Pular para o conteúdo
Imagem sintética e meramente ilustrativa. Não é uma foto real.

Melhor anabolizante: ranking de 16 compostos e os riscos de cada

Um urologista deu notas de S a F a 16 anabolizantes, da testosterona à trembolona. Veja para que cada um é usado, o risco e onde os estudos discordam.

O melhor anabolizante depende do que você quer dele. Para tratar testosterona baixa, a escolha médica é a própria testosterona. Para levantar mais peso no mesmo dia, a oximetolona impressiona, e o fígado paga a conta. Para quem não consegue comer o suficiente, uma substância que nem é esteroide ganhou nota máxima. A ordem muda conforme o objetivo, e os compostos mais potentes costumam ser também os que mais estragam o corpo.

Esse é o critério de “Steroid Tier List: Doctor Explains Best & Worst Compounds”, do urologista americano Alex Tatem, que atende homens em reposição hormonal e usuários de anabolizantes. Ele tirou o nome de 16 compostos de uma caixa, um por vez, e deu a cada um uma nota de S (a melhor) a F (a pior), pesando o que o composto faz bem contra o mal que faz à saúde. Ele mesmo avisa que a lista é pessoal e “para diversão”. Abaixo, cada nota aparece com o que os estudos confirmam e onde eles discordam.

O ranking completo, do S ao F

A nota diz se o composto cumpre bem a função para a qual é usado. Ela não mede força bruta. Por isso a trembolona, uma das drogas mais fortes da lista, ficou em último.

CompostoNotaPara que é usadoPrincipal problema
Testosterona (cipionato e enantato)SBase de qualquer ciclo e da reposiçãoHematócrito, pressão, colesterol, fertilidade
Nandrolona decanoato (deca)SMassa, força e alívio articularLibido e ereção sem testosterona junto
Oxandrolona (Anavar®)SManter músculo no cuttingColesterol, fígado, falsificação
Metenolona (Primobolan®)SAcabamento seco no cuttingQueda de cabelo, falsificação
MK-677 (ibutamoren)SFome para quem não consegue comerRetenção, glicose, insulina
Turinabol®AForça com pouca retençãoFígado, produção natural de testosterona
Boldenona (Equipoise®)BGanho lento e “limpo” no bulkingAnsiedade, hematócrito, pressão
Nandrolona fenilpropionato (NPP)BA deca com menos águaOs mesmos da deca
Estanozolol (Winstrol®)BVisual seco e vascularHDL despenca, fígado, articulações
Trestolona (MENT)BForça máxima no powerliftingEfeitos fortes demais para uso geral
GH (hormônio do crescimento)BIr além do que os anabolizantes dãoDiabetes, túnel do carpo, uso de insulina
Metasterona (Superdrol)CTamanho rápido e secoLesão grave no fígado
Oximetolona (Anadrol®, Hemogenin®)CForça no mesmo dia, antes de treino ou prova (seria S como pré-treino ocasional)Fígado, tumores hepáticos
Fluoximesterona (Halotestin®)CAgressividade e dureza muscularQuase nenhum ganho de músculo
TrembolonaFForça, tamanho e visual secoHumor, coração, fígado, cérebro
Mesterolona (Proviron®)FCoadjuvante em ciclos grandesEfeito anabólico fraco

Em várias notas, o raciocínio é o mesmo: se existe um caminho mais seguro para chegar ao mesmo físico, mesmo que demore mais, o composto tóxico perde a vaga. E a lista compara os remédios puros. O produto comprado fora da farmácia muitas vezes tem outra coisa dentro, como mostra a seção sobre falsificação mais abaixo.

Nota S: os cinco que lideram a lista

Testosterona (cipionato e enantato)

A testosterona é a régua de todos os outros anabolizantes. Ela foi isolada e sintetizada em 1935 e virou remédio logo depois. Em 1945, um livro para o grande público, The Male Hormone, já falava do ganho de força que ela poderia trazer. Cipionato e enantato são duas formas injetáveis muito parecidas, aplicadas com intervalo de dias, e são as usadas na reposição. No Brasil, o cipionato é vendido como Deposteron® e a mistura de formas, como Durateston®.

Ela ganhou o S por ser a base sobre a qual todo o resto foi construído. É também o anabolizante mais estudado em pessoas. No estudo clássico de 1996, homens que tomaram 600 mg de enantato por semana durante 10 semanas e treinaram ganharam 6,1 kg de massa magra. Mesmo sem treinar, quem recebeu testosterona ganhou músculo e força em relação ao placebo. Os riscos também são os mais conhecidos e dá para acompanhá-los em exame: sangue mais grosso (hematócrito alto), pressão, colesterol, conversão em estradiol e parada da produção de espermatozoides. A relação entre dose e ganho está explicada na matéria sobre o estudo de Bhasin e a dose de testosterona para hipertrofia.

Nandrolona decanoato (deca)

A nandrolona nasceu para tratar anemia. Os rins produzem a eritropoetina, o hormônio que manda a medula fabricar glóbulos vermelhos, e quem faz diálise costuma ficar anêmico. A nandrolona foi aprovada nos EUA em 1962 para esse caso e perdeu espaço no fim dos anos 1980, quando chegou a eritropoetina sintética. A primeira versão no mercado foi o fenilpropionato, o NPP. O decanoato, vendido como Deca-Durabolin®, ganhou a preferência porque fica mais tempo no corpo e exige menos injeções.

