Ir para conteúdo

Liderança


Conteúdo Popular

Conteúdo com mais curtido desde 03-06-2012 em todas as áreas

  1. 11 pontos
    Vc não é obrigado a entrar aqui. Vc pode simplesmente não voltar ao tópico. Não precisa ficar revoltadinho pq ela não deu corda nas besteiras que vc falou lá nas primeiras páginas... cresca. Sem mais.
  2. 10 pontos
    CREATINA A busca pelo corpo perfeito ou pela melhora do rendimento esportivo tem levado ao estudo e desenvolvimento de muitos métodos para potencializar o rendimento, o ganho de massa muscular e a perda de gordura. A creatina é um suplemento que tem despertado interesse no meio esportivo uma vez que evidências sugerem que esta substancia é capaz de melhorar o rendimento em exercícios de força e potência muscular, além de auxiliar na hipertrofia e ganho de massa magra1,2,3,4,5. A creatina (ácido a-metil guanidino acético) é uma amina nitrogenada de ocorrência natural encontrada primariamente no músculo esquelético. É sintetizada endogenamente pelo fígado, rins e pâncreas a partir dos aminoácidos glicina, arginina e metionina, mas também pode ser obtida pela alimentação, através do consumo de carnes e peixes principalmente. Sua produção endógena (1g) somada à obtida na dieta (1g) se iguala a taxa de degradação espontânea (2g/dia)6. Essa degradação se dá por um processo não enzimático, resultando em creatinina, a qual é excretada na urina após filtração renal 7. Evidências sugerem que a creatina dietética tem alta biodisponibilidade e é absorvida intacta pelo trato gastrointestinal, de forma semelhante à dos aminoácidos e peptídeos8,9. Estudos mostram que a ingestão de doses maiores que 10g são mais rapidamente absorvidas apresentando um pico plasmático em torno de 20 minutos após sua administração. Já o consumo de doses menores apresenta um pico máximo próximo a 2 horas10. Após sua absorção a creatina plasmática é distribuída para vários tecidos corporais, principalmente músculo esquelético. A captação de creatina pelas células musculares é um processo saturável que ocorre ativamente contra um gradiente de concentração (transporte sódio-dependente) através do transportador de creatina (CreaT)11. Esse processo é parcialmente regulado pela concentração extracelular de creatina através de feedback negativo, sugerindo que a ingestão crônica deste suplemento promova uma diminuição do seu transportador a fim de se evitar o armazenamento excessivo de Cr intramuscular 9,11. Uma vez no músculo esquelético, a creatina encontra-se em equilíbrio reversível entre as suas formas livre e fosforilada (fosfocreatina)12. A creatina nesta forma constitui uma reserva de energia para a rápida regeneração do trifosfato de adenosina (ATP), em exercícios de alta intensidade e curta duração. Além disso, na condição de repouso, atua no músculo como transportador de grupos fosfatos de alta energia da mitocôndria para o citoplasma 13. A fosfocreatina (CP) também é utilizada durante o trabalho anaeróbico (lático), quando sua quebra vai ajudar a tamponar o meio ácido intracelular causado pelo acúmulo de lactato aumentando o tempo de resistência à fadiga14. Acredita-se que a suplementação de creatina aumenta o conteúdo total de creatina intramuscular. Este aumento é responsável pelos efeitos ergogênicos dessa substancia uma vez que é capaz de acelerar a ressíntese de fosfocreatina no intervalo dos exercícios. Como resultado, a taxa de refosforilação de ADP requerida pode ser mantida durante o exercício, aumentando a capacidade de contração muscular15. Outro efeito atribuído à creatina é o ganho de massa corpórea. Segundo alguns autores este ganho é proveniente da massa livre de gordura podendo ser resultado da síntese proteica aumentada ou catabolismo reduzido8. Estudos mostram que a creatina é um agente osmótico, que arrasta água para dentro da célula quando está acumulada nela. Esta hiperhidratação pode atuar como um sinal anabólico, estimulando a síntese protéica16. Por outro lado a hipo-osmolalidade causada na célula também pode reduzir a degradação de proteínas. Esses mecanismos ainda necessitam serem melhores elucidados17. Devido á esses fatores a creatina tem sido utilizada em praticantes de exercícios repetitivos, de alta intensidade, curta duração e com períodos de recuperação muito curtos. A creatina monoidratada é a forma mais comum disponível no mercado para a suplementação e a mais