Tudo postado por Cláudio Chamini
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Posso treinar com enxaqueca? Com dor de cabeça ou com tontura?
Para tirar a dúvida sobre treinar ou não musculação com enxaqueca, vamos colher os ensinamento da médica Larissa Vilela. A Dra. Larissa entende a preocupação de quem sofre com enxaqueca e tontura e quer manter uma vida ativa, incluindo a prática de musculação. A resposta, no entanto, depende do momento em que a pessoa se encontra. Durante uma crise de enxaqueca vestibular, o ideal é o repouso. A enxaqueca tende a piorar com esforço físico, e a tontura pode incapacitar e limitar as atividades, aumentando o risco de quedas. Portanto, durante as crises, a musculação não é recomendada. No entanto, a Dra. Larissa ressalta que o repouso não significa ficar totalmente imóvel. Movimentos leves e naturais, como se virar na cama, são importantes para o processo de compensação central da tontura. O cérebro precisa desses estímulos para se reajustar e melhorar os sintomas. Ficar completamente rígido e sem se mexer pode, na verdade, ser prejudicial. Fora das crises, a musculação pode ser benéfica para pacientes com enxaqueca vestibular, desde que com a devida orientação médica. A Dra. Larissa enfatiza a importância de um estilo de vida saudável, que inclui a prática regular de exercícios físicos, para a prevenção de crises. A musculação, quando feita de forma adequada e respeitando os limites do corpo, pode contribuir para o bem-estar geral e ajudar no controle da enxaqueca. Em resumo: Durante as crises: Repouso, com movimentação leve e natural. Fora das crises: Musculação é possível e pode ser benéfica, com orientação médica. A Dra. Larissa recomenda que os pacientes com enxaqueca e tontura conversem com seus médicos para obter orientações personalizadas sobre a prática de exercícios físicos, incluindo a musculação. Cada caso é único e o acompanhamento médico é fundamental para garantir a segurança e o bem-estar do paciente. Fontes de consulta 1. VILELA, Larissa. Migrânea vestibular ou tontura por enxaqueca: o que é, sintomas, causas, diagnóstico e tratamento. Disponível em: <https://youtu.be/cYFBR7MThyI>. Acesso em: 9 jan. 2025. Você sofre com enxaqueca? Você treina durante as crises? Compartilhe nos comentários.
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Salgadinhos: por que é impossível comer um só? Aprenda a se livrar deles.
O que pode fazer você parar de comer salgadinhos? O tema desta matéria é baseado nas informações compartilhadas por Lillie Kane! Por 20 anos seguidos, ela comia salgadinhos todos os dias. A fraqueza dela eram os Hot Cheetos, mas, qualquer tipo de salgadinho crocante e salgada chamava a sua atenção. Aquela crocância viciante sempre fazia querer mais, e ela comia sem pensar. Isso até que ela aprendeu algumas coisas sobre salgadinhos que mudaram completamente a sua perspectiva. O que realmente compõe esses lanches crocantes dourados e como alguns dos ingredientes podem estar mais relacionados ao combustível do seu carro do que você imagina. Ao final da matéria, mostramos as opções de salgadinhos mais saudáveis que você pode encontrar facilmente no supermercado. Além disso, vamos compartilhar duas das maneiras favoritas de Lillie para fazer salgadinhos em casa (e elas são deliciosas). Existem motoristas que economizam dinheiro com seus carros usando óleo vegetal como combustível. Há muita porcaria que flutua no óleo vegetal usado para frituras, que não só parece ruim, mas também cheira mal. Um carro pode funcionar apenas com o material que você usa para fritar seus salgadinhos. Como os salgadinhos são feitos A maioria dos salgadinhos é frita em grandes lotes usando óleo vegetal. Agora, deixe-me fazer uma pausa aqui e dizer que óleo de abacate, azeite de oliva e óleo de coco não são considerados óleos vegetais, pois abacates, azeitonas e cocos são todos classificados como frutas. Quando nos referimos a óleos vegetais, estamos falando de óleo de cártamo, óleo de milho, óleo de soja, óleo de girassol, óleo de amendoim, óleo de canola, óleo de semente de algodão, óleo de gergelim, óleo de semente de uva e óleo de farelo de arroz. Honestamente, não sei por que eles chamam essas coisas de óleos vegetais também. Provavelmente porque soa saudável. Mas nenhum óleo vegetal é feito de vegetais. Canola é uma semente, amendoim e soja são leguminosas, milho é um grão (embora eu considere o milho um vegetal, o Google me diz que não é). E assim, embora você possa ver um pacote com um ingrediente listado como óleo vegetal, saiba que essa pode ser a primeira mentira na embalagem de alimentos processados, junto com muitas outras. Agora, aqui está o problema com esses óleos vegetais não tão vegetais: eles são altamente processados e industrializados. Eles vêm de culturas que foram pulverizadas com muitos produtos químicos e, em seguida, passam por vários estágios de refino, branqueamento e desodorização antes mesmo de chegarem à sua comida. Depois que esses óleos são aquecidos a altas temperaturas, como ao fritar salgadinhos, eles começam a se decompor e criar compostos nocivos, como gorduras trans e acrilamidas. Esses compostos estão ligados a vários problemas de saúde, incluindo inflamação, doenças cardíacas e até câncer. Eles podem entupir os seus órgãos. Agora é aqui que as coisas ficam interessantes. Esses óleos, como a gasolina, são hidrocarbonetos. Isso significa que eles compartilham uma espinha dorsal química comum. Quando os óleos vegetais são aquecidos, assim como quando a gasolina é queimada, os hidrocarbonetos nesses óleos se decompõem e formam novas substâncias tóxicas. Portanto, embora os salgadinhos não sejam literalmente fritos em gasolina, eles são subprodutos de um processo que não é muito diferente de como o combustível é feito. É por isso que é possível usar óleo vegetal em um carro. Então, para responder à pergunta: os salgadinhos são fritos em gasolina? A resposta é não. Embora, quando esses óleos vegetais são superaquecidos, eles criam compostos tóxicos que danificam nossas células e são muito prejudiciais para os seres humanos. Comparar óleos vegetais com gasolina pode parecer extremo, mas esses óleos vegetais hoje em dia são encontrados em tantos produtos diferentes, desde todos os diferentes alimentos processados até molhos de salada. Esses são os óleos que são usados em muitos restaurantes para cozinhar seus alimentos. E eu sei que há muitas pessoas que meio que ignoram isso como se esses óleos vegetais não fossem grande coisa, mas é um efeito de acúmulo. A maioria das pessoas está consumindo grandes quantidades desses óleos superaquecidos constantemente hoje em dia. A maioria das pessoas está consumindo esses óleos todos os dias. Agora, se alguém os consome apenas às vezes, ok, bem, isso é melhor do que todos os dias. Mas, mesmo assim, podemos tomar uma iniciativa extra para tentar realmente tirar esses óleos vegetais do nosso sistema? Precisamos absolutamente comer óleos bons, não óleos ruins. De todas as mudanças nutricionais que fazemos, essa tem que ser a mais importante. Porque óleos ruins, como óleo de canola e óleo vegetal, vivem em seu sistema por mais de 200 dias. Eles estão, tipo, engomando as células para que as células não consigam trazer muitos nutrientes, não consigam eliminar as toxinas. Então, temos que eliminar os óleos ruins. Aditivos químicos Agora, além de os salgadinhos terem ingredientes como esses óleos ruins superaquecidos, pense na embalagem e nos aditivos. Os salgadinhos costumam ser revestidas com sabores artificiais, conservantes e até açúcar para realçar o sabor e a crocância irresistíveis. Mas todos esses produtos químicos podem ter efeitos de longo prazo em sua saúde, especialmente quando combinados com os produtos de decomposição prejudiciais nesses óleos. É impossível comer um só! Já percebeu como você não consegue comer apenas um salgadinho? Você tem que terminar o pacote inteiro. Bem, há uma razão para isso. As empresas de alimentos contratam cientistas para projetar os alimentos mais irresistíveis e que criam hábitos. Esses caras inverteram o roteiro para nós. Eles estão usando as mesmas tecnologias de imagem cerebral que usamos para tentar encontrar curas para o vício. Só que eles colocam as pessoas na máquina de ressonância magnética e as alimentam com Doritos® para descobrir maneiras de ajustar a receita para torná-la ainda mais viciante do que já é. Estudos têm mostrado que lanches processados, como salgadinhos, acionam a dopamina no cérebro, o mesmo produto químico que é liberado quando você experimenta prazer ou recompensa. Este é o mesmo mecanismo que torna substâncias como as drogas viciantes. É por isso que eu conseguia comer um pacote inteiro de salgadinhos de uma só vez sem nem perceber. A indústria de alimentos foi projetada para fazer você voltar para mais. Então, depois de descobrir tudo isso, Lillie sabia que tinha que fazer uma mudança. Mas, vamos ser sinceros, os salgadinhos são difíceis de largar. E assim, embora neste momento da minha vida ela não consuma nenhum tipo de salgadinho, inicialmente, para poder se livrar dos salgadinhos, procurou alternativas mais saudáveis que ainda dessem aquele prazer que procurava nos salgadinhos, mas sem nenhum dos efeitos nocivos. Alternativas de salgadinhos mais saudáveis Algumas das melhores opções de salgadinhos para procurar nos supermercados são quaisquer salgadinhos feitos com óleos de alta qualidade, como óleo de abacate ou óleo de coco. Esses óleos têm um ponto de fumaça mais alto, o que significa que são mais estáveis em altas temperaturas e não se decompõem tão facilmente nesses compostos tóxicos. Uma das marcas de salgadinhos saudáveis é a DaColônia, pois não só seus salgadinhos têm apenas três ingredientes (batatas, óleo de de coco e sal rosa). Eles não usam nenhum sabor artificial, apenas ingredientes alimentares reais. Esses salgadinhos mais saudáveis custam um pouco mais do que os pacotes de salgadinhos tradicionais, mas acho que você recebe pelo que paga e, a longo prazo, ser saudável deve custar menos do que ficar doente e ter que tirar folga do trabalho e pagar por medicamentos e contas hospitalares caras e outros custos associados a ser doente. Queijos crocantes Outra alternativa aos salgadinhos são os queijos crocantes assados feitos inteiramente de queijo, oferecendo uma textura crocante semelhante às de salgadinhos, mas sem os amidos ou grãos. São pedaços de queijo crocantes feitos de queijo desidratado, também oferecendo uma crocância semelhante à de salgadinhos. Essas opções oferecem uma opção de baixo teor de carboidratos e alta proteína que pode servir como uma alternativa mais saudável às tradicionais. Portanto, embora não sejam salgadinhos no sentido clássico, elas ainda servem para quem procura um lanche crocante e seguro, sem óleos vegetais e com adição de proteína. Receitas de salgadinhos caseiros Salgadinhos de queijo E para quem ama proteína, a primeira receita simples de salgadinhos é de um ingrediente: queijo. Esta receita é para um lanche crocante e cheio de queijo, semelhante aos biscoitos Cheez-It. Pode ser personalizada adicionando jalapeños para um toque picante. Ingredientes: Fatias de queijo (qualquer tipo) Opcional: jalapeños para um sabor picante Equipamento: Assadeira Papel manteiga Instruções: Pré-aqueça o forno a 175 graus Celsius. Corte cada fatia de queijo em quatro pedaços menores. Forre uma assadeira com papel manteiga. Coloque os pedaços de queijo no papel manteiga. Opcional: adicione fatias finas de jalapeño em cima de cada pedaço de queijo. Asse por 12-15 minutos, observando atentamente para evitar queimar. Deixe os salgadinhos esfriarem antes de saborear. Salgadinhos de pele de frango Esta receita usa pele de frango para um lanche crocante e saboroso. A pele de frango pode ser obtida de um fazendeiro local, açougueiro ou descascando a pele de um frango inteiro. Ingredientes: Pele de frango Sal a gosto Equipamento: Assadeira Fritadeira de ar (opcional) Instruções (método do forno): Pré-aqueça o forno a 200 graus Celsius. Coloque a pele de frango em uma assadeira. Polvilhe sal sobre a pele de frango, se desejar. Asse por 8 minutos. Retire do forno e vire a pele de frango. Asse por mais 8 minutos. Deixe esfriar antes de servir. Instruções (método da fritadeira de ar): Coloque a pele de frango na cesta da fritadeira de ar. Polvilhe sal sobre a pele de frango, se desejar. Frite ao ar a 200 graus Celsius por 8 minutos. Retire da fritadeira de ar, vire a pele de frango e drene o excesso de gordura. Frite ao ar por mais 8 minutos. Deixe esfriar antes de servir. Aproveite seus salgadinhos caseiros! Conclusão Parece ser chover no molhado o alerta para uma alimentação mais saudável, com menos alimentos processados. Uma rotina diária com pacotes de salgadinhos pode cobrar um preço alto a longo prazo. Beliscar um pacotinho desses de vez em quando não é um bicho papão, mas viver comendo essas besteiras pode ser um Godzilla. Experimente alternativas mais saudáveis ou descubra o prazer de cozinhar guloseimas mais naturais em casa. Seu corpo agradece. Fontes de consulta 1. KANE, Lillie. Watching THIS Made Me Quit Eating Chips. Disponível em: . Acesso em: 8 jan. 2025. E você? Segue comendo salgadinhos? Ou já adotou alimentos mais saudáveis? Deixe nos comentários.
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Androxon®: a testosterona em cápsulas!
Esta matéria sobre o Androxon® se vale das lições de Leandro Twin. Basicamente é uma testosterona em cápsulas que você pode comprar na farmácia. Sem enrolação, vamos saber tudo sobre este produto. O que é o Androxon®? O Androxon® é um medicamento que contém undecilato de testosterona, indicado para homens com deficiência desse hormônio. A testosterona é produzida naturalmente pelos homens, mas, após certa idade, a produção pode diminuir, sendo necessária a reposição hormonal. Benefícios da testosterona A testosterona é um hormônio essencial para o homem, trazendo diversos benefícios, como: Aumento da libido; Ganho de massa muscular; Perda de gordura corporal; Melhora do metabolismo; Melhora do humor; Melhora da saúde cardiovascular. Doses fisiológicas vs. suprafisiológicas É importante ressaltar que esses benefícios são observados com doses fisiológicas de testosterona, ou seja, aquelas que o corpo produz naturalmente. Quando se utilizam doses suprafisiológicas, acima do que o corpo produz, podem ocorrer efeitos colaterais, como: Problemas de humor; Problemas de fertilidade; Piora do sono; Alterações no perfil lipídico (colesterol). Portanto, o uso de doses suprafisiológicas de testosterona deve ser feito apenas com acompanhamento médico e pode colocar a saúde em risco. E não se enganem, esses colaterais não são brincadeira. Leandro relata que já viu aluno com problema de agressividade, outro com a libido no chão, mesmo usando testosterona. Isso sem falar na acne, queda de cabelo e outros colaterais. A lista é longa. Se você está pensando em usar doses altas, saiba que está colocando sua saúde em risco. Androxon® vs. outras formas de testosterona Pessoas que buscam doses suprafisiológicas de testosterona geralmente não optam pelo Androxon®, preferindo outras formas injetáveis, como o Deposteron® ou o Sustanon®, que possuem maior concentração de testosterona por miligrama. Dosagem do Androxon® A dose recomendada de Androxon® é de três a quatro cápsulas por dia, durante duas a três semanas, para elevar os níveis de testosterona. Após esse período, a dose é ajustada de acordo com os resultados dos exames. Alguns médicos preferem iniciar com doses menores e aumentar gradativamente. Biodisponibilidade do Androxon® Cada cápsula de Androxon® contém 40 miligramas de undecilato de testosterona. No entanto, a testosterona oral, como a do Androxon®, possui baixa biodisponibilidade, ou seja, é mal absorvida pelo organismo. Isso significa que, para atingir uma dose de reposição de testosterona, seria necessário ingerir de 80 a 120 miligramas por dia. Essa baixa biodisponibilidade do Androxon® acontece porque, ao passar pelo sistema digestivo, boa parte da testosterona é metabolizada pelo fígado antes de chegar na corrente sanguínea. É o chamado 'efeito de primeira passagem'. Por isso que a dose precisa ser alta para compensar essa perda. Já com as injeções, a testosterona vai direto para a corrente sanguínea, sem passar por essa 'filtragem' do fígado. Daí a diferença na dosagem e na eficácia. Androxon® e o fígado A testosterona oral, como a metiltestosterona, pode ser prejudicial ao fígado. Por isso, seu uso constante não é recomendado, considerando que existem outras formas de reposição de testosterona, como as injetáveis, que não afetam o fígado da mesma forma. Uso por fisiculturistas Alguns fisiculturistas utilizam testosterona oral antes do treino para obter um "pico" de energia. No entanto, essa prática não é recomendada, pois pode causar efeitos colaterais e existem outras drogas mais adequadas para esse fim, como a oxandrolona, o Hemogenin® e o Halotestin®. Alguns podem pensar em usar o Androxon® como pré-treino, mas a verdade é que existem opções muito melhores para isso. Como já anotado, oxandrolona, por exemplo, dá uma força legal sem tantos colaterais. O Hemogenin®, então, nem se fala, é uma porrada! Mas lembrem-se: isso aqui é apenas para fins informativos, não é uma recomendação de uso. Consulte sempre seu médico. E tem gente que acha que é só tomar esteroides e pronto, vai ficar gigante. Não é assim que funciona. Tem que treinar pesado, comer direito, descansar e etc. Mesmo assim, o uso de esteroides sem acompanhamento médico pode ser um tiro de bazuca no pé. E não adianta só tomar a testosterona e achar que está tudo certo. Tem que fazer exames de sangue regularmente para monitorar os níveis hormonais, o colesterol, as enzimas hepáticas, entre outros. O médico vai avaliar esses exames e ajustar a dose conforme a necessidade de cada um. Cada corpo reage de um jeito, por isso o acompanhamento individualizado é fundamental. Custo-benefício do Androxon® O Androxon pode ser um tratamento eficaz para a deficiência de testosterona, mas seu custo-benefício não é muito interessante, o que explica sua baixa popularidade. Undecilato de testosterona injetável (Nebido®) O undecilato de testosterona também existe na forma injetável, como o Nebido®, que possui um perfil farmacocinético diferente do Androxon®. O Nebido® pode ser uma opção interessante para quem busca a reposição hormonal. Ele tem uma meia-vida longa, o que significa que as aplicações são menos frequentes, geralmente a cada 10-14 semanas. Isso dá uma estabilidade maior nos níveis de testosterona. Diferente do Deposteron® ou do Sustanon®, que precisam ser aplicados com mais frequência, o Nebido® é mais prático nesse sentido." Conclusão O Androxon® é uma opção de reposição de testosterona para homens com deficiência desse hormônio. No entanto, sua baixa biodisponibilidade e o potencial de danos ao fígado fazem com que outras formas de testosterona, como as injetáveis, sejam mais populares. Se você está considerando a reposição de testosterona, converse com seu médico para avaliar a melhor opção para o seu caso. Fontes de consulta 1. TWIN, Leandro. Tudo sobre o Androxon. Disponível em: <https://youtu.be/nhNhdSn1QFs>. Acesso em: 7 jan. 2025. Você já conhecia o Androxon®? Participe! Deixe seu comentário!
