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fisiculturismo

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  1. Atenção pessoal: recebi informação de que a venda do aminoácido creatina está proibida no Brasil. Antigamente as vendas eram realizadas com base numa liminar de um juiz em mandado de segurança. Parece que a indústria de suplementos perdeu a ação judicial e o Brasil passou a ser o único país do mundo em que a venda deste suplemento é proibida. Isso quer dizer que não se deve comprar creatina, uma vez que não há registro do produto no Ministério da Saúde. Quem pretender comprar em desrespeito à lei está sujeito a comprar um produto falsificado. Fica o alerta. Abraços, Igor.
  2. Assim que saírem os resultados iremos fazer a divulgação! Eu faço questão de publicar todos os resultados no site!!! Agora é hora da verdade! Espero que os métodos adotados sejam justos e transparentes. ótima notícia!
  3. Falsas promessas de desempenho A creatina, substância muito utilizada por atletas, não aumenta a massa muscular nem auxilia na recuperação do organismo depois dos exercícios. A revelação faz parte de um estudo realizado pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. Os pesquisadores observaram o desempenho de 18 nadadores de nível competitivo. Os voluntários tinham em média 19 anos e cerca de 70 quilos. Metade deles consumiu 20 gramas diárias de creatina enquanto o restante recebeu placebo. Após o experimento não houve diferença entre os dois grupos nos quesitos performance ou massa muscular. A creatina é adotada por praticantes de várias modalidades, embora os estudos que apontam benefícios sejam controversos. "Se for utilizada de maneira indiscriminada, ela pode até provocar insuficiência renal", alerta o professor Julio Tirapegui. FONTE: Revista Época http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,1880,00.html
  4. Ergogel hGH 130ml - sublingual Benefícios: Gel sublingual - Absorção muito rápida. Estimulador natural do hormônio do crescimento. Aumento significativo da massa muscular. Redução da gordura corporal. Melhora de todos os tecidos incluindo a pele através da redução de rugas. Aumento na energia. Aumento na função sexual. Melhora nos níveis de colesterol ldl/hdl. Melhora na visão. Melhora da memória. Restauração da cor do cabelo. Restauração do tecido capilar. Melhora no humor e no sono. Normalização da pressão arterial. Aumento da resistência e fluxo sanguíneo para o coração. Melhora no sistema imunológico. Informações sobre o produto: O uso de suplementos de hormônio do crescimento (hGH) tem sido feito com grande entusiasmo entre os físiculturistas profissionais de hoje. Um dos hormônios mais anabólicos existentes, GH, ou somatotropin, é um hormônio de peptídeos (um grupo de 191 aminoácidos ligados juntos em uma sequência específica lançada pela glândula pituitária anterior ao longo do dia em pulsações). Seus efeitos anabólicos/anti-catabólicos incluem o aumento da retenção de nitrogênio, aumento da síntese de proteína, e redução do catabolismo da proteína. Hormônios são centrais a saúde humana e vitalidade. Equilíbrio hormonal no corpo é essencial à energia, otimismo e qualidade de vida. Na rede hormonal, nenhum hormônio faz um papel mais crítico que o hormônio de crescimento humano. O Hormônio do crescimento, como sugere o nome, é necessário para crescimento nos anos de puberdade e adolescência. Depois que o corpo humano atinge seu tamanho de adulto, seus níveis começam a diminuir gradualmente. Antes da sétima década de vida humana, a quantidade de hormônio de crescimento está consideravelmente reduzida. Quantias diminuídas de hormônio de crescimento levam a vários sintomas que podem causar doenças crônicas. Por exemplo, quantias reduzidas de hormônio de crescimento resultam em uma diminuição de massa corporal magra, um aumento do tecido gorduroso, níveis altos de colesterol, obesidade, função imunológica comprometida, e podem contribuir para sintomas psicológicos, como depressão. Isto indica a importância do hormônio de crescimento em manutenção da saúde. Os benefícios do hormônio de crescimento não são apenas para os mais velhos cuja habilidade para produzi-lo naturalmente reduziu com a idade. O hormônio do crescimento é essencial para pessoas de todas as idades, mas especialmente para atletas e pessoas que se exercitam regularmente. A estimulação do corpo para produzir o hormônio de crescimento naturalmente pode, então, ter imenso benefício à saúde tanto para manter a boa saúde mas também para ir contra o processo de envelhecimento. O GH (hormônio do crescimento) é a solução anti-obesidade mais efetiva que já se descobriu. Ele acelera o metabolismo a picos anteriores, reduz a barriga, quadris, cintura e coxas, enquanto aumenta a massa muscular. Como ele melhora o humor, a maioria das pessoas sente um bem estar jovial e um sabor de vida restabelecido. Padrões de sono saudáveis retornam, ao proporcionar os níveis mais fundos de sono. Antes de 1997, era necessário levar injeções caras de hormônio de crescimento sintético. Isto poderia custar em qualquer lugar de U$15,000 a U$20,000 por ano, e só estrelas do cinema e indivíduos milionários podiam obter isto e tirar proveito desse programa caro. A notícia boa é que hoje ja há produtos, por menos que uma fração do custo, que lhe permitirão colher os benefícios de seu "próprio" hormônio humano natural de crescimento, através de ingestão oral. Ao longo do dia, o Hormônio do Crescimento é liberado em maior quantidade em pulsos, durante as primeiras fases do sono, depois ele é rapidamente convertido no fígado para seu metabólito principal, o IGF-1, também conhecido como somatomedina - C. É esse IGF-1 quem promove, de fato, a maior parte dos efeitos atribuídos ao hGH. Ergogel hGH - A Estimulação da Somatotropina (hgH) bem como sua conversão bioquímica em IGF-1 (Insulin-like Growth Factor-1), determinam maior anabolismo e hipertrofia de estruturas ativas da fibra muscular, chamadas Mioblastos, promovendo anabolismo protéico e oxidação da gordura corporal. Para saber mais sobre esse produto visite:
  5. Pílula de Anti-obesidade poderia ajudar na cura do uso de drogas Por MALCOLM RITTER, 15 nov, 2004, Miami Herald (tradução livre pela equipe Suplementa) NOVA IORQUE - Uma pílula que ajuda perder peso também faz deixar de fumar? Isso estava intrigando muito os jornais acompanhando as manchetes da semana passada. Os cientistas dizem que a droga experimental poderia ser até mais versátil, enquanto provê uma ferramenta nova para ajudar as pessoas a deixar de usar drogas e álcool. É chamada de rimonabant, ou Acomplia, e os pesquisadores informaram que não só poderia ajudar as pessoas a perder peso, mas poderia controlar a situação durante dois anos. A reputação de droga aumentou depois de março, quando dois estudos que sugeriram tais resultados que poderiam lutar contra a obesidade e o hábito de fumar, dois dos maiores assassinos de humanidade. A empresa farmacêutica francesa Sanofi-Aventis planeja buscar aprovação federal (nos Estados Unidos) para rimonabant no ano que vem. Mas os benefícios da droga podem ir além dos fumantes e dos obesos, dizem os pesquisadores. "Eu penso que haverá um impacto grande no tratamento do hábito", disse o Dr. Charles O'Brien, perito em dependência (vício) na Universidade de Pennsylvania e do Centro Médico dos Veteranos da Filadélfia. Estudos em animais sugerem que rimonabant pode bloquear os efeitos da maconha e recaída do vício do álcool e do uso de cocaína, disse. Uma vez aprovada para tratar da obesidade ou do hábito de fumar, "nós estaremos liberados para estudar nestas outras áreas e eu procurarei iniciar o trabalho tão rápido quanto possível", disse O'Brien. Ele não está só neste entusiasmo. O Instituto Nacional sobre Abuso de Álcool e Alcoolismo está interessado em ver se rimonabant pode ajudar a tratar dos grandes bebedores, disse Dr. George Kunos do Instituto. Não há publicação de nenhum teste humano com rimonabant a respeito de abuso de álcool, disse. Mas pesquisadores do Instituto Nacional de Abuso de Drogas informaram que em 2001 uma única dose da droga bloqueou os efeitos de maconha defumada em pessoas, não só em animais. Isso sugere que a droga poderia ser útil no tratamento da dependência de maconha, disse Marilyn Huestis, pesquisadora chefe do estudo. O instituto está promovendo pesquisa de prosseguimento agora, disse Huestis, chefe substitura para química e pesquisa de metabolismo de droga, a NIDA. Os rastros de versatilidade de rimonabant trazem seus efeitos no sistema de compensatório do cérebro, que lhe diz para que continue fazendo algo. Basicamente, parece ajudar quebrar a conexão entre uma atividade como o fumar e o sentimento recompensador que causa no cérebro. O corpo tem suas próprias substâncias iguais à maconha, chamadas endocannabinoides, elas ativam certas células de cérebro que podem conduzir à excitação do sistema de recompensa. Quem gosta de beber álcool, pensa que coisas aprazíveis são ativadas por um sentimento de recompensa agindo pelo sistema de endocannabinoidal. "Nós pensamos que o sistema (endocannabinoidal) é ativado através do hábito crônico de fumar, ou talvez até mesmo comendo em excesso", disse o Dr. Robert Anthenelli da Universidade de Cincinnati, Faculdade de Medicina e do Centro Médico dos Veteranos da Filadélfia. Ele está no rol de Conselheiros da empresa Sanofi-Aventis. Rimonabant bloqueia o efeito dos endocannabinoides naturais impedindo-os de atuar sobre as células do cérebro que eles regularmente estimulam, disse. Em fumantes, por exemplo, isso parece restabelecer o equilíbrio natural do circuito de recompensa do cérebro, disse.
