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Cláudio Chamini

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  1.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: qual a melhor L-CARNITINA
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  11. @Aurelina Souza Barboza , o seu relato ajuda a fechar este tópico com o que se sabe hoje sobre a L-carnitina, que mudou um pouco desde a discussão original. O @O Demolidor explicou bem a função: a carnitina transporta a gordura para dentro da mitocôndria, onde ela é queimada. O problema é que quem come carne já tem carnitina suficiente para isso, e tomar mais não aumenta a quantidade dentro do músculo. Os estudos mostram que o músculo só acumula mais carnitina quando ela é tomada junto com bastante carboidrato, por vários meses, por causa da insulina. Ainda assim, o efeito na gordura foi pequeno. As revisões que juntaram vários estudos encontraram, em média, pouco mais de 1 kg a mais de perda de peso, principalmente em pessoas acima do peso ou mais velhas, e quase nada em quem já treina e come bem. Então os 4 kg que você perdeu vieram, quase certamente, da dieta. E a parada na perda depois de suspender a carnitina tem outra explicação: com o tempo de dieta, o corpo gasta menos energia, porque está mais leve e se adapta. É o platô comum, e ele aconteceria do mesmo jeito tomando ou não. O que costuma destravar é revisar as calorias para o peso atual, aumentar a proteína, incluir musculação e somar passos ao longo do dia. E o @LOUKO teve uma reação que vale registrar para quem lê: coração disparado com ECA, a combinação de efedrina, cafeína e aspirina, é motivo para não usar de novo, e não para ajustar a dose. Para comparar o que cada suplemento faz de fato e o nível de evidência, o orientador de suplementos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/
  12. Para quem chegar aqui procurando esse produto, como a @Vera Vargas, vale olhar a fórmula com atenção antes de insistir na compra. Três ingredientes da lista são estimulantes. O guaraná tem cafeína. O citrus aurantium tem sinefrina, que age de forma parecida com a adrenalina. E a sida cordifolia é uma planta que contém efedrina, a mesma substância cujo uso em suplementos foi proibido nos Estados Unidos em 2004, depois de casos de AVC, infarto e arritmia. Juntos, os três somam efeitos no coração e na pressão. Para quem tem pressão alta, arritmia, ansiedade, problema de tireoide ou usa antidepressivo, essa combinação é arriscada. E quem é sedentário e está acima do peso costuma ter justamente mais chance de pressão alta não diagnosticada. O resto da fórmula pesa pouco. Garcinia, guggul e forskolin não mostraram efeito relevante de perda de gordura nos estudos controlados. E "peptídeo hipotalâmico" num suplemento oral não significa nada: peptídeos são digeridos como qualquer proteína e não chegam ao cérebro inteiros. O @Everton Santos deu a resposta mais útil do tópico. Os 5 kg relatados no começo vieram, provavelmente, de comer menos enquanto o estimulante tirava a fome, e não do produto em si. Para quem é sedentário e quer perder 10 kg, começar com caminhada diária e, depois, musculação, junto com um déficit calórico moderado, entrega o mesmo resultado sem o risco cardiovascular, e o resultado se mantém depois. Para saber de quantas calorias você precisa para perder peso num ritmo sustentável, a calculadora de déficit do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  13. @Marcos Soares fjv , e quem chegar com a mesma dúvida: ter alergia a penicilina, dipirona ou anti-inflamatório não aumenta a chance de reagir a anabolizante. São moléculas sem relação entre si, e não existe reação cruzada. Alergia à testosterona ou à nandrolona em si é muito rara, porque são hormônios iguais ou parecidos com os que o corpo já produz. Quando há reação, ela quase sempre vem do veículo, ou seja, do óleo e dos conservantes da ampola. O exemplo mais importante é a Durateston, citada no início do tópico: na