Pular para o conteúdo
Imagem sintética e meramente ilustrativa. Não é uma foto real.

Desistir da academia: por que acontece e como criar constância

Numa academia do Rio, 63% dos alunos pararam antes do 3º mês. Veja por que as pessoas desistem e o que os estudos mostram que ajuda a continuar.

Desistir da academia é o caminho mais comum, e não a exceção. Quando pesquisadores analisaram os registros de 5.240 alunos de uma academia do Rio de Janeiro, 63% tinham parado antes do terceiro mês, e menos de 4% passaram de um ano seguido. Quem continua costuma depender menos da força de vontade e mais de uma rotina que cabe na vida.

Os donos de academia conhecem bem quem paga e não vai. Edgard Corona, fundador da Smart Fit, contou em “COMO A SMART FIT SE TORNOU A MAIOR REDE DE ACADEMIAS DO BRASIL? (com Edgard Corona) | Os Sócios #319” que foi buscar o modelo numa rede americana de baixo custo. Ela começou numa cidade de 20 mil habitantes cobrando US$ 10 por mês: metade dos moradores se matriculou, e quase ninguém aparecia. “80% não vão”, disse ele sobre os clientes da rede.

Perguntado se no Brasil é igual, ele respondeu que não, porque aqui a renda pesa: um aumento de R$ 99 para R$ 109 bastou para um aluno cancelar. Pela conta da Smart Fit, 85% dos clientes vão à academia pelo menos uma vez no mês, e quem fica três meses sem ir acaba cancelando.

São números da própria empresa, e não de pesquisa. O estudo da academia carioca conta uma história menos otimista, com a maioria parando antes do terceiro mês. Nos dois casos, o prazo é o mesmo: os três primeiros meses decidem quem fica.

Em quanto tempo as pessoas desistem da academia?

Rápido. Na academia carioca, a maior parte das desistências aconteceu antes do terceiro mês. Os pesquisadores olharam idade, atividade anterior, peso e motivo da matrícula, e mesmo os alunos com o perfil de menor risco continuaram com chance alta de parar antes de um ano.

Fora do Brasil, o desenho é parecido. Uma revisão dos anos 1990 estimava que cerca de metade de quem começa um programa de exercício aeróbico para nos primeiros seis meses. Em estudos controlados, com acompanhamento dos pesquisadores, cerca de um em cada quatro participantes abandonou o programa, em estudos que duraram de 8 semanas a 18 meses.

Pagar e não ir: o que os estudos de academia mostram

Pagar caro não garante frequência. Num estudo com 7.752 sócios de três academias americanas, quem pagava mais de US$ 70 por mês ia em média 4,3 vezes no mês. Cada ida saía por mais de US$ 17, quando o pacote avulso de 10 visitas custava US$ 10 cada. Em média, essas pessoas perderam cerca de US$ 600 ao longo da matrícula.

A explicação dos economistas é o otimismo sobre o próprio futuro. Na hora de assinar, a pessoa imagina que vai treinar mais do que treina, e que vai cancelar se parar de ir. É a lógica do “deixa lá, o dia que eu for”. Antes de fechar um plano longo, divida o preço pelo número de vezes que você foi no último mês.

Ser pago para ir funciona?

Durante o programa, quase sempre. Depois que o pagamento acaba, o resultado é misto: numa revisão de 23 estudos, poucos acharam efeito depois do fim, mas, somando os dados, quem recebeu o incentivo ainda andava cerca de 500 passos a mais por dia. Num experimento com universitários pagos para ir à academia por um mês, parte dos que antes não iam continuou indo.

O efeito mais duradouro veio do compromisso com o próprio dinheiro. Numa grande empresa americana, os funcionários que aceitaram deixar uma quantia própria em jogo, perdida se não fossem à academia, mudaram o comportamento por anos. Quando só a empresa pagava, o efeito que sobrou foi pequeno.

