O Primobolan® é bom? O nome comercial da metenolona tem fama de anabolizante leve, limpo e caro, e a resposta curta é que ele é mais quieto do que fraco: nos testes de laboratório, gruda no receptor de andrógeno com mais força que a testosterona, mas não vira estrogênio nem DHT. O preço disso aparece no colesterol e na fertilidade. E, por ser caro e de efeito discreto, ele está entre os alvos preferidos da falsificação.
O médico Alex Tatem, do canal Dr. Alex Tatem, revisou a história e os estudos da metenolona em “Primobolan®: The Steroid Everyone Gets Wrong” (Primobolan®: o esteroide que todo mundo entende errado). A seguir, a história da metenolona, os poucos estudos em humanos, os efeitos colaterais e o problema do frasco falso.
De remédio para bebê a anabolizante caro
A metenolona foi descrita em 1960 por uma equipe da farmacêutica alemã Schering. Em 1962, chegou aos Estados Unidos como comprimido de 20 mg, que saiu do mercado quase em seguida. Na Europa, a Schering vendeu o produto com o nome Primobolan® por cerca de 40 anos, contra perda de massa depois de cirurgia, desnutrição, osteoporose e falência da medula óssea.
Ela chegou a ser dada a prematuros abaixo do peso: um artigo de 1965 descreveu o uso em bebês e crianças para ganhar peso. Na Espanha, a ficha técnica do Primobolan® Depot injetável, da Bayer, sucessora da Schering, revisada em 2016, segue publicada pela agência de medicamentos, o que não confirma que o produto esteja à venda.
A metenolona não saiu dos Estados Unidos por causa de um escândalo de segurança. Perdeu espaço para a testosterona, mais barata e que parecia render mais, e em 1990 os anabolizantes passaram a ser substância controlada no país. Por isso se sabe tão pouco sobre um remédio que existe há 66 anos.
O Primobolan® é mais fraco que a testosterona?
Pela tabela que circula na internet, sim. Ela compara o efeito anabólico (construir músculo) com o androgênico (efeitos masculinizantes), com a testosterona como referência:
| Substância | Anabólico | Androgênico |
|---|---|---|
| Testosterona | 100 | 100 |
| Nandrolona (deca) | 125 | 37 |
| Trembolona | 500 | 500 |
| Metenolona (Primobolan®) | 88 | 44 a 57 |
Esses números vêm de ratos castrados. Dá-se a droga ao rato, pesa-se um músculo pequeno da pelve (o levantador do ânus) e depois a próstata e as vesículas seminais, e divide-se um pelo outro. A conta tem 70 anos e mede o animal, e o efeito numa pessoa pode ser outro.
Um teste mais direto, de 1984, mediu quanto cada anabolizante se prende ao receptor de andrógeno no músculo e na próstata de animais. A metenolona se prendeu com mais força que a testosterona. Entre os compostos comparados, ficou atrás da nandrolona e da substância usada como padrão do teste. Ou seja, a ligação é forte, e a fama de leve vem do que a metenolona deixa de fazer depois de se ligar.
Quer comparar com outros compostos? O ranking de 16 anabolizantes e os riscos de cada um põe a metenolona ao lado dos demais.
Por que o Primobolan® não aromatiza nem vira DHT
A testosterona muda conforme o tecido. Na próstata e no couro cabeludo, a enzima 5-alfa redutase a transforma em DHT, de duas a três vezes mais potente: é como trocar uma nota de R$ 20 por uma de R$ 50. Na gordura, a enzima aromatase a transforma em estrogênio, que o homem precisa na dose certa, mas que em excesso dá ginecomastia e retenção de água.
A metenolona já é um derivado do DHT e não passa por nenhuma das duas trocas. Não aromatiza, então não causa ginecomastia nem inchaço por estrogênio. Também não fica mais forte na próstata e no couro cabeludo, como a testosterona fica ao virar DHT. No músculo, onde quase não há essa conversão, age com a mesma força em que chegou. Quem faz exame durante o uso pode ver o DHT alto no exame de quem usa Primobolan®, e esse número pode ser real ou vir do método do laboratório.