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E se o seu influenciador digital for apenas... digital?
Já imaginou um influenciador fitness totalmente digital, que não existe no mundo real? O desenvolvimento das tecnologias de inteligência artificial tem permitido a criação de imagens e vídeos de personagens virtuais consistentes. Até mesmo textos em postagens e falas em vídeos podem ser geradas por meio de computadores. Isso permite a criação de influenciadores fitness que podem ser totalmente virtuais. Já parou para pensar nisso? Vamos explorar uma reportagem da BBC que fez a cobertura da influenciadora digital Aitana Lopez, um personagem que não existem no mundo real. Modelos de IA estão ganhando fortunas no Instagram, mas será que elas são um problema? Em um estúdio em Barcelona, Espanha, uma sessão de fotos está em andamento. Mas a modelo, Aitana, não está atrasada. Ela simplesmente não existe. Aitana Lopez é uma modelo de inteligência artificial (IA) que, desde sua criação há cerca de um ano, acumulou uma legião de seguidores e está gerando milhares de dólares por mês para sua agência, a The Clueless. A equipe da The Clueless, liderada por Diana Núñez, co-fundadora e diretora de arte, e Rubén Cruz, fundador e CEO, busca criar imagens e vídeos de Aitana que sejam o mais realistas possível, imitando o que uma influenciadora humana faria. "Nós tentamos sempre fazer com que seja o mais semelhante possível ao que um influenciador faria", explica Núñez. "Tiramos uma foto comigo e na edição da imagem temos que me substituir por Aitana por meio de IA. Então, temos que brincar um pouco com luzes e sombras para torná-la o mais real possível." O processo de criação de Aitana envolve o uso de geradores de imagens de IA de código aberto, como o Stable Diffusion, combinados com um treinamento meticuloso para definir sua personalidade, estilo e voz. "Passamos cerca de 2 meses criando essa personalidade e entendendo como ela falaria e como ela interagiria com sua comunidade", revela Núñez. "É por isso que acreditamos que ela tem funcionado e ainda funciona." Uma vez que a imagem é gerada pela IA, a equipe realiza refinamentos e correções, inicialmente utilizando as sugestões da IA integrada do Photoshop e, em seguida, retocando manualmente. O que antes levava um dia inteiro, agora pode ser feito em poucas horas, graças às melhorias na tecnologia de IA. O resultado final é impressionante. Aitana, com seus cabelos rosados e aparência impecável, acumula mais de 300 mil seguidores no Instagram. A agência afirma que pode obter milhares de dólares por mês com postagens patrocinadas com Aitana, tornando-a a mais famosa dessa nova onda de modelos de IA realistas. O lado lucrativo e controverso dos modelos de IA Aitana não está sozinha. Existem muitos outros modelos de IA, alguns com centenas de milhares de seguidores. Embora a criação de vídeos realistas ainda seja um desafio, a equipe de Aitana também está experimentando nesse campo. Além disso, Aitana agora tem uma associação privada no estilo OnlyFans, onde oferece fotos em trajes íntimos e de banho para seus fãs, em sua maioria homens. O sucesso de Aitana e outros modelos de IA levanta questões importantes. Danae Mercer, uma influenciadora de bem-estar que denuncia a falsidade no Instagram, expressa sua preocupação: "Eu vejo grandes problemas com a ascensão de modelos e influenciadores de IA. Acho que eles estão estabelecendo um padrão de beleza irreal que é próximo o suficiente de ser real, que muitas pessoas que os seguem não percebem que eles não são reais, especialmente adolescentes, meninas adolescentes, mas então essa perfeição é tão inatingível porque não é real, é algo que nenhum de nós pode alcançar." Aitana é comercializada como uma mulher que ama fitness e vive um estilo de vida saudável. Ela até foi patrocinada por marcas de nutrição e esportes. Questionada sobre a promoção de uma imagem corporal "perfeita" de alguém que não existe, Núñez responde: "No início, tentamos fazer modelos mais curvilíneos, por exemplo, ou modelos mais fora do padrão, e os clientes não gostaram disso. Eles geralmente querem uma modelo perfeita, mas você pode ver isso em toda parte na publicidade. No final do dia, ela é uma influenciadora, mas comparando-a com o resto dos influenciadores, ela se parece com o resto." Diversidade e o futuro dos modelos de IA A agência The Clueless começou a criar mais modelos com visuais mais diversos, incluindo alguns homens, embora, aparentemente, os profissionais de marketing não estejam tão interessados em modelos de IA masculinos. Núñez acredita que os modelos de IA vieram para ficar: "Eu acredito que estamos aqui para ficar e a tecnologia de IA também está aqui para ficar, então, de certa forma, temos que combinar e dar as mãos e ver se podemos fazer isso juntos." O projeto mais recente da agência é para uma grande empresa automobilística. O briefing é projetar um modelo de IA para ser o rosto de um assistente de voz de IA no carro. Um trabalho que define perfeitamente a era em que vivemos, 2024. A ascensão dos modelos de IA como Aitana representa uma nova fronteira no marketing digital, repleta de oportunidades e desafios. À medida que a tecnologia avança, a linha entre o real e o artificial se torna cada vez mais tênue, levantando questões éticas e sociais que precisam ser debatidas e compreendidas. O futuro do marketing pode muito bem ser uma mistura de influenciadores humanos e de IA, mas como essa coexistência se desenrolará ainda é uma questão a ser respondida. Conclusão É possível que você já esteja seguindo algum influenciador totalmente digital, criado por IA, sem ter se tocado para isso. Seria isso bom, ou ruim? Só o tempo irá dizer. Pensando em conteúdo para hipertrofia e emagrecimento, o que é relevante mesmo é aprender as técnicas corretas. Ser o influenciador digital ou real, talvez seja indiferente. Fontes de consulta 1. BBC WORLD SERVICE. The AI models making huge money on Instagram - BBC World Service. Disponível em: <https://youtu.be/x2-G4422tYA>. Acesso em: 6 jan. 2025. Você acha relevante o influenciador digital ser real ou ser apenas digital? Compartilhe a sua opinião nos comentários.
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Como fazer os testes caseiros com iodo e com vinagre para saber se a sua creatina é boa (pura)!
Você investiu uma boa grana na sua creatina, mas será que ela é realmente pura? O Dr. Danillo Pereira, médico do esporte, ensina dois testes caseiros simples e rápidos, usando iodo e vinagre, que podem te ajudar a identificar se a sua creatina foi adulterada com amido (carboidrato) ou carbonato de cálcio. Por que fazer esses testes? Algumas empresas podem adicionar amido ou carbonato de cálcio à creatina para aumentar o volume do produto e, consequentemente, a margem de lucro. O problema é que isso reduz a quantidade de creatina que você está consumindo, e, no caso do amido, se não estiver descrito no rótulo, é considerado uma adulteração. O que você vai precisar: Creatina: A creatina que você quer testar. Iodo: Solução de iodo, facilmente encontrada em farmácias. Vinagre branco de cozinha: O vinagre comum que você tem em casa. Recipientes pequenos: Para realizar os testes. Colher ou dosador: Para manipular a creatina. Passo a passo dos testes: 1. Teste do iodo (detecta a presença de amido): Coloque uma pequena quantidade de creatina (aproximadamente a quantidade que você costuma consumir) em um recipiente. Adicione algumas gotas de iodo sobre a creatina. Observe a coloração: Se a cor permanecer a mesma do iodo (marrom/âmbar): Ótimo! Isso indica que provavelmente não há uma quantidade significativa de amido na sua creatina. Se a cor mudar para um azul escuro, roxo ou preto: Atenção! Isso indica a presença de amido, o que sugere uma possível adulteração. 2. Teste do vinagre (detecta a presença de carbonato de cálcio): Coloque uma pequena quantidade de creatina em outro recipiente limpo. Adicione um pouco de vinagre branco sobre a creatina. Observe se há efervescência (formação de bolhas, como em um antiácido): Se não houver efervescência: Excelente! Isso indica que provavelmente não há carbonato de cálcio na sua creatina. Se houver efervescência: Sinal de alerta! Isso indica a presença de carbonato de cálcio, usado para aumentar o volume do produto. Marcas testadas pelo Dr. Danillo e os resultados: No vídeo usado como fonte para esta matéria, o Dr. Danillo testou seis marcas: Nutrata, IntegralMédica, Black Skull (sem sabor), Max Titanium, Natusvita e Espartanos. Todas as seis passaram nos testes do iodo e do vinagre, indicando serem puras, de acordo com esses testes caseiros. Lembre-se: Estes são testes caseiros e não substituem análises laboratoriais complexas que determinam a concentração exata de creatina. Sempre verifique o rótulo do produto. Ele deve informar claramente os ingredientes presentes. Fique atento ao dosador. A quantidade de creatina por dosador varia entre as marcas. Existem diferentes tipos de creatina no mercado (pura, com carboidrato, com beta-alanina, hidratada, micronizada). Conclusão Os testes do iodo e do vinagre são ferramentas simples e acessíveis para você ter uma ideia da pureza da sua creatina. Eles podem te ajudar a fazer uma escolha mais consciente e garantir que você está consumindo um produto de qualidade. Fontes de consulta 1. PEREIRA, Danillo. DESCUBRA A PUREZA DA CREATINA EM MENOS DE 1 MIN. *teste caseiro com vinagre*. Disponível em: <https://youtu.be/5-paXBs-pnA>. Acesso em: 6 jan. 2025. Você já fez esses testes com creatina? Compartilhe os resultados nos comentários.
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Creatina da Probiótica é boa?
Muitas pessoas perguntam se a creatina da Probiótica é boa. Vamos nos basear nas pesquisas feitas por Adison Miguel. Ele acredita que a creatina da Probiótica é sim uma boa opção. Vamos apresentar os motivos para essa opinião. A Probiótica é uma marca que já tá há um tempão no mercado e voltou com tudo agora, patrocinando muitos atletas e alguns eventos bem famosos pelo Brasil. Os suplementos da Probiótica, incluindo a creatina, sempre têm passado nos testes mais recentes de qualidade. Além disso, a Probiótica é do grupo Suplay, que é o mesmo dono da Max Titanium. É um grupo grande que entende bem de suplementos. Adison disse que comprou a creatina da Probiótica de 300g, pagou uns 100 reais, e que ela durou uns dois meses. Ela vem bem lacrada, com um scoop de 1,5g, e dissolve de boa na água, com aquele gosto normal de creatina (neutro). Ele não fez o teste do iodo porque comprou de uma fonte segura, e a creatina passou em todos os laudos. Mas se você estiver em dúvida você pode fazer o teste caseiro com vinagre e iodo. Concluindo, sim, a creatina da Probiótica é boa, é de uma marca confiável, tem qualidade e o preço tá na média. Fontes de consulta 1. MIGUEL, Adison. Creatina Probiotica é boa? Tudo que você precisa SABER!. Disponível em: <https://youtu.be/uz1vSvYjXRU>. Acesso em: 5 jan. 2025.
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Creatina causa dor de cabeça?
Você já ouviu falar que a creatina pode causar dor de cabeça e enjoo? Será que isso é verdade? Guilherme Torres, em um de seus vídeos, aborda esse tema e esclarece as dúvidas sobre os efeitos colaterais desse suplemento tão popular. Segundo Guilherme, a creatina é um dos suplementos mais estudados que existem, com benefícios comprovados por meio de pesquisas científicas. E a boa notícia é que enjoo e dor de cabeça não estão entre os efeitos colaterais documentados da creatina. Então, se você está sentindo esses sintomas, Guilherme sugere que provavelmente existe outra causa por trás deles. Ele recomenda que, se você suspeita que a creatina possa estar contribuindo para o seu mal-estar, interrompa o uso por alguns dias. Ele ressalta que isso não trará nenhum prejuízo, afinal, você viveu muito bem sem ela até hoje. Assim, você poderá observar se a dor de cabeça e o enjoo persistem ou desaparecem. No entanto, ele adianta que, em sua opinião, é improvável que a creatina seja a culpada, justamente porque esses não são efeitos colaterais conhecidos. Fontes de consulta 1. TORRES, Guilherme. Creatina causa dor de cabeça?. Disponível em: <https://youtube.com/shorts/LPdvrjZcfwI>. Acesso em: 4 jan. 2025. Você já sentiu dor de cabeça ao usar creatina? A dor parou ao suspender o uso? Deixe nos comentários.
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Qual é a composição da Durateston®? Para que serve? E muito mais.
Vamos tratar sobre um dos hormônios mais populares do Brasil: a Durateston®. Essa droga é muito famosa no Brasil Muitos de vocês têm bastante curiosidade sobre ela. Com os ensinamentos do fisiculturista Renato Cariani preparamos esse material bem completo para tentar tirar todas as suas dúvidas. O que é Durateston®? A Durateston® é um medicamento à base de testosterona, um hormônio produzido naturalmente pelo corpo masculino. Ela já passou por várias indústrias farmacêuticas, como a Organon, Schering, EMS, e atualmente está sob responsabilidade do laboratório Aspen. Mas por que ela é tão popular? Primeiro, porque é muito utilizada. Segundo, porque é considerada segura. Terceiro, porque serve para diversos tipos de pessoas. Composição da Durateston® Quando falamos de hormônios esteroides anabolizantes, precisamos dividi-los em três categorias: Testosterona e seus derivados; Hormônios derivados do DHT (dihidrotestosterona); Hormônios derivados da cadeia 19-nor. A Durateston® se encaixa na primeira categoria. Ela é um "blend", ou seja, uma mistura de cinco diferentes ésteres (sais) de testosterona, cada um com um tempo de ação diferente no corpo: Propionato de testosterona: Ação rápida; Fempropionato de testosterona: Ação rápida; Isocaproato de testosterona: Ação média; Decanoato de testosterona: Ação longa; Undecanoato de testosterona: Ação longa. Essa combinação faz com que a Durateston® tenha uma meia-vida (tempo que a substância permanece ativa no corpo) de até 15 dias, com ação iniciando cerca de 2 horas após a aplicação. Para que serve a Durateston®? A Durateston tem duas principais finalidades: Tratamento de Hipogonadismo (Terapia de Reposição de Testosterona - TRT): Homens com deficiência na produção de testosterona (hipogonadismo) podem utilizar a Durateston para repor esse hormônio e manter os níveis dentro da faixa considerada saudável, que é entre 90 e 900 ng/dL de sangue. Os sintomas de testosterona baixa incluem falta de energia, cansaço extremo, baixa disposição física e sexual, e até fadiga mental. Melhora de Performance (Ciclo): Muitas pessoas utilizam a Durateston para aumentar a massa muscular, a força e o desempenho físico. Nesse caso, a dosagem é maior do que a utilizada na TRT, configurando o que chamamos de "ciclo". Diferença entre TRT e ciclo Aqui é importante esclarecer um ponto crucial: a diferença entre TRT e ciclo. TRT: O objetivo é manter os níveis de testosterona dentro do limite fisiológico (até 900 ng/dL). Uma ampola de Durateston® a cada 15 dias costuma ser suficiente para isso, pois mantém a testosterona dentro desse limite, considerando a meia-vida do medicamento. Ciclo: Quando se utiliza uma ampola por semana ou mais, os níveis de testosterona ultrapassam o limite fisiológico, caracterizando um ciclo. Isso aumenta significativamente os riscos de efeitos colaterais. Por que uma ampola por semana é ciclo? Um homem saudável produz, em média, 10 mg de testosterona por dia, totalizando 70 mg por semana. Uma ampola de Durateston® contém 250 mg de testosterona, mas, descontando os ésteres, restam 176 mg de testosterona pura. Portanto, uma ampola por semana fornece mais que o dobro da produção natural de testosterona do corpo, elevando os níveis para a faixa de 1000 a 1500 ng/dL, ou seja, acima do limite fisiológico. Efeitos colaterais do ciclo Quando os níveis de testosterona ultrapassam 900 ng/dL, o corpo reage tentando regular essa quantidade excessiva. Isso ocorre através da ação de duas enzimas: 5-alfa-redutase: Converte testosterona em dihidrotestosterona (DHT). O DHT em excesso pode causar: queda de cabelo; acne; irritabilidade. Aromatase: Converte testosterona em estradiol (hormônio feminino). O estradiol em excesso pode causar: ginecomastia (aumento das mamas em homens); perda de libido. Além disso, o uso prolongado de doses suprafisiológicas de testosterona pode aumentar o risco de problemas cardiovasculares, devido ao espessamento das paredes do coração. Importante: Nem todas as pessoas que fazem ciclo apresentam esses efeitos colaterais. A quantidade de massa muscular e a capacidade de recrutar a testosterona para os músculos através do treino podem influenciar na ocorrência ou não desses efeitos. Terapia pós-ciclo (TPC) Após um ciclo de Durateston®, o corpo interrompe a produção natural de testosterona, pois entende que já existe uma quantidade suficiente do hormônio circulando. Para reverter isso, é fundamental fazer a TPC (Terapia Pós-Ciclo). A TPC estimula a produção natural de testosterona através do uso de medicamentos que atuam nos hormônios luteinizante (LH) e folículo-estimulante (FSH). O LH estimula as células de Leydig a produzirem testosterona, enquanto o FSH estimula as células de Sertoli a produzirem espermatozoides. Os medicamentos mais comuns na TPC são: Citrato de clomifeno; Beta hCG; Substâncias naturais: Long Jack, Jin Biloba e Hippeastrum. Conclusão A Durateston® é um medicamento eficaz para o tratamento do hipogonadismo e também pode ser utilizado para a melhora da performance. No entanto, é fundamental entender a diferença entre TRT e ciclo, e estar ciente dos riscos associados ao uso de doses suprafisiológicas. Se você está considerando usar Durateston®, procure sempre a orientação de um médico especializado. Ele poderá avaliar seu caso individualmente, indicar a dosagem correta e acompanhar sua saúde durante o tratamento ou ciclo. Fontes de consulta 1. CARIANI, Renato. CONHEÇA TUDO SOBRE A DURATESTON - O HORMÔNIO MAIS UTILIZADO POR HOMENS. Disponível em: <https://youtu.be/oWSc5uhQHfk>. Acesso em: 4 jan. 2025. Espero que essa matéria tenha esclarecido suas dúvidas sobre a Durateston®! Compartilhe com seus amigos que também têm curiosidade sobre o assunto e compartilhe as suas experiências com a droga nos comentários.