utilizada nos estudos de pesquisa. Outras formas menos difundidas são vendidas em pequenas quantidades, como a creatina fosfato e o citrato de creatina, porém apresentam um preço maior e não acrescentam nenhum beneficio em relação à creatina monoidratada18. Atualmente, o programa mais utilizado para a suplementação de creatina é dividida em duas fases. A primeira, denominada super compensação, é caracterizada por um consumo mais elevado de creatina, em torno de 20g/ dia, fracionada em 4 horários, por 5 a 7 dias. Posteriormente o consumo de creatina é reduzido para 0,03g/kg de peso corporal. Após três meses de suplementação contínua, alguns autores sugerem um mês sem consumo19. Existem vários fatores capazes de influenciar a captação de creatina para as células musculares e dentre eles, os hormônios exercem importante efeito. A insulina, as catecolaminas e o fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1), podem estimulam essa captação 20. O exercício físico também demonstrou efeitos estimulantes sobre captação de creatina21. Em contrapartida a suplementação de cafeína não melhora a eficiência da creatina, não aumenta os níveis musculares de CP, e não aperfeiçoa o desempenho físico, sendo considerada como supressora do efeito ergogênico da creatina22,23. A creatina está fora da lista de substâncias proibidas pelo COI, sendo considerada suplemento por esse órgão e por este fato seu consumo não é considerado doping24. Recentemente a ANVISA legalizou seu consumo no Brasil, recomendando um grau de pureza de 99,9% visto que sua segurança é diretamente proporcional a este fator25. Os contaminantes da creatina são a Dicyandiamida e a Dyhydrotriazina sendo os valores máximos de segurança presentes permitidos para ambos de <10ppm. É possível que grande parte da polêmica em torno da Creatina e sua segurança se deve a produtos de baixa qualidade cujos contaminantes estão acima do permitido26. Evidências sugerem que o maior risco para a saúde é resultado da contaminação da creatina por essas substancias, pois podem causar toxicidade e danificar o organismo27. Não há evidências que sugerem que a suplementação da creatina pura em pessoas saudáveis seja deletéria28. O conceito de que a creatina é deletéria ao rim é insustentável por não se tratar de uma proteína e sua degradação não requerer a desaminação no processo de excreção pelos rins9. Estudos mostram que a suplementação com creatina em doses adequadas não traz efeitos danosos aos rins e que pode ser considerada um suplemento ergogênico seguro em pessoas saudáveis 29,30. Além disso, estudos recentes têm demonstrado que a suplementação de creatina pode ainda possuir propriedades antioxidantes 31,32e pode ser benéfica em certos acometimentos neuromusculares33 doenças crônico-degenerativas34,35 e tolerância à glicose36. Referências Hoffman J, Ratamess N, Kang J, Mangine G, Faigenbaum A, Stout J. Effect of creatine supplementation on performance and endocrine responses in strength/power athletes. Int J Sport Nutr Exerc Metab, 16:430-446, 2006. Maganaris CN, Maughan RJ. Creatine supplementation enhances maximum voluntary isometric force and endurance capacity in resistance trained men. Acta Physiologica Scandivavica. 163: 279-297,1998. Volek JS, Duncan ND, Mazzeti SA, Staron RS, Putukian M, Gomes AL, Pearson DR, Fink WJ, Kraemer WJ. Performance and muscle fiber adaptations to creatine supplementation and heavy resistance training. Medicine and Science in Sports and Exercise. 31,1999. Bemben MG, Lamont HS. Creatine supplementation and exercise performance: recent findings. Sports Med, 35:107-125, 2005. Willoughby DS, Rosene JM. Effects of oral creatine and resistance training on myogenic regulatory factor expression. Med Sci Sports Exerc, 35:923-929, 2003. Wyss M and Kaddurah-Daouk R. Creatine and creatinine metabolism. Rev . Physiol. 80:1107-213, 2000;. Walker, J.B. Creatine: Biosynthesis, regulation, and function. Advances in Enzymology v.50, n.177, p.242, 1979. Persky, A.M.; Brazeau, G.A. Clinical Pharmacology of the Dietary Supplement Creatine Monohydrate. Pharmacological Reviews Fast Forward, May 10, 2001. Stout, J.R. Essential of Creatine in sports and Health. Totowa: Humana Press, 2008. Greenhaff, P. The nutritional biochemistry of creatine. Journal of Nutritional Biochemistry, Stoneham, v.11,p.610-618, 1997. Ontiveros ML, Wallimann T. "Creatine supplementation in heath and disease. Effects of chronic creatine ingestion in vivo: Down-regulation of the expression of creatine transporter isoforms in skeletal muscle." Mol Cell Biochem. 