A diferença para a testosterona está numa enzima, a 5-alfa-redutase. Na pele, no couro cabeludo e na próstata, ela transforma a testosterona em DHT, um hormônio mais forte. Com a nandrolona acontece o contrário: a enzima gera uma substância mais fraca que a própria nandrolona. Por isso ela causa menos queda de cabelo e acne. Os ensaios antigos em ratos mediram quanto cada composto faz crescer o músculo em comparação com quanto masculiniza. Nessa conta, a nandrolona saiu cerca de 11 vezes mais favorável ao músculo que a testosterona, e não 20 vezes. Ensaio em rato é só uma pista. Em gente, há um dado sólido: em 29 pacientes de diálise, 100 mg por semana durante seis meses acrescentaram 4,5 kg de massa magra, contra 1,9 kg no grupo placebo.

O lado ruim vem da mesma característica. Num ciclo em que a nandrolona domina, a libido cai e a ereção falha. É o que a academia chama de “deca dick”. A hipótese é que falte estímulo androgênico nos tecidos do pênis. A solução virou rotina nas clínicas que receitam nandrolona: usar testosterona como base e a deca em metade da dose, como 200 mg de testosterona com 100 mg de deca por semana. A proporção que cada pessoa tolera varia. O mecanismo da libido, que envolve também a prolactina, está detalhado na matéria sobre nandrolona, prolactina e ereção.

A nota máxima veio com uma piada: quem montou a lista é autor do primeiro estudo sobre deca e dor nas articulações, e disse que só por isso ela merecia o S. O estudo, de 2020, seguiu a mesma fórmula: homens em reposição acrescentaram deca na metade da dose de testosterona que já usavam, com mediana de 110 mg por semana. Dos 48 que começaram, 18 responderam ao questionário final, depois de cerca de 62 dias, e relataram menos dor. Não houve grupo placebo, e os outros 30 ficaram fora da conta. É um sinal interessante, ainda longe de prova. A história completa da deca nas articulações está na matéria sobre deca e nandrolona entre articulações, músculo e riscos.

Oxandrolona (Anavar®)

A oxandrolona tem fama de oral mais brando. Ela agride menos o fígado que os outros orais alterados na posição 17 da lista (a alteração é explicada na seção do Turinabol®), mexe no colesterol menos que o Winstrol® e pode ser usada em dose baixa por bastante tempo. Há competidores que usam 2,5 mg por dia só como acabamento. A função real é ajudar a manter o músculo que você já tem enquanto come menos do que gasta.

Ela não seca ninguém. Quem seca é o déficit calórico, somado a treino, constância e tempo. Quem está com muita gordura e pede “uma receita de Anavar® para secar” está pedindo o remédio errado para o problema errado. Para saber o tamanho do déficit, use a calculadora de déficit calórico.

Na nota da oxandrolona, a lista se afasta da avaliação oficial. Em 2023, a agência de remédios dos EUA, a FDA, retirou a aprovação do Oxandrin®, a oxandrolona de marca, e concluiu que o equilíbrio entre benefício e risco é desfavorável. A bula já avisava de bolsas de sangue no fígado (peliose hepática), às vezes com falência do órgão, de tumores hepáticos, às vezes fatais, e de alterações de colesterol que aceleram o entupimento das artérias. Comparada ao estanozolol ela é mais branda, mas o HDL cai, a produção natural de testosterona para e a libido pode sumir, como mostra a matéria oxandrolona não é leve. Ela também tem fama de ser um dos comprimidos mais falsificados.

No Brasil, a oxandrolona é vendida manipulada, com receita, e a proibição de receitar anabolizante com fim estético complica essa venda, como explica a matéria sobre oxandrolona manipulada.

Metenolona (Primobolan®)

O Primobolan® injetável é derivado do DHT, a forma mais forte da testosterona, e é usado para dar acabamento no cutting. Ele serve para manter o que foi conquistado e deixar o músculo com aspecto mais seco e granulado quando a dieta está apertada. Para ganhar tamanho, rende pouco.

O risco mais lembrado é o cabelo. Como ele já é derivado de DHT, a finasterida, que bloqueia a produção de DHT, não protege. Ele costuma ser menos agressivo para o couro cabeludo que o Masteron® (drostanolona), outro derivado de DHT usado no cutting, mas a predisposição genética manda. O outro problema é o mercado: o Primobolan® tem fama de ser um dos mais falsificados, então a pessoa pode estar injetando outra substância. A comparação de potência e o que os testes de laboratório encontram estão na matéria Primobolan® é realmente leve?

MK-677 (ibutamoren)

O MK-677 nem é esteroide e nunca foi aprovado como remédio. Ele imita a grelina, o hormônio da fome, e por isso aumenta o GH e o IGF-1 e abre o apetite. Diferente da ipamorelina e do GHRP-6, que imitam a grelina e precisam ser injetados, ele funciona por via oral. A ipamorelina dá pouca fome. O GHRP-6 dá uma fome tão forte que fica difícil de conviver. O MK-677 fica no meio: abre o apetite de forma mais constante, e isso ajuda quem precisa comer mais para crescer. Ele também não para a produção natural de testosterona.