O que os estudos em humanos mostram
Pouco, e antigo. O melhor estudo é de 1988, em anemia aplástica, a falência da medula óssea. Num ensaio randomizado, 30 pacientes receberam globulina antitimócito (ATG), e metade também tomou metenolona oral, 3 mg por quilo por dia. Para um homem de 70 kg, seriam cerca de 1,5 g por semana.
| Desfecho | ATG + metenolona | ATG sem metenolona |
|---|---|---|
| Resposta ao tratamento | 11 de 15 (73%) | 4 de 15 (o artigo informa 31%) |
| Sobrevida | 87% | 43% |
| A diferença é confiável pela estatística? | Sim, para a resposta | Não, para a sobrevida |
A resposta foi melhor com a metenolona. A sobrevida pareceu muito maior, mas 30 pessoas são poucas para provar isso, e um estudo americano controlado não achou benefício em juntar andrógeno ao tratamento. Não existem estudos formais de meia-vida, de dose e resposta ou de nível no sangue, nem da forma oral nem da injetável. Quase tudo o que se sabe sobre como a metenolona passa pelo corpo veio dos laboratórios antidoping, pela urina.
Há até um estudo de 1994 sobre carne. Frangos receberam metenolona pela boca ou por injeção, e oito homens comeram a carne. Nenhum teste deu positivo com o frango tratado pela boca. Com o frango injetado, metade das amostras de urina colhidas 24 horas depois deu positivo no exame antidoping.
Como o Primobolan® costuma ser usado
Há duas formas: o acetato de metenolona, em comprimido, e o enantato de metenolona, injetável. A bula antiga da Schering para o comprimido ia até 100 a 150 mg por dia, e o uso esportivo ficou na mesma faixa. Os números abaixo são práticas relatadas, sem nenhum estudo de dose em atletas, e não servem como protocolo:
| Contexto | Quantidade relatada | O que o número significa |
|---|---|---|
| Bula oral antiga da Schering | 100 a 150 mg por dia | Limite de uso médico antigo |
| Uso oral no meio esportivo | 100 a 150 mg por dia por 6 a 8 semanas, quase sempre com uma base de testosterona | Prática relatada, sem estudo de eficácia ou segurança em atletas |
| Uso injetável | Várias centenas de miligramas por semana | Faixa em que usuários dizem começar a notar efeito |
| Testosterona e metenolona | Do dobro de testosterona até doses iguais das duas | Proporção empírica, sem validação |
| Exemplo extremo | 600 mg de metenolona com 100 mg de testosterona por semana | Relato de memória, sem gravação localizada |
A base de testosterona tem motivo. A explicação comum é que, sem a força extra do DHT, a metenolona usada sozinha deixa o usuário "flat" (murcho). Como ela também suprime a testosterona do próprio corpo sem gerar estrogênio, libido e humor vão ao chão. No mercado clandestino, o Primobolan® custa cerca de três vezes o preço da testosterona. Por isso, 400 a 600 mg por semana do produto verdadeiro saem bem mais caros que um ciclo só de testosterona. Há quem defenda o Primobolan® para atletas mulheres de categorias como biquíni, mas a metenolona pode ser forte demais para elas, com risco de efeitos masculinizantes, detalhados em Primobolan® feminino: é leve mesmo para mulheres?.
Por que o Primobolan® é alvo de falsificação
O Primobolan® é caro de fazer, porque a síntese é difícil e a matéria-prima custa várias vezes a da testosterona. A procura é grande, e o comprador não tem como conferir o que recebeu. Caro de fazer, fácil de vender e difícil de checar: é a receita da fraude.
No mercado ilegal como um todo, os números são altos. Uma revisão de 2022 juntou 19 estudos com 5.413 amostras de vários anabolizantes: 36% eram falsificadas e, nos estudos que mediram a dose, 37% estavam fora do padrão. Um estudo alemão de 1997 analisou 42 produtos e achou 15 sem o que o rótulo prometia. No Brasil, a Polícia Federal achou cerca de 42% de falsificados entre 328 medicamentos apreendidos.
