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Quadro de Líderes

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Mostrando conteúdo com a maior reputação desde 30/07/2026 em todas as áreas

  1. A JBS já consegue colocar carne produzida sem abate nas prateleiras brasileiras? Não. O que a companhia inaugurou em Florianópolis foi um centro de pesquisa em biotecnologia com mais de 4 mil metros quadrados e mais de 20 laboratórios. A instalação existe, a empresa investe em carne cultivada e já controla uma companhia espanhola da área. Isso ainda não equivale a uma fábrica brasileira vendendo bifes cultivados. Em "A JBS Está Fazendo CARNE SEM BOI !! E Eu Sei Como Isso Termina", Lua Ferrari usa a inauguração para discutir segurança, composição nutricional, concentração empresarial e a possibilidade de uma tecnologia ser normalizada antes de haver experiência de consumo em larga escala. Parte do alerta é pertinente. Parte precisa de correção para não transformar dúvida legítima em conclusão antecipada. O que a JBS realmente inaugurou em FlorianópolisO JBS Biotech Innovation Center foi inaugurado em 1º de abril de 2026. Segundo a própria companhia, a estrutura tem mais de 4 mil metros quadrados e mais de 20 laboratórios. O escopo oficial não se limita à carne cultivada. Inclui saúde animal, nutrição de precisão, proteínas funcionais, proteínas alternativas e processos de biotecnologia. Quando anunciou o início das obras em 2023, a JBS descreveu três fases. As duas primeiras, estimadas em US$ 22 milhões, cobriam a construção do centro e uma planta-piloto. O plano completo poderia chegar a US$ 62 milhões com uma futura unidade demonstrativa em escala industrial. Essa terceira etapa é importante: centro de pesquisa, planta-piloto e produção comercial são níveis diferentes de maturidade. A estratégia internacional já vinha de antes. Em 2021, a JBS adquiriu 51% da espanhola BioTech Foods. Em 2023, anunciou a construção na Espanha de uma unidade industrial de proteína bovina cultivada. No Brasil, a BRF também mantém parceria com a israelense Aleph Farms, enquanto a Embrapa conduz um projeto de microcarreadores vegetais para produzir análogos de linguiça com células bovinas, suínas e de frango, com execução prevista até julho de 2027. Como se faz carne cultivada sem criar um boi inteiroCarne cultivada não é hambúrguer vegetal. Ela começa com células animais obtidas por biópsia ou de um banco celular. Essas células são selecionadas e multiplicadas em meio de cultura dentro de equipamentos controlados. Depois, precisam se diferenciar em tecidos como músculo e gordura e ganhar estrutura sobre suportes comestíveis. O material é então colhido e processado para formar o alimento final. O processo pode ser organizado em cinco etapas: obtenção e caracterização das células criação de um banco celular estável multiplicação em meio de cultura e biorreatores diferenciação em músculo, gordura e outros componentes colheita, formulação e processamento do alimento Produzir uma massa celular para hambúrguer ou almôndega é tecnicamente diferente de reproduzir a arquitetura de um bife grosso, com fibras, gordura, vasos e textura distribuídos como no tecido animal. Por isso, uma instalação de pesquisa capaz de cultivar células não prova que o custo, a escala e a qualidade sensorial já estejam resolvidos. A Anvisa criou uma rota, não aprovou a carneA RDC 839/2023, vigente desde março de 2024, atualizou as regras para novos alimentos e ingredientes. Produtos obtidos por cultivo celular entraram expressamente no grupo que exige avaliação prévia de segurança. A norma estabelece o caminho regulatório, mas não dá uma autorização coletiva para qualquer carne cultivada. Cada produto precisa apresentar identidade, composição, processo de fabricação, especificações, estabilidade e evidências de segurança. A avaliação pode incluir toxicologia, alergenicidade, exposição alimentar e caracterização dos materiais usados no cultivo. Até 21 de agosto de 2026, a Anvisa não havia anunciado autorização de carne cultivada para venda ao consumidor brasileiro. Portanto, estas três frases não significam a mesma coisa: o Brasil possui regra para avaliar carne cultivada uma empresa pesquisa carne cultivada no Brasil um produto específico foi aprovado para venda As duas primeiras são verdadeiras. A terceira depende de uma decisão sanitária individual que ainda não ocorreu. Margarina não foi proibida em 2023A comparação com a margarina chama atenção para um risco real: produtos podem ser promovidos com argumentos de saúde que envelhecem mal. O exemplo histórico, porém, precisa ser formulado corretamente. O Brasil não proibiu margarina em 2023. A Anvisa proibiu o uso de gorduras parcialmente hidrogenadas como ingrediente a partir de 1º de janeiro de 2023, etapa final de uma redução progressiva de gordura trans industrial. Margarinas atuais podem ser fabricadas por outros processos e continuar no mercado. Assim, a história da gordura trans justifica exigir composição transparente, vigilância e acompanhamento de longo prazo. Ela não demonstra que carne cultivada repetirá o mesmo desfecho. Também não existe equivalência química entre os dois produtos. A analogia é institucional: primeiro aparece uma promessa tecnológica, depois vêm aceitação e escala, e efeitos inesperados podem surgir. Isso é motivo para monitorar. Não é prova de dano. A composição nutricional depende do produto finalCarne bovina convencional é uma matriz alimentar conhecida. Ela fornece proteína completa, vitamina B12, ferro heme, zinco, creatina, carnosina e uma mistura específica de gorduras. Carne cultivada não nasce automaticamente com a mesma composição. O resultado depende da linhagem celular, do meio de cultura, do suporte comestível, da proporção de músculo e gordura, da formulação e de eventual fortificação. Um hambúrguer cultivado pode ser ajustado para ter mais ou menos gordura saturada, ferro, B12 ou sódio. Essa flexibilidade pode ser uma vantagem tecnológica, mas impede chamar todos os produtos de nutricionalmente idênticos antes de medir o alimento pronto. O raciocínio correto vale nos dois sentidos. Não se deve afirmar que a carne cultivada é equivalente ao bife apenas porque contém células bovinas. Também não se pode concluir que é nutricionalmente inferior sem analisar sua composição, biodisponibilidade, digestibilidade e padrão de consumo. Quais riscos realmente precisam ser avaliadosO relatório técnico da FAO e da Organização Mundial da Saúde divide a cadeia em obtenção celular, crescimento e produção, colheita e processamento. Muitos perigos já existem em outros segmentos da indústria de alimentos. Outros ganham características próprias por causa dos meios de cultura, biorreatores, suportes, fatores de crescimento e bancos celulares. Os pontos centrais de controle são: contaminação microbiológica durante o cultivo identidade, pureza e estabilidade da linhagem celular resíduos ou impurezas dos meios de cultura alergênicos introduzidos por suportes e ingredientes alterações provocadas pelo processamento final rastreabilidade de lotes e controle de esterilidade composição nutricional e estabilidade durante a validade Células usadas em produção precisam multiplicar-se de maneira previsível durante muitas gerações. Isso exige caracterização genética e fenotípica. Descrever essa capacidade apenas como "células que não param de crescer" e compará-la diretamente a câncer é impreciso. O risco alimentar não é avaliado pela aparência da frase, mas pela identidade da linhagem, pelos controles do processo, pela ausência de células viáveis indesejadas no produto e pelos testes exigidos para aquela formulação. Patentes e concentração são questões econômicas reaisCarne cultivada exige capital, propriedade intelectual, equipamentos e capacidade regulatória. Isso favorece empresas grandes e pode concentrar etapas da cadeia em poucos fornecedores de linhagens, meios de cultura e biorreatores. A compra de 51% da BioTech Foods pela JBS mostra que as grandes processadoras já tentam ocupar esse mercado. Esse debate envolve dependência tecnológica, poder de mercado, acesso a patentes e controle da produção de alimentos. Ele merece acompanhamento próprio. Não substitui a avaliação sanitária: uma tecnologia pode ser segura e concentrada, insegura e pulverizada, ou apresentar qualquer combinação entre esses dois eixos. Fato, exagero e situação atualAfirmação Veredito O que os dados permitem dizer A JBS abriu um centro de biotecnologia em Florianópolis Fato A instalação foi inaugurada em abril de 2026, tem mais de 4 mil m² e mais de 20 laboratórios A unidade brasileira já é uma fábrica comercial de carne sem boi Exagero O centro reúne pesquisa e planta-piloto. A unidade demonstrativa industrial aparece como etapa futura do plano A RDC 839/2023 aprovou carne cultivada no Brasil Falso A resolução criou requisitos para avaliar novos alimentos. Cada produto precisa de autorização própria Margarina foi proibida em 2023 Falso A proibição atingiu gorduras parcialmente hidrogenadas, fonte industrial de gordura trans Carne cultivada é igual à carne convencional Não demonstrado A equivalência depende da formulação e de análises do produto pronto Carne cultivada já foi provada perigosa Não demonstrado Existem perigos que precisam ser controlados, mas risco depende do produto e do processo avaliados ConclusãoA JBS entrou de forma concreta na corrida da carne cultivada. Há um centro de pesquisa em Florianópolis, investimento internacional e participação majoritária na BioTech Foods. Ainda falta o salto decisivo entre cultivar células em laboratório e vender um alimento aprovado, competitivo e produzido em escala. O alerta mais sólido não é tratar a tecnologia como salvação nem como desastre antecipado. É exigir dados do produto final: composição, processo, estudos de segurança, autorização da Anvisa, rastreabilidade, preço e desempenho em escala. Sem isso, "carne sem boi" continua sendo uma plataforma tecnológica em desenvolvimento, não um alimento comum já consolidado no prato brasileiro. FAQA JBS já vende carne cultivada no Brasil?Não. A empresa inaugurou um centro de pesquisa e planta-piloto em Florianópolis, mas isso não equivale à autorização de um produto para venda ao consumidor. Carne cultivada é a mesma coisa que carne vegetal?Não. A carne cultivada usa células animais multiplicadas em ambiente controlado. Produtos vegetais imitam carne com proteínas e outros ingredientes de origem vegetal. A Anvisa já aprovou carne cultivada?A RDC 839/2023 criou o procedimento de avaliação para novos alimentos produzidos por cultivo celular. Ela não aprovou automaticamente nenhum produto. Cada formulação precisa passar por análise própria. A margarina foi proibida no Brasil?Não. Desde 2023, a Anvisa proíbe gorduras parcialmente hidrogenadas como ingrediente. Margarinas fabricadas sem esse tipo de gordura continuam permitidas. Carne cultivada tem os mesmos nutrientes de um bife?Não é possível generalizar. Proteína, gordura, ferro, vitamina B12, sódio e outros componentes dependem das células, do meio de cultura, do suporte, da formulação e da fortificação do produto. Carne cultivada é segura?Segurança não pode ser atribuída à categoria inteira. Ela precisa ser demonstrada para cada produto e processo, com controle de contaminação, caracterização celular, avaliação dos insumos, composição e estabilidade. ReferênciasFERRARI, Lua. A JBS Está Fazendo CARNE SEM BOI !! E Eu Sei Como Isso Termina. YouTube, 21 ago. 2026. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=z-fG7S_W4SE. Acesso em: 21 ago. 2026. JBS. JBS inaugura centro de biotecnologia avançada para desenvolver superproteínas. JBS, 1 abr. 2026. Disponível em: https://www.jbs.com.br/imprensa/jbs-inaugura-centro-de-biotecnologia-avancada-para-desenvolver-superproteinas/. Acesso em: 21 ago. 2026. JBS. JBS inicia obras do primeiro centro de pesquisas em proteína cultivada do Brasil. JBS, 13 set. 2023. Disponível em: https://www.jbs.com.br/imprensa/jbs-inicia-obras-do-primeiro-centro-de-pesquisas-em-proteina-cultivada-do-brasil/. Acesso em: 21 ago. 2026. JBS. Empresa da JBS inicia construção da maior fábrica de proteína bovina cultivada do mundo. JBS, 7 jun. 2023. Disponível em: https://www.jbs.com.br/imprensa/empresa-da-jbs-inicia-construcao-da-maior-fabrica-de-proteina-bovina-cultivada-do-mundo/. Acesso em: 21 ago. 2026. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Anvisa atualiza regras para comprovar segurança de novos alimentos e ingredientes. Brasília, DF: Anvisa, 6 dez. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2023/anvisa-atualiza-regras-para-comprovar-seguranca-de-novos-alimentos-e-ingredientes/. Acesso em: 21 ago. 2026. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Novos alimentos e novos ingredientes. Brasília, DF: Anvisa. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/setorregulado/regularizacao/alimentos/novos-ingredientes-e-alimentos/. Acesso em: 21 ago. 2026. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Publicada norma sobre gordura trans em alimentos. Brasília, DF: Anvisa, 2 jan. 2020. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2020/publicada-norma-sobre-gordura-trans-em-alimentos. Acesso em: 21 ago. 2026. WORLD HEALTH ORGANIZATION; FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION OF THE UNITED NATIONS. Food safety aspects of cell-based food. Geneva: WHO, 2023. Disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/9789240070943. Acesso em: 21 ago. 2026. EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Microcarreadores comestíveis de origem vegetal para engenharia e produção de um análogo de linguiça com células bovina, suína e frango. Brasília, DF: Embrapa. Disponível em: https://www.embrapa.br/en/busca-de-projetos/-/projeto/222059/microcarreadores-comestiveis-de-origem-vegetal-para-engenharia-e-producao-de-um-analogo-de-linguica-com-celulas-bovina-suina-e-frango. Acesso em: 21 ago. 2026.
  2. Breve poderrmos estar consumindo carne artificial misturada com carne de verdade sem a gente saber, assim como tem leite e composto lácteo..o composto é leite com celulose...e cuidado com os influencers que estão sendo pagos pela indústria da carne.
  3. Durante muito tempo, quando falávamos em gordura localizada, parecia que existiam apenas duas possibilidades: aceitar aquela região ou recorrer a uma cirurgia. Hoje, a estética avançou — e, com ela, surgiu uma possibilidade interessante para pacientes que desejam melhorar o desenho do corpo sem necessariamente passar por um procedimento cirúrgico. É nesse contexto que entram as chamadas enzimas corporais, utilizadas em protocolos de lipólise injetável para auxiliar na redução de pequenas áreas de gordura localizada e no refinamento do contorno corporal. Na minha prática, esse é justamente o ponto que considero mais interessante: não estamos falando de emagrecimento, mas de lapidar o contorno. Quando o corpo está bem, mas ainda existe aquela gordura que incomodaÉ muito comum receber pacientes que já emagreceram, treinam, cuidam da alimentação e, mesmo assim, continuam incomodados com determinadas regiões. Pode ser aquela gordura abaixo do abdômen, nos flancos, nas costas, nos braços, na parte interna das coxas ou em outras pequenas áreas que parecem não acompanhar o restante do corpo. Esses pacientes não necessariamente precisam emagrecer mais. Muitas vezes, precisam apenas de uma estratégia direcionada para aquela região. É aí que vejo um dos grandes benefícios da lipólise injetável: trabalhar de forma localizada, buscando melhorar o desenho corporal e tornar o contorno mais harmônico. E existe ciência por trás disso?Sim. Um dos principais ativos estudados nessa área é o desoxicolato, uma substância capaz de romper as membranas das células de gordura. Quando utilizado de maneira adequada, ocorre um processo de destruição dessas células, seguido pelo trabalho natural do organismo na remoção dos resíduos celulares. (PubMed Central (PMC)⁠) Um estudo clínico controlado avaliou aplicações na região abdominal e encontrou redução significativa da espessura da gordura subcutânea na área tratada. Os pesquisadores observaram que o tratamento foi capaz de reduzir o volume e a espessura da gordura localizada. (PubMed Central (PMC)⁠) Outro estudo, realizado com 441 pacientes, avaliou a utilização de lipólise injetável em diferentes regiões com gordura localizada. Foram observadas reduções médias de circunferência após as aplicações, incluindo aproximadamente 3,7 cm na parte superior do abdômen, 3,9 cm na parte inferior do abdômen, 1,9 cm nas coxas e 1,6 cm nos braços, embora os resultados variem de acordo com a região e com cada paciente. (ScienceDirect⁠) Ou seja: há evidência clínica de que determinados protocolos de lipólise injetável podem contribuir para a redução de gordura localizada e para a melhora do contorno corporal. E é justamente essa possibilidade de tratar pequenas áreas que torna o procedimento tão interessante. O objetivo não é emagrecer. É refinar.Essa diferença muda completamente a forma como devemos enxergar o tratamento. Eu não indico enzimas para substituir dieta, exercício ou emagrecimento. O paciente ideal é aquele que já apresenta uma condição corporal relativamente estável e possui depósitos localizados de gordura que comprometem o contorno de determinada região. Nesses casos, podemos utilizar a estratégia para buscar uma silhueta mais definida, proporcional e harmônica. É aquele detalhe que muitas vezes faz diferença no resultado final. O que podemos esperar do tratamento?O resultado acontece de maneira progressiva. Não é um procedimento que deve ser vendido como uma transformação imediata. O organismo precisa de tempo para responder ao tratamento e para que o processo de redução daquele tecido seja percebido visualmente. Um estudo multicêntrico que avaliou 221 pacientes e 273 áreas de gordura localizada utilizou aplicações com intervalo de aproximadamente seis semanas. Foram necessárias, em média, 3,14 sessões por área tratada até que o resultado clínico fosse considerado satisfatório. Abdômen e flancos estiveram entre as regiões com melhores respostas. (PubMed⁠) Outro trabalho com 1.269 pacientes utilizou, em média, quatro sessões com intervalos de quatro semanas, demonstrando resultados particularmente interessantes em algumas regiões, incluindo braços e determinadas áreas de gordura localizada. (PubMed Central (PMC)⁠) Por isso, quando falamos em número de sessões, gosto de explicar que não existe uma receita única. Cada corpo responde de uma maneiraA quantidade de gordura, a região tratada, a qualidade da pele, o metabolismo individual e a resposta obtida ao longo das sessões são fatores que influenciam diretamente o planejamento. O que considero mais importante no meu trabalho Para mim, a grande diferença não está simplesmente em aplicar um produto. Está em saber quem realmente tem indicação. Antes de qualquer procedimento, é necessário avaliar o corpo como um todo. Não adianta reduzir gordura de uma determinada região se existe uma flacidez importante naquela área. Da mesma forma, não faz sentido indicar um tratamento localizado para alguém que ainda precisa trabalhar questões relacionadas ao peso corporal. O resultado mais bonito é aquele em que conseguimos equilibrar redução de gordura, qualidade da pele e proporção corporal. É por isso que considero o refinamento corporal uma estratégia individualizada. O mercado está evoluindoA estética corporal está passando por uma mudança importante. Estamos saindo daquela ideia de que todos os pacientes precisam do mesmo protocolo e caminhando para tratamentos cada vez mais personalizados. Uma revisão sistemática publicada recentemente avaliou os estudos disponíveis sobre agentes lipolíticos injetáveis utilizados para redução de gordura em regiões corporais diferentes da região abaixo do queixo. Os autores identificaram resultados promissores em diferentes áreas e destacaram o crescimento dessa linha de tratamento como uma alternativa minimamente invasiva para o contorno corporal. (PubMed⁠) Também existem estudos mais recentes avaliando especificamente o uso do ácido desoxicólico para gordura nos flancos, utilizando medidas por ultrassom, avaliação clínica e satisfação dos pacientes. (PubMed⁠) Isso mostra algo que considero muito importante: o mercado está deixando de olhar para a lipólise injetável apenas como uma tendência estética e passando a estudá-la de maneira cada vez mais estruturada. A estética do futuro será cada vez mais personalizadaAcredito que o futuro dos tratamentos corporais não está em prometer grandes transformações em poucas sessões. Está em entender cada corpo. Um paciente pode precisar emagrecer. Outro pode precisar melhorar a flacidez. Outro pode ter uma excelente composição corporal, mas apresentar uma pequena área de gordura localizada que interfere no contorno. É nesse último perfil que as enzimas podem se tornar uma ferramenta extremamente interessante. ConclusãoQuando existe indicação, planejamento e acompanhamento, podemos utilizar a tecnologia para valorizar o que o paciente já conquistou, refinando determinadas regiões e buscando um contorno corporal mais definido e proporcional. E talvez essa seja a melhor maneira de explicar o tratamento: não é sobre mudar o corpo inteiro. É sobre cuidar dos detalhes que fazem esse corpo ficar ainda mais harmônico. É justamente nessa busca pelo detalhe, pela proporção e pela individualização que vejo uma das grandes oportunidades da estética corporal atual. Referências científicasKlein AW, et al. Metabolic and Structural Effects of Phosphatidylcholine and Deoxycholate Injections on Subcutaneous Fat: A Randomized, Controlled Trial. Dermatologic Surgery. (PubMed Central (PMC)⁠) Salti G, Ghersetich I, Tantussi F, et al. Phosphatidylcholine and Sodium Deoxycholate in the Treatment of Localized Fat: A Double-Blind, Randomized Study. Dermatologic Surgery. 2008. (Biblioteca Online Wiley⁠) Thomas MK, D’Silva JA, Borole A. Injection Lipolysis: A Systematic Review of Literature and Our Experience with a Combination of Phosphatidylcholine and Deoxycholate over a Period of 14 Years in 1269 Patients. (PubMed Central (PMC)⁠) Bertossi D, et al. Evaluation of Safe and Effectiveness of an Injectable Solution Acid Deoxycholic Based for Reduction of Localized Adiposities. (PubMed⁠) Carrion K, et al. A Systematic Review of Injectable Lipolytic Agents for Non-Submental Fat Reduction. Plastic and Reconstructive Surgery. 2025. (PubMed⁠) Namakizadeh Esfahani N, et al. Evaluating the Efficacy and Safety of Deoxycholic Acid Injection in Reduction of Flank Fat. Journal of Cosmetic Dermatology. 2025. (PubMed⁠)
  4. Somente esses sintomas adversos relatados na matéria, e não são todas os pacientes que apresentam. Como citado, pacientes que não se enquadram nos critérios de refinamento, apenas! É uma associação em mescla bastante segura.
  5. Oi, Alice! 😊 excelente pergunta, porque justamente esse é o ponto: não existe um protocolo de “enzimas” igual para todo mundo.Na avaliação corporal, primeiro precisamos entender se essa gordura localizada realmente é predominantemente gordura ou se existe também um componente de flacidez, qualidade e espessura da pele.A partir disso, conseguimos definir a melhor estratégia para cada caso. Quando falamos em “enzimas”, também não estamos falando necessariamente de uma única substância. Existem diferentes compostos e associações, e a escolha depende da individualidade de cada paciente, da espessura do tecido adiposo, da região tratada e do objetivo do tratamento. O ácido desoxicólico é um dos ativos que pode ser utilizado em determinadas indicações, mas não é a única possibilidade. Aqui na clínica, antes de iniciar qualquer protocolo de harmonização corporal, fazemos uma avaliação individualizada, justamente para identificar a necessidade real daquela região e montar um planejamento de tratamento adequado — inclusive avaliando se o caso realmente tem indicação para um protocolo injetável ou se outra abordagem seria mais interessante. Sobre o pós-procedimento, pode existir inchaço, sensibilidade e desconforto, e a intensidade varia bastante conforme o protocolo, região e resposta individual. Por isso, também orientamos cada paciente sobre os cuidados e sobre quando é seguro retomar os treinos. A quantidade de sessões também não é definida simplesmente como “3 ou 4 para todo mundo”. Ela depende da avaliação inicial e da resposta de cada organismo ao tratamento. E sim: depois de reduzir a quantidade de células de gordura daquela região, manter peso, alimentação e rotina de exercícios é importante para preservar o resultado. Isso não significa que o organismo fique incapaz de armazenar gordura novamente até porque somos mulheres, e sabemos das mudanças hormonais que sofremos ao longo da vida — por isso, a manutenção dos hábitos continua sendo fundamental. Se você quiser entender qual seria a melhor estratégia especificamente para essa gordurinha do abdômen, pode falar comigo pelo Instagram @dratalitaspineli. faço a avaliação e, a partir das características do seu corpo, explico quais possibilidades fazem sentido para o seu caso e quais eu não indicaria. Abraços
  6. Tenho indicação para ciclar?