  6. ATENÇÃO PESSOAL: a reportagem a seguir foi publicada hoje no Correio Braziliense, dia 07 de setembro de 2004. Substâncias ANABOLIZANTES podem ser extremamente perigosas para a saúde! Somente um médico habilitado pode prescrevê-las. VIDAS EM RISCO Vítimas de anabolizante Fabíola Góis e Marcelo Rocha Do Correio Braziliense 07/09/2004 08h03 - Seis jovens, entre 15 e 25 anos, arriscaram a vida em troca de músculos. Dois deles, internados em coma na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), lutam para sobreviver às altas doses de Estigor — um esteróide anabolizante produzido na Argentina e usado para engordar vacas. A substância foi aplicada na veia e nos músculos dos rapazes, que começaram a se sentir mal na quinta-feira passada. Moradores de Padre Bernardo (GO), distante 120 km de Brasília, os jovens foram atraídos pela possibilidade de ganhar músculos sem precisar suar a camisa. Ouviram dizer que injetar a substância no organismo era o suficiente para ter o bíceps aumentado. Contam que foram abordados no meio da rua por um rapaz que vende a substância por R$ 1 cada ml. O atendente Jackson Vieira de Souza, 21 anos, foi quem mais sofreu as conseqüências do uso irresponsável da droga. ‘‘Ele comprou o anabolizante de um jovem da cidade, que também injetou a droga nos outros garotos’’, afirmou Raquel Alves de Souza, 39 anos, tia de Jackson. A mãe dele, Maria Aparecida Vieira de Souza, 44, ouviu de um médico que só Deus poderia salvar o rapaz. ‘‘Só quero Justiça. Como podem fazer uma coisa dessas com eles?’’ Foram 30ml em cada braço. Outro que corre risco de morte é Pedro Henrique do Carmo Gonzaga, 15. O garoto também queria ficar com os músculos fortes. ‘‘Encontrei meu filho em casa vomitando e delirando’’, disse a mãe, Luísa Maria do Carmo, 40. Ela diz que processará os responsáveis pelos danos causados ao filho. Pedro e Jackson podem sofrer seqüelas cerebrais irreversíveis. Estão em coma e respiram com a ajuda de aparelhos. Jackson teve de fazer uma cirurgia para retirar urina da bexiga. Dores O rapaz acusado de vender a substância aos jovens não foi encontrado pelo Correio. ‘‘Ele ofereceu a droga ao meu irmão de 14 anos’’, disse Sérgio Roberto Gomes dos Santos, internado na emergência do HBDF. Sérgio e os colegas Hemerson Roniton Valadares, 19, e Ivonez Alves de Castro, 25, recuperam-se das lesões provocadas no bíceps no Posto 6 do HBDF. ‘‘Pensei que não fazia mal desse jeito. Usei 20ml em cada braço. Senti dores fortes nos braços’’, contou Hemerson. O jovem confessou ter comprado a droga para ficar forte apenas por vaidade: ‘‘Queria ficar com o bíceps forte’’. Ivonez, o mais velho do grupo, não consegue dobrar os braços. ‘‘Tomei a injeção às 21h de quarta-feira e passei mal na quinta de manhã. Fiquei parecendo um drogado, delirando e sem falar coisa com coisa.’’ O sexto paciente internado no HBDF já recebeu alta e está em casa. Os males do Estigor no homem - O Estigor é um composto com nandrolona (esteróide anabolizante) e vitaminas A, D e E. Quando é injetada, aumenta o volume do músculo - Provoca miosina, uma lesão muscular que causa dor e liberação de enzima CPK (fosfoquinase). Em doses altas, é tóxica para o organismo - A injeção pode provocar embolia cerebral. Partículas de gordura são levadas pelo sangue ao cérebro - Provoca arritmias no coração e parada cardíaca - Os pacientes apresentam insuficiência respiratória e precisam respirar com a ajuda de aparelhos - Lesiona os rins, causando insuficiência renal aguda - Os danos podem ser irreversíveis e até matar Polícia investiga o caso A venda do anabolizante Estigor aos seis jovens de Padre Bernardo (GO) será investigada por policiais civis da cidade. O caso também foi registrado na delegacia de Brazlândia, no Distrito Federal, primeiro destino das vítimas quando as reações adversas da substância se manifestaram, ainda na quinta-feira (2). Até o início da noite desta segunda-feira, porém, a polícia ainda não tinha pistas sobre o destino do rapaz acusado de negociar e aplicar o composto ilegalmente. Os pais das vítimas forneceram aos agentes o nome de um jovem que negociaria a droga em Padre Bernardo. Fabricado na Argentina, o Estigor contém nandrolona e vitaminas A, D e E. Daí vem o apelido: ADE. O produto é de uso veterinário, indicado para vacas no pós-parto. Nessa fase, o organismo do animal sofre queda nos níveis de magnésio e, às vezes, cálcio. O remédio ajuda a recompô-los e fortifica o animal. Mesmo em vacas, recomenda-se diluir a droga em outros produtos, o que não ocorreu com os seis garotos de Padre Bernardo. Vaidade Na busca incansável por um corpo torneado, os jovens aplicam o composto de forma irresponsável. De acordo com um jovem de gangue de pichadores ouvido pelo Correio, uma única injeção, com 10ml pode custar até R$ 16. Para produtores pecuários, o frasco com 250ml custa cerca de R$ 90. ‘‘Conheço vários moleques que vendem ADE por aí. Costumam procurar clientes nas portas de academias’’, revelou. Muitos consumidores recorrem à internet para adquirir o produto e saber como usá-lo. ‘‘Os pais devem estar atentos. Essas substâncias podem matar’’, advertiu o médico José Carlos Quinaglia e Silva, diretor do HBDF. Segundo ele, a substância injetável aumenta o volume dos músculos, mas provoca lesões e dores fortes. Os usuários correm risco de ter os rins paralisados, arritmia cardíaca, edema cerebral e embolia pulmonar. ‘‘Dos seis pacientes que deram entrada, dois respiram por aparelho. O quadro é grave’’, explicou. ‘‘Eles apresentaram melhora nas últimas horas, mas ainda correm risco de morte’’, afirmou o intensivista Osório Luís Rangel Almeida, que atende Pedro Henrique Henrique do Carmo Gonzaga e Jackson Vieira de Souza. O especialista contou que o Estigor funciona como silicone para homens. O médico, que conversou também com os outros internados, disse que a vontade de ver os músculos crescer rápido fez com que os jovens procurassem a droga. Continua a reportagem em 9 de setembro de 2004: Padre Bernardo (GO) Anabolizante consumido por jovens é ilegal no Brasil Marcelo Rocha Do Correio Braziliense 09/09/2004 08h32 - Uma das substâncias de uso animal injetada no corpo por 11 jovens de Padre Bernardo (GO) tem a venda proibida no país desde 2001. O anabolizante nandrolona foi vetado pelo governo brasileiro depois que estudos encontraram vestígios dele na carne consumida pelo homem. O composto faz parte da fórmula do Estigor, o medicamento veterinário de fabricação argentina que o grupo afirma ter consumido em busca de músculos estufados. O comércio ilegal do produto indicado para engorda de vacas é alvo de duas investigações policiais, em Goiás e no Distrito Federal. Em Padre Bernardo, o delegado Rodrigo Fontoura de Carvalho abriu inquérito e começou a ouvir ontem os envolvidos. Agentes da 18ª DP (Brazlândia) apuram a transação clandestina do produto antes mesmo de o caso estourar no Entorno. A partir de denúncia, há suspeita de que o fornecedor do Estigor more em Brazlândia. Na última quinta-feira (2), seis jovens entre 15 e 25 anos foram atendidos no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) com reações alérgicas decorrentes da aplicação da droga. Alguns arriscaram doses exageradas do anabolizante. Caso de Jackson Vieira de Souza, 21, que chegou a injetar 80 ml em cada braço. Até para bovinos, recomenda-se diluir o líquido em outros compostos antes do uso, tamanha sua potência. Exames realizados pelo HBDF vão confirmar a substância e a quantidade aplicada nos rapazes. Até a noite desta quarta-feira, Jackson e Pedro Henrique Gonzaga, 15, permaneciam internados, em coma, na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Respiravam com a ajuda de aparelhos, segundo a assessoria de imprensa do hospital. Os dois podem sofrer seqüelas cerebrais irreversíveis. Embalagens Depois de receber alta no início da semana, duas vítimas estiveram nesta quarta-feira na delegacia de Padre Bernardo para prestar depoimento. Valderney Ferreira Nascimento e Sérgio Gomes dos Santos, ambos de 20 anos, contaram ao delegado Rodrigo Fontoura que pagaram R$ 1 por cada ml do anabolizante. Achavam que o produto era indicado para humanos. ‘‘Afirmam não ter visto embalagem ou frascos. Apenas seringas’’, explicou o delegado. Policiais acharam oito seringas dentro de um bueiro ao lado da casa de um dos usuários. Um jovem de 17 anos é apontado pelos demais como vendedor e aplicador do anabolizante. ‘‘Ele seria uma espécie de atravessador. As suspeitas de quem esteja trazendo o produto para a região recaem sobre um morador de Brazlândia’’, adiantou Fontoura. Agentes do DF confirmaram a informação, mas mantêm a identidade do suspeito em sigilo. Valderney e Sérgio afirmaram ainda não freqüentar academia e que esse teria sido o primeiro contato com anabolizantes. Contaram ter usado o Estigor — que leva nandrolona e vitaminas A, D e E — e um complexo vitamínico: o ADE, feito à base das mesmas vitaminas. ‘‘Precisamos saber se as duas substâncias têm registro, se são permitidas no país. A depender das informações, o caso pode ser enquadrado até em tráfico de drogas’’, explicou o delegado. Comercialização O Ministério da Agricultura regula o comércio de medicamentos veterinários em território nacional. ‘‘O Estigor não tem registro no Brasil. Desde 2001, a venda de anabolizantes para bovinos está proibida por causa dos resíduos que ficavam no animal abatido para consumo do homem’’, informou Ricardo Pamplona, coordenador de produtos veterinários. No país, acrescenta ele, existem mais de dez mil pontos de venda de remédios para uso animal. Quanto ao ADE, Ricardo Pamplona disse que não há restrição na venda, mas não descarta regras mais rígidas para a comercialização. ‘‘É composto vitamínico simples. Ele é indicado apenas para animais e até agora não exigiu regras mais duras. O problema é que tem chegado informações sobre o seu uso por humanos’’, reconheceu o técnico do Ministério da Agricultura. Entidades que acompanham o setor querem mais rigor na venda desses produtos. ‘‘Falta regulamentação e o comércio é indiscriminado’’, avaliou Alexandre Pagnani, presidente da Associação Brasileira de Estudos e Combate ao Doping, de São Paulo. A entidade já enviou ofício ao ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, pedindo audiência para discutir o assunto. De acordo com a assessoria do ministério, Rodrigues já mandou agendar o encontro. Os males do Estigor - O Estigor é um composto com nandrolona (esteróide anabolizante) e vitaminas A, D e E. Quando é injetada, aumenta o volume do músculo - Provoca miosina, uma lesão muscular que causa dor e liberação de enzima CPK (fosfoquinase). Em doses altas, é tóxica para o organismo - A injeção pode provocar embolia cerebral. Partículas de gordura são levadas pelo sangue ao cérebro - Provoca arritmia no coração e parada cardíaca - Os pacientes apresentam insuficiência respiratória e precisam respirar com a ajuda de aparelhos - Lesiona os rins, causando insuficiência renal aguda - Os danos podem ser irreversíveis e até matar Continua a reportagem em 10 de setembro de 2004: Bomba Morre rapaz que injetou anabolizante para ganhar músculos Marcelo Rocha Do Correio Braziliense 10/09/2004 07h49 - O ataque começou pelos pulmões. Rins e fígado foram golpeados logo em seguida. O nocaute veio às 14h30 desta quinta-feira. O coração de Jackson Vieira de Souza, 21 anos, perdeu a luta contra o anabolizante nandrolona. Internado há uma semana no Hospital de Base, o morador de Padre Bernardo (GO) morreu por insuficiência múltipla de órgãos. Complexado com o porte físico — segundo a família o rapaz de 1,75m pesava pouco mais de 50kg —, Jackson consumiu o nandrolona na tentativa de inflar os músculos sem muito esforço. Ele e pelo menos outros dez garotos da cidade, distante 120 km de Brasília, injetaram a droga no corpo. A experiência custou caro. Seis tiveram reações alérgicas à substância e foram parar no hospital. Um ainda permanece na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). O rapaz que morreu nesta quinta-feira teria arriscado a dose mais alta. ‘‘Ele queria tomar um remédio para ganhar corpo, mas o remédio certo. Não esse veneno’’, desabafou a mãe da vítima, Maria Aparecida Vieira de Souza, 44 anos, depois de receber a notícia e deixar o Hospital de Base, onde o filho chegou na quinta-feira (2) da semana passada. ‘‘Sempre disse a ele para desistir dessa idéia: ‘Meu filho, você tem o corpo muito bonito’.’’ Jackson, que trabalhava como balconista de videolocadora, chegou ao hospital ainda consciente, mas rapidamente evoluiu para um quadro crítico. ‘‘A droga logo causou falência respiratória. Depois, atacou outros órgãos vitais. Hoje (quinta-feira), o coração não aguentou’’, descreveu o diretor do Hospital de Base, José Carlos Quinaglia. De acordo com o médico, o outro jovem de Padre Bernardo internado na UTI — Pedro Henrique Gonzaga, 15 anos — respira com a ajuda de aparelhos. Os médicos colheram sangue do rapaz para avaliar o nível de contaminação e confirmar a substância injetada. Relatos dos demais envolvidos apontam para um remédio veterinário fabricado na Argentina. Conhecido no comércio como Estigor e indicado para a engorda de gado, o produto leva em sua fórmula nandrolona — derivado do hormônio masculino testosterona —, além do complexo de vitimas A, D e E. Proibido Em 2001, o Ministério da Agricultura vetou a venda de remédios veterinários à base de nandrolona. Estudos detectaram vestígios do anabolizante na carne consumida pelo homem. De acordo com Ricardo Pamplona, da coordenação de produtos agropecuários, a importação do produto está proibida. A polícia pode até mesmo enquadrar o caso em tráfico de drogas. É importante esclarecer, porém, que o nandrolona é também adicionado a medicamentos de uso humano. Remédios para o combate à osteosporose, por exemplo, levam a substância, indicada para aumento de massa óssea. A diferença está na dosagem, bem inferior. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) controla a comercialização dos produtos feitos a partir dessa droga. Normas estabelecem a apresentação de receita médica em duas vias. Alguns atletas de nível internacional utilizam a substância proibida. Em junho, o velocista americano Jerome Young, campeão olímpico em Sydney no revezamento 4 x 400 metros, foi considerado culpado de doping, justamente por ter feito uso de nandrolona. Um mês depois, um relatório de 21 páginas emitido pela agência mundial de controle de doping denunciou a presença do esteróide nas amostras de urina de pelo menos sete tenistas. Os amigos de Jackson afirmam ter usado a substância pela primeira vez. Eles compraram cada mililitro por R$ 1. As doses variaram. Dizem que o rapaz morto chegou a injetar 80ml. Um jovem de 17 anos é apontado como fornecedor e aplicador do nandrolona. Em vacas de 350 a 400kg, a dose recomendada é de 10ml. A exemplo dos demais, Jackson de Souza queria ganhar corpo. O rapaz tinha complexo de ser magro. ‘‘Sempre brinquei com ele. Dizia que as mulheres gostavam mais dos magros’’, lamentou Maria Aparecida Vieira. O filho da dona-de-casa era o mais velho de três irmãos. Continua em 11 de setembro: DROGAS Confissão na polícia Adolescente apontado como fornecedor dos anabolizantes aos rapazes de Padre Bernardo confirma que aplicou a substância no jovem que morreu no Hospital de Base. Esteróide foi comprado em Brazlândia -------------------------------------------------------------------------------- Fabíola Góis Da equipe do Correio Fotos: Edilson Rodrigues Mais de 200 pessoas acompanharam a chegada do corpo de Jackson Vieira ao cemitério de Padre Bernardo Encapuzado, rapaz apontado como fornecedor deixa a delegacia Foram quatro horas de interrogatório. O jovem de 17 anos acusado de ter injetado o anabolizante nandrolona em dez moradores de Padre Bernardo (GO) apresentou-se ontem à polícia goiana na companhia do pai e de um advogado. Confessou ter aplicado a substância nos rapazes. Confirmou ainda que comprava a droga de um lutador de jiu-jitsu de Brazlândia (DF), conhecido como Bombado. Mas negou que vendia o produto clandestinamente. ‘‘Ele não sabia do mal que poderia causar’’, defende o pai, professor de uma escola pública da cidade. A versão foi contestada por quatro dos seis rapazes internados no sábado passado, no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). ‘‘Ele ofereceu o anabolizante para nós. Achei que estava tomando uma substância e ele aplicou outra. O frasco estava sem o rótulo’’, disse Ivonez Alves de Castro, 25 anos. Com seqüelas aparentes — o braço de Ivonez está tão inchado que quando é apertado, o dedo afunda dois centímetros —, o rapaz ainda fica perturbado e com a visão escurecida. Teve o funcionamento do intestino prejudicado. Sente tontura com freqüência. Com a morte de Jackson Vieira de Souza, 21 anos, na quinta-feria, o adolescente e Bombado poderão ser indiciados por homicídio doloso (assumir o risco de matar) caso o inquérito instaurado na Delegacia de Padre Bernardo aponte os dois como responsáveis pelo crime. Existe a possibilidade de Bombado ser enquadrado por tráfico de drogas ou contrabando, uma vez que a nandrolona para uso animal está proibida pelo Ministério da Agricultura. O adolescente prestou depoimento ao delegado Rodrigo Fontoura de Carvalho. ‘‘Só com o final das investigações podemos apurar se foi mesmo o Estigor que provocou a morte de Jackson’’, afirmou. O policial aguarda resultado de necropsia feita pelo Instituto de Medicina Legal (IML), a pedido do Ministério Público do DF, para juntar ao inquérito. Por enquanto, não há provas para pedir a prisão dos acusados, segundo Cardoso. Quatro rapazes disseram, em depoimento ao delegado, que teriam sido aliciados pelo menor. ‘‘Ele era o modelo do produto’’, afirmou Carvalho. O jovem andava sem camisa pela cidade para mostrar os músculos salientes, conseguídos com anabolizantes. O pai confirmou que o filho usava esteróides desde maio, escondido da família. Uma outra testemunha também foi ouvida na delegacia de Padre Bernardo. Honório Maurício Lima, 18, presenciou o adolescente aplicar as injeções em Jackson, Ivonez e em Hemerson Roniton Valadares, 19. Ele também injetou cinco mililitros da droga em cada braço há duas semanas, mas nada sentiu até agora. ‘‘Ele vendeu um remédio diferente do que tomava’’, contou. Ao contrário de Honório, que não sofreu as conseqüências da ingestão da nandrolona, Sérgio Roberto Gomes dos Santos, 19, sente os efeitos colaterais. O pai dele, Sérgio Antônio dos Santos, 50, observou o filho com dificuldades para falar, raciocínio lento e confuso. ‘‘Foram os piores dias da minha vida. Senti que meu filho estava morrendo e não podia fazer nada’’, revelou. Primeiro caso Agentes e delegados da 18ªDP (Brazlândia) ajudam nas investigações em Padre Bernardo. ‘‘Esse é um caso pioneiro. Nunca houve registro de morte por anabolizante no DF e em Goiás’’, afirmou o delegado adjunto, Yuri Fernandes. Até o final desta edição, ninguém havia sido preso. Bombado responde a três ocorrências na 18ªDP. Duas delas por lesão corporal e a terceira por tentativa de homicídio. Na segunda-feira passada, ele prestou depois por ter sido acusado de espancar um jovem de 17 anos. A polícia, desde o início do ano, investiga a participação dele na venda e distribuição de anabolizantes de uso proibido em Brazlândia e cidades vizinhas. Na noite de quinta-feira, os agentes conseguiram localizar uma vítima de Bombado. Um rapaz de 15 anos teria passado nove dias internado no Hospital Regional de Brazlândia depois de ter recebido aplicação de uma droga, que também pode ser Estigor. Ele usava a substância desde março e injetou, ao todo, 390 mililitros. Existem outras vítimas da substância na cidade, mas os policiais ainda não conseguiram convencê-las a prestar depoimento. ‘‘Ele mete medo entre os moradores. É muito forte e anda com gangues’’, disse um policial. RISCO DE MORTE Pedro Henrique Gonzaga, 15 anos, que recebeu injeções de 10 mililitros de nandrolona em cada braço, permanece internado na UTI do Hospital de Base do Distrito Federal. Ele respira com ajuda de aparelhos, mas, de acordo com o médico intensivista Osório Luís Rangel Almeida, o rapaz apresentou melhora significativa na tarde de ontem. Segundo ele, Pedro Henrique ainda corre risco de morte. -------------------------------------------------------------------------------- Enterro será hoje de manhã Pelo menos 200 pessoas estiveram presentes ontem ao velório de Jackson Vieira de Souza, no salão da Igreja Nossa Senhora de Fátima, em Padre Bernardo (GO). Eram 16h30 quando o corpo dele chegou ao cemitério. Pelo menos três colegas do jovem desmaiaram quando viram o caixão. A mãe de Jackson, Maria Aparecida Vieira de Souza, 44 anos, teve uma crise de choro e passou alguns minutos agarrada ao corpo do filho. Maria Aparecida precisou ser amparada pelas amigas. Pouco antes do velório, ela disse ao Correio: ‘‘Meu filho tinha uma vida inteira pela frente. Era muito querido na cidade. Eu não sei o que vai ser de mim quando passar o efeito dos calmantes’’. Amigo de Jackson, Valdernei Souza Ferreira, 21 anos, se emocionou quando viu o caixão. Ele também injetou a substância no mesmo dia que o rapaz e ficou dois dias internado. O enterro de Jackson está marcado para hoje, às 8h, no cemitério de Padre Bernardo (GO).
  7. AS REGRAS SÃO CLARAS: Aquele que intentar negociar anabolizantes nesse fórum será SUMARIAMENTE EXCLUÍDO. Ontem mesmo saiu no JORNAL NACIONAL uma reportagem sobre a prisão de um dos maiores traficantes de anabolizantes do Brasil. Fiquem de olhos abertos. Não queremos problemas para nosso fórum. Usuários, por favor, compreendam as precauções e cooperem. Abraços.
  8. Eu gosto de fazer o agachamento com aplitude menor de movimento para preservar os joelhos... depois de mais de 6 meses treinando pesado e descendo ateh o chao passei a sentir dores nos joelhos... atualmente pego mais peso num movimento menor... o problema agora eh a forte pressao nos orgaos internos e na coluna. Por isso sempre faca agachamento sob orientacao do professor.