184: 427-437, 1998. Balsom, P., Soderlund, K., Sjodin, B., Ekblom, B. Skeletal muscle metabolism during short duration high intensity exercise: influence of creatine supplementation. Acta Physiologica Scandinavica, Stockholm, v.154, n.3, p.303-310, 1995. Mayes, P. The respiration chain and oxidative phosphorylation. In: MURRAY, R., GRANNER, D., MAYES, P., RODWELL, V. (Ed.). Harper’s biochemistry. 24.ed. Stamford : Lange, p.123-134, 1996. Soderlund, K., BALSOM, P., EKBLOM, B. Creatine supplementation and high intensity exercise: influence on performance and muscle metabolism. Clinical Science, Colchester, v. 87 p.120-121, 1994. Supplement. Greenhaff P. The nutritional biochemistry of creatine. Nut Biochem; 8: 610-618, 1997. Haussinger D, Lang F and Gerok W. Regulation of cell function by the cellular hydration state. Am J Physiol 267:E343–E355, 1994. Berneis K, Ninnis R, Haussinger D, Keller U. Effects of hyper- and hypoosmolality on whole body protein and glucose kinetics in humans. Am J Physiol 276:E188–E195, 1999. Mendes, R.R; Tirapegui, J. Creatina: o suplemento nutricional para a atividade física–Conceitos atuais. ALAN. v.52, n.2, supl.2, 2002. Guerrero-Ontiveros, M.L., Wallimann, T. Creatine supplementation in health and disease of chronic creatine ingestion in vivo: Down-regulation of the expression of creatine transporter isoforms in skeletal muscles. Molecular and cellular Biochemistry. Washington, v.184, n.1/2, p.427-437, 1998. Odoom JE. et al. "The regulation of total content in a myoblast cell line. Mol Cell Biochem. 158: 179-188, 1996. Harris RC, Soderlund K, Hultman E. "Elevation of creatine in resting and exrcised muscle of normal subjects by creatine supplementation." Clin Sci 1992; 83: 367-374. Vandenberghe, K., Gillis, N., Van Hecke, P., Van Leemputte, M., Vanstapel, F., Hespel, P. Caffeine counteracts the ergogenic action of muscle creatine loading. Journal of Applied Physiology, Bethesda, v.80, n.2, p.452-457, 1996. P. Hespel, B. Op ‘T Eijnde, M. Van Leemputte. Opposite actions of caffeine and creatine on muscle relaxation time in humans. J Appl Physiol 92: 513–518, 2002. Antonio Herbert Lancha Jr. Relatório Creatina: Suplementação e suas conseqüências ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC, nº18, de 27 de abril de 2010. Aprova o regulamento técnico sobre alimentos para atletas. Disponível em: Williams, M. H.; Kreider, R. B.; Branch, J. D. Creatina, 1ª ed, São Paulo: Manole, 2000. Stead, L. M.; Au, K. P.; Jacobs, R. L. et al. Methylation demand and homocysteine metabolism: effectsof dietary provision of creatine and guanidinoacetate. Am J Physiol Endocrinol Metab, v. 281, n. 5, p. 1095-1100, 2001. Poortmans, J.R, Francaux, M. Adverse Effects of Creatine Supplementation: fact or fiction?. Sports Med., sep. 30 (3):155-170, 2000. Poortmans, J.R, Francaux, M. Long-term oral creatine supplementation does not impair renal function in healthy athletes. Med. Sci. Sports Exerc., aug. 31 (:1108-1110, 1999. Bizzarini, E, De Angelis, L. Is the use of oral creatine supplementation safe? J. Sports Med. Phys. Fitness, dec.44 (4): 411-6. 2004 Deminice, R.; Vilhena, R.; Portari, G. V. et al. SUPLEMENTAÇÃO DE CREATINA, HOMOCISTEÍNA E ESTRESSE OXIDATIVO. Medicina (Ribeirão Preto), v. 40, n. 3, p. 368-377, Jul/Set, 2007. Ferrante, R. J.; Andreassen, O. A.; Jenkins, B. G. et al. Neuroprotective effects of creatine in a transgenic mouse model of Huntington’s disease. J Neurosci, v. 20, n. 12, p. 4389-4397, Jun, 2000. Pearlman, J. P.; Fielding, R. A. Creatine monohydrate as a therapeutic aid in muscular dystrophy. Nutr Rev, v. 64, n. 2, p. 80-88, Feb.2006. Woo, Y. J.; Grand, T. J.; Zenko, S. et al. Creatine phosphate administration preserves myocardial function in a model of off-pump coronary revascularization. J Cardiovasc Surg, Torino, v. 46, n. 3, p. 297-305, 2005. Wyss, M.; Schulze, A. Health implications of creatine: can oral creatine supplementation protect against neurological and atherosclerotic disease? Neuroscience, v. 112, n. 2, p. 243- 260, 2002. Gualano, B.; Ugrinowitsch, C.; Seguro, A. C. et al. A Suplementação de Creatina Prejudica a Função Renal? Rev Bras Med Esporte, Niterói. v. 14, n. 1, Jan/Fev, 2008.