    fisiculturismo e outro reagiu a clari por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Olá pessoal, sou nova na área. Estou ainda pesquisando e aprendendo acerca do tema. Há um tempo venho tenho vontade de ciclar com algum anabolizante, pois queria ficar com um shape mais atlético, perder gordura e quem sabe diminuir a flacidez e celulite (se é que anabolizantes funcionam também para esse propósito). Sempre malhei desde o 18, com algumas pausas (alguns anos fui mais disciplinada, outros nem tanto). Há dois anos atrás sofri uma disfuncao na tireoide, além de ter parado de malhar e ganhei 15 kg. Início do ano passado voltei à academia e consegui eliminar 10 kg em 3 meses. Logo em seguida fiz cirurgia plástica (silicone + lipo nos culotes e abdômen), mas desde então venho notando que perdi maior parte da rigidez de minha pele, especialmente na área dos culotes, onde acumulei maior parte da gordura quando engordei. Fiquei com muita celulite e a firmeza da minha pele nas coxas, bumbum e culote nunca voltaram a ser a mesma depois de todo aquele ganho e perda de peso. Ficou com aquele "efeito gelatina" e chacoalha muito quando me movimento, o que tem me trazido muito desconforto e constrangimento. Pensei até em fazer outra plástica, dessa vez de lifting de coxa para eliminar de vez esse maldito excesso de pele, principalmente entre as coxas, porém ficaria com uma cicatriz grande. Foi aí que pensei se talvez o anabolizante, além de me fazer ganhar mais massa, também não pudesse me ajudar nessa questão da flacidez. Existe um grande porém... Eu sofro de alopécia androgenética, e atualmente estou fazendo tratamento com minoxidil via oral. Já pesquisei e tenho total consciência dos possíveis efeitos colaterais... Por ter alopécia, tenho a consciência de que posso ficar careca... Mas por se tratar de questão de escolha, estaria realmente disposta a pagar o preço e usar até peruca se necessário. Gostaria de uma opinião sincera, de um ponto de vista profissional, sobre se seria recomendado para mim a ciclar. Pensei talvez na oxandrolona. _______________________________________ Idade: 28 anos Altura: 1,60 Peso: 56 kg Medicações em uso: Minoxidil oral, sertralina e pílula anticoncepcional. Problemas de saúde e histórico de cirurgias: No momento somente alopécia androgenética. Há 1 ano atrás fiz cirurgia de mama e lipoaspiração. Ciclos feitos: Nunca fiz e estou aberta à aconselhamentos. Exames de sangue: vou anexar em outro comentário. Divisão de treino: Minha academia reabriu essa semana, portanto não estou ainda com um novo treino definido. Dieta: Não estou seguindo nada muito estabelecido, apenas evitando muito carboidrato e gorduras. Basicamente: tapioca com ovos pela manhã. Uma pequena porção de feijão, ovo, bastante azeite de oliva extra virgem que adoro e alguma proteína no almoço. De lanches durante o dia (faço vários) geralmente frutas, iogurte e bolacha integral. De jantar costumo consumir granola e aveia com leite e tapioca às vezes. Ceia novamente uma fruta ou iogurte. Seguem fotos em anexo:
  7. 2 pontos
    Boa noite!!! Preciso Mto de ajuda com clembuterol!!!! Comecei a tomar hj e to me sentindo mtooo estranha .. no treino eu tremia mto, minha visão está com pouco turva..ė assim mesmo??? Alguém pode me ajudar?? Não imaginava que era tão difícil os colaterais •́ ‿ ,•̀
  8. Ficar cinco minutos em cócoras parece simples até o calcanhar levantar, o tornozelo travar ou as pernas começarem a formigar. O alvo pode ser útil para recuperar uma posição que quase desapareceu da rotina moderna, mas não deve ser tratado como prova de mobilidade nem como dose inicial obrigatória. Em 5 minutos de agachamento profundo: como uma posição esquecida transforma o corpo, Luciana Haddad organiza os possíveis benefícios e os riscos da posição. A conclusão prática é direta: começar com 10 segundos, progredir em blocos e sair imediatamente se houver dormência ou formigamento. A resposta curta: cinco minutos são uma meta, não o ponto de partidaDúvida Resposta prática Preciso ficar cinco minutos seguidos? Não. O total pode ser fracionado em blocos curtos, com pausas em pé ou em outra posição. Quanto tempo usar no início? Comece com 10 segundos. Progrida para 15, 20 e 30 segundos conforme o conforto. O calcanhar precisa ficar no chão? Esse é o objetivo da posição, mas não deve ser forçado. Use apoio à frente enquanto recupera mobilidade. Formigamento faz parte da adaptação? Não. Dormência ou formigamento nas pernas ou nos pés são sinais para sair da posição. Agachar alguns minutos causa artrose? A associação encontrada na literatura envolve exposição ocupacional prolongada e repetida, não poucos blocos diários. O que a cadeira retirou do repousoDescansar nem sempre significou sentar em uma cadeira. Agachar com os quadris próximos do chão e os pés totalmente apoiados mantém os músculos das pernas ativos em baixa intensidade, mesmo sem caminhada ou exercício formal. Um estudo com adultos Hadza, grupo de caçadores-coletores da Tanzânia, encontrou aproximadamente 10 horas diárias de comportamento sedentário. O total se aproxima do observado em populações industrializadas. A diferença estava na postura: parte relevante do repouso ocorria agachada ou ajoelhada, com atividade muscular maior do que a registrada ao sentar. O achado não prova que cócoras previnam doenças. Trata-se de um estudo observacional. Ele mostra, porém, que tempo parado não é uma categoria única. Dez minutos em uma cadeira e dez minutos agachado impõem demandas musculares e articulares diferentes. Tornozelo, joelho e quadril chegam perto do limiteO agachamento profundo combina três amplitudes grandes ao mesmo tempo: dorsiflexão do tornozelo, levando o joelho à frente sem tirar o calcanhar do chão flexão completa do joelho, aproximando a parte posterior da perna da coxa flexão profunda do quadril, aproximando a coxa do tronco O tornozelo costuma ser o primeiro limitador. Quando falta dorsiflexão, a compensação aparece como calcanhar levantado, base excessivamente aberta ou perda de equilíbrio. Permanecer alguns segundos em uma versão assistida expõe o corpo à amplitude que se deseja recuperar sem obrigar a pessoa a sustentar todo o peso. A posição também pode favorecer respiração diafragmática e relaxamento quando os pés estão apoiados e o tronco permanece organizado. Isso não transforma o agachamento profundo em tratamento universal para a coluna. Dor, prótese, cirurgia recente ou diagnóstico articular exigem adaptação individual. Evacuar agachado não é igual a usar qualquer banquinhoO interesse pela posição também chegou ao banheiro. Ao agachar, o ângulo anorretal tende a ficar menos fechado, o que pode reduzir a resistência à passagem das fezes. Um estudo pequeno e antigo comparou três posições e encontrou menos esforço percebido e menos tempo até a sensação de esvaziamento na posição agachada. O resultado descreve percepção e duração em voluntários saudáveis. Não demonstra prevenção de doença intestinal. Uma pesquisa randomizada mais recente avaliou 41 pessoas com constipação, 93% mulheres, com idade média de 52 anos. Foram testadas a posição habitual e banquinhos de 18 e 23 cm. Os apoios mudaram a postura, mas não melhoraram o tempo para expulsar o balão nem as medidas subjetivas e objetivas de evacuação. Portanto, banquinho e cócoras profundas não são equivalentes. A mecânica é plausível, mas o resultado depende da altura do apoio, da mobilidade, da anatomia e da causa da constipação. Hemorroida: menos força é plausível, prevenção ainda não foi provadaEsforço repetido e permanência prolongada no vaso podem agravar sintomas hemorroidários. Se a posição agachada reduz a força necessária para evacuar, existe uma explicação mecânica para um possível benefício. Ainda não há ensaio que prove que praticar cócoras ou evacuar agachado previna hemorroidas. A conduta mais concreta é não transformar o vaso em cadeira. Ficar 20 ou 30 minutos com o celular, insistindo em fazer força, prolonga uma exposição desnecessária. Hidratação, ingestão adequada de fibras e avaliação de sangramento, dor ou alteração persistente do hábito intestinal são mais importantes do que confiar apenas na postura. O risco do nervo fibular aparece com compressão prolongadaO nervo fibular comum passa superficialmente pela lateral do joelho, próximo à cabeça da fíbula. Flexão profunda mantida por muito tempo pode comprimi-lo. O sinal mais preocupante não é apenas desconforto na panturrilha. A pessoa pode perder força para levantar a ponta do pé, começar a tropeçar ou arrastar o passo, quadro conhecido como pé caído. Um relato ocupacional descreveu paralisia fibular bilateral após seis horas de trabalho agachado dentro de uma tubulação estreita. O trabalhador teve recuperação completa. O caso ajuda a dimensionar a exposição: foram seis horas contínuas, não séries de 10 a 30 segundos. Variações anatômicas também podem aumentar a predisposição. Em um estudo por ressonância, aproximadamente 40% dos joelhos avaliados apresentaram um trajeto que formava um túnel poplíteo ao redor do nervo. Isso ajuda a explicar por que a mesma postura incomoda algumas pessoas muito antes de outras. Formigamento ou dormência não devem ser usados como marcador de progresso. Surgiram sintomas, levante e mude de posição. Fraqueza para elevar o pé, tropeços ou perda persistente de sensibilidade exigem avaliação médica. Minutos de prática não equivalem a uma jornada de trabalhoAgachar coloca o joelho em flexão máxima, mas risco depende de dose, frequência, carga e condição articular. Estudos ocupacionais associam ajoelhar e agachar por períodos extensos, repetidos durante anos, a maior ocorrência de osteoartrite do joelho. Uma análise de trabalhadores de creches registrou posturas de alta flexão por tempo e frequência suficientes para ultrapassar limiares ocupacionais propostos. Brincar no chão, alimentar crianças e conduzir atividades estruturadas acumulavam exposição. Esse cenário não pode ser transportado diretamente para poucos minutos diários e fracionados. Também não existe base para prometer que cinco minutos curem ou protejam o joelho. A prática pode desenvolver tolerância e amplitude em pessoas aptas, mas dor crescente, inchaço, bloqueio articular e instabilidade são motivos para interromper e investigar. Como progredir de 10 segundos até cinco minutosComece com 10 segundos. Pés totalmente apoiados, joelhos acompanhando a direção dos pés e respiração normal. Passe para 15, 20 e 30 segundos. Aumente apenas quando o bloco anterior estiver confortável e sem sintomas neurológicos. Some blocos, não sofrimento. Levante, caminhe ou mude de posição. Depois faça outro bloco curto. Use apoio firme. Maçaneta, sofá ou móvel estável à frente permitem descarregar parte do peso e manter o calcanhar no chão. Reduza a ajuda aos poucos. Desça devagar e transfira progressivamente menos peso para os braços. Interrompa por dormência ou formigamento. Esses sinais indicam possível compressão neural, não adaptação desejável. Uma pessoa que tolera 10 blocos de 30 segundos já acumulou cinco minutos sem permanecer imóvel durante todo o período. Com o tempo, os blocos podem ficar mais longos. Não há necessidade de alcançar cinco minutos contínuos para considerar a prática útil. Quem precisa adaptar ou evitarPessoas com prótese de joelho ou quadril, cirurgia recente, diagnóstico articular, histórico de luxação, sintomas neurológicos ou dor importante devem discutir a amplitude com o profissional responsável pelo tratamento. Mesmo sem diagnóstico, dor aguda, inchaço, travamento e sensação de falseio não são sinais para “alongar mais”. A posição assistida é a primeira alternativa quando o pé não permanece inteiro no chão. Colocar uma elevação sob os calcanhares muda a tarefa e pode ser útil em exercícios de força, mas não resolve por si só a limitação de dorsiflexão que impede a posição de repouso. ConclusãoO agachamento profundo reúne mobilidade de tornozelo, joelho e quadril em uma posição de repouso ativo. A meta de cinco minutos pode incentivar consistência, mas deve ser construída em blocos. O protocolo mais prudente começa com 10 segundos, progride para 15, 20 e 30 segundos e usa apoio quando necessário. Os riscos descritos na literatura aparecem principalmente com horas de compressão neural ou exposição ocupacional repetida em flexão profunda. Isso não torna a prática curta automaticamente segura para todos. Dormência, formigamento, pé caído, dor crescente e inchaço são limites claros. A posição deve ampliar capacidade, não exigir que o corpo ignore sinais de alerta. FAQPreciso ficar cinco minutos seguidos em agachamento profundo?Não. O total pode ser dividido. Dez blocos de 30 segundos somam cinco minutos e reduzem o tempo contínuo de compressão. Como começar se meus calcanhares levantam?Segure um apoio fixo à frente e descarregue parte do peso nos braços. Desça devagar e reduza a ajuda à medida que a mobilidade e o equilíbrio melhorarem. Agachamento profundo causa artrose?A associação mais consistente envolve trabalho com flexão profunda por períodos longos e repetidos. Isso é diferente de blocos curtos. Quem já tem doença no joelho precisa de orientação individual. Formigamento é normal durante a posição?Não deve ser ignorado. Saia imediatamente da posição. Formigamento e dormência podem indicar compressão do nervo fibular ou de outra estrutura neural. Agachar ajuda a evacuar?A posição reduz o ângulo anorretal e um estudo pequeno encontrou menos esforço e menor tempo. Banquinhos mudam a postura, mas um ensaio com constipação não encontrou melhora objetiva da evacuação. Quem tem prótese pode praticar?Apenas com liberação e adaptação definidas pelo profissional que acompanha a prótese. A flexão máxima pode não ser apropriada para todos os modelos, cirurgias e condições clínicas. ReferênciasFALALU!. 5 minutos de agachamento profundo: como uma posição esquecida transforma o corpo. YouTube, 24 ago. 2026. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=c-oB8NT72hI. Acesso em: 25 ago. 2026. RAICHLEN, David A. et al. Sitting, squatting, and the evolutionary biology of human inactivity. Proceedings of the National Academy of Sciences, v. 117, n. 13, p. 7115-7121, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1073/pnas.1911868117. Acesso em: 25 ago. 2026. SIKIROV, Dov. Comparison of straining during defecation in three positions: results and implications for human health. Digestive Diseases and Sciences, v. 48, n. 7, p. 1201-1205, 2003. Disponível em: https://doi.org/10.1023/A:1024180319005. Acesso em: 25 ago. 2026. TRIEU, R. Q. et al. Using a footstool does not aid simulated defecation in undifferentiated constipation: a randomized trial. Neurogastroenterology & Motility, v. 35, n. 7, e14580, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.1111/nmo.14580. Acesso em: 25 ago. 2026. LOHSIRIWAT, Varut. Hemorrhoids: from basic pathophysiology to clinical management. World Journal of Gastroenterology, v. 18, n. 17, p. 2009-2017, 2012. Disponível em: https://doi.org/10.3748/wjg.v18.i17.2009. Acesso em: 25 ago. 2026. KODAIRA, M. et al. Squatting-induced bilateral peroneal nerve palsy in a sewer pipe worker. Occupational Medicine, v. 67, n. 1, p. 75-77, 2017. Disponível em: https://doi.org/10.1093/occmed/kqw133. Acesso em: 25 ago. 2026. YANG, J. et al. Anatomical variants of short head of biceps femoris muscle associated with common peroneal neuropathy in Korean populations: an MRI based study. Journal of Korean Neurosurgical Society, v. 61, n. 4, p. 509-515, 2018. Disponível em: https://doi.org/10.3340/jkns.2018.0018. Acesso em: 25 ago. 2026. LAUDANSKI, Annemarie F., BUCHMAN-PEARLE, Jessa M., ACKER, Stacey M. Quantifying high flexion postures in occupational childcare as they relate to the potential for increased risk of knee osteoarthritis. Ergonomics, v. 65, n. 2, p. 253-264, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.1080/00140139.2021.1969041. Acesso em: 25 ago. 2026.
  9. Relato primeiro ciclo estetico

