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Cruise eterno !

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  • Usar 120, 250, 400mg por semana, para fins de desligamento de eixo, dará o mesmo efeito. Noutras palavras, 250mg por semana é um ciclo como outro qualquer. Portanto, das duas uma: ou se faz um ci

  • HCG é pra estimular espermatogênese. Não necessita disso pra líbido. Testosterona, por si, provém a fração de andrógenos e estrógenos necessárias pra sustentar uma líbido adequada durante o cruise. Es

  • cruise eterno é somente testosterona- 200mg. hcg talvez a cada 4 ou 6 meses. Não precisa esperar 15 dias para começar o cruise eterno.

21 horas atrás, Apollo Galeno disse:

Explica para todos grande @Toxi

HCG é pra estimular espermatogênese. Não necessita disso pra líbido. Testosterona, por si, provém a fração de andrógenos e estrógenos necessárias pra sustentar uma líbido adequada durante o cruise. Essa é a função dela.

Não há evidências suficientes pra atestar se o uso prolongado de HCG é positivo ou negativo. Além de que, ela tente a desbalancear o equilíbrio estrógeno-androgênico pro lado estrogênico, porque tem uma taxa ligeiramente maior na produção de estrógenos do que de testosterona e outros androgênicos.

  • 2 anos depois...
  • Moderador
10 horas atrás, EverTonSN disse:

250mg de testo por semana

Usar 120, 250, 400mg por semana, para fins de desligamento de eixo, dará o mesmo efeito. Noutras palavras, 250mg por semana é um ciclo como outro qualquer.

Portanto, das duas uma: ou se faz um ciclo como deve ser ou não se faz. :)

A única vantagem do cruise seria restabelecer os marcadores saudáveis nos exames de sangue, portanto, de regra, estamos falando de atletas do esporte: abusadores que buscam alguns meses no ano para ter, ao menos no papel, números, por assim dizer, de uma pessoa saudável.

Editado em por Foston

  • 5 anos depois...

Respondendo ao @EverTonSN: sim, 250 mg de testosterona por semana entregam ganho acima do que você teria natural, e a diferença não é sutil. Essa dose coloca a testosterona sérica em torno de duas a três vezes o limite superior da faixa normal, e os ensaios clássicos com doses controladas mostraram relação direta entre dose e ganho de massa magra, indo de doses de reposição até 600 mg semanais, com aumento proporcional de massa e força mesmo sem treino nos grupos testados.

Aqui vale precisar o ponto do @Foston, porque ele está certo em uma parte e impreciso em outra. Certo: para efeito de desligamento do eixo, tanto faz 120, 250 ou 400 mg, a supressão acontece igual. Impreciso: o efeito anabólico não é o mesmo. Ganho e supressão são duas curvas diferentes. A supressão satura rápido, o ganho continua subindo com a dose, e é justamente por isso que a discussão de dose faz sentido. O que a observação dele acerta em cheio é o recado prático: se o preço fisiológico da supressão você paga igual em qualquer dose, não faz sentido usar uma dose que suprime tudo e entrega pouco.

Sobre o cruise eterno em si, que é o tema do tópico, ele precisa ser chamado pelo nome: é reposição permanente. A partir do momento em que se assume isso, não existe mais recuperação garantida do eixo, e a fertilidade pode não voltar. Dose de cruise de verdade fica entre 100 e 150 mg semanais, que é faixa de reposição. Os 200 mg citados já estão acima, e a regra de manter um quinto da dose do ciclo não é um bom critério, porque desconecta a dose do único parâmetro que interessa no cruise, que é ter exames dentro do normal.

Sobre o HCG, o @Toxi está correto ao dizer que ele não é necessário para libido, e que testosterona exógena sustenta libido sozinha na maioria dos casos. Só complemento com a parte que ficou de fora: o HCG serve para manter volume testicular e espermatogênese, ou seja, é relevante para quem quer preservar fertilidade ou facilitar uma eventual recuperação do eixo lá na frente. Doses baixas, na faixa de 250 a 500 UI duas vezes por semana, são o padrão usado com essa finalidade. E ele tem razão no efeito colateral: HCG estimula a produção intratesticular de testosterona e também a aromatização local, então costuma subir estradiol, o que precisa ser monitorado.

Quem decide por esse caminho deveria fechar um protocolo mínimo de acompanhamento, duas vezes por ano: testosterona total e livre, estradiol sensível, hemograma completo com atenção ao hematócrito, perfil lipídico, glicemia, função hepática e renal, PSA a partir dos 40 e pressão arterial aferida em casa. Os dois marcadores que mais tiram gente do jogo são hematócrito acima de 54 por cento, que pede redução de dose ou doação de sangue orientada, e queda expressiva de HDL. Ecocardiograma periódico também é razoável para quem mantém uso por muitos anos, porque o achado mais consistente na literatura de usuários crônicos é alteração de função e de espessura do ventrículo esquerdo.

Resumindo para quem chega aqui pela busca: 250 mg por semana não é reposição, é ciclo. Cruise é dose de reposição com exames em ordem. E cruise eterno é uma decisão de vida, não uma fase.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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