A nota S vale só para esse caso: a pessoa que treina, mas não consegue comer o suficiente para ganhar peso. Sem comida e proteína suficientes, ninguém cresce, natural ou assistido. Usar MK-677 no cutting é como tomar sopa com garfo: o garfo não tem defeito, o uso é que está errado. Uma substância que aumenta a fome atrapalha justamente a fase em que você precisa comer menos.

O preço é a água: o MK-677 pode reter bastante líquido, ainda mais junto com outros compostos que também retêm. E a fome extra dura pouco, umas 6 a 8 semanas, pela experiência clínica. O estudo mais longo em pessoas deu 25 mg por dia a 65 idosos saudáveis por dois anos. A massa magra subiu 1,1 kg e a força não mudou. A fome aumentou e passou em poucos meses. A glicose em jejum subiu, a sensibilidade à insulina caiu e houve inchaço nas pernas. Num ensaio com idosos que tinham fraturado o quadril, o MK-677 foi interrompido antes do fim porque alguns pacientes desenvolveram insuficiência cardíaca. A FDA colocou o ibutamoren na lista de substâncias de risco para farmácias de manipulação. A diferença entre estimular o próprio GH e aplicar o hormônio está na matéria sobre hormônios para ganhar massa muscular.

Nota A: Turinabol®, força com pouca retenção

O Turinabol® é o anabolizante do doping estatal da Alemanha Oriental, aliada da União Soviética na Guerra Fria. Documentos abertos depois da queda do regime mostram que, a partir de 1966, milhares de atletas recebiam anabolizantes todo ano, inclusive adolescentes. O Turinabol® era o mais usado. Era oral e pouco masculinizante, e por isso também era dado às mulheres, em doses menores. Mesmo assim, os documentos registram masculinização e outros danos nas atletas.

A vantagem que mantém a fama é força sem muita água. O Dianabol® gera um estrogênio no corpo e faz reter líquido sob a pele: no famoso ciclo de testosterona com Dianabol®, metade do tamanho ganho pode ser água, a ponto de a camisa não fechar. O Turinabol® não faz essa conversão do mesmo jeito. Segue popular no powerlifting e no strongman, entre atletas que querem força sem o visual inchado. O preço é o dos orais alterados na posição 17 da molécula, os chamados 17-alfa-alquilados. Essa alteração deixa o comprimido resistir à destruição no fígado, e por isso mesmo sobrecarrega o órgão. Ele também para a produção natural de testosterona.

Nota B: úteis, mas com preço claro

Boldenona (Equipoise®)

A boldenona tem a fama de “esteroide de cavalo”, e a fama é literal. O Equipoise® é vendido para cavalos debilitados, em frascos de 50 mg por mL, só com receita de veterinário. No meio da musculação, entra em bulking longo, junto com a testosterona, para um ganho de tamanho mais lento e com menos água. Ela é mais anabólica que a testosterona e menos que as nandrolonas e a trembolona.

Os problemas relatados na prática clínica são três. A ansiedade, chamada de “ansiedade do EQ”, aparece sobretudo em uso longo. O hematócrito sobe rápido, mais que com quase qualquer outro composto, e a pressão sobe junto. A própria bula veterinária registra agressividade em parte dos cavalos tratados. Faltam estudos em pessoas, então esses relatos vêm da experiência de consultório.

Nandrolona fenilpropionato (NPP)

O NPP é a mesma nandrolona presa a uma cadeia mais curta (o éster), que define quanto tempo o remédio fica no corpo. Ele sai mais rápido, exige injeções mais frequentes e segura menos água. Na combinação, um ciclo de testosterona, NPP e Turinabol® tende a ser mais seco e mais tolerável que o velho testosterona com Dianabol®. Pelos critérios da própria lista, o NPP poderia ter o mesmo S da deca, e ficou com B por preferência pessoal.

Estanozolol (Winstrol®)

O Winstrol® é um dos orais mais antigos e foi por muito tempo o preferido de adolescentes, porque é comprimido e fácil de esconder. Ele dá aspecto seco, veias aparentes e força.

O problema é o colesterol. Num estudo com 11 halterofilistas, 6 mg de estanozolol por dia durante seis semanas derrubaram o HDL, o colesterol bom, em 33% e subiram o LDL em 29%. Os mesmos homens, com 200 mg de testosterona injetável por semana, perderam só 9% do HDL, e o LDL caiu. O ganho de peso foi parecido com os dois. Em usuários de anabolizantes de longo prazo, a placa nas artérias do coração é maior, e na prática clínica o estanozolol costuma aparecer na história de jovens usuários que têm evento cardíaco cedo. O fígado também sofre, e a forma injetável não poupa o órgão, como mostra a matéria sobre estanozolol injetável e colestase. Muita gente ainda descreve as articulações ressecadas, como se treinasse com lixa.