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Para que serve a oxandrolona e como tomar?
A oxandrolona é um esteroide anabolizante androgênico (EAA) que tem ganhado popularidade, principalmente por ser considerado um dos mais seguros do mercado. Mas, para que serve a oxandrolona? Quais seus benefícios? Como deve ser usada? Quais os riscos? O Dr. Cláudio Guimarães, médico urologista e andrologista, esclarece essas e outras dúvidas, baseado em sua experiência clínica e em estudos científicos. O que é a oxandrolona? A oxandrolona é um derivado sintético da di-hidrotestosterona (DHT). Foi desenvolvida na década de 1960, inicialmente pelo laboratório Searle, posteriormente adquirido pela Pfizer. Já foi comercializada sob os nomes de Anavar® e Lipidex®, nomes sugestivos de sua ação lipolítica, ou seja, na queima de gordura. Atualmente, só é encontrada em farmácias de manipulação, mediante apresentação de receita médica controlada. Características da oxandrolona 17-alfa alquilado: Isso significa que a oxandrolona é modificada para resistir à metabolização no fígado, permitindo sua administração por via oral. Baixa androgenicidade: Comparada a outros esteroides, a oxandrolona possui uma ação androgênica relativamente baixa. Isso a torna uma opção mais segura para mulheres, pois reduz a probabilidade de virilização (desenvolvimento de características masculinas). Relação anabólica/androgênica favorável: A oxandrolona possui uma relação anabólica/androgênica de aproximadamente 6:1. Isso significa que ela é seis vezes mais anabólica (promove o crescimento muscular) do que androgênica. Baixa hepatotoxicidade: Embora seja um esteroide oral e, portanto, passe pelo fígado, a oxandrolona apresenta uma hepatotoxicidade relativamente baixa, quando comparada a outros EAAs orais. Meia-vida curta: A meia-vida da oxandrolona é de cerca de 8 horas. Isso significa que, após esse período, a concentração da substância no organismo cai pela metade. Na prática, isso permite que ela seja administrada a cada 8 ou 12 horas. Baixa retenção hídrica: A oxandrolona causa pouca retenção de líquidos, o que se traduz em menor absorção de sódio e água. Isso evita o aspecto "inchado" que alguns esteroides podem causar. Não aromatiza: A oxandrolona não é convertida em estrogênio (hormônio feminino). Portanto, não causa efeitos colaterais relacionados ao estrogenismo, como ginecomastia (crescimento das mamas em homens), retenção de líquidos e hipertensão arterial. Para que serve a oxandrolona? A oxandrolona é utilizada para diversos fins, tanto clínicos quanto estéticos: Usos clínicos Sarcopenia: A oxandrolona tem se mostrado eficaz no tratamento da sarcopenia, que é a perda de massa muscular associada ao envelhecimento, a doenças crônicas como HIV em estágio avançado e câncer, e a grandes queimaduras. Ela ajuda a recuperar a massa muscular perdida e a melhorar a qualidade de vida desses pacientes. Idosos: O envelhecimento natural está associado à perda de massa muscular e força, o que pode levar à fragilidade, quedas e perda de independência. A oxandrolona, nesse contexto, atua como um agente anabólico, estimulando a síntese proteica e ajudando a preservar a massa muscular. O Dr. Cláudio destaca que a oxandrolona é uma das drogas preferidas para uso clínico em idosos, devido ao seu perfil de segurança. Pacientes com HIV/AIDS: A infecção pelo HIV, especialmente em estágios avançados, pode levar à síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS), que frequentemente cursa com caquexia, uma perda severa de massa muscular e gordura. A oxandrolona, ao promover o anabolismo, ajuda a combater a perda de massa muscular e a melhorar o estado nutricional desses pacientes. Pacientes Oncológicos: O câncer, principalmente em estágios avançados, também pode levar à caquexia. A oxandrolona pode ser utilizada para minimizar a perda de massa muscular, melhorar a força e a qualidade de vida desses pacientes, podendo, inclusive, prolongar a sobrevida em alguns casos. Grandes Queimados: Pacientes que sofreram queimaduras extensas perdem uma quantidade significativa de proteínas e massa muscular. A oxandrolona auxilia na recuperação da massa muscular perdida, acelerando o processo de cicatrização e reabilitação. Hepatopatia alcoólica: Estudos indicam que a oxandrolona pode auxiliar no ganho de massa muscular em pacientes com hepatopatia alcoólica em estágio pré-cirrose, sem causar hepatotoxicidade significativa. O uso da oxandrolona em pacientes com hepatopatia alcoólica em estágio pré-cirrose é um ponto que chama a atenção. Tradicionalmente, esteroides anabolizantes orais são contraindicados nesses pacientes devido ao risco de hepatotoxicidade. No entanto, estudos demonstraram que a oxandrolona, em doses controladas, pode promover o ganho de massa muscular nesses pacientes, sem causar danos hepáticos significativos. Isso se deve, provavelmente, à sua baixa hepatotoxicidade em comparação a outros esteroides orais. O Dr. Cláudio ressalta que, mesmo em doses altas, a oxandrolona não levou esses pacientes à hepatotoxicidade. Síndrome de Down: Estudos antigos demonstraram que a oxandrolona pode auxiliar no crescimento de crianças com síndrome de Down, sem causar o fechamento prematuro das placas epifisárias (regiões de crescimento dos ossos). Melhora do condicionamento físico: A oxandrolona pode melhorar a capacidade cardiorrespiratória, sendo útil para atletas que buscam melhor desempenho. Usos Estéticos Ganho de massa muscular: A oxandrolona promove o ganho de massa muscular magra, embora de forma mais discreta do que outros esteroides. Definição muscular: Devido à sua baixa retenção hídrica e ação lipolítica, a oxandrolona é frequentemente utilizada em ciclos de cutting, ou seja, para definição muscular. Aumento de força: A oxandrolona também promove o aumento da força muscular, o que pode ser benéfico para atletas de diversas modalidades. Mecanismo de ação (simplificado) Receptores androgênicos: A oxandrolona, como outros esteroides anabolizantes, age ligando-se a receptores androgênicos presentes nas células musculares e em outros tecidos. Síntese proteica: Essa ligação ativa uma cascata de sinalização intracelular que culmina no aumento da síntese proteica, ou seja, na produção de novas proteínas musculares. Balanço nitrogenado positivo: A oxandrolona também promove um balanço nitrogenado positivo, o que significa que o corpo retém mais nitrogênio do que excreta. O nitrogênio é um componente essencial das proteínas, e um balanço nitrogenado positivo é fundamental para o crescimento muscular. Como usar a oxandrolona? A forma correta de usar a oxandrolona varia de acordo com o sexo, o objetivo e a experiência do indivíduo. Mulheres Dosagem: A dosagem máxima recomendada para mulheres é de 10 mg por dia, dividida em duas tomadas de 5 mg a cada 12 horas. Em alguns casos, pode-se chegar a 15 mg de 12 em 12 horas, sempre sob supervisão médica. Primeiro contato: A oxandrolona costuma ser o primeiro esteroide utilizado por mulheres, devido ao seu perfil "mais seguro". Homens Dosagem: A dosagem para homens varia entre 20 e 60 mg por dia, dividida em duas ou três tomadas. Por exemplo, 20 mg a cada 12 horas. Associação com testosterona: É fundamental que homens associem a oxandrolona a uma testosterona exógena. Isso porque a oxandrolona, em doses acima de 20-30 mg, inibe a produção natural de testosterona pelo organismo. A testosterona pode ser administrada na forma de gel ou injetável. Essa associação visa manter a libido, as ereções e evitar outros efeitos colaterais da deficiência de testosterona. Ciclos Duração: Os ciclos de oxandrolona para ganho de massa muscular geralmente duram de 4 a 16 semanas. Cutting e Bulking: A oxandrolona pode ser utilizada tanto em ciclos de cutting (definição muscular) quanto em ciclos de bulking (ganho de massa muscular). Em ciclos de bulking, é comum associá-la a outros esteroides anabolizantes, como a testosterona e outros injetáveis. Atletas: A oxandrolona pode ser interessante para atletas que precisam manter o peso dentro de uma categoria específica, pois promove ganho de força sem grande aumento de volume muscular. Efeitos colaterais e riscos Embora seja considerada um esteroide relativamente seguro, a oxandrolona não é isenta de riscos. O Dr. Cláudio Guimarães enfatiza que o principal causador de efeitos colaterais não é a substância em si, mas sim o seu uso inadequado e em doses excessivas. Possíveis efeitos colaterais Alterações no perfil lipídico: A oxandrolona, por ser um 17-alfa alquilado, pode alterar o perfil lipídico, principalmente reduzindo os níveis de HDL (colesterol bom). Resistência insulínica (em mulheres): A oxandrolona pode causar uma leve resistência à insulina em mulheres, o que não é observado em homens. Leitura errônea do estradiol: A oxandrolona pode interferir nos exames laboratoriais, levando a uma leitura falsamente elevada dos níveis de estradiol. Nesses casos, é fundamental avaliar os sintomas clínicos, como sensibilidade mamária e presença de nódulos, para determinar a real necessidade de tratamento. Hepatotoxicidade: Embora baixa, a oxandrolona pode causar alterações nas enzimas hepáticas (TGO e TGP). Supressão da produção natural de testosterona (em homens): Em doses acima de 20-30 mg, a oxandrolona inibe a produção natural de testosterona, sendo necessária a reposição exógena. Efeitos virilizantes (em mulheres): Em doses elevadas ou uso prolongado, a oxandrolona pode causar efeitos virilizantes em mulheres, como engrossamento da voz, aumento de pelos corporais e alterações no ciclo menstrual. Eventos cardiovasculares: O uso abusivo de esteroides anabolizantes, incluindo a oxandrolona, pode aumentar o risco de eventos cardiovasculares. Uso subcutâneo: um mito perigoso O Dr. Cláudio Guimarães alerta contra o uso subcutâneo da oxandrolona. Embora alguns aleguem que essa via de administração reduz os efeitos colaterais, isso não é verdade. Pelo contrário, em caso de efeitos colaterais com a oxandrolona subcutânea, eles tendem a se prolongar por mais tempo, devido à liberação lenta e contínua da substância. A oxandrolona é um medicamento controlado É importante ressaltar que a oxandrolona é um medicamento controlado e só deve ser utilizada sob prescrição e acompanhamento médico. O uso indiscriminado e sem orientação pode trazer sérios riscos à saúde. Considerações éticas e legais Prescrição médica: O Dr. Cláudio enfatiza que a oxandrolona é um medicamento controlado e só deve ser utilizada sob prescrição e acompanhamento médico. Isso é fundamental para garantir a segurança do paciente e evitar o uso indiscriminado. Uso não médico: O uso de esteroides anabolizantes para fins estéticos ou de performance esportiva é controverso e, em muitos países, é considerado ilegal, exceto quando prescrito por um médico para tratar condições médicas específicas. Doping esportivo: O uso de oxandrolona e outros esteroides anabolizantes é proibido pela Agência Mundial Antidoping (WADA) e por diversas organizações esportivas. Comparação com outros esteroides Testosterona: A oxandrolona é frequentemente comparada à testosterona, o principal hormônio sexual masculino. Embora ambas sejam anabólicas, a oxandrolona é menos androgênica que a testosterona, o que a torna mais adequada para mulheres e para aqueles que buscam minimizar os efeitos colaterais androgênicos. Durateston®: A Durateston® é um mix de ésteres de testosterona de diferentes durações de ação. A associação de oxandrolona com Durateston® pode ser uma estratégia para maximizar o ganho de massa muscular em homens, compensando a supressão da produção natural de testosterona causada pela oxandrolona. Outros esteroides orais: Quando comparada a outros esteroides anabolizantes orais, como o estanozolol e a metandrostenolona (Dianabol®), a oxandrolona geralmente apresenta menor hepatotoxicidade e menor incidência de efeitos colaterais. Conclusão A oxandrolona é um esteroide anabolizante com diversas aplicações clínicas e estéticas. Seu perfil relativamente seguro, principalmente para mulheres, a torna uma opção atraente para quem busca ganho de massa muscular, definição e força. No entanto, seu uso deve ser feito com cautela, sempre sob orientação médica, respeitando as dosagens recomendadas e monitorando possíveis efeitos colaterais. O Dr. Cláudio Guimarães reforça a importância do uso consciente e responsável, priorizando a saúde e o bem-estar acima de qualquer objetivo estético. Fontes de consulta 1. GUIMARÃES, Cláudio. OXANDROLONA | Como Tomar Corretamente | Dr. Claudio Guimarães. Disponível em: <https://youtu.be/C87ZfzdPCVM>. Acesso em: 3 jan. 2025. 2. GUIMARÃES, Cláudio. SEGREDOS Da Oxandrolona Para Homens e Mulheres | Dr. Claudio Guimarães. Disponível em: <https://youtu.be/XEDqq1XdshE>. Acesso em: 3 jan. 2025. Você ja fez uso de oxandrolona? Compartilhe nos comentários.
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Dá para ficar grande tomando 1 Durateston® por semana?
Uma Durateston® por semana: é possível ficar realmente grande? Muitas pessoas buscam atalhos para alcançar o corpo dos sonhos, e o uso de esteroides anabolizantes é, infelizmente, um caminho frequentemente considerado. Mas será que uma dose semanal de Durateston® é suficiente para "ficar grande" de verdade? O Dr. Gabriel Feitosa esclarece essa questão de forma objetiva e responsável. O que é Durateston®? Antes de tudo, é fundamental entender o que é Durateston®. Trata-se de um medicamento composto por um blend de quatro ésteres de testosterona: propionato, fenilpropionato, isocaproato e decanoato. Cada ampola contém 250mg dessa combinação. Dose de reposição vs. dose para fins estéticos É crucial diferenciar a dose de reposição hormonal daquela utilizada para fins estéticos ou de performance. Uma dose de reposição gira em torno de 100mg de ésteres de testosterona por semana. A posologia mais convencional de Durateston®, encontrada em bula, é de uma aplicação a cada 21 dias. Portanto, uma ampola de DuratestonR por semana (250mg) não é uma dose de reposição, sendo 2,5 vezes maior que a dose fisiológica. Riscos e considerações O Dr. Gabriel é enfático: o uso de Durateston® na dosagem de uma ampola por semana, para fins estéticos, não possui indicação médica e não é considerado saudável. Embora possa haver uma indicação clínica em casos de deficiência de massa muscular (sarcopenia com dinapenia), onde uma dose suprafisiológica poderia melhorar a qualidade de vida, esse não é o caso da maioria dos usuários que buscam ganhos estéticos ou de performance. É uma "low dose"? Embora 250mg possa parecer uma dose baixa em comparação com as doses usadas por alguns fisiculturistas (que podem chegar a gramas de esteroides), ainda é uma dose considerável, capaz de gerar efeitos anabólicos, mas também efeitos colaterais, especialmente com uso prolongado. O tempo de uso, aliado à dose, é um fator crucial na exacerbação dos efeitos colaterais, principalmente no sistema cardiovascular. O que é "ser grande"? A definição de "ser grande" é subjetiva. Se o objetivo é um físico de praia, mais fitness, uma Durateston® por semana pode, sim, contribuir para alcançar esse objetivo. Dependendo da genética e da disciplina do indivíduo, esse físico pode até ser alcançado naturalmente. No entanto, atingir o nível de um fisiculturista profissional com essa dose é irreal e impossível. Mesmo com doses elevadas, o fisiculturismo profissional é um patamar para poucos, exigindo uma genética excepcional não apenas para responder aos esteroides, mas também para suportar os severos efeitos colaterais. Hormônios não fazem milagres É fundamental entender que o uso de esteroides não substitui uma base sólida de dieta e treino. O hormônio amplifica um resultado que já está sendo bem construído. Sem uma rotina adequada de treino e alimentação, o usuário estará se expondo a riscos desnecessários, com mais colaterais do que benefícios. O receptor androgênico muscular precisa de estímulos adequados para promover a hipertrofia. Sem isso, o hormônio atuará em outras áreas, gerando efeitos colaterais indesejados. O que diz a ciência? Um estudo com enantato de testosterona (farmacocinética e farmacodinâmica muito semelhantes à Durateston®) em jovens saudáveis, por 20 semanas, analisou os efeitos de diferentes doses na composição corporal. Os participantes mantiveram uma dieta de 35 kcal/kg e 1,3g/kg de proteína, com treino controlado, embora não detalhado. Os resultados mais significativos foram observados nas doses de 300mg e 600mg, com ganho médio de peso corporal de 4,7kg. Vale ressaltar que esse ganho não é apenas de massa muscular e também é influenciado pelo treinamento. Além disso, o estudo indica que esses resultados poderiam ser otimizados com ajustes na dieta e no treino. Fatores que influenciam os resultados Diversos fatores influenciam os resultados do uso de Durateston, como: Genética: a genética individual determina a resposta ao esteroide e a tolerância aos efeitos colaterais. Tempo de uso: o uso prolongado aumenta os riscos, mesmo em doses baixas. Hábitos de vida: sono adequado, controle do estresse, abstenção de tabagismo e álcool são fundamentais. Usar esteroides como "muleta" para compensar maus hábitos é um erro grave. Na prática Uma Durateston® por semana pode amplificar ganhos musculares em indivíduos com uma base sólida de treino e dieta, mas não construirá um corpo de fisiculturista. Pode servir como dose de manutenção para atletas que já possuem um físico desenvolvido, mas os riscos à saúde, principalmente cardiovascular, permanecem. Conclusão O uso de uma Durateston® por semana não é uma solução mágica para "ficar grande". Embora possa trazer algum benefício estético, os riscos à saúde são consideráveis, especialmente a longo prazo. É fundamental priorizar uma base sólida de treino, dieta e hábitos saudáveis. O Dr. Gabriel Feitosa contraindica o uso de esteroides anabolizantes para fins estéticos e enfatiza a importância de buscar orientação médica especializada para quem considera essa opção, a fim de avaliar os riscos e benefícios de forma individualizada. Fontes de consulta 1. FEITOSA, Gabriel. 1 DURATESTON por semana: Dá para FICAR GRANDE?. Disponível em: <https://youtu.be/g3YDGLa2pWg>. Acesso em: 3 jan. 2025. Você já usou Durateston®? Compartilhe a sua experiência nos comentários.
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Como paquerar na academia: 13 coisas para fazer e 13 para não fazer!
