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  1. Dextro Dyn 1000 g - Dynamic Lab
  2. Durante muitos anos os musculadores têm sido bombardeados com a ideia de que shakes de proteína devem ser ingeridos com maltodextrina ou outros carboidratos (dextrose ou waxy maize) para aumento da insulina e da síntese protéica. A insulina poderia estimular a síntese protéica e os carboidratos juntamente com a insulina reduziriam o catabolismo. O problema é que diversos estudos têm refutado essas ideias já sedimentadas no imaginário dos fisiculturistas e musculadores. Para testar se a teoria de que os "carboidratos são anabólicos", cientistas submeteram indivíduos ao consumo de: 10g de aminoácidos essenciais (EAA); 10g de aminoácidos essenciais (EAA) + 30g de sacarose (CHO); 10g de aminoácidos essenciais (EAA) + 30g de alanina (ALA); Por que um grupo de estudo com alanina? Estudos recentes sugerem que o consumo de alanina antes e durante exercícios prolongados conservam os carboidratos e aumentam o metabolismo de proteína. Os pesquisadores verificaram que a insulina aumentou após 30 minutos nos três grupos de estudo e ficou elevada nos grupos que consumiram EAA + CHO e EAA + ALA. No entanto, não houve aumento de síntese proteíca nesses grupos, comparados com o grupo que só ingeriu EAA. Isso quer dizer que os carboidratos não aumentam a síntese protéica, logo, basta um bom suplemento protéico no pós-treino, sem a necessidade de maltodextrina, dextrose ou waxy maize. Experimente e dê a sua opinião! Fonte: Are Carbs Anabolic? FLEX, pp. 118, maio de 2013.
  3. Muitos nutricionistas e experts em nutrição esportiva têm recomendado a substituição da maltodextrina e da dextrose nos shakes pós-treino pelo waxy maize. Porém, o waxy maize ainda é um suplemento alimentar muito caro, se comparado com os demais carbos (Maltodextrina, Dextrose e Waxy Maize: Qual é o Melhor?). A Atlhetica Pro Series lançou um produto com waxy maize, sem sabor, que dá início à popularização desse suplemento alimentar e abre caminho para que mais pessoas tenham acesso à nova tecnologia suplementar. O produto pode ser encontrado no site Corpo Perfeito por R$ 66,00 no pacote de 1kg. Ainda custa o triplo da dextrose, mas já passa a ser um pouco mais razoável o valor cobrado pelo waxy maize. Confira em: http://www.corpoperfeito.com.br/produto/waxy-maize-atlhetica Atualização: Para quem quiser pagar ainda mais barato no Waxy Maize, estamos apostando no Corpo Perfeito Direct: http://fisiculturismo.com.br/matérias/_/suplementos/corpo-perfeito-direct-suplementos-nacionais-e-importados-com-preços-mais-justos-r659 Lá encontramos o Waxy Maize da Athletica por R$ 56,10!!!
  4. Quando o assunto é a primeira refeição pós-musculação, para quem almeja a hipertrofia muscular máxima, a grande maioria de seus praticantes já tem sua opinião formada: uma quantidade significativa de proteínas, adicionada de algum carboidrato. O carboidrato faz o meio campo, e liga o meio anabólico muscular para que a proteína recupere e construa a massa muscular. Alguma coisa de errado até aqui? Veremos... Formulado à base de proteínas de alto valor biológico, a Whey Protein atualmente é conhecido como um compensador nutricional protéico ou hiperproteico, devido à adição de novas fontes e formas de proteínas que os laboratórios da suplementação acrescentam em sua composição. Geralmente usado como fonte primária para o período Pós-Treinamento, pode ser utilizado também ao longo do dia, ou em inúmeras situações, de acordo com as necessidades energéticas do sujeito em treinamento. Sendo um alimento de alto valor protéico, e sabendo-se da relação entre o ganho de massa muscular e a ingesta diferenciada de proteínas, este suplemento ganha cada vez mais espaço na dieta de atletas e praticantes de musculação, não somente na refeição pós treino. Trata-se geralmente do primeiro suplemento a ser utilizado por alguém que pretende investir em suplementação para potencializar o ganho de massa muscular. É portanto considerado o básico, o feijão com arroz da suplementação, ou seja, na maioria dos casos é mais importante que qualquer outra linha de suplementos, possuindo uma importância compensadora e construtora realmente eficiente. O que leva muitos usuários a abandonar sua utilização ou trocar por outro suplemento mais promissor, de ação rápida e aparentemente melhor, diz respeito ao whey protein por si só, nem sempre apresentar resultados visíveis a curto prazo. Sendo ele completamente confiável, eficaz, construtor de massa muscular e nocivo a saúde, trata-se de apenas mais um alimento de sua dieta, mais uns gramas de proteína sem acréscimo de gordura, mais uma rica porção protéica de altíssimo valor biológico, de absorção extremamente rápida, prático para situações pós treino, de sabor agradável, e de concentração nutricional elevada, sendo o ingrediente certo para que seu bolo cresça de maneira progressiva e verdadeira, não sendo portanto o responsável apenas pelo seu inchaço pós-treino. Só a whey protein pode cumprir