    fisiculturismo e outro reagiu a bloko por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Montei um ciclo com as sugestões do @Apollo Galeno que fizemos em outro tópico e vou manter o relato aqui. Primeiro ciclo. Idade 32 anos altura 1,71 peso 67kg Tronco Normal: 96,50 cm Cintura: 78,50 cm Abdômem: 81,50 cm Quadril: 100,50 cm Braço Relaxado Dir: 30,50 cm Antebraço Dir: 26,50 cm Coxa Dir: 50,30 cm Panturrilha Dir relaxada: 37,30 cm BF 15.09% Tempo de treino 2 meses de musculação, faço outros esportes objetivo 'ciclo estético', ganhar peso rápido e da forma mais "limpa", que se mantenha o possível após o ciclo sem grandes colaterais. Ganhando pouco volume e mantendo definição Aes: cipionato 200mg GOLD e oxandrolona 10mg GOLD - Cipionato 200 mg / semana (3 aplicações por semana ) - Oxandrolona 20 mg/dia (tomar de 12/12 hs) pretendo aumentar no decorrer Devo tomar por apenas 6 semanas, se eu chegar a 71kg ou mais encerro na sexta semana. Tenho dúvidas sobre o final do ciclo, se corto abruptamente tudo ou vou aos poucos. Minha testo esta boa agora, mostrei os exames no outro tópico (em 650 se não me engano), quero que ela volte ao normal o mais rapido que der quando terminar o uso. Tenho também Anastrozol 1mg GOLD que pretendo usar durante o ciclo. E consigo HCG com um amigo se for indicado pra melhor tpc. Treino: ABC peito e triceps segunda, costa e biceps quarta, perna e ombro sexta - faço 4 exercícios de grupos musculares grandes e 2 ou 3 exercícios de grupos pequenos. Faço apenas 1 série até a exaustão sendo de 8 a 12 repetições no máximo com 5 segundos na contração e 5 segundos na volta, cada exercício dura em média 80 a 120 segundos (treino que peguei alguns anos atrás de hipertrofia que trabalha muito bem os musculos) Terça e quinta Bjj Finais de semana surf Total 3 dias hipertrofia e 3 dias aerobico Dieta: 259g proteina 368g carboidrato 70g gordura = 3.195kcal cafe da manha 4 ovos + banana + 40g de aveia almoço 150g arroz + 100g feijao + 2 bifes salada a vontade lanche pre treino 250ml agua dose whey top growth + banana + 20g aveia pós treino 250ml agua dose whey top growth + banana janta 150g arroz + 100g feijao + 2 bifes salada a vontade ceia 2 ovos + 30g pipoca (geralmente coloco estes ovos nos shakes e na ceia como apenas pipoca) Suplementos: Tomo regularmente: Vit D 5.000UI, omega 3, creatina glutamina e bcca Comprei para o ciclo OPTIMEN multivitaminicio que parece ser paulada - segue foto do suplemento É isso galera, estando tudo ok por aqui o ciclo deve iniciar segunda feira 20.01.2020 Aceito todas as opiniões e sugestões, foi exatamente pra isso que criei o tópico e vou fazer o relato. Estou fazendo primeiro ciclo e tenho a intenção de que seja o unico. Depos é manter o peso com dieta e equilibrio. Mas agora como tenho trabalho muito corrido e sou ativo, metabolismo acelerado, mesmo fazendo dieta não consigo passar dos 70 "ao natural". Vim estudando bastante e acho que vale a pena fazer este ciclo 🤞💪🙏 conto com a sugestao dos mais experientes
  10. Bom pontuamento porém quando fiz os ciclos não optei por protocolos de segurança(confesso que negligenciei por ansiedade! ) hoje certamente não faria assim! Sim ,antes tinha a crença limitante de que com a idade não conseguiria os ganhos que havia me proposto!
  11. Comer 6 ovos por dia tá certo?