A academia é um ambiente frequentado por pessoas que buscam cuidar da saúde e do corpo, mas também pode ser um ótimo lugar para socializar e conhecer pessoas interessantes. Se você está de olho em alguém na academia e quer saber como se aproximar, esta matéria traz várias dicas de diversos especialistas no assunto para lhe ajudar a conquistar alguém na academia com confiança e respeito. O que fazer para conquistar alguém na academia 1. Seja sociável e construa uma boa reputação Cumprimente a recepcionista, os instrutores e as pessoas ao seu redor. Ser simpático e conhecido no ambiente fitness cria uma imagem positiva e facilita a aproximação (Amanda de Souza). 2. Observe e sincronize Frequente a academia nos mesmos horários que a pessoa que te interessa e observe a rotina de treino dela. Isso cria oportunidades naturais de interação, como pedir ajuda em um exercício (Paulo Muzy). 3. Comece com interações sutis Peça ajuda para montar um aparelho, desmontar um peso ou com alguma informação sobre a academia. Faça piadas leves e demonstre interesse genuíno na rotina de treino da pessoa (Paulo Muzy, Camila Bernardes). 4. Use a técnica da observação Observe algo que a pessoa está fazendo (um exercício, usando um fone de ouvido, lendo um livro) e use isso como gancho para uma conversa casual. Faça perguntas relevantes e demonstre curiosidade (Rafael Albano, Larissa Alencar, Luiza Vono). 5. A "técnica do soquinho" para quem usa fone Se a pessoa estiver de fone de ouvido, aproxime-se e faça um gesto de soquinho. Isso a levará a tirar o fone e abrirá espaço para uma conversa (Rafael Albano). 6. Peça opinião Pergunte sobre esteiras, suplementação, a rotina de treinos ou a motivação da pessoa para treinar. Isso demonstra interesse e abre espaço para um diálogo mais longo (Rafael Albano, Larissa Alencar). 7. Use o olhar e o sorriso Abaixe um pouco o queixo, olhe nos olhos da pessoa, sorria e desvie o olhar. Esse é um sinal clássico de interesse e receptividade (Camila Bernardes). 8. Linguagem corporal é fundamental Preste atenção à sua postura, ao seu olhar e à forma como você se movimenta. Aproxime-se um pouco mais para conversar, observe se a pessoa permite essa aproximação (Tháta Menezes). 9. Seja direto(a), se for o caso Se o seu interesse for puramente físico e casual, você pode ser direto(a) e perguntar se "rola" algo. Lembre-se de que o "não" você já tem, então não há nada a perder (Paulo Muzy). 10. A regra de três (para redes sociais) Se você também segue a pessoa nas redes sociais, demonstre interesse três vezes: comente em uma foto, responda a um story e curta outra foto em dias diferentes. Isso demonstra interesse sem ser invasivo (Tháta Menezes). 11. Aproveite as oportunidades Se a pessoa mudar de horário e você notar, pergunte se aconteceu alguma coisa. Se ela começar a fazer um exercício perto de você, aproveite para iniciar uma conversa (Lia Sousa). 12. Fazer perguntas é uma ótima forma de iniciar conversas Perguntas quebram o gelo, iniciam uma interação e colocam você em uma conversa com a outra pessoa (Luiza Vono). 13. O óbvio é melhor do que nada Um simples "oi, tudo bem?" é melhor do que não falar nada (Luiza Vono). O que não fazer 1. Não seja estranho(a) Cuide da sua aparência, evite encarar as pessoas e não tenha atitudes esquisitas. Seja natural e foque nos seus exercícios (Rafael Albano). 2. Não foque apenas em uma pessoa e ignore as outras Isso passa uma imagem de desespero e pode afastar a pessoa que você está interessado(a) (Amanda de Souza). 3. Não seja invasivo(a) Evite comentários sobre o corpo da pessoa ou cantadas prontas. Respeite o espaço pessoal e observe os sinais de reciprocidade (Tháta Menezes, Camila Bernardes). 4. Não exagere nas roupas de ginástica Roupas muito justas, transparentes ou decotadas podem passar uma imagem excessivamente sexualizada e atrair o tipo errado de atenção (Camila Bernardes). 5. Não tenha medo da rejeição Se a pessoa não responder ou ignorar, está tudo bem. O importante é tentar a interação. A rejeição diz mais sobre a outra pessoa do que sobre você (Larissa Alencar, Luiza Vono). 6. Não jogue as coisas na cara Evite ser muito explícito(a) sobre seus sentimentos logo de cara. Deixe a pessoa curiosa e mantenha o interesse (Paulo Muzy). 7. Não fique só no "oi, tudo bem?": É importante saber manter a conversa. Após a abordagem inicial, demonstre interesse genuíno e faça perguntas relevantes (Amanda de Souza). 8. Não finja ser quem você não é Seja autêntico(a) e não tente impressionar a pessoa com mentiras ou exageros. 9. Não desista facilmente Se a pessoa não demonstrar interesse imediato, não significa que ela nunca se interessará. Continue sendo gentil e respeitoso(a), e talvez ela mude de ideia com o tempo. 10. Não se esqueça do seu treino A academia é, acima de tudo, um lugar para cuidar da saúde. Não deixe que a paquera atrapalhe seus objetivos de treino. 11. Não se desespere A pessoa que você procura pode estar na academia ou em outros ambientes comuns. Não desista de encontrar alguém especial (Larissa Alencar). 12. Não se esqueça que a insegurança e a falta de autoestima são as verdadeiras barreiras As mulheres sabem como flertar, mas a insegurança e a falta de autoestima as impedem de agir (Luiza Vono). 13. Não somos o centro do universo Entender que somos apenas uma pessoa entre bilhões e que o mundo não gira ao nosso redor ajuda a lidar com a rejeição (Luiza Vono). Conclusão Paquerar na academia pode ser uma experiência positiva se você agir com respeito, confiança e bom senso. Lembre-se de que o objetivo é criar uma conexão genuína, e isso leva tempo e paciência. Seja você mesmo(a), observe os sinais da outra pessoa e, acima de tudo, divirta-se! A academia é um ótimo lugar para conhecer pessoas, fazer amigos e, quem sabe, encontrar um amor. O importante é estar aberto(a) às possibilidades e aproveitar as oportunidades que surgirem. Fontes de consulta 1. NERD SEDUTOR. Como CHEGAR em UMA MULHER na ACADEMIA! - NERD SEDUTOR. Disponível em: <https://youtu.be/1u675OUV4gU>. Acesso em: 31 dez. 2024. 2. DECIFRANDO ELAS. Pode abordar uma mulher na academia? Disponível em: <https://youtu.be/JCPKRv0bUp4>. Acesso em: 31 dez. 2024. 3. MENTALIDADE INTELECTUAL. Muzy ensina como conquistar alguém na academia. Disponível em: <https://youtu.be/GMUsstHAag8>. Acesso em: 31 dez. 2024. 4. BERNARDES, Camila. Como conquistar um homem na academia. Disponível em: <https://youtu.be/gkmuK0CI1Zw>. Acesso em: 31 dez. 2024. 5. SOUSA, Lia. Como saber se uma mulher está interessada em você na academia. Disponível em: <https://youtu.be/wVqR86wJ830>. Acesso em: 31 dez. 2024. 6. SETIMO AMOR. Como chegar em uma mulher na academia. Disponível em: <https://youtu.be/7R6xY6pdT2U>. Acesso em: 31 dez. 2024. 7. VONO, Luiza. Como flertar na academia | especialista em conquista | Luiza Vono. Disponível em: <https://youtu.be/z1zRORbYB6A>. Acesso em: 31 dez. 2024. 8. MENEZES, Tháta. Como flertar | 7 dicas fáceis para flertar sem passar vergonha. Disponível em: <https://youtu.be/3bo5nab2TfI>. Acesso em: 31 dez. 2024. E você, já viveu alguma experiência de paquera na academia? Compartilhe suas dicas e histórias nos comentários!
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Chip da beleza é uma fraude? O que as mulheres precisam saber.
A verdade sobre o chip da beleza: riscos, lucros e a proibição da Anvisa O endocrinologista Dr. Carlos Seraphim publicou um vídeo em seu canal "Endócrino e talks com Dr. Carlos Seraphim" para alertar sobre os perigos do chamado "chip da beleza", um implante hormonal que promete soluções milagrosas para emagrecimento, rejuvenescimento, ganho de massa muscular e aumento da libido. O vídeo foi motivado pelo caso de uma jovem de 20 anos que foi parar na UTI com edema cerebral após usar um desses implantes. O que é o chip da beleza? O chip da beleza é um implante colocado sob a pele (subcutâneo) que libera um ou mais hormônios. Geralmente, tem o aspecto de um pequeno tubo de silicone e é inserido através de um dispositivo, frequentemente na região das nádegas. A promessa é que ele libere hormônios gradativamente ao longo de seis meses, mas, segundo o Dr. Seraphim, não há garantias de que isso ocorra dessa forma, e muitos desses chips são quase artesanais, feitos com pouco cuidado. Indicações originais e uso indevido A Anvisa já havia previsto o uso de alguns hormônios por via de implante subcutâneo, como a gestrinona, originalmente indicada para tratar endometriose e adenomiose. No entanto, essa indicação foi estendida para ganho de massa muscular, aumento da libido, reposição hormonal na menopausa e outras situações para as quais nunca foi pesquisada. "É contraditório que muitos que indicam esse chip falem que é mais natural. Não tem nada de natural na gestrinona, que é um hormônio sintético derivado da testosterona", afirma o Dr. Seraphim. Ele também critica o fato de que, muitas vezes, esses implantes contêm combinações de hormônios, incluindo testosterona, corticoides e até mesmo ocitocina, sem qualquer embasamento científico para essas misturas. Estratégias de marketing e a ilusão da personalização Muitos profissionais que vendem esses implantes dosam hormônios que podem estar baixos, seja em mulheres na menopausa ou homens com síndrome metabólica, encontrando pretextos para justificar o uso do implante. Mesmo quando os níveis hormonais estão normais, a pessoa que indica o implante pode argumentar que "poderia ser melhor". O Dr. Seraphim critica a estratégia de marketing que promete um tratamento individualizado. "É como se fosse feito sob medida, mas eu te garanto que não é. É o mesmo para todo mundo, ou variações do mesmo", diz ele. Ele compara essa prática às antigas "elegant pills" ou "rainbow pills", em que o médico prescrevia pílulas de cores diferentes, mas todas iguais, para dar a ilusão de um tratamento personalizado. Renome na internet vs. proeza científica O Dr. Seraphim questiona a ideia de que médicos renomados na internet são necessariamente atualizados cientificamente. "O renome da internet não quer dizer proeza científica. Tem mais a ver com a capacidade desse médico de se expressar nas redes sociais e gerar empatia com o público", explica. Ele acrescenta que as redes sociais privilegiam conteúdos diferentes e sensacionalistas, o que pode levar à disseminação de informações falsas ou enganosas. A proibição da Anvisa e a posição das sociedades médicas Devido aos riscos associados ao uso desses implantes, a Anvisa proibiu inicialmente todos os implantes hormonais. Posteriormente, a proibição foi ajustada para o uso de implantes hormonais para fins estéticos ou para tratamento de fadiga, cansaço e sintomas da menopausa. A Anvisa destacou que nenhum dos implantes para essas finalidades foi submetido à testagem para aprovação. A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) também se posicionaram contra o uso desses implantes. A SBEM "não reconhece os implantes de gestrinona como uma opção terapêutica para tratamento de sintomas da menopausa e até de endometriose". A Febrasgo alertou que o "chip da beleza" é produzido em farmácias de manipulação sem controle efetivo da dosagem e dos possíveis efeitos colaterais. Casos de complicações e mortes O uso indevido de implantes hormonais manipulados pode estar relacionado a 257 casos de complicação de saúde e duas mortes no Brasil, segundo um levantamento chamado Vigicom Hormônios. O Dr. Seraphim cita vários casos que saíram na mídia, incluindo o da jovem de 20 anos com edema cerebral, uma advogada que teve problemas não especificados e uma mulher de 34 anos que teve hepatite medicamentosa e precisou remover o implante às pressas. O esquema financeiro por trás do chip da beleza O Dr. Seraphim revela que um implante de testosterona na dose mínima custa R$ 130 para o médico, mais R$ 130 do aplicador, totalizando R$ 260. No entanto, clínicas chegam a vender esses implantes por até R$ 7.000 ou R$ 8.000. "Que tipo de negócio tem essa margem de lucro?", questiona ele. Ele também critica a venda de cursos sem validade que ensinam outros médicos a fazer esses implantes. Conclusão e alerta O Dr. Carlos Seraphim é categórico: "Implantes hormonais não devem ser usados neste presente momento para fins estéticos". Ele cita os riscos, como acne severa, hirsutismo, alterações de fígado e do coração, e ressalta que a ciência precisa provar que uma substância funciona antes de ela ser usada, e não o contrário. Em vez de buscar atalhos, comece fazendo o arroz com feijão: treino, dieta e sono. Os resultados virão com o tempo. Há várias formas naturais de regularizar seus níveis hormonais. Somente após ajustar os seus hábitos, caso ainda esteja com deficiência hormonal, aí sim procure uma terapia com seu endocrinologista. Fontes de consulta 1. SERAPHIM, Carlos. Chip da Beleza: Descubra Toda a Verdade Por Trás da Fraude Milionária. Disponível em: <https://youtu.be/-bxubw76kWU>. Acesso em: 30 dez. 2024. Qual é a sua opinião sobre o chip da beleza? Compartilhe nos comentários.
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Testosterona em baixa no Brasil: confira seus níveis hormonais com seu médico!
Níveis de testosterona no Brasil: um sinal de alerta? Nesta matéria vamos nos valer dos préstimos do Dr. Jorge Yamamoto, médico dedicado ao estudo e tratamento de pacientes que utilizam hormônios. Existe um tema que tem gerado discussões e merece nossa atenção: os níveis de testosterona ao redor do mundo, com um foco especial na situação do Brasil. Recentemente, a World Population Review, uma instituição privada que fornece dados demográficos e econômicos, publicou um relatório que chamou a atenção da comunidade médica e do público em geral. Segundo esse relatório, o Brasil figura entre os países com os menores níveis médios de testosterona do mundo. O Uzbequistão lidera o ranking com uma média de 773 ng/dL, enquanto o Brasil apresenta uma média de apenas 375 ng/dL, ficando à frente apenas da República Checa, com 315 ng/dL. Analisando os dados com cautela É importante ressaltar que, ao analisar esses dados, percebemos que a instituição não fornece a fonte, a metodologia de coleta ou os estudos que embasaram o relatório. Portanto, é fundamental que olhemos para esses números com cautela. Eles nos dão uma noção, acendem um alerta, mas não podem ser considerados como uma verdade absoluta. O que influencia os níveis de testosterona? Sabemos que diferentes regiões apresentam diferentes níveis médios de testosterona. Isso ocorre porque a média é calculada a partir da coleta de dados de uma população. Imagine 100 pessoas: algumas terão níveis de 1000 ng/dL, outras de 200 ng/dL, 500 ng/dL, 700 ng/dL. Ao somar todos esses valores e dividir por 100, obtemos a média. Essa média pode ser influenciada por diversos fatores, como: 1. Genética: Algumas populações possuem uma predisposição genética para maior síntese de testosterona. 2. Exposição ao sol: A exposição solar adequada favorece a produção de vitamina D, que está relacionada a melhores níveis de testosterona. 3. Alimentação: Uma dieta saudável e equilibrada contribui para a saúde hormonal. 4. Estresse: Situações de estresse crônico, como conflitos políticos, guerras e problemas econômicos, podem derrubar os níveis de testosterona. 5. Obesidade: O excesso de peso está associado a níveis mais baixos de testosterona. 6. Estilo de vida: Sedentarismo, má qualidade do sono e outros hábitos não saudáveis impactam negativamente a produção hormonal. Uma tendência preocupante: a queda nos níveis de testosterona Embora os dados da World Population Review precisem ser analisados com cautela, um estudo realizado nos Estados Unidos, referenciado ao final, mostra uma queda nos níveis médios de testosterona entre os jovens ao longo do tempo. Essa é uma realidade que o Dr. Jorge também observa na prática clínica no Brasil. Comparando com nossos avós Antigamente, não era comum dosar os níveis de testosterona. No entanto, se pensarmos no estilo de vida dos nossos avós, que muitas vezes viviam na roça, trabalhavam arduamente, se alimentavam de forma natural e dormiam cedo, é provável que eles tivessem níveis de testosterona significativamente mais altos do que a média da população atual. O que fazer para aumentar os níveis de testosterona? Diante desse cenário, fica o alerta: é fundamental buscar um estilo de vida mais saudável para manter bons níveis de testosterona. Isso inclui: 1. Alimentação balanceada: Priorizar alimentos naturais e evitar o consumo excessivo de industrializados. 2. Atividade física regular: Combater o sedentarismo com exercícios físicos regulares. 3. Controle do estresse: Buscar técnicas de relaxamento e gerenciamento do estresse. 4. Sono de qualidade: Dormir bem é essencial para a saúde hormonal. 5. Manter um peso saudável: Combater a obesidade. Deficiência de testosterona: existe tratamento Se você está com deficiência de testosterona, saiba que existe tratamento. É possível identificar a causa e buscar estratégias para melhorar a produção natural do hormônio. Em alguns casos, a reposição hormonal pode ser indicada. Conclusão Os níveis de testosterona são um importante indicador de saúde. Embora os dados recentes sobre o Brasil precisem ser analisados com cautela, eles servem como um alerta para a importância de um estilo de vida saudável. Se você está preocupado com seus níveis hormonais, procure um médico e busque orientação. Siga @drjorgeyamamoto no Instagram. Fontes de consulta 1. LOKESHWAR, Soum D. et al. Decline in serum testosterone levels among adolescent and young adult men in the USA. European Urology Focus, [s.l.], v. 7, n. 4, p. 886-889, jul. 2021. DOI: 10.1016/j.euf.2020.02.006. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32081788/. Acesso em: 30 dez. 2024. 2. YAMAMOTO, Jorge. O Brasil está entre os países com menor testosterona. Disponível em: <https://youtu.be/TwRTOIcUUl8>. Acesso em: 30 dez. 2024. Como estão os seus níveis de testosterona? Deixe nos comentérios.