  3. 8 pontos
    A maioria das pessoas tem a convicção de que os exercícios aeróbicos são a chave para a perda de gordura e isso é um equívoco. As atividades aeróbicas tem uma utilidade limitada e precisam ser complementadas ou até mesmo substituídas por exercícios mais eficientes e específicos. O fato de se ter um bom condicionamento aeróbio em nada ajuda o seu metabolismo, o condicionamento aeróbio em si nada tem a ver com o gasto de energia no metabolismo de repouso. Você pode correr na esteira a vida inteira e até mesmo se tornar um maratonista que continuará com o mesmo metabolismo de sempre, a menos que ganhe massa muscular. Ressaltando, a maioria das evidências sugere que o metabolismo basal é relacionado à quantidade de músculos que você tem. Aqui reside uma inigualável vantagem do treino com sobrecargas, a capacidade de reduzir a gordura corporal e simultaneamente manter ou até mesmo aumentar sua massa muscular, o que evita o ganho futuro de peso, melhora a estética e parâmetros funcionais, principalmente na força, coisas que os exercícios aeróbios não fazem. A musculação é um excelente meio de reduzir o percentual de gordura, o uso de sobrecarga pode atuar diretamente na redução do tecido adiposo. O treinamento com pesos estimulará a síntese de proteínas musculares melhorando sua estética e as funções do aparelho locomotor. Além disso, os benefícios obtidos com o uso de exercícios sobrecarregados serão mais duradouros devido a manutenção e até mesmo elevação do metabolismo de repouso, que parece ser relacionado com a massa muscular. A musculação torna-se uma das melhores opções em todos os aspectos além de ser extremamente eficiente para produzir alterações positivas no seu percentual de gordura. Alguns benefícios da musculação: a prática da musculação tonifica os músculos e ajuda na perda de calorias. O treinamento com o uso do peso, melhora ainda mais essa resistência muscular; -a pessoa que pratica musculação tem menos chance de desenvolver uma doença chamada de osteoporose, pois ela auxilia no fortalecimento dos ossos do corpo humano; a musculação deixa a pessoa mais forte, auxiliando na resistência para o trabalho diário e possíveis momentos que exijam de você o uso da força; auxilia na prevenção de problemas na coluna vertebral, além de fortalecer a parte inferior das costas, diminuindo dores locais; assim como a prática dos demais exercícios, a musculação também auxilia no funcionamento do sistema imunológico; a prática de exercícios físicos é uma grande aliada à prevenção de doenças como a diabete. A musculação é uma das práticas benéficas, que pode ajudar a evitar o aparecimento da doença e para quem já tem diabete, pode auxiliar no tratamento e equilíbrio da taxa de glicemia sanguínea; a musculação praticada regularmente auxilia a melhorar o equilíbrio e a coordenação motora do praticante; as pessoas que sofrem com prisão de ventre podem notar uma melhora no funcionamento intestinal nos primeiros dias de prática da musculação, pois ela auxilia no bom funcionamento do sistema digestório; as gestantes que praticam musculação têm uma melhor recuperação pós-parto, menor incidência de câimbras durante a gestação, menor probabilidade de desenvolver varizes e ainda diminuem o ganho de peso; a prática da musculação melhora o humor, a auto-estima e com isso as interações sociais; a musculação podem prevenir as doenças do envelhecimento e, assim, diminuir os efeitos na saúde do mesmo, deixando-o mais magro e jovem; a musculação ajuda nas correções de desvios posturais; a musculação ajuda nos desgaste das articulações. Quando os músculos estão fortalecidos, a estabilidade das articulações é maior, promovendo menor desgaste entre os ossos; pessoas que realizam regularmente exercícios prescritos na intensidade adequada, e no tempo adequado, desfrutam de melhor qualidade do sono. Eles dormem mais rapidamente e mais