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CLA é Bom para Perder Gordura Localizada na Barriga?


Victor Dupont
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  • Conteúdo similar

    • Por fisiculturismo
      Atenção mulheres: está se espalhando uma moda em torno da chamada barriga negativa, que é uma barriga chapada para dentro. Não caia nessa. Esse suposto novo padrão de estética é ridículo e perigoso.
      A mulher que tem barriga negativa também tem bunda negativa, pernas negativas e cérebro negativo. Não seja negativa, seja positiva. Para conseguir uma barriga negativa a mulher tem que beirar à anorexia e destruir a musculatura do corpo em geral, entrando em estado de catabolismo.
      Barriga bonita é barriga chapadinha, sequinha, sem gordura, bem desenhada, sem ser exagerada, para fora ou para dentro. Não caia na armadilha de algum desmiolado que pretende ditar modismos nada saudáveis.
      Faça dieta, treine pesado, seguindo a orientação de seu nutricionista e treinador físico. A beleza de sua barriga irá florescer naturalmente, com saúde.
      Veja um vídeos postado no YouTube sobre essa excrescência chamada barriga negativa:
       
    • Por Géssica Carvalho Marcello
      O que é o Cártamo
      O Cártamo é considerada uma planta oleaginosa conhecida antes da era Cristã e vem sendo muito utilizada na culinária e na produção de corante amarelo para tingir e aromatizar alimentos.
      Óleo de cártamo
      A partir da semente é possível extrair o óleo de cártamo que possui diversas propriedades e benefícios.
      O cártamo possui lignanas, polissacarídeos e óleos essenciais como: ácido oléico, ácido linolênico e acido palmítico. Possui vitamina E que é de relevante importância para se obter uma ótima saúde e melhoria no desempenho físico.
      Benefícios do óleo de cártamo
      Dentre os benefícios do óleo de cártamo, podemos citar as seguintes propriedades:
      antiinflamatório; antioxidante natural (acelera o metabolismo, acarretando na perda da gordura corporal, principalmente na região abdominal aumentando assim, a tonicidade muscular e diminuindo o colesterol); Auxilia a regularização do LDL e triglicérides; fortalece o sistema imunológico aumentando a resistência às infecções e doenças; previne contra o aparecimento de celulites; é ótimo para a pele por sua capacidade de reduzir o aparecimento de rugas e inflamações cutâneas. Vitamina E no óleo de cártamo
      A vitamina E é considerada um excelente antioxidante no combate ao envelhecimento e estresse oxidativo e auxilia no bom funcionamento do sistema imunológico.
      Para praticantes de atividades físicas, a vitamina E é sem dúvida essencial, pois ela é participa da regeneração de todos os tecidos do corpo, ajudando de forma significativa, as pessoas ativas a reduzirem os sintomas decorrentes do overtraining.
      Pesquisa feita com a vitamina E concluiu que ela é capaz de ajudar no transporte de aminoácidos e açúcares do sangue para dentro das células musculares e a promover a síntese de proteína nos músculos.
      O óleo de cártamo é precursor do CLA (ácido linoléico)
      O óleo de cártamo é precursor em CLA (ácido linoléico) que vem sendo estudado por estar associado à redução da gordura corporal, da arteriosclerose, na prevenção de diabetes mellitus e até mesmo efeito antitrombônico. O ácido linoleico em forma de suplemento é capaz de manter uma boa saúde, porém, é difícil de obter através de uma dieta normal exigindo assim, a busca por outras fontes que é o caso do óleo de cártamo.
      Estudos com CLA e perda de gordura
      Estudo feito com o ácido linoleico entre homens e mulheres, pré e pós 8 semanas, concluiu que a perda da gordura corporal foi significativa, uma vez que os homens apresentaram maior perda de gordura abdominal em relação às mulheres (referência).
      Ácido oleico no cártamo
      O cártamo é também fonte rica de ácido oleico, que é uma gordura monoinstaurada, considerada saudável. Quando consumida em quantidade adequada, pode proporcionar a diminuição do colesterol LDL, acelerar a perda de peso, reduzir o risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC).
      Óleo de cártamo e perda de gordura
      Pesquisadores cada vez mais vêm descobrindo os benefícios do óleo de cártamo. Dentre estes benefícios, junto com uma dieta balanceada e exercícios físicos diários, está associada à perda da gordura localizada. Os cientistas descobriram também, que o óleo de cártamo aumenta a produção do hormônio adinopectina, que ajuda no controle da produção de insulina e avisa o corpo quando utilizar a gordura como fonte primária de energia.