esta função imprescindível para quem espera resultados satisfatórios à longo prazo, mesmo que você não perceba os resultados de sua utilização, se comparados à outra suplementação diferenciada. Segundo outros estudos, a comercialização da Whey Protein teve início há cerca de três décadas, junto a estudos que mostravam a importância da ingesta adequada de proteínas no período pós treinamento. A proteína do soro do leite apresenta-se atualmente de três diferentes formas de disposição e extração a partir do leite: de maneira Isolada (extraída através de um processo químico industrial chamado de troca iônica, apresentando um maior aporte de proteína nobre isolada de qualquer outro nutriente, como gorduras e carboidratos); de forma Hidrolisada (extraída através da hidrólise enzimática, com todos os aminoácidos quebrados, conferindo à matéria prima uma maior capacidade de ser assimilada e absorvida na ingesta); e a forma Concentrada (apresenta um perfil que inclui vários aminoácidos essenciais não produzidos pelo organismo, sendo a forma mais completa de proteínas existente). Estas diferentes formas, quando ingeridas logo após o treinamento, apresentam um caminho de absorção intestinal elevado, quando comparados a qualquer outro alimento protéico. Bom, até ai nenhuma super novidade que mereça a atenção de você leitor. Mas quando falamos de whey protein adicionado a um carboidrato (seja ele a maltodextrina ou a dextrose), algumas considerações devem ser realizadas. Afinal, o que acontece fisiologicamente após uma sessão de treinamento intenso, quando acrescentamos um carboidrato complexo como estes? Neste momento pós treino, o Cortisol é um dos hormônios predominantes na corrente sanguínea. Os níveis de glicogênio muscular e a glicose sanguínea apresentam uma queda devido ao desgaste energético para realizar a sessão. Um carboidrato de alto índice glicêmico, com cadeia média (como a dextrose e a maltodextrina), provoca uma liberação insulínica instantânea, repondo os níveis de glicogênio e glicose sanguínea, minimizando a ação do Cortisol, hormônio catabólico. Até aqui estamos satisfeitos com a ação de nossos carboidratos. Mas a Insulina é um hormônio contraregulatório ao GH, hormônio do crescimento, altamente anabólico. Quando os níveis de circulação sanguínea de um se eleva, do outro se reduz. Então o que vale mais? Recuperação energética do glicogênio muscular, minimizando o efeito do cortisol, ou promover a liberação do hormônio anabólico GH? Os dois! Acontece que isso não é possível somente com a ingesta de algum carboidrato. A Insulina é um hormônio altamente anabólico, assim como o GH. Qualquer carboidrato, como a maltodextrina e a dextrose, provoca esta liberação insulínica, que abre a porta para a entrada de glicose para dentro das células musculares, reduzindo o estado catabólico existente quando os estoques de glicogênio muscular e glicêmico estão baixos. Porém, esta mesma insulina inibe a liberação natural momentânea de outro hormônio anabólico, também de igual importância, o GH. Alguns autores relatam também que estes carboidratos quando ingeridos junto à whey protein, acabam por inibir outros fatores anabólicos desta proteína. Também acredita-se que este carboidrato (nesta situação pós treino) tenha um caminho natural de armazenamento na forma de gordura. Outra nova linha de críticas a respeito da ingesta de maltodextrina ou dextrose pós-treino, está no fato de que estes carboidratos – quando utilizados freqüentemente - provocam picos de liberação insulínica que acabam por reduzir a sensibilidade dos receptores deste hormônio nas células musculares. Com o passar do tempo, a utilização destes carboidratos passaria a não promover a mesma liberação natural de insulina. Esta situação provoca, além do fato de não termos a mesma eficiência no transporte de nutrientes anabólicos, a provável semelhança com a disfunção hormonal dos diabéticos. Mas este seria outro assunto. Nesta situação, quando o objetivo primário é a hipertrofia muscular, um substituto nutricional parece ser lançado com esta finalidade, minimizando a ação do cortisol, sem inibir a liberação do GH e IGF’s: os MCT (triglicerídeos de cadeia media). Derivado do leite humano, óleo de côco e óleo de palmeira, este triglicerídeo possui 6, 8, 10 e 12 cadeias de carbono em sua composição. Esta forma de gordura tem uma absorção semelhante à dos carboidratos, porém, sem a participação da Insulina, fazendo com que esta fonte energética não seja armazenada no tecido adiposo, e principalmente, regulando a glicemia sem inibir a liberação hormonal do GH, pois mantém a Insulina estável. Em um mercado formado pela antiga opinião do carboidrato e proteína pós-treino, esta estratégia ainda é considerada novidade na área da suplementação. Talvez esta novidade nem venha a vingar realmente, assim como poderá ser fonte de futuros estudos, e quem sabe, tornar-se a nova indicação para suplementar após treinamento. Mas como diz Big Raffa, a verdade de hoje poderá ser a mentira de amanhã!