O que faz as pessoas largarem a academia

Raramente um motivo só. Uma revisão que reuniu 55 outras revisões listou o que mais aparece na adesão ao exercício, ou seja, entre quem continua se exercitando: supervisão, prazer no treino, poucas experiências ruins, treino encaixado na rotina, apoio de outras pessoas, acompanhamento do progresso, metas e expectativa realista. Os estudos eram com idosos e pessoas com doenças crônicas.

O desconforto pesa. No exercício aeróbico, o prazer cai quando a intensidade passa do ponto em que a respiração dispara e você já não consegue falar frases inteiras. Abaixo desse ponto, a maioria das pessoas se sente bem. E o que você sente durante o treino prevê se vai voltar, mais do que o bem-estar de depois.

Distância, preço e lotação

A experiência das redes acrescenta três barreiras práticas. Quem mora a 20 minutos da academia e não tem carro tende a não chegar, e quando abre uma unidade perto de casa a pessoa passa a ir. No Brasil, poucos reais de aumento já fazem o aluno cancelar.

A lotação tem uma causa concreta. Nas máquinas de anilha, quem usa 50 kg de cada lado demora a trocar o peso para quem quer usar 15, e com mensalidade baixa e academia cheia todos precisam revezar. Cada máquina fica ocupada 10 minutos, o treino de uma hora vira um de duas, e o aluno conclui que “não dá para treinar aqui”. A diferença entre a máquina articulada e a de placas, e qual faz o músculo crescer mais, está numa matéria à parte.

Se a academia lotada é o seu problema, mudar o horário ou montar um treino que não dependa da mesma máquina resolve parte dele. O gerador de treino do site monta fichas com alternativas para cada exercício.

Motivação ou hábito: o que mantém você treinando

A motivação oscila de um dia para o outro, e o hábito é o que leva você à academia nos dias sem vontade. Hábito, aqui, é o comportamento que acontece quase no automático, puxado por um gatilho: o fim do expediente, a mochila pronta na porta, o despertador mais cedo.

Num estudo inglês com 96 voluntários que repetiram um hábito novo por 12 semanas, o tempo até o comportamento ficar automático variou de 18 a 254 dias, com média por volta de 66 dias. Nesse mesmo estudo, faltar um dia não atrapalhou a formação do hábito. Uma revisão de 2024 confirmou a ordem de grandeza: em metade dos casos, o hábito se formou em cerca de dois meses, e a média ficou entre três e cinco meses.

Para a academia, existe um número mais específico. Entre 111 alunos novos acompanhados por 12 semanas, formou o hábito quem foi pelo menos 4 vezes por semana durante as 6 primeiras semanas. Ajudaram também treinar sempre do mesmo jeito, um treino simples, um ambiente agradável e gostar do que estava fazendo. Num ensaio seguinte, uma oficina curta sobre gatilhos e constância, com um telefonema de reforço, fez alunos novos se exercitarem mais depois de 8 semanas.

Ir 4 vezes por semana não exige treinos longos. Para criar o hábito, a frequência ajuda. Para ganhar músculo, mais dias não trouxeram vantagem clara, como mostra a comparação entre treinar 3 ou 6 vezes por semana. Idas curtas atendem às duas coisas, e a matéria sobre treino de 20 minutos mostra o que dá para fazer com pouco tempo.

Como criar constância na academia

Constância é ir à academia com regularidade ao longo de meses, mesmo com semanas imperfeitas. As estratégias com melhor apoio nos estudos são simples.

Treine sempre no mesmo horário. Entre 375 pessoas que mantinham o peso perdido, as que treinavam sempre na mesma hora, dois em cada três, se exercitavam em mais dias e por mais minutos por semana. Treinar de manhã ou à noite não fez diferença: o que contou foi manter o horário.

Já num acompanhamento de um ano com 709 pessoas do mesmo registro, manter o horário previu mais atividade ao longo do tempo, e quem treinava de manhã cedo com regularidade formou o hábito mais firme.

Planeje com “se, então”. Escrever o gatilho e a ação, como “se eu sair do trabalho às 18h, vou direto para a academia, com a mochila já no carro”, aumentou a atividade física em revisões de dezenas de estudos. O efeito é de pequeno a médio e foi maior quando o plano incluía o que fazer diante de um obstáculo.

