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Preciso de ajuda para mudar de vida

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Bom dia . Já treino a um ano e quatro meses e não vejo resultado nenhum , fiz acompanhamento com nutricionista dois anos e mesmo assim não alcancei os resultados esperado . Não posso fazer qualquer exercício também por conta do do problema que tenho no joelho , más faço acompanhamento com fisioterapeuta . Depois de ter vistos os relatos do fórum queria muito tentar , foco e força de vontade eu tenho , só preciso de ajuda . 

 

Idade: 41 anos

Altura: 1,55

 

Peso: 62

 

Medicações em uso (Anticoncepcional, antidepressivo,anti hipertensivo, etc...):

 

Problemas de Saúde e histórico de cirurgias:

Problema na patela do joelho , problema de gastrite . A única cirurgia foi cesária , a 11 anos atrás.

Exames de sangue hormonais recentes OU que tiver recente= POSTE FOTOS (não abrimos arquivos em PDF anexados)

Não tenho exames recente

Tempo de treino: um ano e quatro meses

 

Ciclos FEITOS com dose e tempo: não

 

Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: não

 

Divisão de treino e horário do mesmo: As 14:00 hs

 

Dieta com quantidade de proteína/carboidrato/gordura por dia: 

Café da manhã : Uma tapioca com um ovo e uma fatia de queijo qualho com café

Almoço : quatro colheres de cuscuz , uma concha de feijão , dois ovos um pedaço médio de carne e bastante salada

Lanche da tarde : pós treino Whey com uma banana pasta de amendoim e cacau em pó

Janta : o mesmo do almoço

Ceia : uma maçã

@Agan81 @Batata...

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  • Até que salto quase não uso , más fico muito tempo de pé . Extensora por exemplo . Avanço , afundo e bugaro não dou conta de fazer . A extensora meu educador físico colocou pra mim ir fazendo com pouc

  • A extensora vai ajudar sim, mas a carga e amplitude tem que ser ajustada conforme a dor começa ok... Todo tipo de agachamento irá dar desconforto e o esquema é o mesmo pouco ou nenhuma carga e ir aume

  • Oi, Liana ! Tudo bem ?!  Me passa seus horários de refeições e treinos, alimentos que não come de jeito nenhum, se utiliza whey ( se não utilizar, tem a possibilidade de comprar ?! ). Coisas gost

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  • Moderador

O que vc tem na paleta, luxação, desgaste na cartilagem ? Se for, qual grau ? O que ocasionou ? Tendinite, artrose, sobrepeso, hiper pressão ?

O que seu fisioterapeuta liberou e em que condições ?

Poste seus treinos tanto na academia como na fisioterapia... coloque a quanto tempo está com seu treino, divisão, exercícios, series e repetições...

  • Autor

Idade:

Altura:

Peso:

Medicações em uso (Anticoncepcional, antidepressivo,anti hipertensivo, etc...):

Problemas de Saúde e histórico de cirurgias:

Exames de sangue hormonais recentes OU que tiver recente= POSTE FOTOS (não abrimos arquivos em PDF anexados)

Tempo de treino:

Ciclos FEITOS com dose e tempo:

Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo:

Divisão de treino e horário do mesmo:

Dieta com quantidade de proteína/carboidrato/gordura por dia:

Falei com o fisioterapeuta ele disse q o problema no joelho é início de condomalica . O que ocasiosionou não sei , más acho que é genética da minha mãe . O fisioterapeuta falou que não posso parar de treinar , pois o treino ajuda , más um treino que não doce muito o joelho .  

  • Moderador
52 minutos atrás, LIANA disse:

Falei com o fisioterapeuta ele disse q o problema no joelho é início de condomalica . O que ocasiosionou não sei , más acho que é genética da minha mãe . O fisioterapeuta falou que não posso parar de treinar , pois o treino ajuda , más um treino que não doce muito o joelho .  

Condromalácia patelar é desgaste da cartilagem, se está no começo pode ser tendinite... vc usa muito salto, faz movimentos muito repetitivos no dia dia ? Fortalecimento seu fisi já está fazendo, então em quais exercícios na academia costuma ter desconforto ? 

  • Moderador
22 horas atrás, LIANA disse:

Até que salto quase não uso , más fico muito tempo de pé . Extensora por exemplo . Avanço , afundo e bugaro não dou conta de fazer . A extensora meu educador físico colocou pra mim ir fazendo com pouca carga , más sinto muito desconforto

A extensora vai ajudar sim, mas a carga e amplitude tem que ser ajustada conforme a dor começa ok... Todo tipo de agachamento irá dar desconforto e o esquema é o mesmo pouco ou nenhuma carga e ir aumentando a amplitude conforme o fortalecimento for aumentando...

Procure segurar em algo e agache sem peso mantendo uma amplitude onde vc comece a sentir a dor... esse será sempre seu limite, não force, deixe que o tempo faz o trabalho de aumentar a amplitude conforme vc for ficando mais forte, resistente, tanto nos musculos, como articulações e ligamento... leg press a mesma coisa...

Em 01/06/2022 em 16:38, LIANA disse:

Já treino a um ano e quatro meses e não vejo resultado nenhum ,

Oi, Liana ! Tudo bem ?! 

Me passa seus horários de refeições e treinos, alimentos que não come de jeito nenhum, se utiliza whey ( se não utilizar, tem a possibilidade de comprar ?! ). Coisas gostosas que você gosta e gostaria de comer no pos treino, um biscoito, um chocolate, uma paçoca, algo que você ficaria feliz, Ok ?! 