  5. Carboidratos são as principais fontes de energia Os carboidratos são a principal fonte de energia alimentar para os seres humanos e também a mais abundante fonte de alimentos encontrada no planeta. A digestão dos carboidratos inicia-se na boca, e posteriormente no duodeno, onde ocorre a maior parte da digestão dos carboidratros. Sua absorção só ocorrerá após toda a hidrólise, que irá formar os monossacarídeo que serão levados à corrente sanguínea. Resumindo, todos eles vão virar glicose no final das contas. Então quais as diferenças? Diferenças entre maltodextrina e dextrose As principais “diferenças” entre malto e dextrose, são mínimas, o mesmo podemos dizer para o preço das duas. A dextrose tem Índice Glicemico de 111 e a malto de 105. Se o seu objetivo for usar dextrose ou malto para a reposição de glicogênio perdido durante o treino e elevação da insulina para aumentar a absorção de outros nutrientes como proteína, tanto uma como outra vai conseguir fazer o trabalho com eficácia, mas se você não sabe com qual delas você tem melhores resultados, faça como a maioria dos culturistas fazem, prepare uma dose com 50% de dextrose e 50% de malto e os seus problemas estarão resolvidos. Estoques de glicogênio e catabolismo Em treinamento intenso necessitamos estar com os estoques de glicogênio hepático e principalmente muscular bem abastecidos para não entrarmos em catabolismo. Ao entrar em catabolismo, o fígado inicia um processo denominado gliconeogênese, que é o recrutamento de aminoácidos (proteína) para a formação de energia ocorrendo um consumo de massa muscular magra como fonte de energia. As reservas corporais de glicogênio não passam de 500g na maioria dos indivíduos, sendo que 100g esta no fígado e 400g no músculo com um resíduo de cerca de 5g no plasma sanguineo. Portanto, um dos fatores cruciais e não menos importante que a ingestão pré-treino é a reposição do glicogênio muscular e hepático no pós-treino. Quando falamos de carboidratos para reposição, é preciso verificar alguns fatores de suma importância para que o objetivo seja atingido com eficiência. Os carboidratos , como foi dito acima, sempre formarão um monossacarídeo (forma mais simples de carboidrato). Após absorvidos, estes monossacarídeos chegarão até as células priorizando a formação de ATP (adenosina trifosfato). O ATP é a fonte principal de energia em nosso organismo e a glicose é a forma mais rápida do organismo formar o ATP. Frutose e formação de gordura A síntese de glicogênio é feita apenas pela glicose. A frutose, que é um outro monossacarídeo encontrado em abundância na maioria das frutas, não entra na via da glicolise aeróbica para a formação de ATP. A frutose formará diidroxiacetona e gliceraldeído que é uma via importante para a formação de triglicerídeos (gordura), o que não é o interesse de nenhum de nós atletas de musculação. Portanto, a abordagem dos carboidratos no pós-treino estaria totalmente focada nos polissacarídeos como a maltodextrina ou mesmo no monossacarídeo como a dextrose, ambos de rápida absorção e índice glicêmico alto, mesmo a malto sendo um carbohidrato com ligações complexas. Dextrose e maltodextrina são as melhores fontes de reposição de glicogênio Assim, quando os músculos necessitarem de ATP irão buscar energia nos estoques de glicogênio muscular onde a glicose está armazenada. Contudo, ao término de exercícios físicos, geralmente os estoques de glicogênio muscular estão escassos e o miócito (célula do tecido muscular) necessita de glicose para reabastecer esses estoques de glicogênio. Como a glicose é a principal fonte de energia para a produção de ATP, a reposição com maltodextrina ou dextrose seria o melhor caminho, desprezando as fontes de frutose que serviriam para formar gordura. Como tomar dextrose e maltodextrina As recomendações para ingestão de carbo pós-treino variam muito assim como a ingestão pré-treino que varia de acordo com a atividade fisica, duração e intensidade. De forma geral podemos sugerir de 0,7 a 3g por kg de peso de 2 em 2h de acordo com a necessidade individual. Espero que este texto tenha esclarecido algumas dúvidas. Bons treinos a todos.
  6. A dextrose, mais conhecida como glicose, é a fonte principal de energia do corpo. A dextrose é quimicamente considerada um carboidrato simples. Ela é o principal açúcar que o corpo produz. O corpo produz glicose a partir de 3 elementos dos alimentos: a proteína, a gordura e o carboidrato. Porém, a maior parte é proveniente do carboidrato. Dextrose é o carboidrato com maior índice glicêmico que existe, o que faz com que consiga a maior absorção possível. Quase imediata. É extraída do amido de milho, tal como a maltodextrina. A dextrose é encontrada em 2 tipos de suplementos basicamente: os hipercalóricos e principalmente nos transportadores de creatina/ volumizadores musculares. Nos hipercalóricos ela atua complementando a fórmula, ou seja, tornando o suplemento mais completo juntamente com a maltodextrina e a frutose. Ao passo que, nos transportadores/ volumizadores ela é encontrada como principal e único ingrediente representando o grupo dos carboidratos. Sendo a dextrose o carboidrato mais simples a sua absorção no nosso organismo é extremamente rápida. Então, quando é absorvida, nosso corpo libera insulina. A insulina é o mais potente hormônio que o nosso corpo produz naturalmente e é responsável por todo transporte de nutrientes ao músculo. A partir do momento que obtemos o disparo de insulina provocado pela dextrose, todas as outras substâncias que tenhamos ingerido e que estão disponíveis no sangue para serem utilizadas, serão também transportadas ao músculo, obtendo-se assim o máximo aproveitamento de todos os nutrientes. A dextrose é o precursor do veículo de transporte ( insulina ). A partir daí basta juntar ingredientes importantes que serão automaticamente levados ao músculo, eficazmente. Um estudo em 2001, realizado pela University of Texas Medical Branch, concluiu que as proteínas, quando associadas aos carboidratos, são melhores absorvidas. Após exercícios intensos seus músculos estão famintos por glicose e proteína, e um bom shake anabólico deve conter proteínas completas e carboidratos de alto índice glicêmico. Se você está procurando pelo melhor, procure usar a dextrose junto do whey protein após o treino. Para melhor resultado ainda, pode juntar-se BCAA, GLUTAMINA, AMINOÁCIDOS, CREATINA, ETC... e tudo aquilo que se pode fornecer ao músculo após o treino, pois é o momento máximo de absorção de nutrientes.
