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  1. Olá. Vou me apresentar, primeiramente. Treino há 8 anos, sendo 2 de treinamento sem interrupções. Há muito frequento foruns, porém nunca postei nada. Mas decidi criar um tópico pra relatar um pouco da minha primeira experiência com esteróides. Estou na minha quarta semana de ciclo. Antes, vou postar meus dados: Idade: 22 anos Peso atual: 79kg (sempre me peso ao acordar, depois de fazer as necessidades) Peso no início do ciclo: 73,6kg Estatura: 1,70m Protocolo do ciclo: 1-10 enantato de testosterona 500mg/semana 1-10 npp 50mg dsdn 12,5mg aromasin todo dia posterior ao da aplicação de testo tpc a base de tamox e talvez clomid, vit E e C. (Tanto a TPC como os venenos são da recentemente falecida GC, produtos de qualidade incontestável) Treino: ABCDE Bom, eu criei o tópico pra relatar como foi usar esteróides, diferentemente do que era teórico. Primeiramente, o mais óbvio e esquecido é a dieta. Todo mundo sabe que sem dieta, sem ganhos. Mas quando se usa esteróides há uma pseudo idéia de que você vai crescer, independente do que aconteça. NÃO. Quando comecei, achei que se seguisse minha dieta normal, obteria resultados do mesmo jeito. Depois da primeira semana percebi que se não mudasse radicalmente minha dieta, não teria ganhos significativos. Sobre a agressividade, isso depende unicamente da sua mente e de como você reage aos fatos. Se você é uma pessoa tranquila, provavelmente vai continuar assim do mesmo jeito. Claro, não posso generalizar, já que cada um reage a uma dose de testosterona de um jeito. Quero ressaltar aqui o mais importante quando se usa testosterona. Talvez esse efeito seja pessoal, talvez seja psicológico. O bem estar, o vigor, o bom humor que se tem quando se usa testosterona é incrível. Você se torna uma pessoa muito mais confiante e muito de bem com a vida. Deixando claro que não quero fazer apologia. Parece que o universo conspira a seu favor, tudo dá certo e até os ferormônios fervem (risos). Agora que queria falar sobre um outro ponto que já foi discutido nesse grupo. Claro, ainda estou no meio do ciclo e os colaterais ainda não tiveram tempo de dar as caras. Porém, não tive NENHUM colateral até agora. Acredito que não aparecerão mesmo. Bom, é isso, só queria compartilhar essas informações. É um prazer participar desse fórum. Abraços.
  2. Fala marombas, To querendo mandar o seguinte ciclo e gostaria da opinião de quem tiver experiência com essas drogas. 24 anos Altura 1.80 91 kg BF aproximado: 14% Protocolo: 1-8 sem: 150mg fenil dsdn 1-4sem: 75mg stano tsd 5-8 sem: 100mg stano tsd 1-3 sem: 60mg Oxan tsd 4-6 sem: 80mg Oxan tsd 7-8 sem: 100mg Oxan tsd (Fenil e stano injetáveis e todas as drogas são da Bullforce) Proteções intra ciclo: 1-8 sem: 60mg Raloxifeno tsd (Sempre tenho sensibilidade) 2-8 sem: 250ui hCG seg e qui 9 sem: 500ui hCG dom, qua e sab >>>>> 4 - 5 DIAS DE PAUSA <<<<<<<< TPC: 1-3 25mg Clomifeno 1-4 20mg Tamoxifeno 1-4 1000ui Vitamina E Silimarina/Metionia/Vit D Aguardo opiniões de quem entende a vontade! Abs
  3. O que é o Cártamo O Cártamo é considerada uma planta oleaginosa conhecida antes da era Cristã e vem sendo muito utilizada na culinária e na produção de corante amarelo para tingir e aromatizar alimentos. Óleo de cártamo A partir da semente é possível extrair o óleo de cártamo que possui diversas propriedades e benefícios. O cártamo possui lignanas, polissacarídeos e óleos essenciais como: ácido oléico, ácido linolênico e acido palmítico. Possui vitamina E que é de relevante importância para se obter uma ótima saúde e melhoria no desempenho físico. Benefícios do óleo de cártamo Dentre os benefícios do óleo de cártamo, podemos citar as seguintes propriedades: antiinflamatório; antioxidante natural (acelera o metabolismo, acarretando na perda da gordura corporal, principalmente na região abdominal aumentando assim, a tonicidade muscular e diminuindo o colesterol); Auxilia a regularização do LDL e triglicérides; fortalece o sistema imunológico aumentando a resistência às infecções e doenças; previne contra o aparecimento de celulites; é ótimo para a pele por sua capacidade de reduzir o aparecimento de rugas e inflamações cutâneas. Vitamina E no óleo de cártamo A vitamina E é considerada um excelente antioxidante no combate ao envelhecimento e estresse oxidativo e auxilia no bom funcionamento do sistema imunológico. Para praticantes de atividades físicas, a vitamina E é sem dúvida essencial, pois ela é participa da regeneração de todos os tecidos do corpo, ajudando de forma significativa, as pessoas ativas a reduzirem os sintomas decorrentes do overtraining. Pesquisa feita com a vitamina E concluiu que ela é capaz de ajudar no transporte de aminoácidos e açúcares do sangue para dentro das células musculares e a promover a síntese de proteína nos músculos. O óleo de cártamo é precursor do CLA (ácido linoléico) O óleo de cártamo é precursor em CLA (ácido linoléico) que vem sendo estudado por estar associado à redução da gordura corporal, da arteriosclerose, na prevenção de diabetes mellitus e até mesmo efeito antitrombônico. O ácido linoleico em forma de suplemento é capaz de manter uma boa saúde, porém, é difícil de obter através de uma dieta normal exigindo assim, a busca por outras fontes que é o caso do óleo de cártamo. Estudos com CLA e perda de gordura Estudo feito com o ácido linoleico entre homens e mulheres, pré e pós 8 semanas, concluiu que a perda da gordura corporal foi significativa, uma vez que os homens apresentaram maior perda de gordura abdominal em relação às mulheres (referência). Ácido oleico no cártamo O cártamo é também fonte rica de ácido oleico, que é uma gordura monoinstaurada, considerada saudável. Quando consumida em quantidade adequada, pode proporcionar a diminuição do colesterol LDL, acelerar a perda de peso, reduzir o risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC). Óleo de cártamo e perda de gordura Pesquisadores cada vez mais vêm descobrindo os benefícios do óleo de cártamo. Dentre estes benefícios, junto com uma dieta balanceada e exercícios físicos diários, está associada à perda da gordura localizada. Os cientistas descobriram também, que o óleo de cártamo aumenta a produção do hormônio adinopectina, que ajuda no controle da produção de insulina e avisa o corpo quando utilizar a gordura como fonte primária de energia. Nos músculos, o óleo de cártamo age no aumento da atividade da enzima CPT (carnitina palmitoil transferase), presente nos músculos esqueléticos de contração voluntária, e que transporta a gordura para dentro da mitocôndria, organela responsável por converter a gordura em energia. Quando a atividade da CPT é aumentada, as células adiposas recebem mais energia e consequentemente ocorre à queima, resultando em mais energia para o trabalho muscular. A gordura corporal possui a capacidade de inibir a atividade da enzima lípase lipoprotéica que possui a função de transferir a gordura presente na corrente sanguínea, para o interior da célula que é responsável em armazenar a gordura corporal. Quanto maior for à atividade da lípase lipoprotéica, maior será o volume do tecido adiposo, ou seja, ganhamos mais gordura corporal, porém quando ocorre o bloqueio da lípase lipoprotéica, a transferência da gordura para as células fica inibida, fazendo com que o corpo utilize o estoque de gordura já existente como fonte de energia para a atividade muscular. Óleo de cártamo deve ser associado à dieta Vale ressaltar que para garantir as propriedades e benefícios do óleo de cártamos, deve-se associar uma dieta balanceada juntamente com a atividade física. Sempre que adquirir um produto busque pelo selo da ANVISA. Referências 1. ATKINSON, R. Conjugated linoleic acid for altering body composition and treating obesity. In: Yuraweez M, Mossoba M, Kramer J, Pariza M, Nelson G, editors. Advances in conjugated linoleic acid research. hampaign, IL: AOCS Press; 1999. P.353-438. 