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Cedric McMillan: a trajetória de um gigante, os alertas ignorados e um legado de reflexão para o fisiculturismo
O mundo do fisiculturismo foi pego de surpresa com a trágica notícia da morte de Cedric McMillan, aos 44 anos. Isso ocorreu há aproximadamente 2 anos. Um ícone do esporte, conhecido por seu físico que mesclava a estética da era dourada com o volume moderno, Cedric era um gigante gentil, admirado por fãs, colegas e até mesmo pelo lendário Arnold Schwarzenegger. Sua partida prematura, no entanto, vai além da perda de um grande atleta. Ela escancara os perigos muitas vezes negligenciados do fisiculturismo de alta performance e serve como um chamado urgente à conscientização sobre a saúde no esporte. Das telas da infância ao topo do Arnold Classic: uma paixão precoce A jornada de Cedric no fisiculturismo começou aos 5 anos de idade, quando, fascinado pelos físicos que via na TV, prometeu a si mesmo que um dia teria músculos como aqueles. A inspiração se intensificou ao assistir Arnold Schwarzenegger em "Conan, o Bárbaro". O que era admiração virou paixão, e a paixão se transformou em um sonho de vida. Escondido da mãe, que temia que ele se machucasse, Cedric começou a se exercitar com pesos em casa. Sua mãe não permitia que ele montasse os pesos sem supervisão, então ele os pegava secretamente debaixo da cama, se exercitava e os guardava antes que ela voltasse do trabalho. Mais tarde, após se formar na faculdade, ele se juntou ao exército americano, onde continuou a treinar. Foi lá que conheceu Mark, um fisiculturista amador que se tornou seu mentor, ensinando-o sobre alimentação e treinamento. Foi em uma loja de suplementos, onde Cedric foi comprar whey protein, que ele conheceu Mark. Seguindo os conselhos de Mark, Cedric ganhou impressionantes 13 kg em apenas duas semanas, um prenúncio do gigante que estava por vir. Um desfile no palco e o peso da ansiedade Cedric rapidamente ascendeu no cenário competitivo. Ele competiu na categoria peso-pesado, onde havia apenas um concorrente, bem menor que ele. Serviu no Iraque (onde construiu uma academia improvisada para manter a forma) e, em 2009, tornou-se profissional. Sua presença no palco era única. Ele não apenas posava, mas, como bem descreveu Leandro Osti, "desfilava com muita leveza". Osti também mencionou que Cedric era um de seus atletas favoritos. Sua vitória no Arnold Classic em 2017 foi o ápice de sua carreira, um momento em que até mesmo Arnold Schwarzenegger o elogiou por seu estômago controlado, uma característica rara no fisiculturismo moderno. No entanto, por trás do sorriso vitorioso e do físico impressionante, Cedric lutava contra um inimigo invisível: a ansiedade. Ele revelou mais tarde que a ansiedade antes das competições o fazia reter líquidos, prejudicando seu condicionamento e, consequentemente, suas colocações. O apelido "terror das lasanhas", dado carinhosamente pelos fãs devido à sua retenção, escondia uma batalha interna que poucos conheciam. Cedric revelou em seu próprio Instagram que sofria de ansiedade e que, um ou dois dias antes da competição, ele estava "muito na pele", mas a ansiedade o fazia reter líquidos momentos antes de subir no palco. Os sinais de alerta: uma saúde em declínio A partir de 2020, a saúde de Cedric começou a se deteriorar. Ele quebrou a mão, contraiu COVID-19 e, em 2021, começou a sofrer de sérios problemas cardíacos, um ano após a infecção pelo vírus. Cedric teve uma experiência de quase morte em julho de 2021. Ele chegou a notificar seus parentes mais próximos, temendo pelo pior. Essa informação é crucial, pois mostra que os problemas cardíacos se manifestaram de forma aguda. Após a experiência de quase morte, Cedric passou três semanas no hospital e perdeu 13 kg. No mês seguinte, ele ignorou o conselho médico e tentou recuperar o peso perdido. Em um vídeo emocionante analisado por Babalanda James, Cedric compartilhou suas últimas palavras, revelando a luta que estava travando. Ele descreveu sintomas alarmantes: incapacidade de manter alimentos no estômago, soluços constantes e refluxo. Ele tentou fazer esse vídeo 4 vezes, mas sempre o apagava por ser uma pessoa reservada. Ele estava recebendo mensagens de amigos que viram na internet rumores sobre seus problemas de saúde. Mesmo assim, contra as recomendações médicas, ele tentou se preparar para uma competição, da qual só desistiu 2 semanas antes. A pressão do esporte, o medo de ser "descartado" por seu patrocinador (Black Skull) e a incerteza sobre o futuro o consumiam. Ele estava preocupado com o que as pessoas na internet diriam ("Cedric não é mais um fisiculturista") e como sua família e amigos se sentiriam. Ele sentia que ainda tinha algo a provar e queria continuar fazendo o que amava. Ele estava tomando um medicamento para úlceras estomacais que parecia estar ajudando. A Black Skull se ofereceu para levá-lo ao Brasil para ser examinado por seus médicos. Ele conseguia comer cerca de uma refeição sólida por dia e sentia que as coisas estavam começando a melhorar. As análises contundentes: esteroides anabolizantes, dismorfia e a busca implacável Greg Doucette, em sua análise, foi direto ao ponto: a pressão do fisiculturismo e o uso de esteroides anabolizantes provavelmente contribuíram significativamente para os problemas de saúde de Cedric. Ele apontou para a dismorfia corporal, um transtorno que distorce a percepção da própria imagem, como um fator que pode levar à busca incessante por mais tamanho, muitas vezes através do abuso de substâncias perigosas. Doucette opinou que McMillan deveria ter se aposentado após a experiência de quase morte em julho. Ele também mencionou que Cedric tinha um contrato que o obrigava a manter uma certa imagem para vender produtos. Doucette usou seu próprio exemplo, revelando que agora está em terapia de reposição hormonal (TRH) prescrita por um médico, pratica cardio e faz exames de sangue regularmente. Ele enfatizou a importância de fazer exames regulares e não se enganar pensando que problemas de saúde não podem acontecer com você. Greg Doucette, em sua análise, foi enfático ao apontar a pressão do fisiculturismo como um fator crucial para a fatalidade. A necessidade de manter uma certa imagem, a pressão por resultados e até mesmo as cláusulas contratuais podem levar os atletas a tomarem decisões perigosas. Doucette acredita que, mesmo que a COVID-19 (contraída por Cedric em 2020) tenha contribuído para o morte, o uso prolongado de esteroides provavelmente teve um papel significativo nos problemas cardíacos de Cedric, incluindo o coração aumentado, uma condição comum em usuários de esteroides. Por outro lado, Jeff Medeiros questiona se a morte de Cedric tem ligação com a doença de 2019 (COVID-19) ou com o excesso de esteroides. Segundo relatos, Cedric sofreu um ataque cardíaco enquanto treinava em uma esteira. A Black Skull, seu patrocinador, confirmou a triste notícia. Julio Balestrin e Renato Cariani, em um podcast, também destacaram os riscos do esporte de alta performance, enfatizando que "tudo que você faz de abuso, um dia paga a conta". Eles mencionaram que a morte de Cedric ocorreu durante o horário do almoço e que ele provavelmente estava fazendo seu cardio matinal quando tudo aconteceu. A morte de Cedric, infelizmente, não era um caso isolado. Outras tragédias recentes no fisiculturismo, como a de Dallas McCarver, reforçam a urgência de uma mudança de paradigma no esporte. Um chamado à consciência: o legado de Cedric A morte de Cedric McMillan é uma tragédia que transcende o indivíduo. É um alerta para todos os envolvidos no fisiculturismo: atletas, treinadores, patrocinadores e fãs. É hora de repensar as práticas, os padrões e as pressões que levam os atletas a colocarem suas vidas em risco. O legado de Cedric deve ser mais do que a lembrança de um físico impressionante e um competidor carismático. Deve ser um chamado à conscientização, um lembrete de que a saúde e a longevidade devem ser priorizadas acima de troféus e glórias efêmeras. A última competição de Cedric foi em 2020 no Arnold Classic, onde ficou em sexto lugar. Descanse em paz, Cedric McMillan. Sua história nos deixa uma lição valiosa e um alerta que não pode ser ignorado. Que sua jornada inspire uma transformação profunda no fisiculturismo, para que a busca pela excelência física nunca mais se sobreponha à preservação da vida. Fontes de consulta 1. CORTES DO INTELIGÊNCIA. Os perigos de abusar do fisiculturismo - Renato Cariani e Julio Balestrin. Disponível em: <https://youtu.be/QwW6qGLbNv8>. Acesso em: 30 dez. 2024. 2. DOUCETTE, Greg. What Caused His Death? || Cedric McMillan. Disponível em: <https://youtu.be/kvELqXcail8>. Acesso em: 30 dez. 2024. 3. MEDEIROS, Jeff. O que aconteceu com Cedric McMillan?! Disponível em: <https://youtu.be/EQAB5bOQ4c4>. Acesso em: 30 dez. 2024. 4. JAMES, Babalanda. RIP, Cedric McMillan Final Moments before he died. He knew his his time had come. Disponível em: <https://youtu.be/yeb5-PAF_VE>. Acesso em: 30 dez. 2024. 5. OSTI, Leandro. Cedric McMillan morre aos 44 anos. Disponível em: <https://youtu.be/7O3nVeGhxtU>. Acesso em: 30 dez. 2024. Você acompanhou a carreira de Cedric McMillan? Deixe nos comentários.
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Benefícios do Whey Protein: eu devo tomar? Descubra.
Nesta matéria vamos nos valer dos conhecimentos do Dr. Samuel Dalle Laste para mergulhar em um assunto que gera muitas dúvidas e polêmicas: o famoso Whey Protein. A razão é simples: o Whey é uma proteína derivada do leite. E o leite de vaca, embora tenha seus benefícios, também possui componentes que o tornam inadequado para o consumo humano, sendo ideal apenas para o bezerro. Mas e se pudéssemos extrair apenas as partes boas do leite? Já sabemos que a gordura do leite, na forma de manteiga ghee, é excelente para nós. Agora, vamos desvendar os mistérios dessa proteína tão comentada. Whey Protein: suplemento ou alimento? Antes de mais nada, é preciso esclarecer um ponto crucial: o Dr. Samuel não vê o Whey Protein como um suplemento. E vou explicar o porquê. Muitos acreditam que o Whey é "a proteína do leite". Isso é um equívoco! A principal proteína do leite é a caseína, uma proteína de alto peso molecular (cerca de 150 mil daltons), pesada demais para o intestino humano suportar. A caseína é a grande responsável por processos inflamatórios, podendo desencadear problemas como sinusites, rinites, otites, amigdalites, asma, bronquite e até mesmo contribuir para quadros de ansiedade, depressão e insônia. Isso acontece porque a inflamação intestinal gerada pela caseína pode reduzir drasticamente a produção de serotonina, um neurotransmissor essencial para o bem-estar, produzido em cerca de 90% no intestino. O Whey Protein, por outro lado, é derivado do soro do leite. Ele é composto por proteínas de baixo peso molecular, que não agridem o nosso intestino. Existem diferentes processos para extrair o Whey do soro, e são justamente esses processos que determinam se o produto final será benéfico ou prejudicial à nossa saúde. Mas por que o Dr. Samuel não o considera como um suplemento? Quando um nutricionista elabora um plano alimentar, ele calcula a quantidade ideal de proteína que você deve consumir diariamente, geralmente algo entre 1,6 e 1,8 gramas por quilo de peso corporal. Se você pesa 70kg, por exemplo, precisará de aproximadamente 126 gramas de proteína por dia (70kg x 1,8g/kg). O nutricionista, então, distribui essa quantidade entre as diferentes fontes de proteína ao longo do dia. Por exemplo, 100g de frango (o valor pode variar dependendo do tipo de frango) fornecem cerca de 26g de proteína. Dois ovos (cada um com cerca de 5-6g de proteína) contribuem com mais 10-12g. E assim por diante, até atingir a meta diária. Se o Whey Protein for incluído nesse cálculo, ele entra como mais uma fonte de proteína, substituindo outras fontes, e não como um "extra". Por exemplo, uma dose de Whey (geralmente em torno de 22g de proteína) pode substituir quatro ovos na sua dieta. Portanto, o Whey é um alimento que compõe a sua ingestão proteica diária, e não um suplemento que você adiciona "por cima" do que já consome. Whey Protein: para quem é indicado? Agora que entendemos o que é o Whey e como ele deve ser encarado, surge a pergunta: todo mundo deve tomar? A resposta é não. Não existe uma necessidade universal de consumir Whey Protein, assim como não existe um alimento que todos "tenham" que consumir. No entanto, alguns grupos podem se beneficiar mais do seu consumo. Um exemplo clássico são os idosos. Mais adiante, explicarei detalhadamente os motivos pelos quais o Whey pode ser especialmente vantajoso para a terceira idade. Muitas vezes, ao prescrever Whey para idosos, o médico percebe uma associação equivocada com suplementos para atividade física. Já ouviu pacientes dizerem: "Doutor, eu só tomo Whey nos dias em que me exercito". Esse é um erro comum. O Whey Protein não deve ser associado exclusivamente à prática de exercícios físicos. É verdade que atletas utilizam bastante o Whey, devido à sua necessidade de um aporte proteico maior e à praticidade que ele oferece. Mas isso não significa que ele seja exclusivo para esse público. Whey Protein e a saúde: benefícios e cuidados O nosso organismo não consegue absorver proteínas diretamente. Elas precisam ser quebradas em aminoácidos através de um processo chamado hidrólise, que ocorre no estômago. Os aminoácidos, sim, são essenciais para a vida. Um dos aspectos que torna o Whey Protein interessante é o seu aminograma, ou seja, a composição e quantidade dos aminoácidos presentes nele. O Whey é rico em aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs), que incluem leucina, isoleucina e valina. Os BCAAs são importantes para diversas funções no organismo. Pensando em medicina preventiva e longevidade, sabemos que precisamos preservar nossas estruturas ao longo dos anos. Uma dessas estruturas é a bainha de mielina, uma camada que envolve os nervos e axônios dos neurônios, fundamental para a manutenção da movimentação e sensibilidade. Os diabéticos, por exemplo, perdem muita bainha de mielina, o que explica a perda de sensibilidade nas extremidades. A bainha de mielina é composta por uma parte proteica e uma parte lipídica (ácidos graxos). Adivinhem qual é o principal componente da parte proteica? Isso mesmo, os BCAAs. Portanto, o Whey Protein é uma excelente fonte desses aminoácidos essenciais para a saúde da bainha de mielina. Efeito colateral: acne No entanto, é aqui que entra um possível efeito colateral: a acne. É comum (embora não seja a regra) que pessoas que consomem Whey relatem um aumento na oleosidade da pele e o surgimento de espinhas. Isso acontece porque a leucina, o aminoácido mais abundante nos BCAAs, interage diretamente com a insulina. Em pessoas com tendência à acne hormonal, o consumo de BCAAs, seja através do Whey ou de suplementos isolados de BCAAs, pode piorar o quadro. Se você está consumindo Whey e notou um aumento na acne, experimente interromper o uso e observe se há melhora. Proporção dos BCAAs Ao analisar o rótulo de um Whey Protein ou de um suplemento de BCAAs, você perceberá que a leucina geralmente está presente em maior quantidade, em proporções como 2:1:1, 4:1:1 ou até 10:1:1 em relação à isoleucina e valina. Isso ocorre porque a leucina estimula uma proteína chamada mTOR, que tem um papel anabólico, auxiliando no ganho de massa muscular. Portanto, a indústria, muitas vezes, prioriza a leucina para atender ao público que busca hipertrofia. Lactoferrina: um aliado do sistema imunológico Não posso falar de Whey Protein sem mencionar a lactoferrina, uma globulina presente no soro do leite com propriedades fantásticas para o sistema imunológico, especialmente na proteção contra infecções virais. Como ela age? Os vírus precisam de um hospedeiro para se replicar. Alguns vírus, como os enterovírus e rotavírus, se ligam a receptores específicos no intestino para "sugar" os nutrientes do hospedeiro. A lactoferrina tem uma alta afinidade por esses mesmos receptores. Ao se ligar a eles, a lactoferrina impede que os vírus se instalem e causem a infecção. Existem diversos estudos que comprovam a eficácia da lactoferrina no fortalecimento da imunidade. Inclusive, é possível manipular a lactoferrina isoladamente. O Dr. Samuel, durante a pandemia, experimentou e estava tomando lactoferrina manipulada para aumentar as chances de não desenvolver a forma grave do vírus. Não afirmou que a lactoferrina é uma cura para o coronavírus, mas sim que ela pode ser uma aliada na prevenção, com base em evidências científicas. Whey Protein e a atividade física: IGF-1 e GH Para os praticantes de atividade física, o Whey Protein também pode influenciar positivamente o IGF-1 (Insulin-like Growth Factor 1) e o GH (Growth Hormone), hormônios anabólicos que contribuem para a síntese de tecido muscular. Isso, obviamente, torna o Whey uma opção interessante para pessoas que buscam ganho de massa muscular, incluindo idosos que já apresentam perda de massa muscular relacionada à idade. Whey Protein e a saúde do idoso: digestão facilitada Além do benefício relacionado à massa muscular, o Whey Protein oferece uma vantagem ainda mais significativa para os idosos: facilita a digestão de proteínas. Com o envelhecimento, a produção de ácido clorídrico no estômago diminui. O ácido clorídrico é fundamental para a hidrólise das proteínas, ou seja, para quebrá-las em aminoácidos. Portanto, idosos com hipocloridria (baixa produção de ácido clorídrico) podem ter dificuldade em digerir proteínas, especialmente as de origem animal. Nesses casos, o Whey Protein surge como uma excelente alternativa. Mas atenção: não é qualquer Whey! Tipos de Whey Protein: qual escolher? Existem diferentes formas de se obter a proteína do soro do leite, e a escolha correta faz toda a diferença para a sua saúde. 1. Whey Protein Concentrado (WPC) É a forma mais barata e, na minha opinião, a menos saudável. Nesse processo, a proteína é extraída por concentração, mas carrega consigo resíduos indesejados, como lactose, caseína e toxinas. O WPC é o mais comum no mercado devido ao seu baixo custo, mas o Dr. Samuel não recomenda o seu consumo. 2. Whey Protein Isolado (WPI) Nesse processo, a proteína é isolada, resultando em um produto mais puro, com menor teor de lactose, caseína e gordura. No rótulo, você encontrará a sigla WPI. Alguns produtos misturam WPC e WPI. Para saber qual predomina, observe a ordem dos ingredientes: o primeiro da lista é sempre o que está presente em maior quantidade. O Dr. Samuel não recomendo misturas de WPC e WPI. 2.1. Whey Protein Isolado por microfiltração cross-flow Dentro da categoria de Whey isolado, existem diferentes métodos de isolamento. O processo de microfiltração cross-flow é, de longe, o melhor deles. Ele garante uma proteína isolada e não desnaturada, ou seja, que mantém sua estrutura original, permitindo uma melhor absorçãopelo organismo. 4. Whey Protein Isolado e Hidrolisado Essa é a melhor opção disponível. Além de ser isolado pelo processo de microfiltração cross-flow, ele passa por um processo de hidrólise, que "pré-digere" a proteína, tornando sua absorção ainda mais rápida e eficiente. Muitas pessoas confundem os termos "isolado" e "hidrolisado", achando que são excludentes. Na verdade, um Whey pode ser isolado E hidrolisado, o que representa a forma mais biodisponível da proteína. Velocidade de absorção Todos os tipos de Whey Protein são considerados proteínas de absorção rápida. No entanto, dentro dessa categoria, o Whey concentrado é o mais lento, enquanto o Whey hidrolisado é o mais rápido, justamente por já estar "pré-digerido". Para idosos, que necessitam de uma proteína de fácil digestão e absorção, o Whey Protein isolado e hidrolisado é a escolha ideal. Whey Protein com leite: um erro grave! Para o Dr. Samuel é óbvio que misturar Whey Protein com leite é um erro grave! Ele já abordou extensivamente os malefícios do leite de vaca para a saúde humana. Adicionar leite ao seu Whey isolado e hidrolisado, a forma mais pura da proteína, é anular todos os benefícios e reintroduzir os componentes indesejados do leite. É um desperdício de dinheiro e um desserviço à sua saúde. Whey Protein e a alimentação natural O Dr. Samuel é um defensor ferrenho da alimentação natural e não industrializada. Continua acreditando que devemos priorizar alimentos in natura sempre que possível. No entanto, reconhece que, em certas situações, a praticidade se faz necessária. Imagine que você está viajando, passando o dia todo fora, e as únicas opções de alimentação são lanchonetes com alimentos pouco saudáveis. Nesses momentos, o Whey Protein pode ser uma alternativa prática e nutritiva. Como escolher um bom Whey Protein? Mesmo sendo um produto industrializado, é possível (e necessário!) escolher um Whey Protein de qualidade. Leia atentamente o rótulo e a lista de ingredientes! Existem indústrias sérias que oferecem proteínas isoladas por microfiltração cross-flow e hidrolisadas, sem aditivos químicos desnecessários. Algumas utilizam cacau puro para dar sabor e stévia como adoçante natural. Procure por produtos limpos, com poucos ingredientes e sem aditivos artificiais. Proteínas vegetais: uma alternativa ao Whey Embora o foco deste texto seja o Whey Protein, é importante mencionar que existem outras fontes de proteína em pó, como as proteínas vegetais, extraídas do arroz, da lentilha, da ervilha, entre outras. Hoje em dia, as proteínas vegetais competem em pé de igualdade com o Whey em termos de qualidade e variedade. Prometo abordar mais as proteínas vegetais em textos futuros, pois elas também são uma excelente opção para quem busca uma alimentação saudável e equilibrada. Conclusão Espero ter esclarecido as principais dúvidas sobre o Whey Protein. Lembrem-se: ele não é um suplemento milagroso, mas sim uma fonte de proteína que pode ser útil em determinadas situações. A escolha do tipo certo de Whey e a atenção aos ingredientes são fundamentais para garantir que você está consumindo um produto de qualidade e que trará benefícios à sua saúde. Siga @drsamueldallelaste no Instagram. Fontes de consulta 1. LASTE, Samuel Dalle. Quais os benefícios do WHEY PROTEIN? Descubra se você precisa tomar. Disponível em: <https://youtu.be/4fa3J4ZA_Mc>. Acesso em: 29 dez. 2024. Você já consome Whey Protein? Qual? Compartilhe nos comentários.
