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Leena Fabrini
Leena Fabrini

Dietas de baixo carboidrato podem gerar doença no fígado

Quase dois terços dos americanos estão acima do peso ou obesos. Muitas dessas pessoas desenvolvem resistência à insulina e diabetes tipo 2, o que aumenta o risco de doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA).

O aumento de gordura no fígado leva à inflamação e ao deficiente processamento metabólico de gorduras, carboidratos e proteínas.

Um diagnóstico inicial da esteatose hepática é feita a partir do elevado número de enzimas hepáticas. Uma revisão da literatura por pesquisadores da University School of Medicine, em Whashington, St. Louis, concluiu que o baixo teor de carboidratos da dieta cetogênica pode causar DHGNA.

No entanto, os efeitos dessas dietas são mínimos sobre a função do fígado se feitas a curto prazo.

Fontes: Current Opinion Clinical Nutrition & Metabolic Care, 15: 374-380, 2012 e Revista Muscular Development, janeiro/2013, pg. 76.




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Boa Tarde amigos.

Sou novo aqui e preciso de ajuda tenho 106 kg e meço 1.70 alt. preciso perder no mínimo 25 kg, me recomendaram entrar numa academia e tomar suplemento kimera com l- carnetina.

Será que alguém pode me dar uma ajuda?

 

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Em 01/06/2017 em 12:12, igor crespo disse:

Boa Tarde amigos.

Sou novo aqui e preciso de ajuda tenho 106 kg e meço 1.70 alt. preciso perder no mínimo 25 kg, me recomendaram entrar numa academia e tomar suplemento kimera com l- carnetina.

Será que alguém pode me dar uma ajuda?

 

Antes do suplemento, sugiro consultar um nutricionista, que tal investir o dinheiro que gastaria nesse suplemento em uma consulta com um profissional para orienta-lo adequadamente?

Na maioria das vezes o mais importante é verificar seus exames de sangue, ajustar uma atividade física e uma dieta! Lembre : não existe milagre! Então busque ajuda profissional e assuma os riscos de ter uma vida melhor! Conte comigo na caminhada!

Elissa Amaral da Cunha 

Nutricionista e Master Coach

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Isso vale para ciclos de carboidratos? Assim como muitos fisiculturistas, astethics strongmen eu uso pouco carbo para dormir (30g oriundos de 150g de amendoim) e preencho as outras calorias na gordura do requeijão e do azeite.

Editado por Lucas Félix Costa

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7 horas atrás, Lucas Félix Costa disse:

Isso vale para ciclos de carboidratos? Assim como muitos fisiculturistas, astethics strongmen eu uso pouco carbo para dormir (30g oriundos de 150g de amendoim) e preencho as outras calorias na gordura do requeijão e do azeite.

Depende do carb cycling e da atividade física que estiver fazendo. Eu não gosto de requeijão pelo processo inflamatório no intestino, o amendoim também contém bastante Omega 6, e em excesso acaba ocasionando um desequilíbrio nas gorduras boas e gerando um processo inflamatório no corpo. Inflamação no geral pode dar acne, inchaço, retenção, prisão de ventre, dentre outros sintomas como gripes e resfriados e até mau humor pois um intestino em disbiose atrapalha a fabricação de  serotonina. Nesse caso, sugiro variar as castanhas, e colocar abacate como fonte de gordura. O açaí puro e o coco puro também são alternativas! 

Abraços!

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    • Por Pedreiro_SC
      Olá pessoal. Sou novo por aqui e possuo algumas dúvidas. Tenho uma rotina bem corrida e que agora a partir do dia 15/02 sofreu grandes mudanças.
      Estudo engenharia civil e entrei num estágio, o que afetou bastante meus horários. Acordo 5:45h da manhã para pegar ônibus e ir ao trabalho. Estou trabalhando de estagiário numa obra, portanto a rotina e puxado, subir e descer escadas e caminhar bastante. Fiz uma medição no meu primeiro dia e subi cerca de 45 andares e caminhei 5,7 km numa jornada de de trabalho. Inicio as 7:45h e finalizo as 11:45 meu turno e após isto sigo para a faculdade aonde fico das 13:30 às 19h de segunda à sexta, sendo que na terça-feiro fico das 13:30 as 22h (não consigo treinar neste dia).
       
      Tenho 21 anos, 1,74m, 80kg e 20% de BF. O que mais me incomoda é o % de gordura, gostaria de chegar próximo dos 12%. Fiz exames em janeiro e consultei um médico e ele me passou um ciclo de Oxandrolona, que é (as quantidades abaixo informadas são ref. a cada dosagem, totalizando 30mg dia de OX):
      Dose 1: 6h | Dose 2: 14h | Dose 3: 22h
      Dosagem Fórmula 01: 1 doses ao dia, ao acordar
      Silimarina  100 mg  + Ácido Alfa Lipóico 100 mg + I3C 200mg 
      Dosagem Fórmula 02: 3 doses ao dia, a cada 8h, iniciando ao acordar
      Pyngeum Africano 50mg + Saw Palmeto 70 mg + Crisina 500 mg + Higenamine 20 mg
      Dosagem Fórmula 03: 3 doses ao dia, a cada 8h, iniciando ao acordar.
      Oxandrolona 10 mg
       
      A dieta que venho seguindo é:
      Jejum das 22 às 12h
       
      Almoço 12:30h
      150g peito frango
      50g aipim
      Salada temperada com azeite de oliva
       
      Lanche tarde às 15h
      1 fatia pão de batata doce + manteiga + 1 fatia de peito de perú
      40g whey isolado + 4 castanhas do pará
       
      Janta às 18:45h
      150g peito de frango
      Salada temperada com azeite de oliva
       
      Treino às 19:30h (ABCDE) Descanso quarta-feira e domingo.
       
