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Relato Ciclo Durateston + Hemogenin atualizado exames intra ciclo

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Eu colocaria uma refeição sólida no pós treino. Pelo menos 1 sanduiche além do whey. Lembrando que mesmo em cutting é bom ingerir 1 pouco de carbo no pós treino pra recuperação muscular.

 

kkkkkkkk, era EXATAMENTE o que iria dizer! Com toda certeza tem que ter uma refeição sólida no pós ..

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  • kkkkkkkkkkkkkk ri demais com essa historia do pescoço...e legal mesmo pai e filho aplicando um no outro^^ mto raro ver uma familia assim

  • acho que só tem o de 4 horas, mas não tenho o que fazer pois estou no trabalho.   No intervalo de 5 horas tem o pós treino. Não entra como refeição?

  • Eu colocaria uma refeição sólida no pós treino. Pelo menos 1 sanduiche além do whey. Lembrando que mesmo em cutting é bom ingerir 1 pouco de carbo no pós treino pra recuperação muscular.

  • Autor

estou seguindo algo como a dieta do dave plumb

http://forum.bodybuilding.com/showthread.php?t=5899101&page=1

 

em que difere da cetogenica somente por usar alta proteina e media gordura (a cetogenica é alta gordura media proteína)

 

e ai segundo ele, carbo só em uma refeição por semana... embora eu esteja pensando em fazer 1 dia inteiro (na dieta cetogenica ciclica se usa acho que 2 dias)

  • 4 anos depois...
1 hora atrás, Erasmo Carlos Oliveira Costa disse:

Boa noite galera, (EDITADO),vou tomar hemogenin + Durateston, alguem pra me ajudar

 

Tio, sem chance. Não pode ter este tipo de conversa no fórum, ok? Abraço.

  • 8 anos depois...

@Froid, você escreveu que estava desanimando porque ninguém comentava os dados. Treze anos depois, vamos comentar, porque o que você levantou aqui é mais útil do que a maioria dos relatos deste fórum, e porque a resposta que você recebeu, de que estava tudo bem dentro do normal, deixou passar o número mais importante.

O HDL 18. Você mesmo se espantou e estava certo. Esse é o achado mais sério da sua lista inteira, e ele fica escondido quando se olha só o colesterol total. Faça a conta que realmente importa: o total dividido pelo HDL. No seu caso, 222 dividido por 18 dá cerca de 12. A faixa considerada desejável fica abaixo de 5, e acima de 8 já se fala em risco elevado. Ou seja, o seu 222 de colesterol total, que parece uma alteração modesta, esconde uma relação bem ruim, porque a fração protetora praticamente desapareceu. E esse é justamente o efeito de assinatura dos 17 alfa alquilados, com a oximetolona entre os mais agressivos nesse quesito. A boa notícia é que costuma ser reversível, e valia ter repetido algumas semanas depois de encerrar para documentar a recuperação.

E aproveito para registrar que a sua saída foi engenhosa. Pagar o HDL à parte e calcular o LDL pela diferença é exatamente o caminho certo. Só tem um ajuste na conta: na fórmula de Friedewald, o VLDL é estimado dividindo os triglicérides por cinco, e não por quatro. Com os seus 142, o VLDL fica em torno de 28 e não 35, o que leva o LDL para perto de 176 em vez de 169. Ou seja, o quadro era um pouco pior do que você calculou. Vale saber também que essa fórmula perde validade quando os triglicérides passam de 400, o que não era o seu caso.

Agora o ponto que muda a leitura do TGO e do TGP, e que é o mais útil deste tópico para quem treina. Você comparou os seus 44 e 66 com casos de hepatite que chegam a 2000 e concluiu que estava tranquilo. O problema é outro: TGO e TGP não são exames específicos do fígado. Eles também saem do músculo esquelético, e treino intenso eleva os dois, principalmente o TGO. Isso significa que, em quem treina pesado, esses valores podem estar altos sem nada de errado no fígado, e podem também estar enganosamente pouco alterados enquanto existe algo acontecendo.

O exame que resolve essa ambiguidade é a gama GT, que praticamente não sobe por causa de músculo. Se TGO e TGP estão elevados e a gama GT está normal, a origem provável é muscular. Se a gama GT acompanha, aí é fígado. E olhando a lista que o seu endocrinologista pediu, a gama GT não está nela, assim como as bilirrubinas e a fosfatase alcalina. Foi exatamente o exame que responderia a sua dúvida que ficou de fora. Junto disso, dosar CPK ajuda a confirmar a contribuição muscular.

E tem um detalhe que passou batido e que merecia atenção maior que o resto: o seu TGP já estava em 62 antes de começar o ciclo, com referência até 40. Ou seja, você entrou alterado. Isso pedia investigação por si só, independentemente de anabolizante, e a explicação mais comum nessa faixa etária é esteatose hepática.

Sobre a SHBG em 3,7, com referência de 13 a 71, você perguntou e ninguém respondeu direito. Sim, a oximetolona derruba a SHBG, e sim, isso aumenta a fração livre de testosterona. Mas ela não é um bônus, ela é um sinal. A SHBG é produzida no fígado, e a queda acentuada dela é um dos marcadores mais sensíveis do efeito dos 17 alfa alquilados sobre o tecido hepático. Uma SHBG nesse patamar diz o quanto o fígado está sendo pressionado, e por isso ela deveria ser lida ao lado da gama GT e não celebrada como vantagem. Vale lembrar também que, com a SHBG no chão, a sua testosterona total de 2292 fica ainda mais distorcida como número isolado.

Um ponto que ninguém ligou. Você faz reposição de levotiroxina por hipotireoidismo, e o seu T4 veio em 6,3 numa faixa de 5,1 a 13,5, ou seja, perto do piso. Acontece que androgênios reduzem a TBG, a proteína que transporta os hormônios tireoidianos, e isso derruba o T4 total sem que a função tenha necessariamente piorado. Quem repõe levotiroxina e usa androgênio precisa acompanhar T4 livre, não o total, senão corre o risco de mexer na dose por causa de um efeito de transporte.

Sobre a sua hipótese de que o hemogenin aumentaria os glóbulos vermelhos e, por competição de precursores, derrubaria os brancos e a imunidade. Foi uma boa pergunta, e o seu próprio hemograma respondeu: veio normal. E a fisiologia não sustenta essa competição, tanto que a oximetolona foi historicamente usada justamente para tratar anemia aplástica, estimulando a produção medular. A explicação mais provável para as suas infecções de garganta naquele período está no que você mesmo relatou em volta: noites em claro, álcool e dieta de 1500 calorias com treino pesado.

Por fim, o estradiol em 151,7 com referência abaixo de 40, prolactina raspando o teto em 17,06 e a coceira no mamilo formavam um conjunto coerente, e a escolha do tamoxifeno foi adequada, porque ele age no receptor da mama. Vale só entender a divisão de responsabilidades: o estradiol tão alto vem principalmente da aromatização da testosterona do durateston, e essa parcela responderia a inibidor de aromatase. Já o componente estrogênico da oximetolona não passa pela aromatase, ele age direto no receptor, e contra ele só modulador de receptor funciona.

Resumindo o que eu levaria deste relato: HDL 18 era o alarme, gama GT era o exame que faltava, TGP alterado antes do ciclo era o achado que pedia investigação e a SHBG no chão era um marcador de fígado, não um prêmio.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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