    fisiculturismo e outro reagiu a cleitinho por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    AE GALERA BLZZ? ME FALARO Q OVO É MUITO BOM PRO CRECIMENTO DOS MUSCULOS EU FUI NA IDEIA E COMECEI A TOMAR JA FAZ DUAS SEMANAS 6 OVOS POR DIA SERA Q ESTOU FAZENDO CERTO??? SE ALGUEM SOUBER ME AJUDA VALEW!!
  12. CALORIAS NÃO EXISTEM!

    Igor_DH e outro reagiu a TribalWolf por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Olá, Cláudio, tudo bem? Que beleza. Não sabia que o fórum estava ainda ativo e pessoas liam e comentavam posts de 20+ anos atrás. Surpreendente. Algumas considerações: 1 - o título do post "Calorias não Existem" é evidentemente um "click bait" (embora não existisse essa expressão na época), um recurso meramente retórico. Mas são medidas criadas pelo ser humano, pela ciência, não estão "dadas" na natureza, e nem mesmo são suficientes para o que se propõem, como você mesmo admitiu. 2 - eu não sou profissional de saúde, nutricionista, médico ou educador físico. Minhas observações não passam de provocações a partir de minhas inquietações e minha experiência (ciência p=1, sendo 1 eu mesmo). 3 - eu basicamente AINDA sustento as posições de 2003!!!! (ohhhh) 4 - o experimento que citaste é interessante, não o conhecia, mas parece-me clivado pelo fato de que - justamente - se trata de pacientes internados em ambiente controlado. Do ponto de vista científico, isso garante exatidão mas ao mesmo tempo tem limitações. Não vivemos em ambiente controlado, nem estamos acamados, etc. 5 - Numa dieta paleo ou low carb, ou mesmo cetogênica, produz-se um interessante fenômeno de perda de fome, a pessoa passa a se saciar mais com menos comida. E o grande vilão das dietas com restrição de calorias é justamente esta. Se a pessoa fizer certinho uma dieta de restrição de calorias, vai emagrecer, é óbvio. Mas, convenhamos, qual o percentual de pessoas que "fazem certinho"? E quando "saem da dieta"? Vem o efeito sanfona, além das já conhecidas consequências deletérias para a saúde mental dos envolvidos. Acúcar vicia, não tem jeito. E é bom pra caralho. Se o sujeito come duas colheres de arroz branco, não vai engordar pelas calorias desse arroz, mas isso vai gerar um gatilho de fome (tem a ver com os picos de insulina, grelina, outros hormônios envolvidos aí)... Em 2003 pouco se falava disso, mas tive a oportunidade, no final da década de 90, de fazer uma dieta com uma médica que atendia em Porto Alegre que passava a dieta Atkins, à época. Emagreci 12 kilos em um mês. O mais importante: sem fome. Por volta de 2014 descobri-me sensível ao glúten. Cortei e minha barriga desapareceu. Eu hoje oscilo entre momentos mais relaxados e momentos em que faço a dieta de restrição de carbos. Não que esta dieta não tenha problema. Tem! E o maior deles é de cunho social. Agir como um caçador-coletor da era do gelo em pleno capitalismo tardio sim, cobra um preço. "Ah, mas só uma cervejinha"... , "Ah, mas você não vai comer NADA no aniversário"? Pois é... Por fim, recomendo a obra de Gary Taubes - "Por que engordamos?" (não pulem a parte teórica, desprezem a parte das receitas), e o livro do Dr. Souto, "Uma dieta além da Moda", lançado em 2023, se não me engano, em que ele revê um pouco as teses do Taubes. Há podcasts interessantes, como o "Senhor Tanquinho" e o "Tribo Forte" (ANTES de junho de 2021, quando o Dr. Souto participava). Hoje o Dr. Souto tem outro podcast intitulado "Comida sem Filtro" mas não é tão dinâmico, engraçado e estimulante quanto os áudios antigos do Tribo Forte. É isso aí. Grande abraço e obrigado pelo comentário.
  13. Ciclo Deca X Deposteron

    fisiculturismo e outro reagiu a silvmaike2012 por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Gostaria de ajuda no ciclo... 1 a 8 Deposteron 400mg na semana (aplicaçoes segunda e quinta) 1 a 8 Deca 200mg na semana (aplicaçoes terça e sexta) Silimarina 100mg tds Tamox 20mg so se sentir nessecidade tpc normal treino a 2 anos tenho 26 anos peso 70 kls teria q incluir hcg neste ciclo??
  14. @Talita Spineli, acho que eu me encaixo bem no perfil que você descreveu na matéria, mas fiquei com algumas dúvidas. Tenho por volta de 30 anos 🤭, treino musculação, cuido bastante da alimentação e estou satisfeita com meu corpo no geral. Não quero emagrecer muito mais porque tenho medo de começar a perder volume justamente onde não quero. O problema é uma gordurinha pequena, principalmente na parte de baixo do abdômen, que parece ser a última coisa que vai embora. Nesse tipo de caso, como você avalia se realmente é gordura localizada que pode responder às enzimas ou se já é uma questão de pele/flacidez? Outra dúvida: quando falamos em "enzimas", qual substância é utilizada exatamente? Você comenta bastante sobre o ácido desoxicólico. É ele que costuma ser usado no abdômen ou existem protocolos diferentes dependendo da quantidade de gordura e da região? Também queria saber como é o pós-procedimento. Fica muito inchado ou dolorido? Dá para treinar normalmente? E, para uma quantidade pequena de gordura abdominal, normalmente seriam necessárias umas 3 ou 4 sessões ou isso pode variar bastante? Por último: se eu mantiver meu peso, alimentação e treino depois do tratamento, o resultado tende a permanecer ou essa região pode acumular gordura novamente com facilidade? Pergunto porque meu objetivo seria exatamente esse que você colocou na matéria: não transformar meu corpo, mas tirar aquele último detalhe do abdômen para deixar o contorno mais definido.
  15. Relato primeiro ciclo estetico