  9. EXERCÍCIO FÍSICO Sem suor, sem resultado Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo aponta que a ginástica passiva não delineia nem aumenta a massa muscular. Quem quer emagrecer ou ficar mais forte vai precisar encarar as malogradas malhação e dieta nutricional Lilian Tahan Da equipe do Correio A promessa do corpo perfeito sem nenhum sacrifício, como malhar ou fazer regime, está na moda. A última novidade da indústria do corpo é fazer exercício sem mover um músculo, ou desperdiçar uma gota de suor. O milagre tem o formato de uma cinta preta, cheia de eletrodos. A solução que os mais preguiçosos pediram a Deus. Para a ciência, não passa de fraude. Uma tese de mestrado publicada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostrou que os aparelhos de eletroestimulação vendidos em shop times não emagrecem, não delineiam nem aumentam a massa muscular. Fátima: ‘‘O resultado foi muito aquém do que eu esperava’’ A pesquisa avaliou o desempenho de 20 pessoas — dez homens e dez mulheres — em duas etapas. Em uma delas, os voluntários usaram o aparelho de eletroestímulo no abdômen por 15 minutos. Na outra fase, eles tiveram que se entregar aos exercícios abdominais. Duzentinhos, divididos em quatro séries de 50. Nos dois dias, foram feitos exames de sangue, freqüência cardíaca, pressão arterial e consumo de oxigênio. ‘‘A intenção era avaliar o efeito imediato da eletroestimulação e compará-lo com os exercícios ativos’’, explica Gerseli Angeli, autora da tese. O resultado colocou à prova a qualidade das cintas elétricas. Elas estimulam o músculo, mas não o suficiente para modelar o corpo. Os testes de sangue acusaram que as substâncias creatinoquinase e desidrogenase láctica, comuns no sangue após a atividade física, aparecem em pequena quantidade quando o exercício é passivo. ‘‘Para uma atividade fazer efeito é preciso que haja uma sobrecarga. Mesmo na potência máxima, esses aparelhos não provocam a hipertrofia’’, garante a especialista. Efeito frustrante A teoria de Gerseli Angeli foi, por alguns meses, realidade para Maria de Fátima Teixeira, 35 anos. Há seis meses, ela cedeu aos apelos da propaganda televisiva e arrematou um desses aparelhos por R$ 390. Queria ajustar a cintura depois de uma gravidez seguida de lipoaspiração. A idéia era modelar o corpo (dela e do marido) sem pisar em uma academia de ginástica. ‘‘As aplicações ajudaram a enrijecer a região da barriga, mas o resultado foi muito aquém do que eu e meu marido esperávamos’’, reclama Maria de Fátima. Quando comprou o aparelho, a dona de casa imaginava que poderia ficar com um corpinho parecido aos dos modelos que anunciam a novidade. Depois de seis meses, nem sinal da desejada barriga de tanquinho. Mas Maria de Fátima encontrou outra função para os eletroestimuladores. Certa vez, se entregou a uma seção de ginástica sem suor em plena crise de cólica. Em poucos minutos a dor foi embora. Maria de Fátima atribuiu o benefício anestésico aos eletrodos. ‘‘Pelo menos para esse fim, eles me serviram muito bem’’, brinca. Eficiente para cólica, mas uma negação para emagrecer. Essa é outra conclusão da pesquisa da Unifesp. As medições do nível de oxigenação nas pessoas observadas mostraram que não houve aumento no consumo do gás com o uso da cinta eletroestimuladora. Sem esse aumento, não existe gasto calórico e assim não há queima de gordura. ‘‘Não tem como reduzir medida sem queimar calorias. Para cada litro de oxigênio consumido, são queimadas cinco calorias. No caso das cintas, o consumo de oxigênio é igual ao que se tem em repouso’’, compara Gerseli. Em meio a tantas críticas, uma ressalva para levantar a bola dos eletroestimuladores. Se não têm tanto sucesso, a pesquisa constatou que mal também não fazem. Nos últimos meses, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibiu o uso de algumas marcas do aparato, alegando riscos à saúde. Um deles responsabilizava os aparelhos por queimaduras na pele e até em órgãos internos. O outro problema levantado por especialistas da saúde é a arritmia cardíaca provocada pelas descargas elétricas. Os testes aplicados para a conclusão da tese comprovam que os choques são muito leves e, por isso, incapazes de interferir nos batimentos cardíacos. Quanto às queimaduras, também este perigo está descartado, desde que os usuários sigam as instruções. Menos mal, então. EM TESTE 20 pessoas foram avaliadas na pesquisa da Unifesp, todas fizeram 15 minutos de eletroestimulação e 200 abdominais -------------------------------------------------------------------------------- PREJUÍZOS E BENEFÍCIOS Não aumentam músculos A pesquisa mostrou que dois tipos de enzimas da fibra muscular que passam para a corrente sangüínea indicando a eficiência da ginástica quase não são encontrados no sangue dos esportistas passivos Não emagrecem Comparando a evolução do uso de oxigênio antes e depois das seções de exercícios passivos, constatou-se que não há aumento do consumo de oxigênio depois das atividades com os eletroestimuladores. Sem esse aumento, não há queima de gordura Não causam danos à saúde Os aparelhos que estão no mercado não queimam, nem provocam arritmia. O prejuízo é financeiro. O aparelho está na faixa dos R$ 400 FONTE: Correio Braziliense http://www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO ... 03_162.htm
  10. Os limites do corpo Mesmo malhando, nem todo mundo consegue músculos volumosos e definidos. Mas isso não é pretexto para os preguiçosos: com ou sem um físico privilegiado pela genética, todo mundo tem de se exercitar Bel Moherdaui Estar em forma – tradução: magro, corpo durinho, músculos definidos – é o sonho que faz lotar as academias do planeta. Regata molhada de suor, faixa na testa, luva de proteção, homens e mulheres de todas as idades dedicam horas de agendas corridas ao esforço de eliminar gorduras, afinar a silhueta e, enfim, conquistar o gostinho de se olhar no espelho e se achar parecido com o sarado ou a sarada da televisão. Este é o sonho. A realidade é muito diferente. De um modo geral, as pessoas que assumem a necessidade de praticar exercícios físicos situam-se em dois grupos distintos: os que se dedicam com exagero, e acabam magros demais ou musculosos demais ou obcecados demais, e os que começam animados a semana 1, perdem o pique na semana 2 e desistem na semana 3 – só para começar tudo de novo alguns meses depois. Isso não acontece por acaso, nem por pura obsessão de uns e incontrolável preguiça de outros. Como a ciência vem demonstrando de forma cada vez mais inapelável, malhar e obter resultados consistentes é questão de genética e cabe a cada um encontrar seu limite e permanecer nele, sem extrapolar mas também sem fazer corpo mole. Num dos mais recentes estudos americanos sobre o tema, um grupo de 742 pessoas extremamente sedentárias, pertencentes a cerca de 200 famílias diferentes, foi submetido a vinte semanas de um mesmo programa de exercícios supervisionado. Com as comparações entre os resultados obtidos, constatou-se que a melhora da resistência física é semelhante entre membros da mesma família e que a influência da carga genética no resultado é de até 47%. O estudo, ainda em andamento, é coordenado pelo pesquisador Claude Bouchard, diretor do Centro de Pesquisas Biomédicas Pennington da Universidade do Estado da Louisiana. Bouchard, especialista na pesquisa das relações entre genética e capacidade física, já havia coordenado na década de 80 outro importante levantamento na área. Primeiro, um grupo de trinta sedentários foi submetido a vinte semanas de treinamento, com cinqüenta minutos de exercícios vigorosos quatro vezes por semana. "Alguns melhoraram a forma física em 50% a 60%. Outros não tiveram melhora nenhuma", constatou Bouchard. Ele então repetiu o treinamento com pares de gêmeos idênticos, que, por serem clones naturais, são usados em inúmeros estudos para avaliar a importância da carga genética em contraposição às influências externas. Constatou que se um respondia bem ao treinamento, o mesmo ocorria com o outro; e se um ia mal, ambos iam. Conclusão óbvia: há pessoas que nascem propensas a, exercitando-se, obter um corpo musculoso ou uma excelente resistência aeróbica. Outras não têm essa capacidade inata. Podem malhar e melhorar a condição física, mas não haverá esteira ou halter que promova a explosão de bíceps desejada por muita gente como ideal estético. José Carlos: hábito de fazer tudo o que o treinador manda, e mais um pouco "escondido" O pendor genético para obter resultados compensadores com a malhação é um aspecto muito pouco divulgado entre os que se esfalfam nas pistas de corrida e salas de musculação. No currículo dos atletas em tempo integral, no entanto, os genes têm papel de destaque. "Hoje sabemos que até 80% do resultado de alguns campeões olímpicos é determinado pela genética", diz o fisiologista Turibio Leite de Barros, coordenador do Centro de Medicina da Atividade Física e do Esporte da Universidade Federal de São Paulo. A porcentagem varia conforme a modalidade esportiva. Os dois talentos físicos mais nitidamente marcados por fatores genéticos são para as corridas de resistência (maratona) e de velocidade (100 metros rasos). Em ambos os esportes, por mais que o atleta se dedique, jamais ganhará medalha se não tiver nascido, entre outras características, com a proporção de fibras "certas": vermelhas, mais aptas a agüentar longos períodos de contração sem se esgotar, no caso dos maratonistas; brancas, de contração rápida, para os velocistas. Já no caso dos levantadores de peso, o aumento da massa muscular depende da capacidade de um processo chamado síntese de proteína, que ocorre nos músculos (além, claro, de treinamento intenso). "O músculo funciona como um mosaico contendo vários tipos de célula. Cada pessoa tem seu mosaico, determinado pelos genes. Dependendo dele, a síntese de proteína é maior ou menor e é isso que determina o ganho de massa muscular", explica o fisiologista Barros. Resumindo: em todas as modalidades esportivas, obviamente, o treinamento, a alimentação e o estilo de vida influem. Mas nada disso criará um atleta notável se a natureza não tiver contribuído com sua parte. Esse talento inato pode ser identificado através de uma série de testes que medem capacidade aeróbia, velocidade, potência, agilidade, flexibilidade, tempo de reação, coordenação motora, força e composição corporal. "Os resultados são comparados com o padrão da população e servem para indicar a aptidão física do atleta. A partir dessa definição é possível dirigir a pessoa para a atividade física em que terá melhores resultados", explica o fisiologista Renato Lotufo, diretor do Instituto de Avaliação Física do Esporte. Esses testes de aptidão são a base do trabalho de um programa de caça-talentos do Instituto Australiano de Esportes, dedicado a encontrar e preparar futuros campeões. "Partimos da premissa de que a habilidade vem em grande parte dos genes e um pouco do ambiente", disse a VEJA o médico Jason Gulbin, coordenador nacional do programa. Criado em 1994, o Programa Nacional de Identificação e Desenvolvimento de Talentos trabalha em conjunto com as escolas secundárias australianas, onde são feitas as primeiras avaliações. Os 2% melhores em cada um dos testes dessa primeira fase passam por uma segunda bateria de exames. Os selecionados são encaminhados para treinamento específico no esporte em que melhor se encaixam. Nos oito anos de existência do programa, mais de 350.000 jovens já foram avaliados. Destes, 35.000 passaram para a segunda fase e 3.500 para a terceira. Pelo menos 500 se tornaram campeões nacionais. Os estudos com atletas servem para avaliar com precisão a influência do fator genético, de forma geral, e mostrar como é decisivo em indivíduos que vivem na fronteira do desempenho físico. Já em gente normal, que só (só?) almeja um corpo durinho, com músculos definidos e tudo no devido lugar, o papel dos genes é mais relativo. "Em uma pessoa que busca apenas estar dentro do peso ideal e satisfazer sua auto-imagem, o resultado dependerá 50% da genética e 50% da dedicação", diz Barros. Dentro do batalhão de esforçados malhadores os especialistas identificam quatro tipos (veja quadro ao lado) de respostas ao treinamento. Numa ponta estão os "geneticamente favorecidos", que, mesmo sem ser atletas, ganham músculos sem precisar se esfalfar demais. Na outra ficam os "desfavorecidos", que