  7. Maltodextrina, Dextrose e Waxy Maize: existe alguma diferença entre eles? Neste mês vamos detalhar cada um e ao final você verá se vale a pena gastar um pouco mais ou é só mais um modismo (Waxy Maize é o mais caro). Ha tempos tínhamos no mercado apenas dois tipos de carboidratos, e estes faziam sucesso dentro das academias, até que foi colocado que estes causavam aumento do peso corporal, e os mesmos defensores que até então diziam que era o top de linha, passaram a dizer que era o mal do século. Vamos detalhar cada um deles sem interesses econômicos e nem meias verdades, pois temos compromisso com a verdade e somente a verdade. Maltodextrina: Resultado da hidrólise do amido ou da fécula. Há algumas questões a serem esclarecidas com relação a este carboidrato. Muitos pensam que ela é um carboidrato complexo, mas ela é apenas um hidrato de carbono complexo, por isso, ocorre esta confusão. Em sua composição, ela contém polímeros de glicose. Pode ser composta de cadeias de 3 a 19 moléculas de glicose, ligadas por uma ligação glicosídica do tipo a 1→4, este tipo de ligação também está presente no amido. Entretanto, o amido, como um verdadeiro carboidrato complexo, possui 2 tipos diferentes de estrutura, a amilose, e amilopectina, combinadas em cadeias de centenas ou milhares de moléculas de glicose. Já a maltodextrina possui poucas moléculas, e ligadas por um único tipo de ligação, por isso, é considerado um carboidrato simples (metabolizado de forma rápida no organismo humano) de fácil digestão e responsável pela hiperinsulinemia (alta liberação de insulina no sangue). Questiona-se ainda o fato da malto ser um monossacarídeo, pois, sendo composta de mais de uma molécula glicose (oligossacarídeo), teria uma absorção e atividade fisiológica mais lenta no organismo. Ocorre que as suas fracas ligações carbônicas e ausência de ramificações ou outro tipo de estrutura que não a cadeia simples de glicose com ligações a 1→4, implicam numa ação semelhantemente à dextrose. Há apenas uma pequena diferença na absorção entre ambas, coisa poucos minutos. Dextrose: Também conhecida como glicose, é a fonte principal de energia do corpo, como já dissemos anteriormente é um carboidrato simples e de rápida absorção, provocando assim um pico de insulina. Fornece energia rápida e repõe rapidamente as reservas de açúcar do organismo. Então, existe pouca diferença entre as duas (maltodextrina e dextrose) e aí vem a pergunta: qual devo usar para a reposição de glicogênio que foi perdido durante o treino e elevação da insulina para aumentar a absorção de nutrientes como as proteínas? Use qualquer uma delas e terá o resultado esperado. Mas se mesmo assim você ainda tiver duvidas, faça como a maioria dos fisiculturistas, use metade da dose de cada. Se for usar 20g, use 10 de malto e 10 de dextrose. E a tal da waxy Maize? Dizem que dextrose e malto engordam. Vamos tirar esta ideia errada da cabeça, ou seja, este mito que se alguém ingerir malto ou dextrose vai engordar. Se você usá-la no momento certo, que é logo após o treino, ou durante o treino com a sua proteína (whey, BCAA, Glutamina, Leucina, etc), você estará usando a insulina a seu favor, para causar o anabolismo. Mas aí vem a dúvida, mas com o pico de insulina vai haver a queda do GH (hormônio que causa lipólise)? Qual é seu objetivo? Não quer hipertrofia? Será que vai valer a pena perder este anabolismo para não ter problema com a liberação do Gh? Será que este Gh é tão expressivo assim? Vale a pena pensar. Waxy Maize: Vamos falar agora sobre a bola da vez, o waxy maize, que a meses atrás vinha sendo colocado como a solução para o problema dos que achavam que malto e dextrose iriam causar obesidade.... Aqueles que ingeriam trufas, doces e chocolates realmente estavam engordando devido ao uso da malto e dextrose no pós-treino. Há evidencias de que este suplemento repõe os estoques de glicogênio mais rápido do que a malto e a dextrose juntas. Extraído do amido ceroso do milho, ficou conhecido por ser um carboidrato de ação instantânea e ser livre de açúcar e glúten, que causa retenção hídrica e inchaço. É um homopolissacarídeo (carboidrato formado por apenas uma molécula isolada de glicose), facilita o transporte de nutrientes, atua no controle glicêmico e como volumizadores celulares, tem também a capacidade de puxar outros nutrientes notadamente difíceis como a creatina, beta alanina ou arginina através da parede intestinal, e com ele aumentar sua absorção. Tem enorme peso molecular e baixa osmolaridade, o que propicia que seja rapidamente absorvido pela corrente sanguínea e consequentemente utilizado nos músculos agredidos e solicitados no treinamento. Resumindo Waxy Maize “desvia” sua absorção no estômago, sendo rapidamente assimilado para auxiliar na reposição dos estoques de glicogênio e absorção de nutrientes sem elevar tanto o índice glicêmico e sem dar picos de insulina. Então você que tem medo da malto e da dextrose, vale a pena usá-lo. Só precisará ver o custo beneficio, fica aqui a dica.