      Nos músculos, o óleo de cártamo age no aumento da atividade da enzima CPT (carnitina palmitoil transferase), presente nos músculos esqueléticos de contração voluntária, e que transporta a gordura para dentro da mitocôndria, organela responsável por converter a gordura em energia.
      Quando a atividade da CPT é aumentada, as células adiposas recebem mais energia e consequentemente ocorre à queima, resultando em mais energia para o trabalho muscular.
      A gordura corporal possui a capacidade de inibir a atividade da enzima lípase lipoprotéica que possui a função de transferir a gordura presente na corrente sanguínea, para o interior da célula que é responsável em armazenar a gordura corporal.
      Quanto maior for à atividade da lípase lipoprotéica, maior será o volume do tecido adiposo, ou seja, ganhamos mais gordura corporal, porém quando ocorre o bloqueio da lípase lipoprotéica, a transferência da gordura para as células fica inibida, fazendo com que o corpo utilize o estoque de gordura já existente como fonte de energia para a atividade muscular.
      Óleo de cártamo deve ser associado à dieta
      Vale ressaltar que para garantir as propriedades e benefícios do óleo de cártamos, deve-se associar uma dieta balanceada juntamente com a atividade física.
      Sempre que adquirir um produto busque pelo selo da ANVISA.
      Referências
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      33. YUSUF S, DANGENAIS G, POGUE, et. al. Vitamin E suplementation anda cardiovascular events in high risk patients. The Hearth Ocutcomes Prevention Evaliation Study Investigators. N Engl J Med. 2000.
    • Por Matheus Uba Chupel
      Quantas vezes você, Personal Trainer ou Instrutor de Musculação, já ouviu as seguintes perguntas: “Como faço para perder essa ‘gordurinha’ do abdome?”, ou então: “Faço abdominais todos os dias e, porque não emagreço na barriga?”, dentre outras questões que tantas vezes ouvimos e, até certo ponto, gostaríamos de ter frases “prontas” para responder.
      Isso acontece principalmente porque as pessoas interpretam os Exercícios Abdominais como “mágicos”, capazes de fazer a gordura abdominal sumir num piscar de olhos.
      É pensando nisso que escrevo este texto!
      Longe de conter a verdade absoluta sobre os efeitos do treinamento com abdominais, o objetivo desta matéria é esclarecer um pouco o efeito desses exercícios, além da interferência de outros fatores no processo de “queima” da gordura abdominal.
      Então leitor, vamos ao que interessa:
      De que Maneira Engordamos?
      Primeiramente, devemos saber que o processo de acúmulo de tecido adiposo na região abdominal faz parte das adaptações à qual o humano é submetido há milhares de anos. Isso é indiscutível! Algumas dessas adaptações fazem com que os homens acumulem mais gordura abdominal do que as mulheres.
      O aparecimento dessa “barriga” nos homens é chamada de obesidade andróide (tipo maçã). Nas mulheres, a gordura em excesso acaba sendo melhor distribuída pelo corpo, acumulando-se principalmente nos quadris, caracterizando obesidade genóide (tipo pêra).
      Isso gera no indivíduo masculino maior suscetibilidade aos problemas cardíacos em comparação ao gênero feminino.
      A gordura situada no tronco e abdome, principalmente intra-abdominal (visceral), promove maior risco para as complicações metabólicas que o excesso de gordura em outras regiões do corpo (Hunter et al., 2002).
      Em segundo lugar, vários fatores são capazes de fazer uma pessoa engordar ou emagrecer e, em geral, isso está associado à relação: Ingestão Calórica – Gasto Energético:
      Se Ingerimos mais calorias do que gastamos, acabamos acumulando o excesso de energia em forma de gordura; Se Gastamos mais calorias do que ingerimos, facilitamos a quebra de gorduras. Consequentemente acabamos emagrecendo. Leve em consideração que esse é um princípio básico, ao qual a maior parte das pessoas está pré-disposta.

      No caso dos indivíduos com algum distúrbio metabólico, que ingerem medicamentos ou que passam por crises psíquicas (incluindo a depressão), esta fórmula pode ser nula em alguns aspectos, pois como será visto, podem ser outros os fatores responsáveis pelo aumento/perda da gordura corporal.

      De qualquer forma, é importante atermo-nos primeiramente ao fator Exercício!

      A Eficiência dos Exercícios Abdominais:

      Os exercícios abdominais são responsáveis basicamente por fortalecer os músculos do abdome. Essa é a razão pela qual imaginamos estar perdendo a gordura localizada nessa região. No entanto, esses exercícios auxiliam na diminuição da gordura corporal total, e não apenas na região do abdômen.