Comece num esforço que dê para gostar. Pelos estudos com exercício aeróbico, treinos muito acima do confortável tendem a ser lembrados como desagradáveis, e o desprazer durante o treino prevê menos atividade depois. Nas primeiras semanas, o objetivo é sair com vontade de voltar.

Deixe o treino simples. Uma ficha curta, repetida do mesmo jeito por algumas semanas, vira hábito com mais facilidade do que uma rotina que muda toda hora.

Treinar com alguém ajuda a não desistir?

Os estudos dão respostas diferentes, e nenhum mediu exatamente o parceiro de treino. Uma revisão de 1996 encontrou um efeito claro de grupos unidos em torno do mesmo objetivo e do apoio da família: as pessoas faltavam menos e seguiam mais o programa.

Uma revisão de 2026, com 71 estudos e mais de 22 mil pessoas, comparou programas em grupo com programas individuais. Nos dois formatos, as pessoas se exercitaram na mesma quantidade, e o grupo ganhou um pouco mais de força e capacidade física. Se a companhia faz você sair de casa, ela vale. Se treinar sozinho encaixa melhor na rotina, os estudos não mostram prejuízo na quantidade de exercício.

O que acontece se você ficar dias sem treinar?

Quase nada, se a pausa for curta. Em 20 homens treinados, duas semanas sem treinar não reduziram a força no leg press nem a massa magra. Num estudo japonês, jovens que treinaram supino com pausas de três semanas a cada seis terminaram seis meses com ganhos de músculo e de força parecidos com os de quem treinou sem parar.

Com pausas longas, a perda por destreino cresce com o tempo, e pessoas acima de 65 anos perdem mais. Em atletas de elite, uma média de sete semanas parado custou cerca de 14,5% da força. A ideia de que o músculo guarda para sempre os núcleos extras ganhos com o treino, uma das explicações para a memória muscular, não se confirmou em pessoas, como mostra a matéria sobre memória muscular.

Na prática, perder alguns dias por viagem, doença ou trabalho não apaga o que você ganhou. O risco real é a pausa curta virar o abandono dos três meses.

Quanto treino basta para não perder o que ganhou?

Bem menos do que para ganhar. Depois de 16 semanas de treino, adultos de 20 a 35 anos mantiveram o tamanho do músculo por 32 semanas fazendo um terço das séries, e até um nono. Nos de 60 a 75 anos, a dose reduzida não segurou o músculo.

Uma revisão de 2021 resume a regra: jovens mantêm força e músculo por meses com uma sessão por semana e uma série por exercício, desde que a carga continue pesada. Pessoas mais velhas podem precisar de duas sessões por semana, com duas ou três séries. Numa semana ruim, um treino curto e pesado vale mais do que nenhum.

Conclusão

A maioria de quem entra na academia para nos primeiros meses, e três meses sem ir costumam ser o ponto em que o aluno cancela. Preço, distância e lotação pesam nessa decisão, e o resto está mais perto do seu controle: treinar no mesmo horário, planejar o que fazer quando algo atrapalhar e começar num esforço que dê prazer.

Antes de fechar um plano longo, faça a conta do preço por treino. E, quando der vontade de largar tudo, reduza antes de parar: para quem é jovem, uma sessão pesada por semana segura o que você ganhou até a rotina voltar, e quem é mais velho pode precisar de duas.

Perguntas frequentes

Como ter constância na academia?

Escolha um horário fixo e um gatilho, como sair do trabalho direto para a academia. Nas primeiras 6 semanas, tente ir pelo menos 4 vezes por semana, mesmo que os treinos sejam curtos, e mantenha a mesma ficha. Faltar um dia não quebra o hábito. O que quebra é passar semanas sem ir.

O que é constância na academia?

É manter a regularidade por meses, e não treinar todos os dias. Pense em quantas semanas seguidas você treinou, e não em quantas vezes foi na última semana.

