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TRT com testo exógena ou testo natural induzida por HCG ?

TRT com testo exógena ou testo natural induzida por HCG ? 2 membros votaram

  1. 1. TRT com testo exógena ou testo natural induzida por HCG ?

    • Testo exógena mantendo os níveis na casa dos 800 à 1100.
      0%
      0
    • HCG usado continuamente pra induzir a produção natural na casa dos 500/600
      100%
      2

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Respostas em Destaque

  • Moderador
2 horas atrás, Foston disse:

Isso !

Por isso que eu sou meio que "rabo de porco" com algumas indicações de testosterona. 

O cara vai em busca do santo graal......ai tem médico que dá um copinho vagabundo mais ou menos pro cara pq está ali na frente...facil de pegar.........e tem médico que oferece um copão de ouro mais foda do mundo......porem dá um mapa para chegar até lá.....o que o paciente faz? Quem ele vai chamar de Indiana Jones ? 

Compliacado viu...complicado......

Habitos são raizes.....por isso que entendi que tenho que ser jardineiro! Nem que isso custe meu jardim.....porem só terei plantas fortes.

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  • Se consegue estes índices com HCG, eu ficaria só com ele, sem dúvidas. Eu quando comecei, parti diretamente para o TRT. Hoje eu tentaria somente o HCG primeiro.

  • Se você usa/fabrica a água bacteriostática, em tese, este risco seria suprimido. Usando 120UI a cada 01 ou 02 dias, isso não ocorre. A lógica é começar com uma dose maior (250ui) e depois regred

  • Apollo Galeno
    Apollo Galeno

    AInda não consigo entender como ajudar..... Porque não volta a praticar atividade fisica....comer melhor.....e tentar o desmame da testo......... Crie uma realidade diferente......e não depe

  • Autor

Cheguei a postagem com a mente aberta mesmo, justamente pensando nessa possibilidade de produção natural induzida pelo HCG e com vontade de realmente voltar a se exercitar.  Com relação a dieta pra mim até é tranquilo. Alguém tem uma sugestão do fracionamento do HCG, afinal são 5000 UI a ser fracionado e penso que seria necessário uma dose inicial mais alta só pra dar um impulso na produção natural e depois manter o fracionamento em aplicações semanais. Teria a questão da água bacteriostática também pra mantê-lo em geladeira sem medo de estar cultivando alguma bactéria junto... Da outra vez que fiz uso do HCG e cheguei a 600ng natural, usei 5000UI fracionado para se usar no decorrer do mês, que dava cerca de 500UI 2x por semana. A preocupação é ocorrer alguma dessensibilização pelo HCG ou até mesmo o corpo acostumar com o mesmo.

10 minutos atrás, Vagnão disse:

Cheguei a postagem com a mente aberta mesmo, justamente pensando nessa possibilidade de produção natural induzida pelo HCG e com vontade de realmente voltar a se exercitar.  Com relação a dieta pra mim até é tranquilo. Alguém tem uma sugestão do fracionamento do HCG, afinal são 5000 UI a ser fracionado e penso que seria necessário uma dose inicial mais alta só pra dar um impulso na produção natural e depois manter o fracionamento em aplicações semanais. Teria a questão da água bacteriostática também pra mantê-lo em geladeira sem medo de estar cultivando alguma bactéria junto... Da outra vez que fiz uso do HCG e cheguei a 600ng natural, usei 5000UI fracionado para se usar no decorrer do mês, que dava cerca de 500UI 2x por semana.

Há um artigo científico que postei aqui no fórum (não me recordo onde), que fala acerca do uso de HCG durante a TRT. Os efeitos mais próximos da produção natural no caso dos participantes do estudo ocorreram com doses entre 350-500ui dsdn (dia sim dia não).

Artigo 👇👇👇

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15713727/

 

Água bacteriostática.👇👇👇👇

Misture 4,9ml do solvente (água) que vem junto do HCG  com 0,1ml de álcool benzílico, ou 4,8ml com 0,2 ml, e depois, faça a mistura com o soluto (pó) do HCG.

O álcool benzilico você encontra na internet. Quando chegar, observe se há um odor.diferente, meios "adocicado". Essa é uma característica deste álcool.

Tenha o cuidado de não encostar a agulha em nada que não seja o próprio líquido da água de injeção e do álcool Benzílico. Faça a assepsia das mãos lançando com água e sabão e, depois, aplicando 70%. Faça a assepsia com álcool 70% da borrachinha onde a agulha irá entrar para puxar o líquido e soltar no pó.

 

Citar

A preocupação é ocorrer alguma dessensibilização pelo HCG ou até mesmo o corpo acostumar com o mesmo.

Para quem está em TRT, a qual suprimento eixo hormonal  e, consequentemente, results na paulatina atrofia dos testículos, a possibilidade de dessensibilização das células de Leydig não deveria ser uma preocupação.