      É comprovado que um abdome fortalecido gera maior facilidade na queima de gordura corporal como um todo. Da mesma forma que com um músculo abdominal mais forte, outros exercícios são realizados com melhor qualidade; exercícios de peitoral, tríceps e bíceps, agachamento, dentre outros, beneficiam-se muito de uma musculatura abdominal bem desenvolvida.

      Todavia, é enganosa a idéia de que os exercícios abdominais são suficientes para causar a perda daquela gordura localizada na região e que, para isso, basta que sejam feitas dezenas ou centenas de abdominais por dia... esse é um erro muito comum em nossa sociedade.

      De maneira empírica (ou seja, sem caráter científico), tive a experiência de observar pessoas que NÃO faziam exercícios específicos para o abdômen e que, porém, possuíam a musculatura abdominal muito mais desenvolvida do que pessoas que passavam horas seguidas realizando “milhares de abdominais”.

      O segredo consistia no fato de que aquelas pessoas (que não faziam abdominais) realizam as séries dos outros grupos musculares com tal intensidade, que o abdômen acabava fortalecendo-se paralelamente aos outros músculos do corpo.

      No que diz respeito à perda da gordura abdominal, existem todos aqueles fatores: a genética; intensidade, duração e tipo de treinamento; distúrbios hormonais; ansiedade, estresse e outros fatores psíquicos; alimentação; descanso; uso de medicamentos; dentre mais algumas interferências que são as responsáveis, cada uma em seu grau, pelo resultado de sucesso ou ao pleno fracasso de nossos objetivos.

      Ou seja, não será apenas a prática de 300, 400 ou 500 abdominais por dia que o levará ao abdome sequinho, sem gordura e completamente forte e tonificado.

