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Mitos e verdades sobre anabolizantes: o que dizem os estudos

Paracetamol pior que testosterona, diurético como vilão e hormônio anti-aging: o que os estudos mostram sobre os mitos mais repetidos nas redes.

Entre os mitos e verdades sobre anabolizantes, um argumento ganhou força nas redes: o anabolizante seria inofensivo, e quem faz mal de verdade seriam o diurético, o estimulante e a insulina. Os estudos com usuários comuns de academia contam outra história. Na Dinamarca, 1.189 homens pegos em testes antidoping de academias morreram 2,8 vezes mais que 59.450 homens da população, num acompanhamento médio de 11 anos.

Os argumentos analisados aqui circulam em podcasts e perfis de influenciadores de musculação e foram rebatidos pelo endocrinologista Carlos Eduardo Seraphim em "Influenciadores Mentem Sobre Anabolizantes? Descubra a Verdade", do canal Endocrine talks. São três: o paracetamol seria pior que a testosterona, o diurético seria o verdadeiro vilão e o hormônio funcionaria como tratamento contra o envelhecimento.

Paracetamol faz mais mal que testosterona?

Circula a comparação de que tomar 500 mg de paracetamol por dia, durante anos, faria mais mal ao fígado do que usar 250 mg de testosterona por semana, cerca de 1 g por mês. O analgésico seria "extremamente tóxico" até na dose mínima.

A dose máxima recomendada de paracetamol é de 4 g por dia, oito vezes os 500 mg da comparação. Num ensaio com 145 adultos saudáveis, a ALT, uma enzima do fígado, passou de 3 vezes o normal em 31% a 44% de quem tomou essa dose máxima por 14 dias. No placebo, isso não aconteceu com ninguém. O dano grave vem da superdose: a intoxicação que leva à falência do fígado costuma passar de 150 mg por quilo, perto de 10 g para um adulto de 70 kg. A margem entre a dose que trata e a que intoxica é estreita, e 500 mg por dia fica longe dela.

Já 250 mg de testosterona por semana passa da reposição. A diretriz da Endocrine Society para homens com hipogonadismo, quando o testículo produz pouca testosterona, começa com 75 a 100 mg de cipionato ou enantato por semana, ou 150 a 200 mg a cada 2 semanas. A comparação põe uma dose terapêutica de analgésico contra 2,5 a 3,3 vezes a dose de reposição de hormônio.

Usar analgésico todo dia não é o ideal, mas o paracetamol na dose certa é estudado. A comparação ainda pode assustar quem tem dor crônica e levar essa pessoa a trocar um remédio conhecido por saídas piores.

Os efeitos colaterais de uma dose acima da reposição

Dose acima da faixa normal do corpo, chamada suprafisiológica, tem efeitos colaterais conhecidos:

  • coração maior (hipertrofia) e mais risco de infarto e AVC
  • testículo atrofiado e infertilidade, porque o hormônio de fora desliga a produção do próprio corpo
  • colesterol alterado e resistência à insulina
  • pressão alta e excesso de glóbulos vermelhos, que engrossa o sangue
  • irritabilidade, agressividade e sono pior, inclusive apneia

No estudo holandês HAARLEM, que acompanhou usuários amadores antes, durante e depois do ciclo, pressão, proporção de glóbulos vermelhos no sangue (hematócrito), colesterol e estrutura do coração pioraram durante o uso. A declaração científica da Endocrine Society de 2014 liga os anabolizantes a mais mortes e a problemas no coração, na mente, no metabolismo, no fígado e nos rins, e aponta como erro comum a crença de que o uso é seguro. Coração e fertilidade estão detalhados em efeitos colaterais dos anabolizantes no coração e na fertilidade.

O que mata é o diurético, e não o anabolizante?