O efeito sutil facilita o golpe. Uma trembolona falsa se percebe em dias, porque o usuário não sua à noite nem perde o fôlego na escada, como ela costuma provocar. Já o Primobolan® é quieto por natureza: se trocarem por propionato de testosterona, cortarem a dose pela metade ou encherem o frasco só de óleo, fica difícil perceber. Quem "não sentiu nada" tem duas explicações possíveis: usou pouca dose de uma droga discreta ou nunca tomou metenolona de verdade. Por dentro, as duas situações parecem iguais. Testes de cor com Primobolan® do mercado estão em Primobolan® Muscle Pharma: o que o teste químico mostrou e em Primobolan® Landerlan: reagente positivo não é laudo.
Efeitos colaterais do Primobolan®
Fígado
A metenolona não é 17-alfa-alquilada, a modificação que deixa o comprimido sobreviver ao fígado e o agride no caminho. Um estudo de 1964 não achou alteração nos exames de fígado com esteroides sem essa modificação. Em células de fígado de rato, a metiltestosterona, o estanozolol e a oximetolona foram tóxicos, enquanto a testosterona e a nandrolona, também não alquiladas, não foram. A metenolona não entrou nesse teste.
Menos tóxico ainda pode fazer mal. Em 1993, um homem de 75 anos com anemia aplástica grave teve insuficiência do fígado e morreu depois de começar o acetato de metenolona, e a autópsia foi compatível com lesão causada pelo remédio. Um estudo de 2023 deu uma explicação possível: em laboratório, a metenolona inibe a enzima AKR1D1, usada para fabricar a bile. Quem nasce sem essa enzima funcionando desenvolve colestase, que pode virar cirrose. É um mecanismo, sem prova de que isso aconteça na maioria dos usuários.
Colesterol
Aqui o Primobolan® perde a fama de limpo. O estrogênio ajuda a manter o colesterol bom (HDL). Como a metenolona não gera estrogênio, sobra só o efeito do andrógeno, que tende a derrubar o HDL. Ela também pode subir o colesterol ruim: num estudo alemão de 1981, 12 de 28 mulheres na pós-menopausa com câncer de mama que receberam enantato de metenolona junto do tratamento tiveram o colesterol ruim (LDL) alto, uma delas com infarto, e o quadro regrediu em todas as afetadas ao parar.
Em atletas, o dado vem de combinações de anabolizantes. Em quem usou vários por 8 ou 14 semanas, o HDL caiu de cerca de 42 para 17 mg/dL, o perfil de gordura no sangue piorou e, seis semanas depois de parar, ainda não tinha voltado ao normal.
Esse ponto merece mais pesquisa. No mesmo artigo de 2004, um segundo estudo, controlado e com placebo, deu 200 mg de nandrolona por semana a 16 fisiculturistas durante 8 semanas, e o HDL não mudou. Com a metenolona sozinha, nenhum estudo mediu o HDL: o de 1981 mostrou o LDL alto. A queda do HDL com o Primobolan® é, portanto, uma dedução pelo mecanismo e pelo que se vê nas combinações, e não um número medido com ele isolado. Só o perfil lipídico de cada um, feito antes, durante e depois do uso, mostra o que acontece de fato.
A forma oral tende a pesar mais no colesterol, porque tudo o que se engole passa antes pelo fígado, onde o colesterol é fabricado. Quem usa e não faz exame de colesterol antes, durante e depois está acumulando um risco que não vê.
Testosterona, fertilidade e sangue
A fama de leve fez muita gente achar que o Primobolan® não suprime a produção natural de testosterona e de espermatozoides, mas ele suprime, como todo anabolizante. Doses de andrógeno acima do que o corpo produz chegam a desligar as duas por completo. Num estudo holandês com atletas amadores, na maioria dos participantes a testosterona voltou em cerca de três meses depois do ciclo, e os espermatozoides, em cerca de um ano. No fim, porém, 11% ainda tinham testosterona baixa e 34% seguiam com poucos espermatozoides. Quem pretende ter filhos precisa conversar com um médico antes, que pode avaliar o uso de hCG para preservar a fertilidade. O que acontece ao parar está em por que o físico muda após parar anabolizantes.
