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Whey? O melhor ou o mais barato?

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to doido pra comprar um whey, mas como a grana ta curta queria saber a opiniao de vocês: so vou conseguir resultados com um whey caro ou importado, ou comprando um nacional, mais ou menos na faixa dos 60, 70 reais ja consigo alguma coisa?

sabem como é ne, fica dificil gastar 200 reais por mes de suplemento.

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  • Cara você tomou um pote em duas semanas? rs

  • Cara...calma aí, whey é bom mas não faz milagre também...Se você tá sem grana tenta comprar um nacional ( probiotica pode ser) mesmo, pelo menos você vai ter condições de estar sempre tomando...

  • eu comprei o 100% pure whey protein - probiótica de 900g por R$68, mas no próximo vou comprar logo um 100% Whey Protein - Optimum de 2341g por R$189,00

to doido pra comprar um whey, mas como a grana ta curta queria saber a opiniao de vocês: so vou conseguir resultados com um whey caro ou importado, ou comprando um nacional, mais ou menos na faixa dos 60, 70 reais ja consigo alguma coisa?

sabem como é ne, fica dificil gastar 200 reais por mes de suplemento.

Sem duvida q um whey importado é muito melhor que os nacionais.. optimun.. universal dymatize sao otimos wheys importados...

nacionais soh confio no 100%pure whey da probiotica

flw

to doido pra comprar um whey, mas como a grana ta curta queria saber a opiniao de vocês: so vou conseguir resultados com um whey caro ou importado, ou comprando um nacional, mais ou menos na faixa dos 60, 70 reais ja consigo alguma coisa?

sabem como é ne, fica dificil gastar 200 reais por mes de suplemento.

Cara...calma aí, whey é bom mas não faz milagre também...Se você tá sem grana tenta comprar um nacional ( probiotica pode ser) mesmo, pelo menos você vai ter condições de estar sempre tomando...

  • 11 anos depois...
  • 6 anos depois...

@ryokapenna, a pergunta do tópico continua sendo uma das mais feitas por quem vai comprar o primeiro pote, e ela tem uma resposta objetiva que não depende de marca.

Não compare o preço do pote. Compare o preço por grama de proteína. A conta é simples: pegue o número de porções que o rótulo declara, multiplique pela quantidade de proteína por porção, e divida o preço pelo resultado. Um pote de 900 gramas que entrega 24 gramas de proteína por dose de 30 gramas tem cerca de 720 gramas de proteína dentro. Um pote de 2,3 quilos com 24 gramas por dose de 30 tem cerca de 1.840. Feita essa conta, potes que pareciam caros frequentemente saem mais baratos que os que pareciam baratos, e é comum descobrir que dois produtos com preços muito diferentes custam quase o mesmo por grama de proteína. Esse número, e não o rótulo, é o que decide a compra.

Sobre as versões, vale saber o que muda de fato. O concentrado tem tipicamente entre 70 e 80 por cento de proteína, com o restante em lactose e gordura. O isolado passa de 90 por cento, com quase nada de lactose. O hidrolisado é proteína já parcialmente quebrada em peptídeos menores, com absorção um pouco mais rápida. Para quem não tem intolerância à lactose, a diferença de resultado entre os três é irrelevante, e não existe evidência de que o hidrolisado produza mais massa muscular. O isolado só compensa em dois casos: se você passa mal com lactose, ou se, feita a conta acima, ele sair competitivo por grama de proteína.

Existe uma armadilha de rótulo que vale conhecer, porque ela ainda aparece. Os métodos tradicionais de análise medem o nitrogênio total do produto e convertem esse valor em proteína. Como aminoácidos livres também contêm nitrogênio, é possível adicionar glicina, taurina ou creatina baratas e fazer o produto parecer ter mais proteína do que realmente tem. A prática é conhecida como amino spiking. O sinal de alerta está na lista de ingredientes: se logo depois da proteína aparecem aminoácidos isolados, ou se o produto declara apenas um blend proteico sem discriminar o que há dentro, desconfie. Produto honesto costuma listar a fonte de forma clara e informar a proteína por dose sem depender de aditivos.

Sobre a observação do @MR.THOR de que o pote durou duas semanas, ela merece desdobramento. Um pote de 900 gramas consumido em quatorze dias significa mais de duas doses por dia. Isso quase nunca é necessário e é justamente onde o dinheiro escorre. A síntese proteica muscular é estimulada de forma praticamente máxima com algo entre 25 e 30 gramas de proteína de alto valor biológico por refeição, e dobrar a dose na mesma tomada não dobra a resposta. Uma dose por dia, encaixada onde é difícil comer comida de verdade, resolve para a esmagadora maioria das pessoas.

E o ponto que responde ao fundo da sua pergunta. Whey é proteína do soro do leite em pó, nada além disso. Ele é conveniência, não é o que constrói músculo. O que constrói é a proteína total do dia, e ela pode vir inteira da comida. Ovo, leite, coxa e sobrecoxa de frango, carne moída de segunda, fígado e sardinha em lata entregam o mesmo aminograma por uma fração do custo por grama de proteína. Se o orçamento está apertado, o melhor uso do dinheiro não é escolher entre um whey caro e um barato, é comprar comida e deixar o pote para quando sobrar.

Ou seja, respondendo diretamente: não, você não precisa de importado para ter resultado, e sim, um produto nacional barato funciona, desde que a conta de preço por grama de proteína feche e o rótulo seja honesto sobre o que contém. Não recomendo marcas, e as citadas aqui são de uma época em que o mercado era outro, mas o critério de decisão continua exatamente o mesmo.

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