Outro argumento comum diz que o esteroide "por si" é inocente: o que mataria seria a consequência do uso, como o coração aumentado e a pressão alta, e no fisiculturismo os culpados seriam diurético, estimulante e insulina. Dizer que a arma de fogo é inocente porque quem mata é a bala só troca o nome da causa. Se o coração cresce por causa do anabolizante, a culpa é do anabolizante.

O diurético muitas vezes entra na conta por causa do hormônio. Alguns anabolizantes fazem o corpo reter sódio e água, e a pessoa incha, ganha peso e pode ter pressão alta, que piora com o excesso de glóbulos vermelhos. Para tirar esse inchaço, parte da comunidade do fisiculturismo recomenda diurético. Na pergunta sobre quem veio primeiro, o ovo ou a galinha, aqui veio o anabolizante. Na preparação para competição, ele também aparece para secar.

O diurético em excesso é perigoso de fato. Ele joga potássio fora na urina, e o potássio baixo causa fraqueza, paralisia e arritmia. Um fisiculturista de 22 anos ficou com os quatro membros paralisados e com o potássio em 1,8 mmol/L depois de usar diurético por conta própria e cortar a água. Há outros casos de paralisia por potássio baixo em fisiculturistas.

O diurético explica parte das mortes, e o coração explica muitas outras. Num levantamento com 20.286 fisiculturistas de competição, houve 121 mortes, 46 delas súbitas por causa cardíaca, e as autópsias disponíveis mostraram coração aumentado. Na coorte dinamarquesa, os usuários tiveram 3 vezes mais infarto e quase 9 vezes mais cardiomiopatia, a doença do músculo do coração. Esses estudos não separaram quem usava diurético, mas o risco aparece em usuários comuns de academia, longe do palco. O que dizem as autópsias está em anabolizante faz mal ao coração?.

Culpar os acessórios é uma defesa antiga, já usada com o cigarro e com os primeiros remédios para emagrecer. Ela leva a uma conclusão perigosa: a de que basta deixar o diurético de lado para ficar seguro. Os números de infarto acima vêm de quem treinava em academia comum.

Estimulante e insulina: como o ciclo se fecha

Um dos caminhos que levam ao estimulante é o mesmo. No começo, o anabolizante tende a dar euforia, e a pessoa se sente mais desperta e animada. Com o uso longo, muitos relatam o contrário: sono ruim, às vezes por apneia, cansaço, apatia, falta de foco e sintomas depressivos. Muita gente reage subindo a dose ou somando um estimulante, que traz arritmia, coração acelerado, pressão alta, ansiedade e insônia. Junto com o anabolizante, os efeitos se somam. Se duas pessoas empurram alguém de um precipício, as duas respondem pela queda. Os motivos que levam tanta gente a esse ciclo estão em por que homens jovens usam esteroides.

A ligação com a depressão existe, mas a direção é incerta. Numa coorte dinamarquesa com 545 usuários, o uso de remédio para ansiedade foi 2,3 vezes o dos controles, e o de antipsicótico, 2,7 vezes. O uso de antidepressivo já era mais alto anos antes de a pessoa ser pega no antidoping, e continuou subindo depois: 1,65 vez o dos controles. Como o estudo não sabe quando cada um começou o hormônio, não dá para dizer o que veio primeiro.

Subir a dose e somar remédios para aguentar os efeitos é a cara da dependência. Ela atinge cerca de 30% dos usuários, pela soma de 10 estudos, e a cifra de 60% que às vezes circula é exagerada. A taxa é alta, mas falta comparação direta com cocaína ou heroína. Como o anabolizante aparece entre outras drogas está em qual a droga mais perigosa, e os sinais e o tratamento, em anabolizante vicia? Sinais de dependência e como buscar ajuda.

A insulina vai além do competidor de elite. Numa série de 41 usuários de insulina sem diabetes, quase todos homens, recrutados em fóruns de musculação, 95,1% também usavam anabolizante e 56,8% já tinham tido hipoglicemia, a queda forte do açúcar no sangue. A hipoglicemia forte pode levar ao coma e matar. Um fisiculturista de 30 anos que usou insulina escondido chegou ao hospital em coma.

