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Seus Músculos não são seus! A Hipertrofia se perde sem Treinamento!

Madilson Medeiros
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Não, você não leu errado! A frase é exatamente esta! Seus músculos não são seus! "Mas o que isso significa?" - você deve estar se perguntando neste momento. Muito simples. O que, na verdade, esta sentença quer dizer é que (se você ainda não sabe) nossa musculatura – obtida a duras penas na academia – não faz parte de nossa gênica.

E vale a pena ressaltar que me refiro a músculos de verdade, não aqueles ridículos depósitos de óleo que, infelizmente, temos visto por aí ultimamente... De volta ao assunto, vamos esclarecer a questão: Quando nascemos, as informações genéticas contidas no núcleo de cada célula de nosso corpo, nos dão as características que apresentaremos ao longo de nossa vida. Evidentemente, ao longo do período de duração de nossas vidas, há uma enorme influência de estímulos oriundos do meio em que vivemos. Este é um mecanismo que é conhecido como princípio de adaptabilidade.

Às características que herdamos através da herança genética, damos o nome de genótipo, ou seja, são peculiaridades inatas, determinadas por nossos genes. Isto inclui desde a cor de sua pele, olhos e cabelos até detalhes de sua idiossincrasia. Em contrapartida, apresentamos características que adquirimos ao longo de nossa vida, ou seja, influenciadas pelo meio.

A esta notável capacidade damos a denominação de fenótipo. Se, por exemplo, você tem a pele clara, mas se expõe com alguma freqüência ao Sol, ela certamente se tornará mais escura conforme você aumenta este tempo de exposição. Tudo bem até aí, mas e quanto aos meus músculos, como não podem ser "meus"? Isso soa absurdo se você, evidentemente, interpretar o enunciado da frase ao pé-da-letra.

O que de fato quero dizer é, caso pratique alguma tipo de atividade resistida como a musculação – e provavelmente se você se deu ao luxo de ler até aqui, com certeza se inclui neste grupo – certamente possui uma musculatura mais desenvolvida que o normal. Pois bem! Estes músculos que você conquistou, não importa o tempo que você os cultiva, não fazem parte da sua estrutura gênica ou, em outras palavras, são apenas característica fenotípica.

O estímulo que você regularmente proporciona através dos exercícios é que mantém o tamanho e a força da sua musculatura. Esta, portanto, não será mantida na ausência de estímulo, ou seja, do treinamento. SEUS MÚSCULOS SÃO RESPOSTA AO TREINAMENTO! Caso interrompa este estímulo, seu corpo gradualmente utilizará todo o excesso (excesso sim, porque o organismo não precisa de músculos além do necessário) e este será convertido em energia.

Uma das coisas que nosso organismo – através do nosso metabolismo – mais sabe fazer é manter um estado de equilíbrio energético. Este estado é conhecido como homeostase. É obtido através de uma cadência de reações bioquímicas comandada eminentemente pelo fígado.

Todas estas vias metabólicas contribuem para induzir o organismo a um estado onde ocorra o máximo de equilíbrio. Músculos em excesso, característica extra genética – a não ser, é claro, que você trabalhe-os com freqüência – são uma espécie de “luxo” para o organismo e custam muito caro pela sua simples manutenção.

Qual é então, a mensagem escondida atrás de toda esta explanação preliminar? Muito embora a visão evolucionista moderna, através da teoria epigenética, nos revele que há ínfimas modificações advindas do meio, ou seja, alterações fenotípicas podem – em caráter irrisório – levar a mudanças na expressão gênica e, desta forma, influir no genótipo do indivíduo, isto não é garantia de se fixar tais alterações. Sabemos hoje que o fenótipo é expressão da soma genótipo + ambiente, mas ainda não há provas conclusivas da herança dos caracteres adquiridos.

E quanto a memória muscular? A vantagem desta capacidade (todos nós a temos) é que, por ser também um mecanismo de adaptabilidade, assegura que nos preparemos mais rapidamente frente a estímulos a que já fomos expostos. Em outras palavras, quanto mais tempo foi aplicado o estímulo, mais facilmente você recobrará as aptidões perdidas ao ser novamente submetido a este após um período de inatividade. Isso se apresenta como uma notável estratégia de sobrevivência, adquirida em função de milhões de anos em nossa história evolutiva.

