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Valores ng/dl com Durateston e Deposteron

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Sim, senti diferença e muita, o meu dia a dia melhorou em todos os sentidos , pois, a testo exógena ficava no minimo de 900ng/dl o que me traz mais benefícios e a natural apesar de não estar baixa, sabemos que pode variar muito devido a fatores como alimentação, estresse (emocional e físico), noites mal dormidas e etc... e é justamente o que acontece comigo, minha testo natural tem altos e baixos, por exemplo, num período de estresse (trabalho) cheguei a ter 300ng/dl e isso pode durar semanas...

Recentemente, encontrei um medico que entendeu a minha necessidade e vai me acompanhar nos exames, o intuito é encontrar o intervalo exato entre as aplicações, em razão do meu peso, altura, massa muscular e idade. Devo ter isso finalizado em inicio de março. Assim que tiver concluído os exames, posto pra galera.  

Outro ponto, o deposteron entrega um resultado muito superior comparando com durateston, mas, atenção, isso foi comigo!!! Cada individuo possui suas características próprias.

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  • A corrente médica que faz reposição (TRT) com nebido, deposteron e durateston está ultrapassada. E é um absurdo que ainda assim procedam. Tudo bem, é algo que está na literatura, mas é algo totalmente

  • Varia bastante mesmo. Difícil presumir. 1 dura por semana deveria bater 1000+ ng/dl, mas isso de modo contínuo, apenas uma dose fica difícil mensurar.

  • Só com exames você saberá.

6 horas atrás, FARIA2003 disse:

Sim, senti diferença e muita, o meu dia a dia melhorou em todos os sentidos , pois, a testo exógena ficava no minimo de 900ng/dl o que me traz mais benefícios e a natural apesar de não estar baixa, sabemos que pode variar muito devido a fatores como alimentação, estresse (emocional e físico), noites mal dormidas e etc... e é justamente o que acontece comigo, minha testo natural tem altos e baixos, por exemplo, num período de estresse (trabalho) cheguei a ter 300ng/dl e isso pode durar semanas...

Recentemente, encontrei um medico que entendeu a minha necessidade e vai me acompanhar nos exames, o intuito é encontrar o intervalo exato entre as aplicações, em razão do meu peso, altura, massa muscular e idade. Devo ter isso finalizado em inicio de março. Assim que tiver concluído os exames, posto pra galera.  

Outro ponto, o deposteron entrega um resultado muito superior comparando com durateston, mas, atenção, isso foi comigo!!! Cada individuo possui suas características próprias.

Interessante. Fará modulação hormonal então. Vá nos atualizando quanto ao andamento do tratamento.

A minha testo é em torno de 600ng/dl (faço 37 em março). Fiquei empolgado com os teus resultados. Daqui a alguns meses vou utilizar nandrolona para fins terapêuticos coadjuvante na resolução de uma tendinite crônica (não vem ao caso explicar agora) e, por isso, serei vou colocar 100mg de testo por semana para compensar a supressão do eixo e HCG para mantém as células de Leydig ativas.

  • 3 semanas depois...
Em 06/02/2018 em 00:55, FARIA2003 disse:

Sim, senti diferença e muita, o meu dia a dia melhorou em todos os sentidos , pois, a testo exógena ficava no minimo de 900ng/dl o que me traz mais benefícios e a natural apesar de não estar baixa, sabemos que pode variar muito devido a fatores como alimentação, estresse (emocional e físico), noites mal dormidas e etc... e é justamente o que acontece comigo, minha testo natural tem altos e baixos, por exemplo, num período de estresse (trabalho) cheguei a ter 300ng/dl e isso pode durar semanas...

Recentemente, encontrei um medico que entendeu a minha necessidade e vai me acompanhar nos exames, o intuito é encontrar o intervalo exato entre as aplicações, em razão do meu peso, altura, massa muscular e idade. Devo ter isso finalizado em inicio de março. Assim que tiver concluído os exames, posto pra galera.  

Outro ponto, o deposteron entrega um resultado muito superior comparando com durateston, mas, atenção, isso foi comigo!!! Cada individuo possui suas características próprias.

Como ficou como faça a TRT?

  • 1 mês depois...
  • 8 anos depois...

@FARIA2003, a sua pergunta é excelente e tem números publicados. Vou dar os que existem, explicar por que o seu médico não conseguiu responder, e apontar por que a resposta muda a sua conduta de reposição.

Para enantato ou cipionato de testosterona, aplicação única de duzentos e cinquenta miligramas, os dados de farmacocinética mostram o seguinte. A testosterona sobe rápido e atinge níveis suprafisiológicos, na faixa de setecentos a mil e oitocentos nanogramas por decilitro, com o pico ocorrendo entre meio dia e cinco dias após a aplicação. Por volta do décimo quarto dia, os valores já caíram para algo entre duzentos e sessenta e setecentos, ou seja, de volta à faixa normal ou abaixo dela.

Isso responde a sua pergunta sobre o décimo dia. Você estaria em algum ponto da descida, provavelmente ainda dentro ou pouco acima da faixa de referência, mas já bem longe do pico.