A insulina costuma vir junto com o GH, o hormônio do crescimento, que trabalha contra ela e sobe a glicose. Em idosos saudáveis, quem recebeu GH teve mais tendência a diabetes e a glicose de jejum alterada. Por isso há quem use doses de insulina maiores que as de muitos pacientes com diabetes grave: ela baixa a glicose e ainda ajuda a ganhar peso.

Anabolizante envelhece ou rejuvenesce?

A terceira ideia diz que o anabolizante acelera o envelhecimento, mas também o retarda. Testosterona, porque cai com a idade, e GH, pela renovação das células e pelo colágeno da pele, seriam o tratamento antienvelhecimento das feiras de anti-aging. Dentro da TRT ou "um pouquinho acima", a pessoa rejuvenesceria, e só acima disso envelheceria.

O GH já foi testado para isso. Numa revisão de ensaios com 220 idosos saudáveis tratados, com idade média de 69 anos, o hormônio aumentou 2,1 kg de massa magra e tirou 2,1 kg de gordura. Em troca, trouxe mais inchaço, dor nas articulações, síndrome do túnel do carpo e crescimento de mama nos homens. Os autores concluíram que o GH não pode ser recomendado como terapia antienvelhecimento. A revisão não mediu tempo de vida.

Acima da reposição, o que se mediu aponta para envelhecimento mais rápido. Em 130 usuários de longa data, a ressonância mostrou um cérebro com "idade" maior que o de 99 praticantes sem uso, e a diferença cresceu com o tempo de uso e com a dependência. A explicação pelo estresse oxidativo, os resíduos que o estímulo ao crescimento das células produz, é uma hipótese.

A perda de músculo e a queda da testosterona com a idade são reais. O GH aumentou um pouco a massa magra de idosos, mas o ganho foi pequeno e veio com mais efeitos adversos. Nenhum estudo mostrou dose de anabolizante devolvendo a juventude. O que retarda o envelhecimento de fato é a boa medicina comum: diabetes controlado, comida de verdade, treino e distância do anabolizante.

TRT ou anabolizante: onde fica a linha

A reposição de testosterona trata o hipogonadismo, diagnosticado com sintomas e dosagens baixas repetidas. No maior ensaio sobre o tema, com 5.246 homens com hipogonadismo e risco cardiovascular alto, a reposição dentro da faixa normal não aumentou infarto, AVC nem morte cardiovascular, mas teve mais fibrilação atrial e embolia pulmonar que o placebo. O estudo também não mostrou aumento do tempo de vida.

O problema é o nome. Há quem tenha testosterona normal, aplique 1 mL de Deposteron® duas, três ou quatro vezes por semana, nem faça exame e chame isso de TRT. Cada mL do Deposteron® tem 100 mg de cipionato, então são 200 a 400 mg por semana. A faixa normal de testosterona em homens jovens vai de 264 a 916 ng/dL. Um pouco acima do limite pode acontecer, e o médico avalia caso a caso. Quem está com 2.000 ng/dL, mais que o dobro do teto, está usando anabolizante, ainda que de farmácia, e hormônio acima da faixa normal sempre cobra um preço.

No Brasil, a resolução do CFM de 2023 proíbe o médico de prescrever anabolizante para estética, ganho de massa ou desempenho e mantém a reposição para deficiência comprovada. Doses, ésteres e riscos da testosterona estão no guia de fármacos.

Viver menos, mas viver melhor?

Quando o argumento do diurético cai, aparece outro: melhor viver 85 anos "chegando top" do que 100 com os últimos 15 numa cama. Quem fala isso admite que o anabolizante encurta a vida. O anti-aging prometido vira o contrário, 15 anos a menos trocados por qualidade.