  8. Este mês vamos analisar um hormônio muito conturbado no mundo do treinamento com pesos: a insulina. Afinal, a insulina é boa ou ruim? Ela é anabólica ou deixa engorda? Qual é o melhor momento para usar este hormônio a seu favor, se é que existe algum momento? A ciência da musculação é uma ciência um tanto quanto imprecisa, pois, no final da década de 90, se propagava tudo de melhor sobre o hormônio insulina. Em congressos e nas academias se via muito falar sobre o uso de shakes com carboidratos de alto índice glicêmico antes, durante e pós-treino. Até se recomendava que se usasse coisas doces para melhor absorção de shakes, aminoácidos, creatinas etc. Mas de um tempo para cá, com as novas descobertas de novos suplementos mais caros que a maltodextrina e a dextrose, estes então viraram vilões, e as mesmas pessoas que defendiam seu uso passaram a colocá-los como o mal do século, o pior de todos os suplementos. Afinal, o que há de verdade em tudo isso? Se a insulina é tão ruim assim, por que atletas fazem uso deste hormônio? Vamos tentar esclarecer algumas duvidas e falar a verdade, sem interesses em vender suplementos e nem divulgar nenhuma marca de suplementos, pois, o intuito é esclarecer!!!! Produzida pelo pâncreas, a insulina é um hormônio responsável pelo transporte de glicose para as células do organismo. É essencial no consumo e transporte de carboidratos, na síntese de proteínas e no armazenamento de lipídios (gorduras). Esse hormônio faz com que as células do corpo peguem a glicose do sangue (incluindo fígado, músculos e células do tecido adiposo) e causem a hipoglicemia, armazenando-a como glicogênio no fígado e nos músculos. Esse processo reduz o uso das gorduras como fonte de energia. Quando a insulina não está presente, ou esta baixa, a glicose não é absorvida pela maioria das células do corpo. Aí há uma mobilização das gorduras como fonte de energia (transferência de lipídios do tecido adiposo para o fígado como uma fonte de energia). Logo, a insulina inibe a mobilização da gordura como fonte de energia e mantém os estoques de gordura corporal. Agora você deve estar pensando: "então a liberação de insulina é um mal?". Vamos ver agora o lado bom deste hormônio. Quando executamos um treino pesado de musculação, há uma queda da glicemia, e se acaso você ingerir aquele whey mega ultra hidrolisado, que lhe custou a metade da mesada do mês ou do seu salário, sabe o que vai acontecer? Ele vai ser transformado pelo seu organismo em glicose, ou seja,vai ser o carboidrato mais caro que você já ingeriu em sua vida! Mas se eu ingerir minha whey mega ultra hidrolisada com carboidratos ela não vai me engordar? Eu não vou perder meu whey? Quem disse isso? Normalmente um vendedor de loja de suplementos que quer te empurrar um suplemento que custa mais 200,00 para você tomar junto com seu whey! O que há de verdade em tudo isso? Agora eu te pergunto, qual é seu objetivo? Você quer anabolismo ou lipólise? Sabemos que o treino ajuda na liberação do hormônio GH, e se você faz subir a insulina, o GH baixa. Mas agora eu pergunto: será que a quantidade de GH que será liberada vai valer a pena se você estiver buscando anabolismo? A insulina, além de normalizar sua glicemia (para você não fazer aquele whey caro virar carboidrato) aumenta o transporte de aminoácidos para dentro das células musculares, promovendo assim o anabolismo. Também previne a quebra de proteínas intramusculares (evitando o catabolismo). O que fazer então para usar a insulina como aliado? Uma vez que estamos mantendo carboidratos baixos, os níveis de insulina também serão baixos. Aí é onde entra o carb-up. Uma vez por semana você deve carregar em carboidratos e deixar que os níveis de insulina aumentem. A insulina vai gerar um pool de aminoácidos no tecido muscular, e também carregamos o nosso estoque de glicogênio muscular durante este tempo. 
Nossos músculos estão cheios de glicogênio. Eles enchem e esvaziam conforme o treino e a dieta. Então, quando nós comemos carboidratos em excesso, os músculos ficam saturados, e o que sobra de glicogênio é então armazenado no fígado. Qualquer excesso é convertido em triglicérides e armazenado como gordura. 
Glicogênio muscular significa melhor desempenho na academia. Então fazemos a tal da recarga até o final do nosso período de baixo carboidrato e teremos uma vez mais esvaziados os músculos e podemos repetir o ciclo novamente para maximizar todos os efeitos anabólicos. Insulina x Glucagon 
Quando a concentração de insulina cai, a de glucagon se eleva, ou seja, quando os níveis de glicose no sangue são baixos, o glucagon entra em cena. Ocorre que o glucagon é um hormônio catabólico que irá quebrar tecido para fornecer energia que o corpo necessita para se manter. 
Para praticantes de dietas de baixo carboidrato, o glucagon pode ser um poderoso aliado. Sua função principal é promover a degradação de glicose restante e de gordura para fornecimento de energia. Acontece que como a glicose será baixa e praticantes de dieta usam gordura como combustível primário, o glucagon é um importante aliado para mobilizar essa gordura dos tecidos subcutâneos e literalmente queimá-los como fonte de energia. Então fica a dica: se você estiver em uma dieta em que haja a ingestão de carboidratos durante o dia, use os carboidratos de baixo índice glicêmico durante o dia para evitar picos de insulina, e no pós-treino, se seu objetivo for anabolismo, use um carboidrato mais gradual como a waxy maize, pois este vai liberar sua insulina gradualmente. Fica a dica.