2. AZZI A, BREYER I, et. al. Specific Cellular Responses to a-tocopherol.J Nutr,200.] 3. BALZ F. Antioxidant vitamins and heart disease. Presented at the 60th Annual Biology Colloquium. Oregon State University, Corvallis. Oregon. February 25, 1999. 4. BJORNTROP, P. Visceral obesity: a “civilization syndrome”. Obes Res. 1993; 1(3):206-2. 5. BOAZ M, SMETANA S, WEINSTEIN T, et. al. Secondary prevention with antioxidants of cardiovascular disease in endstage renal disease (SPACE): randomized placebo – controlled trial. Lancet 2000. 6. BOTELHO, A.P.; SANTOS-ZAGO, L.F.; REIS, S.M.P.M.; OLIVEIRA, A.C. A suplementação com ácido linoléico conjugado reduziu a gordura corporal em ratos Wistar. Rev. Nutr., Campinas, 18(4):561-565, jul./ago., 2005. 7. C.S.I.R. (Council of Scientific and Industrial Research). 1948-1976. The wealth of India. 11 vols. New Delhi. 8. CHOI, J.S.; JUNG, M.H.; PARK, H.S.; SONG, J. Effect of conjugated linoleic acid isomers on insulin resistance and mRNA levels of genes regulating energy metabolism in high-fat-fed rats. Nutrition, v. 20, p. 1008-1017, 2004. 9. CLOSE, R.C.; SCHOELLER, D.A.; WATRA, A.C.; NORA, E.H. Conjugated linoleic acid supplementation alters the 6-mo change in fat oxidation during sleep. Am J Clin Nutr 2007;86:797– 804. 10. Collaborative Group of the Primary Prevention Project (PPP). Low dose aspirin and vitamin E in people at cardiovascular risk: a randomized trial in general practice. Lancet 2001. 11. DIPLOCK, A. T., “Will the Good Fairies” Please Prove to Us that Vitamin E Lessens Human Degenerative Disease?” Free Radic Res 27.5,1997. 12. DUKE, J.A. The quest for tolerant germplasm. p. 1-61. In: ASA Special Symposium 32, Crop tolerance to suboptimal land conditions. Am. Soc. Agron. Madison, WI. 13. EKIN, Z. (2005), “Resurgence of Safflower (Carthamus tinctorius L.). Utilization: A global view”, J. of Agronomy 4(2):83-87. 2005 14. EVSTINEEVA, R. P., et. al. “Vitamin E as a Universal Antioxidant and Stabilizer of Biological Membranes” Membr Cell Biol. 12.2, 1998. 15. GISSI Prevenzione Investigators. Dietary suplementationwith n-3 polyunsaturated fatty acids and vitamin E after myocardial infarction: results of the GISSI Prevenzione trial. Gruppo Italiano per lo Studio della Soprawivenza nell’infarto miocárdio, Lancet 1999. 16. GUIMIAO, W., L. Yili, (1985), “Clinical application of safflower (Carthamus tinctorius)”, Zhejiang Traditional Chinese Med. Sci. J.,. 20: 42-43. 17. HARTMANN, A., et. al. Vitamin E Prevents Exercises – Induced DNA Damge. Mutat Res. 1995. 18. KAMPHUIS, M.M.; LEJEUNE, M.P.; SARIS, W.H.; Westerterp-Plantenga, M.S. The effect of conjugated linoleic acid supplementation after weight loss on body weight regain, body composition, and resting metabolic rate in overweight subjects. Int J Obes Relat Metab Disord 2003;27:840-7. 19. KHOSHOO, T.N. Energy from plants: problems and prospects. Reprinted from Part II of the Proceedings of the 69th Session. Indian Science Congress, Mysore. Lucknow Printing House, Lucknow. 1982. 20. MC BRIDE, J. M., et. al. “Effect os Residence Exercises on Free Radical Production. Med Sci Sports Exerc 30,1. 1998. 21. Panel on Dietary Antioxidants and Related Compoubds,Food and Nutrition Board, Institut of Medicine. National Academy of Sciences. Deiteary Reference Intakes for Vitamin Cm Vitamin E, Seleniun and Carotenoids. Washington. D.C. National Academy Press, 2000. 