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Efeito Rebote, Inevitavel?

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2 horas atrás, FitCoupleHim disse:

Me.perdoe por discordar, mas modulação hormonal tem muito mais hormônios envolvidos do que apenas testo... Eu arriscaria dizer que inicia lá no GnRH.

Talvez os medíocres apenas reponham testo, e este tipo de pensamento é que faz dos protocolos (verdades absolutas aplicáveis erga omnes) uma muleta à mediocridade.

Sim, tem mais do q testo, é por isso q falo q quem modula mesmo pelo menos falando no Brasil seria o BB, aliás, tem muito médico por aí q joga protocolos, fitos, TPC q aprendeu com os mesmos, agora citar isso nunca q vão falar pq ganham dinheiro pela mediocridade, tem um muito famoso q empurra tanto fito do próprio lab de manipulação dele q uma dura por semana faria mais efeito e sairia umas 10 vezes mais barato.

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  • Modulação vem de "modulação hormonal bioidêntica". Começou no Brasil com o Dr. Ítalo Rachid. Outro grande expoente é o Dr. LaiR Ribeiro. Reposição hormonal qualquer endócrino faz, ainda que com o péss

  • Moderador

Modulação vem de "modulação hormonal bioidêntica". Começou no Brasil com o Dr. Ítalo Rachid. Outro grande expoente é o Dr. LaiR Ribeiro. Reposição hormonal qualquer endócrino faz, ainda que com o péssimo protocolo do Nebido.

Dr. Ítalo Rachid:

 

Aqui Dr. Lair diferencia modulação de reposição:

 

20 horas atrás, Foston disse:

Modulação vem de "modulação hormonal bioidêntica". Começou no Brasil com o Dr. Ítalo Rachid. Outro grande expoente é o Dr. LaiR Ribeiro. Reposição hormonal qualquer endócrino faz, ainda que com o péssimo protocolo do Nebido.

Dr. Ítalo Rachid:

 

Aqui Dr. Lair diferencia modulação de reposição:

 

@Foston, interessante, não sabia pq como falei acima eu sempre os vi os médicos apenas receitando uma reposição, no caso modulação como até falei pra o @FitCoupleHim eu via apenas os fisiculturistas fazerem, minha visão vinha do blast&cruise e Blast por cima de Blast, no caso loaded, deloaded e modulation eterna, rs.

  • 9 anos depois...

@Encantado, a resposta curta é que parte da perda é inevitável, mas uma parte bem maior do que muita gente imagina pode ser mantida. Entender o que vai embora ajuda a saber onde dá para agir.

O que sai primeiro, e sempre sai, é água e glicogênio. Testosterona em dose alta aumenta a retenção de sódio e o volume dentro do músculo, e isso costuma representar alguns quilos da balança. Quando o hormônio cai, isso some em poucas semanas, mesmo com TPC perfeita. Muita gente interpreta essa queda como perda de músculo, e não é.

O que vai embora depois, mais devagar, é o músculo que só se sustentava com a testosterona acima do seu nível natural. O corpo tende a voltar para a quantidade de massa que ele consegue manter com os seus próprios hormônios. Por isso, quem treina há pouco tempo e ainda está longe do próprio limite natural costuma segurar muito mais do que quem já estava perto do teto.

O que está nas suas mãos na fase pós-ciclo:

Não entrar em déficit calórico durante a TPC e nos dois ou três meses seguintes. É o erro mais comum: a pessoa vê a balança cair, se acha gorda e corta comida justamente quando o corpo mais precisa de energia para manter massa.

Manter a proteína alta, uns 1,8 a 2 g por quilo, e a intensidade do treino. Pode reduzir um pouco o volume, mas mantendo as cargas.

Dormir bem, porque é no sono que a produção natural se recupera.

Confirmar com exames, uns 30 a 45 dias depois da TPC, que testosterona, LH e FSH voltaram. Se o eixo não volta, a perda é muito maior, e isso tem tratamento.

E existe um ponto a favor: o músculo que já cresceu uma vez volta mais rápido, a chamada memória muscular. Estudos em animais mostraram que núcleos adquiridos pela fibra com treino e testosterona permanecem por bastante tempo, mesmo depois que o músculo diminui. Em humanos isso ainda está sendo estudado, mas ajuda a explicar por que recuperar é mais fácil do que construir.

Sobre modulação, o que se vende com esse nome é, na prática, manter hormônio acima do fisiológico de forma contínua. Pela norma do Conselho Federal de Medicina, médico não pode prescrever hormônio para fins estéticos ou de ganho de massa, e a reposição só é indicada quando há deficiência comprovada. Fazer isso por conta própria, como você cogitou, é na prática um blast and cruise, com o eixo suprimido o tempo todo e a tendência de depender de hormônio exógeno para sempre, como foi explicado aqui. Se for por esse caminho, o mínimo é o que o @Az_Rio descreveu: exames frequentes, com hemograma, perfil lipídico, função hepática e renal, PSA e pressão, porque o risco principal de longo prazo é cardiovascular.

Para planejar as calorias de manutenção dessa fase, a calculadora de TDEE do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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