A metenolona também pode engrossar o sangue, e o hematócrito (a proporção de glóbulos vermelhos) precisa ser acompanhado.
A metenolona e o futuro dos anabolizantes
Em 2025, pesquisadores da China e da Alemanha acharam um receptor de andrógeno na superfície da célula muscular, o GPR133. O DHT se liga a ele e aumenta a força por um caminho diferente do receptor clássico. Para ver a estrutura do receptor, usaram o DHT e a metenolona. Depois, desenharam uma molécula, a AP503, que ativa o GPR133 e separou o ganho de força dos efeitos do receptor clássico.
Em teoria, um remédio assim daria força sem os efeitos na próstata, no couro cabeludo e na fertilidade. Por enquanto é ciência de laboratório: a AP503 nunca foi testada em gente.
Primobolan® é legal no Brasil?
A metenolona não tem nenhum medicamento registrado na Anvisa, e todo Primobolan® vendido no Brasil vem do mercado clandestino. No esporte, a Agência Mundial Antidoping (WADA) proíbe a metenolona dentro e fora de competição, e, num estudo com um voluntário, um metabólito dela foi detectado na urina até 40 dias depois de uma dose oral.
Conclusão
Pela farmacologia, a metenolona tem um perfil raro entre os anabolizantes: gruda no receptor com mais força que a testosterona, não aromatiza, não vira DHT e não é 17-alfa-alquilada. Isso a torna provavelmente um dos mais seguros, ainda com riscos reais, porque pode derrubar o HDL, suprime a fertilidade e já teve caso fatal no fígado. E, sem fornecimento legal no Brasil, ela é também uma das mais arriscadas de comprar: quem compra no mercado ilegal avalia uma cadeia de fornecimento, e não só uma molécula. Num mercado sem regras, o rótulo é só a opinião de alguém.
Perguntas frequentes
O Primobolan® é bom?
É um dos anabolizantes de farmacologia mais favorável, mas não é seguro. Ele não aromatiza nem é tóxico como os orais alquilados, porém pode derrubar o HDL e suprime a testosterona e a fertilidade. O maior risco é comprar um produto falso.
O que é o Primobolan® e para que serve?
É a metenolona, um anabolizante derivado do DHT. Como remédio, foi usada contra perda de massa depois de cirurgia, desnutrição, osteoporose e falência da medula óssea. No fisiculturismo, é usada fora dessas indicações.
Quais os efeitos colaterais do Primobolan®?
Provável queda do HDL, supressão da testosterona e dos espermatozoides e aumento do hematócrito, como em todo anabolizante. O fígado sofre menos do que com os orais alquilados, mas há um caso fatal publicado.
Primobolan® aumenta o hematócrito?
Pode aumentar, como todo andrógeno. Quem usa deve acompanhar o hematócrito no exame de sangue.
Qual a diferença entre acetato e enantato de metenolona?
O acetato é a forma em comprimido, e o enantato, a injetável. A oral passa antes pelo fígado e tende a pesar mais no colesterol.
Primobolan® é mais forte que o Masteron®?
Não há estudo que compare os dois em pessoas. São substâncias diferentes, a metenolona e a drostanolona, e as duas derivam do DHT e não aromatizam. O trio Primobolan®, nandrolona e Masteron® é o tema de deca, Masteron® e o trio com Primobolan®.
Como saber se o Primobolan® é original?
Pela embalagem ou pelo efeito, não dá. Em estudos do mercado ilegal de anabolizantes, mais de um terço das amostras eram falsas, e só uma análise de laboratório confirma a substância e a dose.
Quanto tempo o Primobolan® fica no corpo?
Não há estudo de meia-vida da metenolona. Num estudo antidoping com um voluntário, um metabólito foi detectado na urina até 40 dias depois de uma dose oral.
Metenolona pode ser manipulada?
No Brasil, não pela via regular. A metenolona não tem medicamento registrado na Anvisa, e para a Agência a farmácia só pode manipular substância com remédio registrado.