muitas vezes nem chegam a ver resultado algum de seus esforços, pois desistem antes. No meio estão os que têm de suar mais, mas acabam conseguindo resultados razoáveis. Especialistas na orientação de treinamentos avisam: não há como escapar; é preciso ter paciência e aceitar a resposta do corpo. À primeira vista, a regra parece ter sido escrita para o sofrido batalhão dos geneticamente desfavorecidos. No entanto, ela vale também para o time que nasceu para puxar ferro – gente que consegue músculos com facilidade e, por isso mesmo, transforma-se em malhador inveterado, do tipo que faz o que o treinador recomenda e, escondidinho, um pouco mais. É assumidamente o caso do advogado paulista José Carlos Elias, 29 anos, que se exercita sete dias por semana. No início, seu objetivo era perder peso. Treze anos depois, ele ainda quer definir melhor os músculos, à base de duas horas e meia de exercícios diários, entre musculação, esteira, natação e jiu-jítsu. "Gosto dos resultados, gosto de ver que estou com o abdômen definido, corpo de atleta", orgulha-se. E confessa: "Faço mais do que o professor recomenda. Escondido, mas faço. Se ele sugere três exercícios para um determinado grupo muscular, faço quatro ou cinco". A publicitária Fabiana Consentino, 27 anos, corre na mesma esteira: passa cerca de duas horas na academia suando a regatinha de segunda a sábado. "Nem doença me faz parar. Já treinei até com febre e com o pé machucado. Sempre que viajo levo um tênis e uma roupinha de correr", gaba-se ela, que intercala musculação, aula de dança, step, spinning e de quebra um circuito acrobático (com aulas na cama elástica, no trapézio, na corda). "Faço vários exercícios, como os de glúteos, com o aparelho na carga máxima. No leg press, que é exercício para as pernas, já cheguei a sete bolachas de 45 libras (140 quilos) de cada lado", orgulha-se. Fernanda, a reincidente: ginástica mais freqüente é entrar e sair da academia Malhadores compulsivos como Elias e Fabiana são cada vez mais comuns e nada, nem os constantes avisos de que distensões e inflamações musculares virão com certeza, os abala. "O mundo moderno vive sob a ditadura da beleza e os feios não são bem aceitos. Ser bonito é uma vitória, e o culto ao corpo é um caminho na direção desses valores", analisa o psicólogo Antonio Carlos Simões, coordenador do Laboratório de Psicossociologia do Esporte da Universidade de São Paulo. E corpo cultivado é o que não falta, sobretudo em novelas e reality shows, onde desfilam homens e mulheres com músculos estarrecedores, do tipo completamente fora do padrão da normalidade. Influenciáveis e, para seu profundo desgosto, muitas vezes divididos pela própria natureza entre magrelos e rechonchudos, os adolescentes são os primeiros a correr para a academia. Em nome de um pesinho a mais no aparelho, cultuam receitas milagrosas, como os suplementos alimentares – carboidratos, proteínas, aminoácidos e ativadores metabólicos de pouquíssimo efeito real. O resultado pode ser tentador, mas embute altos riscos. "Para um atleta, que vive da atividade física, trabalha no limite e ganha ou perde peso de acordo com esse limite, a suplementação nutricional é necessária. Mas para a manutenção da saúde ou da estética uma alimentação balanceada dá e sobra, e a suplementação pode provocar até problemas", alerta Antonio Herbert Lancha Junior, professor de nutrição da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo e diretor do Instituto de Nutrição Humana e Performance. Muito mais mal à saúde ainda fazem os anabolizantes, que, apesar de proibidos, burlam com facilidade a vigilância e freqüentam muitas academias. A malhação exacerbada, por si só, já traz malefícios. "É balela achar que quanto mais exercício, melhor", diz Turibio de Barros. "Se a pessoa exagera, os prejuízos passam a ser maiores que os benefícios", completa o fisiologista Lotufo. É o chamado overtraining (excesso de exercícios), que se manifesta com sintomas como falta de apetite, perturbação do sono e do humor e desgaste crescente do corpo (veja quadro ao lado). Protagonista de uma das mais evidentes mudanças de corpo no mundo das celebridades, a apresentadora Adriane Galisteu, animada com os resultados, já foi adepta do exercício físico obsessivo. Hoje, toma cuidado para não se transformar em um feixe de músculos. Seu programa continua impressionante, embora controlado. Adriane malha três vezes por semana, durante duas horas, com 8 quilômetros de esteira, 1.000 abdominais e mais exercícios de glúteos, tudo sem peso nem aparelhos – fichinha para quem já fez tudo isso, e um pouco mais, todos os dias da semana. "Quero que a minha ginástica me faça saudável. Não quero ficar grande nem muito definida", diz ela. Joana Prado, dona do corpão ultramalhado que a Casa dos Artistas 2 exibiu para espanto nacional no ano passado, é outra que resolveu ser mais comedida no suor: diminuiu o ritmo dos exercícios com o anunciado propósito de ficar menos fortona. A musa Luma de Oliveira também é relativamente comedida. Mexe o corpo na academia que montou em casa cinco vezes por semana, com direito a musculação com personal trainer e corrida na esteira. "Quero ganhar tônus muscular, ficar com a perna e o bumbum durinhos, mas manter minhas curvas", explica, com ares de quem conhece muito bem seu eleitorado. Na mesma tribo milita o casal Marcos Mion, apresentador de TV, e a namorada, Mariana du Bois. Depois de modelar o corpinho à custa de um rigoroso programa de alimentação e exercícios, com o objetivo específico de exibir os novos músculos na telinha, Mion diminuiu o ritmo. Hoje, treina capoeira duas vezes por semana e faz musculação seis vezes. Mas não descarta um retorno aos abdominais intensivos, se a necessidade (tradução: qualquer ocasião para aparecer para muita gente de peito de fora) se apresentar. "Sei que, para ter um bom resultado, é só mergulhar três meses no treinamento específico", diz, conformado com o fato de que parar não pode nunca. "Se paro uma semana, viro um graveto", exagera. Mion atualmente treina ao lado de Mariana, a quem atribui um dos méritos de sua anatomia neste momento: o traseiro mais bonito. "Foi ela quem me ensinou os exercícios", informa. Esportista desde pequenininha, Mariana bate ponto na academia todo dia: passa uma hora na musculação, mais 45 minutos fazendo exercícios aeróbicos. "Acho que seria difícil eu me relacionar com alguém que não praticasse exercício", diz ela, estabelecendo bem os limites físico-afetivos. No contingente dos bíceps que aumentam ou diminuem ao sabor da ocasião, porém, nenhum par se compara ao da atriz americana Demi Moore (veja quadro), que ao longo de quinze anos já foi gorducha, fortinha, fortona, torneadíssima e por aí vai. É muito exagero? Mal, dizem os entendidos, não faz. Quem nasceu com a propensão excepcional de alta intervenção muscular, como Demi, pode muito bem ter seus momentos de barriga mais ou menos tanque, devendo apenas evitar mudanças muito extremas em intervalos muito curtos. Mion com a namorada, Mariana: treino pesado só quando o corpo vai ser exibido Malhação freqüente e conscienciosa, sem exageros nem desistências, é coisa para pouquíssimos. Em geral, quem vai religiosamente à academia vira malhador fundamentalista, para quem bíceps bom é o que não cabe na manga da camiseta G. Mais populoso ainda é o contingente dos que não se exercitam nunca ou começam e param, num constante exercício – esse sim – de mortificação. Segundo estimativa da Associação Brasileira de Academias, quase metade das pessoas que se matriculam nas academias nacionais em um ano já desistiu de freqüentar as aulas ou aparecer na sala de musculação. Uma dessas alunas itinerantes é a modelo Fernanda Brandão, 20 anos, de Piracicaba, interior de São Paulo, que, por força do trabalho, precisa estar sempre com o corpinho em cima. "No último ano, parei três vezes, durante períodos de três meses. Normalmente, me matriculo, faço direito por dois meses e acabo parando. Já fiz um período de natação, depois saí; fiz aeróbica, saí. Agora estou tentando de novo, depois de um mês parada", relata, resumindo um itinerário com o qual certamente muita gente se identifica. A médica carioca Eliane Barros, 39 anos, perdeu a conta de quantas vezes se matriculou na academia e desistiu de ir em seguida. "No início me matriculava no plano semestral, para ver se me empolgava. Daí passei para o trimestral, já pensando que posso fazer três meses e depois repensar", diz ela, que está na fase inativa – parou em dezembro. Fernanda e Eliane provavelmente fazem parte do grupo que demora para ter resultados ou tem resultados pouco intensos. Desencorajador, por certo. Mas nem por isso devem se conformar, enterrar-se no sofá e relegar a ginástica aos programas de televisão. Cada vez mais os especialistas estão convencidos de que a medicina não oferece nenhuma alternativa sequer comparável aos exercícios físicos em matéria de capacidade de prevenir doenças. "A inatividade mata mais que a obesidade e mais que a hipertensão", alerta o médico esportivo Victor Matsudo, presidente do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs). Matsudo coordena o Agita São Paulo, um programa de combate ao sedentarismo citado como exemplar pela Organização Mundial de Saúde. Sua proposta: que todo mundo pratique trinta minutos diários de atividade física regular e moderada (vale até andar no shopping center, mas sem parar para olhar vitrines). Esse é o mínimo. O máximo está nos genes e na disposição de cada um, e nem precisa ser alcançado – um meio-termo, traduzido em exercícios vigorosos e regulares, já está mais que bom. Agora que sabemos de tudo isso, vamos todos nos exercitar regularmente, de acordo com nossas próprias limitações, cuidando para não exagerar nem delinqüir, certo? O.k., não vai tirar pedaço continuar sonhando com aquele físico ideal e praticamente inalcançável. Mas não se esqueça de que quem fica só sonhando carrega um único peso: o da própria e culpada consciência. E esse não derrete um grama sequer de gordura. A NATUREZA FEZ, O BISTURI DESFEZ, A MALHAÇÃO REFEZ Para os humanos normais, existem os limites do corpo. Para a diva Demi Moore, o corpo não tem limites. Aos 40 anos, a atriz acaba de passar por mais uma transformação. O resultado poderá ser conferido na continuação do filme As Panteras, em que ela faz a vilã Madison Lee, de biquíni e pranchinha, ressaltando o corpinho de babar. A nova e enxutíssima Demi investiu 38 000 dólares, segundo cálculo dos tablóides americanos, para fazer bonito em seu retorno ao cinema, depois de cinco anos afastada. Usou praticamente tudo o que a indústria de beleza tem a oferecer: Botox, implantes nos seios um pouco menores que os anteriores, lipoaspiração, facetas de porcelana nos dentes e injeções de colágeno nos lábios, mais os serviços de nutricionista, personal trainer (aí, fez economia – por algum tempo, foi seu próprio namorado), professor de ioga e treinador de kickboxing. O resultado dá inveja em mulheres de qualquer idade. "É uma loucura, ela tem um corpo incrível", elogiou a colega de filmagem Drew Barrymore, doze anos mais nova. Num meio de fanático culto à forma, Demi é um fenômeno de remodelagem. O desabrochar da moreninha bochechuda, pescoçuda e estrábica do começo da carreira deu-se em Assédio Sexual (1994), quando colocou próteses nos seios – isso, a reforma confessada. Para viver a dançarina de Striptease, lançado em 1996, autotransformou-se numa sensual e definidíssima explosão de curvas. A turbinagem atingiu o apogeu em Até o Limite da Honra, de 1997, na pele da soldado de cabelo raspado e músculos de halterofilista, obtidos à custa de duas horas de malhação diária, mais 10 quilômetros de corrida e dieta rica em proteínas. Agora, tentando o retorno depois de um período de fracassos nas telas, enxugou os músculos e alongou a silhueta. Para ela, tudo é possível. O problema de cada um Entre os insatisfeitos com a própria figura que mais procuram as academias, quatro tipos físicos se destacam: o homem que ganhou barriga, a mulher que ganhou quadril e coxas, o adolescente que não ganhou nada além de altura e os pura e simplesmente gordos. A seguir, em linhas gerais, o programa de exercícios e o tipo de dieta recomendados para cada grupo DOUTOR, NÃO ENXERGO MEU PÉ Ilustrações Lúcia Brandão Os homens, principalmente a partir dos 35, 40 anos, ganham gordura localizada no