  9. Shakes pós-treino com carboidratos de alto índice glicêmico Já há tempos imemoriáveis, é constante a busca por um corpo mais desenvolvido com baixas concentrações de gordura e massa muscular desenvolvida. Isso é natural do ser humano já que desde os primórdios as raças caçadoras eram as mais fortes e as que dominavam os territórios por onde passavam. A mídia atual nos bombardeia com modelos super saradas e homens musculosos dando o principal enfoque em ganhar mais músculos e perder gordura. Ok, até ai tudo bem, na década de 90 tornaram-se populares os famosos shakes pré e pós-treino com proteínas de rápida absorção e carboidratos de alto índice glicêmico para assim atuarem em sinergia tornando-se um potente anti-catabólico e altamente anabólico recurso natural. Janela de oportunidade Nesta época foram publicados vários estudos mostrando a famosa “janela de oportunidades” no período pós-treino onde uma solução com carboidratos de alto índice glicêmico e proteínas e aminoácidos seria superior a qualquer forma de nutriente ingerido de maneira isolada. Whey + malto ou dextrose pós-treino Assim se tornou praticamente uma regra, fazer uso de whey + malto ou dextrose pós-treino, principalmente depois de evidenciado isso em vídeos com famosos treinadores, como é o caso do professor Waldemar Guimarães e seu mítico vídeo de treinamento com o Olympia contender da época Tommi Thorvildsen. Waxy maize starch Passados os anos, as novidades vieram e o Waxy maize starch (WMS) tomou o mercado sendo considerado o melhor carboidrato para ser utilizado nos períodos pré, intra e pós-treino. O que é na verdade o waxy maize? A maltodextrina é um carboidrato de alto índice glicêmico à base do amido do milho e o waxy maize é carboidrato com baixo índice glicêmico à base do amido ceroso (tradução de waxy starch), este último sendo extraído de um tipo específico (amilopectina) de amido vegetal que é produzido a partir do grão do milho (cerca de 70-80%). O grão de amido é feito basicamente de amilose, amilopectina e polímeros de glicose. Melhora a absorção da beta-alanina e da arginina A argumentação embora não provada cientificamente deste carboidrato é de que ele tem a capacidade de absorver nutrientes de maior dificuldade em assimilação como é o caso da beta-alanina e arginina através da parede intestinal dentre outros diferenciais, além de não causar inchaço por não conter açúcares e nem glúten em sua fórmula. Efeito parecido com a creatina Outro fato interessante atribuído a este carboidrato é que ele supostamente tem o poder pelo fato de ter forte afinidade higroscópica de drenar água do tecido subcutâneo para dentro do volume muscular, característica muito parecida com a da creatina e é comumente usado em dietas pré-contest por atletas de fisiculturismo. Menor IG em relação à maltodextrina e dextrose Existe a argumentação de que o carboidrato de alto i.g. bloqueia a queima de gordura, fato comprovado por diversos estudos salvo apenas o horário de pós-treino. O waxymaize tem se mostrado positivo com relação a este fator tendo em vista que sua mais lenta ou gradual digestibilidade não bloqueia a queima de gordura e o mesmo além de auxiliar na drenagem de aminoácidos importantes ainda promove geração de energia constante, o que não acontece com a maltodextrina ou dextrose. Este é um ponto a ser fortemente argumentado pelos defensores deste carboidrato. Muito usado no intra-treino com aminoácidos O waxy maize tem sido popularmente usado por culturistas em períodos INTRA-TREINO juntamente com aminoácidos como beta-alanina, glutamina, creatina, citrulina, arginina dentre outros com o objetivo de melhora da performance. Temos utilizado com sucesso esta metodologia em nossas preparações. Conclusão O waxy maize é um carboidrato que tem se demonstrado promissor. Infelizmente ainda temos poucos estudos falando sobre ele e sua aplicabilidade em esportes. Irão existir teses que irão argumentar fatores positivos e negativos, o que faz parte do processo. Atletas de culturismo tem usado com sucesso na prática esse recurso juntamente com aminoácidos otimizadores de performance. Resta agora a ciência comprovar o porque dos porquês e como esses fatores acontecem em nosso organismo. Esperamos ter contribuído de forma competente com nossos leitores da revista. Caso hajam mais dúvidas sobre este ou outro suplemento estaremos a disposição.