E é exatamente esse desenho que explica por que aplicação a cada dez, doze ou catorze dias é problemática em reposição. Você passa a primeira parte do intervalo acima da faixa e a última parte abaixo dela. Os sintomas seguem a curva. Muita gente descreve disposição e libido ótimas nos primeiros dias e queda perceptível no fim do intervalo, e conclui que precisa de mais dose, quando o problema é a frequência.

A correção é simples e é a que se usa na prática clínica. Mesma quantidade semanal, dividida em aplicações mais frequentes. Uma vez por semana já melhora muito, e duas vezes por semana deixa a curva quase plana.

O @FitCoupleHim acertou em dois pontos importantes. O cipionato realmente tem meia vida um pouco mais longa que o enantato, e ele realmente é mais estável que o durateston. O motivo é que o durateston é uma mistura de quatro ésteres, sendo dois curtos, e a fração de propionato produz um pico mais alto e mais precoce, seguido de queda mais acentuada. Se estabilidade é o objetivo, e em reposição é, um éster único é preferível.

Acrescento um detalhe que quase ninguém considera e que afeta diretamente a conta que você quer fazer. O número do rótulo é a massa do éster, não a massa de testosterona. O éster é uma cadeia acoplada à molécula e ele pesa. Na prática, duzentos e cinquenta miligramas de durateston entregam em torno de cento e setenta e cinco miligramas de testosterona, e duzentos miligramas de cipionato entregam perto de cento e quarenta. Ou seja, ampola por ampola, o durateston entrega cerca de vinte e cinco por cento mais hormônio.

Sobre a sua segunda pergunta, se o valor varia conforme peso e altura, faço um ajuste na resposta que você recebeu.

A analogia com a bebida não se aplica bem aqui, e vale entender por quê. O álcool é ingerido e se distribui pela água corporal, então tamanho realmente muda a concentração. Uma aplicação intramuscular de éster é diferente. Ela forma um depósito no músculo, e a velocidade com que a substância sai desse depósito é determinada principalmente pelo éster, e não pelo tamanho da pessoa.

A variação entre indivíduos existe e é grande, mas ela vem de outras fontes. Da quantidade de SHBG, que é a proteína que carrega o hormônio e determina quanto fica livre. Da atividade da aromatase, que converte parte em estradiol e é maior em quem tem mais gordura corporal. Do local de aplicação e da profundidade. E da velocidade individual de metabolização hepática. Peso e altura entram nisso de forma indireta, principalmente pela via da gordura corporal.

Agora o ponto mais importante, e é sobre a sua frase de que o médico não soube responder.

Na verdade, nenhum médico consegue prever esse número para você. E isso não é falha dele. É uma característica do problema. A variação entre pessoas é grande o suficiente para que estimativa não sirva como base de decisão clínica.

O que se faz é o contrário. Não se calcula, se mede. E existe um jeito certo de medir, que é o que muda a sua conduta.

A dosagem que orienta o ajuste da reposição é a do vale, ou seja, colhida imediatamente antes da próxima aplicação, no dia da aplicação e antes dela. Esse é o momento em que você está no ponto mais baixo do intervalo. Se o vale estiver dentro da faixa normal, o seu esquema está funcionando. Se estiver abaixo, o problema é frequência ou dose. Medir no pico não serve para ajustar nada, porque todo mundo fica alto logo depois de aplicar.

E, já que você está iniciando reposição, vale saber quais são os outros itens do acompanhamento, porque eles quase nunca são mencionados por aqui.

Testosterona e hematócrito devem ser monitorados aos três, seis e doze meses e depois anualmente. O hematócrito é o que mais frequentemente obriga a mudar conduta, porque a testosterona aumenta a produção de glóbulos vermelhos e sangue mais viscoso traz risco trombótico próprio. Acima de cinquenta e quatro por cento, a orientação é suspender até normalizar e retomar com dose menor, e vale notar que picos altos, como os que aplicações espaçadas produzem, favorecem justamente esse aumento. Junto disso entram pressão arterial, perfil lipídico e, acima de quarenta anos, acompanhamento de próstata com PSA.

E existe um item que costuma ser omitido e que muda a vida de quem está em idade reprodutiva. A reposição de testosterona suprime a produção de espermatozoides, e a orientação formal é que todo homem em idade reprodutiva seja informado disso antes de começar, tratando a reposição, na prática, como método contraceptivo. Se houver intenção de ter filhos, existem alternativas que tratam o hipogonadismo preservando a fertilidade, e essa conversa precisa acontecer antes.

Por fim, uma pergunta que vale mais que todos os números acima. A sua reposição foi indicada a partir de duas dosagens de testosterona total colhidas de manhã cedo, em dias diferentes, ambas abaixo do limite? Esse é o critério diagnóstico, e ele existe porque a testosterona varia ao longo do dia e entre dias. Se a indicação veio de uma única coleta, principalmente feita à tarde, vale refazer antes de seguir. É a diferença entre tratar uma condição e iniciar um uso contínuo por toda a vida sem ela.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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