Eu TB tenho problema no joelho, tenho a sua idade praticamente, faço 41 em setembro.  Eu não consigo escutar nenhum movimento que o meu joelho fique reto, suba e desça reto. Então tudo que consigo faço em posição Sumo, e os outros não realizo. Outra coisa que me ajudou muito e indico para quem tem possibilidade é é a infiltração com ácido ialuronico, sério, sou outra depois que fiz esse tratamento. 

Demoro um pouco para responder pq minha vida é uma loucura, então não pense que é pouco caso não, tá ?! 

Aguardo as informações para sugerir uma dieta 😉

 

  • 4 anos depois...

@LIANA, há um detalhe sobre condromalácia que muda bastante a forma de treinar e que costuma ser ensinado ao contrário. Vale começar por ele, porque explica por que a extensora continua incomodando mesmo com pouca carga.

Primeiro, uma distinção. Foi dito no tópico que condromalácia em início pode ser tendinite. São coisas diferentes. Condromalácia patelar é amolecimento e degeneração da cartilagem que reveste a parte de trás da patela, e a dor é difusa, atrás ou em volta da rótula, aparecendo tipicamente ao subir e descer escada, ao agachar e depois de ficar muito tempo sentada com o joelho dobrado, o chamado sinal do cinema. Tendinopatia patelar é lesão do tendão abaixo da rótula, e a dor é pontual, você consegue apontar com um dedo no polo inferior da patela, e piora com salto e aterrissagem. O tratamento e os cuidados de treino são diferentes, então vale confirmar qual é o seu caso com o fisioterapeuta.

Agora o ponto principal. A pressão entre a patela e o fêmur não é constante ao longo do movimento, e ela se comporta de forma oposta em exercícios de cadeia aberta e de cadeia fechada.

Na cadeira extensora, que é cadeia aberta com o pé livre, a força de compressão na articulação femoropatelar é maior justamente no final da extensão, na faixa aproximada dos últimos trinta graus, quando a perna está quase reta. É exatamente onde a maioria das pessoas é orientada a apertar e segurar. Por isso a extensora incomoda mesmo com carga baixa: o problema não é o peso, é a amplitude em que você está trabalhando. Na extensora, a faixa mais tolerada por quem tem dor femoropatelar costuma ser dos noventa aos quarenta e cinco graus, ou seja partindo da perna bem dobrada e parando antes de esticar.

No agachamento e no leg press, que são cadeia fechada com o pé apoiado, ocorre o contrário: a pressão femoropatelar é baixa perto da extensão e cresce conforme o joelho dobra, ficando mais alta em flexão profunda. Nesses, a faixa segura é a inicial, tipicamente até uns sessenta graus de flexão, subindo a amplitude conforme a tolerância melhora.

Ou seja, a regra prática de reduzir amplitude vale para os dois, mas em direções opostas: na extensora você corta o fim do movimento, no agachamento e no leg press você corta o fundo. Trocar essa ordem é o motivo mais comum de alguém treinar com cuidado e continuar com dor.

O segundo ponto, e talvez o de maior retorno, é onde colocar o fortalecimento. A tendência natural é focar no quadríceps, já que a dor é no joelho. Só que boa parte da dor femoropatelar vem do controle do quadril: quando o glúteo médio e os rotadores externos são fracos, o fêmur roda para dentro e o joelho colapsa em valgo a cada passo e a cada agachamento, o que desalinha o trajeto da patela. Os programas que incluem fortalecimento de quadril costumam ter resultado melhor em dor patelofemoral do que os que trabalham só o joelho. Na prática, isso significa incluir abdução de quadril deitada de lado, abdução com elástico acima dos joelhos, ponte de glúteo e elevação pélvica, e exercícios de rotação externa de quadril. Todos são bem tolerados por quem não consegue agachar, afundar ou fazer búlgaro, que é exatamente o seu caso.

Como você fica muito tempo em pé no dia a dia, vale acrescentar que carga estática prolongada com valgo é um agressor contínuo, e trabalhar o glúteo médio ajuda também nisso.

Um alerta importante por causa da gastrite. A reação mais comum a dor articular é tomar anti-inflamatório, ibuprofeno, diclofenaco, nimesulida e similares. Essa classe inibe a COX-1, que é a mesma enzima responsável por manter a proteção da mucosa gástrica, então ela é justamente o que piora gastrite e pode levar a úlcera. Com o seu histórico, anti-inflamatório é assunto de médico, nunca de automedicação, e sobretudo nunca em uso contínuo. Analgesia e proteção gástrica precisam ser combinadas por quem prescreve.

Ainda sobre a gastrite, dois cuidados práticos que se cruzam com treino: evite pré-treino com cafeína em dose alta e o estômago vazio, e não faça treino em jejum prolongado, porque ambos aumentam sintoma.

Sobre a infiltração com ácido hialurônico mencionada no tópico, ela existe e há quem responda bem, mas a evidência em dor femoropatelar é bem menos consistente do que em artrose de joelho, e é procedimento médico. É conversa com ortopedista, avaliando o seu grau e a sua imagem, não algo a decidir por relato de terceiros.

Por último, sobre não ver resultado em um ano e quatro meses aos 41 anos. Você não tem exames recentes, e vale pedir. Hemograma com ferritina, TSH e T4 livre, vitamina D, glicemia e perfil lipídico. Hipotireoidismo e deficiência de ferro são comuns nessa faixa etária, dão exatamente a sensação de esforço sem retorno, e são corrigíveis. E, independentemente do exame, vale mudar o critério de acompanhamento: com joelho limitando os exercícios de perna, a balança é uma péssima medida de progresso. Use circunferência de cintura e a carga levantada nos exercícios que você consegue fazer sem dor. É neles que o progresso vai aparecer primeiro.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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