formulação original, o óleo usado é de amendoim. Quem tem alergia a amendoim, ou a soja, não deve usar, e a própria bula traz essa contraindicação. Outros veículos comuns são o álcool benzílico e o benzoato de benzila, que também podem dar reação local ou, raramente, generalizada. No undecanoato injetável, o Nebido, há relatos raros de microembolia de óleo e de reação anafilática logo após a aplicação, e por isso a bula recomenda observação por 30 minutos. Agora, uma correção importante à dica do teste em casa. Injetar 30 unidades de óleo, que são 0,3 ml, dentro da pele não é um teste seguro. O teste intradérmico de verdade usa volumes de centésimos de mililitro, de soluções preparadas para isso, e é feito por alergista com material de emergência ao lado. Óleo injetado na pele pode causar inflamação, nódulo duro e até necrose local. E o teste não protege da reação grave: se a pessoa for alérgica, a anafilaxia pode começar a partir da própria dose de teste, longe de qualquer socorro. E um teste negativo não garante que a dose cheia será tolerada. Para quem tem histórico de alergias múltiplas, o caminho seguro é um alergista. Ler a composição completa da ampola, procurando amendoim, álcool benzílico e benzoato de benzila, já ajuda. E se aparecer coceira generalizada, placas vermelhas pelo corpo, inchaço na boca ou nos olhos, falta de ar ou tontura depois de uma aplicação, isso é emergência. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  14. Este tópico ajudou o autor a sair de um ciclo de 13 semanas com três substâncias para um mais simples, o que foi uma boa evolução. Mas algumas afirmações técnicas que ficaram aqui merecem correção, porque quem chega pela busca vai usá-las. A ideia de que os ganhos param na sexta semana não tem respaldo nos estudos controlados. Nos trabalhos com doses crescentes de testosterona por 20 semanas, a massa magra continuou subindo até o fim, de forma proporcional à dose. O que acontece na prática é que o ganho de água e glicogênio das primeiras semanas é rápido e chama atenção, e depois o ganho de tecido segue num ritmo mais lento. Isso parece estagnação na balança, mas não é. A escolha de ciclos mais curtos pode ser defendida por segurança, não por falta de resposta. Sobre a próstata, o @Foston levantou que o aumento aparece em homens com testosterona baixa. Ela cresce com a idade, mas o crescimento depende de androgênio, principalmente da di-hidrotestosterona. Dose acima do fisiológico tende a aumentar o volume e o PSA, e por isso PSA e exame da próstata entram no acompanhamento de quem faz TRT e ciclo depois dos 40 anos. Outro ponto é a proporção entre as drogas. Com 400 mg de nandrolona e 300 mg de testosterona, a nandrolona fica acima da testosterona. Muitos usuários relatam queda de libido e de ereção nessa situação, e a nandrolona também pode subir a prolactina. Como o autor já tinha um pouco de ginecomastia, prolactina e estradiol antes e durante o ciclo ajudam a decidir se precisa de tamoxifeno, como o @Apollo Galeno e o @Batata... sugeriram. E vitamina D de 5.000 a 10.000 UI todos os dias não é dose ideal para todo mundo. O limite de segurança para adultos é de 4.000 UI por dia sem acompanhamento, e doses acima disso só fazem sentido com deficiência documentada no exame. Hematócrito e pressão arterial, monitorados de perto, completam o básico para esse tipo de ciclo. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  15. @Grasi Jung , antes de qualquer chá ou suplemento, vale descobrir o tipo de inchaço, porque isso separa o que é rotina do que precisa de médico. O inchaço comum, aquele que dá sensação de corpo pesado e varia de um dia para outro, costuma vir de causas simples. Refeição muito salgada ou industrializada, mais carboidrato depois de uma fase de dieta, já que o glicogênio guarda água junto, a fase antes da menstruação, anticoncepcional, anti-inflamatório e noites mal dormidas. Ficar muito tempo sentada ou em pé também acumula líquido nas pernas no fim