Referências
- BAYER HISPANIA S. L. Ficha técnica: Primobolan Depot 100 mg solución inyectable. Agencia Española de Medicamentos y Productos Sanitarios, CIMA. [S. l.], fev. 2016. Disponível em: https://cima.aemps.es/cima/dochtml/ft/36558/FichaTecnica_36558.html. Acesso em: 16 out. 2026.
- BHASIN, S. et al. Testosterone Therapy in Men With Hypogonadism: An Endocrine Society Clinical Practice Guideline. The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, [S. l.], v. 103, n. 5, p. 1715-1744, maio 2018. DOI: 10.1210/jc.2018-00229. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29562364/. Acesso em: 16 out. 2026.
- BRASIL. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Dados abertos: medicamentos registrados no Brasil (DADOS_ABERTOS_MEDICAMENTOS.csv). Brasília, 13 out. 2026. Disponível em: https://dados.anvisa.gov.br/dados/DADOS_ABERTOS_MEDICAMENTOS.csv. Acesso em: 16 out. 2026.
- BRASIL. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Nota Técnica nº 200/2025/SEI/GIMED/GGFIS/DIRE4/ANVISA. Brasília, 21 ago. 2025. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2025/anvisa-esclarece-e-determina-regras-para-manipulacao-de-canetas-de-glp-1/SEI_3775484_Nota_Tecnica_2002.pdf/@@download/file. Acesso em: 16 out. 2026.
- GARBRECHT, M. et al. Hyperlipoproteinämie unter additiver Methenolon-Therapie des metastasierenden Mammakarzinoms. Deutsche Medizinische Wochenschrift, [S. l.], v. 106, n. 13, p. 400-403, mar. 1981. DOI: 10.1055/s-2008-1070325. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/7215163/. Acesso em: 16 out. 2026.
- HARTGENS, F. et al. Effects of androgenic-anabolic steroids on apolipoproteins and lipoprotein (a). British Journal of Sports Medicine, [S. l.], v. 38, n. 3, p. 253-259, jun. 2004. DOI: 10.1136/bjsm.2003.000199. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15155420/. Acesso em: 16 out. 2026.
- HE, G. et al. New long term metabolite in human urine for metenolone misuse by liquid chromatography quadrupole time-of-flight mass spectrometry. Steroids, [S. l.], v. 105, p. 1-11, jan. 2016. DOI: 10.1016/j.steroids.2015.10.015. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26519767/. Acesso em: 16 out. 2026.
- KALTWASSER, J. P. et al. Effect of androgens on the response to antithymocyte globulin in patients with aplastic anaemia. European Journal of Haematology, [S. l.], v. 40, n. 2, p. 111-118, fev. 1988. DOI: 10.1111/j.1600-0609.1988.tb00806.x. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/3278927/. Acesso em: 16 out. 2026.
- KĘDZIERSKI, J. et al. Assessment of the inhibitory potential of anabolic steroids towards human AKR1D1 by computational methods and in vitro evaluation. Toxicology Letters, [S. l.], v. 384, p. 1-13, ago. 2023. DOI: 10.1016/j.toxlet.2023.07.006. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37451653/. Acesso em: 16 out. 2026.
- KICMAN, A. T. et al. Effect on sports drug tests of ingesting meat from steroid (methenolone)-treated livestock. Clinical Chemistry, [S. l.], v. 40, n. 11 Pt 1, p. 2084-2087, nov. 1994. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/7955383/. Acesso em: 16 out. 2026.
- KICMAN, A. T. Pharmacology of anabolic steroids. British Journal of Pharmacology, [S. l.], v. 154, n. 3, p. 502-521, jun. 2008. DOI: 10.1038/bjp.2008.165. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18500378/. Acesso em: 16 out. 2026.
- LITCHFIELD, H. R. Anabolic effects of methenolone enanthate and methenolone acetate in underweight premature infants and children. New York State Journal of Medicine, [S. l.], v. 65, p. 645-648, mar. 1965. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/14251577/. Acesso em: 16 out. 2026.