Trestolona (MENT)

A trestolona é uma nandrolona com um grupo metil a mais, criada para ser anticoncepcional masculino. Até hoje o homem só tem preservativo e vasectomia, e a pesquisa buscava um hormônio que desligasse a produção de espermatozoides. O anticoncepcional não chegou ao mercado, mas o anabolizante que sobrou é muito potente, mais que a deca e o NPP, perto da trembolona, porém com mais retenção de água.

É rara no fisiculturismo, porque há opções mais toleráveis. Aparece no powerlifting, em atletas que já estão no teto da categoria de peso e querem só força. Os efeitos colaterais são fortes demais para uso geral.

GH (hormônio do crescimento)

O GH entra na lista com uma promessa diferente: a de criar fibras musculares novas (hiperplasia), e não só aumentar as existentes (hipertrofia). Nenhum estudo em adultos mostrou isso até agora. Nos estudos com pessoas, o que se mediu foi mais modesto: numa revisão de 2008 com 303 jovens saudáveis tratados por cerca de 20 dias, a massa magra subiu 2,1 kg, a força não melhorou e apareceram mais inchaço e cansaço.

O GH vendido hoje é feito em laboratório desde 1985. Antes, ele era extraído de hipófises de cadáveres, e isso transmitiu a doença de Creutzfeldt-Jakob, uma doença cerebral fatal parecida com a “vaca louca”, mas diferente dela: foram 226 casos no mundo. A história está na matéria sobre GH de cadáver.

Para o usuário recreativo, a nota é B, uma nota intermediária, porque o GH exige estratégia. Ele piora a ação da insulina e pode levar ao diabetes. Também acumula líquido nos tecidos e aperta o nervo do punho (síndrome do túnel do carpo): há quem largue o halter no meio da série. Na prática clínica, isso já apareceu com 3 a 4 UI por dia em pessoas sensíveis. Em idosos saudáveis tratados com GH, túnel do carpo, inchaço e dor nas articulações ficaram mais frequentes, e o diabetes tendeu a aumentar. Para compensar a glicose, muitos atletas acrescentam insulina, e insulina usada como anabolizante exige controle rigoroso, porque um erro pode matar. A barriga dos fisiculturistas da era dos “mass monsters” costuma ser atribuída ao GH com insulina, mas essa ligação nunca foi provada: a matéria sobre barriga de fisiculturista mostra que até os rins aumentados entram na conta.

Nota C: potentes demais para o que entregam

Metasterona (Superdrol)

A metasterona é a versão oral da drostanolona, com a mesma alteração na posição 17 que torna os comprimidos tóxicos para o fígado. Ela foi sintetizada décadas atrás, nunca virou remédio e voltou nos anos 2000 nos EUA, vendida como suplemento em lojas de nutrição esportiva, ao lado da creatina. Dá muito tamanho em pouco tempo, com aspecto seco.

Num relato de cinco casos, pessoas antes saudáveis ficaram amarelas (icterícia) duas semanas depois de parar o produto, e a bilirrubina continuou subindo por mais duas a três semanas. Todos se recuperaram em cerca de 12 semanas, mas os autores alertam que a lesão pode piorar depois do primeiro atendimento e chegar à falência do fígado. Para o mesmo físico, existem caminhos bem mais seguros, ainda que mais lentos.

Oximetolona (Anadrol®, Hemogenin®)

A oximetolona também foi criada para anemia, porque estimula a produção de glóbulos vermelhos. No Brasil, é vendida como Hemogenin®. Na academia, a fama é de força imediata: horas depois de uma dose, muita gente sobe a carga máxima em 5% a 10%, embora parte dos usuários quase não sinta diferença.

Ela é muito tóxica para o fígado. Entre os anabolizantes, é a mais associada a câncer de fígado (carcinoma hepatocelular) nos relatos médicos. Divide esse posto com a metiltestosterona, e uma revisão de 133 casos de tumor hepático em pacientes tratados com anabolizantes encontrou tumores até em quem usou só injetáveis. Há relatos de quem toma de 5 a 8 comprimidos de 50 mg antes de uma competição, uma dose sem nenhum estudo de segurança. Por isso ela levou C para uso contínuo. A ressalva é que, tomada de vez em quando antes de um treino pesado ou de uma prova sem antidoping, ela bate mais forte que qualquer suplemento pré-treino.

Fluoximesterona (Halotestin®)

O Halotestin® quase não faz o músculo crescer. É usado pela agressividade, por quem quer entrar no treino com mais raiva, e por alguns pelo aspecto mais duro do músculo. Se a chamada “raiva do anabolizante” existe, ele é apontado como o pior nesse quesito. Para o físico, há opções melhores.

Nota F: trembolona e Proviron®

Trembolona

A trembolona foi feita para engordar gado e é usada como implante veterinário. Nunca foi remédio aprovado para pessoas nos EUA, e por décadas foi o segredo mal guardado do fisiculturismo, até virar meme. Muita gente que nunca usou fala dela como se fosse identidade. Ela tem motivo para a fama: é das injetáveis mais potentes e dá força, tamanho, agressividade e um aspecto seco e granulado que ajuda competidores com pouca “maturidade muscular”, o músculo denso de quem sobe ao palco há muitos anos.