profundamente. Além disso despertam menos frequentemente à noite, permitindo então um sono reparador. Tal como acontece com a depressão, os benefícios da Musculação Terapêutica no sono são comparáveis com o tratamento com a utilização da medicação, mas sem os efeitos secundários que a mesma oferece; a musculação ameniza, e muito, a celulite, pois aumentando a massa muscular, sua pele fica mais lisa. Só a redução da gordura não melhora a aparência da pele, pode ficar flácida e cheia de furinhos, mas associando exercícios com pesos, evitará a flacidez e definirá os músculos, minimizando a celulite; a musculação pode retardar o relógio do envelhecimento fisiológico. Sabendo os inúmeros benefícios proporcionados pela musculação, procure um profissional capacitado em sua academia para organizar um treino que seja adequado a sua necessidades e disponibilidade. Ref: Paulo Gentil / forcaeinteligencia KRAEMER WJ, VOLEK JS, CLARK KL, GORDON SE, PUHL SM, KOZIRIS LP, MCBRIDE JM, TRIPLETT-MCBRIDE NT, PUTUKIAN M, NEWTON RU, HAKKINEN K, BUSH JA, SEBASTIANELLI WJ. Influence of exercise training on physiological and performance changes with weight loss in men. :Med Sci Sports Exerc 1999 Sep;31(9):1320-9 MELBY, C., C. SCHOLL, G. EDWARDS, AND R. BULLOUGH. Effect of acute resistance exercise on postexercise energy expenditure and resting metabolic rate J. Appl. Physiol. 75:1847-1853, 1993
  4. 8 pontos
    Toxi

    [TOXI] Stanozolol Oral vs. Injetável para mulheres

    Se me perguntassem qual a melhor opção de stanozolol para mulheres (oral ou injetável) eu certamente diria para usar o injetável. Não só pela questão de hepatoxicidade (já que stano oral é um dos esteroides mais tóxicos para o fígado), que pode não vir a ser um problema se você fizer o uso da droga oral de maneira inteligente com alimentação ideal, mas a questão está no que o Oral faz muito melhor do que o Injetável: diminuir a Globulina Transportadora de Hormônio Sexual (SHBG). A SHBG é uma proteína cuja função é o transporte plasmático de alguns hormônios sexuais (estradiol, testosterona e outros andrógenos). Enquanto estão ligados a essa proteína, os hormônios não tem seu real efeito, quando eles se desvinculam dela ficam livres no sangue é que realizam suas atividades. E aí é que mora o perigo. Como o Stanozolol oral baixa de mais o SHBG, acaba que há mais testosterona livre circulante, e essa testosterona acaba gerando efeitos virilizantes na mulher (engrossamento da voz, aumento do clitóris, crescimento de pelos). Pra se ter uma ideia, 10 a 15mg de Stanozolol é suficiente pra baixar METADE da SHBG em uma pessoa de 50 a 75kg. Há uma correlação entre baixos níveis de SHBG em mulheres e hirsutismo (crescimento de pelos) e outros efeitos virilizantes, como citei. Além disso, baixos níveis do SHBG ainda contribuem para irregularidades menstruais. Vemos também uma maior incidência de acne e aumento do clitóris quando a versão Oral de Stanozolol é usada por mulheres, se comparada a Injetável. As razões para isso são óbvias. Quando aumenta a testosterona livre, diminuindo SHBG, aumenta a quantidade de testosterona que é capaz de ser convertida em DHT (dihidrotestosterona) pea enzima 5-alfa redutase. O DHT é o culpado principal pela acne induzida por esteroides e também é o hormônio responsável pelo alargamento genital externo (no caso, crescimento do clítoris). Para se comparar o Oral com o Injetável em termos de redução da SHBG, 10mg por dia de Stano Oral (70mg/semana) são mais potentes pra diminuir a proteína do que usar 57mg por dia de Stano Injetável (400mg por semana). Curiosamente, quando você injeta Stanozolol, em vez de tomá-lo por via oral, você realmente tem mais retenção de nitrogênio (e, portanto, pode-se supor, mais tecido muscular está sendo construído). Então, se você está tentando usar Stano para aumentar a massa muscular, a versão injetável vai ser muito superior à versão oral.