22. PAOLISSO, G. et.al., Pharmacologic Doses of Vitamin E Improve Insulin Action in Healthy Subjects anda Non-Insulin Dependent Diabetic Patients. Am J Clin Nutr 57. 1998. 23. PROENÇA DA CUNHA, A.; SILVA, A.P.; ROQUE, O.R. (2003), Plantas e produtos vegetais em fitoterapia, Fund. Cal. Gulb. 24. RAGHU, J.S. AND SHARMA, S.R. 1978. Response to irrigation and fertility levels of safflower. Indian J. Agron. 23(2):93-97. 25. RIMM EB, STAMPFER MJ, ASCHERIO A, et.al. Vitamin E consumption and the risk of coronary heart disease in men. N Engl. J Med. 1993. 26. STAMPFER MJ. HENNEKENS CH, MANSON JE, et. al. Vitamin E consumption and the risk of coronary heart disease in women. N Engl. J Med. 1993. 27. STEPHENS NG, PARSON A, SCHOFIELD PM, et. al. Randomised controlled trial of vitamin E in patients with coronary disease: Cambridge Hearth Antioxidant Study (CHAOS). Lancet 1996. 28. SUBRAMANIAN, M., RAMASAMY, N.M., RANGASAMY, M., APPADURAI, R., AND SUBBALAKSHM, I.B. 1979. CO.1 a high yielding non-spiny safflower (Carthamus tinctorius). Madras Agr. J. 66(4): 211-214. 29. TRABER MG. Vitamin E. In Shils ME. Olsen JA. Ross AC(eds) Modern Nutrition in Health and disease. Baltimore: Wlliams &Wilkins, 1999. 30. VIVAS, M.J. (2002), “Culturas Alternativas – Cártamo, Sésamo e Camelina”, Melhoramento, 38:183-192. 31. Wu, K.K. and Jain, S.K. 1977. A note on germplasm diversity in the world collections of safflower. Econ. Bot. 31:72-75. 32. YADAVA, R. 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  4. O exercício físico apresenta diversos benefícios, entre eles, redução da pressão arterial e do risco de doenças cardiovasculares, aumento do HDL colesterol, melhora do diabetes tipo 2 e resistência à insulina, proteção contra complicações vasculares, modulação da secreção hormonal, da produção e consumo de energia e consequentemente melhor qualidade de vida e longevidade. Entretanto, ocorrem diversas adaptações fisiológicas durante a atividade física, sendo necessários ajustes cardiovasculares e respiratórios para compensar e manter o esforço realizado. O exercício físico intenso pode aumentar a produção de radicais livres ou espécies reativas de oxigênio no músculo esquelético e em outros tecidos, associadas ao metabolismo energético acelerado. Essas espécies podem contribuir para danos tissulares e celulares e prejudicar o desempenho físico. Caso a produção de EROs (espécie reativa de oxigênio) seja prolongada, pode sobrecarregar as defesas antioxidantes celulares naturais, levando à perda da função da membrana e organelas das células, latência do retículo sarcoplasmático e desacoplação da mitocôndria, podendo ser uma das causas de atrofia muscular, fadiga e overtraining. Os mecanismos que envolvem a produção de EROs nos exercícios aeróbio e anaeróbios são distintos. É bem aceito que a produção de EROs e dano tecidual subsequente resultante de exercício aeróbico é em grande parte devido ao aumento do fluxo no transporte de elétrons levando ao aumento da fuga de radicais superóxido. Já durante e após o exercício anaeróbio pode ser mediada através de outras vias, tais como, a ativação da cadeia de transporte de elétrons, a síntese aumentada das enzimas xantina-oxidase e NADPH-oxidase, o prolongado processo de isquemia e reperfusão tecidual e a atividade fagocítica. Além disso, o aumento da síntese de ácido láctico, catecolaminas e o processo inflamatório elevado após exercícios anaeróbios com intensidades supra-máximas também contribuem significativamente para a produção de EROs. Antioxidantes são substâncias capazes, mesmo em concentrações relativamente baixas, de retardar ou inibir a oxidação do substrato, através de sua capacidade de doar elétrons para o radical