    bloko e outro reagiu a Cláudio Chamini por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    @bloko, o tópico morreu com uma pergunta sua sem resposta, e ela é justamente a mais importante do relato: se no fim do ciclo você corta tudo de uma vez ou vai reduzindo aos poucos. Vou responder isso, e mais três coisas que passaram batido. Sobre cortar aos poucos: com o que você montou, desmame não faz sentido, e o motivo é a farmacologia. O cipionato tem meia vida em torno de oito dias, então ele não desaparece quando você para de aplicar, ele vai caindo sozinho por semanas. Reduzir a dose no fim não devolve o seu eixo antes, só prolonga a supressão em nível baixo, que é o pior dos mundos. O procedimento padrão é o contrário: interrompe, espera o éster cair, e só então entra com o que serve para reacender a produção própria. Com cipionato, essa espera fica em torno de duas semanas. A oxandrolona é diferente e mais simples: meia vida de nove a dez horas, some em dois ou três dias, e não tem rebote nenhum ao parar. E agora um cuidado com o hCG, já que você disse que consegue com um amigo. Ele não entra junto com tamoxifeno ou clomifeno. O hCG aumenta o estradiol, que é exatamente o que esses dois precisam que esteja baixo no lugar certo para funcionar. Se for usado, é antes, e nunca sobreposto. Muita gente aqui usa os três ao mesmo tempo achando que soma, e na prática atrapalha. Segundo ponto, o anastrozol. Um miligrama por dia é dose de bloqueio praticamente total da aromatização, e estrogênio no chão não é neutro em homem: piora o perfil lipídico, prejudica osso e derruba libido e disposição, ou seja, cria sintomas que a pessoa atribui ao ciclo estar fraco. Inibidor de aromatase se usa por sintoma e com estradiol dosado, e não em dose fixa desde o primeiro dia por precaução. Tenha o comprimido guardado, mas não tome sem motivo. Terceiro, e esse ninguém viu. Você trocou o polivitamínico pelo ZMA e a orientação foi tomar todo dia antes de dormir. Olhe o rótulo que você mesmo transcreveu: quarenta miligramas de vitamina B6. A B6 em excesso e por tempo prolongado causa neuropatia periférica, que é formigamento, dormência e alteração de sensibilidade em pés e mãos. Não é raridade teórica: a autoridade europeia de segurança alimentar revisou isso em dois mil e vinte e três e fixou o limite superior em doze miligramas por dia para adultos, justamente tendo a neuropatia como o efeito crítico. O seu ZMA tem mais que o triplo disso numa dose só. Para uso de algumas semanas o risco é baixo, mas tomar todo dia por meses é onde os casos aparecem, e a recuperação, quando vem, é lenta. Os trinta miligramas de zinco também merecem atenção no uso contínuo, porque zinco em excesso compete com o cobre e pode levar a deficiência de cobre. Trinta por dia é considerado o limite sem efeito adverso observado, ou seja, você está exatamente no teto, e qualquer zinco vindo de outra fonte passa disso. A leitura prática: ZMA é útil para quem tem carência, não é vitamina de rotina. Se o objetivo era magnésio, tome magnésio puro, que não vem com B6 nem com zinco a reboque. E, se em algum momento aparecer formigamento em pés ou mãos, o primeiro item a cortar é esse, e não o ciclo. Por fim, o que eu acho mais importante e que não é sobre farmacologia. Você tem dois meses de musculação. Dois meses. E o seu treino é uma série única até a exaustão por exercício, com quatro exercícios para grupo grande. Esse é o momento da sua vida em que o corpo mais responde ao estímulo, e ele responde de graça. Iniciante ganha massa e força numa velocidade que nunca mais se repete, e você está prestes a atribuir esse ganho ao cipionato. Vai ficar impossível saber o que foi o quê, e, mais importante, você vai gastar agora um recurso que só se usa uma vez. E tem outro detalhe. Sua testosterona está em seiscentos e cinquenta, que é bom e na parte de cima da faixa. Você quer que ela volte rápido, e essa é a preocupação certa. Mas a chance de voltar existe uma vez, e ela é melhor quanto mais curto o histórico de uso. Com dois meses de academia, adiar essa decisão em doze meses te custa quase nada e te devolve muito. Se ainda assim for, o mínimo antes é hemograma completo, perfil lipídico, TGO, TGP, gama GT e bilirrubinas, glicemia, pressão medida em casa, e o hormonal com testosterona total e livre, LH, FSH, estradiol e prolactina. Você já tem a testosterona. Faltam LH e FSH, que são o que permite saber depois se o eixo voltou. E o treino: com dois meses, uma série única até a falha entrega pouco. Duas a quatro séries por exercício, com carga e repetição anotadas, tentando bater a semana anterior, e cada grupo aparecendo duas vezes por semana em vez de uma. Só isso muda mais o seu resultado nos próximos seis meses do que o ciclo inteiro que você montou. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  16. Devo continuar em déficit?

    fisiculturismo e outro reagiu a Gabriel Di Pataro por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Fala galera, tudo bem? Meu nome é Gabriel, tenho 22 anos e estou fazendo uma dieta de déficit calórico. Consegui perder bastante gordura nos flancos, porém, o que notei que insiste e a famosa "pochetinha" e uma gordura acumulada na região abdominal. Minha pergunta é, acham que devo continuar em déficit ou fazer algo semelhante a dieta normocalórica ou até mesmo um bulking? Algum conselho? Me acho "Falso Magro" então optei pelo déficit de início. Abraços.
  17. Boné pode causar calvície?

    fisiculturismo e outro reagiu a Vitor bb por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Tenho 28 anos e eu uso boné TODOS os dias e 24 horas desde os meus 11 anos e Eu tenho muito cabelo ainda e minha genética é de calvo meu pai tem o cabelo bem ralo,como pode eu não ter ficado ainda?eu estou de cara como pode?
  18. Ajuda para emagrecer

    Rafaela60 e outro reagiu a Cláudio Chamini por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Academia três vezes por semana e um esporte por prazer no fim de semana é exatamente o desenho que sustenta. E o fato de os profissionais já conhecerem o histórico muda tudo, porque o plano foi feito para a sua vida real e não para uma vida ideal. Vou deixar dois detalhes técnicos dessa combinação específica de condromalácia com tendinopatia de glúteo, porque eles mudam bastante o dia a dia e raramente aparecem na orientação inicial. O primeiro é sobre o joelho. Condromalácia patelar dói principalmente por pressão entre a patela e o fêmur, e essa pressão sobe conforme o joelho dobra sob carga. Na prática, agachamento e leg press profundos costumam incomodar mais do que os mesmos exercícios em amplitude parcial, e a cadeira extensora tende a doer mais no começo do movimento, com o joelho bem flexionado, do que no trecho final. Não é caso de eliminar exercício, é de escolher a faixa de amplitude que não dói e ir ampliando conforme melhora. E vale saber de uma coisa muito útil: exercício isométrico de extensão de joelho, aquele de segurar a posição parada por trinta a quarenta e cinco segundos, tem efeito analgésico bem documentado nesse tipo de dor. Dá para usar antes do treino e treinar melhor por causa disso. O segundo é o mais contraintuitivo, e é sobre o glúteo. A tendinopatia de glúteo dói porque o tendão é comprimido contra o osso lateral do quadril quando a perna cruza a linha do meio do corpo. Isso significa que o que piora não é só o treino, é a postura do dia inteiro. Ficar de pé com o peso jogado só num lado e o quadril desabado, sentar de pernas cruzadas, dormir de lado com o joelho de cima caindo para dentro, tudo isso comprime. E o alongamento clássico de puxar o joelho na direção do ombro oposto, que é justamente o que todo mundo indica para dor no glúteo, é um dos piores nesse quadro. Um travesseiro entre os joelhos para dormir e atenção em não desabar o quadril quando fica de pé já tiram uma parte grande da dor sem custo nenhum. Sobre voltar aqui para contar, volte mesmo, e não só quando estiver orgulhosa do resultado. O período que mais ajuda quem lê é o do meio, quando a coisa está funcionando devagar e quase ninguém posta. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  19. 2 pontos
    Acredito que a gente só vai conseguir ter uma visão mais clara sobre os benefícios e malefícios dessas canetinhas daqui uns 10 anos....
  20. 2 pontos
    Mil desculpas Chemini. Esqueci de dizer que no dia do mix de soja tem junto com o frango e o ovo um mini pão italiano que deixo 4 minutos no air frayer depois de pulverizar ele com água e uma fatia pequena de bolo de laranja..não abro mão do prazer de comer..fica incrível. Realmente a soja e o whey vegano que também é vegetal são piores em digestibilidade e qualidade de aminoácidos que o whey animal..mas faço sérias restrições a leite e lácteos, e muito se diz que são inflamatórios...e tenho sempre problemss com consumo maior de lácteos ...mas nem todo mundo tem. Quanto à falta de leucina na soja vou pesquisar melhores fontes de dados porque já tive informação de que a proteina da soja é praticamente completa. Mas no almoço e jantar em dia de treino como mais carnes e a leucina não deve ser um problema sem contar que ela está no ovo e no frango desfiado. Breve pretendo postar aqui minha estratégia pra perder peso que ganho no fim de semana..você disse várias vezes que tenho de manter proteínas altas e realmene parece fundamental ...mas tem outras questões como a necessidsde de baixar as calorias ou aumentar o gasto calórico......vejamos qual seria a melhor solução.
  21. Ajuda para emagrecer

    fisiculturismo e outro reagiu a Rafaela60 por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Obrigada pelo seu retorno. Como os profissionais sabem do meu efeito sanfona e efeito autosabotador, estamos fazendo exatamente isso que mencionou. Faço academia 3x na semana e em um dia do fds pratico o esporte que gosto, sem obrigação e por lazer mesmo. Estou num fortalecimento de quadriceps, panturrilha, lombar e gluteos moderado pq tenho condromalacia patelar, tendinite no quadril e no gluteo. Graças a Deus estou com ótimos profissionais. Comecei esse processo todo novamente tem pouco mais de 3 semanas.. Então é como vc falou, com calma e focando no que é mais importante agora, manter constância, seguir dieta balanceada pro meu objetivo, beber muita agua e trabalhar bem a cabeça. Espero voltar aqui numa próxima com orgulho da minha evolução..
  22. Ajuda para emagrecer

    fisiculturismo e outro reagiu a Cláudio Chamini por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    <p>Rafaela60, obrigado por voltar aqui e contar como ficou. Esse tipo de relato honesto vale mais para quem lê do que qualquer print de evolução.</p> <p>Vou pegar a parte que você mesma apontou como o nó, a constância. Quando alguém já tem nutricionista, personal, médico e psicólogo acompanhando e mesmo assim o processo não engata, quase nunca o problema é falta de informação. Costuma ser plano grande demais para a vida real. Dieta fechada, treino cinco vezes por semana, jejum, esporte, tudo começando na mesma segunda-feira. Isso funciona por duas ou três semanas, uma coisa desanda, e a sensação de ter falhado derruba o resto junto. Aí vem o rótulo de autossabotagem, que na prática é só um plano que nunca coube.</p> <p>O caminho que costuma sustentar é o oposto do que parece intuitivo. Escolher duas ou três coisas pequenas que você consegue fazer mesmo na pior semana do mês e proteger só elas. Por exemplo bater a proteína do dia, andar todo dia, e treinar duas vezes por semana com hora marcada na agenda. Nada de meta de peso no começo. A meta é a frequência. Quando essas duas ou três estiverem rodando há dois meses seguidos sem esforço heroico, você acrescenta a próxima. É mais lento no papel e muito mais rápido no calendário, porque não tem recomeço do zero a cada tropeço.</p> <p>Sobre as tendinites, elas mudam o que dá para fazer, mas não impedem treinar. Tendão responde mal a pico de carga e a variação brusca de volume, e responde bem a carga constante e progressiva. Na prática isso significa manter o movimento dentro da amplitude que não dói, trabalhar com repetições mais altas e cadência controlada, e subir carga em degraus pequenos ao longo de semanas em vez de sessões. O erro clássico é parar tudo enquanto dói, voltar com o mesmo peso de antes quando melhora, e inflamar de novo. Esse ciclo é o que mais destrói constância em quem tem tendinopatia, e ele é evitável. Como você já tem acompanhamento, leve exatamente essa pergunta para o seu personal e para o médico: quais movimentos ficam liberados agora, com qual faixa de repetição, e qual o critério para subir carga.</p> <p>Com noventa quilos e tendinites no corpo, a caminhada e o trabalho na água tendem a ser os aliados mais baratos, porque permitem volume alto de gasto calórico sem impacto nem carga de tendão. E a musculação segue valendo justamente porque massa muscular preservada é o que segura o gasto energético quando o peso começa a cair.</p> <p>Você escreveu que nunca desistiu de si mesma. Isso não é frase de efeito, é o único requisito que não dá para terceirizar. O resto é ajuste de tamanho de plano.</p>
  23. Ajuda para emagrecer