abdome. Não, senhores, não se trata de descuido – é, de novo, uma daquelas irrecorríveis características genéticas. MALHAÇÃO: primeiro, muito exercício aeróbico. Vale andar, pedalar, dançar, desde que seja com vigor e por pelo menos quarenta a sessenta minutos. Complementa a correria uma série de exercícios abdominais e localizados na região do tronco, que não removem a gordura, mas tonificam a musculatura da área em que ela está depositada. O ideal é alternar um dia de trabalho aeróbico com outro de localizado, cinco vezes por semana. DIETA: se o excesso de peso não for grande, refeições equilibradas (por volta de 2 000 calorias/dia) e baixo consumo de bebidas alcoólicas e refrigerantes. DOUTOR, NÃO ENTRO NOS JEANS É inevitável: dos 35 anos em diante, toda mulher passa a acumular gordura na região dos quadris e das coxas. Umas mais, outras menos – mais uma vez, a medida está na genética. MALHAÇÃO: o ideal, aqui também, é alternar um dia de programa aeróbico com outro de exercício localizado. No aeróbico, priorizar aparelhos que exijam mais das pernas, como o step. Na musculação, sempre com ênfase nos membros inferiores, usar pequenos pesos nos tornozelos. DIETA: recomendam-se até 1 800 calorias/dia, com parcimônia em frituras, bebidas alcoólicas e refrigerantes. DOUTOR, SOU UM PALITO Por volta dos 15 ou 16 anos, a revolução dos hormônios que grassa no corpo do adolescente promove uma explosão vertical. De repente, ele fica mais alto que o pai. Infelizmente, os hormônios que cuidam da expansão de ombros, costas, coxas e bíceps demoram mais para agir e nem sempre atuam na proporção desejada. MALHAÇÃO: a ordem é pôr todas as fichas na musculação. Recomenda-se um obrigatório aquecimento aeróbico de vinte minutos seguido de quarenta minutos de exercícios, alternando os grupos musculares (num dia braços, em outro pernas, em outro costas etc.) e, aos poucos, ir aumentando o peso nos aparelhos. DIETA: comer bem é importantíssimo para quem tem pouca idade e muita vontade de ficar fortão. Maior perigo: déficit de calorias, ou seja, gastar mais do que se consome durante o dia. Recomendam-se 1,5 a 2 gramas de proteína (comida mesmo, não suplemento) por dia para cada quilo de peso. Também é importante ingerir 1 grama de carboidrato por quilo de peso até trinta minutos após a prática de exercícios. DOUTOR, ODEIO A BALANÇA A partir dos 35 anos, a tendência de todo homem e de toda mulher é ganhar 1 quilo por ano. Motivo: começa a haver perda de massa muscular e diminuição do metabolismo, ao passo que o consumo de calorias permanece igual, ou aumenta. Uma parte do ganho se traduz em mais barriga, no homem, e mais quadril e coxas, na mulher. Outra se espalha pelo corpo, sem distribuição localizada. MALHAÇÃO: quem está acima do peso precisa de um programa de exercícios moderados e de longa duração, por uma hora, três a cinco vezes por semana. Os mais obesos devem evitar excessos, que podem provocar dores no joelho, tornozelo ou coluna, e optar por exercícios bem moderados (medida: que a respiração não atrapalhe a fala), ou dentro d'água. DIETA: a regra geral é uma restrição alimentar em torno de 1 500 calorias para o homem e 1 200 para a mulher, divididas em seis refeições diárias. A idéia é perder peso aos poucos, sem grandes choques de abstinência. Fonte: Turibio Leite de Barros REVISTA VEJA http://veja.abril.com.br/050303/p_066.html
  11. O sujeito que faz parte do grupo de anabolizantes sabe que é TERMINANTEMENTE PROIBIDO negociar substâncias medicamentosas nesse fórum... Por isso, quem violar a regra NÃO IRÁ PARA A LISTA NEGRA, PORÉM, SERÁ EXCLUÍDO DEFINITIVAMENTE.
  12. Dá para acreditar? Novo programa de musculação promete corpo sarado com meia hora de exercício por semana Bel Moherdaui A grande sensação entre as centenas de programas de exercício disponíveis em livro, vídeo e academias nos Estados Unidos é o sonho dourado de quem reclama da falta de tempo para entrar em forma – basicamente todo mundo. Trata-se de uma sessão de musculação de alta intensidade, que promove a perda de gordura e o ganho de músculos, como os exercícios convencionais, mas dura no máximo trinta minutos por semana; nos outros seis dias, descanso. Nada de esteira, bicicleta nem aeróbica. O equipamento imprescindível dos malhadores em câmera lenta é o peso: quanto mais, melhor. Os propagadores da nova técnica, que ficou conhecida como SuperSlow (superlento), prometem resultados visíveis em seis semanas. No Brasil, por enquanto, a novidade só é oferecida em poucas academias, em versões menos rigorosas que a original. O SuperSlow já foi chamado até de revolução das academias, mas seu princípio é básico: uma aula de musculação com muito peso e poucas repetições. Cada exercício, feito com a carga máxima suportável, é repetido de cinco a seis vezes. Cada repetição (flexão e extensão) deve durar cerca de vinte segundos. O esforço exigido é muito maior que na musculação convencional, em que cada movimento dura por volta de quatro segundos (menos, se o professor não estiver olhando) e é executado em séries de oito a doze repetições. O propósito de tanta lentidão é elevar a resistência do músculo a níveis cada vez maiores. A título de comparação, experimente levantar e abaixar os braços com uma garrafa de 2 litros de refrigerante cheia em cada mão. Fácil? Agora tente fazer a mesma coisa lentamente, contando até 20. Isso é SuperSlow (com um pesinho de nada, diga-se). A idéia é mesmo tornar o exercício bem difícil. "Usando uma carga alta em movimentos lentos, você não pode contar com os impulsos que ajudam a erguer o peso e facilitam o trabalho dos músculos", diz o americano Fredrick Hahn, autor do livro The Slow Burn Fitness Revolution (A Revolução da Boa Forma pela Malhação Lenta). Como toda novidade, o SuperSlow tem de ser encarado com cuidado. "Não acredito que funcione. Meia hora de exercício por semana é muito pouco para chegar ao resultado prometido", diz o professor de musculação Carlos Eduardo Ferreira, da Companhia Athletica. "Faz sentido dizer que, quanto mais tempo o músculo ficar sob tensão, mais trabalho mecânico fará e mais resultados se alcançarão. Mas ainda não existe nenhuma evidência científica de que essa técnica seja realmente benéfica para o corpo", adverte o professor Valmor Tricoli, da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, que está estudando o SuperSlow. Outra crítica que pode ser feita ao programa é sua apregoada capacidade emagrecedora. Uma pesquisa recente coordenada pelo fisiologista paulista Turibio Leite de Barros comprovou que só exercício físico emagrece muito pouco. Analisando 110 pessoas que seguiram as orientações de seu livro O Programa das 10 Semanas, Barros constatou que, entre os que se submeteram só ao programa de exercícios, as mulheres perderam em média 1,7 quilo e os homens, 1,9 quilo. Já quem fez apenas dieta perdeu muito mais: as mulheres, 3,8 quilos; os homens, 6 quilos. Melhor mesmo, claro, é fazer os dois. E sofrer um bocado com aqueles movimentos muuuito lentos. O BÊ-Á-BÁ DO SUPERSLOW Peso: o máximo que conseguir Duração: vinte segundos cada movimento Repetições: cinco a seis Carga horária: trinta minutos por semana FONTE: REVISTA VEJA link quebrado removido
  13. Comer sem gula. E sem culpa Dieta boa é aquela que respeita a personalidade e as preferências alimentares de cada um. Só não vale rabada com polenta. WANESSA CAMARGO Cantora, 20 anos Altura: 1,60 m Peso em setembro de 2002: 54 kg Peso atual: 47 kg Busto: 79 cm Cintura: 58 cm Quadris: 88 cm A dieta: graças às orientações de uma nutricionista, Wanessa aprendeu a comer salada – prato que ela simplesmente abominava. Para acostumar-se, a cantora passou a misturar à alface e ao tomate um pouco de queijo parmesão, alcaparras, mussarela de búfala e um punhado de croûtons. Chocólatra assumida, ela não dispensa uma barrinha de cereal com cobertura de chocolate todos os dias. Nos períodos de tensão pré-menstrual, dá-se ao luxo de saborear generosas colheradas de brigadeiro Fonte: Roseli Rossi, nutricionista A dieta mais eficiente de todas não leva o nome de nenhum médico americano, nem é da Lua, Júpiter ou Beverly Hills. Não obriga ninguém a fazer sacrifícios (como o de abolir completamente os doces do cardápio) ou a cometer excentricidades (como a de comer só abacaxi durante semanas). Seus adeptos conseguem perder vários quilos em alguns meses e não encontram maiores dificuldades em manter-se dentro de seus limites por anos a fio. Sem uma marca criada por um marqueteiro, pode ser chamada de nova dieta personalizada. Ou seja, é feita sob medida para a pessoa, sob os auspícios de um nutricionista ou de um médico. No fundo, é a velha e boa reeducação alimentar, agora adaptada à personalidade e aos gostos de cada um e aperfeiçoada pelas mais recentes descobertas da ciência. Quem se submete a uma dieta desse tipo tem um ganho duplo – na estética e na saúde. O que parece mágica não é nada mais do que bom senso aliado a planejamento. Esse binômio fez com que o cantor Xanddy, do grupo Harmonia do Samba, ganhasse uma nova silhueta. Na guerra contra a balança, ele volta e meia passava dias e dias à base de água e salada. "Certa vez, quase desmaiei no palco", lembra Xanddy. Sua vida mudou depois que começou a seguir o cardápio elaborado pela nutricionista Amélia Duarte. Com a incorporação de novos hábitos, o cantor perdeu 12 quilos em menos de quatro meses. E sem passar fome nem se privar de seus pratos prediletos. Sua dieta é composta de generosas 2.500 calorias diárias e inclui feijão e carne assada. "Aprendi a comer de tudo um pouco", resume ele. Até mesmo quem não é fã da cantora Wanessa Camargo notou que a moça anda exibindo um corpinho de sílfide. Mas engana-se quem acha que ele foi conquistado à base de Xenical, Lipostabil ou qualquer medicamento do gênero. Há quatro meses, Wanessa procurou a ajuda da nutricionista Roseli Rossi, a quem foi logo avisando: "Detesto salada e não abro mão de brigadeiro". Ao aderir às orientações de Roseli, Wanessa emagreceu 7 quilos. Salada, hoje, ela come aos montes. O truque para fazer a moça gostar de alface e outras verduras foi incrementar o prato com croûtons, alcaparras, queijo parmesão e mussarela de búfala. Quanto ao brigadeiro, Wanessa não abriu mão mesmo. Tornou-se apenas menos compulsiva. Em vez de traçar uma panela, contenta-se com duas colheres. Resultado: o manequim que era 40 virou 36 e, das cinqüenta calças compridas que tinha no armário, só uma ainda serve. ANGELITA FEIJÓ Modelo e empresária, 34 anos Altura: 1,78 m Peso em julho de 2001: 62 kg Peso atual: 53 kg Busto: 90 cm Cintura: 61 cm Quadris: 90 cm A dieta: Angelita faz seis refeições diárias, num total de 1 200 calorias. A dieta é rica em legumes e verduras, mas a modelo tem direito a um prato de macarrão com molho de tomate no almoço todos os dias. Como boa gaúcha, nos fins de semana não dispensa um suculento churrasco. Quando a vontade de comer doce é irresistível, ela devora um pedaço de doce de leite diet que sempre carrega na bolsa Fonte: Roberto Zeballos, clínico A nova dieta personalizada parte do princípio de que a perda de peso não deve ser objetivo de curtíssimo prazo. E que permanecer na medida ideal é a meta de quem deseja ter saúde e orgulho das formas refletidas no espelho. "Acredito que, quando a pessoa quer mesmo emagrecer e mudar o corpo, ela não pode ter pressa", diz a apresentadora Angélica. "Quando nos ensinam que é possível comer de tudo um pouco, a ansiedade em relação à comida diminui. Hoje, por exemplo, ao contrário do que acontecia antes, eu me satisfaço com um pouco de batata frita e isso não atrapalha em nada a minha dieta." Desde 1998, Angélica consegue manter a balança estacionada nos 51 quilos. Antes, ela chegou a pesar 59 quilos. Ex-adepta de dietas radicais, a apresentadora agora sabe que a base de uma dieta saudável está não somente na quantidade de calorias ingeridas, mas também na combinação adequada dos alimentos – uma das descobertas mais recentes da ciência. Cansada do esquema salada/bife grelhado, muita gente tem o costume de incrementar o prato com ovo ou queijo. Nada mais errado. "As proteínas contidas na carne, no ovo ou no queijo são todas de origem animal. Ou seja, são fontes de gordura saturada, a mais nociva à saúde", diz a nutricionista Cristina Menna Barreto, de São Paulo, especializada em dietas personalizadas. Uma combinação do bem? É a do lanche