O custo vem em quase todos os órgãos. Num levantamento de 2026 com 1.146 homens que usavam anabolizantes, os 237 que incluíam trembolona relataram com mais frequência humor instável, irritação, sintomas de depressão e preocupações com coração e fígado. É um estudo de questionário, que mostra associação e não prova causa. Em ratos e em neurônios de laboratório, ela se acumulou no cérebro e aumentou a beta-amiloide, a proteína das placas do Alzheimer. Ainda é dado de animal, mas aponta na mesma direção. Ela também agride o fígado, apesar de injetável, e tem relatos de dano aos rins. Um dos maiores nomes do fisiculturismo atual disse que parou de usá-la, depois de tê-la usado no início da carreira, quando ela pode ter ajudado a construir o físico. A nota F resume a conta: potência alta, risco maior ainda e alternativas que levam mais tempo com muito menos dano. Os detalhes estão na matéria sobre trembolona, cérebro e coração.

Mesterolona (Proviron®)

O Proviron® quase nunca é usado sozinho. Aparece em combinações que já somam 3 a 4 g de outros compostos, na reta final antes do palco, para tentar reduzir efeitos colaterais dessas combinações grandes. O efeito anabólico é fraco, mais fraco que o da testosterona, e a dúvida é se ele acrescenta algo nesse ponto. Ficou com F por ser coadjuvante, e não por ser perigoso.

Onde a evidência discorda do ranking

Comparar compostos pela finalidade, e não pela potência, evita a armadilha de achar que o mais forte é o melhor. Em cinco pontos, os estudos pedem cautela:

  • Oxandrolona: nota S na lista, aprovação retirada nos EUA.
  • MK-677: nota S para ganhar peso, com piora da glicose e um ensaio interrompido por problema cardíaco.
  • Deca e articulações: o alívio veio de um estudo-piloto sem grupo placebo.
  • GH e fibras novas: nenhum estudo em adultos mostrou a hiperplasia.
  • Oximetolona e câncer: ela lidera os relatos, mas outros anabolizantes também aparecem.

Há ainda o produto. Uma revisão de 19 estudos com 5.413 amostras do mercado paralelo achou 36% de produtos falsificados. Numa conta separada, das amostras que tiveram a dose medida, 37% tinham concentração diferente da do rótulo. No Brasil, a análise de 2.818 produtos apreendidos pela Polícia Federal entre 2006 e 2011 achou 31,7% falsificados. A nota de um composto não vale para uma ampola que tem outra coisa dentro.

Qual o anabolizante mais seguro?

Nenhum é seguro em uso estético, e a dose de ciclo costuma ser várias vezes a da reposição. Entre os da lista, a testosterona injetável é a mais estudada e a mais fácil de monitorar, e por isso é a referência de qualquer comparação. Os orais alterados na posição 17 (oxandrolona, Winstrol®, Turinabol®, Halotestin®, Superdrol, oximetolona) somam o castigo no fígado e o tombo do HDL. As drogas veterinárias (trembolona, boldenona) não têm estudos de segurança em pessoas.

O uso fora de indicação médica está ligado a mais risco de morte e a doenças do coração, da cabeça, do metabolismo, do fígado e dos rins. Usuários de longo prazo têm o coração bombeando pior. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina proíbe o médico de receitar anabolizante com fim estético ou de desempenho desde 2023. Quem usa mesmo assim reduz o dano com exames antes, durante e depois: hemograma, colesterol, fígado, rim, pressão e hormônios. A lista e o custo estão na matéria sobre exames para ciclos de esteroides, e o efeito no coração e na fertilidade, na matéria sobre efeitos colaterais dos anabolizantes. O simulador de protocolo hormonal do site pede esses exames e bloqueia combinações de risco inaceitável.

Conclusão

No topo da lista ficaram a testosterona, que é a base, a deca, pela massa, a oxandrolona e o Primobolan®, para manter músculo e dar acabamento na dieta, e o MK-677, para quem não consegue comer. No fundo ficaram a trembolona, potente e tóxica, e o Proviron®, que quase não faz nada. Força não entra na nota, e droga perigosa perde para opção mais lenta e segura. Os estudos acrescentam cautela à oxandrolona e ao MK-677, e o mercado acrescenta a falsificação.

Nenhum físico ou conquista no esporte vale a saúde. Não use sem receita, siga a lei do lugar onde vive e, se usar, faça os exames e procure um médico que acompanhe.

Perguntas frequentes

Qual é o melhor anabolizante?

Depende do objetivo. Para reposição e como base de qualquer comparação, a testosterona injetável é a mais estudada. Para outros fins, a lista dá nota máxima a deca, oxandrolona, Primobolan® e MK-677, cada um num uso específico e com riscos próprios.

Qual o anabolizante mais seguro para homem?

Nenhum é seguro em dose de ciclo. A testosterona injetável é a que tem os riscos mais conhecidos e mais fáceis de acompanhar em exame. Os orais alterados na posição 17 são os mais duros com fígado e HDL, e os veterinários não têm estudos em pessoas.

Qual o melhor anabolizante para mulher: Masteron® ou Primobolan®?

Os dois são pesados para mulher. Ambos derivam do DHT e podem engrossar a voz, aumentar o clitóris e fazer crescer pelos, efeitos que podem ser permanentes. O Primobolan® tem fama de mais brando, mas não há comparação direta conhecida entre os dois em mulheres. Os riscos estão nas matérias sobre Primobolan® feminino e oxandrolona feminina.