      Pós treino às 20:30h (com exceção de terça que não treino)
      40g whey isolado
       
      Ceia 22h
      4 ovos inteiros, mexidos na manteiga + 2 fatias de bacon + Salada
       
      Líquidos diários:
      Cerca 1 litro de café (sem açúcar) 
      Cerca de 1,5 litro d'água (preciso beber mais, porém tenho dificuldade de aumentar o consumo)
       
      Gostaria de saber o que preciso mudar na dieta, estou muito retido, e acredito que com este novo emprego o consumo de água deva passar de 3 litros.
      Gostaria de saber se devo manter o JEJUM junto ao ciclo de OX e também se há alguma necessidade de modificar minha dieta afim de reduzir % BF e se possível aumentar massa.
      Meu % de BF me incomoda pois estou perdendo todas minhas roupas.
      Preciso da ajuda de vocês.
      Abraço.
       
       
    • Por Locemar
      Não há dúvidas que existem pessoas que perdem peso/gordura mais facilmente que outras (são mais responsivas à dieta). Por esse motivo, olhar só para calorias é de certa forma limitante. Por outro lado, existem os que defendem que algumas dietas (low carb, jejum intermitente) podem ser mais vantajosas que outras e que contar calorias é desnecessário (alguns defensores low carb mais extremos). Importante deixar claro que o conceito de "uma caloria é uma caloria" é equivocado por questão de princípios físicos (viola a segunda lei da termodinâmica).
      Por exemplo, seu corpo gasta mais energia para metabolizar proteínas do que carboidratos e gorduras, e alteração na proporção de macronutrientes da dieta induzem alterações hormonais e enzimáticas que determinam mudanças no uso de combustível metabólico (fontes endógenas de proteínas, carboidratos, gorduras). Mas será mesmo que reduzir mais carboidratos da dieta levará a uma maior perda de gordura que reduzir apenas gordura? Os estudos em ambiente controlado mostram que a diferença é pouco significativa no curto prazo e provavelmente seria pequena se os estudos fossem estendidos por mais tempo com indivíduos em ambiente ambulatorial. Além disso, reduzir carboidratos também tende a promover maior perda de peso, pois a redução dos níveis de insulina reduz a retenção de sódio e água pelo organismo.
      Portanto, é mais provável que a perda de peso/gordura em dietas low carb seja por redução de apetite, aumento da saciedade. Isso já é uma vantagem interessante, mas eu vou além. O mais importante para perder peso gordura, pensando nos princípios da termodinâmica, é justamente uma dieta "hipocalórica high protein/low carb" que cicle carboidratos no decorrer do tempo. O déficit calórico continua sendo o mais importante para perder peso, mas o aumento das proteínas com a redução de carboidratos pode gerar uma pequena "vantagem metabólica" adicional. Além disso, reduzir gorduras geralmente é limitante, pois percentualmente elas contribuem menos para o total de calorias (~25-30%).
      Outro ponto interessante, em dietas high protein/low carb parte da redução calórica de carboidratos pode ser substituída por calorias de proteína, o que ajuda na saciedade e preservação da massa muscular (2,0-3,5 g/kg), além de aumentar um pouco o gasto energético (termogênese).
      A sensibilidade à insulina é aumentada pela perda de peso e pela restrição calórica, ainda mais com a redução de carboidratos. Observo também que alterar o balanço de macronutrientes no decorrer do tempo pode gerar uma "vantagem metabólica" adicional, pois um aumento do consumo de carboidratos depois de algumas semanas em dieta low carb parece aumentar a termogênese, talvez por um aumento repentino dos níveis de T3 e aumento da ineficiência mitocondrial, o que promove maior produção de calor pela mitocôndria. Ou ainda porque uma mudança repentina nas vias metabólicas pelo aumento do fluxo de carboidratos, aumente também o fluxo de oxaloacetato, aumentando a velocidade de oxidação do acetil-Coa no ciclo de Krebs (oriunda da beta-oxidação de ácidos graxos). Aquele papo de a gordura queimar em uma fogueira de carboidratos. Eu diria que é parcialmente verdade, desde que se considere esse contexto de ciclar carboidratos.
      Aqui quero deixar claro que não defendo nenhuma estratégia dietética rígida, pois o déficit calórico ainda continua sendo o mais importante. No entanto, acredito que uma estratégia que cicle calorias/carboidratos e trabalhe com uma ingestão maior de proteínas seja mais vantajosa por considerações da física e da própria biologia. Mas não se iluda, nosso metabolismo é mais complexo que isso e não podemos ignorar outros fatores são importantes na perda de peso, como a genética e nossa própria microbiota. Por esse motivo, uma dieta rica em fibras e fitoquímicos (vegetais, frutas, fibras dietéticas) jamais deve ser ignorada. Aqueles mais preocupados em se entupir de gordura e cortar carboidratos geralmente ignoram questões como aderência, efeitos na microbiota e genética.
      Queria adicionar aqui que essa não é uma fórmula mágica para perder peso/gordura de forma rápida e ela também não evita as adaptações fisiológicas inerentes ao processo de perda de peso, como a termogênese adaptativa e o aumento da fome com o tempo de dieta. Quanto mais peso você precisa perder, mais chance de sofrer com esses efeitos, o que aumenta sua chance de fracassar se forçar muito a perda de peso quando atingir um platô. Nosso organismo se adapta ao ganho de peso, mas ele geralmente não se adapta (aceita) a perda de peso.
      por Dudu Haluch
    • Visitante .:The Phoenix:.
      Por Visitante .:The Phoenix:.
      CALORIAS
      Quando se fala em calorias, fala-se em energia armazenada nas ligações químicas dos alimentos . A energia química é liberada no organismo através do metabolismo dos nutrientes absorvidos pelo sistema digestório. É ela responsável por todas as atividades vitais dos seres vivos, desde o funcionamento do cérebro, a atividade muscular, os batimentos cardíacos, até o crescimento dos cabelos e das unhas. Chamamos de energéticos ou calóricos os alimentos que, quando metabolizados, liberam energia química aproveitável pelo organismo.