do dia. Esse tipo melhora com sono, constância na alimentação e movimento. Agora, alguns sinais pedem avaliação médica, e não chá. Inchaço que deixa uma marca funda quando você aperta a pele com o dedo por alguns segundos. Inchaço nas pálpebras e no rosto logo ao acordar. Inchaço em uma perna só, principalmente com dor na panturrilha. Falta de ar ao deitar ou ao subir escadas. Urina com muita espuma ou diminuindo. Esses sinais podem vir de rim, coração, tireoide, circulação ou de um coágulo, e um exame de sangue e de urina simples já ajuda a descartar. Sobre o que foi sugerido no tópico: reduzir o sal do dia a dia ajuda. Cortar o sódio de repente pode dar uma oscilação passageira, mas a retenção crônica costuma vir do excesso, não da falta. Glúten só causa inchaço em quem tem doença celíaca ou sensibilidade, e isso se investiga. Chás como hibisco e cavalinha têm efeito diurético leve, então podem dar uma sensação de alívio, mas não tratam a causa. E, como o @AnabolLecter disse, diurético de farmácia por conta própria é a última coisa a fazer, porque tira potássio e sódio e pode piorar o quadro quando é suspenso. Se você contar idade, peso, rotina, remédios em uso e há quanto tempo isso começou, dá para afinar melhor. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  16. @lukasss , o seu caso tem alguns detalhes que mudam a conduta, e vale organizar para quem chegar aqui com exames parecidos. TSH de 8,78 com T4 livre de 1,24, que é normal, é o que se chama hipotireoidismo subclínico. Duas coisas antes de concluir que a oxandrolona causou isso. Primeiro, você terminou o ciclo em abril e o exame é de setembro. A oxandrolona sai do corpo em dias. O que ela faz durante o uso é baixar a proteína que transporta o hormônio da tireoide, o que mexe no T4 total, mas isso se desfaz depois de parar. É pouco provável que ela explique um TSH alto cinco meses depois. Segundo, a causa mais comum de TSH subindo em pessoa jovem é a tireoidite de Hashimoto, que é autoimune. O anti-TPO responde isso, e vale pedir junto com um novo TSH. Com TSH abaixo de 10, muitos endocrinologistas repetem o exame em seis a oito semanas antes de iniciar o remédio, porque parte desses valores normaliza sozinha. O seu médico preferiu tratar, o que também é aceitável, e a dose do Puran é 50 mcg, não 50 mg. Prolactina de 34 é uma elevação leve. Ela sobe com estresse, sono ruim, exercício antes da coleta e até com a própria punção. Existe também a macroprolactina, uma forma que aparece alta no exame mas não tem efeito no corpo, e que o laboratório consegue dosar. O hipotireoidismo pode subir a prolactina, mas isso é mais típico com TSH bem mais alto que o seu. Antes de pensar em cabergolina por conta própria, repita a prolactina em jejum, em repouso, e peça a pesquisa de macroprolactina. E duas correções a sugestões do tópico. Aumentar o iodo da dieta não ajuda, porque o sal no Brasil já é iodado, e excesso de iodo pode até piorar uma tireoidite autoimune. O selênio tem algum estudo reduzindo os anticorpos no Hashimoto, mas não substitui o tratamento, e a tirosina não tem efeito demonstrado. Sobre o Hydra: com TGP já acima da referência, prolactina alterada e tireoide em investigação, eu não usaria agora. Produtos vendidos como SARM ou pró-hormônio muitas vezes contêm outra substância que não está no rótulo, e você não teria como separar o que é efeito do produto e o que é do problema de base. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  17. @Rodrigo David , pode tomar com suco de laranja sem problema. Mas o mito tem uma origem real, e vale explicar para quem chegar aqui com a mesma dúvida do @Esteaugusto. Em líquido, a creatina se transforma aos poucos em creatinina, que não tem efeito no músculo. Essa conversão é mais rápida quanto mais ácido e mais quente o líquido. A diferença está no tempo. Num suco ácido em temperatura ambiente, a perda vira algo relevante depois de horas a dias, e não nos poucos minutos entre misturar e beber. Por isso a regra prática é simples: misture na hora e tome logo. O que não faz sentido é deixar a creatina dissolvida no suco de um dia para o outro, ou levar uma garrafa pronta para tomar horas depois. E o argumento do estômago ácido, que o @fisiculturismo levantou, também tem fundamento. O tempo que a creatina passa no estômago é curto, e os estudos mostram que quase toda a dose ingerida chega intacta ao sangue. O @Locemar ainda trouxe um ponto a favor do suco. Tomar a creatina junto com carboidrato pode aumentar um pouco a quantidade que entra no músculo, porque a insulina ajuda nesse transporte. O efeito é pequeno e a diferença some com o uso diário contínuo, que é o que realmente importa. Tomada todo dia, a creatina satura o músculo em algumas semanas, independente do horário ou da bebida. Para conferir a dose certa para o seu peso, a calculadora de creatina do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/creatina/
  18. @Thiago E Camila , o que você descreveu, o local da aplicação inchando, vermelho e endurecido, merece atenção, e o @davidevh e o @Apollo Galeno estão certos em pensar em abscesso. Vale explicar como diferenciar, porque a conduta muda. Depois de uma aplicação, existe uma reação inflamatória que não é infecção. Ela é comum com produtos de concentração alta, muito álcool benzílico ou solvente irritante. O local fica dolorido, um pouco inchado e quente, e isso melhora sozinho em três a cinco dias. Abscesso é infecção. A dor piora em vez de melhorar com os dias, a vermelhidão se espalha, a pele fica quente e esticada, pode aparecer um ponto mole no centro, com pus, e às vezes vem febre e mal-estar. Se o quadro está piorando, se passou de alguns dias sem melhorar ou se apareceu febre, o caminho é ir ao pronto atendimento e contar o que foi aplicado. Abscesso precisa de antibiótico e muitas vezes de drenagem. Não espere ele "amadurecer" sozinho, não tente furar em casa e não aplique mais nada naquele frasco nem naquele músculo enquanto não resolver. Vermelhidão que sobe em faixas pela pele, febre alta, calafrios ou o local ficando roxo e muito doloroso são sinais de que a infecção está se espalhando, e isso é urgência. Sobre a pergunta original do tópico, se um laboratório clandestino é confiável: nem relato de quem usou, nem amizade com o vendedor, nem nome de fora do país dizem o que tem no frasco ou se ele foi preparado de forma estéril. Só análise química responde a primeira parte, e a segunda aparece justamente em casos como este. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  19. @karini Cardoso , o protocolo tem uma contradição que o @Foston e o @Locemar perceberam, mas vale corrigir o mecanismo, porque ele explica a falta de resultado que você relatou. A espironolactona não age só baixando a testosterona. Ela bloqueia diretamente o receptor de androgênio, o mesmo receptor em que a oxandrolona e a testosterona agem. É por isso que ela é usada em mulheres contra acne e excesso de pelos. Então ela compete, sim, com o efeito da oxandrolona também, e não só com o da testosterona em gel. Tomar as três juntas é pedir para um remédio desfazer parte do que o outro faz. Se a ideia do médico era controlar acne e oleosidade, vale perguntar a ele se não faria mais sentido tratar a pele por fora, com sabonete de enxofre, peróxido de benzoíla ou adapaleno, e deixar o resto do protocolo sem esse freio. Dois cuidados com a espironolactona. Ela retém potássio, então quem usa por meses deve dosar potássio e função dos rins de tempos em tempos. E na gravidez ela pode atrapalhar a formação genital de um feto do sexo masculino, assim como os androgênios afetam o feto feminino. Anticoncepção confiável durante todo o uso é indispensável. Sobre a testosterona em gel a 3%: a porcentagem sozinha não diz a dose, porque depende de quanto gel você passa. Vale pedir ao médico quantos miligramas tem cada aplicação. Para comparação, o corpo da mulher produz algo em torno de 0,2 a 0,3 mg por dia. E você passou de 10 