      A partir disso, seguir algumas etapas podem ajudar no alcance da meta desejada (note que estes são conselhos deste que vos escreve, não constituindo fórmula básica a todos os indivíduos):
      Exames Endocrinológicos: ao consultar um endocrinologista, alguns exames poderão diagnosticar a existência de distúrbios hormonais que afetam diretamente o processo de acúmulo de gordura abdominal. Dentre eles, o exame que mede os níveis de TSH, Cortisol, gH e iGF1, poderão indicar se existe alguma irregularidade. Na obesidade abdominal existe o aumento do número de adipócitos (células de gordura) produtores de substâncias que controlam o apetite, os níveis hormonais e o processo inflamatório, tais como: o fator de necrose tumoral (TNF-alfa) e o PAI-1 (inibidor da ativação do plasminogênio tipo 1). Estas moléculas (citosinas) causam estragos ao metabolismo porque agravam o estado inflamatório e aumentam o apetite, diminuindo a queima de gordura e elevando consideravelmente os hormônios relacionados ao estresse (Wajchenberg, 2000). Avaliações de Composição Corporal e Física Postural: pode ser que a “barriga” protuberante seja a chamada ptose abdominal, caracterizada pela projeção do abdome. Pode vir acompanhada de deslocamento de alguns órgãos internos, conforme o tempo de ocorrência desta irregularidade postural. Entretanto, vale a pena ater-se ao fato de que “não é gordura”. Isso pode acontecer com mulheres que tiveram gestações sem os devidos cuidados físicos, e adquiriram problemas posturais. A Avaliação de Composição Corporal por sua vez, irá quantificar o quanto de acúmulo de gordura subcutânea existe na região abdominal, o que pode auxiliar no diagnóstico de fatores de risco para problemas cardíacos, além de servir como ótima referência para o acompanhamento do treino. Treinamento específico para Abdome: a participação dos músculos do abdômen ocorre em quase todos os exercícios de musculação. Por esse motivo, são músculos com certa resistência e que necessitam de atenção especial na hora de exercitá-los. Assim, para os iniciantes, a realização de um tipo de exercício abdominal é suficiente. Para os intermediários e avançados, aconselha-se a realização de exercícios variados que contemplem angulações diferentes nos movimentos. Para ambos estágios de treinamento, conciliar abdominais com treinos de corrida pode produzir ótimos resultados para quem deseja a diminuição do percentual de gordura corporal total.
      Concluindo
      No que concerne ao envolvimento dos exercícios abdominais no emagrecimento, na próxima edição você conhecerá a importância do aspecto nutricional na estética abdominal, os princípios para a elaboração da série de treino de abdômen a importância do aumento da Taxa Metabólica Basal na diminuição do percentual de gordura.
      Aguarde que na próxima edição você terá conhecimento da segunda parte dessa verdadeira “Jornada” para Desmistificar os procedimentos da Perda de Gordura Abdominal.
      Enquanto isso, até que provem o contrário, a fórmula deste que vos escreve continua a mesma:
      Treino Intenso + Alimentação Equilibrada + Bom Descanso = Bons Resultados
      PS: posso acrescentar também nesta fórmula o fator Genética Específica!
      Referências Bibliográficas
      - HUNTER, G.R. et al. Resistance Training and Intra-Adbominal adipose tissue in Older Men and Women: a randomized controlled trial. JAMA, EUA. V:289(3), 323-330, 2003.
      - WAJCHENBERG, B.L. Tecido Adiposo como Glândula Endócrina. Arq. Bras. Endocrinologia e Metabolismo. Vol: 44, n1. São Paulo, 2000.
    • Por fisiculturismo
      Provavelmente você já tenha usado um suplemento alimentar termogênico com cafeína. É bem provável, também, que você já tenha suplementado com CLA para queimar gordura.
      Se você não usou esses suplementos, pelo menos já ouviu falar deles. Sabe que eles são indicados para perda de peso.
      A criatividade humana é surpreendente. Se antes você podia suplementar com cafeína e CLA para queimar gordura do corpo, agora você pode aplicar cafeína e carnitina sobre a barriga!
      Pelo menos essa é a proposta do gel redutor de gordura abdominal lançado pela Bio-Médicin. Será que esse negócio funciona?
      Segundo o rótulo do produto, o X-Fat foi testado clinicamente pelo Laboratório Ecolyzer.
      Em 60 dias, 39% dos homens que usaram o X-Fat teriam perdido mais de 6,5 cm de circunferência abdominal. Você tem noção do que é isso?
      No caso das mulheres, em 60 dias, 25% delas teriam perdido mais de 6,5 cm de circunferência abdominal.
      Procuramos pelo teste clínico n. 005033.R na internet, mas não encontramos nenhuma referência. Pesquisamos, então, pelo Laboratório Ecolyzer Ltda, sendo que encontramos a seguinte página: http://www.ecolyzer.com.br.
      No entanto, nada há sobre o teste do X-Fat da Bio-Médicin. Prosseguindo as buscas, encontramos no site da ANVISA uma referência ao laboratório, com autorização para atuação em Eficácia de Cosméticos. Veja mais em: https://www.smerp.com.br/anvisa/?ac=prodDetail&anvisaId=208330589
      Não há motivo aparente para duvidar do teste clínico mencionado na embalagem do X-Fat. O problema é que não se sabe quem foram os homens e mulheres objetos de estudo. Quais foram os parâmetros? Eram pessoas obesas? Além de usar o gel redutor de gordura abdominal essas pessoas fizeram dieta ou exercícios físicos?
      Sem respostas para essas perguntas, fica difícil confirmar a eficiência fenomenal do X-Fat.
      A verdade é que o resultado do teste clínico com o X-Fat é tentador. Perder mais de 6,5 cm de circunferência abdominal em 60 dias é um resultado espantoso para um mero gel de cafeína e CLA.
      Além da cafeína e do CLA (supostamente usados para queimar a gordura da barriga), o X-Fat também tem centella asiática, algas marinhas, cavalina e hera (substâncias que provocariam a drenagem da gordura queimada).
      Pudemos experimentar o gel redutor de gordura abdominal X-Fat, mas não pudemos fazer a prova de redução de circunferência abdominal prometida (necessidade de um grupo de pessoas acompanhadas por 60 dias e com atividade física e dieta controladas).
      O gel se espalha facilmente pelo abdome e provoca uma levíssima queimação nas áreas afetadas, mas nada que provoque desconforto. É algo assemelhado a uma sensação de refrescor.
      A pele fica um pouco pegajosa após a aplicação. Depois de seco o gel, fricção da mão sobre a área afetada libera pequenos fragmentos, como se a pele estivesse descascando.
      Nesse aspecto, o X-Fat tem o comportamento esperado de um gel cutâneo.
      É bom lembrar que o X-Fat tem uma versão masculina, chamada X-Fat Man e uma versão feminina, chamada X-Fat Woman. A composição de ambos os géis é praticamente a mesma. Os princípios ativos para queima de gordura e drenagem são os mesmos. A diferença na fórmula deve estar atrelada a peculiaridades de absorção do gel na pele masculina e feminina.
      Afinal, vale a pena usar o X-Fat? Para quem está lutando contra a gordura localizada abdominal e já está fazendo dieta e exercícios físicos, o gel redutor de gordura abdominal pode ser mais uma arma contra a banha.
      Quem pretende vida fácil, isto é, confiar na conquista do abdome sarado ou da barriga tanquinho só usando o gel, provavelmente irá se decepcionar. Mesmo que o gel ajude a reduzir gordura localizada abdominal, mesmo que elimine alguns centímetros de barriga, o aspecto atlético do abdome somente virá com dedicação a atividade física e alimentação balanceada.
    • Por Dra. Giovana Guido
      O maior desejo de todas as pessoas que praticam exercícios por estética é se livrar da gordura acumulada na barriga e também da celulite que se forma nas partes onde há muita gordura (barriga, coxas, bumbum, etc.).