    Cláudio Chamini e outro reagiu a Rafaela60 por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Oii, nossa 6 anos se passaram desse processo todo, realmente aprendi muito mas nao continuei como gostaria no processo. Percebi que faltou muita disciplina e constância, coisas que ate os dias atuais venho lutando pra ter. 6 anos passaram, estou com 90kgs, tendinites pelo corpo, fazendo dietas, jejum, musculação, esportes.. Hoje tenho nutricionistas, personal e médicos me acompanhando. E principalmente psicólogo pq notei que o maior problema sou eu mesma e a autosaboragem. Sigo.. As vezes pouco firme, as vezes mais forte, mas nunca desisti de mim mesmo. Obrigada pelas considerações
  24. Ajuda para emagrecer

    fisiculturismo e outro reagiu a Cláudio Chamini por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    nunuperfil, chego muito depois e espero que você tenha seguido em frente. O tópico foi útil, o Bravo Costa acertou ao mostrar que a sua dieta tinha bem mais carboidrato do que você imaginava, o Odin organizou os horários e a correção sobre o abacate estava certa, porque duzentos e quinze gramas passam de trezentas calorias e não as duzentas e cinquenta e oito do aplicativo. Mas ficaram coisas importantes de fora, e uma delas você levantou e foi respondida em uma linha. Começo por ela. Você perguntou se prancha prejudica quem está com a diástase dilatada e a resposta foi que sim, junto com a sugestão de procurar por conta própria. Só que a informação decisiva não foi dita: você fazia crossfit todos os dias. O crossfit é justamente a modalidade cheia dos movimentos que pioram diástase, como abdominal completo, elevação de pernas na barra, o exercício no aparelho de extensão de tronco e tudo o que se faz com impulso. Ou seja, o problema não era a prancha isolada, era boa parte do treino. Diástase depois de cesárea não é questão estética, é a linha do meio da parede abdominal ficando frouxa, e ela costuma vir acompanhada de alteração do assoalho pélvico, que aparece como perda de urina ao pular, tossir ou espirrar, algo que ninguém te perguntou. Isso tem tratamento e quem cuida é fisioterapeuta especializado em assoalho pélvico, com avaliação presencial. Vale muito procurar, porque treinar por cima de uma diástase durante meses tende a afastá la ainda mais. O segundo ponto é o anticoncepcional. Você perguntou se tirar o adesivo traria melhora e ouviu que sim, certamente, para o corpo e para a vida. Eu não iria tão longe. É verdade que o componente estrogênico causa alguma retenção de líquido em parte das mulheres, e é possível que parte do inchaço noturno que você descreveu viesse dali. Mas contracepção é decisão médica e individual, e vale destacar duas coisas práticas que ficaram sem menção. A primeira é que existe um intervalo entre parar o adesivo e colocar o dispositivo, e nesse intervalo não há proteção contra gravidez. A segunda é sobre o próprio dispositivo de cobre: ele costuma aumentar o volume do sangramento menstrual e as cólicas, principalmente no primeiro ano. Numa mulher que está em restrição calórica e cuja dieta tem pouca carne vermelha, isso significa risco real de queda de ferro. Peça hemograma com ferritina alguns meses depois de colocar, e repita se aparecer cansaço, falta de ar ao esforço, queda de cabelo ou unha quebradiça. Aliás, exames em geral. Logo no primeiro dia te disseram para fazer, você não fez, e o assunto não voltou mais. Alguém que se queixa de retenção, de mudança de humor forte quando restringe comida e de dificuldade para emagrecer merece pelo menos função da tireoide com TSH e T quatro livre, hemograma com ferritina, glicemia com insulina e vitamina D. São exames simples e baratos, e se algum deles estiver alterado nenhuma dieta resolveria sozinha. Sobre os três quilos em dezesseis dias, eu quero te dar uma leitura mais honesta do que a que você recebeu. Você foi parabenizada, e merece mesmo, porque manteve noventa por cento de adesão numa semana em que as academias fecharam. Mas uma parte grande daqueles três quilos foi água, não gordura. Quando o carboidrato cai, o corpo esvazia o glicogênio, e cada grama de glicogênio carrega água junto, o que dá uma queda rápida na balança nos primeiros dez a quinze dias e depois desacelera. Somando a saída do adesivo, que também desincha, dá para explicar quase tudo sem gordura nenhuma. Digo isso não para diminuir o resultado, e sim porque quem não sabe disso costuma se assustar e desanimar exatamente no segundo mês, quando a balança para. Gordura sai devagar, algo entre meio quilo por semana, e é isso que se deve esperar. Duas notas sobre alimentação. A primeira é que você relatou diarreia e vômito depois do produto lácteo do lanche, e isso foi tratado só como troca de item. Se episódios assim se repetem com leite, iogurte ou proteína do soro, o nome provável é intolerância à lactose, que é comum e se investiga com facilidade. E repare que a sua dieta ficou apoiada em iogurte e proteína do soro, então descobrir isso muda o desenho todo. A segunda é sobre a aveia que travava na garganta: a sugestão da panqueca foi boa, e outra saída simples é deixar a aveia de molho no iogurte na noite anterior, porque ela amolece e fica fácil de comer. Por fim, o que ninguém retomou e que era a pergunta mais certeira do tópico. O Locemar perguntou logo no começo se você fazia só crossfit e nunca recebeu resposta, e a partir dali só se falou de comida. Com um metro e cinquenta e um e sessenta e cinco quilos, o que vai mudar o seu corpo não é apenas secar, é ter músculo por baixo. Nessa altura, poucos quilos de massa magra transformam a silhueta. Crossfit todos os dias, mais trinta minutos de esteira todo dia, mais treino intervalado em casa, para quem tinha dois meses de treino, é volume alto demais e sem nenhum dia de descanso na semana, e descanso é quando o corpo se recupera. Eu trocaria parte disso por dois ou três dias de musculação com progressão de carga anotada, começando pelos básicos de perna e costas, e deixaria pelo menos um dia livre. Vai render mais e machucar menos. E uma palavra final sobre o encerramento. O acompanhamento acabou porque uma atualização não veio no dia marcado, em abril de dois mil e vinte, que foi justamente quando a vida de todo mundo virou de cabeça para baixo. Se você chegou a ler isso, não deixe que aquele ponto final tenha sido o seu. Você começou bem, entendeu a lógica da contagem e foi honesta sobre as próprias dificuldades, e isso é a parte difícil. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  25. 2 pontos
    Ainda é possível manter alguma massa muscular nas décadas dos 60 e 70 anos. Chet Yortton que era natural, Frank Zane e Lou Ferrigno, que nunca foram naturais conseguiram. Tinham boa massa muscular aos 67 anos. Aos 80 há uma preocupação maior em combater a sarcopenia e em manter a autonomia . Mas será que um idoso pode utilizar as técnicas padrões de treinamento e dieta da musculação natural ou não? Um idoso pode treinar o músculo 1 ou 2 vezes por semana e fazer 4 a 5 exercícios com 4 a 5 séries cada e 10 reps? Pode ser que sim mas eu prefiro não fazer isso....prefiro reduzir exercícios e séries pra ficar mais seguro e motivacional. Já chegar até a falha eu não recomendo, não é boa coisa para um coração velho. Comer para ganho muscular dois pratos com muito arroz, um no almoço e outro no jantar com muita carne magra e peito de frango, fazer um café da manhã com claras de ovos pausterizadas, ovos e pão e além disso tomar 30 g de whey com flocos de aveia ou creme de arroz duas vezes ao dia? Olha....o café dá sim. O almoço e jantar dessa forma fica complicado..se a glicemia fica na dezena dos 80, tudo bem, se foi pra 90 abra o olho, 100 é pre diabético e foi a 120, sinto muito, ficou diabético pra sempre. Whey é um alimento processado..melhor usar só uma vez ao dia e até alternar com proteína isolada de soja que também é muito proteica. Além disso na terceira idade há uma preocupação em não criar placas de gorduras nos vasos porque isso leva a problemas no coração, avc e senilidade. Cuidado com excesso de carnes, colesterol perto dos 180 é bom..190 nem tanto e 200 já complica...colesterol alto tem tudo a ver com pedras na vesícula, avc e problemas cardíacos. Eu prefiro alterar muito a técnica padrão de treinar e de alimentação, isso diminui a massa muscular mas é uma medida boa em busca de mais saúde, longevidade e qualidade de vida.
  26. upper farma vale?