para 20 mg de oxandrolona por conta própria, tomando de seis em seis horas. Somado ao gel, é bastante androgênio. Fique atenta a voz rouca, aumento do clitóris e pelos novos no rosto. Um detalhe dos manipulados que pouca gente sabe: 5 mg de biotina por dia interferem em vários exames de sangue feitos por imunoensaio, inclusive hormônios da tireoide e testosterona, e podem dar resultados falsos. Suspenda a biotina dois ou três dias antes de qualquer coleta. E para a @Milena Ferreira: o clitóris ficou dolorido e inchado quando você usou 20 a 30 mg. Isso mostra que o seu corpo é sensível à oxandrolona. Mesmo com 10 mg, qualquer sinal parecido é motivo para parar na hora, porque o aumento pode ficar permanente. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  20. @Fitness509 , o que você relatou aqui pesa mais do que qualquer dúvida sobre marca: clitóris inchado e queda de cabelo com duas semanas de uso. O inchaço do clitóris é um dos primeiros sinais de virilização, e o aumento de tamanho pode ficar permanente mesmo depois de parar. Não importa se o produto é primobolan verdadeiro ou outra coisa no lugar, como o @Foston levantou. O seu corpo já mostrou que está respondendo ao androgênio de um jeito que não volta atrás com facilidade. A conduta segura é parar agora, e não esperar o fim do ciclo ou o fim do antibiótico do outro tópico. Fique atenta também à voz. Se aparecer rouquidão que não passa, um otorrino ou fonoaudiólogo deve avaliar. Para a @FJ_, que abriu o tópico: a menstruação descer durante o ciclo não prova que a oxandrolona era falsa. Muitas mulheres continuam menstruando com doses baixas e moderadas, e outras param mesmo com pouco. Não existe um sinal no corpo que confirme ou descarte o produto. Só uma análise química do comprimido diz o que tem dentro. A falta de resultado também pode ter outras causas, como dieta sem déficit ou sem proteína suficiente. E um cuidado com a sugestão do vendedor de juntar primobolan e oxandrolona para "testar o corpo": quem vende tem interesse em vender dois produtos. Somar dois androgênios aumenta o risco de virilização e torna impossível saber qual deles causou um efeito colateral. Para um primeiro contato, os relatos femininos mais seguros do fórum usam uma substância só, em dose baixa, observando os sinais desde a primeira semana. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  21. @alyssonlima , a dieta está bem montada para quem disse que é leigo: calorias calculadas, proteína distribuída em todas as refeições e déficit definido. Vale ajustar algumas coisas e responder às dúvidas que surgiram. O déficit de 15%, cerca de 500 kcal, não é radical para o seu caso. Com 99 kg e cintura de 104 cm, você tem gordura suficiente para perder num ritmo de meio quilo a pouco mais por semana sem sacrificar músculo, principalmente porque está voltando a treinar. Quem retoma a musculação depois de um tempo parado costuma ganhar músculo e perder gordura ao mesmo tempo, mesmo em déficit. Se a perda passar de 1 kg por semana por várias semanas, ou se a força cair, aí sim aumente as calorias. A cintura acima de 102 cm em homem também é um marcador de risco para a saúde, então reduzi-la é um ótimo objetivo, além do estético. Sobre treinar em jejum, como o @davidevh mesmo disse, não há vantagem real na perda de gordura quando as calorias do dia são as mesmas. Os estudos que compararam as duas formas não acharam diferença. Escolha o que te deixa treinar melhor. Se rende mais comendo antes, mantenha a refeição pré-treino. A dextrose no pós-treino também não atrapalha se está dentro das calorias, mas não é necessária. Pode trocar por uma fruta ou pelo carboidrato do almoço. No treino, a única falha estrutural é a perna. Costas, bíceps, peito e tríceps aparecem duas vezes na semana, e perna, que tem os maiores músculos do corpo, só uma vez e dividida com ombro e trapézio. Fazer perna duas vezes, uma com foco em agachamento e outra em posterior de coxa, por exemplo trocando uma das repetições de peito ou costas, equilibra o físico e aumenta o gasto calórico da semana. E anote carga e repetições de cada exercício. Progredir nesses números é o melhor sinal de que você está mantendo massa. Para conferir as calorias do déficit com os seus dados, a calculadora do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/
