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Cipionato - Decanoato de Nandrolona - Metandrostenolona (Dianabol) / 12 semanas

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  • PESO INICIAL/ PESO ATUAL=  81.5 kg/ 84.3 kg BF= 14.8% (bioimpendância) FORÇA/RESISTÊNCIA/CARGAS= Maior/ Maior/ Mais altas CABELO/PELOS= normal ACNE= sem acnes LIBIDO= Alta

  • Boa Noite....Tio Narco ...kkkkkk...(cada uma viu!) Meu querido...brincadeiras a parte....estamos no processo......não vou comentar evolução do seu Shape (mas teve). Vou me reservar a coment

  • PESO INICIAL/ PESO ATUAL=  81.5 kg/ 85.5 kg BF= 15,1% (bioimpendância) FORÇA/RESISTÊNCIA/CARGAS= Maior/ Maior/ Mais altas CABELO/PELOS= normal ACNE= sem acnes LIBIDO= Alta

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  • Autor

Esta buesta apagou tudo que eu tinha digitado...

PESO INICIAL/ PESO ATUAL=  81.5 kg/ 86.4 kg

BF= 13,8% (bioimpendância)

FORÇA/RESISTÊNCIA/CARGAS= Maior/ Maior/ Mais altas

CABELO/PELOS= normal

ACNE= sem acnes

LIBIDO= Alta

CICLO: 7ª semana - Cipionato 250mg/sem + Deca 200mg/sem - Sustan 150mg/sem Advanced Labs (desde 6ª semana)

TREINO: 80% (100% dentro das limitações)

0 a 100% A DIETA= 100% (C: 363g P: 213g G: 133g) desde semana passada

Antropometria:

  13/02 12/03 29/03
Pescoço 37,3 cm 37,7 cm 38 cm
Tronco 103,4 cm 104 cm 106,5 cm
Braço Dir 34,2 cm 35,5 cm 35,9 cm
Braço Esq 34,8 cm 35,7 cm 36,5 cm
Cintura 81,7 cm 82,3 cm 79,7 cm
Abdomen 84 cm 83,3 cm 83 cm
Quadril  - 95,9 cm 96,6 cm
Coxa Dir 59,7 cm 59,1 cm 59 cm
Coxa Esq 58,4 cm 58, 6 cm 58,7 cm
Pantu Dir 38 cm 37,5 cm 37 cm
Pantu Esq 38 cm 37,1 cm 37 cm

 

Sobre as fotos: Cueca preta: 12/03 Vermelha: 29/03

 

  • 6 anos depois...

Esse relato do @Odin é dos mais bem conduzidos do fórum: dados padronizados, antropometria em três momentos, aderência declarada e atualizações regulares. Volto a ele com três acréscimos técnicos e um alerta sobre a decisão tomada no fim.

Começo por uma ressalva metodológica que muda a leitura de todos os números.

Todas as medidas de percentual de gordura dele vieram de bioimpedância: 15,2 por cento, depois 14,8, depois 15,1, depois 13,8.

A bioimpedância não mede gordura. Ela mede a resistência à passagem de uma corrente elétrica e estima composição corporal a partir da água corporal, assumindo uma hidratação padrão.

E é justamente essa premissa que se quebra durante um ciclo. Androgênios aumentam a água intracelular e o glicogênio muscular, e o glicogênio traz água consigo. Como o aparelho lê água como massa magra, o resultado é sistematicamente enviesado para o lado bonito: parte do que aparece como massa magra ganha é água.

Isso não invalida o resultado dele, que é real e visível nas medidas. Só significa que crescer seco medido por bioimpedância durante uso de androgênio é a situação em que esse aparelho mais erra.

O que ele já tem e vale mais: a fita métrica, com os mesmos pontos e o mesmo horário, e a foto na mesma luz. Foram esses dados que sustentaram a avaliação da @Andressa Souza, e ela mesma fez a ressalva certa sobre a iluminação da primeira foto.

Segundo acréscimo, sobre a virose do início do ciclo.

O @Apollo Galeno sugeriu que a gripe podia estar relacionada a uma queda inicial de imunidade pelos anabolizantes. É uma explicação que circula muito, e vale dizer que ela não é bem sustentada. A evidência sobre efeito dos androgênios na função imune é mista e não mostra uma janela de vulnerabilidade nas primeiras semanas.

E, no caso dele, havia uma explicação bem mais simples e que ele mesmo deu: uma virose comum na região, com diarreia, fraqueza e mal estar, que estava circulando. Não precisa de hipótese hormonal.