A troca esquece que dá para viver menos e pior. Na coorte dinamarquesa, os usuários tiveram mais trombose, arritmia e insuficiência cardíaca ainda vivos. Um infarto depois de 10 anos de uso ou uma embolia pulmonar que deixa a pessoa no oxigênio em casa são o oposto de viver bem. Há caso de AVC aos 23 anos que deixou metade do corpo paralisado. Esse fatalismo de tudo ou nada serve menos para vender e mais para quem usa se sentir tranquilo com a escolha, além de gerar clique.

Os casos conhecidos repetem o padrão. O austríaco Andreas Münzer morreu aos 31 anos, com falência de vários órgãos, e Rich Piana, que falava abertamente do uso de esteroides, aos 46. Num estudo finlandês com 62 levantadores de peso que se suspeitava usarem anabolizante, 12,9% morreram em 12 anos, contra 3,1% da população, com suicídio, infarto e coma hepático entre as causas.

E um ciclo curto, em quem é jovem e saudável?

O estudo holandês HAARLEM acompanhou 100 homens amadores num ciclo, com mediana de 13 semanas e dose média declarada perto de 900 mg por semana. Num subgrupo de 31 homens que fez ultrassom do coração, o músculo do coração ganhou massa e bombeou um pouco menos durante o ciclo, e voltou ao normal cerca de 8 meses depois. A produção de espermatozoides levou cerca de 1 ano para voltar, e 34% ainda tinham contagem abaixo do normal no fim do acompanhamento.

Nenhuma dose de uso estético se mostrou segura, e o risco cresce com o acúmulo: entre usuários de longa data, quanto maior a dose acumulada, mais placa nas artérias do coração. O primeiro ciclo costuma puxar o segundo e o terceiro, com doses maiores. Exame de sangue e acompanhamento com endocrinologista podem mostrar problemas cedo, mas não tornam o uso seguro. Essa escalada está em meter o shape com hormônios: a promessa, a dependência e o risco.

Mitos e verdades sobre anabolizantes em resumo

O que circulaO que os estudos mostram
Paracetamol todo dia faz mais mal que testosterona500 mg por dia é um oitavo do teto de 4 g. Já 250 mg de testosterona por semana é 2,5 a 3,3 vezes a dose de reposição
Quem mata é o diuréticoUsuários comuns de academia tiveram 3 vezes mais infarto e morreram 2,8 vezes mais em 11 anos
GH e testosterona são tratamento anti-agingO GH deu pouca massa magra e mais efeitos adversos em idosos, e usuários de longa data têm cérebro mais "velho"
Testosterona alta sem exame é TRTA reposição mira a faixa de 264 a 916 ng/dL, com deficiência diagnosticada
Melhor viver 15 anos a menos, mas bemOs usuários têm mais infarto, trombose e insuficiência cardíaca ainda vivos

Conclusão

A tese de que o anabolizante seria o mocinho e o diurético o vilão é conveniente, e os estudos a derrubam. Diurético, estimulante e insulina entram na história muitas vezes por causa do anabolizante, e os estudos com usuários comuns de academia, longe da preparação de palco, já mostram mais mortes e mais doença do coração. Para quem tem deficiência de testosterona ou de GH, a reposição feita do jeito certo trata uma doença. Usar uma falsa deficiência como desculpa para dose de anabolizante é outra coisa.

Vender hormônio como novidade contra o envelhecimento também é velho. Na década de 1920, o cirurgião francês Serge Voronoff transplantava testículos de macaco em homens para devolver a juventude. Quem chama a testosterona de inovação anti-aging está 100 anos atrasado.

Perguntas frequentes

Quais são os mitos e verdades sobre a testosterona?

Verdade: a reposição trata o hipogonadismo, a produção baixa de testosterona pelo testículo, e no maior ensaio não aumentou infarto nem AVC. Mito: que doses acima da faixa normal rejuvenescem. Quem usa essas doses tem mais doença do coração e morre mais cedo.