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Existe uma quantidade mínima ideal de cardio para fazer por semana?
Qual é o mínimo de cardio semanal? Nesta matéria vamos falar de um assunto que sempre gera dúvidas: CARDIO. Muita gente pergunta: "qual o mínimo de cardio que eu preciso fazer para ter um shape legal e saúde?". Para responder a esta pergunta, vamos nos valer das lições do personal Leandro Twin. E a resposta, como sempre, é: depende. Mas calma vamos tentar explicar tudo! Por que fazer cardio? Podemos apresentar 3 grandes motivos para se fazer exercício cardiovascular: Estética (Shape): sim, o cardio ajuda a queimar gordura e a manter um percentual de gordura baixo, o que contribui para aquele shape bacana que todo mundo quer. Condicionamento cardiorrespiratório e hipertrofia: um bom condicionamento te permite treinar melhor na musculação. Já percebeu que em exercícios como o agachamento livre você cansa muito mais rápido do que em uma rosca concentrada? Isso acontece porque o seu coração e pulmão podem falhar antes da musculatura alvo. O cardio melhora essa capacidade, permitindo que você treine mais próximo da falha e, consequentemente, hipertrofie mais. Saúde: e, claro, a saúde cardiovascular! O cardio é fundamental para a saúde do seu coração e para a longevidade. Qual o mínimo de cardio para um shape legal e saúde? A quantidade ideal varia de acordo com seus objetivos e individualidade. Se você quer manter 10% de gordura, vai precisar de mais cardio do que se quiser manter 15%, por exemplo. Ambos são saudáveis, mas atingir e manter 10% exige mais esforço e, provavelmente, mais aeróbico. Vamos usar como base um shape legal, considerando um homem natural com 12% de gordura e uma mulher com 18%. Lembre-se: esses números não são regras absolutas, a genética influencia bastante. Aqui vai uma sugestão, levando em conta o MÍNIMO: Cardio de Alta Intensidade (HIIT ou Aeróbico Sustentado): 20 minutos, 3 vezes por semana. HIIT: Você pode fazer 1 minuto de corrida intensa, no seu máximo, seguido de 1 minuto de caminhada leve, recuperando o fôlego. Repita esse ciclo até completar 20 minutos. Eu particularmente gosto bastante do HIIT, acho mais motivador. Aeróbico sustentado: Mantenha sua frequência cardíaca acima de 140-160 bpm (se conseguir) por 20 minutos. Pode ser na esteira, bicicleta, elíptico, o que você preferir. Cardio de baixa intensidade (caminhada acelerada): 1 hora, 1 a 2 vezes por semana. Isso vai ajudar a aumentar o gasto calórico e auxiliar na queima de gordura. A caminhada não é tão eficiente para melhorar o condicionamento quanto o cardio de alta intensidade, mas é uma boa opção para complementar. Segue uma tabela da sugestão mínima de cardio: Tipo de Cardio Duração Frequência Semanal Descrição Alta Intensidade (HIIT ou Aeróbico Sustentado) 20 minutos 3 vezes por semana HIIT: 1 minuto de esforço máximo (corrida) seguido de 1 minuto de recuperação (caminhada leve). Aeróbico Sustentado: Manter a frequência cardíaca acima de 140-160 bpm. Baixa Intensidade (Caminhada Acelerada) 1 hora 1 a 2 vezes por semana Caminhada em ritmo acelerado, mas que ainda permita conversação. Alta Intensidade (Reduzido) *se já possui bom condicionamento 20 minutos 2 vezes por semana HIIT: 1 minuto de esforço máximo (corrida) seguido de 1 minuto de recuperação (caminhada leve). Aeróbico Sustentado: Manter a frequência cardíaca acima de 140-160 bpm. Baixa Intensidade (Complementar) *se reduzir alta intensidade 1 hora Pelo menos 2 vezes por semana Caminhada em ritmo acelerado, para aumentar gasto calórico. Por que essa combinação? O cardio de alta intensidade vai melhorar seu condicionamento cardiorrespiratório, sua sensibilidade à insulina (o que torna seu metabolismo mais eficiente) e te ajudar a queimar gordura. Se você já tem um bom condicionamento e quer reduzir um pouco o cardio de alta intensidade, pode fazer 2 vezes por semana, mas aí eu recomendo aumentar o cardio de baixa intensidade para pelo menos 2 horas semanais. Musculação x cardio para o coração: entenda a diferença! Muita gente acha que só a musculação é suficiente para a saúde do coração. Mais ou menos. Vou explicar de forma simples. Imagine que o coração tem uma câmara, um espaço onde o sangue se acumula. Quando o coração bate, esse sangue é bombeado para as artérias. A musculação fortalece a parede dessa câmara, deixando ela mais forte e eficiente em bombear o sangue. É como se fosse o coração de um atleta, forte e funcional. O cardio de alta intensidade aumenta o TAMANHO dessa câmara. Com uma câmara maior, o coração consegue bombear mais sangue a cada batida. Isso significa que ele precisa bater menos vezes para fazer o mesmo trabalho. Sua frequência cardíaca em repouso diminui, e durante o exercício também. Isso é ótimo para a longevidade! Conclusão: cardio é vida! Fazer o mínimo de cardio recomendado vai te ajudar a ter um shape bacana, melhorar seu desempenho na musculação e, o mais importante, cuidar da sua saúde cardiovascular. Lembre-se: esse é um guia muito básico, simplificado, o ideal é sempre buscar orientação profissional para adequar o treino às suas necessidades individuais. Siga @leandrotwin no Instagram. Fontes de consulta 1. TWIN, Leandro. Qual o mínimo de cardio que eu devo fazer por semana? Disponível em: <https://youtu.be/i_T4rnpsEPI>. Acesso em: 29 dez. 2024. Você tem feito cardio ou somente musculação? Deixe nos comentários.
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Posso emagrecer comendo carboidrato: pão, arroz, batata, macarrão? E ainda ganhar músculos?
Introdução Com base nos ensinamentos da nutricionista Thaisa Leal, vamos desvendar os segredos do emagrecimento definitivo, explorando a verdade sobre os carboidratos e desvendando o caminho para conquistar o corpo dos seus sonhos, com saúde e sem sofrimento. Espero que possa transformar a sua vida e a sua relação com a comida! Adeus ao terrorismo nutricional! Sabe aquela história de que carboidrato engorda? Aquela crença de que para emagrecer é preciso cortar o pão, a tapioca, o arroz e a batata? Pois é, hoje vamos desmascarar esse mito e entender por que ele é um dos maiores equívocos que te impedem de alcançar seus objetivos. Vivemos em uma era de terrorismo nutricional, onde informações sensacionalistas e errôneas se espalham como um vírus, gerando medo e confusão. Mas calma! Existe uma diferença crucial entre o terrorismo nutricional e aquela verdade que, muitas vezes, dói admitir. O terrorismo é, na maioria das vezes, uma mentira disfarçada de alerta, enquanto a verdade que dói é um alerta real, baseado em fatos e na preocupação genuína com a sua saúde. E, infelizmente, a ideia de que carboidrato é vilão se encaixa na categoria de terrorismo nutricional. Ela surgiu, provavelmente, de uma distorção da informação original. Lá atrás, talvez um profissional bem-intencionado tenha alertado sobre o consumo excessivo de carboidratos, especialmente os refinados, presentes em produtos industrializados. Mas, como em um telefone sem fio, a mensagem foi se modificando, e o "consumir carboidratos em excesso" se transformou em "carboidratos engordam e devem ser eliminados". Desvendando o mito: por que o carboidrato, na verdade, te ajuda a emagrecer? A verdade é que o carboidrato é essencial para o seu corpo e, quando consumido da forma correta, é um poderoso aliado no processo de emagrecimento. Vou te dar cinco motivos para você amar os carboidratos e nunca mais ter medo deles: 1. Carboidratos controlam a sua fome Sim, é verdade que os carboidratos têm uma digestão mais rápida que as proteínas. Mas eles são a nossa fonte primária de energia! Quando você não os consome em quantidade suficiente, seu corpo entra em estado de alerta, pedindo por mais energia. Sabe o que acontece? A fome aumenta, e os desejos por doces se tornam incontroláveis. É o seu corpo, inteligentemente, buscando uma fonte rápida de energia, que ele encontra no açúcar. Resultado? Você acaba comendo mais do que deveria, muitas vezes de forma compulsiva, e se sentindo frustrada por "não conseguir seguir a dieta". 2. Carboidratos são ricos em fibras Alimentos de origem vegetal, ricos em carboidratos, são também ricos em fibras. E as fibras, minhas queridas, são as melhores amigas de quem quer emagrecer! Elas promovem saciedade, ou seja, te deixam satisfeita por mais tempo, e ainda regulam o seu intestino, evitando aquele inchaço abdominal desagradável. Pense bem: onde encontramos fibras? Em frango, carne, peixe, leite, queijo? Não! Fibras estão nos vegetais, nas frutas, nos grãos integrais. Se você corta os carboidratos, corta também as fibras e perde todos esses benefícios. 3. Carboidratos são a energia que move o seu corpo Seu coração está batendo, seus pulmões estão respirando, seu cérebro está funcionando graças à energia fornecida pelos carboidratos. Sem eles, tudo fica mais lento, prejudicado. Você se sente fraca, sem disposição para nada, até mesmo para treinar. E, cá entre nós, quem quer ficar fraco e desanimado? Queremos energia para viver a vida plenamente, para praticar atividade física e conquistar o corpo dos sonhos! 4. Carboidratos são essenciais para a sua massa muscular Para construir e manter massa muscular, você precisa de proteína, certo? Certo! Mas, para que a proteína seja metabolizada e utilizada pelo seu corpo na construção muscular, adivinhe só? Você precisa da energia dos carboidratos! Sem eles, seu corpo começa a utilizar a proteína como fonte de energia, inclusive a proteína dos seus músculos. Resultado? Perda de massa muscular, metabolismo mais lento e dificuldade para emagrecer. 5. Carboidratos são menos calóricos que a gordura Vamos aos números: 1 grama de carboidrato tem 4 calorias. 1 grama de proteína também tem 4 calorias. 1 grama de gordura tem 9 calorias. Ou seja, muitas vezes, na tentativa de cortar carboidratos, as pessoas acabam exagerando nas gorduras, mesmo as "boas", como castanhas e azeite, e consomem mais calorias do que deveriam. Chega de sofrer! Emagreça comendo e ficando com a barriga cheia! Talvez você esteja se perguntando: "se o problema são os industrializados, a batata doce é realmente melhor que a batata inglesa?". A resposta é: elas são diferentes, mas ambas podem fazer parte de uma alimentação saudável. A batata inglesa, inclusive, tem menos calorias que a batata doce em uma mesma quantidade. O segredo está no equilíbrio e na quantidade consumida. A grande questão é que, com o passar dos anos, houve um aumento significativo no consumo de produtos industrializados ricos em carboidratos refinados e açúcares adicionados. Pães, biscoitos, doces... Esses sim são os verdadeiros vilões, pois são consumidos em excesso e contribuem para o ganho de peso e para diversos problemas de saúde. O segredo do sucesso: perdendo gordura e ganhando massa muscular Agora que você já entendeu que os carboidratos são seus aliados, vamos ao que interessa: como perder gordura e, ao mesmo tempo, manter ou até mesmo ganhar massa muscular? Sim, isso é possível! E eu vou te mostrar o caminho, com seis passos essenciais: Passo 1: esqueça a fome! Seu corpo é como um carro, que precisa de combustível para funcionar. Se você não colocar combustível, ou colocar o combustível errado, ele não vai funcionar direito. Você é uma Ferrari, um carro potente, lindo e desejado, e merece o melhor combustível! Comer pouco e passar fome só vai te deixar fraca, desanimado e com mais chances de perder massa muscular. Passo 2: proteína em todas as refeições! A proteína é a chave para a saciedade e para a construção muscular. Ela tem uma digestão mais lenta, te deixando satisfeita por mais tempo e acelerando o seu metabolismo. Inclua fontes de proteína em todas as suas refeições, como: Ovos: Versáteis e práticos, podem ser consumidos no café da manhã, em omeletes, mexidos ou cozidos. Queijos: Opte por versões light, como queijo branco, ricota ou cottage, para reduzir o teor de gordura. Carnes magras: Frango, peixe, carne vermelha magra (como patinho ou filé mignon) são ótimas opções para o almoço e jantar. Atum e sardinha em lata: Práticos e acessíveis, são ótimos para lanches rápidos. Misture com requeijão light ou creme de ricota para uma pastinha deliciosa. Iogurtes e bebidas proteicas: Escolha opções com baixo teor de gordura e sem adição de açúcar. Whey protein: Um suplemento proteico que pode ser adicionado a vitaminas, iogurtes ou receitas. Para vegetarianos e veganos: Tofu, carne de soja e combinações como arroz e feijão garantem um bom aporte proteico. Leguminosas: Lentilha e grão de bico (que apesar de muitos pensarem que são majoritariamente fonte de proteínas, são majoritariamente fontes de carboidratos). Passo 3: carboidratos na medida certa! Eles são essenciais para fornecer energia para o seu corpo, inclusive para a síntese proteica. Inclua fontes de carboidratos complexos e integrais em todas as suas refeições principais: Arroz (branco ou integral): Sim, você pode comer arroz branco! Eu mesma prefiro o branco e consumo na minha dieta. O importante é a quantidade e a combinação com outros alimentos. Batatas (inglesa, doce, baroa): Cozidas, assadas ou em purês, são ótimas fontes de energia. Aipim/Mandioca/Macaxeira: Um carboidrato delicioso e nutritivo. Macarrão (integral ou tradicional): Mais uma vez, a moderação é a chave. Quinoa: Uma excelente fonte de carboidratos e proteínas. Pães e tapiocas: Opte por versões integrais e combine sempre com uma fonte de proteína. Passo 4: musculação, sua melhor amiga! A atividade física de força, como a musculação, é fundamental para estimular o ganho de massa muscular. Quando você treina, você "machuca" seus músculos, e é durante o sono, com a ingestão adequada de nutrientes, que eles se recuperam e crescem (hipertrofia). Não tenha medo de pegar peso! Você não vai ficar "bombadona" ou "bombadão" do dia para a noite. Lembre-se, a construção muscular é um processo gradual e exige dedicação. Passo 5: aeróbicos para queimar calorias! Atividades aeróbicas, como corrida, caminhada em ritmo acelerado, bicicleta e transport, são importantes para aumentar o gasto calórico e potencializar a perda de gordura. O ideal é combinar musculação e aeróbicos para obter os melhores resultados. Eu, por exemplo, costumo fazer musculação de perna e, em seguida, um aeróbico leve. Em outros dias, priorizo a corrida e faço musculação de braços depois. O importante é se movimentar e encontrar uma rotina que você consiga manter. Passo 6: durma como uma rainha ou como um rei! O sono é o momento em que seu corpo se recupera do treino e produz hormônios importantes para o metabolismo e o ganho de massa muscular, como o GH (hormônio do crescimento). Dormir mal aumenta a fome, a ansiedade e a preferência por alimentos calóricos. Embora eu saiba que nem sempre é fácil ter uma noite de sono perfeita, procure dormir de 7 a 9 horas por noite, sempre que possível. Meu cardápio diário para emagrecimento Para exemplificar como Thaisa aplica esses princípios na prática, vou compartilhar o cardápio diário com vocês: Café da manhã: 2 colheres de tapioca + 3 ovos + 1 iogurte pequeno desnatado com fruta. Almoço: 100-120g de arroz branco + 120g de frango, carne ou peixe + 200-300g de legumes (um prato bem generoso!). Lanche da tarde: Repito o café da manhã, mas sem o iogurte com fruta (ou faço uma panqueca de banana com aveia, ovo e whey protein). Jantar: O mesmo do almoço. Ceia (se necessário): uma fruta ou iogurte, para "tapear" a fome antes de dormir. Lembre-se: Este é apenas um exemplo, e as quantidades podem variar de acordo com as suas necessidades individuais. O importante é entender os princípios e adaptá-los à sua realidade. Comprometa-se com a mudança e alcance o corpo dos seus sonhos! Eu sei que, no início, pode parecer muita informação. Mas eu garanto que, com o tempo, tudo isso vai se tornar automático. Comece aos poucos, ajustando uma refeição de cada vez, e logo você estará colhendo os frutos de uma alimentação saudável e equilibrada. E lembre-se, a jornada do emagrecimento não é linear. Haverá dias bons e dias ruins. O importante é não desistir! Levante a cabeça, ajuste o que for necessário e siga em frente. Siga @lealthaisa no Instagram. Fontes de consulta 1. LEAL, Thaisa. Emagreça comendo carboidrato: pão, arroz, batata, macarrão | ep01. Disponível em: <https://youtu.be/NLvorZyuYhQ>. Acesso em: 28 dez. 2024. 2. LEAL, Thaisa. Como perder gordura e ganhar massa muscular ao mesmo tempo? | ep 02. Disponível em: <https://youtu.be/03UfqFGFmiM>. Acesso em: 28 dez. 2024. Como está sendo a sua jornada para emagrecer e ganhar mais músculos? Compartilhe nos comentários.