3 horas atrás, Vagnão disse:

Cheguei a postagem com a mente aberta mesmo, justamente pensando nessa possibilidade de produção natural induzida pelo HCG e com vontade de realmente voltar a se exercitar.  Com relação a dieta pra mim até é tranquilo. Alguém tem uma sugestão do fracionamento do HCG, afinal são 5000 UI a ser fracionado e penso que seria necessário uma dose inicial mais alta só pra dar um impulso na produção natural e depois manter o fracionamento em aplicações semanais. Teria a questão da água bacteriostática também pra mantê-lo em geladeira sem medo de estar cultivando alguma bactéria junto... Da outra vez que fiz uso do HCG e cheguei a 600ng natural, usei 5000UI fracionado para se usar no decorrer do mês, que dava cerca de 500UI 2x por semana. A preocupação é ocorrer alguma dessensibilização pelo HCG ou até mesmo o corpo acostumar com o mesmo.

Mais uma coisa: você pode ir acertando a dose de HCG com o tempo. Comece com uma dose de, por exemplo, 250ui ds2dn (dia sim, 2 dias não) porque a meiva vida plasmática do HCG é de 2,4 dias (quase a totalidade das coisas técnicas que falo aqui no fórum são baseadas 3m artigos científicos, ok??? Só para eu não ter que mencionar isso todas as vezes que fizer um comentário técnico).

Faz-se, então, análises a cada 30 dias para avaliar os níveis de HCG e um autorrelato para avaliar o teu bem estar (faça anotações semanais para manter um acompanhamento do progresso), até que se ache a dose que te faz sentir bem.

Por que a cada 30 dias? Porque serão cerca de 12 dias até que atinja-se a concentração máxima em estado de equilíbrio (conhecida em inglês pela sigla CSSmax) e tenha como avaliar o efeito da totalidade do potencial do fármaco.

Apenas para facilitar as coisas, sempre que for responder a alguém, cite a resposta da pessoa para que ela seja notificada da respostas. Abaixo das postagens há um "botãozinho" que diz "citar".

 

Agora, Keto disse:

Mais uma coisa: você pode ir acertando a dose de HCG com o tempo. Comece com uma dose de, por exemplo, 250ui ds2dn (dia sim, 2 dias não) porque a meiva vida plasmática do HCG é de 2,4 dias (quase a totalidade das coisas técnicas que falo aqui no fórum são baseadas 3m artigos científicos, ok??? Só para eu não ter que mencionar isso todas as vezes que fizer um comentário técnico).

Faz-se, então, análises a cada 30 dias para avaliar os níveis de HCG e um autorrelato para avaliar o teu bem estar (faça anotações semanais para manter um acompanhamento do progresso), até que se ache a dose que te faz sentir bem.

 

 

  • Moderador
4 horas atrás, Vagnão disse:

Teria a questão da água bacteriostática também pra mantê-lo em geladeira sem medo de estar cultivando alguma bactéria junto

Se você usa/fabrica a água bacteriostática, em tese, este risco seria suprimido.

4 horas atrás, Vagnão disse:

A preocupação é ocorrer alguma dessensibilização pelo HCG ou até mesmo o corpo acostumar com o mesmo.

Usando 120UI a cada 01 ou 02 dias, isso não ocorre. A lógica é começar com uma dose maior (250ui) e depois regredir para esta.

  • 5 anos depois...

A pergunta do @Vagnão está bem colocada, mas ela parte de uma premissa que precisa ser desfeita antes, porque é ela que está atrapalhando a decisão dele.

Não existe, nas duas opções apresentadas, uma que seja natural. O HCG é um análogo do hormônio luteinizante, ou seja, é um medicamento injetável que ocupa o lugar do sinal que a hipófise deveria mandar para o testículo. A testosterona que aparece no exame é produzida pelo testículo dele, isso é verdade, mas a produção continua sendo comandada de fora. Trocar testosterona exógena por HCG não é sair da reposição, é trocar o ponto da via em que se intervém. Em ambas o eixo continua não funcionando sozinho.

Isso não torna o HCG uma opção pior. Ele tem vantagens reais, e a principal é a que o próprio Vagnão já observou, que é preservar volume e função testicular. Só muda a natureza da escolha, que não é entre natural e artificial, e sim entre dois medicamentos com perfis diferentes.

Dito isso, existe uma pergunta anterior a essa, e ela é a que decide tudo. Ela não foi feita no tópico, e é a que eu faria primeiro.

O hipogonadismo dele é primário ou secundário?

Isso se responde com LH e FSH dosados antes de qualquer reposição. Se o problema estivesse no testículo, que é o hipogonadismo primário, o LH viria alto, porque a hipófise estaria gritando para um testículo que não responde. Se o problema estivesse no comando, que é o secundário, o LH viria baixo ou inapropriadamente normal para uma testosterona baixa.