Qual o melhor anabolizante para secar ou emagrecer?

Nenhum seca sozinho. Quem tira gordura é o déficit calórico. Os anabolizantes de cutting, como oxandrolona e Primobolan®, ajudam a manter músculo durante a dieta. Para gordura abdominal, a resposta é a mesma: dieta, treino e tempo.

Qual o melhor anabolizante para ganhar massa muscular?

Na lista, a testosterona é a base e a deca é a que mais soma massa e força com tolerância razoável. Trembolona e trestolona dão mais, com muito mais risco. Quem quer crescer com pouca água costuma citar o NPP e o Turinabol®.

Qual hormônio dá mais massa muscular?

A testosterona em dose alta, combinada com treino, é a que tem o efeito mais bem medido: 6,1 kg de massa magra em 10 semanas no estudo de 1996. O GH aumenta a massa magra em poucos quilos, sem ganho de força nos estudos.

Qual o melhor injetável para ganho de massa muscular?

Testosterona como base e nandrolona decanoato como complemento são a dupla mais clássica, e as duas ficaram com nota S. A trembolona está entre as injetáveis mais potentes, com nota F pelo dano à saúde.

Qual anabolizante tem menos efeito colateral?

Todos têm efeitos. A testosterona em dose de reposição tem os riscos mais conhecidos e controláveis. A oxandrolona tem fama de branda, mas derruba o HDL e sobrecarrega o fígado.

Qual o melhor anabolizante para as articulações?

A nandrolona é a mais citada. O primeiro estudo sobre o tema, de 2020, mostrou menos dor em homens em reposição que acrescentaram deca, mas sem grupo placebo. O estanozolol tem a fama oposta: deixa as articulações ressecadas.

Existe anabolizante natural?

Não existe esteroide natural. O nome é usado para vender suplemento, e há produtos “naturais” que já foram flagrados com esteroide escondido. O que tem efeito comprovado no músculo é proteína suficiente no dia e creatina.

Qual o melhor anabolizante para ectomorfo ou para ganhar peso?

Para quem não consegue comer, o MK-677 ganhou nota S por aumentar a fome. O efeito no apetite passa em semanas ou poucos meses, e a substância retém líquido e piora a glicose. O primeiro passo é comer mais e contar as calorias.

Qual o melhor anabolizante para libido?

Quando a libido cai por testosterona baixa, o tratamento é reposição com acompanhamento médico. A nandrolona sem testosterona junto costuma piorar a libido e a ereção, e depois de parar um ciclo a libido baixa é um dos sintomas mais comuns.

Qual o melhor anabolizante pré-treino?

A oximetolona ganhou essa fama porque aumenta a força horas depois de uma dose. Ela é muito tóxica para o fígado, está entre os anabolizantes mais ligados a tumor hepático, e as doses usadas antes de competição não têm nenhum estudo de segurança.