  5. 8 pontos
    Elias, acrescentando sobre creatina. Não é ultrapassar dose de 20 g ao dia, mas sim utilizar de 0,03 g a 0,05 g por kg de peso corporal ao dia. Divididas em 2 a 4 doses pra não ter desconforto gástrico. Cafeína é um neuroestimulante e a creatina contribuirá para fornecimento de energia pela via ATP-CP, portanto dois sítios de ligações completamente diferentes...definitivamente uma não irá interferir na ação da outra. O estrutura molecular (ou o sal) para consumo deverá ser sempre a monoidratada, devido a sua bioequivalência com a forma que produzimos. A forma micronizada é o tamanho da particula, apenas. Outro ponto: a creatina é uma amina saturável...pode ser tomada a qualquer momento do dia, mas os estudos indicam que tomar junto às refeições melhoram seu transporte intracelular. abraços
  6. 8 pontos
    LaNCe

    NOVO RECORD 3733 MIL

  7. 8 pontos
  8. 7 pontos
    John Kiefer (John Kiefer é um físico que lutou contra seu próprio corpo por muitos anos. Sua odisseia começou aos 13 anos, quando um colega de escola lhe lançou esta frase: Você está muito gordo. Após seguir uma dieta de pouca gordura e de baixa caloria, fazer levantamento por 5 a 6 vezes na semana e pedalar 300 km por semana, ele não conseguiu atingir seu objetivo. Como insistia na procura da resposta, foi obrigado a vasculhar inúmeros livros. Sua profissão de físico lhe ensinou a gerenciar e unificar grande quantidade de informações. Após dez anos de pesquisa e experimentação, ele descobriu e melhorou uma dieta que chamou de 'carbnite solution', que não é uma dieta ideal, mas pode ser perfeita para quem quiser dela se utilizar. Fonte: http://carbnite.com/ns-author.php) apresenta um trabalho que chamou de dieta de alto nível. Eis o que ele relata. O paradoxo de pouco carboidrato Inicialmente ele faz uma pergunta, que busca responder. É possível obter ganhos de massa sem carboidrato? E responde. Muitos dos que trabalham por longos anos na indústria de dietas de baixo carboidrato, especialmente na preparação para campeonato, sabem que os carboidratos não são essenciais para crescimento ou de crescimento em cenário improvável, por exemplo em tempo de diminuição. Os alunos de J. Kieper, segundo seu relato, normalmente acrescentam muitos kilos de músculo durante a fase de 12 semanas de corte de carboidratos. E ele ainda pergunta: Por que perder músculo e ficar magro, se é possível ganhar? Mas, não é qualquer treinador que obtém tais resultados, e aqueles que não conseguem, nem sabem o porquê. Não se pode refinar o método se não houver compreensão da sua mecânica. Para J. Kieper carboidratos não são o componente crítico. Componentes para crescimento São necessárias duas coisas para construir musculatura: proteína e gordura. Ninguém em sã consciência espera adquirir músculo sem ingerir pratos e mais pratos de proteína. A gordura pode não representar o elemento principal para o ganho muscular, mas é necessária, porque é o componente que dá forma e estrutura às células. Carboidratos não têm qualquer influência na estrutura. Eles são convertidos em glicogênio, que pode ficar armazenado dentro do tecido muscular. Eles não são parte da fibra muscular. Mas, as várias e várias pratadas de arroz abocanhadas todos os dias promovem o crescimento muscular. Uma pesquisa do American Journal of Physiology-Endocrinology and Metabolism demonstra que carboidratos não constroem músculos, mas aceleram o processo. Esse é o ponto principal: puxar ferro diariamente, não somente para aumentar placas de músculos, mas para as camadas nas fibras, tão rápido quanto possível. Os carboidratos amplificam nosso esforço na barra. A forma como os carboidratos aceleram o processo é que demorou a ser entendida. A liberação de insulina parecia ser uma resposta adequada. Porém a pesquisa com diabéticos mostrou que os músculos crescem apesar das disfunções da insulina no corpo. Insulina – que é o rei dos hormônios anabólicos – , assim como os carboidratos, podem acelerar o processo, mas os carboidratos ainda gozam de um papel independente, e o fazem estimulando um processo de crescimento acelerado controlado pela mTor (A proteína mTOR é um regulador mestre de como e quando as células criam outras proteínas. Ela ajuda as células saudáveis a perceberem os níveis de nutrientes e controlar seu crescimento e metabolismo - fonte: http://www.isaude.ne...gacao-do-cancer). Entre no mundo da mTOR A sigla mTOR parece um nome dado a um 'transformer' pelo diretor Michael Bay no filme 'O lado Oculto da Lua', mas a descoberta desse