livre. Alternativas nutricionais para estimular defesas antioxidantes têm sido estudadas, para reduzir os efeitos oxidantes promovidos pelo exercício extenuante, dentre elas a suplementação com vitamina A, C e E, B- caroteno, selênio, zinco, creatina, glutamina e ômega-3. Há evidências de que a suplementação de vitaminas possa prejudicar processos adaptativos do exercício, podendo resultar na redução do processo de biogênese mitocondrial, a suplementação deve ser evitada na proximidade do treino, já os alimentos que possuem vitaminas antioxidantes podem ser ingeridos nas proximidades dos treinos, esses não vão interferir na biogênese mitocondrial, pois, apenas vão modular o estresse oxidativo e não vão interferir nas adaptações fisiológicas da atividade física. Diferentemente dos estudos com vitaminas, a suplementação de flavonoides parece ser uma estratégia interessante, pois além do possível aumento da biogênese mitocondrial, também apresenta proteção antioxidante. Os compostos fitoquímicos geralmente são manipulados e devem ser prescritos por nutricionistas para que o organismo possa absorvê-los de forma mais eficiente e que sejam utilizadas estratégias corretas na suplementação destes nutrientes. Esses nutrientes são encontrados em alimentos como: abacate, suco de uva integral, suco de cereja e tomate. Os polifenóis representam grande variedade de compostos, divididos em diversas classes, tais como, ácidos hidroxibenzóicos, ácidos hidroxicinâmicos, antocianinas, flavonóis, flavonas, flavonoides, flavononas, isoflavonas, estilbenos e lignanas. São moléculas abundantes na dieta, e há crescente interesse sobre suas ações na prevenção de doenças degenerativas, por apresentarem função antioxidante, anti-inflamatória, atividades cardioprotetoras e anticancerígenas. As antocianinas são pigmentos amplamente distribuídos na natureza, solúveis em água e de cor intensa, responsáveis pela coloração azul, vermelha, violeta e púrpura de muitas espécies do reino vegetal. As fontes de antocianinas comercialmente utilizadas são as cascas de uva e repolho roxo, há inúmeros outros frutos e flores que são estudadas como fonte deste pigmento; jabuticaba, açaí, berinjela, batata- doce roxa e alguns frutos não convencionais como camu- camu. É importante incluir na alimentação de praticantes de atividades físicas, alimentos ricos em vitaminas antioxidantes e polifenóis para fazer a modulação do estresse oxidativo sem inibir as adaptações da atividade física ocorrendo assim a biogênese mitocondrial. A suplementação de vitaminas antioxidantes deve ser feita em horários distantes dos treinos, e caso seja necessário. Importante ter um acompanhamento de nutricionista esportivo para que exames periódicos de micronutrientes sejam feitos para saber se realmente há necessidade de se usar uma suplementação. Referências Bibliográficas: GONÇALVES, Lívia de Souza. Efeitos da suplementação da quercetina sobre o rendimento físico em esteira ergométrica e indicadores metabólicos do exercício exaustivo em atletas de futebol. 2014. 64f. Dissertação (Mestrado) - Pós-graduação em Patologia da Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista, São Paulo, 2014. PEREIRA, Milena Biazi Prado. O papel dos antioxidantes no combate ao estresse oxidativo observado no exercício físico de musculação. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva, São Paulo, v. 7, n. 40, p. 233- 245, jul/ago. 2013. ROCHA, Juliana de Cássia Gomes. Adição dos corantes naturais antocianinas e luteína em bebidas formuladas com proteínas de soro de leite. 2013. 128f. Dissertação (Mestrado) - Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos, Universidade Federal de Viçosa, Minas Gerais, 2013.
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