    fisiculturismo e outro reagiu a WVM por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Tenho contato de vendedores da upper farma, mas n sei se os produtos são confiáveis... alguém tem alguma ideia?
  27. O bulking costuma ser vendido como uma fase inevitável: comer muito, subir o peso na balança e depois “secar” o excesso. O problema é que, no fisiculturismo, mais peso nem sempre significa mais físico. Às vezes, significa cintura maior, linhas piores, digestão pesada, piora estética e uma preparação mais sofrida depois. No material “Why Bulking Is A Mistake | Frank Zane & Sadik Hadzovic”, publicado pelo canal Muscle & Strength, Frank Zane resume sua lição de forma direta: o melhor conselho é não fazer bulking. Não porque o corpo não precise de comida para crescer, mas porque a ideia de ganhar peso rápido demais pode destruir exatamente o que faz um físico parecer bom. O erro não é ganhar massa, é engordar achando que está evoluindoA crítica central não é contra comer o suficiente. O ponto é contra transformar a fase de ganho em permissão para empurrar comida sem controle. Para Zane, o fisiculturismo não era apenas tamanho bruto. Era proporção, cintura, simetria, definição, controle visual e capacidade de parecer melhor no palco, não apenas mais pesado fora dele. Essa diferença muda tudo. Um atleta pode subir 10 kg e sentir que “cresceu”, mas se a cintura dilata, o abdômen perde controle, as linhas ficam piores e o corpo começa a parecer apenas mais pesado, a balança enganou. O peso subiu, mas o físico piorou. É por isso que a frase “não fique grande rápido demais” aparece como eixo da conversa. Foi assim que Zane resumiu o conselho a Sadik Hadzovic quando os dois se conheceram, e o alerta tinha número: nada de saltar 4,5 a 6,8 kg (10 a 15 lb) de músculo em 5 meses. Crescer rápido pode vir com carga demais, lesão, comida demais, retenção, gordura e perda de acabamento. No fisiculturismo, especialmente em categorias que valorizam estética, isso cobra caro. A história dos três bulkings que deram erradoZane conta que, mesmo sabendo disso hoje, caiu no erro 3 vezes durante a carreira. A primeira ocorreu quando ainda dava aula em New Jersey. Ele chegou a cerca de 99,8 kg (220 lb), com cintura de 96,5 cm (38 polegadas) e coxas de 71,1 cm (28 polegadas), agachando 147,4 kg (325 lb) por 20 repetições. Depois, ao se mudar para a Flórida e baixar para perto de 86,2 kg (190 lb), percebeu que ficava muito melhor. A segunda experiência veio na preparação para o Mr. Universe de 1972. Ele voltou a subir o peso, chegou perto de 94,3 kg (208 lb), tirou fotos e viu que a aparência estava ruim. Faltavam apenas 5 semanas para a competição. A saída foi entrar em modo emergencial de preparação, ainda com uma lesão lombar causada no agachamento. O resultado veio, ele venceu aquele Mr. Universe, mas o custo foram 5 semanas de trabalho em pânico. A terceira aconteceu em 1982, quando tentou chegar mais pesado ao Olympia, mirando cerca de 90,7 kg (200 lb). A pressão para parecer maior falava alto e vinha de dentro da indústria. Zane cita o próprio Joe Weider comemorando quando um atleta aparecia maior. A avaliação posterior foi dura: ao tentar forçar tamanho, ele estragou as linhas. Terminou em segundo, mas saiu com a percepção de que poderia ter vencido se tivesse entrado mais próximo do seu físico natural de competição. Fotos valem mais do que a balançaUm dos pontos mais úteis da explicação é o uso de fotos como feedback. Zane defendia observar o físico por todos os ângulos, não apenas confiar em peso corporal, carga no treino ou sensação de estar “maior”. As melhores fotos mostram pontos fortes, mas as piores costumam revelar o que realmente precisa ser corrigido. Esse raciocínio é muito prático: se o objetivo é palco, estética ou físico visualmente impressionante, a avaliação precisa ser visual. A balança ajuda, mas não decide sozinha. O espelho também engana, porque a pessoa se vê todos os dias e tende a justificar o próprio excesso. Fotos, medidas de cintura, desempenho e composição corporal dão um retrato mais honesto. A cintura é o preço escondido do bulking exageradoQuando Sadik Hadzovic pergunta sobre cintura fina, com 102,1 kg (225 lb) no corpo e a cintura ainda estreita, a resposta vai para o básico que muita gente ignora: não comer grandes volumes de uma vez, não viver estufando o abdômen e não transformar o ganho de peso em expansão permanente da região abdominal. Em outras palavras, o problema não é só gordura subcutânea. É também hábito alimentar, distensão, volume de comida e perda de controle da linha média. O outro lado da moeda, na rotina dele, era muito trabalho abdominal e água tomada em goles ao longo do dia, nunca grandes volumes de líquido de uma vez, justamente para não estufar a cintura. No fisiculturismo clássico, a cintura pequena muda a leitura do corpo inteiro. Ombros parecem mais largos, dorsais aparecem mais, pernas ficam mais proporcionais e o físico ganha impacto. Quando o bulking aumenta demais a cintura, o atleta pode até ter mais massa, mas perde contraste. O que a ciência sugere para uma fase de ganho mais inteligenteA literatura sobre nutrição para fisiculturistas não defende “comer tudo que couber”. Uma revisão sobre offseason em bodybuilders naturais propõe um superávit calórico moderado, em torno de 10% a 20%, com ganho semanal aproximado de 0,25% a 0,5% do peso corporal para iniciantes e intermediários. Atletas avançados devem ser ainda mais conservadores, porque têm menos margem para ganhar músculo novo sem acumular gordura. Esse ponto conversa diretamente com a experiência relatada por Zane: quanto mais agressivo o ganho, maior a chance de o peso extra vir acompanhado de gordura, cintura e perda de qualidade visual. O estudo de Garthe e colaboradores, com atletas de elite em fase de ganho de peso, também reforça o alerta: o grupo que comeu mais ganhou mais peso, mas teve aumento maior de gordura, sem ganho superior de massa magra em comparação ao grupo com ingestão mais livre. Na prática, a fase de ganho deveria responder a quatro perguntas simples: O peso está subindo devagar o suficiente para manter a linha? A cintura está controlada? As fotos estão melhores ou apenas maiores? O treino está progredindo sem dor, lesão e queda de mobilidade? Se a resposta visual piora enquanto a balança melhora, o bulking virou autoengano. Comer a cada duas horas não é obrigaçãoOutro ponto forte da conversa é a crítica à ansiedade alimentar. Zane relata que, conforme ficava em melhor forma, naturalmente espaçava mais as refeições e comia quando estava com fome. Ele chamava isso de “ficar com fome por mais tempo”. O raciocínio que ele expõe é que o corpo gasta primeiro a glicose, depois o glicogênio do músculo e do fígado, e só então passa a queimar gordura por uma janela de umas 8 horas, sem começar a consumir músculo antes de 8 a 10 horas sem comer. É a leitura pessoal dele, não um consenso fechado da literatura. A ideia não deve ser lida como regra rígida para todo mundo, mas como contraponto à crença de que o músculo desaparece se a pessoa não comer de duas em duas horas. Para o leitor comum, o recado é simples: frequência alimentar é ferramenta, não religião. O que manda é adesão, ingestão total, proteína suficiente, carboidrato bem posicionado para treinar e controle do superávit. Algumas pessoas rendem melhor com mais refeições, outras se controlam melhor com menos. O erro é usar a frequência como desculpa para excesso calórico permanente. Proteína alta, carboidrato controlado e gordura moderadaZane descreve uma estratégia pessoal de comer mais proteína do que carboidrato, usando aproximadamente 2,2 g de proteína por quilo de peso corporal (1 g por libra) e cerca de metade disso em carboidratos, principalmente antes do treino para ter energia e conseguir pump. Na conta dele, pesando 90,7 kg (200 lb), isso dava 200 g de proteína e 100 g de carboidrato por dia. A gordura ficava moderada, com preferência por azeite, óleo de amêndoa e outros monoinsaturados, sem manteiga e sem creme de leite. Isso não precisa ser copiado literalmente. A utilidade está no princípio: a dieta tinha critério. Não era “qualquer comida em grande quantidade”. Havia controle de carboidrato, proteína suficiente, gordura moderada e ajuste pela aparência. Esse é o oposto do bulking caótico. Bulk agressivo pode forçar treino agressivo demaisA busca por ficar grande rápido também costuma vir acompanhada de cargas cada vez mais pesadas e pressa para provar evolução. A própria história do agachamento pesado e da lesão lombar mostra como isso pode entrar no pacote. Quando o atleta acredita que precisa subir peso corporal e carga a qualquer custo, o risco de perder técnica e acumular lesões aumenta. O crescimento produtivo é mais chato: treino progressivo, boa execução, recuperação, dieta com leve superávit e paciência. Não rende tanto espetáculo nas redes sociais, mas preserva a estrutura que permite continuar evoluindo. O físico melhor nem sempre é o mais pesadoO ponto mais incômodo da matéria é também o mais verdadeiro: o melhor físico de um atleta pode aparecer em um peso menor. Zane e Sadik discutem justamente isso. Zane competiu seus melhores anos em torno de 86,2 kg (190 lb), e lembra que houve um intervalo de 8 anos, até 1984, em que todos os vencedores do Olympia pesavam menos de 90,7 kg (200 lb). Hoje, quando sobe num palco de classic physique, ele mesmo estaria em 95,3 kg (210 lb), o que mostra o quanto a régua subiu. Às vezes, ao tentar subir muito o peso de palco, o corpo perde linhas, fluidez e aparência atlética. Mais músculo só ajuda se o conjunto melhora. Essa é a diferença entre construir um físico e apenas acumular massa. O corpo de competição não é planilha de quilos. É proporção. É cintura. É apresentação. É a impressão visual que sobra quando o atleta sobe no palco ou tira a camisa. Como aplicar a lição sem virar refém do medo de comerA conclusão não é fazer dieta restritiva o ano inteiro. Para ganhar massa, muita gente precisa de superávit calórico. O problema é a dose. Zane descreve o ciclo típico com precisão: o atleta se sacrifica meses, termina o campeonato, não aguenta mais a dieta e volta a inflar uns 13,6 kg (30 lb) no offseason. Um offseason inteligente não deveria transformar o atleta em alguém que depois precisa perder gordura às pressas para revelar o físico que imaginava estar construindo. Uma abordagem mais segura é trabalhar com superávit pequeno, monitorar cintura, tirar fotos periódicas, manter desempenho no treino, ajustar carboidratos conforme gasto e aceitar que o progresso real pode ser lento. Para atletas naturais e avançados, essa paciência é ainda mais importante, porque o potencial de ganho muscular novo é menor. A meta que Zane considera boa é modesta de propósito: 1,4 kg (3 lb) de músculo em 1 ano já é muito, e ele pede para o leitor imaginar o tamanho de uma peça de carne de 1,4 kg fatiada e distribuída nos lugares certos do corpo. Bulking não é desculpa para abandonar critério. É uma fase de construção. E construção boa não é a que sobe mais rápido, e sim a que não precisa ser demolida depois. ConclusãoO alerta de Frank Zane não é uma defesa de passar fome nem de evitar ganho de peso. É uma crítica ao bulking burro: aquele que confunde comida demais com estratégia, peso corporal com evolução e volume com qualidade. Não por acaso, o contraponto que aparece na conversa é a imagem do atleta de 124,7 kg (275 lb) no offseason, com a respiração pesada. Para quem busca estética, performance e longevidade no treino, a mensagem é direta: crescer rápido demais pode custar cintura, linhas, saúde articular e tempo de preparação. O melhor offseason é aquele em que o físico melhora enquanto o peso sobe pouco a pouco, não aquele em que a balança vence e o espelho perde. FAQFazer bulking é sempre errado?Não. O erro é fazer bulking sem controle, com superávit exagerado e ganho rápido de gordura. Uma fase de ganho pode ser útil quando há planejamento, treino progressivo e monitoramento visual. Quanto peso dá para ganhar sem estragar o físico?Depende do nível do atleta. Uma referência científica para bodybuilders naturais sugere algo em torno de 0,25% a 0,5% do peso corporal por semana para iniciantes e intermediários, com abordagem mais conservadora para avançados. Comer muito ajuda a ganhar mais músculo?Até certo ponto, comer o suficiente ajuda. Porém, excesso calórico grande tende a aumentar mais gordura e não garante ganho proporcional de massa magra. Preciso comer a cada duas horas para não perder músculo?Não necessariamente. O mais importante é bater ingestão total, proteína adequada e organizar refeições de um jeito sustentável. Frequência alimentar é ferramenta, não obrigação universal. Como saber se o bulking está passando do ponto?Sinais úteis são aumento rápido de cintura, piora nas fotos, perda de definição, sensação constante de estufamento, queda de mobilidade e necessidade de fazer uma dieta muito agressiva depois. ReferênciasMUSCLE & STRENGTH. Why Bulking Is A Mistake | Frank Zane & Sadik Hadzovic. [S. l.], 20 mar. 2026. YouTube. Disponível em: https://youtu.be/4fQzwyDndHA. Acesso em: 18 jun. 2026. IRAKI, Juma et al. Nutrition Recommendations for Bodybuilders in the Off-Season: A Narrative Review. Sports, v. 7, n. 7, p. 154, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.3390/sports7070154. Acesso em: 18 jun. 2026. GARTHE, Ina et al. Effect of nutritional intervention on body composition and performance in elite athletes. European Journal of Sport Science, v. 13, n. 3, p. 295-303, 2013. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23679146/. Acesso em: 18 jun. 2026. HELMS, Eric R.; ARAGON, Alan A.; FITSCHEN, Peter J. Evidence-based recommendations for natural bodybuilding contest preparation: nutrition and supplementation. Journal of the International Society of Sports Nutrition, v. 11, artigo 20, 2014. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24864135/. Acesso em: 18 jun. 2026.
  28. 2 pontos
    Bom dia amigos ultimamente tenho passado por um aperto de grana, e consigo manter pra meu blast apenas Enan test e seus protetores como o IA. Estava usando NPP porém não conseguirei continuar com ela nos próximos meses, mas estava tendo uma evolução muito boa no que concerne a hormonizacao o treino e a dieta. Gostaria de saber se substituir o NPP por mais duas doses de testo por semana, poderia me manter mais ou menos na mesma crescente evolução. seria 1g de testo semana treino consistente desde 2021 1,70 86 kg Bf : 15% braços 45cm 3700kcal por dia sendo 175g proteína.
  29. Ajuda com treino e dieta

    fisiculturismo e outro reagiu a Gabyviveiros por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Olá, meu nome é Gabriela, treino há mais de 10 anos entre idas e vindas. Estava levando a sério há uns 2 meses atrás (o que durou 4 meses), mas precisei parar porque meu pai foi internado e desandou tudo. Porém, quero voltar com tudo. Meus objetivos são hipertrofia, perda de gordura e flacidez (tenho filho de 3 anos). Idade: 31 anos Peso atual: 70kg Altura: 1,63 Minha rotina de treinamento atual é ABCDE, dividida assim: Segunda-feira A - quadriceps Terça-feira B - dorçais/biceps Quarta-feira C - glúteo Quinta-feira D - peitoral Sexta-feira E- posterior No tempo em que estive focada, cheguei a perder 6kg (72kg a 66kg). Devido aos problemas que passei engordei um pouco novamente. Mas pretendo voltar ao foco. No período focada apenas me alimentei saudável. Tomei muuuuita água e treinava 5x por semana. Aeróbico não consigo todo dia, depende do tempo que levo pra treinar. Não gosto de rotina e prefiro treinos bi ou tri-set. Acho que rende mais, já que não tenho muito tempo. E amo exercícios livres. Prefiro treinar em jejum, no máximo tomo café preto ou pré treino. Comer me da enjoo. Horário que acordo: 5h20 Horário que treino: 6h a 7h (1h de treino) Entro às 9h no trabalho (geralmente é a hora que como). Trabalho sentada. Durmo por volta das 23h. Tenho um memoria muscular incrível, e muita facilidade pra ganhar massa, principalmente coxa. Mas gordura abdominal é meu carma. Comprei oxodrolona mas sei que ainda não é o momento para ciclar. Mas tá aqui guardadinha me esperando rsrs Alguém consegue me ajudar com um treinao top (com bi/tri-set) e dieta que se ajuste a minha rotina e que não seja tão trabalhosa 😅🙃 (me dou super bem com jejum intermitente). Desde já, agradeço!
  30. 2 pontos
    Olá, eu no seu lugar procuraria uma orientação psicológica/espiritual. A sua narrativa demonstra uma necessidade de base, de fundamento, de instalação na realidade em prol de UM SENTIDO que faça sentido pra ti. Superado isso, tenha em mente que construir um corpo requer constância nos exercícios e na dieta, ou seja, disciplina e perseverança. Além, é claro, do e aprendizado constante: eu tenho 35 anos neste esporte e todos os dias aprendo alguma coisa e frequento academia praticamente de segunda a segunda. O meu descanso eu faço um aeróbico na academia. E não faço isso para ter um "corpão", faço porque me sinto bem, me sinto mais saudável. Procure um sentido para a vida, estabeleça metas a curto, médio e longo prazo; Procure um nutricionista; Tenha sempre níveis ótimos de vitamina D, use pelo menos 5.000ui/dia; Meça seus hormônios; Pratique musculação por toda a vida.
  31. upper farma vale?