É muito comum ouvirmos uma ou outra pessoa dizer: “Nossa, quando você ficar velho todos estes músculos vão murchar” – Isto é óbvio, não serão só os músculos que irão “murchar”. Todo o organismo entrará em declínio - isto é fato - mas certamente é possível assegurar uma velhice plena e saudável a partir de que semeamos hoje. Treinamento deve ser pensado, nesta perspectiva, como uma opção pessoal consciente, não como uma ditadura.

Treinar por meses a fio, com dedicação religiosa, não se traduz como uma atividade temporária. No entanto, há pessoas que treinam SOMENTE com a intenção de estar bem durante algum período específico, no qual seja importante exibir uma boa aparência. Normalmente estas pessoas não conseguem manter sua forma, pois abandonam ou diminuem a freqüência dos treinos.

Queixam-se da obrigação de continuar levantando pesos para manterem a forma! Outras ainda arriscam o clichê: “Se você parar de treinar, despenca tudo!” – e estão cobertos de razão, despencará mesmo! Ainda bem, por que isto é que nos diferencia dos demais! Não treinamos para manter músculos, isto é apenas um detalhe! Treinamos pelo prazer de treinar; os músculos são conseqüência! Provavelmente, quando chegar o dia em que a engenharia genética ofereça condições de mudanças corporais sem esforço, ninguém mais valorizará o esforço que empregamos nos dias atuais para estar em forma.

É importante criarmos uma associação entre o treino e a necessidade de manter os músculos grandes e fortes, porém, ainda mais importante é fazer deste expediente uma ideologia, um hábito que faça parte de nossas vidas. Se nos prendermos a simples idéia de que é NECESSÁRIO treinar para manter o que conquistamos, estaremos nos tornando escravos do estímulo.

Ora, não é muito mais interessante unirmos o útil ao agradável? Não foram exaustivamente comprovados pela comunidade científica – e continuam sendo – os benefícios da prática da musculação? Não se prenda a inflexível ditadura da NECESSIDADE do treinamento. Transforme esta necessidade, se você ainda a vê desta forma, numa prática prazerosa e agradável. Desta maneira você terá uma longa e, mais importante, saudável trajetória no esporte.

“Aquilo que não nos mata, nos torna mais fortes” (Friedrich Nietzsche)

BONS TREINOS E ATÉ A PRÓXIMA!

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Comentários


Muito bom o artigo! Antes eu treinava pelos resultados mas me sentia como um peixe fora d'água, dificilmente evoluía. Depois de um tempo quando eu realmente aprendi a gostar de treinar, comecei a evoluir bem e continuo evoluindo... Agora não me sinto obrigado a treinar como antes, agora me sinto muito bem.

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Bom Artigo

Isso é real

minha motivações nos treinamento são sazonais

sempre que treino visando os ganhos ,fico frustrado e aparento não crescer.

agora,quando treino pelo bel prazer do desafio noto desenvolvimento.

"Mistico ,Científico"Parteum

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' Quando começei a " malhar " ia apenas por obrigação. Em dias de malhação ficava com um tremendo desanimo, malhei 6 meses e pouco evolui, e parei por 5 meses. Certo dia me deu aquela vontade de puxar férro, e comecei a refletir, e cheguei a conclusão que era essa a vida que eu queria entrar para numca mais sair, uma vida cheia de sacrificios e obstaculos, mas com muita determinação, disposição e força de vontade, ai que percebi que tinha encontrado o verdadeiro espirito de marombeiro de praticar musculação não só por obrigação, mas sim porque éra isso que eu queria, e me apeguei nisso e concerteza é uma corrente que jamáis será quebrada, começei a TREINAR pesado a 8/9 meses e estou tendo resultados ótimos, e concerteza tenho a musculação como um estilo de vida!

-NO PAIN NO GAIN- TIGRÃO.