Quais são os mitos e verdades sobre a reposição hormonal?

Reposição é levar o hormônio de volta à faixa normal em quem tem deficiência comprovada por exame. Aplicar 200 a 400 mg por semana sem exame, com a testosterona em 2.000 ng/dL, já é uso de anabolizante com outro nome.

É saudável usar testosterona?

Depende do motivo e da dose. Com hipogonadismo diagnosticado e acompanhamento, a reposição trata a deficiência. Em quem tem testosterona normal, a dose acima da faixa traz risco ao coração, à fertilidade e à mente, e o CFM veda a prescrição para estética.

Por que o anabolizante envelhece?

O efeito aparece nos estudos, e o mecanismo ainda é hipótese. Usuários de longa data têm cérebro com "idade" maior na ressonância, mais doença do coração e morrem mais cedo. O estresse oxidativo é uma das explicações propostas.

Anabolizante faz mal para o fígado?

Pode fazer, sobretudo os comprimidos com a molécula alterada para resistir à passagem pelo fígado (os 17-alfa-alquilados). Eles podem causar colestase, o bloqueio da saída da bile, que costuma melhorar com a suspensão. Mais raramente, causam cistos de sangue (peliose) e tumores no fígado, e parte desse dano não volta.

O GH faz mal?

Em quem não tem deficiência, os riscos superam o ganho. Em idosos saudáveis, o GH deu 2,1 kg de massa magra, mas aumentou inchaço, dor nas articulações, túnel do carpo, crescimento de mama e a tendência a diabetes.

Qual anabolizante faz menos mal?

Nenhum se mostrou seguro em dose de uso estético. O risco acompanha a dose: entre usuários de longa data, quanto maior a dose acumulada, mais placa nas artérias do coração.

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  28. WINDFELD-MATHIASEN, J. et al. Psychiatric morbidity among men using anabolic steroids. Depression and Anxiety, [S. l.], v. 39, n. 12, p. 805-812, dez. 2022. DOI: 10.1002/da.23287. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36281632/. Acesso em: 4 nov. 2026.
  29. WINDFELD-MATHIASEN, Josefine et al. Cardiovascular Disease in Anabolic Androgenic Steroid Users. Circulation, [S. l.], v. 151, n. 12, p. 828-834, mar. 2025. DOI: 10.1161/CIRCULATIONAHA.124.071117. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39945117/. Acesso em: 4 nov. 2026.
  30. YOON, E. et al. Acetaminophen-induced hepatotoxicity: a comprehensive update. Journal of Clinical and Translational Hepatology, [S. l.], v. 4, n. 2, p. 131-142, jun. 2016. DOI: 10.14218/JCTH.2015.00052. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27350943/. Acesso em: 4 nov. 2026.

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Comentários Recomendados

Pokoyô

Membro
(editado)

Depois de assistir muitas entrevistas com fisiculturistas principalmente das classes 212 e open é fácil perceber que a imensa maioria deles desenvolveu problemas cardíacos e geralmente falam ofegantes.

Muitos perderam os cabelos e usam peruca e alguns desenvolveram cánceres no fígado ou morreram com insuficiência renal.

Tem sido.muito comum ultimamente notícias de morte súbita causadas pelos próprios hormônios, insulina e diurético.

Sem falar de alterações no sangue e colesterol.

A verdade é que a conta chega.

O que tá falando é analisar também o uso de testo em doses suprafisiológicas se é ou não também perigoso já  que as informações nesse ponto são inconclusivos.

 

 

Editado em por Pokoyô

  • Moderador
3 horas atrás, Pokoyô disse:

Depois de assistir muitas entrevistas com fisiculturistas principalmente das classes 212 e open é fácil perceber que a imensa maioria deles desenvolveu problemas cardíacos e geralmente falam ofegantes.

Tem uma matéria bem específica sobre isso aqui no nosso site já:

 

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