    fisiculturismo e outro reagiu a Foston por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Se é clandestino, necessariamente é feito assim:
  32. CrossFit e shape bonito é possível

    fisiculturismo e outro reagiu a t0xic por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Resultados satisfatórios demandam um esforço que precisa estar disposta a fazer, seu físico não é ruim no geral, mas se quer mais evolução tu precisa controlar todas as variáveis possíveis para que isso aconteça, no caso dieta/treino/descanso/ não conheço muito sobre o cross mas pelo que sei o único exercício que pode te ajudar a construir glúteos seria o agachamento (passando a linha de 90 graus, quebrando a paralela no caso) e deadlift se tiver, no mais se quer construção de algum músculo o mesmo precisa sofrer tensão mecânica então precisa de exercícios que exijam um certo grau de esforço os melhores para isso são: elevação pélvica, stiff, agachamento búlgaro, glúteo na polia, vai ser muito complicado tu evoluir eles dentro do cross afinal você não tem um treino periodizado e específico para esse grupamento.
  33. Ajuda com treino e dieta

    fisiculturismo e outro reagiu a Gabyviveiros por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Oieee..... Zero dificuldades com a dieta em si, gosto das refeições. Só no final de semana mesmo que as vezes tenho um pouco mais de dificuldade por causa da rotina da família. Porém, zero bebida alcoólica e refrigerantes.
  34. Ajuda com treino e dieta

    fisiculturismo e outro reagiu a Batata... por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Oi Sussu... se vc montar a dieta dela pra mim é bom pq estou com muitos pra ajudar ok O treino abaixo coloquei as repetições mas gostaria que ... 1 semana vc vai colocar cargas que consigo até 15 repetições no máximo e na outra que consiga de 8 a 10 ok Segunda 1- Agachamento livre 5 x 15 2- Avanço c/ halteres 5 x 10 passadas c/ perna 3- Leg press 5 x 10/12 4- flexora 5 x piramide decrescente 6- Gemeos sentado 4 x pre falha 7- Abs militar e cruzado Terça 1- Remada curvada 4 x 10 2- Puxada alta aberta 4 x 15 3- Supino reto halteres 4 x 15 4- Voador 3 x falha 5- Desenv. militar 4 x 15 6- Elevação lateral 4 x falha 7- Rosca direta + Triceps pulley 3 x falha Quarta 1- Lev. terra 5 x 10 2- Afundo banco ou step 4 x 10 3- Stiff 4 x 10 execução bem lenta, joelhos semi flexionados 4- Elevação pélvica 4 x 15 5- Extensora 5 x drop-set 6- Gemeos 4 series 7- Abs infra + supra 4 series Quinta 1- Pulldown 4 x 15 2- Puxada alta fechada 4 x 15 3- Supino inclinado halteres 4 x 15 4- Desenv. Arnold unilateral 4 x 10 5- Elevação frontal cabo 4 x falha + crucifixo invertido 6- Rosca zottman + Triceps corda 3 x falha Sexta 1- Agahamento sumo 5 x 12 2- Lev. terra sumo 5 x 12 3- Stiff pes afastados 4 x 12 4- Leg press pés afastados 4 x pre falha 5- abdutora / adutora 4 x 12 6- Flexora 3 x falha 7- Extensora 3 x falha Faça 2 ou 3 funcionais hits na semana de 20 minutos
  35. Diário de treino

    fisiculturismo e outro reagiu a Admirador do Bruce Lee por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Você tá fazendo dieta carnívora o tempo todo? Só está comendo carne, frango e ovos? Caso esteja, seu nível de energia está alto assim? zerando todas as máquinas ou só come proteína animal pura, especificamente no pós treino?
  36. Posso continuar com o uso de Deca e dura??

    fisiculturismo e outro reagiu a rafapwr por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Com certeza amigo, pra vc ter ideia depois que comecei a treinar rigorosamente consegui puxar varios amigos que tambem estao firmes ate hoje e garanto que nao so a minha como a vida deles tambem mudou demais. Cara como eu disse eu sempre fui MUITO alto e magro e tinha uma vida bem agitada com ma aimentação e um descanso bem meia boca, em janeiro do ano passado coloquei na cabeça que ia mudar isso e aos pouco fui aumentando alimentação e me dedicando, consegui sair de 60Kg pra minha altura que é muito abaixo e com um BF de 4%, apos os 6 primeiros meses que acredito serem os mais dificeis, comecei a ver os resultados e melhor a galera começou a dizer o quanto eu estava evoluindo e ficando "forte" e essa é a melhor parte, mas assim vai ter dias que vai ser dificil, vai ter dias que nao vai bater muito animo, mas cara bota na cabeça e faz. Eu sempre pensei e penso assim, "o dias vao passar de qualquer jeito, deixa eu pegar e fazer tudo certo pra daqui um ano eu olhar no espelho e dizer, caralho aind bem que eu fiz oq deveria fazer, imagina se dentre esse um ano que passou eu tivesse procrastinado e nao feito nada" Te garanto que se vc suportar firmemente os 6 primeiros meses, vc nao vai mais querer parar, pois os beneficios não são somente esteticos para o corpo, mas a mente muda muito, seu desempenho diario pra qualquer coisa melhora de um jeito que vc vai falar que é essa a vida que voce quer, mas assim a constancia que manda eu te prometo.
  37. Ajuda para definição e hipertrofia

    fisiculturismo e outro reagiu a Yoka por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    parabéns, amigo! ótima a sua evolução!👏🏻
  38. Ajuda na dieta e treino

    fisiculturismo e outro reagiu a F.rossi por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    @Kami Backessa semana meu peso se manteve porém hoje acordei um pouco gripado e me sentindo um pouco mal. Pelo menos era uma dia de descanso. Se você quiser posso mandar as fotos para ver se mudou alguma coisa
  39. Ajuda na dieta e treino

    fisiculturismo e outro reagiu a F.rossi por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    @Kami Backtem como enviar vídeo aqui no fórum ? Tava ruim de tirar foto
  40. Ajuda na dieta e treino

    fisiculturismo e outro reagiu a Kami Back por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    super normal, é aquilo que te falei, para de ficar subindo na balança e vai mais pelo espelho, e lembre vai levar tempoo pro resultado, isso é totalmente normal. O que não pode é parar que ai atrapalha.
  41. Ajuda na dieta e treino

    fisiculturismo e outro reagiu a F.rossi por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    @Kami Backhoje me pesei e meu peso abaixou um pouco para 37,8kg. Queria saber se essa oscilação é normal?
  42. Esse cardio é suficiente?

    fisiculturismo e outro reagiu a F.rossi por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Essa distância é bem curta... o gasto calórico seria baixo. O que faria diferença no seu metabolismo (para considerar um cardio curto) seria o tempo (velocidade) q vc percorrer essa distancia... se fizer em 1h, nem contaria... mas se fizer em 10 min seria bem melhor para esse fim... Uma sugestão, é aumentar esse percurso com o tempo (dando voltas a mais, indo por caminho maior) e caminhar como se estivesse atrasado para chegar no trabalho Estar em bulking ou cutting não faz diferença para o cardio... o papel metabólico e a importância é praticamente a mesma... Em cutting ele só entra como um gasto energético a mais que ajuda a não ter que cortar tanto no que vai comer Olha eu caminho em uma quase corrida, uma caminhada bem rápida será que está bom?
  43. Relato ciclo feminino oxandrolona + masteron

    fisiculturismo e outro reagiu a FaBHana por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Muito bom, mas nesse caso eu deixarei pro @Ketodizer algo em relação a sua dúvida!
  44. Relato ciclo feminino oxandrolona + masteron

    fisiculturismo e outro reagiu a FaBHana por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    E lembrar que um dia eu pensei a mesma coisa que ela... Trágico... Literalmente cai de cabeça na ilusão...
  45. Feliz por essa frase!!! Sabemos do que tu é capaz!!! Vá e vença!!!
  46. Aiiin Gigi uma pena ter confundido a data, essa sua atualização é de arrepiar!! Que mudança incrível! Que transformação!! Você é linda e seu projeto era top! Uma pena mesmo :/
  47. 2 pontos
    Agora me tirem uma dúvida, eu uso DIU MIRENA, vocês acham que pode conciliar com a oxandrolona? Agora me tirem uma dúvida, eu uso DIU MIRENA, vocês acham que pode conciliar com a oxandrolona?
  48. 2 pontos
    Com o Fisiculturismo colocou, é possível sim conciliar os dois, porém demanda um bom conhecimento, já que o crossfit visa melhorar a sua performance e o seu condicionamento como um todo e é claro MM e queima de gordura. A musculação também visa isso porém está bem voltada a hipertrofia e ou definição. Primeira coisa, peça ajuda ao seu instrutor para programação dos seu treinos, se vc trabalhar em alta intensidade, um pode prejudicar o outro, o descanso será muito importante para não ocasionar lesões e atingir seu objetivo. Porque vc não ve com o instrutor e monta uma divisão voltada mais para os inferiores. Levantamento terra / agachamento livre / terra e agacho sumo, búlgaro, avanço... tire um dia da semana para um treino nesse estilo... fazendo progressões de carga... E seria interessante no dia seguinte fica em off pq mesmo fazendo push prees / power clean /power snatch / arranco, etc... vai exigir também dos inferiores e vc não vai conseguir dar tudo nos treinos pq o descanso é fundamental para recuperar os músculos trabalhados, não vai conseguir dar estímulos suficientes. Ou tire o dia seguinte para trabalhar apenas superiores, abs. Se fizer tudo certinho vai conseguir seu objetivo, mas como o seu propósito pelo visto é o crossfit, fique esperto para o ganho de MM pode prejudicar seus movimentos e mobilidades Acredito ser melhor trocar uma ideia com o instrutor seu e elaborar um treino especifico voltado para força e hipertrofia dos inferiores... em outras palavras, ai mesmo na sua academia de crossfit, vc pode montar um baita treino pros inferiores. Eu mesmo misturo alguns exercícios voltados para o cross com musculação... Vai de elaborar seu treino pro seu objetivo... Abraços
  49. Primeiro Ciclo Oxandrolona - Feminio

    fisiculturismo e outro reagiu a Dedê por uma postagem em um tópico

    2 pontos
    Oiii, dá uma olhada nesse tópico e padroniza o post 😀
  50. 2 pontos
    Comprei consultoria não man 350 o dele o mês... Mais ele é firmeza responde as coisas ta ligado... Mais pergunta demais ai também não... Por isso vim para o forum... Mais algumas duvidas tipo tomar o omega 3 4g o aas essas fita do hcg ele foi falando... Ele e o andrey bodybuilder um cavernoso amigo dele...
Este quadro de líderes está definido para São Paulo/GMT-03:00

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