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Mais testosterona com suco de limão e romã!
Aumente sua testosterona naturalmente: a solução simples com limão e romã A testosterona é um hormônio essencial para a saúde masculina. Muito além de sua relação com a função sexual, ela desempenha um papel vital no sistema cardiovascular, regulação da pressão arterial, energia, massa muscular, densidade óssea e bem-estar geral. Neste artigo, com base nos ensinamentos do médico Dr. Marco Menelau, abordo por que seus níveis de testosterona podem estar baixos e apresento uma solução natural e eficaz para aumentar este hormônio essencial: o suco de limão com romã. O que acontece com a testosterona ao longo do tempo? A partir dos 35 anos, é natural que os níveis de testosterona comecem a cair. No entanto, essa redução não deveria ser acentuada. Níveis muito baixos de testosterona (abaixo de 400 ng/dL) colocam a saúde masculina em risco, incluindo: Problemas cardiovasculares (infartos, AVCs e insuficiência cardíaca); Hipertensão; Disfunção erétil e infertilidade; Perda de massa muscular e aumento de gordura corporal. Testosterona baixa também está associada a um maior risco de morte por doenças cardíacas, que são a principal causa de óbitos em homens no mundo inteiro. Mitos sobre a testosterona Muitos mitos cercam o uso de testosterona e seus efeitos. Aqui estão os mais comuns e o que a ciência tem a dizer: Testosterona causa câncer de próstata: isso é falso. Se fosse verdade, jovens de 20 anos, que possuem níveis naturalmente altos de testosterona (1200-1300 ng/dL), teriam mais câncer de próstata, o que não é o caso. Testosterona bioidêntica pode ser usada indiscriminadamente: também é falso. Em homens obesos, por exemplo, o excesso de gordura estimula a produção da enzima aromatase, que converte testosterona em estrogênio, agravando o problema. Obesidade e testosterona baixa Homens acima do peso têm maior risco de testosterona baixa devido ao excesso de aromatase, uma enzima produzida pelo tecido adiposo. Essa enzima transforma a testosterona em estrogênio, levando a um ciclo vicioso de: Queda na testosterona; Aumento do estrogênio; Redução da massa muscular; Acúmulo ainda maior de gordura. Como resultado, muitos homens obesos também sofrem de disfunção erétil, infertilidade e doenças cardiovasculares. A solução natural: limão e romã A natureza nos oferece uma solução simples e eficaz para combater a baixa testosterona: o suco de limão e romã. Esses dois alimentos são repletos de compostos que inibem a aromatase, ajudando a aumentar os níveis de testosterona disponíveis no corpo. Por que o limão e a romã funcionam? 1. Limão: A casca e a parte branca (pele interna) do limão contêm flavonoides e vitamina P (rutina), que inibem a aromatase. 2. Romã: Rica em ácido elágico, um potente inibidor da aromatase. Tradicionalmente conhecida como um afrodisíaco e uma fruta que promove a fertilidade masculina. Receita do suco de limão com romã Para aproveitar os benefícios do limão e da romã, siga esta receita simples: Ingredientes: 1 romã pequena (ou metade de uma grande); 1 limão (com casca); 300 ml de água mineral ou água de coco. Modo de preparo: Retire as sementes da romã (a parte vermelha) e coloque no liquidificador. Corte o limão em 4 partes e adicione ao liquidificador com casca. Adicione 300 ml de água ou água de coco. Bata bem. Coe antes de beber. Como consumir: Tome o suco uma vez ao dia, preferencialmente em jejum ou após uma refeição. Não adicione açúcar ou adoçantes. Resultados esperados O consumo regular do suco de limão com romã pode: Aumentar os níveis de testosterona; Reduzir o estrogênio em homens obesos; Melhorar a saúde cardiovascular; Promover a fertilidade e o desempenho sexual. A natureza é a melhor farmácia A natureza é a "fábrica original" de onde nosso corpo veio. Assim como um carro funciona melhor com peças originais, nosso corpo também precisa de remédios naturais para funcionar plenamente. Medicamentos sintéticos podem ser necessários em alguns casos, mas os alimentos funcionais devem ser valorizados como uma solução poderosa para manter a saúde. Conclusão Se você ou alguém que você conhece está lutando com testosterona baixa, especialmente devido à obesidade, experimente o suco de limão com romã. Essa pode ser uma solução natural e muito acessível. Lembre-se: comida é remédio, e a maior farmácia do mundo está na natureza! Siga @marcomenelau no Instagram. Fontes de consulta 1. MENELAU, Marco. Solução simples para aumentar a testosterona! Incrível! Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=O7hznDeDJ9>. Acesso em: 27 dez. 2024. Você já experimentou o limão com romã para dar uma turbinada na sua testosterona? Deixe nos comentários.
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Água com limão todos os dias: o jeito certo de tomar!
Água com limão é um hábito saudável? Com base nos ensinamentos do Dr. André Wambier, cardiologista, vamos falar sobre um hábito simples que tem ganhado muita popularidade: tomar um copo de água com limão todos os dias. Será que essa bebida realmente traz tantos benefícios quanto dizem? A resposta é sim, mas com algumas ressalvas. Vamos desvendar os mitos e verdades sobre a água com limão e explorar as razões científicas que a tornam uma aliada poderosa do seu bem-estar. Água com limão: milagre ou exagero? Antes de mais nada, precisamos ser sinceros: a água com limão não é uma bebida milagrosa. No entanto, seus benefícios são reais e surpreendentes. Ao longo deste artigo, vamos detalhar 7 motivos para tornar o consumo diário de água com limão um hábito, esclarecendo como ela age no seu organismo e o que você pode esperar de forma realista. Os 7 benefícios da água com limão Vamos direto ao ponto, sem enrolação! Aqui estão as 7 principais razões pelas quais tanta gente adotou essa bebida: 1. Aliada do fígado saudável Muitas pessoas sofrem com gordura no fígado, frequentemente causada pelo excesso de açúcar, especialmente a frutose do xarope de milho, tão presente em produtos industrializados. Ao adotar o hábito de tomar água com limão, você naturalmente tende a fazer escolhas mais saudáveis, como evitar refrigerantes e sucos de caixinha. Um limão tem cerca de 20 calorias e apenas 3 gramas de açúcar – muito pouco! E para fazer a água com limão, você usará apenas meio limão. Comparado a um suco de laranja, que tem cerca de 120 calorias e 25g de açúcar, a água com limão (cerca de 10 calorias) é uma troca inteligente para o seu café da manhã. Essa simples mudança já contribui para a redução da gordura no fígado. Lembre-se, o excesso de açúcar que consumimos acaba se depositando no fígado. Dica de ouro: se você busca reduzir a gordura no fígado, comece hoje trocando bebidas açucaradas ou com adoçantes (que também não são saudáveis, podendo aumentar o risco de diabetes) por água com limão. Esse é o primeiro passo para uma cascata de boas escolhas! 2. Digestão facilitada Se você sofre de estufamento, desconforto abdominal ou constipação, a água com limão pode ser uma grande aliada. Ela estimula a produção de sucos gástricos e bile, que atua como um "detergente" natural, quebrando as gorduras e facilitando sua absorção pelo intestino. Além disso, a água hidrata, ajudando no combate à constipação. E tem mais: a polpa do limão contém pectina, uma fibra solúvel que beneficia a saúde intestinal, retarda a digestão de açúcares e amidos, auxiliando no controle do açúcar no sangue. A água com limão também pode aumentar o peristaltismo, os movimentos intestinais que ajudam na digestão. Um estudo em ratinhos que tomaram água com limão ao longo da vida mostrou um aumento na expectativa de vida e uma microbiota intestinal mais estável, com redução da disbiose intestinal (desequilíbrio das bactérias intestinais). Lembre-se: um intestino saudável está relacionado à imunidade e até ao nosso humor! 3. Pele radiante Esse é o benefício que atrai muitas celebridades, como Jennifer Aniston, Gisele Bündchen, Naomi Campbell e Beyoncé. Os limões são uma boa fonte de vitamina C, um poderoso antioxidante que contribui para uma pele mais firme e elástica, auxiliando na produção de colágeno e reduzindo inflamações como vermelhidão e acne. A hidratação proporcionada pela água também é fundamental para uma pele viçosa. No entanto, é importante ressaltar que a quantidade de vitamina C em um copo de água com limão não é suficiente para transformar radicalmente sua pele. Ela fornece cerca de 20% da ingestão diária recomendada, o que é um bom auxílio, mas não um milagre. Uma alimentação equilibrada, rica em frutas e verduras, é essencial para maximizar a nutrição da sua pele. 4. Prevenção de pedras nos rins Se você sofre com pedras nos rins, preste atenção! A recomendação mais básica é aumentar a ingestão de líquidos, e a água com limão pode te ajudar a beber mais água. Mas o benefício principal vem do citrato presente no limão. Ele se liga ao cálcio na urina, reduzindo a formação de pedras de oxalato de cálcio (as mais comuns). Para quem tem pedras de ácido úrico, o citrato alcaliniza a urina, tornando o ambiente menos propício para a formação dessas pedras. Portanto, se você tem predisposição a pedras nos rins, a água com limão é uma excelente aliada, em conjunto com uma boa hidratação. 5. Hálito fresco O limão possui propriedades antibacterianas naturais. O ácido cítrico ajuda a inibir o crescimento das bactérias na boca que causam mau hálito. Além disso, por ser ácida, a água com limão estimula a produção de saliva, que ajuda a limpar a boca e eliminar partículas de alimentos que também contribuem para o mau cheiro. Importante: a água com limão não substitui a escovação, o uso do fio dental e as visitas regulares ao dentista. Ela é um complemento para uma boa rotina de higiene bucal. Se o mau hálito persistir, procure um dentista para investigar a causa. 6. Hidratação eficiente Sabemos que muita gente não bebe água suficiente. A hidratação é fundamental para todas as funções do corpo: pele, rins, digestão, função cognitiva, prevenção de cãibras e até para a energia e clareza mental! Idosos, pessoas com problemas de saúde, quem vive em climas secos e quentes, quem exagera no álcool e atletas têm maior risco de desidratação. Para quem acha a água sem graça, o limão adiciona um sabor agradável, incentivando o consumo. Além disso, o limão pode oferecer eletrólitos que auxiliam no transporte de água, saciando a sede de forma mais eficaz e mantendo seu corpo funcionando melhor do que se você consumisse apenas água pura. Eu começo meu dia tomando 3 copos d’água e sinto uma diferença enorme na minha energia! 7. Auxílio na perda de peso A água com limão pode ser um pequeno truque para ajudar na perda de peso, especialmente se você aumentar a ingestão de água e substituir bebidas calóricas por ela – exatamente o que mencionei sobre a gordura no fígado. Atenção: a água com limão não acelera o metabolismo nem derrete gordurinhas. Em uma pesquisa que citei anteriormente com ratinhos, não houve diferença no peso entre os grupos que beberam água e água com limão. O grande benefício aqui é a substituição. Trocar refrigerantes, sucos, café ou chá com açúcar por água com limão ajuda a reduzir a ingestão calórica, diminui os níveis de insulina circulante (que dá fome) e reduz a resistência à insulina (que leva a pré-diabetes e diabetes). Pense no impacto de substituir seu suco de laranja ou sua Coca-Cola® por água com limão, não apenas uma vez, mas 20, 30 vezes por mês, e multiplique isso por 10 anos! Sua balança e sua cintura agradecerão. Dúvidas frequentes 1. Qual o melhor horário para tomar água com limão? Para a pele e os rins, qualquer horário é bom. Para auxiliar na perda de peso, estudos sugerem que beber água antes das refeições pode ajudar a comer menos. Nesse caso, recomendo antes da sua principal refeição. 2. Água com limão afina o sangue? Mito! O limão não causa anemia. Na verdade, a vitamina C do limão ajuda na absorção do ferro, prevenindo a anemia ferropriva. Também não tem efeitos anticoagulantes, então fique tranquilo. 3. Água com limão alcaliniza o sangue? Outro mito! O pH do nosso sangue é rigorosamente controlado pelos rins e pulmões e não é alterado pelo que comemos ou bebemos. A água com limão pode alcalinizar a urina, mas não o sangue. Os possíveis perigos da água com limão Embora geralmente segura, a água com limão pode ter alguns efeitos adversos: Problemas gástricos: se consumida em jejum, pode causar gastrite, refluxo e até úlceras, pois aumenta a produção de ácido no estômago. Desgaste do esmalte dos dentes: o ácido cítrico pode tornar os dentes mais sensíveis. Considere beber com um canudo ou enxaguar a boca após o consumo. Quente ou fria? Qual a melhor temperatura? A escolha é sua! Eu prefiro gelada. Para quem sofre de constipação, a água morna pode ter um efeito laxante suave. Como preparar a água com limão? É simples: suco de meio limão para um copo d’água. Você pode adicionar hortelã, gengibre, manjericão, canela ou açafrão para dar um toque especial e obter benefícios antioxidantes e anti-inflamatórios adicionais. Evite adicionar mel, pois isso anulará alguns dos benefícios que mencionei, especialmente se o seu objetivo for perder peso. Conclusão: vale a pena? Depois de tudo isso, será que vale a pena incorporar a água com limão à sua rotina diária? Parece que sim! Embora exista algum exagero em torno de seus benefícios, a verdade é que beber água com limão é um hábito saudável e, na maior parte, sem riscos. Lembre-se: o que comemos e bebemos não se resume apenas a calorias e vitaminas. Faz parte da nossa identidade e do nosso bem-estar emocional. Portanto, se você gosta de se cuidar, coloque limão na sua água regularmente. Essa bebida refrescante, de baixas calorias e açúcares, pode ser uma excelente forma de aumentar sua ingestão de vitamina C e, o mais importante, te ajudar a se afastar de bebidas açucaradas e inflamatórias, contribuindo para uma vida mais saudável. Siga @drandrewambieroficial no Instagram. Fontes de consulta 1. CARDIO DF. Use água com limão do jeito certo: vai transformar sua saúde e limpar a gordura do seu fígado? Disponível em: <https://youtu.be/zPnEtd_Koy8>. Acesso em: 26 dez. 2024. Você toma água com limão habitualmente? Deixe nos comentários.
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Tomei ADE nos glúteos e está aparecendo manchas roxas
@Renatasoares! Excelente notícia! Ainda bem que não foi nada grave. Aproveite essa experiência ruim e crie seu tópico para receber auxílio na dieta e treino, o que é mais saudável e eficiente para ter um shape bonito no longo prazo!
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5 mitos do fisiculturismo natural
5 mitos que todo fisiculturista natural precisa saber Nesta matéria, vamos nos inspirar nas lições de Jayme De Lamadrid Chaubet, fisiculturista natural profissional e competidor na WBF, a melhor federação de fisiculturismo natural do mundo. Vamos abordar 5 mitos comuns que cercam o fisiculturismo natural. Desde a dependência de “paradinhas” para ganhar massa muscular até a importância de uma boa periodização, desvendaremos essas ideias equivocadas para ajudá-lo a alcançar seus objetivos com saúde e eficiência. Vamos lá? Mito 1: não dá para ficar grande sem usar hormônios Esse mito é muito difundido, e não é difícil entender por quê. Estamos habituados a ver atletas que usam esteroides em competições, filmes de Hollywood e vídeos na internet. Porém, corpos musculosos e definidos já existiam antes do surgimento dos esteroides, lá na década de 1930. Exemplo histórico: Corpos como o de Steve Reeves (que competiu antes dos esteroides serem inventados) mostram que é possível desenvolver grande musculatura naturalmente. Estudos apontam que a genética tem um papel crucial no crescimento muscular. Um estudo de 2018 identificou genes específicos (como o ASB155, KLF10 e TPT1) que favorecem a hipertrofia. O que isso significa? Não se compare com quem usa esteroides. Concentre-se no que você pode fazer com a genética que tem e adote uma abordagem saudável e natural. Mito 2: mais treino significa mais progresso Treinar mais nem sempre é sinônimo de melhores resultados. Na verdade, o volume de treino deve ser controlado de forma estratégica, pois o corpo precisa de tempo para se recuperar. O que é volume de treino? Volume de treino é o trabalho total realizado, medido pelo número de repetições, carga ou séries. A abordagem mais comum é contabilizar o número de séries. Estudo relevante: Um estudo de 2018 comparou grupos realizando 9, 18 e 27 séries por semana. O grupo com volume moderado (18 séries) teve os melhores resultados. Conclusão: Não basta focar na quantidade. Preste atenção na qualidade: escolha os exercícios certos, execute a técnica corretamente e ajuste a intensidade de cada repetição. Mito 3: menos de 6 repetições é só para força, mais de 6 é só para hipertrofia Essa ideia está ultrapassada. Estudos mostram que hipertrofia pode ocorrer em um amplo intervalo de repetições, entre 6 e 30, desde que se trabalhe próximo à falha muscular. O que você deve fazer? Trabalhe com cargas mais pesadas para menos repetições (até 6) em alguns exercícios, visando força. Use faixas intermediárias de repetições (8 a 12) para maximizar hipertrofia. Evite faixas muito altas de repetições, pois podem ser menos eficientes e desgastantes. Dessa forma, você otimiza seus resultados sem gastar energia desnecessária. Mito 4: fisiculturismo natural prejudica a produção de testosterona Essa afirmação é completamente falsa. Quando feito corretamente, o fisiculturismo natural não prejudica os hormônios; pelo contrário, ele pode ajudar a aumentar a produção de testosterona naturalmente. Fatores que sustentam isso: Treinos bem estruturados e nutrição adequada contribuem para a saúde hormonal. Problemas surgem quando naturais tentam copiar protocolos agressivos de atletas que usam esteroides. Jayme compete há anos e seus exames de testosterona sempre apresentam resultados saudáveis. Além disso, na WBF, os atletas são submetidos a testes rigorosos para garantir que não utilizem substâncias proibidas. Mito 5: para manter o shape, basta treinar de forma consistente Se você conquistou um shape incrível e agora quer apenas “mantê-lo”, sinto dizer que não é tão simples. O corpo se adapta a estímulos constantes e começa a responder de forma decrescente. Como evitar regressão? Busque sempre progressos no treino, mesmo que pequenos (como aumentar carga, séries ou intensidade). Tenha metas desafiadoras para manter a motivação. A boa notícia é que, como natural, você terá mais facilidade para conservar sua musculatura, comparado a quem usa esteroides. Conclusão O fisiculturismo natural exige esforço, disciplina e paciência, mas o resultado é um corpo saudável e sustentável. Não abdique da sua saúde apenas para parecer bem fisicamente. A vida é mais do que isso, e eu tenho certeza de que você é mais esperto do que o Homer Simpson, que dizia: “Esse é um problema para o Homer do futuro.” Siga @jaymedelamadrid no Instagram. Fontes de consulta 1. JAYME FISICULTURISMO NATURAL. 5 MITOS sobre o fisiculturismo NATURAL. Disponível em: <https://youtu.be/YJgin4wJ4Fs>. Acesso em: 26 dez. 2024. Se você curtiu este conteúdo, compartilhe com seus amigos, deixe seus comentários sobre o fisiculturismo natural!
