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TAF para concurso da PM: barra fixa feminina e corrida

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  • De forma alguma, pelo contrário, se você fizer um treino de explosão para pernas, vai te ajudar até na prova de salto. Porém na semana da prova, é interessante não treinar com 100% da força / car

  • Muitos dizem que a barra fixa é a caveira do teste, acredito que deva ser mesmo. Então como o seu foco principal é passar nos testes, vale sim reforçar os treinos para superiores, principalmente trein

  • Ao contrário. Vai beneficiar.

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23 horas atrás, Foston disse:

 

 

Como disse, se está batendo as provas, não há o que se modificar. O bom é inimigo do ótimo.

Contudo, se ainda assim quiser testar a oximetolona, eu usaria pelo menos 05 dias antes uma dose, no caso, 1/4 do comprimido de 50mg, como uma dose de experiência.

Se gostasse dos efeitos, eu continuaria usando 1/4 comprimido de 50mg e, no dia "D", usaria 1 comprimido, isso 3h antes das atividades.

Não é interessante usar direto a oximetolona de hoje até o dia da prova, porque ela pode reter líquidos.

Dada a urgência do caso, em não tendo colaterais, eu não suspenderia a oxandrolona, apenas, usaria em horário diferente.

 

Irei tomar, já estou com Hemogenin de 50mg da Landerlan em mãos.

Pensei em começar na quarta ou quinta, o que acha? 

Treino até sábado e domingo um simulado…. Dois dias de vésperas quero tirar pra descansar pq farei uma viagem de 12hrs até Recife. 

Mantenho 1/4 até a véspera mesmo sem treinar e 1 inteiro no dia 3hrs antes? 
 

  • Moderador
6 minutos atrás, Mystic181_ disse:

Mantenho 1/4 até a véspera mesmo sem treinar e 1 inteiro no dia 3hrs antes? 

Sim.

6 minutos atrás, Mystic181_ disse:

Irei tomar, já estou com Hemogenin de 50mg da Landerlan em mãos.

Pode treinar usando ele alguns dias antes. Observe a reação do corpo aos treinos e às corridas com ele, e sempre 3h antes das atividades. Provavelmente sua força vai aumentar, porque essa é uma característica da medicação. Se sentir um efeito melhor, pode trocar pela oxandrolona.

Veja: o objetivo é não ter retenções e colaterais. Então só você, no dia a dia, pode observar até onde pode avançar com a dose.

 

19 minutos atrás, Foston disse:

Sim.

Pode treinar usando ele alguns dias antes. Observe a reação do corpo aos treinos e às corridas com ele, e sempre 3h antes das atividades. Provavelmente sua força vai aumentar, porque essa é uma característica da medicação. Se sentir um efeito melhor, pode trocar pela oxandrolona.

Veja: o objetivo é não ter retenções e colaterais. Então só você, no dia a dia, pode observar até onde pode avançar com a dose.

 

Vou fazer o seguinte a partir de amanhã…. 1/4 do hemogenin 3hrs antes do treino. 

E vou voltar pra minha dosagem inicial de oxandrolona 5mg 12/12hrs. 

E ver se sinto uma melhora… última semana é dar o melhor de si. Que Deus abençoe 🙌

Editado em por Mystic181_

  • Moderador
13 minutos atrás, Mystic181_ disse:

Vou fazer o seguinte a partir de amanhã…. 1/4 do hemogenin 3hrs antes do treino. 

E vou voltar pra minha dosagem inicial de oxandrolona 5mg 12/12hrs. 

E ver se sinto uma melhora… última semana é dar o melhor de si. Que Deus abençoe 🙌

Beba bastante água. Hidratação sempre !

Não é o momento de restringir carboidratos. Se alimente bem, porém, sem exageros.

  • 2 anos depois...

Chego tarde neste tópico, e espero que tenha dado tudo certo na prova. Mas ele é dos primeiros que aparecem para quem procura sobre TAF e barra fixa feminina, e ficou aqui uma orientação que eu preciso contrapor, porque muita gente vai chegar nesta página na mesma situação, com prova marcada e pouco tempo.

O ponto central é este: tomar um esteroide algumas horas antes da prova não é um atalho confiável de força para aquele dia, e o risco que ele carrega é desproporcional ao que pode entregar ali.