  22. @Fitness509 , tome o antibiótico. A infecção que você descreveu, pegando garganta, ouvido, seios da face e com dor irradiando para os dentes, precisa ser tratada, e o sulfametoxazol com trimetoprima é uma escolha comum para isso. Não há uma interação conhecida e importante entre ele e a metenolona. O conselho do @Apollo Galeno é sensato: pausar o primobolan durante os dias do antibiótico tira uma variável e não faz você perder o que ganhou. E conte ao médico que está usando, porque isso entra na avaliação dele. Dois cuidados com esse antibiótico em especial. Ele pode causar alergia de pele, e, raramente, uma reação grave. Se aparecer mancha avermelhada que se espalha, bolhas, feridas na boca ou nos olhos, pare e procure atendimento na hora. E ele também pode sobrecarregar o fígado, assim como o anabolizante oral, outro motivo para não somar os dois. Fique atenta também à evolução da infecção. Se a dor no rosto piorar em vez de melhorar em dois ou três dias, ou se aparecer inchaço ou vermelhidão em volta do olho, febre alta ou rigidez no pescoço, volte ao médico sem esperar o fim do tratamento. Quando retomar, vale saber a dose de cada cápsula. O seu esquema chega a quatro por dia na quarta semana, e para mulher qualquer rouquidão, aumento do clitóris ou pelos novos no rosto é sinal para parar. E, como você contou que ficou deprimida por estar engordando com a dieta cortando quase todo carboidrato, vale saber que o primobolan quase não mexe na gordura por conta própria. Um déficit calórico moderado e constante, com proteína alta, costuma funcionar melhor do que cortar grupos inteiros de alimentos. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  23. @Danielmc , o que aconteceu com você é comum com orais usados sozinhos, e entender o motivo evita repetir o erro. Os 9 kg ganhos em cerca de cinco semanas não foram só músculo. Ninguém constrói tanto tecido em tão pouco tempo. Uma parte grande foi água e glicogênio, que o androgênio faz o músculo segurar, principalmente o dianabol, que ainda converte em estrogênio e aumenta a retenção. Quando o efeito estabiliza, a balança para, mesmo com a mesma dose. É por isso que a segunda rodada de dianabol "não fez nada": o que tinha para encher já tinha enchido. Tem um segundo motivo. Estanozolol e dianabol desligam a produção natural de testosterona. Sem testosterona entrando junto, depois de algumas semanas você fica com o próprio hormônio baixo, só com o efeito do oral. Isso derruba libido, disposição e a resposta ao treino, e quase sempre aparece primeiro como queda de ereção, que é o que os colegas brincaram. E um detalhe técnico: o estanozolol oral tem meia-vida curta, de algumas horas, e não continua agindo por duas semanas depois de parar. O que sobra é a água acumulada e a supressão do eixo, não o efeito anabólico. O risco que mais pesa aqui é o fígado. Os dois são orais alquilados, que sobrecarregam o fígado, e você emendou um no outro por meses, aos 19 anos e sem exames. Antes de qualquer decisão, faça TGO, TGP, gama GT, bilirrubinas, perfil lipídico, testosterona total e LH. Se o LH e a testosterona estiverem baixos depois de parar, isso precisa de acompanhamento para o eixo voltar. Com 19 anos, a produção própria ainda está no auge, e um treino e uma dieta bem feitos rendem muito sem nada disso. Para montar um bulking com calorias calculadas a partir dos seus dados, a calculadora do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  24. @PEDRO BRITO , a pergunta sobre aumentar o tamoxifeno para baixar o estradiol tem um equívoco de mecanismo que vale esclarecer para quem chegar aqui. O tamoxifeno não diminui o estradiol no