Como ter motivação para ir para a academia?

Conte menos com a motivação e mais com a rotina. Gatilho fixo e horário fixo levam você nos dias sem vontade. E escolha um treino de que você goste enquanto faz: isso prevê a volta melhor do que o bem-estar de depois.

Em quanto tempo as pessoas desistem da academia?

Os três primeiros meses são os mais críticos. Quem passa de um ano seguido é exceção: menos de 4 em cada 100 alunos na academia estudada no Rio de Janeiro.

O que fazer quando dá vontade de desistir da academia?

Reduza antes de parar. Um treino curto por semana, com carga pesada, segura a força e o músculo por meses em adultos jovens. Depois, ajuste o que atrapalha: horário, distância, lotação ou um treino pesado demais para o seu momento.

Por que as pessoas desistem da academia?

Quase sempre por uma soma de fatores: treino fora da rotina, pouco prazer, falta de apoio e de acompanhamento do progresso e expectativa irreal. Preço, distância e academia cheia completam a lista.

O que acontece se eu ficar 4 dias sem treinar?

Nada que você vá perceber. Até duas semanas paradas não tiraram força nem músculo de homens treinados.

Desistir da academia é sinal de fraqueza?

Não. Parar nos primeiros meses acontece com a maioria, e o que mais pesa é rotina, prazer no treino, apoio e contexto, coisas que dá para ajustar.