  10. Visitante

    Açúcar no Shake Pós-Treino

    Hoje em dia, uma grande parte da população está obesa, e a principal razão é o alto consumo de açúcar, que é facilmente encontrado em fastfoods, refrigerantes, doces, etc. A razão para que o açúcar cause acúmulo de gordura decorre do fato de ser um carboidrato simples. Isto quer dizer que ele é digerido facilmente e causa um rápido aumento nos níveis de açúcar no sangue. Após a ingestão desta substância, o nível de açúcar na corrente sanguínea aumenta rapidamente e o nosso corpo não gosta disto. A resposta do organismo para isto é liberar o hormônio insulina, que bombeia açúcar diretamente para o seu músculo e estoca o excesso como gordura. Existem diferentes tipos de açúcar: MONOSSACARÍDIO: Exemplos: Frutose, Glucose, Dextrose, Ribose e Galactose DISSACARÍDEO: Exemplos: Lactose, Sucrose, Maltose e Trihalose. POLISSACARÍDEO: Exemplos: Amido, Celulose e Glicogênio O excesso de açúcar causa: Resistência a insulina Função imprópria do sistema endócrino Função imprópria do sistema imunológico Diabetes Hiperatividade, seguido de tontura e falta de energia. Contribui para doenças no coração Obesidade Problemas nos dentes Deficiências em vitaminas e minerais Benefícios do Açúcar para Fisiculturistas e Aspirantes Depois de um treino pesado, o seu corpo começa a destruir tecido muscular e gorduras para transformar em energia. Devido ao desgaste do treino, o seu corpo usou todas as reservas de energia. Como você acaba de ler, a ingestão de açúcar força o corpo a bombeá-lo para dentro do músculo e somente o excesso vira gordura, como o seu corpo precisa desesperadamente de qualquer tipo de energia, utilizando açúcar no pós-treino fará com que você interrompa quase que imediatamente a quebra de tecido muscular, preservando massa muscular e colocando o corpo em um estado anabólico e não catabólico. Com pouquíssimas chances de acumular gordura. Somente neste momento é altamente produtivo causar este pico de insulina. Ingerir uma mistura de açúcar de alto índice glicêmico com proteína tem mostrado ser ainda mais eficiente em causar um pico de insulina. Todos nós sabemos da importância da ingestão da proteína, mas agora você sabe que o açúcar também é, em seu shake pós-treino coloque sempre a mesma quantidade açúcar que proteína, ou mais! Mas não exagere. Não comece a comer chocolate e pirulitos no pós-treino. Procure as formas mais saudáveis de açúcar como: dextrose, maltodextrina, açúcar mascavo. Estas, além de serem práticas, podem ser facilmente misturadas com pó proteico. Lembrando que o que faz mal é o excesso, fazendo uso de açúcar no pós-treino dificilmente vai causar algum problema de saúde, como você viu é justamente o contrário.
  11. Olá pessoal, boa noite ! é meu primeiro post aqui, fico feliz se puderem me ajudar :D Tenho 17 anos e peso 58kg, faço academia desde Janeiro deste ano e comecei personal trainer faz 1 mês e recém estou começando a treinar forte e pesado, até não aguentar mais. Eu tomei por muito tempo o Whey Protein da Iridium, tomei o Concentrado e depois o 3W, agora por último eu deixei de lado e comecei a tomar o Hipercalórico Sinister Mass da Integralmedica e já está quase acabando. Ele me ajudou bastante a ganhar peso mas eu ganhei muita barriga, tomando uma dose diária (meia de manha e meia pós treino) e agora eu dei mais uma pesquisada (estou sempre pesquisando sobre tudo) e pensei em tomar Albumina já que o Whey é muito caro e eu vi que o melhor é tomar com um carboidrato para a proteína não virar energia, e então pesquisando novamente, decidi tomar junto com a Dextrose, que juntando tudo vai dar mais ou menos o preço que eu pagava no Whey/Hipercalórico e eu estaria tomando os dois juntos no lugar de um só. Vendo o fórum eu vi que isso é um assunto bem complicado e que cada parece ter uma opinião diferente, não é uma ciência exata, então eu quero ver o máximo possível de opiniões para dar meu veredito. Queria saber se é uma boa combinação, ou se eu deveria trocar a Dextrose por Maltodextrina, e quais horários eu devo tomar-los, e se devo misturar os dois para ser melhor. Eu gosto bastante de peito de frango, então eu cozinho e deixo na geladeira, como direto também. Outra coisa que eu gosto é "iogurte líquido" com aveia(cerca de 60g) e banana, que antes eu misturava com o Whey e agora estou misturando com o hipercalórico, seria uma boa ideia misturar o iogurte, aveia, banana, albumina e dextrose ? Sei que ficou muito extenso e vocês não recebem nada pra isso, mas eu realmente ficaria muito grato se pudessem me ajudar. Desde já, muito obrigado :)
  12. Eu não sou muito fã de suplementos alimentares. Gosto de evitar ao máximo produtos industrializados, tais como os suplementos. Gostaria de saber quais alimentos podem ser utilizados na dieta para substituir a Dextrose (ou a Maltodextrina ou a Waxy Maize).
  13. Comecei academia a 1 semana (porém treinava em casa mesmo, com halteres 3kg e um peso que eu mesmo fiz em torno de uns 15~18kg), e a umas 2 semanas comprei Whey Protein 907g da IntegralMedica e uma creatina com um Malto, gostaria de saber como devo tomar isso corretamente para obter bons ganhos pegando pesado na academia, no whey diz na embalagem que deve ser tomado 120g (16 colheres de sopa por shake) como eu acho isso muito e não duraria nada meu whey, tô tomando só no pós treino 2 scoops cheios de whey (não faço ideia de quantas gramas tem cada scoop porque não tenho base disso, o scoop não mostra medida) e 3 scoops de malto, e logo ao café da manhã tomo 5g da creatina, estou pensando em comprar albumina pra tomar 15g antes de dormir e 15g ao acordar (30g ao dia) porque ouvi dizer sobre catabolismo e isso ajudaria evitar, mas não sei se isso ao certo ta suprindo as necessidades que o músculo precisa e gostaria de algumas dicas e opiniões de vocês, por favor se não sabe responder na humildade nem responda, sou leigo nisso e só quero ajuda. Abração! A se puder indicar alguma marca boa de albumina fico grato Obs: tenho 1,78 de altura e 65kg
  14. Sou personal no Rio de Janeiro, treino há 15 anos e resolvi mandar 12 duras pra dar um levante . Junto com suplementos que sempre uso, exceto a creatina que mando 2 meses e paro 1. durat: 1 - 2 - 2 - 2 - 2 - 1 - 1 - 1 ( ainda não decidi se na sexta semana mando duas duras e paro em 7 semanas ou mando uma na sexta semana e alongo para 8 semanas até agora ja tomei 3 duras . ja ganhei 4 kg mas com certeza foi minha alimentação e dedicação nos treinos que mudaram. foto antes do início do ciclo foto segunda semana foto início da terceira semana (hoje 11 de janeiro de 2016) To fazendo um grupo muscular por semana .. minha recuperação sempre foi lenta .... abs a todos
  15. Pessoal, meu objetivo é definir o máximo possível, mas só que to com uma dúvida, eu acabo meu treino por volta de 11hrs, e logo após mando um shake de dextrose (2 colheres e meia ou 3) e whey, mais ou menos 1 hora ou 1hr e meia vou dormir. Sei que dextrose é de rápida absorção, mas com esse tempo que dou já deu tempo de absorver? Ou corro risco de acumular gordura quando durmo?