sangue. Ele bloqueia o receptor de estrogênio em alguns tecidos, como a mama, e por isso protege contra ginecomastia. Mas no exame o estradiol continua igual ou até sobe, porque o tamoxifeno também aumenta o sinal para o testículo. Dobrar a dose não muda o número, como o @Bruce Slajvic apontou. E ele baixa o IGF-1, o que é um motivo a mais para não usar dose alta durante o ciclo sem necessidade. Quem reduz o estradiol é o inibidor de aromatase, como anastrozol ou exemestano. Mas a dose deve seguir os sintomas e não só o número. Com 300 mg de testosterona por semana, um estradiol acima da referência é esperado. O relato do @Oliveira Sms Massa mostra o outro lado: estradiol derrubado demais dá fraqueza, dor nas articulações, libido baixa e humor ruim. Doses pequenas, com novo exame em duas ou três semanas, evitam esse vai e volta. A ideia de que o exemestano "se suicida" com a enzima e por isso não tem rebote também precisa de ajuste. Ele inativa a aromatase de forma permanente, mas o corpo produz enzima nova o tempo todo. Ao parar qualquer um dos dois, a aromatização volta ao que era. Sobre a falta de ganhos com 1 kg por semana e gordura subindo: isso tem mais cara de excesso de calorias somado à retenção do que de estradiol. Ganhar 5 kg em cinco semanas é rápido demais para ser só músculo. E 60 mg de oxandrolona é dose alta, que derruba o HDL e pesa no fígado. Perfil lipídico e enzimas do fígado deveriam entrar no próximo exame. E para o @Bertaglia, sobre o TSH: anabolizante oral reduz a proteína que transporta o hormônio da tireoide, o que mexe no T4 total e às vezes no TSH. Antes de pensar em hipotireoidismo, vale dosar o T4 livre e repetir tudo algumas semanas depois do ciclo. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  25. @Nicolasrox , o relato está bem documentado, e é por isso que vale apontar onde o risco ficou maior do que o próprio ciclo de trembolona: a insulina, o superdrol e a decisão de não fazer exames. A insulina em cutting é a parte mais perigosa do protocolo. Com calorias reduzidas, a reserva de glicogênio fica menor, e uma dose que não deu sintomas num dia pode derrubar a glicose em outro, principalmente se o treino foi mais longo, se a refeição atrasou ou se entrou efedrina, que você citou para as próximas semanas. Hipoglicemia grave causa confusão, convulsão e perda de consciência, e quem está sozinho não consegue se socorrer. Se for manter, o mínimo é ter glicosímetro e medir antes e depois, deixar carboidrato rápido sempre ao alcance, nunca aplicar perto de dormir ou de dirigir, e avisar alguém próximo do que está usando. Tremor, suor frio, coração acelerado e fome súbita são sinais para comer na hora. O Tiamat tem metasterona, o superdrol, que está entre os orais com mais casos documentados de lesão grave do fígado, com icterícia e colestase. Os sinais de alerta são coceira pelo corpo, urina escura, fezes claras e olhos amarelados. Qualquer um deles é motivo para parar e procurar atendimento. Por isso não fazer exames é o ponto que eu mais mudaria. TGO, TGP, gama GT e bilirrubinas, perfil lipídico, hemograma com hematócrito, glicemia, prolactina e estradiol antes e no meio do ciclo mostram o que está acontecendo, em vez de usar parlodel e anastrozol no escuro. O anastrozol, aliás, pode derrubar demais o estradiol com só 250 mg de testosterona por semana. Dor nas articulações, libido caindo e humor instável são sinais disso, e as oscilações de humor que você descreveu podem ter mais de uma causa. E para o @Romero jose, e quem chegar aqui com o mesmo quadro: dor forte que começa no glúteo depois da aplicação e desce pela perna até o pé pode ser irritação ou lesão do nervo ciático. Se houver formigamento, perda de força no pé ou dificuldade para levantar a ponta do pé, isso precisa de avaliação médica. Se o local ficar quente, vermelho e endurecido, com febre, pode ser abscesso. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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