. DOI: 10.2519/jospt.2010.3025. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20118525/. Acesso em: 10 out. 2026.
  11. PELLAND, Joshua C. et al. The Resistance Training Dose Response: Meta-Regressions Exploring the Effects of Weekly Volume and Frequency on Muscle Hypertrophy and Strength Gains. Sports Medicine, [S. l.], v. 56, n. 2, p. 481-505, fev. 2026. DOI: 10.1007/s40279-025-02344-w. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41343037/. Acesso em: 10 out. 2026.
  12. PLOTKIN, Daniel L. et al. Hip thrust and back squat training elicit similar gluteus muscle hypertrophy and transfer similarly to the deadlift. Frontiers in Physiology, [S. l.], v. 14, art. 1279170, 9 out. 2023. DOI: 10.3389/fphys.2023.1279170. Disponível em: https://www.frontiersin.org/journals/physiology/articles/10.3389/fphys.2023.1279170/full. Acesso em: 10 out. 2026.
  13. WEI, Wei et al. Effects of progressive body-weight versus barbell back squat training on strength, hypertrophy and body fat among sedentary young women. Scientific Reports, [S. l.], v. 13, n. 1, art. 13505, 19 ago. 2023. DOI: 10.1038/s41598-023-40319-x. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37598268/. Acesso em: 10 out. 2026.

Vídeo no YouTube sobre o tema

Feedback do Usuário

Comentários Recomendados

Não há comentários para exibir.

Crie uma conta ou entre para comentar

Conta

Navegação

Buscar

Buscar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.