  16. Recentemente se tornou comum o uso de suplementos intra-treino por fisiculturistas e adeptos da musculação, como carboidratos (maltodextrina, dextrose), com a finalidade de repor energia, e aminoácidos como BCAAS e glutamina, que prometem efeito anti-catabólico [1]. Essa ideia equivocada tem como pressuposto o fato de durante o exercício físico o corpo aumentar a liberação de hormônios catabólicos, como o cortisol e também as catecolaminas (adrenalina e noradrenalina). O equívoco está em desprezar os efeitos benéficos da atividade desses hormônios, olhando ingenuamente apenas pelo lado do catabolismo proteico. Durante o exercício ocorre aumento da concentração plasmática de glicose pelas ações combinadas de glucagon, adrenalina, noradrenalina e cortisol. Esses hormônios promovem a glicogenólise (degradação do glicogênio em glicose no fígado e no músculo) e gliconeogênese (síntese de glicose a partir de aminoácidos), aumentando assim a quantidade de glicose disponível para uso como fonte de energia. A insulina ajuda a glicose liberada a penetrar nas células, onde o açúcar pode ser utilizado para a produção de energia. No entanto as concentrações de insulina declinam durante o exercício, indicando que o exercício aumenta a sensibilidade das células a esse hormônio, de modo que há necessidade de menor quantidade de insulina durante o exercício em comparação com as necessidades do indivíduo em repouso. Quando as reservas de carboidrato estão baixas, o corpo se volta mais para a oxidação das gorduras para obter energia, e a lipólise (queima de gordura) aumenta. Esse processo fica facilitado pelos baixos níveis de insulina durante o treino e pelo aumento das concentrações de adrenalina, noradrenalina, cortisol e hormônio do crescimento (GH) [2]. A insulina é o grande inibidor da lipólise. A diminuição das concentrações de insulina durante o exercício ocorre sobretudo devido à ação da adrenalina e da noradrenalina em inibir a liberação de insulina pelo pâncreas. O aumento da insulina antes e durante a atividade física pode inibir a lipólise. O uso de aminoácidos, como a leucina, também estimulam a liberação de insulina, portanto o uso de suplementos como BCAAS e carboidratos durante o exercício vão diminuir a lipólise, não só por estimularem secreção de insulina, mas também porque uma maior oferta de carboidratos durante o exercício vai alterar a proporção do uso dos substratos (usando carboidrato ao invés da gordura) como fonte de energia [3]. A preocupação do catabolismo proteico durante o exercício e a tentativa de inibir ação do cortisol durante o treinamento de força são duas ações que considero improdutivas, não só pela redução da lipólise, mas também porque o cortisol é um hormônio necessário nas adaptações ao exercício de força, provavelmente atuando nos processos de reparação tecidual. Em condições normais, o cortisol não justifica a fama de hormônio cuja concentração, uma vez aumentada, provocaria um aumento do catabolismo da massa muscular [4]. Finalmente, estudos demonstram que em condições de estresse prolongado (um determinado exercício) há diminuição da secreção de cortisol (após 30-45 minutos de exercício), tornando infundado o medo de catabolismo muscular durante o treino. Segundo Chris Aceto: ”Níveis elevados de cortisol permitem o efeito máximo, tanto do GH como da adrenalina. GH e adrenalina estimulam o corpo a quebrar a gordura corporal (lipólise). Se os níveis de cortisol estiverem elevados, você quebra mais gordura do que se eles não estiverem elevados. Cortisol também estimula a quebra das células de gordura independente dos níveis de GH e adrenalina. As chances de um corpo treinado inibir taxas elevadas de cortisol são muito maiores do que daquele corpo estressado, acima do peso, e que não se exercita. Minha opinião sobre o cortisol é de que, na realidade, ele é benéfico para entrar em forma” [5]. Sem contar que um corpo sadio prefere usar carboidratos e gorduras como fonte de energia, sendo que não mais que 5-10% de proteína são usadas como fonte de energia durante a atividade física, então suplementar aminoácidos durante o treino para um atleta de força é totalmente desnecessário e improdutivo, pois pode afetar negativamente a lipólise e reduzir os efeitos benéficos e sinérgicos do cortisol. REFERÊNCIAS: [1] rodolfoperes.com.br/blog/1733/suplementacao-intra-treino–quando-e-quem-deve-utilizar.aspx [2] Fisiologia do Esporte e do Exercício, 5ª edição. [3] Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte, 2ª edição. [4] HIPERTROFIA HIPERPLASIA, 3ª edição. [5] treinoinsano.com.br/novo/index.php?/topic/4448-refletindo-sobre-o-cortisol-por-chris-aceto/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Cortisol abraços, DUDU HALUCH
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