Referências

  1. ADUNSKY, Abraham et al. MK-0677 (ibutamoren mesylate) for the treatment of patients recovering from hip fracture: a multicenter, randomized, placebo-controlled phase IIb study. Archives of Gerontology and Geriatrics, [S. l.], v. 53, n. 2, p. 183-189, set. 2011. DOI: 10.1016/j.archger.2010.10.004. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21067829/. Acesso em: 15 out. 2026.
  2. ARMSTRONG, Joseph Matthew et al. Impact of anabolic androgenic steroids on sexual function. Translational Andrology and Urology, [S. l.], v. 7, n. 3, p. 483-489, jun. 2018. DOI: 10.21037/tau.2018.04.23. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30050806/. Acesso em: 15 out. 2026.
  3. BAGGISH, Aaron L et al. Cardiovascular Toxicity of Illicit Anabolic-Androgenic Steroid Use. Circulation, [S. l.], v. 135, n. 21, p. 1991-2002, 23 maio 2017. DOI: 10.1161/CIRCULATIONAHA.116.026945. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28533317/. Acesso em: 15 out. 2026.
  4. BHASIN, S et al. The effects of supraphysiologic doses of testosterone on muscle size and strength in normal men. The New England Journal of Medicine, [S. l.], v. 335, n. 1, p. 1-7, 4 jul. 1996. DOI: 10.1056/NEJM199607043350101. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/8637535/. Acesso em: 15 out. 2026.
  5. BONENTI, Benjamin et al. The Trenbolo(g)ne Sandwich: An International Study Comparing Health Harms Among Men Who Use Anabolic-Androgenic Steroids With and Without Trenbolone. Drug and Alcohol Review, [S. l.], v. 45, n. 4, art. e70162, maio 2026. DOI: 10.1111/dar.70162. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42037159/. Acesso em: 9 out. 2026.
  6. BORECKI, Rafał; BYCZKIEWICZ, Paweł; SŁOWIKOWSKA-HILCZER, Jolanta. Impact of trenbolone on selected organs. Endokrynologia Polska, [S. l.], v. 75, n. 3, p. 267-278, 2024. DOI: 10.5603/ep.99130. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38887114/. Acesso em: 7 out. 2026.
  7. BROWN, P. et al. Iatrogenic Creutzfeldt-Jakob disease, final assessment. Emerging Infectious Diseases, [S. l.], v. 18, n. 6, p. 901-907, jun. 2012. DOI: 10.3201/eid1806.120116. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22607808/. Acesso em: 6 out. 2026.
  8. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. CFM divulga nota para esclarecimento sobre a proibição da prescrição de esteroides e anabolizantes. Conselho Federal de Medicina. Brasília, 27 abr. 2023. Disponível em: https://portal.cfm.org.br/noticias/cfm-divulga-nota-para-esclarecimento-sobre-a-proibicao-da-prescricao-de-esteroides-e-anabolizante. Acesso em: 5 out. 2026.
  9. FORT DODGE ANIMAL HEALTH. Equipoise (boldenone undecylenate injection): package insert. Fort Dodge, IA, jul. 2005. Disponível em: https://www.zoetisus.com/content/_assets/docs/vmips/package-inserts/equipoise.pdf. Acesso em: 15 out. 2026.
  10. FRANKE, W W; BERENDONK, B. Hormonal doping and androgenization of athletes: a secret program of the German Democratic Republic government. Clinical Chemistry, [S. l.], v. 43, n. 7, p. 1262-1279, jul. 1997. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/9216474/. Acesso em: 15 out. 2026.
  11. GIBBONS, Stephen M et al. Essential blood testing in the patient using androgenic anabolic steroids: a clinical practice guideline for primary care. British Journal of General Practice, [S. l.], v. 74, n. 741, p. 187-190, abr. 2024. DOI: 10.3399/bjgp24X737013. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38538136/. Acesso em: 13 out. 2026.
  12. JOHANSEN, K L; MULLIGAN, K; SCHAMBELAN, M. Anabolic effects of nandrolone decanoate in patients receiving dialysis: a randomized controlled trial. JAMA, [S. l.], v. 281, n. 14, p. 1275-1281, 14 abr. 1999. DOI: 10.1001/jama.281.14.1275. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/10208142/. Acesso em: 15 out. 2026.
  13. KICMAN, A. T. Pharmacology of anabolic steroids. British Journal of Pharmacology, [S. l.], v. 154, n. 3, p. 502-521, jun. 2008. DOI: 10.1038/bjp.2008.165. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18500378/. Acesso em: 15 out. 2026.
  14. KREIDER, Richard B et al. International Society of Sports Nutrition position stand: safety and efficacy of creatine supplementation in exercise, sport, and medicine. Journal of the International Society of Sports Nutrition, [S. l.], v. 14, art. 18, jun. 2017. DOI: 10.1186/s12970-017-0173-z. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28615996/. Acesso em: 12 out. 2026.
  15. LARON, Z. The Era of Cadaveric Pituitary Extracted Human Growth Hormone (1958-1985):Biological and Clinical Aspects. Pediatric Endocrinology Reviews, [S. l.], v. 16, n. Suppl. 1, p. 11-16, set. 2018. DOI: 10.17458/per.vol16.2018.la.hghcadavericpituitary. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30378778/. Acesso em: 6 out. 2026.
  16. LIU, H. et al. Systematic review: the effects of growth hormone on athletic performance. Annals of Internal Medicine, [S. l.], v. 148, n. 10, p. 747-758, maio 2008. DOI: 10.7326/0003-4819-148-10-200805200-00215. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18347346/. Acesso em: 6 out. 2026.
  17. LIU, Hau et al. Systematic review: the safety and efficacy of growth hormone in the healthy elderly. Annals of Internal Medicine, [S. l.], v. 146, n. 2, p. 104-115, jan. 2007. DOI: 10.7326/0003-4819-146-2-200701160-00005. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/17227934/. Acesso em: 14 out. 2026.
  18. MA, Fucui; LIU, Daicheng. 17β-trenbolone, an anabolic-androgenic steroid as well as an environmental hormone, contributes to neurodegeneration. Toxicology and Applied Pharmacology, [S. l.], v. 282, n. 1, p. 68-76, 1 jan. 2015. DOI: 10.1016/j.taap.2014.11.007. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25461682/. Acesso em: 15 out. 2026.