Referências

  1. BÉLANGER-GRAVEL, A. et al. A meta-analytic review of the effect of implementation intentions on physical activity. Health Psychology Review, [S. l.], v. 7, n. 1, p. 23-54, 2013. DOI: 10.1080/17437199.2011.560095. Disponível em: https://doi.org/10.1080/17437199.2011.560095. Acesso em: 31 out. 2026.
  2. BICKEL, C. S. et al. Exercise dosing to retain resistance training adaptations in young and older adults. Medicine and Science in Sports and Exercise, [S. l.], v. 43, n. 7, p. 1177-1187, jul. 2011. DOI: 10.1249/MSS.0b013e318207c15d. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21131862/. Acesso em: 31 out. 2026.
  3. BOSQUET, L. et al. Effect of training cessation on muscular performance: a meta-analysis. Scandinavian Journal of Medicine & Science in Sports, [S. l.], v. 23, n. 3, p. e140-e149, jun. 2013. DOI: 10.1111/sms.12047. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23347054/. Acesso em: 31 out. 2026.
  4. CARRON, A. V. et al. Social Influence and Exercise: A Meta-Analysis. Journal of Sport and Exercise Psychology, [S. l.], v. 18, n. 1, p. 1-16, mar. 1996. DOI: 10.1123/jsep.18.1.1. Disponível em: https://doi.org/10.1123/jsep.18.1.1. Acesso em: 31 out. 2026.
  5. CHARNESS, G.; GNEEZY, U. Incentives to Exercise. Econometrica, [S. l.], v. 77, n. 3, p. 909-931, maio 2009. DOI: 10.3982/ECTA7416. Disponível em: https://www.econometricsociety.org/publications/econometrica/2009/05/01/incentives-exercise. Acesso em: 31 out. 2026.
  6. COLLADO-MATEO, D. et al. Key Factors Associated with Adherence to Physical Exercise in Patients with Chronic Diseases and Older Adults: An Umbrella Review. International Journal of Environmental Research and Public Health, [S. l.], v. 18, n. 4, art. 2023, fev. 2021. DOI: 10.3390/ijerph18042023. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33669679/. Acesso em: 31 out. 2026.
  7. DELLAVIGNA, S.; MALMENDIER, U. Paying Not to Go to the Gym. American Economic Review, [S. l.], v. 96, n. 3, p. 694-719, jun. 2006. DOI: 10.1257/aer.96.3.694. Disponível em: https://www.aeaweb.org/articles?id=10.1257/aer.96.3.694. Acesso em: 31 out. 2026.
  8. EKKEKAKIS, P. et al. The pleasure and displeasure people feel when they exercise at different intensities: decennial update and progress towards a tripartite rationale for exercise intensity prescription. Sports Medicine, [S. l.], v. 41, n. 8, p. 641-671, ago. 2011. DOI: 10.2165/11590680-000000000-00000. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21780850/. Acesso em: 31 out. 2026.
  9. GARDNER, B.; LALLY, P.; WARDLE, J. Making health habitual: the psychology of 'habit-formation' and general practice. The British Journal of General Practice, [S. l.], v. 62, n. 605, p. 664-666, dez. 2012. DOI: 10.3399/bjgp12X659466. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23211256/. Acesso em: 31 out. 2026.
  10. HWANG, P. S. et al. Resistance Training-Induced Elevations in Muscular Strength in Trained Men Are Maintained After 2 Weeks of Detraining and Not Differentially Affected by Whey Protein Supplementation. Journal of Strength and Conditioning Research, [S. l.], v. 31, n. 4, p. 869-881, abr. 2017. DOI: 10.1519/JSC.0000000000001807. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28328712/. Acesso em: 31 out. 2026.
  11. KAUSHAL, N.; RHODES, R. E. Exercise habit formation in new gym members: a longitudinal study. Journal of Behavioral Medicine, [S. l.], v. 38, n. 4, p. 652-663, ago. 2015. DOI: 10.1007/s10865-015-9640-7. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25851609/. Acesso em: 31 out. 2026.
  12. KAUSHAL, N. et al. Increasing Physical Activity Through Principles of Habit Formation in New Gym Members: a Randomized Controlled Trial. Annals of Behavioral Medicine, [S. l.], v. 51, n. 4, p. 578-586, ago. 2017. DOI: 10.1007/s12160-017-9881-5. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28188586/. Acesso em: 31 out. 2026.
  13. KRITZ, M. et al. Individual versus group-based interventions: a systematic review and meta-analysis of physical activity, functional, psychosocial and health outcomes. Nature Human Behaviour, [S. l.], v. 10, n. 6, p. 1109-1121, jun. 2026. DOI: 10.1038/s41562-026-02429-0. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41986740/. Acesso em: 31 out. 2026.
  14. LALLY, P. et al. How are habits formed: Modelling habit formation in the real world. European Journal of Social Psychology, [S. l.], v. 40, n. 6, p. 998-1009, out. 2010. DOI: 10.1002/ejsp.674. Disponível em: https://doi.org/10.1002/ejsp.674. Acesso em: 31 out. 2026.
  15. LINKE, S. E. et al. Attrition and adherence rates of sustained vs. intermittent exercise interventions. Annals of Behavioral Medicine, [S. l.], v. 42, n. 2, p. 197-209, out. 2011. DOI: 10.1007/s12160-011-9279-8. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21604068/. Acesso em: 31 out. 2026.