E a consequência é direta para a pergunta dele. O HCG só funciona se o testículo for capaz de responder. Em hipogonadismo primário ele não vai levar ninguém a seiscentos, porque o testículo já está recebendo estímulo máximo e não consegue produzir. Em hipogonadismo secundário ele é justamente a escolha mais lógica, porque repõe exatamente o que está faltando. Ou seja, a resposta à pergunta de qual é melhor no caso dele depende de um exame que provavelmente existe, dos dois anos atrás, e que ninguém pediu para ver.

O @Foston fez a pergunta certa quando questionou como ele chegou à conclusão de que conseguiria seiscentos com HCG. Esse número precisa ser medido, não estimado. E há um detalhe importante para medir corretamente. Depois de dois anos de cipionato, o eixo está suprimido, e a resposta ao HCG isolado não pode ser avaliada de imediato. Precisa haver um intervalo depois da última aplicação de cipionato, que tem meia vida longa, antes que o exame signifique alguma coisa.

Um segundo ponto sobre HCG isolado, que não apareceu no tópico e que costuma ser a razão pela qual a estratégia dá errado em quem tenta.

O HCG estimula o testículo inteiro, e o testículo é um tecido com muita aromatase. Por isso a elevação de estradiol em quem usa HCG tende a ser desproporcional em relação ao ganho de testosterona, mais do que se veria com a mesma testosterona vinda de uma ampola. Na prática, quem migra para HCG isolado precisa acompanhar estradiol, e não só testosterona. Sintomas de estradiol alto são retenção, sensibilidade mamária e oscilação de humor, e é comum serem atribuídos a outra coisa.

Sobre a preocupação dele com dessensibilização, a resposta honesta é que não sei, e desconfio que ninguém saiba com precisão. Foi dito ali que com cento e vinte unidades a cada um ou dois dias isso não ocorre. Pode ser que esteja certo, mas eu não conheço dado que sustente essa afirmação nesse nível de detalhe, e prefiro dizer isso a repeti la. O que se pode fazer é o que ele já pretende, que é medir periodicamente e observar se a resposta se mantém ao longo dos meses.

Sobre a parte que o Foston explicou do fracionamento, ela está correta e é o melhor conteúdo técnico do tópico. Uma ampola de cipionato a cada duas semanas produz um pico bem acima do desejado nos primeiros dias e um vale bem abaixo no fim, e é comum a pessoa se sentir mal justamente nesse fim. Fracionar a mesma dose semanal em duas ou três aplicações estabiliza isso e costuma resolver a oscilação de disposição e libido sem mudar nada mais. Vale muito tentar isso antes de trocar de estratégia.

Sobre as faixas de referência, existe uma questão legítima ali e existe um exagero. A questão legítima é que as faixas são construídas a partir de populações não selecionadas, que incluem homens com obesidade, doença e idade avançada, e por isso o limite inferior é baixo. Homem sintomático com trezentos e sessenta é caso de discussão clínica de verdade, e não de ser dispensado. O exagero é a conclusão de que os médicos em geral não sabem ler exames. Testosterona total isolada não fecha diagnóstico em ninguém, e o que se recomenda é dosagem em pelo menos duas manhãs distintas, com testosterona livre ou globulina ligadora de hormônios sexuais, mais LH, FSH e prolactina. Muito endocrinologista que parece conservador está apenas seguindo isso.

E há uma coisa nesse caso que me incomoda mais que a escolha entre as duas opções. Cansaço, exaustão, sono durante o dia e fadiga em um homem de quarenta e três anos, oitenta e nove quilos e sem atividade física desde a pandemia têm outras causas frequentes que não aparecem em nenhum momento no tópico. Apneia do sono é a primeira delas, e ela é comum, causa exatamente esse quadro e ainda por cima reduz a testosterona por conta própria. Ferritina baixa, vitamina D baixa e alteração de tireoide são as outras. Se algo disso estiver presente e não tratado, a reposição melhora parcialmente e a pessoa segue cansada, atribuindo a dose errada.

Por fim, o acompanhamento que dois anos de reposição exigem e que não foi mencionado. Hematócrito e hemoglobina, porque a testosterona eleva o hematócrito e esse é o efeito adverso mais frequente e o de maior consequência. Perfil lipídico. PSA, considerando a idade. E pressão arterial. Se ele vai ao urologista de qualquer forma, esses são os exames para levar prontos.

Resumindo o que eu levaria à consulta. Os exames antigos com LH e FSH de antes de começar, porque eles definem se o HCG isolado é sequer viável no caso dele. E, independentemente da escolha, testar antes o fracionamento do cipionato, que resolve boa parte das queixas atribuídas à reposição em si.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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