da tarde que junta uma fatia de queijo branco ou iogurte com um pedaço de abacaxi. A fruta sozinha aumentaria demasiadamente a quantidade de açúcar no sangue, levando a pessoa a sentir fome mais rápido. Os principais achados feitos no campo da nutrição foram condensados numa pirâmide alimentar, criada em 1992, por técnicos do Ministério da Agricultura dos Estados Unidos. Rapidamente, ela tornou-se um paradigma seguido em todo o mundo. Os alimentos que estão na parte de baixo dessa pirâmide são a base da alimentação e, por isso, precisam ser ingeridos em grandes porções. Já os que estão no topo devem ser consumidos em pouca quantidade. Por esse modelo, o consumo de gorduras é restrito e o de carboidratos, abundante. Entre o topo e a base da pirâmide, estão os vegetais, as frutas, carnes de todos os tipos, leite e seus derivados, ovos e leguminosas. Os resultados das pesquisas mais recentes fizeram com que médicos da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, propusessem um redesenho da pirâmide de 1992. Afinal de contas, comprovou-se que nem todo tipo de carboidrato faz bem à saúde e nem todo tipo de gordura é nocivo. ANGÉLICA Apresentadora, 29 anos Altura: 1,64 m Peso em 1997: 59 kg Peso atual: 51 kg Busto: 85 cm Cintura: 64 cm Quadris: 89 cm A dieta: Angélica não come carne vermelha nem toma refrigerante desde a adolescência. Por causa de um problema crônico de retenção de líquidos, diminuiu a quantidade de sal e dispensou o molho shoyu em restaurantes japoneses. A refeição preferida de Angélica é salada, arroz integral e peixe. Sempre com direito a um docinho de sobremesa Na parte de baixo da pirâmide de Harvard ficaram apenas os carboidratos à base de grãos integrais. No mesmo patamar, estão o azeite e os demais óleos vegetais, as chamadas gorduras insaturadas. Os alimentos integrais e as gorduras insaturadas ajudam no combate às doenças do coração, ao reduzir as taxas do colesterol ruim e aumentar as do colesterol bom. Nos andares intermediários da pirâmide, continuam os vegetais (agora em maior quantidade), as frutas e os legumes. Existem estudos que provam que alguns desses alimentos são eficazes na prevenção de uma série de doenças, inclusive o câncer. Uma das grandes diferenças entre as duas pirâmides está na subdivisão do item "carnes". Frango e peixe, sugere-se, podem ser consumidos em até duas porções diárias. Já as carnes vermelhas foram parar no topo da pirâmide. As proteínas animais são importantes para a construção do tecido muscular. A vantagem da carne branca é que ela é menos gordurosa. Os peixes têm ainda um benefício suplementar. Possuem o ácido graxo ômega 3, substância que ajuda a prevenir infartos e derrames. As carnes vermelhas são ricas em gordura saturada. Além de aumentarem os riscos de doenças cardiovasculares, elas estão associadas a alguns tipos de câncer, como o de próstata e o de estômago. Outra novidade é o quase-banimento dos carboidratos do arroz branco, do pão francês, da batata e do açúcar. Em excesso, eles facilmente se transformam em tecido gorduroso. Esqueça definitivamente, portanto, a rabada com polenta. A nova pirâmide também enfatiza a importância da prática diária de exercícios físicos. Dieta personalizada, ginástica, pirâmide de Harvard: tudo isso faz bem à saúde e, quando dá certo, ajuda a dar aquela massageada no ego. FONTE: Revista VEJA http://veja.abril.com.br/220103/p_042.html
  14. De acordo com minha nutricionista o GÁS dos refrigerantes e demais bebidas gasosas prejudica a digestão dos alimentos.
  15. Ginecomastia: Desenvolvimento Excessivo das Mamas no Homem Neste Artigo: O que é Ginecomastia? - O que é Ginecomastia? Sinais Clínicos, Sintomas e Causas - Sinais Clínicos, Sintomas e Causas Cirurgia e Técnicas Atuais - Cirurgia e Técnicas Atuais "As mamas masculinas que crescem por alteração hormonal ou acúmulo de gordura é uma disfunção conhecida como ginecomastia. O trauma psicológico que causa nos jovens e adolescentes só é comparado, nesta faixa etária, ao da orelha de abano. Os meninos não vão à praia, tampouco à piscina, porque o ato de retirar a camiseta revela as mamas de aspecto feminino". O que é Ginecomastia? O que é Ginecomastia? Ginecomastia (literalmente, mamas femininas) é causada por um desenvolvimento excessivo no tecido da região mamária masculina e ocorre nas fases de mudanças hormonais do homem (infância, adolescência e velhice) sem nenhuma patologia de base, na maior parte dos casos. A alteração é normalmente causada por uma variedade de mudanças hormonais, sendo a maioria delas reversíveis durante a puberdade. Ou seja, a ginecomastia é, na maioria dos casos nesta faixa etária, uma condição benigna, tratável e corrigível. Porém, causas orgânicas devem ser consideradas, especialmente em pacientes mais velhos. "Se a condição persistir em um adolescente, a correção cirúrgica é realizada com redução satisfatória na maioria dos pacientes. Lipoaspiração é um procedimento auxiliar no refinamento dos resultados, mas em poucos pacientes pode ser usado como procedimento exclusivo", explica Dr. Romeu Fadul Júnior, cirurgião-plástico e pós-graduando da Disciplina de Cirurgia Plástica da Unifesp/EPM. De acordo com o especialista, a maioria dos homens com ginecomastia são viris, mas seu formato mamário feminino é uma causa importante de vergonha e inibição. Vários fatores sócio-culturais influenciam sua não aceitação pelo homem, sendo nos tempos modernos considerada uma deformidade. Embora vários estudos tenham sido realizados visando expandir as opções medicamentosas para tratamento da ginecomastia, a cirurgia do tecido mamário permanece como o método de escolha para sua correção. "Devido ao estresse psicológico ser a razão principal para a indicação cirúrgica, os resultados estéticos têm grande importância para esses pacientes, devendo-se considerar o tamanho da cicatriz e deixá-la o mais imperceptível possível", completa o cirurgião. Sinais Clínicos, Sintomas e Causas Sinais Clínicos, Sintomas e Causas No homem adulto normal, não há tecido mamário palpável. A ginecomastia apresenta-se como uma massa na região mamária, palpável, variando de 1,0 a 10 cm de diâmetro. Ela apresenta-se geralmente unilateral, podendo desenvolver-se, após meses ou anos na outra mama. "Quando as duas mamas estão comprometidas, pode haver assimetria e a história de desenvolvimento, seqüencial ou simultâneo, é importante", elucida Dr. Romeu. O mamilo e a aréola raramente apresentam mudanças significativas, embora hipertrofia dos mamilos e alargamento das aréolas possam ocorrer. Os sintomas limitam-se à massa palpável e pouca dor à palpação, principalmente nos adolescentes, porém na maioria dos casos, a doença é assintomática. A maioria dos casos de ginecomastia apresenta-se na puberdade, com uma incidência de 65% jovens entre 14 e 15 anos. Essa condição desaparece durante os últimos anos da adolescência, apresentando-se apenas em 7% aos 17 anos de idade. A incidência aumenta com a progressão da idade, atingindo até 30% nos homens idosos. As diferentes causas de ginecomastia determinam a abordagem terapêutica mais apropriada. O uso abusivo de bebida alcoólica e maconha podem predispor ao desenvolvimento da doença. "A causa mais comum é um aumento nos estrógenos, uma diminuição nos andrógenos, ou um déficit nos receptores androgênicos. Ou seja, os fatores hormonais constituem a causa principal desta disfunção", explica Dr. José G. Mendes, membro titular da Sociedade Brasileira de Endocrinologia. "Se a causa for puberdade, é melhor esperar pelo menos dois anos para a regressão espontânea ocorrer. Curiosamente, temos detectado que os garotos que modelam o corpo nas academias de ginástica desenvolvem a ginecomastia. Na pressa de resultados, ingerem esteróides, causando a deformidade, que só pode ser resolvida cirurgicamente", acrescenta o médico. Existem outras causas de ginecomastia. Nos casos de homens de idade mais avançada, o uso de medicação no tratamento das úlceras gástricas, tumores da glândula mamária e alterações hormonais exigem uma maior investigação clínica. De acordo com os coordenadores da Disciplina de Cirurgia Plástica da Escola Paulista de Medicina, a classificação da ginecomastia baseada nas necessidades cirúrgicas é a melhor. Para o planejamento cirúrgico, normalmente os especialistas preferem considerar três classificações: Grau I : um botão localizado de tecido glandular que é concentrado ao redor da aréola que, geralmente, são fáceis de remover; tórax não gorduroso e não há excesso de pele. Grau II : ginecomastia difusa em tórax com mais tecido gorduroso, onde as margens do tecido não são bem definidas. A associação com lipoaspiração do tecido gorduroso ao redor é freqüente. Grau III : ginecomastia difusa com grande excesso pele. Estes pacientes necessitam incisões externas à aréola, na pele, ou reposicionamento do complexo aréolo-papilar ou as duas associadas. Cirurgia e Técnicas Atuais Cirurgia e Técnicas Atuais A técnica cirúrgica depende do tipo de ginecomastia e de sua severidade. Existem três técnicas, que podem ser utilizadas separadamente ou em combinação: lipoaspiração (a mais simples), lipoaspiração ultrassônica (considerada por muitos como o tratamento de escolha para a maioria dos casos) e mamoplastia redutora (nos pacientes com redundância de pele). Os principais problemas relacionados ao tratamento cirúrgico da ginecomastia são irregularidades na superfície da mama e alterações no formato ou na posição do mamilo. O edema pós-operatório dura cerca de 7 a 10 dias e o déficit de sensibilidade local em geral é transitório, durando no máximo um ano na maioria dos casos. A cirurgia consiste em um corte pequeno em forma de semicírculo na parte inferior da aréola (mamilo). A cicatriz não é aparente e fica praticamente invisível com o tempo. O cirurgião retira a glândula de consistência dura e aumentada, que deverá ser examinada por um patologista. "Nos casos de ginecomastia gordurosa, a cirurgia pode ser feita com lipoaspiração da gordura mamária. Nesse caso, o ‘caroço’ que se apalpa é pequeno e a correção pode ser feita através de um pequeno furo, por onde o profissional penetra a cânula", explica o cirurgião-plástico Romeu Fadul Júnior. A escolha de anestesia local ou geral é de preferência pessoal e depende em parte do tamanho da mama e da incisão. Em homens adultos mais velhos com grau I de ginecomastia, anestesia local é a mais fácil. Com grau II é mais difícil e anestesia geral é mais confortável. "A utilização da lipoaspiração tem ajudado muito no tratamento da ginecomastia, pois auxilia a melhorar o formato e evitar o efeito de ‘prato de sopa’ (depressão central acentuada)", complementa Fadul. As ginecomastias de grau II podem ser corrigidas somente com lipoaspiração com bons resultados. Porém, muitos pacientes com ginecomastia fibrosa e endurecida necessitam de procedimento cirúrgico aberto como, por exemplo, os halterofilistas. Ou seja, se o tecido for muito glandular, lipoaspiração pode não dar um bom resultado. A correção da ginecomastia grau I (localizada) é geralmente um procedimento cirúrgico simples. O grau II é mais difícil e apresenta uma série de problemas. Ondulações da pele torácica podem ocorrer após a cicatrização, podendo levar a depressão no centro ou nas periferias da lesão. A combinação entre cirurgia e lipoaspiração dá os melhores resultados. "A complicação cirúrgica mais comum é o hematoma. Pequenos hematomas são comuns após correção da ginecomastia grau II. Retração areolar pode ser evitada nos pacientes com grau I, mas é mais difícil evitar nos pacientes com grau II devido a natureza gordurosa do tecido encontrado", mostra Dr. Fadul. Para o médico, a aparência ondulada de pele depende do planejamento cirúrgico realizado. "Depressão excessiva das margens ou da área central depende de quão cuidadoso e planejado foi o procedimento". A sobra de pele é mais comum no paciente idoso que no jovem e pode ser corrigida secundariamente, já que muitos pacientes têm retração de pele satisfatória. Copyright © 2000 eHealth Latin America
  16. Acredito que um ALONGAMENTO prévio, antes da execução de qualquer exercício, é suficiente para evitar lesões. Praticamente todas as academias possuem um quadro explicativo que contém os alongamentos mais importantes. Se você fizer, 10 min. de alongamentos, a probabilidade de lesão por dormências muscular será praticamente nula.