  19. MAGNOLINI, Raphael et al. Fake anabolic androgenic steroids on the black market – a systematic review and meta-analysis on qualitative and quantitative analytical results found within the literature. BMC Public Health, [S. l.], v. 22, art. 1371, 17 jul. 2022. DOI: 10.1186/s12889-022-13734-4. Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1186/s12889-022-13734-4. Acesso em: 9 out. 2026.
  20. MORTON, Robert W et al. A systematic review, meta-analysis and meta-regression of the effect of protein supplementation on resistance training-induced gains in muscle mass and strength in healthy adults. British Journal of Sports Medicine, [S. l.], v. 52, n. 6, p. 376-384, mar. 2018. DOI: 10.1136/bjsports-2017-097608. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28698222/. Acesso em: 13 out. 2026.
  21. MØLLER, Niels; JØRGENSEN, Jens Otto Lunde. Effects of growth hormone on glucose, lipid, and protein metabolism in human subjects. Endocrine Reviews, [S. l.], v. 30, n. 2, p. 152-177, 2009. DOI: 10.1210/er.2008-0027. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19240267/. Acesso em: 7 out. 2026.
  22. NASS, Ralf et al. Effects of an oral ghrelin mimetic on body composition and clinical outcomes in healthy older adults: a randomized trial. Annals of Internal Medicine, [S. l.], v. 149, n. 9, p. 601-611, 4 nov. 2008. DOI: 10.7326/0003-4819-149-9-200811040-00003. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18981485/. Acesso em: 15 out. 2026.
  23. NEVES, D. B. da J.; MARCHETI, R. G.; CALDAS, E. D. Incidence of anabolic steroid counterfeiting in Brazil. Forensic Science International, [S. l.], v. 228, n. 1-3, p. e81-e83, 10 maio 2013. DOI: 10.1016/j.forsciint.2013.02.035. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23522522/. Acesso em: 8 out. 2026.
  24. NIESCHLAG, Eberhard; NIESCHLAG, Susan. ENDOCRINE HISTORY: The history of discovery, synthesis and development of testosterone for clinical use. European Journal of Endocrinology, [S. l.], v. 180, n. 6, p. R201-R212, 1 jun. 2019. DOI: 10.1530/EJE-19-0071. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30959485/. Acesso em: 15 out. 2026.
  25. POPE, Harrison G et al. Adverse health consequences of performance-enhancing drugs: an Endocrine Society scientific statement. Endocrine Reviews, [S. l.], v. 35, n. 3, p. 341-375, jun. 2014. DOI: 10.1210/er.2013-1058. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24423981/. Acesso em: 15 out. 2026.
  26. RAHNEMA, C D; CROSNOE, L E; KIM, E D. Designer steroids - over-the-counter supplements and their androgenic component: review of an increasing problem. Andrology, [S. l.], v. 3, n. 2, p. 150-155, mar. 2015. DOI: 10.1111/andr.307. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25684733/. Acesso em: 15 out. 2026.
  27. SHAH, Neeral L. et al. Methasteron-associated cholestatic liver injury: clinicopathologic findings in 5 cases. Clinical Gastroenterology and Hepatology, [S. l.], v. 6, n. 2, p. 255-258, fev. 2008. DOI: 10.1016/j.cgh.2007.11.010. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18187367/. Acesso em: 6 out. 2026.
  28. SOLVAY PHARMACEUTICALS, INC. Anadrol-50 (oxymetholone): prescribing information. U.S. Food and Drug Administration. [S. l.], ago. 2004. Disponível em: https://www.accessdata.fda.gov/drugsatfda_docs/label/2004/16848s021lbl.pdf. Acesso em: 6 out. 2026.
  29. SUNDARAM, K; KUMAR, N. 7alpha-methyl-19-nortestosterone (MENT): the optimal androgen for male contraception and replacement therapy. International Journal of Andrology, [S. l.], v. 23 Suppl 2, p. 13-15, 2000. DOI: 10.1046/j.1365-2605.2000.00004.x. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/10849485/. Acesso em: 15 out. 2026.
  30. TATEM, Alex. Steroid Tier List: Doctor Explains Best & Worst Compounds. [S. l.], 14 set. 2025. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Qn4N2RTkgKU. Acesso em: 15 out. 2026.
  31. TATEM, Alexander J et al. Nandrolone decanoate relieves joint pain in hypogonadal men: a novel prospective pilot study and review of the literature. Translational Andrology and Urology, [S. l.], v. 9, n. Suppl 2, p. S186-S194, mar. 2020. DOI: 10.21037/tau.2019.11.03. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32257859/. Acesso em: 15 out. 2026.
  32. THOMPSON, P D et al. Contrasting effects of testosterone and stanozolol on serum lipoprotein levels. JAMA, [S. l.], v. 261, n. 8, p. 1165-1168, 24 fev. 1989. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/2915439/. Acesso em: 15 out. 2026.
  33. UNITED STATES. FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. Certain Bulk Drug Substances for Use in Compounding that May Present Significant Safety Risks. Silver Spring, 22 abr. 2026. Disponível em: https://www.fda.gov/drugs/human-drug-compounding/certain-bulk-drug-substances-use-compounding-may-present-significant-safety-risks. Acesso em: 15 out. 2026.
  34. UNITED STATES. FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. Determination That Oxandrin (Oxandrolone) Tablets, 2.5 Milligrams and 10 Milligrams, Were Withdrawn From Sale for Reasons of Safety or Effectiveness. Washington, DC, 13 set. 2023. Disponível em: https://www.govinfo.gov/content/pkg/FR-2023-09-13/pdf/2023-19796.pdf. Acesso em: 15 out. 2026.
  35. VELAZQUEZ, Isela; ALTER, Blanche P. Androgens and liver tumors: Fanconi's anemia and non-Fanconi's conditions. American Journal of Hematology, [S. l.], v. 77, n. 3, p. 257-267, nov. 2004. DOI: 10.1002/ajh.20183. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15495253/. Acesso em: 15 out. 2026.

Vídeo no YouTube sobre o tema

Feedback do Usuário

Comentários Recomendados

Não há comentários para exibir.

Crie uma conta ou entre para comentar

Conta

Navegação

Buscar

Buscar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.