- MAGNOLINI, Raphael et al. Fake anabolic androgenic steroids on the black market - a systematic review and meta-analysis on qualitative and quantitative analytical results found within the literature. BMC Public Health, [S. l.], v. 22, n. 1, art. 1371, 17 jul. 2022. DOI: 10.1186/s12889-022-13734-4. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35842594/. Acesso em: 16 out. 2026.
- MARQUARDT, G. H. et al. Failure of non-17-alkylated anabolic steroids to produce abnormal liver function tests. The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, [S. l.], v. 24, n. 12, p. 1334-1336, dez. 1964. DOI: 10.1210/jcem-24-12-1334. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/14243179/. Acesso em: 16 out. 2026.
- MUSSHOFF, F.; DALDRUP, T.; RITSCH, M. Anabole Steroide auf dem deutschen Schwarzmarkt. Archiv für Kriminologie, [S. l.], v. 199, n. 5-6, p. 152-158, maio 1997. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/9313064/. Acesso em: 16 out. 2026.
- NEVES, Diana Brito da Justa; CALDAS, Eloisa Dutra. GC-MS quantitative analysis of black market pharmaceutical products containing anabolic androgenic steroids seized by the Brazilian Federal Police. Forensic Science International, [S. l.], v. 275, p. 272-281, jun. 2017. DOI: 10.1016/j.forsciint.2017.03.016. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28432962/. Acesso em: 16 out. 2026.
- SAARTOK, T.; DAHLBERG, E.; GUSTAFSSON, J.-Å. Relative binding affinity of anabolic-androgenic steroids: comparison of the binding to the androgen receptors in skeletal muscle and in prostate, as well as to sex hormone-binding globulin. Endocrinology, [S. l.], v. 114, n. 6, p. 2100-2106, jun. 1984. DOI: 10.1210/endo-114-6-2100. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/6539197/. Acesso em: 16 out. 2026.
- SMIT, D. L. et al. Disruption and recovery of testicular function during and after androgen abuse: the HAARLEM study. Human Reproduction, [S. l.], v. 36, n. 4, p. 880-890, mar. 2021. DOI: 10.1093/humrep/deaa366. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33550376/. Acesso em: 16 out. 2026.
- TATEM, Alex. Primobolan: The Steroid Everyone Gets Wrong. [S. l.], 12 ago. 2026. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=URdLa1gbQwo. Acesso em: 16 out. 2026.
- TAUCHEN, Jan et al. Medicinal Use of Testosterone and Related Steroids Revisited. Molecules, [S. l.], v. 26, n. 4, art. 1032, 15 fev. 2021. DOI: 10.3390/molecules26041032. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33672087/. Acesso em: 16 out. 2026.
- TSUKAMOTO, N. et al. Fatal outcome of a patient with severe aplastic anemia after treatment with metenolone acetate. Annals of Hematology, [S. l.], v. 67, n. 1, p. 41-43, jul. 1993. DOI: 10.1007/BF01709665. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/8334198/. Acesso em: 16 out. 2026.
- WELDER, A. A.; ROBERTSON, J. W.; MELCHERT, R. B. Toxic effects of anabolic-androgenic steroids in primary rat hepatic cell cultures. Journal of Pharmacological and Toxicological Methods, [S. l.], v. 33, n. 4, p. 187-195, ago. 1995. DOI: 10.1016/1056-8719(94)00073-d. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/8527826/. Acesso em: 16 out. 2026.
- WORLD ANTI-DOPING AGENCY. World Anti-Doping Code: International Standard: Prohibited List 2026. World Anti-Doping Agency. [S. l.], 2026. Disponível em: https://www.wada-ama.org/sites/default/files/2025-09/2026list_en_final_clean_september_2025.pdf. Acesso em: 16 out. 2026.
- YANG, Z. et al. Identification, structure, and agonist design of an androgen membrane receptor. Cell, [S. l.], v. 188, n. 6, p. 1589-1604.e24, mar. 2025. DOI: 10.1016/j.cell.2025.01.006. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39884271/. Acesso em: 16 out. 2026.
Comentários Recomendados
Crie uma conta ou entre para comentar