      Esta energia é quantificada através da unidade física denominada caloria que é a quantidade de energia necessária para elevar de um grau centígrado (de 15°C para 16°C) 1 grama de água. Por ser uma unidade muito pequena, em nutrição, costuma-se utilizar a quilocaloria, que equivale a 1000 calorias. Para simplificar, a quilocaloria também é chamada de Caloria, com "C" maiúsculo.

      Os principais alimentos energéticos são:

      Gorduras, cujo metabolismo de 1 grama libera 9 Calorias.
      Carboidratos, cujo metabolismo de 1 grama libera 4 Calorias.
      Proteínas, cujo metabolismo de 1 grama libera 4 Calorias.
      Álcool, cujo metabolismo de 1 grama libera 7 Calorias.
      Um aparte deve ser feito às proteínas, que nem sempre são utilizadas para a produção de calorias. Durante os processos de crescimento e formação de novos tecidos orgânicos, são empregadas com funções estruturais e o seu metabolismo, ao invés de liberar, acaba consumindo calorias.

      Uma das principais características dos alimentos energéticos é a de que o seu excesso não pode ser eliminado pelo organismo (ao contrário do que acontece com as vitaminas, sais minerais, oligoelementos e fibras). Todo o excedente ingerido, não utilizado nas funções metabólicas, acaba sendo armazenado na forma de gordura, causando obesidade.
    • Por Beatriz Souza
      COMECEI COM A DIETA CETOGÊNICA, MAS GOSTARIA DE TOMAR O L.A 9000 E CONTINUAR COM O MEU TERMOGÊNICO SPYKE. 
      O QUE ACHAM SOBRE ISSO?
      DÁ PRA CONCILIAR ESSE TIPO DE DIETA COM ESSES "COMPLEMENTOS" SEM SAIR DO ESTADO DE CETOSE?
    • Por Luciana22
      Boa noite Galera! 
      Sou nova por aqui e To precisando muito de uma luz...
      Venho ha seis meses praticando low carb, na qual perdi 8kg, voltei a treinar regularmente, diminui 3% do meu percentual de gordura e então ontem iniciei um ciclo de estano de 15ml (dividi os 30 com o marido), para dar um up no meu resultado, porém, minha maior dúvida é como me alimentar agora,  tenho uma noção muito superficial e pelo que li,  mesmo que me meu objetivo seja de perda de gordura e ganho de massa eu precisaria comer carbos agora devido ao ciclo de estano, diferente do que vinha fazendo. 
       
      O que seria indicado em termos de percentuais, quantos % de carbo, quantos por cento de proteína, quantos % de gordura em cada refeição, e também quantas refeições seria o ideal, pois na low carb só comemos quando sentimos fome.
      - Estou praticando  musculação 5x na semana 
      E no cardio venho alternando 30 minutos pulando corda um dia e no outro trinta minutos no transport (de 5 a 6 vezes na semana) 
      para meu objetivo de queima e ganho de massa é indicado fazer aeróbico seguido de treino de musculação, ou indica que seja no mesmo dia em turnos diferentes? 
       
      - Mais uma dúvida: que seria em relação ao treino cardio em jejum, você indicaria? Se positivo, quanta vezes na semana. Acha que de fato queima mais sendo mais eficaz, ou apenas moda/mito? 
      Desde já muito obrigada a todos 
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