  16. MCMASTER, D. T. et al. The development, retention and decay rates of strength and power in elite rugby union, rugby league and American football: a systematic review. Sports Medicine, [S. l.], v. 43, n. 5, p. 367-384, maio 2013. DOI: 10.1007/s40279-013-0031-3. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23529287/. Acesso em: 31 out. 2026.
  17. MITCHELL, M. S. et al. Financial incentives for physical activity in adults: systematic review and meta-analysis. British Journal of Sports Medicine, [S. l.], v. 54, n. 21, p. 1259-1268, nov. 2020. DOI: 10.1136/bjsports-2019-100633. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31092399/. Acesso em: 31 out. 2026.
  18. OGASAWARA, R. et al. Comparison of muscle hypertrophy following 6-month of continuous and periodic strength training. European Journal of Applied Physiology, [S. l.], v. 113, n. 4, p. 975-985, abr. 2013. DOI: 10.1007/s00421-012-2511-9. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23053130/. Acesso em: 31 out. 2026.
  19. OS SÓCIOS PODCAST. COMO A SMART FIT SE TORNOU A MAIOR REDE DE ACADEMIAS DO BRASIL? (com Edgard Corona) | Os Sócios #319. [S. l.], 9 out. 2026. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=pbPDFVURR0Q. Acesso em: 31 out. 2026.
  20. PENG, S. et al. The Effectiveness of Planning Interventions for Improving Physical Activity in the General Population: A Systematic Review and Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials. International Journal of Environmental Research and Public Health, [S. l.], v. 19, n. 12, art. 7337, jun. 2022. DOI: 10.3390/ijerph19127337. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35742582/. Acesso em: 31 out. 2026.
  21. RAHMATI, M. et al. Myonuclear permanence in skeletal muscle memory: a systematic review and meta-analysis of human and animal studies. Journal of Cachexia, Sarcopenia and Muscle, [S. l.], v. 13, n. 5, p. 2276-2297, out. 2022. DOI: 10.1002/jcsm.13043. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35961635/. Acesso em: 31 out. 2026.
  22. RHODES, R. E.; KATES, A. Can the Affective Response to Exercise Predict Future Motives and Physical Activity Behavior? A Systematic Review of Published Evidence. Annals of Behavioral Medicine, [S. l.], v. 49, n. 5, p. 715-731, out. 2015. DOI: 10.1007/s12160-015-9704-5. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25921307/. Acesso em: 31 out. 2026.
  23. ROBISON, J. I.; ROGERS, M. A. Adherence to exercise programmes. Recommendations. Sports Medicine, [S. l.], v. 17, n. 1, p. 39-52, jan. 1994. DOI: 10.2165/00007256-199417010-00004. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/8153498/. Acesso em: 31 out. 2026.
  24. ROYER, H. et al. Incentives, Commitments, and Habit Formation in Exercise: Evidence from a Field Experiment with Workers at a Fortune-500 Company. American Economic Journal: Applied Economics, [S. l.], v. 7, n. 3, p. 51-84, jul. 2015. DOI: 10.1257/app.20130327. Disponível em: https://www.aeaweb.org/articles?id=10.1257/app.20130327. Acesso em: 31 out. 2026.
  25. SCHUMACHER, L. M. et al. Relationship of Consistency in Timing of Exercise Performance and Exercise Levels Among Successful Weight Loss Maintainers. Obesity, [S. l.], v. 27, n. 8, p. 1285-1291, ago. 2019. DOI: 10.1002/oby.22535. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31267674/. Acesso em: 31 out. 2026.
  26. SCHUMACHER, L. M. et al. Sustaining Regular Exercise During Weight Loss Maintenance: The Role of Consistent Exercise Timing. Journal of Physical Activity & Health, [S. l.], v. 18, n. 10, p. 1253-1260, ago. 2021. DOI: 10.1123/jpah.2021-0135. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34391207/. Acesso em: 31 out. 2026.
  27. SINGH, B. et al. Time to Form a Habit: A Systematic Review and Meta-Analysis of Health Behaviour Habit Formation and Its Determinants. Healthcare, [S. l.], v. 12, n. 23, art. 2488, dez. 2024. DOI: 10.3390/healthcare12232488. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39685110/. Acesso em: 31 out. 2026.
  28. SPERANDEI, S. et al. Adherence to physical activity in an unsupervised setting: Explanatory variables for high attrition rates among fitness center members. Journal of Science and Medicine in Sport, [S. l.], v. 19, n. 11, p. 916-920, nov. 2016. DOI: 10.1016/j.jsams.2015.12.522. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26874647/. Acesso em: 31 out. 2026.
  29. SPIERING, B. A. et al. Maintaining Physical Performance: The Minimal Dose of Exercise Needed to Preserve Endurance and Strength Over Time. Journal of Strength and Conditioning Research, [S. l.], v. 35, n. 5, p. 1449-1458, maio 2021. DOI: 10.1519/JSC.0000000000003964. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33629972/. Acesso em: 31 out. 2026.

Vídeo no YouTube sobre o tema

Feedback do Usuário

Comentários Recomendados

Não há comentários para exibir.

Crie uma conta ou entre para comentar

Conta

Navegação

Buscar

Buscar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.