      Porém, perder barriga e celulite são um dos objetivos mais difíceis de alcançar, afinal, exige muita disciplina, treinos intensos e alimentação regrada. Todos esses fatores necessitam de uma orientação profissional, afinal, pessoas que tentam fazer treinos e dietas por si só, raramente alcançam bons resultados, entrando em métodos malucos, incorretos ou da moda, e desanimam ao perceber que o resultado demora em vir, não vem ou pior: vem ao contrário!

      Então, trago aqui para os leitores as dicas mais eficazes de como ter bons e rápidos resultados na hora de eliminar gordura abdominal e celulite. Tome nota:

      1- Aeróbios
      Os exercícios aeróbios são excelentes para agilizar a queima de gordura, seja abdominal ou celulite (esta nada mais é do que nódulos de gordura acumulados junto com água sob a pele), afinal, o gasto calórico é alto durante esse tipo de treino, então, converse com seu professor de inclua um programa de aeróbios focando em queima de gordura;

      2- Capriche nos treinos de musculação (ou com pesos)
      Os treinos de musculação são os mais eficientes para quem deseja aumentar os músculos, então, seja frequente neles. Quem deseja um corpo mais tonificado, durinho e definido, tem que puxar ferro! Não tenha preguiça, vá de 3-4x/semana no mínimo e sempre aumente suas cargas. Se você mantém a mesma carga por meses, seus músculos ficarão iguais por meses, então, se quer mais músculos, coloque mais carga (claro, sempre aumentando aos poucos para não ganhar lesões). O aumento de massa muscular irá facilitar a queima de gordura, até mesmo em repouso, pois um corpo mais musculoso tem o metabolismo mais acelerado, facilitando o desenho abdominal;

      3- Exclua açúcar e farinha branca
      Açúcar e farinha branca disparam a produção de insulina, facilitando acúmulo de gordura abdominal e bumbum, então, devem ser excluídos da alimentação. Além de tudo, fermentam e estufam em excesso quando são consumidos, um prato cheio para dilatação de estômago e aumento da barriga. Consumo produtos light/diet e farinha integral no lugar da refinada;

      4- Aumente o consumo de proteínas magras
      Dietas ricas em proteínas magras aceleram o metabolismo, aumentam a queima de gordura, favorecem a saciedade e evitam fermentação (consumir muitos alimentos que fermentam, auxilia no aumento da barriga);

      5- Consuma carboidratos de baixo índice glicêmico
      Por demorarem mais para virar glicose sanguínea, carboidratos de baixo índice glicêmico são excelentes para repor sua energia, glicogênio e não causar picos de insulina no sangue (evitando assim acúmulo de gordura). Então consuma mais cereais integrais e frutas com casca;

      6- Não fique muito tempo sem comer
      Passar mais do que 3 ou 4 horas sem comer, pode aumentar o acúmulo de gorduras no corpo e também deixar seu metabolismo mais lento, então, corte esse hábito fazendo de 5-6 refeições ao longo do dia. Nunca saia sem tomar um bom café da manhã e nunca durma sem ter feito uma refeição leve rica em proteínas e gorduras boas. Outra: quem fica muito tempo sem comer, a tendência é chegar na próxima refeição com muita fome, ingerindo grandes quantidades, o que favorece dilatação do estômago;

      7- Aumente o consumo de água
      Pouca água favorece o aparecimento de celulite, afinal, as toxinas começam a ser acumuladas no sangue e sob a pele. Então, para ter um bom funcionamento intestinal (intestino preso também aumenta a barriga) e de eliminação de toxinas, beba mais água!

      REFERÊNCIAS:
      KLEINER, Susan M.; GREENWOOD-ROBINSON, Maggie. Nutrição para o treinamento de força. São Paulo. Editora Manole, 2002.
      BIESEK, Simone; GUERRA, Isabela, ALVES, Letícia Azen. Estratégias de nutrição e suplementação no esporte. Editora Manole, 2005.
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