regulador foi uma das mais importantes, senão a mais útil das descobertas para os fisiculturistas nos últimos 20 anos. MTOR foi descoberto em razão dum produto químico novo derivado de vegetal chamado rapamicina. A rapamicina retarda e em alguns casos elimina o desenvolvimento do câncer pelo bloqueio do caminho mTOR. Com mais pesquisa, os cientistas entenderam que o bloqueio da mTOR para e diminui todo o crescimento celular, mas estimula sua velocidade de crescimento. O caminho do mTOR é encontrado em quase todos os tecidos do corpo, de modo que se a intenção for o crescimento – do músculo, por exemplo – é necessário focar no mTOR. Carboidratos aceleram o crescimento porque abastecem o sangue com açúcar e glicose, estimulam o crescimento pela ativação do caminho do mTOR. A insulina liberada pela glicose é um bônus, porque o crescimento começa em diversos modos. Parece que os carboidratos são importantes se o interessado desejar arrebentar no limite muscular diário e atingir o estado de aberração. Ampliando os ganhos musculares com leucina Os bons nutricionistas já sabiam desde 1960 que a cadeia dos aminoácidos – leucina (encontrada na proteína concentrada de soja, no feijão de soja maduro, na carne vermelha, no amendoim, no salame italiano, dentre outros), isoleucina (encontrada na clara de ovos, na proteína de soja, no peito de peru, nas algas marinhas, dentre outros) e valina (encontrada nos seguintes alimentos: ricota, peixes, frangos, lentilhas e nas sementes de gergelim) realçam o crescimento muscular. Contudo os pesquisadores não souberam determinar como isto se dá. Algumas pesquisas mostraram crescimento muscular, outros não evidenciaram qualquer resultado efetivo. Eles trabalharam com tempo e proporção, quantidade e qualidade, mas eles não conseguiram tabelar. O que a pesquisa de fato descobriu é que a leucina BCAA (BCAA vem da abreviação de “Branch Chain Amino Acids” que significa “aminoácidos em cadeia ramificada. São 3: não são produzidos pelo organismo, L-Valina, L-Leucina e L-Isoleucina) é a chave. Descobriram o papel excepcional da leucina, porque é o único aminoácido essencial que dá causa à liberação de insulina quando ingerido sem carboidratos. Todos os outros só dão causa à liberação de insulina se ingeridos com carboidratos. A leucina, porém, não tem essa limitação. Embora a insulina seja um importante regulador do crescimento, ela não é o atalho do caminho para um costas largas ou um bíceps montanhoso. A leucina é o nutriente que ativa diretamente o caminho do mTOR para crescimento, sendo incrivelmente poderosa nesse processo. Ela estimula o caminho do mTOR para crescimento SEM carboidratos. Crescimento sem carboidratos Não se sabia como, mas um padrão de crescimento sem carboidratos aconteceu, mesmo no período mais difícil de construção do músculo durante as fases de dieta. Hoje se entende que o elemento crítico é pico nos níveis livres de leucina causado pelo BCAA, com absorção rápida de proteína hidrolisada (industrializada a partir do soro do leite e da caseína). Se forem cortados os elementos inúteis, pode-se ajustar a suplementação para o crescimento muscular, com a adição de leucina às refeições. Não é necessária muita. De 3 a 5 gramas de leucina a cada refeição, especialmente no pré e pós treinamento, faz com que o caminho de crescimento do mTOR fique aberto e ativo, induzindo a ganhos musculares no limite. O segredo foi revelado A suplementação com leucina era o elo que faltava na informação aos fisiculturistas, mas que já era conhecida na prática por L. Scott (o primeiro Mr. Olympia). Essa descoberta levou ao refinamento de algumas das dietas. A utilização de leucina e de carboidratos juntos induz a incrível ganho de massa muscular magra. Hoje se pode atingir a precisa nutrição para permitir ganhos maciços, enquanto se dedica ao aprontamento com um físico sarado. Fonte: Revista Flex, abril 2012, páginas 90-92.
  9. 6 pontos
    Você tem q saber se realmente quer isso msm, pois todo ciclo tem um determinado risco de ter colaterais, especialmente virilizantes (voz mais grave, rosto masculinizado, hipertrofia clitóris, aumento dos pelos, etc.), talvez pra mulher a melhor opção seja nem utilizar anabolizantes por conta disso. Agora se vc quer usar mesmo assim, aconselharia a oxandrolona no lugar do estanozolol, uma dosagem entre 10mg a no máximo 20mg/dia já deveria surtir efeito. Essa dose já não é 100% segura, se for tomar mais do que isso, terá mais resultados porém aumentará ainda mais a chance de ter colaterais indesejados.