Sobre tomar duas ou três horas antes, para pegar o pico plasmático, é preciso separar as coisas com honestidade. A via principal do anabolizante é lenta: ele entra na célula, liga no receptor e altera a produção de proteína, e isso leva semanas para virar músculo. Nada disso acontece até a hora da prova. Só que existe também uma via rápida, chamada não genômica, e vale explicar como ela funciona, porque quase nunca alguém explica. Nessa via o androgênio nem precisa entrar no núcleo da célula e mandar fabricar proteína. Ele age direto na membrana, em receptores de superfície e em enzimas que ficam ali, e dispara em minutos uma cascata de sinalização dentro da célula, com aumento do cálcio livre no interior da fibra muscular. Cálcio é justamente a chave da contração: é ele que permite que os filamentos deslizem um sobre o outro e o músculo gere força. Ou seja, existe um caminho descrito pelo qual um androgênio pode mexer no aparato contrátil no mesmo dia, sem depender de músculo novo. A própria literatura que descreve isso diz que essas alterações podem aumentar a capacidade do músculo de produzir potência explosiva, e diz também, com todas as letras, que ainda não se sabe o tamanho desse efeito quando a pessoa usa anabolizante em dose alta, porque quase todo esse estudo foi feito em laboratório e não em atleta fazendo teste físico. É por isso que muito atleta relata sensação de força já nas primeiras horas com oximetolona, e esse relato é frequente demais para ser descartado como imaginação. A ciência ainda não fechou o quanto disso é ganho real de força mensurável, o quanto é retenção de água na célula, e o quanto é o efeito de bem estar e agressividade que a substância provoca, que sozinho já muda o desempenho de quem está tentando bater um teste. Então o que eu digo não é que não acontece nada. É que o que acontece é pequeno, imprevisível e não confiável para apostar nele numa prova única, e o preço cobrado por essa aposta é alto demais para o tamanho do retorno.

E o custo aqui não é pequeno, porque a substância escolhida foi justamente a pior possível para o caso. Oximetolona é, entre os orais, um dos mais agressivos ao fígado e um dos mais virilizantes que existem. Um comprimido inteiro de cinquenta miligramas é dose de homem grande, e mesmo um quarto disso, numa mulher, já é uma exposição relevante, ainda mais somada à oxandrolona que ela já estava tomando em quinze miligramas por dia. Numa mulher, os efeitos que mais assustam são engrossamento da voz e aumento do clitóris, e esses dois com frequência não voltam ao normal. Trocar voz e fígado por um ganho de força que ninguém consegue prever nem medir de antemão é o pior negócio possível.

Tem outras três coisas que passaram batidas e que valem mais que qualquer protocolo.

A primeira. Ela contou, logo no primeiro post, que estava vomitando muito nos primeiros dias e que o médico disse ser normal. Vomitar horrores não é normal, e oxandrolona não costuma causar isso. Havia outros manipulados e medicações naquela receita, e o mais provável é que o enjoo viesse de um deles. Sintoma novo e forte depois de começar um protocolo é motivo para voltar ao consultório e descobrir qual item está causando, não para seguir empurrando.

A segunda, e essa me preocupou mais. Ela relatou dor no cotovelo e no ombro atrapalhando a barra, e disse que ia jogar uma injeção de corticoide para dentro e continuar treinando forte na última semana. Isso é o roteiro clássico de uma lesão de tendão. Corticoide tira a dor, e a dor era o sinal que estava segurando o braço antes de romper. Além disso, corticoide não combina com quem quer força, porque ele é justamente o hormônio que quebra músculo. Dor que atrapalha a execução perto de uma prova pede ajuste de treino e avaliação, nunca anestesia química para poder forçar mais.

A terceira, prática e chata: vale ler o edital com atenção quanto a exame antidoping e quanto ao exame médico admissional. Alguns concursos militares e policiais preveem isso, e substância detectada nessa fase não custa uma prova, custa a vaga inteira, depois de anos de estudo. Esse risco sozinho já deveria encerrar a conversa.

Agora a parte útil, o que realmente melhora barra fixa isométrica de vinte e cinco segundos em poucas semanas, e o marcao acertou nisso aqui.

Isometria melhora principalmente por treino específico e por adaptação do sistema nervoso, e isso responde rápido, em semanas, mesmo sem ganho de músculo. O que funciona: pendurar na barra na posição exata da prova, com a mesma pegada, várias vezes ao dia, acumulando tempo total. Fazer segurando no ponto mais difícil, com ajuda de banco ou elástico para chegar lá sem se esgotar na subida. Trabalhar pegada, porque em muita gente quem falha primeiro é a mão, não as costas, e treino de segurar peso na mão resolve isso. Somar puxada e remada com carga para as costas, e trabalho de bíceps, que é bem exigido na pegada pronada segurando lá em cima. E, muito importante, perder gordura ajuda diretamente, porque é menos peso para sustentar. Ela saiu de setenta e sete para sessenta e oito quilos e a barra melhorou junto, e isso não é coincidência.

Na semana da prova, reduzir volume e chegar descansada vale mais do que qualquer comprimido. Isso o Foston falou e está certo.

Por fim, para quem chegou aqui com prova em quarenta dias e desespero igual. O que muda o seu resultado nesse prazo é treino específico quase todo dia, sono e comida suficientes, e peso corporal um pouco menor. Não é hormônio. Quarenta dias é pouco tempo para hormônio dar resultado e é tempo de sobra para ele te dar um problema.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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