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    • Por Arisan
      Olá pessoal , hoje vou mostrar um pouco da minha dieta que eu mesma montei,
      Começando sou Ectomorfa (muito dificil de ganhar massa muscular ).Peso 60Kg,tenho 17 anos tenho 1.75 de altura . malho 5 dias na semana sendo:segunda,quarta e sexta perna e bumum, e terça e quinta peito.
      Fiz a minha dieta e ficou assim:
      2150 Kcal ao dia Divisão:
      130g: de proteina
      260g:de carboidrato
      100g:de gordura
      Já fiz os calculos e é dessa ivisão dessas quantidades que eu preciso pra hipertrofia. Primeira pergunt é está boa a minha divisão?
      Agora é a minha dieta , Ja falando e eu estudo na parte da manhã,então de manhã será apenas 1 refeição
      Refeição 1. Manhã
      50g meia xícara de aveia
      200ml um copo de leite desnatado
      1 multivitaminico
       Refeição 2 Almoço
      1 comprimido de cobavital+complexo B
      50g 1 xicara de arroz integral
      60g meia xícara de feijão
      500g de peito grelhao
      Vários legumes(salada de couve com azeite, tomate ,cenoura beterraba,etc.
      ((80g 1 prato raso Macarrão integral será apenas nos dias em que eu nao tomar meu hipercalórico))
      Refeição 3 Pré-Treino
      20g 1 colher de tapioca
      1 colher de azeite
       
      Refeição 4 Liquida. P´re-treino
      30g Dextrose
      3g Creatina
       
      Refeição 5 Liquida.Pós -Treino
      130 g deGrand massa no (Seg, quarta ,sexta)
      Albumina Somente nos dias que eu treinar braço ( terça e quinta)
       
      Refeição 6  Pós -Treino Sólido
      50g 1 inhame cozido
      50g meia xicara de aveia
      200ml 1 copo de leite
       
      Refeição 7 Jantar
      1 comprimido de cobavital+complexo B
      500g de peito de frango grelhado+ 2 colher de azeite
      60g meia xicara de feijão
      50g 1 xicara de arroz integral
      Vários legumes
       
      Refeição 7
      Antes de dormir:
      3 Colheres de albumina
      1 copo de leite desnatado
      Gostaria de saber se a minha dieta dá para ganhar Hipertrofia pois malho muito pesado
      Eu não trabalho então não teria como fazer uma dieta tão boa. E não dá para eu comprar peito de frango  nem ovo aqui em casa porque moro com minha familia e mnha mãe pega e faz comida com ele e ñ ta nem ai kkkk
      E nos dias de treino vo colocar mais 1 shape de albumina pela manhã, dias de domingo vo comer o almoço da minha mãe e um biscoito recheado, não citei frutas mais costumo comer algumas ,Só não consegui ai na minha dieta a quantidade de gordura necessári não sei o que posso ta colocando que venha com gordura boa.
      O que acharam  da para ganhar massa com essa dieta e m treino  pesado? Pego 50 Kg no extensor e faço aquele exercicio que na última serie faço 5 repetições de 6 tirando os pesos 
       
       
       