  17. Há uma reportagem sobre ele na revista online do mês de outubro!! Veja:
  18. Pelo seu relato percebe-se que você, provavelmente, utilizou-se de esteróides anabolizantes, responsáveis por um excessivo ganho de massa muscular, que resultou na impossibilidade de crescimento paralelo da epiderme e demais camadas da pele. Daí, surgem as esteticamente repugnáveis ESTRIAS... Existem tratamentos específicos que somente poderão ser indicados pelo seu dermatologista; contudo, há produtos de venda livre que prometem renovar a pele e acabar com as estrias. Um desses produtos é o ESTRIA VIT, que pode ser encontrado em lojas virtuais, custando em média R$50,00, veja: http://riqueza.com.br/riqueza.asp?Afili ... cao=Clique
  19. Segundo um professor de minha academia, foi realizada uma pesquisa por Mestrandos em Fisiologia no Estado de São Paulo na qual concluiu-se que o BÍCEPS humano pode atingir, NO MÁXIMO, 42 cm(quarenta e dois centímetros) de circunferência ao ser flexionado. Mais do que isso, só com ESTERÓIDES ANABOLIZANTES. Notas - tamanho de 42 cm obtido: 01. sem uso de suplementos alimentares 02. com musculatura relaxada, sem a vascularização obtida após a malhação, conhecida como THE PUMP (expressão usada por Arnold) Acredita-se que com a suplementação de CREATINA e GLUTAMINA seja possível atingir 44 cm sem administração de ergogênicos.
  20. Bacana o texto Emerson. Agradecemos a contribuição. O malhador tem que tomar muito cuidado com os suplementos que toma e da forma como toma... Não se pode brincar com a saúde...
  21. O ganho de peso experimentado por aqueles que usam creatina se deve a absorção de água pelo organismo e não pelo ganho de massa muscular. Acredita-se que a creatina aumenta a velocidade dos processos celulares, resultando num melhor ambiente para queima de gordura e para hipertrofia muscular. O segredo pode estar em outro aspecto: no aumento de força. Quando o musculador tem mais força, consequentemente poderá treinar mais intensamente, o que resultará em maior hipertrofia.
  22. Tratamento estético sob suspeita Popular redutor de gordura, o lipoestabil foi proibido pela Vigilância Sanitária, que teme efeitos colaterais. Venda do remédio é ilegal Guaíra Flor Da equipe do Correio Destruíram o sonho dourado de nove entre dez mulheres, sem dó nem piedade. Emagrecer sem fazer esforço voltou a ser algo impossível. A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso do lipoestabil — nome comercial da fosfatidilcolina — no Brasil. Até a semana passada, a substância era a sensação das clínicas de estética do país. Ela acaba com a gordura localizada em questão de semanas. O efeito é similar a uma lipoescultura. Com a vantagem de ser menos dolorosa e mais barata. Basta deitar na maca e agüentar algumas picadinhas na região ‘‘problemática’’ (normalmente culotes, cintura, bumbum e barriga). A gordura se dissolve como por milagre. Dá para perder até 7 centímetros de medidas em um único mês. E o melhor: sem necessidade de suar na academia. Só tem um problema. Ninguém conhece o preço desse milagre a longo prazo. É fato que a gordura desaparece dos quadris e barriga. Mas não se sabe para onde ela vai. ‘‘Pode ser que ela fique acumulada no fígado ou nas artérias’’, explica Cláudio Maierovitch, diretor de medicamentos da Anvisa. ‘‘Isso aumenta as chances de uma cirrose ou infarto.’’ Outra dúvida dos especialistas é se o lipoestabil queima apenas gorduras localizadas. Teme-se que destrua também as células gordurosas que revestem órgãos vitais como o coração e o sistema nervoso central. ‘‘Os riscos são altos demais. Por isso, proibimos o uso do medicamento, ou de seu princípio ativo, para fins estéticos’’, afirma Maierovitch. Segundo a Anvisa, não existem estudos científicos sobre os efeitos colaterais do lipoestabil, quando injetado sob a pele. Motivo? O remédio não foi feito para isso. Originalmente, ele é utilizado no tratamento da arteriosclerose (entupimento das artérias). Nesses casos, é injetado diretamente na corrente sanguínea. O uso da droga para acabar com a gordura localizada não é legalizado em nenhum país do mundo. Portanto, segundo a Anvisa, quem adquire essa substância está comprando um contrabando. A multa para a clínica ou médico que fizer esse tipo de aplicação varia de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão. RISCO Apesar do alerta da Anvisa, muitas mulheres arriscariam o tratamento com o lipoestabil. Entre elas, a modelo, decoradora e pedagoga Juliana Araujo, 26 anos. A jovem — de silhueta cheia de curvas — usou o produto no ano passado e repetiria a dose. ‘‘O resultado foi excelente’’, comemora. ‘‘Passei do manequim 38 para o 36 em um mês’’. Cada aplicação custou, em média, R$ 70. Juliana fez quatro, reforçadas por sessões de massagem estética, ultra-som e regime. ‘‘No fundo, não sei se o lipoestabil foi o único responsável pelo meu emagrecimento’’, admite. ‘‘Mas o importante é que fiquei satisfeita, não tive nenhum problema e não voltei a engordar.’’ Depois da proibição da Vigilância Sanitária, em 8 de janeiro, o lipoestabil sumiu das clínicas de estética da cidade. Muitos médicos aprovaram a decisão. ‘‘Foi bom para acabar com o uso indiscriminado da droga’’, diz Natércia Cunha Viana, especialista em medicina estética. ‘‘Tinha muita gente sem especialização aplicando essas injeções e isso, sim, poderia afetar a saúde de um paciente.’’ De fato, o tratamento com lipoestabil foi banalizado nos últimos meses. Até mesmo salões de beleza ofereciam as tais ‘‘injeções para queimar gordura’’. Procedimento condenado pelos especialistas, já que esses locais raramente contam com a devida higiene e capacitação profissional. Comprar a droga ilegalmente era mais fácil ainda. Bastava acessar a Internet. O preço era acessível, o frete gratuito e a qualidade do produto duvidosa. Um risco a mais para quem se submetia ao tratamento. Mesmo assim, milhares de pessoas experimentaram o lipoestabil no ano passado. ‘‘A maioria eram mulheres entre 20 e 30 anos’’, diz Natércia. Ela própria trabalhou com o lipoestabil durante mais de um ano, em seu consultório. Nesse intervalo de tempo, verificou apenas um efeito colateral em suas pacientes: coceira no local de aplicação. O sintoma passava após alguns dias. E não houve quem reclamasse dos resultados. A própria Anvisa não tem registros oficias sobre queixas de ex-usuárias do lipoestabil. ‘‘Mas isso não quer dizer que a substância seja inofensiva’’, alerta o diretor de medicamentos do órgão. ‘‘Como não temos certezas dos efeitos, é melhor não arriscar.’’ Tira-dúvidas / Lipoestabil O que é o lipoestabil? É o nome comercial da fosfatidilcolina, enzima capaz de quebrar moléculas de gordura. O medicamento é usado originalmente para combater a arteriosclerose (entupimento das artérias). Há alguns anos, descobriu-se que também ajudava a acabar com a gordura localizada. O problema é que não existem estudos sobre os efeitos colaterais da substância nesses casos. Principalmente a longo prazo Quando ele foi proibido no Brasil? No dia 8 de janeiro deste ano. A resolução é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. É importante esclarecer que o uso do lipoestabil foi proibido apenas para fins estéticos. Como era feito o tratamento? Por meio de injeções. Aplicava-se a substância na região desejada, a cerca de 5 milímetros de profundidade (na camada gordurosa da pele). O número de aplicações variava de acordo com a necessidade da paciente. Normalmente, esse número variava de 4 a 15 sessões. Em cada uma delas, a paciente levava, em média, 15 picadas. O tratamento não era recomendado para pessoas obesas. O limite era seis quilos acima do peso normal. FONTE: Correio Braziliense http://www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO ... 03_147.htm?
  23. Apesar da venda de Xenadrine e produtos semelhantes estar proibida no Brasil, é fácil encontrar tais produtos em diversas lojas... mas sempre vale a pena lembrar que se deve ter cuidado para não comprar falsificações baratas.
  24. Hoje muitas marcas já oferecem albumina com SABORES, como morango, chocolate, banana, baunilha, etc. Nesse caso, é fácil tomar com leite. Porém, tomar albumina PURA com leite é HORROROSO! Melhor tomar com suco de LARANJA em encher de GELO para dar uma enganada!
  25. Foi publicada uma matéria especial sobre os produtos que contém eferina na edição de setembro da revista online de fisiculturismo e musculação. Dê uma olhada no link abaixo: Todos esses produtos trabalham com base na efedrina, principal composto ativo. A combinação da efedrina com a cafeína e com o guaraná que gerá o efeito termogênico responsável pelo aumento da temperatura corporal e aceleração dos processos biológicos como a queima de gordura. Qualquer um deles, desde que origianal, funcionará de maneira semelhante. Cuidado com preços muito baixos, há grandes chaces do produto ser falsificado. Detalhe: a venda de todos eles está proibida no Brasil.
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