  10. 6 pontos
    Nesta matéria, serão abordados os movimentos básicos de alongamento que devem ser realizados antes e depois do treino de musculação. Exatamente, é recomendável que o praticante realize o alongamento de toda a musculatura corporal antes e depois do treino com pesos. É importante ser frisado que antes mesmo do alongamento, deve ser aquecida a musculatura. O aquecimento pode ser realizado na bicicleta ou na esteira. Também pode o aquecimento ser realizado por meio de caminhada ou polichinelo. São atividades que elevam a temperatura corporal, de modo a serem prevenidas lesões. O tempo mínimo para aquecimento do corpo é de aproximadamente 5 a 10 minutos, por meio das atividades moderadas acima mencionadas. É sabido que alguns treinadores não recomendam o alongamento antes e depois do treino. Alguns recomendam apenas o aquecimento antes do treino e o alongamento apenas após o treinamento com pesos. Defendo que o alongamento também deve ser realizado antes da musculação. Justifico meu posicionamento pelo fato de o alongamento relaxar o corpo e aumentar a amplitude do movimento, melhorando a fibra muscular (alonga a fibra a ser trabalhada), dando maior flexibilidade aos músculos. O alongamento prévio deixa o corpo mais confortável para o treino com pesos. Quanto maior a amplitude do movimento na musculação, maior será o potencial de hipertrofia. Deve-se lembrar que o alongamento antes do exercício de musculação deve ser suave. Não deve ser o alongamento intenso, que pode antecipar as microlesões musculares, as quais deve ser reservadas ao treino com pesos. Vale observar que o alongamento da musculatura não deve se limitar aos músculos que serão estimulados na respectiva sessão de treinamento. O alongamento deve ser feito em todas as musculaturas do corpo. Como exemplo, mencionamos o exercício stiff. O objetivo principal desse exercício é o trabalho das musculaturas posteriores de coxa. Todavia, quase toda a musculatura do corpo é demanda na execução desse exercício: panturrilha, costas, ombro, tríceps, antebraço, pescoço e lombar. A seguir, indico os exercícios básicos de alongamento que devem ser realizados antes e depois de todas as sessões de treinamento com pesos. Assista ao vídeo explicativo: A seguir, apresento as fotos das posições, que devem ser mantidas por 20 a 30 segundos. Ombro: Alongar um dos braços; Posicionar o cotovelo na linha do ombro; Manter os ombros na mesma linha; Elevar o queixo levemente; Manter o peso distribuído nas duas pernas. Parte anterior do ombro: Segurar o espaldar com a mão esticada; Posicionar o tronco para frente com o braço para trás, na mesma altura do ombro; Manter o peso distribuído nas duas pernas. Parte anterior de ombro e peitoral: Segurar o espaldar com as duas mãos para trás na altura dos ombros; Contrair o abdome; Flexionar um pouco o joelho. Braço: Esticar um dos braços com a palma da mão para fora e dedos para baixo; Puxar a mão pelos dedos para a direção do corpo com a outra mão; Inverter a posição da mão do braço esticado, posicionando a palma da mão para dentro, repetindo o movimento; obs: a mão pode ser apontada para cima ou para baixo. Posterior de coxa, costas, peitoral, tríceps e bíceps: Segura o espaldar na altura do umbigo com os braços esticados; Flexionar o tronco de modo que fique alinhado com os braços; Estender bem os joelhos; Manter os isquiotibiais na mesma linha do quadril. Quadríceps femural (anterior de coxa): Manter os joelhos alinhados e a perna que fica no chão estendida; Puxar a outra perna bem atrás, segurando com a mão do mesmo lado da perna, pelo peito do pé. Panturrilha: Colocar o primeiro terço de um dos pés no espaldar; Deixar a outra perna esticada; Manter o tronco ereto e a respiração leve e profunda. Tríceps: Deixar os pés paralelos e o abdome levemente contraído; Estender os braços para cima da cabeça e flexionar os cotovelos; Com uma das mãos puxe o cotovelo do outro braço, mantendo-o flexionado por trás da cabeça. Realize esses alongamentos básicos antes e depois da musculação. Antes do treino com pesos, realize esses movimentos de uma forma bem suave, e, depois do treino, de uma forma um pouco mais intensa. Sempre respeite as limitações articulares do seu corpo.
Esta liderança está programada para São Paulo/GMT-02:00


×