Registro isso porque essa crença faz gente atribuir ao ciclo qualquer coisa que aconteça durante ele, e o efeito colateral disso é o contrário do que se quer: a pessoa deixa de investigar sintomas que teriam outra causa.

Terceiro acréscimo, e é o exame que falta em todo o relato.

Com 250 mg de cipionato, 200 mg de deca e depois mais 150 mg de sustanon por semana, ele estava em torno de 600 mg de androgênio semanal.

Nesse patamar, o exame que mais importa e que não aparece em nenhuma das 24 mensagens é o hemograma com hematócrito. Testosterona eleva a produção de glóbulos vermelhos, homens em tratamento têm cerca de quatro vezes mais chance de ultrapassar 50 por cento, e as diretrizes orientam suspender acima de 54 por cento até normalizar. É silencioso e é o que mais frequentemente exige ação.

O segundo é a prolactina, por causa da nandrolona. Ela tem atividade progestogênica, reduz o tônus dopaminérgico e favorece a elevação da prolactina, que produz queda de libido e dificuldade de ereção mesmo com testosterona alta. Ele relatou libido alta em todas as atualizações, o que é bom sinal, mas se isso mudar o exame é esse, colhido em jejum, em repouso e sem ter treinado antes.

E o terceiro é o perfil lipídico, pela queda de HDL, que também não dá sintoma.

Agora o alerta sobre a decisão do fim, e ela merece ser pensada com calma justamente porque foi tomada com boa lógica.

Ele escreveu que não pretendia ficar ligando e desligando o eixo, e que por isso entraria em cruise com 150 mg por semana durante a pandemia.

O raciocínio contra o liga e desliga tem fundamento. Mas o cruise tem uma consequência que precisa estar na conta, e ela é diferente da de um ciclo: uso contínuo mantém o eixo suprimido de forma permanente, e a recuperação depois de uso contínuo prolongado é mais lenta e menos completa do que depois de ciclos curtos.

Junto com isso, a produção de espermatozoides fica suprimida enquanto durar, e a recuperação após uso prolongado costuma levar de seis meses a dois anos, com uma minoria que não recupera totalmente.

Aos 33 anos, isso é uma variável que vale definir antes, e não depois. E existe uma medida barata que transforma uma decisão irreversível em reversível: espermograma e criopreservação antes de entrar em uso contínuo. Custa muito menos do que qualquer tratamento de fertilidade depois.

Vale também dizer com clareza que 150 mg por semana não é reposição. Reposição é tratamento para hipogonadismo diagnosticado, com duas dosagens matinais, LH, FSH e prolactina, em quem não está usando nada que suprima o eixo, e a dose visa trazer o valor para dentro da faixa normal, não acima dela.

E há um ponto do histórico dele que se conecta com tudo isso: ele informou degradação do lábio posterior da glenóide, estabilizada. Androgênio aumenta a força mais rápido do que tendão, ligamento e lábio se adaptam. Quem tem lesão prévia de ombro e entra em fase de força subindo depressa tem risco aumentado justamente nos movimentos de empurrar acima da cabeça e no supino com amplitude máxima. Vale subir carga mais devagar do que ele seria capaz nesses movimentos específicos.

Por fim, a discussão sobre treino em casa durante a pandemia, porque os dois lados tinham parte de razão.

O @Mullm disse que a fibra que rompe na academia rompe em casa. O @Odin respondeu que, em indivíduo treinado, a intensidade precisa ser considerada e que exercício com carga baixa não geraria estímulo suficiente.

A síntese está no meio, e ela é bem estabelecida: quando as séries são levadas próximas da falha, cargas baixas produzem hipertrofia semelhante à de cargas altas. O que muda de verdade é o ganho de força máxima, que depende de carga alta.

Ou seja, para manter e até ganhar massa em casa, com pouco equipamento, funciona: mais repetições, séries próximas da falha, mais volume, cadência mais lenta e menos descanso. O que ele perderia é força máxima, e ela volta rápido quando o equipamento volta.

Como o objetivo declarado dele era estético, e não força, o cenário era menos ruim do que parecia.

E o @Apollo Galeno apontou o que mais importava naquele momento, e que independe de tudo o resto: os inferiores estavam ficando desproporcionais em relação aos superiores. Para quem pensa em classic physique, isso é o que decide, e é a única coisa da lista que não depende de academia aberta nem de nenhum composto.

Se quiser reorganizar a divisão priorizando inferiores e panturrilhas, o site tem um orientador de treino simulado em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ . A saída é simulada e serve como rascunho para ajuste, não como prescrição.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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