    • Por queirozb
      Estou no 7° dia da oxan, primeira vez ciclando, tomando 20mg por dia, 10mg/10mg, de 12 em 12 horas. Prentendo fazer 6 semanas. Tenho 22 anos, 1,68 de altura, 58kg, 20% de gordura corporal. 
      Decidi tomar pra dar um up no shape, não quero ficar monstrona, e tenho medo dos injetáveis... a oxan caiu como uma luva. Estava na low carb antes de começar, conseguindo secar bastante, porém perdi também a gordurinha que enchia minhas calças, rs. 
      Desde que comecei o ciclo aumentei a quantidade de água para 3,5/4,0 por dia. Zero álcool. Tirei o anticoncepcional. Treino 5x na semana, sendo seg e quinta quadricepes, terça e sexta gluteos e quarta superiores. Estou tomando somente bcaa e colágeno. Vez por outra termogênico, quando necessário. Já ganhei 1 kg! Pele ficou oleosa e três espinhas surgiram... Cabelo também tá ficando oleoso mais rápido. Continuo na Low Carb moderada/restrita, comendo 100g de proteína por dia e 30-70g de carboidrato. Notei um certo aumento de força, mas não grande coisa. A marca da minha oxan é Dharmabol. 
      Quando estiver pra entrar na 3ª semana quero aumentar pra 30mg por dia, ou seja, na terça que vem. Minha meta é chegar a 60/61kg, diminuindo, ou pelo menos mantendo a bf. Queria uns 18%, pra mim já tava legal, rs. 
      Minha dúvida, passo uma ou duas semanas com 30mg? E na ultima semana, finalizo com 20mg ou 10mg?
      Dicas e sugestões são bem-vindos!! 
    • Por Marcelahh
      Pessoal,  sou nova aqui no forum. Estou na luta para conseguir trincar esse shape. Se alguém puder me ajudar ficarei muito grata!!
      Dados:
      Altura 169 TMB 1500 ( n lembro exato) Peso 63kg 28 anos. Faço  musculação 6x na semana. Ha 2 semana inclui  o cardio no pós.
      Minha dieta hj está em torno de 1400 cal.
      120 carbs 130 prot 50 gord ( n esta exato)
      Comecei  em 2015 com RA + musculação 
      Em agosto de 2016 até  jan de 2017
      Fazia da deita low carb/jejum intermitente  ( nao controlava calorias, pesava 59kg)
      Em fevereiro  mudei p dieta com carbo e ganhei uns 4kg.. porem oq quero mesmo nao é  crescer e sim ficar sequinha e definida, só  q com essa dieta q to fazendo sinto q estou  engordando.. estou furando muito tb..
      Se alguém puder me ajudar em relação  a dieta ou treinos agradeço! 