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Manteiga ghee: muitos benefícios! Adote-a hoje mesmo na sua dieta!
Os benefícios da manteiga ghee: um superalimento ancestral e moderno Se você já ouviu falar da manteiga ghee e ficou curioso sobre o que a torna especial, este artigo é para você. Neste texto, vamos explorar profundamente o que é a ghee, como é produzida, seus benefícios à saúde e por que ela pode ser uma excelente adição à sua alimentação. O que é a manteiga ghee? A manteiga ghee, também conhecida como manteiga clarificada, é um ingrediente amplamente utilizado na culinária indiana e na medicina ayurvédica há milhares de anos. Ela é feita através da clarificação da manteiga comum, removendo água, caseína e lactose, deixando apenas a gordura pura. Esse processo a torna mais estável e adequada para altas temperaturas, além de potencializar seus benefícios à saúde. Por que as gorduras são essenciais? As gorduras desempenham um papel fundamental no bom funcionamento do nosso organismo. Elas compõem as membranas celulares, auxiliam na absorção de vitaminas lipossolúveis (A, D, E, K) e são uma fonte densa de energia. Infelizmente, por muito tempo, as gorduras foram demonizadas. Hoje sabemos que, quando consumidas de forma consciente, são indispensáveis para a saúde. Gorduras boas como abacate, óleo de coco, azeite de oliva e manteiga ghee são verdadeiros aliados. Por outro lado, devemos evitar óleos vegetais refinados, como o de canola e girassol, que podem causar inflamações no organismo. Como a manteiga ghee é produzida? A ghee é feita aquecendo a manteiga em fogo baixo, permitindo que a água evapore e os sólidos do leite (caseína e lactose) se separem. O resultado é uma gordura pura, dourada e aromática. Se você optar por produzir ghee em casa, lembre-se de usar manteigas de alta qualidade, preferencialmente orgânicas, para garantir um produto final livre de toxinas. Existem vídeos detalhados online que ensinam todo o processo passo a passo. Principais benefícios da manteiga ghee A ghee é mais do que uma simples gordura culinária; ela é rica em nutrientes que promovem a saúde de forma abrangente. Aqui estão alguns de seus componentes mais notáveis: 1. Ácido butírico: Um poderoso anti-inflamatório que fortalece a saúde intestinal. Indicado para condições como doença de Crohn e colite ulcerativa. 2. Ácido linoleico conjugado (CLA): Auxilia no emagrecimento. Atua como antioxidante, combatendo radicais livres. 3. Colina: Importante para a formação de acetilcolina, um neurotransmissor que melhora a memória e a cognição. 4. Vitamina K2 (MK-7): Essencial para direcionar o cálcio para os ossos e dentes, prevenindo calcificações arteriais. Crucial para a saúde cardiovascular e articular. Sustentabilidade e ética É importante lembrar que a qualidade da ghee depende diretamente da qualidade da manteiga usada em sua produção. Além disso, o método de criação dos animais também é relevante. Infelizmente, a indústria de laticínios muitas vezes envolve práticas cruéis, como a separação de bezerros de suas mães. Por isso, opte por manteigas orgânicas e de produtores que respeitam o bem-estar animal. Consumir conscientemente é um ato de respeito à natureza e ao próprio corpo. Usos da manteiga ghee na culinária Uma das grandes vantagens da ghee é sua versatilidade. Ela é estável em altas temperaturas, o que a torna ideal para frituras, refogados e assados. Seu sabor neutro e aroma suave não interferem nas receitas, permitindo sua utilização em pratos doces e salgados. Se preferir outras opções, o óleo de coco e a banha de porco (desde que não industrializada) são boas alternativas. A ghee na medicina ayurvédica Na Ayurveda, a ghee é considerada um alimento sagrado. Além de ser usada na culinária, ela também tem aplicações terapêuticas. É usada para hidratar a pele e como base para massoterapias. Além disso, é considerada um "carreador" de nutrientes, ajudando na absorção de ervas medicinais. Considerações finais A manteiga ghee é uma gordura nobre, rica em benefícios para a saúde, desde que consumida com moderação e preparada a partir de ingredientes de qualidade. Produzi-la em casa pode ser uma experiência gratificante, mas, caso prefira comprar, escolha marcas confiáveis e com valores sustentáveis. Incorporar a ghee na sua rotina é um passo para melhorar a saúde e valorizar práticas alimentares mais conscientes. Experimente e descubra como esse superalimento pode transformar sua culinária e seu bem-estar! Siga @drsamueldallelaste no Instagram. Fontes de consulta 1. LASTE, Samuel Dalle. MANTEIGA GHEE é saudável? O que devo cuidar? Disponível em: <https://youtu.be/jmOJ6Kg2Vk0>. Acesso em: 26 dez. 2024. Você já incluiu a manteiga ghee na sua dieta? Após a leitura desta matéria vai incluir, certo? Deixe nos comentários.
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Divisão de treino para mulheres com Taymila Miranda
Desvendando a divisão de treinos de musculação Você sabia que o verdadeiro crescimento muscular acontece durante o descanso? Pois é, esse é o segredo que muitas pessoas ignoram quando planejam seus treinos. Nesta matéria, vamos ensinar como dividir o seu treino de forma eficiente, garantindo o desenvolvimento muscular ideal e respeitando os intervalos de descanso, tudo com a experiência da maravilhosa personal Taymila Miranda. Vamos desvendar esse mistério juntos? Continue lendo! 1. O papel do descanso no crescimento muscular Antes de tudo, é importante entender que o músculo não se desenvolve apenas durante o treino. Enquanto treinamos, damos o estímulo que causa microlesões nas fibras musculares. O crescimento real acontece no período de recuperação, quando essas fibras são reparadas. Por isso, respeitar o intervalo de descanso entre os treinos é fundamental para permitir que os músculos se recuperem e cresçam. 2. Evite treinar grupos correlacionados em dias seguidos Alguns grupos musculares trabalham em conjunto durante os exercícios. Por exemplo: Membros inferiores: ao fazer agachamento, leg press ou afundo, você trabalha não apenas as pernas, mas também os glúteos e o posterior de coxa. Membros superiores: Exercícios como remada ou puxada ativam costas e bíceps ao mesmo tempo. Treinar grupos musculares relacionados em dias consecutivos atrapalha a recuperação e pode comprometer o desenvolvimento muscular. Um planejamento cuidadoso evita esses conflitos. 3. A divisão ideal de treino de musculação Uma divisão bem planejada permite treinar todos os grupos musculares, respeitando os intervalos de descanso. Aqui está a sugestão: Segunda-feira: perna e glúteos Terça-feira: membros superiores (costas, peito, ombros, bíceps, tríceps) + abdômen Quarta-feira: cardio ou HIIT (treino alternativo) Quinta-feira: perna e glúteos Sexta-feira: membros superiores + abdômen Sábado: perna e glúteos Domingo: descanso ou atividade leve (caminhada) 4. Por que essa divisão é eficiente? Treinar pernas e glúteos intensamente na segunda-feira, por exemplo, exige um intervalo maior para recuperação antes de repetir o treino na quinta-feira. Isso respeita o ciclo natural de dor muscular, que costuma atingir seu pico dois dias após o treino. Já os membros superiores não precisam de uma divisão tão fragmentada. Em um único treino, você pode trabalhar costas, peito, ombros, bíceps e tríceps com exercícios compostos e finalizando com movimentos isolados. 5. Estruturando seus treinos de membros superiores Para otimizar o tempo e aumentar a eficiência, aqui vai a dica: Comece com exercícios compostos, como: Flexão de braço ou supino (peito, ombro e tríceps) Puxada ou remada (costas e bíceps) Finalize com exercícios isolados, como: Um movimento específico para bíceps Outro para tríceps Inclua abdominais como descanso ativo entre as séries para aumentar o gasto calórico e dinamizar o treino. Com essa abordagem, um treino de membros superiores pode durar de 50 minutos a 1 hora, sem excesso de volume. 6. Benefícios do cardio ou HIIT na quarta-feira Intercalar treinos de força com um dia de cardio ou HIIT ajuda a diversificar os estímulos no corpo, melhora a saúde cardiovascular e aumenta o gasto calórico semanal. É também uma oportunidade de manter-se ativo sem sobrecarregar os músculos já trabalhados. 7. Conclusão: respeito ao descanso e treino eficiente Com essa divisão, você treina seis vezes por semana de maneira equilibrada, garantindo o descanso adequado para cada grupo muscular e maximizando seus resultados. Siga @taymilamiranda no Instagram. Fontes de consulta 1. MIRANDA, Taymila. A melhor divisão de treinos. Disponível em: <https://youtu.be/quBBAXjMzac>. Acesso em: 26 dez. 2024. Agora é sua vez! Qual é a sua divisão de treino? Compartilhe nos comentários e vamos trocar ideias!
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Tomei ADE nos glúteos e está aparecendo manchas roxas
Parece que você está passando por uma situação que requer uma avaliação cuidadosa. Vamos abordar seus pontos um por um: Manchas Vermelhas e Acúmulo de Produto: Manchas vermelhas após a aplicação de bioestimuladores de colágeno podem ser indicativas de reações inflamatórias ou alérgicas ao produto. O fato de o ácido não estar clareando essas áreas pode sugerir que há realmente um acúmulo de substância que está impedindo a pigmentação de voltar ao normal. Coceira e Dureza Inicial: A coceira e a dureza na área tratada são sintomas comuns de uma resposta inflamatória inicial. O fato de esses sintomas terem diminuído é positivo, mas a persistência das manchas é um sinal de que o processo inflamatório ou a reação ao produto pode ainda estar presente. Risco de Cicatrizes com Drenagem: A drenagem do produto acumulado pode ser uma opção, mas o risco de cicatrizes depende de vários fatores, como a técnica utilizada, a quantidade de produto a ser removido, e a resposta individual de sua pele. É fundamental que qualquer procedimento invasivo, como a drenagem, seja realizado por um profissional qualificado em um ambiente controlado. Recomendações: Consulta com um Especialista: É excelente que você já tenha marcado uma consulta com um clínico. Este profissional poderá avaliar sua pele, possivelmente solicitar exames complementares como ultrassom ou biópsia para determinar a extensão do acúmulo do produto e a natureza das manchas. Tratamento Personalizado: Com base na avaliação, o clínico ou um dermatologista especializado poderá recomendar tratamentos específicos, que podem incluir a remoção do produto acumulado, uso de medicamentos tópicos ou orais para controlar a inflamação e manchas, ou até mesmo procedimentos como laser para tratar possíveis cicatrizes. Proteção Solar: Continue usando proteção solar de amplo espectro, mesmo se as manchas não estiverem diretamente relacionadas à exposição solar. Isso ajudará a prevenir mais danos à pele. Acompanhamento: Mantenha um acompanhamento regular para monitorar a evolução da sua pele. A resposta ao tratamento pode variar, então a observação contínua é crucial. Lembre-se, cada caso é único e o que funciona para uma pessoa pode não ser ideal para outra. Por isso, é importante que você siga as orientações de um profissional de saúde que possa avaliar sua situação específica.
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Testosterona acima de 600 ng/dL sem terapia de reposição hormonal (TRH)? É possível?
Como aumentar sua testosterona naturalmente para valores acima de 600 ng/dL em 6 meses Com as orientações da Dra. Samira Posses, urologista, segue uma matéria explicando como aumentar seus níveis de testosterona para valores acima de 600 ng/dL em um período de 6 meses, sem recorrer a medicamentos ou reposição hormonal. A testosterona é conhecida como o hormônio da vitalidade masculina, mas seu impacto vai muito além disso. Ela é o principal hormônio anabolizante produzido naturalmente pelo corpo humano e desempenha papéis fundamentais na saúde física, cognitiva e sexual. Se você deseja melhorar sua disposição, energia, humor e saúde sexual, acompanhe este artigo até o final e descubra estratégias eficazes para alcançar níveis ideais desse hormônio essencial. O papel da testosterona no corpo masculino A testosterona está envolvida em diversas funções vitais, como: Desenvolvimento e manutenção da massa muscular. Regulação dos níveis de energia e força óssea. Ânimo, humor e disposição para as atividades diárias. Concentração e qualidade do sono. Funções sexuais: libido, ereção e controle da ejaculação. Quando os níveis de testosterona estão baixos, podem surgir três tipos principais de sintomas: 1. Físicos: Cansaço e fadiga. Dificuldade em ganhar massa magra ou perder gordura. Sensação de indisposição constante. 2. Cognitivos: Problemas de memória. Alterações no humor, como irritabilidade. Distúrbios no sono. 3. Sexuais: Disfunção erétil. Queda na libido. Ejaculação precoce ou dificuldades para atingir o orgasmo. Se você se identifica com esses sintomas, a boa notícia é que existem maneiras de aumentar seus níveis hormonais de forma natural e sustentada. 6 estratégias para aumentar a testosterona naturalmente Vamos direto ao ponto! Para atingir e manter níveis de testosterona superiores a 600 ng/dL em 6 meses, é necessário adotar mudanças no estilo de vida. Aqui estão as seis estratégias mais eficazes: 1. Perca peso e reduza a gordura corporal A obesidade é um dos maiores vilões da testosterona. O excesso de gordura, especialmente na região abdominal, aumenta a ação da enzima aromatase, que converte testosterona em estradiol, um hormônio feminino. Pesquisas mostram que uma perda de peso de 10% pode elevar os níveis de testosterona em mais de 100 ng/dL. Indivíduos obesos que perdem 15% a 20% do peso corporal podem alcançar níveis acima de 600 ou 700 ng/dL. Dica prática: Comece ajustando sua alimentação e prática de exercícios para alcançar um déficit calórico saudável. 2. Adote uma rotina de atividade física regular Exercícios físicos são poderosos para estimular a produção natural de testosterona. Priorize atividades que trabalhem grandes grupamentos musculares, como: Agachamentos. Levantamento terra. Supinos. Puxadas. A prática regular, com intensidade moderada a alta, aumenta a expressão dos receptores androgênicos nos músculos, maximizando os efeitos anabólicos da testosterona. Recomendações: Treine de 4 a 5 vezes por semana, com sessões de 40 a 50 minutos. Evite exercícios leves como caminhadas lentas; foque em atividades que desafiem seu corpo. 3. Regule seu sono Dormir bem é essencial para a produção hormonal. O ideal é dormir de 7 a 9 horas por noite e atingir de 5 a 6 ciclos de sono REM, onde a produção de testosterona é mais intensa. Dicas para melhorar a qualidade do sono: Evite luzes artificiais, como as de celulares e TVs, antes de dormir. Crie um ambiente escuro e silencioso no quarto. 4. Reduza o estresse O estresse crônico aumenta os níveis de cortisol, o hormônio que compete diretamente com a testosterona. Além disso, o estresse eleva a adrenalina, que também inibe a produção de hormônios sexuais. Estratégias para gerenciar o estresse: Pratique meditação ou yoga. Dedique tempo para atividades que você gosta. Estabeleça limites para evitar sobrecarga no trabalho e na vida pessoal. 5. Abandone maus hábitos O consumo de substâncias como álcool, tabaco e drogas ilícitas compromete a saúde vascular e a produção hormonal. Essas substâncias aumentam o estresse oxidativo no corpo, impactando negativamente os níveis de testosterona. O que fazer: Reduza ou elimine o consumo de álcool. Pare de fumar. Evite substâncias prejudiciais à saúde. 6. Siga uma dieta saudável e balanceada Uma alimentação adequada é a base para uma boa saúde hormonal. Inclua alimentos ricos em gorduras saudáveis, como: Abacate e azeite de oliva. Peixes ricos em ômega-3, como salmão e sardinha. Evite alimentos ultraprocessados, fast food e junk food, que aumentam a inflamação e prejudicam a produção de testosterona. Dica prática: Faça refeições equilibradas com proteínas magras, carboidratos complexos e gorduras boas. Resultados esperados Ao seguir essas estratégias, você notará uma melhora gradual, mas consistente, nos seus níveis hormonais. Além de aumentar a testosterona, esses hábitos beneficiarão sua saúde geral, promovendo maior disposição, energia e bem-estar. Conclusão Lembre-se, o processo para aumentar a testosterona naturalmente requer dedicação e paciência. Em 6 meses, é possível atingir níveis acima de 600 ng/dL e manter esse patamar a longo prazo, sem depender de reposições artificiais. Siga @drasamiraposses no Instagram. Fontes de consulta 1. POSSES, Samira. Como ter testosterona acima de 600 em 06 meses sem reposição hormonal? Disponível em: <https://youtu.be/fxmQBD3i8jQ>. Acesso em: 25 dez. 2024. Como está a sua testosterona? O que você faz para manter o níveis elevados? Compartilhe nos comentários.