    • Por _-0S4M4.BINLADEM-_
      Olá pessoas!!
       Necessito de uma ajuda com o meu treino , pois acho ele meio fraco e não sei como posso melhora-lo , acho meio feijao com arroz ... Meu foco é biceps 
       Obs - nao faco 4x10 sempre , vou ate a falha em alguns , em alguns faço 4x15-12-10-8 e os abdominais as veses nao faço pois nao da tempo )segue:
      altura:1.80 m
      peso: 62,5
      treino : 1,5 ano(s)
      idade : 20
    • Por Daniela R Del Giorno
      Olá, amigos do ferro! Embora a resposta para a pergunta que dá título a esta matéria já esteja muito bem consolidada no ambiente científico/acadêmico, nos salões e ginásios eu ainda percebo muitas rodinhas de discussão sobre o assunto. O que eu acho ótimo! Socializa os musculadores, instiga a curiosidade e o estudo e assim nossa comunidade floresce e fortalece.
      Vou responder a pergunta de pronto, porque não tem mistério: ambas as abordagens de treino geram hipertrofia e não, NÃO existe a melhor ou o que hipertrofia mais. Repito: ambas as abordagens de treino geram hipertrofia e não, NÃO existe a melhor ou o que hipertrofia mais.
      Se você só queria o alívio da resposta, pode passar para outro texto aqui do site. Mas, se você gosta de ir um pouco além de apenas treinar, bota mais dez e me acompanha!
      A hipertrofia musculoesquelética é um fenômeno fisiológico de adaptação ao ganho de força. Ela é multifatorial e, para que aconteça, deve haver a sinergia de diversos tipos de ações em nosso organismo. Eu poderia abordar várias destas ações de forma detalhada: endócrinas, metabólicas, neurais, entre outras. Mas, este artigo visa apenas a abordagem mecânica e sobre ela, podemos dizer que não existe um melhor tipo de ação para hipertrofiar. Só que fica falho falar sobre o estímulo mecânico sem observar um pouco de fisiologia.
      A musculação e a gama de exercícios que a compõe são, tradicionalmente, os estímulos usados quando os treinadores desejam “acionar” nosso sistema anaeróbio. Porém, existem várias formas de se ativar este sistema, não é só puxando ou empurrando ferro.
      A ginástica artística ou o crossfit, por exemplo, também são práticas esportivas onde se enfatiza o trabalho anaeróbio e é este sistema, seja na forma ATP-PC ou na forma Glicolítica, o responsável pela sinalização da síntese proteica, tão fundamental para o processo de construção muscular.
      Desde que haja fadiga, falha, acidose metabólica, trabalho máximo dentro do sistema anaeróbio, a sinalização metabólica para hipertrofia irá acontecer, pois haverá aumento de síntese proteica. Seja um agachamento com 3 x 10, agachamento com 10 x 3 ou (argh!) 30s de burpees!
      Contudo, a sinalização é feita nos músculos trabalhados, logo, a sinalização realizada por um agachamento é diferente da realizada por um burpee, mas não é muito diferente da realizada por um pistol. Até 3 x 40 gera hipertrofia, a diferença é que o ganho de força não é o ideal e, consequentemente, conforme vai-se avançando no nível de treinamento, perde-se a oportunidade de otimizar as respostas anabólicas caso se insista nas cargas muito baixas.
      Lembra-se que hipertrofia é colateral de ganho de força? Mas, a esta altura da leitura, você deve estar me questionando: mas, Dani, então os fisiculturistas, por esta lógica, deveriam treinar como powerlifters e sempre buscar a força máxima? Sim e não. Sim, porque o incremento de força é um dos principais fatores que dão continuidade ao processo no longo prazo. Não, porque não é só isso.
      Neste ponto, há dois fatores a serem observados. O primeiro, é a responsividade do indivíduo ao método de treino. Simplesmente há pessoas que hipertrofiam mais com volume e pessoas que hipertrofiam mais com intensidade.
      Há, ainda, aqueles em que isto varia de grupamento para grupamento (EU!!! Rsrsrs)!  O segundo ponto a ser observado é o objetivo final do sujeito, especificidade do treino. Ainda assim, nem powerlifters treinam acima de 90% todo o tempo, pois excesso de sinalização para força máxima gera lesão e compromete a saúde mental.
      O fisiculturista precisa de ajustes radicais na dieta, pois não basta apenas hipertrofiar, tem que mostrar a musculatura de forma detalhada. A dieta radical, com pequenas quantidades de carboidratos e todo o protocolo adotado no culturismo também prejudica o treino de força máxima, logo, 3 x 10 ou 3 x 20 ou 3 x 30 é mais suportável dentro deste cenário. De novo; hipertrofia é multifatorial!
      “Então, @Daniela R Del Giorno, o que eu faço???!!” Os dois! Quando? Depende do seu objetivo principal e, consequentemente, de como seu treinamento será organizado dentro de uma periodização a fim de se obter o resultado esperado. Difícil?
      Para um profissional de Educação Física competente não deve ser. Por isso, digo: consulte um! Treino de inspiração, treino de atleta consagrado, treino de blogueira e estudo pelo Google pode até resolver. 
      Por um tempo muitíssimo curto se você é iniciante. Copiar método de treino é fácil e acessível. Saber o que cada um está sinalizando fisiologicamente e entender qual é o melhor momento para utilizar cada um deles, com cada pessoa, de acordo com cada objetivo. É coisa de profissa!
      Vai ficar dando cabeçada? Procure um professor qualificado e, preferencialmente, especializado no objetivo ao qual você se propõe a treinar para alcançar. Pato voa, anda, corre, nada, até canta. Mas, não sai do laguinho. Qual o tamanho da sua ambição? Bota mais dez!
      Referências:
      MORTON, R. W.; OIKAWA, S. Y.; WAVELL, C. G.; MAZARA, N.; MCGLORY, C.; QUADRILATERO, J.; BAECHLER, B. L.; BAKER, S. K.; PHILLIPS, S. M. Neither load nor systemic hormones determine resistance training-mediated hypertrophy or strength gains in resistance-trained young men. Journal of applied physiology (Bethesda, Md. : 1985), v. 121, n. 1, p. 129–38, 1 jul. 2016. Disponível em: <http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27174923>. Acesso em: 18 dez. 2016.
      FLECK S. J.; KRAEMER W. J. Fundamentos do Treinamento de Força Muscular. Porto Alegre: Artmed, 1999.
      McARDLE, W. Katch, W. Katch. Fisiologia do Exercício. Energia, Nutrição e Desempenho Humano. 7ª Edição. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2011.
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